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sessao nº 20

Tipo Ordinária
Número / Ano 20
Date 1992-06-15
native_id1510

Documents (1)

ata #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 10

/
CAHARA MUNICIPAL DE GARÇA
20^ SESSÃO fiRDIlMÂRIA, REALIZADA ER 15 DE DUMHC DE 1.992,
DRESIDENTE 5 GILBERTO GARCIA
SECRETÁRIOS : LUIZ KLMITA E ANDLELIND ALITS DE SOUZA
AOS cjuinze di.as dp mes de^ junh>- de urn :nil novecentos e noventa^ e
dois, com inicio as vinte' hrirsò e trinta minutos, sob a presidên cia do Senhor Gilberto Garci.a, Presidente, tendo como Secretários os Senhores Luiz Kunita, 1£ Secretario e Andrelino Alvos de Souza, 23 Secretario, foi realizada no r’lénario da Gamara Municipal de Garça, a 20^ Sessão Ordina.?:.a de 1,992, Feita a chamada inicial *-
pelo Senhor Secrotario, esvo c-ristatou as seguintes presenças: A- franio Carlos Napolitano, Andro Luis Gavioli Rodrigues, Andrelir'o Alves de Souza, Antonio Alcxnndre Marques, Antonio Macelloni, An tônio Rodolfo Devito, Dicgo Sc,bastião de Oliveira, Gilberto Gar -
cia, Ooao Serapiao, Sqse Al.cioes Fanoco, Luiz Kunita, Luiz Rober^ to Lopes de Souza, Qliuio Turnto, Rodrigo de Sá Funchal Sarros, -● Ualdomar Zimiani, Yqshikaso' Krkuciate e ^Ari Silva Braga, totalizarr do dozessete Edis presentes, riavendo numero legal para
dos trabalhos
✓
Ordinária, colocando em disouvsao
dinarias de 1,992,
0 inicio__- o sr. Presidente declarou aberta a presente Sessão as ATAS da 18^ e 19§ Sessõos Or
0 vereador Luiz Roberto Lopes do Souza, pela“ ordem, requereu rotificaçao -a Ata da ISâ Sossão Ordinária de
1992, onde consta orn sou dis.- irco, ao responder aparte do l/erca -
dor Rodrigo de Sa Funchal Bnirros teria dito: ”que ouviu dizor, ■- nao sabendo do òndo surgiram-__passj a constar ”que ouviu o sr- Profclto dizer''» Requereu, i;r,fibGm, o mes.mo V/oreador, rotificaçãr-.. na mesma Ata, ondo consta "Boianíete Financeiro'', passo constar ●'Dolctim de Caixa ç, onde C'nota '‘Boletim Financeiro'', passo ^ a
constar “Bolotim Diário". 0 -●r. rrosidente, ontag, dotorminCu a -
Secretaria da Camara, quc___procjdos3ü t'is corroções, Não havendo- mais podidos do'ruti]'icaçao^ foram as mesma^ aprovadas por unani￾mid'’do do votos. A soguir, o Sr, Prosidonto solicitou aos Sonho -
res Secrot^rios que proccdoscom' as leituras dos expodiontos da
Sossao, EXPEDIENTE DD EXECUirvO: Resposta ^Indicaçao nS 87/92 ,
dü ''utor^a do Vorcador Gilb.^xtç Gr>rcia. o Oficio 374/92, cncami- -
nhando copir do Balancotc Analítico referente ao mes do abril do 1992 ,^EXPEDIENTE OE DIVERSOS: Oficio do Ministorio da Fazonda, cm -tençao ao Roquorimento n2 i5/92, do “utoria do Uoroador Antonio￾Aloxandru Marques. Telegrama dc Sonador Mauro Bonovides, em aton- çao ’ao Roqu: rimento 9^/9.7, uc autoria do Vürc"'dor Gilberto Gajç cia. Oficio do Doput-^-do Edcn Pedroso, om '‘tençao'ao Requerimento- 94/92, dü autoria do Voreadur Gilberto Garcia. Tologram.a dc Sc
nador Forn'ndo Honriquo Cara. 92/92, dc -autoria
Diretor Executivo do SAAE, cnc-^íminhando
tico roferonta ao mes do maio
ciüdadü dos Uotor"'nrs de 32 -
nidades comemorativas do 60°
dc 1,932, Tologr'’ma da Soer t
comunicando a prosença dc Soorotarin desta pasta om Presidente -
Prudunto, dur-nto a rualizaçco do I F: rum dò Dobatos Agrc'pecuarir
Scracabana o Pontal do Pa-r-n-apanc ma, Oficie do Prosidonto
informando quo r -.ofaridu orgao cncontra-so em condiçrus
ambion^tais. Oficio do Doput'
c:pir dc Pr;jetó que ex
d:;s Doput"drs Estaduais, Cenvi-'
0-mnmoroçccs da semana do
lD- VEREADORES; Prrjctc do Lei n2 50/
do Vüro''dor Andro Luis Grv;.-''li lícdriguos, propondo altoração- § 2s, do Lei nS 2.627/91- Requerimentos numeross
Vorcador Afranio Carltjs Napclit~nc, roquorunde ao Sr,
Prefeito alunicipal, infcr;iO eeea Sobro a sistemática dc roajustos￾j
nv
atonçao ao Requorinonto n9 -
do Vorcador Antonio Rodolfo Devito, Oficio dc
copia dc Balancotü Anali
dó 1992. Oficio do Prosidonto da
M-M.D.C,, informando sobro as selo￾da Rovo luçar Censtitucionalis ta
caria de Agricultura o Ab"stccimantí j.
r..P j cm
-.n —
da Alta
do CEPAM,
dc csclarcccr duvidas sobro qu ste-os
do Sulic Marcondes dc Mour~. e. cominhande
tinguiu a Corteira Pre videnc ia: ia,
to dc Rotory Club Garça Roal qora as
Meio Ambiento. EXPEDIENTES
92,
do artigo 44. 10 9/92
110
do urior dc contrato ontrc Profoituf"' c
tr.'’nsport.''m ostud^^ntos porr Mor:lir; 110/92
Grrcic!, oprosontondo TurrtoJ 111/92
PüS'T polo f''lociiDontr dc
92 “ Uoroodcr Luiz Kunit.-,
c cnntinucç,?^ dr ●'tondimunto 113/92
lücimünto dr sonhrrr
Luiz Rr'borto Lcpos dc Scyzr^ Grrçc r inclusco nc curriculr-'
rir quo trrt" dr
omprosrs do ônibus quo
~ Ucrordnr Gilbortc -
v/ctn dc posrr pelo frlccimonto dc sr. Otrvi'
Vorerder Gilbert:,' Grreir, rprcscnt *’ndo urte de -
sünhcrr Mrnuclr dj Brito Dornollrs; 112/
sclicitrrdo dc Socrotrrir N^der Wrfro,
'.drntclogicr' nos hespitris grrcünscsi Vorerdor Gilberto Grreir, rprcscntrndo \jrtr do po3rr fr~' Mrrir Forreire P^^yrni c| 114/92 - Ucrordor ●●
proprndí! r Dclcgrci’' do Ensine do ^'''S Esc: l's do Í2 o 22 grrus, mr-^c*- . - - proSGrv"çro do ^noi:: ombiento, Indicrçccs do numo 111/92 - Ucro-dor Urldonrr Zi:nirni, indiernde ro Proroite Mu- niciprl r rotirrdr do torro nrs Rurs Jorguim Poroirr o Gero Lr-uron ço düS Srote;s, nc distrito do Grfr o 112/92, indiernde rc Prcfoi-~' tc Municiprl- roprros no rloiTibr'’dr; dc e"mpo dc futobpJ.de Distrito dc Os líoqucrimon tos, deuide rns'pcdidos dc urgcncir, form-» Gnc~minhrdcs r Ordem dc Dir dr Sossro. As Indicrçõos^ rumetidrs -
●'c Sr, Prefeito Municip-1, n;.s termes rogimentris c o projeto
lei, c'nsidorrdo cbjctr de dGlibor'çoo. Em seguido, nro h^uendo -
solicit^çro do p'-l''urr nc; Poquene- Expediente, prsscu-se rc Grrndo Expodiente, Ocupeu r trihunr om Grrndo Expodionto o l/crc^^dor Luiz
Roberto Lepos de Souzr, cujrs prlrurrs, ^p'’ss o r trrnscrever í "Se nhor Presidonte, prozrdrs Uerj^^drres, publico prosente: Dcuprmcs-- r Tribuno om grrndc Expodionto, primoirrmonto, paro comentrr, dc
umo fermo rrpidr, Roquorimente rprcscnt-dc esto nrito c quo tom ●
prr objetiuD principrl, mrrcrr, pelo mones, nc nesse Logislotiuó- r possrgom__do RIO-92,^ que fc:i oncorrrdo entom nc Ric do Oonoirc,*
Esso reunido d^s Nrçoes Unidrs, visonde princip-lmonto,
vrçoo d:.'^moic rmbiento, d-uc merecer, trmbom, do hrssr porte, ume
rprecirçao, ombor^ do umo formo brstrnte primário, Mrs, nes esto
rnos lu^mbrrndo quo "■ limpozr publico, r crloto do lixe o r limpoz;'
de preprios municip"'is, que src rs virs publicas, deucm ínerocor .
tombem, do municipie, um trotomonte rdequrdo om termos dc oprouci
trmontr e reciclogom do lixo- Nc'S^srbomcs quo no nrturozo, o mot’c
rio primo, em muitos setrrus, esto rtinginde um niuol^de dogrodr- çoo muito grrndo. Entr- , o ruoproúeit^mento desso motori'’ primo o
posoiucl com r reciclrgcm do lixo. Porque, quondo se enterro umo gorrrfo c;u se enterro umo lot", n solo non vai absorver osso moto
rirlo Entro, c precise que se prc:.ncvo desde Jo, estudes uisrndo r
rociclrgom o o reoproveitamonte dosso tipe: de moterir. A humrnld''
de vem erminhondo do umo formo quo, c consumisme, ceme vqm sonde” foitci rtyrlrriGntü, vri lcv~r ro esg: t^muntn d., cor^rs _
mos. Entre-, r produção, dqvc se dirigir r otundor rs necessidades-- brsiers dr popul-^çro o nor do umo formo erme se f'-’Z hoje, dirigi
do p cada uoz mais rg consumo do que se pr:duz, noo or otendimon- tc rs nücü.-sidrdcs b~sicos d: ser humrnc; mas, princip"'Imente, ra atender rqueles que dispeem da cr.ntrc-le o do use da ;c-r Antf;nie Alox''ndrg Marquyo: inclusive Dau c Marilia,
opcrtunid-dc, se no;. Prefeitura, em forma do
encaminhado ac dcp~rt?
acho quo nar houve uma aprecia￾dc Vessa Excolcn
as
rns
d„
<. presoí'-
matorias pri
riqueza. "
"Apgnas -
ja fa -
Aportuando, disse i,
para lcmbr"r que
zem essa coleta se
no semestre passario,
caça: e sr. Prefeito respendeu quo havia
mentr- competento, ;;ias, ato agera, ção nosso sentida. Faço votos que o Fiequuri-nent:
cia tenha melhor sucosse, porque, realmento, c uma nccossidadj- ●' disso c Vcro"'drr Luiz Reberto Lopes de S'-uza: "Agra
mas, o j'bjütivc que estou vj. endereçado o Delegacia dc Ensino￾ess”^ matéria dentro da cadeira qua
ambiente, para conscientizar, desde--
uscoi"'s jurisdici nadas do'19
fázor osso tipo de trabalho. Per￾tom u ^^tevir dü surviçc pubii-*
alem do aspcctr: do um sorviçe￾diz quo deve ser prest-^rR ,
que e preservaçeo do msio
tem sido tao procl£’mado￾Uerea
vari^^s cidades, letiva, Eu tivo
de recomendar a
mc engano-,
Indi
Prosseguindo,
deço a lembrança de üossa Excelência
sande, c que c meu Requerimento,
com 0 objetivo do ser colocada
trata da preservaçaa d; meio
a criança aos jovens das
22 graus, da necessidade
que, Vossa Excelcncia CO, que eu pretende soja enfocado,
public: rbrigatorie guo a Constituiç-' também, a Ccnstituiçai diz tembem,
bionte, o crescimento euto-austentavel,
nossas f-
/-V C <— Kj W (J
am ●●
111
e uma das necessidades que deve ser uma prioridade nossa* e incu
tida, desde a criança ao adolescente, para que amanhado cidadoo -
no exercício daquilo que ,nos teno§ batido muito- que^e a oidad" nia, exija dos poderes públicos, E uma conscientização qye deve ir as escolas, de\/e ir as entidades de classes, deve ir as entid''
des de bairro, aos clubes dc serviço e, que nos sabemos que o po
der publico ^Sozinho, nao vai, jrmais, eu tenho dito, colocar u
plqno exercício da democracia, se rjao^for atrsves_^do exercicio do proprio cidadao, participando dos orgaos de decisão, dos conselh:
que devem decidir e nao so qualificar o governo da cidade*’' Apar- toando, disse o Vereador Andrelino Alves ^e Soyza: “Aproveitando-- a declaraçãg do nobre colega^ Bguru, também, ja adefiu a osso tema e, este usando^esse raciocinio que Vossa Excelência acabou
de dizer agora. Esto conscientizando os bairros atreves das esco
las,“ Prosseguindo, disso o Vereador que ocupava a^Tribuno:
feitamonte, A reciclagem do lixo, nos sabemos que o um probloma ~
complaxo. Uma usina do lixo e muito cara o existem, por oxcmplo , municípios guc fazom consorcio parn_^cssc tipo dc exploração, mas 0 uma questão que devo sor trazida a discussão da comunidade, co--
rospeito dc problo￾atravGs dos artigos pu
tambom, que a Biblioteca tom sltír.
aquolo concurso do poesia, Nao
o preciso uma ccnscion
inclusive ou, '
c objetivo maio;.'-
a reabertura do Clubo 3ose ●
“ Per￾mo foi, ha pouco tq:ipo na Casa, a discussão ma cultural, que nos tomes conhecimento,
blicadüS no jornal o, sabemos.,
usadn como ponto dc apoio par;
basta osso simples apoio do podor público,
cia da coletividado como um todo, Nos Vereadores,
do modo particular, gostaríamos do saber qual o
dosso grupo que pretendo, inclusive, dü P~trocinio. Bu, inclusivoj nao conheço nenhum dos diretores
dessa antid^do o, estou a disposição para conhucG_rmais a fundo n
discutir cem olcs, qu;?is sac as suas necessidades, qu''l a forma
que nos Vereadores, quo fomos concitades a colaborar, poderemos
colaborar nosse prejeto que merece, realmontc, o nosso apoie*
nos precisamos, também, ccnhece-'lo para podermos participar, ama, aquilo quo sc conhece, E, nos ^prec is amos, ra^ãlmente, nhccur esse prc'jcto e, estamos disponíveis para isso, A outra rio que devo comentar osta noite, infelizmontG^nac mc c nada agrj^ dávql, e quo na Sessar dc di'’ Iv do corronto mes, quando nos dis cutirmos nossa Casa c Requerimente; do Vereador 3cso Alcides rano--
Co, acerc'' do dos--'própria çao, so p^sseu a trajar, paralclamcnto ,
dü c.-utros assuntos, inclusive, da. Praia Artificial e, eu fiz des ta tribuna, quo a ecupo pelo vote dr. povo, conentarios que, nado- tiveram du efi^nsivos cu dc pessoais, ao Deputado por Garça, Entro
tanto, Sya Excelência veio, ..atraycs da Fclha do Garça c, diz o
proprict''rií. dc Jornal que c mataria assinad'’ por cie, mo faoor a
taques pessoais, dizendo que o projete da Pr^-ia Artif.ici-'! oxiste na Prefeitura e quq nãr c encontrei por incompotoncia, por^m^-fo- per eu sor m.-'U carater. Deve rospe-ndor o seguinto; Na Sossao^do -
a Casa aprovou o Requerimento nS 16 7/ 89 ,
quo indagava -o sr￾gasto erm aquela rbr-'-
em relaçac a tae d-can￾bastante vo￾a
Mas,
So -
cc '●
ma tc.
sc
dia. 22 dc maio dc 1989,
de '●utoria dc Vereador Antônio Ridolfo Dovito,
Pref.jito Municipal quanto foi pago , digo,
c quais rs planes da -'dministraçao atual,
t.-da praia artificial. E, a rcspi-sta veie, volumr-sa,
lumosa, cem tedas c.s documentas, Glünc'’ndn ferre, pdra, tuba, mento, heras-maquina, que se gastou nos cxcrcicias de 86o n: r velumq dc gastas em 80, Os maicres volumes dc gastos, foram nos exercícios do 86 o 67. Ne ant; seguinte em 14 dc maio de 199i'. eu apresentei c Requerimontr n^ lGl/90, quo indag-'va ontre cutr.qs
coisas, a seguinte* Sclicit-mos ■"'o sr, Profoite quo remetesse co pia de projete completo, memorial descritivo o anexos da abra “barragem da praia artificial''* A rospast' da sr. Prefeito via ■' traves doOfícia 347/90, de'29 iro m^^ic' de 1990 que fai lida n
são de 04 du junho do 1990, F:i est^ a resposta da prefeita: sa Prefeitura nao possui prajüto cr-.nploto da b''rragem d.? pra- tificial, a quql f: i cx-cutada por etapas, ’mcdi--'ntc contratac du horas-máquina, per firma uspccializada", Essa o a respost ciai da Prefeitura, Eu resprndi. ao Deputado quo esta caráter d--’ minha inccmpctcnoia que^ a respesta o d: sr*
87 c n C*
C i
■nau aqu.v a
Prefu .''.'i-
11,2
Municip?!* Sua Excelência auis-’, eindc, que dispensnu meus servi
ços do procurador, por pressão político, algo que^o cbvic e que ,
inclusive, ele se deu perque eu ere nieu cereter, e textual, por -
que este eli nr artigo* Que eu usava dinheiro do Emprese Munici prl de Urboniroçõe-, o EMURG, poro fqzor oporeçces, ru melhor, po
ro fozor um copitol rrtotivr. Essr e umo ocusoçoc que gostorio dc
poder lev"r c sr, Oeputode o que prov'’Sse em juizo, cemo ele dis se, poro eu proccssó-lc, mos ele tem imunidade poriomontor, Scro- que Suo Excelcncio obro meo ^do suo imunidade por'' que eu posso processo -Io pu r cr i TiQ de colunio? Que, ele me otribuiu o protic"' -
dc um crime, que c us^r dinheiro oublico, que ernstitui^peculoto «
A prestoçõo de cent-s dn Empreso í-iunicipol dc Urb-^nizoçoo de Gor- ço'csto nc Prefeituro Municiprl, oo tempo em que fui seu presido^n
te. Cem muit-“ honro, no oxercicio do l.?82, nc praze de 12 meses,- -'ssinnmos um contrato com o Caixa Eccnbmico, iniciamos c projeto￾um janeiro □ encerramos em janeiro do ano seguinte, com todos casas pront,-’s, cr'm trda o infraestrutura, inclusive, c recalque -
e:;9-tos que existo lá até h:. je c f- i ampliado paro receber a -
quülos outros dais c:njuntos da^COHAB c, so faltava a p"vimcnto -
ção daquele b'’irrg, Nes construimos aquelas 124 cosas, eu digo, -
nes construime-s, c o administração municipal, eu, simplesmente, e
ra um instrumento, mos, come presidente da cm__pruso, comprei coefr prego, c"da tijrlo, c'’d:' telho, cado pert", cad'' janela, que estoc: naquelas casas, Comprei-os pt;ssoalmente, discuti preço o, ficou -
tudo documentado na prefeitur" e^que,_ apesar da empresa nao es —
c:brigada a f^zer licitaçã;-,, nós tinhamos ali, uma planilha dc do material, dc cada tórneir-'', de c^da tanque □ de coda me do cano que fr-i comprado., 0 sr, prefeito tinha esso drcumcnt_a ooo ò suo dispRSlçãc c, nos s''büm-'S que foi feito um levontamcnt ■ ng EMURG c, se tivesse IQvantado qualquer irregularid-^de, ao i-' ves da nossa dispensa sem just'' cáusa, terio r c^^rridc^^proccs sò teríames sido lcv'’do a julg'’ment':, Essa ora o rbrigaçãc do sr, não, passados t: eJos esses anr.s, a pretexto de so de -
fender, simplesmente porque fol^i dessa tribuno cm nepotismo, c o
pretexto o tedo osso, viesse f'"Zer ocusoçoes o nim c pcns''r que -
da Prefeitura, endo dediquei 10 anos cj- minha vid', trab~lhava om tempo, integral, u'U não troquei minha banca dc advocacia paro ban- va de revistas, A minha banca do ajuecacia eu a
desde 1976 o hoje, graças o Deus, de advoc-cia que eu Iho transferi,
c-m^üiuita hrnra, eu mas um-’ distribuidora que c a empresa m-^is
sucodi Aurin;
as
de
tar
custo
tro
Prefeito 0»
:assara a mou cu- r
aquela b-nca .. um suces￾c haje C'~nhe'-
nao um" ba¬
nhado,
So, Aquela, b"'nca
cid'' na cidade dc Garça assumi,
antiga da ^cidade -
Gomes Ribeiro que, foi ü unicc pr^ dc r..íVÍstas c jornais
ate hoje, come comerciante, abrir uma banca, Mas, a dis
acontece cm qu"'lquer ci
15%, não tem segredo, a r_^ do f^to. Sempre estive la dispo￾c,
P P
L ^
dc Garço, porque prictáric daquela agenci'' distribuidor"
mais do 50 ones c o fiz c o f"Ço
mais imjjodindo quem quer que seja, dc tribuiçao é exclusiva em cad" praça, c"mr: dade do Br"sil. 3° quiser trobolhar a
vist" desconta 25% sobre o.
nível a quem tivesse, digo, puder trabalhar com 15%, qua Mas, r meu maiar
com muita emoçat',
arque
r» ●
roço quisjGSü abrir um pr nto dc venda,
venha abrir uma firma para que
orgulho aa abrir c jornal cn-- orque desconhecia, a resposta,
ola leu aquela noticia
C"mplet"va 21 anas, quem leu conhece a
a cr;mente, mas e um f"to, ct^mc pai
cip-lmcnto c:mo hemorn, mu deixa muito orgulhaso, porque ou sem ● pre preguoi c respeito ac. próximo com:- o grande verdade, que_ daquela verdade que e mensurável, mas que vem d" sabedoria ij finito que só existe no'subconsciente do hamom o pode ser plant"- da só pola mã-' dc Deus'', Em seguida, [.●■ela ardem, : Ucreador Luiz Kunita, requereu a dispensa do Intervalo Regimental, cujo podidr^ c-loçado' cm vot"çãc-, f- i aprovado per unanimidade do vr-tas psic a sr. Secretario p-rreedeu a pruson^a^das 17 E--
'ra sequonci"
:uem
possa fazer isso,
tem, encontrei, Minha filha deu a: Deputad;:,
mo dia em que ela
e desnecessário que
r-,
1-
nq mG_ç
matéria--
D» prir
ve:
na
Rlenario, A pedido do sr. Presidente,
chamada visando a Ordem do Dia, constatando uís componentes d^ Casa. H"vondo numero legal pr
113 tr^b^lhos, passGU“SB a 0^de.'n do Oíb, Em ^^seguida o sr. Presidente- colocou em discussão os r?equerir.iontos números: 109, 110, 111/92 ,
sendo todos aprovados por unanimidade dc votos, sem discussão. Wa discussão do Requerimento 112/92, ocupou a tribuna o seu au -
tor, 0 Vere-dor Luiz Kunita qun_. em síntese, disse que dos hospi tais da alta paulista, de caráter filantrópico e narticular, èom^
te os hospitais de Garça mantem serviço odontologico gratuito. Ha
tres anos o Inamps ofereceu aos hospitais g crede ciamento de odc_n
tologia e, essss entidades fizeram o impossivel para adaptarem sa
las e adquirir aparelhos para o atendimento combinado e hoje tive uma notícia através do chefe dr Departamento de Saude do Munici -
pio, Dr. Doaguim Sérgio Pereir', i^iue o ERSA de ''"larilia, ta a colocaçao do credénciamen-o de odontologia no do Estado de Sáo Paulo. Como dependemos de Marilia, olos impõem o
que bom quorem, Atualmonto atonde-so monsalmonto uma medir do 800
pessoas c, conforme o responsável polo sotor, Dr. jianoel Geraldo, houvü úma grande redução do problema da corie dentaria em nossa
cidade. Ao terminar sua exposição, concl^^mou os pares a
o referido Requerimento, voz quò
port^^nte p-r-^a cid~dc de Garça, Em seguida, Uorcador André Luis Gauioli fíodrigues dizendo quo nc reunião do
conselho municipal de saude, í'ora dabatido o "^ssunto prepostq pclc Roquorimento om discussão●Afirmou o Uere^dor quo existo um numorc muito grande do odontclogoo ^‘tc^idendo nas Escolas do primeiro sogundo graus c, portanto, sobra müito,profissional geioso. Então, c tirar o convênio dos hos￾nso ecoi￾Plano Diretor￾aprovarem
trata do um sorviço muito im￾ocupou a tribuna
S ü
o
municipal para conter verbas, sistema proprio do municipio, dando atendi -
0 no Poste do Saudo. Estuda-se, também, uma es￾nos finais de semana. Em aparte, pregunteu
'*Quor dizor quu a maior parte Município?'' Respendendo,
a tribuna quo o SUS ropossa n dinhoi
□ quem paga cs hospitais, Apartoondo ,
ücroador Antonio Alexandre Marquss:
r^tondimento e recebe uma parte
o plano
pitais par' jegar no
mento nas escolas
cnlr para plantões \yorc-'’dor ^ntenie Alexandre Mrrquos:
do '■tendimento p'’SS~ii'’ dc; Estadia para o
disse c Vereador quo ecupava
rn para c município c este
novamente, inguiriu a
o municipic: j";; esta pagando tad-, o
da Convênio? E osso cgnvunin qu ^ querem oxtinguir?" Prossoguind:', disso c Vçrü"dcr André Luis Gavicli Rrdriguos quo, c municipic -
pretende é acabar com a rcirsidado^dos odontalagrs contratados, -
onquant-- quo nes hespit-is, issr nao ncorro,' Apartoando ^disso ;
Voroador Luiz Kunita quo c riepasse de dinheiro da municipic- para- os hospitais, ainda nãc; esta om Funci''n'^mcnta, Diz, ainda^ quo r
rüferidn Diretor, pretende descrodonciar os hrspit-^is, para
prost^rom o mencionado sorviç'-, -iuu, {●■s hospitais pa- aceitam r
atondimont,; adontrlógico sarnento nos finais do soma n a, ^Prassogu ig do, disse 0 Vereador André Luis que a quo so pretende c acabar com a ociosid^-dc existente no sorviça de atundimentv municipal, -
Sao servidores quo recobem mensalmuntg sous uoncincntns, ainda -
que não tenham ocupado tedo o sou horarir do sorviço, Apartoande, assim su oxprossru o Vereadcir Luiz Roberto Lapes dc Souza: ●'Uames
doixsr bem ciará quo o quo Vossa Excclonci?
' .'i correto, -Atualmonto cs' hospitais nar
primoira promissa, War; existo osso tipo de 0 quG oxistò O quo, mais uma voz, o Esta- luom vai sor mal atondide ,
r
"Entar,
afirmou da tribune
recebem da prefoitu￾atendimen nao ü
r a, E s s "●
to pago polo municipic,
dc vem com casuismo o, qUo vi pagar,
m-is uma vez, sera c- contribuinte, 1
uma voz, as ontid''dos cc-nveniad-^s o quo vao
sorvidar Bublien que^osta la A pr.pulaçao nap vai a oscala
3
Tom raza-i a Vero^drr, quo
t"mar na caboça, D_ -
,00 vai atender a populaça' ^
dio ocir.sn, trat' r du don tes 'Prasseguinde,
Sü quo ■ quü disser", Foi tr t'do polo conselho, Quo ü município tom ermprade; sorvir.o àer.tro das hcspitgis, com <
nhüiro ropass dc pola providencia, So o hrspit"! ao quer vond^^r- c' suu sorviça,fora d'- h;-rári-. d. atendimento do Posto dc S''udo, municipic tora quo prosta-lr na redo basic", Na vordade, existe ●● uma infraostrutura h'-'spita.l afirmou o voroad-^r, tod"via, exic- te, ta-ribom, uma rcicsid"do na rode b"sica. Em seguid", ocupou tribuna c Voro-drr Luiz Roberto Lqpos du Souza quu, ^ .. sintes; disso quo osso problema da saudo, e alge: quo a G-nstituiçac diz
atü agora.
di
114
que e dever do Estado e direito do cidadao. ü Deputado Roberto Çam pos escreveu ontem no jornal que se transferii^ recurso ao munici -
pio, mas nao se transferiu obrigaçao. 0 município recebe hoje so -
mente um terço daquilo que ele gasta com saude, ver que o Estado -
estabelece uma coisa quando do convênio e depois, antes de terminar
0 exercicio finarrceiro, ele muda a regra do jogo* A realidade e que 0 ER3A de Harilia determina o que os Conselhos Municipais devem fa
zer, 0 Conselho reune por merá formalidade e homologa aquilo que￾ja foi decidido pela regional, Apartoando, disse o üereador Luiz -
Kunita que o Conselho Municipál do Saude de Garça, rocebe.tudo
pronto da Regional do Marilia, -.ue foi a Rogional que impds o nao￾te-dinonto odontologico nos hospitais, ben como determinou a bai
xa do n2 das AIHs por mos, Frossoguindo disso o Uere ' 'or que ocup^ va a Tribuna gue, realmentc, os Conselhos, nao tem autonomia* A Ro gional doMcrilia impoo aquilo quo vom imposto do cima, do Governo
do Estado. 0 Estrdo se obrigou, no convenio
o pagamento do pessoal c, ágor-.', paga por unidade do serviço, n-''o￾sobre a folha de pagamentó, 0 que o Estado transfere, nao cobre o
custo do sorviço prest do, 0 quo so devo fazer, principalmente po
lo Congresso Nacional, nao cortar ^ transferencia de verbas para o
municipio,
feridos □ d^r maior autonomia aos co'selhos municiçais, Prossoguin
do, disse o vore~dor quo o político brasileiro^ou c um demagogo cu 0 um c lion tü lis ta, Tod-vic, acredita rjuc havora uma mudança nessa￾situaçao u, a^voz do povo sora ouvid^ e rGspoit''da, A soguir, colo cado em votação c referido Re:'|ua. ri.nunto, o mesmo foi aprovado p"o?
unanimidade de votos. Em soguid'' foi coloc''do cm discussão os Ro -
querimentos de numeras 113 c 114/92, sendo os mesmos aprovados por
unanimidadu do vetes, som discussão, Úot''dos os Requerimentos, p~s soü-sü a discussão do ITEM I da p-uta, Projoto de Lei nS__ 49/92, dõ sr. Prefeito Municipal, diép'ndo sobro .? "bertura do credito suplo mentir no valor de Ç$20 ,DQ0,000^^00 ^p^ra dotaçao da Divisão dc Rocu_r sos Humanos, Discussão e vctaçac únicas, 0 üerc^drr Luiz Kunit-, -
pela ordem, requereu a discussão glrbal do Prrjctc, r quo fei apr;
vado por unanimid'’do de vc tos, _.l\la discussão dc referido Projeta, _c: cupr.u a tribuna Vereador 3cse Alcides F-necc dizendr que votaria
contrario ao Projoto, pola absolut-' faltr dc infrrmaçao srbro ç
mesmo. Prosseguiu dizendo quo mais uma uez o Sr, Prefeito vom a C_a
sa pedir abertur de croditr' por c nta do excesso de arrocadaçar ,
Isso ja fr.i d',b''tidc. per divcrs~s \/c2cs polo Vore dor Antonir Alo￾xondfe Merques, Apartoando, disse o Vereador Antrnio Alexandre Mar
qúes: '‘A gonto tem reclamad:, ro“lmonte, essa falf dc informaçac*
Sq existe, sc so chogeu a um valor do verb-, n'"tur"’lmontc existo -
um plane, se existe um plan: , existe u.n detalhe dc plan;. que,
minha c.piniao, deverig ser enviado ao Logisl~tivo, para que a gen te pudesse acompanhar mais de perto, Eu acompanho a Vossa Senheri"
nc vrto", Pressoguindo, disse Vereador que ocupava a Tribuna quo a "'náliso da Camissac de Justiça fala que so tr'ta de um invosti -
monto muitn bem planejado, que revertera cm grande oconamia para ;
tnunicipic, alog''ndo na: ver ando issa acorrera, Lagicamonte, devem
existir razoes p^r” quo so poça rs 20 milhrcs de cruzoirrs, sc que nos nãa tomos ern hoci iicn tr dcl~s. Por issr, concluiu r; vorc^-dnr, -
vame s uc'tar ccntr"‘ric. Em seguida, cuçcu ^ tribuna o Vercadar Luiz Rr.borto Lopes de Sruza dizendo que esta, prpticamente, cm dia,
implantaçac da co;nput''çac' drj d"dcs nr- soiuiço de contabilidade d" prefe itur'"’, vez quo ,'a temas cm mac'S r balancete do mos dc abril a
'te ;● dia 2G.de junho, -crodit- que - Cas- ja tenha rccebidr' o._^ba￾lanceto dc, Mes dc Maio, 0 pr:-,iet:, pretende suplementar a dotnçor
''Outrns Scrviçc'S e Enc~rgcs", da Divisão de Recursos Human-^s,
nalisande c balancete, veme-s que a dataçar^ criginal dc rrçomento
era de Gv8,777 ,000,00, Fci suplomontadc; prr^Decrgtc 50^, passando -
para t^jl3,16 5.500,00 o, já foi empenhado ate c mes dc abril íc$9,751, 911,99, qupsD a totalidade da dat~ção, isso esta bem clara na jus tificativa dc Projotf', Pcrtmta:, faz-sc necessário reforçar a dr. ção destinada a ''Outros serviçes u Enc'rgc:S", Atualnento g^sta-s
muito com os serviços do clabrr'ça:- das falhas dc prgaiientc, atr~-
a
a repassar verba para
mas, sim, fiscalizar a aplicaçao desses recursos tr^ns￾n '' -
,n
A￾l.
115 (0tra-)ues de firma especializada em processamento de dados. A Ca
sa ja autorizou a abertura de outro credito que nada tem com "Ou -
tros Serviços e Encargos" e, que possibilitou a aquisição de equi
pamentos para fazer esse tipo de trabalho,
nos e Encargos", esta computado as despezas com telefone_,_ com ener gia eletfica e outros, bem como a contrataçao ou a locaçao de
programa^ que hoje, calcula o^Uereador que, apesar de barato, fic.- ^l/{3 do valor q;ue se esta pag-'^ndo par? a realizáçao do servi.» ço. Ai e que reside a economia, asseverou o üereador. A Prefeitura
Ja possui um computador e necessita comprar um programa e, também,
precisa de manutençaao desse programa, vez que a Prefeitura nao tem funcionário apto a fázer a pronta correção de qualquer problo-
■;ue Surgir no sistema. Dado o processo inflacionario, e normal
que as verbas normais da prefeitura, sofram um reajuste. Pelo ba -
lancete que temos na^^Casa, podemos observar que a expectativa de -
excer.so de arrecadaçao na ordsm de 70Ü milhões de cruzeiros, vem -
-se mantendo. Prosseguiu o l/eroador dizendo que e verdade que a Ca
sa ja provou neste ano alguns projetos por conta do excesso de
rec-^daçao, tod''vi'' 3 prociso lombrar que alguns foram çor cont’^ do Superávit _,financoiro. Aparteando, disso 0 Uore^dor Jose Alcides Fa
noco que o do conhccincnto da Cas-^ que existo cxccsso de arrecada￾çao pelos balancetes onviados, mas, continuou o aparteante, nos nao sabómos a que niveis temos hoje um super^^vit, somente contr"’ c
excesso. Então, vamos aprovar isso as □scur'"s. Uossa Cxceloncia, -
dirigindo-sc ao l/crc"'dor que ocup~va - Tribuna, colocou quo o Que
vem "'i esta claro, Nao esta claro, de forma alguma. Finalizando, -
disse: "Outra cois-’, conta do onorgia elc^tric-^ c telefono, davom su referir, qDonas, a essa rubric-", não □?" prosseguindo, disso
Uuroador Luiz Roberto Lopes do Souza que citou as duas verbas, te
lufone 0 energia clotric'', como^dospesas quo sao contabilizadas cm "Outros Serviços c Enc'’rgos", nao querendo dizer quo sao as maioroa
despesas. A maior dospos"' se faz por conta do serviço do procoss"-
mento du dados, Quero deixar p-tente, assegurou c Vereador,'que c
oxcüsso do arrec-daçac esta configurado por dados concretos, Nev'’-
monte om aparto, disso c Vcro~dor Oeso Alcides Fancco quo declar''-
r" seu veto contrario o que a. mantinha assim, como protesto p"r~ -
quo os projetos__que forem □nc''minh''dos pelo Executivo, tenhafn mc
Ihcrcs informações, Crntinu^ndo_^ disso 0 Vereador que ecupava ~
Tribuna, quo respeitava a posição do vorc-^dor -parteante, mas lom￾brav"' que nc ano passado quand' da formaçac das camissacs tücnic's,
insistiu pela participaçao d" ^'pesiçar; n"'s mosmas, voz quo pederia cbtor melharos infnrmaçcos da sr. Prefeito, Ncv"mento, cm aporto ,
disse o Vereador Gase Alcides Faneco, concordar erm o Vereador Luiz
la berto quo, a participaçro da epr.siçcc nas Ca.nissoos, serl~ o i￾dcal, porem, também se lembrava do qu'’dro que foi mentada na Cos--,
quando d" f^ r.n^ça: d-s Cr missros, OcOrre que, afirmau a Vore"drr ,
üss-s infermaçoos naS sao devidas cama p''rticipantcs cu nã', d"'S -
referid''S camissccs. Prossegui-.d:-, disse Vorc''d'''r Luiz Roberto -
que ar participar das cornissáss, teria m-ior possibilidade de se -
informar, de quo no Plenaria, Finali2-u, c:-ncit~ndo aos pares p-^r"
que aprovassem a Prajetc, Em seguid'’, ocupou <a Tribuna 0- Vere-dr-r- Antrnio Aljxandre_‘'larquos dizend: que, mais uma voz, lamentava a
falta do informaç'üS da Projeto □, quo isse tom sid'’ uma constante
durante as quatr: "'nrs dc mandato, nar abstanto " tedas as rociam*
çeus füit~s, 0 profeitr- nar' so sontu na abrig*ça;' do passar ess^^o￾inf-rmaçc'üs, afirmou ; Vjro"drr. Le.ibrou : Vcrc''dcr quo, ultim'’mon
tu, as C:'missc'üs naa tom gedidc' informações, talvez por sedarem^ -
par s*tisfoit'’S, A Crnissaa do justiçn tem inf armaçc:cs”atrave 3- do Voro-dor quo mc ●*ntccedeu ha Tribuna, vez que ele e um dc seus￾membros, "'ssever'U 0 Vorc'’dor, i’Drem, "a Comissão dc Finanças^ ou
na:, sei, acho quo se Iruv", n or ;.ia Imen to, no parecer da Cernissao de
Gustiça c, "'Cüita, também". Em aparto, dis^so 0 Voreader Gnse Alci
des Faneçü: Inclus.ivc observei que na analiso d* Ca nissao de Ei -
panças ai, c um*' capi" du um prr.joto que vi na Scssac anterior, identien c parceor. Quer dizer, 0 c;r*it! su fosse um C''rimba que su￾tivosse c que se batesse cm cima". Pressoguinde, disse 0 Vcrcadrr
que ocup''va a Tribuna que a respeito dc' excess' de arrccad'çar,
Na verba "Outios Servi￾urn
ra em
ar￾L
r
116
B Casa tem em maos o balancete de abril, mas que ainda nao houue -
tempo para examina-lo, mesmo porc|uc_j_ nao adiantaria. Todauia, es“ se excesso de arrecadaçao, ainda, nao me conuence, afirmou, o í/erea dor. Solicitei um lev/antamento a Secretaria da Camara e ;ne, foi in
formado que ja aprovamos, em 1992, projetos, cujo valor total, es
ta acima de 500 milhões de cruzeiros, sem contar aquilo que o Pre
feito ja suplementou por Decreto» Aparteando, disse o üereador
l.uiz Roberto Lopes de Souza: "Sc pnra esclarecer, esses dados que
Uossa Excelência citou, sao todos os créditos abertos, por contn do Superávit Fioanceiro?" inclusive ,
1/ereador
que ocupava a Tribuna que foi somente po*r ^excesso de arrecadaçao.^- Finalizando, afirmou o Uere'’dor^que, no mérito, o Projeto e louvá vel^ porem, c rente de informações imprescindiveis, Colocado em v^ taçoo 0 referido Projeto, foi o mesmo aprovado por maioria do vo
tos. ITEM II - Projeto de E.nonda a Lei Orgânico n3 Dl/92, do Uereja dor Gilberto Garcia, dando nova redação aos artigos 41 e 95, fixrn
do a remuneração para os Vereadores e Prefeito, Prinoira dicussoo￾o^^vet^^çao, 0 Vereador Luiz Kunita, pola ordem, solicitou a discus
são global do Projeto, o que foi aprovado por unani;iidadü de votos
pelo Plenário. Referido Projeto foi aprov-do por unanimidado de vo
tos, som que ninguém solit''ssu a palavm, ITEM III - Projeto do Cei n3 48/92, do sr. _Pr.;füito Municipal, dispondo sobre as dirotrizes- da peça orçamentari^ papa 1993, Primeira discussão o vot"çao. 0 Vo
rcador Luiz Kunit', pela ordem, requereu discussão global do Pre
joto, sondo o seu pedido aprovado por unanimid''dc do vetes, Ningu^om
solicitar- a p'‘iavra, 0 Vorc'dor Luiz Kunit-, pela ordem, requereu a dispensa da leitura dos artigos a, que a uotação fosse procedida
citando ■'ponas cs artigos, sondo o sou requerimento aprnv-do por ■■
m-iori" do votos, Cf loc-di. cm'vot~çpc, fei c ref.rida Projeto apr£ v-do por unanimidadu^^de votos. Em seguida, c Sr. Presidente calocLu
om discussão c vet-^çac os anoxns do Projeto do Loi n3 48/92, 0 Vo￾roador Doso Alcidos Fcinocr', pela ordem, sclicitnu quo, para a so -
gunda discussão c vct"çac, fosso encaminhada cc.pia dos anexos para
c..nheci:Ticnto dr-s Veroad' ros, o quo, do pr^ntr', foi dotoniinado Sccrotaria, pclc Sr, Presidente, Em vot"'çac, os anexos morecerairt a
aprev-ção por unanimidade de v-tcis peln Plenário. Esgotad^ o paut'’
d“ Ordem do Dia,r Sr. Presidonto' c-'ncodou a p-lavr- aos Senhores ■■
Voroadoies um Explicaçar Poss--al, Qcup: u a Tribuna, om Explicaçoo—
Pessoal, 0 Vero-der Luiz Robert;: Lcipos do S^-uz-' que disso: ''V-lto￾om Explicação Possí al parque, C'-nfcsso quo no Grande Expediente,.'’ -
fcr"m os 15 minutos m'’is rápidos da minha vida, ou nem vi passar
p- rque, evidentomento, procurui, pri.moirc falar sobre aquilo quo -
or" do interesso ger-l que foi r Requeri nont:-; que apresentei c dei
x.-i par- tra't''r aquele -ssunt' unf-donhe, chato, perojue f la om -
quest-o pessoal, m-s quo nao pojoria deix-r de responder, desta :;i-:
m* tribuna quo usei e reafirmo, nr. uxercicin de um direitó, da ve- 1’cança, quo nãr. fiz nenhum at-quo pessoal ar sr. Prefeito. Eu roa￾fir.Tioi n-qucla -per tun idade, c que t--ntas vezes cu tinh-- feito, ir
clusiue quando ess-s Sossoes eram tr--ns nitidas o, t-lVoz, tenha si￾d- um dns m: tiuos das Sessees terem sido tir"'d-s do
ra.n as critic-s C' ntundentes que eu
●rtificial, pel- que cu achei e, acho
roí mal emprcg-do_j snb :■ pretexto d se le infeliz que nac cr,'nhecc a praia d: Guaruja,
"inda fosso aquela fa;nrsa pr-ia d￾nos s-bemos quo hoje el.-
dirigo -c littr-1 nos fins^de semana,
do pcss-al quó, tanto vai - Praia Grande, çomt distint-montü, Hrjo a ar istrcr"cia vai o Buzios, vai eu nom sei ondü, oü nãr soi rs nomos d”s pr-ios, par' .-nde sc ^dirige
aristo cr-ci- t^-ndoir-nto nrd- mais e d- quo na d~quiln que nos condenamfS o quo tanto doix'U‘'
M-s, u.n ; utrn aspecto quo foi dito, ncquol' u dc que nos seriamos donitidr, arv-mení- -’
n-o nre causa nenhum constrangiment-, -■
an tor iormon to, o a onoçao me Icv
Resp ondendo, disse o
-r, p; rque e￾realmento f-zia, aquel- prai--
aindr, quo foi muit- dinhei￾tr-nsfrrm-r em sonhe, dague
C;mc SC o Guaruja -
"rist-cracia paulist', quando -
serve, principaImcnto, ar turista quo
atreves d-quolcs coletivos e
v-i -o Gu-ruje, in￾3
O
p-r￾arigtocracia, Quo a
pelitica, a pratic￾o Ooput-df> preocupado,
ocus-çao que fri feita,
da prefeitura,. Essa ame-ça
M-s, ola o pr-pria o, ou dizia
liv p rdar da íninha filha, esquecido de que eu podia voltar em Expli“
caçao Pessoal, me desculpe iossr Excolencia que naquela hora falou
foi realmente a emoção, nao fo5- o 1'ereador, nao foi o advogado, co
no bem lembrou e me disse, no scu testomunho de me ter ouvido, o-"” Vereador Devito, mas eu devrria ter falado dessa ameaça que me fez
o Sr. Prefeito de, nevamonte, r demitir da Prefeitura, Isso so -
me faz me predispor, mais uma vez, a disputar uma cad.-ira nossa -
Casa, quG poderia, ato, nao fazelo, mas hojo nao posso mudar essa
minha disposição, porquo soria tomaco como medo, seria tomado co**
mo Covardia, pela___amoaça que mn foi feita, de ser de nitido da Pre
foitura, porque nao vou completar dois'-nos, nao vou^complotar o
Dstagio probatoric dontre do cxcrcicio, Esse o o politico despro￾par^do qúü ou falava. Elo ponsr que ^a Profoitura c c quint"’! do -
suo casa, 0 diroitn do servidor^ost- previsto na lei maior quo o
a Constituição dosso pois, tJ-ii o nenhum prefeito, ^nãc e nonhum di tadorzinho do provinciá quo outorga oo sorvidor publico^o direito do pormancccr nc cargo. E, pTa olc sor exonerado, noo o o venta￾dü dn Chofü do Ex‘-:cutivo quu deternina, Precisa-sc fazer um pro -*
COS3C odministrative om quo garanta ao servidor a cprrtunidadc dq dofòso, pqra dizer porquo elo naci fei aprovado nc est-gia prebate
nos oxcrcomcs por lO^aniis o cargo do Procur''dcr d~ Profo*! tura de G-^rça o, qu^^ndt ^do l"' saimos,. rccobumcs o aviso previe, -
se.n justa causa o, ou jo dissa. quo sn noo^busquoi a ninha rointo- gr-açao por uma quostao dc crcjlhr, par"' nãc. tor quo trabalhar com um prufoito que nao quoria um sqrviço da, suq assossrria, prçquc -
nao ora sorviço dolo, c' funcionário esta r serviço do ;iiunicipi" e, nao ü serviço do òhofe dc Poder Executivo, Eu nac ocupava aquolo￾cargr om cc?missao. Elo f:i pretqriormontc transformado om c;.-mis -
, p-r" quo olo pusosso la, ai si.a, os seus apaniguados. Dopois
dc transformado um cr'missa; , um filhí d;; Sr, Prefeito, oxcróou es se c^rg: , mas r deixou "s vc::jcr"s do dia da minha nomG'’çço. estou entrando num assunt: pjsscal, me desculpem, o ou ja f-lci- dossa tribuna mais d- uma voz nele, E, som quo ou necessitasse, -
som que ou pedisse, quande- eu exercia o c^rgo dc Prrcur''dor da Pr:- feitur^ dj vera^Cçuz, c Ugrerder do PMDB quo h-^via sido oxcncradr’'' do c"Po^’í ^ secretario,- q Uerpador pode oxorcor r c^rgoy ‘■' quo la,em vera Cru?, c cargç c im|;o,rtrntc, vejam os senhores, e ~
Sücrotario dos Neg-cios Jurídicos,^0 Vereador do PMDB fora oxrnc￾radi.1 do c^rgo o ou estava nr excrcicio desse mesma c''rgo, sflici**
t: u da cnt''o Prefeita, hoje Dcpüt-^do, infrrmaçao Snbru '● meu do -
senpcnhg na c~rga drj pr: curador. e, ele informou a esse Vero dr-r ,
Esse efiei^ existe na Prefeitur" e ng processo cm quo ou pedi reintogração quo cçrro na justiça ate^hoje, do que ou h~via sid: do.:itidn p'r questões de n"turezr p^litica e, quo se tratava dc ur.;
cidadat; hc neste: o ^de um pr'fissi’ nal cimpotonto. Hoje c Sr, Prefeò to vem dizer om publica que fui'demitido por sor mau carator e
porque us-va o dinheiro publico. A-nde est-^ a seried"'do desse po
litico que se utiliz'* d~ imunidade parlauientar que me des~fiau￾a processa'* 1", mas s^ escr-nde ~tr"s dela? Se ele abrir ma- dossa￾imunidade, vc^u procussa-^lo, p:irqui, ulu mc atribuiu a pratica de -
um crime, Mas, esse senhores, e p^ntico que pretendo estabele
cer om Garç^ uma dinastia^ porque elo tr"'balhou pela eleição do c
tual prefoitr-, cio f: i a raHi- o pediu pele am'-r de Deus ac pr vr *●
para eleger o atual j^refeitr, M'’s, t~lvez, nc- seu intime elo pen*"
srsse que elo iria crntinu''r mandando n ~ atuai ad ninistraçac, m-s
cie sentiu que r- Prefoitr- eleito, que fora Diretor do ^ Ad .lin is tr" *- ç~r-, and''va pelas prr-pri'-s pernas, governaria [jolá própria c'-bcça.
c; m oqu^librio, tr dos nos r. c - n hece n-s nesta Casa, |\iro e perfeitr^, porquo 0 um gavorní do hv mecD, mas com cquilibri'- o, hc-jc, elo ,se- Contra essa -d ninistr-^çao-_ porque ele j" ft i na radio c jo se
pos contr a -tu-'! ad :iin is tr - çcc:. E, eu disse dessa t:ibuna quo ‘●*
ele v'i hc je pretender a c; ntir.uid"de dc- g: verno, so prndo^crntra uma ad;ninistr~çãn desgastada p:r c-usa de 10 apcs de cxcrcicio dc'
;:;der. Seis anr'S de administr*-c a;- do atual Deputado quo, então
l’r.,feitc, que " exerceu dur nte seis longos ap-is e, a atual Pre -
fcitc'p' r 4, mplv-tando 10 '-n.s de governo do PMDB n? cidade de
Garça, les: e desgastante e- r>. ~ l::ien tu, povo esta pens'ndc em *■
mudança. M''s. cemo o i-':vn est' pens-,ado o.n iiudança, ele quo
no. E,
sa;
ETÜ
P
'■'.n
ern::
118
iDcliticr' dc- (c:nho~)cG, crm mrc^stri'?,
rnsgogica e clientelista,
Ç0O inunicipe.l par? Tíeis uma yex enganar o povo que,_^elB disse
seTipre serviu ao povo e nunca se ^serviu do povo, N?r aos senhores, quais saç os henericios c^ue esse Deputado trouxe pa ra Garça. Mas, todos nos sa&emos os proprios beneficies que elo trouxe a si e à^oua fa.nília, £u estou na tribuna, no exercicio
meu direito de Vereador qué, n” Muniepipio de Garça, nós também temos imunidade, Mas,
c inog^uol, olo ü mostro nn
quo vai SG por contra a atual administra￾que
prc' isc' d-izo-r
dc
nessa tribuna,
5 nem por^isso, eu estou assacando- de carater pessoal, Eu o respei￾eu o res￾contra o Deputado qualquer ofen
to como ser humano, eu o respeito como chefe de fanilia, peito como cidadão, mas como político jamais, jamais perfilei ^com tal prática,^pois sei muite bem que, a minha grande paixao políti ca que foi so uma, porque os homens da minha geráçno tiveram pouca chance de ter pr^ixao política, foi Janio Quadros. Era, sim, um de
magogo, mas ym homem culto,, um homem que procurou, Danio' Quadros -
sim, serviu a Causa Publica, e jamais se serviu do cargo* Contra -
tudo quG se disse dele, jenaie se provou, quedou tenha conhecimen to,. quo ele^tonha feito uso do poder □m^bene^icio pessoal,^Pois, -
ate "briu mão da aposentadoria, d~ pen^ao, a que^a Revqluçao atri buiu aos ex-prosidentos. Aquela minha unica paixao política, aque le único homem que mo entusiasmou, em toda a minha juventude e,
to hoje, que foi Qanio Qu^drns, Carlos L-cerda era uma outra pro
mossa, quü infelizmento a inor^o o levou antes guc olo pudosso plc_i toar, mais um^ voz um cargo publico o quo a própria revolução des
truiu com a prova do quo a dit"’dura jamais leva aos c'';ninhos
a. democracia, apos'’r dos seuc dofoitos,
gogos o^clientelistas, que muit's sombra, o, muito melhor quo a ''
comb"'te-lD, nos podemos ir ao povo c
voto nao c p'^ra ser usado om trona
G par~ cxorcor a cidadania c it.?o para
minhar e vamos chegar Ia," Informado,
mais Solicitara a p-la^ra^ c_3r,
clarcu encorr^-da
vrada "● prosonte ATA, Camar" f-iunic^ do mós do junho dc
oa
a￾qua
apos*'r dos políticos domr*-
vczGs croscom e florocom a sua￾ditadur", quo nos podemos vir aqui procur'’r osclárcccr que o sou
dü nenhum favor, 0 voto do povr
lüvar vantagom, Nos vamos ^c_r polo Secretario quo ninguom￾f^residonto, cm nome do DEUS, dc ●
a presunto Sossao l^din^ria. Para constar, foi 1: al dc Garça, aos quinzu di
0“
sa
1952.-. ● —
■GIL8E GARCIA￾3IDENTE
\
ANDRELIN DE SOUZA -
23 ríCT/ÍRIO

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