| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 17 |
| Date | 1976-05-24 |
| native_id | 2144 |
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45 ,^au^ OÂMARA J/IUNIGIPAL DB GARÇA 17a SEGSÃO ORPINjÍRIa. REALIZADA EM 24 DE MaIO .DE iq76 PRESIDENTE; PaULO RENaTO ALVES DE SOUZA e ANTONIO CONBSSa SECRETARIO; LUiZ YAIfeUCHI A hora regimentalinente designada, preoisamer^te às 20 ho ras, feita a chaniada dos senhores vereadores, constatou-se a presen ça dos seguintes: Antonio Conessa, Boanerges do Prado Vianna, Dioní sio Plorentino, Geraldo Campos, Luiz Carlos Belline, Luiz Yamauchi, Manoel Joaquim Fernandes, Mauro Mattos, Paulo Renato Alves de Sou-/ za, Pedro Krusicki, Salvador Zago Junior, Verissimo Fernandes Bar-/ beiro e Vilson Pereira Ramos, totalizando treze (13) dos senhores / i vereadores. ______ ) Havendo número legal, o Sr, Presidente declarou aberto 08 trabalhos da presente Sessão Ordinária e submeteu a discussão / dos senhores vereadores a Ata da 16s Sessão Ordinária, 17 de maio de 1976, Nao havendo solicitação de palavras, sidente encerrou a discussão e passou à votaçao, tendo a Ata sido / aprovada por unanimidade de votos, 0 Sr, Presidente declarou aprova da, por unanimidade de votos, a Ata da 16& Sessão Ordinária, 0 Sr. Presidente informou à Casa que baixara uma Porta ria, dc n2 507/76, pela. qual todos os sen.hores vereadores que des_e jarem os préstimos da Secretaria da Câmara Municipal de Garç feitura de Requerimentos, Indica.çoes, Moçoes, Projetos de Lei ou Re solução, deverão fazê-lo até às 16:30 horas do dia da realização da Sessão. Disse 0 Sr. Presidente que a Portaria objetivava evitar pos síveis erros-na feitura da propositura, em seu conteúdo e forma , e que, de outra parte, a medida possibilitará, a presença, em tempo in gral, dos senhores funcionários desta Secretaria ao Plenário, duran te a realizaçao da Sessão. Disse mais 0 Sr. Presidente que espera 7 a necessária colaboraçao, por parte de todos senhores vereadores,no sentido expresso na Já referida Portaria e que a exceção, natural—/ mente, será permitida nos casos de feitura das proposituras que re querem extrema urgência. ---------- __ _ Z realizada em 0 Sr, Pre a. na Na sequência dos trabalhos, 0 Sr, Presidente solicitou/ ao Sr. Secretário a leitura do EXPEDIENTE RECEBIDO DO EXECUTIVO Mü NIGIPAL. I 0 Sr. Secretário deu conta do seguinte: _ - - - - Of. ne 352/76, em atenção à Indicação nS 68/76. - Of. nS 351/76, em atençao à Indicação ne 69/76, - Of. ne 356/76, em atenção à Indicação nS 70/76. - Of. ne 348/76, em atençao à Indicação ns 71/76, - Of. ne 353/76, ^ Of. ne 354/76, em atenção à Indicação ne 73/76. - Of. ne 355/76, em atenção à Indicação ne 74/76, - Of, ne 349/76, em atenção à Indicação nS 75/76, - Of. ns 350/76, atençao à Indicaçao ne 72/76. - em em atençao à Indicação ns 76/76. - - - - Of. ne 347/76, em aditamento a propésito da Indicação / ne 67/76. 46 e/í 3^^ .^zn/o ^isisr. N=id=i mqis const=indo no Expediente ReceMdo d/Executivo Municipal, o Sr. Secretário convidou o Sr. Secretário a divulgar matéria constante do EXPEDIENTE RECEBIDO DE DIVERSOS. Oficio do deputado Del Bosco Amaral, da Assembléia Legislativa do Estado, putados Wadih Helú a DD. 12 Secretário / comunicando torem os nobres de 0 Joao La,3aro de Almeida Prado apresentado reque rimento^de congratulações ao Município de Garça, por motivo de seu aniversario de^emancipaçao político-administrativa. subscrito pelo Coronel PM Irahi Vieira Catalano, DD. CMT DO CPA/l/4, comunicando o recebimento dos ofícios circula-/ res de nQs. 06/76, 07/76 e 08/76 desta Bdilidade. Circulqr do CEPAM, informando a respeito da descaracte- rizaçao do salario mínimo. como fator de correção monetária. - Ofício da Câmara Municipal de Cubatao, apoio ao requerimento n2 162/76. __________ Carta subscrita pelo deputado João Láza encaminhando um avulso do Requerimento n2 421/76 Encerrada a leitura do Expediente Recebido de Diversos, ° solicitou ao Sr, Secretário se procedesse a leitu ra do EXPEDIENTE APRESENTADO PELOS SENHORES VEREüDORES. - Indicação n2 77/76, do Sr. Boanerges do Prado Vianna, licitando a reativaçao do semáforo que se encontra desligado no crü zamento das Indicaçao Avenidas Paustina n2 78/76,e Presidente do Sr. Boanerges Vargas.do Prado Vianna, ,. ^ esvaziamento da piscina construida no recinto do Bstá-7 dio Municipal Frederico Platzeck. solicitando / de Almeida / ro Prado, 30 30 licitando Indicaçao n2 79/76, do Sr. Pedro Krusicki e outros, a^desobstrução do esgoto de águas servidas existente a Clinica Indicaçao de_^Repousos n2 80/76,Santado Helena. Sr. Geraldo Campos e outros, so- a remoçao^de entulhos na Rua Guanabara, defronte o n2172. Indicaçao n2 81/76, do Sr. Geraldo Campos e outros, so- reparos na ponte que se localiza próxima ao Frigorífico / so¬ licitando fronte de licitando licitando Unidos, - Indicaçao n2 82/76, do Sr. carecendo a necessidade de s' ventivo para a feira-livre, - - _ - _ Antonio Conessa.e outros, se armar um esquema de policiamento en preIndicaçao n° 83/76, do Sr. ^ Antonio Conessa e outros, so melhor conservação das passagens provisórias da faixa licit-^ndo do Integração, uma Indicaçao n2 84/76, do Sr. a construção de uma calçada subnível da Rua Barão do Rio Branco. - ,. , Indicaçao n2 85/76, do Sr. Antonio Conessa e outros, lioit,ndo , oori3truQ=,o de um .il^mbr^do em torno do prádlo do Centrõ Oofuunita.no Urbano. — — — — Antonio Conessa e outros, para pedestre na ex-passagem/ 30 licitando so 0 Sr. Presidente informou supracitadas serão encaminhadas termos regimentais. à C5>sa, cópias das Indicações/ à Chefia do Executivo Municipal, nos Requerimento n° 86/76, do Sr. Boanerges do Prado Vianna, iflisr: 47 imaia c/e .^ão Íífi solicitando informqçoes ao Exmo, Sr. Prefeito Municipal informações que dizem respeito à doaçõo do terreno ao INPS. Urgência contida - 0 Sr. Presidente informou a Casa que 0 Requerimento ns 86/76 será! encaminhado \ Ordem do Pia da presente Sessão. - Terminada a leitura, do Expediente Apresentado Pelos Senhores Vereadores , e, não havendo oradores inscritos no PEQUENO/ EXPEDIENTE, o Sr. Presidente deferiu a palavra, no GRANDE EXPEDIENTE. 0 Vereador Boanerges do Prado Vianna, com a palavra,dis se que o jornal a "Comarca de Garça" publicara um artigo do nobre / jornalista - Sr. V/ilson Gonsales - intitulado "Mensagem aos homens/ do nosso tempo"; que o nobre jornalista procurara versar sobre o a_s sunto que interessa bastante à comunidade garcense e que, por diver sas vezes, jã tem levado esta Casa a. discussões, sas discussões também, por consequência, áre-^s da coletividade; que considerara bastante Idcido e bastante / válido 0 fio de pensamento desenvolvido pelo articulista, que fêz / da sua publicação uma. espécie de alerta aos homens público desta ci dade e, portanto, em larga parcela aos integrantes desta Casa, cons tituintes que sao da administraçao deste Município; que, ainda que economicamente nao apresente qualquer aspecto de atraçao a. investi mento, 0 curso superior, de fato, / fazendo com que es se estendessem a outras / como bem dissera o articulista, / justifica os melhores esforços da comunidade e, em especial, dos ad ministradores, para que a escola se instale, por questão de políti ca no sentido da administraçao das coisas públicas. - - - - - - - - 0 Sr. Veríssimo Peniandes Barbeiro, em aparta, esclare ceu que a. bancada da ARENA pedira, na semana passada, como reivindi çao política, a,o Sr. Governador do Estado a instalaçao de uma Pacul da.de técnica e que também o orador fora um dos subscritores daquela moçao. _ 0 vereador Boanerges do Prado Vianna, respondendo, dis se ser absoluta verdade os termos da expressão do aparteante, razao porque se congratulava, de f-ito, com o articulista, que viera somar, públicamente, esforços, idéias e esperanças no mesmo sentido da mo çao, da qual fora signatário; que, na verdade, não mencionara tal / moçao, porque nao pretendera fazer da reivindicação um aspecto de / luta partidária, mas sim um aspecto de luta comunitária. - - - - - 0 Sr. Mauro Mattos, em aparte, lembrou que esta Casa / na.o tem fugido as manifestações para instalação de uma faruldsde em Garça 0 orador, agradecendo, disse entender que, nessas mani festações dos seus prezados pares fica demonstrado que, da parte do Legislativo, todos se encontram de acordo e mais do que acordo, pro curando fazer a boa luta preconizada pelo nobre articulista do jor nal a "Comarca de Garça"; que também outros munícipes, outros cida dãos se manifestassem em torno do problema da instalação de uma fa-r culdade em Garça. 0 Sr. Pedro Krusicki, em aparte, concitou o orador a / convidar todos elementos, incluindo—se naturalmente o Sr, Wilson / Gonsales, interessados em instalar a faculdade irem até 5r. / Prefeito Municip-ni ou virem até à Oâm^ra Municipal, para se ten/ tar encontrar uma fórmula objetiva a respeito; quo entendia que/ escrever no jornal, emD03rt seja lindo e corajoso, nada de concre to surtiria e que era preciso que se partisse para luta. - ” que a contribuição do arti que 0 trabalho que ele tivera de for Em resposta disse o orador culista ja fora eficiente; mul^r. em artigo bein escrito, seria uma contribuiçno a aquela / obra, que nao deverá ser realizada por um elemento apenas, mas / deve ser resultado de um trabalho colegiado, onde a liderança ca bera e devera estar sempre ns mãos do 3r. Chefe do Executivo, cundado de perto, amparado com idéias pelos integrantes desta Ca sa de Leis, pelos empresários, pelas entidades de classe, enfim? pela comunidade toda. se 0 Sr, Mauro Mattos, em aparte, disse que do aparte / vereador Pedro Krusicki infaria-se que falar sobre facul escrever sobre faculdade, todos tem falado e escrito; que/ atual Prefeito Municipal propusera dar a Garça, uma / acuidade, se eleito, mas que, até a presente data, nada se fêz/ e positivo; que, assim, entendera no aparte do Sr. Pedro Krusi- cki que falar, falar se perde no ar e que até hoje nada de con-/ ereto S. Excia. viu e sentiu nesta cidade a resnsito da instala- çao de uma faculdade. do nobre dade, inclusive o 0 Sr. Pedro Krusicki, em aparte, disse que o nobre / vereador Mauro Mattos tinha razão, mas em parte, pois, entendia/ que falar e escrever é bom, mas o que era preciso era a união / do povo de Garça; que só com a união e' que haverá possibilidade da instalaçaoContinuando, de uma faculdade disse o eravereador Garça. Boanerges do Prado Vian a Cada dia que passa, sentia-se mais ligado, a esta Casa e ao Plenário; que percebera, falando a. re para na que. por afeiçao, jã por várias sessÕes, paito daquilo que considerava diretrizes importantes 0 Mwiicipio, nao tiver- oportunidade de sentir sinal de / contestação nenhum entre os nobres companheiros; que todos apnrtes forani no sentido de endossar; significava, pois, harmonia que tivera oportunidade de defender, lizmente começa surgir dentro da própria Casa; e que, -gora,che ga-se a um acordo em torno_^do momentoso e históri.^o e, as vezes, frustrado tema da instalaçao de uma faculdade. 0 Sr. Veríssimo Fernandes Barbeiro, era aparte, soli citou ao orador que lhe informasse, fora a Faculdade Técnica,que 0 Sr, Prefeito Municipal e os vereadores têm pleiteado, qual ria, faculdade qu3 G-rça teria ~ os essa / em outras vezes,fe se condição de obter, 0 vereador Boanerges do Prado Vianna, em resposta, / ^ pergunta formulada pelo aparteante era profundamente inteligente; que considerava que ela, a pergunta, poderia levar/ a uma serie de considerações futuras e de alta, importância; a pergunta era inteligente, porque induzia, formulação, ria até, disse que desde 0 início, a / a organizaçao de um grupo de trab-lho, onde existi-/ provavelmente, elementos mais atuantes desta C que pudessem também opinar e dar conhecimento ao pdblico^asa, para /idesde 49 e/<t .S^c ,^zm/c sem sigilosos, p.ra que nío houves sem tenclenci^s inconvenieates pnr^ os estudos? que, ent«o grupo de tr^bqlho diri^ ao Chefe do Executivo: * com relqtivq possibilidade de escola superior". esse 7 podemos pleitear,/ junto ao MEC, tal tipo sucesso, de Veríssimo Fernandes Barbeiro, Marílin, que possuem faculdade’ cidades possuem faculdade 0 Sr. om aparte, disse do govêrno, . T - ® P'^rticulares; que, assim, enten- ^id^ae perdera oportunidade ha 10 ou 15 anos atras / InteresLd::’ ^ in.tal.çao de uma .acuidade; que entendia também que o pedido de GHr/ tcf 7 condição de ser instelada m r’ por isso á que solioltoro mesmo porque o orsdor vem M 3 »nos estudendo 0 sssunto que afora B‘^uru s demais as dia que esta na em 0 aparte, / Re oomanu.o a p-al*vra, disse o orador que, se o proble as resDostnc° resolvido, n^o se devem formular 7 a-,m+ ^ pensava que primeiro se hé de pensar ' ^ guntas basicas, apés o que, formuladas ria aos estudos das tido da ma existe e nas perse passano sen inteligentemente, para então se encaminhar tudo deverá que a liderança ha' de existir, argumentos necessa'rÍ03 p-ra se levar a bom termo parecer díficil, -! nao seria impossível,- ador Luiz Carlos Belline, 03 demais vereadore reador Boanerges do Prado Vianna, palavras; * respostas, açao; que essa infra-estrutura Ihos realizados; fim os 36 somar aos traba/ a uniao também, en essa obra, distante, contudo consi que, dera.va que ela °bsolutaraente ü vero se para alguns possa. com a palavra, disse s^que aparte^ram o nobre ve-/ também congratulavaque, como fizeram se com suas/ mais, que era. necessário que alguém es- ●^rticuiista da"Gomarca de que diria, crevesse o que escrevera o também era necess.ári dirigir ainJ Garça"; que / que têm recurso para se / que é de grande importância / que assim instalação de uma facul mente, o motivo_^que o trouxe â tribuna fora ● mento e Indicações, esse o que 03 vereadores, comentem o assunto, de Garça, ao povo. Para a cid^^de dade; que, as 0 o orador que, rea 'issuntc do Requeri—/ que esta Casa tem en 0 aval.nnche de pedidos em todas viado ao Sr. Prefeito Municipal, sunto comentado, invariavelmente, nos bastidores: que, anos, poder-se-ia as sessões; que é um por todos os senhores vereadores sm se fazendo um levantamento nesses quase 4 garantir que nem lOcf deles foram atendidos; usando desta tribuna, já referira ascerta vez, pelo menos o de Garça, pedidos do Executivo; clusão de que, ao Poder Legislativo, como um cartório, que apenas registrava que, ja passados algum tempo, o que sG faz aqui é endossar aquilo mais; 03 chegara a oonque como vereador, por pertencer ao mesmo / que nao atende, que nao apoia / que, roalmente, 0 Executivo pede e nada frustrado que, assim, e, principalmsnto, ainda mais P=!rtido do Sr. Prefeito Municipal, sentia-se, 50 ,^ão x^af/4t> imaia eata Casa. / O Sr. Veríssimo Fernandes Barbeiro, em aparte, reportan do-se a afirmativa do ordcr de que esta Casa nada mais era do que um Registro, esclareceu que tal situaçao nao cabe ao Sr. / mas sim à. legislação, que veda ao vereador apre-/ que, com relação ao nao acreditava que o orador nao deixava de cartório dc Prefeito Muncipal, sentar projetos que criem aumento de despesa; atendimento dos pedido ter suas razoes de se l^ment^^r. - -- -- -- -- -- -- -- - O vereador Luiz Carlos Belline, agradecendo o aparte, / disse que as suas críticas se cingia apenas ao não atendimento das / proposituras feitas por esta Casa; que, assim, achava que as duas Ij. Casa deveriam fazer o levantamento dos requerimentos/ provados e fazer uma reunião com todos os vereadores e ve_ cada um deies estão satisfeitos com o que ocorre; que, nos che dsranças desta que foram rificar se bastidores, ja sentira que n inaatisfaçao era geral; que, assim, _ gar-se-ia a seguinte conclusão: não se mandar mais requerimentos ou/ indicações ao Sr. Prefeito Municipal. - - - - - O Sr. Veríssimo Fernandes Barbeiro, em aparte, lembrou/ ao orador que, na época que fora. Presidente desta Ga.sa, provocara / ■ que era o línico meio de se fazer o atendi¬ das indicações e de resolver problemas; que, um ano p^ra cá, nao mais se realizaram as reuniões. O orador, respondendo, disse que tal sugestão serviria/ à Presidência da C=sa; que, assim, com devidas excusas pelo uso da / sentia-se um pasualho, como representante do povo; que já mais em condiçoes de pedir ao Sr. Prefeito Municipal / aquelas reuniões mensais, mento infelizmente, de expressão, não se sentia aquilo que o povo, que o alogey., pede.- preaidente esclt'receu que o Sr. Prefeito Munici-/ pal não promovera nenhuma reunião, há um ano a esta parte, iniciativa, de convidar 03 senhores vereadoras O Sr. razao por para que riaü tomara a. aquele fim., - Não mais havendo oradores inscritos no Grande Bxpedien o Sr. Presidente deferiu -a palavra, pela ordem, ao vereador Ge te, raldo Camoos. O vereador Ger-aldo Campos, pela ordem, requereu a d is-/ pens-a do Intervai.o Regiíiental. ----- - O Sr. Presidente consultou a Casa sobre o requerimento^' verbal formulado pelo edil Geraldo Campos, e, ante a manifestaçao fa_ vorável do Plenário, solicitou ao Sr. Secretário se procedesse a cha ORDEM DO DIA. Procedida a chama dos seguintes: / ma.da dos senhores vereadores p-ara a da dos senhores vereadores, verificou-se a presença Boanerges do Prado Vianna, Lionisio Florentino, Ge Antonio Conessa, raldo Campos, Luiz Carlos Belline, Luiz Yamauchi, Manoel Joaquim Fer Paulo Renato Mves de Souza, Pedro Krusicki, / Barbeiro 0 Vilson Pereira/ nandes, Mauro Mattos, Salvador Zago Junior, Veríssimo Fernandes totalizando treze (13) senhores edis. - -- -- -- -- - Havendo ndmer-o legal, para. a sequência dos trabalhos, 0 Sr. Presidente submeteu em discussão a urgência contida no Requerimen to ns 86/76, de autoria do vereador Boanerges do_^Prado Vianna, soli- dizem respe^ Ramos, citando ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal informações q 51 zmata respeito ò doaçío do terreao no IN.PS^, - -- -- -- -- -- -- - - Nao havendo solicitação de palavras, o Sr, Presidente / urgência solicitada no Requerimento nS 86/76,sen votos, àto contínuo, o Sr. Presiden-/ passou à votaçao da. do aprovada por unanimid te submeteu cm discussão o Requerimento, Nao havendo solicitação de palavras, o Sr, Presidente encerrou a discussão e passou à votaçao / do RequerimentU; sendo aprovado por unanimidade de votos. 0 Sr. Pre sidente decla?’on aprovado, por unanimidade devotos, o Requerimento / ^ ."T ns 86/76, - S:'.:ra em 2a discussão o Projeto de lei nô 14/76, do Sr. Prefeito Itlva^icipal, dispondo sobre a revalorizaçao das referências / numérica.;: do funcionalismo aa Prefeitura Municipal, na ordem 44,145í a p-=rtir de Ifi de moio de 1976. Pareceres das Comissoes de Jus de / tiça e de Finanças.. Nao havendo solicitação de palavras, o Sr. Presidente / encerrou a discussão e passou à votaçao global do Projeto de lei 14/76, tendo a dente declarou aprovado, por unanimidade de votos, votação, 0 Projete de lei ne 14/76. ------- Entra em 2â discussão o Projeto de lei nS 15/76, do Sr. Municipal de Garça., dispondo sobre o aumento / ns Casa ü aprovado por unanimidade de votos. 0 Sr, Presi em 2i discussão e presidente da Camar-a das referencias r?'ai'éricas dos servidores da. Secretaria da Câmara, na ordem de 41,145 a partir de is de maio de 1976. Pareceres das Comis sões de Justjça e Pinanç ●~i <zO ● Não havendo solicitação de palavras, o Sr. Presidente / r diacuss-a0 e passou ã votaçao global do Projeto de lei send' iprovado por unanimidade de votos. 0 Sr. Presidente de por ui.aniraidade de votos, em 2â discussão e votaçao o Projeto dü TjCi ns ?.5/76, - -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- JJr.tra em 2i discussão o Projeto de lei nS 16/76, do Sr, Prefeito iíiunicJpal, dispondo sobre abertura de um crédito suplemen-/ tar de Cr'$ 30-000,00 a título de colaboração do Poder iúblico para a manutenção da patrulha Juvenil Garcense. Pareceres das Comissões de Justiça c do Finatiças, n2 encerrou 15/76, clarou arrov'.dc, Nao havendo solicitação de palavras, o Sr. Presidente / encerrou a lisaussao e passou à votaçao 16/76, tendo c me.amo sido aprovado por unanimidade da votos, 0 Sr. / Presidente declarou aprovado, por unanimidade de votos, em 2a discus são ô vot-^ção, o Projeto de lei nS 16/76. - -- -- -- -- -- - — Rntrí’ em 2â discussão o Projeto de lei ns 17/76, do Sr. Prefeito Municipal, dispondo sobre abertura de um crédito especial / de Ch; 12-'’56,30, zadas devidas ao lobal do Projeto de lei n2 íT destinado ao pagamento de férias vencidas e nao go Sr. Diretor de Obras da Prefeitura Municipal, Pare¬ ceres favoráveis Comissoes de Justiça e de Finanças, ------ não havendo solicitação de palavras, o Sr. Presidente / discussão e passou à votaçao do Projeto de lei nS 17/76 , aprov^^do por unanimidade de votos. 0 Sr. Presidente / em 2ê discussão e votaencerrou a tendo dec.lí^rou -^provaaoj por unanimidade Je votos, ção, o Projeto da lei nQ 17/76. ------ C' sa. o 52 Nnd-=> £Qqi3 constando n=> pqut=i dq Ordem do Diq dq presen te Sessqo, o Sr. Presidente deferiu q pql^vrq em BXPLICAÇSO PESSOAL. 0 vereador Boqnerges do Prqdo Viqnna, com q pq.lqvrq., / disse que qgro.decia, de início, qs qmqveis pqlqvras q ele dirigidqs/ pelo vereqdor Luiz Cqrlos Belline no Grqnde Expediente; que, de sua pqrte,^nestq Bxplicqçao Pessoal, reserva.vq o direito de fazer o laudatório, porque achava que, muitas vezes, o elogio, a palavra incentivo, tem tanto mais valor do que a da crítica, ue q da construtiva, vai tocar em pontos doloridos de que, então, seu de porque a críti¬ ca, ainda personalidade; ciai enorme, uma 0 que critica precisa de um talento espese tornar antipático; mas como,/ pelo contrário, é gostoso poder se elogiar, quando o elogio não á / feito no sentido bajulatório; que, assim, faria, nesta Explicação / .. 0 elogio a Rádio Clube de Garça, pelo trabalho que ela realizado e que tivera o cuidado de para, no criticar, nao Pessoal, tem anotar durante a semana transata. 0 vereador Salvador Zago Junior, tem percebido, oestes 8 últimos às vesperas das campanhas eleitorais, perior - se torna a biblia de cada sa, infelizmente; que a palavra, disse / com que, em termos pessoais, geralmente, anos, que , o tema - escola su cidadao pleiteante de alguma coi- , também, na campanha de 1976 deverá acontecer que louvava o articulista, mas que o negócio nao seria bem isso; vereador Boanerges do prado Vianna Grande Expediente, percebera, através de que a bancada situacionista desta Casa, via encaminhado um ofício ao Sr. 0 mesmo; cola superior, do 0 nobre que tanto se preocupou com a esque, assim, quan ocupava a tribuna no um aparte dc um seu colega, há pouco mais de 10 dias, ha Governador, solicitando de S. Excia, que intercedesse para que Garça tivesse uma escola superior de tecno logia; que a bancada minoritária desta Casa subscrever o mencionado ofício; nao fora convidada pa ra/ aquele ideal de união, / Disse mais o ora que, assim, parece estar muito longe demais, de expressão parece ser bastante precária, eis que há dias acontecera o Projeto Falcão, encaminhado ao Congresso Nacional, disciplinando o uso das emissoras de rádio c das TVs nas / próximas campanhas eleitorais. que muitos querem, dor que também I Nao mais havendo oradores inscritos em Explicação Pes-/ soai e nada mais havendo, o Sr. Presidente declarou encerrada a pre- ^ sento Sessão Ordinária» .y BU(^ far e a subscrevi, : Secre tário, juntamente com o Sr. Pr« redigi esta Ata, idente, - fiz datilogra PRESIDENTE