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← Conceição de Macabu (RJ)

materia nº 34/2024

Tipo Projeto de Lei Ordinária
Número / Ano 34 / 2024
Date 2024-08-23
EmentaInstitui o Plano Municipal pela Primeira Infância - PMPI do Município de Conceição de Macabu/RJ, constante do documento anexo, com vigência até 2034, e adota outras providências.
native_id2780

Autoria

Tramitação (latest 5)

DateStatusTurnoTexto
2025-06-11 Tramitação encerrada — —
2024-09-25 Norma publicada — —
2024-09-12 Autógrafo encaminhado — —
2024-08-27 Proposição inclusa na Ordem do Dia — —
2024-08-23 Encaminhada para Leitura no Expediente — —

Votações

DateResultadoSimNãoAbst.
2024-09-10T09:02:08.107318-03:00 Aprovado por unanimidade 8 0 0

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 164

.f:?-tTitfiS Macabu - RJ 
• * ** :;:, Câmara Municipal de Conceição de Macabu - RJ - Conceicão de 11111 
Sistema de Apoio ao Processo Legislativo 
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I I il 
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111 
65 
I il I I 
COMPROVANTE DE PROTOCOLO - Autenticação: 12024/08123000 165 
Número / Ano 000165/2024 
Data / Horário 2310812024- 11:47:42 
E menta ingiatii o Plano Municipal pela Primeira Inffincia • PM do Município de Conceiciio de Macabu/Ri. constante do 
documento anexo. com vigência mó 2034. cadeia OldraS providências. 
Autor Prefeitura Municipal de Conceição de Macabu - Prefeito 
Natureza Legislativo 
Tipo Matéria Projeto de Lei Ordinária 
-, 
Número 
Páginas 80 
Número da 
Matéria 34 
Emitido por DaniFidelis 
Secretariq 
Processo. ICÇR
Ru5ric443_at 
ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CONCEIÇÃO DE MACABU 
GABINETE DO PREFEITO 
MENSAGEM N° 19/2024. 
A Excelentíssima Senhora Presidente e Edis Pares, 
Cumprimentando-o, sirvo-me do presente, para submeter à elevada consideração de 
Vossas Excelências incluso PROJETO DE LEI N° 19, que institui o Plano Municipal pela 
Primeira Infáncia — PMPI do Município de Conceição de Macabu/RJ, constantc do documento 
anexo, com vigência até 2034, e adota outras Providências. 
Ao submeter o Projeto à apreciação dessa Egrégia Casa, estamos certos de que os 
Senhores Vereadores saberão apreciá-lo e aperfeiçoá-lo. 
Cumpre salientar que se trata de medida necessária a Municipalidade, sendo de grande 
valia para nosso Município. 
Aproveito a oportunidade para reiterar as Vossas Excelências os protestos de elevado 
apreço c consideração. 
Gabinete do Pre it6 22 dc,ytgosto de 2024. 
VA ItT VARES LESSA 
- Prefeito unieipal￾Câmara iván;icipa; 
Conceição de macabu 
PROTOCOLO GERAL 
142 •••••~Mf 
Ass• 
C Pri.C.M 
Secretgri 
Processo °b. 
:brka 
- 
ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CONCEIÇÃO DE MACABU 
GABINETE DO PREFEITO soti 
LIDO 
PROJETO DE LEI N° 19/2023. 43
Institui o Plano Municipal pela Primeira 
Infância — PMPI do Município de Conceição de 
Macabu/RJ, constante do documento anexo, com 
vigência até 2034, e adota outras Providências. 
O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE CONCEIÇÃO DE MACABU, no uso de suas 
atribuições legais, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona e promulga a 
seguinte 
LEI: 
Art. 1°. Fica instituído o Plano Municipal pela Primeira Infância — PMPI de Conceição de 
Macabu/RJ, com vigência até 2034, na forma do anexo, conforme Resolução N° 012/2024 de 
07/08/2024 do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. 
Art. 2°. O Plano Municipal pela Primeira Infância — PMPI de Conceição de Macabu/RJ, tem a 
finalidade de promover o desenvolvimento integral da criança de O (zero) a 6 (seis) anos, 
enquanto sujeito de direitos, de acordo com o princípio da proteção integral à criança, previsto 
na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente. 
Art. 3'. São princípios do Plano Municipal pela Primeira Infância — PMPI de Conceição de 
Macabu/RJ: 
1. Criança sujeito, individuo, único, com valor em si mesmo; 
II. A diversidade ética, cultural, de gênero c geográfica; 
A integralidade da criança; 
IV. A inclusão; 
V. Integração das visões cientifica c humanista; 
VI. Articulação das ações; 
VII. A prioridade absoluta dos direitos da criança; 
VIII. A prioridade da atenção, dos recursos, dos programas e das ações para crianças em 
situação de vulnerabilidade; 
IX. Dever da familia, da sociedade e do estado. 
Art. 4°. São diretrizes do plano Municipal pela Primeira Infância — PMPI de Conceição de 
Macahu/RJ: 
CM C.M 
SeCitt.V 
P.-C.2,33S0 n° 
Rubrica. 
ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CONCEIÇÃO DE MACABU 
GABINETE DO PREFEITO 
1. Atenção à prioridade absoluta dos direitos da Criança na Lei de Diretrizes 
Orçamentária — LDO, no Plano Plurianual — PPA no Orçamento Municipal; 
Integralidade do Plano, abrangendo todos os direitos da criança no contexto 
familiar, comunitário e institucional; 
III. Multissetorialidade das ações, com o cuidado para que, na base de sua aplicação, 
junto às crianças, sejam realizadas de forma integrada; 
IV. Valorização dos processos que geram atitudes de defesa, de proteção e de promoção 
da criança; 
V. Valorização e qualificação dos profissionais que atuam diretamente com as 
crianças ou cuja atividade tem alguma relação com a qualidade de vida das crianças 
de até seis anos; 
VI. Reconhecimento de que a forma como se olha, escuta e atende a criança expressa 
o valor que se dá a ela, o respeito que se tem por ela; 
VII. Atuação articulada e coordenada com Conselho Municipal dos Direitos da Criança 
e do Adolescente; 
VIII. Priorização de territórios e populações em situação de maior vulnerabilidade social; 
IX. Acompanhamento e monitoramento de indicadores relacionados ao 
desenvolvimento integral da primeira infância. 
Art. 5
0. As metas e as ações do Plano Municipal pela Primeira Infa'ncia, constantes do anexo 
desta lei, versarão sobre os seguintes temas: 
1. Crianças com Saúde; 
II. Educação Infantil; 
III. A Família e a criança; 
IV. Assistência Social às crianças e suas famílias; 
V. Convivência familiar e comunitária em situações especiais; 
VI. Do direito ao brincar e o brincar de todas as crianças; 
VII. A criança e o espaço: a cidade e o meio ambiente; 
VIII. Atendendo as diversidades: crianças negras, quilombolas e indígenas; 
IX. Enfrentando as violências sobre as crianças; 
X. Protegendo as crianças da exposição à violência; 
XI. Controlando a exposição precoce aos meios de comunicação; 
XII. Evitando acidentes na primeira Infância. 
CM 
Sr:c:rataria 
Precesuo a' 
Rçbdca .F A.5 
ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CONCEIÇÃO DE MACABU 
GABINETE DO PREFEITO 
Art. 6°. As ações finalisticas previstas neste plano serão executadas de forma integrada pelas 
respectivas Secretarias Municipais, sob a coordenação da Comissão Intersetorial de 
Implementação e Execução do plano Municipal pela Primeira Infância — PMPI de Conceição 
de Macabuffa 
Art. 7°. As ações e resultados previstos no Plano Municipal Intersetorial para a Primeira 
Infância deverão constar obrigatoriamente nos Planos Plurianuais, nas Leis de Diretrizes 
Orçamentárias c nas leis Orçamentárias municipais nos exercícios em que o PMIPI estiver 
vigente, garantindo recursos suficientes à sua implementação e efetivação. 
Art. 8°. O poder Executivo Municipal assegurará os recursos financeiros, materiais e humanos 
necessários ao cumprimento do plano municipal pela primeira Infância — PMPI. 
Parágrafo único. Os recursos financeiros de que tratam este artigo serão previstos nas leis 
orçamentárias das respectivas Secretarias Municipal que têm ações integradas PMPI. 
Art. 9°. - Esta Lei entra cm vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em 
contrário. 
Gabinete do Prefeito, 22 de agosto de 2024. 
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VALMJWFAVARES LESSA 
- Prefeito Municipal￾C MC 
Secreta i 
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Prefeitura Municipal de Cone de Macabu 
PROTOCOLO GERAL, 
PC: 5.66 ioLct 
Mg: 
C.M.0 M 
Secreta oflJ 
Rubrica 
ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
PODER LEGISLATIVO 
CÂMARA MUNICIPAL DE CONCEIÇÃO DE MACABU 
AUTÓGRAFO PROJETO IW LEI N°34/2024 
Autoria: Poder Uxectnivo 
Institui o Plano Municipal pela Primeira Infância - PM PI do 
Município de Conceição de Macalm/12.1, constante do documento 
anexo. com n vigência até. 2034, e adota outras Providências. 
A Câmara Municipal de Conceição de Macalm, por seus representantes legais. APROVOU e o 
anu\ ST- Prel-eitu MuniciPuL SANCIONA- a seguinte: 
LEI: 
AM. i ° Fica instituído o Plano Municipal pela Primeira Infância MIN de Conceição•de 
Maeabui12.1. com Visélleja ate 2034. na iõrma rio anexo. conforme Resolução N° 012/2024 de 
07108/2024 do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. 
Art. 2° O Piano Municipal pela Primeira Infância - PMPI de Conceição de Nhicahu/RJ, tem a 
fina:idade de promover o desenvolvimento integral da criança de O (zero) a 6 (seis) anos. enquanto 
sujeito de direitos, de acordo com o principio da proteção integral á criança, previsto na 
Constituição Federal e no I,,.stauno . da Criança e do Adolescente. 
Art. 3
0 S:lei priiicipitis do Plano Municipal pela Primeira Infância - PMP1 de Conceição de 
Macabullti: 
-1. Criança sujeito. individuo. único. com valor em Si mesmo: 
A diversidade ética. cultural, de gênero e ueogrática: 
I. .A integralidade da criança; 
i V. 'is. inclusão: 
V. Integração çies visões Ciciai nen e humanista: 
, açOes: 
Y11. A priori,:.ii.c.it)soluta dos direitos da criança: 
Aprioridade da atenção. dos recursos, dos programas e das ações para crianças em 
situação de ‘ulnerabilidade: 
IX. Dever da familia. da sociedade e do estado. 
‘;„. de PÁ BCCI:11. CO/
?:aça Or. Jose anifacio lassara, 113, Cratro - Ce3nca1çáo MacabuIRJ - CEP: 28740-000 
O camgra@conce1caodeniatabusPeg.br L122)2771; 2047 tlutpufivityw.conceitaodernarabusj.leg,lai 
C MC 
si-gere:30a 
Prowss0nniffil5. 
Rubrica F1c; SEC-
ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
PODER LEGISLATIVO 
CÃMARA MUNICIPAL DE CONCEIÇÃO DE MACABU 
Art. 40 São diretrizes do plano Municipal pela Primeira Infância — PMPI de Conceição de 
Macabuf R.I: 
Atenção à prioridade absoluta dos direitos da Criança na Lei de Diretrizes 
Orçamentária - 141)0, no Plano Plurianual — PPA no Orçamento Municipal; 
Inteeralidade do Plano. abrangendo todos os direitos da criança no contexto familiar, 
comunitário c institucional: 
III. Multissetorialidadc das ações. como cuidado para que, na base de sua aplicação, junto 
às crianças. sejam realizadas de forma integrada: 
Valorização dos processos que geram atitudes cie defesa, de proteção e de promoção 
da criança: 
V. Valorização e qual' liCaÇãO dos práfissionais que amam diretamente com as crianças ou 
cuja atividade tem alguma relação com a qualidade de vida das crianças de até seis 
anos; 
Reconhecimento de que a forma como se olha. escuta e atemk a criança expressa o 
valor que se dá a ela, o respeito que se tem por ela; 
Atuação articulada e coordenada com Conselho Municipal dos Direitos da Criança e 
do Adolescente; 
Priorização de territórios e poptdações em situação de maior vulnerabilidade social; 
X. Acompanhamento e monitoramento de indicadores relacionados ao desenvolvimento 
integnil da primeira infância. 
Art. 50 As metas e as ações do Plano Municipal pela Primeira Infância, constantes do anexo desta 
lei, versarão sobre OS seguintes temas: 
1. Crianças com Saúde: 
Educação Ittfantil: 
III. A Família e a criança: 
V . Assistência Social às crianças e suas famílias; 
V. Convivência familiar e comunitária em situações especiais; 
VI. Do direito ao brincar e o brincar de todas as crianças: 
vil. A criança e o espaço: a cidade co meio ambiente: 
v ti. Atendendo as diversidades: crianças negras. quilombolas e indígenas: 
VI. 
\•••0 ;g7s Cáiparzi mo nteio& de macabu 
9 Praça Dr. (*st INorriiácio Tarsara, 113. Cntro - tom eiçáo e MaçabuIRJ - CEP: 28740.000 
O iinmaraiScoNeiraodemacsbu.si.leg br L(22) 2779-2047 1.4tps:fiwww.tomekaadonacabwij 
&Creta -
PrCeSESO 
RUbita 
ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
PODER LEGISLATIVO 
CÃMARA MUNICIPAL DE CONCEIÇÃO DE MACABU 
IX. 1:.nfrentando as violências sobre as crianças; 
N. Protegendo as crianças da exposição à iolência; 
XI. Controlando a exposição precoce aos meios de comunicação; 
XII. Evitando acidentes na primeira In Fralda. 
Art. 6° As ações linalisticas previstas neste plano serão executadas de forma integrada pelas 
respectivas SecTetarias Municipais, sob a coordenação da Comissão Intersewrial de 
Implementação e Execução do plano Municipal pela Primeira Infância — PMPI de Conceição de 
MacabuIRJ. 
Art. 70 As ações e resultados previstos no Plano Municipal Intersctorial para a Primeira Infância 
deverão constar obrigatoriamente nos Planos Plurianuals. nas Leis de Diretrizes Orçamentárias e 
nas leis Orçamentárias municipais nos exercícios em que o PIMIN estiver vigente, garantindo 
recursos suficientes á sua implementação e efetivação. 
Art. Ir O poder Executb. o Municipal asscguraá os recurso?, financeiros, materiais c lutinanos 
necessários ao cumprimento do plano municipal pela primeira Infância — PMPI. 
Parágrafo único. Os recursos financeiros cle que tratam este artigo serão previstos nas leis 
orçamentárias das respectivas Secretarias Municipal que têm ações integradas PMPI. 
Art. 9" Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. revo?adas as disposições em contrário. 
Plenário Rozendo Fontes Tavares. 09l09/2074. 
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Nadtália Silveira Braga 
itereadora e Presidente 
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Cárnar2 murW7i2;11 Coceição Macabe 
p Prata Or. Jose Bonilácio Taflata, 113, Centro - Conte;ção Matabuntl - CEP: 28740.020 
camaca ance;caociemoc:Euxj.let:.br L(22) 2 in.2047 Iszteslivewri.conceiceodentacabusj.tes.bri Cni EA 
SeCit2:0-ia 
Processo 
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Conceição de MacabuiRi 
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Prefeito do Município de Conceição de Macabu 
Valmir Tavares Lessa 
Secretário Municipal de Promoção e Desenvolvimento 
Social 
Marcos Paulo Cordeiro Couto 
Secretário Municipal de Governo 
Marlon Abreu Gomes 
Coordenadora Municipal de Assistência Social 
Aryana Santana de Queiroz 
Organizadora do Plano Municipal para a Primeira Infância 
de Conceição de Macabu 
Gloria Santos Rodrigues 
Sccretalia o
:'1":,,2E50 na-41127 
"zr- ~ =2-..nacrenner+ - re e—as, 
Integrantes do Grupo de Trabalho do Plano Municipal 
para a Primeira Infância de Conceição de Macabu, que 
efetivamente contribuíram para a construção deste Plano 
(por ordem alfabética): 
-Aryana Santana - Coordenadora Municipal de Assistência Social 
-Diego Siqueira — Assistente Administrativo da Secretaria de Promoção e 
Desenvolvimento Social 
- Erika Barros Batista Pereira — Diretora de Atenção Básica da Secretaria Municipal 
de Saúde 
-Glaicyane Dutra de Paula Viana —Conselheira do Conselho Municipal dos Direitos 
da Criança e do Adolescente 
-Gloria Santos Rodrigues — Psicóloga da Secretaria Municipal de Promoção e 
DesenvolÁm ento Social 
-Jomara Vila Pinto — Conselheira do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do 
Adolescente 
-Lisiane Azevedo Coutinho — Fisioterapeuta da APAE 
-Márcia Figueiredo Lopes de Castro — Bióloga Secretaria Municipal de Meio 
Ambiente 
-Marcos Alves Pinto - Procurador Geral do Município 
-Marcos Paulo Cordeiro Couto — Secretário Municipal de Promoção e 
Desenvolvimento Social 
-Mirian Araújo — Conselheira Tutelar do Município 
- Priscila Couto - Conselheira Tutelar do Município 
-Soraya Ribeiro dos Santos - Pedagoga da Secretaria Municipal de Educação e 
Cultura 
-Thaynara Silveira Camarão — Coordenadora de Planejamento da Secretaria 
Municipal de Saúde 
C •?4 c. rg; 
Secre;a0,/, 
Prorfteson ftv 
"Toda criança do mundo 
Deve ser bem protegida 
Contra os rigores do tempo 
Contra os rigores da vida. 
Criança tem que ter nome 
Criança tem que ter lar 
Ter saúde e não ter fome 
Ter segurança e estudar. 
Não é questão de querer 
Nem questão de concordar 
Os direitos das crianças 
Todos têm de respeitar." 
Ruth Rocha Os direitos da s crianças. São Paulo: Salamandra, 2014. 
C?5".. SC: rf _2641 1 
r •ane3 
Sumário 
1 APRESENTAÇÃO E MARCO LEGAL 7 
2 INTRODUÇÃO 9 
3 JUSTIFICATIVA 11 
4 CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 11 
5 REFLETINDO SOBRE A PROMOÇÃO E DESENVOLVIMENTO 
SOCIAL 13 
5.1 A SEMPDS 15 
5.2 PANORAMA ATUAL 17 
5.2.1 OS CRAS 17 
5.2.2 O PROGRAMA CRIANÇA FELIZ 22 
5.2.3 OS SCFV 24 
5.2.4 O CREAS 26 
5.2.5 O CADASTRO ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CADÚNICO) E 
PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA (PBF) 28 
5.3 OBJETIVOS E METAS 29 
6 A SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE 30 
6.1 DIAGNOSTICO DA SAÚDE NO MUNICÍPIO 31 
6.2 INDICADORES DA SAÚDE 32 
6.3 OBJETIVOS E METAS 37 
7 SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 38 
7.1 PANORAMA ATUAL 38 
7.2 A EDUCAÇÃO INFANTIL 39 
7.3 DIRETRIZES 43 
7.4 CAMPOS DE EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 45 
7.5 DA PARCERIA FAMÍLIA E ESCOLA 47 
7.6 DIVERSIDADE ÉTNICA E RACIAL 50 
15 
ora . ...~~tettISCItt~~ 11:-.25.. 
7.7 PROJETOS EDUCACIONAIS EXTRACURRICULARES 50 
7.7.1 BALÉ 51 
7.7.2 CAPOEIRA 51 
7.7.3 JIU-JITSU 52 
7.7.4 TAEKWONDO 52 
7.7.5 TEATRO 52 
7.8 METAS 53 
8 A SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE 54 
8.1 PANORAMA ATUAL. 54 
8.2 OBJETIVOS E METAS. 56 
9 CONSELHOS MUNICIPAIS E SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA 58 
9.1 CASA DOS CONSELHOS 58 
9.2 CMDCA 59 
9.3 CONSELHO TUTELAR 60 
9.4 APAE 61 
9.5 ÁGAPE 63 
9.6 MAM 64 
10.AÇÕES DE MON ITORAMENTO 66 
11 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. 74 
1 
C M C.M 
Secietarig 
?r"ornsso 4-i 1
E.LbázaDi Fz'JL
lYtt Y -tarsynTYtt et, a.. 
1. APRESENTAÇÃO E MARCO LEGAL 
Priorizar a infância, no conjunto de muitasoutras 
demandas, é uma estratégia inteligente para obter ganhos 
sociais e econômicos superiores aos gerados por qualquer outro 
investimento. No entanto, para as crianças, mais importante do 
que preparar o futuro é viver o presente. Elas precisam viver 
agora e na forma mais justa, plena e feliz. Se a infância, segundo 
o verso de Péguy, é o tempo das silenciosas preparações, uma 
vez que a criança é o pai do homem, ela é, igualmente, o agora, 
como poeticamentea definiu Gabriela Mistral: Para elas não 
podemos dizer "amanhã": seu nome é "hoje': 
(Plano Nacional pela Primeira Infância, 2010, p. 14) 
Compreendemos a criança como sujeito social, possuindo capacidade de 
ação, opinião, interpretação e invenção. Mais que uma preparação para a vida 
adulta, a condição especialíssima dessa fase do desenvolvimento, 
prioritariamente nos anos iniciais de vida, atende à sua formação de 
personalidade, de descoberta e de entendimento do mundo. A primeira infância 
é o período da vida do ser humano desde a concepção até os 6 anos de idade. 
Estudos científicos têm demonstrado que as primeiras experiências vividas na 
infância, bem como intervenções e serviços de qualidade ofertados neste 
período, estabelecem a base do desenvolvimento. 
Portanto, assim como afirma o Plano Nacional pela Primeira Infância, ao 
investir na criança devemos considerar o valor de sua vida presente, com suas 
relações, com suas descobertas e realizações, mas também, atender à 
perspectiva do seu desenvolvimento com vistas aos projetos futuros. 
Observamos que o Brasil é um dos países que mais tem investido na 
aprovação de leis que buscam garantir às crianças e adolescentes o pleno 
exercício da cidadania. A Constituição Federal do Brasil de 1988, em especial, 
marca reconhecimento social das crianças e adolescentes como sujeitos de 
direitos. De lá para cá, inúmeras iniciativas evidenciam a importância de se dar 
a elas o seu devido valor e, ao mesmo tempo, garantir os seus direitos 
fundamentais: Lei n°8.06911990 ECA; Lei n°8.080/1990 SUS; Lei n° 9.394/1996 
LDB; EC n° 59/2009; Lei n° 12.796/2013; Lei n° 13.005/2014 PNE, Resolução 
CNE/CEB n° 05 de 17 de dezembro de 2009, dentre outras. 
C V: 
. .41". 
1 
1 
Todo esse aparato legal dá sustentação ao estabelecimento de políticas 
públicas sociais, que devem efetivar a garantia plena dos direitos das crianças e 
adolescentes. No entanto, o que vimos acontecer, ainda está distante do que 
elas têm direito e merecem. No ano de 2016, vimos ser aprovada a Lei n°. 
13.257, resultante do Projeto de Lei 6.998/2013, de autoria Frente Parlamentar 
da Primeira Infância, na Câmara dos Deputados. Trata-se do Marco Legal da 
Primeira infância que em seu artigo 1°, demarca seu campo de abrangência 
quando expressa que: 
Art. 1° Esta lei estabelece princípios e diretrizes para a 
formulação e implementação de políticas públicas para a 
Primeira Infância em atenção à especificidade e à relevância dos 
primeiros anos de vida no desenvolvimento infantil e no 
desenvolvimento humano. 
Trata-se, portanto, de uma lei que tem grande relevância para nossa luta 
pela garantia dos direitos das crianças de até seis anos de idade, mas ao mesmo 
tempo em que apresenta importantes contribuições para se criar disposições e 
pautar as políticas públicas pela Primeira Infância, temos observado que apenas 
as legislações não estão sendo suficientes para mudar a condição de nossas 
crianças. O seu reconhecimento como cidadãs é um requisito indispensável para 
que Polfticas Públicas para a Primeira Infância sejam efetivadas, e para que 
tenham em sua base de formulação o delineamento de ações e programas 
permanentes, que garantam às crianças condições de vida plena e saudável, ou 
seja, que se configurem como Políticas de Estado, e que se mantenham 
independente de qualquer governo, de qualquer partido político. Neste contexto 
cabe ressaltar o que diz a Resolução CNE/CEB n°05/2009, que define criança 
como um: 
"Sujeito histórico e de direitos que, nas interações, 
relações e práticas cotidianas que vivência, constrói sua 
identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, 
aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói 
sentidos sobre a natureza e sociedade, produzindo cultura" 
Diante de todo o exposto, ressaltamos que as propostas apresentadas 
neste documento, envolvem diferentes olhares e experiências, como é de se 
esperar dentro da ótica do desafio de uma construção coletiva. Lembramos ainda 
ser esse um Plano decenal com reavaliação anual, e que esse Grupo de trabalho 
não se extinguirá nem será estático, assim como o PMPI também não o é. Novos 
.E•ecre:rilia 
re" 
II 
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1 
atores podem e devem ser inseridos, assim como novas propostas podem ser 
acrescentadas e outras ainda, repensadas. 
Com um desejo enorme de fazermos a diferença prática na vida de tantos 
indivíduos, nos debruçamos em sugestões pautadas principalmente em ações 
em redes, exercício fundamental para a efetiva implantação do plano e do 
fortalecimento do protagonismo comunitário, com vistas á eficiência das políticas 
públicas. Desta forma, valorizamos a autonomia, a relação de parceria, a 
cooperação e a diversidade, incentivando o intercâmbio de idéias e práticas no 
desenvolvimento das suas atividades. O resultado, se constitui em um texto com 
diferentes recortes que se complementam, e onde todos os participantes devem 
se reconhecer como atores e autores na construção de uma polftica integral e 
integrada para a primeira infância. 
2. INTRODUÇÃO 
Podemos constatar que, pesquisas científicas nas mais variadas 
disciplinas, vêm destacando o impacto que a fase da primeira infância tem na 
vida e no desenvolvimento integral de um indivíduo, bem como na fundamental 
importância de se investir no cuidado voltado para as crianças pequenas. 
Evidências de que, polfticas públicas e ações apropriadas são capazes de 
estimular os potenciais de crianças nessa faixa etária, a ponto de influenciar 
positivamente, não somente a infância, como também a adolescência, juventude 
e toda a vida adulta, são cada vez mais difundidas e valorizadas, tanto no meio 
acadêmico, como político e social como em todo. 
O presente Plano Municipal pela Primeira Infância, tem por objetivo 
buscar reunir prioridades de ações dirigidas a criança de O a 6 anos, no município 
de Conceição de Macabu. Essa tarefa foi realizada partindo-se das pesquisas e 
indicadores existentes e de prioridades já pautadas por instâncias 
governamentais e da sociedade civil, em espaços de discursões e de 
deliberações como, por exemplo, os Conselhos. 
Precisamos manter e/ou implementar políticas públicas que estabeleçam 
prioridades voltadas para as crianças e suas famílias, em áreas cruciais para o 
seu bem-estar físico, mental, emocional e social, e que se exercite a reavaliação 
constante da importância dessas ações como realmente eficazes. 
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1 
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1 
Assim sendo, construir um documento que pressuponha a condição social 
da criança em seus primeiros anos de Áda, desde o seu período de gestação, 
reconhecendo essa pequenina pessoa em desenvolvimento como um ser 
humano com identidade própria, toma-se um grande desafio. Exercer o 
preponderante papel de facilitador para a formação integral e ética de o todo 
cidadão, é uma missão de suma importância, e que precisamos cumprir da 
melhor forma. Principalmente, quanto às especificidades das crianças, 
precisamos conhecê-las, respeitá-las, e criar as condições para que vivam 
dignamente as suas infâncias. 
Seguindo essa ótica, o Estatuto da Criança e do Adolescente prevê 
direitos para assegurar que todas as crianças brasileiras cresçam em contextos 
que possibilitem o seu desenvolvimento integral. No entanto, faltam 
oportunidades para uma parcela significativa das crianças na primeira infância, 
principalmente as que vivem em condições adversas, afetando o seu 
desenvoMmento como um todo. 
Dessa forma, o presente Plano prevê a criação de ferramentas que 
focalizam, de forma integrada, diversas áreas e aspectos fundamentais do 
desenvolÁmento humano de crianças na primeira infância. Para se alcançar 
esse patamar, toma-se imprescindível a oferta do cuidado integral para todas as 
crianças, com intervenções integradas que abranjam a saúde e a nutrição, 
ofereçam cuidado responsivo, segurança e oportunidades de aprendizado. 
Assim sendo, cabe principalmente aos profissionais das redes de saúde, 
educação e assistência social, o compromisso de garantir um atendimento 
qualificado e intersetorial para apoiar as crianças e suas familias nesta 
estruturação das bases do desenvolvimento pleno. 
Esperamos ainda que esse documento se desdobre na construção 
continua de um plano de ação dinâmico e vivo, que efetivamente contribua para 
ampliar as oportunidades de desenvolvimento integral das crianças de O a 6 anos 
em nosso município. 
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1 
3. JUSTIFICATIVA 
Apresentar um panorama geral do município e de sua população, seus 
principais componentes sociais, econômicos, educacionais e de saúde, 
perpassando por aspectos de sua área geográfica, bem como apresentando 
uma visão mais detalhada da premência deste trabalho e de nossa população 
alvo, dando a devida importância aos primeiros anos de vida, desde a 
concepção. Para tal, o presente planejamento tem uma projeção para 10 anos, 
com periodicidade de avaliação, revisão efou atualização de forma anual. 
4. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO 
O Município de Conceição de Macabu constitui-se do território dos 
Distritos de Conceição de Macabu e Macabuzinho, que pertenciam a Macaé, e 
cuja história está intimamente ligado. No ano de 1619, foram as terras, em 
sesmarias, doadas a alguns capitães da época, que promoveram a colonização 
do território, compreendido entre os rios Itapaboana (Managé) e o Macaé 
(Miqué). Chegando a Macaé, em fins de 1632, aí encontraram os jesuftas, 
instalados desde de 1630, numa fazenda que se compunha de engenho, colégio 
e capela. 
A palavra Macabu tem origem controversa, podendo ser da palavra 
indígena mak'a'bium, que designava uma palmeira de frutos doces, hoje 
conhecida como macaubeira, ou como é mais provável, devido a suas fontes 
documentais, ter sido um apelido que os Sete Capitães deram ao rio Macabu, 
quando o encontraram em 7 de janeiro de 1634. 
Depois do ano de 1759, em virtude da expulsão dos jesuítas, fez-se a 
redistribuição das terras a eles pertencentes. 
Em 01 de maio de 18911 Conceição de Macabu foi transformada em 
Município com a denominação de Macabu. Não durou muito tal situação pois, a 
29 de abril de 1892, foi novamente suprimido como Município. 
O século XX foi marcado pelo grande progresso da primeira metade, 
marcado pela fundação da Usina Victor Sence e da fazenda Modelo Venceslau 
Bello (Rego Barros). O progresso teve reflexos políticos e Conceição de Macabu, 
quinto distrito de Macaé, uniu-se ao 100 distrito, Macabuzinho, dando origem ao 
atual município de Conceição de Macabu, em 15 de março de 1952. 
Pross °Serill 
Rubrica rL. 
Yr. •2-- • -c--ecc 
O processo de emancipação foi por plebiscito popular, o primeiro do Brasil 
e único unânime até hoje. 
O povoamento e o desenvolvimento do município estão ligados à cultura 
canavieira. Sua expansão econômica contou com rodovias e trilhos da estrada 
de ferro Leopoldina, que liga a capital ao norte do estado e, daí, ao Espírito 
Santo. 1 O centro urbano de Conceição de Macabu desenvolveu-se à margem 
direita do rio Macabu. A cidade bastante conhecida como "Cidade Simpatia", é 
um lugar com muito verde, cachoeiras, rios, serras e tranquilidade para quem 
visita e reside. 
População estimada 2022 -21.104 
Área da unidade territorial (km2) - 338,260 
Densidade demográfica (hablkm2) - 62,39 
índice de Desenvolvimento Humano - IDH — 0,712 (2010) 
O Produto Interno Bruto — PIB - da cidade é de cerca de R$ 434,1 milhões 
de reais, sendo que 52,6% do valor adicionado advém da administração pública, 
na sequência aparecem as participações dos serviços (38,1%), da agropecuária 
(5,4%) e da indústria (4%), 
Com esta estrutura, o PIB per capita de Conceição de Macabu é de R$ 
18,4 mil, valor inferior à média do estado (R$ 54,4 mil), da grande região de 
Macaé - Rio das Ostras - Cabo Frio (R$ 55,7 mil) e da pequena região de Macaé 
- Rio das Ostras (R$ 67,4 mil). 
tornposuitto ao ronco por escasso oconarnica (em ,c.)
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C-Fc'nnt• <7. 
c :mann., tlb 
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Fonte: Mos :111vviw.caravelainf ofregional/cancei%M.%AnKntoiN3o-de-macabu—ri em16I07/2024 
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5. REFLETINDO SOBRE A PROMOÇÃO E DESENVOLVIMENTO 
SOCIAL 
1 
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I 
Podemos afin-nar que, muitas das nossas crianças têm a oportunidade de 
crescer em um ambiente seguro, amoroso e saudável. No entanto, outras tantas 
não têm a mesma oportunidade, vivento em condições desfavoráveis e, por 
vezes, até mesmo adversas ao seu pleno desenvoMmento. 
Entre os vários fatores de risco importantes para a criança, destacamos: 
o abuso físico e/ou sexual, a negligência, os diferentes tipos de exposição à 
violência, renda insuficiente para suprir as necessidades básicas, uso/abuso de 
drogas na familia, núcleo familiar com algum membro que apresente transtorno 
mental de relevante gravidade, entre outros. Toda e qualquer variável que possa 
impedir ou atrapalhar substancialmente essa fase do desenvolvimento humano, 
tende a gerar reflexos de prejuÉos por toda a vida. Precisamos compreender 
que todo o ser humano tem o direito de nascer, crescer e se desenvolver 
plenamente em um ambiente acolhedor, recebendo carinho, atenção, e 
segurança, e que o poder público e a sociedade, tem o dever de trabalhar nesse 
sentido. 
Para que o fortalecimento de vínculos seja possível, é necessário que 
pais, cuidadores e famfiias, sobretudo as mais vulneráveis, recebam apoio e 
orientações e tenham acesso a serviços essenciais, que tenham por objetivo a 
mudança de normas sociais e de comportamentos que normalizam a violência 
contra crianças, promovendo a conscientização acerca da importância da 
primeira infância e fortalecendo capacidades para a prática da parentalidade 
positiva, da disciplina não punitiva e da educação não violenta. (Tipificação 
Nacional de Serviços Socioassistenciais — 2009a). 
Estudos atuais mostram que algumas intervenções fundamentais, são 
capazes de potencializar o desenvolvimento da criança: a relação salutar com 
seus familiares, através do afeto, comunicação e estímulos, bem como, da 
mesma forma, a efetiva implantação de polfticas públicas que valorizem o papel 
da família durante as primeiras semanas, meses e anos, são de suma 
importância, destacando a participação dos envoMdos nos cuidados com a 
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SCC?.:Cá / 
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criança. A valorização da amamentação, sempre que possível, é outro ponto 
importante. 
Podemos citar ainda como estratégias fundamentais de apoio, a criação 
de mecanismos de orientação aos responsáveis por meio de visitas domiciliares, 
informações educativas nas escolas, o estímulo à vida em comunidade de forma 
saudável, segura e criativa. Com um trabalho que vise o bem-estar familiar, as 
boas condições ambientais e sociais aliadas a uma rede sólida de apoio, 
podemos vislumbrar considerável melhoria da qualidade de vida dessas crianças 
e suas famílias. 
O ato de brincar também é muito importante no desenvolvimento infantil. 
Ao brincar, a criança aprende a lidar com as emoções, desenvolve a criatividade, 
as habilidades sociais, psicomotoras e cognitivas. O brincar desempenha um 
importante papel no desenvolvimento do cérebro, principalmente nos primeiros 
anos de vida. Dentre os efeitos positivos do brincar, estão: a sensação de 
liberdade, o estímulo à criatividade, atividade física, habilidade motora, exercício 
da imaginação, capacidade de observação, interações sociais, relaxamento, 
tolerância à diversidade, autocontrole, entre outros. 
As atividades lúdicas estimulam a formação de vínculos positivos, bem 
como as habilidades para atuar em grupo e competências para enfrentar 
desafios e frustrações. 
Por essa razão, o estímulo ao cuidado e o fortalecimento do afeto entre 
pais e cuidadores e seus bebês é crucial, pois permite que aqueles consigam 
identificar e responder adequadamente às necessidades das crianças. 
Diferentes estudos mostram que a interação entre crianças/bebês com adultos 
é a base do desenvolvimento humano. Esta troca, necessita de resposta e apoio 
entre as pessoas, e quando essa interação adequada não acontece, 
dependendo da seriedade de cada situação, a criança é afetada em diferentes 
aspectos e níveis de gravidade, podendo gerar prejuízos cognitivos, relacionais, 
influenciando seu desenvolvimento. 
Em contrapartida, a relação de vínculo positivo possibilita que pais e 
cuidadores compreendam as fases de desenvolvimento infantil e os 
comportamentos considerados normais para cada fase, e aprendam a reagir de 
maneira empática, respeitosa e não violenta, administrando suas próprias 
emoções frente às necessidades de seus/suas filhos/filhas. 
As famílias com gestantes e crianças na primeira infância estão em 
destaque na Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais (2009) entre 
os públicos prioritários e a oferta às famílias, do Serviço de Proteção e 
Atendimento Integral à Familia (PAIF), do Serviço de Convivência e 
Fortalecimento de Vínculos (SCFV). 
Além disso, é importante que o CRAS, no âmbito do PAIF, incentive as 
famílias a vivenciar a troca de e>periências e a acessar novos aprendizados, 
desenvolvendo ações de apoio que estimulem o fortalecimento de vínculos 
familiares e comunitários. 
5.1 A SEMPDS 
Dentro dessa perspectiva de busca da integração familiar e comunitária, 
o município de Conceição de Macabu aderiu, no ano de 2021, ao Programa 
Criança Feliz. Com o advento da pandemia de Covid19, o início dos trabalhos, 
na prática, só se deu no início de 2023, com a contratação da equipe que, após 
capacitação, iniciou as visitações sistemáticas às famílias vulneráveis que se 
enquadravam no perfil do Programa, com vistas ao acolhimento, orientação, 
estímulo e apoio dessas crianças e seus núcleos familiares. 
A Secretaria de Promoção e Desenvolvimento Social de Conceição de 
Macabu (SEMPDS), assim como ocorre em todos os municípios, é de 
fundamental importância, sendo uma das mais requisitadas dentro de qualquer 
gestão. Atualmente sob o comando do Sr. Secretário Marcos Paulo Cordeiro 
Couto, tem a sua sede na Rua José Augusto da Silva, 57 — bairro da Vila Nova, 
adjacente ao Centro da Cidade e bem próximo à Prefeitura sendo, portanto, de 
fácil acesso. Conta com um quadro técnico composto por assistentes sociais, 
psicólogas, nutricionista, advogada e psicopedagoga, além de todo o pessoal de 
apoio. 
Como atribuições inerentes à Secretaria, podemos destacar: 
• Promover a execução de programas de específicos da Assistência Social, 
com o planejamento e o estabelecimento da polftica de atuação, 
estratégias, diretrizes e critérios de prestação de assistência social e 
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Rubrica :25 
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promoção do bem-estar de toda a população e, em especial, da 
população mais vulnerável. 
• Estimular o desenvolvimento das potencialidades do trabalho individual e 
comunitário; 
e Coordenar, controlar e avaliar as atividades de assistência prestadas por 
instituições da comunidade que recebem subvenção ou auxilio da 
Prefeitura Municipal; 
• Prestar assistência à população vulnerável do Município; 
• Elaborar planos de estudos e levantamentos que mantenham o poder 
municipal atualizado sobre os aspectos sociais do Município; 
• Desenvolver trabalho, eventos e outros projetos visando a integração e 
formação de vínculos familiares e comunitários; 
• Formular políticas, fomentar e apoiar projetos e ações que incorporem 
atividades físicas, esporte e lazer aos hábitos de vida saudável da 
população; 
• Desenvolver e coordenar políticas públicas especiais com foco para a 
assistência as mulheres, a juventude e a diversidade, visando promover 
ações que permitam o acolhimento e o desenvolvimento desse público; 
• Valorizar, estimular, e apoiar iniciativas da comunidade voltadas para a 
solução de problemas locais pertinentes à Secretaria; 
• Promover, articular e atuar integralmente com unidades Municipais, 
Estaduais e Federais, voltadas para o desenvolvimento social; 
• Promover articulações e entrosamentos com outras entidades, públicas 
ou privadas; 
e Desenvolver campanhas específicas visando o auxílio a 
comunidade/pessoas vítimas de eventos climáticos intensos ou outros 
eventos adversos de maior importância; 
• Pronunciar-se sobre pedidos de auxílios, subvenções ou contribuições a 
serem concedidos pelo poder Municipal às entidades de assistência social 
ou filantrópicas; 
• Trabalhar em articulação com a Secretaria de saúde no que diz respeito 
à saúde pública; 
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1 
• Estimular a organização e a participação da comunidade no 
levantamento, discussão e solução de problemas relacionados com a 
Promoção Social da Prefeitura Municipal; 
• Coordenar e prestar suporte aos Conselhos e Fundos Municipais; 
• Prestar suporte ao Conselho Tutelar, 
• Coordenar programas como o CadÚnico e Criança Feliz; 
• Oferecer assistência integrada à mulher, à criança, ao adolescente, à 
pessoa idosa, à pessoa com deficiência e a todo aquele(a) que necessite 
de apoio social, em sua mais diferentes formas. 
Como organização governamental, a SEMPDS é composta no momento, 
pelos seguintes equipamentos sociais: 
- 01 Sede da Secretaria, onde funciona toda a gestão e planejamento da 
SEMPDS e do Programa Bolsa Familia (PBF) no município. 
- 03 Centros de Referência em Assistência Social — CRAS 
(CRAS Central, CRAS Rhodia, CRAS Usina); 
- 04 Serviços de Convivência e Fortalecimentos de Vínculos — SCFV 
Edemir Fidélis, SCFV Rhodia, SCFV Silvio Soares Tavares, SCFV Usina); 
- 01 Centro de Referência Especial em Assistência Social — CREAS 
- 01 Núcleo de Acolhimento para a Infância e Adolescência — NAIA 
- 01 Sede do Conselho Tutelar; 
- 01 Casa dos Conselhos, onde funcionam: o Conselho Municipal da 
Criança e Adolescente (CMDCA); o Conselho Municipal da Pessoa idosa 
(CMPI); o Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS); o Conselho 
Municipal da Pessoa com Deficiência (CMPD). 
5.2 PANORAMA ATUAL 
5.2.1 OS CRAS 
Por definição, os Centros de referência em Assistência Social — CRAS-, 
são unidades de proteção social básica do Sistema Único em Assistência Social 
— SUAS-, que têm por objetivo, "prevenir a ocorrência de situações de 
vulnerabilidades e riscos sociais nos territórios, por meio do desenvolvimento de 
;.: 
• LIZ RuIric?. 
potencialidades e aquisições, do fortalecimento de vínculos familiares e 
comunitários, e da ampliação do acesso aos direitos de cidadania" (Orientações 
Técnicas: Centro de Referência de Assistência Social — CRAS/ Ministério do Desenvolvimento 
Social e Combate à Fome. — 1. ed. — Brasília: Ministério do Desernolvimento Social e Combate 
à Fome, 2009. — p.09.). 
Seguindo o que preconiza o SUAS buscamos, dentro da realidade de 
nosso município, apoiar nossos munícipes em suas vulnerabilidades, 
promovendo um atendimento que prioriza a escuta qualificada, procurando 
identificar as demandas, limites e potencialidades específicas de cada família. 
Dentro deste contexto e diante da grande diversidade de ações que os 
ORAS executam, destacaremos aquelas que apoiam a faixa etária da primeira 
infância (0-6 anos), seja direta, indiretamente ou transversalmente: 
- O Grupo de Gestantes, conta com a participação de técnicos da 
SEMPDS e de outras secretarias convidadas, trazendo sempre dicas 
importantes para a mamãe, seu bebê e sua família. 
Foto 4: Roda de conversa comGrupo de Gestantes e Siérperas Gerando Vidas. 
1 
- Benefícios Eventuais 
"Os Benefícios Eventuais visam o atendimento imediato de necessidades 
humanas básicas decorrentes de contingências sociais, ou seja, situações 
inesperadas. 
C 
er.-taNaoates 
1 
o 
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e 
"Este benefício é ofertado pelo município e pelo Distrito Federal nas 
situações de nascimento, morte, vulnerabilidade temporária e de calamidade 
pública fhttosliwww.cov.bnbt-briservicos/corro.receber-bereficios.eventuais 
Todas as famílias que estejam passando por grave vulnerabilidade, 
incluindo as famílias com crianças de O à 6 anos, tem o direito de receberem 
algum tipo de benefício eventual para suprir aquela necessidade urgente. 
Especificamente em relação àquelas com membros dentro da faixa etária 
de nosso público alvo, destacamos: 
O Beneficio Eventual Natalidade (''Kit Boas Vindas"), que consiste em 
itens utilizados por bebês em seus primeiros meses de vida, sendo fornecidos 
para as gestantes em situação de vulnerabilidade, inscritas no cadastro Único 
da Assistência Social (CadÚnico) e no CRAS de sua área de abrangência. 
1 
Foto 3: Atividade de culninância em Grupo de Gestantes, com confraternização 
e entrega de kit Boas vindas para duas participantes. 
O Beneficio Eventual de Alimentos, constitui-se em uma prestação 
temporária, em alimentos, para reduzir a vulnerabilidade provocada pela falta de 
condições socioeconômicas e cuja ocorrência provoca riscos e fragiliza a 
manutenção do indivíduo, a unidade da família e /ou a sobrevivência dos seus 
membros, incluindo nossas crianças. 
C :PA C iA 
Socret. »Lr, 
LA(tf. 
Sai..t1=-Cr-ttr -.Gar,
Somente no período compreendido entre julho de 2022 e junho de 2024, 
foram disponibilizadas 4.350 (quatro mil trezentos e cinquenta) cestas básicas a 
famílias vulneráveis. Devemos ressaltar que, a oferta deste beneficio, depende 
de critérios de avaliação socioeconômica e da disponibilidade no momento. 
Foto 4: Estoque de Cestas básicas para scremdistribuidas a farnlias em vulnerabktade 
1 
O Programa Municipal Leite Cidadão, é uma parceria entre a SEMPDS e 
a Secretaria Municipal de Educação, e visa disponibilizar 02 (dois) litros de leite 
por semana para cada criança entre O e 6 anos inscritas no CaÚnico e que 
preenchem os critérios sociais para integrar o Programa. 
O Beneficio Eventual Aluguel Social, é o acesso provisório a uma 
residência, sendo preconizado no Sistema único da Assistência Social —SUAS, 
por período especificado em regulamento local. Foi criado para a proteção em 
momento de ocorrência de evento inesperado, e que necessite resposta 
provisória rápida. Este tipo de beneficio favorece diretamente as crianças 
pertencentes à primeira infância, e cuja as familias se encontram em iminente 
vulnerabilidade habitacional, assim como ocorre com o Benefício Material de 
Construção. 
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CRAS 
Central 
CRAS 
Rhodia 
CRAS 
Usina 
Total 
Geral 
Tabela 1: 
Atendimentos nos Centros de Referência em Assistência Social - CRAS 
- período de 01 de julho de 2022 à 30 de junho de 2024 - 
Total de Famílias Famílias Crianças de O Mães 
Famílias 
atendidas 
Com FAIE com 
crianças de crianças de 
O a Canos O a 6 anos 
a 6 anos 
Inseridas no 
Programa 
Leite Cidadão 
1.407 
671 
2.625 
4.703 
241 76 
214 
29 
-4874 
101 
8 
185 
135 
184 
91 
410 
r kits de 
inseridas no bebês 
Grupo de entregues 
Gestantes 
114 84 
14 24 
38 31 
166 139 
Legenda: PAIF = Programa de Atendimento integraTas Farnibas 
*OBS: Dados fornecidos sob a responsabilidade das Coordenações de cada CRAS do 
município. 
Gráfico 1 
ATENDIMENTOS - CRAS 
is C:RA.5 Ce.41P..$'•L 12 ORAS RHOD:A 1$ ORAS 
Dr:v A 
Am;;. ,A5 com e.RrA,•;CASDE O A e ;,$:CPS 
FAv.;LIASA;ENDiDAS 
76 
1407 
114 
671 2625 
-1:1t 
1 
1 
5.2.20 PROGRAMA CRIANÇA FELIZ 
O Programa Criança Feliz (PCF), criado especificamente para o 
acompanhamento da primeiríssima infância, ou seja, a fase de vida 
compreendida entre o período da gestação até os 03 anos de vida. No momento, 
o PCF acompanha 107 crianças (sendo uma com deficiência) e 41 gestantes. O 
foco são crianças e gestantes que estão em um contexto de vulnerabilidade. Nos 
casos de crianças que vivem com algum tipo de deficiência, esse 
acompanhamento se estende até os 06 anos de idade. Através de visitas 
domiciliares e trabalhos realizados dentro dos CRAS, a equipe do PCF busca 
fomentar a interação, o afeto e o vínculo intrafamiliar, seja através de orientação 
e atividades educativas para a família, em especial para a mãe, seja com 
estimulação e exercícios lúdicos para os pequenos. O PCF também procura ser 
uma ponte, não somente com os equipamentos sociais como também com 
outras instâncias, como saúde e educação. 
Foto 1: Equipe do PCF realizando atividade lúdica em arei:Cento de CRAS. 
Foto 2: Equipe do FF desenvotvendo trabalho de estirrulação. 
1 
Quantidade de visitas realizadas pela equipe do PCF nas residências de 
crianças e gestantes assistidas pelo Programa, descritas por área de 
abrangência de cada CRAS: 
ÁREA ORAS RHODIA: 26 BENEFICIÁRIAS 
ÁREA ORAS USINA: 37 BENEFICIÁRIAS 
ÁREA ORAS CENTRAL: 82 BENEFICIÁRIAS SENDO 41 
BENEFICIÁRIOS DE ZONA RURAL. 
Até o junho de 2024, o PCF tem acompanhado 107 crianças, como 
descrito abaixo: 
Quantidade de criançasacompanhadas peto 
PCF 
MoeirtS: 
OBS: Todos os dados fornecidos sob a responsabilidade da Coordenação do 
Programa Criança Feliz. 
1 
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1
xtoxne i 
ata ICAMOMit:» 
Em relação ao grau de instrução da mãe ou do responsável pelo cadastro 
e acompanhamento da criança durante a visita da equipe do PCF. 
Escolaridade dos Pais 
ENSINO ENSINO ENSINO MÉDIO ENSINO tv1ÉD:0 SUPERIOR 
FUNOAMENTAL FUNDAMENTAL INCOMPLETO COMPLETO 
INCOMPLETO COMPLETO 
Obs: Existem famílias com mais de uma criança acompanhada pelo PCF 
5.2.3 OS SCFV 
Os Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) fazem 
parte da Proteção Social Básica do SUAS, sendo ofertados de forma 
complementar ao trabalho social com famílias realizado por meio do Serviço de 
Proteção e Atendimento Integral às Famílias (PAIF) e do Serviço de Proteção e 
Atendimento Especializado às Famílias e Indivíduos (PAEFI). Todos os SCFV 
realizam atendimentos em grupo. São atividades artísticas, culturais, de lazer e 
esportivas, dentre outras, de acordo com a idade dos usuários. São formas de 
intervenção social planejadas que crias situações desafiadoras, estimulando e 
orientando usuários na construção e reconstrução de suas histórias e vivências 
individuais, coletivas e familiares. 
Os serviços têm como objetivo, fortalecer as relações familiares e 
comunitárias, além de promover a integração e a troca de experiências entre os 
participantes, valorizando o sentido de vida coletiva. 
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Os Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos possuem um 
caráter preventivo, pautado na defesa e na afirmação de direitos, e no 
desenvolvimento de capacidades dos usuários. Nessa perspectiva, essas ações 
têm grande repercussão na vida de nossas crianças, à medida que seus pais ou 
responsáveis e familiares recebem apoio para alcançar uma melhor qualidade 
de vida, seja através das oficinas de formação para o trabalho (manicure, 
barbearia, confeitaria e artesanato), seja através de atividades de informação e 
reflexão, ou até mesmo de momentos lúdicos e de interação, tão necessários a 
saúde física e mental. 
Foto 5: Evento de Festa Junina, no SM/ da Rhodia 
Foto 6: Of icina de Artesanato,no SCA/ Edenir R:10s. 
roto?: Atividade de Alongatrento,no SCFV Usina. 
1 
Foto 8: Oficina de Barbearia no SCR/ Rhodia. 
5.2.4 O CREAS 
O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) é 
uma unidade pública da política de Assistência Social que busca oferecer apoio 
e orientação às famílias e indivíduos em situação de risco pessoal e/ou social 
por violação de direitos. 
C •r: 
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1 
1 
E 
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Em situações excepcionais, o CREAS também pode oferecer os 
benefícios eventuais que normalmente são disponibilizados através do CRAS 
como, por exemplo, o benefício eventual de aluguel social. 
O público alvo do CREAS são crianças, adolescentes, jovens, mulheres, 
pessoas idosas, pessoas com deficiência, e toda a pessoa ou grupo familiar que 
vivencia situações de ameaça e violações de direitos por ocorrência de maus￾tratos, violência física, psíquica e sexual, negligência, exploração sexual, 
abandono, ameaças, discriminação em decorrência de orientação sexual e/ou 
raça/etnia, situação de rua ou outras formas de submissão a situações que 
provocam danos e agravos a sua condição de vida e os impedem de usufruir de 
autonomia e bem-estar. 
As principais ações da Equipe Técnica do CREAS são a acolhida e a 
escuta qualificada individual, voltada para a identificação de necessidades de 
indivíduos e famílias; visitas domiciliares; atendimento sócio familiar, 
acompanhamento do indivíduo e/ou família e encaminhamentos para os 
serviços, programas e projetos ofertados pelo governo federal, estadual e 
municipal. 
Foto 9: Roda de Conversa com usuárias do CREAS. 
tertrzn....=-
ii 
Tabela 2 
Atendimentos nos Centros de Referência Especializado em Assistência 
Social — CREAS 
- período de 01 de julho de 2022 à 30 de junho de 2024 - 
ANO 
Atendimentos 
relacionados a 
crianças de 0 a 6 ' 
anos no período 
2022 (dados I 2023 (dados 2024 (dados 
coletados a do ano todo) coletados até o mês 
partir do mês de de junho) 
julho) 
01 06 06 
TOTAL 
13 
OBS: Dados fornecidos sob a responsabilidade da Coordenação do CREAS no município. 
5.2.5 O CADASTRO ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CADÚNI CO) E PROGRAMA BOLSA FAMíLIA(PBF) 
O Cadastro Único é um registro que permite ao governo saber quem são 
e como vivem as famílias de baixa renda no Brasil. Ele foi criado pelo Governo 
Federal, mas é operacionalizado e atualizado pelas prefeituras de forma gratuita. 
É a porta de entrada para a concessão dos benefícios do Programa Bolsa 
Família, do Pé de Meia, da Tarifa Social de Energia Elétrica, entre outros. Além 
disso, ele também serve como critério para a seleção de beneficiários de 
programas oferecidos pelos governos estaduais e municipais. 
Tabela 3 
Atendimentos no Cadastro Único de Assistência Social(CadÚnico)e Programa Bolsa 
Família (PBF) 
> Total de 5.915 famílias atendidas 
> Período de 01 de julho de 2022 à 30 de junho de 2024 
Total de 
Famílias 
cadastradas 
no Cadúnic o 
e que 
efetivamente 
recebem o 
BF, 
residentes 
no município 
de 
2.924 1.032 
Conceição 
de 
MacabuIRJ 
Familias Famílias com Crianças de O a 6 anos que 
beneficiárias usuários possuem o BPC 
do PBF, que beneficiários 
possuem 
membros 
crianças de 0 
a 6 anos 
do BPC, e que 
possuem 
membros 
crianças de O a 
6 anos 
1.361 10 
Legenda: Beneficiode Preiiicão Continuada dïléí Organcca de assiStência Social {LOAS), sendo 
dividkfo BPC Pessoa com Cot iciência e BPC Pessoa Idosa. 
OBS: Dados fornecidos sob a responsabilidade da Coordenação do Cadúnico/P8F no município. 
o ?2 o 
Sccçe.:aija 
il0,1654 )(1 
1 
-erame-nexcery 
Quanto a totalidade de beneficiários do PBF no município, observamos o 
seguinte grau de escolaridade do responsável familiar: 
!RI 1109 II 
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1. • (t . •Çfr efr bçr" 4,(` et <ir • •• C '• t)15 c 
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5.3 OBJETIVOS E METAS 
Nosso objetivo, como fator principal, está na busca pelo aprimoramento 
das ações voltadas para a faixa etária da primeira infância, tendo em vista o 
reconhecimento da importância primordial dessa fase da vida humana 
pleno desenvolvimento físico, mental e social do indivíduo. 
Para tal, percebemos que, primeiramente, devemos sistematizar 
instrumentos de registros de dados mais ágeis e concisos, além do treinamento 
para utilização dos mesmos para que, a curtíssimo prazo, possamos coletar 
dados de forma mais eficaz, a fim de evitarmos as subnotificações. 
para o 
C E5i 
Prz,t.t.Ru 
RtMáta 
e•CO~{,11.-~~~1.4 
Como metas, destacaremos: 
> A implantação do projeto Municipal de Transferência de renda; 
> A implantação de Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora; 
» A criação da Colônia de Férias para a primeira Infância; 
» A ampliação e consolidação do Programa Criança Feliz no município; 
> A ampliação da oferta de oficinas que visem a geração de renda; 
> Realizar campanhas visando a participação popular para o fortalecimento 
dos Conselhos de Direito e, em especial, do Conselho Municipal dos 
Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA); 
> Implantação de um SCFV no distrito de macabuzinho; 
> Implantar um sistema municipal de coleta de dados relacionados a 
assistência, de forma °Mine, simples, rápida e sucinta, a fim de gerar mais 
agilidade e presteza nas informações. 
6. A SECRETARIA M UNICIPAL DE SAÚDE 
Da mesma forma que o Plano Nacional, a proposta do Plano Municipal da 
Primeira Infância de Conceição de Macabu - RJ, em relação à saúde, "apoia-se 
sobre o direito universal de acesso à saúde, entendida em seu conceito mais 
amplo, que envolve reconhecer o ser humano como ser integral e a saúde como 
qualidade de vida". 
Todas as legislações estudadas deixam claro que os direitos básicos à 
saúde da criança estão relacionados a garantir plenas condições de nutrição, de 
desenvolvimento e de proteção. Para isso, conforme o PNPI, as diretrizes das 
polfticas públicas precisam estar apoiadas em ações transversais e integradas, 
operacionalizadas em todos os níveis de atenção, desde a saúde básica, o 
atendimento pré-natal, o parto e o puerpério, até o acompanhamento do 
desenvolvimento da criança, bem como os serviços especializados. 
'Antes mesmo de nascer, fatores matemos e externos já 
podem influenciar a saúde do bebé. Ao nascer, a criança é 
completamente dependente de um ambiente humano e físico que a 
ampare e a atenda de maneira apropriada às suas necessidades 
físicas e emocionais. A inexistência ou precariedade dessas condições 
acarreta, em algum grau, consequências para sua saúde física e 
mental". (Brasil, PMPI, p. 34) 
— M1 IJA.TttrAZ,r1S1M-...• 
II 
Assim, o que o município se propõe é transversalizar as ações, 
operacionalizando-as em todos os níveis de atenção, desde a saúde básica, 
incluindo o atendimento pré-natal, o puerpério, até o acompanhamento do 
desenvoMmento da criança na atenção básica e nos serviços especializados. 
6.1 DIAGNÓSTICO DA SAÚDE NO MUNICÍPIO 
A Secretaria Municipal de Conceição de Macabu é habilitada como 
Gestão Plena em Atenção Básica, possui uma cobertura de 100% da população 
atendida pelas Equipes de Saúde da Família (eSF), com um total de 08 equipes, 
sendo 04 equipes com médicos 40 horas bolsistas do Programa Mais Médicos 
do Governo Federal, porém, as eSF's da zona urbana dão cobertura à população 
da zona rural com as unidades de apoio, as demais possuem médicos de 20h. 
Possui 05 equipes de saúde bucal para o atendimento, sendo 3 equipes 
de 40h e duas de 20h. Temos dentro das UBS, além dos profissionais da eSF, a 
equipe Multiprofissional Estratégica com os seguintes profissionais: Psicólogo, 
Pediatra, Assistente Social, Nutricionista e Veterinário. Contamos com a Rede 
de Atenção Psicossocial com 01 CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), sua 
equipe é composta pelos seguintes profissionais: Psicólogo, Médico Psiquiatra, 
Assistente Social, Enfermeiro, Cuidador e Facilitador de Oficina. 
Temos um centro de especialidades que conta com: ginecologista, 
obstetra, endocrinologista, cardiologista, ortopedista, nutricionista, pediatras e 
dermatologistas. 
O centro também conta com uma sala de vacinação de rotina e senAço de 
triagem neonatal que realiza a BCG e os testes do olhinho, linguinha, 
coraçãozinho, orelhinha e pezinho, além de prestar assistência sobre o 
aleitamento materno e ofertar laser-terapia nos casos de traumas mamilares e 
reparo tecidual, redução da dor associada à amamentação, redução do edema 
nos casos de ingurgitamento mamário, estimulação de glândulas mamárias para 
aumento da produção de leite. 
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RLbrt. .i4 4, 5/2 • . 
trj 
Conceição de Macabu conta com uma clínica credenciada dentro do 
município com as seguintes especialidades médicas: urologia, oftalmologia, 
alergologia, angiologia, otorrinolaringologia e neurologia. 
Possuímos uma Farmácia Básica Popular com uma Central de 
Armazenamento de Fármacos (CAF). 
O município conta com um Centro de Reabilitação que oferta serviços de 
Fisioterapia e Fonoaudiologia, inclusive domiciliar. 
O Hospital Municipal Ana Moreira, conta com 19 leitos distribuídos em 
clínica Médica e 2 leitos de psiquiatria. Oferece os serviços de Laboratório, Raio￾X, E.C.G, marcação de consultas, internação clínica e pequenas cirurgias 
(retirada de sinais). 
Uma nova unidade hospitalar está sendo construída, com toda a sua 
estrutura atendendo as normas vigentes em RE/C-50, com previsão para entrega 
no segundo semestre de 2024, onde o mesmo terá sua quantidade de leitos 
ampliada para 50. 
O município possui 51 Agentes Comunitários de Saúde e 19 Agentes de 
Endemias. 
6.2 INDICADORES DA SAÚDE 
índice de Mortalidade Infantil no primeiro ano de vida é considerado 
mundialmente um indicador de qualidade de vida e desenvolvimento da 
população. 
./6342 11 
J.( 
Indicadores de Mortalidade - Valores Absolutos - Rio de Janeiro 
Óbitos infantis segundo Município 
Município: Conceiy:in de Macabu 330140 
Ano: 2022 
1 
1 
1 
1 
5 CO 
4 ?$ 
4.50 
2S 
00 
3 70 
$ 00 
3 25 
$00 
Ciancetc30 ao Macaco 
erigi/1 C 0,0 
muntaiplo 6b4to• intainlo 
Ca-CCioto 
https:Bsistemas.saude.rimov.brítabnetbdkcebtabx.exe?taxasisim taxas mortalidade valoros.def 
*Mos sado em 2410712024. esses s ão os dados m ais recentes d Is ponibilizados. 
Esse gráfico mostra em números absolutos o indicador de mortalidade. 
Não conseguimos ter acesso separadamente ao indicador por mortes evitáveis 
quese trata de um agravo ou situação, previsível pela atuação dos serviços de 
saúde que incidem, provavelmente, quando o sistema de saúde não consegue 
atender as necessidades de saúde e seus fatores determinantes são frágeis a 
identificação e a intervenção acertada. 
Com base em dados do Sistema Único de Saúde (SUS), este indicador 
não aponta a proporção de mortes que poderiam ser evitadas com ações mais 
eficientes de imunização, assistência a gestantes e ao recém-nascido, melhores 
condições de parto, diagnósticos e tratamentos mais precisos ou ações de 
promoção da saúde. Esta taxa deveria ser zero. Qualquer número diferente disso 
significa que falhas provocaram a morte de crianças. Atuar nas causas evitáveis 
é, por definição, a única maneira de reduzir a mortalidade infantil. 
Conforme dados e informações levantados pela equipe, o principal 
destaque para a inibição desse fenômeno é o acompanhamento de Puericultura 
"-7. 1 1 2 
r ' 
1 
que consiste em um acompanhamento periódico visando a promoção e proteção 
da saúde das crianças e adolescentes, sendo possível identificar precocemente 
qualquer distúrbio de crescimento, desenvolvimento físico e mental, nutricional, 
dentre outros, compreendendo a criança como um ser em desenvolvimento com 
suas particularidades, a puericultura é realizado pelas equipes de Saúde da 
Família e Pediatras do município, a fim de garantir a assistência em tempo 
oportuno e com qualidade. 
Em Conceição de Macabu, na primeira infância (O a 6 anos) temos 1.523 
crianças com a seguinte distribuição entre as faixas etárias: 
RELAÇÃO DE PACIENTES POR FAIXA ETÁRIA 
Pr:rnm ira ;!--,?».“7 
27,7 77:f
'Acessado em 24/07/2024, esses são os dados más recentes dIsponibillzados. 
• PERCENTUAL DE COBERTURA VACINAL 
Imunizações - Cobertura - Brasil 
Ponta, Poliomielite, Poliomielite 4 anos, Triplico Virai D1 segundo Município 
ResMo: Regiào 5ticest., 
Unidade do tederaçaoz R3 te .1Incifo 
Municipioi td-; CeiCE:cao os 
Ano: 2018.2022 
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0.2.0.003.0 
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300, 0 CCNIC0C-PAfl SC LI Ç)? 0 C, ti OS 
INtto://tabrieldamans,00Y.br/cciMellehx,exe?bd orlionnibrdef 
*Acessado em 24107/2024, esses s ão os dados m ais recentes disponibilizados. 
Outra ação realizada pelo município é a imunização que é a aquisição de 
proteção imunológica contra uma doença infecciosa. Prática que tem como 
objetivo aumentar a resistência de um indivíduo contra infecções e é 
administrada por meio de vacina. O município junto ao órgão responsável 
garante todas as vacinas do calendário vacinai desde o nascimento, facilitando 
acesso ao serviço, aderindo as campanhas assim garantindo a imunização 
completa dessa criança. 
Considerando que a qualidade de saúde da criança no primeiro ano de 
vida está diretamente associada ao período gestacional, o município realiza todo 
acompanhamento técnico e oferece orientações ao longo dos meses de 
gestação. A partir do nascimento da criança, após a alta hospitalar, puérpera e 
RN recebem a visita da equipe de ESF para avaliação, orientação e continuidade 
do acompanhamento. 
Taxa de gestantes que realizaram 7 consultas ou mais de Pré-Natal: 
79,32% (1° quadrimestre de 2024) 
C /yi c ;.,1 
r"Ote2so n° 1 
.-,....0ace0=0:30stee0033. . 
1
1 
NASCIDOS VIVOS: 
58 no período 
NASCIDOS FORA no MUNICI"210 57 
NAS(' MO NO Mv NECIND -01
EONIE: SINASC 
O pré-natal é realizado em todas as Unidades de Saúde do município por 
médicos e enfermeiros, bem como os exames laboratoriais e testes rápidos para 
as infecções sexualmente transmissíveis (sífilis, hepatite 13, hepatite C e HIV), 
tendo como protocolo a realização no 1°, 2
0 e 3
0 trimestre. Com isso, 
conseguimos zerar a taxa de sífilis congênita nos anos de 2022 e 2023. 
A realização do pré-natal representa papel fundamental na prevenção 
e/ou detecção precoce de patologias tanto maternas como fetais, permitindo um 
desenvolvimento saudável do bebê e reduzindo os riscos da gestante. 
A partir do momento que a mulher é identificada como gestante, ela passa 
pela primeira consulta de Pré-Natal com a Enfermeira da equipe em que ela está 
vinculada, nesta consulta é solicitado todos os exames laboratoriais do primeiro 
trimestre e agendado para coleta, 
solicitado, realizado e avaliados os 4 
testes rápidos (HW, Sifilis, Hepatite B e 
C), avaliado situação vacinai e se 
necessário administra-se o 
imunobiologico, realizado classificação 
de risco gestacional e agendada próxima 
consulta de pré-natal com o médico da 
familia. As consultas subsequentes 
seguem o calendário de consultas da 
OMS que recomenda que sejam realizadas no mínimo seis consultas (uma no 
primeiro trimestre da gravidez, duas no segundo e três no terceiro), sendo ideal 
C bi CM 
, 80cf0aria 
:r0 Sso ry)S412 cs -tj s<utrica 
... • ii-ç 
é que a primeira consulta aconteça até a 123 semana de gestação, seguindo com 
as consultas mensais. 
Entre a 343 e 383 semanas, o indicado seria uma consulta a cada duas 
semanas e, a partir da 388 semana, consultas quinzenais. 
A avaliação odontológica também é realizada após a primeira consulta 
com a enfermeira, que encaminha a paciente para a equipe de Saúde Bucal. 
As crianças são sujeitos de direitos e devem ser tratados com prioridade 
nas políticas de saúde. 
O Sistema Único de Saúde (SUS) alinhado com o Estatuto da Criança e 
do Adolescente (ECA) tem o dever de promover o direito à vida e à saúde de 
crianças, mediante a atenção integral à saúde, que pressupõe tanto o acesso 
universal e igualitário aos serviços em todos os âmbitos de atenção, quanto o 
cuidado da criança na sua integralidade. 
Nos últimos anos, evidências cientificas apontam para a necessidade de 
ações voltadas não apenas para a sobrevivência e o crescimento infantil, mas 
também para o pleno desenvolvimento na infância. 
6.3 OBJETIVOS E METAS 
META 
1-Alcançar 95% de cobertura vacinai para crianças de até 5 anos 
2- Reduzir a desnutrição de gestantes e crianças de O a 6 anos e a obesidade 
na primeira infância 
3- Reduzir o coeficiente de mortalidade infantil. 
4- Reduzir para menos de 10% o percentual de nascidos vivos de mães 
adolescentes 
5- Garantir o acesso a serviços de saúde de qualidade a gestantes e crianças 
de O a 6 anos 
6- Reduzir os casos de sífilis em 0,5%. 
7- Detectar precocemente o sofrimento mental de gestantes, puérperas e 
crianças até 6 anos e realizar as intervenções necessárias 
8-Aumentar a proporção de crianças livres de cárie com idade de 1 até 6 anos 
em 7 °/o 
9- Reduzir em 25% o coeficiente de mortalidade por acidente até 5 anos de 
idade 
Li 
r 4014-1 
• t 114' 
7. SECRETARIA M UNICIPAL DE EDUCAÇÃO 
A educação é uma prioridade para todos, e a partir disso, é necessário 
empreender metas, estratégias e objetivos para se desenvolver ações que se 
voltem para a melhoria do processo educativo, sendo este a curto, médio e longo 
prazo. 
Seguindo as metas e estratégias implantadas e implementadas pela 
BNCC-Base Nacional Comum Curricular, este Plano de Ação visa, para além de 
conteúdo, desenvolver habilidades sociais, emocionais, valores e atitudes 
adequadas para o exercício pleno da cidadania de cada estudante. 
A Base Nacional Comum Curricular é o documento norteador para a 
Educação Básica, estabelecendo conhecimentos e aprendizagens essenciais 
que necessitam ser garantidos a todos os estudantes. 
A proposta da Rede Municipal de Educação é garantir as concepções 
legais de aprendizagens, competências e habilidades que visem ao processo de 
integração, cuidado e acompanhamento do aluno em seu processo ensino￾aprendizagem. 
7.1 PANORAMA ATUAL 
Panorama da Educação 
Escolas Municipais - Total : 17 
Educação Infantil 06 
Educação Infantil e Ensino Fundamental 08 
Ensino Fundamental 03 
Rede Estadual — Total 06 
Ensino Fundamental II 04 
Ensino Fundamental Ile Ensino Médio 01 
Ensino Médio 01 
Rede Particular —Total 04 
Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio 
Total De Alunos Rede Municipal - 2461 
Alunos Matriculados na Educação Infantil 
Total De Professores Rede Municipal -248 
Professores Educação Infantil 55 
C 1:i CM 
SCCre 
Pc so n° 
rFasec----xcaccr.•..ac=--=--rt 4,0•14.. •••=er , ~ri •I•IraC 
1 1 
1 
DA EDUCAÇÃO INFANTIL 
Total de crianças matriculadas na Educação Infantil 904 
Número de crianças de O até 3 anos matriculadas em creches: 
472 
Número de professores de educação infantil 55 
Número de instituições de educação infantil de atendimento 
Parcial 06 
Número de instituições de educação infantil de atendimento 
Integral 
08 
Número de crianças com necessidades educacionais 
especiais inseridas na educação infantil. 
29 
7.2 A EDUCAÇÃO INFANTIL 
LeviAs crianças não chegam a este mundo para brincar de 
viver, para elas, brincará viver. 
<Me II •Afr1 ,11.104 regcnnienum. 
C•AVANL ••••01141)( ; 
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DESENHO DA HISTORIA. 
•"'" - 
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Artir 
ut.i n-ja „ ::::"~ " * -2 • 
(LydiaHortélio)—PR 
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ty'Q. 
Na Educação Infantil as aprendizagens e o desenvolvimento das crianças 
têm como eixos estruturantes as interações e as brincadeiras, assegurando-lhes 
os direitos de conviver, brincar, participar, explorar, expressar-se e conhecer-se. 
A organização curricular da Educação Infantil na BNCC (Base Nacional 
Comum Curricular) está estruturada em cinco campos de experiências: O eu, o 
outro e o nós; Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; 
Escuta, fala, pensamento e imaginação; Espaços, tempos, quantidades, 
relações e transformações. No âmbito destes, são definidos os objetiv os de 
aprendizagem e desenvolvimento. 
6.,ZPSOSCTI.1=~~•,.....~101a -r, 
Rub.ric3
1
, 
11 
1 Os campos de experiências constituem um arranjo curricular que acolhe 
as situações e as experiências concretas da vida cotidiana das crianças e seus 
saberes, entrelaçando-os aos conhecimentos que fazem parte de um património 
cultural (BRASIL — BNCC, 2017). 
Ressalta-se a importância de cada município elaborar o seu próprio 
currículo, podendo ampliar/acrescentar suas especificidades, conservando a 
base comum a todos, como constadas Diretrizes Curriculares Nacional da 
Educação Infantil em seu Art. 3°: 
O currículo da Educação Infantil á concebido como um conjunto de 
práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os 
conhecimentos que fazem parle do patrimônio cultural, artístico, ambiental, 
científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de 
crianças de O a 5 anos de idade (BRASIL, 2009, p.1). 
EDUCAÇÃO INFANTIL É UM DIREITO 
O lugar da criança brasileira na política pública de educação é 
o de sujeito histórico, protagonista e cidadão com direito à educação a 
partir do nascimento, em estabelecimentos educacionais instituídos 
com a função de cuidar e educar como um único e indissociável ato 
promotor de seu desenvolvimento integral, de forma global e 
harmônica, nos aspectos lis/co, social, afetivo e cognitivo. A educação 
infantil é a primeira etapa da educação básica a que todo cidadão 
brasileiro tem direito e que o Estado tem obrigação de garantir sem 
exceção nem discriminação (NUNES, CORSINO e D1DONET, 2011, p. 
9) 
1R5MIN WoEStRio CARVALHO 
DESENHO DE ALUNA DO MATERNAL II 
CMCM 
Ui:rezar] 
r:Xn5S0 nâ 
Rubrica 
1 
=Titt 
A PROPOSTA DA REDE MUNICIPAL PARA EDUCAÇÃO INFANTIL 
No seu artigo 8°, a Resolução CEB/CNE n° 05/09 dispõe sobre os 
objetivos da proposta pedagógica das instituições de Educação Infantil: 
[...) deve ter corno objetivo garantir à criança acesso a 
processos de apropriação, renovação e articulação de 
conhecimentos e aprendizagens de diferentes linguagens, assim 
como o direito à proteção, à saúde, à liberdade, à confiança, ao 
respeito, à dignidade, à brincadeira, à convivência e à interação 
com outras crianças (BRASIL, 2009). 
O DESENVOLVIMENTO INFANTIL 
A infância não é uma corrida para ver quão rápido uma 
criança consegue ler, escrever e contar. É uma pequena janela 
de tempo para aprender e desenvolver-se ao ritmo que é cedo 
para cada criança. Mais cedo não significa que é melhor 
(GEBER e JOHNSON, 2008). 
A criança, centro do planejamento curricular, é considerada sujeito 
histórico e de direitos. Ela se desenvolve nas interações, relações e práticas 
cotidianas disponibilizadas a ela e por ela, estabelecidas com adultos e crianças 
de diferentes idades, nos grupos e contextos culturais nos quais se insere. A 
criança é competente para aprender, curiosa pelo mundo e pelas pessoas a sua 
volta, exploradora, capaz de estabelecer conexões, criar suas hipóteses e 
desenvolver teorias a partir de suas experiências e das atividades das quais 
participa. Ela é participante ativa de sua própria aprendizagem, aprende pela 
ação, aprende na experiência. 
A atividade da criança não se limita à passiva incorporação de elementos 
da cultura. Ela afirma sua singularidade atribuindo sentidos às experiências que 
vive, através de diferentes linguagens, como meio para seu desenvolvimento em 
diversos aspectos (afetivos, cognitivos, motores e sociais). Assim, a criança 
busca compreender o mundo e a si mesma, testando de alguma forma as 
significações que constrói, modificando-as continuamente em cada interação, 
seja com outro ser humano, seja com objetos. 
Em outras palavras, desde pequena, a criança não só se apropria de uma 
cultura, mas o faz de um modo próprio, construindo, por sua vez, cultura. 
.Tc 1:1==e,-
1 
APRENDIZAGEM: UMA EXPERIÊNCIA SOCIAL 
As crianças não brincam de brincar, para elas brincar é de verdade. 
Mario Quintana 
Criança: "sujeito histórico e de direitos que se desenvolve nas interações, 
relações e práticas a ela disponibilizadas e por ela estabelecidas nos contextos 
dos quais faz parte ou se insere" (BRASIL, 2009). 
É importante ratificar os pressupostos da concepção sócio-histórica, 
contidos nessa definição, visto que validam a ideia de desenvolvimento do 
indivíduo por meio da interação social, ou seja, de sua interação com outros 
indivíduos e com o meio. 
Nessa concepção sócio-histórica, considerando a curiosidade, o abrir-se 
para experimentar o mundo e o desejo de viver e de conhecer inerente da 
criança, inferimos que ela também é pesquisadora e que produz saberes e 
conhecimentos sobre as experiências cotidianas. Assim, a aprendizagem não é 
vista como uma mera aquisição de informações, ela acontece por meio da 
construção de conceitos, significados e da imersão cultural, a partir de um 
processo de troca entre pares. A aprendizagem é concebida como uma 
experiência social, sendo a escola um espaço e um tempo que precisa favorecer 
a vivência desse processo. 
Essa visão considera que há uma relação estreita entre o jogo e a 
aprendizagem, atribuindo-lhe uma grande importância, evidenciando que o 
desenvolvimento cognitivo resulta da interação entre a criança e as pessoas com 
quem ela mantém contatos regulares. Vygotsky (1989) afirma que: 
É na brincadeira que a criança se comporta além do seu 
comportamento habitual de sua idade, além do seu 
comportamento diário. A criança vivencia umaexperiência no 
brinquedo como se ela fosse mais do que é na realidade 
(VYGOTSKY, 1989, p.177). 
C Ad C M 
S(1,:tezaiit 
RLbrir.J. 
IZ 
crac—talnan=icen,
PLANEJAR É PRECISO! 
Criança, centro do planejamento curricular, é sujeito histórico e de direitos 
que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua 
identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, 
observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a 
sociedade, produzindo cultura (BRASIL, 2009, Art.4°). 
Planejar é um ato de cuidado com a prática pedagógica destinada aos 
pequenos. O planejamento do professor de Educação Infantil é uma proposta 
que reorganiza e norteia todas as ações educativas que envolvem as crianças, 
tanto no âmbito pedagógico propriamente dito, quanto nas inter-relações de 
todos os envolvidos nesse processo, dando voz às crianças e acolhendo a forma 
como elas significam o mundo e a simesmas. É necessário explicitar os campos 
de experiências de modo que o cotidiano apareça sem rigidez e sempre 
transparente e flexível. 
7.3 DIRETRIZES 
CURRÍCULO E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 
Um dos grandes desafios da Educação Infantil é a busca pelos 
conhecimentos sociais relevantes e significativos, trabalhando-se não só com a 
com a imaginação, mas também com observações, comparações e com 
autocrítica. Em suma, para se desenvolver, aprender e construir conhecimentos, 
a criança precisa se expressar por meio de diferentes linguagens, agir, 
perguntar, ler o mundo, olhar imagens, criar relações, testar hipóteses e refletir 
sobre o que faz ou aprende, de modo a reestruturar o pensamento 
permanentemente. 
As práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação 
Infantil tem como eixos norteadores as interações e a brincadeira, garantindo à 
criança os direitos de desenvolvimento e aprendizagem. 
Cabe salientar as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil 
em seu artigo 9°: 
Art. 9°: As práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da 
Educação Infantil devem ter como eixos norteadores as interações e a 
brincadeira, garantindo experiências que: 
I - promovam o conhecimento de si e do mundo por meio da ampliação de 
experiências sensoriais, expressivas, corporais que possibilitem movimentação 
ampla, expressão da individualidade e respeito pelos ritmos e desejos da 
criança; 
II - favoreçam a imersão das crianças nas diferentes linguagens e o 
progressivo domínio por elas de vários gêneros e formas de expressão: gestual, 
verbal, plástica, dramática e musical; 
III - possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e 
interação com a linguagem oral e escrita, e convívio com diferentes suportes e 
gêneros textuais orais e escritos; 
IV - recriem, em contextos significativos para as crianças, relações 
quantitativas, medidas, formas e orientações espaço temporais; 
V - ampliem a confiança e a participação das crianças nas atividades 
individuais e coletivas; 
VI - possibilitem situações de aprendizagem mediadas para a elaboração 
da autonomia das crianças nas ações de cuidado pessoal, auto-organização, 
saúde e bem-estar; 
VII - possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e grupos 
culturais, que alarguem seus padrões de referência e de identidades no diálogo 
e reconhecimento da diversidade; 
VIII - incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o 
questionamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao 
mundo físico e social, ao tempo e à natureza; 
IX - promovam o relacionamento e a interação das crianças com 
diversificadas manifestações de música, artes plásticas e gráficas, cinema, 
fotografia, dança, teatro, poesia e literatura; 
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X - promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da 
biodiversidade e da sustentabilidade da vida na Terra, assim como o não 
desperdício dos recursos naturais; 
XI - propiciem a interação e o conhecimento pelas crianças das 
manifestações e tradições culturais brasileiras; 
XII - possibilitem a utilização de gravadores, projetores, computadores, 
máquinas fotográficas, e outros recursos tecnológicos e midiáticos. 
Parágrafo único - As creches e pré-escolas, na elaboração da proposta 
curricular, de acordo com suas características, identidade institucional, escolhas 
coletivas e particularidades pedagógicas, estabelecerão modos de integração 
dessas experiências 
7.4 CAMPOS DE EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 
Ensinar uma criança não é encher um vaso, é acender 
urna chama. 
Montaigne 
O documento da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), do Ministério 
da Educação (MEC, 2017), sugere os campos de experiência como arranjo 
curricular para a educação infantil. Pensar nos campos de experiência significa 
abrir mão de diversas práticas que conhecemos e avançar para mais próximo 
das diversidades culturais, que são sempre abertas, já que se constroem e 
também se reinventam naquilo que é inaugurado pela singularidade que se 
apresenta com a chegada de cada novo membro. 
Inicialmente é válido compreendermos o conceito de experiência segundo 
alguns autores e documentos norteadores. Essa maneira de compreender a 
organização do currículo já estava anunciada no Parecer n° 20/2009, que revisou 
as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI). Nesse 
documento, propõe-se que o currículo dessa etapa da educação básica 
estruture-se "em eixos, centros, campos ou módulos de experiências que devem 
se articular em tomo dos princípios, condições e objetivos propostos nesta 
diretriz" (MEC, 2009, p. 16). 
A proposição desse modo de organizar o currículo na educação infantil 
brasileira fortalece a identidade e o compromisso pedagógico, polftico e social 
que essa etapa da educação tem na sociedade, especialmente com bebês e 
crianças pequenas. Os campos de experiência subvertem a lógica disciplinar e 
artificial de estruturar o conhecimento, centrando-se em uma perspectiva mais 
complexa de produção de saberes em que a criança, sustentada "nas relações, 
nas interações e em práticas educativas intencionalmente voltadas para as 
experiências concretas da vida cotidiana, para a aprendizagem plural da cultura, 
pelo convMo no espaço da vida coletiva e para a produção de narrativas, 
individuais e coletivas, através de diferentes linguagens" (MEC, 2009, p. 14), 
elabora formas de atribuir sentido a si mesma e ao mundo. 
Os Campos de Experiências: 
• O Eu, O outro e o Nós(0E); 
• Corpo, Gestos e Movimentos(CG); 
• Traços, Sons, Cores e Formas(TS); 
• Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação(EF); 
• Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações(ET) 
DA FREQUÊNCIA ESCOLAR 
Promover, através da elaboração de documentação oficial, um Controle 
Diário de Frequência de Aluno, para fins de garantir a sua permanência na 
escola, realizando as seguintes observações: 
Três faltas consecutivas— professor sinalizara direção; 
Direção entrar em contato com o responsável e registra no caderno de 
ocorrência relatando data, hora e assunto e se obteve sucesso ou não; 
Ultrapassando 5 faltas sem justificativas no mês, o diretor deve acionar a 
Orientadora Educacional e ambos convocarem os responsáveis para assinar um 
termo de ciência e responsabilidade que será enviado pela SEMEC; 
Caso o responsável não comparecerá convocação, a Direção/OE realizar 
uma outra tentativa e registrar no caderno de ocorrências; 
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Se não obtiver retomo realizar busca ativa (diretor, orientador educacional 
e assistente social); 
Se não houver melhoria na frequência escolar da criança, acionar o 
Conselho Tutelar através de oficio com dados como nome dos responsáveis, 
endereço, telefone, sinalizando a infrequência e todas as tentativas realizadas 
pela Unidade Escolar; 
Que as faltas são justificadas através de atestado e declaração de 
comparecimento; 
O prazo máximo de 10 dias para a entrega do atestado médico do aluno, 
a contar do primeiro dia de falta, a fim de justificar sua ausência (falta), conforme 
publicado pelo Diário Oficial n° 106/11 de outubro de2022. Art. 110. 
7.5 DA PARCERIA FAMÍLIA E ESCOLA 
As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, validam a 
"necessária e fundamental parceria com as familias na Educação Infantil." É 
muito importante que os pais, mães ou responsáveis compreendam a 
importância do desenvolvimento de estratégias de estudo que auxiliem seus 
filhos na realização das tarefas propostas. É importante ajudá-los a organizar 
sua rotina de estudo através de roteiros práticos e estruturados para acompanhar 
as resoluções de atividades. Nessa perspectiva, cabe as Unidades Escolares, 
equipe gestora, professores, articularem diversas ferramentas e estratégias para 
incentivar a participação tanto dos alunos quanto das famílias. 
É primordial a realização das reuniões com os responsáveis no início do 
ano letivo, após conselho de classe, fim do ano letivo e outros, assim também a 
ciência e assinatura dos documentos como por exemplo: relatórios, boletim, atas 
de reuniões entre outros. 
É de suma importância que as Unidades Escolares, tenham um olhar 
atento aos alunos e as famílias que estão encontrando algum tipo de dificuldade 
e assim venham acolhê-los oferecendo condições de amenizares as 
dificuldades. 
A unidade escolar zelará para que se cumpra o estabelecido no Estatuto 
da Criança e do Adolescente em seu Art. 55 e Art. 129- V para que a familia 
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acompanhe a frequência e aproveitamento escolar de sua criança ou 
adolescente. 
ESPAÇOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL — SALA DE AULA OU SALA 
AMBIENTE? 
É preciso haver a estruturação de espaços que facilitem 
que as crianças interajam e construam sua cultura de pares, e 
favoreçam o contato com a diversidade de produtos culturais 
(livros de literatura, brinquedos, objetos e outros materiais), de 
manifestações artísticas e com elementos da natureza. Junto 
com isso, há necessidade de uma infraestrutura e de formas de 
funcionamento da instituição que garantam ao espaço físico a 
adequada conservação, acessibilidade, estética, ventilação, 
insolação, luminosidade, acústica, higiene, segurança e 
dimensões em relação ao tamanho dos grupos e ao tipo de 
atividades realizadas (BRASIL, CNE/CEB, 2009). 
As ideias citadas trazem orientações importantes sobre a organização de 
espaços, que precisam ser consideradas nas creches e pré-escolas. 
A noção de Espaços da Educação Infantil envolve o prédio construído e 
usado pela instituição, considerando suas áreas interna e externa e levando em 
conta a organização de um ambiente saudável e seguro. Além disso, inclui a 
previsão de outros espaços naturais e culturais da cidade que podem ser 
utilizados no desenvolvimento de suas atividades. Abrange também a 
organização e a utilização dos materiais e equipamentos disponíveis para a 
realização do trabalho pedagógico, bem como a decoração do espaço e a 
participação das crianças na organização deste, possibilitando que se sintam 
sujeitos nessa tarefa. 
As DCNEI têm caráter mandatório para todos os sistemas municipais e/ou 
estaduais de educação, diferentemente dos Parâmetros Nacionais de Qualidade 
para a Educação Infantil - Volumes 1 e 2. Essas publicações contêm referências 
de qualidade para a Educação Infantil a serem utilizadas pelos sistemas 
educacionais, por creches, pré-escolas e centros de Educação Infantil que 
promovam a igualdade de oportunidades educacionais e que levem em conta 
diferenças, diversidades e desigualdades de nosso imenso território e das muitas 
culturas nele presentes. (BRASIL, 1998). Na relação adulto-criança, é indicada 
a seguinte proporção: 
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• um professor para 6 a 8 bebês de O a 2 anos; 
• um professor para cada 15 crianças de 3 anos; 
• um professor para cada 20 crianças de 4 a 6 anos. 
RESPEITO E DIVERSIDADE 
De acordo com a Política Nacional de Educação Especial (2007,p.1): 
A educação especial é uma modalidade de ensino que 
perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o 
atendimento educacional especializado, disponibiliza os 
recursos e serviços e orienta quanto a sua utilização no processo 
de ensino e aprendizagem nas turmas comuns do ensino 
regular. 
A inclusão social, mesmo sendo um tema complexo em nossa sociedade 
e precisa de reflexão, afinal a escola, espaço de cultura, não se constitui 
diferente da nossa sociedade. Uma sociedade por muitas vezes excludente. Um 
dos desafios da escola é acompanhar todas as mudanças e construções da 
nossa sociedade, e aprender a lidar melhor com o público que irá atender. Temos 
que mencionar que este público possui várias especificidades, e que precisam 
ser compreendidas, acolhidas e principalmente atendidas em suas diferenças. 
De acordo com o MEC— Ministério da Educação (BRASIL, 2000, Lei N° 10.098) 
"Escola Inclusiva é aquela ligada a mobilização da 
estrutura do funcionamento e da resposta educativa que se da a 
todas as diferenças, individualidades, inclusive as associadas a 
alguma deficiência". 
1 
Vários movimentos no decorrer da história vêm sendo feitos na 
perspectiva de uma sociedade mais justa, como análise e produção teórica, 
política, operacional para que dê conta da amplitude de toda esta demanda. 
Ossistemasdeensinodevemorganizarascondiçõesdeacessoaosespaçosa 
osrecursospedagógicos e à comunicação que favoreçam a promoção da 
aprendizagem e a valorização das diferenças, de forma a atender as 
necessidades educacionais de todos os alunos. Quanto mais cedo a criança com 
necessidades educativas especiais é atendida na área da saúde, e matriculada 
nas creches e pré-escolas, melhores resultados e objetivos a serem alcançados 
pela escola em consonância com a famOia. E isso, passa pelas habilidades 
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sociais, acadêmicas e práticas necessárias para o desenvolvimento da 
autonomia do aluno. 
7.6 DIVERSIDADE ÉTNICA E RACIAL 
Na Educação Infantil, um elemento que precisamos levar em conta é a 
nossa raiz afrodescendente e a luta pelo seu reconhecimento, que tem 
repercutido em conquistas importantes do ponto de vista legal, tais como nos 
mostra algumas leis e resoluções que são nossos maiores exemplos da 
valorização e das discussões em tomo dessa temática: 
- Lei n° 12.288/2010 institui o Estatuto da Igualdade Racial, destinado a 
garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa 
dos direitos étnicos individuais e coletivos e combate á discriminação e ás 
demais formas de intolerância étnica; 
- Lei n° 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que inclui no currículo oficial das 
Redes de Ensino a obrigatoriedade da temática "Histórias e Cultura Afro￾Brasileira; 
- Resolução n° 1, de 17 de junho de 2004, que institui as Diretrizes 
Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o 
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. 
No entanto, não se trata de ensinar conteúdos na Educação Infantil, mas 
de promover a imersão da criança em histórias, músicas, poesias, literatura, 
ritmos, danças, hábitos alimentares e vestimentas, ornamentos e produções 
artístico-culturais afrodescendentes para integrar, nos projetos pedagógicos, 
essas manifestações no cotidiano da criança. 
7.7PROJETOS EDUCACIONAIS EXTRACURRICULARES 
Na Rede Municipal de Ensino de Conceição de Macabu, alguns Projetos 
incorporam a grade curricular, com o objetivo de promover uma educação ampla 
e integral dos estudantes, que possam se desenvolver como pessoa humana e 
como cidadão pensante, crítico e atuante, em sua própria vida, na comunidade 
onde vive e na sociedade em geral. 
Assim, pensamos que todo educando precisa ampliar sua formação, indo 
além dos tradicionais moldes de ensino. 
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Alguns importantes projetos ofertados pela Secretaria Municipal de 
Educação e Cultura são aqueles que tratam de uma dimensão mais desportiva. 
Com eles, os alunos são levados às práticas de atividades físicas que culminam 
em um maior aprendizado de regras, bom convMo com os demais estudantes, 
bom comportamento e outros. Os esportes promovidos por esses projetos são o 
Balé, a Capoeira, o Taekendwoo e o Jiu-jitsu. 
7.7.1 BALÉ 
O Projeto de Ballet teve início no município de Conceição de Macabu no 
ano 2014, dando oportunidade às crianças e adolescentes de aprenderem a arte 
da dança, mantendo o compromisso de promover a inclusão social e 
despertando a cidadania em nossos jovens através das aulas de ballet clássico. 
Atualmente, as aulas de ballet atendem alunos com idades a partir de 4 anos. 
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7.7.2 CAPOEIRA 
A capoeira na escola é de fundamental importância para os alunos, já que 
ela desenvolve habilidades nos alunos, de forma lúdica, levando-os a reconhecer 
o seu como e a ter atividades que colaborem com suas articulações motoras. O 
projeto nasceu no bairro São Henri, no município, com a apresentação na escola 
do bairro, através da Associação de Capoeira Unidos pela Arte, tendo como 
Presidente o Mestre Lequinho. A partir disso, ele se estendeu a todas as 
unidades escolares da Rede. 
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7.7.3 JIU-JITSU 
No ano de 2004, foi fundada oficial- mente a equipe de jiu-jitsu, nomeada 
como "Art Combat Macabu" pelo professor Ulysses Vidal. Ele implantou, no ano 
de 1999, a academia de artes marciais na cidade. 
Atualmente, há cerca de 150 alunos, entre crianças e adultos, matricula￾dos na Unidade. Muitos desses alunos fazem parte do projeto "Jiu-jitsu Arte que 
Educa". 
7.7.4 TAEKWONDO 
O projeto Taekwondo surgiu em 2011 no bairro Balancé, com aulas na 
quadra do bairro, com a colaboração do professor Wedson dos Santos. 
O intuito do projeto é ocupar o tempo dos jovens e adolescentes com uma 
atividade esportiva. Com a ajuda de pais e do comércio local, foi construído um 
espaço próprio para as aulas do PROJETO TAEKWONDO, 
Em 2014, o Projeto foi inserido na Rede Municipal de Ensino. 
7.7.5 TEATRO 
O Projeto Teatro Macabu em Cena está no município desde 2001. 
O Teatro na escola tem uma importância fundamental na educação, 
podendo colaborar para que a criança tenha oportunidade de atuar efetivamente 
no mundo, opinando, criticando e sugerindo; e, também permite ajudar o aluno 
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a desenvolver alguns aspectos, como: criatividade, coordenação, memorização 
e vocabulário. 
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7.8 OBJETIVOS E METAS 
AÇÕES 
1 Realizar pesquisas, estudos, visitas de campo para compreender as 
necessidades especificas das crianças nessa faixa etária. 
2 Incluir e capacitar professores nos berçários, para que estejam aptos a 
criar ambientes de aprendizagem acolhedores e estimulantes. 
3 Instalação de parquinhos nas creches municipais. 
4 Creche da Vila Nova 
5 Regulamentar a fila de espera nas creches municipais. 
6 Incluir atendimento ao berçário, na escola do Curato. 
7 Incluir Auxiliar/Cuidador nas turmas de Maternal 
8 Ampliar matricula nos Projetos Educacionais Extracurriculares 
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8. A SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE 
8.1 PANORAMA ATUAL 
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA) de Conceição de 
Macabu tem feito um trabalho de conscientização ambiental, junto às escolas 
públicas municipais, ensinando as noções sobre descarte de resíduos, coleta 
seletiva, reciclagem, redução de consumo, reuso de materiais. 
Simultaneamente, tem aplicado a Educação Ambiental nas escolas públicas 
municipais. 
Pretendemos, através destas contribuições, ampliar nosso escopo de 
atuação a fim de contemplar ainda mais a faixa etária da primeira infância, 
promovendo e estimulando o desenvolvimento físico e cognitivo das crianças, 
cultivando desde cedo, o senso de responsabilidade e apreço pelo meio 
ambiente. 
A Secretaria Municipal de Meio ambiente entende que, para abordar o 
tema preservação do meio ambiente, em uma faixa etária tão tenra como a 
primeira infância, nada melhor do que falar sobre o consumo consciente. É 
preciso ensinar aos filhos que precisamos ficar atentos aos produtos que 
consumimos e que esses devem ser menos agressivos ao meio ambiente, à 
saúde humana e aos animais. Como passo importante, citamos o trabalho de 
conscientização da população, ao comprar apenas o necessário. 
Uma das formas mais simples e eficazes de ensinar sobre o meio 
ambiente, consiste em levar as crianças para passeios na natureza, como 
parques, praias e bosques. 
Nessas ocasiões, é possível observar a fauna e a flora local, aprender 
sobre a importância da preservação dos ecossistemas e recolher lixo que esteja 
no caminho. 
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA), durante períodos 
específicos ao longo do ano realiza, nas escolas públicas municipais, 
trabalhamos com a conscientização da comunidade através das jornadas de 
palestras sobre Educação Ambiental. Essas palestras são ministradas pelos, 
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integrantes da equipe da secretaria de acordo com temas sugeridos, por 
exemplo: Semana do Meio Ambiente, Dia da Água, Dia da Árvore, etc. 
Há a projeção de slides educativos e fotos resgatadas das câmeras traps 
(armadilhas fotográficas) instaladas nas matas das unidades de conservação 
(UC's) no município de Conceição de Macabu. 
Tudo acontece em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e 
Cultura (SEMEC) que elabora os calendários com as turmas, os dias e os 
horários disponíveis. 
Nos períodos dos meses de setembro de 2022 e de 2023 foram feitos, na 
região da Cachoeira da Amorosa, reflorestamentos tendo a participação das 
turmas das escolas públicas municipais. É feita uma parceria entre a SEMEC e 
a SEMMA para o agendamento das turmas, com dias e horários estabelecidos, 
garantindo a participação nos eventos. 
Escolhida a área, as mudas de plantas nativas, as turmas organizadas 
pelas respectivas professoras deslocam-se com a ajuda dos ônibus escolares. 
Chegando ao local determinado para o replantio são recebidos pela equipe 
técnica da SEMMA, sendo devidamente orientados numa breve palestra na sede 
da Cachoeira da Amorosa, escolhem as suas mudas e sobem para a realização 
do replantio. 
Nessas experiências de troca de conhecimentos, a equipe da SEMMA, 
realiza a Educação Ambiental na Amorosa, explicando um pouco da história do 
belo ponto turístico de Conceição de Macabu, das espécies nativas utilizadas 
nos replantios e, principalmente, falamos da imensa responsabilidade que toda 
a população desse município tem em cuidar, preservar e proteger essa área tão 
valiosa, rica em flora e fauna e mananciais de água, algo que precisa estar 
presente desde os primeiros anos de vida. 
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8.2 OBJETIVOS E METAS 
OBJETIVOS 
Temos como objetivos de contribuição para a formação precoce da 
consciência ambiental, demonstrar para nossas crianças: 
- A importância da natureza e da sustentabilidade; 
- A preparação para lidar com os desafios do futuro, das mudanças climáticas e 
da preservação ambiental; 
- A preservação da natureza e dos animais na busca por alternativas 
sustentáveis para o consumo; 
- A prática da educação ambiental continua, a fim de valorizar, respeitar e 
reconhecer a importância da natureza para o ser humano, os animais e todo o 
planeta Terra; 
- As consequências decorrentes de não respeitar o meio ambiente, 
causando extinção de espécies animais e de plantas, trazendo prejuízo geral 
para a fauna, a flora e para a vida humana. 
METAS 
Para incluir crianças de O - 6 anos em atividades no meio ambiente, 
destacamos como metas: 
Exploração Sensorial: 
Criar espaços seguros ao ar livre onde as crianças possam explorar 
texturas, cheiros e sons da natureza. Exs: áreas com grama, areia, cascalho e 
pequenas poças de água. 
Trilhas e Percursos Adaptados: 
Desenvolver trilhas curtas e percursos acessíveis para carrinhos de bebê 
ou para caminhadas curtas com as crianças, permitindo que elas experimentem 
a natureza de forma guiada. 
Jardins Sensoriais: 
Arranjar jardins sensoriais com plantas que ofereçam diferentes 
experiências táteis, visuais e olfativas, como plantas com texturas variadas, 
cores vibrantes e aromas suaves. 
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Atividades de Observação: 
Organizar sessões guiadas de observação de pássaros, insetos e outros 
animais locais, usando binóculos simples ou lentes de aumento para permitir que 
as crianças vejam de perto a vida silvestre. 
Oficinas de Arte ao Ar Livre: 
Realizar sessões de arte que usem materiais naturais encontrados 
localmente, como folhas, flores, pedras e galhos, incentivando a criatividade e a 
conexão com o meio ambiente. 
Contação de histórias ao ar livre: 
Promover sessões de contação de histórias em ambientes externos, 
criando um espaço aconchegante com tapetes e almofadas, onde as crianças 
possam ouvir histórias sobre a natureza. 
Atividades de plantio e cultivo: 
Envolver as crianças pequenas em atividades práticas de plantio e 
cuidado de mudas e hortas, ensinando sobre o ciclo da vida das plantas e 
incentivando uma conexão mais profunda com o ambiente natural. 
Visitas a Parques e Reservas Naturais: 
Organizar visitas guiadas a parques locais ou reservas naturais, 
permitindo que as crianças de O a 6 anos explorem ambientes mais amplos e 
diversificados sob a supervisão de educadores e pais. 
Eventos de Sensibilização Ambiental: 
Realizar eventos que sensibilizem as crianças sobre questões ambientais 
locais, como reciclagem, conservação da água e proteção da vida selvagem, de 
uma forma adequada à idade. 
Integração com famílias e comunidade: 
Incentivar a participação das famílias e da comunidade nas atividades ao 
ar livre, promovendo um senso de pertencimento e cuidado compartilhado pelo 
ambiente. 
Criação de espaços verdes para toda a família: 
Visando a recreação, socialização e integração sócio-ambiental; 
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Destinação dos Resíduos Sólidos: 
Implementar políticas de gestão de resíduos sólidos que incluam a 
educação sobre reciclagem e práticas sustentáveis envolvendo as crianças e 
suas familias em ações de conscientização. 
Parcerias e capacitações: 
Estabelecer parcerias com instituições educacionais e \ou comunitárias 
para a capacitação aos profissionais que desempenham atividades voltadas 
para a primeira infância. 
9. CONSELHOS MUNICIPAIS E SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA 
Os Conselhos Municipais são espaços públicos, de natureza deliberativa 
e consultiva, cuja função é formular e controlar a execução das políticas públicas 
setoriais. São canais efetivos de participação social que garantem o exercício da 
cidadania. 
Os conselhos municipais, formados por representantes do Poder Público 
e da sociedade civil contribuem para a definição dos planos de ação da cidade, 
através de reuniões periódicas e discussões. Cada conselho atua de maneira 
diferente, de acordo com a realidade local e com a sua especificação. Dentre as 
suas atribuições inclui-se a defesa dos direitos dos cidadãos. 
Os conselhos funcionam como organização capaz de estreitar a relação 
entre o governo e sociedade civil a partir da participação popular em conjunto 
com a administração pública nas decisões regentes na sociedade. 
9.1 CASA DOS CONSELHOS 
A Casa dos Conselhos, tem por objetivo, facilitar o acesso da população 
aos Conselhos Municipais, concentrando a maioria dentro de um único local. O 
Poder Executivo busca viabilizar seu funcionamento através da disponibilização 
da estrutura física e de insumos, além de designar pessoal técnico￾administrativo, para apoiar as ações desenvolvidas. A Casa dos conselhos existe 
há alguns anos, mas só no ano de 2024 saiu a lei de criação da mesma. 
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Hoje temos 3 Conselhos ativos: Conselho Municipal de Assistência Social, 
Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e o Conselho 
Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa. 
Os Conselhos visam fiscalizar a implantação das diretrizes preconizadas 
nos correspondentes marcos legais, com o objetivo de efetivar a democracia 
participativa e o controle social, previstos na Constituição Federal. Esse 
exercício de cidadania, propicia uma análise situacional que viabiliza a 
otimização de recursos dos fundos municipais, sendo um mecanismo importante 
na manutenção da democracia. 
9.2 CMDCA 
Sobre o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente — 
CMDCA que foi criado pela Lei Municipal 089/91. É um órgão responsável pelas 
políticas públicas de defesa de direitos e promoção do bem-estar social da 
criança e do adolescente no Município. 
Entre outras funções é responsável pelo registro das entidades 
assistenciais (ONGs) que atendam as crianças e adolescentes, pelo processo 
de escolha dos membros do Conselho Tutelar e controla o Fundo Municipal de 
Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA). O Conselho é composto por oito 
membros titulares e 8 suplentes, sendo 50% da sociedade civil e 50% do poder 
público. O mesmo ficou desativado por alguns anos, e voltou à ativa no ano de 
2019, aonde foram organizar a eleição do Conselho Tutelar unificada pela 
primeira vez no município. Logo depois veio a pandemia, deu uma caída nas 
demandas, mas no final do ano de 2022 voltaram as demandas, no ano de 2023 
tivemos a segunda eleição unificada do Conselho Tutelar, e desde então 
continuamos a lutar pelos direitos das crianças e adolescentes de nosso 
município. 
O CMDCA é um órgão normativo, consultivo, deliberativo e fiscalizador da 
política municipal de promoção das defesas dos direitos da criança e do 
adolescente. 
Atua na formulação e monitoramento a efetivação de políticas públicas 
para a infância e adolescência no Município, a partir de seu caráter deliberativo. 
-Var=Clitz ,,•• 
ete 
1 
1 
Monitora os procedimentos de atendimento municipais, organiza conferências, 
elabora seu plano de ação e aprova os planos decenais. 
Segue abaixo algumas propostas sugeridas pelo CMDCA: 
Melhorias e acessibilidade nas calçadas; 
»- Eventos de lazer voltados para a famílias com crianças de O a 6 anos. 
9.3 CONSELHO TUTELAR 
De acordo com o ECA, (Estatuto da Criança e Adolescente) são 
atribuições do Conselho Tutelar e, portanto, dos membros que o 
compõem, atender as crianças e adolescentes com direitos violados ou 
ameaçados. 
Ao conselho tutelar também fica a responsabilidade de promover a 
execução de suas decisões, podendo para tanto: Requisitar serviços públicos 
nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e 
segurança; representar junto à autoridade judiciária nos casos de 
descumprimento injustificado de suas deliberações. 
No primeiro semestre de 2024 este conselho atendeu em média 180 
casos, sendo em tomo de 20 casos ligados a primeira infância. Visto isso, 
entendemos a necessidade de conscientização social referente aos direitos 
violados apresentados em tais atendimentos. Oferecemos a comunidade ações 
de conscientização sobre a lei Henry Sorel no intuito de apresentar mecanismos 
de prevenção e enfrentamento da violência doméstica. Junto à secretaria de 
educação, trabalhamos o Projeto Maio Laranja, onde visitamos e palestramos 
nas escolas e creches da rede municipal sobre o combate à exploração e abuso 
sexual, levando o entendimento aos alunos, pais e funcionários que proteger é 
dever de todos e ouvir a criança é proteger a infância. 
Ainda para execução neste ano estamos preparando projetos sobre o 
bullying. E a longo prazo, com a união junto a outras secretarias, um projeto de 
escola de pais, onde poderão ocorrer rodas de conversas e oficinas que levem 
a conscientização da importância do papel da família na vida escolar, 
esclarecimento de dúvidas acerca do papel do conselho tutelar e com isso, 
ajudarmos na diminuição de faltas e evasão escolar. C 5 C 
Seenr:tr:',2 
R'ubdc.5 
Ii 
ti 
Entendemos que este conjunto de medidas ou preparação antecipada, 
'visa prevenir violações de direitos, não só na primeira infância, mas ao longo da 
história de cada indivíduo. 
9.4 APAE 
A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Conceição de 
Macabu é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos de direito privado, 
fundada em Assembleia de 04 de julho de 1991. Criada com o objetivo de suprir 
a necessidade de atendimento das crianças e adolescentes com deficiência do 
município, uma vez que as mesmas não tinham esse atendimento especializado. 
Em 1991, a APAE Macabu era sediada no endereço à Rua Jorge Gabriel 
— n°. 06, na Bocaina, onde o prédio era alugado, somente depois vindo para o 
atual endereço em 1997. Em 29 de agosto de 2002 o imóvel foi adquirido pela 
APAE, tendo o seu espaço com o passar do tempo ampliado e modificado em 
função das necessidades da mesma, primando pela melhor qualidade de vida 
dos assistidos. 
No ano de 2024, a APAE Macabu com seus 33 anos de atuação no 
município demonstra nesse sentido, sua expertise no trabalho realizado 
diretamente à Pessoa com Deficiência. 
Art. 10, item I, do Estatuto das APAE's dispõe que compete a APAE: 
Executar serviços, programas, projetos e benefícios 
socioassistenciais, de forma gratuita, permanente e continuada 
aos usuários de assistência social e a quem deles 
necessitar,sem qualquer discriminação, de forma planejada, 
diária e sistemática, não se restringindo apenas a distribuição 
de bens, benefícios e encaminhamentos. 
1 
Las. 
Disponível em 
HTTP:, ama eb ra s ocgi a ro i vo!temVestatulo 
A Rede APAE é o maior Movimento comunitário, social e filantrópico do 
mundo, as APAE's caracterizam-se como entidades beneficentes, sem fins 
lucrativos que atuam as políticas de Assistência Social, Saúde e Educação, 
tendo como fins e objetivos a promoção da melhoria da qualidade de vida das 
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t.z.=nrcr,n R.R=T.-..--R..-R=Ra.- R .Vt..-- W.Jti R Yagt. . 
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1 
pessoas com deficiência, preferencialmente intelectual e ou múltipla e 
transtornos globais do desenvolvimento. Prestam serviço de habilitação e 
reabilitação ao público supracitado, cabendo ainda ressaltar que essa Rede 
realiza atendimento, assessoramento e defesa, garantia de direitos às pessoas 
com deficiência e suas familias, buscando a sua inclusão na comunitária. Nesse 
sentido, as APAE's necessitam fazer parte dos órgãos de defesa de direitos. 
Nesse sentido, de acordo com a caracterização do serviço a APAE 
Macabu, participa ativamente da rede de serviços socioassistenciais do 
município, articulando, quando necessário, com todo o Sistema de Garantias de 
direitos da Criança e do Adolescente. 
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SISTEMA CE CARAATIAS OC RIACiTOS 
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Mot.liocçà 
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L.P0p1401
1 1.
PR 01 ECA 
INTEGRA 
Em nosso cotidiano de ação entendemos que o trabalho desenvolvido 
junto à criança com deficiência tem impacto social e público, de abrangência 
municipal, pois somos a única instituição do município que atende a essa 
demanda nas áreas da Assistência, Saúde e Educação, empenhada no 
acompanhamento terapêutico desde a Estimulação Precoce. 
O trabalho desenvolvido na APAE é destinado à criança com Deficiência, 
preferencialmente intelectual e/ou múltipla/TEA (Transtorno do Espectro 
Autista). São crianças com idades de O a 6 anos, sem limite de tempo para 
C MC:,1 
....„ 4._ 
1 
=C' 
permanência na instituição, desde que haja interação e desenvolvimento da 
criança acompanhada. Nossa capacidade de atendimento envolvendo todos os 
setores. 
A APAE é mantenedora dos serviços de: Psicologia, Fisioterapia, 
Assistência Social, Médico Pedagogia e Oficinas Terapêuticas. Nesse sentido, 
visto que a APAE preza continuamente pelo atendimento humanizado e de 
excelência, pautada em critérios em qualidade, nossos profissionais possuem 
formação superior e especialização na área de atuação e /ou estão em processo 
de aquisição do referido conhecimento. 
Meta 
Visando ampliar e qualificar os atendimentos para a faixa etária da 
primeira infância, temos como meta a ampliação de nosso convênio com a 
Prefeitura Municipal, com o objetivo de ampliar, aperfeiçoar, atualizar e adquirir 
novos aparelhos para a atual Sala de Integração Sensorial, fundamental recurso 
para a estimulação de crianças com deficiência e/ou dentro do espectro autista. 
9.4 ÁGAPE 
A AGAPPE - Associação para Gratuidade em Assistência Por 
Profissionais Especializados - é uma Associação cristã que tem como objetivo 
promover, através da associação e cooperação, atividades terapêuticas, 
educacionais e espirituais que auxiliem o desenvolvimento físico, emocional e 
espiritual dos seus participantes e, em especial, das pessoas com deficiência e 
suas famílias, através de cooperações voluntárias de profissionais 
especializados e parcerias com outras instituições e organizações públicas e 
privadas, podendo atuar em todo território nacional. 
AÇÕES 
Atualmente atuamos com palestras sobre o Transtorno do Espectro 
Autista (TEA) em escolas, igrejas e postos de saúde. Também realizamos o 
encontro de pais uma vez por mês, com o objetivo de dar acolhimento e 
compartilhar informações aos familiares de pessoas dentro do espectro autista. 
VISÃO 
O objetivo futuro é também poder oferecer aos participantes algumas 
terapias especializadas a valores mais acessíveis dos praticados nas clínicas 
c 
4.7/1 
43 
1 
1 
particulares. Para quem desejar conhecer mais temos um site: 
www.agappe.org 
i 
i 
I
Obs: Os gráficos bem como os dados neles contidos, foram fornecidos pela Agappe, e 1 
1
são de responsabilidade da Instituição. 
1- Dos profissionais e terapias listados abaixo. quais a pessoa com deficiência teve 
indicação médica mas ainda não conseguiu o atendimento? (pode marcar mais de 
uma opção) 
56 ressoslis 
1 
vre AiLta7C1 
Medico espezialisxa 13.36 
Psicólogo especializado em . 16 (50%) 
Poupai:diálogo especializado •.21 (58.3%1 
Tempeuia Ocupacional aspe.. . 21(58.3%, 
rts1oWapeula 3 163%) 
Psicopedagogo ou 1»iltOpSi 1233.3 ' 
Igurrick. snism 2 156%1 
Citurgã o Dexima eSPeciali2.• 10 (27.8%; 
Educador fisico O (0%) 
Musicoterapia 10(27.8%) 
Lquotempia 
3 (8 3%1 
(22.2%) 
recfro:erapia 
Anecerapia .2 15.616) 
'Teiapa Fzenliar isueete psi . 13(36 
Terapia 0.h-01a:rica 1 (2.8%) 
Terapia ABA 1(2.8%) 
O 10 15 2C; 25 
2, Em que faixa etária (idade) se encontra a pessoa com deficiência? 
36 :arestas 
0 a 2 anos .111. 3 i15.3 , 
3 a 5 aros 
6 a 12 anos 
13 a 18 anos 
16325 ams
26 3 35 anos CO3
36 a 50 anos 1(2250 
acima de 60 anos O (055) 
9.5 MAM 
.2 i5.616.) 
8 (22 2%) 
'.1 
2251 1,7: 
23 25 
O MAM - Movimento Autista Macabu, nasceu como fruto do trabalho da 
AGAPPE que já realizava reuniões para pais de autistas, onde esses pais 
puderam compartilhar suas dúvidas e dores juntamente com a facilitação da 
reunião pela psicóloga Érika Maione. Fez-se necessário a criação de um grupo 
de Whatsaap da associação onde os pais podiam compartilhar informações e 
dúvidas. Dessa forma o MAM nasceu da iniciativa de algumas mães que faziam, 
c:- —c 
-coretati 
Ca 
LeXer,OXIMITC.WrivaLT=C0 
1 
parte do grupo e criaram um outro grupo de whatsaap específico para o 
movimento, que inicialmente se chamou Mães de Autistas Macabu, vindo depois 
a mudar para (MAM) - Movimento Autista Macabu. Hoje a AGAPPE apoia o 
movimento com participação e dando suporte institucional, por ser uma pessoa 
jurídica com diretoria e CNPJ. Já o Movimento é mais livre, não tendo 
personalidade jurídica nem diretoria ainda. 
OBJETN/0 
Lutar pela garantia de direitos das pessoas autistas e promover a 
conscientização do (TEA) -Transtorno do Neurodesenvolvimento, de natureza 
neurobiológica, que tem como efeitos dificuldades na aquisição, manutenção e 
evolução das etapas de desenvolvimento. À medida que avançamos em direção 
a um futuro mais inclusivo e equitativo, é essencial que todos se envolvam na 
promoção da conscientização, na defesa por políticas inclusivas e na criação de 
ambientes acolhedores para os autistas. É um processo contínuo que requer o 
compromisso de toda a sociedade. 
Número de crianças até 6 anos: 12 
Número de gestantes: 01 
NUMERO DE CRIANÇAS ATÉ 6A POR BAIRRO 
Vila Esperança: 01 
Balancé: 01 
Bocaina: 03 
São Domingos: 01 
NÚMERO DE GESTANTES POR BAIRRO 
Vila Esperança: 01 
Vila Nova: 05 
Usina: 01 
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1 
1
1 
1 
10. AÇÕES DE MONITORAMENTO 
Governança de monitoramento e avaliação 
Cabe ao Grupo de Trabalho Intersetorial, instituído através de ata, o 
monitoramento e a avaliação das políticas intersetoriais e do plano de ação da 
Prefeitura para a primeira infância. Para subsidiar a ação desse colegiado, 
técnicos de todas as Secretarias envolvidas na implementação do plano devem 
figurar como relatores setoriais, responsáveis pela coleta, sistematização, 
análise e apresentação de dados e informações sobre as ações que lhes 
competem. 
Em relação ao controle do orçamento destinado à primeira infância, estes 
ficarão a cargo das Secretarias envolvidas em cada ação e da Prefeitura, que 
será responsável por destacar em seu orçamento e balanço anuais, a soma dos 
recursos referentes ao conjunto dos programas e serviços voltados à primeira 
infância, além de divulgar, anualmente, o percentual estimado que esses valores 
representam em relação ao respectivo orçamento realizado. 
Assim como a responsabilidade pela proteção e garantia dos direitos das 
crianças é compartilhada entre poder público, sociedade e família, o 
acompanhamento da implementação do PMPI Conceição de Macabu também 
deve ser uma tarefa partilhada, que contemple contribuições dos diferentes 
atores envoMdos, inclusive das crianças. O estimulo a participação social no 
monitoramento do PMPI é uma das metas deste Plano, para que tanto pelo poder 
público, quanto pela sociedade, haja efetivo acompanhamento a fim de medir 
avanços na sua execução e no alcance de suas metas e identificar se há 
necessidade de ajustes ou mudanças de rumo. Os mecanismos de 
monitoramento e avaliação do Plano devem basear-se na coleta sistemática de 
dados quantitativos e/ou qualitativos, que facilitem essas análises e que, num 
segundo passo, possibilitem ponderar sobre esses resultados, visando sempre 
alcançar a melhoria na qualidade de vida da primeira infância, em nosso 
município. 0 -.1 ;.1 
QUADRO DE PRAZOS E METAS 
EIXO 1 —ASSISTÊNCIA SOCIAL 
Meta Prazo 
Implantação do Projeto Municipal de Transferência de 
Renda 
12 meses 
A implantação de Serviço de Acolhimento em Família 
Acolhedora 
24 meses 
A ampliação e consolidação do Programa Criança 
Feliz no município 
36 meses 
A ampliação da oferta de oficinas que visem a geração 
de renda 
12 meses 
Realizar campanhas visando a participação popular 
para o fortalecimento dos Conselhos de Direito e, em 
especial, do Conselho Municipal dos Direitos da 
Criança e do Adolescente (CMDCA) 
12 meses 
Implantar um sistema municipal de coleta de dados 
relacionados a assistência, de forma °Mine, simples, 
rápida e sucinta, a fim de gerar mais agilidade e 
presteza nas informações 
12 meses 
Implantação de um Serviço de Convivência e 
Fortalecimento de Vínculos (SCFV) no distrito de 
Macabuzinho 
04 meses 
1 
C 11., eM 
Secietans j.
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aren.->"=rnamaa't 
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EIXO 2 — SAÚDE 
Meta Prazo 
Alcançar 95% de cobertura vacinai para crianças de 
até 5 anos 
12 meses 
Reduzir a desnutrição de gestantes e crianças de O a 
6 anos e a obesidade na primeira infância 
12 meses 
Reduzir o coeficiente de mortalidade infantil 6 meses 
Reduzir para menos de 10% o percentual de nascidos 
vivos de mães adolescentes 
24 meses 
Garantir o acesso a serviços de saúde de qualidade a 
gestantes e crianças de O a 6 anos 
12 meses 
Reduzir os casos de sífilis em 0,5%. 12 meses 
Detectar precocemente o sofrimento mental de 
gestantes, puérperas e crianças até 6 anos e realizar 
as intervenções necessárias 
24 meses 
Aumentar a proporção de crianças livres de cárie com 
idade de 1 até 6 anos em 7% 
6 meses 
Reduzir em 25% o coeficiente de mortalidade por 
acidente até 5 anos de idade 
24 meses 
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1 
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EIXO 3 — EDUCAÇÃO 
Meta Prazo 
Incluir e capacitar professores nos berçários, para que 
estejam aptos a criar ambientes de aprendizagem 
acolhedores e estimulantes 
12 meses 
Instalação de parquinhos nas creches municipais 24 meses 
Implantação da Creche da Vila Nova 24 meses 
Regulamentar a fila de espera nas creches municipais 6 meses 
Incluir atendimento ao berçário, na escola do Curato 24 meses 
Incluir Auxiliar/Cuidador nas turmas de Maternal 24 meses 
Ampliar matrícula nos Projetos Educacionais 
Extracurriculares 
6 meses 
46sírti 
EIXO 4— MEIO AMBIENTE 
1 1 
Meta Prazo 
Realizar passeios de exploração sensorial 6 meses 
Criar trilhas curtas e percursos adaptados e 
acessíveis para carrinhos de bebê ou para 
caminhadas leves e seguras com as crianças 
pequenas, permitindo que elas experimentem a 
natureza de forma guiada. 
12 meses 
Criação de Jardins Sensoriais 24 meses 
Realizar capacitação dos profissionais da SEMMA, 
para que possam oferecer um melhor atendimento à 
Primeira Infância 
12 meses 
r^3r4tS0 vt".1011,{11 
F.Lbr:C.? arõ 
....141CCC). =J./A 
EIXO 5 — AÇÕES INTERSETORIAIS 
(acompanhadas por todos os envolvidos) 
Ação Orgão(s) executor(es) Prazo 
Realizar pesquisas, estudos, 
visitas de campo para 
compreender as necessidades 
especificas das crianças na 
faixa etária de O à 6 anos 
SEMEC, SEMUSA, SEMPDS, 
SEMMA, Sociedade Civil 
18 meses 
Ampla campanha sobre a 
educação não-violenta nas 
famílias. 
SEMEC, SEMUSA, SEMPDS, 
SEMMA, Sociedade CM 
Continuo, com início efetivo 
em até 12meses. 
Oficinas de arte e contação de 
histórias ao ar livre 
SEMMA, SEMEC, APAE 12 meses 
Desenvolver parcerias com 
profissionais da saúde e outros 
especialistas para garantir o 
suporte interdisciplinar às 
crianças, com ações efetivas 
nas escolas e CRAS para 
vacinação, verrnifugação, ciclo 
de palestras, entre outras 
ações. 
SEMEC, SEMPDS, SEMUSA, 
SEMMA, Sociedade Civil 
Continuo, com início efetivo 
em até 12meses. 
Campanha para destinação de 
resíduos sólidos e reciclagem. 
SEMEC, SEMUSA, SEMPDS, 
SEMMA, Sociedade Civil, 
Serviços Públicos 
36 meses 
A criação da Colônia de Fénas 
para a primeira Infância 
SEMEC, SEMPDS, SEMMA, 
SEMUSA, Esportes 
12 meses 
Realizar atividades de plantio e 
cultivo voltadas para a primeira 
infância, integrando toda a 
famfiia 
SEMMA, SEMEC, Agncultura 12 meses 
Estabelecer parcerias com 
instituições educacionais e1ou 
comunitárias obtendo suporte 
dos profissionais da SEMMA 
no desempenho de atividades 
voltadas para a primeira 
infância. 
SEMEC 6 meses 
ti 
Realizar e \entos de SEMMA, SEMUSA, SEMEC, 12 meses 
sensibilização Ambiental Agricultura, Esporte, Turismo, 
SEMPDS 
Criar um calendário de ações Prefeitura Municipal de Conceição 
de combate à violência contra de Macabu e Sociedade CMI. 
gestantes e crianças. 
Adequação e revitalização da Secretaria Municipal de Obras, 6 meses 
Praça Central com Secretaria Municipal de 
equipamentos adequados à Segurança Pública e Mobilidade 
pessoa com deficiência e à Urbana e Sociedade Civil 
Primeira Infância, no que tange 
o equilibrio, o escolar, o pular, 
o brincar e espaços que 
proporcione sombra descanso 
e acessibilidade. 
Melhorias na acessibilidade do Secretaria Municipal de 18 meses 
passeio público (calçadas) Segurança Pública e Mobilidade 
Urbana e Secretaria Municipal de 
Obras 
Eventos de lazer voltados para Secretaria Municipal de Turismo, 18 meses 
famfiias, em especial para Secretaria Municipal de Esporte e 
aquelas com crianças de O a 6 Lazer, SEMEC, Sociedade Civil. 
anos. 
1 
1 
QUADRO DE REAVALIAÇÃO ANUAL DE PRAZOS E METAS 
(a ser avaliado anualmente pelo GT e atualizado dentro do 
PMPI, com a divulgação periódica dos resultados) 
Ação Orgão(s) 
executor(es) 
Prazo Conclusão 
S=sim 
N=não 
EC=em 
Curso 
Justificativa Observação 
1 
16çhlti • 83 I 
1 fl
11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
1 
á 
1 
1 
1) Atlas escolar geográfico municipal de Conceição de Macabu/RJ / Renato 
Batista da Conceição, Esther Kuperman. - 1. ed. - Rio de Janeiro: Imperial 
Editora, 2018 
2) Caravela Dados Estatísticos - https://www.caravelainfo/ 
3) htlps://atencaoprimaria.es.gov.br/saude-da-crianca 
4) https://pebmed.com.br/laserterapia-de-baixa-intensidade-e￾amarnentacao/?utm source=artigoportal&utm medium=copvtext 
5) http://primeirainfancia.org.br
6) Rede Nacional Primeira Infância. Plano Nacional pela Primeira Infância 
2020 - 2030. Brasilia/DF, 2020. 
7) Rede Nacional Primeira Infância. Guia para Elaboração do Plano Municipal 
pela Primeira Infância. 4a. Edição. Brasilia/DF, 2020. 
8) Secretaria Municipal de Educação e Cultura. ORIENTAÇÃO CURRICULAR 
DO MUNICÍPIO DE CONCEIÇÃO DE MACABU - EDUCAÇÃO 
INFANTIL,2023. 
9) Secretaria Municipal de Educação e Cultura. PLANO DE AÇÃO 
PEDAGÓGICA, 2024. 
10) httos://www.selounicef.orq .br 
C c 
Sv:cr:s:ariz: „ 
- 
ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CONCEIÇÃO DE MACABU 
GABINETE DO PREFEITO 
JUSTIFICATIVA 
Excelentíssima Senhora Presidente e Edis Pares, 
Cumprimentando-o, tenho a honra de encaminhar, por intermédio de Vossa Excelência, 
à elevada deliberação dos ilustres Vereadores dessa Câmara Municipal, o incluso PROJETO 
DE LEI N° 19, que institui o Plano Municipal pela Primeira Meneia — PMPI do Município de 
Conceição de Macabu/RJ, constante do documento anexo, com vigência até 2034, e adota 
outras Providências. 
O presente Plano Municipal pela Primeira Infância, tem por objetivo buscar reunir 
prioridades de ações dirigidas a criança de O a 6 anos, no município de Conceição de Macabu. 
Essa tarefa foi realizada partindo-se das pesquisas e indicadores existentes e de prioridades já 
pautadas por instâncias governamentais e da sociedade civil, em espaços de discursões c de 
deliberações como, por exemplo, os Conselhos. 
Cabe destacar que seja a mais importante fase da vida, uma vez que o desenvolvimento 
cognitivo da criança está cm formação, onde as capacidades e habilidades começam a serem 
produzidas. Portanto é dever buscar evitar um mau desenvolvimento, pois o reflexo futuro 
atinge toda uma sociedade. 
Por óbvio o investimento em programas para a primeira infância se toma basilar, tendo 
em vista sua fundamental colaboração no potencial das crianças, além de evitar cm um futuro 
próximo, gastos com o intuito de remediar o que já deveria ter feito ou prevenido. É público e 
notório que um número altíssimo de crianças não possui o acesso necessário ao bom 
desenvolvimento, a realidade é que a falta de estrutura e compromete toda uma geração com 
muitos casos de problemas mentais, emocionais e de saúde. 
Com esse olhar que é considerada de grande relevância a primeira infância, sendo 
necessário proporcionar o mínimo de qualidade de vida, para um desenvolvimento sadio. 
Conclui-se que investir em uma política de primeira infância conduzirá a grandes 
benefícios em médio e longo prazo, promovendo justiça c equidade social, com impacto na 
economia, na produtividade c evolução da sociedade. 
Por ser esta uma proposição de grande importância para o município, contamos com o 
apoio dos ilustres Vereadores para sua aprovação. 
C :01 C:3 
SeCri±taii 
gubrita 
ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CONCEIÇÃO DE MACABU 
GABINETE DO PREFEITO 
Ante ao exposto, restando evidenciadas as razões que amparam a medida e demonstram 
o relevante interesse público de que se reveste, submeto ao presente projeto de lei à apreciação 
dessa egrégia Casa Legislativa, contando com seu indispensável aval. 
Gabinete do Prefeito, 22 de agosto de 2024. 
VALMIR TAVARES LESSA 
Prefeito 
rrnc...2f 
ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
PODER LEGISLATIVO 
CÁMARA MUNICIPAL DE CONCEIÇÃO DE MACABU 
DA COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL (CLIR) 
REFERÊNCIA: Projeto de Lei Ordinária n°34 de 2024: Institui o Plano Municipal pela Primeira 
Infância - PM PI do Município de Conceição de helacabuiRJ. constante do documento anexo. com 
vigência até 2034. c adota outras providências. 
PARECER 
A proposição em referência foi encaminhada a esta Comissão de Legislação. Justiça e 
Redação Final, para análise de seus aspectos constitucional, legal e jurídico, nos termos do 
disposto pelo título II, capítulo lii, seções III c IV do Regimento Interno da Câmara Municipal de 
Conceição de Macabu. 
Constata-se que a matéria analisada está amparada na Constituição Federal e respaldada 
pela Lei Orgânica Municipal, bem corno atende aos ditames regimentais, estando, desta forma, em 
condições de ser aprovada no que diz respeito aos aspectos que cumpre a esta Comissão analisar. 
Assim sendo. não havendo óbices manife,stamo-nos favoravelmente à APROVAÇÃO do 
projeto cm referência. 
É o nosso parecer. 
Lucas Madureira Pereira 
Relator 
Jorge Luiz rade (Dbal) 
Pres ente 
Carlos Augusto Paula Barbosa (Guta) 
Membro 
Cãmara Municipal de Conceição de MaCabu 
9 Prece Dr. José Bonifácio Tassara. 113. Centro - Conceição de Macau/RJ - CCP: 28740.000 
O cernaraeconceicaodemacabu rj.legin ee (22) 2779-2047 O Intps://www.conceizaodereacabuij.leg.bri 
ent.c.r.s 
Socretcr1p A 
Processo
Rutg;ca. 43.
Ca' 
C9.0/
ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
PODER LEGISLATIVO 
CÂMARA MUNICIPAL DE CONCEIÇÃO DE MACADU 
AO EXMO. PREFEITO DE CONCEIÇÃO DE MACABI. 
SR. VALMIR TAVARES LESSA 
OFÍCIO N" 228/2024 
Assunto: 1:neaminhainenio 
AUTOGRAFO PIÁ) 34/2024 - Poder Executivo. 
l'xcelonlíssime Prefeim. 
Tenho a honra de dirigir-me a Vossa Excelência. para encaminhar o autógrafo do Projeto 
de Lei Ordinária (Pl.O n 34/2024, de autoria do Poder Executivo, que 'INSTITUI O PLANO 
MUNICIPAL PELA PRIMEIRA INFÂNCIA - PMPI, DO NIUNICIPIO DE CONCEIÇÃO 
DE MACABUIR.I. CONSTANTE DO DOCUMENTO ANEXO, COM VIGÊNCIA ATÉ 
2034, E ADOTA OUTRAS PROVIDÊNCIAS-. 
Informo a Vossa Excelência que o P1 .0 foi lido na reunião ordinária do dia 26/0812014, 
não tendo recebido emendas. 'tramitou pela Comissão de Legislação. Justiça e Redação finai - 
CI.J12. recebendo parecer ravoravel. sendo incluso na Ordem do Dia de 09109;2024 onde. após 
discussão c votação. foi apro‘ado por unanimidade. 
Encaminho o presente atOgrafo para sanção e publicação do PI .0 em Ibrma dc I.ei 
Municipal. conforme par, isto na lei Orgânica do Município (LOW. 
Aproveito a oportunidade para renovar protestos de estima e apreço. 
Conceição de MacabuiRJ, 10.:09f2024. 
Ate 
Artithalia Silveira Braga 
Presidente da (ïmica-a 
Prefeitura Municipal de Conc de macabu 
PROTOCOLO GERAI, 
Ne: 156c 
Grn: 421 09 lo,29 
Aso: e
C W.0 ;` • 
•-,,-S-0 rô 11.-»; nebn.C,R.21, 21 _ 
• 1 • 
02 
ofidai
Ano 21 1N" 1811 25 de Setembro de 2024 
LEI N" I 0372022. 
Institui o Plano Municipal pela Primeira Infanda - PNIPI do 
Município de Conceição dc Macabultl. constante do doeu 
mento anexo. caiu vigéneim até 2034. c adota outras Provi 
dencias. 
O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE CONCEIÇÃO DE MACARU. no uso 
de suas tfiribuiçõeS legais, fax saber que a Câmara Municipal tiprmiOu C ele 
sanciona epromulga a seguinte 
Ari. 1° Fica instituído o Plano Municipal pela Primeira InErincia PM PI de 
Conceição Lie Macalor RI. com vigéncia até 3034. na fisina da anexo. cou￾limne Resolução N° ti 12.2024 de 0710E2024 do Conselho Municipal dos 
- "4ireitos da Criança e do Adolescente. 
Ari. 2°.O Plano Municipal pala Primeira Infância PAI PI de Coriccieão de 
Meedra:R.I. temi, finalidade da proniover o desenvolvimento integral da 
ariano dei) (zero) a b (seis) anos, enquanto sujeito de direitas. de acordo 
com o principio da prOtCção inte!gral à criança. previsto na Constituição Fe￾deral CRU Estatui» da Criança e do Adolescente. 
Art. 3°. São principias do Plano Municipal pela Primeira Infanda - PM PI 
de Conceição de Isticalin?R): 
1. Criança sujeito. individuo. único, com valor em si mesmo; 
Il. A ditietsidude ética. colunai, de neio e geográfica: 
III. A integralidade da criauça: 
IV. A inclusão; 
V. Integração das viseies cientifica e humanista: 
VI. Articulado das ações; 
VII. Aprioridade absoluta dos direitos da criança; 
VIII. A prioridade da atenção, dos recursos, dos programas c das ações 
Para crianças ela situação de vulnerabilidade; 
IX. Dever da Inmilia. da sociedade e do estado. 
Art. 4°. São diretrizes do plano Municipal pela Primeira Infância- PMPI de 
Com:viças, de Maeabuitt: 
1. Ateiiçàoâ prioridade absoluta dos direitos da Ci lança na lei de Dire￾trizes Orçamentaria IDO, no Plano Plurianual - PPA no Orçamento Muni￾cipal; 
Integralidade do Plano. abningendo todos os direitos da criança no 
rtaliCalt) coMunitário e institucional: 
III. Munis:scan 'alidade das 000, com o cuidado pata que. na bar: de 
sue aplicação, junto ás c+ lanças. Sei3n1 Ibrina intestada; 
Valorizacào dos i»0CeSSOS que geram atitudes de defesa. de proteção 
c do pninmção da criança; 
V. Valorização e qualificação dos profissionais que atumn diretamente 
com as crianças ou cuja atividade tem alguma relação com a qualidade de 
vida das crianças de até seis anus: 
VI. Reconhecimento de que a forma como se olha, escuta e atende a cri￾ança expressa o valor que se dá a ela. o respeito que st mu ;ser ela: 
VII. Atuação articulada c cconlenada com Conselho Municipal dor. Di￾reitos da Criança c do Adolescente: 
VIII. Priotia300 de territórios e populações em situação de maior 
vuliterabilidade social; 
IX. Acompanhamento e monitoramento de indicadores relacionados ao 
desenvolvimento impai da primeira infância 
Art. 5°. As metas e as ações do Plaiio Municipal pela Primeira Infância. 
constantes 110 anexo desta lei, versarão sabre os seguintes 
1. Obus:ascom Saúde; 
Educação Infantil: 
III. A Familia e a criança; 
IV. ASSiStélicia Social às crianças c suas (amibas: 
V. Convivencin familiar e comunitária em :monções especiais: 
VI. Do direito ao brincar c o brincar de todas as crianças; 
VIL A criança c o espaço: a cidade em, meio ambiente; 
VIII. Atendendo as diversidades: crianças negras. quiloisabolas e ilidir￾nas: 
IX. Enfrentando as ViOléatiaS Sobre as crianças:: 
X. Protegendo as crianças da exposição à violeneia; 
Xl. Controlando a exposição precoce aos meios de comunicai>: 
XII. Evitandoacidentes na primeira hatância. 
Art. on. As adies linalisticas previstas nage plano sedo executadas de forma 
intimada pelas respectivas Secretarias Municipais. sub a coordenação da 
Comissão Intel:setorial de Implementação c acética° do plano Municipal 
pela Primeira Infância - PMPI de Conceição de Minithutitl. 
Art. 7°. As ações e resultados previstos 'ia Plano Municipal linersdotial 
para a Primeira Infância deverão constar obrigaioriameme nos Planos 
Pluriannais, nas Leis de Diretrizes Orçamentárias e nas leis Oreatnentririas 
municipais no-; exereieros em que o PMIPI estivtir vigente. garentindo recur￾so:: stificienteS â suo implementação c Crbibalja0. 
Art. 8°. O tualer Executivo Municipal assegurará os recursos financeiros, 
materiais e humanos necessários ao ~primemo do plano municipal pela 
primeira InNicia - PM PI. 
Parágrafo único. Os ECIINOS financeiras de que tratam este &Ligo serão 
previstos nas leis orcamendrias das respectivas Secretarias Municipal que 
tem açttes integradas PMPI. 
Art. 9'. • Esta lei entra em vigor na data de sua publicado. revogadas as 
disposições em contnirio. 
Gabinete do Prefeito. 24 de setembro de 2024. 
VALMIR TAVARES LESSA 
- Prefeito Municipal-
aor i 
Alui 211 N" 181 I 25 Seterahro de 2021 
, 
•"-~ 
Oficial 03 
04 
Ano 21 N" 1811 23 de Setembro de 2024 
Prefeito do Município de Conceição de Macabu 
Vali?* Tavares Lassa 
Secretário Municipal de Promoção e Desenvolvimento 
Social 
Marcos Paulo Cordeiro Couto 
Secretário Municipal de Governo 
Marlon Abreu Gomes 
Coordenadora Municipal de Assistência Social 
Aryana Santana cia Queiroz. 
Organizadora do Plano Municipal para a Primeira Infância 
de Conceição de Macabu 
Gloria Santos Rodrigues 
1 
SCCre ;i ti , 
FrOZ)25:$0 n° g SMI 
Oficial 
Ano 211N" 1811 25 dc Setembro de 2024 
05 
Integrantes do Grupado Trabalhocio Plano Municipal 
para a Primeira Infância de Conceição de Macabu, que 
efetivamente contribuiram para a construção deste Plano 
(por ordem alfabética): 
-Aryana Santana - Coorden3do:3 Municip.y sde SOCça 
-DlegO Siqueira — Assistente Adebnistratn.o da Secretana de Promoção e 
Desen,ohtnento Soca 
- Erika Barros Batista Pereira - Lretora de Ater.cão Básica da Secretana Minç-pal 
de Saúde 
-Glaicyarie Outra de Pauta Viana -03nselheira do Conselho Municipt dos ll:lreccre 
Criaina e dc A .olescerce 
-Gloria Santos — lssicáloga da Secretard Munlopa ce Promoção e 
Desenfitinierto Social 
-Jontara •ii a Pinta - Case i ra do Conselho tdon'crpa! dos Diretos da C,frarça e do 
AddeS•>:•nle 
-Lisiane Azevedo Cotitiriho ristaerapeu-,3 cri APAE 
-Marcia Figueiredo Lopes de Castro - BiCioga Secr :ara idunicipa- de
Ambiente 
-Marcos Alves Pinto - Prece:aio( Gera do Muacido 
-Marcos Paulo Cordeiro Couto - semIârio Wancipa) de P:ornoção e 
Desere.ohimento Soc al 
-Mirian Araújo - consCieffa 7..1elar Mun C .1.5 
- Priscila Couto -Corseire-a Tideiar do ttincipio 
-Sarava Ribeiro dos Santos - Pedagoga da Secretaria Misticipa! de Educação e 
Cultura 
-Thaynara &iveira Camarão - Coordenadora ce Planejamento Zi Seco:aná 
P.t.r eco: de Sonde 
Secte.a:la 
Frocsnse 
06 Oficial 
Ano 21 1N° 1811 25 de SeiembrO dc 2024 
47o& rirmo do murkto 
Devesonhem protegida 
Contra os rigores do :empo 
Contra os rigores dP 'ids.. 
Criança tem que ter nome 
Criança tett) que ter lar 
Ter Satide raC ter fome 
Ter segurança e estudar. 
Njo qu9s:ao de querer 
Nem questão k concordar 
Os direitos das crianças 
Todos tôm de respeitar." 
Rua' Rocha Osdireitesdaserianças S.io Paulo:Salaniand:a. 2014. 
C 'M CM 
Sc-cfclaug ,..12
rrozern- no a) si 
P.1257...r. :". il • 
Oficial 07 
Ano 211N" 1811 25 de Setembro de 2024 
Sumário 
' APRESE NAÇÃO E MARCO LEGAL 7 
2 INTRODUÇÃO 9 
3 JUSTIFICATIVA 1 
4 CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO !1 
5 REFLETINDO SOBRE A PROMOÇÃO E DESENVOLVIMENTO 
SOCLAL 3 
5.1 A SEMPDS :5 
5.2 PANORAMA ATUAL :7
5.2.1 OS CRAS i 7 
5_2.2 O PROGRAMA CRIANÇA FELIZ 22 
5_2.3 OS SCFV 24 
5.2.4 O CREAS 26 
5.25 O CADASTRO CiNco DE ASSISTÈNCIA SOCIAL (CADUNCO) E 
PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA (PBF) 28 
5.3 OBJETIVOS E METAS 29 
6 A SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE 30 
6 I D lAGNOSTC O DA SAÚDE NO MUNCÍPIO 31 
6.2 INDICADORES DA SAÚDE 32 
6.3 OBJETIVOS E ME TAS 37 
7 SECRETARIA MUNCIPAL DE EDUCAÇÃO 38 
7.; PANORAMA ATUAL 38' 
7.2 A EDUCAÇÃO INFANTIL 39 
7.3 DIRETRIZES 43 
7.4 CAMPOS DE ExPERÈNC IA NA EDUCAÇÃO INFANTL 45 
7.5 DA PARCERIA FAMÍLIA E ESCOLA 47 
7.6 D ÍVERSDADE ÉTNICA E RACIAL go 
:.; 
08 Ano 21 1N° 1811 25 de Setembm de 2024 
77 PROJETOS EDUCACIONAIS E XTRAC U RRIC ULARES 50 
7.7.i BALÉ 5: 
7.7.2 CAPOEIRA 5 • 
7.7.3 JII.1-JITSU 52 
7.7.4 TAEKVVONDO 62 
7 7 $ TEATRO 52 
7.8 METAS 53 
8 A SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE 54 
8.; PANORAMA ATUAL 54 
8.2 OBJETIVOS E ME TAS 56 
5 CONSELHOS MIM IC PAIS E SOCIEDADE CêJIL ORGANIZADA 58 
. : CASA DOS CONSELHOS 58 
CMDCA 59 
CONSELHO TUTELAR 
ce.-1 APAE 
60 
5.-.5 ÁGAPE 63 
E; MAM 64 
i °AÇÕES DE MONITORAMENTO 66 
' REFERÉNUAS B ISLIOGRAP CAS 74 
:,c,1; r HA i2r/
Prsso n' .for_ 
Ano 211N" 1811 25 de Setembro de 2024 
W
Oficiai 0 . 
. . 09 
1. APRESENTAÇÃO E MARCO LEGAL 
Pr.orizar a itiráncia. no conjunto de inuitasouirw 
demandas, é urna esti-meg:a intelgenie para obter ganhos 
socas e econômicos superiores aos gerado(' por qualquer outro 
investimento. No eitanto. para as crianças, mais importante do 
que preparar O futuro é viver o presente Elas precisam viver 
agora e na forma mais justa. plena e fez Se a !manco. segundo 
c verso Cie Pég0i. é o tempo das sitenciosas preparaçõe, urna 
vez que a criança e o par do Imnem. ela é. igualmente. o agora. 
como peticamentea (reinai Gabrela Itistrat Para elas nãa 
podemos dizer amanhã": seu nome é -hoje-. 
tgacicna: peia PI-antro Irdánaa, 2C; . o 14) 
Compreendemos a criança como sujeito social possuindo capac:dade de 
ação, opáião. interpretação e invenção. Mais que urna preparaç'ão para a vida 
adulta, a condição especialissima dessa fase do desenvolvimento, 
prioritariamente nos anos liam& de vida. aten:le á sua formação de 
personn:iciade, de descoberta e de entendimento do mundo. A primeira infàrcia 
é o periodo da vida do ser humano desde a concepção até os 6 anos de idade 
E:-..tudos cientfficos térn demonstrado que as pnmerras experiências vividas na 
infância, bem como ,ntervenções e serviços de qualidade ofertados neste 
Penedo. estabelecem a base do desenvolvimento 
Portanto assim como afirma o Plano Nacional pela Primeira hfância, ao 
investi- na cnança devemos considerar o vaio( de sua vida presente com suas 
relações, com suas descobertas e realizações, mas também. atender á 
perspectiva do seu desenvolvirnerito com vistas aos projetos futuros. 
Observamos que c Brasil é ir dos paises que iais tem investido na 
aprovação de leis que buscam garantir ás crianças e adolescentes o plena 
exerci:ia da cidadania. A Consfitlição Federal do Brasil de 1992, era especial, 
marca reconhecimento socia, das crianças e adolescentes corno sujeitos de 
direitos. De lã pa-z cá, inúmeras iniciativas evidenciam a importancia de se dar 
a elas o seu devido valor e, ao mesmo tempo. garantir os seus direitos 
fundamentais: Lei n°8.06911990 ECA; Lei no 8.0801:1990 SUS; Lei n°9.394/1996 
!DE', EC n° 59/2009; Lei n° 2.796/2013; Lei ri° 13.005é2014 PNE, Resolição 
CNE/C EB if OS de '7 de dezembro de 2009. dentre outras, 
1 
1 
c.t.ricrit 
scpreta"-
' 454111 prori.g•• • - 
P . 3-1 
• / • 
10 Oficial 
Ano 21 11%1° 1811 25 de Setembro de 2024 
Todo esse aparato legal dá sustentação ao estabelecimento de polticas 
públicas sociais. ate devem efetivar a garanta plena dos direitos das crianças e 
adolescentes. No entanto, o que Vimos acontecer. ainda está distante do que 
elas têm direito e merecem No ano de 2016, vimos ser aprovada a Lei no. 
13 257, resultante do Projeto de i et 6 95)272013, de autoria Frente Parlamentar 
da Primeira Infância, na Câmara dos Deputados. Trata-se do Marco Legal da 
Primeira inffintia que em seu artgo 10. demarca seu campo de abranaência 
quando expressa que: 
Ar? !° Esta te- estabelece principos e diretrizes para a 
formulação e impe/reatas& de poilucas públicas para a 
Prime/ta Pilãw:a em atenção espeoirlomade e ij relev,jnoia dos 
pi.nieiros ano::: de vida no desenvorvimento infantr e no 
desenvaVimentonamaz. 
Trata-se, portanto, de urna lei que tem grande relevzinca para nossa luta 
pela garantia direitos das crianças de até seis anos de ; dade. mas ao mesmo 
tempo em que apresenta in'portantes contribuições para se cnar disposições e 
pautar as polca& públicas pela Primeira hfincia, temos observado que apenas 
as legislações não estão sendo sufrcientes para mudar a condição de nossas 
crianças O seu reconhecimento corno cidadãs é um requisito indispensável para 
que Poihcas Públicas para a Primeira Infancm sejam efetivadas, e para que 
tenham em sua base de formulação o defineamento de ações e programas 
permanentes que garantam ás crianças condições de vida plena e saudável, ou 
seja, que se configurem como Polkicas de Estado, e que se mantenham 
independente cie qualquer goverva. de qualquer partido poliico. Neste contexto 
cabe ressaltar o que diz a Resolução CNECES n°05/2009, que define criança 
'Sujeito nistorrecr de direitos cue. nas interações. 
relações e orar:das 3'I3S qie vrAncia. constai, Sua 
xfãcit:claCie pessoa e - fantas,a. deseja 
aare:}de. obserrc •-• • -• : narra. cuíestiow c constrá 
sentidos soare a rar,ireza e eclode. ff woCiizindo ci:Xurar 
Diante de iodo o exposto, ressaltamos que as propostas apresentadas 
neste documento, envolvem diferentes olhares e expenancias. como é de se 
esperar dentro da ótica do desafio de urna construção coletiva. Lembramos ainda 
ser esse um Plano decertai com reavaliação anual, e que esse Grupo de trabalho 
não se ext nguirá nem será estático, assim como o PMPI também não o é. Novos 
Rcbce. Fts2.&__ 
Ano 211N° 1811 25 de Setembto de 3034 
• r • t..WRO 
Oficial 11 
atores podem e devem ser inseiidos. assim como novas propostas podem ser 
acrescentadas e outras ainda, repensadas. 
Com um desejo enorme de fazermos a diferença prática na vida de tantos 
inclividuos. nas debruçamos em sugestões pautadas principalmente em ações 
em redes. exeicicio fundamental para a efetiva irnpbatação do plano e do 
fortalecimento do protagonismo coriunitáno. com vistas à eficiência das polt,cas 
públicas Desta twma, valorizamos a autonomia, a relação" de parceria, a 
cooperaçáo e a diversidade, incentivando o ,ntercâmbio de idéias e prábcas no 
desenvoMinento das suas atividades. O resultado. se constitui em um texto com 
diferentes recortes crie se complementam, e onde todos os participantes devem 
se reconhecer como atores e autores na construção de uma política integrai e 
integrada para a primeira infância. 
2. INTRODUÇAO 
Poderios constatar que, pesquisas científicas nas Irais vanadas 
disciplinas, vêm destacando o impacto que a fase da primeira infância tem na 
vida e no desenvolmmento integral de um Mivicluo, bem como na fundamental 
importância de se investir m andado ...ciitado para as crianças pequenas. 
Evidências de que, políticas públicas e ações apropnadas são capazes de 
estimular os potenciais de cranças nessa faixa etána, a ponto de influenciar 
positivamente, não somente a infância, como bambei, a adolescência, juventude 
e toda a '‘ida adula, são cada vez riais difundidas e valorizadas, tanto no meio 
acadêmico, como polkico e social corno em iodo. 
O presente Plano munieipat pesa Primeira Infância, tem por objetivo 
buscar reunir priondades de ações dirigidas a cnança de Da 13 anos, no mtnicipio 
de Conceição de Macabu. Essa tarefa foi realizada partindo-se das pesquisas e 
indicadores odstentes e de pnondades já pautadas pot instâncias 
governamentais e da sociedade evl. em espaços de discursaes e de 
deüberações como. por exemplo. os Conselhas. 
Precisamos manter e/ou implementar políticas púbicas que estabeleçam 
prioridades voltadas para as crianças e Suas bintias. em áreas crucias para o 
seu bem-estar fisico, mental emodonal e social, e que se exercite a reavaliação 
comtante da importância dessas ações como realmente eficazes. 
C M.0 Sc 
PrOtte-no 
12 Ofidal Ano 21 Ivisi l 25 cie Setembro de 2024 
Assim sendo, construir um documento que pressuponha a condição social 
da cnança em se:E primeiros anos de '.ida, desde o seu período de gestação, 
reconhecendo essa pequenina pessoa em desenvolvimento coma um ser 
hunano com identidade própria, toma-se un grande desafio. Exercer o 
preponderante papel de facilitador para a formação integral e ética de o todo 
cidadão, é uma missão de suma importância, e que precisamos cumprir da 
merhar forma. Principalmente. quanto as especificidades das crianças, 
precisamos cortecê-Ias. respeita-Ias, e criar as condições para que vivam 
dignamente as suas infancias. 
Segando essa ótica, o Estatuto da Criara e do Adolescente prevê 
direitos para assegurar que todas as crianças brasileiras cresçam em corgextos 
que poss..bifiteni o seu desenvolvimento integral. No entanto, faltam 
oportunidades paia uma parcela sign:ficativa das crianças na primeira infância, 
pnacipaimente as que vivem em condições adversas, afetando o seu 
desenvolvimento como uni iodo. 
Dessa forma o presente Plane prevê a criação de ferramentas que 
focalizam, de forma integrada, diversas áreas e aspectos fundamentais do 
desenvolvimento rilinacxi de cnanças nz: primem infância. Para se alcançar 
esse patamar. torro-se unprescindbel a oferta do cuidado integra' para todas as 
crianças. com intervenções integradas que abranam a saúde e a nutrição. 
ofereçam cuidado responsivo, segsanç a e oportunidades de aprendizado 
Assim sendo, cabe principalmente aos profissionais das redes de saúde, 
educação e assistência social, o compromisso de garantir uni atendimento 
qualificado e intersetorial para apoiar as crianças e suas tangias nesta 
estruturação das bases do desenvoMmento pleno. 
Esperamos ainda que esse documento se desdobre na construção 
continua de um piano de ação dinâmico e vivo, que efetivamente contribua para 
ampliar as oportunidades de desenvolÀrnento integra! das cri anças de O a6 nazis 
em nosso municipio 
C 
cP_ 
Ano 211N" 1811 25 de Serembro de 2024 
3. JUSTIFICATIVA 
Oficial 13 
Apresentar um panorama geral dci município e de sua população. seis 
principais componentes sociais, econômicos educacionais e de saúde, 
perpassando por aspectos de sua área geográfica. bem corno apresentando 
una visão mais detalhada da premência deste trabalho e de nossa pcp..!ação 
alvo, dando a devida importáncia aos pnmenos anos de vida, desde a 
concepção. Para tal, o presente planejamento tem urna projeção para C anos, 
com periodicidade de avaliação. revisão elou atualizição de forma anual. 
4. CARACTERIZAÇÃO DO MUNICIPIO 
O Mureolo de Conceição de Macabu constitui-se do território dos 
Distitos de Conceição de Macaau e tAacabuzinho. que pertenciam a Macaé, e 
cuja NE,tõria estia intimamente Igacio. No arfa de 1619, foram as terras, em 
sesinapas. doadas a agar6 capitães da época que promoveram a cobninação 
do território. compreendido erÉre os nos liapaboana (Manage) e o Macaé 
..•.:qtréj. Chegando a Macaé. em fins de 1632. ai encontraram os jesuítas. 
instalados desde de 1630. numa fazenda que se comptin!-a de engenho, colégio 
e capela. 
A palavra Macabu tem origem controversa, podendo ser da palavra 
initgena mak'aibium, que designava una palmeira de frutos doces, hoje 
conhecida como macaubeira ou como é mais provável, devido a suas fontes 
documentais, ter sido um apelido que os Sete Capitães deram ao rio Macabu, 
quando o encontraram em 7 de janeiro de 1634. 
Depois do ano de 1759, em virtude da expulsão dos jesuias, fez-se a 
redistribuição das terras a eles pertencentes. 
Em 01 de maio de 189;, Conceição de Macabu foi transformada em 
Munrcipio cern a denominação de Macabu Não dtwou muito tal situação pois. a 
29 de atai de '892, fo: Tolamente suprimido corno Municiai°. 
O séci.k. XX for marcado peto grande progresso da primeira metade, 
marcado pela fundação da Usina Victor Sence e da fazenda Modet, Venceslau 
Balo (Rego Barros). O progresso teve reflexos poTicos e Conceiçãode Macabu, 
qunto distrito (IP Macaé, tniu-se ao 10° (1 stritd. Macabtranho, dando origem ao 
atual município de Conceição de Macabu. em 15 de março de 1952. 
?..1 
Frottrse, 
Eut.::.ry . • je4 
14 Oficial Ano 21 1N° 1811 25 de Setembro de 2024 
.0 processo de emancipação foi por plebiscito popular: o primeiro ao Brasil 
e &rico unânime ate hoje. 
O povoarnento e o desenvolvimento do munici?io estão ligados á cultura 
canavieira. Sua expansão econômica contou com rodovias e trilhos da estrada 
de ferro Lenpoldina. que liga a capital ao norte do estado e, dai, ao Espir.:to 
Santo 
O centro urbano de Conceição de Macabu desenvolveu-se à margem 
direita do rio Macabu. A cidade bastante correcida corno 'Cidade Simpatia'', é 
131) luçar com muito verde. cachoeiras, rios, serras e tranquilidade para quem 
,nsita e res;de. 
Popdação estimada 2022 - 2 I 104 
Área da unidade. territonal (kr-i” - 338,260 
Densidade derxgráfica !hab:Icrn2) - 6239 
írrfce de Desermalviinento Humana • 101-1 - 0,7 12 (2010) 
O Produto Interna Bruto - PIB - da cidade é de cerca de RS 434.) milhaes 
de reais, sendo que 52,6% do valor adicionado advém da administração públta, 
na sequência aparecem as participaçõesdos serviços '.38,1%) da agropecuária 
(.5,4c7.,) e da indiktria (4%), 
Com esta estrutura. o 1) 03 per capita de Conceição de Macabu é de R$ 
R,4 ind. valor tiferior à média do estado (R$ 54,4 mil), da grande região de 
Macae - Rio das Ostras - Cabo Frio (R$ 55,7 mil) e da pequena região de Macaè 
- Rio das Ostras (R$ 67.4 mil) 
Cornpe•P,00 cia ronco° par cera:~ ocorro rriècci tem ,c) 
Folie 
•C•••• I, 
"•-•‘•*- •ro - -• rp:r. 1 S'r -24224
n* 
Rubftezi. 31
Ano 211N" 1811 25 tk Setembro de 2024 
Oficial 15 
5. REFLETINDO SOBRE A PROMOÇÃO E DESENVOLVIMENTO 
SOCIAL 
Fecernos afirinar que, muitas das nossas criaNas têm a oportunidade de 
crescer eri un ambiente seguro amoroso e saudável. No entanto, outras tantas 
não têm a mesma oportunidade, vivento em condições destampáveis e. por 
vezes, até mesmo adversas ao seu pleno deserriotvimento. 
Entre os vários fatores de risco importantes para a criança, destacamos: 
o abuso f ico etau a negligência. os diferentes tipos de oposição à 
violência renda insuficiente para suprir as necessidades básicas. usckabuso de 
drogas na famila, núcleo familiar com algum membro que apresente trardorno 
mental de relevante gravidade, entre outros. Toda e qualquer var.ável que possa 
impedir Ou atrinalhar substancialmente essa fase do desenvoMinento humano, 
tende a gerar reflexos de prejtázos por toda a vda. Precisamos compreender 
que todo o ser humarxr tem o direito de nascer, crescer é se desenvokier 
plenamente em um ambiente acothedor, recebendo carinho, atenção. e 
segurança, e que o poder pUbbco e a sociedade, tem o dever de trabalhai nesse 
sent:do 
Para que o fortalecimento de VI:CUbS seja possi,Jel, é necessário que 
pais. cuidadores e iairiiias. sobretudo as mais vulneráveis, recebam apoio e 
orientações e tenham acesso a serviços essenciais, que tenham por objetivo a 
mudança de normas sociais e de comportamentos que normalizam a violência 
contra criarças, promovendo a conscientização acerca da importância da 
primeira infância e fortalecendo capacidades para a prática da parentalalade -
positiva. da disciplina não punitnia e da educação não violenta. (Tipificação 
Nacional de Serviços Socioassistenciais— 2009a). 
Estudos atuais mostram que algumas intervenções findainentais. são 
capazes cie potencializar o desenvolvinento da criança- a relação saiuer com 
seLs familiares, através do afeto, comurácação e esti-nulos, bem como, da 
mesma fn.imra. a efetiva implantação de notificas pffificas que valorizem o rapei 
da familia durante as primeiras semanas, meses e anos, são de suma 
importância, destacando a participação dos envolvidos nos cuidados com a 
Secr,Naii;„ 1, 
Preutso n'Sçá1 
16 
Dano imo
-jus: Oficial 
Ano 21 1N° 1811 25 de Setembro de 2024 
chança. A valor:zação da amamentação, sempre que possível, é outro ponto 
importante. 
Poderios citar ainda como estratégias fundamentais de apoio, a criação 
de inecanismos de orientação aos responsáveis por meio de visitas domiciliares, 
informações educativas nas escolas, o estimuk) á vida em comunidade de forma 
saudável. segura e criativa. Com um trababo q.e vise c bemestar famibar, as 
boas condições ambientais e sociais aliadas a uma rede soda de apoio, 
podc-riosmsiumbrar corrAderávei melhoria da qinlidade de ida dessas crianças 
e sins famlias. 
O azo de brincar também é muito importante no desenvolimento infantil. 
Ao brincar, a cnarna aprende a lidai com as &nações. desenvolve a criatividade, 
as habilidades sociais. psicomotoras e cognitivas. O brincar desempenha um 
importante papel ix desenvolvimento do cérebro, principalmente nos primeiros 
aros de ida. Dentre os efeitos positvos cio brincar, estão: a sensação de 
Lberciade, o estímulo à criai:idade, abidade f ica, habilidade motora, exercicio 
da imaginação, capacidade de observação. interações sociais, relaxamento. 
tolereincia à diversidade. autocontrole. entre outros. 
As atividades lúdicas estimulam a formação de vínculos positivos, bem 
corno as habilidades para atuar em gnipo e competências para enfrentar 
desafios e frustrações. 
Por essa razão, o estimulo ao cuidado e o fortalecimento do afeto ergre 
pais e cuidadores e seus bebéc., é crucial. pois permite que act les consigam 
identificar e responder adequadamente às necessidades das crianças. 
Diferentes estudos mostram etre a interação entre cnançasibebés com adultos 
é a base do de.senvoMmento honro. Esta troca. necessita de resposta e apoio 
entre as pessoas, e quando essa interação adequada não acontece, 
dependendo da seriedade de cada situação, a criança é afetada em diferentes 
aspectos e níveis de gravidade, podendo gerar prejuízos cognitivos, relacionais, 
influenciando seu desenvoM mento. 
Em contrapartida a relação de vhculo positivo possibilita que pais e 
cudadores compreendam as fases de desenvorvimento infantil e os 
comportamentos considerados normais para cada fase, e aprendam a reagir de 
C ry: CM 
EecrétieLa r i 
:1-rnr_v_ n.4C.P.1211 
17 
Ano 211N" 1811 25 de Setembro de 2024 
maneira empática respeitosa e não violenta. adininstrando suas próprias 
emoções frente às necessidades de seus/suas filhos:filhas. 
As famílias con gestantes e crianças na primeira infância estão em 
destaque na Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais (2009) entre 
os públicos pnoritários e a oferta ás brabas, do Serviço de Proteção e 
Atem:mento Integral â Fama (PAIF), do Serviço de Convivência e 
Fortalecimento de Vhculos (SCFV). 
Além disso, é importante que o CRAS, no âmbito do PAIF, incentive as 
faritias a viverciar a troca de experiências e a acessar novos aprendizados, 
desenvolvendo ações de apoio que estimulem o fortalecimento de viacuios 
fanifiares e comuntarios. 
5 ! A SEP.IPDS 
Dentre dessa perspectiva de busca da integração familiar e comunitária, 
o municpio de Conceição de Niacabu aderiu, no ano de 2021, ao Programa 
Criança Feliz. Com o advento da pandemia de Covid19. o inicio dos trabalhos, 
na prática, só se deu no inicio de 2023, com a contrataçãci da equipe que, após 
capacitação, iniciou as visitaçães sistemáticas às farniias vulneráveis que se 
enquadravam no perfli do Programa, com vistas ao acolhimento, orientação, 
estimule e apoio dessas crianças e seus núcleos Familiares. 
A Secretaria de Prornoç.ão e Desenvolvimento Social de Conceição de 
Macabtt (SEMPDS), assim como ocorre em todos os municípios, é de 
fundamenta! importância, sendo uma das mais requisitadas dentro de qualquer 
gestão Atualmente sob o comando do Sr. Secretário Marcos Pauto Cordeiro 
Couto, tem a Sita sede na Rio Jose Augusto da Silva, 57- bairro da Vila Nova, 
adjacente ao Cenvo da Cidade e bem pf04010 à Prefeitura sendo, portanto, de 
fácil acesso. Conta com uni quadro técnico composto por assistentes sociais, 
psicólogas nutricionista, advogada e psicopedagoga, além de todo o pessoal de 
apoie. 
Como atribuições inerentes à Secretaria podemos destacar 
• Promover a execução de programas de especfficos da Assistência Social, 
com o planejamento e o estabelecimento da polftica de atuação, 
estratégias. diretrizes e critérios de prestação de assistência social e 
C:2CM 
Secre:(25,,Ha j
n° IL)142 
.1u-1 
18 Ofidal Ano 21 IN" 1811 25 de Setembro de 2024 
promoção do bem-estar de toda a população e, em especial, da 
população mais vulnerável. 
• Estimular o desenvoiumento das potencialidades do trabalho individual e 
comunitário: 
• Coordenar, controlar e avaliar as atividades de assistência prestadas por 
instituições da comunidade- que recebem subvenção ou auxlio da 
Prefeitura Municipal, 
• Prestar assistência à população vulnerável do Municbio; 
• Elaborar planos de estudos e levantamentos que mantenham o poder 
muniepal atualizado sobre os aspectos sociais do Munictio: 
• Desenvolver tiabalho, eventos e outros projetos visando a integração e 
formação devi-raios familiares e comunitários: 
• Formular politicas, fomentar e apoiar projetos e ações que incorporem 
atividades fisicas, esporte e lazer aos hábitos de vida saudável da 
população; 
• De.senvotver r coordenar pofficas públicas especiais com foco para a 
assistência as mulheres. a juventude e a di‘ersidade, visando promover 
ações que permitam o acolhimento e o desenvolvimento desse público: 
• Valorimr, estimular, e apoiar iniciativas da comunidade voltadas para a 
solução de problemas locais pertinentes à Secretaria, 
• Promover, articular e atuar integralmente com unidades Municipais, 
Estaduais e Federais, voltadas para o desenvolvimento social: 
• Promover articulações e entrosamentos com outras entidades, públicas 
ou privadas: 
• Desenvolver camparbas específicas visando o audio a 
comunidacielpessoas varina& de eventos climáticos intensos oa outros 
eventos adversos de maior importância; 
• Proninciar-se sobre pedidos de atcalios. subvencões ou contribuições a 
serem comedidos pelo poder Municipal ás entidades de assistência social 
ou filantrópicas; 
• Trabalhar em articulação com a Secretaria de saúde no gte diz respeito 
saáie pública: 
Ano 21 N" IN] E Seeitibro de 2021 
Md° 
. }A Oficial 19 
- - e11•111•111111re: 
• Estimular a organização e a participação da comunidade no 
levantamento, discussão e solução de problemas relacionados com a 
Promoção Social da Prefeitura Muncipal; 
• Coordenar e prestar suporte aos Conselhos e Fundos Municipais: 
• Prestar suporte ao Conselro Tutelar, 
• Coordenar programas como o CadUnico e Cnança Feliz 
• Oferecer assistência integrada á mulher, á chanca, ao adolescente, à 
pessoa idosa, .i pessoa com deficiênca e a todo aquele(a) que necessite 
de apoio social, em sio mais diferentes formas. 
Como organização governamental. a SEMPDS é composta no momento. 
pebs seguintes equipamentos sociais: 
- 01 Sede da Secretaria, onde funciona toda a gestão e planejamento da 
SEMPDS e do Programa Bolsa Farniia (PBF) no municí)io. 
- 03 Centros de Refeiérxia em Assistência Sono; - CRAS 
(CRAS Central. CRAS Rhodia. CRAS UsMa); 
- 0-1 Serviços de Convivência e Fortalecimentos de Vincubs - SCFV 
Edemir vidas. SCFV Rhodia, SCFV SIA° Soares Tavares, SCFV Usina); 
- O Certo de Referência Especial em Assistência Social - CREAS 
- 01 Núcleo de Acoilmento para a Infância e Adolescência - NAlA 
-01 Sede do Conselho Tutelar. 
- 0• Casa dos Conselhos, onde funcionam: o Conselho Municipal da 
Criam: a e Adolescente (CMDCAj: o Cort.ellb Municipal da Pessoa Idosa 
ICMPI), o Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS); o Conselho 
Municipal da Pessoa com Deficiência (CMPD). 
5.2 PANORAMA ATUAL 
5.2. 1 OS C RAS 
Por definição, os Centros de referência em Assistência Social - CRAS-, 
são unidades de proteção social basica do Sistema único em Assistência Social 
- SUAS-, que têm por objetivo, 'prevenir 3 ocorrência de situações de 
viiinerabiliciades e riscos sociais nos territórios por meio do desenvolvimento de 
CMCM 
7C5 
fML 
el 
20 Oficial 
Ano 21 1N`' 1811 25 de Setembro de 2024 
potene.iandades e aquisições. do fortalecimento de vínculos familiares e 
cornumlános, e da ampliação do acesso aos direitos de cidadania" (OsiertaçOes 
Técnicas Centro oe Se144nc .;de ASSiSIÈriC:,3 See."13- — CRAS; bfinistèno 3o Des • erobárnento 
SOCol e Corbate à Fon-e - ' eo - 8;si a. Ministério .}) Desemommentc, Socd e comnate 
à Fome. 2009. -p.09.). 
Seguindo o cj.ie preconizao SUAS buscamos, dentro da realidade de 
nosso muníc o, apoiar nossos mtxtipes em suas valnerabilidados, 
promovendo um atendimento que priohza a escuta qualificada. procurando 
identificar as demandas, limites e potencialidades especificas de cada famia. 
Dentro deste conte)do e diante da grande diversidade de ações que os 
CRAS executam, destacarerms aquelas que apoiam a faixa etária da primeira 
infância (0-6 anos), seja direta nxiiretamente ou transversalmente: 
- O Grupo de Gestantes, conta com a participação de técnicos da 
SEMPDS e de outras secretarias convidadas, trazendo sempre dicas 
importantes para a mamãe, seu bebé e sua famiia. 
Fc.tc. 4 Ri>1. ccave-sa c"er r Pies:J tas P-ETPelai Geando Vidas 
- Benefícios Eventuais 
"Os Bei -ficros Eventuais visam o atendimento imediato de necessidades 
humanas básicas decorrentes de contingências sociais, Cu seja, situações 
inesperadas. 
iféf Q. h 
4o 
• I' 
Ano 211N" 1811 2$ de Setembro de 2024 Oficial 21 
-Este, beneficio ê ofertado pelo inunici-Áo e pelo D:stiito Federa nas 
sa,.:ações de 7.ascimento, morte, vulneiabilidade temporana e de calamidade 
Todas as famlias que estejam passando por grave iânerabilidade. 
incluindo as rantilias com crianças de O á E: anos, tem o direito de receberem 
algum tipo de beneficio eventual para suprii aquela necessidade urgente. 
Especificamente em relação aquelas com membros dentro da faixa etária 
de nossp público alvo, destacamos: 
O Beneficio Eventual Natalidade (Kit Boas Vindas"), que consiste em 
itens utilizados por bebês em seus primeiros meses de vida, sendo fornecidos 
para as gestantes em situação de vulnerabilidade, inscritas no cadastro Único 
da Assistência Social (Cadimo) e no CRAS de sul área de abrangência 
-4 
Fc:c-3 At. Klid4r oe 0,:aTenke, em Gr-po do Gesurges. n, :yrazyr :300 
e er rega* )4: aUs VnWst,sr? D:»5 p3?7.4 za-tes 
O Benefício Eventual de Alimentos. constitui-se em uma prestação 
ternporana, em alimentos, para reclkdr a vulnerabilidade provocada pela fafta de 
condições socioeconómicas e ctO ocorrência provoca riscos e fragilim a 
manutenção do int:In/buo, a twidade da tainha e /ou a sobrevivência dos seus 
membros, incluindo nossas cnanças. 
nPuro.j.j.;;;:cs 
C MC 
s.v.:145(2_
108
:.1 
EliM o
22 Oficial Ano 21 IN' 1811 25 de Setembro de 2024 
Somente no perbdo compreendido entre julho de 2022 e junho de 2024, 
foram disponibifizadas 4.350 (quatro mr: trezentos e cinquenta) cestas básicas a 
fanaras vurerávezs Devemos ressaltar que. a oferta deste beneficio, depende 
de critérios de aval:ação socioeconómica e da disponibilidade nr,) momento 
Fe>20 4. ateNè sia COEn vuher3b1430f 
O Programa Municipal Leite Cidadão.. ama parceria entre a SEMPDS e 
a Secretana Municipal de Educação. e visa disponibifizar 02 (dos) Pios de leite 
por semana para cada criança entre O e 6 anos inscritas no Calinico e que 
preenchem os critérios sociais para integrar o Programa. 
O Benefrio Eventual Aluguel Social, é o acesso provisório a una 
residência, sendo preconimdo no Sistema Único da Assistência Social —SUAS. 
por perlado especificado em regulamento local. Fo: criado para a proteção ern 
momento de ocorrência de evento inesperado, e que necessite resposta 
provisona rápida. Este tipo de beneficio favorece diretamente as crianças 
pertencentes â primeira infância, e cuja as farnilias se encontram em iminente 
vulnerabilidade habitacional, assim como ocorre com o Beneficio Material de 
Construção. 
C 
Fxbrcr.-.7 - 
Ano 211N" 1811 25 de Setembro de 2024 
CRAS 
Central 
CRAS 
Usina 
Total 
Ctral 
Tabela 1: 
Aterdi mentos nos Certos de Referência em Assistência Social - CRAS 
- período de 01 de julho de 2022 á 30 de junho de 2024 • 
To:at 
Fannhas 
alendidas 
1 
46 Farinhas 
Com 
Crianças de 
O a• anos 
t_..
Fannnas 
piar .;.olu 
cliatios de 
(a 5 anos 
i•i- -- - - 
Ctiança.s de O Maes Kns de 
a 6 anos mseinlai net bati 
inseridas no Grui* de enminies 
Piciçirama Gestantes 
Leite
- 135 1
. 113' 
I 
1 
I 
1 
1 
1 4
2,52S 2? I e 9t : -:l •• 31
e , t:l7t 4W ‘ :S 
••• C4,4.1,111.3 4r.2. as 
'OES: Dados tt Itec :ldS 5: respor Coorztenapies de Ca.:3 CRAS 
Gráfico 1 
ATENDIMENTOS - CRAS 
23 
Re5r:t2 
24 Ano 21 1N" 1811 23 de Setembro de 2024 
5.2.2 O PROGRAMA CRIANÇA FELIZ 
O Programa CriaNa Feliz (PCç), criado especificamente para o 
acompanhamento da primeirissiina infância. ou seja. a fase de vida 
compreendida entre o periodo da gestação até os 03 anos de vida. No momento, 
o PCF acompanha 107 crianças (sendo una com deficiência) e 4 ! gestantes. O 
foco são crianças e gestantes que estão em un contexto de vulnerabifidade. Nos 
casos de cnanças que vivem com algum tipo de defidéricia, esse 
acompanhamento se estende até os 06 anos de idade. Através de kit&tas 
do:niciliares e trabalhos realizados dentro dos CRAS,.a equipe do PCF busca 
fomentar a inteiação. o afeto e o vinculo intrafamiliar, seja através de orientação 
e atixrdades educativos para a faia, em especial para a mãe, seja com 
estimuiação e exercidos bdicos para os pequenos O PCFtainberri procura ser 
una ponte, não somente com os equipamentos sociais como também com 
outras instancias, como Sat:Iile e educação 
FOTO 1: EVOR •ealwxto CP1. -,ACNen• :,,tmer:e de MA> 
Ano 211N" 1811 25 de Setembro de 2024 
E. 
Ftto Ezur.e O.: PCI desenVcívenCa*:,-.'"D:.'“linbiaçae 
Quantidade de visitas realizadas pela &ripe do PCF nas residências de 
criarças e gestantes assisbdas pelo Programa, descritas por área de 
abrangêncizi de cada CRAS: 
ÁREA CRAS RHODIA: 26 BENEFICIARAS 
ÁREA CRAS USINA: 37 BE NEFICáR1AS 
ÁREA CRAS CENTRAL: 82 BENEFECIARtAS SENDO 41 
BENEFICIÁRIOS DE ZONA RURAL 
Até c junho de 2024, o PCF tem acompanhado 107 crianças, Como 
descnto abam: 
Quantidade de criançasacompanhadaspelo 
PCF 
• ...reli. 
ags. Todos os dados fornecidos sob a responsabdrclade d Coo/Vent-30d° 
~rama Criança Feia. 
25 
.F. ::r.:c.:t'50 n' 3-10512 4 ill 
26 * Ano 21 1N' 1811 25 de Setembro de 2024 
Err relação ao gmtt de instrução da mãe OU do responsável pelo cadastro 
e acompanhamento da cncn; a danante a Vsta da equpe cio PCF. 
Escolaridade dos Pais 
ENSINO ENSINO E•INND MEDO ENSINO MÉDIO SUPERIOR 
FUNDAMENTAL FUNDAMENTAL thICOmPLETO COMPLETO 
INCOMPLETO COMPUTO 
Ons: Existem far inas com mais de uma criança acompanhada pelo PCF 
5.2.5 OS SCFV 
Os Serviços de Convivência e Fortalecimento de Veiculo& (SCFV) fazem 
parte da Proteção Social Básica do SUAS. sendo ofenaclos de forma 
complementar ao trabalho social com farniias realizado por meio do Serviço de 
Proteção e Atendimento integral às Familias (PAF , e do Serviço de Proteção e 
Atendimento Especializado às Farnlias e Indivíduos (PAEFI). Todos os SCP/ 
realizam atendimentos em grupo. São atividades artisticas, culturais, de lazer e 
esportivas, dentre outras, de acordo com a idade dos usuários. São formas de 
intervenção social planejadas que crias situações desafiadoras. estimulaixio e 
orientando usuános na construção e reconstrução de suas histórias e vivéncias 
individUais, coletivas e familiares. 
Os serviços tém como objetivo, fonalecer as relações familiares e 
comunitánas, além de promover a integração e a troca de experiências entre os 
participantes. valorizando o sentido de vida coletiva. 
C C 
Secç.:Nada 
Procaea 
- I
Mio 211N° 1811 25 de Setembro de 2024 
Oficial 27 
Os SerViço.s de Convivência e Fortalecimento de Vinculos possuem urn 
caráter preventivo. pautado na defesa e na afirmação de direitos, e no 
desenvolvimento de capacidades dos usuários. Nessa perspectiva, essas ações 
têm grande repercussão lu Ada de nossas crianças, à medida que seus pais ou 
responsáveis e famikares recebem apoio para alcançar urna melhor qualidade 
de vida, seja através das oficinas de formação para o trabalho finanicure, 
barbeada. confeitaria e artesanato), seja através de atividades de informação e 
reflexão, ou até mesmo de momentos lúdicos e de interação.. tão necessários a 
sai:de reica e mental. 
Foto 5; E:erto do Pest3 Anna ro scnt as Rtioe'.3 
Foto C' nade Arsianato SOt ;re 
c ;A 
Sezsa ta 0, 7 _ 
Pfoctstso n /45113.
1
i4§. 
Diário
28 d211 \no 21 I NC 1811 25 de Setembro de 2024 
1 
t, otc. 7: At......,adede kong..irmmo.n., 
Foto 5. Of.ena de Baroxam no SCPV R.oca. 
5.2 4 O CREAS 
O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CfREAS) è 
uma uridade pública da poltica de Assistência Social que busca oferecer apoio 
e orientação às famlias e indiviluos em situação de risco pessoal efou SOC;431 
por violação de direitos 
Sacr.7.302 
Pf^ocau2o rr>_44 
Ano 211N° 1811 25 de Setembro de 2024 Oficial 29 
Em situações excepcionais. o CREAS também pode oferecer os 
beneficios eventuais que normalmente são disponibirizados através do CRAS 
como, por exemplo. o beneficio eventual de aluguel social. 
O pcitilico atuo do CREAS são crianças, adolescentes, jovens. mulheres, 
pessoas idosas, pessoas com deficiénea. e toda a pessoa ou grupo familiar que 
vivenda situações de ameaça e violações de direitos por ocorrência de maus• 
tatos, vioiência fisica, psiauica e sexual. negl;géncia, exploração sexaal, 
abandona, ameaças. discriminação em decorrência de orientação sexual e/ou 
raçaietnia. situação de rua ou outras formas de stt.rnissào a situações que 
provocam danos e agravos a sua condição de vida e os impedem de usufruir de 
autonomia e bem-estar. 
As pnncipais ações da Equipe Técnica do CREAS são a acolhida e a 
escuta quifificada irxtvidual. varaacla paru a identificação de necessidades de 
individuos e %raias; visitas domiclfiares; atendimento sócio fainikar, 
acompanhamento do indivíduo &ou (anão e encaminhamentos para os 
serÃços, programas e projetos ofertados pelo governo federal estadual e 
municipal 
Fotai k-cla né"."4—....sacretiuiros CREAS 
:.; 
ir 
./.3Á 
30 
oficiai
Ano 21 1N° 1811 25 de Setembro de 2024 
Tabela 2 
Atendimentos nos Centros de Referência Especializado em Assistência 
Social — CREAS 
- Período de 01 de julho de 2022 á 30 de jurdx1 de 2024 - 
ANO 
Ate ndint e ntos 
relacionados a 
crianças de O a C. 
anos no portento 
Int? 'dados : to23 ¡dados 2e24 Works Tul AL 
ro!erados a do ano todo) c o!ctados ate o mn 
par" do met de de jimbo! 
01 06 06 13 
OBS: Dados fornecidos sob a responsabilidade da Coordenação do CREAS no me:piarmo. 
5.2.5 O CADASTRO ÚNICO DE ASSISTENC1A SOCIAL 
%CADÚNICO! E PROGRAMA BOLSA FAhlit.I.A(PBF) 
O Cadastro Único é tárn re95110 qte permite ao governo saber quem são 
e como vivem as tardias de baixa renda no Brasil. Ele foi criado pelo Governo 
Federal. mas é operacionalizado e atualizado pelas prefeituras de forma gratuita. 
É a porta de entrada para a concessão dos bereficios do Programa Bolsa 
Famlia. do Pé de Meia, da Tarifa Social de Energia Elétrica, entre outros. Além 
disso, ele também sente como criténo para a seleção de beneficiários de 
programas oferecidos pelos governos estaduais e municipais. 
Tabela 3 
Atercirnemos r O Cadastre Único de Asstszéocia Socialttalor,:exa Proç-arna Bolsa 
En ía (PBE) 
Total de 5 9l.f: famílias atendidas 
PeMdo de 01 de julho de 2022 à 30 de junho de 2024 
Conceição 
de 
MacabiARJ 
. TOtal de 
. farnêlaS 
‘adastradas 
no CadUntoo 
e que 
• elero.famente 
; recebem o 
BE 
r es ;dente s 
no munt.: Mio 
de 
Farrunas 
beneficiar tas 
do PBF. doe 
possuem 
niernbro, 
crianças de O 
a e anos 
?amibas com 
LIS tia i rOS 
benencrarios 
do BPC. e que 
frissnem 
membros 
crianças de') a 
e anos 
enancas de 0 a e.- 31105 que 
possuem o &PC 
'2924 1 032 1.361 i 10 
L .. ..... .. . . 
Lnends oi , e-coze 
.too 13PC Pessoa ~ . 7d-climae Nssoat:ila 
OBS: Dados fornecidos sob a responsabilidade da Coordenação do CadiiincoiPBE no municano. 
C o 
---------
Ano 211 Ni' 1811 25 de Setembro de 2024 Oficial 31 
Quanto a totalidade de beriefiCiários do PBF no municipio, observamos o 
seguinte grau de escolaridade do responsável familiar: 
e 
cfr ed. 4.fr.
cit c, g 
A,"
t 4 *
;4' e .c.sr 
c„,• tf. er 
.s,/ 4.
5.3 06JETIVOS E METAS 
Nosso objetivo, corno fator principa!, está na busca pelo aprimoramento 
das ações voltadas para a fahm etária da primeira infama, tendo em Nasta o 
recortecimento da importáncia primordiS dessa fase da vida rumam para o 
pleno desenvolvimento fisico, mental e social do individuo. 
Para tal, percebemos que, pnmeim, mente, devemos sistematizar 
instrumentos de registros de dados mais ágeis e concisos, além do treinamento 
para utilização dos mesmos para que, a cuMsimo prazo, possamos coletar 
dados de forma mais eficaz, a fim de evitarmos as subnotificações. 
f:t> 
32 Ano 21 IN" 1811 25 de Setembro de 2024 
Como metas. destacaremos: 
▪ A impiarttação de projeto Municipal de Transferência de renda; 
A implantação de Senriço de Acolhimento em Farnira Acolhedora, 
▪ A criação da Colônia de Férias para a primeira Infância; 
ir A ampliinão e consolidação do Programa Criança Feliz no municj:do; 
▪ A ampliação da oferta de oficinas que visem a geração de renda: 
• Realizar campai-ias visando a participação popular para o fortalecimento 
dos Conselhos de Direito e, em especial, do Conselho Municipal dos 
Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA): 
• Implantação de um SCR/ n dstrito de macableanho; 
▪ Implantar um sistema municipal de coleta de dados relacionados a 
assistência. de forma Online, simples. rápida e sucinta, afim de gerar mais 
agilidade e presteza nas informações 
6. A SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE 
Da mesma forma que o Plano Nacional, a proposta do Plano Muisapa! da 
Primeira Infanda de Conceição de Macabu - RJ, em relação a saúde, "apoia-se 
soore o direito universal de acesso à saúde. entendida em seu conceito mais 
amplo, que ermalve reconhecer o ser fxrrnano corno ser :Negra! e a saúde corna 
qualidade de vidas. 
Todas as legislações estudadas deixam claro que os direitos básicos à 
saúde da criança estão relacionados a garantir plenas condições de nutrição, de 
desenvolvimento e de proteção. Para isso, conforme o PNPI, as diretriws das 
pol cas públicas precisam estar apoiadas em ações transversais e integradas, 
operacionalizadas em todos os niveis de atenção, desde a saúde básica, o 
atendimento pré-natal o parto e o puerpèrio. até o acompanhamento do 
desenvoMmento da criança, bem como os serviços especiaázados. 
tatues measn'to de nasce:. torves iraremos e erremos já 
podem innov-Ka• a saciei? t teaé. .40 nascer. a riança 
Comptetatrne dénendenre oro arrPielre humano e fisco que 
aMpare e a areóág de manega ariropdaca' à6 suas recesSiddCleS 
aSiCaS e emocionais b nexistència OU precariedade dessas condições 
acasreta açora grau: cc4secuênctas para sua saúde física e 
enerwr (eraSn PM0t. p, 31) 
1 
tewc.af 
'Procaso 
Ano 211N" 1811 25 de Setembro de 2024 Oficial 33 
Assim. o que o município se propõe é transversafizar as ações, 
operacionafizando-as em todos os níveis de atenção, desde a saúde básica, 
incluindo o atendimento pré-natal, o puerpério. até o acompanhamento do 
desenvolvimento da criança na atenção básica e nas serviços especiabzados. 
6. : DIAGNÓSTICO DA SAÚDE NO t. IUNIC [PIO 
A Secretaria Muricipal de Conceição de Macabu é habilitada como 
Gestão Plena em Atenção Básica. possui una coberttra de 100% da população 
atendida pelas Equrpes de Saúde da Fornira (eSF), com um total de 0e. equipes, 
sendo 04 equipes com médicos 40 horas bolsistas do Programa Mas Médicos 
do Go‘erno Federal porém, as eSF 's da zona urbana dão cobertura á população 
da zona iurS com as unidades de apoio, as demais possuein médicos de 20h. 
Possu. 05 equipes de saúde bucal para o atendimento, sendo 3 equipes 
de 401 e duas de 20h Ternos dentro das IJBS, além dos profissionais da eSF, a 
equipe Mu!IrOrofissionat Estratégica com os seguintes profissionais: Psicólogo, 
Pediatra, Assistente Social, Nutricionista e Vetennário. Contamos com a Rede 
de Atenção Psicossocial com 01 CAPS ;Centro de Atenção Psicossocial), sua 
equipe é composta pelos seguintes profissionais: Psicólogo. Médico Psiquiatra, 
Assistente Social, Enfenneiro, Cuidador e Facilitador de Oficina. 
Temos um centro de especiahdades que conta com. ginecologista, 
obstetra, endocrinologista, cardiologista, ortopedista, nutricionista, pediatras e 
cleanatologistas. 
O certo também conta com una sala de vacinação de rotina e serviço de 
Viagem neonato' que realiza a BCG e os testes do olhinho, lirguinha, 
coraçãoznba, orelhinba e peznbo, além de prestar assistência sobre O 
aleitamento materno e ofertar laser-terapia nos casos de traumas mamilares e 
reparo teciclual redução cia dor associada à amamentação, redução do edema 
nos casos de ingurgitamento mamário, estimulação de glândulas mamárias para 
aumento da produção de tete. 
' C.1 
40. 
Múlh o
34 OfiCial Ano 21 1 N. 1811 25 de Setembro de 2024 
Conceição de Macabu conta com urna clinica credenciada dentro do 
município com at seguintes especialidades médicas: urologia, oftalmologia, 
alergologia, angiologia, otorrincilaringologia e neurologia. 
Possulmos unta Farmácia Básica Popular com uma Central de 
Armazenamento de Fánnacos (CAF) 
O municipio conta com I.1111 Centro de Reabilitacão que oferta serriços de 
Fisioterapia e Fonoaudiologia, inclusive domiciliar. 
O Hospital Municipal Ana Moreira, conta com 19 !eitos distribuidus em 
cliiica Médica e 2 leitos de psiquiatria. Oferece os seniços de Laboratório, Raio￾X, E.C.G, marcação de consultas, internação clinica e pequenas cirtrgias 
(retirada de sinais). 
nova undade hospitalar está sendo construda. com toda a sua 
estatura atendendo as normas vigentes em RDC-50, com previsão para entrega 
no segundo semestre de 2024, onde o mesmo terá sua qtanfidacle de leitos 
amptiada para 50 
O municPici possu 51 Agentes Comunitários de Saúde e 19 Agentes de 
Endemias 
6.2 INDICADORES DA SAÚDE 
indte de Mortalidade Infantil no primeiro ano de vida é considerado 
mundialmente tiin indicador de qualidade de vida e desenvolvimento da 
população. 
o ri 
Sescr,,-Jra,
Prczcflso 
Ano 211 NI' 181 1 25 de Setembro de 2024 35 
Indicadores de Mortalidade - Valores Absolutos - Rio de Janeiro 
Obitos infàntis segunda Munic o 
*Acres s as, em 24 O7;2024. e ssessaact. dados mais recentes clis ponebactoclos. 
Esse gráfico mostra em números absolutos o inlicador de mortalidade. 
Não conseguimos ter acesso separadamente ao indicador por mortes evitáveis 
quese trata de um agravo ou situação, previsível pela atuação dos serviços de 
saúde qte incidem, provavelmente, quando o sistema de saúde não consegue 
atender as necessidades de saúde e seus fatores determinantes são frágeis a 
identificação e a intervenção acertada. 
Com base em dados do Sistema único de Saúde (SUS) este indicador 
não aponta a proporção de mortes que poderiam ser evitadas com ações mais 
eficientes de imunização, assistência a gestantes e ao recêm-nascido, melhores 
condições de parto. diagnósticos e tratamentos mais precisos ou ações de 
promoção da saúde. Esta taxo deveria ser zero. Qualquer número diferente disso 
significa oue falhas provocaram a morte de cnanças. Atuar nas causas evitáveis 
é, por definição, a única maneira de reduzir a mortalidade infantil. 
Conforme dados e informações levantados peta equipe, o principal 
destaque para a inibição desse fenómeno é o acompanhamento de Puericuitui a 
O ri! 711 
Lget 
1-Zub:Ctz_.41---'S's :ta 
aki o
36 :--Lt 3 Oficial Ano 21 1N° 1811 25 dc Setembro de 2024 
que consiste em um acompanhamento periódico visando a promoção e proteção 
da saúde das alanças e adolescentes, sendo possível identificar precocemente 
qualquer distúrbio de crescimento, desenvolvimento f ico e mental. nutricional, 
dentre outros, compreendendo a criança corno um ser em desenwiMmento com 
suas particularidades, a puericultura é realizado pelas equipes de Saúde da 
Funiiia e Pediatras do munic io, a fim de garantir a assistência em tempo 
oporturo e com qualidade. 
Em Conceição de r(lacabti. na primeira infância (O a 6 anos) temos 1.523 
crianças com a seguinte distribuição entre as faixas etárias: 
'Aoe ;sada em 24.'0712024 esses soos dados mais recentes dis ronibilizados. 
• PERCENTUAL DE COBERTURA VAGINAL 
imunizações - Cobertura - Brasil 
Pema. PralOrNe.'C•, Po•Torteliter •1 ano; Itral Dl segundo Murgnplo 
Palrar : • o c, : 
un:dwo 3 eneeatst: ,‹ 
.L.:4 
r 
RL 1'114512. ' ,1,97 
Ano 211N° 1811 25 de Setembro de 2(124 37 
• .. • .0... 
'Ate: s aoo em 23a)72024, esses s ão o s dados mais recentes dis ponibilizados. 
Outra ação realizada pelo municrpio é a imuização que è a aquisição de 
proteção imtrologica contra uma doença infecciosa. Prática aue tem como 
objetivo aumentar a resistência de uni indivíduo contra infecções e é 
administrada por meio de vacina. O municiplo junto ao órgão resportsávei 
garante todas as vacinas do Calendano wicinal desde o nascimento, faciftando 
acesso ao serviço, adenndo as campanhas assim garantindo a imunzação 
coinVeta dessa criança. 
Considerando que a qualidade de saúde da criança na primeiro ano de 
vida está diretamente associada ao perbdo gestacional o munictrio reatin todo 
acompareiamento técnico e oferece orientações ao longo dos meses de 
gestação. A pe.rtir do nascimento da cnança, após a alta hospitalar, puérpera e 
RN recebem a visita da equipe de ESF para avaliação. orientação e confiriuiclacle 
do acompannamento. 
Taxi de gestantes que realizaram 7 consultas ou ireis de Pré-Natal: 
79,32% (1°quadrrmestre de 2024) 
1?‘5-12_fi 4,1
1'9 
38 Ano 21 I N" 1811 25 de Setembro dc 2024 
O pre-natal é realizado em todas as Unidades de Saúde do municipio nor 
Médicos e enfermeiros, bem como os exames laborato h'ais e testes rápidos para 
as infecções sexualmente tmnsmissiveis (sífilis, hepitite B. hepatite C e HW), 
tendo corno protocolo a realimçâo rxa 1°, 26 e 13° trimestre. Com isso, 
comegairnos zerar a taxa de sillis congértta nos anos de 2022 e 2023. 
A realização do pré-natal representa papel fundamental na prevenção 
e/ou detecção precoce de patologias tanto maternas cirro fetais, permitindo um 
desenvolvimento saudável do bebé e reduzindo os (IS s da gestante. 
A partir do momento qte a muther é identificada 'orno gestante ela passa 
pela primeira consulta de Pré-Natal com a Enfermeira a equipe em que ela está 
vinculada, nesta consulta é solicitado todos os exame laboratonais do primeiro 
trimestre e agendado para coleta. 
sokcitado, realizado e avaliados os 4 
testes rápidos (HW, Sfilis, Hepatite B e 
C), avafiado situação vacinar e se 
/1 -I necessáno administra-se o • 
imunobiológico, realizado classificação 4.44.101
de nscogestacional e agendada próxima 
constifta de pré-natal com o medico da 
famba. As consultas subsequentes 
seguem o calendário de consultas da 
OMS que recomenda que sejam realizadas no mismo seis consultas (uma no 
prime:ro trimestre da gravidez. duas no segundo e três terceiro), sendo ideal 
• 16.f_l_Qcs 
r • 421 
• I' 
Ano 211N° 1811 25 de Setembm de 2024 Oficial 39 
é que a primeira comuna aconteça até a 123 semta de gestação, seguindo com 
as consigtas mensais. 
Entre a 34a e 383 semanas, o indicado seria uma consulta a cada dias 
semanas e, a partir da 383 semana. corsulas quinzenais. 
A avaliação odontologica também é reaUzxJa após a primeira consulta 
com a enfermeira, que encaminha a paciente pam a equpe de Saúde Bucal. 
As crianças são sujeitos de direitos e devei» ser tratados com pnondade 
nas polfticas de saúde 
O Sistema Único de Saúde (SUS; alinhado com o Estatuto da Criança e 
do Adolescente (ECA) tem o dever de promover o direito à vida e à Saúde de 
crianças, mediante a atenção integral à saúde, que pressupõe tanto o acesso 
un:versal e igualitario aos serviços em todos os ambitos de atenção, quanto o 
cuidado da criara na sia integrafidade. 
Nos 'Amos anos, evidências cientfficas apontam para a necessidade de 
ações voltadas não apenas para a sobrevivência e o crescimento infanhl. mas 
também para o pleno desenvolvimento na infância 
6.3 OBJETIVOS E METAS 
META 
1. Alcançar 95% de cobertura vacinai para cnanças de até 5 aros 
2- Reduzir a desnutrição de gestantes e crianças 
na primeira infância 
fie O a 6 anos e a obesidade 
3- Reduzir o coeficiente de mortalidade infantil. 
4- Reduzir para menos de 10% o percentual de 
adolescentes 
nascidos vivos de mães 
5- Garantir o acesso a senáços de saúde de qualiçiade 
de 0 a 6 anos 
a gestantes e crianças 
6- Reduzir os casos de sifilis em 0,5% 
7- Detectar precocemente o sofrimento mental 
crianças até 6 anos e reabrir as intervenções necessárias 
de gestantes, puérperas e 
8- Aumentar a proporção de crianças livres de cari 
em 7% 
com idade de 1 até Gares 
9- Reduzir em 25% o coeficiente de mortalidade 
idade 
por acidente até G anos de 
C :A 
rone.,.zo n' 114 Eubr:cs_. 7 r, _MA 
• áS 
40 Oficial Ano 21 1N" 1811 25 de St:lembro de 2024 
7. SECRETARIAM UNICIPAL DE EDUCAÇÃO 
A educação é uma pnondade para todos, e a partir disso. é lecessário 
empreender metas, estratégias e objetivas para se desenvolver ações qte se 
votem para a melhoria do processo educativo, sendo ...sie a curto, médio e longo 
prazo. 
Seguindo as metas e estratégias impiantad s e implementadas pela 
BNCC-Base Nacional Comum Curricular, este Plano e Ação visa, para além de 
conteúdo, desenvolver habilidades sociais. emocionais. valores e atitudes 
adequadas para o exercício plena da cidadania de cada estudante. 
A Base Nacional Comum Curricular é o dociumento noneador para a 
Educação Básica, estabelecendo conhecimentos e aprendizagens essencais 
que necessitam ser garantidos a todos os estudantes. 
A proposta da Rede Municipal de Educação é garantir as concepções 
legais de aprendizagens, competências e habilidades flue visem ao processo de 
integração, cuidado e acompanhamento do aluno em seu processo errino￾aprerxlianem 
7 PANORAMA ATUAL 
• Parti:tuna da-Edueáçãa -• '111.1111r 
Escolas Municipais - Total 17 
Educação Infanti! oe 
Educação Infantil e Ensino Fundamental 08 
Ensino Fundamental 
Rede Estadual — Total 06 
Ensino Fundamental II 
03 
04 
Ensino Fundamental He Ensino Médio 
Ensino Médio 
Trnintic ec ar — Total 04 
o' 
01 
Educacio11-75nthe Ensirya Fundamental e Med 
lotar De Alunos Rede Municipal - 2461 
Alunos Matriculados na Educação Infantil 
Total De Professores Rede Municipal -24$ 
Professores Educação Infantil 
o 
714/":tr--12e. _15151Ch i 
Rubfrn. 
Ano 211N° 181 1 25 de Setembro de 2024 41 
fl -larx 
..... 
• ' 'DA EDUCAÇAGINFANTIL ---I 
total de crianças matriculadas tia Educaçae.) hfantil 904 
472 
t\Vnero de cnanças de O até 3 atos matnculadas em creches 
Número de professores de educação Infantil 55 
Número de instittiçõeS de educação infantil de 
Parcial 
atendimento 
06 
Número de institurçÕes de educação infantil de 
tritegral 
atendimento 08 
Número de crianças com necessidades 
especiais inseridas na educação infantil. 
educacionais 29 
7.2 A EDUCAÇÃO INFANTIL 
Lti.A5 crianças dc: checam 
met. para tia5 bri,wr e vive: 
Z.M.4...C. O/, . mita UttIA 
a este nunca para trinca: zie 
(!ydiaHortéito)PR 
St ...,t• 
- . . 
.. 
•r3 "ze.745" .S. — 4 -- -- 
_ 
otteár~c”'nr--
Iça Educação Irfartl as aprend;zagers e o r: esenvolvimento das crianças 
térn corno eixos estruturantes as interações e as brtncadeiras. assegurando-lhes 
os direitos de conviver. brincar, participar, explorar, e)pressar-se e conhecer-se. 
A organização cunicubr da Educação Infantil na BNCC (Base Nacional 
COM" Curricular) está estruturada em cinco campos de expenéncias: O eu, o 
(auto e o nós: Corpo, gestos e ravvimentos; Pacas. sons, cores e formas; 
Escuta. fala, pensamento e imaginação; Espnços, tempos, quantidades, 
relações e transformações No âmbito destes, são definidos os objetivos de 
aprendizagem e desenvolvimento. 
ir • 
42 Ano 21 1 N° 1811 25 de Setembro de 2024 
Os campos de experiências constihrem uni ar 
as situações e as meriéncias concretas da vida cot 
saberes, entrelaçando-os aos conhecimentos que faz 
eu:lurai /BRASIL —BNCC, 2Cri 
Ressalta-se a importawa de cada miriicOi 
currículo. podendo ampliar/acrescentar alas espec 
base comum a todos, corno constadas Diretrizes 
Educação Infantil em seu Art. r: 
O cutricuto da Educação Infantil é concebid 
práticas que buscam articular as experiências e os sa 
conhecimentos que fazem parte do patrimônio ou 
cientifico e tecnológico. de modo 3 promovei o dé 
crianças de O a Ganes de idade (BRASIL, 2009. p. I). 
EDUCAÇÃO INFANTIL É UM DIREITO 
O lugar da crença ZwaSgelra A 
o de zu,eito Nur:fico. protagonista e a 
par;: Co naseimepro. eir estaftecin 
com a fcr.;30 C czradar e educa, coa 
protcto S ta: desenevls.:Inento 
h.wmún:ce nor. especos 71.5.te. sova' 
inlanN 5 .2 caneiro etapa da educaç 
&asilei,* :em dracre e mie c Estado 
exceção nein' diactinfaação 
91 
Abriu,/ tJoWERto CARVALHO 
DESE1.1-:: DE AL.N.A DO MAZ.RNAL li 
tinjo curricular que acolhe 
diana das crian;as e seus 
?.m parte de um património 
) elaborar o seu próprio 
&idades, conservando a 
Cumculares Nacional da 
to como um conjunto de 
5eres das crianças com os 
tufai( aitistico, ambiental. 
senvolvimento integral de 
Pakica pública de educação é 
ladào com drecto à educação a 
ienios edueanana:3 ínstituxtos 
O um ÚttICO e :::Cssocla:w at) 
t-nteçras. de fofma afoba* e 
:Vette e cognitivo A ed:sução 
o aaslca a QUE todo c:dadão 
rem °Moa° de garantit sem 
;ORStikn DIDONET. 201t. p. 
o 
Rubricp - 
ffi d o
Ano 2.1 I N° 1811 25 dc Sciembro dc 2024 Oficial 43 
A PROPOSTA DA REDE MUNICIPAL PARA ED 
No seu artigo 8°. a Resolução CEB/CNI 
objetivos da proposta pedagówca das instituições 
(...)<tele ler como obje 
processos de apropriação, 
conhecimentos e a;renclizagent 
como o direito à proteção. à sa 
respeito, á crgardade, à Phnom 
com outras crianças (BRASIL.: 
O DESENVOLVIMENTO INFANTIL 
A infância não é urna o 
criança consegue .@,r, escrever 
de tempo para aprender e desi 
pQ) cada criança. Alas cec 
(GEBER e JOHNSON. 2008) 
A criança, centro do planejamento curni 
histórico e de direitos. Ela se desenvolve nas in 
cotidianas clisponibihz,aclas a ela e por ela. estabelo 
de diferentes idades, nos grupos e contextos cul 
criança é competente para aprender, curiosa pelo 
volta, exploradora, capaz de estabelecer conwi 
desenvolver teorias a partir de suas experiência! 
participa. Ela é participante ativa de sua própria 
ação. aprende na experiência. 
A atividade da criança não se limita á passi,
da atua. Ela afirma sua singularidade atribuindo 
vive, através de diferentes linguagens, como meio 
diversos aspectos (afetivos. cognitivos. motores 
busca compreender c mundo e a si mesma, te 
significações que constrói, modificando-as conto' 
seja com outro ser humano, seja com objetos. 
Em outras palavras, desde pequena, a crian 
cultura, mas o faz de urn modo próprio, construind 
J CAÇÃO INFANTIL 
r p 05;09 dispõe sobre os 
Ide Educação Keit!: 
No garanti* á CP31Ç3 acesso a 
renovação e anlcu9a0o de
de diferentes linguagens. assni 
Ide à liberdade à confiança ao 
eira, á convivéncá e à interação 
WI9). 
muda para ver quão rápido urna 
contar É uma peqiena janela 
nvoNer-se ao ritmo que é certo 
r não significa que é me/flor 
tilar, é considerada sujeito 
rações, relações e praticas 
Ecidas com adultos e crianças 
ktrais nos quais se insere. A 
kundo e pelas pessoas a sia 
es. criar suas hipóteses e 
e das atkidades das quais 
aprendizagem, aprende pela 
a incorporação de elementos 
sentidos às experiências que 
mra seu desenvolvimento em 
iL sociais). Assim, a criança 
btando de alguma fonna as 
amente em cada interação, 
a não sóse apropria de urna 
, por sua vez, cultura. 
C '2:
RI:5;102-4- - 
ENá r i o
44 (*Ciai Ano 21 1N° 1811 25 de Setembro de 2024 
APRENDIZAGEM: UMA EXPERIÊNCIA SOCIAL 
As crianças não brincam de brincar, g 
Criança: "sujeito histórico e de direitos que se cl 
relações e práticas a ela disponibilinidas e por ela es 
dos quais Liz parte ou se insere" (BRASIL, 2009). 
É importante. ratificar os pressupostos da c 
contidos nessa 'definição, visto que validam a ideii 
indivíduo por meio da interação social, ou seja de 
Individuos e com o meio. 
Nessa concepção sócio-histórica, corr.:deerandc 
para menrientar o mundo e o desejo de ,diver e 
criança, inferimos que ela também é pesquisadora 
conhecimentos sobre as meriências cotidianas. Assi 
vista corno uma mera aquisição de informações. e 
construção de concertos significados e da rmersãc 
processo de troca entre pares. A aprendizagem 
experiência social, sendo a escora um espaço e um ter 
a vivência desse processo. 
Essa visão considera que há uma relação 
aprendizagem atribuindo-lhe uma grande irnportân 
desenvoMmento cogrxtivo resulta da interação entre a 
quem ela mantêm contatos regulares. Vygotsky (1989 
na brincadeira que a criani 
comportamento habitua! de .50 
compoitamento diário. A criança t 
brinquedo corno se ela fosse rn; 
(VYGOTSKY, 1989, p.177). 
[no elas brincar é de verdade. 
Mano Quintana 
senvolve nas interações, 
abelecidas rios contextos 
ncepçáo socio-histrinca, 
de desenvoNi mento do 
Ira interação com outros 
a curiosidade, o abrir-se 
de conhecer inerente da 
le que produz saberes e 
a aprendizagem não é 
a acontece por meio da 
culturat. a partir de um 
concebida como uma 
ipo que precisa favorecer 
streita entre o jogo e a 
r
ia, evidenciando que o 
icriança e as pessoas com 
afirma que: 
rase comporta além do seu 
)dade, além do seJ 
vencia um aexperOncia tio 
"s do cue é na reakdaore 
rt3 
Ano 211N0 1811 25 dc Setembro de 2021 45 
PLANLIAR E PRECISO! 
Criança, centro do planejamento curricular, 
que, nas intenções, relações e praucas colidia( 
idenudade pessoa e coletiva, brinca, imagin, 
observa. experimenta, narra, questiona e constrói 
sociedade, prodrmndo cutura (13FtASL, 2009, Ar 
Planejar é um ato de cuidado com a práti 
pequenos. O planejamento do professor de Edu 
que reorganiza e norteia todas as ações edi.icativ 
tanto no âmbito pedagógico propriamente dito, 
todos os envolvidos nesse processo, dando voz as. 
corno elas significar) o mundo e a simesmas É n 
de enaeriéncias de modo que o cotidiano ap 
transparente e flexível. 
7.3 DIRETRIZES 
CLIRRICULÓ E PRATCAS PEDAGÓGICAS 
Lin dos grandes desafios da Educaçã 
conhecimentos sociais relevantes e significativos, 
com a imaginação, mas também com observ 
autociiiica. Em suma. para se desenvolver. aprenc 
criança precisa se expressar por meio de 
perguntar. lei o minclo, olhar imagens, arar reig 
sobre o que faz ou aprende. de modo a 
permanentemente. 
As práticas pedagogicasque compõem a pri 
hfantil tem como eixos norteadores as interações 
criança os direitos de desenvolvimento e aprendiz 
é sujeito histórico e de direitos 
as que vivenda. constrói sua 
, fantasia. deseja, aprende, 
sentidos sobre a nattreza e a 
.41). 
ta pedagógica dest:nada aos 
ação hfantil é uma proposta 
Ls que envolvem as crianças, 
quanto nas inter-relações de 
crianças e acolhendo a forma 
cessário explicitar os campos 
raça sem rigidez e sempre 
0 Infantil é a busca pelos 
trabalhando-se não só com a 
ções, comparações e com 
er e constai r conhecimentos, 
diferentes linguagens, agir, 
E
 testar hipóteses e refletir 
estruttrar o pensamento 
)posta curricular da Educação 
e a brincadeira. garantindo 
agem. 
Diário
46 Ano 21 1Na 1811 25 de Setembro de 2024 
Cabe salientar as Diretrizes Curriculares Nac 
em seu artgo 
Art. T. As práticas pedagógicas que compõe 
Educação Infanti! devem ter como eixos nortea 
bnricadeira, garantindo experiências que: 
I - promovam o conhecimento de si e do mim, 
experiências sensonais. expressivas, corporais que 
ampla, expressão da individuahdade e respeito ç 
criança 
fi - favoreçam a imersão das crianças nas 
progressivo domínio por elas de vanos géneros e for 
verbal plastica, dramática e musical: 
- possibilitem ás crianças meriências de ! 
interação com a linguagem oral e escrita, e convívio 
gêneros textuais orais e escritos; 
- recriem em contextos significativos p 
qteintitativas, medicas, formas e orientações espaço 
V - ampliem a confiança e a participação ri; 
irdividuais e coletivas; 
VI - possibilitem situações de aprendizagem ir 
da autonomia das crianças nas ações de cudado 
saúde e bem-estar, 
VII - possiblitem vivência& éticas e estéticas cc 
culturais, que alarguem seus padrões de referência 
e reconhecimento da diversidade, 
VIII - incentivem a curiosidade, a explora 
gkieStiOnamento, a indagação e o conhecimento dz 
murxio físico e social. ao tempo e a natureza: 
IX • promovam o relacionamento e a inte 
diversificadas manifestações de inCe,ica, artes piai 
fotografia, dança. teatro, poesia e literatura 
:onais da Educação kifantil 
m a proposta curricular da 
dores as interações e a 
> por meio da ampliação de 
possibilitem movimentação 
elos ntmos e desejos da 
diferentes linguagens e o 
nas de expressão: gestuai, 
)arrativas, de apreciação e 
com diferentes suportes e 
ara as criaras. relações 
tempora!s; 
is crianças nas abvdades 
ediadas para a elaboração 
bessoal. auto-organização, 
m outras crianças e grupos 
de identidades no diálogo 
ção, o encantamento, o 
crianças em relação ao 
ração das crianças com 
ticas e gráficas, cinema, 
.14114
• w2t 
Ano 211N° 1811 25 dc Scrembro (te 2024 Oficial 47 
X - promovam a interação, o cuidado, a pre 
biodive.rsidade e da sustentabiltdade da vida i 
desperclic:io dos recursos nahrais; 
XI - pro.piciern a interação e o conhc 
manifestações e tradições culturais brasileiras; 
XII - possibilitem a utilização de gravador 
maquia-is fotográficas, e outros recursos tecnolóf.
Parágrafo único - As creches e pré-escok 
curricular, de acordo com suas características. id 
coletivas e particularidades pedagógicas. estabr 
dessas experiências 
7.4 CAMPOS DE EXPERIÊNCIANA EDU 
Ensinar uma criança n 
ima chama. 
O documento da E aL.e Nacioiml Comum C 
da Educação (MEC, 2i.. • sugere os campos 
curricular para a educa; :; :.t. ,•.t! Pensar nos ct 
abrir mão de diversas práticas que conhecemos 
das diversidades curturais, que são sempre abi 
também se reinventam naquilo que é inaugura( 
apresenta cor, a chegada de cada (KW° membro. 
Inicialmente é válido compreendermos oco 
alguns autores e documentos norteadores. Ess 
organização do currictdo já estava anunciada no lp 
as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Edur 
documento, propõe-se que o curriculo dessa 
esuuture-se -em eixos, centros, campos ou móduE 
se articular em torno dos princksios, condições 
diretriz' (MEC, 2009, p 16) 
ervação e o conhecimento da 
o Terra, assim como o aio 
cimento pelas &ranças das 
es, projetores, computadores, 
cos e midiálicos. 
is, im elaboração da proposta 
ntidade institucional, escolhas 
tecerão modos de integração 
CAÇÃO INFANTIL 
ao é encher um vaso, é acender 
Montayne 
Í
rricular (BNU). do Ministério 
de experiência corno arranjo 
npos de expenência significa 
e avançar para mais premo 
rias, já que se constroem e 
o pela singularidade que se 
[imito de experiência segundo 
maneira de compreendes a 
r
recer no 20Q009, que revisou 
r
ção Infantil (DCNE1). Nesse 
etapa da educação básica 
s de experiências que devem 
e objetivos propostos nesta 
C 
F:s 
48 Ano 21 1N' 1811 25 de Setembro tie 2024 
Á proposição desse modo de organizar o ct 
brasileira fortalece a identidade e o compromisso 
que essa etapa da educação tem na sociedade. E 
crianças pequenas Os campos de experiência stt) 
artrficial de estrutu-ar o conhecimento, centrando.si 
complexa de produção de saberes em que a crianç 
nas interações e em práticas educativas intencio 
experiências concretas da vida cotidiana, para a apr 
pelo convMo no espaço da vida coletiva e para 
individuais e coletivas, através de diferentes lingu 
elabora formas de atribuir sentido as mesma e ao 
Os Campos de Experiências: 
• O Eu. O outro e o N6s(0Ey 
• Como, Gestos e tvlovimentos(CG), 
• Traços, Sons, Cores e Forrnas(TS), 
• EscrAa, Fala, Pensamento e Imaginação', 
• Espaços, Tempos, Quantidades RelaçõE 
DA FREQUÊNCIA ESCOLAR 
Promover, através da elaboração de docteni 
Diário de Frequência de Aluno, para fins de gata 
escola, realizando as seguintes observações: 
Três faltas consecutivas— professor sinalizara 
Direção entrar em contato com o responsáv 
ocorrência relatando data, hora e assunto e se obte 
Ultrapassando 5 faltas sem :ixitificativas . rio r 
Onentadora Educacional e ambos convocarem os re 
terno de ciência e resportsabifidade que será enviar 
Caso o responsável não comparecer á convoc 
uma outra tentativa e registrar m caderno de ocorrê 
rriculo na educação infantil 
iedagogico, polAico e tecia: 
speciahnente com bebês e 
erten a lógica disciplinar e 
em uma perspectiva mais 
i, sustentada dnas relações, 
aatmente voltadas para as 
arxlizagem plural da Sura, 
a produção de narrativas, 
igens- (MEC, 2009, p. 14), 
nundo. 
EF); 
s e Transformações(ET) 
Titação oficial, un Controle 
Ni( a sua permanência na 
direção; 
e registra no caderno de 
le sucesso ou não: 
és, o diretor deve acionar a kponsáveis para assinar uni 
o pela SEMEC: 
rção, a Direçao/OE realizar 
kcias; 
nc• 
Ano 211N" 1811 25 de Setembro dc 2024 49 
Senão obt:ver retorno realizar busca ativa 
e assistente social); 
Se nao houver melhoria na frequência 
Conselho Tutelar através de oficio com dados 
endereço, telefore, sinalizando a infrequencia 
pela Unidade Escolar. 
Que as faltas são justificadas através 
comparecimento; 
O prazo mádmo de 10 dias Para a ankag 
a contar do primeiro dia de falta, a fim de jusfifica 
publicado pelo Diário Oficial n° 106./1 de outubi 
7.5 DA PARCERIA F.AMiLIA E ESCOLA 
As Diretrizes Curriculares Nacionais da 
'necessária e fundamental parcena com as lar 
muito importante cite os pais, mães ou n 
importância do deserwoMmento de estratégias 
filhos na realização das tarefas propostas É ir; 
sua rotina de estudo através de roteiros práticos E 
as resoluções de atividades Nessa perspectiva 
equipe gestora, professores, articularem diversas 
incentivar a participação tanto dos alunos quanto 
É pnmordial a realização das reuniões co 
ano letivo. após conselho de classe. fim do aixt I 
ciência e assinatura dos documentos como por e, 
de reuniões entre outros. 
É de suma importando que as Unidade; 
atento aos alunos e as famiias que estão encont 
e assim verd-iam acolhê-los oferecendo cc 
dificuldades 
A unidade escolar zelará para que se arr 
da Criança e do Adolescente em seu Art. 55 e 
(diretor; orientador educacional 
escolar da criança, acionar o 
omo nome dos responsáveis, 
todas as tentativas realizadas 
.e atestado e declaração de 
do atestado medico do aluno, 
sua ausência (falta), conforme 
de2022.Ait. 11°. 
Educação Básica, validam a 
p
ias na Educação bfantil." É 
sponsáveis compreendam a 
de esb.do que ;Andem seus 
portante ajudá-los a organizar 
est:titilados para acompanhar 
cabe as Unidades Escolares, 
ferramentas e estratégias para 
das famiias. 
n os responsáveis no inicio do 
ti vo e outros, assim também a 
templo: relatórios, boletim, atas 
Escolares, tenham un olha; 
ando algum tipo de dificuldade 
ndições de anerizares as 
pra o estabelecido no Estatuto 
n. 129- V para que a famba 
Seeteãiia 
Procnsorí 
Rubt,c3 
50 Ano 21 1N° 1811 25 dc Setembro de 2024 
acompanhe a frecué 
adolescente_ 
ESPAÇOS DA 
AMBIENTE? 
nela e aproveitamento esc 
EDUCAÇÃO INFANTIL - 5, 
É preciso haver a estrutura 
que as &onças inter,*arn e consi 
favoreçam o contato com a dile/ 
OMDS de literatura árinquedas. 
manifestações &Mistas e com e. 
com kssa„ há necessidade de uma 
funcionamento da P25tilfição g:7e 
adequada conservação, acessit 
insolação luminosidade aciist 
dimensões em reação ao laman 
dai/idades realizadas iSRAS11_,Ch 
As ideias citadas trazem orientações importani 
espaços. qte precisam ser consideradas nas creche 
A noção de Espaços da Educação haat! em 
usado pela instituição, considerando suas áreas inter 
conta a organização de um ambiente saudável é si 
previsão de outros espaços naturais e culturais ci 
utilizados no desenvolvimento de suas abvidad 
orgaririção e a ¡Abanão dos materiais e equipar 
realização do trabalho pedagógico, bem como a 
part;cipação das crianças na organização deste, po 
sujeitos nessa tarefa. 
As DCNEI têm caráter mandatório para todos o 
estaduais de educação, diferentemente dos Paràrnetr 
para a Educação hfantil - Volumes 7 e 2. Essas publii 
de qualidade para a Educação Infantil a serem 
educacionais. por creches, pré-escolas e centros 
promovam a igualdade de oportunidades educado[]; 
diferen;as. diversidades e desigualdades de MSSO im 
cubras nele presentes. (BRASIL, 1998), Na relação 
a segLinte proporção: 
alar de sua criança ou 
NLA DE AULA OU SALA 
cão de espaços que facilitem 
Fuarn sua &fitara de .paies. e 
srdade de produtos culturais 
datis e outros mateffas), de 
ementas da natureza. Junto 
infraestrutura e de fomns de 
wrantarn ao espaço Coo a 
ii:dade. estetca ventiaçâo, 
ca, nene, segurança e hiÉ;dos grupas e ao too de 
CEB, 2009). 
es sobre a organização de 
e pré-escolas. 
caNe o prédio construido e 
ia e externa e levando em 
:gizo. Além disso. inclui a 
a cidade que podem ser 
es. Abrange também a 
lenhas disponíveis para a 
ecoração do espaço e a 
ssibilitando que se sintam 
s sistemas municipais erou 
Nacionais de agilidade 
:ações contém referências btilinclas pelos sistemas 
de Educação irrfanbl que 
is e que levem em conta 
.nso tenitário e das muttas 
adulto-criança, é indicada 
Proz2z.z:o ,i‘f à ti 
Diá r i o
Ano 211N° 1811 25 dc Setembro dc 2024 Oficiai 51 
• um professor para 6 a 8 bebês de 0 a 2 r 
• um professor para cada 15 crianças de 2 
• 11M professor para cada 20 crianças de A 
RESPEITO E DrVERSIDADE 
De acorde com a PolRica Nacional de Educação 
A educação especiai 
perpassa todos os nivel& t 
atendfmento educacional 
recursosesenaços e °nein ç 
de ensino e aprendizagem 
regu,ar. 
A inclusão soda!, mesmo sendo um tema 
e precisa de reflexão, afinal a escola, espaçt 
diferente da nossa sociedade. Uma sociedade lar 
dos desafios da escola ê acompanhar todas a: 
nossa sociedade, e aprender a idar melhor coma 
que mencionar que este publico posstá várias e: 
ser compreendidas, acolhidas e principalmente a 
De acordo com o MEC- Ministério da Educação 
'Escola Inclusiva é a 
estrutura do funcionamento e 
todas as diferenças, axlrviduali 
alguma deficiência' 
Vários movimentos no decorrer da N 
perspectiva de uma sociedade mais justa, corr 
pollica, operacional para que dê conta da ampliti 
Ossistemasdeeminodevemorganizarascon 
osrecursospedagógicos e à comunicação que 
aprendizagem e a vakarização das diferenç 
necessidades educacionais de todos os alunos. C 
necessidades educativas especiais é atendida ix 
nas creches e pré-escolas, inehares resultados 
pela escola em consonância com a familia. E 
nos; 
anos; 
a 6 anos. 
Especial 2007,o. ). 
uma moda:dade de ensino que 
tapas e modafrdades, realiza o 
specralizado, disponibikza os 
tanto 3 sua utilização no processo 
nas turmas comuns do ensino 
omp(exo em nossa sociedade 
de cultura, não se constitui 
r mtátas vezes excludente. Um 
mudanças e construções da 
publico que irá atender. Temos 
pecificidades. e que precisam 
endidas em suas diferenças. 
BRASIL, 2000, Lei NP 10.098) 
uela içada a mobilização da 
Ia resposta educativa que se da a 
des. inclusive as associadas a 
rtória vêm sendo feitos na 
b análise e produção teórica, 
e de toda esta demanda. 
iç õesdeacessoaosespaçosa 
favoreçam a promoção da 
s, de forma a atender as 
tanto mais cedo a ciiança com 
área da saúde, e mati-iculada 
objetivos a serem alcançados 
sso, passa pelas habilidades 
52 Ano 21 1N" 1811 25 de Setembro cie 2024 
sociais, acadêmicas e práticas necessárias par 
autonomia do alum 
7 6 DIVERSIDADE ÉTNICA E RACIAL 
Na Educação Infantil, um elemento que pieci 
nossa raiz afrodescerxlente e a luta pelo seu i 
repercutido em conquistas importantes do ponto de 
mostra algumas leis e resoluções que são noss 
valorização e das discussões em torno dessa ternatic 
- Lei if '2288/2010 institui o Estatuto da Igui 
garantir à população negra a efetivação da igualdade 
dos direitos étnicos individuais e coletivos e comi 
demais formas de intolerância étnica; 
- Lei n° V153$. de 9 de janeiro de 2003, que ir 
Redes de Ensino a obrigatoriedade da temática 
Brasileira; 
- Resolução n° 1. de 17 de junho de 2004, 
Curriculares Nacionais para a Educação das Relaçõ 
Ensino de História e Cultura Afta-Brasileira e Ali-IQ-1N 
No e.ntarito, não se trata de ensinar conteúdos 
de promover a imersão da criança em histórias, m 
(tinos, danças. hábitos alimentares e ,mstimentas. 
artistico-cuburais afrodesceridentes para integrar, r 
essas manifestações no cotidiano da criança. 
7 7PROJETOS EDUCACIONAIS EXTRACUF 
Na Rede Municipal de Ensino de Conceição di 
incorporam a grade cirricular, com o objetivo de prorr 
e integral dos estudantes, que possam se desenvolv€ 
como cidadão pensante, critico e atonte, em sua pr 
onde vive e na sociedade em geral. 
Assim, pensamos que todo educando precisa 
além dos tradicionais moldes de ensino. 
o desenvoMrnento da 
ramos levar em conta é a 
r
contecimento, que tem 
vista legal, tais como nos 
s maiores exemplos da 
Idade Racial, destinado a 
ie oportunidades, a defesa 
ate à discriminação e às 
lui no curricub oficial das 
Histórias e CuItura Afro￾que institui as Diretrizes 
s Étnico-Raciais e para o 
Ri Educação bifa* mas 
nicas, poesias, literatura, 
ornamentos e produções 
os projetos pedagógicos, 
RICULARES 
r Macabu. akitos Projetos 
bver urna educação ampla 
r como pessoa humana e 
pria vida, na comunidade 
ripliar sua formação. indo 
C c 
C 
F
1111 
Ano 211N° 1811 25 de Setembro dc 2024 53 
Alguns importantes projetos ofertados pe 
Educação e Ccitura são aqueles que tratam de um 
Com eles, os alunos são levados ás práticas de atiç 
em um maior aprendizado de regras, bom convM 
bom comportamento e maços. Os espanes promo 
Balé, a Capoeira o Taekendwoo e c Jiu-jitsu. 
7.71 BALÉ 
Ia Secretaria Municipal de 
3 dimensão mais desportiva. 
idades físicas que culinimrn 
com os demais estudantes, 
dos por esses projetos são o 
O Projeto de Ballet teve inicio no municipo k Conceição de Macabu no 
ano 2014, dando oportunidade ás cnanças e adol6. :entes de aprenderem a arre 
da dança, mantendo o compromisso de prorfrwer 4 a inclusão social e 
despertando a cidadania em nossos jovens atravé das aulas de ballet clássico. 
Atualmente, as aulas de ballet atendem alunas com idades a partir de 4 anos. 
1 
Ir 
7.7.2 CAPOEIRA 
A capoeira na escola é de fundamental irriport 
ela desenvolve habilidades nas alunos, de forma Inch 
o seu corpo e a ter atividades que colaborem com s 
projeto nasceu na bairro São Hen I, no munic io. co 
do bairro, através da Associação de Capoeira Uni 
Presidente o Mestre Lequilto. A partir d;sso, ek 
unidades escolares da Rede. 
ncia para os alunos, já que 
:a, levando-os a reconhecer 
aas articulações motoras. O 
ma apresentação na escola 
dos pela Arte, tendo como 
se estendeu a todas as 
54 
"Mi o
Ano 21 IN° 1811 25 de Setembro de 2024 
7.7.3 JILI-JITSU 
No ano de 2004, foi fundada oficial- mente a equipe de jiu-jitsu, nomeada 
como "Art Cornba!Macabtf pelo professor litysses \idal. Ele implantou. no ano 
de 1999. a academia de artes marciais na cidade. 
Atuahnente. ha cerca de l50 &uris, entre cna 'iças e achitos, matriala - 
dos na tindade Muitos desses alunos fazem parte d projeto "Jiu-jitsu Arte que 
Educa". 
7 7.4 TAEKWONDO 
O projeto Taekwondo surgiu em 201? no bai Balancé: com aulas na 
quadra do bairro, com a colaboração do professor Wedson dos Santos 
O inttito do projeto é ocupar o tempo dos jovens e adolescentes com unia 
atividade esportiva Com a ajuda de pais e do come rolo focal, foi corstruido un 
espaço próprio para as alias do PROJETO TAEKWONDO. 
Em 2014,0 Projeto foi inserido na Rede Municipal de Ensino. 
7 7.5 TEATRO 
O Projeto Teatro Macabu em Cena está no municipio desde 200 I. 
O Teatro na escola tem urna importância furidamental na educação. 
podendo colaborar para que a cnança tenha oportunidade de atuar efetivamente 
no mundo, opinando, criticando e sugerindo: e tainbein permite ajudar o aluno 
uia h
Ps 
Ano 211N° 1811 25 dc Setembro de 2024 55 
a desenvialver alguns aspectos, corno: criatividade, cooidenação, memorização 
e vocabutano. 
78 OBJET1'.10S E METAS 
AÇÕES 
1 Realizar pesquisas, asados, visitas de cainpd 
necessidades especificas das cnanças nessa 
para compreender as 
faixa etária. 
2 Induir e capacitar professores nos berçanos, 
criai ambientes de aprendizagem acolhedoref, 
para que estejam, aptos a 
e estimulantes. 
3 Instalação de parquinhos nas creches municiplais 
4 Creche da Vfla Nova 
5 Regulamentar a fila de espera nas creches municipais. 
6 Incluir atendimento ao berçário, na escola do urato. 
7 Inciuir AtailiariCuidador nas turmas de Maternal 
8 Ampliar mal] icula nos Projetos Educacionais Extracurriculares 
r.r. c :1 
Prectzt.so n°27,0_1d , 
Diário
56 Oficial Ano 21 IN° 1811 25 de Setembro de 2024 
S. A SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIOAW
8.1 PANORAMA ATUAL 
A Secretana Municipal de Meio Ambiente (S 
Macabu tem feito um trabarro de conscientização 
públicas municipais, ensinando as nações sobre ded 
seletiva, reciclagem, redução de consumo. 
Simtátanearnente, tem .aplicado a Educação Arnbier 
municipais. 
Pretendemos, através destas contnbuições, a 
atuação a fim de contemplar ainda mais a fanei et 
promovendo e estimulando o desenvolvimento fisico 
cultivando desde cedo, o senso de responsabilida 
ambiente. 
A secretana Municipal de Meio ambiente ente 
terna preservação do meio ambiente, em uma faixa 
primeira infância, nada melhor do que falar sobre o 
preciso ensinar aos filhos que precisamos ficar ali 
cor6untmos e que esses devem ser menos agressil 
saúde humana e aos animais. Como passc: irnportani 
conscientização da população, ao comprar apenas o n 
ima das formas mais simples e eficazes di 
ambiente, consiste em levar as crianças para pat's 
parques, pipias e bosques. 
Nessas ocasiões, é possivel observar a fana 
sobre a importancia da preservação dos ecossistemas 
no caminho. 
A Secretana Municipal de Meio Ambiente (SE 
especificos ao longo do aro realivi, nas escol; 
trabalhamos com a conscientização da comuridade 
palestras sobre Educação Ambiental Essas palestn.,
BIENT E 
,.t.1MA) de Conceição de 
ibiental, junto às escolas 
carte de residuos, coleta 
reuso de materiais. 
tal nas escolas publicas 
ri-lobar nosso escopo de 
iria da primeira infância, 
e cognitivo das crianças, 
de e apreço pelo meio 
rde qte., para abordar o 
etária tão tenra cotio a 
consumo consciente. E 
:ntos aos produtos que 
los ao meio ambiente, á 
e. citamos o trabalho de 
r>cessário. 
I ensinar sobre o meio 
! ios na natureza. como 
e a flora local, aprendei 
recolher lixo que esteja 
IA MA), durante periodos 
is públicas municipais, 
através das jornadas de 
$ são ministradas pelos 
C r..C.C: 
• r • 
Ano 211N° 1811 25 de Setembro de 2024 57 
integrantes da equipe da secretaria de acord 
exemplo. Semana do Meio Ambiente, Dia da Água 
1-lá a projecão de sltdes educativos e fotos 
(annadacis fotográficas) instaladas nas matas d 
(UC's) no munic io de Conceição de Macaba 
Tudo acontece em parceria com a Secrel 
Cultura (SEMEC) que elabora os calendários c 
horários disponivei s. 
Nos periodos dos meses de setembro de 20 
região da Cachoeira da Amorosa, reflorestament 
turmas das escolas pitlicas municipais. É feita uri 
a SEMMA para o agendamento das turnos. cori 
garantindo a paiticipacão ros eventos. 
Escolhida a área, as mudas de plantas nat 
pelas respectivas professoras deslocam-se com a 
Chegando ao local determinado para o replantio 
técnica da SEMLIA, sendo devidamente onentados 
da Cachoeira da Amorosa, escolhem as suas muck 
do replantio. 
Nessas experièncias de toca de conhecimi 
realiza a El.:cação Ambierial na Amorosa. expkca 
belo ponto turtlico de Conceição de filacabu, dai 
nos replantios e. principalmente, falamos da imens 
a pop:dação desse mtnickaio tem em cuidar, presei 
valiosa, rica em kira e (atina e mananciais de ai 
presente desde os primeiros anos de vida. 
com temas sugeridos. por 
Dia da Árvore, etc. 
sgatadas das cárneras traps 
is unidades de conservação 
ia Municipal de Educação e 
m as turmas, os dias e os 
22 e de 2023 foram feitos, na 
is tendo a participação das 
ia parceria entre a SEMEC e 
ias e horários estabelecidos, 
vas, as turmas organizadas 
ajuda dos ónibus escolares. 
são recebidos pela equipe 
riuma breve palestra na sede 
is e sobem para a realização 
atos, a equipe da SEhlrvIA, 
Ido um pouco da história do 
espécies nativas utilizadas 
responsabilidade que toda 
var e proteger essa área tão 
'lua, algo que precisa estar 
1 
.52:ra iSii; h 
Prc„;:cso 
r 1.11, _ 
58 Ano 21 1N° 1811 25 de Setembro de 2024 
82 OBJETIVOS E METAS 
OBJETIVOS 
Temos corno objetivos de cortibuição parl 
consciência ambiental, demonstrar para nossas cria 
- A importância da natureza e da sustentabilid 
- A preparação para lidar com os desafios do futuro. 
da preservação ambiental; 
- A preservação da natureza e dos animais 
sustentáveis para o coisuino: 
- A prática da educação ambiental continua, a 
reconhecer a importância da natureza para o ser hurr 
planeta Terra. 
- As consequências decorrentes de não rei 
catando extinção de espécies animais e de planta! 
para a fauna. a flora e para a vida humana. 
METAS 
Para incluir crianças de O - 6 anos em ativic 
destacamos corno metas: 
Exploraçáo Sensorial: 
Citar espaços seguros ao ar livre onde as c 
texaxas. cheiros e sons da natureza. Exs. áreas com 
pequenas poças de água. 
Trilhas e Percursos Adaptados: 
Desenvolver tnIllas curtas e percursos acessive 
ou para carnirtiadas - curtas com as clianças, perriilint 
a natureza de forma guiada. 
Jardins Sensoriais: 
Arranjar jardins sensonais com plantas q 
experiências táteis, vistsais e olfativas, como planta 
cores vibrantes e aromas suaves. 
a formação precoce da 
as* 
de: 
as mudanças climáticas e 
busca por alterrotivas 
in de valorizar, respeitar e 
ano, os animais e todo o 
peitar o meio ambiente. 
trazendo prejuizo geral 
ades no meio ambiente, 
*onças possam explorai 
grama, areia, cascalho e 
s para camnhos de bebé 
que elas experimentem 
ofereçam diferentes 
com texturas variadas, 
Ano 211N° 1811 25 de Setembro dc 2024 59 
Atividades de Observação: 
Orgartiwr sessões guiadas de observação de pássaros, insetos e outros 
animais locais, usando binoculos simples ou lentes de aurnento para permitir que 
as crianças vejam de perto a vida silvestre. 
Oficinas de Arte ao Ar Livre: 
Realizar sessões de arte que usem materiais naturais encontrados 
localmente, como folhas, flores, pedras e galhos, incentivando a criatividade e a 
conexão com o meio ambiente. 
Contação de histórias ao ar livre: 
Promover sessões de contação de 1118b5 as em ambientes externos, 
criando um espaço aconchegante com tapetes e almofadas, onde as crianças 
possam ouvir ',átonas sobre a natureza. 
Atividades de piando, cultivo: 
Envoiver as crianças pequenas em ativi ades práticas de planto e 
cuidado oe mudas e hortas, ensinando sobre o acio da vida das plantas e 
/I 
incentivando uma conexão mais profunda com o a biente natural. 
Visitas a Parques e Reservas Naturais: 
Organizar visitas guiadas a parques locais ou reservas naturais, 
permitindo que as crianças de O a 6 anos explore ) ambientes mais amplos e 
diversificados sob a supervisão de educadores e p is 
Eventos de Sensibilização Ambiental: 
Realizar eventos que sensibilizem as criançls sobre questões ambientais 
locais, como reciclagem, conservação da água e proteção da vida selvagem, de 
=a forma adequada á idade 
Integração com famílias e comunidade: 
hcentwar a participação das farnfias e da c rnunidade nas atNdades ao 
ar livre. promovendo um senso de pertencimento aidado compartilhado peio 
ambiente. 
Criação de espaços verdes para toda a familia: 
Visando a recreação. socialização e integraç ti sócio.ambientai, 
PtC:::5.5C ncr,Sie 7
'ir tf 
60 e Ano 21 1N" 1811 25 de Setembro de 2024 
Destinaçâo dos Residuos Sólidos: 
Implementar polkicas de gestão de reskftx 
educação sobre reciclagem e práticas sustentáveis 
suas famiias em ações de conscientização. 
Parcerias e capacitações: 
Estabelecer parcerias com instituições educi 
pa-a a capacitação aos profissionais que desenp 
para a primeIra infância. 
9. CONSELHOS MUNICIPAIS E SOCIEDAD 
Cs Conselhos Municipais são espaços público 
e consultiva, cua função é formular e controlar a exec 
setoriais. São canais efetivos de participação social q 
cidadania. 
Os conselhos mtalicipars, formados por repres 
e da sociedade civil contribuem para a definição dos 
através de reuniões periódicas e discussões. Cada 
diferente, de acordo com a realidade local e com a su 
suas atribuções inclui-se a defesa dos direitos dos ci 
Os conselhos funcionam como organização a 
entre o governo e sociedade civil a partir da particip 
com a adrninstração pública nas decisões regentes r! 
9.I CASA DOS CONSELHOS 
A Casa dos Conselhos, tem por objetivo, facilii 
aos Conselhos Municipais, concentrando a maioria di 
Poder Executivo busca ,iabilizar seu funcionamento 
da estrutura física e de insurnos, além de di 
adniinistratiw. para apoiar as ações desenvolvidas A 
há alguns anos, mas só no ano de 2024 saiu a lei del 
s sóbdos qte incluam a 
envolvendo as crianças e 
icionais &sou comunitárias 
nhain abvidades voltadas 
E CIVIL ORGANIZADA 
s, de natureza deliberativa 
ução das polticas públicas 
ie garantem o exercício da 
entantes do Poder Publico 
planos de ação da cidade, 
conselho atua de mineira 
especificação. Dentre as 
adãos, 
ipaz de estreitar a relação 
ação popular em cartum° 
sociedade 
T o acesso da população 
'to de um único local. O 
¡través da disponibilização 
ipignar pessoal técnico-
..'asa dos conselhos existe 
lação da mesma. 
iNád o
Ano 211 N° 181 I 25 de Setembro de 2024 61 
Hoje temos 3 Conselhos ativos: Conselho Municipal de Assistência Social, 
Conselho 111-licipal dos Direitos da Criança e GO Adolescente e o Conselho 
Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa. 
Os Conselhos "mem fiscalizar a implantação das diretrizes preconizadas 
nos correspondentes marcos legais, com o objeM de efetivar a democracia 
participativa e o controle social, previstos na Constituição Federal. Esse 
exercício de cidadania, propicia urna análise situacional que viabiliza a 
otimização de recursos dos fundos mineipais, se 
na manutenção da democracia. 
9.2 CIUDCA ' 
tan rnecansmo importante 
Sobre o Conselho Municipal dos Direitos d Criança e do Adolescente — 
.1 ClvtDCA que foi criado pela Lei Municipal 089/91. E um órgão responsável pelas 
poifficas públicas de defesa de direitos e prom ão do bem-estar social da 
criança e do adolescente no MunicOio. 
Entre outras funções é responsável pelo registro das entidades 
assistenciais (CNGs) que atendam as crianças e !adolescentes, pelo processo 
de escolha dos membros do Conselho Tutelar e controla o Fundo Mun:cipal de 
Duelos da Criança e do Adolescente (FMDCA). O éonselho é composto por oito 
membros untares e 8 suplentes. sendo 50% da so iedade ciÀ: e 50% do poder 
público. O mesmo ficou desativado por alguns ands. e voltou à ativa no ano de 
2019, aonde foram organizar a eleição do Conselho Tutelar uniqcada pela 
primeira vez no rflurecipio. Logo depois 'mio a pardemia, deu uma caida nas 
demandas, mas no final do ano de 2022 voltaram as demandas, no ano de 2023 
tivemos a segunda eleição unificado do Conser Tutelar, e desde então 
continuamos a lutar pelos direitos das crianças e adolescentes de nosso 
muncipio. 
O CMDCA é um órgão normativo. consultivo, deliberativo e fiscafindor da 
pol ca muricipa! de promoção das defesas dos dire:tos da criança e do 
adolescente. 
Atua na formiaçâo e monitoramento a efe ção de polfticas piblicas 
para a infância e adolescência no Município, a partir de seu caráter deliberativo. 
C 
f 
si, 
.71/ 
62 Ano 21 1N° 1811 25 de Setembro de 202:1 
Monitora o$ procedimentos de atendimento mtnicipais 
elabora seu plano de ação e aprova os planos decenair
Segte abaixo algumas propostas sugeridas pelá 
Melhonas e acessibilidade nas calçadas; 
Eventos de lazer voltados para a famílias com c 
0.3 CONSELHO TUTELAR - 
De acordo com o ECA, (Estatuto da Criar 
atribuições do Conselho Tutelar e, portanto, 
compõem, atender as crianças e adolescentes co. 
ameaçados. 
Ao conselna tutelar também fica a responsa 
execução de suas decisões podendo para tanto: Req 
nas áreas de saúde, educação, serviço social. r 
segurança: representar julto á autoridade judi< 
descuncrimento irtstificado de suas deliberações 
No primeiro semestre de 2024 este conselho 
casos, sendo em tomo de 20 casos ligados a prime 
entendemos a necessidade de conscientização soou 
violados apresentados em tais aterxtimentos Oferecem 
de conscientzação sobre a lei Henry Gorei no intuito de 
de prevenção e enfrentainento da violéncia doméstica 
educação, trabalhamos o Projeto Maio Lararria onde 
nas escolas e creches da rede municipal sobre o comba 
sexua:, levando o entendimento aos alunos. pais e func 
dever de todos e ouvir a criança é proteger a infância. 
Ainda para execução neste ano estamos prep. 
bullying. E a longo prazo, com a união junto a outras se 
escola de pais, onde poderão ocorrer rodas de convem: 
ai corscientzação da importância do papel da far 
esclarecimento de diMdas acerca do papel do conse 
ajudarmos na diminução de faltas e evasão escolar. 
organiza conferencias, 
CKIDCA: 
anças de O a 6 anos. 
ça e Adolescente) são 
Os membros que o 
direitos violados ou 
)ilaiade de promover a 
iisitar serviços públicos 
revidéncia, traballxi e 
:iária nos casos de 
atendeu em média 180 
ia infância. Visto isso, 
referente aos direitos 
D5 a comunidade ações 
apresentar mecanismos 
Junto á secretaria de 
isitamos e palestramos 
á expbração e abuso 
atros que proteger é 
Irando projetos sobre o 
i
retarias, um projeto de 
IL e oficinas que levem 
mi vida escolar, 
ho tutelar e com isso, 
Ano 211N° 1811 25 de Setembro de 2024 Oficial 63 
1 
Entendemos que este conjugo de medidas 
visa prevenir violações de direitos, não só na primeir 
histána de cada individul 
9.4 APAE 
A Associação de Pais e Amigos dos Excel 
Macabu é uma instituição filantrópica, sem fins luc 
fundada em Assembleia de 04 de julho de 1991. Cria 
a necessidade de atendimento das crianças e adole 
municiai()) urna vez que as mesmas não tinham esse. 
Em 1991. a APAE Nlacabu era sediada no enc 
- iP 06, na Bocaina, onde o prédio era akioado, so 
atua: endereço em 1997. Em 29 de agosto de 2002 
APAE, tendo o seu espaço com o passar do tempo 
fanção das necessidades da mesma, pnmando pela 
dos assistidos. 
No ano de 2024, a APAE Macabu com seu 
municipio demonstra nesse sentido. sua expedi! 
diretamente à Pessoa com Deficiência. 
Art. 101 item I, do Estatuto das APAE's dispõe , 
Executar serviços. progra 
socioassistenciais. de forma gratui 
aos usuános de assisténcia 
necessita' sem tpaiquet dsclun,: 
dana e sistemática, não se restei] 
de bens benefícios e encomia/N.1n 
A Rede APAE é o maior Movimento comunitái 
mundo, as APAE's caracterizam-se como entidade 
lucrativos que atuam as polfticas de Assistência Sr 
tendo como fins e objetivos a promoção da melhoria 
ou preparação antecipada, 
infãncia, mas ao longo da 
icionais de Conceição de 
rativos de direito privado, 
da com o objetivo de suprir 
tentes com deficiência do 
stendimento especializado. 
ereço à Rua Jorge Gabriel 
nente depois vindo para o 
o imóvel foi adquirido pela 
ampliado e modificado em 
melhor qualidade de vida 
33 anos de atuação DD 
e no trabalho realizado 
ue compete a APAE: 
)as. projetos e beneficias 
'I permanente e continuada 
socoí e a quer?, deles 
r apenas. a distribuição 
ção de forma ptianejada, 
ido 
rtos. 
&sponicei em 
lo s social e filantrópico do 
s beneficentes, sem fins 
dal, Saúde e Educação, 
da qualidade de vida das 
rgás 
64 dal Ano 21 1N" 1811 25 dc Utente de 2024 
Ver? 
pessoas com deficiência. preferencialmente intelectual e ou múltipla e 
transtornos globais do desenvolvimento. Prestam lennço de habilitação e 
reabikação ao público supracitado, cabendo ainda ressaltar que essa Rede 
realiza aterdimento, assessoramento e defesa, garaniia de direitos às pessoas 
com deficiência e suas lamlias. buscando a sua incluso na comunitána. Nesse 
sentido, as APAE's necessitam fazer parte dos órgãosi de defesa de direitos 
Nesse senado, de acordo com a caracterização do serviço a APAE 
klacabii, paiticipa ativamente da rede de serviçc $ socioassistenciais do 
mtnickaio, araculando, quando necessário. com todo o Sistema de Garantias de 
direitos da Cnança e do Adolescente. 
S1ST ~Ia ILMANTSIS OS 0111W1105 
citWaGA e oo 
- . . i) Em nossa cotidiano de ação enterdemos que babalho desenvolvido 
Junto á cnança com deficiência tem impacto social e publico, de abrangência 
, • 
municipal pois somos a única instituição do município que atende a essa 
demanda nas áreas da Assistência, Saúde e Edtcação, empenhada no 
acompanhamento terapêutico desde a Estimulação Prefoce. 
O trabalho desenvolvido na APAE é destinado à criança com Deficiência, 
preferencialmente intelectual e/ou mUltiplarlEA (Trbi torno dc Espectro 
Autista) São crianças com idades de O a anos, seu limite de tempo para 
ENt--11--- • 
he."57•J^W " n°'—'143.29 j2F —r 411-
• r • 
Ano 211N" 1811 23 dc Sciernbro de 2024 65 
permanência 113 irstituição. desde que haja inte 
criança acompanhada. Nossa capacidade de aterd 
setores. 
A APAE é mantenedora dos serviços 
Assistência Social, Médico Pedagogia e Oficinas 
visto que a APAE prem continuamente pelo até 
excelência, pautada em critérios em qualidade, r9 
formação superior e especiatirição na área de ati4 
de aquisição do referido conhecimento. 
Meta 
'fisando ampliar e cricilificar os atendime 
primeira infancia. ternos como meta a ampliação 
Prefeitura Municipal, com o objetwo de ampl:ar, ap 
novos aparelhos para a ati.ol Sciá de Integração Se 
para a estinkiação de crianças com deficiência elo. 
A AGAPE 
A AGAPPE - Associação para Gratuc 
Profissionais Especiatzados - é urna Associação c 
promover, através da associação e cooperaçã 
educacionais e espirituais que auxiliem o desenvol 
espiritual dos sete participantes e. em especial. da 
suas farniias, através de cooperações vol 
especializados e parcerias com outras instituições 
privadas, podendo atuar em todo território nacional. 
AÇÕES 
Atualmente atuamos com palestras sobre 
Autista (TEA) em escolas, igrejas e postos de sa 
encontro de pais una vez por mês, com o obj( 
compartilhar informações aos familiares de pessoas 
VISA° 
objetivo futuro é também poder oferecer 
terapias especializadas a valores mais acessiveis 
ação e desenvolvimento da 
imento envolvendo todos os 
e: Psicologia, Fisioterapia, 
erapéuticas. Nesse sentido, 
"idimento hunanzado e de 
ssos profissionais possuem 
•,ão e /ou estão em processo 
tos para a faixa etária da 
de nosso convèno com a 
2rfeiçoar, atualizar e adquirir 
nsonal. fundamental recurso 
; dentro do espectro aubsta. 
ade em Assistência Per 
ristã que tem corno objetivo 
a
, atividades terapêuticas. 
rimento fisico, emocional e 
pessoas com deficiência e 
miarias de profissionais 
e organirações jakblicas e 
ta Transtorno do Espectro 
Ide. Também reabramos o 
lavo de dar acolhimento e 
dentro do espectro autista. 
Los participantes algumas 
dos praticados nas cliicas 
4?) 
F!s ird
é, 
66 Oficial Ano 21 1N° 1811 25 de Setembro de 2024 
particulares. Para quem desejar conhecer 
Obs: Os gráficos bem como os dados neles comidos, fora: 
sM de responsabilidade da Instituição. 
1 Dos oroDssionais e Wfa:3IZ.: sucos abaulo a WS 
.tketeAao rnkdtea _11.t.à (Ida nãO ConsetsE 
uma opea-:,; 
• et 1555 t 
N.U.4.c.>....pco21 • . 
>s<arc.90 4.m...11.. aa., 
Fonciauctk pç...a.a.. ." 
Tégsfrn.t.. 
21 
Crit:91, : sLE 3 ir f.) 
rP.A.EccEce., t 2/Vi 
'cevei:J.4 ; 
:4•••••EceEntenIce 
MIM 
t• 
cci 
re,„p. At • No 33E, 
:rri quê la:>a • •ia SC enCO3-,3 .2 nessoa -11 • de 
ctrel:3 a 
2? 
9.5 LIAM 
O MAM - Movimento Autista lvfocabu, nasceu c 
AGAPPE que A realizava reuniões para pais de at 
puderam compartilhar suas dimdas e dores lunlarner 
reunião peb psicokiga Érrha Matone. Fez-se necessári 
de Whatsaap da associação onde os pais podiam co 
dúvidas. Dessa forma o MAM nasceu da !nclathra de a! 
sais ternos um site: 
fornecidos pela Agappe, e 
,a com dea..ércia :eae 
(p'kuie marcar mais o« 
245 
2; .! 
mo fruto do trabalho da 
r
ias, onde esses pais 
com a facilitaçao da 
c a criação de um grupo 
1 partilhar informações e 
gumas mães que faziam 
, 
Protc.tso ,:261/29 
r sifj 
Ano 211N° 1811 25 de Setembro de 2024 67 
parte do grupo e criaram um outro grupo de 
movimento, que inicialmente se chamou Mães de ad 
a mudar para (MAM) - Movimento Autrsta Maca 
movimento com participação e dando suporte ir ti 
jurídica com diretoria e CNPJ Já o MoÀmen 
personalidade jurídica nem diretoria ainda. 
OBJE TIVO 
Lutar pela garantia de direitos das pess 
corscienbtação do :TEM -Transtorno do Neurodr 
neurobiológica. que tem como efeitos difictidades 
evolução das etapas de desenvoMmento. A tnedid 
a uri futuro mais inclusivo e eqtitativo, é essencir 
promoção da consuentização, na defesa por noite 
ambientes acolhedores para os autistas. É um pio 
compfornisso de toa.' a sociedade. 
Número de crianças ate 6 aros: 12 
Número de gestantes: 01 
N.MERO DE CRIANÇAS ATÉ GA POR BAII 
Vila Esperança: 01 Bocaina' 03 
Babncé: 01 São Domingos: O 
NÚMERO DE GESTANTES POR BAIRRO 
Vila Esperança: 01 
dutsaap especffico para o 
.titistas Macabu, vindo depois 
,u -roje a AGAPPE apoia o 
morena!, por ser urna pessoa 
o é mais livre, não tendo 
Das autistas e promover a 
isenvolvimento, de natureza 
na aquisição, manutenção e 
que avançamos em direção 
ii que todos se envolvam na 
as inclusivas e na criação de 
cesso contirtua que requer o 
RRO 
Vila Nova: OS 
Usina. 01 
68 Ano 21 IN° 1811 2s de Setembro de 2024 
'I O AÇOES DE MONITORAMENTO 
Goves nança de monitoramento e avaliação 
Cabe ao Grupo de Trabalho Interseto:ial. ins 
montoramento e a avaliação das politscas intersetorii 
Prefeitura para a pnineira infáricia. Para subsidiar e 
técnicos de todas as Secretanas envolvidas na irnplerr 
figtwar como relatores setonais responsáveis pela 
análise e apresentação de dados e informações s 1
competem. 
Em relação ao controle do orçamento destinado 
ficarão a cargo das Secretarias envolvidas em cada a 
serã responsável por destacar em seu orçamento e bal 
recursos referentes ao conjunto dos programas e sen 
estancia. alem de divulgar, anualmente, o percentual es 
representam em relação ao respectivo orçamento reali 
Assim como a responsabilidade pela proteção e 
crianças é compartilhada cose poder público, s 
acomparhamentes da implementação do PMPI Comei 
deve ser urna tarefa partilhada, que contemple cont 
atores envolvidos, incltsive das crianças O estimulo 
montoramento do PMPI é una das metas deste Plano, 
omito, quanto pela sociedade, baia efetua acompah 
avanços na sua execução e no alcance de suas rn 
necessidade de ciastes ou mudanças de rumo. 
monitoramento e avaliação do Plano devem basear-se 
dados quantitativas atou qualitativas, que facilitem ess 
segundo passo possibiátem ponderar sobre esses res 
alcançar a melhoria na qualidade de vida da ',rim 
muncpio. 
tukio através de ata, o 
s e do plano de ação da 
ação desse colegiado, 
entação do plano devem 
coleta, sistematização, 
bre as ações que Nes 
5 primeira infãnca. estes 
Eão e da Prefeitura. ate 
anço anuas, a soma dos 
iços voltados á primeira 
mado que esses valores 
ado. 
arantia dos direitos das 
xiedade e lamba. o 
âo de Macabu também 
buições dos diferentes 
participação social no 
Eni ra qte tanto pelo poder 
mento a fim de medir 
s e identificar se há 
Os mecanismos de 
na coleta sistemática de 
s analises e que. num 
dados, visando sempre 
&ainfância, em nosso 
Ano 211N° 181 25 tin Setembro de 2024 
QUADRO DE PRAZOS E METAS 
EIXO 1 — ASSISTÊNCIA SOCIAL. 
Meta Prazo 
Implantação do Projeto Municipal de Transferência 
Renda 
de 12 meses 
A implantação de Serviço de Acolhimento em Farniia 
Acolhedora 
24 meses 
A ampliação e consolidação do Programa Cri 
Feliz no munic io 
riça 36 meses 
A ampliação da oferta de oficinas que visem a geração 
de renda 
12 meses 
Realizar campanhas visando a participação popular 
para o fortalecimento dos Conselhos de Direito e, 
especial. do Corselho Municipal dos Direitos 
Criança e do Adolescente (CMDCA) 
em 
da 
12 meses 
Implantar um sistema municipal de coleta de dados 
relacionados a assistência, de forma online, simp 
rápida e sucinta, a fim de gerar mais agilidade 
presteza nas informações 
es, 
e 
12 meses 
bnpiantaçao de um Serviço de Convivência 
Fortalecimento de Vínculos (SCFV) no distrito 
Macabuanho 
e 
de 
04 meses 
69 
C
Si:cnkacia 
nó_ 
Diário 
70 Ano 21 181I 25 de Setembro de 2024 
EIXO 2- SAÚDE 
Meta Prazo 
Alcançar 959 de cobertura vacinai para crianças de 
até 5 anos 
12 meses 
Redtor a desnutrição de gestantes e crianças de O á 
6 anos e a obesidade m primeira infância 
12 meses 
Redtzr o coeficiente de mortalidade infantil 6 meses 
Reduzir para menos de 10% o percentual de nascido, 
NÃvos de mães adolescerdes 
24 meses 
Garandr o acesso a serviços de saúde de qualidade d 
gestantes e crianças de O a 6 anos 
12 meses 
Reduzir os casos de sifilis em 0.5%. 12 meses 
Detectar precocemente o sofrimento mental de 
gestantes, puérperas e crianças até 6 anos e realizar 
as intervenções necessárias 
24 meses 
Auinentar a proporção de crianças livres de cárie com 
idade de 1 até 6 anos em 7% 
C meses 
Redutr em 25% o coeficiente de mortalidade por 
acidente ate 5 anos de idade 
24 meses 
— 
A€1„, 
Ano 211N° 1811 25 de Setembro de 2024 
EIXO 3— EDUCAÇÃO 
Meta Prazo 
hcluir e capacitar professores nos berçários, paM 
estejam aptos a criar ambientes de aprendizagem 
acolhedores e estimulantes 
que 12 meses 
Instalação de parqunhos nas creches municipais 24 meses 
Irriplantaçào da Creche da Vila Nova 24 meses 
Regulamentar a fila de espera nas creches inunic pais e meses 
Incluir atendimento ao berçário, na escola do Curato 24 meses 
Incluir Auxilaretadador nas turmas de Maternal 24 meses 
Amphar matricula nos Projetos educado 
Extmcurricubres 
leis G meses 
72 Oficial Ano 21 I N° 1811 25 de Setembro de 2024 
1 
EIXO 4 — MEIO AMBIENTE 
Meta 
-Wázar 
Prazo 
passeios de exploração sensorial 6 meses 
Criar tubas curtas e perctrsos adaptados e 
acessíveis para camnhos de bebê ou para 
caminhadas leves e seguras com as crianças 
pequenas, permitindo que elas experimentem a 
natureza de forma guiada. 
12 meses 
Criação de Jardins Sensoriais 24 meses 
Realizar capacitaçâo dos profissionais da SEMMA, 
para que possam oferecer um melhor atendimento a 
Primeira htância 
12 meses 
.16sPi) 
• 1, • 
Ano 211N° 1811 25 de Setembro de 2024 73 
EIXO 5-. AÇÕES INTER SETORIAIS 
(acompanhadas por todos OS envolvidos) 
Ação Õrgão(s) e xecuí or(es) Prazo 
Rea; 'ar pesquisas. estudas. 
" sgas .!'. canr c Wa
compreender 35 recessidades 
esper,:tcas das cnanças ra 
fiai a Mara de :. á iS anos 
SIA:E... SzMUSA. 
SEM A. Sociedade Cv 
Sz ..1. - 1..)S. !enteses 
Anipta camparra sobre 
educaí ao não- wictera nas 
famil :a 
3 SEMEC. 5 VAUS& 
SEMMA. Sociedade c ..r. 
SEPIVIA. SEW_C. DAE 
'EMP:t.S. Controc, com inico efetivo 
err ariSi 12rneses. 
°fio-. n de arte e ccritiçao'ile —
bis:Ca> ao ar ltnE. 
1 mines 
1-)esen.c!ve' 21rceat'S CO'', 
ratos — 
--ir t .; ri itti.t r• I? e :%:" i "" " '" - " """ "" t5DEC 35(35 vara i;D'ant - C 
SUPOr.e intercisciptinar is 
crianças. com a;Ô'es efetivas 
nas escotas e CRAS para 
vacinado. i.ermiktgação, cicio 
de In est-as. av.re outras 
a;tes. 
SEMLC. SEMr0S. SEUjSA. 
SEM!..4.Seziecade Crit, 
CentaluO COM inicio ers4ivo 
err ate 12rneses. 
Campanha Liará i:reistnaç:ao de 
Testi:Los sólidas e reciciagen-. 
SEMEC, SEMUSA. SEMF'OS 
SEMMA, Sociedade 
Senros Públteas 
0v . 
3e mines 
A cnar:e O3 Cd:2Orra c» Feias 
para .3 prrneim infiitcia 
SEMEC, SEhlt-Les. ~IA. 
SEM-ISA. Espertes 
12 meses 
Realizar 3t.vcades de piarmo e 
et:luto Oradas para a pitmera 
ireircia, iraearando toda a 
fa•ni a 
SEMMA, Sc MEL. Agncui ora :::: meses 
ES:3Z5EleCef pr: certas com 
inStit141565 educactanais etot: 
comunitárias obtendo suporte 
dos profissiarais da SEMMA 
no desempenho de ri .ddadeS 
variadas para 3 ;:wmera 
rünc:a 
SEMEC: 6 mese,:
ez.erzz.sii￾r-,,,,-. -abf ni:54.::- 4Co e:, 
74 
Ano 21 1N° 1811 25 de Setembro de 2024 
pentear exentos de 
Tens brização Ambental 
SEMMA, SEMUSA, SEMEC, 
Agncultura Espode. Tu 
SEM? 35 
rio 
12 illesES 
Crat urn caiendano de arêss 
dc combate a ..toêncla contra 
gestantes e cfianças. 
Prefewra Muntpat de Condeicão 
ce Macabu e Sociedade C. : 
AdN:..açao e reotateo;ao da 
Fraca Certra com 
equiparnentw adequados á 
Pessoa com deficiência e á 
rr-re:ro fittancta, nc que :ange 
C cot. 'tt:r: o escolar, o g.t..tar 
o ':":r 'a' e espaços que 
pmporcicne sorr :na descanso 
e acesstt"dade_ 
Seccetaca Mun.( NI de Obras, 
Secretora Murucip,31 
Segurança Púbitr..a e Moi 
imana e Sociedade Ctv 
de 
dade 
t. meses 
Melnoras na acessibricade :o 
passeb Ots:)Pco (:atoadas) 
Sec:ezana mtánic oal 
Segurança Púbtica e Motytt 
Uriana e Secretora Mentem 
Obra5 
de 
ade 
de 
IS innes 
Et.entos de laier vatados cera 
rangias et,' especial para 
a:;ue as com crianças de ü a6 
aros. 
Secretaria Muricipa* de Turirmo. 
Secretaria Muricipal de Esporte 
Lazer. 
e 
18 meses 
SF..MEC, Sociedade Gil. 
Diki o
Ano 211 N° 18) j 25 de Setembro de 2024 °fiei:11 75 
Proczti.:0 —120 
76 Anu 21 1N" 1811 25 de Setembro de 2024 
QUADRO DE REAVALIAÇA0 ANUAL DE PRAZOS E METAS 
(a ser avaliado anualmente pelo GT e atualizado dentro do 
PMPI, com a divulgação periódica ocis resuitadoe.) 
Aça° Orgao(s) 
eX6C Dl& ttSi 
Prazo Conclusa° 
S=sim 
tknáo 
EC.em 
~SC,
ustrbeatbra Obsennçao 
.t4. 
Is 
Ano 211N" 1811 25 de Setembro de 2024 77 
11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
1) Atlas escolar geográfico municipal de Conceiçpo de MacabuIRJ / Renato 
i 
Batista da Conceição. Esther Kuperman. - 1 ed. • Rio de Janeiro: imperial 
Editora, 201S 
2) Caravela Dados Estatísticos - • .try.: • 
3) . . 
5) 1 
6) Rede Madona! Pnmeira Infância. Plano Naciorti pela Primeira infância 
2020 • 2030. Bras-Eia/DF, 2020. 
7) Rede Nacional Primeira tenda Guia para Elaboração do Plano Municipal 
pela Primeira lilfancia. 4a. Edição BrasiiagDP, 2020. 
8) Secretaria Municipal de Educação e Cultura. 4RlENTAÇÂO CURRICULAR 
Do muNCIPIO DE CONCEIÇÃO DE MACABU - EDUCAÇÃO 
INFAN1IL,2023. 
9) Secretaria Municipal de Educação e C atura. PLANO DE AÇÃO 
PEDAGÓGICA, 2024. 
10) r?It.PE-'.1- ", ;,ek.:!' tr rqcI 
04 
• r • ao 
ti • ! 
ERRATA 
N21.Ei UNICIPAL N" 1.927 de ?A de setembro de 2024, pitblicada no Diário Oficial Ano 2 
Onde se 12.: 
"LM N" 1.021i2O23.-. 
Lein-se: 
"LEI N"1.927/2024:. 
A nu 21 1N° 1831 27 de Setembm de 2024 
. N. '181 de 25 de setembro de 2024. p.02 
Gábinete do Prefeito. 2? do ,.:e;onibro do 2024. 
VAI AtIR TAVAR ES 1. 
- Prefeito 51 unir:1pol - 
c m c.:41 
Secreta * 1
processo sr 
Rublie2-1,4 

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