| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 5 |
| Date | 1982-03-01 |
| native_id | 1896 |
status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 15
A: CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SÃO PAULO 55 cMara apijiciPAL Di; g/rça 5ê SSSSAO ORDIMFIA, ESALIZAD/, SU 01 5E IIAHQO TE 1 982 PRESIDENTES? LJlZ CARLOS 3ELLINE ISAIAS DE ANDRADE secretários? isai.as d:? ArcpRApi LUIZ* GONZAGA CONESSA e e No horário rsgimentalr:iente deterniinado, feita a cha mada doa Senhores Vereadores, constatou-se a presença dos seguin tes: Ari silva Braga, Isaías de Andrade, Jathyr liafud, João Ale^ xandre Colombani, João Truzzi, Luiz Carlos Belline, Luiz Gonzaga Conessa, Luiz Ya'nauclii, Pedro ICrusicki, Valdenar- Zimiani e lo Guilherme, totalizando onze (11) dos Senhores Edis.- Tendo havido-número legal, o Sr. Presidente, me de DEUS, declarou abertos 03 trabalhos da presente Sessão dinária. Pau em no Or Inicislmente, foi submetida em discussão a Ata realizada em 22 de fevereiro de 1 982, Não encerrada a discussão, pa_s terido a mesma sido aprovada0 Sr. Presidente declarou aprovada,por a Ata da 49 Sessão Ordinária. da 43 Sessão Ordinária-,- tendo hsvido solici'i;açao de -palavrasj sou-se h votação da Ata em questão, por unanimidade de votos, unanimidade de votos, A seguir, o-Sr. Presidente, trabalhos, convidor o Sr. PEDIENTE RECEBIDO-DO Projeto 0 Sr. Secretário de SENHOR lei PREFEITO ns deu 04/82, conta HÜNICIPAL. dispondo do seguinte? sobre abertura de um crédito especial no montante de CrS 99.067,00, rá ao pagamento de COM. equipamentos-paiía: telecomunicações LTDA'.- 0 Sr. Presidente consultou 0 jeto de deliberação o Projeto de festação favorável do Plenário, nentes. ---- ______ em prosseguimento aos - Secretário a proceder a leitura do EX que se destinasear/iços prestados pela firma TELAVO - IND. - Ccsa se considerava ob lei n2 04/82, e, diante da marn encaminhou-o ãs Comissões PermaOf. n2 079/82,em atenção ao Requerimento nS 20/82.- Finda a leitura do Expediente Recebido do Senhor - Prefeito Muidcipal, balhos, DIBrí?E RECEBIDO DB DI^/ERSOS. o-Sr. Presidente, em prosseguimento aos tra— convidou 0 Sr. Secretário a proceder a Teitura do BXPB - 0 Ofício Sr. Secretário da Compaj^iia deu Paulista conta do de seguinte? Força e Luz - Dis - trito de Marília .em atenção ao Requerimento ns 156/81. ~ ~ — __^Ofício da Gamara Murdcipal de são Bernardo do Cam - po, em atenção ao Requerimento ne 154/8I. - Ofício do Banco Nacional da Habitação - BKH -, atenção ao Requerimento n^ 154/81. Olicio da Câmara Huiiicipal de Jaboticabal, ção ao Requerimento ns 154/8I. - Ofício da Rede Bandeirantes Tele^vioao, em atenção - em em ateru CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SAO PAULO ao Roqueri-xnanto n2 23/8'' Ofício da Secretaria de ^ ● Estado do Relações do Traba Iho _ Regional de I.larílis .i, submetendo ao-coriliocimento desta - Presidência diversos assuntos divulgados até Ofício Oircular- da Gamara Municipal de Cândido nto da nova composição da sua Mesa Diretora,~ Ofrcio^do Centro de Defesa do Consumidor de Bauru,-. coraunicando a eleioao do Dr.- Oswaldo Peniía. Jurdor para exercer a Presidência da entidade em nuestao. - então. Mo ta, dando conhe ci res da Pundaçao "Prefeito Paria Lima'*, comu- idcando a realizaçao dos cursos sobre "Problemas da-Limpeza Pá - blica" e sobre Circula Ofício Sisto.Txática da Secretaria da Prestaçao de Estadode deContas". Relações do Traba encaminhando cópia do "Curriculum Vitae" do Dr. Secretório de Relações do Trabalho. - Terminada a leitura do Expediente Recebido de Diver U Iho, recém nomeado Idel Aronis, sos, 0 Sr. Presidente, era prosseguimento eos trabalhos, oonvidou o Sr. Secretário a proceder a leitura do EXPEDIEI'1TE APRESENTADOPELOS SEDHORES 0 VEREADORES. Sr. Secretário deu conta do seguintes Requerimento n2 26/82, solicitando irdorixiações ao Exmo. Sr. Prefeito Mu respci-to da pavimentação b. blokrot.- ~ Reauer-imento n2 27/82, de autoria do Vereador- Luiz solicitando informações de autoria do Vereador -Luiz Carlos Belline, nicipal a Carlos -Belline, de Justiça do Estado do Sao Paulo a respeito do concurso para es criturário da Procuradoria Regional de Marília. 1 Requerimento n2 28/32, de autoria do Vereador Luiz Carlos Belline, solicitando ao Exmo. Sr. Pr^’ ao-Exiiio. Sr. Secretáriofeito Municipal - in formaçoes a respoizo da lavrotura da escriture de permuta autori zada pel lei ne ●1.849/32, - - Requerimento na 29/82, Maf ud, s ol i cit and o i rf orci aç õ a s respeito do critério adotado de autoria do Vereador Jathyr ao E:imo. Sr. Prefeito Municipal a pelo Município na erradicação de úr vores das ruas da cidade. Requerrmento n2 30/02, de-autoria do Vereador Jathyr Mafud,-solicitando informações ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal a respeito das providencias tomadas, até ertao, para locar o imóvel da Avenida Brasi-1. - Requerimento nô 31/82, Truzzi, solicitando informações ao Exmo. a respeito do possível de Repouso Garça Limitada. - de autoria do Vereador Joao Sr. Prefeito Municipal-. calçamento da rua que demanda à Clinica - Requerimento na 32/82, de autoria do Vereador Valde mar Zimiani, solioitardo informações oo Exmo. cipal s respeito-dr colocaço.o de Jafa, além da ru.a são Pau!.o. - _ Sr. Prefeito Munignias e sarjetas no distrito de Urgência oontid caminhamento dos Recuoriment ;s nag, 30/82, 31/^2 0 32/82 Ordem db Indicação n2 32/82, 0 Sr. Presidente determinou 0 en 26/82,- 27/82, 28/82, 29/82," Dia, nos toimios rogimentois. ~ — de autoria do Vereador d “ CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SÃO PAULO 57 ‘Pedro Krusicki, sugerindo se deteraine urgente capinação da ‘*Pai xa de Integraçáo'% no treche entne *" de Dezembro. - as ruas Maria de Barros e 27 Indicação ne 33/82^ de autoria do Vereador Pedro ~ que se determine urgentes repa defronte Pscola de PrimeiKrusicki, 3Ugerii\do no sentido de ros na pavimentação da rua /mérica, ro e Segundo Graus '*Santo AntOirLo-'. Indicaçao n2 34/82, de autoria do Vereador João Ale xaiodro Colombani, sugerindo seja estudada a conveniênciada colo cação, em todas es nicipal. _____ quadras, de castoes de arame no Cemitério Mu Indicação n2 35/32, xandre Colombani, sugerindo no completa limpeza na esplanada da antiga Pstação da Pepasa. Indicação n2 36/82, de autoria-do Vereador João Ale xandre Colombam, sugerindo se entre em contato cora os proprietá rios rurais no sentido de que se facilite 0 trabalho da CPPL, do da CASA DA AC7RICÜITUHA e mesmo da FPFF2ITURA de autoria do Vereador João Ale sentido de que se proceda a uma - ITiCRA, do PUNPURAL, T4UKICIPAL. Indicaçao nQ 37/82, Zimiard, sugerindo no sentido de que de autoria do Vereador Valdemar 88 providejacie a reforma da cobertura do prédio do Cerdro Comunitário do distrito de Jafa. - Iridicaçao ns 3O/82, Zimiam, sugerindo no sentido de nicipal de Estrades de demanda à Agua Fria. _ de autoria do Vereador Valdemar que se determine ao Serviço Mu Hodagem urgentes repoxos na estrada que - 0 Sr. Presidente informou a Casa dicaçoes de ne^. 32/82, 33/82, 34/82, 38/82, apresentadas na presente nhadas à Chefia do Executivo Municipal, que cópias das In 35/02, 36/82, 37/82 Sesaao Ordinária, serão encami-- nos terraos regimentais.- Teminada a leitura do Expediente Apresentado Pelos o Sr. Presidente, em prosseguimento aos tra a palavra aos Seniiores Vereadores no PEOUENO BX e Senhores Vereadores, balhos, concedeu PBDIEKDB. O Vereador Valdemar Zimiani> disse, em síntese, o seguintes as duas Indicações quo eu fi palmente uma delas. Há um determinado estrada é pessimamente ocupando a tribuna, - Ocupo esta tribuna para comentar ao Sr. Prefeito Municipal, princi^ setor do Huni-cípio onde a conservada. E nao sei- 0 porquê. Airjda -on tem estive lá por lado dc Rio Tibiriçá e fiquei admirado, porque, apesar das chuvas, a estrada lação 30 setor do Bairro Agua Pria, Sr. Prefeito-MuixLcipal para que S- Exo. determine ao setor compe tento, para que se faça reparos na estrada que demanda àquele ~ Bairro, -dá uma mao obra "desto tamanho'*. Kao sei. Àj estava bem conservada. Mas, com re toda ves quo solicitamos ao E não soi 0 porquês se 0 Ali -tom um problema que oue alí residem -reco cara” que mora lá é mais feio. nao pode acontecer, porque os proprietários lhem seus impostos em cima do pedido. E fi-co "chateado” porque - Os proprios moradores do Bairro reclamam oue os motos passam lado de lá e do lado de cá, nós visitamos à .Prefeitura, do mas alí nao descerii. B o pior é que — falamos com 0 Sr. Prefeito Municipal t CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SÃO PAULO 58 e S. Uxa. determinou ao eetcr competente devidas providencias - com relaçáo àruela estrada ■: a mesma continua do-mesmo-jeito. - Ainda hoje, um sitiaiate que ali reside, me disse: por quê você - não lava o Prefeito lá, prra nos fazer uma visita? Aí, eu dissea ele o seguinte: nao á -do mau tempo, poroue naquele tempo era - garoto, mas ouço falar aue o saudoso Prefeito, dr, Rafael Paes - de Barros, determina.va que se fizesse serviços na estrada e nou tro dia, bem cediidio, ele ia var se tais serviços foram feitos - ou nao. Mas estivemos, por duas vezes, ns. Prefeitura e inclusive, há poucos dias, cm companhia com um proprietário●que tem proprie dade lá. P fomos oem receb:do pelo Prefeito. P S. Kxa chamou o - Chefe do serviço e deu corhscimento a e.le o sentido da nossa re clamaçao. 3 tem mais uma: concordamos -aue-determinado -tempo de - chuva nao se pode fazer o serviço paz^que tal serviço tornar-se-á inútil. Mas acontece que, depois daquela visita cue nós fizemosà Prefeitura, deu ume boa estiagem, o que daria tempo para que - se recuperasse a estrada, Mas, i:.felizmente, somos obrigados escutar reclamações, por culpa do um capricho. 3 ainda tem maisuna: quando descem lá as máquinas, fazem'uma verdadeira "porca - ria na estradaj descem lá só para dizer que desceram lá; mas os serviços nao são feitos- fntão, solicitaria o.o Sr. Prefeito Murú cipal no sejrbido dc que S- íxa. s.xjja que se faça um serviço bom naquela estrada.-Rc.o è da estrada, toda que estamos reclamando. - S de um trecho até pequeno e que, se o setor competente tivesseboa vontade, o problema seria solucionLado. -lias acontece que a má ■ vontade -existente, no setor oompetente- é que ocasiona tudo-isso", liao te;-do hfvido mais oradores inscritos no Pequeno Expediente, o Sr. Presidente, em prosseguimento aos trabalhos, - concedeu a palavra aos Senhores Vereadores no GRhlWE EXPEDIENTE. 0 Vereador Tathyr Mafuâ, ocup.aiado a tribuna, disse, em síntese, o seguinte: "Eu já vir-iha impressionado, hoje a esta.- Casa, com a leitur‘8 oue fiz da Ata da Sessao que perdi na segunu da-feira passada, com as inúmeras observações críticas que a maio ria dos Srs. Vereadores fazia à administraç-ão do-Sr. Prefeito Mu lúcipal, principalmentü em alguns setores que interessam muito - ao público; futebcl amador, bosque, festejos co.riiavalescos e ou tros que mo mc lembro -ro momento. E, hoje, vejo engrossada esta fase dn críticas com aquele que fez recentemente daqui da tribuna 0 nobre Vereador Valdemar Simiani a respeito -dos problemas do seu distrito de Jafa. Mas olgiunas considerações que aqui foram fei - tas;- na segunda-f eira,-me trazem a certeza, sem nenhuma falsam^ déstia, de que fui juste, quando fiz muitas-observações a proje tos do Sr. Prefeito Municipal, observações que, infelizmente,não encotraram eco na maioria dos Srs. Vereadores. Uma-del-as, por - exemplo, quando se discutia, aqui na Casa, o projeto que autori zava 0 Executivo a firmar convêrn.o para a construção da BstaçãoRodovidria, ov. obser^/nvo, j!ontam.ente com alguns dos meus companiieiros, de que aquela apressado convênio iria se constituir afi nal num prejuízo b-popu3.açaOj principalmente por causa da sua l_o calizaçEo naquele trecho da "Eaixa de Integração". Naquela oca - siio, fui apartoado, diversas v-ez^^s, pelo nobre líder do a CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SÃO PAULO 5:^ Sr. Prp.feito'ürlumoi ■1 n°3ta Lasa, me garantia que ac-ue3.6 projeto rdo, nas que 0 Vereador Luiz Yaraauchi, queera apenas assinatura de um conve0 projeto final de construção poderia ser emendado,- observado por esta Cosa» Irfe2.izmente, o nobre-Vereador Luiz Ya — mauchi nao tinlia razão e a razao -estava comigo. ITas o que me - foi gua a minha observação -de qua seria prejudicial e que poderia or- das entidades de serviço, da Associação-Co marcial, do próprio povo, nur-ia espécie da plebiscito, de consulta, para se verificar qual o melhor local para se construir a Bstação Rodoviária de Garça'*. pressionou, naquela época, localização da-Bstação Rodoviária haver um contato m a 0 Vereador Luiz Yamauchi, uma indagação; V. Exa. teria essa Estação Rodoviária?” - . aparteando; *’Bu faria ~ sugestão para uma localizaçao para - 0-Vereador Jath3'-r Tlafud, uma outra psrgunta a V. Exa.s V. Bxa. que se fizesse foi votado de afogadilho. prossegiãndo; "Eu faria - permitiu, naquela ocasiao,- sugestão? E o projeto. oe V, Exa. se lembra , essa sessões relâmpagos". em 0-Vereador Luiz Yamauclii, aparteai-dos panhar atentamente a oração de V. -Exa. cias 6 de que parto da população cue 0 Vereador Luiz Carlos-Bolline, votei favoravelmente no projeto que -V, mitiria aqui responder a iiviagação que V. Luiz Yamauchi. Se V. "Eu vou acom para sabor as inconveniênQstá toJ'ido esto reclamo". — aparteando; ComoExa. se refore, eu me perBxa. fez ao Vereador - Exa., na época, não concordava com a locali- zaçao da Estação Rodoviária, deveria-ter procedido para ver orido esse plebicito- seria o lugar mais adequado para a sua localização**. 0 Vereador Jahtl:iyr I.íafud, mente, no dia em que nós zendo essa proposta, a projetOi E, se não me até certo ponto, irônica, sem h Casa fossem subm-.jtidoc da'*. prosseguindo; "Infeliz - estávamos discutiixio c Quo eu estava fa maioria da-Casa votava favoravelmente engaj.-.o, -partiu de ao V. Exa. imia-observação, - os projetos qus viej - nós não faríamos que-hoje não está me fez uma outra observação, pior aii:ida,-de que cabia ao Prefeito Iiíunicipal autoridade do localizar a Estação Rodoviá ria". “ de que,"se todos a um plebicito, E o nobre Veroador-Luíz Bottino Jumor, na presente, 0 Ver-jador Ln.íz G los Belline, ● aparteando; "Eu - Bxa. está se referindo, como 0 projeto deve ter- ficado na Casa por 45 dias, deve ter passado pelas Comissoes dentro dos prazos regimentais. Então, eu acredito que rxio houve afogadilho al,gum. E, se houve afogadilho, V. Bxa. deveria t-er pedido-um adiamento na votação do projeto, esse tipo de consulta h população 0 Vereador- Jotliyr Hafud, prosseguindo; Exa. se lembra, eu fiz de tudo. do por mais de 50 V-,1. nao me lembro sc fiz e a colocação qus V. ss mas. pa ra que se procedesse Aliás, Trouxe até-um manifesto assina está juntado ao processo.Mas se V. pessoas. E o mesmo a minha observação tem uma outra é matéria vencida. razao, porque aquele projeto 2 r respeito daquilo que V. já Exa. mesmo, nobreobscrvou aqui-, na segunda—f sira pas u_ma lanchonete que so vai coi-istruir - Vereador Luiz Carlos Belline, sada. V. Exa. reclamava de CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SAO PAULO 60 ^jroximiciades do ?aí;o. ]? V. Uxa. foz uaa-obse-rvaçao seguinte:- "U eu nao estou v. s- ó bom que se registre anui que a nossa cidade 6 uiüa cidac.3 pea^ic-na e em sociedade tudo se sabe - comentando e_s to assunto só po::nue cie inudoi, hé dois dias, lá psra aquela _re - giao. Eu ,1á hü.via recebido uraa recl-..r".:jao \_yil ÍRQdícò. 51e sitou í reolamcndo sobre o problem«^ que está. sendo 'construida Id no lago. me-vi que pode causar a lanchoneteE me-pediu encarecidamenteno sentido de que-.se levasse ao corLhecimento dos Srs. -Vereadoressobre os problemas cnre poderiam advir, se funcionar aquela lancho nete, para aqueles que estão construindo naquelas imediac-ões". Eu respeito a obse^n^ao de V. Exa. Basto,-é o cue dizia naquela -- epoca, observação de um cidadao, respeitável obse-rvação, para que ela seja trazida ao~coirhscimento -da Casa.' Eoi o que fiz na oca — SCO estas coisas é que nós temos que observar*'. — O Vereador Luiz Carlos, aparteando: "Eu também res - peito totalmente o ponto de vista de V. Bxa. ção da construção da. ne de aparte paro discordar do. siso. Enteo, a respeito da coloc^a Estaçao Hodoviória. Eu o.panas-vim ao microf_o fifirmação de V.-Exa. de que nós vo tomos aquele projeto de nrogadilho. Somente isto". - - O Vereador Jatbyr !,Iafuã, observaço.o maior é exa.taments reclamações perante h Casa, havia necessidade de prosseguii-idoí-"Bem. A minha esta: de que eram Justas as minhasperance o Prefeito Municipal, de uma consulta h. população, hs entidades de que classe e às instituições" O Vereador Luiz Carlos Belline, ocupando a tribuna,- di-sse, em síntese, o seguinte: "A respeito do que acabou de dizer aqui o nobre Vereador Jatr^r rjafud de se consultar a população 30 bre algumas medidas importantes c de rcpercur-ssao para à cidade,- antes que -seja deliberadas béra-acho que á de pela Camara ou pela Prefeitura, grande importância. E rsalaente, feito Municipal rruai^to nós, ao longo destes 5 anos mos. tí-tulo de curiosidade, to, Eoi quax'do a-Cumara Municipal, por tiu nuB a Prefeitura eu-tam tanto o Sr.Pr^ erros" comete— eu lembraria apeiras um, neste momen outras questões, não permi uma pormuta com a, en - de G-arça Ltda.de-uma-quadra de terrasNaquela época, lem - que havia um atrito claro e evidente-entrelilunicipal realizasse tao, Sociedade Eádio Clube localizoda nes imediaço-es do Lago Municipal.- bro-ms perfeit amente-, a Presidêncio da Ca.G e-a Sociedade Rádi-o Clube de-Garça Ltdar, 0 que influiu decisivamentr no. vo-baçio daquele projeto de permuta.- A hoj e, ^s.a. J-., Ja se nota o grande prejuízo que a Prefeitura to mou. Além daquele de não poder dar destinação, to Sr. Pref-eito na-épocaporque 0 lote de terras foi loteado, çando a cifra de 16 ou 17 milhões de vendidos- em uma- só semana. Eu acredito também ca, nós tivéssemos feito um plebicito, to com os ânimos cl quo era o pensamen mas como também sobre o problema finanu há pouco tempo, alcan cruzeiros,- cujos lotes foram ceiro quo, se naquela épo tivéssemos votados o proje menos acirrados,- nós teríamos-tomados uma deci - sao muito mais -acertada do que aquela que foi-tomada na época,Mas não vim à tribuna pOra fala:.' sobre esse s.ssuntoí Eu vim à tribuna para comentar sobre uma entrevista dada pelo Sr. Prefeito à ● ● ● CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ^ ESTADO DE SÃO PAULO 61 - 7.;: . \o-‘!s 0 - C&marA MuniRádio C: da tribuna pare ci: S. Sxa. arruma uma cipal. B’ ou. Casa, náo posso roçou suas críticas a 5 ou 6 Vereadoras E ou mo incluo dontro doo 5 ou 6 V32’eadoros s-o. vouos '■ ● T ■J car úfjterciinr.ãos setor entrevista na Rádio o a^ridrs toda primoiramontej como Rrosidonto o como-Vereador dosta aceitar esto tipo do crítica. 0 Sr, Prefeito ende 2 jogou farpas no restaru porque usei a - algumas respostas de Ro Prefeito Munici te. tribuna, na semana passada, para comentar querimentos e Indicações que havia enviado ao Sr, pal. E cum ms lembro que o -Sr, :erefeito Municipal, na entrevista, deixou frisado claramonto que ele tem para mostrar à populaçao 62 obras realizadas duronto cblemiiolias -de car- o seu mandato c quo p naval, pal e do lago, ele na.o tinha temos tempos para preocuper- com isso, porquo-.Viós entendemos que a administração-rnunicipal c um todo. Então, nós queremos uma coisa- do Sr. Prefeito Municipal: que, so nao for possível atender os nossos reclamos, cuo são os reclamos do povo,-que ele, pelo menos, respeito o quo nós solicitamos daqui da Gamara I.Tunicipal, porque- á bom que se esclareça h. população que, p só resta pedir e -irforraar e, ss vezes,' cràticar aquilo que não- á feito. Do-forma cuo eu, particularmonte rei tais tipos de revida usados pelo Sr, Prefeito Municipal, quan do daqui partem críticas á-sua admirnstração”. - 0 Vereador Jatl^yr Mafud, aparteai^do; Mui-dcipal-mencionou os nomes dos Vereadores que ole criticou ou - de futebol amador, de futebol profissional, do bosque muni nem tempo para se preocupar, Mas nós a nós, -os Vereadores,- o w nao aceito e nao acei-ta- ”0 Sr.- Prefeito ofendeu?''. "Infeclc não citou. 2 por isso que ou tembóm mc sinto ofendi 0 Vereador-IjUÍz Carlos Bellincj- prosseguindo; lizmonte, do”. - - 0 Vereador Jathyr -Mafud, aporteando: minha obser¬ vação não 6 nesse seiitido, porque atingido um Vereador, atinge-se toda a Casa. Lias eu queria observar a V. Sxa» que, como sempre, o Sr. Prefeito Municipal não menciona cs nomes. Ele não tem a cora gem de mencionar 03 nom-es”, - -- -- -- -- -- -- -- -- --- 0 Vereador Luís Carlos Belline,- prosseguindo;- "Exata mente. E diría mais à-nda~ que, além dizer 0 que eu disse aqui, ele ameaça-nos, dizendo que as eleições por aí e que, quando subir - num palanque, o -povo ficará sabe-ndo de muitas coisas sobre esses5 ou 6 pessoas se esquece que essas 5, coisas para falar, podemos resolver-as coisas sem nos atracarmos verbalmente,- como - normalmente acontece com 0 Sr. Prefeito Municipal. Basta que elofaça 0 seguinte; fiz uma crítica a çio do Bosque Municipal^ 0, 0 Bosque Municipal não precisa de i^eforanas', melhor trato daqueles aiiimais, Gue realmente ocontecendo lá; ey so as de ume conservação melhor do Estádio Murácipal.’. . ;;ue 0 agridem daqui da Cãmar-a Mumcipal. Mas slc - 6 ou 13 pessoas também podem ter muitas - Então, não há necessidades desses debates. Nós rosp2Ítc~da limpeza e conse-rva so 0 Sr. Prefeito Municipal acha que de conservação e do - ele que vé ao-local a verifique -0 :iossas críticas a-respeito CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ■ \ ESTADO DE SÂO PAULO 62 "Predsr-ico Plat^iGcis" pal vá lá 6 verificíUQ sao -justas ou nao, que o Pr. Prefeito Munici -0 que r;.alnieuto está acontecendo naquele ."._o cal. Bntáo,- acredito que administrar é admi-rástr-ar totalmente. - Nao é só aquilo que lhe interessa. tamos só preocupados com o carnaval, -com o Bosque. S nós aqui, -na- Câmara, nao es~ Kóa estamos - preocupados tsmhám, conforme disse aqui da triPuna-o Vereador Vai demar Ziraiani, com estradas municipais, que nao estão sendo con servadas lá, no 0 Vereador distrito Vsldemar de Jafa”. Siniard, apartenndo: - "Bu acho - que não há má vontade do Sr. Prefeito Municipal -era atender os peatends muito 100. Acontece que - comandados e as ordens á que não são ele não tem autoridade junto a deterrai didos que eu faço, porcue ele me ele psssa- ac ordens aos -seus cumpridas. Então, acho qus nados chefes de serviço". - 0 Vereador Lu Carlos Eellj.ne, prosseguindo:"Exata ordens não sao cumpridas é sinal que Ou alt^ém não está mardartdo bem ou não se - mente, nobre Vereador. Se as alguma coisa vai mal. está sendo cobrado e verificado se o zer, foi realmente feito. serviç-o, que foi mandado fa B nesse sentido que e Câmara Municipal- está alerta, ajudando r admiristração do Sr. Prefeito Municipal". 0 Vereador Joao Alexandre Colombsni, -ocupando a t_ri buna, disse, em sínteco, o seguinte: "Como eu sei cue estou in - cluido entre 4 ou 5 Vereadores que o Sr. Prefeito Municipal tem - -se referido costumeiramente na sua palestra, na Rádio de Garça, devo dizer que não ção. Já devolvi a ele a-maldade que tem dada, porque, se nós ectamos ruma na livre, de uma Câmara Murdcipal, quase oue semanal , aceito esss tipo de provoca conosco na mesma intensitribuna democrática, numa tribu exercendo o nosso legítimo di raito de vercança, com juramento prestado e tudo o mais, que isso aqui não é cerimonial de beija-mão, de espinha mole. Há que haver que alguém que Ias honestameiite a esta tribuna, meses. Estou de acordo com os companheiros que aqui na tribuna. Primeiro, com o companiieiro Zimiani, porque acho- que está havendo mesmo é falta de fiscalização nas obras públicas, fnancamente, nunca ví rlnguém fiscalizando, feito. Ao Prefeito não compete fiscalizar. Mas, dai, aquela indagação nossa do alguns tempos - atrás a respeito dc -ura cronogrsma da trabalho paora a nossa Prefei tura Municipal. Já que não fazer por vilas da 0 lógico se dedique a observar as coisas e trasecomo vimos -fazendo há 5 anos e 2 mo antecederam - muito menos o Pre Pode passar● ● ● Pergun tar...Saber « ● ● se atendeu aauele pedido-de mutirão, - cidade e depois o próprio distrito, atendendo- todos ao mesmo tempo, com todo material disponível: homens, máqu^ nas, etC; já que não há uma coordenação nesse sentido -é que nós - estamos falando rjísta tribuna. Nao se faz melhor, porque não se - concentra um esforço. líao se faz um cronograma de trabalho, Não - se -dá a determinadas vilas mais carentes uma r.tuaçao com homens e máquinas e vontade de realizar. Eeito 0 serviço em Garça, pass^ - onde se colocou lâmpadas modernas, - as estradas astão péssimas. Mas há - -se para o distrito de Jafa, mas as ruas estão péssimas, que se falar também da iluminação pública nao esta/nos sendo incoerentes cue está bonita. Então, Estou de acordo com o Vereador Ja thyr Mafud, quando fala que há qus se fazer as coisas com as... CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA i ESTADO DE SAO PAULO 63 classes produtoras. PerfeitarnenteS Um um sssuirfco de maior enver^ dura deve -se fazer uma aondagsm na opinião pública. E não custa - nada, porque seria uma forma de participação ou de co-responsabilidade -ou, ainda, de co~autoria, inclusive, da própria população. Glsro que nao e féoil localizar uma Estaçoo líodoviár-ia. Ilinguéni - quer uma Estação Hodoviária pensando exatamente nessa Estação Ro doviária que nós temos atualmente. Ninguém deseja isso. Hoje mesgravíssimo. Me parece, com duas v^ acordo cora o Vereador, Presidente - 0 Vereador Jathyr a administração Mafud, apartsando: é ura todo”. ”Bu desejo dar uma notícia a V.-Exa, e à Oaoas já estou fazerjio um estudo, auxi liado pela_^Secretaria da- Gamara, para regulamerrfcação do uso da fu tura Estação Rodoviária”, mo ocorreu lá um acontecimento timas fatais.- Tarabéim estou de desta Casa, quando fala que 0 Vereador Joao Alexarjire Colombani, prosseguindo:- “E uma ótima idéia. E ach.o que -deve sQr levada avante. Muito boaa idéia. Contir^ando, está -esbarrando, outra vez, no, que nós havíamos notado há ura ano atrás a- respeito de ruas da cidade, de estrada entemo que -a administraçao pública local - cora aquele mesmo centiraonto de abando da própria limpeza pública. que nao á feitapor caminhões suficientes. A poda de árvore, como bem falou,há - Mafud, deveria ser regulamentada.- - o, pouco aouijO Vereador- Jathyr Nao a poda, mas a erradicaç-ao que se faz. E au estou apresentando também uma Irjdicaçao para oue se -coloque cestoes-de arame no Cemi tério -Municipal. G Bosque, que aqui comenbarao pal, que podaria ter hoje 30 ou 40 figuras, se tivesse uma retj. - guarda. Tudo isso poderio, ter sido conseguido c muito mais. Poda ria também comentar que a TV Bandeirantes está nos acenaMo com - uma boa possibilidade de colocar um retra^nsmissor era Bauru, de - seria atingj.da. com imagem e som de - A TV Hecord também, me parece, está fazendo um bom trabalho nesse sentido. Então, é claro que isso é muito importan te paro nós, já que, ara matéria de televisão, eotomos carreando - todo os recursos poro rede Globo de Televisão. Pcao, em seguida,- companiieiros apresentaraLi. Essa da árvore, - Eu havia feito, há pouco tempo atrás, ura -trabalho a^^esse respeito, mas o Vereador Jathyr Mafud arapliou-o, que pr_o - põe a regulamentação da matéria concernente a erradicação da árvo res da nossa srborização pública, da Avenida Brasil, outro -aspecto abordado pelo Vereador* Joso Truzzi é um outro mist_é rio, que eu não entendo. Por que é que não se coloca blohret, por coloca asfalto na fronte da Clíiqica de Repouso - frente do Sana-^ório André Luiz? 0 Vereador aqui, guias-e sarjetas, sairdo daquela rua asfaltada. o ● ● ● A Banda Munici boa qualidade, quando Garçcboa qualidade. das propostas que oq eu achei ótim ● A proposta a respeito do prédio coiisidero-a igualmente muito importante. Bssecue e que nao se Garça e na tá pedindo, ruas de Jafa, E 0 próprio Vereador Zimiand. está. pedindo outras providências, lá para o seu distrito de Jafa”. 0 Vereador Vald»-raar Zimiani, aparteajidot "Aconteceque a Rua Sao Paulo,-que i aquela que demanda ao campo,de futebol, está sendo complementada e nas ruas J. Bsrtolucci, IiedependenciaZiraiani e_s Eu acho uT; absurdo. Aquelas - é uma coisa terrível. CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SAO PAULO «4 e 7 de Setorabro og srrviços ,já fora^ü executados, ciso, ayora, s a continuidade desses distrito de Jafa” nas 0 que é rviços iiêjs demais vias pre do 't? <1 O 0 Vereador J-oao I^lexandr-e Colombaíii, "Sntão, a continuiàr.de é que^está difícil, uuidade ao trabalíic iniciado. Falei também daquele matagal terrí vel existente na negócio d prosseguindo Tem aue se dar conti - esplanada de antiga estação da Pepasa. E aquele- emplacamento de síxios e fazendas sm -muita proceden - cia, porque tem juaiedo muito o pessoal que tem que-entrar em con tato com esses proprietó.rios. F essas outras perguntas a respeito do próprio metro quadrado do bl.Qiiret, con9ÍdBro--as boas e que são de autoria do Vereador Luiz Carlos Belline, porque, embora com a tais benefícios, assim mesmo , uentardo pagar asc-e negócio ds blokret, - - estao cobrando correção monetária de umia mercadoria que náo está sendo cempradu o ampliaçao do prazo-de pagajusivto de muita gente nao está ag visto qu com correção monetária'’. I\ao tendo havido mais oradores iiiscritos no Grande— 0 Sr. Presidente, concedeu o palavra, pela ordem, ao Expediente, Vereador João Alexandre Colomband 0 Vereador Jo&o Alexandre Colombará, quereu a dispensa do intervalo Eegimental. 0 Sr. Preside.'.;-,e consultou a Casa sobre to verbal fopulado pelo Edil João Alexandre a manifestação favorável do Plenário, proceder a chamada dos Senliores Vereadores pare a O.REFr\l DO DIA. Procedida a chamada. Silva Brsga, Isaías lombani, João Truzzi, Luís Yamsucl-xi, pela ordem, o Requerimen Colombani, a, diante con^-idou o Sr. Secretário a constatoLu-ee a presença dos dc Andrade, Jatl^yi Luiz Carlos Selline, Pedro ICrusichi, Valdemar Zimiard me, totalizando ons-e (11) dos Seiihores Edis. - havido número legal, pora o prosseguimento - submetida om discussão o ProjePrefeito Llunicipal, soliciqislativa para per.mutar uma~gleba de terras - s(3guintes: Mafud, Joao Alexandre Luís Gonzaga Conessa , 6 Paulo Guilher - Ari Co 'Ten dos trabalhos,. loi, to de lei rJ; 01/32, tando autorização 1 do proprie^dade do Huiúcípio poi irãoialmente, de autoria do Sr. outra pertencente ao Sr. Edgar - Luís Alves de Souza, localizada na -'Faixa dc Integração”. Projeto Discussão 3 votação úieica.. Pareceres das - pela legalidade da Comissão de Justiçai la aprovação da Comissão de Finai.^as, sidente, Vereador Luís Bottino Junior, membroI pela aprovação da com voto em separado do-Presidente Luiz Bottino Junior e do Vere_a dor João Truzzi, membro, - - em regime Is urgência. Comissões PermanentesS pe com voto em separado do Pre e do Vereador Joao Truzzi, Comissão dc Obras e Serviços Públicos,- 0 Vereador Isaíac de Andi-ado, pela ordem, requereu- a discussão global. ... C Sr. Presidante consultou, a Caca sobre o Requerí - mento varbal formulado pelo Edil Isaías de Ainulrade, e, diante da manifestação favorável do Plenirio, submeteu, o Projeto de lei ixS- 01/32 e seus a.nexos em discu 0 Vereadoj em síntese, o seguinte: .-.o global. Jsthyr-.’ '.'.Tafud, ocuprjido a tribuna, disse, ''Sinto ãuplc obrigação dc vir a esta c> <*« O o ● ● ● SÊ CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SÃO PAULO 6 j tribuna^^pora tecer algu.iTs comerrtários a respeito do Projeto, A obrigaçao principa.'. é a d sional 0 do experiência oor.io Yereador, trazer h Casa o amtxlio çao bem feita. Pm eríim, Pepasa, que, em virtude de experiência profis3U entendo que sempre devo qus a Casa necessita para fazer uma vota- _^cegundrO lugar, porque, nos casos de permutajde, de alicnaçao de qualquer forma de terrenos na faixa da - eu sempre tenho feito as minhas manifestações quase todas sempre contrariamente a esses projetos. Hoje, quinho o objetivo, porque, do Projeto. Mas devo dar as explicações vor do Projeto. 3ste Projeto de permuta nasce de mais um-dos êr — ros que nós cometemos, deixajido de impedir a venda dos dl. "Paixa de Integração'^, pelo menos de minha parte. eu vou mudar um pou afinal de contas,- eu vou votar a favor porque eu vou votar a fa terrenos- . Como nós rião pudemos impedir a venda, - procurei restringir,-procurei, ate cer to pont.o, limitar o-poder discricionário e arbitrário do Executi vo na venda desses terrenos. Poder que eu digo,- discricionário arbitrário, porque infringiu atá os preceitos que uma Comissão forneceu ao Executivo, determinando, especificando,- delimitando - Os terrenos que deviam ser vendidos e os terrenos que deviam ser separados, como terrenos institucionalizados. Como nós não pude - mos fazer nada disso, delicadamente cada^um desses projetos de alienação de-terrenos da "Paixa de Integração" que viriham a nossa consideração. E-este é - um deles, que -nasceu de um erro de se permitir a venda, que nós - vimos depois que ssts vende feita sem critério, principalmente sem -0 critério 6 nóg passamos a procurar examinar atenta e que a Comissão estabeleceu, no que o Hurdcípio vendeu, agora, o Murdcípi-o precisou permutar - ou adquirir ou doar. Desta feita, redundou nisto: terrS' acontece que a Prefeitura se - viu na necessidade de desapropriar terreno de lun cidadão garcense para poder compor cia, 0 particular, trevo de acesso ao Cemitério. Em consaquen - direito seu, se insurgiu contra a-desapr_o priaçáo, quanto ao-seu preço. E o que acontece, novamente. Ela se 0 murdcípe qus estava se defendendo, de uma avaliação que— a própria Prefeitura fizera-para permutar um terreno com a firmaIrmaos Oljvei um valeu. & Cia.- Ltda.. E o qus fez o murdcípe na sua defe sa? fomou como base aquela availiação e corrigiu—a, simplesmente. E veio a exigir do Muni-cípio uma ir.denização de 6 milhões de zsiros pelos ^ O. cru^ terrenos que a Prefeitura queria desapropriar. Peliz grrças ao trabalho do Executivo, se^lu sG entender- com o murdcípe e graças a boa vontade do Edgar Luiz Alves de Souza, chagaram, ajnbos, a um acordo de se-fazer uma permuta.- Então, a Camara-não poderá rejeitar esto Projeto, Nao p^ de, porque, se ela rejeitai-, ela vai- colocar um' obstáculo muito - grande à Administraç-ão Municipal e que vai-causar um prejuízo - enorme ao trabalho que já está sendo-executado, sa coiisciência, também deixar mente, que afinei de contas con- ●s E eu nao posso,em de votar favoravelmente ao-Projeto por esse motivor Se nco houvesse esse motivo, teriam o-meu voto contrário ao Projeto, por S3~tratar de uma per muta de terrenos pertencentes ao-IJurdcípio contra terrenos perten centos ao munô.cípe, do novamente V. Exas.- terrenos que a própria Prefeitura vendeu - CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SÃO PAULO 6 3 ao munícipe". 0 Vereaclor Joao Âlexaruire Colombard, ocupando a tri buiia, disse, em síntese, o se,'iUinte: "Bu aclio çue nada mais resta ria a acrescentar hs palavras sempre elucidativas-do ilustre _ reador Jathyr Mafud a respeito do Proj-eto. B nos temos feito aqui votaçao sxatamente olbaiido os lados, vamos esbarrar naqiD.lo; B o mesmo que negar a aprovação de Proje to, hoje. Bntão, a casa popular para. Mas o doloroso de tudo is - so 0 que a Municipalidade podaria ter evitado d der a importância do ■Ve quer dizer, se fazemos isso. ter que dispen - Crv 645.840,00. Se bem are lembro, eu falei - que tem que se governar com as classes -produtoras' e não se abole tar no poder de uma forma imperativa, que nao leva a nada, a- nao ser isso-aqul, porque esse processo de desapropriação podia ter - de uma forraa que a parte cobrasse - digamos, pels permuta. Bntao, faltou 0 - humilíade. Paltou aproximação, porque hou ve ate uma interpelação judicial a respeito do problema, dao foi incisivo, tao havima dado como tendo -abordado 0 Sr, Bdgar Luiz Alves de Sou za a respeito do terreno, quando, na realidade, ele não havia do abordado coisa nenhuma e nem sabia do problema» Ble só tomou — conhecimento da desapropriação atravós do jornal "Comarca de Garç-a". B, por isso, que a Municipalidade podoria ter saido dessa empreitada com cabeestá sai-ndo, agora, com 0 rabo entre sido feito de forma amigável, uma importância íiofima, que? Baltou bom senso. B 0 cida em taxar do mentirosos'os elementos que atá eru si que estamos-aqui na. tribuna, falando isso, porça erguida, ao passo -que pernas. Por quê? Porque faJ.tou aquela aproximaçao, aquele entendei mento". - J-- as rermiriado ●●Os debates em torno do Projeto de lei - ns 01/82, o Sr. Presidente informou a Casa 0 seguinte: "Para vota ção desta matéria, torna-se necessária votação favorável de 2/3~de seus membros e que a mesma far-se-á nominalmente. Lionte disto, mada dos SenJiores Vereadores para a votação nominal". i Terminada a votação nominal, constatou-se todosSenhor-es Vereadores presentes h Sessão - Hafud, João Alexai^xdre Colombani, João Truzzi, Luiz Gonzaga Conessa, s aprovaçao da Casa com 8. determino a Secretaria proceder a cha os Isaías do Ai-ídrade,Jatliyr Luiz Carlos Belline Luiz Yamauchi, Valdemar-Zimiani, Ari SilvaBraga, Pedro Krusicki e Paulo Guilherme -, totalizando onze (11)- votos, votaram favoravelmente ao Projeto de lei n2 01/82. Em coi%- sequencia, 0 Sr. Presidente declarou aprovado, por unanimidade●de votos, em discussão e votação -única, o Projeto de le-i nS 01/82. - Bm discussão a urgência contida no Requerimento na.. 26/82, _^de autoria-do Vereado];' puiz Carlos Belline, - solicitando in formações ao Bxmo. Sr-.-● Prefeito Municipal pavimentaçao h blokret. líão tendo havido solicitação de palavras, passou—se à votação da urgência requerida, Bm discus - a respeito do custo da encerrada a discussão, teiedo a mesma sido-aprovada por unanimidade de votos, são 0 mérito do Requerimento. Nao tendo havide solicitação de palavras, encerrada a discussão, passou-se ávetação do Requeriniento 26/82, tendo- CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA V ESTADO DE SAO PAULO €V 0 mesmo sido siprovado por unanimidade de-votos. 0 -Sr, Presidentedeclarou aprovado, por unanimidade do votos, o Requerimento ne 26/82. Rm discussão a urgência contida no Requerimento n2- 27/82, de autoria dc Vereador Luís Carlos Selline, solicitando ao Bxmo. Sr. Secretário da Justiça do Bstado de sSo Paulo informa - ções a respeito do concurso para escriturário da Procuradoria R_e gional de Karília. lião tsrdo havido solicitação de palavras, encer rada a discussão, passou-se ã votação da urgência-requerida, ten do a mesma si-do aprovada por unanimidade de votos, Bm discussão o mérito do Requerimento. Kao tendo havido solicitação de palavras, encerrada a discussão, passou-se ã votaçEo do Requerimento n2 27/32, tendo0 mesmo sido aprovado por unanimidade de votos. 0-Sr. Presidentedtoclarou aprovado, por unanimidade dc votos, 0 Requerimento ne - 27/82. Bm discussão a urgência contida no Requerimento ne_. 28/82, de autoria do Vereador Luiz Carlos Bellinsí solicitando ao Bxmo. Sr. Prefeito I.Turdcipal informações a respeito da lavraturada escritura de permuta autorizada pela lei ne 1,849/81. Não ten do havido solicitação do palavras, se á votação da urgência-r^eouerida, por unaniraidade^de-votos, Bm discussão o mérito do Requerimento.- Nao terdo havido solicitação de palavras, encerrada a discussão, passO'u-se ã votação do Requerimento n2 28/82, tendo0 mesmo sido aprovado por unanimidade de votos. 0-Sr. Presidentedeclarou aprovado, por unanimidade de votos, 0 Recuerimento nS _ 28/82. encerrada a discussão, passoutendo a mesma sido aprovada-- Bm discussão a urgência contida no Requerimento n2- 29/82, de autoria do Vereador Jathyr IJafud,-solicitando ao Bxmo.- Sr. Prefeito líuniciprl informações a respeito do critério adotado pelo Município na erradicaçao de árvorss das ruas da cidade. Nãotendo havido solicitação da palavras, encerrada a discussão, pas sou-se h votação da urgência requerida, tendo a mesma sido aprov_a da por unanimidade de voto Em discussão" 0 mérito do Requerimen-"* to. Nao tendo havido solicitação de padavras, encerrada a discussão, passou-se h votação do Requerimento 29/82, tendo0 -Sr. Presidente0 Raquarimento n2 - 0 mesmo sido aprovado por unarimidade de votos, declarou aprovado, por unardmidade do votos, 29/82. Bm discussão a urgência contida no Requerimento nS- 30/82, de autoria do Vereador Jathyr Mafud,-solicitando ao Bxmor- Sr. Prefeito Mmiicipal irdormações a respeito das providências to raadas, até então, para locar 0 imóvel da Avenida Brasil. líão tendo havido solicitação de palavras. encerrada a discussão, passou.-se- à votação da urgência requerida, tendo a mesma sido aprovada porunanimidade de votos. Bm discu-^sao 0 mérito do Roquorimento, - Nao tendo havido solicitação da palavras. encerrada a discussão, passou-so b votação do Requerimento na 30/82, tendo- CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SÃO PAULO 6S 0 mesmo sido aprovado por unai-.d.midado d,p. votos. 0-Sr. Presidentodeclsrou aprovado, por unammidadp do votos, o lioouerimento iis - 30/82. ^ Sm discussão a urgência contida no Requerimento ne_ 31/82, de autoria do Vereador Joao Pruazi, solicitando ao Bxrao. - Sr. Prefeito Municipal-iirCormaçoas sobie a possilidade de se cal çar a rua que demaivla à Clínica de Repouso Garça Limitada. Não - tendo solicitação de palavras, votação da urgência requerida, unanimidade de votes. encerrada a diocusoao, passou-se § tendo a mesma sido -aprovada por - Rn discussão 0 mérito do Requerimento. - — Hao tei^^.do havido solicitação de pala->7ras, encerrada passou-se á votação do Requerimento i:i2 31/82, tendo0 -Sr. Presidente0 Requerimento a discussão, 0 mesmo sido aprovado por unaiaiiiiidade da votos, declarou aprovado,uor unanimidade de votos, 31/82. n2 _ Sm discussão a urgência contida no Requerimento n2- 32/82, de autoria do Vereador Valdeiuar zimiani, solicitando ao - Sxmo. Sr. Prefeito liuricipal irformaçoes a respeito da colocação— de guias e sarjetas no distrito de Jafa, além da rua são Paulo. - NÍo tendo havido solicitação de pal-avras, passou-se à votação da. aprovada por unanimidade do votos. encerrada a discussão,- urgência requerida, terdo a mesma sido ● - Em discussão 0 mérito do Requj rimento. Kao tendo havido solicitação de palavras, encerrada passou-se à votação do Roqueriraonto ne 32/82, tendounanimidade dc-votos. 0-Sr. Presidentede votos, 0 Requerimento ns - a discussão, 0 mesmo sido aprovado por declarou aprovado, por unanimidade 32/82. mcimins.dos os trabalhos constantes.- da pauta da Or - 0 Sr. Presidente, em prosseguimento aos trabalhos, aos Senhores Vereadores om EXPLICAÇÃO PESSOAL. 0 Vereador Vcldomar Zimiani, disse, em síntese, o seguinte? tantes de uma determinada parte do povo, que representar esse meamo da vaz que as faremos, também dacuilo que dc bom acontece. dem do Pia, concedeu a palavra ocupando a tribuna, - ■'Nós, como Vereadores e represen - que coi-fiou era nós, temos povo condignamente. Pe maneira que, t^ se fizerem n.^cessórias as críticas, doa -a quem doer. Mas nós aqui viremos e por outro lado, devemos falar - Assim, eu tenho determinadosquo estão sondo cumpridos, - 0 P03+0 da Atendimento Sanit^ - que a Prefeitura, nao medindo esforços, - construiu e que ja -está funcionando. Nao podamos dizer que tal — Posto esteja funcionando bom, porque 03 médicos fazem atendimento apenas duas vezes por semane: às terças-feiras, no período da- - maiehã e às sextas-feiras, jio período-da tarde. E os-médicos, qua^ do^ali comparecem, dao 21 consultas, que é cota limite. Em conse quência, nos primeiros dias, .muitas pessoas nao-rocebsram 0 devi do atendimento. E os médicos tratos com o Sr. Prefeito Municipal, até agora, regiamente. Primeiro, rio do distrito do Jafa tem faltado bastante. -Amanhã mesmo é m.ss o médico já avisou que não vai, Era 0 número de-pessoas que procuram 0 méte.m dimin..iido muito. Pe outro lado, duas.. - dia de atendimento médico, virtude disso, atualmente, dico, naquele Posto, CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SÃO PAULO competentes? furicioiiér-ino dcouela Posto desempcniiMi muto bem auasfunç oes, como, por oi^emplo, a distri-buição de leite em pó. Apenas parte do medico c que tem dado o que falar. Pata á uma parte do trato que o Sr. Prefeito Municipal cumpriu. 0 outro pedido que eu fiz foi com relação a reforma do Estádio Miudcipal ”Drí Rafael - Paes de Barros, cujos trabalhos já foram iniciados. Então, é mais E 0 'serviço de colocas um melhoramento que o distrito vai gardiar. ção de guias e sarjetas é para ser feito em todo distrito. B o Sr. Prefeito MunicipsJ. me dizia que não haveri-a. interrupção na execução desses serviços,- todavia, rão nova paralização, Por sinal, onds foi feita a colocação de guias e como se pode verificar nas ruas São Paulo, ● Júlio Bertolucei, 7 de Setembro e Independencia. foi dita aqui pelo nobre Vereador João Alexandre Colombani, respeito à iluminaoão-pública, cou uma belezinha. Então, pletar, to". - me parece que - os mesmos sofre- 0- que não é bom para o distrito de Jafa. - sarjetas, o ser¬ viço foi bem feito, Outra coisa, que diz - que, com a troca das lâmpadas, fi só falta fazer guia e sarjet-a, para com 0 que dará aspecto de uma verdadeira cidade àquele distri Nao-tendo havido mais oradores ção Pessoal, o Sr. Presidente, da a presente Sessão Ordáriwh^ inccritos era Explica em nome de DEUS, declarou encerraEu, - V— presente Ata, fiz-'detilog^i^ Senhor Presidente. - - - -Tz _ , Secretário, lavrei a e a subscrevi, juntamente cora 0