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materia nº 2051/2023

Tipo Projeto de Lei Ordinária
Número / Ano 2051 / 2023
Date 2023-12-01
EmentaDISPÕE SOBRE A DENOMINAÇÃO DE PRÉDIO EM CONSTRUÇÃO PELA ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE SANTA MARIA, NA PRAÇA DR. CELSO MACHADO, Nº 36, ZONA RURAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO/MG.
native_id4710

Autoria

Tramitação (latest 5)

DateStatusTurnoTexto
2023-12-20 Proposição aprovada e encaminhada ao Executivo. PROPOSIÇÃO APROVADA E ENCAMINHADA AO EXECUTIVO ( OFÍCIO Nº 55/2023/SEC.)
2023-12-19 Proposição inclusa na Ordem do Dia PROPOSIÇÃO PARA DISCUSSÃO E VOTAÇÃO- REUNIÃO ORDINÁRIA 19/12/2023.
2023-12-12 Parecer favorável da comissão PARECERES FAVORÁVEIS À TRAMITAÇÃO- COMISSÕES LEGISLAÇÃO E CULTURA
2023-12-06 Proposição distribuída às comissões PROPOSIÇÃO AGUARDANDO PARECER DAS COMISSÕES ( LEGISLAÇÃO E CULTURA).
2023-12-04 Proposição inclusa na Ordem do Dia PROPOSIÇÃO PARA LEITURA-REUNIÃO 05/12/2023.

Votações

DateResultadoSimNãoAbst.
2023-12-20T09:42:28.129927-03:00 Aprovado 9 0 0

Documents (1)

texto original #

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CÂMARA MUNICIPAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO
FER ESTADO DE MINAS GERAIS Í
PROJETO DE LEI Nº X)S | /2023
Lote
Dispõe sobre a denominação di
em construção pela | Associação
Comunitária de Santa Maria onde
funcionará o Centro Social, Cultural e
Ambiental e outras instalações da sede,
na Praça Dr. Celso Machado, nº36, Zona
Rural de Visconde do Rio Branco, MG.
O povo do município de Visconde do Rio Branco, por seus representantes, os
vereadores, aprovou e o Prefeito Municipal sanciona a seguinte lei:
Art. 1º - De acordo com a Lei Municipal nº 1.077/2011, passa a denominar-se
o Centro Social Comunitário, no prédio que está sendo construído pela
Associação Comunitária de Santa Maria, doravante ACOSAM, de “Arminda
Felix da Silva (Fiinha do Juquinha Cesário)”.
Art. 2º - Passa a denominar-se o Espaço Cultural e a Galeria dos ex-
presidentes da ACOSAM de “Dalva Maria da Silva”.
Art. 3º - Passa a denominar-se todo o Espaço da Cozinha de comidas típicas
caipira de “Raimunda das Graças Rodrigues”.
Art. 4º - Passa a denominar-se o Espaço de Apoio ao Cidadão e de Trabalho
Ambiental de “José Marcos da Silva”.
Parágrafo Único: Caso a Diretoria da ACOSAM, posteriormente venha a
realizar qualquer espécie de reforma ou promover melhorias em toda a
extensão, interna ou extemna do prédio, todas as denominações deste
projeto de lei prevalecerão as mesmas, não podendo ser alteradas.
Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.
Art. 6º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Sala das Sessões Presidente Tancredo de A. Neves,30 de novembro de 2023.
Vereador Gerson Gomes de Freitas e Le
Comissão de Vereadores
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CÂMARA MUNICIPAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO
" CAMARA MUNILIPAL LE Novi =
To eme
| VISCONDE DO RIO BRANCO
ESTADO DE MINAS GERAIS
JUSTIFICATIVA
BIOGRAFIA DE ARMINDA FELIX DA SILVA
“Fiinha do Juquinha Cesário”
Biógrafo: Leandro Cesário da Silva.
Arminda Felix da Silva, conhecida como Dona Fiinha, nasceu no dia 20
de novembro de 1912, em Visconde do Rio Branco, estado de Minas Gerais,
filha de Antônio Leandro da Fon
Freitas, dona de casa. Tinha os seguintes irmãos: Mari
Lourenço, Juversina Maria, Nair, Car
seca, fazendeiro, e Guiomar Maria de
ia Ermenegilda, José
melita, Djalma, Jaime Leandro, Antônio
Leandro, Guiomar, Osvaldo e sebastião. A família era proprietária da
Fazenda Tanque Grande,
próximo à divisa entre os municl
Branco, cujas terras abrangiam
visconde do Rio Branco, e áreas que atualmen
vizinha.
local hoje conhecido como “Tanque Grande”,
pios de Paula Cândido e visconde do Rio
o Caminho da Água Santa, na própria
te pertencem à cidade
Em 1943, alguns anos depois do casamento de dona Arminda, seus
pais mudaram-se para lapu, leste do estado, utilizando seis carros de boi.
Ainda jovem, dona Fiinha já e
se com José Ce
Maria, capelão
de Visconde do
Cesário (como ficou conhecida) foi escrita e
stava prometida em casamento. Casou-
sário da Silva, o Seu Juquinha Cesário, fazendeiro em Santa
na capela local e, posteriormente, juiz de paz no município
Rio Branco. A partir de então, a vida de Fiinha do Juquinha
passou-se toda ela em Santa
Maria. Seu casamento durou mais de 50 anos, até que em 1986, ficou, então,
viúva.
A matriarca da família Cesário teve 15 filhos: José, Irin
sebastião, Moacir, Aloísio, Nilson, Valdir, Elisa, Guiomar (todos já falecidos);
eu, Maria,
Custódio, Geraldo e Maria de Fátima. Dois filhos faleceram ainda na
infância: Claudio e Guiomar (o mesmo nome da posterior filha caçula).
Dona de casa e muito querida por todos, inclusive pelas noras €&
genros, Dona Fiinha era uma mulher caseira, diferente do esposo Juguinha,
que, devido à posição e ao cargo que ocupava, tinha contato com muitas
pessoas e era tido como consel
inclusive político
para convidados, por vezes, influentes no muni
exemplo, destacam-se nomes como Jorge Caron
heiro, sempre envolto em compromissos,
s. Em sua casa, a pedido do marido, organizava recepções
cípio e na região. Como
e Filho (ex- prefeito de
visconde do Rio Branco, deputado estadual e federal e ex-prefeito de Belo,
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CÂMARA MUNICIPAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO
ESTADO DE MINAS GERAIS
| VISCONDE DO RIO BRA
Horizonte) e Itamar Franco (senador, governador do estado e presidente da
república).
Ela, entretanto, preparava tudo, mas preferia permanecer apenas nos
bastidores, de forma modesta. O fato, porém, que mais chamava a atenção
a seu respeito e que fazia com que fosse admirada, era sua bondade e
generosidade. Numa época em que não havia programas sociais, dona
Fiinha ajudava quem passava por necessidades, fosse da zona rural ou da
cidade e muitas vezes enviava alimentos ou servia àqueles participantes de
romarias, trabalhadores vindos do Tanque Grande, aqueles que iam ou
voltavam da cidade, a cavalo ou de charrete. Até mesmo quem não
conhecia, como trabalhadores das estradas, desgastados pelo trabalho
árduo, recebiam dela refeições, leite com farinha, broa, café, o que
estivesse a sua disposição. A lenha (ou a cana de milho) do fogão estava
sempre acesa e ela sempre se propunha a preparar às refeições. Sua casa
vivia cheia e ela tinha apenas uma exigência: ao pedir algo, tinha de ser
logo atendida, se não, ficava contrariada.
Segundo relatos, Fiinha era muito alegre. Dificilmente alguém a via
com semblante triste. Uma das poucas vezes que à tristeza pairou sobre ela
foi com o falecimento dos pais que moravam longe: o pai em 1978e a mãe
em 1982. Esses dois episódios foram marcantes em sua vida.
Um fato ocorrido entre 1985 e 1987 chamou atenção: um menino de
nome Licomédio, apelidado Comedim (hoje morador do Rancho Verde),
estava há alguns dias sem comer. Assentando-se debaixo da amendoeira no
terreiro da casa de dona Fiinha, debilitado, logo desmaiou. Ao vêdo naquele
estado, com a boca aberta, barriga e olhos fundos, foi até a cozinha,
preparou cerca de um litro e meio de leite com café e farinha, junto com
angu doce, e foi servindo com a colher na boca da criança. Naquele
momento, passava de caro O repórter da Rádio Educadora de Ubá,
sebastião Inácio Alves, conhecido como Batatinha, afilhado de dona Fiinha
e então vereador de visconde do Rio Branco. Ele quis saber o que estava
acontecendo e ela então explicou. Pouco depois, o menino recobrou os
sentidos e se levantou. Ao ver Batatinha e o carro da rádio, pensou que se
tratava de um policial com viatura e que seria preso e, então, saiu correndo.
Batatinha anotou tudo o que viu € ouviu, e relatou o ocorrido aos colegas da
rádio e dizia a todos que a sua madrinha era uma santa. A Rádio Educadora
noticiou que dona Fiinha havia ressuscitado um morto. E, assim, ela ficou
com essa fama, mesmo cobrando a Batatinha que parasse de dizer mentira
na rádio, que ela não havia ressuscitado ninguém.
Além da caridade, dona Fiinha possui relação com à água que
abastece Visconde do Rio Branco. No Caminho da Água Santa (Patrimônio
Hídrico Natural Municipal e atualmente uma das principais atrações turísticas
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ES
VISCONDE DO RIO BR
CÂMARA MUNICIPAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO
ESTADO DE MINAS GERAIS
da cidade). que fazia parte da então Fazenda Tanque Grande, dona Fiinha
ajudou Os pais a plantarem árvores que hoje preservam as nascentes das
águas que formam à maior parte do Rio Santa Maria (que, por sua vez, é
responsável por pelo menos 50% do abastecimento do município).
Quando os pais se mudaram de visconde do Rio Branco, Antonio
Leandro, seu pai, vendeu as terras do Tanque Grande para O coronel Avelino
Cardoso. Sr Antônio quis levar as filhas e os genros para lapu e para
convencê-los, disse que deserdaria quem não o acompanhasse, tendo feito
algumas tentativas. Dona Finha, então, disse ao pai: “De solteira
acompanhava O senhor. Agora acompanho O Juquinha Cesário” e assim
permaneceram na cidade. Mesmo com a recusa, o pai deixou parte das
terras do Caminho da Água Santa, O local das nascentes, como herança
para a filha.
Em 1952, dona Finha e Seu Juquinha Cesário autorizaram O prefeito
Jorge Carone Filho a abrir uma estrada no Caminho da Água Santa, com o
intuito de fazer uma ligação com Paula Cândido (à época chamada São
José do Barroso, distrito de Visconde do Rio Branco, e que um ano depois se
emanciparia). A estrada terminava próxima ao Campo do Gregório, zona
rural do futuro município de Paula Cândido. A autorização do casal foi muito
importante para O fluxo de pessoas & mercadorias entre as duas cidades, O
que estimulou O dinamismo da economia do município de visconde do Rio
Branco.
Em 1982, Avelino Costa, fundador da Pif-Paf Alimentos, esteve na
Fazenda Cesário, onde residia Seu Juquinha Cesário e dona Fiinha. Ali
mesmo pediu autorização para abrir uma estrada nas terras do casal e criar
um acesso às granjas da pif-Paf, no Tanque Grande. O casal doou um trecho
das terras para que à prefeitura, através do prefeito Viçoso Camacho
Lacerda, junto ao Sr Avelino Costa, concluíssem a estrada Santa Maria-
Tanque Grande. Isso permitiu o deslocamento de muitas pessoas que Se
deslocavam nesse trajeto a trabalho. A anuência do casal para abrir
caminhos em suas terras em prol do bem coletivo contribuiu para geração
de empregos para população rio branquense, visto que à maioria dos
trabalhadores provinha de santa Maria. Tanto em 1952, como em 1982, Seu
Juquinha e dona Fiinha não exigiram nenhum tipo de pagamento por
permitirem ao poder público e ao Sr Avelino Costa a abertura da estrada.
Em troca, Juquinha Cesário pediu apenas que gerasse emprego, progresso €&
desenvolvimento para O município.
vale destacar, também, a contribuição religiosa de Fiinha do Juquinha
que se deu através da construção da capela de Santa Maria e que, até
hoje, é um importante local para à manifestação de fé da comunidade. A
nova capela (a primeira, de madeira, caiu) teve sua construção iniciada no
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fa
ÂMARA MUNICIPAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO
C - DE VISCONLE LUA ————
e] ESTADO DE MINAS GERAIS
final da década de 1920 e concluída em 1930. Reuniram-se esforços de
muitas famílias tradicionais local. Dentre tantos contribuintes estão Juquinha
Cesário, capelão, responsável pela capela de Santa Maria, e sua esposa
dona Fiinha. Parte dos tijolos comprados e das telhas de barro da obra foi
doada por eles e produzida em sua fazenda, além de a madeira ter sido
retirada de suas terras. OS tijolos, as telhas e as madeiras eram transportadas
em carro de boi. No ano de 2030, a capela de Santa Maria completará 100
anos e, devido à ocasião do centenário, poderá ser tombada como
Patrimônio Material Histórico de Santa Maria pela secretaria Municipal de
Cultura.
Nas primeiras horas do dia 09 de março de 1992, Fiinha do Juquinha
não se sentiu bem. Ainda de madrugada, desceu as escadas de casa com
acesso ao terreiro, entrou no carro e foi para O hospital, levada pelo filho
Aloísio. Ao chegar do Hospital São João Batista, o filho chamou um
funcionário para atendê-la, mas quando retornou ao veículo, por volta das 4
horas da manhã, Arminda Felix da Silva havia falecido, aos 79 anos,
encerrando sua missão. Ali, no banco de trás do carro, partiu de maneira
silenciosa, sem alarde, assim como viveu: simples e discreta, como um
passarinho. O velório, realizado em sua casa, € O cortejo fúnebre, entre Santa
Maria e o cemitério, reuniram um vultoso número de pessoas. Seu corpo
passou pela Matriz São João Batista, onde se deu a celebração das exéquias
e, de lá, o cortejo prosseguiu para O cemitério, sendo O caixão levado pela
força dos braços daqueles que a amavam.
A causa da morte, no atestado de óbito, está descrita como
desconhecida, mas OS médicos, descreviam, como popularmente
conhecido como “coração grande” (cardiomegalia, segundo termos
médicos). E, de fato, seu coração era muito grande. Sua caridade,
generosidade e bondade foram uma constante durante toda sua vida,
conforme unânimes relatos daqueles que à conheceram. Algumas frases
que ela costumava dizer: “Alimento cozido não nasce."; “Quem tem fome
tem pressa."; “Igual água fonte de vida temos que alimentar as pessoas."; “O
alimento fortalece e dá coragem para trabalhar.”, dentre outras.
A presença física de Arminda Felix da Silva, à Fiinha do Juguinha, não
se encontra mais entre nós, mas seu legado e exemplo, esses sim
permanecerão, servindo de inspiração para as gerações vindouras.
O prédio que está sendo construído para ser à futura Associação
Comunitária de Santa Maria, ACOSAM, prestará um serviço de grande
relevância social para a comunidade local: um centro social comunitário
com projetos que serão implementados em outras repartições de
atendimento ao público. A obra foi iniciada em 2012 e tem sido construída
com fundos arrecadados pelo “Arraiá de santa Maria”.
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CÂMARA MUNICIPAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO
ESTADO DE MINAS GERAIS
| yiscoNDE DO RIO BRANCO
Arminda Felix da Silva foi moradora de Santa Maria e, embora já
falecida, sua memória tem-se feito presente desde o início do
empreendimento, através de sua descendência que realiza trabalhos
voluntários e promove doações de bens para a realização do sonho dos
santamarienses: A concretização da associação comunitária. Moacir Cesário
da Silva, o “Tileto”, filho de dona Fiinha, por exemplo, doou alguns metros do
seu terreno, que faz divisão com os fundos da obra, a fim de que as medidas
da construção fiquem padronizadas. Em 2013, ele também cedeu seu
imóvel para que nele funcionasse a sede provisória da associação, O que
ainda ocorre, nunca tendo cobrado aluguel pelo espaço.
maria de Fátima Cesário Lourenço, conhecida por todos como
“Maronita”, também filha de dona Fiinha, doou à metade do valor de uma
pia inox de 4 metros, padrão industrial, a ser instalada na cozinha do prédio.
Ela sempre contribuiu com doação de prêmios para O tradicional “Arraiá de
santa Maria” que ocome anualmente, além de seu trabalho e colaboração
em 11 edições da festa. Cem por cento dos recursos líquidos obtidos são
destinados para à construção da tão sonhada ACOSAM.
Além da contribuição de pessoas físicas, várias empresas € comércios
do município desempenham um papel importante para à construção do
centro comunitário, através da colaboração com patrocínios ao arraiá. Entre
essas empresas temos aquelas que são pertencentes OU dirigidas por
familiares de dona Finha que não medem esforços para apoiar e, assim,
viabilizar a construção do centro social comunitário.
A futura associação atenderá as demandas da comunidade através
do desenvolvimento de trabalhos voltados para à esfera social, cultural e
ambiental, além de apoiar os agricultores familiares locais e da região.
Em vista do exposto e por tudo que representou e realizou em prol do
bem coletivo, sobretudo dos mais pobres da comunidade de Santa Maria e
do município e cujo exemplo estimula O trabalho que sua família realiza pela
comunidade, acreditamos que Arminda Felix da Silva faz jus à homenagem
proposta: de que à Associação de Moradores de Santa maria, uma simples,
mas tão importante obra para à referida comunidade, receba portanto seu
nome.
sendo assim, peço aos nobres pares dessa casa legislativa que
aprovem este projeto tão merecido para honrar € eternizar o legado da
inesquecível Arminda Felix da Silva, a “Fiinha do Juquinha Cesário”, que
inspira a prática do bem, fundamental para O estabelecimento de uma
sociedade mais justa, solidária e humana.
BIOGRAFIA DE DALVA MARIA DA SILVA
Dalva Maria da Silva nasceu em visconde do Rio Branco, MG, em 26
de abril de 1945. Filha de Edina Maria da Silva e Sebastião Matias da Silva,
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CÂMARA MUNICIPAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO
CAMARA MUNILIPAL Lit iiouiiiiclzll-
[ssono no iostico ESTADO DE MINAS GERAIS
naturais de Santa Maria, teve cinco irmãos: Lia, Luli, Eny, Iva e Tãozico sendo
esse último, junto aos tios Titá e Lica responsáveis pela sua criação após o
falecimento dos pais.
No início dos anos 70, mudou-se para o Rio de Janeiro em busca de
opções de emprego. Na cidade maravilhosa conheceu seu futuro esposo e
pai de seu único filho, Flávio Roberto. Dalva, sempre orgulhosa de suas
origens, fez questão de que a cerimônia de casamento acontecesse em sua
cidade natal, na Igreja Matriz de São João Batista.
mãe incansável, zelosa, protetora e com profunda visão de
estabilidade profissional, dedicou sua vida na criação e educação de seu
único filho, o qual, por total esforço desta mãe batalhadora, logrou êxito em
concurso para a Marinha do Brasil já aos dezessete anos em 1994. Em 2002,
já aposentada, retorna à sua terra natal, finalmente retomando o sonhado
convívio diário com irmãos e sobrinhos residentes na cidade.
O primeiro contato de Dalva com a associação foi em 2010 através da
comissão organizadora, quando sua irmã Iva Rosa disse que ela doaria
alimentos para o 3º arraiá da comunidade, que aconteceria em julho
daquele ano. Chegando lá ela já tinha conseguido arrecadar diversos
mantimentos. Foi quando a comissão convidou-a para integrar a ACOSAM
nas eleições de 2011. A princípio, ela não aceitou, mas continuou
colaborando com os trabalhos. Contudo, a associação iniciava o processo
de organização e pagamento de dívidas do Clube de Mães, que estava há
anos falido e com muitas dívidas com a Receita Federal, Estadual e
Municipal. Assim, Dalva decide-se por fazer parte da nova diretoria,
ocupando o cargo de primeira tesoureira entre 2011 e 2014 para ajudar o
então candidato a presidente, Mauro Antônio da Silva.
muito determinada, empenhou-se ao máximo para conseguir
arrecadar dinheiro nas festas comunitárias para contribuir com a quitação
das dividas do Clube de Mães e sugeriu passar o terreno, que era de posse
do clube, para a associação e, assim, iniciar a construção do tão importante
centro comunitário. Esse período foi marcado por trabalhos honestos e
progresso local com auxílio daqueles que Dalva ajudou na escolha de
composição da chapa. A principal fonte de arrecadação foi a promoção
de dois grandes eventos pra angariar recursos. Já em 2011, Dalva e equipe
arrecadou a importância de R$24.190,00 com eventos daquele ano e dos
dois anos anteriores.
Outra participação importante foi quando, em 2011, dona Dalva
recebeu, em nome da comunidade, uma imagem de Nossa Senhora de
Fátima, presenteada pelo Sr Avelino Costa, trazida diretamente de Portugal
para a capela de Santa Maria. Assim, organizou-se, então, uma procissão
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CÂMARA MUNICIPAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO
ESTADO DE MINAS GERAIS
para a recepção da imagem. Tida como uma das mais belas
comemorações arrecadou-se R$17.295,00 líquido, valor nunca visto antes e
que foi destinado à construção da associação comunitária.
Somados os valores das festividades entre 2009 e 2011, o valor líquido
arrecadado foi o montante de R$41.485,00 apresentados pelo presidente
Mauro da Silva e pela tesoureira Dalva em praça pública. Decidiu-se ali,
unanimemente, que este valor seria destinado exclusivamente para
construção do Centro Social, Cultural e Ambiental de Santa Maria, iniciado
em 2012.
Foi pela mediação do vereador Gerson Gomes de Freitas que o
presidente da associação e a tesoureira Dalva conseguiram reunir-se com o
então prefeito Dr João Antônio de Souza em busca de apoio nesse projeto.
O poder executivo auxiliou com máquinas e caminhões para o desaterro do
terreno, contando com o parecer técnico do engenheiro civil Felício
Rodrigues Silva Filho e da arquiteta Laise Pinto. Atendendo a uma
determinação do executivo, todos os 265 caminhões de terras retirados
foram doados aos moradores da comunidade precisassem. E assim teve
início a primeira etapa da construção.
Dalva estava sempre acompanhando e fiscalizando os orçamentos e
investimentos do recurso até então arrecadado, mas sem perder de vista a
aproximação do 5º arraiá. Determinada a continuar angariando fundos para
a obra, esperava-se três dias de grandes festividades. No entanto, em meio
a um evento beneficente abarrotado de pessoas, uma inesperada
fatalidade aconteceu no segundo dia, culminando no falecimento do
jovem José Marcos da Silva. Imediatamente, a diretoria da associação, a
comissão organizadora e o colaborador Gerson decidiram interromper o
restante da programação. Os alimentos que já estavam preparados foram
doados e parte do estoque, devolvido. Dalva organizou as contas, pagou os
contratos e averiguou o valor líquido de R$2.023,00. A obra entraria em sua
segunda etapa, mas por falta de recursos, Dalva sugeriu que não
continuasse naquele momento, pois a associação entraria em dívida com
trabalhadores e fornecedores.
Embora Dalva fosse pequena em estatura, era grande sua
determinação e coragem que em 2013, ante a necessidade de adequação
e modernização do estatuto, dona Dalva coloca-se a frente para
arrecadação de fundos por meio de rifas. Nesse mesmo ano, a comunidade
recebeu a visita do então deputado estadual Anselmo José Domingos. Essas
visitas colaboraram para a criação da Lei de Utilidade Pública junto ao
estado indicando emendas parlamentares que seriam depois utilizadas para
a compra de móveis, equipamentos eletrônicos e industriais, projetor,
notebook e telão para que a associação não precisasse mais alugar tais
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CÂMARA MUNICIPAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO
nal ESTADO DE MINAS GERAIS
equipamentos que eram utilizados em eventos de arrecadação de fundos e
promoção cultural. Com a mediação de Dalva, foi recebida a importância
de R$27.632,50 de emenda parlamentar e sob sua constante administração,
foi economizado R$2.367,50, devolvidos à Secretaria de Estado de Fazenda.
Em sua última reunião, Dalva prestou contas das movimentações de
caixa de todo seu período enquanto tesoureira. Antes de partir, em conversa
com o colaborador Gerson, solicitou a ele que não deixasse O sonho de
construção do centro comunitário fosse interrompido, que a obra precisava
ser finalizada.
Em seguida, iniciou O tratamento oncológico no Hospital do Câncer
em Muriaé, mas infelizmente, Dalva faleceu em 30 de maio de 2014, tendo
sido sepultada em Visconde do Rio Branco. Uma mulher de princípios rígidos,
com honestidade fmpar e incorruptível sendo, também, lembrada por seu
senso de ajuda ao próximo, seus aconselhamentos, sua alegria de viver, seu
cuidado para com os seus, sua devoção e crença em preceitos cristãos e,
também, por sua incansável luta e disponibilidade aos que mais precisam.
Por sua índole e pelo seu trabalho prestado à comunidade de Santa
Maria, e sua dedicação aos compromissos assumidos, sua história ainda é
lembrada ao visualizar a obra hoje com 80% de sua construção executada.
Seus esforços e trabalhos gratuitos entre 2010 e 2014 visavam sempre O
progresso e o bem estar dos moradores santamarienses.
Considerando o exposto, peço aos nobres pares a aprovação desse
importante projeto de lei que honra sua fundamental e nobre colaboração
em prol do desenvolvimento e melhorias na vida dos moradores daquela
comunidade.
BIOGRAFIA DE RAIMUNDA DAS GRAÇAS RODRIGUES
Raimunda das Graças Rodrigues nasceu em visconde do Rio Branco,
MG, em 06 de junho de 1941. Filha de Maria Sebastiana Vieira e José Sérgio
Rodrigues, naturais de Santa Maria, teve dois filhos, Wantuil e Cleusa que
carinhosamente a chamava de “Duda”.
Raimunda sempre se dispôs a ajudar como pudesse às pessoas da
comunidade. Antes da construção do Posto de Saúde, dona ela era
procurada pelos moradores locais para que aplicasse injeções de forma
responsável e voluntária com conhecimento transferido entre as gerações.
Trabalhou no campo sem carteira assinada e foi funcionária da prefeitura
entre 1980 e 1990, período de construção da unidade de saúde de Santa
Maria. Dedicou-se também ao trabalho na cozinha da Escola Estadual
Coronel Avelino Cardoso da comunidade.
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CÂMARA MUNICIPAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO
o ESTADO DE MINAS GERAIS
Na associação comunitária, foi membro do conselho fiscal entre 1988
e 2001 e continuou sua prestação de serviços colaborando com à primeira
edição do arraiá de Santa Maria em 2009, permanecendo até 2015. Dona
Raimunda ajudou também na cozinha do evento, liderados por Anita Dias
de Souza, e sua galinhada e feijão tropeiro era muito procurado por todos
que compareciam à festa. A receita dessas festividades tem sido, desde
então, empregadas para a construção do centro comunitário.
Contudo, em 11 de dezembro de 2016, Raimunda Rodrigues veio a
falecer, deixando saudades aos familiares e amigos da comunidade. Assim,
devido à sua dedicação e contribuição à comunidade, considera-se integro
homenageá-la em uma das instalações do centro comunitário, no qual ela
sempre se empenhava: à cozinha.
Portanto, peço aos nobres pares dessa casa legislativa que aprovem
este importante e significativo projeto para honrar e eternizar o legado da
senhora Raimunda das Graças Rodrigues na cozinha de comidas típicas da
ACOSAM.
BIOGRAFIA DE JOSE MARCOS DA SILVA
José Marcos da Silva nasceu em 8 de janeiro de 1992 em Visconde do
Rio Branco. Filho de José Antônio da Silva e Penha Aparecida Lopes da Silva,
e irmão de Cibele. José Marcos partiu precocemente, aos 19 anos de idade,
mas viveu intensamente sendo um bom filho e irmão. Cercado de amigos,
estava sempre alegre e disposto a ajudar. Ele era amante do esporte e
jogou no time de base da comunidade, Unidos de Santa Maria futebol
clube, nunca tendo sido pago. José Marcos não deixou filhos, mas dezenas
de amigos que, mesmo passado 11 anos de seu falecimento, ainda
comentam sua vida.
Começou a trabalhar muito jovem depois das aulas, pois queria ter O
seu próprio sustento. À tarde dirigia-se aos locais de extração de areia
artesanal onde recebeu seu primeiro salário. Completados 18 anos, mudou-
se para a cidade a trabalho. Mesmo no curto prazo, conseguiu realizar seu
maior sonho: ser trabalhador com carteira assinada. Aos finais de semana,
voltava para Santa Maria e, ao chegar ao campo seus amigos diziam “lá
vem o rapaz alegre, caridoso e companheiro de todas as horas”.
Foi no dia 15 de julho de 2012 que José Marcos teve sua vida
interompida, sendo esta uma das mais tristes data da história dos
santomarienses. Cristãos, sua família superou, em partes, a fatalidade e
continuou a missão com apoio aos projetos sociais, principalmente junto a
ACOSAM. O pai de José Marcos, Sr José Antônio, popularmente conhecido
como Zezão sanfoneiro, também realizou seu sonho de ter um acordeom e
Praça 28 de Setembro, Galeria Éden Clube - 13 - CEP 36520-000 — visconde do Rio Branco, MG
www .viscondedoriobranco.mg.leg.br | Qcamaravrb | contatoBviscondedoriobranco.mg leg.bi
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CÂMARA MUNICIPAL DE VISCONDE DO RIO BRANCO
ESTADO DE MINAS GERAIS
| viscoNDE DO Rio BRANCO
apresentar seus shows, muitos sem cobrar nada. José Antônio foi membro da
associação entre 2017 e 2020 e trabalhou como pedreiro na construção do
centro social, cultural e ambiental, mas veio a falecer em 04 de novembro
de 2023 deixando muita tristeza e saudades. Apesar de José Antônio não ser
natural de Visconde do Rio Branco, ele fez muito pela comunidade,
trabalhando junto com a associação pelos residentes local.
Diante do exposto, a diretoria da ACOSAM, juntamente com a
comissão responsável pela obra e todos seus amigos, solicitam aos nobres
pares dessa casa legislativa a aprovação desta justa e singela homenagem
em uma parte das instalações interna do prédio da associação como forma
de honrar uma família querida que se dedicou aos projetos comunitários,
muitas vezes, de forma voluntária, para o fortalecimento da associação em
prol do desenvolvimento e bem estar de todos.
Desde já expressamos aqui nossos sinceros agradecimentos aos
digníssimos parlamentares desta Câmara Municipal.
Sala das Sessões Presidente Tancredo de A. Neves. Visconde do Rio Branco,
30 de novembro de 2028.
0/2777 iz,
vergador Gêrson Gomes de Freitas e
Comissão de Vereadores
Praça 28 de Setembro, Galeria Éden Clube - 13 - CEP 36520-000 - Visconde do Rio Branco, MG
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REGISTRO CIVIL
ÍPIO E DISTRITO DE VISCONDE DO RIO BRANCO
ESTADO DE MINAS GERAIS
LUIZ EDUARDO DE ANDRADE REIS
QRUSTAL DO REGISTRO CIVIL
O a a DEVÁBFIA DE ANDRADE REIS
o ava DF ANDRADE CRIA SUBSTITUTA
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mit CSS CERTIDÃO DE ÓBITO
* C-55- de REGISTRO DE ÓBITOS
Nº -6.906-
CERTIFICO, que, do mencionado Livro de
de Óbitos deste Cartório, termo e folhas citados,
assento referente a ARMINDA FELIX DA SILVA, falecido(a)
S de março de 1992, às 4 horas, neste distrito, no
AL SÃO JOÃO BATISTA, do sexo feminino, de cor branca,*
ssão doméstica aposentada, com 79 anos de idade, natural
cidade, domiciliado(a) e residente nesta cidade, estado
viúva de JOSÉ CESÁRIO DA SILVA, filho(a) dos finados
TÚNIO LEANDRO DA FONSECA e GUIOMAR MARIA DE FREITAS. ***tkk%x%&
Mortis: DESCONHECIDA. *HERRLLLELALHKLLLKLLKKKKLKKKKLAKK A
estado de óbito firmado pelo(a) Dr(*) JOSETE SOARES AMIN
IGANE. HARE RRRRRERKRLARAKAREKKLRLALERLLLRLRERLERRRRRA TS
Foi declarante: MAURÍCIO JOSÉ DA SILVA, AGENTE FUNERÁRIO. **+*++**
ixou bens? SIM, FEERRLALKALELERANALALAKLLAKLLLLRL LER TRT
Era eleitor? SIM. FLRRERLRELLRKARLRALALALLLLLLLLLLLLR AREAS
Deixou filhos? SIM, FLXLALLLKLARKALKRALLLLL LL RARA
Foi sepultado(a) no cemitério desta cidade. +****11x44%%xx4%444%%
OBSERVAÇÕES: PERLA ARRKRARRRARRKLALRLLLLLLLLRLLLRL RADAR
O referido é verdade. Dou fé.
VISCENDE DO RIO BRANÇO, 17 de pesenbesfds 002
AID 33439
ICA FEDERATIVA DO BRASIL
REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS
CERTIDÃO DE ÓBITO
NOME:
RAIMUNDA DAS GRAÇAS RODRIGUES
0466310155 2016 4 00070 132 0014288 80
Livro 070, fis. 132, Termo 14288
REPÚBLICA FEDER
NES NATURALIDADE DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO | ELEITOR
FILIAÇÃO E RESIDÊNCIA XX
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ARIA SEBASTIANA )
o dência na localidade denominada SANTA
[CHOQUE CARDIOS NICO, FIBRILAÇÃ
ABAGISMO, BRONQUITE CRÔNICA
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* Dieonteúdo da certidão é verdadeiro. Dou fé : Ê |
E VÂNI iron G, 12d b É SN
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7 RUA MAJOR ; , SALA NTR Ea rat a OA
A OMARÇA e MUNICIPIO DE VISCONDE DO RIO BRANCO - Era : “ma
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PODER JUDICARIO-TUMG at Vania de Andrade Reis f
CORREGEDORIA GERAL DE JUSTIÇA : ESCRIVÁ SUBSTITUTA el
Selo Digital: ANKG9630 ia EI:
LH de Segurança: 6416.4555. 4974.1757 “2 : |
' Quantidade de Atos praticados: 4 À E!
E Emol.: R$0,00 + Txjudic: R$0,00 = Totat R$0, dj º
CESTA
AMADA
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REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS
Na CERTIDÃO DE ÓBITO
A q NOME:
SENT JOSÉ MARCOS-DA SILVA
ARA =» MATRÍCULA:
NI = 0466310155 2012 4 00058 043 0012910 86
Vs Livro 068 C, fis. 043, Termo 12910
Bat SEXO COR ESTADO CIVIL E IDADE - : |
NO masculino Parda solteiro, com 19 anos de idade | H
ÃO | R an é |
NE | NATURALIDADE DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO ELEITOR ;
SS |
sn FILIAÇÃO E RESIDÊNCIA
a | Filiação: JOSÉ ANTONIO DA SILVA e PENHA APARECIDA LOPES DA SILVA
aca] Residência : no lugar denominado SANTA MARIA, na zona rural, em VISCONDE DO RIO BRANCO -
E ae MG E A
Es | DATA E HORA DE FALECIMENTO RE ; é DIA MÊS ANO
: ess ] quinze de julho de dois mil e doze, em hora não declarada : 15/07/2012
| LOCAL DE FALECIMENTO i A
SE | Casa de Saúde Santa Rosa, em VISCONDE DO RIO BRANCO - MG |
| CAUSA DA MORTE :
aa | ANEMIA AGUDA, TRAUMATISMO TORÁCICO, INSTRUMENTO PERFURO CONTUNDENTE, |
E HOMICÍDIO - VÍTIMA DE DISPARO DE ARMA DE FOGO |]
SS SEPULTAMENTO/CREMAÇÃO MUNICÍPIO E CEMITÉRIO SE CONHECIDO DECLARANTE
| SZL2S [cemitério de VISCONDE DO RIO BRANCO -MG| | | [ADILSON MALTONI
| ASS NOME E NÚMERO DO DOCUMENTO DO MÉDICO QUE ATESTCU O ÓBITO
| | HENRIQUE ANDRADE DE ALMEIDA CRM:17976
A | OBSERVAÇÕES AVERBAÇÕES
[4/0 | Não deixou filhos. Não deixou bens e nem testamento. |
Serviça de Registi
Once ES EVA GUS A ivil da so “O conteúdo da certidão é verdadeiro. Dou fé. |
cial: WESLÍ N E CASTRO VISCONDE DO 210 BRANCO MG “SG dos ae tm
Substituta: VÂNIA DE ANDRADE REIS pero pn F a i
RUA MAJOR FELICISSIMO, Nº 528, SALA 313 CENTRO -CEP: C/C h » |
36520-000
COMARCA e MUNICIPIO DE VISCONDE DO RIO BRANCO -MG |
(032)3551-7931
A Broa,
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cão
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476
duda
TAH É
REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS
CERTIDÃO DE ÓBITO
NOME :
DALVA MARIA DA SILVA
MATRÍCULA;
0359640155 2014 4 00102 117 0030821 31
SEXO COR ESTADO CIVIL E IDADE
viúva, com 69 anos
NATURALIDADE
DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO ELEITOR
Visconde do Rio Branco-MG RG: 753610-1 MB/RJ
FILIAÇÃO E RESI DÊNCIA
JOAQUIM MATIAS DA SILVA (falecido) e EDINA MARIA DA SILVA (falecida). Rua Principal, s/nº
bairro Santa Maria, Visconde do Rio Branco-MG.
DATA E HORA DE FALECIMENTO DIA MÊS ANO
LOCAL DE FALECIMENTO
Fundação Cristiano Varelia-
nº 555, bairro Universitário, em
CAUSA DA MORTE
Neoplasia Maligna do Pulmão e Taba gismo
SEPULTAMENTO/
CREMAÇÃO (MUNICÍPIO E CEMITÉRIO SE CONHECIDO) DECLARANTE
Cem de Viscande do Fio Branco HG
NOME E NÚMERO DO DOCUMENTO DO MÉDICO QUE ATESTOU O ÓBITO
Dr. Daniel Licy Gomes de Mello, CRM nº 51350
OBSERVAÇÕES /AVERBAÇÕES
Livro 102, fis. 117, termo 30821. A falecida era copeira;
deixou bens; era viúva de DAMIÃO SILVA. Deixa o
te filho: Flávio, com 38 anos de idade. Não deixou filhos interditados.
ital do Câncer de Muriaé, situado na Av. Cristiano Ferreira Varella,
Muriaé-MG
SERVIÇO DE REGISTRO CIVIL O conteúdo da certidão é verdadeiro.
DAS PESSOAS NATURAIS, INTERDIÇÕES E TUTELAS Dou fé.
DE MURIAÉ-MG :
Oficial Titular: Paulo Cezar de Oliveira Junior
Alameda São José, nº 47, Centro, Muriaé-MG
CEP: 36.880-000 - Tel/Fax: (32) 3722-6082
Thais Priscila Evaristo Braz
Escrevente

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