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← Garça (SP)

sessao nº 37

Tipo Ordinária
Número / Ano 37
Date 1978-11-20
native_id2084

Documents (1)

ata #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 9

Sdinara JVluaLcLpai cLg ^arça
^lado de Sâa 'paulo
")8
CaMARA MUNICIPAL GARÇA
37 â S^SSAO ORDINiRIA. REALIZADA 20 3)t? NOVEMBRO TF 1978
PR^SID^NTT?: JOS^ CARLOS DK OLIVEIRA LIp S^CR^TiÍRIOS: LUI2 GONZACA CON^SSA e JOÂO a?RUZZI
No horário regimental, feita a chamada dos senhores vergado -
res, constatou-se a presença dos seguintes: Boanreges do Prado Vian-
, Carlos Roberto de Oliveira, Isaias de Andrade, Joao Alexandre Co
lombani, Joio ííruzzi, José Carlos de Oliveira Lima, Luiz Bottino Ju
nior, Luiz Carlos Belline, Luiz Gonzaga Conessa, Valdemar Zimiani e
Pedro ^rusicki, num total de onze (11) dos senhores vereadores; - -
Havendo número legal para o início dos trabalhos, o sr. Presi
dente declarou aberta a sessão e colocou em discussão a Ata da 35ã -
Sessão Ordinária, realizada em 6 de novembro de 1978. NÍo havendo so
licitação de palavra, declarou encerrada a discussão e submeteu-a a
votação, se.ndo aprovada por unanimidad'- de votos. 0 sr. Presidente -
declarou aprovada, por unanimidad^' de votos, a Ata da 35â Sessão Or
dinária, realizada em 6 de novembro de 1978. ------------
Rm seguida convidou o sr. Secretário a dar conta do RXP'^DI'^N￾RWBIDO DO SR. PR^F^ITO MUNICIPAL. 	
na
0 sr. Secretário informou o seguinte:	
Ofício n2 786/78, em resposta ao requerimento nô 786/78. -
Ofício ns 790/78, respond^^ndo as Indicações nss 287/78, 288/
78, 289/78.
Ofício n9 787/78 encaminhando cépias da Lei n9 1.724/78, san¬
cionada e promulgada pelo ‘'Executivo. - -- -- -- -- - - - - -
"Encerrado 0 expediente recebido do sr. Prefeito Municipal,
sr. Presidente convidou 0 sr. Secretário a informar 0 "'ÍXP^DIRNT'? R”-
0
CT^BIDO D^ DITOSOS. 		
0 sr. Secretário deu conta do seguinte; --------- - —
Ofício 6185 da Pederação da Agricultura do "Estado de sio Pau
lo, comunicando 0 recebimento do Requerimento nfi 191/78. ------
Oficio da Rede Bandeirantes de Radio
0 encaminhamento de cópia do Rrtqu''rimento nS 166/78. -
Circular da Fundação Pr^f^^ito Faria Lima convidando para cur
so sobre direito urbano. ----------------------
Convite da Agencia da R°c«ita l'oderal para 0 enc^rram-^nto da__
campanha Contribuinte do Futuro. - -- -- -- -- -- -- -- -- -
Circular da S''Cretaria da Promoção Social, convidando para -
0 encontro regional do PLIM^C, em Marília. ------ - - - ~ -
Circular da Câmara Municipal de Piquete, solicitando apoio ao
Requerimento na 141/78. --------------------- —
Terminando 0 ''íxpr>difinte recebido de diversos, 0 sr. Presiden
te convidou 0 sr. Secretário a dar conta do RXPRDI^^íNT^ APR^íS^^NTADO -
FRLOS SNNHOR^^S
0 sr. presidente
VRRRADORRS.
informou
	
0 seguinte: ------------
Requerimento n2 208-A-78, do sr. Luiz Gonzaga Conessa, solici
tando informações ao sr, Age.nte do INPS sobre a diminuição do número
de requisições para consultas médicas, - - - ----------
Diante da urgência contida no Requerimento, o sr. Presid^nte^
determinou o seu encaminhamento à Ordem do Dia da presánte sessão. -
Requerimento n2 209/78, do sr. João 'iruzzi, solicitando do
ar. Prefeito, cópia do convênio firmado a respeito da construção
dr ”stádio í^rinicipal ''Frederico Platzeck". -------
Televisão agradecendo
*
da
Sâmara Jl/luriLcLpai de ç§-arça
Ç^íado de São 'Paulo >9
■^m viÈtidp da urgoncia contida no Requerimento, o sr. preai -
dente deteríninou o s^u -encaminhamento à Ordem do Dia. ------- -
Requerimento ne 210/78, do sr. Carlos Roberto d» Oliveira, so
licitando informações ao sr. Prefeito sobre a formação de xun corpo -
de bombeiros em Garça, conforme convênio firmado. - - - - - - - - —
■^m virtude da urgência contida, o sr. Presidente d-terminou o
encaminhamento do R-queriment o à Ordem do Dia. - -- - - - - - - - -
Requerimento ns 211/78, do sr. Jose Carlos de Oliveira Liflia ,
inserindo em Ata voto de pesar pelo falecimento do sr. Jose' Freire.-
0 sr. Presidente declarou a palavra livre para consideraçoes__ cm torno do iíequ''rimento. Nao havendo solicitação de palavra, colo -
cou-o em votação, sendo aprovado por unanimidad'’ de votos. 0 srt Pr_e
sidente declarou aprovado, por unanimidad-' de votos, o Requerimento
ne 211/78. 		 	
Indicação n° 297/78, do sr. João Alexandre Colombani, solici
tando a colocação de tartaruga entre as ruas do Sul e Vitória. - - -
Indicação ns 298/78, do sr. João Alexandre Colombani, solici
tando reparos no trevo da entrada principal de Garça. - - - - - -
Indicação ns 299/78, do sr. João Alexandre Colombani, solici
tando a insta?_ação de um Corpo d« Bombeiros em Garça. - - - - - - -
Indica ç’
plantação de
ni 330/78, do sr, Isaias d“ Andrade., solicitando a
.ervorça nas gerais do 'Cstadio Municipal "Frederico Pla￾tzeek",
Indicação n2 302/78, do sr. Isaias d® Andrade, solicitando a
colocação de '-tartarugas" na .Fua D. P^dro II, cruzamento com as ruas
América e Vitória.
Indicação nc 302/78, do sr. João fruzzi, solicitando a coloca
ção de placas de transito indicativas de "mão unica" na Rua Barão do
Kio Brar.cO; esquina com a Carlos Ferrari. - -- -- - - - - - - - -
Indicação n2 303/78, do sr. Carlos Roberto de Oliveira, soli
citando reparos gerais nas Vilas Manolo, Araceli, Cavalcant® ° Sal -
guniro. —
0 sr. Presidente determinou o encaminhamento das Indicações -
ao sr. Prefeito Municipal, na forma regimental. --------- -
T^ncerrado o ''Vxpediente apresentado pelos senhores vereadores,
o sr. Presidente deferiu a palavra no P^QU^NO '^IXPRDI^íNT''?. - - - - -
0 sr. Carlos Robe.rto de oliveira, c om a palavra, disse que vá
rias proposituras deram entrada na sessão de hoje .e uma das que me -
chamou a atenção foi com respeito ao trevo da segunda via d“ acesso,
apresentada pelo lider da bancada do M.B.B. Apesar da boa vontade, -
esta reivindicação ficará apehas no papel, porque, o DVR não atende -
nossos pedidos. 0 que resolverá á esta Casa comparecer até a regional
do D'’7R em Assis, pedindo solução paro o problema, ''intendemos a boa -
vontado do vereador, mas o que importa á Garça ir até Assis e pedir
de forma mais convincente. Outro assunto qu<= me traz a esta tribuna,
é uma Indicação apresentada no dia 16-10-78, para a colocação de pos
te.s nas casas populares. Fiz<-’mos o podido ao prefeito e ele nos dise
se qu« 0 problema seria solucionado. Mas, ficou também só no papel.-
Fazemos mais um ap<^lo ao pr^f^ito, para qu^ ontre em contato com a_
Companhia Paulista d<^ Força Luz, para ali colocar o poste. Apresen
tei tambe'm indicação sobre buracos nas vilas. Não dá para transitar_
na maioria das ruas desses bairros e nsp^ramos que o pedido seja a￾tendido.
Sâmara JVlariLcLpaS. ds «^-arça
.Çélado de São "Paulo GO
Nao havRndo mais orador'-'S inscritos no Pequeno 'Expediente, o
sr. Presidente deferiu a palavra no GRANDE EXPEDIENTE. ----- --
O sr. 3oan<=rges do Prado 'Vianna, com a palavra, disse que des
de muitos anos atrás, quando escrevíamos no jornal "Correio d® Gar -
ça", defendíamos a tese da repr^sentatividade de Garça na Assembl<^ia
Legislativa. Tocado per este idealismo, pensavamos que devessem as -
lideranças locais se reunirem e estidarem a possibilidade de que a -
cidade e a própria região fizessem a coalizão «m torno de um nome -
que pelo menos apresentasse um alto pctencial. No terreno prático, -
isto não existe. Nao se diga que o culpado é o povo, que o eleitora
do se dispersa. As falhas são atribuídas ás lideranças. A tese ào vo
to distrital volta a ser cogitada. Há uma oposição dizendo que se pro
piciará o' retorno do coronelismo. preciso dar um voto de confian -
ça ao eleitorado ® de acieditar na siia capacidade de escolha. Elimi
nadas as falhas, poderemos mandar representantes à Câmara desta mi -
cro-região. Seria mais lógico que essas regiões tivessem seus repre
sentantes que pleiteassem aquilo que fica difícil num eleitorado co
mum. 0 que se registra é que elementos de outras regiões esquecem-se
dessa região o ficamos inteiramente órfãos, sem qualquer representa￾tividade. Em outros municípios, observamos que as lideranças atuam -
melhor. Os diretórios são controlados indiretamente por quem não pas
sa pelo crivo do julgamento popular. Veja-se o que ocorreu com o can
didato da Arena ao Senado, Cláudio Lembo, presidente do partido em -
são Paulo e qu-^ termina bisoófiamente em terceiro lugar. 0 MDB, em -
Garça, obtefe mais de 10 mil votos. --------------- —
0 sr. Joio Alexandre Colombani, aparteando, disse que na par
te dc senador, votou-se era candidatos da Arena e para o MDB em depu
tados G vice-versa. P^^r isso a discrepância. - -- -- -- -- -- -
0 sr. Boannrgns do Prado Vianna, continuando, disse que enten
do 0 pensamento dG V.Exa, o nem poderia ser o contrário. - - - - - -
0 sr, João Alexandre Colombani, aparteando, disse que o pro -
blema do voto nulo é problema nacional, foi um protesto nacional. -
0 sr. Boanerges do Prado Vianna, continuando, disse que Garça
não se constituiu uma «xceçio. Apenas disso, quo o voto distrital po
deria corrigir esta distorção. Dos votos da Comarca, avaliados em -
17.300 votantes, os svifrágios dados ao MDB foram em número de 33 por
cento. Em Bauru, o núcleo local conseguiu eleger 5 deputados. V®ja -
que a liderança dentro de Bauru funcionou d^ forma mais efici«nte. -
0 sr. João Al'^xandre Colombani, aparteando, disse qu« na elei
ção do sr. Manoel Joaquim Fernandes, houve uma coesão em torno do -
SGU nome. Cidade com um col'^gio eleitoral pequeno, t>^m que s^ congr^
gar em torno de um nome. ----------------------
0 sr. Boanerges do prado Vianna, prosse.guindo, diss® que ou -
tro absurdo que houve na Comarca foram 8.607 votos nules, As classes
políticas estão obtendo pouca r-^ssonancia junto ao eleitorado. uma
porcentagem que deve criar até mesmo um problema de consciência jun
to a classe política. Qual ó a base política que procura faz°r coal_i
zão em torno de nomes aceitáveis junto ao povo para depois oferece￾lo a apreciação do eleitorado' 0 que se vê e q^e na Arena á o contro
lo por parte de elementos que não se submetem ao veredicto popular.-
preciso que o eleitorado, mesmo nao apoiando, pelo menos não traba
lhe contra o candidato. P^^r tudo isso o voto distrital, talvez fosse uma solução. Esto micro-região poderia ter o seu representante. Se -
ria tuna man°ira de se resolver «ste problema. Não deixando regiões -
Sâmara JVluaLcLp-aS, ds t§-arça
^élado de São 'Paulo ■'ô 1
mais carentes sem uma voz no parlamento. Aqui nest° tribuna, hoje,já
foi reclamada solução para o probl^^ma rodoviário, quo talvez seja -
uma consequência desta falha no sistema eleitoral. Na verdade, o "'Ts￾tado de São Paulo deu demonstração contestatória noste pleito, Nao -
seria justo deixar d« registrar o fato que lideranças locais que ba
talhavam pela oleição do candidato local deram os melhores de seus -
esforços para que Garça repetisse o feito de Paulo Carvalho Barros^
p. Manoel Joaquim Fernandes. 0 prefeito se solidarizou com o candida
to Rui Silva, por tudo o que já fez por Garça, Mas, deve-se pensar -
qm termos doutrinários. Nao ó defente o voto de gratidão. Rle apenas
serviu para justificar que o prefeito hoje ® uma liderança emergen -
te. Outros também estão surgindo tentando fazer proselitismo em tor
no de seus candidatos. Vamos aguardar que o povo tenha escolhido os
melhores. Que cies possam fazer pelo povo, pela pátria e pela classe
política, 0 desenvolvimento que todos aguardamos. -------- -
C sr. Luiz Bottino Junior, com a palavra, inicialmente agrad_2
ceu em seu nome particular, a todos os eioitores qu" votaram no can
didato T'!artinho Funchal Barros. Rntendemos que sua votação foi expres
siva, pois representou 60 por centos dos votos válidos para deputado
estadual. R'’prnsentou que eleição para deputado é mirlto mais difícil
do que uma «leição majoritária, onde os votos sao repartidos entr“ 3
ou 4 candidatos, "^m Garça ele obteve 4.832 votos. 0 jornal "0 "Estado
de são Paulo" registra domingo uma votação de 11 mil votos,
recebamos informação «xtra-oficial d-^ qu« eip já alcança a 18 mil vo
tos. 0 candidato obteve, portanto, mais votos fora do qu« aqui. Rm -
Garça ele ainda " uma força. Não quer'^mos nos alongar n«sta análise,
porqu'’ todos são vencedores ao termino da eleição. Rias são feitas -
sempre ao sabor dos interesses das pessoas. Só há uma maneira do po
vo aprender a votar. votando. Heuve mgita paz e ordem neste pleito.
0 fonomeno dos votos brancos e nulos acontecem om todo o ”stado, tal
vez porque nao haja maiores opçÕes d« partidos, porque ele não pode_
votar no seu governador, no seu presidente da República. Por tudo is
30, chegamos ao absurdo político, porqu° o povo quer o MDB, mas o _go
vernador e indicado. Nao fazemos críticas ao futuro governador, mas__
ao processo. isso se passa ate aqui em nossa cidade. 0 normal é
que 0 povo vote em todos os escalões. AÍ sim, o número de votos bran
COS e nulos pod«ria diminuir, pois o elemento catalizador e sempre a
dispústa dos cargos para o Rxecutivo. A eleição que movimenta a p_o lítica e ensina o povo a votar. Portanto, o nosso candidato, que não
sabemos se irá conseguir u/na cadeira na Assembléia Legislativa, mere
ce os apalusos, porqun teve a coragem de num colágio pequeno, dispu
tar a vaga. R merecem também os aplausos aqueles que acreditaram he￾w
agora
le.
0 sr, Isaias do Andrade, c om a palavra, disse que sobr"^ a e￾leição não i.r‘-‘t'^ndia fazer comí^ntário algiqm. Apenas desejava aguar -
dar 0 agrad-^cimento e os qualidad'>s daqu''l'^s quo aqui vieram para so
licitar 0 voto popular. A resprsta nÕo somos nós que vamos dar. R -
sim eles mesmos, através do trabalho. 0 que m« trouxe ò tribuna é _
para fazer comentário sobre requerimento que fiz em 21/2/1$- As v« -
ZGS 0 ver.--ador toma partido de uni probl''ma, por defender part® da po
pulação n acaba sendo mal interpretado. Apres«ntei requerimento pedin
do diversas informações sobre o loteamento Jardim Sãa Lucas, porque -
fui procurado por àlguns proprietários de terrenos naquele loteamento
Sdmara JVlLLaLcLpaS. cLg ^§.arça
Galado de São 'Patdo
.■> i' 0 4
porqu» at" aquela data ainda nao tinhaia agua e esgoto, luz, «nfim -
faltava muito para sn cumprir a exigo.ncia da lei. 0 pr-^f^ito respon
deu qu« 0 proprietário do loteamento deveria primeiro se dirigir à -
Prefeitura para depois vend''r os terrenos. Os garcenses menos favore
cidos foram prejudicados sem sab^r porque. Na ansia de adquirir sua_
casa própria, nao verificou o interessado que o loteamento nio esta
va cvmiprindo a lei.
0 sr. Joio Alexandre Colombani, apai'teando, disse que acho -
bom 0 esclarecimento de V.f^xa. Nio houve negligencia da Câmara em r^
laçao ao loteamento. 0 que existe é maldade, pois afirma:‘-se que
Câmara está dificultando a construção de. casas naquele loteamento. -
0 sr, itsaias de Andrade, prosseguindo, disse que nao pretendo
culpar exclusivamente o loteador, qu° parece ser pessoa idônea. NÍo_
se pode é jogar o problema sobre as costas da Câm‘3ra. ‘'Estamos aqui -
para zelar e proteger os gardenscs que compraram seus lotes e agora_
não pod-^m construir, Não ir''mos prejudicar ninguém. Mas, nao quere -
mos ser pr^^judicados. - -- -- -- -- -- — - -- -- -- - - - -
0 sr. Carlos Roberto df’ Oüvoira, com a palavra, disse que
voltando ao assvuito sobre, a el-^ição, quando acompanhava as palavras__
do lider da Arena e que referiu-se aos candidatos apoiados pelo pre
feito, que tevri toda razão em assim faz^^-lo, pois trouxe b«>nefícios_
ò cidade. Queremos esclarecer que os votos dados a estes candidatos__ não passam d« um favor, pois o Município manda 16J^ de ICM e de ou -
tros tributos. Nsse dinheiro que os candidatos mandaram i=m obras, «
pequeno em face da grande arrecadação qu'’ aqui o'^stado aufere. 0 re
sultado demonstra que o MDB vincou em Garça. ----------
a
0 sr. Pedro Krusicki, aparteando, p-^rgunt-ou o que o sr. Anto￾nio Zacharias mandou para Gorça. Nada, nada deu a ninguém o conhe￾ce G teve excelente votação do MDB. 0 vereador qu«rãa que o pr^f^ito
sendo da Arena, apoiasse os candidatos do MDB? -----------
0 sr. Carlos Roberto de Oliveira, respondendo, disse que deve
ria havor uma composição, ---------- ---------- —
0 sr. Pedro krusicki, aparteando, disse, que isto seria impos
sível em face da fidelidade partidária, ------------- —
0 sr, Carlos Roberto de Oliveira, prossoguindo, diss'^ que em_
Duartina, o pr-^feito do MDB trabalhou para candidetos da Ar«na. Quan
to ao dinheiro que eles mandam, nada mais fazem do quo uma obrigação.
0 sr. Luiz Carlos Belline, aparteando, disse que acompanhei a
tentamento os demais oradores e nãc notei nenhum desdouro pela vota
ção obtida pelo ICDB. Logo não Vejo motivo justo para criticar quem -
votou na Arena. ------------------------- -
0 sr. Carlos Roberto do Oliveira, prosseguindo, disse que o -
candidato da cidade -encontrou mtãtas barreiras. - - - - - - - - - —
0 sr. Luiz Carlos B^llin«, aparteando, disse quo nós pertence
mos h Arena. Nao apoiamos candidatos do MDB e vice-versa. - - - - —
0 sr. Carlos Robcito do Oliveira, prosseguindo, disse que exis
tindo candidato da cidade, ele votaria no candidato da cidade, mesmo
qUG fosse de outro partido. ------------------- -
0 sr. Isaias de Andrade, aparteando, disse que nem os eleito
res do MDB apoiaram intoiromente o candidato do partido, porque
1976 elo teve uma votaçãc maior. ---------------
0 cr. Boanorges do Prado Vianna, aparteando, disso quo se fa
lhas existem e da classo política, nossa. Se. o eleitorado assim .e_s
->''ih''u. devemos respeitá-lo. - -- -- -- -- -- -- - - - - - - -
em
6âmara JVlunLcLp-al de <^arça
^tfleuio de óâo 'Paulo
G3
0 sr. Cfirios Roberto à<^ Oliveira, prosseguindo, disse qu® nao
ejtou criticando o eleitorado. Acho qu» o candidato da cidade encon
trou barreiras junto as lideranças políticas. Garça necessita de Tam_
r'^presentante na Assembléia Legislativa, encerrou. - - - - - - - - -
Não havendo mais oradores insc:itos, o sr, presidente antes -
de passar para o Intervalo Ragimental, deferiu a palavra, pela ord^m
ao sr. Boanerges do Prado Vianna. ---------------- -
0 sr. Boanerges do Prado Vianna, pela ord«m, solicitou a dis
pensa do Internalo Regimental. -------------------
0 sr. Presidente submeteu a apreciação do Plenário, o roqueri
mento verbal do sr. Boanerges do Prado Vianna, sendo aprovado por u￾nanimidade de votos. '>?m seguida solicitou ao sr. Secretário efetuar_^
a chamada para a ORD^^M DO DIA. - -- -- -- -- -- -- - - - - - -
Peita a chamada constatou-se a presença dos seguintes: Boaner
ges do Prado Vianna, Carlos Roberto de Oliveira, isaias de Andrade ,
João Alexandre Colombani, João Trur.zi, Jose Carlos do Oliveira Rima,
Luiz Bottino Junior, Luiz Carlos Bolline, Luiz Gonzaga Conessa, Val￾demar Zimiani e Podro Krusicki, num total de 11 (onze) dos senhor«s__
vernador«s. ----------------------------
HgVendo número legal para a s-^quencia dos trabalhos, o sr.
Presidente colocou em discussão única o Projeto de Lei nQ 59/78, do
sr. Prefeito Municipal, solicitando autorização legislativa para fir
mar convênio com o Governo do 'Estado, através da Secretaria de Bspár
tes e Turismo, visando a consyrução do lago artificial, Não havondo
solicitação da palavra, encerrou a discussão <= submeteu o projeto em
votação, artigo por artigo, sendo aprovado por unanimidade d« votos.
Osr, Presidente declarou aprovado, por unanimidade de votos, dis
cussão única, o Projeto de Lei ns 59/78. --------------
■*?m discussão única o Projeto d° Lei ns 60/78, do sr. Prefeito
Municipal, retificando o valor do convênio firmado com a Secretaria
de Turismo, para a complementação d as obras do '^stadio Municipal.Não
havendo solicitação do palavra, o sr, pr-sid^nte submeteu o projeto_ em votação, sendo aprovado por unanimidade de votos. 0 sr. Presiden
te declarou aprovado, por unanimidad'’ de votes, o Proj''to de Lei ne.
60/78, em discussão única, -
discussão única o Projeto de Lei n2 6l/?8, do sr. Prefeito
Municipal, solicitando o abertura de um crédito especial de Cil*-
400.000,00 para aplicação nas obras do lago artificial. - Não haven
do solicitação de palavra, o sr. p.rGSid‘'nte submeteu o projeto em -
votação, artigo por artigo, sendo aprovado por unanimidade d« votos.
0 sr. presid-^nte declarou aprovado, em discussão única, o Proj«to de
lei nS 61/78, por imanimidade d^^ votos. - - —
■'ím discussão única o projeto d“ lei n2 62/78, do sr. Prefeito
Municipal, solicitando autorização legislativa para qu" o "Executivo
possa assinar convênio com a Socretsria de Turismo, para receber a -
complcmentação de CrS 300.000,00 para as obras do Rstadio Municipal.-
Não havendo solicitação de palavra, o sr. Presidente submet'^u o pro
jeto em votaçao, s^^ndo aprovado por unanimidad»^ de votos. 0 sr. Pre
sidente âeclarou aprovado, por unanimidad- de votos, «m discussão ú￾nica, 0 Projeto de Lei n2 62/78. -
■■ím discussão a urgência contida no R-querime.nto n2 208-A-78,-
do sr. Luiz Gonzaga Conessam solicitando informaç-oes ao agente do -
INPS, sobre a diminuição do número de requisições para consultas mé￾Não havendo so3.icitaçoo de palavra, «m votação a urgência,
● * ● «
Sdmara JVlaaLcLpai de c§-arça
Séíado de São 'pmla
G4
snndo aprovada por unanimidade de votos. "'ím discussão o requ'^rimen -
to. Nao havendo solicitação dr- palavra,
cm votação, sendo aprovado por unanimidad'^ votos,
te declarou aprovado, por unanimidade de votos,
208-A-78. 	
0 sr, Presidente submetf’u- o
0 sr. Presiden￾0 Requerimento ne...
■*?m discussão a urgência contida no R'querimcnto n° 209/78,— do sr. João Iruzzi solicitando do sr. Prefeito a cópia do convênio -
firmado com a Secretaria Turismo e '"sport-^s para a construção do ■^stádio Municipal "Pr-^d^^rico Pltazeck",
conjunto aquático. Não havendo solicitação de
no que se relaciona com seu
palavra, em votaçao a
urgência, sendo aprovada por unanimidade de votos. Pm discussão o -
requerimento, Não havendo soD.icitaçao de palavra,
submeteu o Requerimento cm votação,
do votos. 0 sr. Presidente declarou aprovado,
tos, 0 Requerimento ns 209/78.
Pm discussão a urgência contida no Requerimento n° 210/78, do sr. Carlos Roberto de ^livcira, solicitando informações ao Pxecutivo
Municipal sobre a formação de uín cerpo d-^ bombeiros em Garça. Não ha vendo solicitação de palavra, em votaçao a ur^.ncia, sendo aprovada”
por unanimidade de votos. Pm discussão o mérito do Requerimento, -
0 sr. João Alexandre Colombani,
mentava mais um triste acontecimento na cidad'’,
dsutria de Artefatos dc Madeira Marino. Quando se fala em bombeiros, não se pensa aqui num batalhão, mas sim num nuclco cora horaens ades -
trados para executarem várias tarefas, ples fazem parte da rotina de
uma cidade.
0 sr. Presidenta -
sendo aprovado por unanimidade -
por unanimidad-' d« vo￾com 3 palavra, disse que la -
c ora 0 inc^^ndio da In
Na0 estamos falando qu" o Corpo de Bombeiros soluciona -
ria 0 problema. Serv'’ria como prevenção,
xecutivo para que a cidade possa ter o seu agrupamento de Bombeiros.
Vamos tentar reatar esses entendimentos com a Polícia Militar, que -
chegaram a um ponto bem elevado na adaministração Pedro Valentim Per
nandes. Quem sabe o poder Executivo s®
blema.
T’'.stamos aguçando o Poder p￾sensibiliza agora para o pro￾0 sr. Boanerges do Prado Vianna,
oportunidad" do assunto indiscu':ivel. De fato, tro de sábado, vem reavivar a questão,
que faz parte de nosso rol d
com a palavra, disse que a -
0 lamentável sinis￾antnriormente discutida, e
leis. Pxistem objeçoos por part® do P￾xecutivo, 0 do custo do funcionamento do Corpo do Bombeiros,
cendios numa comunidade como a nossa,
de ano. Talvez fosse o caso de se criar um Corpo dc
Os in -
transcorrem cm largos “spaços
Defesa Civi^, com um núcleo de homens treinados para o combate as chamas. 0 Poder
Municipal aquiriria
mento. ^ 0 equipamento e ficaria a disposição desse grupa Cidadãos pr stantns poderiam se inscrever e receber esse tr-=i^
namonto.
^0 sr. Pedro ●‘^rusicki, aparteando, disse que tempos atrás o -
SAAP js tinha um grupo semelhante. Será que nao há interesse em con
tinuar?
0 sr. Boanerges do Prado Vianna,
ria haver um treinamento periódico,
to a combater incêndios,
se resolver o problema a curto prazo, -
0 sr. Carlos Roberto de Oliveira,
deu entrada ao requerimento,
criação do Corpo de Bombeiros,
de outras cidades neste setor.
continuando, disse que deve￾para que o pessoal estivesse ap￾Oforeço esta id^ia a guiso de subsidio para
com a palavra, disse que
na tentativa de se reativar a idéia da
Nao podemios ficar dep--'nd'^ndo sempre -
Sâmara JVlunLcLp-aí, de t§-arça
^^lado de Sâo ^aulo
65
C sr. João Alexandre Colombani, aparteando, disse que o solda
do recebe do “Estado, logo não existe problema de ordem financeira. -
O sr. Carlos Hoberto, com a palavra, disse que falo isso, por
que 0 ■'Executivo já afirmou, antecipadamente, que não tem condições -
para montar o Corpo de Bombeiros. ---------------- -
0 sr, Pedro Krusic^i, aparteando, disse que Garça poderia fa￾cer convênios com outras cidad''s para tornar mais barata a manuten -
ção do Corpo de Bombeiros. - -- -- -- -- -- -- -- -- - -
0 sr, Carlos Roberto de Oliveira, prosseguindo, disse que
prefeito está com a faca e o queijo na mão. ----------
0 sr. Boanerges do Prado Vianna, aparteando, disse que obser
varia que 0 posicionamento de V. "'íxa. não deve ser mantido, porque o
prefeito não fez esse pronunciamento em público. ----------
0 sr. Carlos Roberto de Oliveira, prosseguindo, disse que o -
prefeito fez “ssa afirmativa pessoalipente ao vereador. Não podemos -
continuar dependendo do Corpo de Bombeiros de Marilia. - - - - - - -
O sr. Luiz Bottino Junior, aparteando, disse que com refer-n￾cia ao Corpo d-^ Bombeiros, o pr--'feito dev-^ria tributar os ostabeleci
montos com-rciais e industriais, para manter o serviço. - - - - - -
0 sr, Carlos Robe.rto de Oliveira, prosseguindo, disse que Qar
ça precisa de um Corpo de Bombeiros, com urgência. - - - - - - - - -
0 sr. Joao Alexandre Colombani, aparteando, disse que quanto
mais avançamos no progresso, mais os probl°mas surgem. Vamos deixar_ patenteado que o Corpo de Bombeiros sempre atendeu bem a cidade. - -
0 sr, Carlos Roberto de Oliveira, pros^ieguindo, disse que es
tamos com a faca e o queijo na mão. S6 falta Garça se interessar pe
lo assunto. A resposta antecipada do prefeito nao nos desanimará. -
Continuarei lutando para quo Garça tenha o s-^u Corpo de Bombeiros. -
0 sr. Isaias de Andrade, com a palavra, disse que só quem vd,
sente a angustia de um desastre como este. -------------
0 sr. Carlos Roberto de Oliveira, aparteando, disse que o Cor po de Bombeiros serve nao apenas para debelar incêndio. Aqui ele veio
imia vez com atraso de mais de 10 horas para atuar em caso de afoga -
mento. - -
0
0 sr. Isaias de Andrade, contin ando, disse que se aquilo a￾contecessG periodicamente, Garça já teria a sua unidade d» Bombeiros.
Concordo que <5 dificil. Como era difícil trazer para Garça um giná -
sio de esportes, construir o lago artificial, iluminar o "“^stádio l''u￾nicipal ou construir a estrada Garça-Alvaro de Carvalho. Nada á im -
possível. Basta trabalhar, r'^unir os com'^rciantes, a população. Te -
nho certeza de qu= toda a população não fufeirá ao compromisso. só
0 pref'’ito efnçar campanha, qu« nós estaremos ao seu lado para dar -
pleno apoio. -
Nao havendo mais solicitação de palavra, o sr. Presidi^nte en
cerrou a discussão ^ subraet''U o R'^qU‘^rim''nto a votação, sendo aprova
do por unanimidade de votos, 0 sr. Pr^sid-nte declarou aprovado, por
unanimidade votos, o Requerimento ne 210/78. - -- -- - - - - -
"Esgotada a mataria constante da Ordem do Dia, o sr. Pr^^sid^n￾te. def«riu a palavra em ■'EXPLICAÇÃO P^CSSOAL. - - - _
0 sr. João Al''xandre Colombani, com a palavra, disse que na -
condição de lider da bancada do MLB, sentia-se na obrigação de fazer observação âobre o pleito de 15 de novembro último. M-u.ito já se fa -
lou desta tribuna, mas r~spe.itando totalment»^ os pontos d^ vista ex￾e''ndidoa, enquanto outras cidades aqui citadas farão dois ou tres d«>
Gamara JVluriLcLp-aS. de
^iado de São 'paula G D
putados, Gaí^ça atingirá -^ssa objetivo. ”m outras cidad®.s forma -
ram-SR corr-^nt^s para a frente. ■'? aqui sr> formou um cabo d^' gu'’rra,-
Cada grupo puKando para o sp.u candidato. 0 nosso colégio '^l^itoral á
pequeno, mas o problnma não só nosso. 0 Gov''rno dev^iria fazer es -
clarocim'^nto ao eleitor e não s" pr^^ocupar nm colocar retratinhos na
televisão. Se quisesse ampliar o colégio '^l''itoral esse s^ria o pas
so certo. Citaram aqui Paulo Ornelas ^ Manoel Joaquim Pornandes.
lembro d a campanha de ambos. Manolo instalou comit^.s d'sà--' a barran
ca do Rio Paraná at'^ aqui, se,m limites financeiros. 0 que existí> «m
Garça é um revanchismo que não leva a nada. 0 voto nulo «stá ligado_
aO' eleitor mais idoso, mais nervoso, qu<^ mal sabe. assinar e escre -
ver seu nome. Ate a cédula atrapalha, por ser minuscula. Mas é -um po
vo qu'-' merece toda nossa admiração. Dnv-^ria, isso sim, ser mais es -
clarecido. Tudo deveria ser feito com antec^^dendia. Mas, o qup temos
são os Eotos nulos <^m grande quantidade, e uma eleição que custou \ima
fábula para o Governo.
0 sr. Boanerges do Prado Viannn, com a palavra, disse que o -
ime.nso incêndio de. emoções quí> se alastrou pelo país, de uns 30 dias
para cá, talvez nos fez esquecer duas datas importantes. P-^lo exces
so de concentração em outros assuntos, esquecemo-nos até aqui nesta
Casa da Proclamação da Repúblico e do Dia d-: BandãDra. Gostaria de -
mencionar estes dois dias, para ressaltar a id^^io c-^ntral da d^mocra
cia qu° compçou na R''pública, d^ que todos são iguais perante a lei,
■'?sta é xzma República que se aprende a dar valor, principalmente quan
do se está longe dela. A dota consagrada à Bandeira ~ d" fato o sim￾bolo mais antigo que o mundo possuo. 0 homem não consegue biver sem
simbolos. Os piratas, que eram apátridas, tinham sua bandeira. Já -
tivemos momentos épicos om campos d^ batalha, onde filhos ilustres -
morreram pela sua Bandeira. "'íssa a data que merece ser olhada com -
respeito e com carinho. - -- -- -- -- -- -- -- -- -- - - -
Não havendo mais solicitaçen' da palavra, o sr. Presidente de clarou encerrada a presente. - - -jU Nada mais havendo,eu II lavrei a presente Ata, fiz datilogr^
com 0 sr. Presidente. - -- -- -- -
Secretário em exercício,
e. a subscrevi, juntam°nte -
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