| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 13 |
| Date | 1956-04-02 |
| native_id | 2769 |
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CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO OE SAO PAULO -fls.28- ■çi-f GAMARA MUwICIÍ-^i\L DE GAi-iÇA 13a. Sessão Oruinária, PRESlL)£i'JTE:- 'cinL* Netto. SEG-IETAIIU:- Axciindo Rüssriú e Antonio C^nstanciriij Netto. r aiizaua era 2 üo abril de 1 956 Juáo Tarora, reuro Afonso de Oliveira e Anuonlü sraQ '/ \ rt nora reyuiai.it-ntar, ioita a Ciian iá/uos srs. Vereadores, verlficou-se a presença dos se^ulntessdo Nascir.unto Castro, Jayiae Woçueira i*iiranuayJose Forfirio, Joao 9uel Chaves, Joao *arora, Odilon Izar, wlando Frosson, An.iinuo Ros^ rio, Orlando Silveira Mareias, Rafael Pa^s v^e Barros o Danlxo Fa9a , nuia total ue doze (12) vor.^aoor.^s.- - -- -- -- -- - - - - - - — fnjüiiio Cruz, Auyusto O sr. Presidente, havendo nuraero legal, declarou abo£, ta a Sessão, e convidou o sr. Secretário a dar conta do EXTEDIEKTE - Itóo SUJEITO A VoTlvÇÃÜ. O sr. c>ecrotário deu conta do seguinte:- _____ — oficio do sr. Prefeito Municipal de Carça, sobre a in dicaçio n. úo/56. Ofício do sr. Prefuico Municipal, sobro a indicação - n. 61/56. é oficio do sr. Prefeito Municipal, Swbro a indicação - O* 4 Oficio do sr. Prefeií;ü Municipal sobro a indicaçao - n. 63/b o ● Oficio do sr. Prefeito Municipal, sobre a indicaçao - n. 64/66. "N Oficio do sr. PrefeiLo /-.unicipal, sobre o requerimento n. 119/56. Oficio do sr. Prefeito Municipal, sobro o requerir.ion- V to n. 123/5u>. Ofício d rrefeito I.iunlcipal, sobre o recueriraon- o sr. to n. 126/56. Ofício uo sr. Prefeito Municipal, acusando o recebi - CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA l* ESTAOO DE SÂO PAULO -ns*22- laeiito do ofício n. 250/õú. % Ofício do sr, irefeico Municipal, rirnonto do sr. Anton-j ugeda '-rteya,- - - - - _ _ Ofício do sr. Diretor do Colégio Estauí Norraal "Dr. Hilraar Machado D*uliveira", de Garça, soi^ lO n. 122/5Ó, encanuuiiani refflueí escola requerimen- / oficie da Cia. Velefonica bii-.iento dc oficio n. 17õ/5ú.- _ _ e, acusanao o rec^ Oficio da Delegacia de íoli HvjS pontos de carros de aluguel.- - - - - - de Garça, sobre plantao Ofício da Canara i.iunicipal de São /vianoel, do-se com o recuerim.nco n. l/oó.- - f ^ ^ Oiiciü ua Camara i-iunicipal de Guaratin^jueta, solidarizar^ responuen do a circular n. 4/5o. oíício da Camara i.iunicipal de Santos, agradecendo tos de pesar pelas ocorrências verificadas naquela cidade.- - Oficio da Camara I.iunicipal de Andradina, vo acusando o recebimento das circulares ns. 4/oó e d/o6.- - - Convj.ttí ua Comihsao Organizadoras das Festividaoes do "Dia do Município , de iviorilia, das n.iqueia cidaue. II para as soleniaaues a serem realiza Circular da Câm jia i-:unicipal de Fedroguliio, enviando^ Cv^pia ae requc.-rii;)ento. Circular da Camara iv.unicipal de Munte Alegre do Sul, - sua Mesa.- Circular da Camara iwunicipal de Aparecida, comunicando a eleição de comunicando a eleição de sua Mesa. ●N Circular da Camara Municipal de Caclioeira Paulista, Cü N municando a eleição de sua l.iusa. % Circular da Camara inunicipal de Ibiracoma, comunicando a eleição de sua l●‘esa. Circular da Camara i.iunicipal de Guapiaçu, comunicando_ a eleição de sua í»esa. CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA II ESTADO DE SAO PAULO -0 Circular ca Câmara J-iunicipal de Ipauçu, coraumcaiiuo a eleição ce sua iviesa. Circular da Comnra iuunicipal ue ríubiac comunicando a eleição de sua f-esa. O sr. bresiden .w’ convidou o sré tariü a dar con¬ ta do EXi iiDIuNTH dUJElTO A VUY. .ÇÃü;- O sr. Secretário deu conta d Ara da da. Sessão Urdinári^ t eguinte: roalizaua em 23 de Feve¬ reiro de 1.956. 0 sr. Presidenco submeteu a discussão, tendo sido aprovada sem debates, u sr. iresiden..e declarou aprovada a ata da Sessão '“idinária.- - -- -- -- -- -- -- -- -- ● riecjuerimento do sr. João Tarora, solicitando a inser ção em ata ue a.i voto de satisfação pela passagem do aniversário natâ licio do vereadül? José borfírio.- - -- -- -- -- -- - - - - - - - o sr. i^residente suorne teu a votaçao, ^endo a Casa o ^ provado por unanimidaoe. é/ sr. I-residente declarou aprovado o repueri monto do sr. Joao *arora, e pue a Mesa se associava as iiomenagens.- - dequerimento do sr. Pt^dro Afonso de c.'liveira, solici tando preferencia para discussão e votaçao dos vetos do Ex<.'Cutivo Mu nicipal aos projetos ce leis ns. ld/56 e 3u/bó.- ---------- o sr. Presidente submeteu a discussão e em seguida a votaçao o requerimento do sr. Pedro Afonso de i^liveira, tendo a Casa c- sr. ProSidente declarou alterada a dem do Dia, para serem discutidos o votauos em primeiro lugãr os ve tos do Ex^-Cot_vu i..unicipal aos projetos ue ieis ns. 1^/56 e 3o/bó.- - Inuicaçao do sr. Orlando düveira MartiíiS, ao sr. Prê o aprovado por unaninidace. ■t» N Lè-.to j-iüiiiCipai, uisponco sobr^- a construção ue jardins nu dxupo ^sco lar "Prof. Joao Crisostomo e iiu Colégio Estadual e Escola Normal II it Dr. Hilmar íviociiauo D*oiiveira", ue darça. u sr. A’residente mandou encamlnlia-la ao sr. Prefeito Municipal. CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SiO PAUUO rjB ●£lâ Requeriiiitínto do sr. Criando Ciivyira Martins tanuo iíiioriiiaçoes ao sr» l-rtífí^ito htunioipal, Subre a à Curaiasao Municipal de Esportes. ^ ■ OJ.1CJ. -‘Stinaua C sr. José í-oriírio, solicitou uryeii^ sao e vütaçao do requerimenco do sr. orlando Silv para orscusS i Martins." - o ?r. ^residentt submeteu a vot oe urgência formulado pi.-lu sr. José iorfírio*^ o u requeri.;;ento - 1 enuo a Casa o aprovaA Qu por unanruuuaue. o sr. *'residen>e uecl ^u em regimem oe urgen - cia o recuerimento ru IJl/JÓ t e manaou inclui-io na Oxdem do ó^ia ua prasence sessão* C sr. iresidente deu a palavra aos srs. Vwroauores , como conviuou o sr. ^«ecretario a pr<^ceder a neniium a solicitasse, chamada para a ordem do “'ia. O sr. Secretario fez a chaíiiada uos srs. Vt,-reauores , aeguiíKtís: Antonio Cruz, Au>.jUScü do - Jayii>e 1-Jo^uexra tirraiiwa, Juao i.;iguol Ciicives, Joao__ Izar, Criando i^rasson, ürlanao Silvei ra ^^arums, /Ari.iiuao hosario, 1-ouro /\ionso oe Clivoira, de Barros e Danilo Fayá, v^-Xirrcanuo-se a presença uos Nascimento Cuscro, Tarora, Juse lorfírio, Odiiun haiael Paes nuiii vOOül >-<e "croze (13) Vorwdoores.- sr. fa.esruyn^Li suowecvu a uxscussao o vcio cxeque autoriza a rruruitü ra a executar os sc-rviços de refroma do prédio do Colégio Estadual e Escola Normal "Dr. Kilraar Machado D'uiiveira", ae Garça.- - - - - - cur-Vü Municipal oo projeco ae xci íi. 3u/jw, ●4 * c sr. * residente conVj.dou o sr. Vice-Presidente a sumir a Presidência. Ü sr. iodro Afonso do oliveira. assumiu a Fresiden - cia. C sr. Joao Tarora, com a palavra falou coni:ra o veto Oü Ex>.:Cutlvo Municipal ao proj^'to de x<.'i n. 3C/56, fazendo sentir à Casa a necessidade urgente ua e Escola "Normal "Dr. A, reforma do prudio do Col^^gio Estadual_ Hili.iar Ifiacliadü D’», liveira", de Garça. D^sse quo a Casa noo poderá con:.iar eu promessas dos podores Cumpe fiontes ● CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE sAo PAULO Ti ■qá 32- lecGU conenLários sobre a Curnissao da Gii.i’ara ée se entedeu corn o sr. Secretário da Viação, t . nrcrpio a ex^^cucar os serviços que f oi a Sao P, , oü 4í o qual auco as suas expensas, cujas^-^iM riam reembolsadas pelo ■^stacio, tão lOv^o se aprontas^ pagamento, e, dc acordo cora o orçamento executado feitura Municipal em 1.955 o valor dos serviço ÜO (quatrocentos mil cruzeiros), valor este projeto de, lei n. 3G/56.- - -- -- -- -- bu 0 mii «pe sas sâ processo de 6^a própria Fre - a de Cr..„. 4CXD.UX/, G^cródito aberto pelo - O sr. Antonio Cruz, em aparte, solicitou esclareci - mentos se a vorba de Cr.t 4CO.CXX),OÜ era suficiente para custear serviços.- - - - — _____ os Ü sr. Joao farora, r,’Spondendo ao aparte, disse que_ ora o suficiente, e no caso de náo dar, a Câmara poderá suplementar, O sr. José Porfírio, em aparte, disse que o sr. Joao Tarora estava perfeitamente certo.- --------------- O sr. Joao larora, continuando disso que proferiu despacho que se ia uiscutir e votar no caso de nao ter havido a preferoncia tendo em vLsta que as razões apresentadas pelo sr. Prefeito Municipal náo justificavam em absoluto o veto, e, louvou-so, também , na consulta verbal que fez à Comissão de Justiça, convocada em seu binete. Disse mais que lamentava que aquela Comissão nao tivesse dado parecer sobre o recurso interposto pelo Executivo Municipal, zando disse que a causa não era pria Gamara qu*^ por unanimidade aprovou sao e por maioria em segunda, quando houve apenas um voto contrário , e eSf^rava que os srs. Vereadores mantivessem as suas opinioes e os - votos, rejeitanao o veto em discussão. Lembrou ainda a Gamara ^ se cem havido na cidade, com referencia ao assunto, cas e os comentários partidos do sua vez era contrário ao veto em discussão.- ------- — _ _ _ O sr. Júse Porfírio, com a palavra, justificou também o seu ponto de vista contrário a aceitação do veto do sr. Prefeito nicipal. Expos longamente a necessidade da reforma do prédio do Coléo Finali - ●I sua e sim uo povo de C.;rça e da pro - o projeto em primeira discusN oue - ou sejam as criti, sr. Prefeito Municipal, e que por A 4 " CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SAO PAULO -fls -X gio estadual. Di;üg quo discordava das justificativas do sr. feito ■4 Municipal que acompanhara o veto do projeto de lei n. 30/5o, projeto nao é ilegal e nein tarabém náo é contra cipio, motivos estes que sao os únicos que autoriza/a arora, despaciiando, c^mo ção do veto por faltas de fundai.tentaçao legal,- O sr. Cariando Martin f)OiS, o - os inrer' es do arunivetos. Louvou T a atitude do sr. Joao «lente, a devolu1 era aparte, disse que_ o caso era de se estudar. 0 sr. -tntoiiiü díjnstantino Netto, era aparte, disse que 0 caso foi escudado polo sr. fresidente da Camara, escava certo,- - e o seu despacho - O sr. José Porfírio, concluiu disenuo que nao aceita ria o Veto em iiipotese alguma e espera que a Casa também nao u acei - tasse. ü sr, Üdilon Izar, cora a palavra, inicial criticou a atitude do sr. Prt-feito f.iunicipal vetando o projeto de lei n. 30/56 , que autoriza a reforma do prédio do Colégio Estadual e Escola Normal “Dr. Hilmar Maciiado D*üllveira'', de Carça. Disse que o sr. Pr>s‘feito - Municipal deve ser o primeiro a zelar pelos inceresses do povo e que_ nao deveria absolui:amente vetar o projeto. Mostrou-se contrário, ao - veto e as justificativas do sr. Prefeito Municipal. Fez sencir a Casa que o arunicipio deve colaborar cor.i o Estado, porque ^ambera recebe co labora, áo dos pod.eres estaouais. Lembrou as promessas dos candidatos_ era praça pública era campanhas eleitorais, e finalizanuo conciiou a sa pela rejeição do veto.- -------------------- % *1 U sr. José Porfírio, em aparte, disse que congratula va-se cora o ar. Odilon Izar, pela sua magnifica atitude.- - - - - - - 0 sr. Augusto do Nascimento Oastro, cora a palavra, disse que os srs. Vereadores que o antocederaia proferiam palavras de_ desconfiança ao Governador do Estado e ao Prefeito Municipal.- - - O sri José Porfiriü, em aparte, disse que absolutameji te, íiao duviuava iiern uo sr. Governauor do Estado e nera do sr. PrefeiA to i..unicipal. CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO OE S<0 PAULO V , -Ha U sr. Auçjusto do NascLiionco ‘-'astro, disse q te 0 Colégio Esóauoai merecia uma reforma total e não parç^ sentir a Casa que achava o projeto inconstitucional, feito houve por bem veta-lo. Di ealmen . Fez e 0 sr. Pree quo nao se pode m bas num projeto que manda o í-refeito gastar e tomo^ trou-se favorável ao veto, assim como foi contrito projeto de lei n. 3o/5ú.- - -- -- -- -- -J»/- - O jr anuiar ver- ***prestado. Mos ~ a aprovaçao oo Ia O sr. Joao ^arora, do Wascii.k-nto Castro, nao estava c^^rto da..e do projeto, e.que a Caso já promulgados e cumpridos.- - - - em aparte, disse quo o sr. Augusto ao afirmar a inconstitucionall aprovou projetos onalogos e foram O sr. José Porfírio, as palavras do sr. João ^arora.- - - em aparte, disse que fazia suas ü sr. Augusto do Nascimento Castro, que mais uma vez justificava a aceitação pal.- ----------------- concluindo disse do véto do Executivo Munici U sr. Criando Silveira Martins, com a palavra, disse que acreditava na boa intenção do vos que o levaram a vetar o projeto de sr. Prefeito Municipal,'e nos moti j.ei n. 30/56. Focalisou a nccessidade de ser reformado o prédio do Colégio Estadual e Escola No£ mal "Dr. Hilmar Machado D‘üliveira", 0 Prereito I.iunicipal de Garça, entretanto, achou que agiu de maneira certa na motivação do seu veto, e que a Constituição e a Lei Organi-.a dos i>.unicipios, dai.- ao Prefei¬ to o direito de veto. c sr. José Porfírio, cute o direito do véto, discute-se o mérito que o sr. Secretário da Viação autorizou a acordo com o projeto aprovu.do e vetado.- - O sr. L-xlando em aparce, oisso que nao se dis- ». des motivos, e mais ainda N realizaçao dos serviços do \ Cilveira ihartins, disse que o sr. Secretário da Viação não responuenüc ao apr.rte, mandou docuf.ienoo algum auto¬ rizando o Prefeito a proceder a reforma. 0*sr. Anconio Cruz, em aparce, disse que os decreta - CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTAOO DE SXO PAULO rios de Governo rnudar.i constanteraunte e as promessas tornarafeito. » em £ - / /// o sr. Auyusto úo Nascim^-nto Castro, 2^jarte, disse que baseando-se na lei vo;;aua, a municipalidade na«a a reembolsada das despesas cora a reforma do prédio do Colégio.»^^ ü sr. José Porxirio, na diynidade do sr. Secretario qu ;ndo auto, em apar^^^ydisse que acreditava u a reforma do prédio - do Colégio Estadual e Escola Normal "Dr. Hilmar cfiachado D'oiiveira" , de Garça. O sr. Augusto do Nascimento Castro, em aparte, disse que havia necessidaae ue qualquer documt^n i:o para garantir ao municí - pio, pois que, no caso da oxoneraçao do sr. Secretario da Viaçao, suas promessas nao poderiai.i ser cumpridas.- - -- - - - - - - - - O sr. Jayi.ie Nogueira tiiranda, em aparte, disse que , ou se u.-veria acreditar nas palavras do sr. Secretário, uu no despa - Ciio do sr. Governador, que mandou reiniciar a construção das saias e fazer a ref^rraa do prédio.- - 0 sr. Criando Silveira Martins, continuanao disse que a municipalidade não possue documonLO que autorize implicitamente a reforma.- C sr. José Pürfírio, em aparte, disse que não sabia_ existência de algum documento em poder do sr. Prefeito Muni Lambem da cipal, dado pelo sr. Gyverriádor, com reicrencia a rei^rma. U sr. Criando Silveira Martins, disse que Fo^calizando o veto achou justa a m^ mais, que o sr. Prefeito_ projeto por ser contrário aos interesses publidizendo apenas o motivo do véto. os motivos do veto podem ser de fatos 0 oe direitos, m>,^tlvo pelo qual dava inteira razao feito Municipal.- -------- ___ o sr. «jover n.idor exarou despacho a respeito. tivaçao U.0 sr. Prefeito i..unlcipal, dizendo, Municip.al nao vetou o ●. N COS, e nem por ser inconstitucional, Disse que de acordo com Pedro Calmon, ao sr. í-re - C sr. Joao Tarora, ei.. aparte, disse que o sr. crlan- ia CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SXO PAULO í'’ v£e' dc Silveira í.lartins, nao dava uraa justa razao a rao^ivaçao d que» nu seu despacho, tai.ibcLi se ii^seou nos ensinamentos o, e 'oncos de í.iironoa, un dos mais brilhantes comentarista da Consti O sr. Auiyusto do Nasciaiento C,;stro, que estava de acordo com o sr. urlanuo Silveira H ■>ao Federal. X a[, art. , disse ins. U sr. i-residonco convidou o sr 1 con—0 Cons can c _no Nctto p.ra assuj.iir a Secrv'taria. O sr. Antonio Constantino Hetto, assur,t_u a Secreta - na. u sr. João -^arora, cci.; a palavra, justificou novamen te 0 seu pon.t, de vista contrario aos mo.ivos e ao proprio veto sr. Ir feito Municipal. Esclareceu qúe’a utilização de verbas e de - eii.prestimo a que se referiu o vereador Augusto do Nascimento Castro, nao era como sua excelencia oxpos. continha em seu corpo duas ciuestoes, to especial de Cr..,, 4CO,(jO(j,OC, Pre.eito Municipal contrair o emprestir.io numersrio em caixa.- - -- -- -- -- -- -- do Foz sentir a Casa que o projeto - 3 primeira a abertura do crédi- . » e a segunda a autorizaçao competente para no caso ue na h jver Ü sr. Antonio Cruz, em aparte, disse cue o Brdfeito_ pooera encontrar dificuldades no obtenção do emprestirao.- - - - - O sr. Au-justo do Nascimento Castro, vo o seu ponto de vista contrário. O sr. L-di lon Izar , em aparte, mant£ < era aparte, disse que, os srs. Au gusto do Nasciraento Cast-ro e Criando i>ilveira Martins, favoráveis ao véto, seia se - estsva/a ape - nas encontrar razoes para os seus votos lembrarem das crianças que frequentara o Colégio. O ;-r. Orlando Silveira iviartins. eu aparte, contestou dizendo que na Camora sua preocupação tem 0 sr. Odilon Izar, crianças que frequentara as escolas de Garça, O sr. José Porfírio, ser assim, poi^ o sr. Orlando Silveira Martins, fórma do Colégio.- sido as 4 erat todos os seus graus, em aparte, disse que não parecia 4 estvjva contrario a ro CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA l! ESTADO OE SAO PAULO ■V. 0 sx. f-residen^e conviuúu o sr. Antonio Cor an cino Ntí^.to, secretário, a assui.iir a i-residência. O sr. Antonio Constantino Netto, assuir a Fresidoü c:,.a. t O sr. Orlando Silveira l-iartins, ao sr. Fresioence cue o sr. 2'^ Secretário est^ O sr. x-residerittí convidou Aruinuo Rosário, 22 Secretário a assuinir a Iresidêricia.- - - - ●/- - O ?r. Arninüo Rosário assuf.iiu a Presidência, e o sr. Antonio Constantino Netto a Secretaria.- O sr. Joao Tarora, continuando disse que o sr. Orlaü ● do Silveira Martins nao podia estar favoravel a reforrna e ao mesmo - tempo ao veto, porque, o veto constituia a negação da O sr. L.rlaiído Silveira ^'.artins, em aparte, disse que náo era, er,i absoluto, contrario a reforma do prédio do Colégio, nas achava legal e cabível a motivação apresentada pelo Municipal.- ordem, lembrou 10 rir-^nano.- reiorma.- « apesr. i'refeito O sr. Pedro Afonso de Oliveira, em aparte, disse que ca.i referencia_ sr. Ciiefe ao executivo Municiera concrario ao veto por aciur de urgente necessi dade a rerorma do prédio uo Colégio Estaaual.- 0 ;r. João Tarora, finalizando, dis-e que não contrario e nem discutia o direito que assiste ao sr. Prefeito Muniaprovados pela Camara, e, unicamente dis“ estava de acordo com o sr. orlando Silveira í-íartins. aos motivos do veto apresentados pelo pal, entretanto'. ■i era cipal de vetar os projetos cutia o veto alegando falta de jeitaria tendo em vista a necessidade de se fundamentaçao legal, bem como, fazer a reforma e mais - apr-.>vjda pelo sr. Secretário da s o re - ainda por se tratar duma questão já Viação, * e que repudiava o c-.;.iiniio que o sr. Prefeito Municipal esta va levando a questão, uontro d’um espirito de inteira políticoee raonospreso a corporação legj.slativa de Garça.- _ _ _ _ C sr. Joao ^arora, reassumiu a Presidência de e o sr. CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTAOO DE SAO PAULO -XIaa. Ar.Minúo Rosário a -ecretaxia. O sr. i-residente dou por encerrada a discu^ ciareceu aos srs. Vereadoras a forma a votaçao, secreta*/^ s e es - cédulas - coúi as inscrições "mantenho" e "rejeito", colocadas o cabine indevassavel, e depositadas na urna de recei determinou a uisorihuiçao do material para vota Secretário a proceder a cliamada dos srs. Vero it br.- carta na t ifí hto dos votos,- ,/e convidou o SXé a^i^s para vo:açao.- a para votaçao, Lendo vo tado os s.-guin cs vereadores;- --vntonio Cruz, Augusto do Nascimento - U ;;r. Secretario fez a ciia;. Castro, Ans^onio Constantino Netto, Jaymo Nogueira Miranda, João Mi - guel Chaves, Jo.ão Tarora, José Porfírio, Odilon Izar, Orlando Silvei ra Martins, Orlando Frassom, Armindo Rosário, Pedro Afonso de Olivei ra, ‘vafael Paes de Barros e Danilo Fagá, num total de 14 (quatorze) - vereaoores. * C sr. Presidente declarou que a idesa passaria a apurâ, ção, e convidou os sr;.. Vereadores interessados para fiscaliza-la.- - Aberta a urna, contadas as sobre-c ;rtas, o número coü Feita a apuração verificou-se o se - rejeito", e cinco (5) votos nho". O sr. Presidente decljrou aceito o veto ao projeto de lei por nao h.jver axcançado a rejeição por dois terços dos veread£ res presentes e votantes.- feriu com 0 numero de votantes, guinte resultado nove (9) votos [i II mente n. 30/56, O sr. Presidente submeteu a discussão 0 vòto do sr. cm regimem de preferência, ao projeto de lei n. ispoe sobre autorização à caçao ua estraaa oe rouagem ^arça-Aj.vinandia.- - -- - - - - - - - 0 sr. Presidente convidou 0 sr. Vice-Presidente a asPr. feito Municipal, ld/5ó, i-rofeilura para proceder retifi que sumir a Bresidoncia. O sr. Pedro Afonso de Oliveira assumiu a Presidência. 0 sr. João ^arora, % com a palavra, disse quo como au - tor do projeto vetado pelo ExecuLivo i>iunicipal, sencia-se no dever de c-jmbater o véto, nao só por ser de intere;.se público e porfeitamente - CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SiO PAULO y* iegai. Disse que quando apresentou o projeto, teve em mira r al- .● A gumas retiiicaçoes^ia rodovia Garça-Alvinandia, nao se trat lutamente da cunstrução de uma estrada, passando por it do Rio do Peixe» Disse que o projeto apenas dispue sa çao de um engeniieiro para proceder algumas reúiiic. rar as curvas em numero enorme, ralou sobre as v, 0 absos do vale a contrata- 'os, isto é ti - agens e convenieji cias de uma boa estrada naquela zona, ue onue da zona de Ubirajara, Santa Cruz do riio Pardo O sr. José Porfírio, em aparce, soriuarisou-se com o - izendo quo o orador est..va porfeitament.e com a rafivergeia a pr-juuçao - circunvisinhanças. - sr» Joao ^arora. U zao. 0 sr. Joao larora, conóinuando, agradeceu ao sr. José_ Porfírio, e finalizando suas palavras, disse que a Gamara nao poderia de forme alguma aceitar o veto uo Executivo, num projeto aprovodo por unanimidade em duas discussões e votaçoes, o cue confiava, ainda, na honorabilidade da Casa.- ---------------------- O ;;r. Jüáo larora, reossui.i-u a Presidunci.a, e deu por_ esclarecenao, n^vamente, a forma da votaçáo , UKiCernj.nwu a uis cribuiçáo do material e convidou o sr. ●secretario a encerraoa a discussão, proceder a chamada dos srs. Vereadores para a votaçao. O sr. Secr^-t'^riü fez a chamada, tenvO votauo os seguiü tes Vereauores;- Êmtonio Cruz, Antonio Conscantino Netto, ^mgusto do Joáo Ivli.uel Chaves, Jo'áo_ Odilon Izar, c-rlando Silveira Martins, Orlan do Frasson, Armindo Rosário, Pedro Afonso de L>liwira, Rafael Paes - de Barros e Danilo Fagá, num total de 14 (quacorze) Nascimento Castro, Jayme Nogueira í.iiranda, Tarora, José Porfírio, voreaowres.- *. O sr. iresrdenre declarou que a Mesa iria pr>^ceder a - apuraçao e conv^uou os srs. Vereaoores interessauos para fiscaliza - rum. Aberta a urna, contauas as sobre cortas, Peita a^juraçao, verificou-se o seguinte r£ suitado oito (S) votos pela rejeição e seis (ó) pela 0 numero conxerru com o ue votantes. manucençao do CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA fÍT EâTAQO DE SAO PAULO ml ~fle.40-/ ^ vuto. O sr. Presidente uociarou i.iantido cipol ao proj.‘to de lei n. 18/56, por náo ter sido rejeita is terços do vereadores presentes e votantes.- - d) Presidente subr.t.'teu a discussã o v.-to do sr, FreielL ●unior d£ m seguida a de resolução i/.‘jso ao sr» Provotaçao, tei;do sido aprovada n. 2/56 (dois) do vereador João Terora, feito i.iunicipal pjra apresentação das O sr. í-resl-onte declerou por unanimidaae, o pr conceueno * contas d. ?yercicio de 1955. aprovado o projeto de res^ iução n, l/5w. O sr. Presidente suLsie ceu a discussão, e or.i se.^uida a unanií.iidade o proj.to de lei sobre a revogação dn lei - votaçao, tc^ndo a Casa aprovado por 23/56, n2 do sr. I.íanoel Galdino de Carvalho, nC 197. C sr. Presidente uecl^rou aprov cussao 0 projeto do lei n. 23/56,- - - - - ado om prirn’.-ira dis - b sr. Presidente de ioi n2 ó/5u, do vereador Orlando Silveira Portins, a conces subi.ieteu em 2a. discussão o projeto dispondo sobre í-ao de preraro ao professor nunicipal pela pronoção de alunos, O sr. Orlanoo Silveira ihartins, com a palavra justifi parecer da Couissão de - íU projeto de xoi, ^ concordou com o Justiça, bem cono, com a emenda Casa que a o dstado, também. cou o So ofer. cida pela mesma, seria urà estimulo ao í*ez sentir, a - concessão do prêmio concede igual prêmio. proressor, e que_ O sr. Presidente declarou cue o tempo da sessão estae (ue 0 projeto em discussão estava adiado para ma sessão considerando-se inscrito o orador que estava com e anunciou para a -ordem do din da pr dos avulsos va esgotado. u proxia palavra, sessão a matéria constante ●» oxima a sereí.i distribuiuos, Nada mais havendo eu, fiz datilografa-la o a subscrevo. e deu .^r encerrada a Sessão.- - - ^^^Secretário, lavrei e£, » ta ata, -i PRESIDHvIlE SECREXÁÜie-^— t-