| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 23 |
| Date | — (no dated record) |
| native_id | 2399 |
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Sámara jVlaaLcLpaí cLe ^§-arça ^éiado cie ócio 'Paulo LlüKIGIfúL LG GAü^A 2.^â SSSSÃO OlíDUWilfi1 TJIK^JZaDA £Iti 0.^ J35 AGOSTO SE PRESIDEI-iTBs-- JOAO MIGinE C;'.ttVEL3,- SEGfíETiCRIO:- LGIÍIR iiOüBHlA»- i hora rsi^^ulamontar, feita a chamada doj senhores vereado res, constatou-se a presença dos seguintes:- Argemiro Beghini, Cunia Kato, João Miijuel Chaves, Joaquim Rodrigo Ponseca Brandão, j£ sé Carlos de Oliveira Lima, Mauro Mattos, Munir Soubhia, Salvador _ Zago Junior, Dirceu Lopes Garrido, Sérgio De Stefani e Ulysses ck Peres, num total de onze (11) dos senhores edis.- - ~ - - Havendo número legal, o Sr» Presidente declarou aberta sessão e convidou o Sr. Secretário a proceder a leitura do EXPEDIigj TE RECEBIDO 0 DÜ Sr. EXEGUIIVO Secretário MUNICIPAL. procedeu a leitura do seguinte:- - - - - Ofício ns 411/70/D 1 Bua encaminhando cépias das leis munici pais nss 1285/70, 1286/70, 1287/70, 1288/70, 1289/70, 1290/70 e 1291/70, devidamente sancionadas e promulgadas,- -------- — Ofício n2 407/70/DE, em resposta â Indicação n® 27/70, de autoria do Sr. Salvador Zago Junior e subsorita por outros dos srs. vereadores,- — Ofício nS 409/70/DE, respondendo a Indicação nS 46/70, de autoria do Sr. João Moreira Pereira e subscrita por outros dos srs, vereadores.- -------------------------- — Ofício n2 4O6/7O/DS, em atenção à Indicação n2 49/70 autoria do Sr, Argemiro Beghini e outros.- ---------- Ofício n2 408/70/DE I de em atenção à Indicação nS 50/70, autoria do Sr, Argemiro Beghini e subscrita por outros dos srs. ve readores.- -------------------------- - — de I Terminada a leitura do Expediente Recebido de Executivo _ Municipal, o Sr. Presidente convidou 0 Sr. Secretário para proceder a leitura do EXPEDIENTE RECEBIDO DE DIVERSOS. - 0 Sr, Secretário efetuou a leitura do seguinte:- ~ - Balancete da Câmara Municipal de Garça, referente ao mes de junho de 1970. Circular da Sociedade Amigos de. Garça, solicitando 0 en vio de lista do vereadores desta Edilidade. --- - Qâniata JUmilebfiaL dt ^atça ôítadõ- dt São- '^Jau.loOfício do Movimento Universitário Garcense, com fundação daquela entidade.- -- -------- Circular da Câmara Mionicipal de Campos do Jordão, encami nhando cápia de requerimento, solicitando proibição no fabrico de _ fogos perigosos.- ------------------------- Cfício-circular do Iribimal de Justiça do Estado de são __ PaulO; convidando a Sdilidade para a X Semana de Estudos do Proble ma do Menores.- Convite da Prefeitura Municipal de Catanduva, para as solenidades de inauguração da Exposição Permanente do Parque ”João _ Zancaner'*.- - -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- - - - Ofício da Câmara Municipal de Cubatãor encaiuinhando exem plar da publicação "Cubatão - Ontem o Hoje - um marco de desenvolví mento*'.- - — Ofício do Sr. Antonio Sylvio Cunha Bueno, informando das__ comemorações do "Dia do Município*'.- - -- -- -- -- - - - - - — Circular do Deputado Juvenal Hodrígues_. de Moraes, encami-, nhendn .cnn-iq, (íq telegrama enviado ao Ministro da Justiça.- — CirOv-la'. df ''sscciação Brasileira do Municípios,, encamí nhando circular de suas atividades.- - Ofício do Sr. Jaime Nogueira Miranda, agradecendo ofício_ congratulando-se pela, sua investidíira no cargo do Interventor Fede ral.- -- - - A seguir, o Sr. Presidente convidou o Sr., Secretárip para. dar conta do SXPEDISIíIB. APRBSEI^TADO PELOS VEilEADORES.- - 0 Sr. Secretário deu conta do seguinte? - - Requerimento n2 101/7.0, consignando cm ,ata um voto de pr£ fundo pesar polo falecimento do Sr. Italino. Josá Sitta.- - - - - —. Nao havendo solicitações de palavra, o Sr. Presidente sub meteu., em votação o requorimento supra mencionado, tendo .a .Casa, o __ aprovado por unmiimidadc de votos. 0 Sr. Presidente declarou apro vado por unanimidade de votos o Requerimento ne 101/70.-,- - —„ Requerimento nS 102/70, do Sr. João Mi„uel Chaves e outrp.s, inserind.o em ata um voto do posar pelo falecimento do. Sr. .Roberto ^ Pirenzi.- --------------------------- T- — Nao havendo solicitações do palayz^a, o Sr.. Pregidcnt.e cor locou om votação o requerimento acima aludido, tendo a .Casa o apro- Sámara JUiiaLcLpai de <§.arça ,Çéiado dc óão 'Paulo :rwí>-í SB^püo por unuaif/.icladc dj votos, 0 Sr« Presidente doblaro vado por lin^e.irrldnde de votos o Requerimento n.2 102/70.- ludioação ns 51-A/70, de autoria do Sr. Münir Soubhiai’ ^ sobre a necessidade do providenciar uma melhor sinalização para a rodovia =’Joao Ribeiro dc BaiTos'*. no perímetro urbano do Jafa.- - - 0 Sr. Presidente determinou o encaminhamento da Indicação n® 51-A/70 ao Executivo ilunicipal.- Indicação ns 52-A/70, aôbre a colocação do uma placa do^. estacionamento proibido na Rua Heitor Pentoado, a partir da esquina da Rua Barão do Rio Branco até o ndracro 157.- ----- - - - - 0 Sr. Presidente determinou o encaminhamento da Indicação ns 52-A/70 ao Executivo Municipal, nos tôrmos regimentais.- - - - - Terminado o Expediente Apresentado pelos Vereadores, o ___ Sr. Presidente deferiu a palavra aos srs. edis no PEQUENO EXPEBIEETE. Nao havendo inscrições de palavra, o Sr. Presidente def^ O 3r. Joaquim edis Rodrigo no GRAIÍDE Fonseca EXPEDIENTE. Brandão, com a palavra, evidenciou, iniciali-ientc, a posição tomada pelos vereadores da ban cada do M.D.B. em rolação à integral confiança que depositaram nos atos do Gx-Prefeito Municipal, assim como os edis da bancada da ^ ARENA demonstraram integral apoio à Revolução de 31 de Março. Por_ esses mo-^-i.voto cnntia-se na obrigação de dar conhecimento e chamar a atenção do povo de Garça, s5bre os desmandos administrativos verif_i cados na administração do Sr. Júlio Marcondes do Moura,- ~ - — 0 Sr. José Carlos dc Oliveira Lima, aparteando, indagou_ ao Sr. Joaquim Rodrigo Fonseca Brandão, se os fatos que passaria a relatar já foram julgados polo érgão competente do Poder Judiciário. 0 Sr. Joaquim Rodrigo Fonseca Brandão, respondendo o _ aparte do Edil José Carlos de Oliveira Lima, disse quo nao precisa ria tribunal algum julgar os atos do cx-Prefeito, uma vez quo a em^ são de che.^ues Bom fui.do da r.IJ.Garça, prova com eficacia as irregu laridades oxisteatos. Lembrou ainda que a préppia C=ujki.ra Municipal_^ do Garça recebeu uiii cheque do mais de quatro milhões, som fundo, da Prefeitura Municipal, o que deveria ser levado ao conhecimento da Ca sa, por intcríiéúio do sbu Presidente,- - -- -- -- -- -- riu a palavra aos srs. Sdmara jVluaLcLpa}. de ç§-arça ^éiado íle São 'Paulo 0 Sr. Proíjidentc informo-u ao orador que ocupava a íribuna que náo adnitlria adver-sSncias à Presidência. ô Sr. liKuiir Süubhia, aparteando, informou ao orador que__ ocupava a Triouna que.y enquaXito nao provasse suas acusações, não de veria difamar alguém que ainda 0 foi julgado. 0 Sr. Joaquim Rodrigo Fonseca Brandão, prosseguindo, dis se que, em várias vêses nesta Casa, alertou o Senhor ex-Prefeito, dos desmandos municipais. E, hoje, via-se vitorioso, porque notava a confirmação de tudo o que disse anteriormente. Por outro lado, so licitou ao Presidente da Casa, informasse o ns do chedus da P.M. de Garça, que seencontrava em poder da Presidência.- --- _ _ _ _ 0 Sr. Presidente, perguntou ao orador sôbre qual dos fun cionários deu-lhe infonaaçSes nesse sentido. uma vez que nao pode ria permitir que houvesse quebra de sigilo, por força de decreto baixado pelo Sr. Interventor Federal^ 0 Sr. Joaquim Rodrigo Fonseca Brandão, disse que tem co nhecimento dos fatos porque frequenta com. assuidade a Secretaria des ’.a Casa. Eo sigilo nao precisava ser guardado, .porque existem, vários chedy<-=! ■^".ndo na Praça.- - -- -- -- - .V 4 ‘ 0 Sr. Presidente informou ao orador.que tinha ampla liber dad,e de ex^iressãq q^iando ocupava a Tribuna; todavia estava transgre dindo determinações oriundas, h-- "^ntcrventoyia Federal.- - - - - - -- / 0 Sr. Joaquii^i Rodrigo Fonseca Brandão, continuando, teceu comentários a respeito dos serviços públicos mal executados, notadaments-as obras de asfalto, construção do 22 Ginásio, cadastramento e ensino primário. liencionou. ainda as dívidas, da Prefeitura Municipal, as quais, apenas., no.,comércio local, ultrapassavam a casa dos .trezen tos milhões de. cruzeiros.-. - 0. Sr.,... Joaq.uiin Rodrigo Fo.nseca Brandão, .foi ainda aparteado pelo,s edis Argemiro, Beghini;.. José Carl<js do-Oliveira Lima, Sérgio De St.efani e Dirceu Lopes Gar'”'^'^ r — 0 Sr, Joaqui^i. Rodrige. Pçnseqa Brandão, encerrando,, exter^ nou. seus agradecimentos,.à Revolução de ,31 dp. Março, que houve por ^ bem intervir na Prefeitura MunicipaJ.,, de Garça.- - — Não havendo mais solicitações de p.'^lavra, o Sr. Presiden-, te suspendeu os trabalhos por dez ^10) minutos, nos termos regimen -, tais.- - -- -- -- -- -- - ... Gamara JVlarLLcLpaí, de ç§-arça Atilado de óão 'Paulo Decorrido o intervalo rcgicicntal, o Sr. Prcsid)&^tc 0 Sr, Secrot-.rio para proceder a àhamada dos srs. ORDEM DO DIA. edis, para a Efetuada a chamada dos senhores edis, coití:atou-se a pre sença dos mesmos vereadores que responderam a primeira chamada, ou_ seja, onao (11) dos srs. líao havendo matéria constante para a Ordem do Dia, o Sr, Presidente deferiu a palavra aos srs. vereadores cm EXPIICAÇÍO PES SOAL edis. 0 Sr, Salvador Zago Junior, com a palavra, cm nome da ^ bancada situacionista nesta Casa, foz a leitura do um pronunciamen to a respeito da Iiitorvençr.o Federal no Município do Garça, o qual_ representava o pensamento do ii-D>B no teor seguinte;- '*Senhor Pr^ sidente, Senhores Vereadores;- 1, Não poderia a bancada do Movimen to Democrático Brasileiro, eleita pelo sufrágio universal direto de ●>» mais de setenta p..r conto da populaçao eleitoral presente às urnas no dia 15 de npyembro du 19óC, abster-se do um comentário a respei-^ to dos inusitados'acontecimentos pelos, quais passou o passa o nosso ■ . ● , Mvmicípio,, 4osde o último dia,17. de 3\ahp._ Nás .que fomos, jutamento com 0 Sr. Júlio .Marcondes do-Iloura, guindados â. situação de Po - der no Município dc .Garça, bem sabemos, que. rcprcscntávam.os o ainda representamos, para os..cidadaos desta comunca,.. a verdadeira revplu - ção nas práticas políticas do subserviSncia,-determinadas polas, mir-^ norias que atá então eram d.otontoras do Poder 0 cl.a/.ior do povo ^ garcenso em so. fazor respeitado em seus direitos e aspiraçoo.s deto£. 4 minou, no cclobrc pleito do 1968, o banimçnto da vida pública daque .rniu.riíí?^ ●F^lsnmnnte elitizadas.. substituinúo-as por homons. .co muns dç nossa cidade, .mas possuidores de um sentimento pouco comum__ àqueles que so afastam do povo - o respeito, pela dignidade- humana 2., com. a nossa eleição, teve início nestp Município o sxirto de de - senvolvimento há tantos anos esperado, pela .gente garcense. Em ráp^ das lembranças, poderiamos citnr '' 'nelhoramcnto o ampliação dos ser yiços dG: saneamento,, com a criação o instalação da autarquia do águas ,e csgôtos.j a exeoução do iuq plano de pavimentaçap que atingi ría, ao seu final, mais do 130 mil metros quadrados de vias públi -. c.as asfaltadasj. a elaboraçao o execução de um plano gorai do servi ços, de guias e sargetas que atingiría, n* total, o olovado índice __ ● 4 4 \ Sdmara JVlLiaLcLpaí. de ^arça s 5 &6iado cie São ^aulo aclc íudioe do 72 u»il úietrcs equivalente ^ distância que me - deia as cidades de Garça e Bauru- a urbanização de praças públicasi entre as quais podecios nominar e 1 Barbosa, pràticamente terminadaj a conservação e melboria de noss''.s 490 kilometros de estradas municipaisj a aquisição de ncv.^s 'uniaades motoras para os serviços_ de recolhimento de lixo e obras públicas; a criação do pronto socrr ro municipal; o desdobrafiiento dos serviços assistenciais, com a cri ação do Consdrcio Intermunicipal de Promoção Social, tão bem diri^ do pelo Sr. Danilo Acostinho Pagá, seu Presidente; a ampliação da ^ rede de ensino primário e de alfabevizaçao, e ainda, como uma das suas maiores vitórias a definitiva conquista de uma agencia looal^ do Banco do Bstado de São Paulo, há mais de uma dezena de anos reit vindicada e, sòmcnte na adjiiinistraçáo do Sr. Júlio IJarcondes de Mou ra transformada em realidade .- 3 Mas; senhor Presidente, senhores vereadores, nao viemos a esta 'írib^c-a para fazer a ap-logia da ad - ujii homem que o ^:ovo conhece, respeita e sabe admirar, e sim, para dizermos da estranheza com que recebemos a notícia e o fato da Intervenção Federal em nosso Município. Garça, quase desa lentada, ainda sofre o impacto de erros acumulados, cujas origens _ Garça, ainda padece de inpompreensões apaixomadas de grupo político que o povo abomina, mas que con segue atingir os seus objetivos, pela atuação cavernosa dos bastid_o res... NÍo viemos aqui para reacender as paixões que já se vão esma ecendo. Nao estamos aqui para lançar pedras no passado- distante, _ mas pedir que.se faça o se promova a Justiça ao passado recente. ^ Aqui não estamos para lançar ao pelourinho do desapreço público os que provocaram esta incômoda situação, pois eles têm a seu favor a atanuante de sua paixão desenfreada, calacada num dos pilares da __ falibilidetin hiunana: o pilar do ódio e da vingança! 4. Por princí pios ideológicos 0 partidários, não podemos concordar com a deposi ção do um homem logalmonte levado ao Governo Municipal pela esmaga dora percentagem de 70 por cento dos garcenses, principalmente quan do 0 desfecho da medida extrema ocorreu sem que fôsso verificada, mn ni “1 O se perdem na noite dos tempos- « r prèviamonte, a existência ou não de irregularidades que teriam sido cometidas pelo Prefeito. Divergimos da intevençao decretada, não ^ vislumbramos relação lógica entre a mesma o as premissas que a de - terminaram. Devemos, todavia- acatá Ia 9 ● ● Do maneira idêntica, _ Sámara JVluaLcLpai cLg ^^.arça Ç^iado de óão 'Paulo ^fê^Sanoira iãontica, nao iJoâcmoa aplaudir a oxistoncia du um ventor catro n'5s, acatamo-lo porím c nos quedamos na .expectativa' de que ôl-e possa, no mais breve papaço de tempo possível, esclarecer _ com serenidade e justiga o que existe de verdade sobre as decanta - terdas irregularidades que teriam servido de fundamento à docretaçao _ da medida extruraa, o cm nada se apurando, seja o Poder Executivo _ restituído a quem de direito... 5. Desafortunadanénte, nossaa-pala vras, ante a notícia e o fato consumado, nao pdderão ser um murmú - rio de fé e desesperança no processo político a que estamos submeti— dos. Ao contrário, têm elas uma profunda melancolia, lom quase desalento, e acentuain a perplexidade gerada pelo conflito entre as inten çoes que sao proclamadas o os atos que sao praticados ♦ ♦ ● Nao podemos viver constantemente num clima de temeridade e receio de que, a qualquer instante, possa cair sôbro a cabeça dos cidadãos e guilhotina das medidas do exceção vigentes Os brasileiros precisamos de tranquilidade, segurança c respeito do nossa dignidade, para que possamos ajudar na construção dc un Brasil grande, independente e _ Sintonizamos com o "Jogo da Verdade", o "retôrno ao estado de direito", a ordem do não so "jogar pedras no passado", _ substituida oela ordem do respectivo aproveitamento das mosmas na _ Sintonizamos c acreditamos nas palavras ● e ● democrático ● ● ● consx_ do fut'oro" ● ● ● do eminont.- .'neral Médico, c o contexto do sua oraçao de posse me rece ser eximado, ainda agora: -"Homem da lei c do regulamento, __ "E porque homem da lei, é que preten - "Homem da lei, sinto que a plenitu do do Regime Democrático é uma aspiração nacional". Mas, senhores, a opção pola democracia é difícil. Por isto é a opção do estadista. É ato do Estado, não mora vontade de Govêrno. Como tôda grande op ção do Estadista, é opção dc coragem, envolvo restrições e riscos Eoi a opção trágica Custou 0 preço e o creio no pri,,.ado do Direito" - do zelar pela ordem jurídica". ● %9 Poi a opção do Cosar, ao transpor o rubicao do Lincoln, ao libertar os negros do sua to^i^a. risco dc seccioiiar a Pvátria. Lincoln foi mais que um Presidente, ● ● ● foi um Estadist-'-, um iioroi da humanidade. Estadista rovclou-se D, Pedro, inourgindo-sc cojatra as côrtcs portuguesas, talhando um impé rio que era sou, mas criando o Brasil... Taiubém Kennody foi um esta dista quando optou, ordenando á osquiadra amcrj.cana quo bloqueasse _ Cuba, compa-laCo ao recuo a oequadra Russa, expurgando o Caribe de ♦ r Sâmara JVlun.LcLp-a5, ds ^^arça ^éiacia de 6<3o 'Paulo expurgando o G.ribG de arwas atômicas blico surj;;e o momento trájico, imenso, em que se torna necessário ousar tôda obro. de estadista, por excepcional e histdrica, é filha_ da Audácia»... Insistimos, há sempre riscos e perigosj o maior peri4 ● A Na vida de cada go, porém, é nao cumprir o dever, no momento exato, certo, que não se repete. Acredita»aos que o nosso Presidente há de ousar pela democracia, proclamando ao mundo que o povo brasileiro e capaz de escolher por sugráfio direto e secreto os seus governantes| que ■'■'"●●■ração do País tem menos medo de errar, do que de ser critia censura à imprensa, aos livros e revistasj acre ditamos que a democracia seja ousada pelo Govêrno, mostrando que os ● 3 a cada, ex. - p direitos individuais, .mais do que si.mples intenção revelada era dis cursos, mais do que \m enunciadu jonstituãional, são realidades pre ser\-adas por tribunais livres., intocáveis. Onde ocorrer injustiça, violência, preterição de fundo ou de forma, no acautelamento do Di reito, pareço indicponsáveJ que a lei possa interferir, reintegrando 0 cidadão no uso e no desfrute do que lhe toca 6. Consumado 0 fato da Intervenção Federal em nosso município, a nossa bancada,_ ● ● « os vereadores do -ÍIov^iuento democrático Brasileiro nesta Ca^a-, ficarao na paciente expectativa de que os fatos sejam esclarecidos ● ● ● Continuaremos a exercer o nosso mandato em nome do mesmo povo que __ nos os recebemos de nossos munícipes, Nossa nos elegeu e I um direito adquirido cuja vigência se estende até 1972. função, na p:líti.ca municipal, será agora a de oposição, por conheIsto, no entanto, nao nos impedirá nem nos e ● r No.SoOs mandatos. -“q motiv-os. qualquer ato do Sr. Interventor de Porma Pomos eleitos para__ Na situação política, com 0 Sr. Júlio Marcondes de Moura, assim agimos, e até 1972 essa __ 7. Pi obrigara a Sistemática Garçac trabalhar pelo desenvolvimento do Município. Colaborai"' 3 ● ● ● ● será a linha mestra de nes^a conduta no Poder Legislativo nalizando, Sr. Presidente, srs. vereadores, requeremos que cópia dêste nosso prontnciai.;o..to seja encaminhada à imprensa local para __ publicação, 'uma v?z que repre.senta o pensamento comum dos vereado - res de nossa bancada, que,ao mesmo subscrevem, aa) Salvador Zago Ju nior Mauro Mattos, João Miguel Chaves, Jpsé Carlos de 0, Lima, Arge miro Beghini e Miuiir Soubhia. ~ ~ - — Sdmara iVlualcLpaS, de ^arça S^iaclo de São 'Paulo 0 Sr. Proüidoiitü deferiu o rec^ucrimontcf do VorGaàôx--6alvador Zago Junior, no sentido do ser publicado pela imprensa local, o pronunciaiuento da bancada do I.íovi:_ento Democrático Brasileiro, nesta Casa.- — O Sr. Dirceu Lopes Garrido, com a palavra, inicialmente, _ desejou a Câuiara .'lue, neste segundo semestre, apresentasse grandes_ trabalhos em prol de nossa cidade. A seguir, externou o pensamento da Arena, prometendo muito trabalho, no sentido de que o Sr. Inter ventor Pederal possa trabalhar em benefício do Garça, que Garça neoossitava dos efeitos da Intervonçao, para que pudesse_^ caminhar em rumo do progresso. Reésaltou, por outro lado, que não _ se deveria confundir liberdade com libortinagom c democracia com atos que nao condiaen com os princípios democráticos, como estava, sendo executado pela ex-adtiinistração do Sr. Júlio Marcondes de Mqu Disse ainda ra. Dessa manjira, prometeu continuar agindo dentro do prinoípio da honestidade, para v^ue os efeitos da Revolução traga para Garça os __ benefícios que tom trazido para o Brasil. B Garça rocoborá os fru - tos da Revoluvão, eis que não podoria admitir quo prevaleça o núme ro de votos recebidos polo ex-Prefeito, em detrimento de uma ooleti vidade. Teoou críticas ao pronuncia:.ionto do M.D.3. nesta Casa, considerando-o subversivo, o quo chama a atenção do povo contra um ato do Presidente da República. Dncorrando, acreditou que o Sr. Inter ventor procurará sanar tôdas as irregularidades existentes na P*M devolvendo an onvo o que lhe e de direito. ● I Para isso, poderá con - tar cora o integral apoio da banoada da ARENA.- ------- — 0 Sr. Sorgio De Stefani, com a palavra, desejou ao novel __ Interventor Federal, quo sua administração sua coroada do êxitos, e fôz um apelo aos srs. edis quo colaborrem para o bem comum do Garça, prestigiando os traballios do Sr. Interventor.- - -- -- -- -- — 0 Sr. Argomiro Boghini, com a palavra, disse quo ocupava a Tribuna para externar seus sentimentos pelos últimos acontecimentos que so passaraiv. cm nossa cidade,isto e, o cpisodio da Intervenção _ Pederal u o incêndio ocorrido na Mercantil Industrial dc Garça, que provocou vários acidentes. Repudiou as críticas a olo endereçadas uLm R.F. Brandão, c disse que sempre procurou trabalhar SOiH interesses políticos e particuléireâ. pelo Sr. Jo pela cidade do Gar Finali'’.'>u, di e -1'' : O J ’.t .rvent-':- , Sdmara JVtualcLpai de ^§-arça ^éiado de São 'Paulo 1 9 ●>á 0 Sx‘. Jo-Vv-iUiu Roàri jo P ürandao, coiii á palavra, iniciali^ónte, disso iiac não oiiou íkíj criticou a pessoa do ^eroador Argoairo Boghini; aponas .úonoionou os desuandos administrativos até então_ vorificados:,* ois quo o ox-pi-ofoito láunicipal quis dar um caráter so cial trabalhista à sua ad^.inistração, lança^ido mãe do dinheiro públi co indevid.a^iontc-, Finalizou, lombr ndo que, futurai-iontc, o Sr. Inter ventor Federal levará a publico as irregularidades oxistontos na Pr,G feitura Municipal.- ------------- -------- — 0 Sr. Konír Scuh..’'. . com a pala\íra, disse que ocupava, com tristeza, a Tribuna, para falar a respeito da Intervenção Federal em Garça. Criticou as palavras do Edil Joaquim R.F. Brandão que, no __ seu entender, estava difamando a pessoa do cx-Prefeito, sem que se - jam efetuados os devidos Icvan-amentos na Prefeitura Municipal. En - cerrou dizendo que daria apoio ao Sr.'InterventorFodcral em tudo __ aquilo que fôsse pelo progresso de Garça, ficando ainda na expecta tiva de que prevalecesse o espirito do bom senso c Justiça, dando d^ reito a quem de direito >- - - — 0 Sr. José Carlos do Oliveira Lima, coo s palavra, inicial m^nte. disso que a bancada do M.D.Bo cm pronunciamento lido pelo Edil "●'-■●o Junior, afiraou o ideal do bem servir Garça. Qontinuan do teceu coiions.^^iior? a respeito d' injustiças sooiais existentea em o c* ^;vo Garça, pedindo a uíiiao do todos os georcensos, no sentido de que se _ e^paz social.- 0 Sr. Presidente encontre um denominador oouum, para o nosso progresso Kão havendo mais solicitações, do.^palqvra,. ^ deu por encerrada a presente sc^ao. Nada mais havendo,/^eu 'p-S^crotário, la vrei a presente ata, fiz ■7 datiíbgrãfaãla e a subscreví. RSST * w