CÂMARA MUNICIPAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO
ESTADO DE MINAS GERAIS
PROJETO DE LEI Nº! Y60 12018
po RIO BRANCO “Dispõe sobre a denominação de Praça do
; loteamento Serra Verde II, localizado na
Nova Cidade no município de Visconde do
Rio Branco.
Povo do Município de Visconde do Rio Branco, por seus
representantes, Os vereadores, aprovam e o Prefeito Municipal,
sanciona a seguinte Lei:
Art. 1º - Passa a denominar-se Praça Dona Pite, a praça do
loteamento Serra Verde Il, localizada no município de Visconde do
rio Branco.
Art. 2º - Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.
Art. 3º- Revogam-se as disposições em contrário.
Sala das Sessões Presidente Tancredo de Almeida Neves, 27 de
Setembro de 2018
Vereador
Alex Vinicius Coelho
Praça 28 de Setembro, Galeria Eden Clube - 13 - CEP 36.520-000 — visconde do Rio Branco — MG — TEL. GERAL (32) 3551-8000
Home Page: www.camaravrb.mg.gov.br - E-mail: contatoQDcamaravrb.mg.gov.br
CÂMARA MUNICIPAL DE VISCONIT o tis SS
CÂMARA MUNICIPAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO
ESTADO DE MINAS GERAIS
JUSTIFICATIVA
Sebastiana Faustino Pereira (DONA PITE) nasceu no dia 21
DE Fevereiro de 1919 em Vermelho Novo- Minas Gerais.
Dona Pite veio para Visconde do Rio Branco muito nova, aos
19 anos e logo se casou com Sr Pedro de Alcantara Filho. Tendo os
filhos conhecidos na cidade como Gloria, Zinho, Flavinho, Lado,
Graça, Doquinha e Marília.
Teve sua historia narrada em diversos livros de autores locais
(em anexo)
Praça 28 de Setembro, Galeria Eden Clube - 13 - CEP 36.520-000 — Visconde do Rio Branco - MG - TEL. GERAL (32) 3551-8000
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SEÇÃO TRANSVERSAL 4 SEÇÃO TRANSVERSAL |
ESC.: 17100 ESG. 17100 |
REGISTRO CIVIL
ESTADO DE MINAS GERAIS
COMARCA, MUNICÍPIO E DISTRITO DE VISCONDE DO RIO BRANCO
LUIZ EDUARDO DE ANDRADE REIS
OFICIAL DO REGISTRO CIVIL
VÂNIA DE ANDRADE REIS
ESCRIVÃ SUBSTITUTA
ecosatRO CHI DAS PESSOAS NATURAIS
presa DAS PESSUAS MT
TITULAR: Luis Eduardo
TA: Vânia de Andrade Rem, OFÍCIO REGISTRAL DAS PESSOAS NATURAIS Ê
S,
Au. Dr. Garlos Soare RARO = HO AV. DR. CARLOS SOARES - 501
CER, AB520-000 - VISBORDE MA AÇO 488 5707 CNPJ: 26.120.204/0001-50
CNPS 26,120.204/ - TEL.: (0XX32)3551-5707 — CEP: 36.520-000
CERTIDÃO DE ÓBITO
LIVRO Nº C-64- de REGISTRO DE ÓBITOS
FOLHAS-092-
TERMO Nº-11.208-
CERTIFICO, que, do mencionado Livro de
Registro de Óbitos deste Cartório, termo e folhas citados,
consta o assento referente a SEBASTIANA FAUSTINO DE ALCANTARA,
falecido(a) no dia 31 de maio de 2006, às 9 horas, neste
distrito, em-HOSPITAL SÃO JOÃO BATISTA, do sexo feminino, de cor
branca, profissão aposentada, com 88 anos de idade, estado civil
viúva de PEDRO DE ALCANTARA FILHO, natural de VERMELHO NOVO,
MINAS GERAIS, domiciliado(a) e residente nesta cidade, filho(a)
dos finados JOSÉ FAUSTINO DOS SANTOS e ELISA CARNEIRO DOS
SANTOS. PARAR RA A RA RA A E E A RÃ ÃO A ÃO A e
Causa Mortis: MIELODISPLASIA, FALÊNCIA MÚLTIPLA DOS ÓRGÃOS,
PARADA CARDÍACA E RESPIRATÓRIA. dee e e ÃO ÃO AS ÃO E E ÃO E E ÃO E ÃO ÃO
Atestado de óbito firmado pelo(a) Dr(*) MARIA NAZARETH ZUIM LIMA
DA SILVA. KIRARRKA RARA RARALRRA RA RR AA A A A AAA A A
Foi declarante: ANTÔNIO DE OLIVEIRA LOPES. *H%H%%% AAA AAA
Deixou bens? SIM. FRRRKRLRARKRRRRRRKRARARRRR RAR AA A O E
Era eleitorta)? SIM. REAR EKALRRARRLKKKARRLRRRARKA RARA AAA A AA
Deixou filhos? SIM. FRRERRRR RA A RR TE E e ÃO e e e
Foi sepultado(a) no cemitério desta cidade. e e e E
OBSERVAÇÕES 2% dede dede de dede de Ae de de e e e ARA RA
O referido é verdade. Dou fg. .
VASCONDE DO RIO /GRANCO,1 de Juni 2006
OFICI DO REGISTRO CIVIL
S6 é válida s asuras e com o selo de fiscalização
TABELA 7, Nº 8
EMOLUMENTOS: R$ 15,16
TK FISC.: R$ 3,07
TOTAL: R$ 18,23
co
ntornada Por uma vast
a áre
a
es
em trato reflete aband Outrora
jo)
assentado.
do, transfigura-se na
pedestal e corre atrás das crianças, alcançando-as
fazer xixi nelas e esbugalhar os olhos,
para
órbitas, até atingi-las. Os pe-
zendo-os sair das
fa
pois, hora certa para voltar. Saem,
quenos têm,
cada um por seu caminho, correndo em disparada,
sem ter tempo de olhar para o lado que inspira
medo.
Os vizinhos saindo, a moradora entra com os
filhos. E aquela sádica corajosa ta de fora volta,
no recinto doméstico. a ser a delicada e frágil
Alzira, que, atormentada de pavor pelas histórias
por ela própria contadas, não tem coragem de
ficar sozinha, levando todos para seu quarto,
aconchegando-se entre eles em sua cama.
Preparo do jantar, a seu trabalho
favorito: bordar
lindas toalhas e lençóis com o pon
to matiz. À este
Seu prazer, ela acrescenta mais alegria: Feúne su
, tendo
a seu redor, umas doze meninas.
Em seu bastidor
as
» ÀS vezes
filhas e as das famílias vizinhas
+ Vai desenhando Mesclados de
Cores que formam ora ramos de morangos, ora
+ COnjunto de
rosas, violetas e tantas outras flores, vindas E
inspiração. A Sensibilidade em escolher o fio de
ramalhetes de Papoula com trigo
linha que melhor cabe às nuances é tal que se tem
a idéia de estar realmente diante dela, ao natural,
o morango, a papoula, a rosa, a
é a criação!
violeta... Perfeita
Assentadas em torno da mesa da copa-cozinha;
as aprendizes vão imitando, com Suas mãozinhas.
a habilidade da mestra: Correção no uso do dédal,
posição do bastidor, deli
a.
aumentad
rma bem .
já com uma tu m empoeirados dos
os fi ãe exige que entrem de
e a mãe exig
os da rua
luzente da
a ro assoalho re
ão mancha
para n
jhos maiores chega
folgued
joelhos,
anho. É
la. Estão apressados, querendo tomar b
sala.
: ira
hora que o temperamento paciente de Alzir
esta a
se transforma e ela se obriga a ser rápida e neo
Todos querem lavar-se ao mesmo tempo. Os que j
os cuidam sozinhos vão juntos para o ua
fazendo enorme confusão. Os quatro menores N
jogam, a um só tempo, na banheira, espirrana
água sessão no momento de ensaboar, não
brincadeiras
querendo sair para enxugar, fazendo brinc,
. ara
a vestir: Alzira puxa um de cá, leva outro pare
- para vestir. Alzira pux
-quando consegue que
a- Matizes
qui!
tou
pos Ela liga o rádio baixinho e acompanha Dalva de
Oliveira cantando o sucesso do momento, “Ave
E Maria do Morro”. Está feliz, como sempre se sente.
idos
Já mandou os filhos maiores para a escola e,
enquanto os menores ainda dormem, vai pondo em
ordem as vasilhas do café e cuidando de outros
serviços, sem fazer barulho, pois o marido, que é
empregado de bar, chega de madrugada e precisa
também do sono pela manhã.
Com a mesma disposição, continua as obriga-
domésticas, sem descuidar de qualquer detalhe,
svezes até com exagero no capricho, deixando
as panelas quase como espelho e o chão brilhando
bem-encerado.
Embora tenha muitos afazeres, encontra tempo
ra se dedicar, antes do banho das crianças e do
-
ad paras já estão lá e ha um professor contratado. Dizem ser
Pon
j atorapià. ) .
jo à pena dar um passeio na APAE RURAL.Além disso,
n0s razer de presenciar O trabalho voluntário. Em pleno
nº essoas trabalhavam gratuitamente, ajudando em vários
TSaA
ocasiao ii
“cares. - QUE bonito!
voltei do passeio reconfortada. Como se tivesse visitado um
E santuário. Sim, um santuário em movimento e desenvolvimento.
Em recanto abençoado onde pessoas qualificadas e abnegadas se
| smpenham para dar assistência e carinho a outras que necessitam
ie cuidados especiais.Abençoados sejam todos que dedicam a tão
| nobre missão!
Parabéns ao Dr. José Slaibi e toda sua equipe!
Publicado na “Voz de Rio Branco”: Ed.874 de 29 de abril a 05 de maio de 2006.
História para Anjinhos Pravessos
Ela sempre gostou de Maio —o Mês de Maria e das coroações.
o
o Justamente no último dia do mês, uma bela manhã ensolarada e de
Deixa uma família numerosa,
que guardará na lembrança
corajosamente para viver.
familiares terão. Amigos
pre das
“eu azul, se despediu para sempre.
“Ne soube lhe dar carinho e afeto e
“Quela que sempre teve esperança € lutou
“Lembranças saudosas, não somente y ” em
de infár o: «m recordarão para Ss
"e IMância lhos também ,
de seus fi ntadora de casos assentava
história i imorosa co
é + e da Dona Pite. À pr rodeada pelos filhos € pelas
| teressante repertório. hábil na
? e com pausas
ria sobre
ei
r$
m cada Pp
o suspense, discor
a— ensejand ,
|
179
Ele Chegou Com os Tropeiros
aqueles temas fantásticos, hoje chamados folclóricos. —E como são
mágicos! Simplesmente assombravam e cativavam.
Num tempo em que as crianças brincavam na rua, Correndo
e pulando para todos os lados, só mesmo ficavam quietas e
compenetradas, quando, esparramadas pela calçada ingreme,
ouviam casos que a Pite narrava. Num mergulho naqueles tempos
saudáveis, que certamente recordam com prazer, elas hoje têm o
que contar para seus filhos e sobrinhos. Afinal, aqueles meninos e
meninas de outrora tiveram infância. E os casos que ouviram, hoje
reconhecidos como didáticos, desenvolveram o imaginário daquelas
crianças.
Agora na modernidade, os entretenimentos como televisão,
internet, telefone celular, brinquedos, jogos eletrônicos e todas as
invenções juntas, não são capazes de substituir as histórias que a
Pite contava. Palavra de professora, de mãe e avó...
Nesse instante em que escrevo entristecida, ainda sob o impacto
da notícia de sua morte, o que me vem à mente, são lembranças
amenas de Pite. Tão querida por meus filhos e por toda uma
vizinhança de quase sessenta anos.
“Relembro a Pite dedicada aos seus bordados. Delicado trabalho
que aquelas pequenas mãos teciam no linho, na seda ou no organdi.
Já idosa e doente, ainda bordava e presenteava as pessoas amigas
-com-suas maravilhosas peças.
“É bem possível que no céu, ela queira bordar. as vestes
angelicais, rebordar as asas, relembrar as coroações daqui de que
tanto gostava. E encantar a todos com suas habilidades. E, quem
“sabe, não contar histórias para travessos anjinhos — como. ós-séus
eos da vizinhança — e entretê-los, enquanto o sono não shega?
“Fica a sua saudade. ;
: publicado na “Voz de Rio Branco”: Ed. 876, de 01
= Ele Chegou Com os Tropeiros
Nota da Editoria: D. Pite era casada com o saudoso Sr. Pedro Teixei
de Alcântara, o Seu Pedrinho. Eram filhos do casal: Glória, Zinho, Flavinh
Lado, Graça, Cath, Doqujinha e Marília.
Sa do nesta coluna, me refiro a algum fato acontecido cor
E o faço com à familiaridade de quem cor
r conviveu. Tenho grande admiração respeito pelos, qui
“Jabutame tiram da terra o sustento para a família. Depoi:
mirá-los muito mais. Esposa de advogado
ema agrário ainda predominava né
um em nossa casa a visita de agricultores.
a um pequeno proprietário com ar desapontado
mem do campo e dizia após a exposição de
osso pagar depois da colheita...
ado! Tão sinceros! Outros fazendeiros,
—rAm falavam: “O senhor sabe. não. é
, passei a ad
tt : gue o sist
com