| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 36 |
| Date | 1980-11-03 |
| native_id | 2005 |
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1
de tdaiça // âm.oia unictpM
afí Mu/o 93
ítíf- ■it {
OMAR/i r.lUNICIPAL uARÇA .
36 a S^SSÃP ORRINi^RIA, RrIlI^:DA -^TV' 3 DR NOV^-^BRC D"? 19§Í)-'/qÍ
PR^SID^NT^Ss LUIZ 3CTTINC JUNIOR
JOÃO TRUZZI ^
5RCRRTÃRI05: CARLOS R03-RTG DR OLTVUIRA (
JOÃO ALRXAUDRR COLOMBAÍÍI ”ad hoc'^-~
No horário r'’giní«n1;al5 f^ita a chamada dos senhoras v^r-adoras,
constatou-S9 a pr«spnça dos sp.guintps: Carlos Rob-^i'to do Oliveira,
João Alexandre Colombani, Joao Truzij
Luiz Carlos B^llino, Luiz Gonzaga Ccn^^ssa, Luiz_
Vilson por^ira Ramos p Jri Silva Braga, -
senhores ver'^adores. - -- -- -- -- -
Isaias de Andrade, jathyr Nafud,
Luiz Bottino Junior,
Yamauchi, Valdemar Zi/niani,
numi total de 12 (dose) do
ríav^ndo núm-^ro l«gal, c sr. Presidente, em. norne de Lous,^decla
rou abe‘íto os trabalhos da presente sessão colocando «m discuss'ao as
Atas das sessões extraordinárias re.alizad^^_jii.a^23' de outubro e 25 de
outubrc, assim como a Ata da 35i sessão ordinária, realizada «m 27 de
outubro de I98O. Kao havendo solicitação d^ palavra, 0 sr. Presidente
encerrou a discussão e submeteu as Atas em Votação, sendo aprovadas -
por unanimidade de votos, C sr. Presidente declarou aprovadas, por -
unanimidade de votos, as Atas das 4â sessão extraordinária, 5& sessão
extraordinária e 35a sessão ordinária. --------------
A seguir, convidou 0 sr. Secretarie a dar conta do BXFBDI”NTR_
RRCBBIDC DC S^IMiOR PRPPUITO WS ICIPAL.
C sr. Secretário deu conhecimento do seguinte?
Oficio n9 454/80 encamirJiando cópia da iei municipal n9 182/8O
devidam^^nte sancionada " ,..romulgada. - -- -- -- - - - - - - - -
C sr. Pr^side.nt'’ convidou, o sr. Secretário a procecl^^r a leitu
ra do BXPBDIRNT^ R^^C^BIDC DIVERSOS.
O sr. Secretário d^'U conta io seguinte: _
Ofício do Lions Clube, de Garça, acusando 0 recebimento d« có -
pia do Requerimento ns I39/8O. - -- -- -- -- -- -- - - -- - - -
do dr. Rom“u AntuneS de Abreu., diretor da -
respondendo 30 Requerimento n2 133/80.
ostadü de Sse Paulo, soli-
>
o
Ofício n° 1.580/80
48a Circunscriçã0 d° Transito,
Circular da União dos Vereadores do w
citando contribuição anual nc valor de Crí 4.149
Circular da Câmara Municipal de Assis, convidando par^á reunião
sobre aposentadoria dos vereadores. -
Circo-lar da Câmara Municipal d« Lins solicitando apoio ao R« -
querimento n? 319/80 daquele Legislativo. -
Telegrama do deputado fetavio Torrecila, comunicando 0 recebi
mento, pela Gamara Federal, de projeto de lei sobre contagem reciproc-a para os servidores públicos. -
,50.
I
l
Circular da CSmara ;’unicipal de Firaju, solicitando apoio ao
Requerimento n2 43/80. -------------------
Bsgotada a mataria do "^xpediente. Recebido de Liversos,
Fre.sid-nte solicitou ao sr. Secretário a leitura
0 sr. -
do RXFMLI^NT^ AFRR -
SENTADO
0
PRLCS
sr. Secretário
3"?UK0EUS V^RUALCR^^S.
deu conta dc
seguinte?
Requerimento nS 140/80, do
rindo em Ata voto d“ congratulações ao
Devido a urgência contida no Requerimento, 0
terminou 0 seu enca.min.hamento
sr. Joao Alexandre Colombani, inseTeatro Amador de Garça. - -
sr. Presidente de
h Orde.m do Dia da ore.sente sessão. - —
âmaia wntc
,^ão
R«qu"ri/n«nto n2 l4l/30, do sr. Luiz Bottino Junior, solicitando
infí/i f.,jção ao sr. Fr®f‘^ito r'!unicipal sobr»^ os torrpncs da faixa d? intograçio. ----------------------------- -
virtude* da uri^ncia contida na propositura, o sr. Frpsid«;\ -
te a nc aninhou-a h Ovdefô do Dia da prosentp s^-ssão. - - - - - - - - - -
Indicação ns 200/80.. do sr. Vaide^mar Zimiani, rpivindicande a -
instalação do um parque infantil no Centro Comunitário de Jafa. - - -
0 sr. Fr'^sid'nt« d^^termincu o envio da Indicação n9 200/80, ao
sr, Pre^f^ito Municipal. - -- -- -- -- -- -- -- -- - - - - - —
f?ncerrad.-a a leitura do Pxpadiente Apr*^3cntaü0 pelos Sonl.ores Ve
reador^^s, não havendo orac.oros inscritos no Pequeno Bxpediente, o sr.-
Presidente d''fer.iu a palavra no GRArD"” '^XP'^DI'^KTB. - - - - - - - - - -
0 sr. Luiz Bottino Junior, com a palavra, leu inicialípente notí
cia publicada pela "Comarca de C-arça" sobre a instalação d*-* destilaria
dr álcool no -T^unicípio. Pp.diu que todos observassp.m a diferença do cus
to de implantação de.sta destilaria hoje e quando fei levantado o assu|i
to aqui na Câmara, sem encontrar nenhuma r^^ssonancia junto as autorida
des e também a Cooperâtiva dos Caf-^icultor^s. Ap^^nas para ilustrar a -
situação *^m qu*’ se encontra a nossa economia, baseada na caf «icultura,
lembrou que há S"is meses foram vendidas sacas de caf<^ at" por seis
mil cruzeiros, Agora, seis meses d«^pois, com um í.niice inflacionário -
superior a 505^, a saco dev-^ria custar 9 mil cruzeiros e todavia, não ~
atinge nem mesmo os seis mil cruzeiros de l80 dias -:trás. Logo, a descapitalizQção dc r^unicípio e do cafeicultor, egtá torno de 50 por -
cento. 0 custo da usina, que. na peoca não chegaria a 300 milhões de cri;
zeiros, já atinge g ^.01 billiãó e 500 milhões. A ca^,a dia que passa, va
mos ficando mais distantes da usina « mais caótica fica o situação do_
cafeicultoí*. B com a agravante um possível zoneamento para 0 plan -
tio da cana de açúcar. ------------------------
C sr. João Alexandre Coiombani, aparteando' A respeite do Pro -
álcool, quanto mais leio, monos entendo. C Bra'.>il podoria estar rodandc totalmente com s^us veículos a álcool e nãc .est.á. Ate' em restrições
já se fala. Será porque a potrobrás já rendeu este ano 23 bilhões de -
cruzeiros? Garça dev^-ris ter entrado firme nc aosunto e quem sabe hoje
nãc estaria nvima situação bem meliior. - -- -- -- - - - - - - - - -
C sr. Luiz Bottino Junior, prosseguindo, disse qu" 0 álcool e 0
combustível do futuro, i a alternativa brasileira para substituir o pe
tróleo. T’Ias, dificilmente conseguiremos a instalação dessa usina. Que_ a Cooperativa faça isso e conquiste 0 que não censegoimos. Insistimos
aqui para que os agricultores e os pecuaristas se interessem pela ins
talação da usina, porque hoje pm lavoura de cafe', quem e stá empatando,
está ga-hzando, "^m outras regiões ond« a cana está sendo implantada,
existe mais dinamismo de sua economia, com a abertura de novas frentes
de trabalho., -b .J^ovem garcense nãc tem alternativa e tem que sair da ci
dade em busca d” outras opções de tr.abalho. Hoje somos uma cidade movi
mentado apenas en; vésperas de feriados ou de fins d" semana prolonga -
dos, Quando falamos e^ destilaria de álcool, proe\^ávamos solucionar -
este problema. ^ pregamios no vazio. Hoje fazeracs este pronunciarae.nto -
p.arc sensibilizar os nossos ogr: cultores para que reforcem o empreendí
meuto liderado p^la Cooperativa, r que o sr. Prefeite também colabore.
Adí^iinistrar n.jo é só e/nbele.-,ar a cidade, Hão qu" isto seja 3upe'rfluo .
C importante, nc momento, para no..so T^unicípio ^ 3 industrialização, -
para evitar qu.e fiquemos sempre no nivel de ci.lade média. Temos que fu
gir desta predestinação de "cidade dormitório, "á importante qu« s® fa-
èe ■vsiHr âmaia untc 95
ya algo d*' maior profundidado pola cidade,
cipal nada conseguir
fflTidcm as dir'^trizes.
3.^ a ad.minÍ3traçao /r.unia.iui ■^m t^^rmos d~ industrialização, que se
preciso que todos so interessem p^lo assujito.
0 sr. Joãc i^lexandre Colombani, aparteando; C assunto e de mui
Garça teria a possibilidade’ de oferecer d« 300 a
mpregos por anos. tias e o memento preciso, embora se tenha cri
o Legislativo, pois há o int^-
tao legisloburas.
400
ado uma barreira entre o '"xecutivo O
rescR na descentralização industrial. -
Luiz Bottino Juniorj prosseguindo,
X^roblrma do distanciamento entre c Bxecutivo ® o
sa ideird da destilaria có não foi avante,
ser conseguido, sem o apoio oficial,
iniciais sao fáceis. Quande o agricultor t“m que. dsr suas terras
penhcG, para garantir o financiamento,
poca comentava-oe que. a destilaria
0 prefeito e 0 presidente da Câmara,
firmam que esta seria a razão. Se este foi o motivo, e.le não
Teremos no máximo mais quatro sessões e
disse que. séndo abordado
Legislativo, a nosporque e um inestimento ^
As reuniões
0
levado e difícil de
em
tudo torne-se difícil. Ka «-
náo sairi.a per de.sav«nças entre_ T-io acreditamos, mas muitos axiste.
no retorno do recesso, con
taremos com um novo presidente dirigindo a Casa. Conforme
pectivas, 0 próximo presidente será um homem do
Logo este é 0 momento exato para que todos se lancem^
ta idéia. G sr. Prefeito .flunicipal que
Campanhas, deveria e
as pers -
esquema do prefeito,
atirem nes
já foi vitorioso em tantas -
se
precisa se lançar de. corpo e alma nesta campa
nha. no tempo do mandato que nos re.sta, também
trnpalhar, nunca, porque em última análise,
rios e seremos beneficiados diretos
vamos auxiliar. Atambém somos proprietápela destilaria. Que os homens
principalraonte. a Coopees de coi‘.cretisar a meque detem o pod-^r se empenhem pelo assunto,
rativa e a prefeitura. Sá elas terio condiçõ
dida-. Os vereadores que lutam, ao lado do prefeito,
m.eu pedido. Nos seus contatos políticos,
levem a «le est»
le cocisiga realizar -
este. trab.alho. Lutem e obtenham aquilo que nos nso c ensegui-mos. - -
que
C sr. Carlos Roberto de Oliveira, com a palavra - Acompanhando
atentamente os pronunciamentos feitos p^lo presidente da
to-me feliz, perque le..mbrou,no momentr
álcool seria o ideal,
para os rossos jovens ° chefes de famílias,
guirem para cidades viziiiias a busca d«
er;'. épocas de eleição, muitos prometeram,
atual prefeito, que se eleito fosse,
n
sasa, sincerto, que uma destilaria de
Nosso i''iuiicípic está co.m uo.a falta de emprego
que sac obrigados a seserviço. Nós leabramcs que.
m palanques, inclusive o
traria indústrias para Garça .
onde estão as industrias? Le certo segvíir-im para Bauru ou Warí.lia.
Já sugeri ao sr. prefeito para divulgar meliior o litinicípio junto a
grande imprensa, sebre as vantagens
fomos atendidos. Inf«liz/nente , existe
soas, proprietários de várias fazendas,
industrial competitiva c om a rural,
mos um distrito industrial há 4 anos,
■^ra Garça não há o mínimo interesse d"
a
concedidas as indústrias. Nao -
na cidade, meia dúzia de pes
qup julga ser a mão d® obra
que trabalha quase dp. graça.
se.m qualque.r infra-estrutura,
se trazer indústria, porque -
se tem medo de tirar o coitado qu° trabalha d” graça na lavoura,
trabalhando por Ci^ 150,00 por dia. - - - _ -
C sr. Jathyr Tafud, aparteando - Acho qu
ao exagero da demagogia cora o trabalhador rural para defender o
ponto de vista.
Te
V. "^xa. nao deve ir
seu
Cite quem .aga no comercio mais do que o agricultor?
prosseguindo - Nao faço dema
eu sinto no meu peito. --------
et
0 sr. Carlos Roberto de Oliveira,
gogia. r que eu falo e' o que
mnaia mu âe 9()
C sr. Jçttnyr Fafud, afrarteiarido - Cndís ostí laltando sarviço ^
na cidade, Dizpr oy.f'. 0 agricultor caga pouco á demagogia, - - - - _
0 sr. Carlos Roberto d^ Oliveira,
exist“ rn«ia dúzia d°
cidad"
prosseguindo - Infelizmente
pp.--soas que nao quer«m a inàustrializaçao da -
C Si'. Jathyr ?'afud, apart'^ando - V. '^xa. niáo tem coragem «m ci
tsor 0 noíüe de fazendeiros que empregam peqyoas de graça. Dessa for
ma atinge a toda a clusse dos agricultores.
r sr, Carlos Roberto d
rc dizer «
r.tendido do V'’i'eu-dor " que nãc tendo se
pio, 0 pessoal da lavoura e obrigado a trabalhar por CKí 150,00.
C-arça tivesse oiais 3 ou 4 indústrias, 0 nivel seria maior. - -
C sr. Joao .ruzzij ai.arteando - Infelismente está faltando mão
de obra na zona rural « nós pagamos bem. -------------
0 sr. Carlrs Roberto de Oliveira,
que £ solução deveria partir dc sr.
dústrias e apoiando as jó existentes.
C sr, Isai.j ; de Andrade, aparteando - Na nossa regiio agrícola,
os trabalhadores ganham 0 dobro do que V. ""xa. afirmou, com direito
a casa, luz, água, lenha « leite. ---------
0 sr. Carlos Roberto de C] iveir.;, finalizando -
deve l°var ess^s que ganham Cr?
priedade.
Oliveira, prosseguindo - C que eu quea falta de trabalho e terrível. Queria citar qu^
rviço e/n nosso T"unicí -
TO 0 -
.'.IG X
n
Se
prosseguindo - Cntao eu acho
Prefoito riroiicipal, trazendo in
■^ntac V. ”xa.-
150,00 para trabalharem «m. sua pro -
0 sr. Joac Alexandre. Cclombani, crm a palavra - C vereador
Luiz Bottinc Junior, disse aqui da tribuna èe
ressa a todos ncs.
Iho, ele en:;, olga a
Jathyr THafud, Cstamos
da, a nuo ser para
ra um diálogo, para um. semin
\m assunto qu" intequiando se fala em melhoria do mercado d® trabatodos nós. Continuo com as idéias do vereador -
nvima caixa se/r; ressonância. Ninguém nos aborrelaiar seus problemas. Chamar os vereadores pa
io de debates, nada disso é faito.
0 qu.e ocorre nesse pais, onde 3 política suplanta a tudo.
país mergulnado numa crise d® corrupção qu" não te/n paralelo na nos
sa história, Se esbamos neste lodaçal de
se todos os municípios atravessai/; «sses problemas,
diferente. Nao ssòa.moa sonhando com
dústrias ficarão
●r^
tr-' Ste
corrupção e pornografia, -
Garça não s erma
grandes coisas. As grandes in -
sempre reservadas para 0 eixo Rio-São Paulo. - - -
0 sr. Cârlos Robetto d" Oliveira, aparteando - Ká poucos meses
instalaria um abatedouro d" fran -
Pro/nissão. Seria desintersse. das
atrv'S, noticiou-se qu.e 0 Frigus
£03 e/n Ggrça e parece cjue fci para
autoridades? -
C sr. Joao Alexandre Colombani,
riaico, é lamentável. Voltando ao assunto,
está sendo aniqi.;ilado l-ntô.mente.
acordo com a realidade. ” hcje,
min^vel indústria dc acordo trab
muitos aborrecimentos à lavoura,
f sr. Carlos Roberto de
que 0 rúricola trabalho
4,000,00 por mós.
prosseguindo - Se isto for vencho que 0 cafeicultor -
Ninguém taaballn de graça. Ganha_ por tudo isto, já se forma a abo
a.l.hista no Forum l'Cal. Icto trá.-: -
/ - .
ce
Oliveira, aparteando - Quando cibei porque não recebe mais d» Cr^..
filhos, dá para viver? - - - - _
prosseguindo - Quem estabeloce
já se oferece 1/cais bons -
xiste mais diferença hoje,
A verdade 4
tie graça
Com muliier e
0 sr. Joao Alexandre Colombani,
a política salarial não s-mos nós, Koj
de trabalho na zona rural. Nao
padrão de vida na zona rural é multo bom.
n
● ● ●
n
pois 0
qv n
O nosso
âm.oía untcc\ 97
Mu
â-^spntenàirac^nto com o prí^f-^ito ^ noutra ár«a. A esta altura a cidaâe àpvnria <= star caminhando toda junta. T^a':’, não vamos Vf’r nosso so
niio «ffl Qat'^ria d« indústrias realizado. sessão d’' 15 diss atrás,
"herdei sobr^’ a J.ARI - Ju.ta Administrativa do Kocursos o Infra -
çÕpSj para que o povo tomasse conli^^cimonto d^sse orgão. Levantamos
o prcbloma <?. sabemos qu^ d^sdo 1973 “la ^stl constituída o nio sa -
biamos qro faziamos part" da mosma. Ileste espaçe âp 7 anoSk nunca_ fomos convocados para npiihuma reunião. N^m s^i da sistemática do -
funcionamonto da JARI. Rsoeramos uma convocação, para a devida nx -
plicaçao sobro 0 assunto. Aerad^ço a autoridade policial que nos
respondeu co.m presteza, para fianlizar, como ten sido tao pouco 0 a-
"radecimento ao nosso trab.alho, registro 0 fifícic do.Lions p^la a
pr."vação de requerimento aplaudindo a realização do VII Seminário -
Leonístico. Tudo que so.m.-; é importa.te. 0 «stimulc é prazeroso. -
r sr. Vald-mar Zimiani, co.m a palavra - Bom seria para Garça -
esta destilaria viesse para o Hunicípio através da Cooperativa
das iOtencias financeiras da cidade. Não deve/nos «'Spe^ar qu° ti^^nte
de fera venha montar indústria aqui. Se e/r. Baiíru, Marília e Ribei
rãe Preto tem 0 s«u potencial industrial, «le e oriundo da própria
cidade. As maiores indústrias de Garça foram rriontadas por ^ente d®
Garça. Aciio que uras mrande indústria dificilmente vem se instalar -
m Garça, porque procur.o sempre m centro maior. por isso qu« a -
Cooperativa deveri. fazer ym trabalho para que essa destilaria de -
álcool se concretizasse.. Kac deV"mos esperar que firma d“ fora ve -
nha instalar a destilaria em Garça. ----------------
0 sr. Jathyr '.afud, com a palavra - uma prn? qu® no meie de
pronunciam.entos tãe sérios e lógicos como os dos vereadores Luiz -
Bottino Júnior, João Alexandre. Colombani e Vald"mar Zimiiani se en -
tremeasse um prcncnciamento tão ridicuio e repleto de de/naLCgia. Ad
mãto, por dever e .ebrigação, qu.e os vereadòres m.anifestem su.^ con -
ti‘ariedade e contestação daquilo qu« se passa r'iv. nosso regim.e. Nao__
posso ad.mitir que u/ii colego nosso us» da tribuna, para, com argumen
tes falsos, atingir uma classe operosa como a dos agricultores. pe_
magogia como ^sta de qv.e os trabalhadores rurais trabalham d® gra
ça e que .meia dúzia de fazendeiros se bat«m conura a industrializ'
porque as maiores indústrias são
0 traballiador rural g.anha pouco e
estar certo que nerJiuma propriedade -
ga trabalh.ador como escravo, çue.m tra
graça é nscravo. quem souber disco que denuncie ao Finis
tério do Irafcalho. Lastimò 3 aleivosia do vere-.dor que :juer atingir
que feiizm-.ante sao 3“is. Pena que «1» nao ciNao acredito qu.e haja nenhum agriculSem.pre peji/nos .co Governe Pejoral qu
o progi'.ama de construção d- casas rur.ais. um progr3ma__
Sem ideios falsas. Que se d'’ casas m« -
empregados rurais, para quie r>in tenho condições d" se
esse problema e não aproveitar da
fazer dema_ogi'a á cata de ve-i-'
r'ao havendo m.ais oradores inscritos no GR,'.;’I)’7 o -
sr. Pre3idei:te, p.assou para 0 Intej^valo Regimental, anteg crncedendo
a palavra, pela ordem, ao ver-ador Carlos Roberto de Oliveira. - -
se O
çao de Garça, sabemos que á falsa,
oriuuidas da classe agrícola. se
culpa do salário mínLmo.
agrícola d"Ste T''unicípio empre
balha d n
talvez seus inimigos,
tou nomes, atingindo a todos,
t' r contra a industrialização,
implement
pelo qual deveriamos lutar.
Ihores aos
fixpr no Campo. Devemos reso-ver
penúria do trabalhador do campo para
n
n
ámaia
,S^o
Ciiv«ira, solicitou 3 áis- 0 sr. Cerlos Eob-rlsc d^' pr>la ord"í:'s
áo Int'^rvalc Rfi£iír.i?ntal. - - - -
C sr. Prosià‘'nt'> ccn..ultou a Casa
proposta do V''r'"odor Carl
çac Tananiirir do Pl^nSrio,
a cha/nad-a dos scndoros
Procodida a chamada,
pansa
SP «stava d'' acordo com a
> hob^-irto d- Olivai. ':,. Ante a munif^^sta -
solicitou ao sro S^erptário qu'^ proC'^dpssp
Ob
v-^r-^adoros para a 0RD'^TT PO DIA. ----- -
constatou-s'’ a prosançe dos spguintas; -
Andradp, Jatbyr ^'fafud, Joao -
l'ruzsi, L,.iz Dottino Junior, Luiz Gonzaga Vald^mcr Zimiani, num total d>^ d''z (10)
Carlos Rob^rcr d-^ Plivoira, Is=-ic.s q
n
Al^xandr'-- Colombani, Joao
L-aiz Yümauchi,
v<->r" adoros,
Con^^ssa,
dos senhores
cia dos trabalhos, o sr. Pr
Projeto dr n2 50/80 ,
dispondo sobrp abertura d'" cr'"'dito no
'^stinado a suplora-^ntaçao dn diví^rsas ruHav-^ndo número l--’£ul para a soqv
sidontp colocou "m discussão o votaçao, o
n
do sr. pr''f"ito Hunicipali
montant" d'^ CrS 800.000,00 d
bricas do orça^-''nto vigente.
0 sr. C ;rlos Roberto do Oliv-^ira, p‘'la ordem,
CUSS30 glòbal do proj'^tc- ------
C sr. Prosidi^nt'' ccnsultou a Casa
solicitou a dissobr^ a pj'crosta do v^r^odor
C ;los i-ob<'rto d'' Cliv<^ira. Ant'^ a manif^sta.;ão faveráv''! do Pl-^i.áIni n/n discussoo globol. - -- -- -- -
0 dn palavra, colocou o pro;into d^ lei -
r ova de por unanimiPresidontn declarou avotacãü únicas,-
rio, subm^tou a projeto do
não iiavnndo solicitaç
n2 50/80 em votação, artigo per artigo, sendo
dado de votos, em regime jn urge/-,cio. 0 sr.
provado, por unanimidade de votos, nm discussão e
0 Projeto de L''i ns 50/80. - -- -- -- -- -- f- sr. Presidente ccc.ocou em votação " discussão únicas, o Prodc sr. Fref-ito l^^unicipal, propondo a abertude ef,' 170.000,00 destinado a inrelativa a desapropriação de uma área de terreno
jeto de. -Lei ne 51/80,
ro de credito especial no montante
situado deiizaçao
nes baixos de Vila V/ilxi?,ms,
C sr. Carlos Roberto de Oliveira, pela ordem, solicitou a dicciis-ãc global da propositura. - -- -- -- -
0 Si, Presidente consultou a Casa sobre a
a manifesta; ão unanim
proposta dc vereador
do Flená - Ccrlos Roberío de Cliveir-:. ante
rio, colocou 0 projeto de Lei ns 51/80 em discussão globsl. -
0 sr. João '1ruzzi, com a pal-=vr:>, disse ,;,yp
cutivo postula crédito par-- 'ndenizar terreno nes
'Pil i iams. Conforme
teri'eno não existiria o lago artificial,
nanciol de água _oue ulinienta o lago.
mcG i rocurados por
lização do terreno, dizendo
vendo do imóvel, Se por
n
sr. Chefe do Rxe
baixDS da Vila -
argumento do sr. Prefeito T''íunicipal, sem egsp _
pois ali se e,-jcontra o m'jLurante q semana passada, fo -
Icca- proprietário, insistindo .em mestrar a
que recebeu ãive.rS'.s ofert-is para a
infelicidade
esse
esse cidad~o tivesse vendido o
já visitamos diversas vezes 0
0 ].ago teria do3'-parecido.
te/n si dc
crianças. Com
renes -li existentes. Por essa razao,
milhões naquela obra ' qv'-
terreno,
lago e ultimaraent
particulor das
0 recanto preferido dos garcense.s, em -
os ter- aquela construção va.’.orizo\i:-s
já que 0 nui.icípio aplicou
solicitamos aos srs. vereadores
preservando o mananci"! do lago.
easa Casa seni o
n
quaoe
para qu^ aprovem esse projeto,
lamentamos que o projeto ch-gosse p
dificultando c crab-;,lno das Comissõe
C ó
dados necessáA falta de uma cópia -
sanada cr publica -
an-xodo por nós ao projeto. A cópia
O
rios,
do decreto desaprepriatório, foi outrs folha,
ção em órgão da Impr'risa local,
b ●
â7naia aru âe iaíça 9 9
Sge^arr-CPí- da comissão a7:litidora, temb^ra não foi mraatida. _ _ _ -
Nac hav'^ndo mais solicitação do palavra, o sr» Prosidí^nto '^ncor
rou as discussoas o submetf^u o Proj-^to da L”i ns 51/SO am votação, -
artigo por a, tigo, sondo airovado por unanimidad'' dp votos. C sr.
Prosid-^nto doclaroví aprovado, por unanimidade da votos, «m discussão
c votação únicas, o Projoto d« -L^i n5 51/80. - -- - - - - - - - - -
■^m discussão a urgmcia contida no Re?uerimpnto n2 140/80, do -
sr. João Alexandre Coicrabani, inserindo en; Ata voto de congratula
çons 30 grupo Teatro Amador de Garça. -------------- -
Não havendo solicitação de palavra, e/n votação a urgência, sen
do aprovada por unanimidado de votos. '”m discussão o Requerimento, -
polavra, en-, votação, spndo aprovado por -
Presidonto declarou aprovado, por unaniNao havendo solicitação
unanimidade ^.p votos. G sr.
midade de votos, o Requeri/nento n? 140/80. - -- -- - - - - - - - -
■^m discussão a urgência contida no Requerimento n2 141/80, do -
sr. Luiz 3ottino Junior, solicitando iní'ormaçães ac sr. Prefeito T'!unicipal sobre os terrenos da Faixa de Integração. Não havendo solici
taçoc de palavra, votação, sendo a.rovada p.^o unanimidade de vo -
tos. ■^m discussão o Requerimento. Não havendo sclicitaçao de palavra
0 sr. Presidente s\dometeu c Re que rira-'nt o 141/00 eír. votação, sendo aprovade por unanimidade de votos. 0 sr. Presidente declarou aprovado
por ui^animidade de votos, o Requerimento ns 141/30. - - - - - - - -
Rsgotada a mataria da G^^dem do Lia, o sr. Presidente deferiu a
palavra aos se:ihore,s ver-adorns e/n RXPLICAÇãC PN^SOAI'. -- -----
0 sr. Carlos Roberto de Oliveira, com. a palavra
edução do ver
Expediente. Nos prõxim.os dois anos e
de mnnde.to, jam''is concederei ap-.rte a y. -
quando estabeleci a concorrência do serviço_
industrial cora o rural. Se houver oferta de ''mp: -c, o proprietário
rural deverá pagar .mais. Se o ver"ador se doeu e porque está ej;ivolvi
do na questão, [●''orei 24 anos n-' Vila Araceli e estive be-m enfronhado
no assunto do "bóia-fria", C pessoal aqui na cidade e obrigado a tr^
balhar pele preço que o fazendeiro quer. --------------
0 sr. Valdemar Zimiani, com palavra - 0cupcr\ a tribuna para -
fasev de práblico ivn agradecimento a um .r f aniíli-.-' de jafa
nosso distrito, Todos sabem que vai acontecer o alargamento da pista
da estrada que corta o urbano do distrito. Bem na ~ntrada_
tem a família do sr. Jose ^ives. R per
bo da pista ej- vai doar ume p.-jrte de sei; terreno, a pedido do sr. -
prefeito .municipal, gr'.,tuitamente. Ap^nes fea a exigência d« que
e.strada ofereça segur-.-.nç.a par': a sua casa. 0 gerente d- Cia. Ituana,
juntamente com o sr. Prefeito, prommteram «ste dispositivo de segu -
r-inça. ,-ena que do outr' lado se situe o tei’i'eno de propriedede j.
Ppiasa, que tanto trabalho tem dado. ----------------
0 S- . Isai.^s áe Andr'^de, com a palavra - de admirar quando se
e endereçad s com acerCoiombani, vendo que
assunto levantado
deixar d" c ompartilh.er com. o pensamen
algue.m qup nãc tem coLn-u c; enteneder o vereador Carlos R_c zona rural, pois 30 a 80^ dos -
mesmo peiHjebendo S'.iario que
de
*T3 m prim^irr ●
lugar quero agradecer idor Jathyr T"-:.fuu
n'^.0 a;.m.itindo apartes nc Grandí
tr?^s .meses que me rest';
Nx'"'. Fui m':l ent'^ndido>
cortezia e
r. n
n
que ama o
qu acontecesse 0 alargame.n- r>
liouve numa tribuna palavras t.'ic bem medidas
to, como 33 palavras do vereador jo~o nlexendre
é um hrmem justo, sera rancor, par'': e0cla,recer c
por outro vereador.Nao deveria
to do vereador Jathyr ?!afud, defondendo-se de
ni^ecimento algoun da vi>'. '. rural.
Rertc de Oliveira que não percorre
trabalhadores rurais t'^m todo confortu,
a
mnaia ama OU
(Oõ/ae^ ,^ão
spb^/tios injusto. T’ts n-'iC. ^ culpo nossa. S-^ntiu-c? cf^^ndido o v-rcador Jatiiyr T'c>fud, porquo seus tjrotolliodorrs soe somp^rp bom rpmunpr_n
dos c n-^niiu/n dol^s voio otd o Porium rcclamor ci^
dos propriotórios rurais s~c honestos o cumpridorfis
co/r. as l''Í3 trabalhist'S o daquolo
d-' /ri'’u corb.oci.arntc qu^
lhar. Profpro/n voltar par." casa o poj;>(jp3;« 0 (ü.-, qo &nrvi'j-o. Os qu® -
cuiT.prp.m so\;s d^voros, a ó honesto, não '‘Stâ pass-^nde nocossidado.
Todas aG fazoi.d.js pa^:.-:in acima de salário mínimo,. "í ous.aaia do um co
nosso vir aqui dirar qu’o f^m £ontc trabalbandc d^ £raç.a. h im
pressão que so to/n o 0 mos.mo so encontra. °m campanh.a do roeioj._
ção. Ainda ^ r-, ito code para pensar nisso. Principalmente
forma dom.agágica como oi'. aqui s^ rofnriu;, pois n^m sabemos s^ v.ai_
havov* oioiçons. -
C sr. J.atni’r Fafud, com a palavra - '^ssa desastroso assunto -
pod-ri: s^r o:-.ceri’ado. 1'rincipcl/r.onte porque 0 voroador Carlos Ro -
onrto d« Olivoir.-.'. voio tribuna o jc disso que jiao liá gont- traballiandc do graç.a. Só ● or salários pequonoa o isto não ^ novidade.
Qua.ndo não ct.ncodi aparte r porque restavam pouquissimos /ninutos pa
r-i r:cpl.anor 0 m^u argumer.Lo. Isso gerou 0 prazer não mais .aparte.álo. Oo/oo elr cicou que. estava «íivclvido por s«ois argujnrntos, podo _
ria desafiá-lo par' diser em quo parte eu me. situaria, primeiro -
pcrqiio não tonlio prO{,'ried“do no aunicípic do 'darç-a. Sogundo, porque
não trobjUiadcr volante, portanto nãc participo dess.a misoria
se rofnriu c voreador. Disse aind.a o vere.'-dor, com muito rr -
gulho sobro 0 Fri_us, mas se. osquoceu qu^ ,quando n,ao precisa da
.mão do obr.a, elo disi^ensa ate 400 funcionários de uma só vos, f.ato_
r.unCc acontoce numa prox^riodade agrícola, "aá muita diferença
entre o tratoc;e;;co de u.m proprietário agricolo coü: o in ustrial. -
i,r£uóm se lo/nbr.a de pedir
?oj l‘'Stim'Wel 0 aco.-itecimente de hoje.
/.●'onci.a mi-^.-..a n.? defesc dos agricultores,
doi' queira atiçar a anircosiuade o^tre
balh.adoras. preciso reconhecor qua nes,
não rocobe/;.o3 meios par.a propocionar melhcros condiqóes
Ihadores. - -- -- -- - ----------------
:^eus direitos. TO -
de seus deveres
_
n-..o .as cu/nprirom. ^
sem tr:iba
que
trabalh.adores vão p^ra roç'i.
-
qu
qu o
0 ;f'vernc de se fixar 0 nor.o/n no campo.
0 Sei .ate onde foi c; vo
lastimávol q\e 0 veroa -
as cl.csses patronais e as tra
os e.mpresários agrícolas,
●aos ti-ab-a -
TvTá
C sr.João Truszi, cc/n a p.alavrj - Talvez te;..ha sido osta a noito n^
.£r- do vereador Carlos Roberto do Oliveira desde ivp assuniii osta -
C.esa, Talvez toniia pago tribute per o^r ainda jovem o talvoz .mal in
formado. T!Ós tQinbó."; tomos loma prepriedado .agrícola e fazomns quoy
tão do trab..lhador rural, não sc receber 0 salírio míni/no. Dosdo
que sej.e. bo/i. funcÍcnárÍ0, elo tir.a Crã 5.500,00 em /r.edi-', por /nõs,
lem d.a moradiri, ágiu.í, luz e ioitn„ q vore,.jdcr foi iicfe7LÍz, porque
lic.'o 0 trabalh.edor rocebe os mes/r:0s direitos :\v.p c ccmorci',ric ou
industrário. '"le. 03^,.? a/Lparado. Dovofcos perdoar 0 vereador por
ser jovo/n o impotuosD/j? talvez influenciável. Hoje i;~c fri a noite
Dolític.?. dele. - - - -- -- -- -- -- -- -- -- --
f
!Jão h.av/?\do maís^bá-icitação de palavras, 0
e.ncfri^^a
sr. Pre 3 i de nt e, o/tJ
^ n
prosont".
, SooretáriOtlavr^i o p^se.nte /ita, Q subscre.vi, juntemente C/Cíb. o /sr. Fr^^
no.^.ir Deu CS 9
e SGSsac.
fife daAi te .
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