| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 18 |
| Date | 1989-06-05 |
| native_id | 1624 |
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Câmam Oflmícipal de Garça £$iaSo ^8 <^5tf ^aul« 0Â31^HA rcyilCIIAX. DE, GABÇA 183"~S^SÍ0 OHjfcRiL REAlIZ.^i-. EL: 03. DE JttKHO DE 1 989 ?xl;:SID?NTES; jujÍl)kÉ~IUÍS GAVlOLI RCDRIGÜES OIÍVIQ TURATTO SECEETxÍHICS: GECEGE AKTCNIC NCGUEIHA e e \ lUIZ KÜNITA e ANDEEIBTC ÁIVES DE SOUZA - "Ad Hoc - "Ad IIoc e DICGO SEBASTIAO DE OLIVEIRA No horário regimentalmente determinado, feita-a-chamada do-3 Senhores Vereadores, constatcu-se a presença dos seguintes; Afrâ nio Carlos Napolitano, André Luís Gavioli Rodrigues, Andrelino Alves de Souza, Antonio Alexandre Karques, Antonio líacelloni, Antonio Ro - dolfo Devito, Diogo Sebastião de Oliveira, George Antonio Nogueira , Gilberto Garcia, João Serapião, José Alcides Faneco, xuis Roberto Lopes de Souza, Clívio liiratto, Darros, sete) dos Senhores Edis. Luiz Kunita,. Rodrigo de Sa Exmchal - Valdemar Zimiani e Yoshikaso Kakudate, totalizando 17 (dezes « « Tendo havido niímero legal, o Sr. Presidente declarou, abertos os trabalhos da presente Sessão Ordinária. - - - - - - - - Em discussão, inicialmente, a Ata da 14§ Sessão Ordiná ria, realizada em 08 de maio de 1 989. Não tendo havido solicitaçãode palavras, passou-se à votação da Ata em referencia, tendo a mesma cído aprovada por unanimidade do votos. ------------- A vista do acima exposto, o Sr. Presidente declarou apr£ vada, por unanimidade de votos, a Ata da 14â Sessão Ordinária. - - - A seguir o Sr. Pre‘?idente, em prosseguimento aos traba lhos, convidou 0 Sr. Secretário a proceder a leitura do EXPEDIENTE - RECEBIDO DC SENHOR C Sr. LREPEITC Secretário LUNICIPAL. dou conta do seguinte; -------- Projeto de Lei n2 36/89, dispondo sobre abertura de cré no valor de NCZS 7.500,00, a fim de suplementar diversas dota - ções dó orçamento vigente. - ● ● _^0 Sr. Presidente cons\iltou a Casa se considerava objeto de deliberação o Projeto de Lei n2 56/89, e, diante da manifestação- favorável do Plenário, encaminhou-o às Comissoes Permanentes. - Lrojeto de Lei nS 57/89, dispondo sobre abertura de dito no montante de NCZí 80.000,00, destinado a suplementar a dota - ção "Extensão e L"!elhoramentosv.da Rede de Iluminação Publica", lado à Alienação de Ações da C.I.F.L. - C Sr. Presidente cons\ãLtou cre ' vincut- Casa se considerava objeto de deliberação o Projeto de Lei nS 57/89, e, ante a manifestação fa- orável do Plenário, encaminhou-o às Comissoes Permanentes. - - Projeto de Lei n2 58/89» dispondo sobre abertura de dioo especial no valor de NCZÍí 108,30, destinado ao pag'amento relati vo à emissão da Divida Ativa do exercício de 1 988. - - ____r C Sr. Presidente consultou a Casa se considerava objeto ce deliberação o Projeto de Lei n2 58/89, e, rá.vel do Plenário, cre ante a manifestação favo encaminhou-o às Comissões Permanentes. Cf. n2 425/89, em atenção ao Requerimento nS 152/89. - Cf. n2 411/89, em atenção ao Requerimento n2 158/89. - /t/ Cámam Oflunicipal de Garça oni eslaí» Sé cSão ^auU Of. ns 420/89» oncanij.rliando cópias dao Lc;‘ -- rr-ncros 2.410/89, 2.411/89 e 2. 12/89. -- - pinda a loitiATa do Expediente Recebido do Senhor Prefei0 Sr. Presidente, a seguir, em prosseguimento aos traba Secretário a proceder a leitura do EXPEDIENTE Ri: o to Municipal Ihos, convidou o Sr. í CEBIDC DE DIVERSOS. C Sr. Secretário deu conta do seguinte: ------- — Cfício do Dr. Joaq.uim Sérgio Pereira, DD. Chefe da Divi são de Saúde da Prefeitura Municioal de Garça, em atenção ac Req.ueri- menta.a? 197/89. - Cfício da Senhora Amélia Lau Panzá, ém''á*ténçãõ'ao Reçi.ue- rimento nS 154/89. Cfício do Deputado Estadual Marcelino Romano Machado atenção ao Requerimento ns 151/89. - -- -- -- -- -- -- -- - - Cfício da câmara Municipal de Jaboticabal, em atenção ao em Requerimento n2 144/89. Cfício do Deputado Estadual Marcelino Romano Machado, atenção ao Requerimento n2 125/89. ---------------- Cfício da Associação Comercial e Industrial de Garça, em atenção aos Requerimentos de núr^ros 169/89 e 170/89. - - - - - - - - Cfício Crcul^r do Deputado Estadual Waldyr Trigo, encami niiando relatório de suas atividades parlamentares. - - - - - - - - Circular da Pundaçii o Prefeito Paria Tim.n, nhando - matéria relativa ao Seminário para ITovos Vereadores. - - - - - - Cfício Circular da Gamara Municipal de Embu-Guaçu, enca minhando 0 iteiro tecr da Moção -i2 05/89, que solicita a inclusão, na Censtituiçao do Estado de São Paulo, dispositivo visando preservar imunidade parlamentar do Vereador. ---------------- em a Convite do Juizo de Direito da 2§ Vara da Comarca de Gar ça para uma reunião que se realizou no último 02 de junho. - - - - — Cfício Circvilar dw. Câmara Municipal de Alvinlândia, enca minhando cartaz relativo às festividades do padroeiro local,"Santo An tonio" Convite da ASi^ociação laúlista de Municípios, p=_ra reu - niao visando uma reanálise do anteprojeto de Constituição do Estado.- Boletim iníermativo n2 164 do Ministério da Pazenda, arespeito da matéria Tributária. ------------------- Convite da Crdem dos Advogados do Brasil - Geeçao de São i>-ulo - pc.ra participar do"Iainel" de exposição de propc'áta sob^^e o - capítulo dos Municípios na Constitiiição do Estado. - - - - - - -- - — Cfício da câmara M^micipal de São José do Rio pc.rri'i, enmiiihando o inteiro teor do Requerimento nS 103/89» que solicita conta t(ur Deputados, Secretaria da Educação e Governador, procedendo gestÕes no sentido de que os mesmos possam ouvir as opiniões e reivindii-ações do professorado paulista, .mtes d^. efetiva votação do projeto de roe£ truturação de cargos e salários.- ------------------ efícios da Cornara I.uiiicipal de Suzano, encaminhando c_ó - pias de várias proposituras apresentadas, solicitando desta CaSí - a de vidõ. consideração com relação õs mesmas. - -- -- -- - - - - - - — Cfício da câmara Municipal de Tupã, comunicando a rpirova Çáo do Requerimento teivindicatório no sentido de que concursos da - área da educação, do Estade de são Modulo, tenhc*m sua Vo.lidade - Câmara Of[unicipal de Garça £slaS« S« dãe ^aulo ■^aua per mais -um ano. - -- ------------------- BalcJicete do Serviço Autônomo de ^guas e Ls^otos de Gar ça, relativo ao mês de maio de 1 969. ---------------- Circular do Cosellio "ederal dos larlcjuentares, convidan do os Senhores Vereadores para que façam suas inscrições e fiquem f^ liados ao CCÍTPEPAR. - -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- - - - - p. finda a leitura do Expediente Recebido de Liversos, o - Sr. I-residente, a seguir, em prosset^uimento aos tr^^balhos, convidou o 3r. Secretário a proceder a leitura do EXPEDIEKTE APRESENTADC lEICS - SEíriICIíES VEREADCICS. C Sr. Secret-rio deu conta do seguinte: ------- — Irojeto de lei n2 59/89, de ...utoria do Vereador lula IÇunita, dispondo sobre a proibição do uso do passeio público p^-fa con - sertos ou reparos de veículos, depósito de materiais de construção ou entulhos C Sr. Presidente consultou a Casa se .considerava objetode deliberação o Projeto de Lei n.2 59/89, e, ante a manifestação favo rável do Plenário, encaminhou-o às Comissões Permanentes. - - - - - - Requerimento n2 199/89, de s.utcria do Vereador nfrãnio - Carlos Rapolituno, solicitando bo Exmo. Sr. Irefeito I,unicipal infor mações várias a respeito da chamada "Favela da Fepasa". - - - - - - - Requerimento ns 200/89, de autoria do Vereador luiz Ro - berto lopes de Souza, solicitando ao Exmo. Sr. Prefeito I/.unicipal infermaçoes a respeito da obra de pavimentação das ruas do núcleo habi tacional da CCíL.B Requerimento - GáãÇ n2 II. 201/89, de autoria do Vereador José Aloi A des Paneco, solicitando ao EngS picolau Jorge Fetto, Chefe do Distri to de Parília da TEIESF a tomada de diversas providencias concarnen - tes à sua área du competência. ------------------ — Requerimenton2 202/89, do autoria do Vereador /ntonio - Alexandre Flo-rques, solicitando à regional do D.E.R. a realização reparos no acosteunento da estrada que liga Garça ao distrito mral da Vendi- Seca. - -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- - - - - deRequcrimcnto n£ 203/89, de autoria do Vereador Rodrigo - de Sá Funchal Barros, solicitando que se oficie ao Lxmo. Sr. Secreta rio d^ Segurança lública, pedindo a S. Exa. que gariUita a segurança e o bom estar dos cidadaos em atos de manifestação pública, como ocorreu recentemente com a classe dos professores. -------------- Requüiimcnto n2 204/89, de autoria do Vereador Clívio fu ratto, solicitando à direção da Empresa Silva, de I.';^rilia, emponlio no sentido do estabelecer um.- linha de ônibus ligando &s cidades de ^issis e londrina, e, se possível, também entre Garça o PrGSidv,ntG Prudente. Requerimento ns 205/89, dc autoria do Vereador Rodrigo - de sá Funchal B^-rros, solicita.idc que so oficie à representação da E£ pública lopular da China, em nosso País, protestando contra violência empregada ante aos estudantes, que podem um governo mais democrático, para a grande nação chinesa. ------------------- — Requerimentons 206/89, dc autoria do Vereador luiz Ro - berto lopes de Souza, de protesto junto aos órgãos governamentais fe derais, em virtude das últimas medidas prejudiciais tomudas contra a seguridade social. Requerimento nS 207/89, dc autoria do Vereador Aírãnio - Carlos Rapolitano, solicitando ao Exmo. Sr. Secretário da Defesa do - Ccnsim-idor, Dr. laulo Salvador Frontini, informações várias a respeito Câmara IflunidpaL de Garça 033 ôsiaSo 9e dãa ^auló da sistomática da funcionamento desse órgão. ----------- — Fcvq.ucrimGnto n2 208/89, do <^utoria do Vereador Afranic Carlos Napolitano, solicitando ao Ixmo. Sr-. Chefe da Divisão do Saúde da Irofc-itura ilunicipal de Gc-rça informações várias a respeito da pro lifera.ção das moscas varejeiras em Garça. - -- -- - - - - - - - - -- Lequorimonto nS 209/89, de autoria do Vereador André Ixúc Gavioli Nodrigues, inserindo em Ata voto do profundo pesar polo fale cimento do Sr. Ademir leron. ------------------- — Indicação nS 169/89, de autoria do Vereador José Alcides Faneco, sugerindo no sentido do que sc promova tua mutirão do limpesano ~b‘osquo das cerejeiras, do lago artificial. - - - _ _ - Indicação n2 170/39, d Lopes do Souza, sugerindo no sentido do que sejam tapados os huracos- ^xistentos na ár^a onde está instalado o parque infantil do Bosque Nu iiicipal. - -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- — ^ autoria do Vereador Luiz Noherto Indicação n2 171/89. de autoria do Vereador líodrigc de - Sá ruiichc^l Barros, sutiorindo no sentido de que se eetude a possibili_- dado da desapropriação do restante da mata pertencente à fazenda...— União, para aumentar a reserva florestal do Lunicípio o centribuindop-ra a implantação do uma política ecolóijica do grande profundidade.- Indicação n2 172/89, do autoria do Vereador José Alcides Fv.noco, sugerindo a tomade de providências com rclaço.o ao acúmtilo de lixo existente na calçada da ãua João Bento, ao lado do Estádio Ilunip^l, assim como no que se refero ao mato alto existente, om alguns pontos daquela região, provocando a justa reclamaçao dos moradores nar. imediações. Indicação nS 173/89, dc autoria do Vereador Antonio lío - dolfo Devito, sugerindo no sentido de que se inclua no plano do obras da 1'iUnicipalidade a pavimentação do pequeno trecho existente entre o pátio da '1epasa o a Rua da Estação. - -- -- -- -- -- -- -- —- Indicação n2 174/89, dc autoria do Vereador Rodrigo do - luncha Barros, sugerindo no sentido de que sc entre em contato com a empresa que transporta os estudantes para facioldades de Narilia, s_o licitando que proceda revisão periódica nos veículos, diante das vá - sá rias quebras que os mesmos apresentam. -------------- — Indicação n2 175/89, de autoria do Vereador Clívio íurat to, sugerindo no sentido dc quo sc estude sobre a possibilidade da contrataçao de um vigilante _ para o iosto de atendimento Sanitário d Vila Aruceli, permitindo assim que suas portas Sujam abortas ao publi GO um pouco mais cedo, oferecendo maior conforto às pessoas que procu ram aquele centro médico. ---------------------- andicação n2 176/89, de autoria do Vereador ..ndré Luís - Gàvicli Rodrigues, sugv.rindo no sentido do que se determine uma melhor conservação do trecho final da Rua Ctávio, principalmento na altura - do numero 1208, e, se possível, autorize também a colocação de guiasT. e sarjetas. Indicação n2 177/89, dc autoria do Vereador Afranio Car ies Napolitano, sugerindo ao S.iAE: a) extensão da rode de abastocimen to de água ate à "favela da Eopasa; b) construção de fossas septicasnaqucle mesmo local. Indicação n2 178/89, de autoria do Vereador José Alcide"; lancco, sugerindo nc sentido de que se determine urgentes reparos noc trechos fineds das riras 7 dc Setembro e Laria Izabol. - - - - - - - - Cámam Oflmicipal de Garça 034 - £sla9e Se ^aule Indicação nS 179/89 > do autoria do Vereador Clívio Tirrat to, sugerindo no sentido do que so estude, dentro da legislação vigen te, a possilidade de instituir o vale-transporte para os funcionários e servidores lüunicipais se utilizc.ren regularmente, nos horários dcserviço, dos ônibus circular. -------------------- Indicação n2 l8o/89, de autoria do Vereador Antonio Ií_o - dolfo Devito, sugerindo no sentido de que se estude a possibilidade - de proceder o recapeamento da Traça Rotatória Clívio Alves de Souza.- Indicação nS l8l/89, de autoria do Vereador Clívio Tura_t to, sugerindo no sentido de que se estudo a possibilidade de determi nar. a iluminação da parte do Cemitério Santa Taustina, que foi reconte mente ãmpliada, proporcionando assim melhores condições, para a-roalização de sepultamento notumo. - -- -- -- -- -- -- -- -- - — OBSERVAÇÕES; C Sr. Irosidente determinou o encaminhamento dos Ro querimentos de número 199/89 ao de número 209/89 a Crdom do Dia da - presente Sessão Crdinaria, dada a solicitação de iirgencia contida nos mesmos; ------------------------------- 1 0 Sr. Presidente informou a Casa que copias das Ind^ cações dc número 169/89 ao de número 181/89 serão encaminhadas à Che fia do Poder Executivo Kunicipal, nos termos regimentais. ------ Nada mais tendo havido no Expediente Apresentado Pelos - Senhores Vereadores, o Sr. Presidente, a segxiir, em prosseguimentos - aos trabalhos, concedeu a palavra aos Senhores Vereadores no PEQUENCEXPEDIEKTE. 2 0 Vereador Rodrigo do sá Funchal Barros, ocupando a tri buna, disse, em síntese, o seguinte: "lor ocasimo do transcurso do - "Dia liundial do ICeio Ambiente Sr. prefeito lúunicipal, nos solidarizando com a idéia antiga do nobre promova a dssapro - junto ao lago artj^ apresentamos uma Indicaçao ao Exmo. - Vereador /uitonio Rodolfo Devito para que S. Ex priação de uma ãroa restante na reserva florestal, ficial, de propriedade da Fazenda União, objetivando a criaçao, una reserva florestal que venha a fazer valer os capítulos que Essa é a única área que, nos limites ainda preserva e reserva una floresta típica da nossa região. * ein Gc.rça nos temos na nossa Constituição. urbanos E, neste instant.^, eu peço un ilnuto do silencio e de reflexão, hajavisto que nós somos a última geração que podemos fazer alguma coisa - pela ecologia e pelo nc-io ambiento". - -- -- -- -- -- -- -- — C Vereador Luiz Roberto Lopes do Souza, ocupando a tribu na, disse, em síntese, o seguinte: "Ccupo a tribuna para ne solidari zar com 0 nobre Vereador Rodrigo de Sá Funchal Barros, pola sua ideia de preservação da nat^. que margeia c lago artificial. Roalnente,a pri meir^ idéia do, então, interventor Jaime Nogueira ICiranda, em 1972, - foi do baixar lon decreto, exprepriando toda aquela área. Entretanto,- aguardar naisVencido esse prazo legal. o praZo desse decreto, do 5 anos, venceu e foi preciso 2 o.nos para so editar um novo decreto, prefeito Fedro Valentim Fernandes baixou un novo decreto, desaproprian do a totalidade daquela área. Entretanto, sua administração chegou ao fim, sem que se pudesse dar início a inissão do posse daquela área. - Coube, então, ao prefeito, que administrou Garça no período subsequen te, efetivar a desapropriação, e, realnente, pa^^ar a area dc que ha - via sido feita a inissão do posse, com base no valor da terra nua. S, após una longa batalha judiei.-!, o Luinicípio foi obrigado a - o, Câmara OflmicipaL de Garça 035 £slaSo 9* cJfli» ^auU restringir a desapropriação a são da Rua Maria Helena tir, pois, ao longo dos últimos 6 anos, náo se investiu no Distrito - Industrial e non nessa arca do Bosque» E, na presenie Sessão, estamos apresentando um Requerimento aos órgãos do Governo, cujo assUnto distiremos na oportunidade própria."- Rão tendo havido mais oradores inscritos no Pequeno Exp£ diente, o Sr. Presidente, a seguir, em prosseguimento aos trabalhos , concedeu a palavra aos Senhores Vereadores no GRÁRDE EXPEDIENTE. - — C Vereador luiz ICunita, ocupando a tribuna, disse, em sín a faixa;.dc 100 metros por toda a exten Mas 6 tempo do Poder público voltar 'r a investese,. 0 s.eguint Projeto de lei regulamentando o uso do passeio público' de noséa cida de. Através do referido Proibe-sosprimordialnente, o uso do passeio - publico para consertos ou reparos de veículos, depósitos do materiais de construção ou entulhos, visto que, atualmente, os pedestres, os - transeuntes estão sendo prejudicados no seu direito de livre locomo - çao na nessa cidade. Então, pediria às Comissoes a costumeira atençao^ ao Projeto, para que, o mesmo vindo ao Plenário, possamos discutí-loamplamentô, com o objetivo de solucionar um problema seríssimo que afeta a nessa cidade". ---------------------- — Ccupo a tribuna porque, hoje, eu dei entrada a um ,ci ● C Vereador Antonio Rodolfo Devito, ocupando a tribuna, - disse, em síntese, o seguinte: "Inicialmente, gostaria de saudar o r£ torno dc nobre Vereador Liiiz Kunita a esta Casa, após o seu pedido de licença. E gostaria de tecer alt^uns comentários sobre alguns assuntes que observ-mos nas apresentações das preposituras par parto dos cempa nheiros. Vereadores, nesta noite. Em primeiro lugar, a questão da ma ta, cujo assunte c objeto de uma das preposituras apresentadas, hoje, pelo ilustre Vereador Rodrigo do Sá Funchal Barres.e que merece a aten ção de todos nos; e, p-ra tanto, devemos pressionar o Sr. Prefeito Mu nicipal no sentido de que S. Exa. efetive a desapropriação daquela - área, o mais breve possível, objetivando preservá-la e transfomá-lanuma reserva ecológica. Um outro assunte, que eu achei muito impertan te, fei a solidariedade desta C<-sa, através de um outro Requerinentode autoria do nobre Vereador Rodrigo dc sá Funchal Barros, aos estu - dantes, que, ao pedirem um governo mais democrático, para a grande na ção chinesa, foram alvo de violência despropositada. Foi um verdadeidadeiro atentado, sobretudo, aos direitos humanos. Por isso, nada mais justo que a câm^-ra Municipal do Garça lance seu protesto contra esseatentade à huL.anidade". Aparte concedido: ao Vereador Rodrigo de sá - Funchal Barros. --------------------------- Rac tendo mais oradores inscritos no Grande Expediente , 0 Sr. Presidente, a seguir, concedeu a palavra, pela ordem, ao Verea dor Geergo Antonio Nogueira. ------------------- — C Vereador G^or„e /uitcnio Nogueira, pela ordem, requereu a dispensa do Intervalo Regimental. ----------------- C Sr. Presidente consultou a Casa sobre o Requerimento - verbal formulado nelo Vereador Georgo Antonio Nogueira, e, ante a ma nifestação favere ●-:! do Plenário, convidou o Sr. Secretário a proce - der a chumadm dos Senhores Vereadores para a CRDEM. DC DIA. - - - - — precedida a chamada, constatou-se a presença dos seguin tes: Afrânio Carlos Napolitano, imdré Luís G-violi Rodrigues, Andreli no xilves do Souza, Antonio Alexandre Marques, Antonio Macelloni, /int_c nio Rodolfo Devito, Dicgc Sebastião de Oliveira, - Câmara IflunicipaL de Garça £slaío Se cJãtf ^auU George Antcnic Kcgueira, Gilbertc Gardia Joãc Serapiao, Jose A?. dos Fonecoj lulz Kxmitaj luiz RcboJrtc Lopes de Souza, Clivio Turutto, Rodrigo dte Sa Funchal Barros, Valdenar Ziioiani e Yoshikaso Kakudat.j , totalizando 17 (dezessete) dos Senhores Edis. ---------- — Tende h<^vido mói_ero legal, o Sr. Prosidonte declarou rea bertos cs trabalhos da presonte SessSo Ordinária. -------- — r»“ ITEIÚ I - En discussão o Veto Total ac Projeto de Lei ns - 30/89, do Vereador José Alcides Paneco, criando a "Casa dc Artesão", parecer da Conissão de Justiça. PISCUSSSo E VOTAÇÃO ÚNICAS. - — 0 Vereador José Alcides Pancco, ocupando a tribuna, disse, en síntese, o seguinte: "No dia 06 de narço de 1 989, denos entradaa esta Casa un Projeto de Lei quo criaria a "Casa do Artesão". EsseProjeto foi discutide aqui, por todos nós e, ao final, a sua aprova ção foi por unaninidade. Kas, infeliznente, sen que eu saiba a razao, esse Projeto ncreceu 0 veto dc Sr. Prefeito Kunicipal. lanentavelncn te, esse prejeto, recebendo esse veto, elo ven punir una classe, que, hoje, ó tctalnente esquecida, dentro dc nossa cidade, que são cs artaaãcB, Agora, nc veto o Sr. prefeito disse o scgxrinte: "que, esse - Projeto, seria de iniciativa c conpctencia única c cxlusiva do Execu tivo; e que esse viria acarretar despesa para 0 Lltmicípio". E eu di go c seguinte: se 0 Executivo não tona a iniciativa, que lhe conpete, alguén ten que fazer isso. E cu acho que é papel nosso aqui descnp£- nhar essa função. Nos tenos que ver c que falta à população, reção as despesas que pederain acarretar na nanutenção dessa "Casa - de Artesão, o que é que o Sr. Prefeito deveria colocar a nossa dispo sição? Apenas \ina funcionária. E que tanbcn se cobrasse una taxa na ccnercialização do artesanato. E 0 prédio. 0 município pessui diver sos e TAii deles poderia servir porfeitanente para a instalação da "Ca sa do Artesão". Entãc, não vejo c nctivo para não se aprovar un Pro jeto desse, a nao ser per divergência partidária. E eu não quero acre ditar nisso. E ou a.cho até que venha a ser por total desconhecimento de causa. E eu vou votar centra c veto e deixo a cargo da consciência de cada un dos nobres Vereadores para que S. Exas. dêen o seu voto". 0 Vereador Rodrigo de Sá Funchal Barros, ocupando a tribu na, disse, en síntese, o seguinte: "Piquei nuLto contente ao ver o - Projeto de Lei, de autoria do nobro Vereador José Alcides Paneco,ser aprovado, por uneniLÚdade dc votos. S, quando fiquei sabendo que 0 - Projeto do Lei, ora referido, havia sido votado pelo Sr. Prefeito liu nicipal, eu ne entristeci profundanente. Mas, ac analisar os notivos dc veto, eu conclui, por una questão de coerência, que nós devorianos solidarizar cen o veto, peque nós já havi£U_os, inclusive, votade nes se sentido, senpro que a natéria pautasse dentro da inccnstitucicne.li dade. E c Sr, Prefeito Municipal, na sua argunentação en relação aoveto, disse que, ac analisar a legislação aprovada, se deparou con - cs aspectos jurídicos que cclidon con as regras pertinentes ao procc£ so legislativo 0 as competências dos poderes. Então, eu me vi entrea cruz e a espada. De um lado, cu queria ver esta "Casa do Artesao"- funcienando e, de outro lado, não pederia scr incoerente c votar fa voravelmente nuTAi. nc,téria que foi considerada inconstitucional. E,h_o je, prcctirei c nobre Vereador José Alcides Eanoco oc Diretor Legisla tivo desta Secretaria, prccurcndo-nc aconselhar, e cheguei a única - solução: procurar o Sr. prefeite Municipal. E consegui do Sr. Prefei to Municipal o compromisso de que S. Exa., ainda nesta semana, irá - T? con- 037 Câmara Htmícipal de Garça £tia^o S» cSã» ^auU apresentar un Projeto dc Lei, dv, sua iniciativa, criando a "Casa. doArtesão" no Liunicípio, dentro da constitucionalidade, c nc pediu convidasse o companheiro José Alcides Paneco a colaborar na elabora ção desse Projeto e, se tiver interesse, presidir a entidade en rcrência". ------------------------------ A seguir, o Vereador Luiz Roberto Lopes dc Souza, pela or den, requereu a suspensão da Scr.são, por cinco rJ.nutos, para que a-s lideranças pudessen estabelecer como votar o Projeto, cujo pedido rcceu a aprovaçao unânime do Plenário. ---------------  vista do acima exposto, o Sr. Presidente determinou asuspensão da Sessão, por cinco minutos. ------------- — Vencido o tempo de cinco munutos, o Sr. Presidente, cn roa brindo a Sessão, concedeu a palavra ao Vereador Luiz Kunita, para oprosseguimento da discussão do veto ao Projeto dc Lei n2 30/89. - — 0 Vereador Luiz Kunita, ocupando a tribuna, disse, en sín tese, 0 seguinte; "Lembro-me que,na legislatura passada, o nobro Ve reador Olívio Turatto esteve na cidade de Ibitinga para verificar, - "in loco" a feira do bordado, querendo, com isso, desenvolver em nos sa cidade o artesanato. E eu, inclusive, quando adrentoi a Casa, ho je, estava contente, porque pressenti a possibilidade da dorubada do veto, ora em discussão. Sem dúvida, há em Garça inúmeras pessoas que se dedicam ao artesanato. lor que, então, o Lunicípio não investir - em artesanato, criando a "Casa do Artesão? Voto pola d^-rrubada do ve to. Voto a favor da Casa do Artesão". Aparte concedido; ao VoreadorRodrigo de Sá Punchal Barros. ------------------ — 0 Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza, ocupando a tribu na, disse, em síntese, o seguinte: "Como relator da Coi-issão do Jus tiça, tive a oportunidade do apreciar o veto do Sr. prefeito I'unici^- pal e dos motivos por ele aduzidos como razoes desse veto. C nobre - Vereador Rodrigo dc Sá Funchal Barros citou desta Tribuna que a Casa deve ser coerente c que, em outras oportunidades, rcconhecenc'0 a inconstitucionalidade de Irojetos, que aqui vieram, de iniciati/a do - Sr, Prefeito,houve por bem acolher o parecer da Comissão do Justiça, que propugnava pola inconsti^ucionalidadc dos nesnos. Entretanto,que ro lembrar à Casa que a inconstitucionalidade do Projeto, quendo vem do Sr. Prefeito e a Casa não teu como enendá-lo, tem lon aspecto deinconstitucionalidade insaná''*3l. Entretanto, o Projeto de Lei, de ini niciativa do Sr. Prefeito, que teve início nesta Casa, por iniciativa, de um Vereador e qu<j é aprovado c sobe à sanção do Sr. Ircfeito e scr sancionado, toma-so válido, porque a súi^ula nS 5 do Egrégio Supremo Trib\inal Federal continua em vi^^or e o ato de sanção equivale a acei tação do Projeto. E, por outro lado, as razões de veto do Sr. Prefei to luUnicipal, tom ur.a parte bastante insubsistente, ao dizer que o - Legislativo não pode legislar no sentido de aumentar a despee t. A Constituição nos garante esse direito. Entretanto, quero lomb.-ar aos nobres pares que nós vamos decidir uL'.a questão emnentemente polítiesse Projeto poderá voltar Casa, mas S. Exa., o Prefeito I.íunicipal, jamais o colocará em prática, seja o Projeto de Lei Je suainiciativa ou não, por loma questão política. E eu espero que isso - não aconteça. Pica, >..ntão, cem a Casa o com a consciência de cada um votar pela rejeição ou pela manutenção do veto, principalmcnte, pendendo da posição do autor da matéria". Aparte concedido: dor Rodrigo de sá Funchal Barros. ------------- ca. E de0 Voroa Câmara IflanícipaL dc Garça £slaSo 9* cíSo ^auU C Vc-roador joitonio Hc \olfo Devito SC, ec. síntese, o seguinte: Eu teniio ii^prossão que o priaelro passo para que Artesão" e contar cor. pessoas que se ocupar Su. cidade. ocupando a tribuna,dis '■NÓS estanos falando da "Casa do Artesão'.' exista a "Casa docon o artesanato en nos- '"Expo Garça 89 terios o LJiterial hui_ano, ; iirtesao" seja ura justa reivindicação do Poder Legislativo Garcense- e do nobre Vereador José Alcides Paneco, Artesão" idéia antiga, turairente. 5 rc-contei_Gnte realizada, deuonstrou queis do que suficiente, para que a "Casa do en particular. S a "Casa do seria o priueiro passo para a consolidação de ur.-.a outra...- que 6 o Lluseu do Garça, cujo assunto vanos abordar fu- L teiih-O inpressão que o Sr. Irefeito líunicipal nao abriu0 dialogo cor. esta Casa coir rc-laçao ao veto, ora eu discussão', teirpo oportuno. C Sr. Prefeito so so abriu ao dialogo no Liouento que ele pressentiu que nove Vereadores, no niíniuo, votariau contrariauen te ao veto. Poi nesse uoronto que o Sr. Prefeito abriu o diálogo. E- tenho iupressão que o Sr. Prefeito está tentando escapar, L.ento, de ficar taxado de que loi Artesão". Lntão, eu nossQ uo - pessoa que foi contra a "Casa do a coisa passou a ser uais política do que técnica,- de cujo arguucnto (arguucntaçao técnica) o Sr. Prefeito Nunicipal sc valeu para vetar o Projeto de Lei n2 30/89, de autoria do Vereador - José Alcides Paneco. E outra coisa ue preocupa. C Sr. Prefeito vai - enviar uu novo Projeto à Casa. E ele será passível do euenda e ate - de uu substitutivo, ou várias euendas. E vauos supor que depois, 0 Sr. Irefeito vete o substitutivo e - . Agora, gostaríauos quea tribuna, no encaniO. Casa aprove o substitutivo - as o-endas. E va.uos cair nuu ..esuo probler.n, 0 nobre Vereador José Alcides Paneco ass^uuisse nhauento do votação, e coloc Vereador José Alcides Paneco:a'’SG sua posição, cor_ relaçao ao veto. - eu vou acoupanhar o posicionai.ento dc Exa. , uria vez que V. Exa. foi autor da iniciativa": Apartes conce didos: ao Vereador Rodrigo do Sá Punchal Barros; ao Vereador José Al cides Paneco. _ã V. C Vereador Afrânio Carlos Napolitano, ocupado a tribuna, 0 seguinte: "Pui, na Cor_issEo de Cultura e Assis0 relator do Projeto de Lei n2 30/89, de autoria do - disse, eu síntese, tência Social, nobre Vereador José Alcides Paneco, cio, a "Casa do Artesão cance ueritório, nual en nossa coiaunidade. E r iniciativa do Vereador pode ter entra do na conpetlncia do Executivo. No entanto, quanto ao nérito e poli- ticanente, o Projeto, eu questão, é viável e --xtronauente útil à nos sa coletividade, repito". ------ C Vereador Gilberto Garoia, ocupando a tribuna, disse, en síntese, o seguinte; "Ocupo C' tribuna para no posicionar a respeítodo veto, ora e_. discussão. E o que o conpaniieiro íuitonio Rodolfo Devito acaba dizer, afirnando aue o Sr. Prefeito Llunicipal só abriu o dialogo, quando ele viu que o seu veto seria derrubado, ne traz surpresa, porque estive na Prefeitura o S. era favorável ao Projeto são de vetar o Projeto do Lei ao seu autor. Vereador Jo^ó neco.. Nas, infeliziaente, : feito Luinicipal, ao .r já que a Casa preaa pela coii''. itv.cionalidade de todos os Projetos,— que visava criar, en nosso Lluni- . Ea iniciativa do ilustro Vereador ten al - vez que pretende incentivar o trabalho artístico na realnente, - Exa, ne disse que e pensei que já havia conunicado sua decí - .●-lc.’.dcs Pa nro aconteceu. liitendo que o Sr- Pre. - oj to C.e Lei, está tecnicaneni ; certo, o -■ 039 ^ Câmara IfimidpaL de Garça u ôslaSo 9e Óão ^aulo De ouliro la.dOj entendo também c^ue a "Casa do Artesão" tem um grande — alcance social. E eu vou, no entanto, me posicionar a favor do veto e esperando que o Sr. Prefeito IV.unicipal mande outro projeto de Lei, a fim de que, realmente, a . Apartes concedidos; ao Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza - Casa do Artesão" seja criada na cidade deGarça (2). A seguir, o Vereador José Alcides Paneco, pela ordem, _ quereu a suspensão da Sessão, por cinco piinutos, para melhor definir- 0 sentido da votação do veto, cujo pedido mereceu a aprovação unânime do Ilenário. re h vista do acima exposto, suspensão da Sessão, por cinco minutos. Vencido o tempo de cinco minutos, o Sr. Presidente, em - reabrindo a Sessão, tendo observado, antes, não ter havido mais soli citação de palavras para a discussão em tomo do veto, concedeu a pa lavra ao Vereador José Alcides Paneco para o encaminhamento de vota - ção. 0 Sr. Presidente determinou a C Vereador Jose Alcides Paneco, ocupando a tribuna, se, em síntese, o segmnte: "Depois de ter ouvido atentamente as pon derações dos nobres Vereadores da tribuna, eu, agora, quero colocar a .minha posição, com relação ac veto; peço a todos que acolham o veto , para que nós tenhamos, amanha, um Projeto do Sr. Prefeito, aqui, na - Casa, endossado pelos seus Vereadores, pela sua bancada, e que, en ci ma desse Projeto, então, façamos as emendas necessárias e que devolva mos esse Irojeto a ele, para que ele o sancione, porque não é inten - çao minha fazer política, com relação ao mesmo; intenção minha é quea "Casa do Artesão" exista em G'-rça, fmcionando e funcionando bem".- A seguir, o Sr. Presidente disse; "A Kesa informa que a votação, conforme determina o parágrafo 42 do artigo 66 da Constitui ção Federal, a norma exigida é a seguinte: a) para rejeição do veto é necessário o voto da maioria absoluta dos membros da Casa, disem votaçao secreta; b) para manutenção do veto, basta que são se obtenha o quó - rum exigido e votaçao far-se-á secretamente, conforme ainda 0 parágra fo 42 do artigo 66 da Constituição Pederal. Solicito, pois, à Secreta ria proceder a distribiiição das cédirlas aos Senhores Vereadores, deverão escolher "mantenho", cédula "rejeição quGse estiverem de acordo com 0 veto, e a - se estiverem na posição contrária ao veto". - - — Terminada a votação, o Sr. Presidente, a seguir, convi - dou os Vereadores luiz Kunita e Gilberto Garcia, para servirem como - escrutinadores. Pinda a apuraçao, constatou-se 0 resultado seguinte: - - 1 - pela manutenção do veto - "mantenho" - 14 (quatorze) votos; 2 - pela rejeição do veto - "rejeito" - 02 (dois) votos.  vista do acima exposto, 0 Sr. Presidente declarou mantido, por maioria, em discussão e votação únicas, o Veto Total ao Pro jeto de Lei nS 30/89. EK TEI1ÍPO, registre-se os fatos segmntes durante a di£ - cussao e votc.ção do Veto Total aposto pelo Exmo. Sr. Irefeito I.lmicipal ao Projeto de Lei ns 30/89? ----------------- -~_ Vereador LixLz Roberto Lopes de Souza, pela ordem: "Re - queiro à Mesa seja consignado o pronimciamcnto integral do autor do - Projeto no encaminhamento da votaçao". - -- -- -- -- - - - - -- 040 Câmara Oflmidpal de Garça -eila^e íe Óâo ^aulo A Líosa atenderá o pedido de V. o Vereador José Alcides Paneco C Sr. Presidente: Exa. Diante do exposto ocu parado a tribuna, para o encaminiianento da votação do Veto Total ao~ - Projeto de lei n2 30/89» disse: ”3r. Presidente. Nobres Pares. Eu que ro colocar aqui » minha posição, a^ora, depois do ter ouvido todos vo cès, com relação ao veto. Eu quero crer, apesar de eU nunca ter tidoprovas do Sr. Prefeito, eu nunca tive provas dele de, não digo de ato, vamos dizer, mentiras, nao, não é bem isso, não se trata disso.- Ele nunca me foi simpático, com relação a pedidos a ele. lias O. que eu tenha feito aqui, eu peço a vocês que acolham o veto, para que nós - terdiamos, armanhã, um Projeto do Sr. Prefeito aqui, nesta Casa, endos sado pelos seus Vereadores, pela sua bancada, e que, em cima desse - Projeto, então, nós façamos as emendas necessárias, porque elas serão necessárias, nós façamos as emendas necessárias e devolvamos esse Pro jeto a ele, para que ele, então, o sancione, porque não é intenção - minha fazer política com relação a esse Projeto. ílão tenho intenção - alguma disso. Autoria do Projeto não interessa. 0 que interessa, para min, é que a "Casa do Artesão" exista em Garça. E que ela exista fun cionando e fimcionando bem. Então, peço a vocês que acolham o veto. - 1'uito obrigado". - ITEIi II - Em discussão o Parecer n2 09/89, da Comissão de Redação, oferecendo Redação Final ao Projeto de lei ne 45/89, Sr. Prefeito Kunicipal, dispondo sobre a criação de empregos dentro - do quadro de servidores públicos municipais. DISCUSSAC E VOTAÇÃO ÚNI CAS. — doA seguir, o Sr. Presidente disse: "Solicito ao Sr. Secre tario proceder a leitura do referido Parecer, em sua íntegra, em aten ção ao disposto Terminada no artigo a leitura 186 cio Regimento do Parecer Interno". ns 09/89» da Comissão de Redaçao, passou-se a sua votação, tendo o mesmo sido aprovado por ima nimidade de votos. ------------------------ — > vista do acima exposto, o Sr. Presidente declarou apro vado, por unanimidade, em discussão e votação únicas, o Parecer ne 09/89, da Comissão de Redação, oferecendo Redação Pinai ao Projeto de Lei n9 45/89, do Sr. Prefeito Nimicipal, dispondo sobre a criação de empregos dentro do quadro de servidores públicos municipais. - - - — Em votação única, a Emenda Substitutiva apre sentada pela Comissão de Justiça, ao Projeto de Lei n2 52/89, do Sr.- Prefeito Nimicipal, adotcuido um novo índice oficial para a correção - ...onetária de créditos tributários, em substit\iição à extinta Obriga - ção do Tesouro Nacional - C.L A seguir, o Sr. Presidente disse: "A Emenda tem o seguin ● t « ITEIi ILl 9» n ● X « te teor: Artigo "= EIJiNEiv 19 ADITIVA - Cs créditos ^AO ..RTIGO de natureza is tributária, com pre visão de incidência da correção monetária, pela aplicação do índice - da C.T.N., passam ter os cálculos, com a aplicação do índice de varia çao do I.I.C." -------------------------- — C Sr. Presidente, a segiiir, disse: "Como a discussão emtcrno do Projeto, dos lareceres e da Emenda já está encerrada, luos à votação". - -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- passa- ^ votaçao, portanto, a Emenda Substitutiva apresentada- pela Comissão de Justiça ao Projeto de Lei nS 52/89, tendo a mesma... 041 (y Câmam IfiunidpaL de Garça c^s laia Se cJãu ^auU sido aprovada por lananinidade de votoSé - -- -- -- - - - - - - — /jite ao exposto, o Sr. Presidente declarou aprovado, por unanimidade de votos, o Irojeto de Lei n2 52/89» desta feita, com a - Emenda oferecida pela Comissão de Justiça e encaininhou-o à Comissão - de Redação. ----------------------------- A seguir, em discussão e votaçao os Req.uerimentos encami rxhados a esta Ordem do Dia e que foram lidos pelo Sr. Secretário na - oportunidade própria, quais sejans de número 199/89 ao de número.. 209/89. A propósito, registre-se os fatos seguintes: - - - - 1 - que a solicitação de urgência, inserida en todos Requerimentos, foi aprovada, em cada oportunidade, mianimemente, semos que houvesse solicitação de palavra qualquer; ------------ 2 - que, na oportunidade da discussão do mérito dos Reque mentes de números 200/89, 201/89, 202/89, 204/89, 205/89, 207/89,.... 208/89 e 209/89 não houve solicitação de palavra qualquer; - - - - — 3 - que os Requerimentos supracitados, todos, foram apro vados unanimemente e declarados formalmente como tais pelo Sr. Presi dente da câmara iCunicipal de Garça; - -- -- -- -- - - - - - - - - 4 - que, na oportunidade da discussão do mérito dos R_e ~ querimentos de números 199/89, 203/89 e 206/89 houve solicitação de - palavras e; ----------------------------- 5 - que, em ccnsequencia: -------------- — Sm discussão, inicialmente, o mérito do Requerimento nS206/89, de autoria do Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza, de prote£ to junto aos órgãos governamentais, federais, em virtude das últimasmedidas prejudiciais tomadas contra a seguridade social. - - - - - — C Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza, ocupando a tribu na, disse, em síntese, o seguinte: "0 nesso Requerimento tem por obje_ tivo lavrar, na Ata da Sessão de hoje, um protesto enérgico e veemen te contra o Governo Federal pela forma que vem utilizando para finan ciar aquile que hoje é tido, no seu entendimento, como Previdência S_o ciai. A Constituição provê expressamente que a seguridade social deve rá ser custeada com recurso de contribuição de empregados, empregad£- res, da União, dos Estados e dos Lunicípios. Entretanto, bem ao cen trário, a União vem utilizando recursos de contribuição de empregados e empregadores par- financiar suas despesas, que deveriam ser custea das por impostos. C nosso objetivo é lavrar im. protesto e, ao mesmo - tempe, fazer che-gar ac Congresso Uacional o o nosso protesto e para - que os deputados e senadores, através das lideranças dos partidos,ana lisem devidamente a questão e, se é tempo do Legislativo se impor defazer com que c Executivo, através dos Linistérios da Previdência e - da Saúde, cumpra o que está previsto na legislação vigente". - - - — C Vereador Antenio Alexandre Líarques, ocupando a tribi^uia, disse, em síntese, o seguinte: " ,uerc me solidarizar com o nobre V£ - reador, que me antecedeu na tribuna, nas críticas ao Governo Federalem relação ao custeio da Previdência Social. E lembraria aqui aquilotalvez, o nobre colega tenha esquecido, no momento: foi criada - jáE, segundo a justificativa da sua aprovaçao, era,exa tamente, para suprir os cofres da Previdência Social face ao aumentodas despesas com a nova valorização dás aposentadorias, principalmen te. E a verdade que até agora muito se tem falado a respeito dos....- que, contribuição social sobre os lucros das empresas, que, inclusive, está sendo paga. Câmara OflunicipaL de Garça e%ia^9 i5e Óáa ^auU f-undcs da Previdência, iiinguéi-, até aj^oru., couentou (iTaantc foi es sa arrecadaçao, quanto está sendo essa arrecadação, eubora a Receita- Pederal já tenha elementos, porque as firnas já entregaran as declara çcos do Imposto de Renda, referentes ac exercício de 1 988. cicgra, c G-cvernc Pedoral nac divulgou quanto Lias a gente sabe que é bastante. Kas, ateseria essa contrib\iição. 2 se fica a criar novas taxcS, _ i-entar as taxas ja existentes, n\ui: suga-suga de recursos dos contri — buintes, que nac ten fim. Então, fica tanbén a nossa solidariedade en protesto por esse descalabro financeiro a que se joga a Previdência - Social, que, até alguns ueses atrás, superávit e, hoje, tes par <-. au— estava eqiaibrado e hhgou a teresta se precisando lançar mao de recursos escorchan se manter c equilíbrio cu suposto equilíbrio". Rao tendo havido mais solicitação de palavras, encerrada passou-se à votaçac do Requerimento ns 206/89, tendo mesmo sido aprovado por linanimidade de vetos. - 2» vista dc acima exposto. a discussão, 0 c Gr. presidente declarou apro , per unanimidade de votos, o Requerimento n2 206/89. ~ Em discussão o mérito do Requerimento ns 203/89, de auto dc Vereador Rodrigo de Funchal Barros, solicitando que se oficie- -c Exmc. Sr. Secretario da Segurança Publica, pedindo-lhe que garanta a segurança e o bem estar dos cidadaos em atos de manifestaçao públi ca, ceme ocorreu cm a classe dos professores. C Vereador Rodrigo de Sa Funchal Barros, ocupando a triem síntese, o seguinte: 'á-.presento este Requerimento pa- ra^cumprir cem c compromisso que fizemos cem cs professores, na oca - siac da última reunião, pedindo que c Secretário de Estado des cios da Segurança pública e a Polícia vado ria buna, disse I‘Ieg£ - Kilitar de Sao Paulo garantam a dos setores organizados da sociedade sistema político segurança dc povo deste Estado suas i_anifestaçces e nac fazendo parte de cpressac. C Governo dc PI.DB, oriundo dc rXiB, UL dtísempre primou e prezou - pela liberdade e pelo restabelecimento do Estado Democrático de Direi m eu acredite que seja incoerente do mesmo Governo reprimir, violência, expropriada nos últimos anos. to. cemuma classe que tem sido tão - Esperamos, pois, que este Requerimente- seja aprovado por unanimidade do votos". ------- _ _ inifestaçac pacífica de uma Rac tendo havido mais solicitação de palavras, encerrada passou-se a votaçac do Requerimento nS 203/89, tende i..esmc a üiscusscic, sido aprovado por unanimidade de votos. G - A vista dc acimí exposto, 0 Sr. Presidente declarou apro por unanimidade de vetos, c Requcrii_entc n2 203/89. I E_ discussão o Requerimento n2 199/09, de autoria do Ve- -Rapelitane, solicitando ao Exmc. Prefeito Kunirespeite da chamada "Favela da Fepasa". C Vereador ..fránic Cc-rlcs ru.politano, disse, em síntese, o seguinte: nunciar aquela situação de penúria e 'Fepc_sa".^A situaçac ^daquele pesscml é tac difícil, pois náo dispõem- sequer d'agUi-. em caráter permanente. É verdade que c caminixac pipa dc SAAE tem abastecido, regularmente, aquela favela de água. naquele local outras situações gravos, blema de natureza de saneamento básico, providência dc pessoal da "F.-.vela da Fepasa". vade, reader Afrânic Carlos cipal informações várias c ocupc-ndo a tribuna, "Este Requerimento tem por objetivo de que vivem os favelados lá da á ) ' E ha ainda, envolvendo, principalmente pro Eiitac, ha que se tomar alguma a fim do, pele menos, iJ.ncrar aquela situação de penúria Câmara Oflunicipal de Garça edaíó ^9 c5ã« ^auU Fac tsndo havido aais sclicitaçao de palavras, encerrada a discussão, passcu-se à votação do Req.ueriaento nS 199/89» tende c - aesac sido aprovado por unanii-idade de votos. - -- -- -- -- -- - A vista do u.ciL.a exposto, o Sr. Presidente declarou apre vc.de, por unaniaidc.de de votes, c Requeriaento n2 199/89. ------ Fada nais tendo havido na Crdea do Dia, o Sr. Presidente, a seguir, ea prosseguiaente acs tiahalhos, concedeu a palavra aos...- Senheres Vereadores en DXIIICAÇaC PESSOAL. ------------ — C Vereador Andrelinc Alves de Souza, ocupande a trihuna, disse, eu síntese, c seguinte; "C que ue traz à tribuna, é para enal tecer a posição do autor dc Projeto, ora vetado pelo Sr. Prefeito. Eu procurei accnpanhar o pronunciauento doa colegas. C nobre colega, lí der dc partido do PLIDB, quando tentou se posicionar, deu para perc£ - ber que o seu posicicnaL.ento era de conciliação, tentando conciliar.- AS colocações dc ilustre Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza são real uente fundauentais, pois elas teu seus fundauentos. 0 posicionauento— dos deuais nobres coupanheiros nos fazen refletir sobre a seriedade — dos nossos traballios aqui. Agora, nós pedenos afirnar, seu nedo de er rar: seriedade não nos teu fcltcdo. Agora, o que, realuente, parece , assiu, estranho a posição do cUtor do projeto, quando, após longas... discussões, ele luuiifestar,_de público, a sua posição, ou seja, fican dc con c veto do Sr. Prefeito. Essa posição, nós da, uais una vez,con diçãc de trabalhar e prova que esta Casa está trabalhando. E c nobrecclega teu, aqui, cs ueus reconheciuentos, os ueus aplausos pela sua- nobre posição tonada} sendo ele c autor da uatéria, parece que fica - ria difícil toiaar essa posição, nais, uais uua vez, provou a sua pos^ ção ualeável, a sua posição negociável. Então, eu ncue dos colegas, - eu deixo aqui os ueus parabéns ao nobre colega". --------- — C Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza, ocupando a tribu na, disse, eu síntese, o seguintes "Venho à tribuna, para, nais una - vez, lenbrar que a Casa teu agido ecu coerência, eubora couetendo al guns erros de natureza política, uo.s nós estai^os pagando pelo novicia dc e acredito que chegarenos, ao final da legislatura, sa que aprendeu alguua coisa. A vaidade ue parece táncia. Entretanto, o Sr. Prefeito, ccuo ter sancionado o projeto e ccu lelaçao ao aspecto legal a taria sanad.-, nas, infalizuente, ele quer cuuprir c dispositivo cons titucional. E vduos, então, a pedid.c do nobre Vereador, autor, do Pr£- Quero, tanbéu, trazer ac couo una rap£- algo que não teu su político uais vivido, poderia uatéria esjetc, esperar que isse, realuente, aconteça, ccnheciuento da Casa, couo fiz quando foi publicado esse boletin no_^- "Dia dc F.unicipio", que, desse bcletiu está circulwidc n hoje, tc_ei conheciuento que uua nova edição cidade, cj^ora, seu a fotografia do - sii.plesuente uencienando dnLnistr..ção e seu trazer na página interna o ncue dos crer que é uu bcl_e Ixefeitc e dc Vice e seu c noue des dois período da dois. A razão disso eu desconhece, lias tudo leva tiu que veio substituir este aq\ii e para, siuplesuente, deixar paten te que a despesa fei legal. Então, o nosso intento coroou-se de êxite, porque nãc reueteuos esse boletiu par^_ c I.inisterio público, porque o . Prefeito negou que ele tivesse sido custeado con recursos públi - per cutre lado, ue parece que houve a a substituição e al - or esse bcletiu. C Ilunicípio vai pUt^i-r por esse novosegunde eu fiquei sabendo hoje e pe_s - soaluente vi esse iupresse. >..uera taubéu, na oportunidade, ue. . o » « ● Lé0 Sr CCS. Lias guen v>-i pagar p bcletiu que circula na cidade, « ● ● ● « ^ 044 Câmara IflunícipaL dc Garça u £slaâo 9» Óão auU scliúc.rizar cci. c Ee<iUerii.ento do ncbre Vereador Rcdrit,Q de sá Runchal Barres, reSj,eito da luta dos trabclhadcres o estudantes chineses lutcjii pele. liberdade e centra a ccrrupçZo que reina naquele país cc—u nista. ;^uerc crer que esse aevinento des trabalhadores e des jovens - estudantes chineses nes deveu levar a lu: aci-ente do reflexac, se un - henero que pretende ser Presidente do Brasil, vclta encantado de Cuba, per nãc ter encontrado luendiÈjCs nas ruas daquele país. Tor outro la - dc, cs soviéticos subvencienan Cuba, ^ualnente, con 5 calões de dela res. E Cuba nada nais é que dc que o naior jaendido dc Caribe. E outro, c Crtega, que Lula gosta de citar, inpcs una política recessiva, quefaz inveja ac ELI. Então, a propesite de que eu venho fazer este pr£- nuncianento? E para lenbrar que nos vivenes vr. ano político,' o ano que vanos escolher c futuro Presidente da República. E, nais una vez, eufaço aqui nençãc ao "barquinhe" que vecí das Alagoas e, con a esperan ça dc pevo, ele nao vi-i fazer água e vai chegar a un porto seguro,con o voto do povo brasileiro, en 15 do ncvenbro". - _ _ _ _ _ _ _ 0 Vereador Aírúnic Carlos Napolitano, ocupando a tribuna, disse, en síntese, o seguinte: ”Eu queria encerrar a ninha participa ção, na Sessão de heje, agradecendo todas as nanifestaçees que nós, - prefesseres, recebenos desta casa, de apoio ao novinento de reivindi cação, pela greve que nós estanos levando já a alguns dias. E do ense jo ne prevaleço par^ dizer que nes estaaios firnes no nevinento. Agora, en resposta ac conp«nheiro Luiz licberto Lopes de Souza: c capitalisne, realnente, ten una serie de ccisas boas, nas, de acordo cen a naneira tanbén cene ele é aplicado, da nosna íerna que o socialisno e o pró - piio ccnxmisno, ele vai cair nun_ série de defeitos; e c ccnpanlieircpede observar na própria sociedade en que vivenos, pois ela é capita lista e ela ten defeitos, co.^c ten c cenunisno, lá na Rússia. E, conrelaçt.0 ac "i_arujc" das Alagoas, ele está acostxunado a navegar nas... Alagoas e, quando ele chOt,c.r en nar bru.vio e encontrar c braço fortedo trabc*lhadcr, ele vai se colocar no seu devido lugar". _ _ _ _ _ — O Vereador Jese Alcides Eanecc, ocupando a tribuna, di£- se, en síntese, c seguinte: "Eu fiz uLia Indicação, hoje, dizendo res peito ac "Jardin das Cerejeiras", ali, do lage. As cerejeiras estão - cc_eçcaidc a florir. E c que nós estanos vende é quo elas estac perdi das nc neic dc carrapicho. Daqui uns dias, nós teremos, aqui, a colô nia japenesa fazendo visita a nessas cerejeiras e vanos recebê-la des t.- ferma: nc neic do carrapicho. Então, isto mostra un estado de total abòndcnc que vem ceerrendo na nossa cidade. As ruas, principalmente - das vilas estão intransitáveis. E eu não sei o quo c pessoal da Prefei tura está fazendo. E eu gostaria j.uito de saber. E nós semos indaga - des a toda hora, por aí: c que é que c Vereador está f^-zende? E, as - sim, sempre sobra uma "pontinha" parcx nós. Então, por isso, ou quercdaqui protestar contra esse estcdc de coisa. E, quante ao veto, digoa V. Exas. c seguinte: "quando o companheiro Rodrigo de sá Puchal de Barres colocou aquii que o Gr, -Ircfeitc me daria toda a exclusividade, inclusive a presidência da"Casa dc Artesão" e coisa e tal, eu quero - apenas transmitir que não tenho interesse algui:: algum nisso; não tenho interesse algum na "Casa dc Artesão", mas apenas c fato em si; tenho, heje, na mão a decisão na mão, e eu procurei usar da hximildade e assim acolher o veto; e eu espero que isso sirva de exemplo para c nosso - Lrefeito, que nãc tem nada de humildade, que nac tem o mínimo de hu - mildade e isso ele mostra em todos os seus atos, tanto con relação a- » j Câmara IfiunidpaL ãe Garça 045 £tlaSo 9$ c5ão ^auU â este legislutivo e, principali-ente, cci_ relaçac ao povo; então, es pere que esse exeaplc sirva p..ra ole 5 e cligc taalién aos cojap€m.eiros - Kderigo de sá Funchal Barres e Gilberto Garcia que ne conduzi dessa - ferm ei. cohsidcraçãc mis a V. Sxc:s.'dc que ao Irefeito e querc queisso fique ben claro e peço-lhes, então, ananhã, procurando 0 Irefei to diga a ele que ele cunpra 0 que proneteu e que o faça esta senana, cc^o ele havia dito". ------------------------ C Vereador Rodrigo de sá na, disse, en síntese, parbenizar os nobres ccnpaziheiros Vereadores, peles trabalhes desen - volvidos nesta noite. Ficou prcvoi.da, uais una voz, a naturidade da Ca nara Evinicipal de Garça, nc sentido de encontrar, ei_ consenso, una s_o luçãc que vise trazer, realaente, benefícios ao povo de Garça e não a esta cu aquela bancada. Cen relação ac nosso Requerinento de repúdioà violência conetida pele exército da República Popular da China contr~ cs estudantes, eu gostaria de esclarecer que não é uu Requerinento repudiando c sistena eccncroLco e nen valorizando nenhun sistena. eccncnico e, sin, busc_ndc 0 estado de liberdade, buscando, no caso UL. sistena político, que é a denccrc.cia, pela qual os estudantes tênlut_dc e pela qual nós, juntos, tai-ben tenes lutado ei_ nosso país. Tos fizenos aquele Requerinento, repudiando a violência, cono fizenos uiiRequerinento repudiando a violência conetida pelo Governo do Estado - de são I-ulo, que é partidário nosso, e coi_o fareaos Roquerinentos que se fizeren necessários contra viclcncia conetida en qualquer parte do aundo. RÓs acredita^.os que a liberdade de expressão, a liberdade polí tica, a liberdade de falar, de fazer e pensar deve ser preservad todos os cantes da terra. Agradeço aos senhores a acolhida dos Requ£- ioais una vez, os parabenize pela uatuxidade da Canara Mu Fuchal Barros, ocupando a tribu0 seguinte; "^ntes de LlOís nada, gostaria de- > O enrinentos, nicipal de Garça", e, Nac tendo havido mis oradores inscritos en Explicação... Pessoal, 0 Sr. Presidente, a seguir declarou encerrada a presente Se^ são Ordinária. -----------------------