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materia nº 870/2025

Tipo Correspondência do Poder Executivo Municipal
Número / Ano 870 / 2025
Date 2025-10-22
EmentaOfício nº 1120/2025 - Requerimento nº 1166 - 31ª Sessão
native_id114800

Autoria

Tramitação (latest 2)

DateStatusTurnoTexto
2025-10-30 Concluído (a) — Processo arquivado
2025-10-30 Encaminhado — Resposta ao Requerimento

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 39

 PREFEITURA MUNICIPAL DE GARÇA
Estado de São Paulo
Ofício nº 1120/2025 – CM 
 Garça, 17 de outubro de 2025.
Requerimento nº 1166/2025
Vereador: Adhemar Kemp Marcondes de M. Filho
Assunto: Solicita informações sobre a cobertura 
vacinal contra sarampo.
Senhora Presidente,
Em atenção ao contido no expediente supra a Coordenadora de 
Vigilância Epidemiológica informou que, a Prefeitura de Garça, por meio da 
Vigilância Epidemiológica, em parceria com a Vigilância Sanitária e a 
Sociedade Brasileira Caminho de Damasco (SBCD), informa que está 
realizando ações coordenadas de investigação, bloqueio vacinal e 
monitoramento em núcleos escolares, empresas e demais locais estratégicos 
do Município.
Essas medidas foram adotadas após o atendimento médico de 
pessoas que apresentaram sintomas compatíveis com sarampo — como 
exantema (manchas vermelhas na pele), febre e outros sinais clínicos —, 
doença viral altamente contagiosa.
Atualmente, estão sendo monitorados casos suspeitos. Até o 
momento, não há casos confirmados no Município. Todos permanecem em 
investigação, com exames laboratoriais em andamento. As providências 
necessárias estão sendo tomadas para garantir a segurança da comunidade 
escolar, dos ambientes corporativos e da população em geral.
As ações em curso incluem:
- Avaliação da caderneta de vacinação de todos os contatos próximos dos 
casos suspeitos, incluindo familiares e conviventes;
- Monitoramento clínico dos envolvidos;
- Bloqueio vacinal dos contatos que não possuem comprovação de dose da 
vacina SCR (sarampo, caxumba e rubéola).
A vacinação é a principal forma de prevenção, conforme o 
Calendário Nacional de Imunização, as recomendações são:
 PREFEITURA MUNICIPAL DE GARÇA
Estado de São Paulo
- Primeira dose da vacina tríplice viral aos 12 meses de idade;
- Segunda dose (vacina tetra viral) aos 15 meses;
- Adultos de 30 a 59 anos devem receber uma dose da vacina tríplice viral, 
caso não tenham sido vacinados anteriormente;
- Profissionais de saúde devem ter duas doses da vacina tríplice viral.
A meta preconizada da cobertura vacinal da vacina SCR é de 95%, 
no Estado de São Paulo a cobertura da SCR, está 81,88%. Em Garça, a 
cobertura atual é de 86,84%, e estamos empenhados em ampliar esse índice 
por meio de ações de bloqueio vacinal, microplanejamento e busca ativa de 
faltosos.
Informamos, ainda, que teve início em 06 de outubro, a Campanha 
Nacional de Multivacinação, voltada à atualização das cadernetas vacinais. O 
Dia “D” de mobilização será realizado no sábado, 18 de outubro, e vem 
fortalecer todo esse trabalho.
As informações detalhadas sobre a campanha seguem em anexo.
Atenciosamente,
JOSÉ ALCIDES FANECO
Prefeito Municipal
Exma. Sra.
RAQUEL SARTORI
Câmara Municipal de Garça
NESTA
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Brasília DF 2025
VENDA PROIBIDA A PROIBID
DI
A
STRIBUIÇÃO
GRATUITA
MULTIVACINAÇÃO 
2025
ESTRATÉGIA PARA A ATUALIZAÇÃO 
DA CADERNETA DE VACINAÇÃO 
DAS CRIANÇAS E DOS ADOLESCENTES 
MENORES DE 15 ANOS
1
MINISTÉRIO DA SAÚDE
MULTIVACINAÇÃO 2025: ESTRATÉGIA PARA A ATUALIZAÇÃO 
DA CADERNETA DE VACINAÇÃO DAS CRIANÇAS E DOS 
ADOLESCENTES MENORES DE 15 ANOS 
Brasília/DF – 2025
2
2025 Ministério da Saúde.
Esta obra é disponibilizada nos termos da Licença Creative Commons – Atribuição 
– Não Comercial – Compartilhamento pela mesma licença 4.0 Internacional. É 
permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte.
A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada, na íntegra, na 
Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde: bvsms.saude.gov.br.
1ª edição – 2025 – versão eletrônica preliminar
Elaboração, distribuição e informações:
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente
Departamento do Programa Nacional de 
Imunizações
Coordenação-Geral de Incorporação Científica e 
Imunização
SRTVN 701, via W5 Norte, Edifício PO 700, 6º 
andar
CEP: 70723-040 – Brasília/DF
Site: www.saude.gov.br
E-mail: pni@saude.gov.br
Ministro da Saúde:
Alexandre Rocha Santos Padilha
Secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente:
Mariângela Batista Galvão Simão 
Edição-geral: 
Ana Catarina Melo Araújo – CGICI/DPNI/SVSA
Eder Gatti Fernandes – DPNI/SVSA
Luciana Maiara Diogo Nascimento –
CGICI/DPNI/SVSA
Organização:
Ana Carolina Cunha Marreiros –
CGICI/DPNI/SVSA
Ana Catarina Melo Araújo – CGICI/DPNI/SVSA
Ana Cristina Braga Chaves –
CGVDI/DPNI/SVSA
Ariene Silva do Carmo – CGFAM/DPNI/SVSA
Ariana Josélia Gonçalves Pereira –
CGGI/DPNISVSA
Bruna Battaglia De Medeiros – DPNI/SVSA
Bruna Carla Storck – Treinanda 
EpiSUS/CGICI/DPNI/SVSA
Camilla de Miranda Ribeiro –
CGVDI/DPNI/SVSA
Danielle Cristine Castanha da Silva –
CGVDI/DPNI/SVSA
Eder Gatti Fernandes – DPNI/SVSA
Glenda Macedo Mota – CGGI/DPNISVSA
Jadher Percio – CGFAM/DPNI/SVSA
João Gabriel Castelo Branco Alves –
CGGI/DPNISVSA
Karina Brito da Costa – CGGI/DPNISVSA
Kelly Cristina Rodrigues de França –
CGICI/DPNI/SVSA
Leilane Lacerda Anunciação – CGGI/DPNISVSA
Luana da Silva Carvalho – Comunicação/SVSA
Luciana Maiara Diogo Nascimento –
CGICI/DPNI/SVSA
Marcelo Yoshito Wada – CGVDI/DPNI/SVSA
Matheus Almeida Maroneze –
CGICI/DPNI/SVSA
Paulo Henrique Santos Andrade –
CGFAM/DPNI/SVSA
Raíssa dos Santos Calado Sampaio de Alencar 
– CGVDI/DPNI/SVSA
Rayanne Conceição dos Santos –
CGFAM/DPNI/SVSA
Rebeca Porto Rosa – CGVDI/DPNI/SVSA
Roberta Mendes Abreu Silva –
CGFAM/DPNI/SVSA
Rodrigo Otávio Pereira Sayago Soares –
CGICI/DPNI/SVSA
Sheila Nara Borges da Silva – CGGI/DPNISVSA
Sirlene de Fátima Pereira – CGICI/DPNI/SVSA
Thais Oliveira do Nascimento –
CGICI/DPNI/SVSA
Thaynara Kerinlline de Alencar Faustino –
CGGI/DPNISVSA
Thayssa Neiva da Fonseca Victer –
CGGI/DPNISVSA
Tiago Mendonça de Oliveira – DPNI/SVSA
Tiara Bruna Teixeira Teodosio –
CGICI/DPNI/SVSA
Zirlei Maria de Matos – CGVDI/DPNI/SVSA
Revisão técnica-científica:
Roberta Luciana Rodrigues Brasileiro de 
Carvalho – CGEVSA/Daevs/SVSA
Tatiane Fernandes Portal de Lima Alves da 
Silva – CGEVSA/Daevs/SVSA
Revisão textual:
Tatiane Souza – CGEVSA/Daevs/SVSA
3
Ficha Catalográfica
Multivacinação 2025: Estratégia para a Atualização da Caderneta de Vacinação das Crianças e dos 
Adolescentes Menores de 15 Anos/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, 
Departamento do Programa Nacional de Imunizações. – Brasília : Ministério da Saúde, 2025.
35 p.: il.
ISBN 
1. Vacinação. 2. Multivacinação. 3. Saúde Pública. I. Título.
CDU XXXX
Catalogação na fonte – Coordenação-Geral de Documentação e Informação – Editora MS 
Título para indexação:
Multivaccination 2025: Strategy for Updating the Vaccination Record of Children and Adolescents Under 
15 Years Old 
4
DEDICATÓRIA
Aos vacinadores do Brasil, pelo compromisso diário em promover a proteção e a saúde da 
população.
5
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO....................................................................................................................6
1.1 Avaliação das coberturas vacinais........................................................................................7
1.2 Microplanejamento para as atividades de vacinação de alta qualidade...........................9
2. MULTIVACINAÇÃO 2025 ..............................................................................................10
2.1. Objetivos........................................................................................................................10
2.1.1. Objetivo geral .......................................................................................................10
2.1.2. Objetivos específicos............................................................................................10
2.2. Fases de operacionalização ......................................................................................11
2.3. Financiamento...........................................................................................................12
2.4. Período de execução da estratégia...........................................................................12
2.5. População-alvo para a estratégia ............................................................................12
2.6. Vacinas e calendário.................................................................................................12
3. OPORTUNIZAÇÃO.....................................................................................................16
3.1. Vacinação contra a febre amarela ......................................................................16
3.2. Vacinação contra o sarampo ...............................................................................17
3.3. Resgate dos não vacinados com a vacina HPV de 15 a 19 anos.......................18
4. CADEIA DE FRIO ............................................................................................................18
4.1. Armazenamento........................................................................................................18
4.2. Transporte.................................................................................................................19
4.3. Ações extramuros .....................................................................................................19
4.4. Excursão de temperatura.........................................................................................19
4.5. Fluxo de distribuição dos imunobiológicos ............................................................20
4.7. Painel de distribuição de vacinas ............................................................................22
5. VIGILÂNCIA DOS EVENTOS SUPOSTAMENTE ATRIBUÍDOS À VACINAÇÃO 
OU IMUNIZAÇÃO – ESAVI...................................................................................................22
6. COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO SOCIAL...........................................................24
7. REGISTRO DA VACINAÇÃO NOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO .....................25
8. INDICADORES DE MONITORAMENTO....................................................................29
REFERÊNCIAS.........................................................................................................................31
6
1. INTRODUÇÃO
Desde a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), diversas estratégias foram implementadas 
para reduzir a mortalidade infantil e ampliar a expectativa de vida da população1
. Nesse processo, 
a política de vacinação, conduzida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), desempenhou 
papel central, assegurando avanços significativos na qualidade de vida de crianças, adolescentes 
e suas famílias em todo o Brasil2
.
Apesar desses resultados, doenças como a poliomielite e o sarampo ainda são endêmicas em
outros países, o que reforça a necessidade de manter elevadas coberturas vacinais em todo o 
território nacional3
. Diante das baixas coberturas observadas desde 2015, o Ministério da Saúde 
incorporou novas abordagens, entre elas o Microplanejamento, voltado para a sistematização do 
planejamento das atividades de vacinação. No Brasil, sua implementação esteve alinhada à
estratégia de Multivacinação de 2023, em formato regionalizado, visando qualificar as ações e 
ampliar o acesso da população4,5,6, o que contribuiu para a melhoria dos índices registrados7
.
A organização e sistematização dos processos de vacinação favorecem intervenções mais diretas 
e assertivas, ajustadas à realidade de cada território5
. Nesse cenário, o envolvimento de atores 
locais estratégicos – como profissionais vacinadores, agentes comunitários de saúde, equipes de 
comunicação, médicos, dentistas, enfermeiros, lideranças comunitárias, professores, gestores 
escolares e representantes de organizações sociais – é fundamental para ampliar o acesso e 
alcançar resultados mais efetivos5
.
Entre as iniciativas que podem ser desenvolvidas destacam-se, por exemplo, ações extramuros 
em escolas, creches, ginásios esportivos, unidades móveis e outros espaços de grande circulação, 
bem como a ampliação dos horários de funcionamento das salas de vacina, a busca ativa de não 
vacinados e as intervenções em áreas de difícil acesso ou com vazios assistenciais5, 6
.
Este documento técnico apresenta a operacionalização da Estratégia de Atualização da Caderneta 
de Vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade (até 14 anos, 11 meses e 
29 dias) prevista para 2025. 
A iniciativa reafirma-se como essencial para consolidar os avanços recentes, fortalecer a cobertura 
vacinal e ampliar a proteção contra doenças. Embora a ação seja prioritariamente direcionada a 
esse público, também serão oportunizadas, conforme o item Oportunização deste documento, as 
7
vacinações contra sarampo, febre amarela e o resgate de não vacinados, contemplando distintos 
públicos, de modo a reforçar ainda mais a proteção contra doenças imunopreveníveis.
1.1 Avaliação das coberturas vacinais
A análise recente das coberturas vacinais evidencia avanços significativos no País, com destaque 
para o período a partir de 2023, quando se observou incremento consistente em diversas vacinas 
ofertadas para os menores de 2 anos7
. O cenário nacional pode ser observado na Figura 1, que 
apresenta as coberturas vacinais das vacinas Penta (DTP/Hib/HB), Poliomielite, Pneumocócica
10 e Tríplice Viral D1 pactuadas no indicador do Programa de Qualificação das Ações de 
Vigilância em Saúde (PQAVS)8
. 
Figura 1 – Coberturas vacinais (%) segundo ano e vacina do Programa de Qualificação das Ações 
de Vigilância em Saúde (PQAVS). Brasil, 2022-2024
Fonte: Tabnet (2022); RNDS (2023 a 2024). Dados sujeitos à alteração. Extraído em: 5 set. 2025.
8
Entre 2022 e 2024, todas essas vacinas, com exceção da Tríplice Viral (D1), não alcançaram a 
meta; no entanto, registraram evolução significativa, atingindo percentuais próximos ou 
superiores a 90%.
Esses resultados se confirmam também no incremento anual das coberturas (Figura 2). Os maiores 
avanços foram observados na Poliomielite (+14,7%) e na Penta (DTP/Hib/HB) (+13,4%) em 2023 
com relação a 2022. Já em 2024, manteve-se a tendência positiva, ainda que com incrementos 
menores, evidenciando consolidação dos resultados. Na avaliação, na qual se comparou 2024 com 
relação a 2022, os destaques foram a Tríplice Viral D1 (+18,6%) e a Poliomielite (+16,9%).
Figura 2 – Incremento de coberturas vacinais (%) segundo ano e vacina do Programa de 
Qualificação das Ações de Vigilância em Saúde (PQA-VS). Brasil, 2022-2024
Fonte: Tabnet (2022) e RNDS (2023 e 2024). Dados sujeitos à alteração. Extraído em: 5/9/2025.
Esses progressos reforçam a pertinência das ações realizadas, como também, a oportunidade 
estratégica para ampliar o acesso, reduzir desigualdades e assegurar maior homogeneidade das 
coberturas vacinas entre os municípios. 
9
1.2 Microplanejamento para as atividades de vacinação de 
alta qualidade
A Estratégia para Atualização da Caderneta de Vacinação das Crianças e dos Adolescentes
Menores de 15 anos em 2025 tem como base o Microplanejamento, já adotado como etapa inicial 
e fundamental para a organização das ações5
. Esse instrumento orienta a execução de atividades 
estruturadas, adequadas à realidade local e com foco na qualidade5
.
O Quadro 1 reúne informações essenciais para apoiar os profissionais de saúde nesse processo, 
sendo complementarmente recomendada a utilização do documento Procedimentos Operacionais 
Padrão (POP) do Manual de Microplanejamento para as Atividades de Vacinação de Alta 
Qualidade
6
.
Quadro 1 – Etapas do Microplanejamento para as Atividades de Vacinação de Alta Qualidade
1. Análise da Situação de Saúde
• Coleta de dados demográficos, 
socioeconômicos e de saúde.
• Avaliação de indicadores de vacinação 
(cobertura, abandono, homogeneidade).
• Levantamento da capacidade instalada 
(Rede de Frio, insumos, transporte).
• Mapeamento de locais estratégicos 
(escolas, igrejas, centros esportivos).
• Identificação de áreas de risco e bolsões 
de suscetíveis.
• Estabelecimento de parcerias locais e 
comunitárias.
2. Planejamento e Programação
• Análise situacional (Matriz de Forças, 
Oportunidades, Fraquezas e Ameaças).
• Definição das estratégias de vacinação 
(intra e extramuros).
• Planejamento das ações complementares 
(mobilização, comunicação, entre outros).
• Vacinação segura (conjunto de medidas 
que garantem a qualidade, a eficácia e a 
segurança da imunização).
• Vigilância de Eventos Supostamente 
Atribuíveis à Vacinação ou Imunização
(Esavi) (o que/onde/como notificar).
• Dimensionamento das necessidades 
logísticas e de insumos.
• Elaboração do Plano de Ação Municipal 
(metas, prazos, responsáveis).
• Autoavaliação da fase preparatória.
 Resultado esperado: diagnóstico situacional 
claro do território.
 Resultado esperado: plano de ação 
estruturado, flexível, realista e participativo.
10
3. Seguimento e Supervisão
• Identificação de recursos necessários e 
cronograma.
• Planejamento das visitas de supervisão e 
reuniões de equipe.
• Monitoramento das estratégias de 
vacinação:
o mapeamento e setorização do 
município;
o definição da amostra 
populacional;
o abordagem direta da população 
e checagem de vacinados;
o coleta, análise e discussão dos 
dados;
o ajustes no microplanejamento.
4. Monitoramento e Avaliação
• Acompanhamento do cumprimento do 
plano de ação.
• Avaliação de metas, indicadores e 
resultados.
• Análise e sistematização dos dados.
• Verificação e correção de inconsistências.
• Execução de ações de intensificação 
quando necessário.
• Retroalimentação do ciclo de 
planejamento.
 Resultado esperado: acompanhamento 
próximo e ajustes contínuos.
 Resultado esperado: melhoria contínua das 
coberturas vacinais.
Fonte: Procedimentos Operacionais Padrão (POP) do Manual de Microplanejamento para as Atividades de Vacinação 
de Alta Qualidade6
.
2. MULTIVACINAÇÃO 2025
2.1. Objetivos
2.1.1. Objetivo geral
Resgatar não vacinados ou completar esquemas de vacinação, visando atualizar a caderneta das 
crianças e adolescentes (até 14 anos, 11 meses e 29 dias), de acordo com o Calendário de Nacional 
de Vacinação.
2.1.2. Objetivos específicos
✓ Ampliar o acesso da população de crianças e adolescentes à vacinação, conforme o 
Calendário Nacional de Vacinação.
✓ Contribuir na redução da incidência das doenças imunopreveníveis.
11
✓ Reforçar a priorização da vacinação junto aos gestores locais, priorizando a articulação e a 
integração da Vigilância e Atenção Primária à Saúde.
✓ Apoiar estados e municípios na realização de estratégias de atualização com base na 
metodologia de Microplanejamento.
✓ Enfrentar a hesitação vacinal com ações de comunicação e mobilização social.
✓ Oportunizar a vacinação contra a febre amarela em locais de risco.
✓ Oportunizar as demais estratégias em andamento, como o Resgate de Não Vacinados de 15 a 
19 anos com a vacina HPV.
✓ Promover seguimento das ações contra o sarampo.
✓ Manter o status de eliminação da poliomielite no Brasil.
✓ Realizar o monitoramento da segurança da vacina.
✓ Realizar o registro adequado das informações geradas durante a ação.
2.2. Fases de operacionalização
As fases para a operacionalização da estratégia estão apresentadas no Quadro 2.
Quadro 2 – Fases de operacionalização da estratégia 
FASE AÇÃO RESPONSÁVEL PERÍODO
1 Publicação da Portaria GM/MS n.º 
6.715/2025 que estabelece incentivo 
financeiro excepcional e temporário 
para a estratégia10
Ministério da Saúde Março de 2025
2 Comunicado acerca do período da 
estratégia11
e Microplanejamento 
das estratégias de vacinação pelos 
estados e municípios
Municípios e unidades 
federadas
Apoio: Ministério da 
Saúde
Agosto e 
setembro 2025
3 Execução da Estratégia Para a 
Atualização da Caderneta de 
Vacinação das Crianças e dos 
Adolescentes Menores de 15 Anos
Municípios
Apoio: unidades 
federadas e Ministério 
da Saúde
Outubro de 2025
4 Monitoramento da Estratégia Para 
a Atualização da Caderneta de 
Vacinação das Crianças e dos 
Adolescentes Menores de 15 Anos
Municípios e unidades 
federadas e Ministério 
da Saúde
Até 25 de 
novembro de 
2025
Fonte: Cgici/DPNI.
12
2.3. Financiamento
A Portaria GM/MS n.º 6.715, de 17 de março de 2025, estabeleceu um incentivo financeiro 
excepcional e temporário para estratégias de vacinação em escolas e atualização da caderneta 
vacinal de crianças e adolescentes até 15 anos no SUS durante 202510. Os recursos foram 
repassados automaticamente pelo Fundo Nacional de Saúde aos estados, aos municípios e ao
Distrito Federal, via transferências fundo a fundo, em conta específica. A medida reforça o repasse 
direto de recursos, garantindo a continuidade das ações de multivacinação e o fortalecimento da 
imunização no País10
.
2.4. Período de execução da estratégia
A Estratégia de Atualização da Caderneta de Vacinação dos menores de 15 anos (14 anos, 11 
meses e 29 dias) deverá ser executada pelos estados e municípios no período de 6 a 31 de outubro 
de 2025, com o Dia D de Mobilização Social previsto para 18 de outubro de 2025.
2.5. População-alvo para a estratégia
Crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade (até 14 anos, 11 meses e 29 dias) que não 
possuem registro das doses aplicadas conforme o Calendário Nacional de Vacinação, exceto nas 
situações em que a vacinação está contraindicada.
2.6.Vacinas e calendário
A iniciativa disponibilizará todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação, além 
das vacinas de estratégias específicas, seguindo as diretrizes estabelecidas em seu respectivo 
informe técnico e Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação 202512
.
Dessa forma, a estratégia deve ser executada a partir da avaliação da caderneta de vacinação e 
atualização vacinal, de acordo com a situação encontrada, ou seja, a vacinação deverá ser 
realizada de forma seletiva (Quadro 3 e 4).
13
Atenção: a caderneta é um documento pessoal e deve acompanhar a criança e o adolescente a 
todo o momento! Pais e responsáveis devem ser incentivados a apresentarem a caderneta de 
vacinação da criança ou adolescente para uma avaliação criteriosa da situação vacinal.
 Quadro 3 – Vacinas do calendário da criança e esquemas para menores de 7 anos 
Vacinas
Esquema vacinal 
incompleto ou não 
vacinado
BCG
Administrar dose única, o mais precocemente possível, de preferência na 
maternidade. 
Caso a criança não tenha sido vacinada, administrar uma dose única da 
vacina até 4 anos, 11 meses e 29 dias.
Hepatite B
Administrar uma dose o mais precocemente possível, na sala de parto 
ou, preferencialmente, nas primeiras 12 horas, ainda na maternidade. 
Crianças com até 30 dias de vida não vacinadas: administrar a 1ª dose 
de hepatite B e agendar a vacina penta para os 2 meses de idade.
Penta (DTP/Hib/HB) Criança de 2 meses até 6 anos, 11 meses e 29 dias deverá iniciar ou 
concluir o esquema básico.
Polio inativada Criança de 2 meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias deverá iniciar ou 
concluir o esquema básico ou receber a dose de reforço.
Rotavírus
Criança com idade de 1 mês e 15 dias a 11 meses e 29 dias poderá 
receber a 1ª dose. 
Criança com idade de 3 meses e 15 dias a 23 meses e 29 dias poderá 
receber a 2ª dose.
Pneumocócica 10 
valente (conjugada)
Criança a partir dos 2 meses de idade deve receber duas doses desta 
vacina com intervalo de 60 dias entre elas, e uma dose de reforço, 
preferencialmente aos 12 meses de idade, podendo ser administrada até 
os 4 anos de idade (4 anos 11 meses e 29 dias).
➢ 1ª dose aos 2 meses.
➢ 2ª dose aos 4 meses.
➢ Reforço aos 12 meses.
Meningocócica C 
(conjugada) / 
Meningocócica 
ACWY (conjugada) 
Criança a partir dos 3 meses de idade deve receber duas doses desta 
vacina com intervalo de 60 dias entre elas, e uma dose de reforço, 
preferencialmente aos 12 meses de idade, podendo ser administrada até 
os 4 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias). Intervalo entre as doses 
é de 60 dias, mínimo de 30 dias.
➢ 1ª dose aos 3 meses (vacina meningocócica C – conjugada).
➢ 2ª dose aos 5 meses (vacina meningocócica C – conjugada.
➢ Reforço aos 12 meses (Vacina meningocócica ACWY).
Vacina Influenza 
trivalente 
(fragmentada, 
inativada)
Crianças, entre 6 meses e menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses 
29 dias de idade) 
➢ A criança, ao receber a vacina pela primeira vez 
(primovacinação), recomenda-se duas doses, com intervalo de 
30 dias entre as doses. Para aquelas que receberam em anos 
anteriores pelo menos uma dose, recomenda-se dose única nos 
anos subsequentes.
Vacina Covid-19
Crianças entre 6 meses e 4 anos 11 meses e 29 dias: 
➢ Vacina Covid-19-RNAm, Pfizer (Comirnaty): Administrar três
doses (1ª dose + 2ª dose + 3ª dose), aos 6, 7 e 9 meses de idade, 
com intervalo de quatro semanas entre a primeira e segunda dose,
14
e oito semanas entre a segunda e terceira dose (frasco-ampola 
tampa cor vinho).
➢ Vacina Covid-19-RNAm, Moderna (Spikevax): administrar duas
doses (1ª dose + 2ª dose), aos 6 e 7 meses de idade, com intervalo 
de quatro semanas entre as doses. 
Crianças imunocomprometidas devem receber o esquema vacinal de três
doses aos 6, 7 e 9 meses. O intervalo mínimo recomendado é de quatro
semanas entre a 1ª e a 2ª dose, e de oito semanas entre a 2ª e a 3ª dose, 
independentemente do imunizante utilizado.
Febre amarela
Crianças entre 9 meses e 4 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias): administrar 
uma dose aos 9 meses de vida e dose de reforço aos 4 anos de idade. 
Crianças de 5 a 7 anos com:
➢ Histórico vacinal de duas doses da vacina antes dos 5 anos: 
esquema completo, não necessita mais doses.
➢ Histórico vacinal de uma dose da vacina antes dos 5 anos: 
administrar uma dose de reforço, observando o intervalo mínimo 
de 30 dias entre as doses.
➢ Histórico vacinal de uma dose recebida a partir de 5 anos: 
esquema completo, não necessita mais doses. 
➢ Sem histórico vacinal: administrar uma dose.
Tríplice viral (sarampo, 
caxumba e rubéola￾SCR)
Criança de 12 meses até 6 anos, 11 meses e 29 dias deverá receber a 1ª 
dose da tríplice viral e agendar a 2ª dose da vacina tetra viral ou tríplice 
viral mais varicela (atenuada), conforme a disponibilidade da vacina, 
com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.
Tetra viral (sarampo, 
caxumba e rubéola e 
varicela-SCRV)
A vacina tetra viral está disponível na rotina de vacinação para crianças 
com idade entre 15 meses e 4 anos 11 meses e 29 dias.
Criança a partir de 5 anos não vacinada ou sem comprovante de 
vacinação deverá receber a 1ª dose da tríplice viral e agendar a 2ª dose 
da tetra viral (ou tríplice viral + varicela), com intervalo mínimo de 30 
dias entre as doses.
DTP
Administrar dois reforços, o primeiro aos 15 meses de idade e o segundo 
aos 4 anos. Administrar o primeiro reforço com intervalo mínimo de seis 
meses após a 3ª dose do esquema básico; intervalo mínimo de seis meses 
entre os reforços.
Criança de 15 meses até 6 anos, 11 meses e 29 dias sem nenhum reforço, 
administrar o 1º reforço e agendar o 2º reforço. Atentar para o intervalo 
de seis meses entre as doses.
Crianças com 6 anos sem nenhuma dose de reforço, administrar o 1º 
reforço. Na impossibilidade de manter o intervalo de seis meses entre as 
doses de reforço, agendar dT para dez anos após esse primeiro reforço. 
Neste caso, essas crianças ficam liberadas do segundo reforço.
Hepatite A Criança a partir de 15 meses até 4 anos 11 meses e 29 dias deverá receber 
uma dose.
Varicela Crianças de 4 anos até 6 anos, 11 meses e 29 dias deverá receber 2ª dose 
de varicela.
Fonte: Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação 202512
.
15
Quadro 4 – Vacinas do calendário da criança a partir dos 7 anos de idade e do calendário do 
adolescente
Vacinas Esquema vacinal incompleto ou 
não vacinado
Hepatite B
Sem esquema básico completo (três doses): atualizar a situação vacinal, 
iniciando ou completando o esquema com a vacina hepatite B 
monovalente, conforme situação encontrada, observando os intervalos de 
1 mês entre a primeira e a segunda dose e de 6 meses entre a primeira e a 
terceira dose (0, 1 e 6 meses). Não reiniciar o esquema. 
Para gestantes, em qualquer faixa etária e idade gestacional: ao receber a 
confirmação da gravidez, o cartão de vacinas deve ser revisado para início 
oportuno de atualização da situação vacinal e agendamentos, conforme a 
história pregressa, para as vacinas importantes neste período. Caso não 
tenha o esquema básico completo contra hepatite B (três doses), 
programar a vacinação de modo que a atualização seja preferentemente 
realizada ainda durante a gestação. Na impossibilidade, concluir após o 
parto, até 45 dias do puerpério.
Febre amarela
Pessoas a partir dos sete anos de idade com:
➢ Histórico vacinal de duas doses da vacina antes dos 5 anos de 
idade: esquema completo, não necessita mais doses.
➢ Histórico vacinal de uma dose da vacina antes dos 5 anos de 
idade: administrar uma dose de reforço, observando o intervalo 
mínimo de 30 dias entre as doses.
➢ Histórico vacinal de uma dose recebida a partir de 5 anos de 
idade: esquema completo, não necessita mais doses. 
➢ Sem histórico vacinal: administrar uma dose.
➢ Pessoas vacinadas apenas com dose fracionada (2018): 
administrar uma dose de reforço com a vacina em dose padrão 
ATENÇÃO: gestantes devem ser avaliadas pelo médico sobre o 
risco-benefício; nutrizes ou lactantes amamentando crianças abaixo dos 
6 meses de idade a vacinação deve ser evitada ou postergada até a criança 
completar 6 meses de idade; na impossibilidade de adiamento da 
vacinação, suspender a amamentação por dez dias após a vacinação.
Tríplice viral
(sarampo, caxumba e 
rubéola-SCR)
Criança ou adolescente não vacinado ou com esquema incompleto deve 
ser vacinado com a vacina tríplice viral conforme situação encontrada, 
considerando o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.
ATENÇÃO: esta vacina é contraindicada para gestantes.
Difteria e tétano adulto
Pessoas a partir de 7 anos de idade, sem esquema básico completo contra 
difteria e tétano (três doses de vacina com componente toxoide diftérico 
e tetânico): recomenda-se iniciar ou completar as três doses com a dT, 
conforme situação vacinal, com intervalo de 60 dias entre as doses, 
mínimo de 30 dias (em situações especiais); 
Gestantes: recomenda-se analisar o cartão de vacinas na primeira 
consulta pré-natal, já iniciando sua atualização, em caso de atraso de 
esquema, e agendando as demais vacinas importantes na gestação.
dTpa
Considerar que, independentemente do histórico de vacinação com dT, a 
gestante deve receber uma dose de dTpa em cada gestação.
16
Para aquelas que perderam a oportunidade de serem vacinadas durante a 
gestação, administrar uma dose de dTpa no puerpério o mais 
precocemente possível.
Meningocócica ACWY 
(conjugada)
Adolescentes de 11 a 14 anos de idade, não vacinado ou sem comprovante 
de vacinação: administrar dose ou reforço conforme situação vacinal.
ATENÇÃO: a vacina não está recomendada para gestantes ou 
lactantes sem orientação médica; no entanto, diante do risco de contrair a 
doença, a relação risco-benefício deve ser avaliada pelo médico 
assistente.
HPV quadrivalente
Administrar uma dose para meninas e meninos não vacinados, na faixa 
etária entre 9 anos e 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade.
ATENÇÃO: esta vacina está contraindicada para GESTANTE.
Varicela
Criança ou adolescente indígena a partir dos 7 anos de idade sem histórico 
da doença e sem histórico vacinal, vacinar o mais precoce com duas
doses. Caso tenha recebido uma dose anteriormente (com SCRV ou 
varicela monovalente), administrar a 2ª dose
ATENÇÃO: esta vacina é contraindicada para gestantes
Fonte: Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação 202512
.
3. OPORTUNIZAÇÃO
Embora a Estratégia para Atualização seja centrada na vacinação de menores de 15 anos, serão
oportunizadas, também, a vacinação contra a febre amarela, o sarampo e resgate de não vacinados 
com a vacina HPV, conforme a seguir:
3.1.Vacinação contra a febre amarela
Considerando a situação epidemiológica da febre amarela vivida no período de monitoramento 
da doença13
, e que a vacinação contra a respectiva doença está disponível no Calendário Nacional 
de Vacinação para todos os ciclos de vida12
, o PNI recomenda também a intensificação vacinal 
ATENÇÃO: as demais condutas para vacinação, considerando a situação vacinal encontrada, poderão ser 
consultadas na Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação 2025, disponível no endereço:
https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao/publicacoes/instrucao-normativa-que-instrui-o-calendario-nacional￾de-vacinacao-2025.pdf.
ATENÇÃO: as instruções sobre o registro das doses aplicadas nos sistemas de informações podem ser consultadas 
no item "Registro da Vacinação nos Sistemas de Informação".
17
contra a febre amarela aos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, onde 
se deve ofertar a atualização da situação vacinal de pessoas de 9 meses a 59 anos, conforme as 
diretrizes do PNI.
Sendo a recomendação do PNI o seguinte esquema vacinal:
• Uma dose aos 9 meses de idade com reforço aos 4 anos.
• Pessoas entre 5 e 59 anos com histórico vacinal de uma dose até os 4 anos 11 meses e 29 
dias, administrar uma dose.
• Pessoas entre 5 e 59 anos sem histórico vacinal, administrar uma dose.
• Pessoas a partir dos 60 anos sem histórico de vacinação que residem ou vão se deslocar 
para áreas de circulação vacinal, administrar uma dose. 
3.2.Vacinação contra o sarampo
A estratégia de multivacinação configura-se como oportunidade para intensificar a cobertura 
vacinal contra o sarampo em âmbito nacional. Durante esse período, recomenda-se que todas as 
pessoas na faixa etária de 12 meses a 59 anos tenham sua situação vacinal criteriosamente 
avaliada. Identificada qualquer pendência no esquema vacinal contra o sarampo, deve-se proceder 
à administração das doses necessárias, de acordo com as orientações estabelecidas na Instrução 
Normativa que norteia os calendários básico de vacinação12
. 
Sendo a recomendação do PNI o seguinte esquema vacinal:
• 12 meses a 29 anos: 2 doses (intervalo mínimo de 30 dias entre as doses).
• 30 a 59 anos: 1 dose.
• Profissionais de saúde, independentemente da idade: 2 doses (intervalo mínimo de 30 
dias entre as doses).
Diante do cenário de risco contínuo para a reintrodução do sarampo no Brasil14
, têm sido 
desenvolvidas ações de intensificação vacinal em áreas estratégicas, como municípios de 
fronteira, regiões com recomendação da dose zero e localidades onde há registro de circulação do 
vírus do sarampo14, 15
. 
ATENÇÃO: a vacinação em idosos está prevista apenas para residentes e/ou pessoas que vão
se deslocar para áreas de risco.
18
3.3.Resgate dos não vacinados com a vacina HPV de 15 a 19 anos
Considerando as recomendações para o resgate dos não vacinados com a vacina HPV para os 
jovens de 15 a 19 anos17
, os planos estaduais e municipais devem ser oportunizados, de modo a 
potencializar o alcance e promover maior efetividade das ações de vacinação contra o HPV.
Conforme o comunicado oficial do Ministério da Saúde, a execução dessa estratégia deve ser 
realizada pelos entes federativos até dezembro de 202518, assegurando o cumprimento dos prazos 
estabelecidos e a ampliação da vacinação contra o HPV no País.
4. CADEIA DE FRIO
4.1.Armazenamento
O armazenamento adequado de imunobiológicos é fundamental para garantir sua eficácia e 
segurança. Para preservar a potência desses produtos, é indispensável mantê-los em condições 
corretas de temperatura, conforme orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI)19
. 
Assim, a conservação adequada exige cuidados específicos, como:
✓ As vacinas devem ser mantidas em temperatura indicada pelo fabricante na bula do 
produto.
✓ As câmaras refrigeradas devem ser exclusivas para vacinas e devem possuir 
monitoramento contínuo de temperatura, além de registro diário.
✓ É fundamental organizar as vacinas de maneira adequada, evitando o contato direto com 
as paredes do equipamento e não sobrecarregando o espaço interno, para que a circulação 
do ar frio seja preservada.
✓ O ambiente em que se encontra a câmara refrigerada deve ser climatizado.
ATENÇÃO: a dose zero está recomendada em situações de bloqueio vacinal e/ou em regiões 
de alto risco epidemiológico para sarampo, conforme orientado na Nota Técnica n.º 49/2025-
CGICI/DPNI/SVSA/MS16
.
19
4.2.Transporte
O transporte de imunobiológicos é uma etapa crítica da cadeia de frio e deve ser realizado de forma 
a manter a integridade e a eficácia dos produtos19
. Para isso, é necessário utilizar equipamentos e 
transporte adequados, como:
✓ Caixas térmicas ou outros equipamentos compatíveis preferencialmente certificados e 
com qualificação térmica.
✓ Bobina reutilizável.
✓ Datalogger ou termômetro máximo e mínimo para registro da temperatura e 
monitoramento por todo o caminho.
✓ Em veículo refrigerado, as vacinas devem ser transportadas em temperatura e condições 
indicadas pelo fabricante.
4.3.Ações extramuros
Em ações extramuros, como campanhas escolares ou visitas a comunidades, as vacinas devem ser 
acondicionadas em caixas térmicas certificadas e qualificadas, utilizando bobina reutilizável e 
divisórias para evitar contato direto com o gelo e preservar a temperatura ideal. O planejamento 
logístico deve priorizar rotas curtas e horários com menor calor, minimizando o tempo de 
exposição das vacinas ao ambiente externo. Durante o transporte e a aplicação, é importante evitar 
abrir as caixas térmicas desnecessariamente para não comprometer a temperatura interna19
.
4.4.Excursão de temperatura
Caso haja qualquer excursão de temperatura – isto é, uma variação de temperatura fora das faixas 
de temperatura preconizadas pelo fabricante –, deve ser feita a notificação por meio do formulário 
Redcap de ocorrência de excursão de temperatura por unidade federada (Formulário Ocorrência 
de Excursão de Temperatura – Unidade Federada).
Após o recebimento da notificação, a central estadual da Rede de Frio realizará a avaliação da 
excursão de temperatura considerando as diretrizes da Nota Técnica n.º 5/2025-
CGGI/DPNI/SVSA/MS20 e suas futuras atualizações. Concluída a análise, o parecer será 
devolvido ao serviço que efetuou a notificação, garantindo o devido retorno e orientação para as 
medidas necessárias.
20
Caso a nota técnica não seja suficiente para a análise, a notificação deverá ser encaminhada ao 
Ministério da Saúde por meio do formulário FOET-CGGI. Esse formulário será enviado ao 
Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) para avaliação e, após a emissão 
do parecer, a resposta será repassada à central estadual, que, por sua vez, encaminhará o resultado 
ao serviço responsável pela notificação.
• Link Formulário FOET – UF: https://redcap.saude.gov.br/surveys/?s=EJA3M8JE3T
• Link Formulários FOET – CGGI: https://redcap.saude.gov.br/surveys/?s=4RJ3D7R7E7
4.5.Fluxo de distribuição dos imunobiológicos
Para assegurar o abastecimento oportuno dos imunobiológicos necessários às estratégias de 
vacinação, é fundamental realizar o planejamento adequado dos insumos e a capacitação das 
equipes de profissionais envolvidas21
. 
Cada ente federado deve planejar suas necessidades e, caso o quantitativo em estoque e/ou 
disponibilizado para a rotina não seja suficiente, solicitar e justificar as doses adicionais ao 
Ministério da Saúde. Ressalta-se que as autorizações estão condicionadas à disponibilidade em 
estoque, e as entregas seguem o cronograma definido pela empresa logística em articulação com 
os estados21
. 
21
O acompanhamento dos quantitativos, dos lotes e das validades pode ser realizado pelo Sistema 
de Informação de Insumos Estratégicos (Sies), seguindo as etapas: acessar Consulta > Pedidos > 
Emitidos; selecionar o período de realização do pedido; e, por fim, clicar em Pesquisar22
.
Após a entrega dos imunobiológicos à unidade federada (UF), cabe à gestão estadual a 
responsabilidade pela distribuição aos municípios indicados, bem como pelo monitoramento da 
execução e do progresso da estratégia nos territórios. Além disso, cada serviço de saúde deve 
elaborar e manter disponível seu Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde 
(PGRSS), garantindo que o documento esteja acessível no local de trabalho e que os profissionais 
estejam devidamente capacitados para o manejo e descarte adequados dos resíduos23
.
4.6.A importância do uso do Sistema de Informação de Insumos Estratégicos 
(Sies) nas Centrais de Rede de Frio
O Sistema de Informação de Insumos Estratégicos (Sies) desempenha papel essencial nas Redes 
de Frio, servindo como ferramenta para a gestão eficiente e eficaz dos insumos de saúde21
.
Os registros de perdas físicas e técnicas possibilitam identificar causas, orientar ações 
corretivas, reduzir desperdícios e garantir maior eficiência no uso e na distribuição dos 
imunobiológicos. O registro de perdas é importante para garantir a rastreabilidade, a 
qualidade dos imunobiológicos e o planejamento logístico24. As perdas são classificadas 
em:
• Perdas físicas: ocorrem antes da abertura do frasco (ex.: falhas no transporte, 
equipamento, energia, validade vencida, quebra de frascos21). 
• Perdas técnicas: ocorrem após a abertura do frasco, geralmente relacionadas 
ao prazo de uso após a abertura ou recusas 21
. 
ATENÇÃO: devem ser registradas no Sies, na opção “Nota de Fornecimento 
de Material – Sem Pedido”, selecionando o motivo específico.
ATENÇÃO: devem ser registradas no SIPNI, na funcionalidade 
“Movimentação dos Imunobiológicos”, conforme a Nota Informativa 
Conjunta n.º 4/2023 – DPNI18
.
22
Atenção! Registro de frascos abertos: deve ser feito no Sies, na área “Nota de 
Fornecimento de Materiais (NFM)”, selecionando o movimento “Saída por 
Consumo”, que corresponde à utilização dos imunobiológicos para vacinação.
4.7.Painel de distribuição de vacinas
O Ministério da Saúde lançou o Painel Interativo de Vacinas, uma ferramenta que apresenta, de 
forma detalhada, as doses de vacinas distribuídas pelo SUS desde 2023. O painel organiza os 
dados por estado, tipo de vacina e período, oferecendo uma visão clara e acessível. Disponível 
on-line, a plataforma permite que gestores, profissionais de saúde e cidadãos acompanhem em 
tempo real a logística e o impacto das ações do Programa Nacional de Imunizações25
.
Acesse o painel pelo link: 
https://infoms.saude.gov.br/extensions/SEIDIGI_DEMAS_DISTRIBUICAO_VACINA/SEIDI
GI_DEMAS_DISTRIBUICAO_VACINA.html ou por meio do QRCODE a seguir.
5. VIGILÂNCIA DOS EVENTOS SUPOSTAMENTE ATRIBUÍDOS
À VACINAÇÃO OU IMUNIZAÇÃO – ESAVI
Esavi é qualquer ocorrência médica indesejada temporalmente associada à vacinação, não 
possuindo necessariamente uma relação causal com o uso de uma vacina ou outro imunobiológico 
(imunoglobulinas e soros heterólogos), podendo ser qualquer evento indesejável ou não 
intencional, sintoma, doença ou achado laboratorial anormal26
. 
O monitoramento da segurança das vacinas é essencial no âmbito da farmacovigilância de vacinas 
e outros imunobiológicos, assegurando que Esavi sejam detectados, investigados e avaliados 
eficazmente. Nesse processo, os profissionais de saúde desempenham um papel fundamental, pois 
são responsáveis por identificar, notificar, colaborar na investigação e na avaliação de qualquer 
problema relacionado à imunização. Esses profissionais também apoiam no fluxo de 
23
encaminhamentos na rede de atenção à saúde, direcionando esforços ao acompanhamento e 
cuidado integral das pessoas que apresentaram algum Esavi26
. 
Além disso, esses profissionais são fundamentais para compreender e comunicar os riscos 
potenciais de maneira transparente e objetiva, promovendo a confiança da população e ajudando 
a prevenir complicações futuras27
. No Brasil, a atuação ativa e coordenada dos profissionais de 
saúde, conforme orienta o Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós￾Vacinação 4ª ed., contribui diretamente para a segurança e a eficácia do PNI, por intermédio do 
monitoramento de casos de Esavi e desmascaramento de desinformações em saúde. Essa prática
reforça a importância da vacinação como medida de saúde pública26
. Mais informações sobre a 
operação do sistema de farmacovigilância de vacinas podem ser encontradas no Quadro 5. 
Quadro 5 – Orientações para o monitoramento da segurança da vacinação no Brasil
Orientações para o monitoramento da segurança da vacinação no Brasil
1. O que devo notificar e investigar? 
• Todos os Esavi graves, raros e/ou inesperados (fora do padrão ou não encontrados em bula),
ocorridos em até 30 dias após a vacinação, independentemente da relação causal entre a vacina e 
o evento (Portaria de Consolidação n.º 4/2017 – Anexo 1 do Anexo V)28
.
• Conglomerados (dois ou mais casos de Esavi relacionados a uma exposição comum) ou surtos 
(aumento da incidência de casos de Esavi acima do esperado), caracterizados como eventos de 
saúde pública (Portaria de Consolidação n.º 4/2017 – Anexo 1 do Anexo V)28
. 
• Erros de imunização que podem aumentar o risco para ocorrência de Esavi (Nota Técnica n.º
29/2024 – CGFAM/DPNI/SVSA/MS)29
. 
• Todos os casos graves devem ser investigados e, para fins de vigilância epidemiológica, 
recomenda-se que a investigação seja iniciada em até 48 horas após a notificação do caso suspeito. 
Para sua condução, é imprescindível a solicitação de documentação complementar, como 
prontuários médicos, laudos laboratoriais e de imagem, relatórios de evolução clínica e declaração 
de óbito. Os casos graves, bem como os respectivos pareceres, devem ser discutidos com 
profissionais capacitados, de modo a favorecer a adequada elucidação diagnóstica26
. 
• Os dados inseridos no sistema de informação devem ser atualizados sempre que novas 
informações foram inseridas à investigação. 
2. Onde devo notificar o caso? 
• Qualquer profissional de saúde, dos serviços públicos ou privados, pode fazer o registro da 
notificação/investigação no Sistema de Informações e-SUS Notifica (módulo Esavi)
30, disponível 
no seguinte link: https://notifica.saude.gov.br.
• Os Esavi graves devem ser notificados e inseridos no e-SUS Notifica imediatamente ou em até 24
horas (ou mesmo por telefone, e-mail, WhatsApp). Em locais onde não houver internet disponível, 
os casos de Esavi deverão ser informados às Coordenações Municipais de Imunização, que os 
repassarão sucessivamente às Regionais de Saúde, Secretarias Estaduais de Saúde e, por fim, ao 
PNI/SVS/MS.
3. Onde posso encontrar mais orientações sobre a investigação dos Esavi?
• As orientações sobre a investigação de Esavi podem ser encontradas no Manual de Vigilância de 
Eventos Adversos Pós-Vacinação (EAPV)26
, termo atualizado para Esavi em 2022 (Nota Técnica 
n.º 255/2022-CGPNI/DEIDT/SVS/MS)
31, disponível no seguinte link: 
https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/svsa/vacinacao-imunizacao￾pni/manual_eventos-_adversos_pos_vacinacao_4ed_atualizada.pdf/view.
24
• Além disso, existem também as notas técnicas relacionadas que podem ser encontradas em:
https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao/esavi/notas-tecnicas.
4. Onde posso me capacitar para detectar, notificar, investigar, avaliar, comunicar e prevenir a 
ocorrência de Esavi?
• O curso de qualificação profissional “Vigilância de Esavi com Ênfase na Notificação e na 
Investigação”
32, incluindo o uso do e-SUS Notifica, é uma iniciativa do Ministério da Saúde. 
Desenvolvido pela Coordenação-Geral de Farmacovigilância (CGFAM) do Departamento do 
Programa Nacional de Imunizações (DPNI), em parceria com a Fiocruz, a Universidade Aberta do 
SUS (UNA-SUS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). O curso é oferecido na 
modalidade de Educação a Distância (EaD) e está disponível no seguinte link: 
https://www.unasus.gov.br/cursos/curso/47006 .
5. Onde posso encontrar mais informações confiáveis sobre a segurança das vacinas?
• No site oficial do Ministério da Saúde, na seção “Vacinação” e subseção “Segurança das vacinas”, 
estão disponíveis informações sobre os Eventos Supostamente Atribuíveis à Vacinação ou 
Imunização (Esavi), incluindo orientações para profissionais de saúde, protocolos de vigilância, 
notificações e medidas de segurança relacionadas ao processo de imunização33. Link de acesso: 
https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao/esavi.
• No sítio eletrônico do “Saúde com Ciência” você encontrará diversos artigos contendo mitos e 
verdades sobre a vacinação, incluindo o esclarecimento de conteúdo falsos sobre a vacina que 
circulam nas redes sociais33. Link de acesso: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-com￾ciencia26
.
• Nos boletins epidemiológicos e nos informes técnicos disponibilizados na página oficial do 
Ministério da Saúde33, que trata dos Esavi (https://www.gov.br/saude/pt￾br/vacinacao/esavi/monitoramento-dos-eventos/2025).
Fonte: CGFAM/DPNI/SVSA/MS.
6. COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO SOCIAL
A estratégia de Multivacinação 2025 para a atualização da caderneta de vacinação das crianças e 
adolescentes menores de 15 anos integra o Movimento Vacina Sempre Brasil, que tem como foco 
principal a retomada das altas coberturas vacinais no País. Para garantir seu sucesso, é 
fundamental que essa iniciativa seja antecedida por estratégias de mobilização social e ações de 
comunicação direcionadas à população menor de 15 anos de idade
Os materiais e as peças da estratégia estão disponíveis na página oficial: 
https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-da-saude/2025. Estados e municípios podem utilizá￾los para intensificar a divulgação das ações de vacinação e de suas estratégias nos territórios.
25
A campanha de comunicação seguirá a estratégia de marketing de presença contínua, consistente 
e relevante nas redes sociais, estabelecendo um relacionamento diário com o público-alvo. 
As mensagens devem focar na importância de atualizar a caderneta de vacinação, destacando que 
vacinar-se é uma das formas mais eficazes de proteger a saúde individual e coletiva. Manter a 
caderneta atualizada é um ato de responsabilidade e solidariedade.
Também é essencial reforçar a segurança e eficácia das vacinas, contribuindo para aumentar a 
confiança da população e reduzir a hesitação vacinal. A campanha deve envolver movimentos 
sociais, organizações não governamentais, lideranças locais e formadores de opinião, 
fortalecendo o engajamento comunitário em prol da vacinação.
7. REGISTRO DA VACINAÇÃO NOS SISTEMAS DE 
INFORMAÇÃO
As doses aplicadas deverão ser registradas nos sistemas de informação e-SUS APS, SI-PNI, nos 
sistemas próprios ou terceiros que estejam devidamente integrados à Rede Nacional de Dados em 
Saúde (RNDS), conforme Portaria GM/MS n.º 5.663, de 31 de outubro de 2024, e Nota Técnica 
n.º 115/2024-DPNI/SVSA/MS34, 35
. 
O registro será nominal e dar-se-á com a apresentação do Cartão Nacional de Saúde (CNS) ou o 
Cadastro de Pessoa Física (CPF) do cidadão que procurar as salas de vacina para receber a 
vacinação. O documento necessário para a identificação do vacinado, seja ele o CPF ou o CNS, 
precisa estar cadastrado no Cadastro Nacional de Usuários do Sistema Único de Saúde (CadSUS).
26
Figura 3 – Download de versões do e-SUS
Fonte: Ministério da Saúde.
Em situações nas quais os sistemas de registro vacinal NÃO ESTIVEREM integrados à RNDS 
ou não atendendo os requisitos da Portaria GM/MS n.º 5.663/2024 e da Nota Técnica nº 
115/202434,35 ou NÃO CONSEGUIREM seguir as regras vacinais, recomenda-se registrar as 
doses administradas no SI-PNI36 (Figura 4).
ATENÇÃO: reforça-se para que os municípios que utilizam o sistema do e-SUS APS para 
registro de vacinas estejam com a versão mais atualizada do sistema.
Para mais informações, acesse o link:
https://sisaps.saude.gov.br/sistemas/esusaps/
ABA: Download Versão (Figura 3)
Para mais informações, acesse o link:
https://sisaps.saude.gov.br/sistemas/esusaps/
27
Figura 4 – Registro da vacinação nos Sistemas de Informação
Fonte: DPNI/SVSA/MS.
Para registro das vacinas obedecer às regras conforme o modelo informacional da RNDS37. Essas 
informações também estão disponíveis no seguinte link: https://www.gov.br/saude/pt￾br/vacinacao/regras-para-registros-vacinais/regras-de-entrada-de-dados. 
Adicionalmente, ressalta-se a importância de que, no momento do registro, seja observada a 
devida atenção ao correto preenchimento do campo “Estratégia” nos sistemas de informação, 
conforme descrito no Quadro 6.
Quadro 6 – Estratégias para registro vacinal
Ação de vacinação Estratégia
Multivacinação (outras vacinas) Rotina
Vacinação contra a febre amarela Rotina
Resgate de não vacinados de 15 a 19 anos com a vacina HPV Intensificação
Vacinação contra o sarampo Rotina
Fonte: DPNI/SVSA/MS.
28
7.1 MATERIAIS COMPLEMENTARES PARA ORIENTAÇÃO SOBRE O REGISTRO 
VACINAL
A Figura 5 apresenta informações adicionais, acessíveis por meio dos QR Codes.
Figura 5 – Informações complementares para suporte no registro vacinal
29
Fonte: NGI/DPNI/SVSA
8. INDICADORES DE MONITORAMENTO
O monitoramento e a análise da execução das ações programadas são fundamentais para 
identificar e implementar intervenções técnicas no momento oportuno, além de subsidiar o 
processo de tomada de decisão da gestão. Essas atividades ocorrem de forma transversal em todas 
as etapas da vacinação, em conformidade com o definido no microplanejamento.
30
Durante e ao término das ações, estados e município devem realizar o monitoramento de ações e 
dados gerados ao longo da estratégia. Além disso, o Ministério da Saúde fará o acompanhamento, 
conforme os indicadores apresentados no Quadro 7.
Quadro 7 – Indicadores de monitoramento da estratégia de Multivacinação 2025
INDICADOR DESCRIÇÃO
Incremento de doses aplicadas por tipo de 
vacina
– Número de doses aplicadas no período da estratégia de 
vacinação.
– Número de doses aplicadas antes da estratégia de vacinação. 
Serão consideradas as vacinas do PQAVS.
Coberturas vacinais Coberturas vacinais dos menores de 2 anos:
• Penta (DTP/Hib/HB)
• Pneumocócica-10
• Poliomielite 
• Tríplice viral (D1)
Para essa avaliação, serão consideradas as plataformas públicas de 
disseminação de dados disponíveis.
Fonte: Cgici/DPNI/SVSA.
31
REFERÊNCIAS
1. The Lancet. Human population 2025. Lancet. 2025;405(10414):733. doi:
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Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde
bvsms.saude.gov.br

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