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materia nº 40/2024

Tipo Mensagem
Número / Ano 40 / 2024
Date 2024-08-05
EmentaAprova o Plano Municipal de Direitos Humanos - PMDH.
native_id268

Autoria

Tramitação (latest 9)

DateStatusTurnoTexto
2024-09-11 Proposição transformada em lei por sanção do Prefeito Lei Municipal nº 6.483.
2024-09-11 Aguardando sanção
2024-09-10 Proposição aprovada em 2ª votação
2024-09-10 Proposição inclusa na Ordem do Dia
2024-09-02 Proposição aprovada em 1ª votação
2024-09-02 Proposição inclusa na Ordem do Dia
2024-08-13 Proposição distribuída às comissões
2024-08-05 Aguardando parecer
2024-08-05 Proposição apresentada em Plenário

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 67

Estado do Rio de Janeiro 
PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA 
Gabinete do Prefeito 
Em, 29 de julho de 2024. 
MENSAGEM N° 040/24 
Senhor Presidente: 
Tenho a honra de submeter à elevada consideração de Vossas Excelências o incluso 
Projeto de Lei, que pretende a apresentar o primeiro Plano Municipal de Direitos Humanos de 
Volta Redonda, o PMDH, para que seja apreciado e aprovado por essa Casa. 
A construção de um Plano Municipal de Direitos Humanos — PMDH, na esfera 
municipal, tem por finalidade nortear o aperfeiçoamento e integração das políticas públicas, 
como também ser um instrumento balizador dos agente públicos. 
Esse instrumento foi elaborado através de processo participativo e com o 
acompanhamento do Conselho Municipal de Direitos Humanos, que acreditamos ter uma 
contribuição fundamental na construção de políticas públicas mais transversais e intersetoriais, 
além de articular diretrizes, objetivos e ações programáticas da universalidade, individualidade 
e interdependência dos direitos da pessoa humana. Podemos afirmar que esse instrumento 
representa um avanço nas conquistas de direitos, garantindo-os, em especial, as pessoas que, 
por quaisquer razões, ainda não conquistaram sua cidadania. 
Diante do exposto e na certeza de que posso contar com o espirito de devoção 
aos interesses de nossa cidade que estimulam a todos os representantes dessa Casa para a 
aprovação desse importante Projeto de Lei, aproveito para renovar nossos protestos de estima 
e consideração. 
Atenciosamente, 
tonio Francisco Neto 
Prefeito Municipal 
Exmo. Sr.: 
Edson Carlos Quinto 
DD. Presidente 
CÂMARA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA 
NESTA 
Ref. Proc. Adm n° 7864/2024 
GEGOV/Lpst 
Estado do Rio de Janeiro 
PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA 
Gabinete do Prefeito 
PROJETO DE LEI MUNICIPAL 
Aprova o Plano Municipal de Direitos Humanos — 
PMDH. 
A Camara Municipal de Volta Redonda aprova e eu sanciono a seguinte Lei: 
Art. 1° - Fica aprovado o Plano Municipal de Direitos Humanos — PMDH, em 
anexo, com o objetivo de fazer cumprir as políticas públicas transversais e intersetoriais, com 
a finalidade de articular diretrizes, objetivos e ações programáticas de universalidade, 
individualidade e interdependência dos direitos, no âmbito do município. 
Art. 2° - 0 Município, através de Comissão Intersetorial e do Conselho 
Municipal de Direitos Humanos realizará o monitoramento e as avaliações quanto a 
implementação do PMDH. 
Art. 3° - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. 
• 
• 
VOLTA 
; REDONDA 
PLANO MUNICIPAL DE 
DIREITOS HUMANOS 
SMDH 
Si 
W4. Can011% 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- REETÃO SOCIAL 
) !swift*, de Ciências Humanas e Sociais 
ICHS niF0)1 Q.0MA•VmMIORA 
OVIONNI•Il• 
Estado do Rio de Janeiro 
Prefeitura Municipal de Volta Redonda 
Secretaria Municipal de Políticas Públicas 
• 
Lq VOLTA 
• REDONDA 
Plano Municipal de 
Direitos Humanos 
SMDH 
PLANS MINICIPAL BE 
BREITIS IIINANIS 
Volta Redonda 
Junho, 2024 
PROGRAMA DE 
EDUCKE0 TUTORIAL 
PIT- GESTAO SOCIAL 
) InsMato de C ias Human. e Socials 
ICHS niF0A 
PREFEITO 
Antonio Francisco Neto 
SECRETARIA MUNICIPAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA 
MULHERES E DIREITOS HUMANOS 
Maria da Glória Borges Amorim 
COMISSÃO DO PLANO MUNICIPAL DE DIREITOS HUMANOS 
DE VOLTA REDONDA 
• 
„m• 
(7.) VOLTA 
• REDONDA 
Ana Carolina Callegario Pereira 
Graziela Furtado Nepomuceno 
Josinete Maria Pinto 
Juliana Ferreira Rodrigues 
Katya Aguiar de Souza 
Luis Henrique Abegão 
Marcos Antônio Mendes 
Rodrigo Matias dos Santos 
SMDH 
mYalti I Mii3O,AAMIAKIS 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL Jr! ) 
_ 
ICHS 4iF0A 
instituto de Ciências Humanas e Sociais 2.- ----
PLANO PURIM. BE 
OltEITIS MIMS 
Elaboração, edição e informação: 
Prefeitura Municipal de Volta Redonda 
Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres e Direitos Humanos 
Rua Antônio Barreiros, 232 
Bairro Nossa Senhora das Graças 
CEP 27215-350, Volta Redonda — RJ 
Universidade Federal Fluminense 
Instituto de Ciências Humanas e Sociais 
Grupo PET Gestão Social 
Rua Des. Ellis Hermydio Figueira, 783 - Bloco A, Sala 211 
Bairrro Aterrado 
CEP 27213-145, Volta Redonda — RJ 
Coordenação: Josinete Maria Pinto 
Autoria: Luis Henrique Abegão 
Este documento foi elaborado de forma colaborativa, envolvendo outras secretarias e 
órgãos da Administração Pública de Volta Redonda e de Organizações da Sociedade 
Civil do município. 
Ficha Catalográfica 
Volta Redonda, RJ. Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres e Direitos 
Humanos. 
PlanoMunicipaldeDireitosHumanosdeVoltaRedonda/Secretaria Municipal de 
Políticas Públicas para Mulheres e Direitos Humanos; Grupo PET Gestão Social do 
Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal Fluminense.- ver. 
rev, e atual. --Volta Redonda: SMDH, 2024. 60 p. 
1. Direitos Humanos. 2. Políticas Públicas (Direitos). 3. Volta Redonda. I. Titulo 
2024 
MUTH EIRAIIIS 
• 
• 
SMDH PROGRA,AA DE 
EDUCAÇA0 TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
ViR ICHS 
NA RODA 
Nesta roda viva, 
se me dás a mão, 
se eu ajunto o pé, 
se ele traz a voz, 
se nós nos unimos 
na dança, na marcha, 
no grito, naluta... 
a roda avança, 
a roda se firma 
e, um dia, se impõe 
a roda do Povo. 
Dom Pedro Casaldáliga 
Em memória de Dom Waldyr Calheiros. 
) irnt ituto de Ciências Human,. c Socials C.011 •6••••.10., 
Ile .1111•1.1.1. 
IA COI • .1. EIMErelom GE loÇÃITIÇÃE 
Lista de siglas 
CGM - CONTROLADORIA GERAL DO 
MUNICÍPIO 
CMPD - COORDENADORIA MUNICIPAL 
DE PREVENÇÃO d'okS DROGAS 
COHAB - COMPANHIA DE HABITAÇÃO 
COORDJUV - COORDENADORIA 
MUNICIPAL DA JUVENTUDE 
EPDVR - EMPRESA DE 
PROCESSAMENTO DE DADOS 
FBG - FUNDAÇÃO BEATRIZ GAMA 
FEVRE - FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE 
VOLTA REDONDA 
FURBAN - FUNDO COMUNITÁRIO DE 
VOLTA REDONDA 
GEGOV - GABINETE DE ESTRATÉGIA 
GOVERNAMENTAL 
GMVR - GUARDA MUNICIPAL 
IPPU - INSTITUTO DE PESQUISA E 
PLANEJAMENTO URBANO 
PMDH - PLANO MUNICIPAL DE DIREITOS 
HUMANOS 
PNEDH - PLANO NACIONAL DE 
DIREITOS HUMANOS 
PNEDH - PLANO NACIONAL DE 
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS 
SECOM - SECRETARIA MUNICIPAL DE 
COMUNICAÇÃO 
SEPLAG - SECRETARIA MUNICIPAL DE 
PLANEJAMENTO, TRANSPARÊNCIA E 
MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO 
SI DH4 PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
SMA - SECRETARIA MUNICIPAL DE 
ADMINISTRAÇÃO 
SMAS - SECRETARIA MUNICIPAL DE 
ASSISTÊNCIA SOCIAL 
SMC - SECRETARIA MUNICIPAL DE 
CULTURA 
SMDET - SECRETARIA MUNICIPAL DE 
DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E 
TURISMO 
SME - SECRETARIA MUNICIPAL DE 
EDUCAÇÃO 
SMEL - SECRETARIA MUNICIPAL DE 
ESPORTE E LAZER 
SMF - SECRETARIA MUNICIPAL DE 
FAZENDA 
SMI - SECRETARIA MUNICIPAL DE 
INFRAESTRUTURA 
SMMA - SECRETARIA MUNICIPAL DE 
MEIO AMBIENTE 
SMS - SECRETARIA MUNICIPAL DE 
SAÚDE 
STMU - SECRETARIA MUNICIPAL DE 
TRANSPORTE E MOBILIDADE URBANA 
SMPD - SECRETARIA MUNICIPAL DA 
PESSOA COM DEFICIÊNCIA 
UFF — UNIVERSIDADE FEDERAL 
FLUMINENSE 
UNIFOA — CENTRO UNIVERSITÁRIO DE 
VOLTA REDONDA 
fl
Ingituto de Ci6ndas Humana, L. Social, 
ICHS 
• 
'MilUdIPit it 
WINS MIMS 
Sumário 
Apresentação 3 
Eixo 1 — Desenvolvimento e Direitos Humanos 6 
Eixo 2 — Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades 14 
Eixo 3 - Segurança Pública, Acesso à Justiça e Combate à Violência 31 
Eixo 4 - Educação e Cultura em Direitos Humanos 39 
Programas, projetos ou ações desenvolvidas por órgãos públicos municipais 47 
Participantes 54 
Colaboradores 55 
SMDH PROGRAMA DE 
EDLICAÇA0 TUTORIAL 
PET- GESTA0 SOCIAL 
) Institute de Clench. Homan. e Stu:Ws 
PLINt 11111,LIPAI At 
01011113 
Apresentação 
A nossa Carta Magna coloca entre os fundamentos do Estado Democrático de Direito a 
cidadania e a dignidade da pessoa humana, e estabelece como objetivosprimordiais a 
construção de uma sociedade livre, justa e solidária,além do compromisso com a erradicação 
da pobreza, redução das desigualdades sociais e regionais, a promoção do bem-estar de 
todos, sem preconceitos ou discriminação de qualquer tipo, e o desenvolvimento nacional. 
A incorporação dos Direitos Humanos no ordenamento social, politico e jurídico é um reflexo de 
conquistas históricasdos movimentos sociais e do Estado brasileiro, manifestadas, de forma 
especial, na Constituição de 1988. De modo particular, o tema conquista o status de política 
pública em 1996, com a proposição do primeiro Programa Nacional de Direitos Humanos — 
PNDH I, atualizado em 2002 (PNDH II) e depois em 2009 (PNDH-3), sendo esta sua última 
versão, consolidada no Decreto n° 7.037, de 21/12/2009, atualizado pelo Decreto n° 7.177, de 
12/05/2010. 
Um plano de direitos humanos abarca as mais variadas dimensões da vida humana, dirigindo 
uma atenção especial para as pessoas que, por quaisquer razões, ainda não conquistaram 
uma vida digna e sua cidadaniaplena. Um instrumento dessa natureza tem, portanto, uma 
contribuição fundamental na construção de políticas públicas mais transversais e intersetoriais, 
além de articular diretrizes, objetivos e ações programáticas na perspectiva dauniversalidade, 
indivisibilidade e interdependência dos direitos. Sendo assim, a construção de um plano de 
direitos humanos no âmbito da esfera pública municipal, além de ser uma importante inovação, 
na medida em que há um número reduzido de municípios brasileiros com esse ordenamento, 
apresenta-se como um guia para o aperfeiçoamento e integração das políticas públicas, como 
também para a melhor qualificação de seus agentes públicos. 
Em Volta Redonda, por ocasião da celebração do Dia Nacional dos Direitos Humanos, em 
evento realizado no Instituto Federal do Rio de Janeiro — Campus Volta Redonda, em 
11/08/2023, a Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres e Direitos Humanos (SMDH) 
lançou a proposta de construção participativa do Plano Municipal de Direitos Humanos(PMDH) 
de Volta Redonda. 
Desde o primeiro momento os representantes da sociedade civil organizada foram convidados 
a compor, com os técnicos da gestão pública, um grupo de trabalho (GT) para a construção do 
PMDH. Posteriormente, as universidades (UFF e UniF0A) também foram convidadas a 
contribuir metodologicamente com o processo, que teve como desafio conciliar a participação e 
escuta da sociedade e das secretarias e órgãos públicos municipais, com a sistematização das 
informações num prazo tão exíguo. 
A primeira tarefa do GT foi a elaboração de um instrumento de coleta de informações 
direcionado para as secretarias e órgãos municipais, com o propósito de captar a compreensão 
destes sobre os Direitos Humanos e registrar as ações, programas ou políticas alinhadas aos 
preceitos dos Direitos Humanos, que já são desenvolvidas pelos entes municipais. Para 
mobilizar e envolver os órgãos da administração pública municipal na construção do PMDH, foi 
simpH EP.R0.41....,DuE., fl IC H S finiFOA 
Immuto dc riCno.c. flumand, c Sot tal 
• 
• 
VIINICIPAt It 
llIIJ MINIS 
realizada, no dia 06/02/2024, no auditório da Prefeitura, um encontro com os gestores públicos, 
que serviu também como momento formativo sobre a temática dos Direitos Humanos. 
Considerando ser um ano de eleições municipais, foi estabelecido como prazo final para 
construção do PMDH o mês de junho, o que implicou na escolha por uma estratégia de escuta 
da população que pudesse ser ao mesmo tempo representativa e ágil. Sendo assim, optou 
pela construção de um instrumento de coleta de informações que tomou como referência o 
terceiro Plano Nacional de Direitos Humanos. 
O PNDH-3 está estruturado em seis eixos orientadores, subdivididos em 25 diretrizes, 82 
objetivosestratégicos e 521 ações programáticas. Incialmente optou-se por trabalhar com 
apenas 4 dos 6 eixos do plano nacional. Em seguida, foram selecionadas as diretrizes, 
objetivos e ações dos 4 eixos escolhidos, que estariam relacionadas á esfera municipal. Essa 
escolha foi referenda pelo GT. 
Para avaliar as ações selecionadas foram estabelecidos dois indicadores,com as gradações de 
0 (zero) a 3 (três), da seguinte forma: 
i) Grau de pertinência à esfera municipal: 
O - A ação não compete ao município; 
1 - Apesar de não ser de responsabilidade direta do município, pode-se utilizar a ação 
como referência; 
2 - O município é responsável pela ação, junto com outros órgãos e esferas 
governamentais; 
3 - O municipio tem responsabilidade direta e autonomia para executar esta ação. 
ii) Grau de atendimento por parte do município hoje: 
o - O município não atende; 
1 - Ações pontuais são realizadas; 
2 - Há órgãos que já respondem por isso, mas é necessário melhoria/investimento; 
3 - O município atende de modo satisfatório. 
Além do registro da gradação dos dois indicadores para cada uma das ações programáticas 
selecionadas, os respondentes tinham um espaço associado a cada diretriz, para apresentar 
criticas, sugestões ou outras contribuições. Ainda havia um espaço geral por eixo também para 
coleta de contribuições. 
Foram elaborados instrumentos de pesquisa próprios para cada um dos quatro eixos 
selecionados do PNDH-3, sendo que um deles foi dividido em dois, de acordo com os 
seguintes temas: 
Eixo 1 — Desenvolvimento e Direitos Humanos; 
Eixo 2.1 - Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades — acesso a direitos; 
Eixo 2.2 - Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades - combate ás 
desigualdades; 
Eixo 3 - Segurança Pública, Acesso a Justiça e Combate a Violência; 
Eixo 4 — Educação e Cultura em Direitos Humanos. 
J. VOLTA 
REDONDA 
SMDH 41A PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL jit PET- GESTÃO SOCIAL ICHS niF0A 
Instituto de ( Wneias iill11111113, Soci:ris 
MAI uI IPIt II 
IIIITPI 1111101$ 
Para a aplicação desse instrumento de pesquisa foram selecionadas 76 entidades da 
sociedade civil, relacionando-as às cinco temáticas acima, segundo a área de atuação de cada 
uma delas. Um grupo de alunos da UFF e do UniF0A colaboraram no contato com as 
entidades e aplicação da pesquisa, resultando num total de 22 participações, divididas pelo 
número de respostas conforme o seguinte resultado: Eixo 1 —5; Eixo 2.1 —5; Eixo 2.2 —5; Eixo 
3 — 4; e Eixo 4 — 3. 
• 
• 
Após a coleta de informações foram analisadas as tendências dos dois indicadores e 
sistematizadas as contribuições registradas pelos respondentes. De um modo geral, pode-se 
dizer que o conjunto total de ações programáticas selecionada do PNDH-3 foram consideradas, 
segundo o primeiro indicador, como sendo pertinentes á esfera municipal, podendo ser 
adotadas como referência pela prefeitura de Volta Redonda. Quanto ao segundo indicador, 
mesmo havendo tendências distintas entre os eixos, em razão da temática, pode-se dizer que, 
de modo geral, há uma percepção de que para a maioria das ações selecionadas há ações 
pontuais ou órgãos que respondem por isso, mesmo havendo necessidade de investimentos 
por parte do município. Numa menor proporção estão as indicações de não atendimento ou, no 
outro extremo, de um atendimento já satisfatório por parte do município. As ações que foram 
ajustadas em razão da ponderação dos indicadores estão destacadas em vermelho e itálico no 
texto. 
Sobre as contribuições adicionais dos respondentes, elas foram organizadas de modo a se 
estabelecer uma vinculação, na medida do possível, com os objetivos e ações do PNDH-3 
selecionados. Nesse sentido, também houve um esforço adicional de apontar para cada diretriz 
selecionada do PNDH-3 as secretarias ou órgãos municipais com responsabilidadesquanto ao 
tema. 
Finalmente, foi realizada uma plenária, no dia 22/05/2024, no Instituto de Educação Manuel 
Marinho, com a participação de 54 representantes de entidades da sociedade civil organizada, 
na qual foi apresentado o processo de construção do PMDH, convidando os participantes, 
divididos pelos 4 eixos, a formular propostas para o Plano. Essas propostas também foram 
vinculadas aos objetivos e ações do PNDH-3. Tanto as contribuições captadas por meio do 
instrumento de pesquisa como aquelas apresentadas pela Plenária estão destacadas no texto 
de forma sublinhada e em verde. 
0 resultado de todo esse processo participativo de construção do PMDH está apresentado a 
seguir, organizado pelos 4 eixos já mencionados. 
Quanto à implementação deste Plano, compreende-se que a SMDH tem a atribuição de 
fomentá-la. No entanto, como as ações relacionadas aos Direitos Humanos exigem uma 
abordagem multissetorial, o trabalho da SMDH consistirá, sobretudo, em reunir em torno dos 
principais temas abordados pelo PMDH as secretarias e demais órgãos públicos a eles 
vinculados — o plano já traz uma indicação dos órgãos municipais associados a cada diretriz —, 
estimulando, inclusive, a criação de planos detalhados para áreas ou temáticas especificas, a 
partir do PMDH. 
É desejável e condizente com a perspectiva dos Direitos Humanos, que esse processo de 
desdobramento do PMDH em áreas ou temáticas especificas se dê de forma participativa, com 
o envolvimento da sociedade civil organizada e o acompanhamento do Conselho Municipal de 
Direitos Humanos (CMDH), que passará a ter a atribuição, com a aprovação deste Plano, de 
VOLTA 
4 REDONDA 
SMDH PROGRAMA DE a EDUCACAO TUTORIAL 
'Id% 
PET- GESTAO SOCIAL 
) Institute de Ciências HI.1111:111AS e Sociats 
ICHS fJniFOA Gina ine.nome 
mow Rm..* 
• 
• 
EIAIIIIIIICCIPEL BE 
promover o diálogo sobre Direitos Humanos entre Governo Municipal e Sociedade, além de 
exercer o controle social quanto à sua observância e efetivação. A vigência deste plano será de 
10 (dez) anos, com revisão a cada dois anos a partir da data da sua promulgação. 
SMD11 
ilt.,11.1• atavaa a ,a ca 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
In,litulo de (Wncias Humanas 
• 
PIANO 1118101AI Ut 
111WIS 11111E1S 
Eixo 1 Desenvolvimento e Direitos 
Humanos 
Este eixo envolve diretrizes do PNDH-3 que apontam para a importância de se 
considerar aspectos da dignidade humana e da equidade nas políticas de 
desenvolvimento, com ênfase numa perspectiva de desenvolvimento sustentável que 
leve em consideração não apenas as questões ambientais, mas também a inclusão 
social e econômica e o desenvolvimento de soluções e tecnologias mais responsáveis 
em relação ás gerações atuais e futuras. Além disso, essas diretrizes propõem um 
maior controle social das políticas de desenvolvimento, assim como uma efetiva 
garantia do direito à cidade e do acesso a infraestruturas apropriadas para uma vida 
digna 
Alguns comentários sobre temas próprios deste eixo, captados nas escutas junto 
sociedade, trazem uma preocupação especial em relação ao sistema municipal de 
coleta seletiva com inclusão de catadores, ao constatar que, apesar do município 
cumprir a diretriz legal de contratação de cooperativas, o sistema ainda exige 
investimentosna melhoria da coleta em si e nas condições de trabalho nos galpões de 
triagem disponibilizados ás cooperativas de catadores pela Prefeitura. Ainda sobre 
esse tema, também foi considerado que o desenvolvimento do sistema de coleta 
seletiva e a garantia da sua sustentabilidade passa pela opção da não incineração dos 
resíduos sólidos pelo município. 
Uma outra contribuição apresentada sugere que a observância e aplicação das 
diretrizes estabelecidas por este plano municipal de direitos humanos no âmbito das 
políticas públicas municipais implica num esforço quanto ao desenvolvimento de 
soluções que sejam intersetoriais e desenvolvidas em diálogo com a sociedade. 
Também foi considerado, nesse sentido,a importância de se valorizar a formação em 
administração públicapela Universidade Pública no municipiocomo um caminho para 
uma gestão pública inovadora e mais efetiva, seja por meio de termos de cooperação 
como pela absorção dos administradores públicos formados. 
Em relação à avaliação geral das ações a partir dos indicadores propostos, pode-se 
dizer que no Eixo 1 a grande maioria das ações programáticas foi considerada como 
sendo de responsabilidade do município, mesmo quando desenvolvidas em conjunto 
com outros entes públicos. Quanto ao status atual dessas ações em Volta Redonda, 
prevaleceu, para a grande maioria delas, as respostas que indicam a inexistência de 
iniciativas. 
g VOLTA 
REDONDA 
SMDH PROGRAMA DE 
EDUCACÃO TUTORIAL 
PET- GE5TiO SOCIAL ICHS Cosa, v.v.'s...a 
Insult., CiEncias Human. c Sociais 
Diretriz 1: Efetivação de modelo de desenvolvimento sustentável, 
com inclusão social e econômica, ambientalmente equilibrado e 
tecnologicamente responsável, culturalmente diverso, participativo 
e não discriminatório 
Órgãos envolvidos: SMDH, SMDET, SMAS, SMMA, SMTU, COORDJUV, FBG, 
FURBAN, IPPU, Banco da Cidadania 
Objetivo estratégico I: Implementação de políticas públicas de desenvolvimento com 
inclusão social. 
• 
• 
a) Ampliar e fortalecer as políticas de desenvolvimento social e de combate 
fome, visando a inclusão e a promoção da cidadania, garantindo a segurança 
alimentar e nutricional, renda minima e assistência integral ás famílias. 
b) Apoiar projetos de desenvolvimento sustentável local, ampliando a 
autonomia e sustentabilidade do município. 
c) Incentivar as políticas públicas de economia solidária, de cooperativismo e 
associativismo e de fomento a pequenas e microempresas. 
d) Efetivar a proposta de lei, ia apreciada pelo executivo municipal, que cria a 
política pública municipal de economia solidária, como base para 
estruturação de uma política pública de inclusão socioprodutiva mais efetiva. 
e) Erradicar o trabalho infantil, bem como qualquer forma de violência e/ou 
exploração sexual de crianças e adolescentes em atividades econômicas na 
cidade, tomando como base o Estatuto da Criança e do Adolescente. 
f) Integrar políticas sociais e de geração de emprego e renda para o combate 
pobreza urbana, em especial de catadores de materiais recicláveis e 
população em situação de rua. 
Objetivo estratégico II: Promoção de modelos de agricultura familiar e agroecológica. 
a) Fomentar a agricultura familiar, incentivando os modelos de produção 
agroecológica e a inserção produtiva nos mercados formais. 
b) Promover o desenvolvimento da agricultura familiar agroecológica, urbana e 
periurbana. 
SNIDE! 4 41 PET- 6E5'1,0 SOCIAL 
i ll
•----_ 
InNiiitito de (Wee]. Human. c Social, 
ICHS niF0A 
• 
• 
IMO 11110ILIIIL IL 
IIILITIS iiiii S 
c) Resgatar a proposta de projeto de lei sobre agricultura urbana e periurbana 
que foi construída de forma participativa durante a qestão municipal 2017-
2020. 
Objetivo estratégico Ill: Fomento á pesquisa e à implementação de políticas para o 
desenvolvimento de tecnologias socialmente inclusivas, emancipa tórias e 
ambientalmente sustentáveis. 
a) Adotar tecnologias sociais de baixo custo e fácil aplicabilidade nas políticas 
e ações públicas para a geração de renda e para a solução de problemas 
socioambientais e de saúde pública. 
b) Fomentar tecnologias de gerenciamento de resíduos sólidos e emissões 
atmosféricas, para minimizar impactos à saúde e ao meio ambiente. 
Objetivo estratégico IV: Garantia do direito a cidades inclusivas e sustentáveis. 
a) Apoiar ações que tenham como principio o direito a cidades inclusivas e 
acessíveis como elemento fundamental da implementação de políticas 
urbanas, incluindo a elaboração e implementação do Plano Diretor. 
b) Promover a orquestração de órgãos municipais com universidades e 
entidades do terceiro setor locais na construção de soluções viáveis e mais 
efetivas, no âmbito do Plano Diretor, em questões como, por exemplo, 
mobilidade urbana sustentável e habitação de interesse social. 
c) Fomentar ações sustentáveis de urbanização e regularização fundiária dos 
assentamentos de população de baixa rendae de provisão habitacional de 
interesse social, materializando a função social da propriedade. 
d) Garantir o direito à moradia digna ás famílias que vivem nas ocupações 
urbanas do município, agilizando a regularização da situação de posse das 
propriedades. 
e) Estabelecer um marco legal e estratégias de governança que garantam o 
cumprimento da função social de terras e imóveis desocupados na cidade. 
f) Fortalecer a articulação entre os órgãos de governo e os consórcios 
municipais para atuar na política de saneamento ambiental, com participação 
da sociedade civil. 
SMDH PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
) Insotuto I Jc CiacCHias Human. c S. GUS S niF0A 
S 
• 
g) Garantir acesso ao sistema de saneamento básico a toda a população do 
município. 
h) Fortalecer a política de coleta, reaproveitamento, triagem, reciclagem e a 
destinação seletiva de resíduos sólidos e líquidos, com a organização de 
cooperativas de reciclagem, que beneficiem as famílias dos catadores. 
i) Fomentar políticas públicas de apoio ás organizações de catadores de 
materiais recicláveis, visando à disponibilização de áreas e deinfraestrutura 
produtiva para essas organizações. 
Vincular fração do recurso proveniente do ICMS Verde como investimento 
direto na melhoria da infraestrutura de produção e do transporte utilizado 
pelas cooperativas de catadores e manutenção do sistema municipal de 
coleta seletiva. 
k) Incorporar tecnoloqias sociais que estimulem o protagonismo da população, 
aprimorando e qarantindo maior sustentabilidade ao sistema municipal de 
coleta seletiva, inclusive com a possibilidade de inclusão de catadores 
independentes e pessoas em situação de rua. 
I) Fomentar políticas e ações públicas voltadas à mobilidade urbana 
sustentável. 
m) Investir em soluções de mobilidade urbana e no transporte público de 
qualidade, garantindo o direito de ir e vir e o direito à cidade. 
n) Investir na melhoria do transporte público no município, considerando a 
ampliação de horários, principalmente para atendimento de bairros periféricos, 
o valor da passagem, a qualidade dos ônibus, dentre outros aspectos. 
o) Garantir a gratuidade do transporte para todos os assistidos da saúde mental e 
seus acompanhantes. 
Garantir transporte público mais acessível para os parentes em visita aos 
detentos ou internos da cadeia pública e do DEGASE. 
Estabelecer um plano de investimentos em infraestrutura urbana que garanta 
acesso da população ao direito á cidade e a outros direitos. 
r) Considerar na elaboração de políticas públicas de desenvolvimento urbano 
os impactos na saúde pública. 
ID) 
q) 
VOLTA 
; REDONDA SMDH APROGRAMA DE 
41 EDUCAÇA0 TUTORIAL 
PET- GESTiO SO<LAL 
I I InNMI. de Ciacias Humanas , Soval, 
ICHS niF0A 
PLAII I CtPH 
2f, 
s) Estimular a produção de alimentos de forma comunitária, com uso de 
tecnologias de bases agroecológicas, em espaços urbanos e periurbanos 
ociosos e fomentar a mobilização comunitária para a implementação de 
hortas, viveiros, pomares, canteiros de ervas medicinais, criação de 
pequenos animais, unidades de processamento e beneficiamento 
agroalimentar, feiras e mercados públicos populares. 
t) Incentivar a população de Volta Redonda na criação de hortas comunitárias 
em espaços ociosos, como forma de promover o acesso a alimentos 
saudáveis em áreas mais carentes. 
Em relação ás ações programáticas relacionadas essa diretriz, houve uma 
concordância quanto à responsabilidade direta do município pela grande maioria das 
ações, havendo divergência em relação à responsabilidade direta em apenas duas 
ações: i) Apoiar projetos de desenvolvimento sustentável local para redução das 
desigualdades inter e intrarregionais e o aumento da autonomia e sustentabilidade 
do território; e ii) Erradicar o trabalho infantil, bem como todas as formas de violência 
e exploração sexual de crianças e adolescentes nas cadeias produtivas do território, 
com base em códigos de conduta e no Estatuto da Criança e do Adolescente. Talvez 
a divergência quanto à pertinência dessas ações à esfera municipal esteja 
relacionada à amplitude das proposições em relação ao território. Sendo assim, 
optou-se pelo ajuste na redação dessas ações (sinalizado no texto), adequando-as á 
esfera municipal. 
Quanto ao grau de atendimento do município, das 16 ações programáticas 
relacionadas a essadiretriz, houve uma prevalência em 10 delas quanto 
inexistência de ações no município. Das 6 restantes, em 4 delas prevaleceu a 
percepção quanto à existência de órgãos responsáveis, mas ainda exigindo 
investimentos, e em 2 houve dispersão entre esta percepção e a compreensão 
quanto ao não atendimento. 
11, VOLTA 
. REDONDA SRADH 
SKIP 10.14FraM, ta
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 14Institute de Ciências H MIMI,. e SI ' 
ICHS tVniFOÃ 
Diretriz 2: Valorização da pessoa humana como sujeito central do 
processo de desenvolvimento 
Órgãos envolvidos:SEPLAG, SMMA, SMF, GEGOV, CGM 
Objetivo estratégico I: Garantia da participação e do controle social nas políticas 
públicas de desenvolvimento com grande impacto socioambiental. 
• 
a) Fortalecer ações que valorizem a pessoa humana como sujeito central do 
desenvolvimento, enfrentando o quadro atual de injustiça ambiental que 
atinge principalmente as populações mais pobres. 
b) Assegurar participação efetiva da população na elaboração dos 
instrumentos de gestão territorial e na análise e controle dos processos de 
licenciamento urbanístico e ambiental de empreendimentos de impacto, 
especialmente na definição das ações mitigadoras e compensatórias por 
impactos sociais e ambientais. 
c) Definir mecanismos para a garantia dos Direitos Humanos das populações 
diretamente atingidas e vizinhas aos empreendimentos de impactos sociais 
e ambientais. 
Objetivo estratégicoll: Afirmação dos princípios da dignidade humana e da equidade 
como fundamentos do processo de desenvolvimento. 
a) Reforçar o papel do Plano Plurianual (PPA) como instrumento de 
consolidação dos Direitos Humanos e de enfrentamento da concentração 
de renda e riqueza e de promoção da inclusão da população de baixa 
renda. 
b) Estabelecer termos de cooperação técnica com as universidades locais 
para definição de processos de construção de políticas públicas mais 
participativos e centrados no usuário, incluindo a concepção de formas de 
acompanhamento e avaliação pela população a partir de indicadores 
baseados na observância do atendimento aos direitos humanos. 
I
t VOLTA 
• REDONDA 
SRNDH ;17UCG:EA.70A T' UETORIAL 41 ET- GESTA0 SOCIAL 
14Institute de Clack's Huinanas e Socials 
ICHS4iF0)1 
t1:118S 
c) Reforçar os critérios da equidade e da prevalência dos Direitos Humanos 
como prioritários na avaliação da programação orçamentária de ação ou 
autorização de gastos. 
d) Instituir um código de conduta em Direitos Humanos para ser considerado 
no âmbito do poder público como critério para a contratação e 
financiamento de empresas. 
• 
• 
Em relação às ações programáticas relacionadas aos objetivos vinculados a essa 
diretriz, com exceção da ação "instituir um código de conduta em Direitos Humanos 
para ser considerado no âmbito do poder público como critério para a contratação e 
financiamento de empresas", que apresentou uma divergência quanto à 
responsabilidade do município, com uma resposta considerando não ser atribuição 
da municipalidade, para todas as demais houve concordância quanto à 
responsabilidade direta do município. Mesmo havendo divergência em relação 
Apertinência da ação mencionada, optou-se pela manutenção da redação original. 
Quanto ao grau de atendimento do município, das 6 ações programáticas 
relacionadas a essa diretriz, apenas para a ação "reforçar o papel do Plano 
Plurianual (PPA) como instrumento de consolidação dos Direitos Humanos e de 
enfrentamento da concentração de renda e riqueza e de promoção da inclusão da 
população de baixa renda" houve dispersão total das respostas, abarcando os quatro 
indicadores, o que mostra que não há uma compreensão clara sobre o papel da 
gestão municipal nesse caso. Para todas as outras a concordância foi em relação ao 
baixo atendimento do município, com uma prevalência elevada para o não 
atendimento. 
S D 44 EPRD°GUCAR:70A ZTOIVAL 11InNtituto de riL‘ncias Human. e Sociai, 
ICHS UniFOA 6arese 
eslo .601.1•••• 
• 
• 
LEflVIIIIICIPAt BE 
MIMS PINANIS 
Diretriz 3: Promover e proteger os direitos ambientais como 
Direitos Humanos, incluindo as gerações futuras como sujeitos de 
direitos 
Órgãos envolvidos: SMMA, IPPU 
Objetivo estratégico I: Afirmação dos direitos ambientais como Direitos Humanos. 
a) Implementar e ampliar políticas públicas voltadas para a recuperação de 
áreas degradadas e áreas de desmatamento nas zonas urbanas e rurais. 
b) Aderir ao Pacto Global, relacionado aos Objetivos do Desenvolvimento 
Sustentável da ONU, como diretriz para a reestruturação ou aperfeiçoamento 
de políticas públicas, de uma maneira ampla, mas também em relação ás 
ações mais voltadas para o meio ambiente. 
c) Fortalecer ações que estabilizem a concentração de gases de efeito estufa 
em um nível que permita a adaptação dos ecossistemas á mudança do clima, 
controlando a interferência das atividades humanas (antrópicas) no sistema 
climático. 
d) Estabelecer um monitoramento mais efetivo em relação à poluição gerada 
pela CSN, com a contabilização dos impactos na manutenção de serviços 
públicos de saúde, assim como em relação aos riscos do passivo ambiental 
relacionado à escória depositada pela CSN no território. 
e) Investir em ações ambientais no âmbito do município e estabelecer 
mecanismos mais efetivos de cobrança quanto à poluição da CSN. 
Na primeira ação dessa diretriz houve concordância elevada quanto à pertinência 
esfera municipal, sendo que na segunda houve uma divergência em relação 
responsabilidade direta do município, talvez pela magnitude os problemas 
mencionados. No entanto, entende-se que o município, sobretudo Volta Redonda, que 
Atti￾VOLTA 
• REDONDA SMDH 
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PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
flICHS 
aniP. 1' InAiluto de Elèneitis Human. e Sociais 
NIPS 1111111111111 
11111111 MOOS 
sedia a CSN, tem relação direta com a pauta das mudanças climáticas, e, por isso, a 
redação foi mantida. 
Quanto ao atendimento, prevaleceu a compreensão, em ambas, quanto à inexistência 
de ações, sendo que na primeira houve também menções sobre a existência de órgãos 
atuantes, mas ainda exigindo investimentos. 
• 
• 
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ICHS 
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• 
PLUS 111111iltit I( 
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Eixo 2 Universalizar Direitos em um 
Contexto de Desigualdades 
Este é o eixo mais amplo, justamente por abordar questões essenciais aos Direitos 
Humanos: a garantia de acesso aos direitos fundamentais e o enfrentamento às 
situações de desigualdade social. No que diz respeito à garantia de direitos as ações 
programáticas selecionadas tratam desde a emissão de registro civil e documentos 
básicos até o acesso das pessoas mais vulneráveis aos diretos fundamentais como: 
segurança alimentar, moradia digna e garantia de abrigo para aqueles que necessitam, 
saúde pública universal e de qualidade, educação pública associada a estratégias para 
permanência dos estudantes nas escolas, geração de renda e trabalho decente, 
cultura, esporte e lazer. 
Mas no rol de direitos a serem promovidos também estão a garantia de participação e 
controle social na dinâmica da gestão municipal e os direitos de públicos específicos 
como: crianças e adolescentes, população negra, mulheres, idosos, pessoas com 
deficiência, população em situação de rua e público LGBTQIA+. Para todos esses 
grupos sociais destacados há, além do compromisso quanto à promoção e garantia de 
direitos, também a proposição de estratégias de enfrentamento ás situações de 
violência por eles sofridas, seja por condições sociais precárias ou por racismo, 
aporofobia, misoginia, Igbtfobia e todas as formas de discriminação. 
As escutas realizadas junto à sociedade civil organizada indicaram, para este eixo, uma 
preocupação especial com as crianças com deficiência ou transtornos mentais, 
suscitando algumas propostas a partir de um olhar intersetorial sobre o tema. As 
questões da vulnerabilidade, da violência e do uso de drogas entre adolescentes e 
jovens também mobilizou a apresentação de propostas voltadas para prevenção, 
acolhimento e apoio a esse público, a partir de uma perspectiva de redução de danos e 
livre de julgamentos conservadores. 
Analisando os indicadores das ações do Eixo 2, há uma tendência majoritária por 
considerar a responsabilidade direta do município por elas, havendo também a 
indicação significativa da responsabilidade compartilhada com outros entes públicos. 
Quanto ao grau de atendimento, prevaleceu as indicações quanto à existência de 
ações pontuais ou de política públicas já implementadas, mas que ainda exigem 
investimentos. Diferente dos demais eixos, neste houve alguns apontamentos, mesmo 
que em número não tão expressivo, quanto ao atendimento satisfatório em algumas 
ações. 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL ICHS 
ittilo dc Ciên,ias H 0111 it., e Socmis 
niF0A 
• 
11411 11111C1141 EL 
IIIFITIS 11111ACIS 
Diretriz 4: Garantia dos Direitos Humanos de forma universal, 
indivisível e interdependente, assegurando a cidadania plena 
Órgãos envolvidos:SMDH, SMAS, SMS, SME, SMDET, SMEL, SMC, SMPD, 
SEPLAG, SMA, SECOM, FEVRE, FBG, FURBAN, IPPU, COHAB, CMPD, 
COORDJUV, EPDVR 
Objetivo estratégico I: Universalização do registro civil de nascimento e ampliação do 
acesso a documentação básica. 
a) Ampliar e reestruturar a rede de atendimento para a emissão do registro civil 
de nascimento visando a sua universalização: 
• Interligar maternidades e unidades de saúde aos cartórios, por meio de 
sistema manual ou informatizado, para emissão de registro civil de 
nascimento logo após o parto, garantindo ao recém-nascido a certidão de 
nascimento antes da alta médica. 
• Fortalecer a Declaração de Nascido Vivo (DNV), emitida pelo Sistema 
Único de Saúde (SUS), como mecanismo de acesso ao registro civil de 
nascimento, contemplando a diversidade na emissão pelos estabelecimentos 
de saúde e pelas parteiras. 
• Realizar orientação sobre a importância do registro civil de nascimento para 
a cidadania por meio da rede de atendimento (saúde, educação e assistência 
social). 
b) Promover a mobilização local com intuito de reduzir o número de pessoas 
sem registro civil de nascimento e documentação básica. 
• Instituir comitê gestor local com o objetivo de articular as instituições 
públicas e as entidades da sociedade civil para a implantação de ações que 
visem à ampliação do acesso à documentação básica. 
• Realizar campanhas para orientação e conscientização da população e dos 
agentes responsáveis pela articulação e pela garantia do acesso aos 
serviços de emissão de registro civil de nascimento e de documentação 
básica. 
• Realizar mutirões para emissão de registro civil de nascimento e 
documentação básica, com foco nas regiões de difícil acesso e no 
atendimento ás populações especificas como quilombolas, ciganos, pessoas 
em situação de rua, institucionalizadas e outras. 
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REDONDA 14 clot 
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PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTOR,AL 
PET- GESTÃO SOCIAL ICHS .„„,uto de (•i ncias Hl111,1113S SOC1:11, 
niF0)1 
• 
• 
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11111111i MINIM 
Objetivo estratégico II: Acesso à alimentação adequada por meio de políticas 
estruturantes 
a) Ampliar o acesso aos alimentos por meio de programas e ações de geração 
e transferência de renda, com ênfase na participação das mulheres como 
potenciais beneficiárias. 
b) Vincular programas e ações de geração e transferência de renda à garantia 
da segurança alimentar da criança, por meio do acompanhamento da saúde 
e nutrição e do estimulo de hábitos alimentares saudáveis, com o objetivo de 
erradicar a desnutrição infantil. 
c) Fortalecer a agricultura familiar, urbana e periurbana no desenvolvimento de 
ações especificas que promovam a geração de renda e o aumento da 
produção de alimentos agroecológicos para o autoconsumo e para o 
mercado local. 
d) Ampliar o abastecimento alimentar, com maior autonomia e fortalecimento da 
economia local, associado a programas de informação, de educação 
alimentar, de capacitação, de geração de ocupações produtivas, de 
agricultura familiar e de agricultura urbana e periurbana. 
e) Promover a implantação novos equipamentos públicos de segurança 
alimentar e nutricional e fortalecer os existentes, com vistas a ampliar o 
acesso à alimentação saudável de baixo custo, valorizando a cultura 
alimentar local, estimulando o aproveitamento integral dos alimentos, 
evitando o desperdício e contribuindo com a recuperação social e de saúde 
da sociedade. 
Objetivo estratégico Ill: Garantia do acesso à terra e à moradia para a população de 
baixa renda e grupos sociais vulnerabilizados. 
a) Garantir que nos programas habitacionais do governo sejam priorizadas as 
populações de baixa renda, a população em situação de rua e grupos sociais 
em situação de vulnerabilidade, considerando os princípios da moradia 
digna, do desenho universal e os critérios de acessibilidade nos projetos. 
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PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 14InsMuto du Ci&cias Humanas , SotUai, 
ICHS «JniFOA 
• 
• 
PLUS 1111111OPIL II 
11111,11$ 11111101$ 
b) Garantir a qualidade de abrigos e albergues, bem como seu caráter inclusivo 
e de resgate da cidadania à população em situação de rua, em novas 
construções e ou na manutenção dos existentes. 
c) Ampliação e melhoria da atenção e assistência à população em situação de 
rua, principalmente em relação aos albergues. 
d) Garantir o acesso das mulheres em situação de rua a absorventes intimos em 
equipamentos públicos ou em farmácias conveniadas. 
e) Estruturarpoliticas de habitação de interesse social, com atuação direta de 
um conselho municipal de habitação, garantindo a participação de 
cooperativas e associações habitacionais. 
Objetivo estratégico IV: Ampliação do acesso universal a sistema de saúde de 
qualidade. 
a) Expandir e consolidar programas de serviços básicos de saúde e de 
atendimento domiciliar para a população de baixa renda, com enfoque na 
prevenção e diagnóstico prévio de doenças e deficiências, com apoio 
diferenciado ás pessoas idosas, indígenas, negros e comunidades 
quilombolas, pessoas com deficiência, pessoas em situação de rua, lésbicas, 
gays, bissexuais, travestis, transexuais, crianças e adolescentes, mulheres e 
população de baixa renda. 
b) Avaliar criteriosamente as parcerias público-privadas no sistema de saúde 
municipal, em razão da redução de atendimento em unidades básicas de 
saúde que antes eram de atendimento 24 horas. 
c) Garantir no sistema público de saúde do município tratamento oncológico 
integral e apoio ás famílias. 
d) Fortalecer osprogramas de saúde baseados em práticas integrativas e 
complementares no sistema de saúde municipal. 
e) Aperfeiçoar o programa de saúde para adolescentes, especificamente quanto 
saúde de gênero, à educação sexual e reprodutiva e à saúde mental. 
f) Criar campanhas e material técnico, instrucional e educativo sobre 
planejamento reprodutivo que respeite os direitos sexuais e direitos 
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PROGRAMA DE 
EDUC•Ci0 TUTOPIA1 
PET- GESTÃO SOCIAL fl
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1111111lIS KIEAS 
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reprodutivos, contemplando a elaboração de materiais específicos para a 
população jovem e adolescente e para pessoas com deficiência. 
Estimular programas de atenção integral A saúde das mulheres, 
considerando suas especificidades étnico-raciais, geracionais, de orientação 
sexual, de pessoa com deficiência, priorizando os individuosem situação de 
rua. 
h) Ampliar e disseminar políticas de saúde pré e neonatal, com inclusão de 
campanhas educacionais de esclarecimento, visando A prevenção do 
surgimento ou do agravamento de deficiências. 
i) Expandir a assistência pré-natal e pós-natal por meio de programas de 
visitas domiciliares para acompanhamento das crianças na primeira infância. 
Assegurar o acesso a laqueaduras e vasectomias ou reversão destes 
procedimentos no sistema público de saúde, com garantia de acesso a 
informações sobre as escolhas individuais. 
k) Realizar campanhas de diagnóstico precoce e tratamento adequado As 
pessoas que vivem com HIV/AIDS para evitar o estágio grave da doença e 
prevenir sua expansão e disseminação. 
I) Proporcionar As pessoas que vivem com HIV/AIDS programas de atenção no 
âmbito da saúde sexual e reprodutiva. 
m) Capacitar os agentes comunitários de saúde que realizam a triagem e a 
captação nas hemorredes, para praticarem abordagens sem preconceito e 
sem discriminação. 
n) Garantir o acompanhamento multiprofissional a pessoas transexuaise suas 
famílias, àquelas pessoas que fazem parte do processo transexualizador 
pelo Sistema Único de Saúde. 
o) Apoiar o acesso a programas de saúde preventiva e de proteção à saúde 
para profissionais do sexo. 
Garantirespaços essenciais para higiene pessoal, centros de referência e 
programas de saúde para a população em situação de rua. 
Investir na Política de Reforma Psiquiátrica fomentando programas de 
tratamentos substitutivos á internação, que garantam As pessoas com 
ID) 
,ott VOLTA
• REDONDA 
SMDH PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL ICHS QniFOA 
Ingituto de riências Huntanas c SOViai, 
rt1111111111i1111 OE 
011f HIS MIPAIIIS 
transtorno mental a possibilidade de escolha autônoma de tratamento, com 
convivência familiar e acesso aos recursos psiquiátricos e farmacológicos. 
Objetivo estratégico V: Acesso à educação de qualidade e garantia de permanência 
na escola. 
• 
• 
a) Ampliar o acesso á educação básica, a permanência na escola e a 
universalização do ensino no atendimento à educação infantil. 
b) Implementar escolas de período integral na cidade, sobretudo nas periferias. 
c) Incentivar e acompanhar a criação e/ou o funcionamento do Conselho de 
Pais nas escolas do município, como um canal de participação da sociedade 
na vida escolar. 
d) Assegurar a qualidade do ensino formal público com seu monitoramento 
continuo e atualização curricular. 
e) Promover a valorização salarial dos profissionais darede municipal de 
educação, sobretudo dos professores. 
f) Desenvolver programas para a reestruturação das escolas como polos de 
integração de políticas educacionais, culturais e de esporte e lazer. 
Apoiar projetos e experiências de integração da escola com a comunidade, 
que utilizem sistema de alternância. 
h) Adequar o currículo escolar, inserindo conteúdos que valorizem as 
diversidades, as práticas artísticas, a necessidade de alimentação adequada 
e saudável e as atividades físicas e esportivas. 
i) Fortalecer as iniciativas de educação popular por meio da valorização da arte 
e da cultura, apoiando a realização de festivais nas comunidades tradicionais 
e valorizando as diversas expressões artísticas nas escolas e nas 
comunidades. 
Ampliar o acesso a programas de inclusão digital para populações de baixa 
renda em espaços públicos, especialmente escolas, bibliotecas e centros 
comunitários. 
k) Garantir apoio e atenção psicológica para todos os profissionais da 
educação, bem como para todos os estudantes e seus familiares. 
g) 
1) 
51L VOLTA 
REDONDA 
SM DH414 EPP00cGRAÇAimoe TD.ET.R,A,
ji PET- GESTiO SOCIAL 14Instituto de (WI-ivies Humanas e Sociais 
ICHS tiniFOA 
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Objetivo estratégico VI: Garantia do trabalho decente, adequadamente remunerado, 
exercido em condições de equidade e segurança. 
a) Fortalecer programas de geração de emprego e renda, ampliando 
progressivamente o nível de ocupação e priorizando a população de baixa 
renda. 
b) Ampliar programas de economia solidária, mediante políticas integradas, 
como alternativa de geração de trabalho e renda, e de inclusão social, 
priorizando os jovens das famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família. 
c) Criar programas de formação, qualificação e inserção profissional e de 
geração de emprego e renda para jovens, população em situação de rua e 
população de baixa renda. 
d) Integrar as ações de qualificação profissional ás atividades produtivas 
executadas com recursos públicos, como forma de garantir a inserção no 
mercado de trabalho. 
e) Combater as desigualdades salariais baseadas em diferenças de gênero, 
raça, etnia e das pessoas com deficiência. 
f) Apoiar a implementação de Ações Afirmativas, no âmbito da administração 
municipal, com vistas à realização de metas percentuais da ocupação de 
cargos comissionados ou efetivos pelas mulheres, população negra e 
pessoas com deficiência. 
Realizar campanhas envolvendo a sociedade civil organizada sobre 
paternidade responsável, como forma de contribuir para a 
corresponsabilidade e para o combate ao preconceito quanto á inserção das 
mulheres no mercado de trabalho. 
g) 
Objetivo estratégico VII: Combate e prevenção ao trabalho escravo. 
a) Apoiar a coordenação e implementação deaçõesmunicipais para o combate e 
conscientização sobre o trabalho escravo. 
Objetivo estratégico VIII: Promoção do direito à cultura, lazer e esporte como 
elementos formadores de cidadania. 
SIVIDEI PROGRAMA DE 
EDUC•Ci0 TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL fl
InslifULO de Ciencias Humanas e Socials 
ICHS tt1niFOA Cows -
41.11.0 Ao•asi 
1111111111111t1t41 It 
tItITItHUMS 
a) Ampliar programas de cultura que tenham por finalidade planejar e 
implementar políticas públicas para a proteção e promoção da diversidade 
cultural, em formatos acessíveis. 
b) Fomentar políticas públicas de esporte e lazer, considerando as diversidades 
locais, de forma a atender a todas as faixas etárias e os grupos sociais,com 
foco na intersetorialidade, na ação comunitária, na intergeracionalidade e na 
diversidade cultural. 
c) Assegurar o direito das pessoas com deficiência e em sofrimento mental de 
participarem da vida cultural em igualdade de oportunidade com as demais, e 
de desenvolver e utilizar o seu potencial criativo, artístico e intelectual. 
d) Fortalecer e ampliar programas que contemplem participação dos idosos nas 
atividades de esporte e lazer e que promovam o turismo para pessoas 
idosas. 
Objetivo estratégico IX: Garantia da participação igualitária e acessível na vida 
política. 
a) Garantir acesso irrestrito ás zonas eleitorais por meio de transporte público e 
acessível, apoiando a criação de zonas eleitorais em áreas de difícil acesso. 
Sendo a diretriz com o maior número de ações vinculadas (45), em relação 
responsabilidade do município, 33 respostas indicaram, majoritariamente, de forma 
equilibrada, as opções que apontam para a responsabilidade direta do município, 
mesmo se de forma compartilhadas com outros entes. Outras 5 respostas apontaram 
para uma compreensão quanto á responsabilidade compartilhada do município com 
outros entes e 6 respostas indicaram a autonomia do município e sua 
responsabilidade direta, de forma majoritária. Apenas a ação que trata sobre a 
expansão e consolidação de serviços básicos de saúde e de atendimento domiciliar para a população 
vulnerável, com enfoque na prevenção e diagnostico prévio de doenças e deficiências, mostrou uma 
concentração equilibrada de respostas nas visões quanto à não responsabilidade direta do município, 
mas podendo ser adotado como referência, e a responsabilidade compartilhada com outros entes. No 
entanto, optou-se pela manutenção da ação, com a redação original. 
SMDH PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
) I nsiiiuto de Ciências Humanas e Sociais 
ITIRICIPAL 01 
01111101 1101111011 
Foi realizado um ajuste na redação da ação e) do objetivo II para contemplar, além da instalação de 
novos equipamentos, o fortalecimento dos equipamentos públicos que garantem alimentação saudável 
de baixo custo. 
Em relação ao grau de atendimento, as respostas estão bastante concentradas entre duas opções: i) a 
existência de ações pontuais e ii) a indicação de que há políticas públicas, mas havendo necessidade 
de investimentos. Há 20 ações que apresentaram como resposta majoritária a primeira opção e 15 
ações a segunda opção, além de outras 3 onde as duas opções foram mencionadas de forma 
equilibrada. Há 5 ações cujas respostas indicam baixo grau de atendimento por parte do município, 
sendo que destas, 3 apontam majoritariamente a opção pelo não atendimento. A primeira ação da 
diretriz, que trata do registro civil, mostrou uma dispersão total das repostas, indicando haver dissenso 
absoluto sobre a participação do município nesse assunto. A única ação em que a atuação do 
município foi considerada satisfatória foi a que aborda os programas que incentivam a participação 
dos idosos em atividades de esporte, lazer e turismo. 
Diretriz 5: Promoção dos direitos de crianças e adolescentes para o 
seu desenvolvimento integral, de forma não discriminatória, 
assegurando seu direito de opinião e participação 
Órgãos envolvidos: SMDH, SME, SMAS, SMS, SMEL, SMC, SECOM, GM, 
COORDJUV 
Objetivo estratégico I: Proteger e garantir os direitos de crianças e adolescentes por 
meio da consolidação das diretrizes nacionais do ECA, da Política Nacional de 
Promoção, Proteção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente e da 
Convenção sobre os Direitos da Criança da ONU. 
a) Assegurar a opinião das crianças e dos adolescentes que estiverem 
capacitados a formular seus próprios juizos, conforme o disposto no artigo 12 
da Convenção sobre os Direitos da Criança, na formulação das políticas 
públicas voltadas para estes segmentos, garantindo sua participação nas 
conferências dos direitos de crianças e adolescentes. 
I
f VOLTA 
• REDONDA SMDH 4 PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
) Ingituto de Citneias Human. e Sociai, 
Objetivo estratégico II: Consolidar o Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e 
Adolescentes, com o fortalecimento do papel dos Conselhos Tutelares e de Direitos. 
a) Desenvolver ou apoiar mecanismos que viabilizem a participação de crianças 
e adolescentes nas conferências e conselhos de direitos, bem como nas 
escolas e nos procedimentos judiciais e administrativos que os afetem. 
b) Estimular a informação As crianças e aos adolescentes sobre seus direitos, 
por meio de esforços conjuntos na escola, nos programas e ações 
destinados a eles e nos meios de comunicação adequados. 
c) Empreender esforços para estruturação de uma Secretária Municipal para 
Crianças e Adolescentes. 
Objetivo estratégico Ill: Proteger e defender os direitos de crianças e adolescentes 
com maior vulnerabilidade 
a) Promover ações educativas para erradicação da violência na família, na 
escola, nas instituições e na comunidade em geral, implementando as 
recomendações expressas no Relatório Mundial de Violência contra a 
Criança da ONU. 
b) Desenvolver programas nas redes de assistência social, de educação e de 
saúde para o fortalecimento do papel das famílias em relação ao 
desenvolvimento infantil e A disciplina não violenta. 
c) Apoiar iniciativas comunitárias de mobilização de crianças e adolescentes em 
estratégias preventivas, com vistas a minimizar sua vulnerabilidade em 
contextos de violência. 
d) Garantir núcleos de atendimento a crianças e adolescentes no contraturno 
escolar, para a promoção de direitos. 
e) Extinguir grandes abrigos e evitar a longa permanência de crianças e 
adolescentes em abrigamento, adequando os serviços de acolhimento aos 
parâmetros aprovados pelo Conanda e Conselho Nacional de Assistência 
Social (CNAS). 
f) Criação de casas para abriqamento de crianças e adolescentes em situação 
de rua e/ou vitimas de violência. 
VOLTA 
REDONDA 
SMDH PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GLUTÃO SOCIAL 
i) Instittno de Ciimcias Flumanasv Sociak 
ICHS «JnhIEcÀ4 
g) 
j) 
Fortalecer as políticas de apoio às famílias para a redução dos indices de 
abandono e institucionalização, com prioridade aos grupos familiares de 
crianças com deficiências. 
h) Assistência para crianças com transtorno do espectro autista (TEA), com a 
qarantia dos monitores nas escolas, para que possam acessar o espaço com 
dignidade. 
i) Garantir luqares apropriados de acolhimento e desenvolvimento de crianças 
com múltiplas deficiências, na medida em que há obstáculos e barreiras 
sua aceitação nas escolas e em outros serviços. 
Conceber estratégias e instrumentos multi e intersetoriais de 
acompanhamento de crianças com deficiência desde o seu nascimento. 
k) Promover programa de famílias acolhedoras para crianças e adolescentes 
em situação de violência, com o objetivo de garantir que esta seja uma opção 
para crianças retiradas do convívio com sua família de origem na primeira 
infância. 
Objetivo estratégico IV: Enfrentamento da violência sexual contra crianças e 
adolescentes. 
a) Ampliar o acesso e qualificar os programas especializados em saúde, 
educação e assistência social, no atendimento a crianças e adolescentes 
vitimas de violência sexual e de suas famílias. 
b) Desenvolver e/ou aprimorar protocolos unificados de atendimento 
assistencial, psicossocial e jurídico a vitimas de violência sexual. 
c) Desenvolver ações especificas para combate à violência e à exploração 
sexual de crianças e adolescentes em situação de rua. 
Objetivo estratégico V. Garantir o atendimento especializado a crianças e 
adolescentes em sofrimento psíquico e dependência química. 
a) Universalizar o acesso a serviços de saúde mental para crianças e 
adolescentes, incluindo a garantia de retaguarda para as unidades de 
internação socioeducativa. 
SMDH 
Z4:14 
PROGILAwA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
fl ln,muto de Cieneias Humana!, e Sociais 
ICHS niF0A 
• 
/IASI 111111141Pit it 
SMITH 111111113 
b) Fortalecer políticas de saúde que contemplem programas de desintoxicação 
e redução de danos em casos de dependência química. 
c) Desenvolver estratégias de acolhimento e cuidado para adolescentes e 
jovens periféricos que fazem uso abusivo de drogas, livres de iulqamento 
moral. 
d) Implementar centro de atendimento para crianças e adolescentes que fazem 
uso abusivo de álcool e drogas. 
e) Estruturar um trabalho de prevenção e tratamento de saúde para os usuários 
de drogas, desenvolvendo um sistema inteqrado de inteligência e 
assistência. 
f) Importância da retomada de Kb- es de prevenção ao uso de droqas 
direcionadas ao público adolescente e juvenil. 
Objetivo estratégico VI: Erradicação do trabalho infantil em todo o território nacional. 
a) Erradicar o trabalho infantil,com ênfase no apoio ás famílias e educação em 
tempo integral. 
Objetivo estratégico VII: Implementação do Sistema Nacional de Atendimento 
Socioeducativo (Sinase). 
a) Apoiar a expansão de programas municipais de atendimento socioeducativo 
em meio aberto. 
Em relação à pertinência das ações associadas a esta diretriz, todas foram 
consideradas como sendo de responsabilidade direta do município, sendo que no 
caso de 10 ações, de um total de 16, a compreensão é quanto à autonomia total da 
gestão municipal na condução das ações. 
No que diz respeito ao atendimento, prevaleceu o entendimento de que há ações 
pontuais associadas á grande maioria das ações (10). Em 4 ações houve um 
equilíbrio entre as indicações de iniciativas pontuais e a existência de políticas que 
ainda exigem investimentos. Com respeito á ação que trata de assegurar a opinião das 
fiff - VOLTA 
REDONDA 
PROGRAMA DE 
EDUCACAO Tomew. 
PET- GESTÃO SOCIAL 11Insmuto . de Cienenis Human. d Socelis 
ICHS 1JniFOA twma 
• 
• 
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1111(1111111111111117 
crianças e dos adolescentes na formulação das políticas públicas voltadas para estes segmentos, houve 
uma divergência entre o não atendimento e a existência de alguma política. 
Diretriz 6: Combate as desigualdades estruturais 
Órgãos envolvidos: SMDH, SME, SMC, SMS, SMDET, SMAS, 
Objetivo estratégico 1: Igualdade e proteção dos direitos das populações negras, 
historicamente afetadas pela discriminação e outras formas de intolerância. 
a) Promover ações articuladas entre as políticas de educação, cultura, saúde e 
de geração de emprego e renda, visando incidir diretamente na qualidade de 
vida da população negra e no combate â violência racial. 
b) Garantir a articulação entre o Plano de Igualdade Racial, em construção pela 
SMDH, e este Plano Municipal de Direitos Humanos. 
c) Fortalecer os mecanismos de reconhecimento das comunidades quilombolas 
e do patrimônio cultural da população negra presentes no território, como 
garantia dos seus direitos específicos. 
d) Direcionar Kb- es de reconhecimento e de garantia da manifestação cultural e 
religiosa aos povos tradicionais de terreiro, dando tratamento apropriado às 
questões associadas â intolerância religiosa. 
e) Assegurar o resgate da memória das populações negras no território, 
mediante a publicação da história de resistência e resgate de tradições das 
populações das diásporas. 
Objetivo estratégico II: Garantia aos povos indígenas da manutenção e resgate das 
condições de reprodução, assegurando seus modos de vida. 
a) Promover projetos e pesquisas para resgatar a história dos povos indígenas 
que viveram no território. 
b) Promover o resgate histórico e cultural dos povos originários que habitaram o 
território e que foram dizimados. 
VOLTA 
. ) REDONDA 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL ) ,.... a...mom InNtItuto Jc riênc.s Human:is , SOCK, IN /I ..4, ft.., 
I 
PM,M1ECtPAt DE 
Ittittis 111111,111, 
c) Promover ações culturais para o fortalecimento da educação escolar dos 
povos indígenas, estimulando a valorização de suas formas próprias de 
produção do conhecimento. 
Objetivo estratégico Ill: Garantia dos direitos das mulheres para o estabelecimento 
das condições necessárias para sua plena cidadania. 
a) Desenvolver ações afirmativas que permitam incluir plenamente as mulheres 
no processo de desenvolvimento local, por meio da promoção da sua 
autonomia econômica e de iniciativas produtivas que garantam sua 
independência. 
b) Incentivar políticas públicas e ações afirmativas para a participação 
igualitária, plural e multirracial das mulheres nos espaços de poder e 
decisão. 
c) Elaborar relatório periódico de acompanhamento das políticas para mulheres 
com recorte étnico-racial, que contenha dados sobre renda, jornada e 
ambiente de trabalho, ocorrências de assédio moral, sexual e psicológico, 
ocorrências de violências contra a mulher, assistência à saúde integral, 
dados reprodutivos, mortalidade materna e escolarização. 
d) Fortalecer osabrigos para mulheres em situação de vulnerabilidade e vitimas 
de violência, garantindo plena acessibilidade. 
e) Realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos 
relativos ás profissionais do sexo. 
Das 10 ações relacionadas a esta diretriz, a maioria (6) foi considerada como sendo 
de responsabilidade direta do município. Para as duas ações que tratam do resgate 
e difusão da cultura indígena do território houve uma polarização entre não ser 
atribuição do município e implicar numa responsabilidade compartilhada. Também 
em relação ao resgate da memória e reconhecimento das comunidades quilombolas 
e do patrimônio cultural da população negra não houve consenso quanto á atribuição 
de responsabilidade do município. No entanto, optou-se pela manutenção dessas 
ações segundo a redação original. 
it. VOLTA SMDH ; REDONDA 
PROGRAu• DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL ICHS 4 7, iF0A 1 tOnnorafalov I nmituto Je Cincias Humanas el• waii• 
Em relação ao grau de atendimento do município, em 3 ações houve uma dispersão 
total das respostas e em outras 4 ações essa dispersão ocorreu entre 3 indicadores, 
o que demonstra que não um conhecimento homogêneo sobre o que o município 
vem realizando em relação aos temas avaliados. Vale dizer que em três ações a 
avaliação majoritária considerou baixo o grau de atendimento por parte do município 
e que apenas na ação que trata dos abrigos para mulheres em vulnerabilidade ou 
vitimas de violência o atendimento foi considerado satisfatório. 
S 
• 
Diretriz 7: Garantia da igualdade na diversidade 
Órgãos envolvidos: SMDH, SMS, SME, SMEL, SMPD, SMAS, SECOM, SMTU, FBG 
Objetivo estratégico I: Afirmação da diversidade para a construção de uma sociedade 
igualitária. 
a) Realizar campanhas e ações educativas para desconstrução de estereótipos 
relacionados com diferenças étnico-raciais, etárias, de identidade e 
orientação sexual, de pessoas com deficiência, ou segmentos profissionais 
socialmente discriminados. 
b) Fomentar a formação e capacitação em Direitos Humanos, como meio de 
resgatar a autoestima e a dignidade das comunidades tradicionais, rurais e 
urbanas. 
Objetivo estratégico II: Proteção e promoção da diversidade das expressões culturais 
como Direito Humano. 
a) Promover ações de afirmação do direito a diversidade das expressões 
culturais, garantindo igual dignidade e respeito por todas as culturas. 
b) Incluir nos programas e ações relacionadas as políticas culturais a temática 
dos Direitos Humanos. 
c) Estruturar ações multissetoriais direcionadas ao acolhimento e 
encaminhamento e/ou inclusão dos miqrantes que chegam ao município. 
4 VOLTA 
; REDONDA 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PE, GESTÃO SOCIAL 
14Insiirtdo de Uieneias Heenan. e Sociais 
ICHS niF0A 
Objetivo estratégico Ill: Valorização da pessoa idosa e promoção de sua participação 
na sociedade. 
• 
• 
a) Promover a inserção, a qualidade de vida e a prevenção de agravos aos 
idosos, por meio de programas que fortaleçam o convívio familiar e 
comunitário, garantindo o acesso a serviços, ao lazer, à cultura e à atividade 
física, de acordo com sua capacidade funcional. 
b) Manter centros de convivência e desenvolver ações de valorização e 
socialização da pessoa idosa no município. 
c) Fomentar programas de voluntariado de pessoas idosas, visando valorizar e 
reconhecer sua contribuição para o desenvolvimento e bem-estar da 
comunidade. 
d) Potencializar ações com ênfase no diálogo intergeracional, valorizando o 
conhecimento acumulado das pessoas idosas. 
e) Desenvolver ações intersetoriais para capacitação continuada de cuidadores 
de pessoas idosas. 
f) Desenvolver política de humanização do atendimento ao idoso, 
principalmente em instituições de longa permanência. 
Objetivo estratégico IV: Promoção e proteção dos direitos das pessoas com 
deficiência e garantia da acessibilidade igualitária. 
a) Assegurar o cumprimento do Decreto de Acessibilidade (Decreto n° 
5.296/2004), que garante a acessibilidade pela adequação das vias e 
passeios públicos, semáforos, mobiliários, habitações, espaços de lazer, 
transportes, prédios públicos, inclusive instituições de ensino, e outros itens 
de uso individual e coletivo. 
b) Garantir recursos didáticos e pedagógicos para atender ás necessidades 
educativas especiais. 
c) Disseminar a utilização dos sistemas braile, tadoma, escrita de sinais e libras 
tátil para inclusão das pessoas com deficiência em todo o sistema de ensino 
municipal. 
VOLTA 
REDONDA 
SMDH PROGRAMA DE 
EDUC•CIO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
) Instituto ICHS de Ciências Hum:inns e SOCIR niF0A 
Objetivo estratégico V: Garantia do respeito ij livre orientação sexual e identidade de 
gênero. 
a) Desenvolver políticas afirmativas e de promoção de uma cultura de respeito 
livre orientação sexual e identidade de gênero, favorecendo a visibilidade e 
o reconhecimento social. 
b) Desenvolver meios para garantir o uso do nome social de travestis e 
transexuais. 
c) Acrescentar campo para informações sobre a identidade de gênero dos 
pacientes nos prontuários do sistema de saúde e demais serviços públicos. 
d) Fomentar a criação de redes de proteção dos Direitos Humanos de lésbicas, 
gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), principalmente a partir do 
apoio à implementação de Centros de Referência em Direitos Humanos de 
Prevenção e Combate à Homofobia. 
Objetivo estratégico VI: Respeito às diferentes crenças, liberdade de culto e garantia 
da laicidade do Estado. 
a) Estabelecer o ensino da diversidade e história das religiões, inclusive as 
derivadas de matriz africana, na rede pública de ensino, com ênfase no 
reconhecimento das diferenças culturais, promoção da tolerância e na 
afirmação da laicidade do Estado 
Em relação ás ações vinculadas a esta diretriz, todas foram consideradas como de 
responsabilidade direta do município, com prevalência significativa de respostas que 
as consideram que o município possui autonomia na condução de tais ações. 
Das 18 ações ligadas á diretriz,em 10 houve uma dispersão de respostas entre 3 dos 
4 indicadores, sendo que em 6 ações houve uma polarização entre o não 
atendimento e a existência de políticas ou o atendimento satisfatório, prevalecendo 
esta última perspectiva. Para as demais, mesmo considerando a dispersão das 
respostas, em 7 houve uma tendência de avaliação quanto ao baixo atendimento por 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
) 'wit., de ridnems Human. e SocIal, 
ICHS niF0A 
11.11111111111Clf it DE 
IlIflTI$11111AlltS 
parte do município e em 4 esse atendimento foi bem avaliado, prevalecendo a 
percepção sobre a existência de políticas 
S 
VOLTA 
:It REDONDA 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
,) Insfinnu de CiUncias Human. e SAICiaiS 
ICHS 
• 
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IÇIfI!flRUMS 
Eixo 3 - Segurança Pública, Acesso 
Justiça e Combate à Violência 
Do Eixo 3 foram selecionadas, como referência para o município, ações programáticas 
do PNDH-3 que apresentam estratégias de aperfeiçoamento e modernização do 
sistema de segurança pública. Isso envolve desde a elaboração de um plano municipal 
de segurança pública, mas também a participação da sociedade na gestão de tais 
políticas, por meio do fortalecimento de conselhos e a da prática da realização de 
conferências nesse campo. 
Há ações direcionadas aos profissionais da segurança pública do município, com uma 
atenção para a garantia de equipamentos de proteção pessoal adequados, mas 
também para a saúde mental dos agentes públicos e para uma capacitação desses 
profissionais no campo dos Direitos Humanos. 
Nesse sentido, a diretriz 10 traz um rol de ações programáticas direcionadas ao 
enfrentamento e redução das violências, sobretudo aquelas motivadas por questões de 
gênero, raça ou etnia, idade, orientação sexual e situações de vulnerabilidade. Aqui 
está compreendida também a mudança de abordagem aos usuários de drogas, numa 
política de redução de danos e não de repressão simplesmente. 
0 acesso à justiça é tratado pela diretriz 11, no que compete ao município, na forma de 
ações de conscientização sobre direitos de um modo amplo e, especificamente, sobre 
Direitos Humanos, além da oferta de múltiplos canais de denúncia e de estruturas de 
suporte ás vitimas de violência. Essa diretriz aposta, ainda, na possibilidade de 
estruturação de mecanismos sociais de conciliação e resolução de conflito. 
Entre as preocupações da população, registradas via instrumento de pesquisa e 
plenária, destacam-se temas como a qualificação em direitos humanos (sobre gênero, 
raça, diversidade, deficiências etc.) e o letramento racial dos agentes de segurança 
pública, bem como dos demais servidores públicos, para que possam atuar da melhor 
forma possível na abordagem junto aos públicos vulnerabilizados e no atendimento às 
vitimas de violência, em especial da população negra. Para isso, destaca-se também a 
importância de equipamentos como o Núcleo de Atenção a Violência (NAV) e a 
Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (DECRADI). 
Ainda em relação ao tema da formação em direitos humanos para os agentes da 
segurança pública, evidencia-se a necessidade de envolvimento das demais esferas 
da segurança, como as policias militares e civil, na medida em que todas, em 
conjunto, atuam no âmbito do município. Isso amplia a troca de informações da 
guarda municipal com os demais órgãos de segurança pública, contribuindo para 
ações mais efetivas de prevenção a crimes comoo feminicidio, o racismo, a 
!ta. 
VOLTA 
• REDONDA SMDH4 EDUCE= TDEUTOIGEL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
PI Instituto de Ciéncias Humanas e SociAis 
ICHS niF04 1 
• 
• 
PLANS trilialtht AL 
MIMS 111000 
LGBTFOBIA, a intolerância religiosa, mas também em ações de proteção às crianças 
vitimas de violência, a abordagem à juventude negra, às pessoas LGBT, sobretudo 
Trans e profissionais do sexo, e aos usuários de drogas. 
Duas outras recomendações que merecem destaque são: i) a aproximação dos órgãos 
de segurança pública aos órgãos do executivo municipal e conselhos de políticas 
públicas que atuam na promoção dos Direitos Humanos; e ii) a atenção especial aos 
cultos de matriz africana, tanto no combate à intolerância religiosa e no devido registo 
dos crimes cometidos contra essas comunidades. 
Sobre a avaliação dos indicadores, de modo geral as ações ligadas ao Eixo 3 foram 
consideradas, em sua maioria, como sendo de competência do município, mas que em 
alguns casos a responsabilidade é compartilhada com outros entes públicos. Quanto 
ao atual estágio de atendimento por parte do município, houve uma concentração para 
as indicações quanto à existência de ações pontuais ou de órgãos responsáveis, mas 
exigindo investimentos. Numa menor proporção também houve indicações quanto à 
inexistência de iniciativas, em alguns casos, e de atendimento satisfatório, em outros. 
Diretriz 8: Democratização e modernização do sistema de 
segurança pública 
Órgãos envolvidos: GM, SEPLAG, SMS 
Objetivo estratégico l: Modernização da gestão do sistema de segurança pública. 
a) Elaborar e revisar periodicamente o planomunicipal de segurança pública, 
pautado pela integração e pela responsabilização territorial da gestão dos 
programas e ações. 
b) Promover a aproximação dos órgãos de segurança pública do município aos 
conselhos de políticas públicas existentes, a partir dadivulgação da 
composição dos conselhos e das iniciativas realizadas por eles, ligadas à 
pauta da segurança pública. 
c) Promover a aproximação dos órqãos públicos de segurança de outros órgãos 
municipais, sobretudo daqueles que respondem pela execução de políticas 
que envolvem a promoção e garantia dos Direitos Humanos. 
VOLTA 
REDONDA 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
fl 
-...., 
Instituto Lk Cidacias Huinanas c SAlciai, 
ICHS niF0A 
d) Discutir com os órgãos competentes a proposta de implementação de uma 
delegacia especializada no atendimento aos crimes em que são vitimas as 
crianças e os adolescentes. 
e) Propiciar a redução da burocracia no processo de candidatura de 
representantesaos conselhos tutelares. 
f) Ampliar a visibilidade da atuação do conselho comunitário de segurança 
pública para a população. 
Estabelecer uma política de reparação às vitimas de violência praticadas por 
agentes de segurança pública do município. 
h) Estabelecer práticas e dispositivos que garantam a segurança e proteção das 
pessoas que militam e atuam diretamente no campo dos Direitos Humanos. 
Objetivo estratégico II: Promoção dos Direitos Humanos dos profissionais do sistema 
de segurança pública, assegurando sua formação continuada e compatível com as 
atividades que exercem. 
g) 
a) Proporcionar equipamentos para proteção individual efetiva aos profissionais 
do sistema municipalde segurança pública. 
b) Implementar o uso das câmeras de uso pessoal no uniforme dos agentes de 
segurança pública do município. 
c) Fomentar o acompanhamento permanente da saúde mental dos profissionais 
do sistema de segurança pública municipal, mediante serviços 
especializados do sistema de saúde pública. 
Em relação à pertinência, das 3 ações avaliadas, uma foi considerada como de total 
responsabilidade do município e as outras duas, apesar da dispersão nas respostas, 
também concentrou o maior número de indicações quanto à responsabilidade direta 
do município. 
Quanto ao atendimento, apenas a ação que trata dos equipamentos de proteção aos 
profissionais municipais da segurança foi considerada como plenamente atendida 
pela maioria dos respondentes. Em relação ás outras duas, entende-se que há 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
f l ',mutt, de Cidncias Humanas e Sociais 
I CH S niF&A 
• 
11111115 
ações pontuais ou órgãos que já respondem por isso, mas, que necessitam de 
investimentos. 
Diretriz 9: Transparência e participação popular no sistema de 
segurança pública e justiça criminal 
Órgãos envolvidos: GM, SMDH, SEPLAG, CMPD 
Objetivo estratégico I: Consolidação de mecanismos de participação popular na 
elaboração das políticas públicas de segurança. 
a) Fomentar mecanismos de gestão participativa das políticas públicas de 
segurança no município, como conselhos e conferências. 
A única ação dessa diretriz foi considerada como de responsabilidade compartilhada 
entre o município e outros órgãos ou esferas públicas. Sobre o atendimento, 
considerou-se que há ações pontuais ou políticas públicas em funcionamento, mas 
que exigem investimentos. 
Diretriz 10: Prevenção da violência e da criminalidade e 
profissionalização da investigação de atos criminosos 
Órgãos envolvidos: GM, SMDH, SMTU, SMAS, SMS, SME, COORDJUV, CMPD 
Objetivo estratégico I: Fortalecimento dos instrumentos de prevenção à violência. 
a) Elaborar diretrizes para as políticas de prevenção à violência no âmbito 
municipal, com o objetivo de assegurar o reconhecimento das diferenças 
geracionais, de gênero, étnico-racial e de orientação sexual. 
b) Combater a violência contra a mulher por meio da conscientizacão de homens 
adultos, ¡ovens, adolescentes e crianças sobre a questão da violência contra 
mulher, colocando em pauta uma visão critica sobre machismo, sexismo e 
paternidade. 
VOLTA 
REDONDA SMDH PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
r l Instil., de Ci61clu, Hununas C SI ii, 
ICHS niF0A 
- 
ALJ0. 7 
• 11,47; —or,
REDOW 
c) Proteger cultos religiosos de matriz africana, que estão entre os mais 
discriminados no Brasil, sendo necessário resguardar as liberdades de cada 
indivíduo, inclusive com relação a diferenças humanas de consciência e de 
crença, combatendo a disseminação do ódio entre as pessoas, baseado em 
intolerância religiosa. 
d) Elaborar diretrizes para atuação conjunta entre os órgãos de trânsito e os de 
segurança pública para reduzir a violência no trânsito. 
e) Realizar debate sobre o atual modelo de repressão e estimular a discussão 
sobre modelos alternativos de tratamento do uso e tráfico de drogas, 
considerando o paradigma da redução de danos. 
Objetivo estratégico V: Redução da violência motivada por diferenças de gênero, raga 
ou etnia, idade, orientação sexual e situação de vulnerabilidade. 
a) Garantir aos grupos em situação de vulnerabilidade o conhecimento sobre 
serviços de atendimento, atividades desenvolvidas pelos órgãos e 
instituições de segurança e mecanismos de denúncia, bem como a forma de 
acioná-los. 
b) Garantir a correta identificação da violência praticada contra locais de cultos de 
matriz africana e o preenchimento correto dos boletins de ocorrência, evitando￾se a subnotificação desse tipo de violência e a não garantia do direito ao culto 
religioso pelo município. 
c) Promover campanhas educativas e pesquisas voltadas à prevenção da 
violência contra pessoas com deficiência, idosos, mulheres, indígenas, 
negros, crianças, adolescentes, lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, 
travestis e pessoas em situação de rua. 
d) Capacitar todos os profissionais que acolhem e atendem as crianças e 
adolescentes vitimas de violência, para que evitem colocar a criança em um 
processo de revitimização, gerando mais sofrimento a elas. 
e) Qualificar os servidores ligados ás políticas públicas (Educação, Saúde, 
Assistência Social, Segurança Pública) que atuam com crianças e 
adolescentes vitimas de violência, para que saibam orientá-los, bem como aos 
seus responsáveis, quanto ao correto atendimento e acesso à Justiça. 
11117ADA SMDH .451; PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
/1Instituto kle Ci tame um..., rteiss Human. e SoMais sho teroft.....• 
ICHS wpiF0A 
• 
• 
PLANO 111111:11% It 
MIMS 11111i1115 
f) 
g) 
Fortalecer ações estratégicas de prevenção à violência contra jovens negros. 
Estabelecer política de prevenção de violência contra a população em 
situação de rua, incluindo ações de capacitação dos agentes de segurança 
pública em Direitos Humanos. 
h) Capacitar profissionais de educação e saúde para identificar e notificar 
crimes casos de violência contra a pessoa idosa e contra a pessoa com 
deficiência. 
i) Investir na qualificação profissional dos agentes de segurança pública do 
município, a partir da sensibilização e formação em Direitos Humanos, 
melhorando as formas de abordagem das populações periféricas, sobretudo 
dos ¡ovens negros. 
Implementar ações de promoção da cidadania e Direitos Humanos das 
lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis (LGBT) com foco na 
prevenção á violência, garantindo redes integradas de atenção. 
k) Buscar a aproximação dos órgãos de segurança do município à política 
pública direcionada para mulheres vitimas de violência, para que nestes 
casos as ações sejam mais efetivas e ágeis, independentemente da 
existência de denúncia prévia realizada na delegacia. 
Em relação á pertinência das ações avaliadas à esfera municipal, mesmo havendo 
três ações com uma dispersão nas respostas, a maioria dos apontamentos considera 
serem pertinentes as ações. As demais ficaram concentradas entre ser de 
responsabilidade direta do município ou compartilhadas com outros órgãos e 
esferas. 
Sobre o estágio atual dessas ações, em 4 delas, sendo uma sobre o paradigma da 
redução de danos, no que tange ao tráfico e uso de drogas, e outras três sobre a 
prevenção à violência direcionada a públicos específicos, como LGBT, jovens negros 
e população em situação de rua, a implementação dessas ações foi considerada 
baixa no município. Para as outras 5 considerou-se haver iniciativas, indo de ações 
pontuais ao atendimento satisfatório. 
SNIDE, .4.4
• PI In.ituto de Ciacias H1111,111. e Sociais 
ICHS niF0A 
PLIES SCRCIII/it DI 
515111111MO5A551 
Diretriz 11: Promoçao de sistema de justiça ma's acessível, ágil e 
efetivo, para o conhecimento, a garantia e a defesa dos direitos 
Órgãos envolvidos: GM, SMDH, SMAS, SECOM, COORDJUV, EPDVR 
Objetivo estratégico I: Acesso da população à informação sobre seus direitos e sobre 
como garanti-los. 
a) Difundir o conhecimento sobre os Direitos Humanos e sobre a legislação 
pertinente com publicações em linguagem e formatos acessíveis. 
b) Fortalecer as redes de canais de denúncia (disque-denúncia) e sua 
articulação com instituições de Direitos Humanos. 
c) Incentivar a criação de centros integrados de serviços públicos para 
prestação de atendimento ágil à população, inclusive com unidades 
itinerantes para obtenção de documentação básica. 
d) Estruturar os CRAS como locais estratégicos para o primeiro atendimento da 
população quanto ao acesso á informação sobre seus direitos e como 
garanti-los, investimento em aumento do quantitativo de pessoal disponível 
para esses atendimentos 
e) Fortalecer o governo eletrônico com a ampliação da disponibilização de 
informações e serviços para a população via internet, em formato acessível. 
f) Garantir acesso à justiça por meio de informação, orientação e 
encaminhamento da população aos órgãos do sistema de justiça 
competentes, estreitando o diálogo com estes órgãos. 
Estabelecer protocolos que possam orientar a denúncia, o suporte ao 
sistema de justiça e segurança pública e o acompanhamento de casos de 
desaparecimento de pessoas, articulando com as outras esferas públicas. 
Objetivo estratégico II: Utilização de modelos alternativos de solução de conflitos. 
a) Fomentar iniciativas de mediação e conciliação, estimulando a resolução de 
conflitos por meios autocompositivos, voltados á maior pacificação social e 
menor judicialização. 
g) 
SMDH PROGRAIÃA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
r} 
.. 
InNtitilio de Ciências Humana, e Soc., 
ICHS niF0A 
!OA 111111CIPPl Pt 
titliTIS PIMAktt 
b) Capacitar lideranças comunitárias sobre instrumentos e técnicas de 
mediação comunitária, incentivando a resolução de conflitos nas próprias 
comunidades. 
c) Criar núcleos em comunidades periféricas, utilizando-se de voluntariado 
local, como representantes de associações de moradores, capacitando-os 
para que possam atuar como mediadores de conflitos. 
d) Estimular e ampliar experiências voltadas para a solução de conflitos por 
meio da mediação comunitária e dos Centros de Referência em Direitos 
Humanos, especialmente em áreas de baixo indice de Desenvolvimento 
Humano (IDH) e com dificuldades de acesso a serviços públicos. 
Com respeito à pertinência das ações, aquelas ligadas ao objetivo II foram as que 
tiveram maior dispersão nas respostas, inclusive com alguns respondentes 
considerando não ser de competência do município, mas podendo inspirar a adoção 
de algumas medidas. As demais foram consideradas como sendo de 
responsabilidade do município, de maneira destacada a que trata da criação de 
centros integrados de serviços públicos. 
Além das 3 ações ligadas ao objetivo It, que concentraram respostas quanto ao não 
atendimento do município, a ação que trata do fortalecimento do governo eletrônico 
também seguiu essa tendência. Das 3 ações restantes, duas concentraram opiniões 
sobre a existência de políticas públicas e a que trata especificamente sobre a difusão 
de conhecimentos sobre direitos humanos foi unânime quanto à existência apenas 
de ações pontuais. 
VOLTA 
, REDONDA SMDH OGRAIRA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL PI ICHS ÍJniFOA 
Instituto de Cienvias Heinen. d South 
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114111‘0 1P
PLINI if 
PAM 
Eixo 4 - Educação e Cultura em Direitos 
Humanos 
Foram selecionadas para este eixo ações programáticas ligadas a cinco diretrizes do 
PNDH-3. Este eixo tem uma importância especial, pois apresenta uma série de 
estratégias voltadas para a difusão e educação em Direitos Humanos. Parte dessas 
ações programáticas integram o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos 
(PNEDH), construido num esforço conjunto dos Ministérios da Educação e da Justiça, 
com a participação de outras entidades, e lançado em 2007. 0 PNDH-3, propõe, 
portanto, a implementação de ações programáticas do PNEDH e aqui foram 
selecionadas aquelas que são de competência do município. 
Nesse sentido, a exemplo do esforço do Governo Federal em construir o PNEDH, o 
município também poderia ter o seu Plano Municipal de Educação em Direitos 
Humanos, que pode ser derivado deste documento, com ações de difusão de 
informações sobre Direitos Humanos e de inclusão dessa temática nas políticas 
públicas de educação formal e iniciativas locais de educação não formal. 
Faz parte também do conjunto de ações deste eixo a formação em Direitos Humanos 
dos servidores públicos do município e, de modo especial, dos agentes de segurança 
pública. 
Há ainda sugestões de ações direcionadas à ampliação do acesso da população ás 
informações sobre Direitos Humanos, fazendo parte desse esforço o resgaste histórico 
dos movimentos sociais, bem como da história local do período de repressão 
promovido pela ditadura civil-militar, a exemplo do que se propõe o Museu do Trabalho 
e Direitos Humanos, instalado no antigo Batalhão de Infantaria de Barra Mansa. 
0 papel da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres e Diretos Humanos 
(SMDH), assim como do Conselho Municipal de Direitos Humanos, na implementação 
deste plano foi evidenciado nas contribuições da sociedade civil via instrumento de 
pesquisa e plenária. 
Dois outros temas ganharam evidência nas contribuições da sociedade civil: i) o 
incentivo da Prefeitura aos agentes e grupos culturais locais para o desenvolvimento 
de atividades culturais em escolas e em outros espaços públicos, estimulando a 
inclusão de temas ligados aos Direitos Humanos; e ii) o papel da escola como 
espaço privilegiado de promoção dos Direitos Humanos. Sendo que em relação a 
este último, houve sugestões mais amplas, como condições para que isso possa se 
dar, a exemplo do que foi incorporado no Eixo 2 quanto à valorização salarial dos 
profissionais da educação. As condições apontadas foram quanto à necessidade de: 
i) reformulação da proposta de formação continuada e do currículo escolar, a partir 
g VOLTA 
• % REDONDA SMDH 
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PROGRA,. DE 
EOLICACAO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
fl Instituto Lk Ci&cias Humana, e 
ICHS niF0A 
O 
KAMM MUNICIPAL NI 
IcILIUS IMAMS 
da participação de toda a comunidade escolar; ii) implementação do 1/3 de 
planejamento nas escolas dos anos iniciais do ensino fundamental; e iii) 
implementação do piso do magistério; e do Plano de Cargos, Carreiras e Salários 
(PCCS) do magistério e dos funcionários. 
Olhando para os indicadores de avaliação das ações, percebe-se que a quase 
totalidade de ações ligadas e este eixo foi considerada como sendo de 
responsabilidade direta do município. Quanto ao grau de atendimento hoje, prevaleceu 
a indicação quanto à existência de ações pontuais ou de alguma política implementada, 
mas que necessita de aperfeiçoamento. Vale dizer que para um pequeno número de 
ações foi pontuada a inexistência de iniciativas. 
Diretriz 12: Efetivação das diretrizes e dos princípios da política 
nacional de educação em Direitos Humanos para fortalecer cultura 
de direitos 
Órgãos envolvidos: SMDH, SME, SMC 
Objetivo estratégico I: Implementação do Plano Nacional de Educação em Direitos 
Humanos 
a) Fomentar a elaboração de plano municipal de educação em Direitos 
Humanos. 
b) Constituir Fundo Municipal de Direitos Humanos e atribuir sua qestão ao 
Conselho Municipal de Direitos Humanos, tornando a tomada de decisões 
sobre os investimentos nessa área mais democrática. 
c) Dar à Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres e Direitos Humanos 
(SMDH) um maior destaque como órgãos promotor de políticas transversais, 
qarantindo ampliação de recursos humanos e orçamentários. 
d) Articular os órgãos internos da SMDH - Departamento de Diversidade de 
Gênero, Departamento de Igualdade Racial e Departamento da 
Mulher/CEAM —para a implementação deste Plano Municipal de Direitos 
Humanos. 
Objetivo Estratégico II: Ampliação de mecanismos e produção de materiais 
pedagógicos e didáticos para Educação em Direitos Humanos. 
lf VOLTA SMDH 
REDONDA
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÂO TUTORIAL 
PET- GESTÂO SOCIAL 
r)
In,ituto de 1 lacia, limmatis c ',cm', 
ICHS niFQA 
11.11111 11411TC,PC H 
0,1EITIS ÍEAUS 
a) Estimular a temática dos Direitos Humanos nos editais de avaliação e 
seleção de obras didáticas do sistema de ensino. 
b) Atribuir premiação anual de educação em Direitos Humanos, como forma de 
incentivar a prática de ações e projetos de educação e cultura em Direitos 
Humanos. 
c) Fomentar o acesso de estudantes, professores e demais profissionais da 
educação ás tecnologias da informação e comunicação. 
d) Fortalecer a perspectiva de uma Educação Humanizadora nas ações de 
educação e promoção dos Direitos Humanos. 
Em relação às 4 ações relacionadas a esta diretriz, há consenso quanto 
responsabilidade do município, sendo que em 2 a concentração de respostas é para 
a autonomia total do município em relação ás ações e nas outras 2 para a 
responsabilidade compartilhada com outros entes. 
Quanto ao atendimento do município, há uma compreensão que para 2 há ações 
pontuais e/ou políticas já implementadas, sendo que na ação que trata do 
reconhecimento das ações e projetos de educação e cultura em direitos humanos a 
tendência de resposta apontou para a inexistência de iniciativas e na ação que 
aborda o acesso de estudantes e profissionais da educação às TIC houve consenso 
quanto à existência apenas de ações pontuais. 
Diretriz 13: Fortalecimento dos princípios da democracia e dos 
Direitos Humanos nos sistemas de educação básica, nas 
instituições de ensino superior e nas instituições formadoras 
Órgãos envolvidos:SMDH, SME, SMC, SMAS, SMMMA, FEVRE 
Objetivo Estratégico I: Inclusão da temática de Educação e Cultura em Direitos 
Humanos nas escolas de educação básica e em instituições formadoras. 
SMDEI PROGRAL4A DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- 6E51,1.0 SOCIAL 
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IIIIITIS IIMANIS 
a) Estabelecer diretrizes curriculares para todos os níveis e modalidades de 
ensino da educação básica para a inclusão da temática de educação e 
cultura em Direitos Humanos, promovendo o reconhecimento e o respeito 
das diversidades de gênero, orientação sexual, identidade de gênero, 
geracional, étnico-racial, religiosa, com educação igualitária, não 
discriminatória e democrática. 
b) Promover a inserção da educação em Direitos Humanos nos processos de 
formação inicial e continuada de todos os profissionais da educação, que 
atuam nas redes de ensino e nas unidades responsáveis por execução de 
medidas socioeducativas. 
c) Incluir, nos programas educativos, o direito ao meio ambiente como Direito 
Humano. 
d) Promover formação critica sobre as desigualdades sociais nas escolas e 
demais espaços de formação. 
e) Incluir conteúdos, recursos, metodologias e formas de avaliação da 
educação em Direitos Humanos nos sistemas de ensino da educação básica. 
f) Elaborar calendário cultural para as escolas municipais, com eventos voltada 
promoção do respeito ás minorias (reconhecimento dos povos oriqinários, 
consciência neqra, respeito à diversidade etc.), de forma não estereotipada 
ou moralista, mas sim com uma perspectiva crítico-política em relação 
diversidade humana. 
Garantir recurso orçamentário direcionado á promoção de eventos culturais nas 
escolas, a partir da contratação de profissionais especializados, de preferência 
do próprio município, que estimulem reflexões e debates sobre questões 
relacionadas aos Direitos Humanos: igualdade racial, de gênero, respeito ás 
diferenças etc. 
h) Desenvolver e estimular ações de enfrentamento ao bullying e ao 
cyberbullying. 
i) Implementar e acompanhar a aplicação das leis que dispõem sobre a 
inclusão da história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas em todos 
os níveis e modalidades da educação básica. 
g) 
I VOLTA 
; REDONDA 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
Itint.in 
ICHS niFOA 
• 
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VOLTA 
• • REDONDA 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL ICHS niF0A 
lo de ( 'iencias HOIllands e StICI31, Came 10wArMoor 
WIRD.RANY 
• 
• 
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SMITH %MIMS 
Diretriz 14: Reconhecimento da educação não formal como espaço 
de defesa e promoção dos Direitos Humanos 
Órgãos envolvidos: SMDH, SMC, SMAS, SECOM, SMEL, FURBAN 
Objetivo estratégico I:Inclusão da temática da educação em Direitos Humanos na 
educação não formal 
a) Fomentar a inclusão da temática de Direitos Humanos na educação não 
formal, nos programas de qualificação profissional, alfabetização de jovens e 
adultos, extensão rural, educação social comunitária e de cultura popular. 
b) Apoiar iniciativas de educação popular em Direitos Humanos desenvolvidas 
Por organizações comunitárias, movimentos sociais, organizações não 
governamentais e outros agentes organizados da sociedade civil. 
c) Valorizar e apoiar os agentes culturais como promotores da pauta dos 
Direitos Humanos atuando em espaços de educação não formais, evitando a 
dependência exclusiva de editais federais para a manutenção dos projetos 
nas comunidades. 
d) Desenvolver política de incentivo á produção artística local por meio de 
editais e prêmios, com garantia de dotação orçamentária pata tal, 
estimulando a inclusão da temática dos Direitos Humanos. 
e) Apoiar e promover a capacitação de agentes multiplicadores para atuarem 
em projetos de educação em Direitos Humanos. 
f) Apoiar e desenvolver programas de formação em comunicação e Direitos 
Humanos para comunicadores comunitários. 
Desenvolver iniciativas que levem a incorporar a temática da educação em 
Direitos Humanos nos programas de inclusão digital e de educação 
distância. 
h) Apoiar a incorporação da temática da educação em Direitos Humanos nos 
programas e projetos de esporte, lazer e cultura como instrumentos de 
inclusão social. 
g) 
VOLTA 
; REDONDA 
SIRDH.cs
,4 PET- GESTAO SOCIAL ICHS 
InNiituto de (S6. -1ciiis St is niF0A 
i) Promover a ocupação de espaços públicos e culturais, como espaços de 
promoção da participação popular no debate e reivindicação dos seus direitos. 
Promover ações multisetoriais de cidadania mais frequentes nos bairros, 
articulando ações nas ruas e nas escolas. 
k) Fortalecer experiências alternativas de educação para os adolescentes, bem 
como para monitores e profissionais do sistema de execução de medidas 
socioeducativas. 
I) Promover e cultivar o diálogo ecumênico e interreliqioso como forma de 
combater a intolerância reliqiosa. 
Objetivo estratégico II:Resgate da memória por meio da reconstrução da história dos 
movimentos sociais 
a) Promover campanhas e pesquisas sobre a história dos movimentos de 
grupos historicamente vulnerabilizados, tais como o segmento LGBT, 
movimentos negro e de mulheres, quilombolas, ciganos, entre outros. 
b) Garantir a manutenção e divulgação dos espaços, monumentos e patrimônio 
histórico e cultural liqado à memória dos movimentos sociais da reqião. 
c) Apoiar iniciativas para a criação de espaços e museus voltados ao resgate 
da cultura e da história dos movimentos sociais. 
d) Apoiar o Museu do Trabalho e Direitos Humanos, coordenado pela 
Universidade Federal Fluminense, em funcionamento no espaço do antigo 1° 
BIB em Barra Mansa, como espaço de resqate, preservação e difusão da 
história da luta dos trabalhadores e movimentos sociais, sobretudo durante a 
ditadura civil-militar. 
Em relação à pertinência das 9 ações ligadas a esta diretriz, em 4 ações houve uma 
indicação clara quanto à responsabilidade direta do município. Em outras 2 houve 
uma dispersão das respostas, indo da responsabilidade direta do município até a 
opção de não ser de sua responsabilidade, mas poder ser utilizada como referência. 
Em 2 respostas houve um dissenso entre não ser responsabilidade do município, 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
Instituto dc Ciëncias Humanas e Sm., 
ICHS niF0A 
• 
FM111113041 II 
111111115 ROMANIS 
podendo servir de referência, e ser de responsabilidade direta, prevalecendo a 
primeira opção. 
Em relação ao grau de atendimento, das 9 ações, 8 foram consideradas com tendo 
baixo atendimento pelo município, sendo que em 4 destas prevaleceu a indicação de 
inexistência de ações. Apenas na ação que trata da incorporação da temática dos 
Direitos Humanos em programas e projetos de esporte, lazer e cultura houve 
consenso quanto à existência de ações pontuais. 
triz 15: Promoção da Educação em Direitos Humanos no 
serviço público 
Órgãos envolvidos: SMDH, SMA, SEPLAG, SMAS, GM, CMPD, COORDJUV 
Objetivo Estratégico I: Formação e capacitaçãocontinuada dos servidores públicos 
em Direitos Humanos, em todas as esferas de governo 
a) Apoiar e desenvolver atividades de formação e capacitação continuadas 
interdisciplinares em Direitos Humanos para servidores públicos. 
b) Enfrentar o racismo, o machismo, a LGBTFOBIA e a intolerância religiosa 
nos espaços institucionais, garantindo o acesso de todas as pessoas, sem 
discriminação, as políticas de educação, saúde, emprego e renda, 
segurança, cultura, lazer e de garantia dos direitos civis básicos. 
c) Incentivar a inserção da temática dos Direitos Humanos nos programas das 
escolas de formação de servidores vinculados aos órgãos públicos 
municipais. 
Objetivo Estratégico II: Formação adequada e qualificada dos profissionais do 
sistema de segurança pública 
a) Oferecer permanentemente cursos de especialização aos gestores, guardas 
municipais e demais profissionais do sistema de segurança pública 
municipal. 
b) Apoiar a capacitação de guardas municipais e demais agentes de segurança 
em direitos das crianças, em aspectos básicos do desenvolvimento infantil e 
. REDONDA 
VOLTA SMDH 4 44
PROSItAu• DE 41 EDUCAÇÂO rurocAL 
PET- GESTA0 SOCIAL 
) InAittilo dc CLaci. IlLtinamts ,.. `,oci3i, 
ICHS niF0A 
M 
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Lad OP: • 11, A 
1 244,) 
4 REDOW 
em maneiras de lidar com grupos em situação de vulnerabilidade, como 
crianças e adolescentes em situação de rua, vitimas de exploração sexual e 
em conflito com a lei. 
Houve consenso em relação à responsabilidade direta do município em relação ás 
ações relacionadas a esta diretriz. 
S 
• 
Quanto ao grau de atendimento, prevaleceu a compreensão quanto à existência de 
alguma política já implementada ou de ações pontuais, sendo que em relação à ação 
que trata da capacitação dos agentes de segurança sobre direitos das crianças 
houve unanimidade quanto à existência apenas de ações pontuais. No caso da ação 
que trata da inclusão da temática dos direitos humanos nas formações direcionadas 
aos servidores municipais prevaleceu a compreensão quanto ao não atendimento. 
Diretriz 16: Garantia do direito à comunicação democrática e ao 
acesso à informação para a consolidação de uma cultura em 
Direitos Humanos 
Órgãos envolvidos: SMDH, SMC, SECOM, SMPD 
Objetivo Estratégico I: Promover o respeito aos Direitos Humanos nos meios de 
comunicação e o cumprimento de seu papel na promoção da cultura em Direitos 
Humanos 
a) Promover a eliminação das barreiras que impedem o acesso de pessoas com 
deficiência sensorial à programação em todos os meios de comunicação e 
informação, em conformidade com o Decreto n° 5.296/2004, bem como 
acesso a novos sistemas e tecnologias, incluindo internet. 
b) Incentivar a produção de filmes, videos, áudios e similares, voltada para a 
educação em Direitos Humanos e que reconstrua a história recente do 
It. VOLTA 
REDONDA SMDH 
LI 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL HS 
Instituto I Je CiênCcias e niF&A 
autoritarismo no Brasil, bem como as iniciativas populares de organização e 
de resistência. 
c) Elaboração de material paradidático e didático sobre o período da ditadura 
civil militar através de parceria com as universidades da região 
As duas ações ligadas à Diretriz 22 foram consideradas como sendo de 
responsabilidade direta município, sobretudo a segunda. Já o grau de atendimento 
ficou entre a existência de ações pontuais e de alguma política já existente. 
VOLTA 
REDONDA 
PROGRAMO DE 
EDUCAÇÃO TUTOR$AL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
In ( S01.1.11, 
ICHS niF0A 
• 
• 
IMO 11.111CIPAL 01 
nREITIS 1111110110 
Programas, projetos ou ações 
desenvolvidas por órgãos públicos 
municipais 
Eixo 2 - Universalizar Direitos em um Contexto de 
Desigualdades 
Fundação Beatriz Gama (FBG) 
As ações da Fundação Beatriz Gama alinham-se de forma significativa com os 
objetivos do Eixo 2, promovendo a garantia de direitos humanos para crianças e 
adolescentes em situações de vulnerabilidade. 
Garantia de direitos 
A Fundação Beatriz Gama atua diretamente na garantia de direitos civis das crianças e 
adolescentes conforme previsto na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do 
Adolescente (ECA), Lei Federal 8069/90. Isso é operacionalizado através de vários 
programas e serviços que visam assegurar a proteção e o desenvolvimento integral 
dos jovens assistidos. 
• Serviços de Acolhimento Institucional: Proporciona um ambiente seguro e 
acolhedor para crianças e adolescentes que foram afastados de suas famílias por 
situações de risco ou violação de direitos. Este serviço é essencial para garantir a 
proteção imediata e integralidade física e emocional dos jovens. 
Serviços educacionais, culturais e de lazer 
No âmbito educacional e cultural, a Fundação Beatriz Gama desenvolve diversos 
programas que promovem o acesso à educação, cultura, esporte e lazer, contribuindo 
para o desenvolvimento integral das crianças e adolescentes: 
• Programa Educando Adolescente Assistido (P.E.A.A): Focado em fornecer 
suporte educacional e social a adolescentes em situação de vulnerabilidade, 
VOLTA 
; REDONDA SMDH PROGRAA4A CI 
EDUCAÇÃO MONK 
PET- GESTÃO SOCIAL 
f l 1,1,, dc ( .1..n.1.1. 11.111.1n, c Soo;ii, 
ICHS niFdA 
F,.111411,C,PA: H 
b1;,185 glIMACIS 
promovendo a permanência na escola e a participação em atividades que incentivam o 
desenvolvimento pessoal e acadêmico. 
• Programa FBG na Comunidade: Este programa realiza ações comunitárias que 
visam integrar os jovens à comunidade local, promovendo atividades educativas. 
culturais e esportivas que estimulam a cidadania e a inclusão social. 
• Projeto Escola Municipal de Equitação: Proporciona aulas de equitação para 
crianças e adolescentes, oferecendo uma atividade diferenciada que promove a 
disciplina, o cuidado com os animais e o desenvolvimento físico e emocional. 
• Programando o Meu Futuro: Ensina competências digitais e programação para 
jovens, preparando-os para o mercado de trabalho e incentivando a inovação e o 
desenvolvimento tecnológico. 
• Projeto Nota 10: Oferece reforço escolar e apoio educacional para garantir que as 
crianças e adolescentes atendidos tenham sucesso acadêmico e estejam motivados a 
continuar seus estudos. 
• Projeto Cursos Profissionalizantes: Disponibiliza cursos profissionalizantes em 
diversas áreas, capacitando os jovens para o mercado de trabalho e contribuindo para 
a sua independência e autonomia. 
Promoção das diversidades 
A Fundação Beatriz Gama também se dedica à promoção da diversidade e à igualdade 
de oportunidades, desenvolvendo ações que visam a inclusão e a valorização de 
diferentes grupos sociais: 
• Políticas de Garantia dos Direitos das Crianças e Adolescentes: Além das ações 
já mencionadas, a fundação trabalha continuamente na defesa e promoção dos direitos 
das crianças e adolescentes, combatendo qualquer forma de violência e discriminação. 
Conclusão 
As ações da Fundação Beatriz Gama se inserem de maneira exemplar nos objetivos do 
Eixo 2 - Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades. Através de seus 
programas e projetos, a fundação não apenas assegura a proteção e o 
desenvolvimento das crianças e adolescentes, mas também promove a inclusão social, 
PROGRAmA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
PI Inmituto de (Wricius HLIIIIiIllit, e SOCiiiiS 
ICHS niFe)A 
a educação, a cultura, e a diversidade, contribuindo significativamente para a 
construção de uma sociedade mais justa e equitativa. 
Hospital São João Batista (HSJB) 
As ações do Hospital São João Batista (HSJB) também estão relacionadas ao Eixo 2, 
no que tange ao objetivo de garantia de acesso da população à saúde pública de 
qualidade. 
Garantia de direitos 
• 0 HSJB garante o direito à identificação dos profissionais de saúde através de 
crachás visíveis e legíveis, assegurando o direito dos pacientes de saber quem está 
cuidando deles. 
• 0 hospital promove a Política Nacional de Humanização, que inclui cuidados 
alimentares específicos para pacientes, garantindo que a alimentação seja adequada 
ás necessidades de cada um. 
• A política de humanização do HSJB inclui cuidados com o conforto e bem-estar dos 
pacientes, o que pode refletir em ações de suporte social. 
• 0 HSJB oferece cuidados humanizados que podem ser estendidos aos mais 
vulneráveis, conforme avaliação multidisciplinar. 
Serviços de saúde 
• 0 HSJB segue normas rigorosas de atendimento, incluindo protocolos como o 
Protocolo de Manchester para atendimento no pronto-socorro, priorizando casos 
urgentes. 
• 0 cuidado humanizado do HSJB implica em atenção ao bem-estar psíquico e 
emocional dos pacientes. 
• 0 hospital segue a Política da Iniciativa Hospital Amigo da Criança, promovendo os 
10 passos para o sucesso do aleitamento materno e garantindo acompanhamento 
durante todo o ciclo gestacional. 
• 0 HSJB assegura direitos como acompanhante para gestantes e acesso a 
programas de apoio á amamentação, atendendo a necessidades especificas de 
diferentes grupos. 
I
I. VOLTA 
REDONDA 
PROGRAMA DE 
EDUC•CIO TUTORIAL 
PET- GESTA0 SOCIAL 
) out Come fAmaramm InNt o de Cienems Hun-U.1h ,.. Soc.+ al• MA•Mmemma 
ICHS 
LI 
E,REUES ,9110,25 
• 0 hospital opera dentro do sistema público de saúde, o que implica acesso a 
medicamentos distribuídos pelo SUS. 
Conclusão 
O HSJB demonstra um compromisso robusto com a humanização no atendimento 
hospitalar, garantindo direitos fundamentais como identificação dos profissionais de 
saúde, cuidados alimentares adequados, priorização de atendimentos emergenciais, 
apoio à saúde materna e respeito à individualidade e diversidade dos pacientes. Isso 
contribui diretamente para a promoção dos direitos humanos e melhoria dos serviços 
de saúde dentro do contexto de desigualdades. 
• 
• 
Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPPUVR) 
A ação destacada pelo IPPUVR, a Regularização Fundiária no Município (REURB), se 
alinha diretamente com os objetivos do Eixo 2, especialmente no que diz respeito ao 
acesso à moradia e ao reconhecimento de posse de imóveis. 
Garantia de direitos 
• Regularização Fundiária no Município (REURB): Este programa visa conceder 
títulos de posse aos ocupantes de imóveis, regularizando a situação fundiária de áreas 
urbanas. A regularização fundiária é crucial para garantir segurança jurídica aos 
moradores, promover a inclusão social e melhorar a qualidade de vida das 
comunidades beneficiadas. Ao assegurar o reconhecimento legal da posse, o REURB 
contribui significativamente para a diminuição das desigualdades e a promoção da 
justiça social. 
Conclusão 
As ações do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano, especificamente a 
Regularização Fundiária no Município (REURB), estão alinhadas com o Eixo 2. Esse 
programa é fundamental para garantir direitos de propriedade, promover a inclusão 
social e reduzir desigualdades, evidenciando um compromisso com a universalização 
dos direitos em um contexto de desigualdades. 
• VOLTA 
, REDONDA SRADH 
PO. 'Rm. WAWA% ,A,Al EAsA if 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
) InstitUlo de ( ias litenenes e Socials 
ICHS niF0A LIT.1.111ro 
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)'1RED00'
Eixo 4 - Educação e Cultura em Direitos Humanos 
• 
• 
Empresa de Processamento de Dados de Volta Redonda (EPDVR) 
As ações da Empresa de Processamento de Dados de Volta Redonda se alinham 
diretamente com o Eixo 4, particularmente na facilitação do acesso à informação e na 
promoção da inclusão digital. 
Garantia de direitos 
• Projeto ônibus Digital: Este projeto circulou em todos os CRAS de Volta Redonda, 
oferecendo treinamento e cursos para moradores de áreas de vulnerabilidade social e 
econômica. Essa iniciativa promove a inclusão digital, essencial para a cidadania 
moderna, capacitando os indivíduos com habilidades que lhes permitem participar 
plenamente da sociedade digital. 
• Projeto Aldeia Digital: Conectou a cidade de Volta Redonda à internet através de 
uma rede Wi-Fi gratuita, facilitando o acesso à informação e promovendo a cidadania 
digital. Este projeto fortalece o direito ao acesso à informação, que é um componente 
crucial dos direitos humanos no contexto contemporâneo. 
• Sistema de Agendamento para Videochamada com Tradutor de Libras: 
Desenvolvido para humanizar o atendimento médico para pessoas com deficiências 
auditivas, este sistema utiliza tablets para videochamadas com tradutores de Libras. 
Esta ação promove a inclusão e acessibilidade, garantindo que pessoas com 
deficiências auditivas tenham acesso igualitário aos serviços de saúde. 
• Portal vr.com: 0 site oficial da PMVR, mantido pela Empresa de Processamento de 
Dados de Volta Redonda, oferece amplo acesso a informações e serviços públicos 
online. Isso inclui a emissão de taxas e certidões, consultas de imóveis, agendamento 
-.#7VOLTA
) REDONDA SIVIDH PROGRAM., DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL PIIn,dituto It ()end:. Human. e Socide, 
ICHS 
• 
• 
?MI YIP 
IMITIS HUMS 
de serviços, terapias online, entre outros. A disponibilização desses serviços online 
promove a transparência, a eficiência do serviço público e a inclusão digital. 
Conclusão 
As ações da Empresa de Processamento de Dados de Volta Redonda estão fortemente 
alinhadas com o Eixo 4. Projetos como o Onibus Digital, Aldeia Digital, e o sistema de 
videochamada com tradutor de Libras são exemplos de como a inclusão digital e o 
acesso à informação podem promover os direitos humanos, a cidadania e a equidade. 
Essas iniciativas não apenas aumentam o acesso à tecnologia e á informação, mas 
também garantem que todos os cidadãos, independentemente de suas condições 
socioeconômicas, possam usufruir plenamente de seus direitos. 
Coordenadoria Municipal da Juventude (COORDJUV) 
As ações da Coordenadoria Municipal da Juventude também estão alinhadas com o 
Eixo 4, principalmente ao abordar questões de educação, cidadania e inclusão. 
Garantia de direitos 
• Oficina Estatuto da Juventude: Realiza oficinas em escolas sobre os direitos 
previstos no Estatuto da Juventude. Através de dinâmicas em grupo os jovens discutem 
casos reais de violação de direitos, como intolerância religiosa, violência de gênero e 
racismo. Este projeto educa os jovens sobre seus direitos e promove a consciência 
critica, fomentando uma cultura de respeito e igualdade. 
• Centro Oportunizar: Espaço dedicado à preparação de adolescentes e jovens para 
o mercado de trabalho. Além de oferecer capacitação e combater o trabalho infantil, 
facilita o acesso à documentação básica. Este programa é crucial para o 
desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens, proporcionando-lhes oportunidades 
de crescimento e emancipação. 
• Semeando Juventudes: Foca na capacitação e orientação profissional, 
promovendo o acesso ao ensino superior e a inserção no mercado de trabalho. 0 
projeto busca estimular a participação dos jovens nos vestibulares e fomentar o 
empreendedorismo, reforçando a autonomia e o desenvolvimento dos jovens. 
VOLTA 
REDONDA 
SBA DH .., ...,7TnUrTORIAL 
PET- GESTiO SOCIAL r., 
r } Imaituto de Cie'ncia, liumanas e Sooais 
ICHS niF0A 
• Se Liga Juventude, Cidadania, Diversidade e Igualdade: Promove ações de 
conscientização sobre cidadania, diversidade e igualdade. Inclui campanhas como 
"Não é Não", para combater o assédio sexual e a violência contra a mulher, e "Se Liga 
16" para incentivar o alistamento eleitoral dos jovens. Essas ações visam criar um 
ambiente de reflexão e diálogo sobre questões importantes que afetam diretamente a 
juventude. 
• Pré-ENEM: Cursinho preparatório para o ENEM que promove práticas educacionais 
inovadoras e igualitárias. Este projeto, em parceria com diversas instituições, visa 
garantir que todos os jovens tenham acesso a uma educação de qualidade e possam 
competir de forma justa nas provas de acesso ao ensino superior. 
Conclusão 
As iniciativas da Coordenadoria Municipal da Juventude refletem um compromisso 
profundo com a educação, inclusão social e cidadania, alinhando-se ao Eixo 4 - 
Educação e Cultura em Direitos Humanos. Projetos como a Oficina Estatuto da 
Juventude, Centro Oportunizar, Semeando Juventudes, Se Liga Juventude e Pré￾ENEM demonstram uma abordagem multifacetada para capacitar os jovens, garantir o 
acesso a oportunidades educacionais e profissionais, e promover uma cultura de 
direitos humanos e igualdade. Esses esforços são fundamentais para construir uma 
sociedade onde todos os jovens tenham as ferramentas e o conhecimento necessários 
para prosperar e contribuir positivamente para o desenvolvimento comunitário. 
gi VOLTA 
• REDONDA SMDH PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
Insmuto de (16ncias Human,. c Semais 
Participantes 
COMISSÃO DO PLANO MUNICIPAL DE 
POLÍTICAS DE DIREITOS HUMANOS DE 
VOLTA REDONDA, CRIADA PELO 
DECRETO N°1.346/2024 
Representantes do Poder Público 
Municipal: 
• SECRETARIA MUNICIPAL DE 
POLÍTICAS PARA MULHERES E 
DIREITOS HUMANOS (SMDH) 
Maria da Glória Borges Amorim - Secretaria 
Josinete Maria Pinto 
Juliana Ferreira Rodrigues 
• COORDENADORIA DA JUVENTUDE 
(GEGOV) 
Katya Aguiar de Souza 
Representantes de Instituições da 
Sociedade Civil Organizada: 
• CONSELHO DE PASTORES 
EVANGÉLICOS (COPEVRE) 
Rodrigo Matias dos Santos 
• CONSELHO COMUNITÁRIO DE 
SEGURANÇA 
Graziela Furtado Nepomuceno 
Representantes de Universidades: 
• UNIVERSIDADE 
FLUMINENSE (UFF) 
Luiz Henrique Abegão 
Vanessa de Fatima Terrade 
FEDERAL 
• CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA 
REDONDA (UNIFOA) 
Ana Carolina Callegario Pereira 
Marcos Antônio Mendes 
• VOLTA 
; REDONDA 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL 
COMISSÃO AMPLA DE CONSTRUÇÃO 
DO MUNICIPAL DE POLÍTICAS DE 
DIREITOS HUMANOS 
Representantes do Poder Público 
Municipal: 
• SECRETARIA MUNICIPAL DE 
EDUCAÇÃO 
João Paulo Bruno Delgado 
• SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE 
Joelma de F. N. Orlando 
• GABINETE DE ESTRATÉGIA 
GOVERNAMENTAL (GEGOV) 
Luzia Pinto Suhett Tito 
Victória Araujo Sanches de Souza 
Representantes das Organizações Sociais 
• PASTORAL DA EDUCAÇÃO 
Marylilia de Lacerda Dias 
Sônia Aparecida dos Santos B. Leite 
• SINDICATO DOS PROFISSIONAIS DE 
EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE 
JANEIRO - NÚCLEO VOLTA REDONDA 
Lia LudoIff 
Representantes do Conselho de Direitos 
Humanos: 
• CONSELHO MUNICIPAL DOS 
DIREITOS HUMANOS 
João Catta Preta 
Adelaide Maria Afonso Maximo 
Representantes do Legislativo Municipal: 
• CÂMARA DE VEREADORES DE VOLTA 
REDONDA 
Joanna Rosa Batista 
Douglas Abranches Bragança 
PI 
.t.,.._., 
Instituto de Cii.'ncias Ill101,111. e SOC iAIS 
ICHS niF0A 
Colaboradores 
Alunos da UFF 
• 
Ana Sara Caneiro Vasconcelos 
Bruna Nabte Adão 
Eduardo Alves 
Fernanda Garcia Ferreira 
Flora Heringer Saippa 
Gabriela Alves E Souza 
Jennifer Santos Pires 
Maria Carolina de Oliveira Costa 
Marcelle Cristina de Paulo Braga 
Wellington Alejandro da Silva 
Alunos do UniF0A 
Anita Machado Barros 
Eduarda Maia Pereira 
Gabriele Carvalho Alves 
Helena Fortes de Aquino 
Juliana da Silva Ribeiro Chempe 
Kamila de Araujo Bernardo Barbosa 
Osvaldo Luis Cardoso de Andrade 
Pedro Junio Botelho de Almeida 
Raul Tancredo Mattiuzzo 
Sandra Pereira da Silva Souza 
PROGRAMA DE 
EDUCAÇÃO TUTORIAL 
PET- GESTÃO SOCIAL Ai Ciências Hinnanas S41,13:S CAren, Univor..o 
Ito .1110.0.0 

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