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ATA DA SESSÃO SOLENE
COMEMORATIVA DO 207°
ANIVERSÁRIO DE EMANCIPAÇÃO
POLÍTICO - ADMINISTRATIVA DO
MUNICÍPIO DE ITAGUAÍ - RJ.
Aos seis dias do mês de dezembro do ano de dois mil e vinte e cinco, no Plenário
Wilson Pedro Francisco, na sede da Câmara Municipal de Itaguaí, à Rua Amélia
Louzada, nº 277 – Centro, reuniram-se os Senhores Vereadores para a da
Sessão Solene Comemorativa do 207° Aniversário de Emancipação
Político - Administrativa do Município de Itaguaí. Presente os seguintes
Vereadores: Fabiano José Nunes - Presidente; Guilherme Severino Campos de
Farias Kifer Ribeiro - 2º Vice-Presidente; Patrícia Fernanda Kuchenbeker - 3º
Vice-Presidente; Rachel Secundo da Silva - 1
a Secretária, Alexandro Valença de
Paula - 2º Secretário; Julio Cezar José de Andrade Filho; Alecsandro Alves de
Azevedo; Fabio Luis da Silva Rocha, José Domingos do Rozário e Karine
Brandão. Barbosa de Lima. Aberta a cerimônia pela Mestre de Cerimônias, Rose
Gorito, o Sr. Presidente, seguido pelos excelentíssimos senhores vereadores
adentraram ao Plenário. Em seguida, o Sr. Presidente declarou aberta a presente
Sessão e convidou o Excelentíssimo Senhor Prefeito em Exercício Haroldo
Rodrigues Jesus Neto, a Dra. Ana Teresa Basílio, Presidente da OAB-RJ e p Sr.
Tadashi Tani, Presidente da ACIAPI, para comporem a Mesa desta Sessão e
convidou a Banda Municipal de Itaguaí - Bamita, a adentrar o Plenário Wilson
Pedro Francisco para executar o Hino Nacional. Após, a Bamita realizou sua
apresentação musical. O Sr. Presidente passou então a palavra à Mestre de
Cerimônias para a entrega de títulos de Cidadão Benemérito, Cidadão
Itaguaientese e Medalha de São Francisco, que afirmou que, tradicionalmente, a
cerimônia ocorria no dia 5 de julho, data em que se celebrava o aniversário da
cidade, explicou, porém, que naquele ano, de forma excepcional, o evento estava
sendo realizado no dia 6 de dezembro, inserido na semana do dia 3 de dezembro,
dia de São Francisco Xavier, padroeiro de Itaguaí e feriado municipal, símbolo de
tradição e identidade para a população, além de dar nome à medalha considerada
a maior Honraria do Município. Ressaltou que aquele era um momento simbólico
e de profundo valor cultural e histórico, no qual todos se reuniam para
homenagear aqueles que, por suas trajetórias, ações e serviços prestados,
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contribuíram para o desenvolvimento e o bem-estar da cidade. Segundo o Decreto
Legislativo n 007/2025, receberam o Título de Cidadão Itaguaiense: Adson
Leonardo de Lima, Ana Tereza Basilio, Andre Barreto de Azambuja, Andre Luiz
Arede da Silva, Barbara Botelho de Oliveira, Bruno Diniz Pereira, Celso Henrique
da Cunha Paixao, Cristiano Ribeiro Abelheira, Diego Coelho Bento, Divaldo
Guedes, Eliomar Silva Torres, Fabio Dias de Freitas, Fernanda Spindola Motta,
Francisco Manoel da Silva Filho, Jorge Miguel Felippe Poyares Bethlem, Jose
Antonio da Veiga Calado Filho, Jose Augusto Ferreira da Silva, Lamounier Erthal
Villela, Laudemiro Pereira Pinheiro, Lhuba Fernanda Stanescon Batuli
Mouchalouat, Luciana da Silva Miranda Pereira Câmara, Luiz da Costa Guedes
Junior, Luiz Eduardo Anibolete Carvalheira, Marcos da Silva Santos, Nilton de
Almeida Vitoretti, Oswaldo Antonio Senna da Rocha Alves, Rafael Pereira
Nobre, Raimundo Antônio Simões Aragão, Roberta Gonçalves Ramalho, Roberto
Lucio Espolador Guimarães, Rodrigo Santos de Castro, Rogerio Teixeira Junior,
Rivaldo Ramos de Lima, Valeria Silvania da Silva, Wagner Emidio de Souza.
Título de Cidadão Benemérito: Carina Antunes de Oliveira, Cezare Yukio
Iwanaga, Julio Cesar Benjamin Alves, Marcelo Ribeiro Praxedes, Nilton Campos
Marinho Junior, Terezinha Aparecida dos Santos Alves. Medalha de Honra ao
Mérito São Francisco Xavier: Haroldo Rodrigues Jesus Neto. Terminada a
entrega de Títulos de Cidadania e da Medalha São Francisco Xavier, discursou
em nome de todos os agraciados o Exmo. Sr. Prefeito em Exercício Haroldo
Rodrigues Jesus Neto que cumprimentou a todos, incluindo o Presidente da
Câmara, os vereadores, os servidores da Casa, o público que acompanhava a
sessão e a todos os agraciados. Afirmou que aquele era um dia muito especial para
ele e pediu desculpas pela emoção, explicando que todos sabiam do carinho que
tinha por Luciana, que cuidava dele o tempo todo e que, na ausência de seus pais
e irmãos, representava muito naquele momento. Ao mencioná-la, disse também
que considerava Milton como um irmão, afirmando que ambos o completavam.
Comentou que Milton já havia recebido a mesma honraria que Luciana recebera
naquele dia e que, se estivesse recebendo naquele momento, ele também não
conseguiria conter a emoção. Acrescentou que poucas pessoas sabiam o quanto
era grato a Deus por ter pessoas como eles em sua vida e declarou que, sem os
dois, não conseguiria exercer o papel que desempenhava. Disse confiar sua vida
a ambos e afirmou que, se estava recebendo aquela medalha, era graças a Deus e
ao apoio que eles lhe davam, oferecendo toda a estrutura necessária para que ele
pudesse trabalhar e exercer a política, atividade que considerava a parte mais fácil
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por gostar do que fazia. Pediu novamente perdão pela emoção e afirmou que
receber a medalha e falar em nome de todos os homenageados era motivo de
grande honra e alegria. Recordou que, desde que tomou posse como vereador em
2017, assumiu a missão de resgatar a história do município de Itaguaí — uma
história boa, que carregava consigo e que o havia conduzido até ali. Declarou que
dizia isso em homenagem aos ex-prefeitos Otony Rocha, Abelardo, Saulo, José
Sagário e todos que tinham a alma itaguaiense. Comentou que, ao assumir o
mandato, percebeu que a política municipal vinha sendo destruída e que pessoas
de fora tentavam extinguir a boa história da cidade. Agradeceu a Deus por ser
filho daquela terra, dizendo até que se considerava neto de Itaguaí, já que seu pai
também havia nascido ali. Ressaltou que receber a medalha de São Francisco
Xavier — alguém que caminhava para transformar a fé cristã — simbolizava o
que desejava para a cidade: resgatar tudo o que ela tinha de bom. Afirmou que o
município vivia um momento complexo e reconheceu que não havia sido eleito
prefeito, mas escolhido como prefeito interino pela Câmara de Vereadores, que
confiara a ele a missão de pacificar a cidade em um período de instabilidade
jurídica. Disse ser grato a Deus por estar encontrando caminhos e por ter exercido
o cargo de prefeito interino por cinco meses e meio, período em que conseguiu
trazer investimentos significativos em verbas federais. Mencionou que o
Deputado Estadual Rafael Nobre, ali presente, que lhe perguntara como ele
conseguia incrementar tanto os fundos da saúde e da educação em tão pouco
tempo. Explicou que havia passado oito anos como vereador e que, durante toda
sua vida pública, nunca deixara de trabalhar nem de se preparar para exercer o
cargo. Disse que todos conheciam sua formação em Direito, mas poucos sabiam
o quanto estudava o município, desde o Regimento Interno até a Lei Orgânica,
além de ser apaixonado pela captação de recursos federais. Contou que, ao chegar
a Brasília, entregava tudo pronto antes mesmo de o ministro falar, o que tornava
difícil que o recurso fosse negado. Declarou acreditar que agentes públicos
deveriam trabalhar de forma determinada, 24 horas por dia, e afirmou repudiar
políticos que reclamavam de cansaço ou dos problemas do cargo, lembrando que
ninguém deveria reclamar daquilo que escolheu. Disse aos colegas vereadores,
dos quais tinha muito orgulho, que todos deveriam honrar o mandato e se
dedicarem incansavelmente, pois o futuro era incerto e a vida política era cíclica,
lembrando que seu pai havia perdido cinco eleições. Afirmou que era preciso
aproveitar o momento para servir à população de Itaguaí. Contou que, após vencer
a eleição no dia 6 de outubro, conversou com os vereadores no dia 7 e anunciou
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no dia 8 que não seria mais candidato a vereador, pois tinha unidade com
deputados federais para trazer recursos ao município. Mencionou Juninho Pneu,
dizendo que ele sabia quantas vezes o ele havia ido a Brasília com propostas para
arrecadar emendas para Itaguaí. Afirmou ter um pacto com sua esposa, sua família
e seus filhos, pois com seus 37 anos e por ser profundamente apegado à família,
sofria ao perder momentos importantes, como o aniversário do filho Heitor,
enquanto estava em Brasília. Contudo, afirmou que, no mesmo dia em que sentia
essa dor, havia conseguido arrecadar 12 milhões de reais para a saúde do
município. Contou que dizia à esposa, Renata, que, embora estivessem perdendo
um dia de aniversário do filho, aquele recurso salvariam a vida de muitas crianças
de Itaguaí. Declarou que tinha um pacto com a família de encerrar sua vida
política em 2030 e não se candidatar novamente, desejando viver a vida que
sempre quis. Disse ter se formado em Direito com intenção de atuar no magistério
e que tinha vontade de ser professor, pois amava o Direito Administrativo e o
Direito Eleitoral. Afirmou que não deixaria de trabalhar, mas acreditava que a
política que exercia desgastava a vida familiar, fazendo esposa, pais e filhos
sofrerem, e que, sem o apoio deles, ninguém conseguiria seguir. Seguiu dizendo
ser muito grato e orgulhoso do apelido que muitos lhe davam: Haroldinho da Reta,
pois tinha orgulho de ser filho do Beto da Reta e de ouvir a Mestre de Cerimônias
anunciar que ele era filho da Reta e de Coroa Grande e residente de Piranema.
Disse que isso o enchia de orgulho, assim como o fato de Itaguaí ter, naquele
momento, um prefeito nascido no Hospital Nossa Senhora da Guia e declarou que
tinha orgulho de ser da reta, de Coroa Grande e de Piranema, e que desejava ajudar
a população de Itaguaí, dedicando-se ao máximo. Afirmou que, para isso, era
necessário contar com a família e com companheiros e irmãos, como aqueles que
encontrara na Câmara. Disse que só Deus sabia o quanto era grato a cada um deles
e comentou que talvez o achassem insistente, já que sempre enviava mensagens
de “bom dia”, acompanhadas de agradecimentos e gratidão. Explicou que essa
gratidão não tinha relação com projetos políticos pessoais, pois nunca tratara disso
com nenhum dos presentes; sempre falara apenas de projetos para o município de
Itaguaí. Declarou que sempre dissera que, se tivesse a oportunidade de ser Prefeito
por um ano e meio, elevaria a arrecadação de Itaguaí a 2,5 bilhões, e que afirmava
isso com convicção, pois considerava que a arrecadação atual era muito inferior
ao potencial da cidade. Disse saber onde o município poderia chegar, mas que,
para isso, precisava da estabilidade política que os vereadores lhe
proporcionavam, especialmente quando acordava às quatro da manhã para pegar
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o primeiro voo para Brasília e retornava no último voo do dia. Afirmou que essa
estabilidade funcionava como um escudo, permitindo que ele trabalhasse, e que
havia chegado o momento de a Câmara pensar no futuro político do município, já
que não era mais aceitável que políticos da cidade sentissem vergonha de se
identificar como vereadores de Itaguaí por causa de estigmas de corrupção.
Afirmou que, ao vestir a camisa de autoridade pública, fosse como vereador ou
como prefeito, era necessário honrar cada munícipe que trabalhava diariamente e
que, muitas vezes, não encontrava saúde ou educação de qualidade. Disse que era
preciso fortalecer o comércio local, gerar empregos e garantir oportunidades aos
moradores da cidade, considerando inaceitável que um município como Itaguaí
convivesse com altos índices de desemprego. Declarou que essa era a
determinação que o movia todos os dias ao sair de casa. Disse que, enquanto
estivesse na política — como havia combinado com sua esposa e seus pais — até
2033, dedicaria seus esforços para representar Itaguaí da melhor forma possível,
independentemente do cargo que ocupasse. Se dirigiu aos homenageados,
afirmando que aqueles que recebiam o Título de Cidadão Itaguaiense e
Benemérito, deveriam ter certeza de que estavam em um município que, em pouco
tempo, os acolheria como filhos. Disse que, a partir daquele momento, todos
tinham o “RG de Itaguaí” e que poderiam confiar que a cidade se tornaria, em
breve, um município modelo no país. Explicou que, no ano seguinte, haveria a
expansão da ITG02, com a concessão do pátio de minério, o que dobraria o
escoamento e impulsionaria o emprego e o desenvolvimento local. Relatou sua
satisfação ao enviar mensagens ao secretário André Arede, a quem havia pedido
que, na segunda-feira seguinte, a farmácia central passasse a funcionar 24 horas
por dia, sete dias por semana, para que a população não ficasse sem acesso a
medicamentos nos fins de semana ou fora do horário administrativo. Declarou
que queria isso para o povo de Itaguaí. Afirmou também que ficou orgulhoso ao
ver o secretário Nando entregar seis ambulâncias em apenas seis dias, sem sequer
avisá-lo previamente, e que mais veículos estavam por vir. Disse que via o mesmo
empenho nos secretários Agenor e Adilson Pimpo, que trabalhavam sem
reclamar, sempre produzindo. Acrescentou que a Câmara de Vereadores,
representada pelo Guilherme, Raquel, Taciano, Paty, Fabinho, Alex, Sandro,
Julinho, Zé Domingos e Karine, também cumpria seu papel ao apoiar o Executivo
e cobrar de seus os deputados. Contou que havia dito a um deputado que, em
outubro, divulgaria quanto cada deputado federal havia destinado em recursos
para Itaguaí, pois era inadmissível que parlamentares recebessem votos na cidade
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e não enviassem verbas. Disse que o município precisava da parceria que Rafael
e Karine já estavam construindo no estado, por meio de leis de incentivo à cultura
e aos eventos. Afirmou que era inaceitável realizar eventos com recursos próprios
quando havia leis que permitiam captar patrocínios e verbas federais e estaduais.
Afirmou que aquela comemoração deveria ter ocorrido em 5 de julho, aniversário
da cidade, porém, Deus sabia de todas as coisas e que nada acontecia sem Sua
vontade. Declarou que pautava sua vida pelos critérios de Deus e compartilhou
uma frase que ouvira do pai de um amigo, e que pretendia transmitir aos seus
filhos: que todos deveriam ser felizes com o que tinham e jamais infelizes com o
que não possuíam. Por fim, afirmou que cada vereador e secretário representava
mais de 120 mil habitantes que aguardavam esperança e entrega. Disse que todos
deveriam honrar esse compromisso com esforço, noites sem dormir e sem
reclamações. Aconselhou que, quando se sentissem cansados, lembrassem que
aquele poderia ser o último dia no cargo e que, uma vez fora da política, não
haveria como voltar atrás e dizer que poderiam ter feito mais. Encerrou desejando
que Deus abençoasse a todos, ao município de Itaguaí e que concedesse saúde
para que todos pudessem honrar a cidade e sua população. Em seguida, adentrou
ao Plenário Wilson Pedro Francisco, a Banda Municipal de Itaguaí – BAMITA
para a execução do hino de Itaguaí. Terminada a apresentação, o Mestre de
Cerimônias parabenizou aos novos Cidadãos Itaguaienses e Cidadãos
Beneméritos e ao Exmo. Sr. Haroldo Rodrigues Jesus Neto pelo recebimento da
Medalha São Francisco Xavier e passou a palavra ao Sr. Presidente que, saudou
as senhoras e senhores, as autoridades presentes, o prefeito de Itaguaí, os colegas
vereadores e os representantes da sociedade civil. Ele afirmou que, ao chegarem
ao final da sessão solene, desejava destacar a importância daquele momento para
a cidade. Explicou que o ano havia trazido circunstâncias que exigiram ajustes no
calendário institucional, motivo pelo qual a entrega dos títulos não ocorrera em
julho, como era tradição. Ressaltou, porém, que a realização da cerimônia naquela
semana, dedicada à celebração do padroeiro São Francisco Xavier, conferia um
significado especial à homenagem prestada. Declarou saber que cada
personalidade agraciada carregava consigo uma história de dedicação, trabalho e
compromisso com Itaguaí, e que essas trajetórias, somadas, fortaleciam a
identidade do município. Afirmou que a Câmara Municipal, em nome de seus
vereadores e de todos os servidores da Casa, sentia-se honrada em reconhecer
publicamente o valor de cada homenageado. Destacou que os Títulos de Cidadão
Itaguaiense, cidadão benemérito e a medalha de São Francisco Xavier
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representavam mais do que simples honrarias: eram símbolos de respeito, gratidão
e reconhecimento de uma cidade que crescia graças à contribuição de pessoas
como aquelas ali presentes. Por fim, afirmou que a Câmara Municipal de Itaguaí
parabenizava os homenageados e agradecia a todos pela presença. Nada mais
havendo para constar, encerrou a presente Sessão, convidando a todos os
presentes para o coquetel Realizado no Salão Nobre José Carlos Amorim. Eu,
Domingos Jannuzi Alves, redigi esta Ata.
Presidente Vice-Presidente
2° Vice-Presidente 3º Vice-Presidente
Primeiro Secretário Segundo Secretário