| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 2 |
| Date | 1974-02-11 |
| native_id | 2214 |
status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 8
Qâmata Jllu.n.LeMfiai dt .0atç£i. ôUado- dc São- <J)aulo CAMAHA municipal DS GAfíCA 2g SgSSÂO ÚRPINAiilA, RgALIZAM M 11 DB PrVBRriRO Dl^ 1974. PRgSIPRHTÊ; VERl^SIiiO PgRlTAÍÍDgS BARBEIRO SgCRSTARIO: GERALDO OAIJPOS A hora regimental, feita a chamada dos senhores vereadores, - constatou-se que os cidadãos Antônio Conessa, Geraldo Campos, Luiz Car los Beline, Luiz Yaaiauchi, ilauro Líattos, Paulo Renato Alves de Souza, - Salvador Zago Junior e Veríssimo Fernandes B'.rbeiro estavam presentes , totalizando 8 (oito) edis. ---------------------- Havendo número legal, o Sr. Presidente colocou em discussão a Nao '●.í ata da lâ Sessão Ordinária, realizada em 04 de fevereiro de 1974. ha,vendo inscrição de oradores, encerrou a discussão e procedeu à vota - ção, onde foi aprovada unanimemente. 0 Sr. Presidente declarou aprovada, unanimemente, a ata da 1§ Sessão Ordinária. ------ 0 Sr. Presidente solicitou do Sr. Secretário a leitura do 3X PEDIENTB RECEBIDO 0 Sr. Secretário DO EXECUTIVO informou OTICiPAL. o seguintes ------- Projeto de Lei ns 03/74, abrindo crédito especial de 1.209,23, para ocorrer a várias despesas. ---------- 0 Sr. Presidente consultou a Casa se considerava objeto de de liberação o projeto de Lei lido pelo Sr. Secretário e, ante a manifesta ção positiva do plenário, encaminhou-o às comissoes. - - - - - - - - - Projeto de Lei nS 04/74, autorizando 0 Poder Executivo a assi nar convênio com 0 D.E.R à rodovia João ííibeiro de Barros. - -- -- -- -- -- - - - - - Tendo a Casa considerado objeto de deliberação 0 projeto 0 Sr. Presidente determinou 0 seu encaminhamento às comissõea Ofício nS 43/74, eni atenção às Indicações n2s 01, 02 e 03/74. Ofício n2 16/74, respondendo ao requerimento nS 148/73. - - - Terminado o Expediente recebido do Executivo municipal, 0 Sr. Presidente determinou a divulgação do EXPEDIENTE RECEBIDO DE DIVERSOS. 0 Sr. Secretário deu conta do seguintes Opúsculo contendo 0 Plano Nacional de Viação, enviado pelo Mi nistério dos Transportes. Convite da Prefeitura Municipal de Ilarília para a inauguração da Divisão Regional de Promoção Social de Üarilia. - - - - - - - - - - Votos de Feliz Natal da COTBSP. - - Resumo do Balanço Geral do Lar dos Velhos ''Frederico Ozanan". Ofício da AMCOp, comunicando constituição da nova diretoria. Ofício da Família de Alberto Alves, agradecendo homenagem CrS # ● 0 ● ● t para a implantação e pavimentaçao de acessode Lei lido, >' ao extinto. Findo o Expediente recebido de terceiros, o Sr. Presidente so licitou ao Sr. Secretário que procedesse à leitura do EXPEDIENTE APRB - SENTADO PELOS SEI'iHORES VEuEADORES. 0 Sr. Secretário deu a conhecer 0 seguinte: --------- Projeto de Lei ns 05/74, de autoria do Sr. Eaulo Renato Alves de Souza e outros, revogando as leis nSs 993/66 e 1182/69. - - - - - Tendo 0 plenário considerado-o objeto de deliberação, o Sr. - Presidente encaminhou-o às comissões. ----------------- Requerimento nS 05/74, de autoria do sr. Paulo Renato Alves - 22 &âmaia. JKu.n.LeIfiaL da %at4a. òiiado- dt São- (J)cudode Souza e outros, consignando em ata voto de congratulações e aplausos ao frei Aurélio Di í'alco, pelo 19^ aniversário de sua vinda para nossacidade. - -- -- -- -- ------------------------- 0 Sr. Presidente franqueou a tribuna para considerações torno da propositura. ---------------------- 0 Sr, Paulo Renato Alves de Souza congratulou-se com o em Prei Aurélio Di Palco pelos 19 anos de vivência em nossa cidade. Disse que , apesar de ser alvo de muitas críticas, aquele religioso realizou muit o para a comunidade, como a construção do Patronato Juvenil Garcense, con seguindo suplantar, galhardaráente, as crises por que passou. Concluiu - agradecendo àquele eclesiástico, em nome dos moradores de Garça - prin cipalmente dos residentes na Vila Araceli as realizações conseguidas com seu trabaliio e dedicação. - -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- Tíão mais havendo solicitação da palavra, o Sr. Presidente pas sou à votação, onde a propositura obteve a aprovaçao unânime do plena - rio. 0 Sr. Presidente declarou aprovado, por unaniJiiidade de votos, requerimento nS 05/74. ----------------------- Requerimento n2 07/74, de autoria do Sr. Salvador Zago Ju nior e outros, inserindo em ata voto de louvor e aplausos ao Sr. José - de Oliveira, pelos 43 anos comt'letados como motorista de táxi, bem como solicitando do Pxecutivo a outorga, ao mesmo, da medalha de Honra ao Mé rito do rjunicípio de Garça. - -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- - 0 Sr. Presidente informou ao orador que a propositura, em vir tude da solicitação de outorga da medalha, deveria ser discutida na Or dem do Dia. ---- 0 0 Sr. Salvador Zago Junior, pela ordem, solicitou urgência pa ra o requerimento em tela. --------------------- - 0 Sr. Presidente, em virtude da urgência solicitada, determi nou 0 encajiiinhamento da propositura à Ordem do Dia da presente sessão. - Requerimento nS 06/74, do Sr. Salvador Zago Junior e outros , solicitando informações do Dxecutivo Llunicipal sobre a entidade educa - cional que se propôs a instalar ura curso superior era Garça. ------ Fm virtude da urgência contida, o Sr. Presidente encaminhou-o à Ordem do Dia. Requerimento nS 08/74, do edil Salvador Zago Junior e outros, solicitando informações do Sr, Prefeito Municipal sobre a propalada vin da de um curtume para nossa cidade. ------------------ Em razão da urgência solicitada no requerimento, o Sr. Presi dente determinou o seu encaminliamento à Ordem do Dia. - - - - - - - - - Finda a leitura do Expediente apresentado pelos senhores edis, 0 Sr. Presidente liberou a palavra no PBQÜEI\’0 SXPSDIBIÍTB, - 0 Sr. Salvador Zago Junior manifestou-se favorável ao projeto de Lei apresentado pelo Sr. Paulo Renato Alves de Souza na presente ses são - revoganlo a Lei municipal que proibiu a construção de prédios de apenas uiu pavimento na zona central da cidade já que Garça não é uma metrópole e pode crescer horizontairaente, sem problemas. Exprimiu sua convicção de que as comissões permanentes apoiarão a propositura mencio nada, já que a Lei que se pretende extinguir já foi burlada por diver - sas vezes. Nao mais havendo inscrições, o Sr. Presidente passou para 0 G.JiNDB EXPBDIBTÍTE. &âmata JKanMüfiaL cLt .Qau^xi. ôitado- de São- (J)aid& 0 Sr. i^aulo Renato Alvos de Souza di e que a Lei que proibiu a construção de edifícios térreos no centro da cidade nao tem razão existir, já que é desrespeitada com freqüência, daí a apresentação seu projeto revogando-a. Oitou diversas obras que foram executadas perímetro central, em desacordo com aquela legislação, o que demonstraa incoerência do Departamento de Obras da Prefeitura Ilunicipal, que au torizou-as. Afirmou que muitos proprietários que desejam demolir pré - dios antigos e proceder à construção de novos edifícios esbarram nestaLei, 0 que vem realçar o quanto ela é contra-producente. Finalizou soli citando dos pares o apoio necessário à sua propositura. ------ -- o Q O O de de no 0 Sr. Salvador Zago Junior ocupou a tribuna para demonstrar a inconstitucionalidade que há, à primeira vista, no Cédigo Tributário Hu nicipal, cujos artigos 155 - que estabelece o critério para a cobrançado Imposto Predial - e 181 - que regulamenta a cobrança da Taxa de Li - cenças Diversas, modificado pela Lei n2 1442/73 - baseiam-se no metro - quadrado edificado para estabelecer a taxação, num flagrante desrespei to à Constituição Federal que, no seu artigo 19, § 2°, dizs ”Para co - brança das taxas não se podorá tomar como base de cálculo a que tenha - servido para a incidência dc impostos'*. Leu um artigo veiculado pela re vista "Dirigente IJunicipaiy que informava a decisão do Supremo Tribunal Federal, no recurso extraordinário n2 70.357, de condenar o critério pa ra cobrança da taxa de Licença e Localização que se baseia no valor real do estabelecimento, argumentando, aquela Corte, que, desta maneira, viola-se o dispositivo constitucional citado. Lanifestou sua opinião - que este assunto deveria scr estudado, juntamente com a bancada situa - cionista, para uma possível consulta a órgãos superiores, sobre a in - constitucionalidade ou não daquele critério de cobrança, já que - adver tiu - a administração municipal poderia estar sujeita à açao judicial - por parte de munícipes. Discorreu sobre a exorbitante juajoraçâo havidana taxa de Licença para funcionamento do comércio em horário especial , através da lei n2 1447, aprovada em 1973, que instituiu aumentos de até, praticamente, 800^ nas alíquotas previstas pela Lei nS 1304/70. Fi nalizou dizendo que os comerciantes garcenses, principalmente os do cen tro da cidade, ressentiram-se desse acréscimo, o que faz com que eles - procurem seus representantes no Legislativo para demonstrar o seu des - gosto pela excessiva majoração, -------------------- Nao mais havendo inscritos, o Sr, Presidente passou a pala - vra, pela ordem, ao Sr. Salvador Zago Junior. ----------- 0 Sr. Salvador Zago Junior solicitou a dispensa do intervaloregimental. 0 Sr. Presidente colocou em votaçao a propositura verbal apre sentada, sendo aprovada unanimemente. Solicitou ao Sr. Secretário que procedesse à chamada para a ORDFíI DO DIA. - -- -- - - - - - - - - - - 0 Sr. Secretário constatou que os senhores Antônio Oonessa, - Boanerges do Prado Vianna, Seraldo Campos, Luiz Yamauchi, Mauro i^attos, Paulo Renato Alves de Souza, Salvador Zago àunior e Veríssimo Fernandes Barbeiro estavam presentes, nu/n total de-8 (oito) vereadores, - - - - - Entra em discussão a urgência contida no requerimento n2 07/ /74, do Sr. Salvador Zago J’unior o outros, inserindo em ata voto de lou vor ao Sr. José de Oliveira, pelos 43 anos completados como motorista - de táxi, bem como solicitando, do Sr. Prefeito, a outorga, ao mesmo, da medalha de Honra ao Mérito do Município de Garça, ----------- Qâmata JKujiLplp.al de. ôitaxto- de São- <])auLo0 Sr, presidente passou à votaçao, de foi aprovada unanimeiaento, Co?uOcou em discussão os termos do requori mento. - - - on Nao havendo●inscrições. 0 Sr. Salvador Zafío Junior^ autor da propositura, ocupou tribuna para falar sobre a vida do homenageado, Sr. José de Oliveira, - José Mestor’*, que, desde o ano de 1931» quando li - à popu a mais conhecido por conciou por vez primeira seu táxi, presta inestimáveis serviços laçao garcense. Disse que muitas atividades profissionais inserem—se chamado serviço de utilidade pública, como médicos e farmacêuticos, quais pode-se acrescentar os choferes de praça que, sob quaisquer condi ções meteorológicas e sem horário pré-deterrninado, servem a população - Solicitou da chefia do Poder Dxecutivo o mesmo apoio dase efetive a outorga, àque no às diut urnamente. do à propositui’a pelos demais edis, para que le motorista profissional, du medalha de Honra ao jlerito do Município - de Garça, instituída pela Lei Municipal n'2 1060/S7 aos que prestarem r_e levantes serviços à comunidade, ------ Nao havendo mais inscritos, o Sr. cussão e passou à votação, onde a xiropositura obteve a aprovação unânido plenário. 0 Sr. Presidenta declarou aprovado, por unanimidade de votos, 0 requerimento n2 07/74» Presidenta encerrou a dis - me n2 08/ solicitando in - propalada vinda de um curtu Entr em discussão a urgí^ncia contida no requerimento /74, de autoria do edil Salvador Zago Junior e outros, formações do Sr. Prefeito municipal sobre a _ Cv me para Garça. 0 Sr. Presidpi^te A seguir , Nao havendo inscrição de oradores, a discussão e passou à votação, sondo aprov^-^a nn.ani.memente. colocou em discussão o teor do requer-í to, - -- -- -- - 0 Sr. Salvador Zago Junior disse que a notícia da vinda de um curtume para Garça fora divulgada pela nossa imprensa, para regozijo de 08 munícipes,que vislumbravam uma maior oferta de industrial, M. Porém - afirmou após algum tempo. 0 empregos e com reflexos na arrecada ça o todos fortalecimento ds nosso parque do I os jornais silenciaram e nada mais foi noticiado a respeito, sem, inclusive, qualquer_^manifesta ção oficial da chefia do Executivo. Disse que população nao pode mais viver de ilusões, de promessas de novas industrias'*, áaí a apresen tação desta propositura, que visa saber qual a atual situação do propa lado estabelecimento manipulador de poles de animais. n ● V ● Secretário que ocupasse a 0 Sr. presidente solicitou ao Sr. Presidência para que pudesse fazer uso da palavra. 0 Sr. VeríssiiiiO P^-.rnandes ;3arbeiro di G que apoiara a presen de se esclarecer a «J O to propositura por entender que era uma oportunidade população sobre os acontocíAientos que envolveram a divulgada vinda um curtume par.; Garça, Afirmou que, quando da primeira vinda dos indus triais riograndenses à nossa cidade, encontrava-se na Capital do Esta - do, em companhia do Sr. Prefeito, sendo os visitantes recepcionados pe lo edil Paulo Renato Alves de Souza e por funcionários da Prefeitura, - áreas adjacentes à periferia garcense à instalaçao daquele estabelecimento fabril, quando do retorno do Sr, Alcaide, em nova visita daque- leba de cerca de dois de inclusive, mostraram-lhrí o que, que mostravam-sc propíci Posteriormente, les executivos gaúchos, alqueires, de localização privilegiada, - apesar das diligências empreendidas pelo Executivo, o* ií colheram uma porém os seus proprietários Legislativo e ins os mesmos 33 &âMtaiCL cU ^atça. ôiíadô- de SãíS- (])aiddtituições de classe - pediram pelo imdvel cerca do triplo do valor ofe recido, que era o real, numa evidente demonstração de desinteresse vendô-lo. Outro local foi co^;itado, próximo àquele, cujo dono mostrou - -se interessado na transação, A Municipalidade prometeu a construção de uma estrada para o acesso dos veículos transportadores de propriedade - do £,rupo industrial, cujos representantes prometeram retornar à nossa - cidade para o parecer técnico final para o início do prédio que abriga ria as instalações do curtuuie. Fste illtimo acontecimento deu-se em fins do mês de dezembro e, apesar dos esforços do Sr, Prefeito em comunicarse com aqueles cidadãos do Rio G-rande do bul, eles não mais retornarama Garça, o que faz prever o desinteresse dos mesmos por aquele investi mento. E isto se deve a um munícipe que nao foi acessível ao diálogo,fa zendo prevalecer sua vontade de não desfazer-se das terras ao solicitar, pelas mesmas, uma quantia exorbitante. Asseverou que os citados indus - triais não pretendiam ficar de posse de um imóvel de forma litigiosa, e para tal ofereceram a esse munícipe um preço compatível pela sua pro - priedade, chegando a deixar, com o Sr. Prefeito, um cheque como sinal - para a efetivação do negócio. 0 chefe do Executivo, na ânsia de segurar aquele investimento em Garça, assinou um decreto declarando de utilida de pública aquela área, par::, fins de desapropriação, porém esse cida - dão entrou com uma ação judicial com o fim de torná-lo sem efeito. Pina lizou lamentando que ainda existam, em nosso Município, elementos sobrepõem, aos interesses cojiiunitários, os seus interesses particula res. - - - em que 0 Sr. Veríssimo Pernandes 3.arbeiro reassumiu a Presidôncia. - 0 Sr, Paulo Renato Alves de Souza assegiu^ou que foi o primei ro a manter contatos com os industriais gaúchos que pretendiam instalar um curtume em Garça e que, naquela oportunidade, na ausência do Sr. Pre feito, mostrara a cidade aos visitantes, demonstrando-lhes a pujança - do nosso Município e o intei-esse garcense em ver aumentado o o seu par que industrial. Citou lances da visita daqueles cidadãos e disse ter - notado, nos mesmos, vivo interesse em estabelecer-se aqui, principalmen te em virtude do nosso clima. Falou sobre os contatos havidos cora proprietário do imóvel pretendido para a instalaçao do citado estabele cimento e do sou flagrante desinteresse em desfazer-se da área, pois s_o licitou, por uma área de 1,8 alqueires, com 1.000 pés de café, a quan - tia de Cr$200.000,00, no que se mostrou irredutível, apesar das diligên cias empreendidas pelas nossas autoridades. -------------- 0 Sr. Salvador 2ago Junior, aparteando, disso que as pergun - tas dirigidas ao Sr. Prefeito Municipal, através do requerimento em di_s cussão, estavam sendo respondidas pelos oradores, porém de uma forma - oficiosa, como as notícias veiculadas pelos jornais garcenses. 0 que a propositura pretende - finalizou - é uma manifestação oficial da chefia do Executivo sobre o assunto. --------------------- 0 Sr. Paulo Renato Alvos de Souza, concluindo, deixou patente sua esperança de que, a qualquer momento - apesar do silêncio daquele - grupo industrial, há dias - notícias alentadoras possami ser recebidas - pelo Sr, Alcaide, pois, no último contato telefônico com aquele Estado sulino, houve a promessa formal de que o curtume aqui se instalaria. - 0 Sr. Boanerges do Prado Vianna solidarizou-se com o autor da propositura e disse que, apesar dos esforços do Executivo t5unicipal eiri 0 26 n ri'"YT &â.maia. JfLu.nieip.al de .0atça. ôsiado- dc Sãa- cpauL<y trazer novas fábricas para nosso Hunicípio, nao tem sido vitorioso nc sa empreitada. Afirmou que neste século XX, em que tende-so a "secializar os benefícios, porque a coletividade está em primeiro lugar cm rela ção ao indivíduo”, nao se pode admitir esta intocabilidado ao proprietá rio de uma pequena área de terras - que traria reais benefícios para t_q da uma comunidade, com a instalação de uma indústria - quo tomou a doei sao de nao dispor da mesma. 0 3r. Paulo Renato Alves de Souza, aparteando, informou-ac - orador que os industriais riograndenses não pretendiam, dc forma algu - ma, investir era um iraével conseguido dc fomra. litigiosa, motivo qual o Sr. Prefoito não deu seqüoncia à desapropriaç-ao da citada área, 0 Sr. Boanorges do Prado Vianna, prosseguindo, disso que o li tígio seria compensado com sobras pelo aumento da oferta de emprego,c e da arrecadação de impostos que adviriam da criação daquele estabcleci - monto fabril, Pnfatizou a importância de concentrações industriai.; pa:.'a 0 desenvolvimento de cidades o regiões e citou como exemplo a cid.ade do são Paulo que, ocupando pequeno espaço do território nacional, Ú de guiar importância para a economia brasileira. Asseverou que empregos e o esvaziaeiento das escolas cm Garça denotam como da a mentalidade de pelo sm a falta dc é retrógra-- rtas pessoas, em nossa cidade, que se julgam -vIO’ nos da gleba e senhores da terra” e que, retendo oni suas maos suas pro priedades - cm detrimento da vinda de novas indústrias c casas coiner - r\ i ciais - causam a estagnaçao por que passamos. Nao mais havendo inscrição de oradores, o Sr, Presidente en - cerrou a discussão e procedeu à votação, onde a propositura merocou aprovação unânime do plenário. 0 Sr. Presidente declarou aprovado, unanimidade de votos, o requerimento 0^/74. - -- -- - ------ Em discussão a urgôncia contida no requerimento ji2 06/74? do 3r. Salvador Zago Junior o outros, solicitando informações do Gxccutivo í^Iunicipal sobro a entidade educacional que se propôs a instalar um cur so superior em Garça. - Nao havendo inscrições, o Sr, Presidente encerrou a discussão c passou à votação, sendo aprovada por unanimidade dc votos, da, colocou cm discussão o requerimento. - 0 Sr. Boanerges do Prado Vianna disse que,na época da intei- ●- ventoria, o prédio onde funcionou o Ginásio Industrial foi destinado á Associação dc Ensino de Garça, através do comodato- por 30 anos, p.ara o. instaLação de um estabelecimento de ensino superior, 0 Sr. Prefej.to, em virtude de não encontrar outro local para a inst.alaçao do uma fiaçao -● da seda que pretendia aqui se fixar, cedeu o mencionado edifício para este fim, - -- -- -- -- -- -- -- -- -- a por ■o-, f fs r* t “I 0 Sr, Salvador Zago Junior solicitou ao orador quo discorres se sobre a Associação dc Ensino de Garça, já que, a sou ver, não se tem qualquer conhecimento da müs.ma através do fonte oficial. ~ - - - 0 Sr, Boanerges do Prado Vianna perguntou como o aparteante - entende a existência oficial dc uma pessoa jurídica. - - - - - - - - 0 Sr. Salvador Zago Junior, pela ordem, inquiriu a Prosiden - cia so era permitido o diálogo. -------------------- 0 Sr, Presidente informou-o de que o diálogo não era permiti do, porém a pergunta poderia ser respondida através de outro ap.arte ou pola tribuna, após o atual orador fazer uso dela, ------------ 0 Sr. Salvador Zai;o Junior, cm aparte concedido pelo orador , Jllim.LeLp.aL de ^atç.a. ôitadjx de São- ^auLofsou sua opinião do 4,110 uma entidade juridicamonto formada deve ser registrada em cartário o ter uma diretoria definida. Disse que exis te, nas comissões, um projeto de Lei declarando de utilidade pública a Associação de Ensino de üo-rça e afirmou que as informações sobre a mos que porventura forem fornecidas pelo orador, poderão servir de subpor ocasião da apreciação daquela propositura, - 0 3r. Boonorges do Prado Vianna informou que a citada associa ção está devidamente registrada, sendo constituída por elementos de no^ SC. cidade que visam, sem fins lucrativos, a instalação de uma faculdade dentro de nossos limites geOoráficos. ----------------- 0 Sr. Salvador Zago Junior, aparteando, solicitou do orador - maiores detalhes da entidade em foco e informações sobre seus elementos constituintes. -------------- ------------ ma, sídios aos vereadores, 0 Sr, Boanerges do Prado Vianna disse que, teoricamente, qual quer entidade educacional podoria pleitear a criação do uma faculdade - em Garça, já que as diretrizes governamentais provêm o ensino de 3^ grau a cargo do instituições particulares. ------------ 0 Sr. Salvador Za.go Junior, em outro aparte, perguntou se A.E.G. faz parte de outro estabclccir.icnto do ensino particular de nossa cidade. -------------------------------- a 0 Sr. Presidente solicitou ao Sr. Salvador Zago Junior que - fosse breve cm seus apartes, para não prejudicar 0 tempo do orador, - - 0 Sr. Doanerges do Prado Vianna disse que a A.E.G., apás fi - car sem o prádio que lha fora destinado, ficou em idêntica situação às de outras instituições do ensino. No entanto - asseverou - dificilmente se conseguirá um curso superior para Garça sem que haja um edifício a elo destinado, conforme exigência do ministério da. rducação. - _ - - - 0 Sr. Salvador Zago J'onj.or, aparteando, disse ser a favor da existência de uma instituição, formada por cidadãos garcenses, que aqui mantenha uma F culdade, a exemplo do que acontece em cidades da região. A A.F.G. existe, mas oficiaimente s6 se tom conhecimento dela através - do projeto de Lei declarando-a de utilidade pública - concluiu. - - - - 0 Sr. Presidente lembrou ao aparteante que a sua participação deve ser breve e ao orador dc que dispunha de apenas dois minutos. - - 0 Sr. Boanerges do Prado Vianna - finalizando - informou ao Sr, Salvador Zago Junior que, consultando 0 estatuto da Associação dc Ensino de Garça, podoria ficar a p^r dc sua constituição c finalidade . Afirmou que, atualmente, muitos dos cursos superiores existentes pos suem mais vagas que candidatos, 0 que faz com que haja um maior cuida do d.as entidades interessadas em criar novas faculdades. - - - - - - O Sr, Presidente, interrompendo, informou ao orador que 0 seu tempo estava esgotado. ----------------------- 0 Sr, Sa.lvador Zago Junior, pela ordem, solicitou à Presidência que descontasse 0 tempo dc seus apartes ao discurso do edil Boanergos do Prado Vianna, possibilitando a este continuar cm suas explana - çõos. 0 Sr. Presidente informou-o dc que 0 seu pedido, infelizmcntq nao seria atendido - já que 03 apartes contam tempo para 0 orador - 0 - quG 0 edil que ocupara a tribuna poderia voltar a fazê-lo em Explicação Pessoal, ------------------------------- Nao mais havendo inscrições, 0 Sr, Presidente deu por encerra da a discussão e passou à votaçao, tendo a propositura recebido a apro vação unânime do plenário. 0 Sr. Presidente declarou aprovado, por una- 28 &âmam. JKimiel^ial (U. .0atça, ôitadó- de Sã&- (^PauionilnTSadej o roquerimonto nô 06/74. ----------------- - - Nada mais constando para a Ordem do Dia, o Sr. Prcsiclento franqueou a palavra em SXPLIOAÇÃÜ PESSOAL, 0 Sr. Boanorges do Prado Vianna oumpriinentou a bancada opoci-- cionista polo profundo conhecimento da legislação, principalmonte quan to à questão da possívol inconstitucionalidado existento no Código TributeCrio Municipal, Lisse quo. o Cxocutivo - por remeter referida propos_i tura - 3 0 Legislativo - pela aprovação ~ comctcraia erros quo dovem scr reconhecidos e manifestou sua opinião favorável a um reeatudo e posto - rior solução para o problema, jcá que a i.Iunicipalidado poderá ser alvo - de uma ação judicial, da qua.1 sairá perdedora, base.ando-so no resultado do recurso julgado pelo Supremo Tribunal Federal c que foi citado pslo líder emedebista, - -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- - 0 Sr. Salvador Lago Junior solicitou da Ijosa a continuidade , durante o exercício de 1974, da publicação das resenhas das sessões cam.rrárias, através dos jornais locais, a exemplo do .,uo aconteceu coa a Rádio Clube do Garça, que remeteu à Casa uma proposta para as irradia. - ções das reuniões legislativ:is durante o ano em curso. Disso que a di - vulga,ção das proposituras, decisões e pronunciamentos dos edis á que; possibiJ.ita à população tom .r conhecimento do tr-abalho empreendido pc -● los seus representantes junto às autoridades constituídas, valorizando, sobremaneira, o Poder Legislativo, -------- 0 Sr. Presidente, antes do enccrraixiento, soes, i.-rincipalniente da Comissão de Finanças, urgência na emis pareceres aos projetos sob resppnsabilidado sa que cópias das proposituras que forem enchminhfidas à PresidOnci rão enviadas aos senhores vereadores. Fm segada, declarou encerrada a presente sessão. - -- -- -- -- -- - solicitou das comiso dor. - as mesmas e informou à Ca-- se- ■ o 1% , Secretário, rq to com 0 Sr, Pre Nada mais havendo, eu, ^^ digi esta ata, fiz datilografar c a subscreví', j sidonte, ------------------ -yú tame SIÍFüTa dí RS^RI