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sessao nº 17

Tipo Ordinária
Número / Ano 17
Date 1976-05-24
native_id2144

Documents (1)

ata #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 8

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,^au^
OÂMARA J/IUNIGIPAL DB GARÇA
17a SEGSÃO ORPINjÍRIa. REALIZADA EM 24 DE MaIO .DE iq76
PRESIDENTE; PaULO RENaTO ALVES DE SOUZA e ANTONIO CONBSSa
SECRETARIO; LUiZ YAIfeUCHI
A hora regimentalinente designada, preoisamer^te às 20 ho ras, feita a chaniada dos senhores vereadores, constatou-se a presen
ça dos seguintes: Antonio Conessa, Boanerges do Prado Vianna, Dioní
sio Plorentino, Geraldo Campos, Luiz Carlos Belline, Luiz Yamauchi,
Manoel Joaquim Fernandes, Mauro Mattos, Paulo Renato Alves de Sou-/ za, Pedro Krusicki, Salvador Zago Junior, Verissimo Fernandes Bar-/
beiro e Vilson Pereira Ramos, totalizando treze (13) dos senhores /
i vereadores. ______ 	 	 			
) Havendo número legal, o Sr, Presidente declarou aberto
08 trabalhos da presente Sessão Ordinária e submeteu a discussão /
dos senhores vereadores a Ata da 16s Sessão Ordinária,
17 de maio de 1976, Nao havendo solicitação de palavras,
sidente encerrou a discussão e passou à votaçao, tendo a Ata sido /
aprovada por unanimidade de votos, 0 Sr, Presidente declarou aprova
da, por unanimidade de votos, a Ata da 16& Sessão Ordinária, 	
0 Sr. Presidente informou à Casa que baixara uma Porta ria, dc n2 507/76, pela. qual todos os sen.hores vereadores que des_e jarem os préstimos da Secretaria da Câmara Municipal de Garç
feitura de Requerimentos, Indica.çoes, Moçoes, Projetos de Lei ou Re
solução, deverão fazê-lo até às 16:30 horas do dia da realização da
Sessão. Disse 0 Sr. Presidente que a Portaria objetivava evitar pos síveis erros-na feitura da propositura, em seu conteúdo e forma , e
que, de outra parte, a medida possibilitará, a presença, em tempo in
gral, dos senhores funcionários desta Secretaria ao Plenário, duran
te a realizaçao da Sessão. Disse mais 0 Sr. Presidente que espera 7
a necessária colaboraçao, por parte de todos senhores vereadores,no
sentido expresso na Já referida Portaria e que a exceção, natural—/ mente, será permitida nos casos de feitura das proposituras que re querem extrema urgência. ---------- __ _ Z
realizada em
0 Sr, Pre
a. na
Na sequência dos trabalhos, 0 Sr, Presidente solicitou/ ao Sr. Secretário a leitura do EXPEDIENTE RECEBIDO DO EXECUTIVO Mü
NIGIPAL. I
0 Sr. Secretário deu conta do seguinte: _ - - - -
Of. ne 352/76, em atenção à Indicação nS 68/76. -
Of. nS 351/76, em atençao à Indicação ne 69/76, -
Of. ne 356/76, em atenção à Indicação nS 70/76. -
Of. ne 348/76, em atençao à Indicação ns 71/76, -
Of. ne 353/76, ^
Of. ne 354/76, em atenção à Indicação ne 73/76. -
Of. ne 355/76, em atenção à Indicação ne 74/76, -
Of, ne 349/76, em atenção à Indicação nS 75/76, -
Of. ns 350/76,
atençao à Indicaçao ne 72/76. -
em
em atençao à Indicação ns 76/76. - - - -
Of. ne 347/76, em aditamento a propésito da Indicação /
ne 67/76.
46
e/í 3^^ .^zn/o
^isisr.
N=id=i mqis const=indo no Expediente ReceMdo d/Executivo Municipal, o Sr. Secretário convidou o Sr. Secretário a divulgar matéria constante do EXPEDIENTE RECEBIDO DE DIVERSOS.
Oficio do deputado Del Bosco Amaral, da Assembléia Legislativa do Estado,
putados Wadih Helú
a
DD. 12 Secretário /
comunicando torem os nobres de
0 Joao La,3aro de Almeida Prado apresentado reque rimento^de congratulações ao Município de Garça, por motivo de seu aniversario de^emancipaçao político-administrativa. 	
subscrito pelo Coronel PM Irahi Vieira Catalano, DD. CMT DO CPA/l/4, comunicando o recebimento dos ofícios circula-/ res de nQs. 06/76, 07/76 e 08/76 desta Bdilidade. 	
Circulqr do CEPAM, informando a respeito da descaracte- rizaçao do salario mínimo. como fator de correção monetária. -
Ofício da Câmara Municipal de Cubatao, apoio ao requerimento n2 162/76. __________
Carta subscrita pelo deputado João Láza encaminhando um avulso do Requerimento n2 421/76 Encerrada a leitura do Expediente Recebido de Diversos, ° solicitou ao Sr, Secretário se procedesse a leitu ra do EXPEDIENTE APRESENTADO PELOS SENHORES VEREüDORES. -
Indicação n2 77/76, do Sr. Boanerges do Prado Vianna, licitando a reativaçao do semáforo que se encontra desligado no crü zamento das Indicaçao Avenidas Paustina n2 78/76,e Presidente do Sr. Boanerges Vargas.do 	
Prado Vianna, ,. ^ esvaziamento da piscina construida no recinto do Bstá-7 dio Municipal Frederico Platzeck. 	
solicitando /
de Almeida /
ro Prado,
30
30 licitando
Indicaçao n2 79/76, do Sr. Pedro Krusicki e outros, a^desobstrução do esgoto de águas servidas existente a Clinica Indicaçao de_^Repousos n2 80/76,Santado Helena. Sr. Geraldo 	
Campos e outros, so- a remoçao^de entulhos na Rua Guanabara, defronte o n2172. Indicaçao n2 81/76, do Sr. Geraldo Campos e outros, so- reparos na ponte que se localiza próxima ao Frigorífico /
so¬ licitando
fronte de
licitando
licitando
Unidos, -
Indicaçao n2 82/76, do Sr.
carecendo a necessidade de s'
ventivo para a feira-livre, - - _ - _
Antonio Conessa.e outros,
se armar um esquema de policiamento
en
pre￾Indicaçao n° 83/76, do Sr. ^ Antonio Conessa e outros, so melhor conservação das passagens provisórias da faixa licit-^ndo
do Integração,
uma
Indicaçao n2 84/76, do Sr. a construção de uma calçada subnível da Rua Barão do Rio Branco. -
,. , Indicaçao n2 85/76, do Sr. Antonio Conessa e outros, lioit,ndo , oori3truQ=,o de um .il^mbr^do em torno do prádlo do Centrõ Oofuunita.no Urbano. — — — —
Antonio Conessa e outros,
para pedestre na ex-passagem/
30 licitando
so
0 Sr. Presidente informou
supracitadas serão encaminhadas
termos regimentais.
à C5>sa, cópias das Indicações/ à Chefia do Executivo Municipal, nos
Requerimento n° 86/76, do Sr. Boanerges do Prado Vianna,
iflisr: 47 imaia
c/e .^ão
Íífi
solicitando informqçoes ao Exmo, Sr. Prefeito Municipal informações que dizem respeito à doaçõo do terreno ao INPS.		 	
Urgência contida - 0 Sr. Presidente informou a Casa que 0 Requerimento ns 86/76 será! encaminhado \ Ordem do Pia da presente Sessão. -
Terminada a leitura, do Expediente Apresentado Pelos
Senhores Vereadores , e, não havendo oradores inscritos no PEQUENO/ EXPEDIENTE, o Sr. Presidente deferiu a palavra, no GRANDE EXPEDIENTE.
0 Vereador Boanerges do Prado Vianna, com a palavra,dis
se que o jornal a "Comarca de Garça" publicara um artigo do nobre /
jornalista - Sr. V/ilson Gonsales - intitulado "Mensagem aos homens/ do nosso tempo"; que o nobre jornalista procurara versar sobre o a_s sunto que interessa bastante à comunidade garcense e que, por diver
sas vezes, jã tem levado esta Casa a. discussões,
sas discussões também, por consequência,
áre-^s da coletividade; que considerara bastante Idcido e bastante /
válido 0 fio de pensamento desenvolvido pelo articulista, que fêz /
da sua publicação uma. espécie de alerta aos homens público desta ci
dade e, portanto, em larga parcela aos integrantes desta Casa, cons
tituintes que sao da administraçao deste Município; que, ainda que
economicamente nao apresente qualquer aspecto de atraçao a. investi
mento, 0 curso superior, de fato,
/
fazendo com que es
se estendessem a outras /
como bem dissera o articulista, /
justifica os melhores esforços da comunidade e, em especial, dos ad
ministradores, para que a escola se instale, por questão de políti
ca no sentido da administraçao das coisas públicas. - - - - - - - -
0 Sr. Veríssimo Peniandes Barbeiro, em aparta, esclare
ceu que a. bancada da ARENA pedira, na semana passada, como reivindi
çao política, a,o Sr. Governador do Estado a instalaçao de uma Pacul da.de técnica e que também o orador fora um dos subscritores daquela
moçao. _
0 vereador Boanerges do Prado Vianna, respondendo, dis
se ser absoluta verdade os termos da expressão do aparteante, razao
porque se congratulava, de f-ito, com o articulista, que viera somar, públicamente, esforços, idéias e esperanças no mesmo sentido da mo
çao, da qual fora signatário; que, na verdade, não mencionara tal /
moçao, porque nao pretendera fazer da reivindicação um aspecto de /
luta partidária, mas sim um aspecto de luta comunitária. - - - - -
0 Sr. Mauro Mattos, em aparte, lembrou que esta Casa /
na.o tem fugido as manifestações para instalação de uma faruldsde em
Garça 	
0 orador, agradecendo, disse entender que, nessas mani festações dos seus prezados pares fica demonstrado que, da parte do
Legislativo, todos se encontram de acordo e mais do que acordo, pro
curando fazer a boa luta preconizada pelo nobre articulista do jor
nal a "Comarca de Garça"; que também outros munícipes, outros cida dãos se manifestassem em torno do problema da instalação de uma fa-r culdade em Garça.
0 Sr. Pedro Krusicki, em aparte, concitou o orador a /
convidar todos elementos, incluindo—se naturalmente o Sr, Wilson /
Gonsales, interessados em instalar a faculdade irem até 5r. /
Prefeito Municip-ni ou virem até à Oâm^ra Municipal, para se ten/ tar encontrar uma fórmula objetiva a respeito; quo entendia que/ escrever no jornal, emD03rt seja lindo e corajoso, nada de concre to surtiria e que era preciso que se partisse para luta. - ”
que a contribuição do arti
que 0 trabalho que ele tivera de for
Em resposta disse o orador
culista ja fora eficiente;
mul^r. em artigo bein escrito, seria uma contribuiçno a aquela /
obra, que nao deverá ser realizada por um elemento apenas, mas /
deve ser resultado de um trabalho colegiado, onde a liderança ca bera e devera estar sempre ns mãos do 3r. Chefe do Executivo, cundado de perto, amparado com idéias pelos integrantes desta Ca sa de Leis, pelos empresários, pelas entidades de classe, enfim? pela comunidade toda.
se
0 Sr, Mauro Mattos, em aparte, disse que do aparte /
vereador Pedro Krusicki infaria-se que falar sobre facul escrever sobre faculdade, todos tem falado e escrito; que/ atual Prefeito Municipal propusera dar a Garça, uma /
acuidade, se eleito, mas que, até a presente data, nada se fêz/ e positivo; que, assim, entendera no aparte do Sr. Pedro Krusi- cki que falar, falar se perde no ar e que até hoje nada de con-/ ereto S. Excia. viu e sentiu nesta cidade a resnsito da instala- çao de uma faculdade.
do nobre
dade,
inclusive o
0 Sr. Pedro Krusicki, em aparte, disse que o nobre /
vereador Mauro Mattos tinha razão, mas em parte, pois, entendia/ que falar e escrever é bom, mas o que era preciso era a união /
do povo de Garça; que só com a união e' que haverá possibilidade da instalaçaoContinuando, de uma faculdade disse o
eravereador Garça. 	
Boanerges do Prado Vian a Cada dia que passa, sentia-se mais ligado, a esta Casa e ao Plenário; que percebera, falando a. re
para
na que. por afeiçao,
jã por várias sessÕes, paito daquilo que considerava diretrizes importantes 0 Mwiicipio, nao tiver- oportunidade de sentir sinal de /
contestação nenhum entre os nobres companheiros; que todos apnrtes forani no sentido de endossar; significava, pois, harmonia que tivera oportunidade de defender, lizmente começa surgir dentro da própria Casa; e que, -gora,che ga-se a um acordo em torno_^do momentoso e históri.^o e, as vezes, frustrado tema da instalaçao de uma faculdade.
0 Sr. Veríssimo Fernandes Barbeiro, era aparte, soli citou ao orador que lhe informasse, fora a Faculdade Técnica,que 0 Sr, Prefeito Municipal e os vereadores têm pleiteado, qual ria, faculdade qu3 G-rça teria ~
os
essa /
em outras vezes,fe
se
condição de obter, 0 vereador Boanerges do Prado Vianna, em resposta, /
^ pergunta formulada pelo aparteante era profundamente inteligente; que considerava que ela, a pergunta, poderia levar/ a uma serie de considerações futuras e de alta, importância; a pergunta era inteligente, porque induzia, formulação,
ria até,
disse
que
desde 0 início, a /
a organizaçao de um grupo de trab-lho, onde existi-/ provavelmente, elementos mais atuantes desta C
que pudessem também opinar e dar conhecimento ao pdblico^asa, para
/idesde
49
e/<t .S^c ,^zm/c
sem sigilosos, p.ra que nío houves sem tenclenci^s inconvenieates pnr^ os estudos? que, ent«o grupo de tr^bqlho diri^ ao Chefe do Executivo: *
com relqtivq possibilidade de
escola superior".
esse 7
podemos pleitear,/ junto ao MEC, tal tipo sucesso, de
Veríssimo Fernandes Barbeiro, Marílin, que possuem faculdade’ cidades possuem faculdade
0 Sr. om aparte, disse
do govêrno, . T - ® P'^rticulares; que, assim, enten- ^id^ae perdera oportunidade ha 10 ou 15 anos atras /
InteresLd::’ ^
in.tal.çao de uma .acuidade; que entendia também que o pedido de
GHr/ tcf 7 condição de ser instelada m r’ por isso á que solioltoro mesmo porque o orsdor vem M 3 »nos estudendo 0 sssunto
que afora B‘^uru s
demais as
dia que esta
na
em
0 aparte, /
Re oomanu.o a p-al*vra, disse o orador que, se o proble as resDostnc° resolvido, n^o se devem formular 7
a-,m+ ^ pensava que primeiro se hé de pensar ' ^
guntas basicas, apés o que, formuladas ria aos estudos das
tido da
ma existe e
nas per￾se passa￾no sen
inteligentemente,
para então se encaminhar tudo
deverá
que a liderança ha' de existir, argumentos necessa'rÍ03 p-ra se levar a bom termo
parecer díficil,
-! nao seria impossível,- ador Luiz Carlos Belline, 03 demais vereadore reador Boanerges do Prado Vianna, palavras; *
respostas,
açao; que essa infra-estrutura Ihos realizados;
fim os
36 somar aos traba/
a uniao também, en
essa obra, distante, contudo consi que,
dera.va que ela °bsolutaraente
ü vero
se para alguns possa.
com a palavra, disse
s^que aparte^ram o nobre ve-/ também congratulava￾que, como fizeram
se com suas/ mais, que era. necessário que alguém es- ●^rticuiista da"Gomarca de
que diria,
crevesse o que escrevera o
também era necess.ári
dirigir
ainJ
Garça"; que /
que têm recurso para se /
que é de grande importância /
que assim instalação de uma facul
mente, o motivo_^que o trouxe â tribuna fora ● mento e Indicações, esse
o
que 03 vereadores,
comentem o assunto, de Garça,
ao povo.
Para a cid^^de
dade;
que, as
0
o orador que, rea
'issuntc do Requeri—/
que esta Casa tem en
0
aval.nnche de pedidos
em todas viado ao Sr. Prefeito Municipal, sunto comentado, invariavelmente, nos bastidores: que,
anos, poder-se-ia
as sessões; que é um
por todos os senhores vereadores sm se fazendo um levantamento nesses quase 4
garantir que nem lOcf deles foram atendidos; usando desta tribuna, já referira
as￾certa vez,
pelo menos o de Garça, pedidos do Executivo; clusão de
que,
ao Poder Legislativo, como um cartório, que apenas registrava que, ja passados algum tempo,
o que sG faz aqui é endossar aquilo mais;
03
chegara a oon￾que
como vereador,
por pertencer ao mesmo /
que nao atende, que nao apoia /
que, roalmente, 0 Executivo pede e nada
frustrado que, assim, e, principalmsnto, ainda mais P=!rtido do Sr. Prefeito Municipal,
sentia-se,
50
,^ão x^af/4t>
imaia
eata Casa. /
O Sr. Veríssimo Fernandes Barbeiro, em aparte, reportan
do-se a afirmativa do ordcr de que esta Casa nada mais era do que um Registro, esclareceu que tal situaçao nao cabe ao Sr. /
mas sim à. legislação, que veda ao vereador apre-/ que, com relação ao nao
acreditava que o orador nao deixava de
cartório dc
Prefeito Muncipal,
sentar projetos que criem aumento de despesa;
atendimento dos pedido ter
suas razoes de se l^ment^^r. - -- -- -- -- -- -- -- -
O vereador Luiz Carlos Belline, agradecendo o aparte, /
disse que as suas críticas se cingia apenas ao não atendimento das /
proposituras feitas por esta Casa; que, assim, achava que as duas Ij. Casa deveriam fazer o levantamento dos requerimentos/
provados e fazer uma reunião com todos os vereadores e ve_
cada um deies estão satisfeitos com o que ocorre; que, nos
che
dsranças desta
que foram
rificar se
bastidores, ja sentira que n inaatisfaçao era geral; que, assim, _
gar-se-ia a seguinte conclusão: não se mandar mais requerimentos ou/
indicações ao Sr. Prefeito Municipal. - - - - -
O Sr. Veríssimo Fernandes Barbeiro, em aparte, lembrou/
ao orador que, na época que fora. Presidente desta Ga.sa, provocara /
■ que era o línico meio de se fazer o atendi¬
das indicações e de resolver problemas; que,
um ano p^ra cá, nao mais se realizaram as reuniões. O orador, respondendo, disse que tal sugestão serviria/
à Presidência da C=sa; que, assim, com devidas excusas pelo uso da /
sentia-se um pasualho, como representante do povo; que já mais em condiçoes de pedir ao Sr. Prefeito Municipal /
aquelas reuniões mensais,
mento infelizmente, de
expressão,
não se sentia
aquilo que o povo, que o alogey., pede.- 	 			 	 	 	 	
preaidente esclt'receu que o Sr. Prefeito Munici-/
pal não promovera nenhuma reunião, há um ano a esta parte,
iniciativa, de convidar 03 senhores vereadoras
O Sr.
razao por
para que riaü tomara a.
aquele fim., -
Não mais havendo oradores inscritos no Grande Bxpedien
o Sr. Presidente deferiu -a palavra, pela ordem, ao vereador Ge te,
raldo Camoos.
O vereador Ger-aldo Campos, pela ordem, requereu a d is-/
pens-a do Intervai.o Regiíiental. ----- -
O Sr. Presidente consultou a Casa sobre o requerimento^'
verbal formulado pelo edil Geraldo Campos, e, ante a manifestaçao fa_
vorável do Plenário, solicitou ao Sr. Secretário se procedesse a cha ORDEM DO DIA. Procedida a chama
dos seguintes: /
ma.da dos senhores vereadores p-ara a
da dos senhores vereadores, verificou-se a presença
Boanerges do Prado Vianna, Lionisio Florentino, Ge Antonio Conessa,
raldo Campos, Luiz Carlos Belline, Luiz Yamauchi, Manoel Joaquim Fer Paulo Renato Mves de Souza, Pedro Krusicki, /
Barbeiro 0 Vilson Pereira/ nandes, Mauro Mattos,
Salvador Zago Junior, Veríssimo Fernandes
totalizando treze (13) senhores edis. - -- -- -- -- -
Havendo ndmer-o legal, para. a sequência dos trabalhos, 0
Sr. Presidente submeteu em discussão a urgência contida no Requerimen
to ns 86/76, de autoria do vereador Boanerges do_^Prado Vianna, soli- dizem respe^
Ramos,
citando ao Exmo. Sr. Prefeito Municipal informações q
51
zmata
respeito ò doaçío do terreao no IN.PS^, - -- -- -- -- -- -- - -
Nao havendo solicitação de palavras, o Sr, Presidente /
urgência solicitada no Requerimento nS 86/76,sen
votos, àto contínuo, o Sr. Presiden-/ passou à votaçao da.
do aprovada por unanimid
te submeteu cm discussão o Requerimento, Nao havendo solicitação de
palavras, o Sr, Presidente encerrou a discussão e passou à votaçao /
do RequerimentU; sendo aprovado por unanimidade de votos. 0 Sr. Pre
sidente decla?’on aprovado, por unanimidade devotos, o Requerimento /
^ ."T
ns 86/76, -
S:'.:ra em 2a discussão o Projeto de lei nô 14/76, do Sr.
Prefeito Itlva^icipal, dispondo sobre a revalorizaçao das referências /
numérica.;: do funcionalismo aa Prefeitura Municipal, na ordem
44,145í a p-=rtir de Ifi de moio de 1976. Pareceres das Comissoes de Jus
de /
tiça e de Finanças.. Nao havendo solicitação de palavras, o Sr. Presidente /
encerrou a discussão e passou à votaçao global do Projeto de lei
14/76, tendo a
dente declarou aprovado, por unanimidade de votos,
votação, 0 Projete de lei ne 14/76. ------- Entra em 2â discussão o Projeto de lei nS 15/76, do Sr.
Municipal de Garça., dispondo sobre o aumento /
ns
Casa ü aprovado por unanimidade de votos. 0 Sr, Presi
em 2i discussão e
presidente da Camar-a
das referencias r?'ai'éricas dos servidores da. Secretaria da Câmara, na
ordem de 41,145 a partir de is de maio de 1976. Pareceres das Comis
sões de Justjça e Pinanç ●~i <zO ●
Não havendo solicitação de palavras, o Sr. Presidente /
r diacuss-a0 e passou ã votaçao global do Projeto de lei
send' iprovado por unanimidade de votos. 0 Sr. Presidente de
por ui.aniraidade de votos, em 2â discussão e votaçao
o Projeto dü TjCi ns ?.5/76, - -- -- -- -- -- -- -- -- -- --
JJr.tra em 2i discussão o Projeto de lei nS 16/76, do Sr,
Prefeito iíiunicJpal, dispondo sobre abertura de um crédito suplemen-/
tar de Cr'$ 30-000,00 a título de colaboração do Poder iúblico para a
manutenção da patrulha Juvenil Garcense. Pareceres das Comissões de
Justiça c do Finatiças,
n2 encerrou
15/76,
clarou arrov'.dc,
Nao havendo solicitação de palavras, o Sr. Presidente /
encerrou a lisaussao e passou à votaçao
16/76, tendo c me.amo sido aprovado por unanimidade da votos, 0 Sr. /
Presidente declarou aprovado, por unanimidade de votos, em 2a discus
são ô vot-^ção, o Projeto de lei nS 16/76. - -- -- -- -- -- - —
Rntrí’ em 2â discussão o Projeto de lei ns 17/76, do Sr.
Prefeito Municipal, dispondo sobre abertura de um crédito especial /
de Ch; 12-'’56,30,
zadas devidas ao
lobal do Projeto de lei n2 íT
destinado ao pagamento de férias vencidas e nao go
Sr. Diretor de Obras da Prefeitura Municipal, Pare¬
ceres favoráveis Comissoes de Justiça e de Finanças, ------ não havendo solicitação de palavras, o Sr. Presidente /
discussão e passou à votaçao do Projeto de lei nS 17/76 ,
aprov^^do por unanimidade de votos. 0 Sr. Presidente /
em 2ê discussão e vota￾encerrou a
tendo
dec.lí^rou -^provaaoj por unanimidade Je votos,
ção, o Projeto da lei nQ 17/76. ------
C' sa. o
52
Nnd-=> £Qqi3 constando n=> pqut=i dq Ordem do Diq dq presen te Sessqo, o Sr. Presidente deferiu q pql^vrq em BXPLICAÇSO PESSOAL.
0 vereador Boqnerges do Prqdo Viqnna, com q pq.lqvrq., /
disse que qgro.decia, de início, qs qmqveis pqlqvras q ele dirigidqs/ pelo vereqdor Luiz Cqrlos Belline no Grqnde Expediente; que, de sua pqrte,^nestq Bxplicqçao Pessoal, reserva.vq o direito de fazer o
laudatório, porque achava que, muitas vezes, o elogio, a palavra incentivo, tem tanto mais valor do que a da crítica,
ue q da construtiva, vai tocar em pontos doloridos de que, então,
seu
de
porque a críti¬ ca, ainda
personalidade;
ciai enorme,
uma
0 que critica precisa de um talento espe￾se tornar antipático; mas como,/ pelo contrário, é gostoso poder se elogiar, quando o elogio não á /
feito no sentido bajulatório; que, assim, faria, nesta Explicação /
.. 0 elogio a Rádio Clube de Garça, pelo trabalho que ela realizado e que tivera o cuidado de
para, no criticar, nao
Pessoal, tem
anotar durante a semana transata. 0 vereador Salvador Zago Junior,
tem percebido, oestes 8 últimos
às vesperas das campanhas eleitorais, perior - se torna a biblia de cada
sa, infelizmente; que
a palavra, disse /
com
que, em termos pessoais,
geralmente, anos, que ,
o tema - escola su
cidadao pleiteante de alguma coi-
, também, na campanha de 1976 deverá acontecer
que louvava o articulista,
mas que o negócio nao seria bem isso; vereador Boanerges do prado Vianna
Grande Expediente, percebera, através de
que a bancada situacionista desta Casa,
via encaminhado um ofício ao Sr.
0 mesmo;
cola superior,
do 0 nobre
que tanto se preocupou com a es￾que, assim, quan
ocupava a tribuna no
um aparte dc um seu colega, há pouco mais de 10 dias, ha
Governador, solicitando de S. Excia, que intercedesse para que Garça tivesse uma escola superior de tecno logia; que a bancada minoritária desta Casa
subscrever o mencionado ofício; nao fora convidada pa ra/
aquele ideal de união, /
Disse mais o ora
que, assim,
parece estar muito longe demais,
de expressão parece ser bastante precária, eis que há dias acontecera o Projeto Falcão, encaminhado ao Congresso Nacional, disciplinando o uso das emissoras de rádio c das TVs nas /
próximas campanhas eleitorais.
que muitos querem,
dor que também
I
Nao mais havendo oradores inscritos em Explicação Pes-/ soai e nada mais havendo, o Sr. Presidente declarou encerrada a pre- ^ sento Sessão Ordinária» .y
BU(^ far e a subscrevi, : Secre tário,
juntamente com o Sr. Pr«
redigi esta Ata,
idente, -
fiz datilogra
PRESIDENTE

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