| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 6 |
| Date | 1981-03-09 |
| native_id | 1936 |
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âmaia ClIJAUA ipNICIPAL n? 6a~ SS3SA0 Olàll^Â?ZÂ, PRSSIDETITB : ISÃlAS SBCRSgJ^HIOS: LUÍZ GONZAGJS. OOI-rEGSA JÓXÔ^^Tljjzfí PJTALIZAPA BI.I 09 DB MARQO DE 1 981 ^■7 vj:- AFÍDRADB 0 ”ad hoc" Fio horírio reginientalmente deterain^vio, feita a cha mada dos Senhoros Vereadores, constatou-sG a prosoiiça dos seguin Boanerges do Brado Vianna, Carlos Roberto de Oliveira, Is^ as de Andrade, Jatliyr Kafud, Joao Alexandre Colombani, João Traz zi, Luiz Bottino Junior, Luiz Gonzaga Conessa, Valdemar Zimiani-- 0 Ari Silva Braga, totalizando dez (10) dos SenJiores Bdis. - - - Tendo havido náaero legal, o Sr, Presidente, em n£ me de DBUS, declarou abertos os trabalhos da presente Sessão Or dinária, te C' * o ● IniciaLmente, foi submetida a discussão dos res Vereadores’ a Ata da 5^ Sessão Ordinária, realizada em 02 de março de 1 981, líão tendo havido solicitação de palavras, encer rada a discussão, passou-se h. votação da Ata- em questão, tendo a mesma sido aprovada por unanimidade de votos, 0 Sr, Presidente - declarou aprovada, por unaniniidade de votos, a Ata da SessioOrdinária, - Senho A seguir, o- Sr, Presidente, sm prosseguimento aos - trabalhos, convidou o Sr, Secretário a proceder a leitura do BX PBPIBNTB RBCBBIDO-LO SBIíHOR P33BBIT0 líUNICIPAL, 0 Sr, Secretário deu conta do seguinte: Projeto de loi ns 05/31, dispondo sobre abertura de um crédito especial no valor de C;è 1.860,000,00, que se destina rá ao pagamento da desapropriação dc uma área do 48.450 m2, para ampliaçao da reserva florestal, - 0 Sr, Presidente consultou a Casa sc considerava ob jeto de deliberação o Projeto de lei n2 05/81, c, ante a manifes tação favorável do Plenário, encaminhou-o ^s Comissoes Parmanenrtes. - - — — Of. nô 91/81, em atenção ao Requcr-ii.'.entc nâ 12/81,- Of, n2 92/81, em atenção ao Requerimante n2 15/81,- Terminada a-laitura, do Bxpediante Recebido do Senhor Prefeito Municipal, o- Sr, presidente, em proscegiiimento aos tra^ balhos, convidou 0 Sr, Secretário a proceder a leitura do BXPB - LIBNTZ RBCBBILO DB DIVBRSOS. -- 0 Sr, Secretário dou conta do seguinte: ------ Ofício ancaminiiado pelo Cel, Bx, Arnaldo Bastos de Carvalho Braga, PL, Comandante Geral da Polícia Militar do Bsta^ do de são Paulo, em atençao ao Requerimento n2 05/81, ------ Ofício Circular da Câmara Municipal de Hoji Guaçu , encaminhando cépia do Requerimento ii2 OII/8I, gub diz respeito - da necessidade de se revogar 0 atual Cédigo de Mineração, - - — Ofícios Circulares das Câmaras Municipziis de Lins,- âmaia. tm â -iaiça Z ài ,^au^ Pirassununga, Sao Priilo, Tapiraí, Itaquaquecetuba, Gatulina, Ja- careí, Socorro, Andrad.ins, Caraguatuba, Mira Estrela, Pedernei - rae-. Caieiras, Itapecorica da Serra, Bebedouro, Taubatá, Araçatu, ba, Jad, ilvaro de Cf^rvnlho, Bastos, Avaré, Srnto Cruz do Rio " Pardo, Matoa, Jsles e Cubr^tao, coraunicondo a conposiçao das Me - srs Diretoras, p-'ra o biênio I98I/1982, ” Secretaria de Relações do Trabalho ~ Escritório gional de Marília ~, eaca/nirihando /nateria sobre aplicaçao da le gislaçao trabalhista e previdenciária, _!T Circular da Secretaria de Relações do Trabalho - Bs critório Regional de Marília comunicando a realização da I TA ÇA INTERSINDICAL DE TENIS DB MESA e da IV TAÇA IMTERSINDICAL DE CICLISMO. Re Ofícios da.G Câmaras Municipais ds São Bernardo acusando 0 rece doCampo, Cotia,, Lins, Oatanduva 0 Mogi das Cruzes bimanto da Circular 112 01/81, atravás da qual se comunicou a com posição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Gr.rça. - - - - - Circular da Secretaria do Estado de Relações do Tra balho “ Escritório Regional de Marília -, comunicando que conti nuará em 1981, como nos anos anteriores, ministrando cursos de - treinamento para- componentes da Comissão Interna de Prevenção do Acidentes - CIPA. - — j Balancete-da Câmara Municipal de Grrçs relativo ao mês de janeiro de I98I, Circular da Eundaçao Prefeito Paria Lima, encsminh^ do um exemplar do ''cartoon" intitulado "Você tajabéa quer um lote? Circular da UniÕo do Vereadores do Estado dc São - Paulo, solicitando a composição da Mesa Dirotora~de Câmara Muni cipal do Garça e relação nominal dos Senhores Edis. -- --- Convite da jovem Fátima Regina Marino, para 0 I lio TietecnsG de Arte Contemporânea, ---- - - Circular da Câmara Municipal de Marília, encaminhan do relp-tório do ano do 1980. Circular do Instituto Berlitze, oferecendo 4 bolsas dc estudo por correspondência, - -- -- -- -- -- -- - - - - Circular da Fundação Prefeito Faria Lima., comunic^ do a. realização dos Cursos sobre Sistemática da Prestação de Con tas 6 sobre Direito Tributário Municipal, - -- -- -- - - - — Finda a leitura do Expediente Recebido de Diversos, 0 Sr, Presidenta, em prosseguiimento aos trabrJ.hos, convidou 0 - Sr, Secretário a proceder a leitura do EXPEDIENTE APRESENTADO PB LOS SENHORES VEREADORES, ~ Sa 0 Sr, Secretário deu conta do sü;guinte: ------ Requerimento n2 20/81, de autoria do Vereador Isaias de Andrade, inserindo cm Ata voto da profunde pesar pelo fal_e cimento do dr, Martinho Funchal de Bnrros. .. Urgência contida - 0 Sr, Presidente determinou o en caminhamento do -Requerimento ns 20/81 â Ordem do Dia., - — - -^- 'Recucrimento ns 21/81, de autoria do Vsreador Joao Alexandre Colombani, .solicitando ao Bxmo, Sr, Prefeito Mimicipal ^^Amaia M unici/^ai â e 0 ü '4p êa/aàí áí .S^o ,^au^ i.v' informações a respeito do Concurso sobre Divulgacóo do Município, Urgência contida - 0 Sr, Presidente determinou o en cominhamento do Requerimento n2 21/81 k Ordem do Pia. Requerimento nS 22/81, de autoria do Vereador João Alexandre Colornbani, solicitando ao B;crac, Sr, Prefeito Municipal informações a respeito da possibilidade da mudança da sede do Ti ro de Guerra. — Urgência contida - 0 Sr, Presidente determinou o en caminhamento do ●RGqueri;,iaiito nS 22/81 k Ordom do Pia, - - ~ ~ — Requerimento n2 23/81, de autoria do Vereador João Alexandre Colomba:!!, inserindo em Ata voto de congratulações e aplausos ao sr, Altaniiro Gomes pela sua aposentadoria no serviço público municipal, Urgência contida - 0 Sr, Presidente determinou o en caminharaento do -Requerimento n2 23/81 à Ordem do Pia, - - Requerimento ns 24/81, de autoria do Vereador Silva Bragci, insorindo em Ata vote de satisfação e aplausos à Pa daria Santo Antonio pela inauguração-de suas novas instalações,- Urgência contida ~ 0 3r, Presidenta determinou o en caininhaiaento do -Requerimento n2 24/31 à Ordem do Pia, - - ~ — Requerimento nS 25/Sl, de -autoria do Vereador Vr.ld^ mar Ziniani, postulando no sentido de que seja destacado, em -ca rater permanente, um soldado para a rodovia SP~294, no ponto que corta 0 perímetro urbano do distrito-de Jafa, - — Urgência contida caminhamento do -Requerimento nS 25/81 à Ordem do Pia, - - - - ~ Requerimento n2 26/81,●de autoria do Vereador Luiz Bottino Junior, solicitando ao Bxmo, Sr, Prefeito Municipal in ~ formaçÕes a respeito da áx-ea de 4,400 m2 de uso comum do povo, localizada no Jenr-dim I-tLlmar Machado de Oli veira, conforme prevê o § 12 dc lei n2 1,729/81, de is de dezem bro de 1978. Ari 0 Sr, Presidente determinou o en ● i desafetada de imdvelUrgênc-ia contida - 0 Sr. Presidente determinou o en caminhamento do -Requerimento nS 26/81 k Ordem do Pia, - - - - - Requeri.a.ei’.to nS 27/81, ds autoria do Ve:-ea.dor Luiz Bottino Junior, postulando se-faça constar dos Anad.s da Casa o - parecer exarado polo Bxmo, S Promotor Público da Comarca de - G^rça no processo n2 1066/80 - 12 Ofício -, referentj k açso clsratúria que a PrefeituraMunicipal de Gerça movo contra a mara Municipal de Garça, - - , _ ^ - * de Cc Urgência contida - 0 Sr, Presidente determinou o en caminhamento do Requerimento n2 27/81 k Ordem do Pia, - - - - — Indicação nS 38/81, de autoria do Vereador João Trnz zi, sugerindo se determine & abertura das ruas que fazem a liga ção com o Estádio Varzesno "Otojiro Toyota", -------- Indicação n2 39/81,de autoria do Vereador João Truz zi, sugerindo se determine um estudo sobre a possibilidade de se proceder a cobertura das arcuibancadas do Estádio Varzeano "Otojiro Toyota", Indicação na Vila Rebelo, n2 40/81, ----- de autoria - - - do - Vereador - - - - âmaia wn 4 Joao JilexandrG Colom'bani, sugerindo se determina seiATiços saneadores - combate a execução de - ao mato e elimina^so do escorrimen to de águas servidas - na rua Domingos Eduardo Doz, na Vila Ara^ csli. Indicaçao nS 41/81, de autoria do Vereador João Al^ xandre Colomb.vni, sugerindo se faça uja trabclho por todos os se tores ds' cidade, visfíndo combater o mato n burbanas. - as zonas urbanas e su¬ Indicaçao n2 42/81, de -autoria do Vereador João Al_e xandre Colombani, sugerindo se coloque uma placa na entrada prin cipal do aeroporto indicando a estrada de acesso, bem como seja-- acionada, o mais breve possível, a roçadeira naquele mesmo local. Indicação ns 43/81, de autoid-a do Vereador Ari Sil va Braga, sugerindo se estude a viabilidade de se proceder a uma reforma na entrada-da galeria de águas pluviais existente defron te a Casa Ipiranga# — Indicação n2 44/01, de autoria do Vereador Ari Sil va Braga, sugerindo se determine o urgente reparo no leito carr_o çlvel da rua Alfredo de Souza Castro, defronte o prádio da sededa Corporação Musical Santa Cecília, Indicaçao nS 45/81, de autoria do Vereador Veldemar Zimif-mi, sugerindo sc entre em contado com a Rodoviária Ibiratin guonse Limitada, solicitando h. referida-empresa prolongue sua - linha de auto-ônibus atá Jálio Mesquita, -------- Indicação n2 46/Cl, sugerindo ao determine h fisca lização municipal urgentes providencias no sentido da se imp^ - dir que caminhões vendendo pescado estacionem num sá local do - distrito de Jafa, porque, permanecendo no mesmo local por várias horas, o gelo das caixas de peixe acaba escorrendo pelo chão, - exalando um md cheiro, — Indicação ns 47/81, de autoria do Vereador Jathyr - Mafud, sugerindo se proceda a urgente formação da infraestrutura do 22 Distrito Industrial, --------------- -- Indicaça^o n2 48/81, de autoria do Vereador Jathyr - Mafud, sugerindo se suspenda provisoriamente a cobrança das ta - xss objeto do Projeto do lei n2 039/80, que nesta. Casa tomou n2 48/81, aiumontondo 0 valor referencia (V,R,) para cálculo das obrigações pecimiárias previstas no Cádigo Tributário Municipal, principalmcnte tendo-se em vista 0 parecer do Digno Representan te do Ministério Páblico da Comarca de Gnrç 0 Sr, Presidente informou a Casa que cópias das-In dicações, de n2s, 38/61, 39/81, 40/8I, 41/81, 42/81, 43/81, 4V81, 45/81, 46/81, 47/Sl são Ordinária, pal, nos termos regimentais. 0 ● ● 6 48/81, apresentadas na presente 3e_s sarao encaminhadas á Chefia do Executivo IJunici - Terminada a leitura do Expediente Apresentado Pelos Senhores Vereadores, 0 Sr, Presidente, cm pro Tuimento aos tra bslhos, concedeu a palavra aos Senhores Vereadores no PEOUSTíO EX PBDIENTB, ^ sseg 0 Vereador Carlos Roberto de Oliveira, ocupando a lyâmaia um âe 0 ^ó/ae/í ài ,^au^ tribuna, disse, em síirbe, o seguinte: '*0 que me traa tribmia á com referência ^ Indicaçao nS 43/^1, de autoria do- nobre Verea - dor Ari Silva Braga, porque focaliza um problema que sempre acon tece nas ápocao chuvosas no cruzamento das rua.c Ccl. Joaquim za e Heitor Penteado, Pevido o pequeno tamanho da "boca de lobo", ali existente, as enxurradas causam um tipo de encente,●causando sérios problemas aos comerciantes por ali estabelecidos. 0 mesmo problema vem ocorrendo na baixada da Av, Presidente Vargas, nas proximidades da. Kercantil Industrial-Pernandes S/A, Tajnbém issoaconteco na Alameda Mathyas Manchini* sãc problemas para os quais a Prefeitura deveria tomar uma providência", - 0 Vereador Jathyr Mafud, ocupando a tribuna, disse, em síntese, o seguinte: "Cumprimento, antes de tudo, o nobre V_e reador Isaias de Andradey quo assume hoje-a Presidência, substi tuindo 0 nosso colega Luiz Carlos Bellino, Piz hoje duas Indica ções ao Sr, Prefeito Llunicipal, Uma solicitando que-urgantemente se formo a infraestrutura do 22 Distrito Industrial, P esta Indi cação veio à baila porque hoje, por razoes profissionais, fui vi sitar a fábrica do Vico-Prefoito Ari Marino Pilho, P exatimiente, quando ali estava em visita-e recebido cor-dialmante, formava-seum problema de eletricidade, E explicava-me o nosso -amigo Rein^ do que isto acontece constontemente na fábrica, porque a linha - que serve a indústria 6 uma linha que sei de Garça e vai à JU.varo de Carvalho, serve toda região dc Itiratupã, vai a J-afa o d^ pois vem servir o Distrito Industrial, -Todos recordam que fiz da qui, desta tribuna, ● críticas severas, quando do formação do 22 - Distrito Industrial, Primeiro, entendi que o local era inadequa do ao Distrito Industrial, Mas, principalmento, o Distrito Indus trial não teria sucesso porque car-ecia de infraestrutura, Nin - guém monta uma indústria sem saber primeiro se tem garantia-de - duas coisas, dc dois elementos essoncialíssimos: luz e-água. Ora, naquele Distrito Indústrial não tem nem luz e ner-i água* Então, - por esta razão, fiz esta Indicaç-ão hoje, para que o Sr, Prefeito Municipal, além das atividades que exerce em -benefício do Irgo,- do bosque, do Estádio Municipal, da estrada que nós ligará a - SP-331, tomo providências urgentes para formar o 22 Distrito In dustrial, A segunda Indicação minha foi solicitar ao Sr, Prefei to Municipal que suspenda., pelo menoo provisoriamente, a cobran ça das taxas que acompanham os impostos territoria e predial, cu jas taxas foram rejeitadas por-esta Casa uma voz e na segunda - vez rejeitadas pelos Comissões, Principalmente, disse isso na In dicação, tondo-sc em vista o excelente parecer exarado pelo Sr, Promotor da Comarca, Nao estou aqui levantando nenhuma novidade. Nao estou-levantando a população do Garça para que não p-ogue es tos taxas, Estou levantando aqui um problema legal". - - - - - - 0 Vereador João Truzzi, ocupando a tribuna, disse,- em síntese, o seguinte: "Ultimamentc, nés tomos sido procurados, nao somente por estudantes como por moradores das-vilas Rebelo e Lbienépolis, paxa que intorcedesseraos junto ao Sr, Prefeito Murd cipal no sentido de que se construísse uia abrigo para passageiros âmaia u/mc â 6 0^ ,t^uíí para passagairoo -naü proximidades da Comute, k assas pessoas eu tenho informado que já foram feitas diversas Indicações, solici tando ao Sr. Prefeito Municipal para que se conctruisse ali abrigo para passagei-ros. Infelizmente, me parece que o Sr. Prefei to Municipal nao tem dado atenção a tais pedidos dos Srs. Verea.- dores. -Pizemos hoje uma Indicação solicitando ao Sr. Prefeito Mu cipal que providencie a cobertura do Estádio Varzeano ''Otojiro - Toyota", porque os torcedores, tanto na parte da manha como período da tarde, enfretam o sol ou a chuva. Fizemos -uma outraIndicação solicitando ao Sr, Prefeito Municipal para que S. Bxa. determine abrir uaia rua para que todos possam levar suas condu - ções até as'proximidades do Estádio Varzeano "Otojiro Toyota, na Vila Rebelo." um no Nao●tendo-havido mais oradores inscritos no Pequeno Expediente, o Sr, presidente, em prosseguimento aos trabalhos concedeu a palavra aos Srs. Vereadores no GRáNPB●EXPEDIENTE. - ~ 0 Vereador João Alexandre Colomboni, ocupando a tri buna, disso, em síntese^ o seguinte: "Antes“de- entrar no assunto propriamente dito, permitam-me uma brincadeira. 2 que, em quatro anoa, de atividade, nenhum Presidente perguntar-se o Vereador que SQ encontra no Plenário desejava tomar um cafezinho, Hoje, o Pr_e sidsnto, em exercício, tomou tal atitude," ~ - -- 0 -Vereador Boí^nerges do Prado Vianna, aparteando: - "Eu considero que a observação é muito oportuna e, realmente, o assunto á mais sério do que parece-e nele reside a essência da - própria representação democrá.tica", - 0 Vereador Luiz Bottino Junior, aparteando: "Já que V, Bxa, está comentando inovações da Gamara, inclusive este ges to simpático do Presidente Isaias de Andrade, gostaria que comen tasso, também, um outro fato interessante. Em dois anos, em quefui Presidente, para que se conseguisse pintar uma' sala, foi pr_e ciso empenhar verbas nossas e, agora, com trinta dias do Presi - dente que está, inclusive, ausente, Luíz Carlos Bellino, a Câma ra inteira foi pintada." i " 0 Vereador Joao Alexandre Oolombani, -prosseguindo:- "2 0 prestígio do PDS. Nés já havíajaos comentado que o prédio da Edilidade recebeu toda atenção da Administração, ram as diretrizes na Casa, Dc fato, ca está irritando, thyr Mafud,"- sim que muda= 0 problema do energia elétri como muito bem salientou o nobre Vereador Ja as 0 Vereador Valdeniar Zimiani, aparteando: "Esclareço a Vossa Excelência que o problema com a energia hoje foi causado por acidente de serviço havido na Fazenda Cachoeira," - - 0 Vereador João Alexandre Oolombani, prosseguindo:- Agradeço o aparte de V, Exa., nobre Vereador Valdomar Zimiani, - Mas tem acontecido interrupções de energia elétrica de uma foima lamentável, Dc outra parte, eu acho que o Brasil tem que mudar - sou sistema dc administração municipal. Os prefeitos-não podem - enfeixar todo poderio de uma-administração municipcl* Há que -re partir, Há que convocar, Há que procurar somar esforços para● ● âmaia un á iaiça 7 realizar conquistas, portivas e entidades clavsistas» atravás de clubes de serviços, entidades es Quantas coisas n<5s indicamos de utilidade* Quanta coi-sa fica para traz, por falta absoluta de possibilidade, de máquina, de tempo» 3 preciso, realmente, -divi dir, para so buscar uma soma» Por exemplo, a SG^ite chega aqui c falo no velório municipal» Falei, tambám, no I.Iuseu Históritso de Garça. 0 Prefeito poderio chamar um Vereador e dizer: Você vai - presidir uma Comissão encarregada de realizar um- trabalho no sen tido de SC conseguir um Museu Histórico de Garça» S uma forma de dividir» 3-uma forma de nao se enfeixar todo poderio nas mão de uma pessoa» Mas' ou tcniio que agradecer aqui c atenção dos funcio nórios da Prefeitura pelo trabalho que realizar-am no Jardim sãoLucas» Agora, me dizi-’ o Vereador Carlos -Roberto de 01iveira,que cobraram, por esse serviço, das pessoas que tem terreno lá. turalmente, quando a gente indica, nao indica para cortar mato ~ em terrenos de particulares. Poderemos sugex‘ir a Prefeitura para fazer -esse trabalho e cobrar do intere ca á Gue nós estamos Na ■é* ado» Agora, em via-pdbli solicitando a sxecução dosao' so-rviço'’» - — 0’Vereador Carlos Roberto de Oliveira, aparteando: - Já, que V» Bxa» está falando em mato, gostai'ia de lembrar que proximidade do Bosque está um verdadeiro matagal, que impressio na mal os turistas»”- - ít' O oo na 0 Vereador J-oao Alexandre Colombani, prosseguindo: - eu acho que a cidado está precisando de uma tomasua zona perifá Hoje mesmo fala aeroporto* Nao há Neste aspecto, da de posi-çao, principalmente, principalmentc na rica, 3u que sua parto central está bem cuidada, mos de uma placa indicativa para a entrada do placa indicativa, ali, hoje do problema dos correspondentes de jornais, não se vê^^notícias-de Garça na ”Fol-ha de são Paulo” ou no ”0 Es tado de são Paulo”. Bntao, faço danai um apelo aos corresponden tes para que divulguem Garça» Paloi do i^roblcma da localização — do Tiro de Guerra-dc Gor-ça.. Haviam prometido tirar dali e atá _ho je nada aconteceu,” na entrada do aeroporto de Garça» Falamos Um ano inteiro0 Vereador Boanerges do Prado Vianna, buna, disse, -om síntese, o seguinte: Presidente, que hoje assumo» Gostaria aqui do, aspecto de comportamento democrático, mencionar que Garça vivo — ambiente político quo considero -dos mais promissores» F vive, no situação política que mcrcoe ser estudada e analisa oue tem vários as B por isso, ''cho quo atécomo Município, uma lição p£ do fato, um Prefeito aberto até certo ponto aos diálogos. B de certa foima com uma apar*ência de governante popular» Por outro - lado, temos uma Câmara que possuo da ao quo o Executivo -gost-'ria quo tivesse acontecido» podemos nos esquecer que dentro desta Câmara também existe um - equilíbrio mais ou monos oscilante e nao exista uma docilidade — ocupando a tri "Cumprimento também o nobre também ligado ao momento, uma da com cuidado, porque chegamos a uma-situação pcctos benéficos a serem considerados» avançamos ao ponto dc poder darmos, lítica para a situação atual, porque temos, eficiente, realizador, Mesa Diretora altamente liga Mas não - âmaia à iaiça g am e ,^au/í que 0-Executivo, muitac veze-a, encontra em outraa Cosas legislar, tivas* Kas diríaiiios também que no Poder Judiciário iiá uma preaen ça mercante, que nao tinha satisfação de conhecer através de gum trabal-ho. Has que, agora, no parecer.que deu-no processo ns 1066/81, que corre -.pelo cartório do 12 0fício~6 que se refere a ação declaratória que a Prefeitura do líunj-cínio de Garça move con tra a Gamara Municipal d& Garça, tive uma satisfação muito- gran de de ver a lucidez com que 0 ilustre representante do Minist£ - rio pJ.blico disseca luna questão que me -parece de profunda impo-3%- tancia para 0 sistema democrático, porque por brasis afora 0 que existe é uma cojifusão tremenda em matéria de democracia* Trava - -se aqui no RTunicípio de Garça uma luta importante, onde 0 Poder Executivo tenta ultrapassar o -Poder Legislativo, sem ouvir 0 que fala 0 Poder Judiciário* Mas quando se sente .prejudicado corre - ao Judiciário para ouvir- 0 que ele tem para dizer* Então, a ques tão que se põe é essa* k Câmara rejeitou um Projeto de lei oriun do Executivo. 0 Executivo entendeu que a Câmara, ou por ultrapas sar prazo ou -por qualquer motivo, devese ter-se pronunciado a fa vor daquilo que elo queria. ● Desconheceu 0 que a Câmara fez e pr^ mul-gou, B começa a Executar. Nao estamos discutindo os méritos - daquilo-que 0 Projeto tenlia, 0 qual 0 Executivo promulgou motu - próprio. Pode ser até que 0 -mérito seja muito grande. 0 que se - discute aqui é exatamonte aquilo que a:d.ste como semente da tendSneia profundamente autocrática do homem brasileiro, que pode - ser até semelhante a do homem sul-americano, -isto á, 0 de que - ele d democrata quando está fora do poder e cue se converte numtremendo autocrata quando se encontra na Chefia -do Poder Bxecuti vo, porque me lembro quo Francisco de Assis Bosque sempre-trans mitiu uma imagem de homem democrata e homem que dialogava* Então, a atitude de colocar a Câmara completamente alienada é uma marca prafundamente autocrática* líão poderia nunca S* Exa*,-o Prefeito, esquecer, como esqueceu, 0 cue a Câmara fizera* -poderia, isto - sim, e -deveria ter recorrido ao Poder Judiciário. E nesse senti do e que á-forte 0 parecer do ilustre representante do Ministé rio Público. E 0 Município de Garça vive um instante fulguranteda Mstória política. Seria pr-ociso que esse tipo da luta que se trava no campo das idéias fosse divulgado, fosse discutido, fos se explicado* Isso seria, em suma, uma liçã? profun-.a de deaocra cia* E como há pouco se disso aqui-, como o Vereado-r Joao Alexan dre Colombani mencionou que as notícias de Garça quase nao acon tecem nos grandes órgãos noticiosos, seria bom que sc lutasse pa ra quo se divulgasse 0 que -realmonte ocorre nessa luta e se le - vasse aos grandes jornais - a "Folha'’ ou ao "0 Estado" - a inte ressante luta que se trava sm Garça." - -- -- -- -- - - - — 0 Vereador João Alexandre Colombani, aparteando: - "Eu toquei no assunto de jornais de Sao Paulo, porque há um premio, 'om ostímuJLo*- E, mesmo assim, as notícias estão ausentes* - Tem tanta gente querendo ser correspondente c ouem está com esta função a.bsolutamentc não realizada nada, mesmo sondo estimuladopor um pequeno quinhão do Município"* - — al âmaia am a/ èe iaiça 9 0 Vereador Boaner^es do Prado Vianna, x^roose^uindo: "Agradeço o aparto do Vereador Joao Alexandre Coloiabani o conclui ria dizendo; que vale a pena, pola essência dessa questão, que - ela seja mais infornada, mais discutida, e mais debatida". ~ — 0 Vereador Jatlij^r Maíud, ocupando a tribuna, disse, em síntese, o seguinte: "Aproveito o momento do Grande Expedien te pajca retomar a discussão do assunto do auiaento das taxas.' Sob aspecto tácnico, confesso que não devo comentar mais nada, dian te da manifestação do Vereador Boanergos do Prado Vianna, que p_o de ser apontada boje pela Casa como uma profissão de fé no re_s - peito ã lei e, sobretudo, no prestígio do Legislativo. Era um ~ ponto que eu desejava salientar e endosso agora. Nesse episédiodo aumento da taxa, o que se precisa antes de tudo fazer é hon - rar a independência-do Poder Legislativo.- Quando o Prefeito Muni cipal, isolando, esquccondo, alienando aquilo que foi decidido - pela Câmara-Municipal, sancionou por sua alta recreação a lei,- - demo-nstrou que o seu ospírito era, de fato, o de ditador, daqu£ le que não reconJiece a decisão-da Câmara quando ela é contrárinao seu objetivo, ao seu desejo. B nao foi sé nesse episédio que- esta revelação surgiu, Nos outros episídios, nés vimos que até - levou 0 Sr, Prefeito Municipal a fazer declarações ofensivas, até certo ponto, a membros desta Casa, Mas isto está ultrapassado. 0 que 3U desejo salientar é a brilhante manifestação do nosso com panheiro, de prestígio, a dignidade e a indempendência desta Ca^-- sa. Então, eu vou retomar apenas ao aspecto material do problema. Quando fiz a Indicação hoje, solicitando ao Sr. Prefeito que su_s pendesse a cobrança das tarcas, nada mais quis do que impedir di versos problemas que podem surgir, 0 primeiro deles: á qualquerhomem do povo promover uma açao-populaj? contra a Prefeitura para impedí-la de cobrar essas taxas. Consequência: esta ação toria - um andamento tão lento, que não possibilitaria ao munícipe atin gir 0 seu objetivo, que 6 do nao pagar as taxas, pagando o impos to, 0 imposto -é legal* Está de acordo com a lei-, mas que está li gado à taxa, que é-ilegal. Segundo lugar: qualquer um de nós _ de solicitar ao Sr,- Prefeito Municipal, até o -dia 15, que é o - dia do pagamento, que determino a lançadoria que -receba os no^ - sos impostos sem o pagamonto das'taxas. Lesto-roqucrimsnto podesurgir qualquor um dos destes dois resultados, 0 prii-..eiro: a Pre feitura aceitar a nossa solicitação.' Bntao, tudo bem. Nós espera reraos o resultado da açao declaratória de nulidrade do ato da Me sa, Mas pode, tam.bdm, o Sr, Prefeito entender que a cobrança do imposto está ligada a da taxa e que não pode- ser desligada, Podo surgir, então, o mandado de sogurança do munícipe contra a Pre_ - feitura para pagar aquilo que deve, assogurando-se-lhe o direito de não pagar aquilo que não existe loi que proteja o lançamento. Temos ^ estas situações que podem gerar uma dltima: que o muní cipe não tome nenhuma destas providências. B faça outras duas - coisas: pague ou não pague. Pagando, so a ação for indeferida, o Município deverá devolver ao munícipe o que pagou, Se não-pagar, podo ser- executado judicialmente pelo imposto e pela taxa. B o - P£ âmaia e iaiça 10 munícipe poderá alegar que ilegal. Então, nós teroraos pal 0 0 liiunícipe”, ~ nao pagou o iaposto porque a taxa SGüipre um choque entre o poder munici cra P Joao Alexandre Colombani, apartesuido* — Pode 0 arunícipe scr executado apenas pela parto correspondente- ao imposto? Quer dizer: ria que V, 3xa. 0 imposto dissociado d taxas? Bu-gosta opinião pdblica- a respeito”. T 0 Vereador Jatiiyr Mafud, prosseguindo: ”A observa - yo^‘Gador João Alexandre Colombani, foi óti ^ Bu já disse, já cíirmei c continuo afirmando: que não i meu~ intuito levantar a populaqão contra o lançamento; que não á minha intenção levantar uma insurreição contra o pagar^iento das taxas,- Bstou apenas explicando quais são os componentes que podem gerar ai uma situaçao polemica c atá judicial entre o Poder Municipal- e 0 publico, 0 primeiro elemento á este: o muiifcioe, na minha ~ opinião, deve se-dirigir ao Sr, Prefeito Mu:iicipai, -Ine que cobre, que receba o imposto indopendentemente das ta xas, B á matória da minha Indicação, Sr, Prefeito lluni-cipcil determinará ee esclarecesse a çao do V, Bxa ma. ● j no ore solicitandoSe acolliida-a Indicação, a lançadoria nue receba nas 0 imposto e que aguarde a-decisão da justiça a respeito ato anulatório do Ato'da tíesa, Para mim, seria o caminhao mais - lógico, quo nao criaria nenlium choque”, - 0 Vereador Boatiergos do Prado Vianna, aparteando: - uma quGstoo de coercncia, mento, a postoriorL, cie a respeito, brar sem quo o judiciário tivesse quilo que pediu”, O' ap^ - do ”Atd por ^30 foi feita, embora tardia - uma solicitação do judiciário nao teria sentido quo se pronun que a Prefeitura passasse a co SC manifestado a respeito da - ^ ^ Vereador Jathyr Mafud, prosseguindo: ”Bxataracnte, £ uma consideração que iria fazer. 5 muito oportuno o acarte - do V. Bxa,, nobre Vereador Bofuiorges do Prado Vianna, Se'a pró - pria Prefeitura entra com uma açao anulatória do Ato da MesaT - reconhcco que existe o Ato da Mesa e-que este Ato i lee-al, Bn - quanto nao for Esgotado anulado, o tempo ole á legal”. determinado rcgimantalmente segmento dos trabalhos, para - o Sr, Presidento informou a Car- sa que o Vereador Luiz Bottino Junior estará automaticamente ins crito para o Grande Bxpediente da próxima Sessão Ordinári 0 Sr, Presidente, a seguir, ató -esto a, - concedeu a palavra, oe- ao ^0 Vereador Vereador Cahlos Caf-los Roberto Roberto .do do Oliveira, Olfvoira, - pola,ordom,- roquerou a disponsh do Intervalo Regimental. _ Presidente, la ordem, 0 3 consultou a Casa monto verb^ forraulrdo pelo Bdil Carlos R, manifestação favorável do Plenário, proceder a chamada dos Senhores Vereadores Procedida a chamada, nerges do Prado Vianna, sobre o Reauorido Oliveira,e, ante a convidou o Sr. Secretário a para a ORLEM DO DIA - Boa constatou-se a ^ , , - ^Carlos Roberto do Oliveira, Isaias do An drade, Jathyr Mafud, Joao Alexandre Colombani, João Truzzi,-Luíz Bottino Junior, Luiz Gonzaga Conessa, Valdemar Zimiani presença doa seguintes: 0 ● ● ● ● âmaia àe iaiça ]} cm ài ,S^« ,^a4t/í Ari Silva Braga, totalizando doz (10) dos Scniiorcs 3dia. - Tendo havido niíüiero legal, dos trabalhos, foi submetida, inicialmontc Vereadores a urgência contida no Rocuerimento ii2 20/81, do auto ria do Vereador Isaias dc Andrade, ● inserindo cm ^Áta voto de pro fundo pesar pelo falecimento do dr, KarinJio Pundial de Barros. - Ilão tendo havido solicitação de palavras, encerrada a discussão, passou-se à votação' da urgência requerida, tondo a mesma sido - aprovada por unanimidade de votos» Em discussão o ndrito do Re - querimento» - - - ^ para o prossogiiimento - '^í a discussão dos Srs» ÍJao tondo havido solicitoç-ão dc palavras, encorrada a discussão, passou-GQ à votação do Requerimonto ns 20/81, tendo 0 mesmo sido aprovado nor unanimidade de votos. 0 --Sr, Presidente declarou aprovado, por unanimidade de votos, o Requerimento 20/«. ns Bm-discussao a urgência contida no Requerimonto “nS 21/81, de autoria do Vereador João Alexandre Colombani, do ao 3xmo» Sr» Prefeito Municipal informações a respeito do Con curso sobre Pivulgaçao do Município» Mao tendo havido solicita — ção dc-palavrasj encerrada a discussão, passou-se h votação d a- urgência-requerida, tendo a mesma sido aprovada-por unanimidade— de votos» Sm discussão o mdrito do Requerimento» ~-.~---.-~ Não tendo havido solicitaç-ao de palavras, encerrada a discussão, passou-se h votação do Requerimento nS 21/81, tendo 0 mesmo sido aprovado por unanimidade dc votos, 0 -Sr» Presidente declarou aprovado, por unanimidade dc votos, o Roouerimento nS 21/81» J solicitan Em-discussão a urgência contida no Requerimento - n2 22/81, de autoria-do Vereador João Alexandra Colombani, solici - tando ao Exrao, Sr» Prefeito Municipal informações a respeito da possibilidade de sc mudar a sede do Tiro dc Guerra de Garç tendo havido solicitação do palavra Nao /V oncerrada a discussão, pa^ sou-sc h votaçao da urgência requerida, tendo a meama sido -apro vada por unanimidade de-votos» Em discussão o mérito do Requeri¬ mento» solicitação de palavras, Nao tendo havido encerrada a discussão, passou-se h votação do Requerimento nS 22/81, tondo 0 mesmo sido aprovado por unanimidade de votos. 0-Sr. Presidente declarou aprovado, por unanimidade de votos, o Requerimonto 22/81. : n2 Em discussão a urgência contida no Requerimento nS 23/81, dc autoria do Vereador João Alexandre Colombani, inserii^- do em Ata voto de congratulações o aplausos ao sr» Altamiro Go - mes pela sua aposentadoria no serviço pdblico muràcipal. Não "ten do havido solicitação de palavras, encerrada a discussão, p -se ò. votaçao da urgência requerida, tendo a mesma sido aprovada por unanimidade de votos» Em discussão 0 mírito do Requerimento, ílao tfjndo havido solicitação de palavras, a discussão, passou-se h. votação do Requerimento nS 23/81, tando 0 mesmo sido aprovado por unanimidade de votos. 0 Sr» Presidente encerrada âmaia imic âe iaiça \ Z ,^m<í declarou aprovado, por unanimidade de votos, o Requerimento 23/BI. ns~ Bm discussão a urgência contida no Requerimento 24/81, de autoria do Vereador Ari Silva Braga, inserindo em Atavoto de satisfação e aplausos h Padaria Santo Antonio pela inau guração de suas novas instalações. Nao tendo havido solicitaçãode palavras, encerrada a discussão, passou-se à votaçao da urgên cia-requerida, tendo a mesma sido aprovada-por unanimidade de v£ tos. Bra discussão 0 mérito do Requerimento. --------- — rião tendo havido solicitação de palavras, encerrada a discussão, passou-se à votação do Requerimento n2 24/81, tendo o mesmo sido aprovado por unanimidade de votos. 0 -Sr. Presidente n2 declarou aorovado, por unanimidade de votos, o Recuerimento 24/81. n2 Bm discussão a urgência contida no Requerimento nS 25/81, de autoria do Vereaaor Valdemar Zimiani, postulando no - sentido de que seja destacado, em caráter permanente, um soldado para a rodovia SP-294, no ponto cm quo corta 0 perímetro urbanodo distrito de Jafa. ííão tendo havido solicitação de palavras, - encerrada a discussão, passou-se ^ votaçao da urgência requerida, tendo a mesma sido -aprovada por unanimidade do votos. Bm discus são o mérito do Reauerimento. ---------------- — Nao tendo havido solicitação de palavras, encerrada a discussão, passou-se à votação do Requerimento ns 25/81, tendo 0 mesmo sido aprovado por unanimidade do votos. 0 -Sr. Presidente declarou aprovado,por unanimidade de votos, 0 Requerimento 25/81. n2 Bm discussão a urgência contida no Requerimento 26/81, de autoria do Vereador Luía Bottino Junior, solicitando - ao Bxmo. Sr. Prefeito Municipal informações a rcopcito da área - de 4.400 m2, desafotada do imével de uso comum do povo, localiza da no Jardim Hilmar Machado do Oliveira, couíormo provê o §12 da lei n2 1,729/78, do I2 de dezembro do 1978, Nao tendo havido so licitação da palavras, encerrada a discussão, passou-se à vota - çao da urgência-requerida, tendo a mesma sido oprovada-por unani midade de votos, Bm discussão 0 mérito do Requerimento, - — Nao tendo havido solicitação de palavras, encerrada a discussão, passou-se h votação do Requerimento nS 26/81, tendo 0 mesmo sido aprovado por unanimidade de votos. 0 -Sr, Presidente declarou aprovado, por unanimidade de votos,' 0 Ronucrimento 26/81, n2 n2 Bm discussão a urgência contida no Requerimento n2 27/31, de autoria do Vereador Luís Bottino Junior, postulando no sentido de que se faça constar dos Anais da Casa 0 parecer exara do pelo Bxno, Sr, Promotor Páblico da Comarca de Garça no proce^ so nS 1066/80, que -corro polo Cartério do I2 Ofício, referente h ação declaratéria que a Prefeitura Municipal dc Garça move contra a Câmara Municipal de Garça, Ilão tendo havido solicitação de pa lavra, enc-errada a discussão, passou-se ò. votação da urgência-_re querida, tendo a mesma sido aprovada por unanimidade de votos, - ^síT âmaia iaiça ^ 2 an ^áütàí «á k propósito do Requerimento nS Zl/ól, o Sr, Presiden te informou a Casa o seguinte: "i:os termos do Regimento Interno,- 0 Requerimento n2 27/81 nào está sujeito a discussão. Entretanto, para a sua aprovaçao se fazem necessários votos de 2/3 dos Srs.V^ readores-proeontes á Sessão, conforme deteraiina o § 5^ do artigo119 do R.I." 0 Vereador Luiz Bottino, pela ordem: ''Como o Requerí .mento-nãc pode ser-discutido, eu requeiro a V. Bxa, que determine ao Sr. Secretário que faça a leitura do mesmo, para melhor eocla>- recer os Senhoras-Vereadores”. ----- -- 0 Sr. Presidente: "Determino ao Sr. Secretário que - faça a leitura dos termos do referido Requerimento”. - - Apds, ultimada a leitura dos termos do Requerimentoera questão, o Sr. Prosidento esclareceu a Casa: "Para a aprovação do referido Requerimento serão necessários sete votos dos Srs. V_e readores". - „ 0 Vereador Jatliyr Mafud, pola ordem: "Bu pergunto V. Bxa,: Alguia Vereador solicitou a discussão do-Requerimento? 0 Sr, Presidente: "Informo a V,- B::a, que nenhum dos Srs. Vereadores solicitou a discussão do Requerimento", - - - - - 0 Vereador Jatiiyr Kafud: "B V, Bxa, colocou em dis - a «I cussao?". 0 Sr, Presidente: "Nao coloquai em discussão", - - - 0 Vereador Jathyr Msfud: "Bntão, nás vamos aguardarcue V, Bxa, primeiro coloque em discussão", 0 Sr. Presidente: "Comunico a V, Bxa, que ou nao co loque! ^ discussão o porque o R.I, dispõe que não será objeto de discussão Requerirdontos dessa natureza", - -- -- -- - - - - - - ● 0 Vereador J-athyr Mafud: "Qual o dispositivo legal - do R.I, que diz que o Requerimento não está sujeito a discussão?— 0 Sr. Presidente: "Esta Presidência suspendo a Ses - a fim de consultar a Secretaria, objeti - vando-responder a pergunta formulada polo nobro Vereador Jatliyr - Iilafud. Está suspensa a Sossao, por oinco-minutoo", - — — - Bm reabrindo a Sessão, o Sr, Presidente disse:"Res - pondondo a questão do ordem levantada-polo nobre Vereador Jathyr- Líafud, nás gostaríamos de pso desta Presidência ao to da possibilidade Lendo atentamonte o R.I Requerimento cabe sar discutido, Bntão, referido Requerimento", - sao, por cinco *miuutos, osclarcc«’r quo, dc fato, houve um la - ^interpretar o que dispõe- o R.I, a respei- ou nao da discussão do Requerimento cm apreço, ● f chegamos a conclusão de guc o rofe3:ldoou coloco em discussão o 0 Vereador Jatiiyr Mafud, ocupando a tribuna, disse , cm síntese, o seguinte: Saliento apenas a necessidade de -Tir tribuna para. afirmar sue o Requerimento tem um objetivo muito im portanto para a Casa, à que c 0 do fazer constar dos seus anais parecer, já lido pelo Sr, Secretário .e comentado tecnicamente lo Vereador Boanerges do Prado Vianna, anais da Casa, quoles que vieram a 0 B que, se, fizer parte v&ii servir do exemplo a-posteridade, sobretudoocupar as funções que hoje nís exercemos dos da , ● ♦«— âmaia un iaiçu 14 para saberoni de que nds ectivomos, aqui, trabalhando com denodo,- mas, sobretudo, com di-jfpiidado g independência. íl<5s não não subme temos a atos do tipo quo assistimos, com a-sançao de ujn Projeto - de lei rejeitado iiela Oaea. N(5s esperamos que, dc futuro, tais - acontecimentos nao sojam vistos e nem assistidos pela população - garconsG, 3 solicito a todos que votem favoravelmente ao Bequorimonto. íleste sentido, não incluo no meu apelo, como já disso o no bre Vereador Boanerges -do Prado Vianna, -neribum-pedido do exame do mérito da quostão, porque, o márito da questão, estará submetidoao Poder Judiciário. Aquilo que for decidido ser-á obedecido. 0 ci dadão garcense vai atender a decisão legal. Mas, atá lá, I preci so que -0 cidadao gar'cnnso, tambám, seja independente para cxajiii - nar a quostão quo- está proposta om juízo"-. 0 Sr. Presidente: "3u gostaria, ainda, ● esclarecer - os Srs, Vereadores que não está bem explicado, no R.I., a questão da votaçao do reforido Requerime-nto, sem que o mesmo seja submeti^ do a discussão. Contudo, esta Presidência, em sondo liberal o agin do democraticamente, continuará submetendo a discussão dos Srs. - Vereadores o reforido Requerimento". 0 Vereador Luiz Bottino Junior, ocupando a tribuna , disse, em síntese, o seguinte: "Até hoje não sabemos e, provavel mente, nunca ficaremos sabendo o-Porquê da atitude do Sr. Prefei-- to Municipal ao sancionar ama lei rejeitada pela -Cêtoiara Municipal. Aproveitando, ontão, esta abertura de tempo, já-que não ne foi - possível fazer o uso da palavra no Grande Sxpediente, gostaríamos de esclarecer alguns pontos o, inclusive, esclarecerum ponto que surgiu de uma brincadeira do Vereador João Alexandre Colombani, - como assim ele anunciava, ao sc congratular com o nobre Presiden te Isaias do Andrade, por-ter ele-colocado á disposição dos Veroa dores café sobro as mesas. Claro quo foi uma brincadeira, mas, do qualquer forma, -a brincadeira não doixou de ser uma crítica vola^ da a atitude daqueles outros presidentes que antecederam a atualMesa, entre os quais eu no incluo. Vejam que não é fácil, omborapossa parecer uma coisa to.o simples servir café e água aos Srs. - Vereadores em suas mesas, para um Presidente da oposição, como eu fui. Bntão, ou citaria, por exemplo, ● aqui o problema da pintura - da Câmara Municipal, para que os Srs. Vereadores entendam a verda doira situaçao que enfrenta un Presidente con oposição total'. - Nao sé do Executivo, mas de outras facções da cidade. B citaria - alguns fatos* 0 fato da pintura da prépria Câmcira Muiiicipal. Bm dois anos, eu não consegui. 0 Vereador José Carlos de Oliveira Li ma não conseguiu em outros dois anos. B, em trinta dias, um Prosi dente ligado ao Prefeito, consegue uma pintura -total da Câmara Mu nicipal. Citfiria, ta/nbém, o assunto da rádio, que deverá ser abor dado nesta Casa proximeunonte, em que a emissora local pediu, na minlia gestão, um aamento do 355?S no valor das transmissões e, ag£ ro-, com o novo Presidente, o aumento é de 11,65^.- E outros fatos - houveram. Mas vejare, então, a importância do Requerimento, ora em discussão, porque, talvez, a razão do Sr. Prefeito Municipal san cionar a lei rejeitada pela Câmara Municipal resida no seguinte:- ámaia im à7^ 15 0^ .S^o 0 Projeto veio duas vezes a esta Casa, A primeira vez, ele foi r£ jeitado no Plenário e o Sr, Prefeito Municipal aceitou a rejeição da Câmara, Na segunda voz,● o Projeto não chegou ao Plenário, por que ac Conissões já entcndiaiii que, se rejeitado há trinta dias - atrás, esse Projeto nao devia tomar o tempo dos Srs, Vereadores e deram po.rocer contrário, para qus ele nac fosse discutido novamen te, 0 Presidente, seguindo- a lei, sá poderia fazer uma coisa, den tro da lei; comuni-car o Sr, Prefeito Municipal a. rejeição, Agora, 0 Presidente poderia, simplesmente, ignorar o parocor das Comis sões 6 deixar que o Projeto fosse aprovado -por decurso do prazo,- IJas ele estaria faltando com a lei. Vejam que nao 6 fácil um Pre sidente apor sua assinatura contrariando a vontade do Sxecutivo e contrariando a vonto-do de muito dos Srs, Vereaílores e encaminharum ofício ao Sr, Pral-oito Municipal, comunicando a rejeição do - Projeto. Baseado em que? Bm três assinaturas, A do Presidente, a do Vereador João Truzzi e do Vereador Ari Silva Braga* B daí, tal vez, a revolta do Prefeito, porque a primeira vez ele aceitou a rejeição, quaiido ela foi feita por maioiáa dos srs, membros* B - da segunda vez, talvez, pesando que o Presidente estivesse isolan do e quase sozinho, o Prefeito sancionou a leii- Daí a importância do parecer do Sr* Promotor Pdblico, que demonstra o erro do Sr. - Prefeito Municipal c o acerto da nossa atitude, E isso, para aõs^ á reconfortante, 0 desdobramento, daqui para frente,- se os mur^íci pes pagarão ou não os impostos,- não-se sabe, Vejam^que ninguám- - está se lembrando do povo, poroue aqueles contribuintos com mai - res recursos, com advogados a sua disposição e os práprios advoga dos poderão entrar com mandado de gurança, Mas eu pergunto: e - aqueles contribuintes de monor recurso?. Daí a importância da In^ so dicaçao formulada-polo nobre Vereador Jatliyr Mafud, a qual deveria ser atendida imediatamonte pelo Sr, Prefeito Murácipal, qual seja a suspensão do pagamento, atá que se decidisse -se é lícito ou não a cobiança dessas taxas. Daí a importância de que esso parecer - consto dos onais da Casa, para, como disse o Vereador Jotliyr Ma - fude, ● nortear, inclusivo, procedimentos futuros de outros legisla dores. Nesse sentido 6 que peço, que todos os Srs* Vorcadoros vo tem favorável a inclusão nos anais da Casa desso parocor, para - mostrar, inclusive, que a Câmara toda está coeoaj tentando res- - guardar os seus intereosos, a sua, força e a sua^independencia", - 0 Vereador Carlos Roberto do Oliveira, ocupando a - tribuna, disse, cm síntese, o seguinte: "'Ocupo a'tribuna somentoP'’ro. justificar o mou voto com relação ao Requerimento n2 27/81,- que será favorável a sua aprovação, porqu,e entendo que falhou ● o Poder Executivo cm não obedecer-a rejeição de umi Projeto de lei - pela Gamara Municipal de Gsrç<a'’, - - - — 0 Vereador Boaíicrges do Prado Viaina, ocupando a tribuna, disse, em síietesc, o seguinte:-"Pazer-constar ou não nos an.ais da Casa de um parocor da Promotoida Pública,-num processo - em andamento, 6 ato que mc paroceria at-5 do rotina.» Vejam que nós ela própria, rcconhe do cotas, de sentenças e atá - temos uma lei de imprensa muito sevor*a, ce que a publicaça.o de parecer mas, c o o ^ âmaia iintc âe iaiça 1 S d.Q arrazoados era procer.so judici?JL que nao torJia-si,3;ilo de justi ça, pode ser feita noa jornaisi Nao constitui crima de imprensa*- Ora., se a Câmara c Casas de lois, nada mais justo que dos seus - anais, a pedido de um dos seus Vorcador-cs ou de vários Vereadores, conste 0 parecer, que fala muito da dignidade do práprio Poder Le gislativo, porque, vejani os Senhores, nao se trata de um Vereador que tenha-sido, de alsvima forma, dosatendido pelo Sr, Prefeito - Municipal, Poi ura Poder Legislativo, como um todo, quo foi desa - tendido pelo Executivo, Ora, quando um promotor Páblico diz que o procedimento do Executivo não foi correto, cu entendo que a Casa, por uma medida do -coarôncia, devo fazer constar dos anais, porque cie está dizendo que ola tem razão dc existir, S por isso á que o Requerimento deve ser aprovado por cada Vereador lácido desta C3— sa-'. - Nao tondo havido mais solicitaç-ao de palavras, oncer rada a discussão, passou-se h. votação do Rcquaii.mento nS 27/81, - tondo 0 mesmo sido aprovado por unanimidade de votos, 0 -Sr* Presi dente declarou aprovado, por unanimidade de votos, o Requerimento ns 27/81. -● Ef diante do acima exposto, o Sr, Presidente determ^ nott que se transcrevesse, na Ata, o parecer exarado pelo Sxmo.Sr, dr. Promotor Público da Comarca do Garça no processo u2 1066/80 , que corre pelo Cartório do'12 Ofício, referente ^ açao declaratória que a PrefeituraMunicipal do Garç-a movo contra a. Câmara Muni oipal do Garça, em sou inteiro teor, que se constitui no soguin - tes ■'MII-íISTSRIO PÜ3LIC0 DC ESPADO DE SAO PAULO - Promotoria pública de Garça - Processo n2 1066/81 - 12 Ofício - Ação de clatória --Prefeitura Municipal do Garça x Cânara Municipal de Garça - líM, Juiz de Direito: 1, A Prefeitura Municipal de Garça - intentou a. presente açao dcclaratória contra ato da mesa diretora da B» Cêiii.- .1 Municipal local, visando e. declaração judicial da nu lidade do despacho lançado pelo Senhor Presidente do Legislativo, no Processe CM 718/80,-0 ato do legislativo seria nulo, na opi - nião da A., porque tczrla violado a regra prevista no artigo 28 da Lei Orgâjiica dos Municípios, que determina a trojiiitação por todas as comissãos legislativas raunicipais antes do ser rejeitado um - projeto, quaiido o do caso dos autos o foi após os pareceres de - apenas duas comissões. Ainda,- teria o Sr» Presidente da Câmara - vilado 0 artigo 38, §■ 72, V quo determina a permanência máxima - de 18 dias dos procedimentos legislativos nas comissões, findo o qual 0 projoto-deveria. ser incluido na ordem do-dia da primeira - sessão ordinária. Segundo a A,, o requerido teria prorrogado prazo-da comi-ssao do justiça, vencido em 6/ll/SO, para 20/11/80 - ( fls, 41), quando deveria ter submetido a vota^;ão em-10/11/80 - (li sessão ordinária próxima). Por último, teria o Sr, Presiden te da Câmara violado- a regra do atribuição ao prorrogar o prazo - da- comissão, contrariando o artigo 38 do regimento interno, fls, 51* 2, Ant claratória, preferiu, o contudo, do Sr, Prefeito propor a presente açao de com base no p.arecor de fls. 52/55 dos srs,- Idmaia â i<ziç<l j ^ wm e áí ,0au^ procuradores municipais, sancionar e promul transíormndno o projeto rejeitado pela Câaiara, (fls. -56)* 0 argiuasnto utilizado pela Procuradoria Jurídica quer crer que o -projeto de lei toria sido aprovado-pjor decurso de pz'ar- 30, visto que não fora apreciado ein tempo háoil (fls*54)Vê-se - que a via judicial foi utilizada ap(5s a promulgação da lei. 5 oque se pede é a nulidade do despaclio do Sr, Presidente para que o diploma legal seja aprovado por decurso do prazo., .Bm-suma, pede- -se a declaração judicial de ato já declarado pelo Sr, Prefeito - Municipal. Ao sancio:--.ar e promulgar a Lei Municipal, com base na nulidade do ato legislativo, a declaração -que se pede, sua finali de, já se encontra perfei-ta, A verdade 4 oue o Sr, Prefeito não - podoria sancionar a lei' que a Câmara Municipal rejeitou, sem ter recorrido ao-Poder-Judeiário, para obter a declaração de nulidade do ato do Sr, Presidente do Legislativo, Pizer que houve decursode prazoG, com base no arti^ 26, § 32 da Lei Orgardea dos Municí pios ter sancionado a Lei não 4 correto, A Câmara se manifestou - tempestivamente a respeito do projeto e o rejeitou.', Se a rejeição do projeto 4 ilegal, pelos motivos apontados na iidcial, daveriam estes terem sido submetido a apreciação do Judiciário, para análi se das ilegalidades, A este Poder cabería, negar efeito ao ato do Presidente do Legislativo e nunca ao Sr, quando muito, no caso dos autos, sentido; "0 Executivo podo, que se impõe ao administrador, por ela próprio praticados. Igual faculdade 4 reconliecida em favoi da Câmara, Todavia, tratando-se de lei, que 4 um ato complexo, 4 vedado ao Prefeito erigin-se em árbitro de rejeição do projeto la Câmara e negar-lhe qualquer efeito, na elaboração das leis mu nicipais, 0 ato só se aperfeiçoa com a conjugação das vontades do Prefaito e^da Câmara, No caso inexiste taJL concurso, A rejeição,- enquanto não for anulada pelo Poder Judiciário, vale como obstácu lo intransponível para o Prefeito sancionar a lei',’, A ementa do acórdão acima referido 4, ainda, mais taxativa: ”HA0 PODE DO PRB PEITO MUínECIPAL CONVERTER BI'.I LEI PROJETO QUE FfVIOU i CÍMARA I4UNI CIPAL B-POI POR ESTA REJEITADO" (Ag. Petição -210.893 - Salto -RDP 21/251), Pelos motivos expostos, condiçoes da açao: ção, Chiüvenda declarou órgãos jurisdicionais 0 au'bor sofre um dano", está contida a necessidade do uso dos meios, 6 o trabaI.ho dos órgãos jurisdicionais nao devam sor gastos quan do sua atividade nao for necessário k proteção' do um direito, Do vo-se considerar que uüi dos problemas quase universais 4 0 da mo rosidade dos serviços judiciais; a essa demora decorra geralmsnte do grande námoro de causas, Assiia, para atendimento dos que roalmente necessitam da prcaeção judicial deve se afastai' a pretensão dos^quo-poderiam realizar 0 sou direito som intervenção daquelss- órgaos", (in Celso Agrícola/Barbi, Comentários ao Código de Proces so Civil, I vol, Tomo I, página 49, li edição, vol 08423), 3e a a Lei n2 1834/30,- em Lei MurJ-cipal - gar Chefe do Executivo, ou - a procuradores"municipais. Neste com base no princípio da legalidade,- roconhecer o não validade dos atos entendemos que 4 ausente uma das 0 interesse de agir. -Ao conceituar esta condiconsisitir em que sem a intei'venção d No conceito supra - É óbvio que "c tempo âmaia wm âe iaiça 18 .S^ necessidade judicial existia, ção judicial 6 inc5cua, lei, prdprio, estão a salvos, visto que a ele interessava sua vigência, 0 que ocorreu. Tendo a cadeia de ?tos se aperfeiçoado em lei, não pode o <5rgao jurisdicional doclar-ar le."al o ato do executivo e ilo gal 0 do legislativo, do vez- que a constitucionalidado ou incons titucionalidodc do lei municipal possui procedimento prdprio, sen do inadifiissível a ação para declarar sobre lei em abstrato. A ma tdrla erguida pelo Cliefo do Sxecutivo Kunicipal podo da para dof-osa -em possível lidado ou qualquer ação que seu ato dc promulgação, com a promulgação da lei, a declara ao ato anterior. Promulgada através de seu ato -- em relaça© os efeitos queridos polo Sr, prefeito, a ser utilizaaçao de representação dc constituciona a Cariiara Municipal intentar contra - ma.a nunca como matéria de axitor, porque - nao h.ã direito a ser amparajâo, Ê a opinião deste (5rgão, portanto, que 0 processo cm-pauta na.o deva prosseg^uir, devendo ser indeferi da a petição inicial, III, com base no artigo 295, III e 295, § Ünico, visto que a carência do interesso processual, no-caso, vem acompanhada da falta da po di, S«M,J, Garça, 4 de fevereiro de 1981, Eicardo José Negrão No gueira. Promotor Pitblico‘', em regra, como ss ibilidado jurídica do pe ■ Terminados os trabalhos constantes da. palita da Ordem do Pia, 0 Sr, Presidente, om prosseguimento aos trabalhos, conce deu a palavra aos Sc-uhoros Vor-eadores em 3IPLI0AÇA0 PESSOAL. - 0 Vereador Carlos Roberto de Oliveira, ocupando a tribuna, disse, em síntese, o seguinte: para esclarecer o meu voto favorável Quando ocupei a tribunarao Reaucrimonto n2 27/81, de autoria do nobre Vereador Luiz Bo-btino Junior, citava uma falha - do Poder Executivo era não atender a uiiia rojeiçao de um Projeto do sem que, contudo, tivesse intenção de criticar mas apenas o meu intuito foi valorizarlei por esta Casa, 0 Sr, Prefeito Muriicipal, o Poder Legislativo e dc defender os interesses- da populacao mais carente, como muito bom s-aiontou o Vereador Luí Também ocupo Bottino Junior, tribuna para fazer um rápido comentário a respeito dos matos que vicejara nos terrenos baldios existente dado, principalmente cm sua zona periférica, inclusive, Colombani, nos baldios. na nossa ciVários Vereadores, - 0 líder da bancada do PMPB, Vereador João Alexandre - vem sempre criticando a falta de limpeza nestes torre- - Assim, faço um apoio ao Sr* Prefeito Municipal no sentido de que 3, Exa, doteimiiiG a execução de serviços, que seja pelo sistema dc mutirão. mesmo objetivando a eliminação dos ma tos dos referidos bairros, Lcmibro que nas proximidades do Bosque- Municipal, recanto cssencialmcnte -burístico,- existe um matagal, - que causa um aspecto negativo aos turistas quo nos visitam". 0 Vereador Jathyr M.afud, ora síntese, o seguinte: ocupando a tribuna, dis Aproveito o momenta da Explicação Pessoal para terrarnar uma apresentaçao do problema que ou vinha fa.zendo,- quo acho que eetá bastante discutido c que vaiaria apen momento, frisar um aspecto muito importante abordado aqui muito - recentemente. Vejam quo eu reconheço, sem falsa modéstia, que rainha Indicação ao Sr, Prefeito Municipal tem um objetivo muito - se nestea âmaia â iaiça im 19 3rando, que 6, cxatnijiente, dc atender a camada da população quo - nao tem condições do pleitear ao Judiciário o sou- direito de nãopa/rar a taxa, devido ao aumento -som lei. Como dizia o nobre Veroa dor Luiz Bottino Juirlor, uma pequena camada da, população mais fa vorecida podo contr.”tar advogados. Uma outra 6 constituida dos -● próprios advogados, A outra caQiada dispõo do -advogados dc família, Mas há luna camada da população, esta maior, que não ó uma coisa - nem outra, nem 6 advogado o nem é favorecida pela sorte. Bsta ca mada estaria qunso impossibilitada de pleitear ao Judeiário. E - iria pF^ar a taxa juntomento com o imposto. Ou não iria pagar iria sofror a.s consequências de uma execução, Vejan que o Sr, Pre feito 1,’íunicipal podo, com uma simples penada, solucionar não o - problema dc uma poquena camada, favorecidapela sorto, mas de umagrande classe da população, que nao tem condições de pleitear no J-udiciárlo, Basta que o Sr, Prefeito Municipal atenda a Indicação que eu fiz hoje, de suspender provisoritimonte a. cobrança das ta - xas", - -Ze Nao tendo havido mais oradores inscritos em EXPLICAÇAO PESSOAL, 0 Sr, Presido nome de DEUS, declarou encerra- da a presente Sessão Ord^ápi ci- , Secretário, lavrei a a ^bscrevi, juntamente com o Sr, Eu, presente Ata, fiz dn.tilog^ Presidente, ------