| Tipo | Solene |
|---|---|
| Número / Ano | 1 |
| Date | 2020-01-03 |
| native_id | 227 |
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ATA DA SESÃO SOLENE DE POSSE DE SUPLENTES DA CÂMARA MUNICIPAL DE ITAGUAÍ— RJ. Aos três dias do mês de janeiro do ano de dois mil e vinte, no Plenário Wilson Pedro Francisco, na Câmara Municipal de Itaguaí, à Rua Amélia Louzada, nº 277 — Centro, reuniram-se os Senhores Vereadores para a Sessão Solene de Posse de Suplentes na Câmara Municipal de Itaguaí. Procedida chamada nominal responderam presente os seguintes Vereadores: Noel Pedrosa de Mello — Vice-Presidente: Gilberto Chediac Leitão Torres — 2º Vice-Presidente; Vinícius Alves de Moura Brito — 3º Vice-Presidente; André Luis Reis de Amorim: Genildo Ferreira Gandra; Ivan Charles Jesus Fonseca. O Sr. Presidente em exercício declarou aberta a Sessão Solene de Posse dos Senhores Edemir Lino de Assis Junior, Jocimar Pereira do Nascimento e Ronei Cordeiro Reis no cargo de Vereador da Câmara Municipal de Itaguaí, face ao impedimento dos titulares de participarem de votação e solicitou que todos se colocassem de pé para a execução do Hino Nacional Brasileiro. Dando prosseguimento a Sessão, solicitou ao Senhores Edemir Lino de Assis Junior, Jocimar Pereira do Nascimento e Ronei Cordeiro Reis que se dirigissem até a tribuna, estendendo a mão direita e prestando o seguinte juramento: “Prometo cumprir a Constituição da República, a Constituição do Estado do Rio de Janeiro, a Lei Orgânica do Município de Itaguaí e o Regimento Interno; Observar as Leis, desempenhar com honra e lealdade o mandato que me foi confiado e trabalhar pelo progresso do Município e pelo bem-estar do povo Itaguaiense”. O Sr. Presidente em exercício convidou os Senhores Edemir Lino de Assis Junior, Jocimar Pereira do Nascimento e Ronei Cordeiro Reis a assinarem os respectivos Termos de Posse e, logo depois, os declarou empossados, franqueando o uso da palavra. O Vereador Jocimar do Cartório agradeceu a Deus, ao povo que lhe confiou os votos, a Mesa Diretora pela oportunidade e disse que chega com felicidade para honrar os votos que lhe foram confiados. Agradeceu aos amigos. parentes ao filho que lhe ajudam incansavelmente na luta, afirmou que é brasileiro e não diste nunca, que estar nesta Casa, nem que seja por um dia, ajudando aquelas pessoas que lhe confiaram o voto é motivo de orgulho, se comprometendo a honrar cada voto confiado e dizendo que, no que tange a ordem e ao andamento do processo legislativo, a presidência poderia contar com ele. que estaria sempre presente. O Vereador Junior Assis cumprimentou o senhor presidente e salientou que fez um esboço para que seja mais objetivo. Cumprimentou a todos e disse que [1] aproveitaria os 15 minutos de oportunidade para falar um pouco como Vereador e falar aos colegas que tanto o ajudaram. Agradeceu primeiramente a Deus, a sua família, amigos, colegas e as pessoas que diretamente e indiretamente lhe ajudaram a estar na Casa, ao seu saudoso e amado pai, que de alguma forma estava presente. Disse que queria aproveitar esse momento para lembrar um discurso de Roosevelt em Paris no dia 23 de abril de 1910, chamado de “Cidadão em uma República” também conhecido como o Homem na Arena: “O importante não é o homem que critica ou aquele que aponta como o bravo tropeçou ou o quanto o empreendedor poderia atingir maior êxito, importante em verdade é o homem que está na arena, com a face coberta de poeira, suor e sangue, que luta com bravura, erra e seguidamente tenta atingir o alvo, é aquele que conhece os grandes entusiasmos, as grandes de devoções e consomem uma causa justa, é aquele no sucesso melhor conhece o triunfo final, dos grandes feitos e o que se fracassam pelo menos falha ousadamente, de modo que seu lugar jamais será entre as almas tímidas que conhece nem a vitória e nem derrota”. Disse que se pergunta se gostaria de ser esse homem da arena e respondeu que sim, queria sim pois é como se sentia, porque não se tratava de vencer ou perder, tratava-se de travar o bom combate. Disse que uma coisa que descobriu na sua vida que a única coisa que precisa quando entra numa arena como essa é a clareza dos seus valores, coragem e fé. Afirmou que todos eram providos de crenças e valores pessoais que os estimula e os prende, valores e crenças que foram forjados ao longo de suas histórias, sendo influenciados pelos pais. parentes, amigos e o meio que viviam. Afirmou que eram produtos do meio e esse conjunto os torna praticamente o jeito de ser e de agir, os valores eram tudo aquilo que acreditavam como o certo, então perguntava a cada um que teria direito de estar representando o cidadão itaguaiense nesta Casa, aonde estavam seus valores, suas crenças, destacando que era hora de dar uma resposta a essa população sofrida, afirmando que nossa cidade é geograficamente privilegiada e essa Casa tem 17 cabeças e às vezes ficavam condenando duas, onde, como diz o ditado popular, 17 cabeças pensam melhor do que duas, o que os leva às vezes ficar fadados, como se diz na mitologia grega “encantado pelo canto da sereia”. Chamou os colegas que acordassem do transe, que despertassem para uma cidade que anseia em vencer, anseia realmente em dar ao cenário fluminense uma resposta, uma resposta à altura do que ela é, não do que os colegas haviam feito até hoje, mas do que poderiam fazer: essa cidade merece uma resposta à altura, com justiça. seriedade, imparcialidade, sem lado “a” ou lado “b”. Disse que estariam discutindo o futuro do nosso município, não era a Prefeitura e a Câmara, mas sim a sobrevivência do nosso municipe que sofre. que clama. Disse que estava dificil, que vivia aí fora e o que fazia hoje era o que essa Casa um dia barrou: A Tribuna Popular. Fazia uso da tribuna como cidadão que sempre esteve ali sentado com um desejo que não esconde de estar um dia aqui e ter a prerrogativa que tem hoje, com todo respeito aos demais pares e poder dizer aos senhores Vereadores: “acordem desse transe e vamos dar uma resposta a esta sociedade sofrida. Nossa cidade anseia em vencer”. O Vereador Ronei Reis se desculpou por não ter preparado um discurso, que tentaria expressar o que está vendo nas ruas, que com certeza faltaria algo. Se antecipou em dizer que não veio aqui para acusar ou tacar pedra em quem quer que seja, mas falaria tão somente o que via. Desejou um feliz ano novo a todos, disse que recebeu essa benção, esse privilégio de estar começando o ano numa tribuna onde muitos gostariam de estar e tinha certeza que não estava ali por conta do seu próprio braço, fazendo questão de agradecer a Deus pela oportunidade talvez única, humanamente falando. Afirmou que foi chamado ontem, convocado, diplomado, teve acesso aos autos e se preparou o melhor possível para entender o que estava acontecendo e o que e o que seria esse pleito. Disse esperar que essa pequena porção da sociedade em Itaguai que estava sentada nas cadeiras daquele Plenário pudesse os ajudar a ter um desenrolar claro, limpo e cristalino como sabia que essa Casa quer. Disse acreditar que não havia nenhum justiceiro, mas os Vereadores que ali estavam queriam o que a população queria: a verdade. Ressaltou que queriam uma clareza, uma limpidez, que não estava na tribuna para fazer um comício, usar o microfone para fazer um comício eleitoreiro, mas realmente acreditava que Deus estava mudando a nação e essa mudança aconteceu nas últimas eleições. Lembrou situações de impeachment nesta Câmara, de Presidente da República e afirmou que estava vendo e presenciando, aos 40 anos de idade, um mover sobrenatural na nação e tinha certeza absoluta que a mão de Deus estã sobre o Brasil e pela misericórdia do Senhor. ela estava sobre Itaguaí. Afirmou que tinham uma oportunidade na mão de 17 pessoas, que pela memória do seu pai, pela presença da sua mãe, dos seus dois filhos, da sua esposa e dos amigos presentes. tinha a felicidade de entregar por esses 10 ou 15 minutos, junto com os nobres colegas. a tribuna, o microfone, e aquele lugar que seria um lugar de decisão nas mãos de Deus, ressaltando que tinha certeza absoluta que Deus faria a vontade dele sobre esse município, finalizando seu pronunciamento pedindo que Deus pudesse os abençoar e bradando “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos”. O Sr. Presidente em exercício solicitou que que todos se colocassem de pé para a execução do Hino de Itaguaí. Em seguida, cumprimentou os empossados, falou da satisfação em tê-los na Casa, da certeza de se tratar de pessoas honestas, direitas, que concorreram no pleito e estão representando uma parcela da sociedade. Nada mais havendo para constar, o Sr. Presidente em exercício encerrou a presente Sessão, marcando sessão para as dezoito horas. Eu, Milton Valviesse Gama, redigi esta Ata. S Presidente Secretário