| Tipo | Solene |
|---|---|
| Número / Ano | 6 |
| Date | 2025-12-06 |
| native_id | 480 |
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477 ATA DA SESSÃO SOLENE COMEMORATIVA DO 207° ANIVERSÁRIO DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICO - ADMINISTRATIVA DO MUNICÍPIO DE ITAGUM - RJ. Aos seis dias do mês de dezembro do ano de dois mil e vinte e cinco, no Plenário Wilson Pedro Francisco, na sede da Câmara Municipal de Itaguaí, à Rua Amélia Louzada, n° 277 — Centro, reuniram-se os Senhores Vereadores para a da Sessão Solene Comemorativa do 207° Aniversário de Emancipação Político - Administrativa do Município de Itaguaí. Presente os seguintes Vereadores: Fabiano José Nunes - Presidente; Guilherme Severino Campos de Farias Kifer Ribeiro - 2° Vice-Presidente; Patricia Fernanda Kuchenbecker - 30 Vice-Presidente; Rachel Secundo da Silva - 1a Secretária, Alexandro Valença de Paula - 2° Secretário; Julio Cezar José de Andrade Filho; Alecsandro Alves de Azevedo; Fabio Luis da Silva Rocha, José Domingos do Rozário e Karine Brandão Barbosa de Lima. Aberta a cerimônia pela Mestre de Cerimônias, Rose Gorito, o Sr. Presidente, seguido pelos excelentíssimos senhores vereadores adentraram ao Plenário. Em seguida, o Sr. Presidente declarou aberta a presente Sessão e convidou o Excelentíssimo Senhor Prefeito em Exercício Haroldo Rodrigues Jesus Neto, a Dra. Ana Teresa Basílio, Presidente da OAB-RJ e p Sr. Tadashi Tani, Presidente da ACIAPI, para comporem a Mesa desta Sessão e convidou a Banda Municipal de Itaguaí - Bamita, a adentrar o Plenário Wilson Pedro Francisco para executar o Hino Nacional. Após, a Bamita realizou sua apresentação musical. O Sr. Presidente passou então a palavra à Mestre de Cerimônias para a entrega de títulos de Cidadão Benemérito, Cidadão Itaguaiense e Medalha de São Francisco, que afirmou que, tradicionalmente, a cerimônia ocorria no dia 5 de julho, data em que se celebrava o aniversário da cidade, explicou, porém, que naquele ano, de forma excepcional, o evento estava sendo realizado no dia 6 de dezembro, inserido na semana do dia 3 de dezembro, dia de São Francisco Xavier, padroeiro de Itaguaí e feriado municipal, símbolo de tradição e identidade para a população, além de dar nome à medalha considerada a maior Honraria do Município. Ressaltou que aquele era um momento simbólico e de profundo valor cultural e histórico, no qual todos se reuniam para homenagear aqueles que, por suas trajetórias, ações e serviços prestados, 478 contribuíram para o desenvolvimento e o bem-estar da cidade. Segundo o Decreto Legislativo n 007/2025, receberam o Título de Cidadão Itaguaiense: Adson Leonardo de Lima, Ana Tereza Basilio, André Barreto de Azambuja, André Luiz Arede da Silva, Barbara Botelho de Oliveira, Bruno Diniz Pereira, Celso Henrique da Cunha Paixão, Cristiano Ribeiro Abelheira, Diego Coelho Bento, Divaldo Guedes, Eliomar Silva Torres, Fabio Dias de Freitas, Fernanda Spindola Motta, Francisco Manoel da Silva Filho, Jorge Miguel Felippe Poyares Bethlem, Jose Antônio da Veiga Calado Filho, Jose Augusto Ferreira da Silva, Lamounier Erthal Villela, Laudemiro Pereira Pinheiro, Lhuba Fernanda Stanescon Batuli Mouchalouat, Luciana da Silva Miranda Pereira Câmara, Luiz da Costa Guedes Junior, Luiz Eduardo Anibolete Carvalheira, Marcos da Silva Santos, Nilton de Almeida Vitoretti, Oswaldo Antônio Senna da Rocha Alves, Rafael Pereira Nobre, Raimundo Antônio Simões Aragão, Roberta Gonçalves Ramalho, Roberto Lucio Espolador Guimarães, Rodrigo Santos de Castro, Rogerio Teixeira Junior, Rivaldo Ramos de Lima, Valeria Silvania da Silva, Wagner Emidio de Souza. Título de Cidadão Benemérito: Carina Antunes de Oliveira, Cezare Yukio Iwanaga, Julio Cesar Benjamin Alves, Marcelo Ribeiro Praxedes, Nilton Campos Marinho Junior, Terezinha Aparecida dos Santos Alves. Medalha de Honra ao Mérito São Francisco Xavier: Haroldo Rodrigues Jesus Neto. Terminada a entrega de Títulos de Cidadania e da Medalha São Francisco Xavier, discursou em nome de todos os agraciados o Exmo. Sr. Prefeito em Exercício Haroldo Rodrigues Jesus Neto que cumprimentou a todos, incluindo o Presidente da Câmara, os vereadores, os servidores da Casa, o público que acompanhava a sessão e a todos os agraciados. Afirmou que aquele era um dia muito especial para ele e pediu desculpas pela emoção, explicando que todos sabiam do carinho que tinha por Luciana, que cuidava dele o tempo todo e que, na ausência de seus pais e irmãos, representava muito naquele momento. Ao mencioná-la, disse também que considerava Milton como um irmão, afirmando que ambos o completavam. Comentou que Milton já havia recebido a mesma honraria que Luciana recebera naquele dia e que, se estivesse recebendo naquele momento, ele também não conseguiria conter a emoção. Acrescentou que poucas pessoas sabiam o quanto era grato a Deus por ter pessoas como eles em sua vida e declarou que, sem os dois, não conseguiria exercer o papel que desempenhava. Disse confiar sua vida a ambos e afirmou que, se estava recebendo aquela medalha, era graças a Deus e ao apoio que eles lhe davam, oferecendo toda a estrutura necessária para que ele pudesse trabalhar e exercer a política, atividade que considerava a parte mais fácil 479 por gostar do que fazia. Pediu novamente perdão pela emoção e afirmou que receber a medalha e falar em nome de todos os homenageados era motivo de grande honra e alegria. Recordou que, desde que tomou posse como vereador em 2017, assumiu a missão de resgatar a história do município de Itaguaí — uma história boa, que carregava consigo e que o havia conduzido até ali. Declarou que dizia isso em homenagem aos ex-prefeitos Otoni Rocha, Abelardo, Saulo, José Sagário e todos que tinham a alma Itaguaiense. Comentou que, ao assumir o mandato, percebeu que a política municipal vinha sendo destruída e que pessoas de fora tentavam extinguir a boa história da cidade. Agradeceu a Deus por ser filho daquela terra, dizendo até que se considerava neto de Itaguaí, já que seu pai também havia nascido ali. Ressaltou que receber a medalha de São Francisco Xavier — alguém que caminhava para transformar a fé cristã — simbolizava o que desejava para a cidade: resgatar tudo o que ela tinha de bom. Afirmou que o município vivia um momento complexo e reconheceu que não havia sido eleito prefeito, mas escolhido como prefeito interino pela Câmara de Vereadores, que confiara a ele a missão de pacificar a cidade em um período de instabilidade jurídica. Disse ser grato a Deus por estar encontrando caminhos e por ter exercido o cargo de prefeito interino por cinco meses e meio, período em que conseguiu trazer investimentos significativos em verbas federais. Mencionou que o Deputado Estadual Rafael Nobre, ali presente, que lhe perguntara como ele conseguia incrementar tanto os fundos da saúde e da educação em tão pouco tempo. Explicou que havia passado oito anos como vereador e que, durante toda sua vida pública, nunca deixara de trabalhar nem de se preparar para exercer o cargo. Disse que todos conheciam sua formação em Direito, mas poucos sabiam o quanto estudava o município, desde o Regimento Interno até a Lei Orgânica, além de ser apaixonado pela captação de recursos federais. Contou que, ao chegar a Brasília, entregava tudo pronto antes mesmo de o ministro falar, o que tornava dificil que o recurso fosse negado. Declarou acreditar que agentes públicos deveriam trabalhar de forma determinada, 24 horas por dia, e afirmou repudiar políticos que reclamavam de cansaço ou dos problemas do cargo, lembrando que ninguém deveria reclamar daquilo que escolheu. Disse aos colegas vereadores, dos quais tinha muito orgulho, que todos deveriam honrar o mandato e se dedicarem incansavelmente, pois o futuro era incerto e a vida política era cíclica, lembrando que seu pai havia perdido cinco eleições. Afirmou que era preciso aproveitar o momento para servir à população de Itaguaí. Contou que, após vencer a eleição no dia 6 de outubro, conversou com os vereadores no dia 7 e anunciou 480 no dia 8 que não seria mais candidato a vereador, pois tinha unidade com deputados federais para trazer recursos ao município. Mencionou Juninho Pneu, dizendo que ele sabia quantas vezes o ele havia ido a Brasília com propostas para arrecadar emendas para Itaguaí. Afirmou ter um pacto com sua esposa, sua família e seus filhos, pois com seus 37 anos e por ser profundamente apegado à família, sofria ao perder momentos importantes, como o aniversário do filho Heitor, enquanto estava em Brasília. Contudo, afirmou que, no mesmo dia em que sentia essa dor, havia conseguido arrecadar 12 milhões de reais para a saúde do município. Contou que dizia à esposa, Renata, que, embora estivessem perdendo um dia de aniversário do filho, aquele recurso salvariam a vida de muitas crianças de Itaguaí. Declarou que tinha um pacto com a família de encerrar sua vida política em 2030 e não se candidatar novamente, desejando viver a vida que sempre quis. Disse ter se formado em Direito com intenção de atuar no magistério e que tinha vontade de ser professor, pois amava o Direito Administrativo e o Direito Eleitoral. Afirmou que não deixaria de trabalhar, mas acreditava que a política que exercia desgastava a vida familiar, fazendo esposa, pais e filhos sofrerem, e que, sem o apoio deles, ninguém conseguiria seguir. Seguiu dizendo ser muito grato e orgulhoso do apelido que muitos lhe davam: Haroldinho da Reta, pois tinha orgulho de ser filho do Beto da Reta e de ouvir a Mestre de Cerimônias anunciar que ele era filho da Reta e de Coroa Grande e residente de Piranema. Disse que isso o enchia de orgulho, assim como o fato de Itaguaí ter, naquele momento, um prefeito nascido no Hospital Nossa Senhora da Guia e declarou que tinha orgulho de ser da reta, de Coroa Grande e de Piranema, e que desejava ajudar a população de Itaguaí, dedicando-se ao máximo. Afirmou que, para isso, era necessário contar com a família e com companheiros e irmãos, como aqueles que encontrara na Câmara. Disse que só Deus sabia o quanto era grato a cada um deles e comentou que talvez o achassem insistente, já que sempre enviava mensagens de "bom dia", acompanhadas de agradecimentos e gratidão. Explicou que essa gratidão não tinha relação com projetos políticos pessoais, pois nunca tratara disso com nenhum dos presentes; sempre falara apenas de projetos para o município de Itaguaí. Declarou que sempre dissera que, se tivesse a oportunidade de ser Prefeito por um ano e meio, elevaria a arrecadação de Itaguaí a 2,5 bilhões, e que afirmava isso com convicção, pois considerava que a arrecadação atual era muito inferior ao potencial da cidade. Disse saber onde o município poderia chegar, mas que, para isso, precisava da estabilidade política que os vereadores lhe proporcionavam, especialmente quando acordava às quatro da manhã para pegar 481 o primeiro voo para Brasília e retornava no último voo do dia. Afirmou que essa estabilidade funcionava como um escudo, permitindo que ele trabalhasse, e que havia chegado o momento de a Câmara pensar no futuro político do município, já que não era mais aceitável que políticos da cidade sentissem vergonha de se identificar como vereadores de Itaguaí por causa de estigmas de corrupção. Afirmou que, ao vestir a camisa de autoridade pública, fosse como vereador ou como prefeito, era necessário honrar cada munícipe que trabalhava diariamente e que, muitas vezes, não encontrava saúde ou educação de qualidade. Disse que era preciso fortalecer o comércio local, gerar empregos e garantir oportunidades aos moradores da cidade, considerando inaceitável que um município como Itaguaí convivesse com altos índices de desemprego. Declarou que essa era a determinação que o movia todos os dias ao sair de casa. Disse que, enquanto estivesse na política — como havia combinado com sua esposa e seus pais — até 2033, dedicaria seus esforços para representar Itaguaí da melhor forma possível, independentemente do cargo que ocupasse. Se dirigiu aos homenageados, afirmando que aqueles que recebiam o Título de Cidadão Itaguaiense e Benemérito, deveriam ter certeza de que estavam em um município que, em pouco tempo, os acolheria como filhos. Disse que, a partir daquele momento, todos tinham o "RG de Itaguaí" e que poderiam confiar que a cidade se tornaria, em breve, um município modelo no país. Explicou que, no ano seguinte, haveria a expansão da ITG02, com a concessão do pátio de minério, o que dobraria o escoamento e impulsionaria o emprego e o desenvolvimento local. Relatou sua satisfação ao enviar mensagens ao secretário André Arede, a quem havia pedido que, na segunda-feira seguinte, a farmácia central passasse a funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana, para que a população não ficasse sem acesso a medicamentos nos fins de semana ou fora do horário administrativo. Declarou que queria isso para o povo de Itaguaí. Afirmou também que ficou orgulhoso ao ver o secretário Nando entregar seis ambulâncias em apenas seis dias, sem sequer avisá-lo previamente, e que mais veículos estavam por vir. Disse que via o mesmo empenho nos secretários Agenor e Adilson Pimpo, que trabalhavam sem reclamar, sempre produzindo. Acrescentou que a Câmara de Vereadores, representada pelo Guilherme, Raquel, Taciano, Paty, Fabinho, Alex, Sandro, Julinho, Zé Domingos e Karine, também cumpria seu papel ao apoiar o Executivo e cobrar de seus os deputados. Contou que havia dito a um deputado que, em outubro, divulgaria quanto cada deputado federal havia destinado em recursos para Itaguaí, pois era inadmissível que parlamentares recebessem votos na cidade 482 e não enviassem verbas. Disse que o município precisava da parceria que Rafael e Karine já estavam construindo no estado, por meio de leis de incentivo à cultura e aos eventos. Afirmou que era inaceitável realizar eventos com recursos próprios quando havia leis que permitiam captar patrocínios e verbas federais e estaduais. Afirmou que aquela comemoração deveria ter ocorrido em 5 de julho, aniversário da cidade, porém, Deus sabia de todas as coisas e que nada acontecia sem Sua vontade. Declarou que pautava sua vida pelos critérios de Deus e compartilhou uma frase que ouvira do pai de um amigo, e que pretendia transmitir aos seus filhos: que todos deveriam ser felizes com o que tinham e jamais infelizes com o que não possuíam. Por fim, afirmou que cada vereador e secretário representava mais de 120 mil habitantes que aguardavam esperança e entrega. Disse que todos deveriam honrar esse compromisso com esforço, noites sem dormir e sem reclamações. Aconselhou que, quando se sentissem cansados, lembrassem que aquele poderia ser o último dia no cargo e que, uma vez fora da política, não haveria como voltar atrás e dizer que poderiam ter feito mais. Encerrou desejando que Deus abençoasse a todos, ao município de Itaguaí e que concedesse saúde para que todos pudessem honrar a cidade e sua população. Em seguida, adentrou ao Plenário Wilson Pedro Francisco, a Banda Municipal de Itaguaí — BAMITA para a execução do hino de Itaguaí. Terminada a apresentação, o Mestre de Cerimônias parabenizou aos novos Cidadãos Itaguaienses e Cidadãos Beneméritos e ao Exmo. Sr. Haroldo Rodrigues Jesus Neto pelo recebimento da Medalha São Francisco Xavier e passou a palavra ao Sr. Presidente que, saudou as senhoras e senhores, as autoridades presentes, o prefeito de Itaguaí, os colegas vereadores e os representantes da sociedade civil. Ele afirmou que, ao chegarem ao final da sessão solene, desejava destacar a importância daquele momento para a cidade. Explicou que o ano havia trazido circunstâncias que exigiram ajustes no calendário institucional, motivo pelo qual a entrega dos títulos não ocorrera em julho, como era tradição. Ressaltou, porém, que a realização da cerimônia naquela semana, dedicada à celebração do padroeiro São Francisco Xavier, conferia um significado especial à homenagem prestada. Declarou saber que cada personalidade agraciada carregava consigo uma história de dedicação, trabalho e compromisso com Itaguaí, e que essas trajetórias, somadas, fortaleciam a identidade do município. Afirmou que a Câmara Municipal, em nome de seus vereadores e de todos os servidores da Casa, sentia-se honrada em reconhecer publicamente o valor de cada homenageado. Destacou que os Títulos de Cidadão Itaguaiense, cidadão benemérito e a medalha de São Francisco Xavier 483 representavam mais do que simples honrarias: eram símbolos de respeito, gratidão e reconhecimento de uma cidade que crescia graças à contribuição de pessoas como aquelas ali presentes. Por fim, afirmou que a Câmara Municipal de Itaguai parabenizava os homenageados e agradecia a todos pela presença. Nada mais havendo para constar, encerrou a presente Sessão, convidando a todos os presentes para o coquetel Realizado no Salão Nobre José Carlos Amorim. Eu, Domingos J es, redigi esta Ata. Vice-Presidente Vice-Presidente meiro Secretário