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sessao nº 10

Tipo Ordinária
Número / Ano 10
Date 1955-03-05
native_id2809

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status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 21

CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SAO PAULD
GWvlARA miCIPAL DE G/\RÇA \
10a. Sessão Ordinária, realizada em 5 de Março de 1. PRESIDENTE:- Clovis Dantas Ramalho
SEO^ETallO:- José Carlos Arantes e Plínio Genta.
K hora regulamentar, feita a chamada dos srs.
res verificou-se a presença dos seguintes: Antonio Cruz, Clovis Dantas_
Ramalho, Dácio Alves Natél, Domingos Eduardo Bez, Felício BotinqJoao T^.
rora, José Cáio de Goes Artigas, José Carlos Arantes, José Porfírio,
noel Galdino de Carvalho, Miguel Monico, Pedro Afonso de Oliveira e José
Gonçalves, num total de treze (13) vereadores.- ----------- —
O sr. Presidente:- havendo número legal declarou aberta
a sessão e convidou o sr. Secretário a dar conta do Expediente Nao Sujei
to a Votaçao.- -----------------------------
vereado￾O sr. Secretário deu conta do seguinte:- --------
Circulares das Camaras Municipais de Mogi Guaçu, Guara￾rapes,Estancia de Socorro, Pacaembu, Bilac, Alvares Machado, Mirandopàlis,
Cosmopolis, Santa Br nca, Piratininga, Sao Simáo, S. Bento do Sapucai, Pa
norama, comunicando as eleições de suas Mesas.- -------------
Oficios das Camaras Municipais de Guarei, Sao Bento, agr^
decendo comunicação.
Oficio do sr. Jánio Quadros, Governador do Sstado, agra
decendo comunicação, constante do oficio n. 32/55.- - - - - - - - - - - -
Ofício da Secretaria da Viaçao e Obras Públicas, sobre o
recuerimento n. 116/54,
Ofício de sr. Prefeito Municipal, juntando cópia de um -
parecer da Secretaria da Segurança Publica,- ------------- 	
Ofício do sr. Pe. Antonio Magliano, para assistir à Mis
sa Episcopal a ser realizada no dia 6 de Março de 1,955.- - - - - - - - -
0 sr. Plínio Genta, deu entrada no recinto e assumiu a -
Secretaria.
0 sr. P'esidente convidou o sr. Secretário a dar conta do
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SÃO PAULO
Expediente Sujeito a Votaçao.
O sr. Secretario encaminhou a Presidência a ata da 7a. -
Sessão Ordinária, realizada em 11 de fevereiro de 1.955.- - - - - - - - -
O sr. Presidente submeteu-a a discussão e em seguida a -
votaçao, tendo a Casa a aprovado sem debates.- --------------
O sr. Presidente declarou que encontrava-se em visita à
Casa o nobre vereador Antonio i^abelo Kemp, da Camara de Lupércio, e convi
dou os srs. Dácio Alves Natél e Antonio Cruz, para con<. :zi-lo a Sala das
das Sessões, onde tomou lugar na ^íesa.- - -- -- -- - - - - - - - - - -
O sr. Secretário, continuando deu conta da seguinte matá
na:
Requerimento do sr. José Gonçalves, solicitando ao sr. -
Governador do Estado a abertura de uma sindicância no Colégio Estadual e_
Escola Normal Dr. Hilmar Machado D‘01iveira, de Garça, sobre as reprovaçfi
es de alunos.-
O sr. Pedro Afonso de Oliveira, requereu urgência para
discussão e votaçao do requerimento do sr. José Gonçalves.- -- - - - - -
O sr. Presidente, submeteu a votaçao o requerimento de u£
gencia, tendo a Cdsa o aprovado por unanimidade.- ----------- —
O T. Presidente mandou incluir o requerimento do sr. Jo
sé Gonçalves, na primeira parte da Ordem do Dia da presente sessão.- - - -
Requerimento do sr. José Gonçalves, solicitando o encamà￾nhamento de uma representação da populaçao de Jafa, ao sr. Delegado de Po
licia, contra o Gu.-.rda-Noturno sr. Modesto, daquela localidade.- - - - - -
O sr. Presidente, indeferiu o requerimento, alegando nao
ser da alçada da Camara Municipal o enc .minhamento.- - - - - - - - - - - -
Requerimento do sr. Dácio Alves Natél, solicitando infor
mações ao sr. Diretor do Colégio Estadual e Escola Normal Dr. Hilmar Macha
do D'01iveira, de Garça, sobre o núm.ro de alunos, matriculados, reprova -
dos e tronsferidos em todos os cursos em funcionamento naquele estabeleci
mento de ensino.-
O sr. Ddcio Alves Natel, requereu urgência para discussão
e votaçao do seu requerimento.
O sr. Presidente submeteu a votaçao o requerimento de ur-
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA /yji f mmü> A M' ESTAOO OE SAO PAULD
“fls. 73-«
gencia, formulado pelo sr. Dacio Alves N-.tel, tendo a^asa o ap ovado por
unanimid ide. O sr. Presidente mandou_inciuir o requerimento do sr. Dacio
Alves Natél, na p imeira parte da Ordem do Dia da presente Sessão.- - - -
Roquerimento do sr. Dácio Alves Natél, solicitando a no
meação de Comissão p,.ra assistir, caso haja possibilidades legais, algumas
aulas no Colégio Estadual e Escola Normal Dr. Hilmar Machado D'01iveira, -
de Garça.- -------------------- ___________
O sr. Dácio Alves Natél, requereu urgvncia para discussão
e votaçao do seu requerimento.
u rr. Presiuente submeteu a votaçao o requerimento de ur
gência, formulado pelo sr. Dacio «Ives Natel, tendo a Casa o apvovado por
unanimidade. 0 sr. Presidente mandou incluir na Ordem do Dia da ^resento -
Sg.-^.o, 0 requerimento do sr. Dacio Alves Natél.- - - - - - - - - - - - -
Indicaçao do sr. Manoel Galdino de Cárvalho, ao sr. Pre~
feito Municipal, sobre a conservação da estrada do P .trimonio S, Francisco.
O sr. Presidente mandou cncaminha-la ao sr. Prefeito Muni-
«
cipal.
Inuicaçao do sr. José Porfirio, ao sr. Prefeito í.'.unici -
pal, sobre a necessidade ao func on.amer.to da escola da Vila -^ebelo.- - - -
O sr. Presiuente mandou encarainha-la ao sr. Prefeito Muni
cipal.
Recuerimonto do sr. Jose Porfirio, solicitando a inserção
em ata de um voto de pesar pelo fal -cimento do sr. ©tojiro Toyota,- - —
0 sr. Pres.dente submeteu a votaçao, tendo a Casa o apro¬
vado por unanimidade.
Bequerimento do sr. João Tarora, solicitando a inversão -
sessão para discussão da presente sessão para
discussão e votaçao do projeto de resolução n. 1/55.- _
da Ordem do Dia da presente
O sr. Presidente submeteu a votaçao o requerimento do
Joao Tarora, tendo o Casa o aprovado por unanimidade,
mandou incluir na Ordem do Dia,
sr.
O sr. Presidente
por inversão, o projeto de resolução 1/55.
Projeto de lei do sr. Prefeito Municipal, dispondo sob e
a desapropriação do campo de futebol de Jafa.- - _ _
O sr. Presidente submeteu-o a voto, tendo a Gasa o consi
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇAjVl W' ESTADO DE SAO PAULD
derado objeto de deliberação. O sr. Presidente mandou encaminha-lo as Co
missões competent-s.-
Requerimento do sr. José '^onçalves, solicitando a nomea￾çáo de uma Comissão Especial, para entenoer-se com o sr. Delegado de Poli
cia, sobre o caso do Guarda«»noturna de
i
Jafa.- --------------
O sr. José Gonçalves requereu urgência para discussáo e -
votaçao do seu requerimento.
0 sr. Presidente submet-, u a votaçao o requerimento do sr.
José Gonçalves, solicitando urgência, tendo a Cnsa o aprovado por unanimi
4- dade.- ----------------------------------
ü sr. Presidente, mondou mncluir na Ordem do ia, da pre
sente sessão, em sua primeira parte, o requerimento do sr. José Gonçalves.
O sr. Presidente deu a palavra aos srs. Vereadores, como
nenhum a solicitasse, convidou o sr. Secretário a proceder a chamada para
a Ord'. m do 05.9, „ -
O sr. Secretário fez a chamada, verificando-se a presença
dos seguintes:- Antonio Cruz, Clovis Dantas Ramall 0, Dacio Alves Natél, Do
mingos Eduardo Bez, Felício Botino, Joao ●^arora, José Caio de GÓes ArtçgaSr
José Carlos Arantes, José Porfírio, Manoel Galdino de Carvalho, Miguel Mo￾nico, Pedro Afonso de Oliveira, Plínio Genta e José Gonçalves.- - - - - -
O sr. Presidente, submeteu a discussáo o requerimento n.
sr. José Gonçalves, solicitando a nomeaçao de uma Comissão de -
Vereadores para entender-se com o sr. Delegado de Policia, com feferencia
ao Guarda-Noturno de Jafa,- -----------------------
19/55, do
O sr. Domingos Eduardo Bez, com a p 'lavra iniciààmente -
disse que efetivomente deveria ser aberto um inquérito para apurar as ir
regularidades que se diz existir, mas, de onte-mao tinha a certeza de que
0 sr. Modesto, que ocupa as funções de Guarda-Notruno de Jafa, nao deve -
aboslfatamente coisa alguma, pois, conhece-o efa mais de sete anos, e sempre
0 teve em conta de um homem, serio, respeitador de fanilias e cumpridor de
seus deveres.- ------------------------------
O sr. José Gonçalves, em aparte, disse que esse elemento
vem cometendo arbitrariedades, e é necessá.-io que o sr. Delegado de Poli¬
cia tome qualquer providencia.
-ííWWí,.
1 CÂMARA MUNICIPAL DE GARCAj
ESTADO DE SÃO PAULD
t-
■T..W
0 sr. Domingos Eduardo Bez, continuan
tiça nao é falha, e para punir os culpados há o juizo de Direito,- - - - -
O sr. Felício Botino, em aparte. Parece que se falou em -
verba oara a manutenção de um inspetor de quarteirão em Jafa.- ------
O sr. Domingos Eduardo Bez, continuando, disse que esta
va com 0 sr. Felício Botino, quanto a questão de verba, mas, assim mesmo -
julgo que foge a alçada da Gamara, por ser um caso de inquérito administra
tivo e policial.-
3 jus-
,0 sr. Pedro Afonso de Oliveira, disse, que se o requeri￾será justo que ao
a Comissão entregue a representação
dos representantes de Jafa ou dos seus moradores, e que é preciso mesmo -
que a questão fique melhor esclarecida.- -----------------
0 sr. José Porfírio, com a palavra, inicialmen-.e disse -
que estava achando que havia um choque
mento sobre a creaçao da Comissão Especial for aprovado,
se entender com o Delegado de Bolicia,
entre o destino do requerimento e
a representaçaç e que contudo concluia, e poderia dizer que tratava-se de
um requerimento endereçado ao sr. Delegado de Policia.- - -- - - - - - --
0 sr. José Gonçalves em aparte, mas, o sr. Delegado nao
atende as reclamações, apesar de já lhe haver sido encaminhada uma repre -
sentaçao.- ---- —
O sr, José Porfrio, continuando. Ey sinto-mo muito honra
do pela ;p::ovaçao do requerimento, princip-ilmente por haver sido apresenta,
do por V, Excia. Disse mais que era pr ciso saber se def to há inspetor de
quarteirão, porquanto o sr. Secretário da Segurança Publica exonerou todas
essas autoridades,- -------------------------- —
0 §r. Pedro Afonso de Oliveira, em aparte, disse que, a -
pergunta do vereador José Porfírio, deveria ser feita ao sr. Delegado de -
Policia, e podia informar com tal cidadao é guarda-noturno
auxilio do município. Por esse motivo a Camora deverá tomar providências
a respeito.- ------------------------------
e que recebe
O sr. José Porfírio, continuando disse que de qualquer -
forma seria necesrário tomar uma providência a respeito, e daria seu voto
f
favoravel ao requerimento.
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ESTAOO DE SÂO PAULD
Ü.-Í
0 sr. Antonio Cruz, em aparte, perguntou e se nao forem
verdadeiras as acusações.
O :r. José Porfírio, respondendo ao aparte, disse que ha
uma representação, um abaixo assinado di.'nunciando os fatos.-
O sr. Joao Tarora, em apjrte. Bisse que gostaria que o -
vereador Joré Gonçalves, informasse a Casa se a pessoa é guarda-noturno -
ou inspetor de quarteirão.- -
■e
O sr. Jof-é Gonçalves, em aparte. 0 individuo é tudo, É -
guarda-noturno, inspetor de quarteirão, juiz de direito, delegado etc.- -
O sr. Joao Tarora, era aparte. Disse que então, nesse caso
deveria encaminhar-se o requ rimanto ao sr. Delegado Regional, ou ao Con
selho da Guaxda-Noturna Municipal, do qual o sr. Prefeito Municipal é Pr£
sidente.- --------------------------------
«
0 sr. Presidente, fez sentir a Casa que o requerimento -
em discussão, n. 19/55, solicita a nomeaçao de uma Comissão Espocial para
entender-se com o sr. Delegado de Policia.- ---------------
O sr. José Porfírio, diss:- que ontâo que a Comissão seja
nomeada e que de cumprimento a sua missão para o esclarecimento da ques -
tao, para que se coiba, no futuro qualquer abuso por parte do tal inspe -
tor de quarteirão ou guarda-noturno.- --------
O sr. José Gonçalves, com a palavra,
qucrimento, expondo a situaçao, alegando de efetivamente o sr. Modesto -
vem cometendo arbitrariedades e toda a populaçao de Garça é testemunha -
disso. Disse, mcis, que nada tinha contra o sr. Modesto, é que de ha mui-
/
to e seu conhecido, apenas, est :va atend;>ndo a populaçao de Jafa.- - - -
O sr. José Porfírio, em aparte. Disse que era de pasmar
que diante de tais reclamações as autoridades nao tenham tomado qualquer
p ovidéncia.- --------- — ____________________
Defendeu o seu re￾O sr. Felício Botino, em .parte, disse que lamentava mui
to este caso, pois, há muitas autoridades para o verificar.- ~ _
O sr. José Gonçalves, disse que o sr. Delegado de Policia,
acredita muito no sr. Modesto, e é homem de sua confiança, e nestas condi
ções nao cré nas reclamações da populaçao de Jafa, e, o certo é que o sr.
Modesto excede na autoridade que diz possuir, obriga casamentos, prende e
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ESTAOO DE SÃO PAULO
“fls. 77-
solta, enfim age discricionariamente.
O sr. ^ácio âlves N-.tél, com a palavra, disse que estava
de acordo com o requerimento, porem, desde que fosse modificado, pois, nao
era possivel que se levasse ao sr. Delegado de Policia, uma correspondência
privada, e isto seria uma violaçao de correspondência.- —
O sr. Jose Forfírio, em aparte, disse que neste caso, a -
questão deveria ser tratada junto ao Conselho da Guarda-Noturna Municipal,
\
e 0 Conselho que cuidasse do assunto junto ao sr. Delegado de Policia.- -
O sr. Dacio Alves Natél,
ria crer que um homem quasi que analfabeto,
pqz de exercer tantos cagge ou funções,
O sr. José Gonçalves,
continuando disse, que nao pode -
como é o sr. Modesto, fosse ca￾como as citadas em plenário.- - —
em aparte, V. Excia, talvez nao acre.
9'
dite, mas e a informação escrita dos moradores de Jafa.
O sr. Dacio Alves ^'Jatél, continuando, disse que todos os
representações tem um"cabeça", um individuo que a faz e
abaixo-assinados e
os demais que assinam, nao sabem a veracidade dos fatos, e finalizando dis
se que a Cêmara nada tem a ver com o caso
da ao sr. Delegado de Policia.- - -
O sr. Joao ^arora.
, porque a representação e dirigi￾com a palavra, disse que, de acordo cam
a esplanação feita pelo sr. Presidente, e sendo que a guarda-noturna munici
pal esta afecta ao Conselho da Guarda*noturna Municipal,
■feeria se dirigir, e.
a quem a Camara de
sugeria que a Comissão a ser nomeada trataeee do assun
to junto ao Conselho, o qual tomaria as providências cabiveis.- ------
O sr, Antonio Cruz, em aparte, perguntou ao orador de sua
excelência faz parte do Conselho,
O sr. Joao Tarora, continuando disse, respondendo aoaparte
que efetivamente é um dos membros do Conselho, e. do sr. Antonio Cruz,
a sua sugestão acomodaria a situaçao,
O sr. -^residente,
lência havia apresentado alguma emenda.
O sr. Joao Tarora,
disse que se o nobre autor do requerimento permitir,
se di.igir ao sr. Delegado de Policia,
digija ao Conselho da Guarda-Noturna Municipal,- - - - -
que
consultou 0 sr. Joao Tarora se sua exce￾respondendo à consulta da Presidência ,
apresenta uma emenda -
que a Comissão se
i￾para, ao engez de
CÂMARA MUNICIPAL DE GAR
ESTADO OE SÃO PAULO
-fls. 78-
0 sr. Presidente, convidou o sr. Joao Tarora, a apresen¬
tar, por escrito a sua emenda»
O sr. Joao Tarora, encaminhou a Mesa a emenda, por escri
to, e que foi lida pelo sr. Secretario.-
O sr. Presidente submeteu a discussão a emenda, juntamen¬
te com 0 recuerimento.
O sr. Dacio ^Ives Natél, pela orden,
informasse se a Comissão, no c--so de ser aprovada a emenda, nao irá tratar
do assunto junto ao sr. Delegado de Policia, a quem é dirigido o abaixo as
sinado.-
solicitou à Mesa que
O sr. Presidente, respondendo ao sr. Dacio Alves Natél, -
disse que o abaixo assinado já foi devolvido ao sr. José Gonçalves, e que
apenas a Comissão levará tais fatos ao conhecimento do sr. Delegado de Po
licia ou do Conselho da Guarda-Noturna Municipal, conforme for aprovado pe
la Camara.-
O sr. Pedro Afonso de Oliveira, com a palavra, disse que
estava de acordo com a emenda do nobre vereador Joao Tarora, muito embora
saiba que o sr. Modesto nao é guarda-noturno, mas, apenas subvencionado -
pela Prefeitura, e, então queria fazer a seguinte emenda ao requerimento-
"onde se lé "Delegado de Policia", leia-se também Conselho da Guarda-Notu£
na Municipal", para ficar entre os dois, isto é as duas autoridades.- - - -
O sr. Joao Tarora, em aparte, disse que queria esclarecer
ao vereador Pedro Afonso de Oliveira que, o Delegado de Policia é membro -
do '^onselho da Guarda-Noturna Municipal.- - -- -- - - - - - - - - - -
O sr. Pedro Afonso de Oliveira, perguntou ao aparteonde -
sobre quem e o Presidente da Guarda-Noturna Municipal ou do Conselho.- - -
O sr. Joao Tarora, em aparte, disse que o Presidente do -
Conselho é o sr. Prefeito Municipal.- ----------------- 	
O sr, Pedro Afonso de Oliveira, concluindo disse que espg,
rava que a Casa aprovasse o seu ponto de vista consubstanciado na sua emen
da juntamente com o requerimento.- -
O sr. Presidente deu por encerrada a discussão e submeteu
arora, tendo a Casa a aprovado por unanimi
dade. Submeteu a votaçao a emenda do sr. Pedro Afonso de Oliveira, tendo a
T
a votaçao a emenda do sr, Joao
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ESTADO DE SÃO PAULD
Casa a aprovado por unanidade. Submeteu a votaçao o requerimento com as -
emendas aprovadas, tendo a Casa o aprovado por unanimid de.- -------
O sr. Presidente submeteu a discussão o requerimento n.
18/55, do vereador Dacio Alves Natél, sobre a nomeaçao de uma Comissão E_£
pecial para assistir, caso haja possibilid-.des legais, algumas aulas no -
Colégio Estadual e Escola Normal Dr. Hilmar Machado de Oliveira, de Garça.
O sr. Dacio Alves Natél, com a palavra, defendeu o seu -
requerimento e pos a Casa a par de varias irregularidades que diz haver -
no Colégio Estadual e Escola Normal Dr. Kilmar M;ichado D'01iveira, fazen
do sentir a Casa que, é preciso tomar providencias a respeito, e que caso
o sr. Diretor do Colégio, informar positivando a possibilidide da Comissão
assistir as aulas, esta poderá esclarecer muita coisa a respeito, com ref£
rencia às aulas ministradas no est :belecimento.- - - - - - - - - - - - - -
O sr. Domingos Eduardo Bez, com a palavra, disse que ref£
rendava as palavra? do sr. Dacio Alves Natél, e cue infelizmente tinha cue
referir ao estabelecimento de ensino, onde esta acontecendo cois.-s impos￾veis, e que se houvesse um contacto mais direto com o Diretor do Colégio -
tudo ficaria esclarecido.- ------------------------
t
O sr, Dacio Alves Natél, em aparte, disse que nao há fal
ta de contàcto com o Diretor, pois, inúmeras informações já lhe foram soli
citadas.- --------------------------------
O sr. Domingos Eduardo Bez, continuando disse que a Cama￾ra deveria se digir ao sr. ^iretor.
Colégio dirigir ao í.íinistério da
aucultar e ver as falhas existentes no
Educaçao, aos Inspetores Secundários, p£,
los canais competentes, mas, desde logo queria frizar que a questão é pes^
da, tendo emvista que os professores sao c.'.,tedraticos, donos de suas codei
ras com todas as garantias constitucionais.- ---------------
O sr. Jose Gonçalves em aparte, disse que nao será por i£
so que os professores façam como entendem, arbitrariamente, e que antiga -
mente a questão era diferente, os professores zelavam pelos alunos e fazijn
força para que aprendessem.- -----------------------
O sr. Domingos Eduardo Bez, continuando disse qu estava
de acordo, e também sabia o sacrificio que um pai faz para manter seus fi
lhos no estudo, despesas com roupas, livros e outras, e no fim do ano nao
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTAOO OE SiO PAULD
-ÍLi._80- ver result do f vorávoi nos estudos dos seus filhos.
O sr. José Gonçalves, em aparte, disse que o Prefeito de
Guuranta, foi chamado pelo Diretor do Ginásio de Cafelância, e sua senho
ria disse-lhe o seguinte:-
nos, e nem todos estão procedendo bem. Eu quero que o sr, cham.
desses alunos porque nao há meios de corrigi-los", disse mais que em Garça
nao há nada disso, tudo vai ao léo,- -------------------
0 r. Domingos Eduardo Bez, continuando disse que, com re
ferencia aos exames nao houve protesto em ata, e, decorrido o praso legal
nada se pode f-,zer.- - -- -- ----------------------
olha o sr, tem um ônibus que traz 18 a 20 alu￾os pais
0 sr. Dacio Ives Natél, em aparte, disse, pergunto a V,
Excia, se foi ilegal até o proprio exame, Nao houve banca, e os alunos que
rt
fizeram exames com bancas compl'.-tas passaram.- - - - - - - - - - - - - - -
O sr. Domingos Eduardo ^ez, continuando, disse que nao hou.
ve contestação, embargo nom protesto na forma legal, antes de decorrer o -
praso que a lei determina, para impugnação das atas de exames.- - - - - —
0 sr. Atnonio Cruz, em parte, disse que nem todos os
pais conhecem a questão de prasos.
O sr. Domingos Eduardo Bez, continuando, disse que justa
mente concord--va com o aparte do sr, ●\ntonio Cruz, e por essa razao I que
pediu a nomeaçao de uma Comissão, por requerimento, para a Camara se enten
der com quem de direito e pelos canais competentes,- - - - - - - - - - - -
0 sr, Dacio Alves Natél, em aparte, a Camara está cansada
de p- dir informações e nenhum resultado traz.- - - - - - - - - - - - - - -
0 sr. Domingos Eduardo Bez, concluindo disse que, nao que
ria competer erros, portanto, seu ponto de vista era de que primeiramente
se entendesse com o sr. Diretor do Colégio, a fim de verificar a situaçao,
O sr, Pedro Afonso de Oliveira, com a palavra, inicialmen
te disse que era f.vorável ao requerimento, mas nao estava de acordo com a
sua redaçao, e pretendia oferecer uma emenda a qual encaminharia a Nesa -
por escrito, visando averiguar os fatos e as possiveis irregularidades que
se diz existir no Colégio Estadual, Fez sentir a Casa a sua amizade pelo -
prof, Joao Nunes Miranda, reconhecendo no mesmo o seu trabalho e valor em
prol da causa educacional ● ▼
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA é4S?»í^ ESTACO OE SÃO PAULO
O sr. Dacio Alves em aparte,
dade do seu requerimento era para dar uma prova cabal, precisa e honesta
do que existe, e pediá ao sr. Presidente que incluísse o seu nome entre
os membros da Comissão.-
se quG a finali￾0 sr. Pedro Afonso de Oliveira, continuando disse que po
derá ser que a Comissão vá e assista uma aula corretamente, e neste caso a
finalidade ficaria liquidada. Disse mais que preza o sr. Diretor do Giná -
sio e e um cidadão amigo e a quem muito respeita. Fez sc-ntir a Casa que se
existe irregularidades tudo ficará esclarecido, pois a Comissão tomará coq
nhecimento de todas as questões, e que como diz que há professores que não
estão agindo de acordo, também ficará a Câmara certa de quem seja. - - - -
O sr. Dí-cio Alves Matél, em aparte, disse que numa aula
somente já se saberá qual o professor.-
0 sr. Pedro Afonso de Oliveira, continuando, disse que a￾chsva melhor que se protestasse junto ao sr. Diretor sobre o assunto das -
irregularidades, e se nao for tomada providencia alguma, então a Gamara to
marâ providencias junto aos poderes competentes.- ------------
O sr. Dacio ^Ives Natel, em aparte, neste Caso deveremos
ir diretamen-.e ao Ministro da Educaçao, porque o Diretor do Colégio nao res
ponde.- - - - — _____________________________
O sr. Pedro Afonso de Oliveira, continuando disse cue no
caso do Diretor nao responder, juntar-se-a o recuerimento pelo qual sua -
senhoria foi solicitado e nao atendeu a solicitação, enviando-o, também aos
poderes competentes, e, portando, apresentava a emenda para receber o voto
dos srs. Vereadores.
O sr. Joao Torora, em aparte, Mas, se v. excia. nao des -
conhece a situaçao das reprovações no Ginásio de Garça, fará, também, jui￾zo de que todos os alunos de Garça sao incapazes, mesmo porque as reprova
ções sao era todas as classes.- - -- - —
O sr. Dácio Alves Natél, em aparte,disse que os alunos -
de admissao reprovados no Colégio de Garça, em outras cidades foram apx'Ova￾dos, e muitos passaram em primeiro lugar.- ---- — _________ —
O sr. Pedro Afonso de Oliveira, continuando disse, que o
tem havido muitas reprovações. sr. Joao Tarora, tem razao, porque de fato.
wum CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SSO PAULD
.■s?
\y 7 -fls» 82- 0 sr. Joao ^arora, em aparte, disse que na situaçao em
que vao as coisas, no future, o Ginásio ficará em completo abandono, e -
ter~se-â que mandar as crianças para fóra.- - ~ - — _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
O sr. José Gonçalves, em aparte, disse que serão prejudi
cados os pobres que nao poderio mandar seus filhos estudar fora.- - - _ _
O sr. Joao Tarora, era aparte, disse que matriculou seu -
filho provisoriamente em Garça, estando agurdando vaga em outro estabele
cimento, e, que por 1 ou 2 docimos o mesmo ficou reprovado. Disse mais que
a criança fica com complexo de inferioridade.-
O sr. fedro Afonso de Oliveira, continuando disse que o
sr. Joao Tarora tinha razao, e de fato as reprovações tem sido em massa, e
que nao e bastante assistir uma aula, pois, conforme ela, pouco se compre
enderá, e 0 certo será aprovar o requerimento com a emenda que encaminha
rá à /.íesa.- -
O sr. ^eesidente, em discussão a emenda do sr. Pedro Afoü
so de Oliveira, juntamente com o requerimento do sr. Dácio Alves í^^atél.	
O sr. Jose Porfrio, com a palavra, inicialmente falou so
bre a função do professor, o critério que t.^m que adotar tanto no trato -
das crianças, como na part. das aulas a serem ministradas, Dir-se que a fun
ção do professor é dignificante, e nao acredita que alg m possa perseguir
um ou outro aluno. Disse mais que há alunos que cumprem os seus deveres oü
tr's há que nao cumpre, e, de tudo isto deve haver uma harmonia de interes¬
ses entre pais e mestres. Com referencia a questão do reouerimento, efeti¬
vamente deve ser aprovado para que fique devidamente solucionada a situa -
çao, positivando-se os culpados. si é que os há» Disse que nao acreditava
que nenhum professor exigisse de um aluno uma prova em dez minutos apenas,
se houve no Colégio esse professor que assim agiu, é pr^.ciso corrigi￾lo, pois está errado.-
mas,
O sr. Joao Tarora, era aparte, disse que o maior mal é o
acumulo de cadeiras pelos professores
O sr. José Porfírio, continuando disse que estava de aco£
e que a culpa e dos legisladores improiaisados.—
O sr. Dácio Alves Natél,
sua excelencia achava que o Diretor de ura estabelecimento devia ou nao ze￾secundários.
do com 0 sr. Joao -^arora.
em aparte, pei^untou ao orador se
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
eSTAOO OE SAO PAULD I!1
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lar primeiramente jiios alunos.
O sr. José Porfirio, respondendo ao aparte disse que o -
Diretor nao tem só o aluno, mas sim tem que zelar por tudo o que há no^s￾tabelecir.iento- -
O sr. Dãcio ^ives Natèl, em aparte, disse que efetivamen
te o Diretor tem que cuidar de tudo, principalmente do aluno, para quem -
existe 0 estabelecimento.-
O sr. Jose Porfirio, continuando, disse que o professor ée
um meio fundamental da eficiência do aluno.- ---------------
O sr. Dacio Alves Natél, em aparte, disse que se náo hou
ver aluno, nao poderá haver professores, e que perguntava ao orador, o se
guinte se:- Se um diretor d'um estabelecimento de ensino, na hipótese o Gi
násio Estadual de Garça, a medida especial e precipua que ele tem nao é a
defesa dos seus amigos, dos alunos?- -
O sr. José Porfirio, respondendo ao aparte do sr, Dacio -
d￾Alves Natél, disse que sempre o aluno deve merecer a defesa, desde cue jus
ta e justificável seja ela. Disse mais que nao é o Diretor, Inspetor nem -
Vice-Diretor, mas qualquer 3esses deve ocultar esse particular.- - - - - —
O sr. Dacio Alves Natél, em aparte, disse que estafea per￾feitamente de acordo com o orador, e queria perguntar mais, o motivo porque
existe as combinações entre Diretores para que facilete os horários das au
las, para que coicidam com o oratio cue possa facilitar o orario das aulas
nos Ginás:.o de Garça e de Marilia.- - -- -- -- -- - - - - - - - - - —
O sr. José Porfí::i.o, respondendo ao aparte do sr. Dacio -
Alves Natél, disre que sua excelencia ouviu a resposta que deu ao aparte -
do sr. Joao Tarora, e que o mal nao é do Diretor, e sim da lei que tem que
obedecer, e que se deiEar de cumprir a lei, entrará em choque com os pro
fessores que acumulam cadeiras.- -
O sr. Dacio Alves Natél, em aparte, então V, Excia. con¬
firma.
O sr. Jose Porfí.io, continuando, falou sobre a questão -
educacional, ventilando assun..os de ordem pedagógica, did-ítica e outros. -
Fez sentir o Casa que é necessário acabar com todas essas questões, para -
que nenhuma animosidade continue existindo entre professores, vereadores e
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-£ls. 84-
pais de launos.
O ?r. Joao ^arora, em :parte, perguntou \o orador sersua
excelencia, dentro do aspecto pedagógico ou psicologico,
toes j£ do conhecimento de todos.-
0 -TT, José Porfírio,
aprova essas ques￾resrondendo ao aparte, disse cue nao
pode aprovar aquilo que estiver errado, e que se a circunstancia da repro -
vaçoa de alunos for de ordem pedagógica, é un caso, se for de ordem dâdatl￾ca, isto é de insuficiência do material sera outro caso,
ma a verificação sempre se faz necessari
por exemplo de se alegar que um professor deu dez minutos para um aluno fa￾e de qualquer for￾a» para se saber as causas, como -
zer a sua prova.
0 sr. José Gonçalves, em aparte, a questão dos 10 minutos
se passou com minha filha, na cadeira de português, quero frizar para que V.
Excia. saiba.-		
O sr. José Porfírio, continuando disse cue nao pretendia -
antecipar os acontecimentos, nem tao pouco o resultado das verificações, e
que apenas estava falando no aspecto
mento.-
da sinceridade e distâtindo o requerí.
0 sr. Jose Gonçalves, em aparte, disse que o professor Joe
foi professor de seus filhos e nunca agiu dessa forma, e todas
as crianças, todos os alunos o admiram.-
0 sr. José Porfírio,
sé Porfírio,
continuando, disse que o praso para -
ga das p-ovas de exame é de 60 minutos, quer na la. quer na 2a. épo￾e que nao entendeu bem o que se passou com a filha do vereador Jos| Gqi
a ent
ca,
çalves.
José Gonçalves, em aparte, novamente explicou ao org. 0 sr.
dor.
0 sr. José Porfí"io, continuando, disse que então faltavam
dez minutos para acabar a prova, e ela tinha tinha tempo suficiente, tendo
o professora dito que tinha apenas mais dez mintos,
0 sr. José Gonçalves,
português disse a sua filha que tinha 10 minutos para entregar a prova,
que precisava ir para Galia, e, isto foi o que lhe disse sua filha.- -
em aparte, disse que o professor de
poL
I«ff. I»A
Imm CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTAOO DE SÀO PAULO
O sr. ^residente, comunicou ao orado'
um minuto para concluir a sua oroçáo.- -------
0 sr. José Porfírio, eu vou termin-r sr. Presidente, mas,
cuoria dizer então sr. Presidette e srs. Vereadores que é preciso ir buscar
a verdade,
ao estudante o direito que realmente tem,
to que lhes assistem.- ---------
rue apenas restava
que se comp..ovem os fatos, para que se possa fazer justiça, dar
e aos professores também o direi-'"
O sr. Joâo Parora, em aparte, disse que boa vontade por -r
parte dos mestres náo houve.-
O sr. José Porfírio, respondendo disse que náo concordava
com 0 apartoante.
*
O sr. Joáo Tarora, em aparte, disse que todos os launos -
sao uncnimes em afirmar que há professores
se passa em outros Ginásio como o de Duartina etc.
O rr. Dacio Alves Natél,
que nao explicam bem, o que nao
í
concordou, em aparte, com o sr.
Joao farora.
sr. José Porfírio,
do Ginásio, taxando-o de barracao.- -
O sr. Dacio Alves Natel,
o sr. José Porfírio, explicasse sobre o barracao.
O rr. José Porfírio,
que se encontra o prédio do Ginásio,
de destruição.- -----------
O
continuando, falou sobre as condiçoes
em aparte, disse que gostaria qiB
continuando disse das condiçoes em -
o material didático, tudo cora aspecto
Joáo Tarora, em aparte, a Gamara já está tomando pxQ.
videncis por interm dio de uma Comissão da qual o orador faz parte.— — - —
O sr. José Porfírio,
O sr.
continuando disse,que psrfeitamente -
e dou conhecimento a Casa sobre as atividades da Comissão,
faz preciso reinsetar o pedido junto aos poderes competentes
sabe, e que se -
para que a re¬
forma saia logo.
O sr. José Caio de Goes Artigas, em aparte, disse que vol￾queria manifestar que náo houve banca
o Diretor do Colégio, depois de argumentar
com os seguintes itens: a) que negras
, porem as regras adotadas nao foram postas em pratica, -
tando á questão das reprovações. exa¬
minadora , e que conversando com
os fatos, o Diretor disse concordando
for.m conseguidas
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isto é que os tres professores que alí respondem pei
sistem os exames, assinam apenas, e depois, por nao haver professores su
ficientes, realmonte nao tiveram pxesentesi;na sala de exames, e isto foi_
0 que informou o Diretor do Estabàlecimento.- --------------
O sr, José Porfírio, continuando, disse que nao duvidava
das palavras do sr, José Caio de Góes Artigas, somente o qual sabia dessa
circunstancia, e, disse mais que queria concluir seu pensamento, fazendo -
sentir a Casa a necessidade de se apurar a verdade, de se saber positiva -
mente se as bancas funcionaram com um só professor, se alunos requereram a
anulaçao dos exames, e, em caso positivo que sejam tomadas as providencias
cab;,veis.- -
cadeiras, que as -
0 sr. José Cáio de Góes Artigas, em aparte, disse oue
quanto a solicitação da anulaçao dos exames já foi feita e pode provar so
bre essa questão.- ----------------------------
%
O sr. José Porfírio, continuando, disse que já houve des
pacho nesse sentido, e reafirmou ser necessário a apuraçao da realidade, -
para que a Cama a possa ter os elementos substanciais, e a verdade.- - - -
O sr. Dacio Alves Natél, em aparte, disse que tudo o que
se tem dito nesta Casa está gravado,
orador.- - - - — ---------
assim como as esplanaçoes do proprio
O sr. José Porfirio,
tençao os discursos pronunciados na
continuando, disse que ouviu com a￾sessao passada e apenas referendou as
expressões do vereador José Caio de Goes Artigas,
disse que a verdade precisa aparecer e que saia vencedor o bom censo e o
teresse da mocid'de estudantil de Garça.- - - - - — - - - - - - - - - - -
O sr. Felício Botino,
e concl’iindo disse que -
com a palavra, justificou o seu vo¬
to f vorável ao requerimento, pois assim a Casa terá a oportunidade de ave
riguar o que de fato há em toda essa celeuma. E, disse mais, que aproveita￾ensejo para saudar o vereador Rabelo Kemp daCamara Municipal de Lupér￾cio e agradecer a sua visita.-
va o
O sr. Domingos Eduardo Bez, com a palavra, justificou seu
voto contrário a emenda do sr. P dro Afonso de Oliveira,
discussão, tendo em vistaque acha-se na Casa um requerimento de sua autoria
sobre o mesmo assunto- --------------------------
ao requerimento em
*
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O !-r. Dácio Alves Notél, com a palávT-, disse que esta
va perfeitamente de acordo com a emenda apresentada pelo nobre vereador
Pedro Afonso de Oliveira, e pedia a Cosa que a aprovasse juntimente com
0 seu requerimento.
O sr. Presidente, deu por encerrada a discussão e sub
meteu a votaçao o requerimento do sr, Dácio
a emenda do s . Pedro Afonso de Oliveira,
llves Natel, juntamente com -
tendo a Casa ap"Ovado por una -
nimidade. O sr. Presidente declarou aprovado o requerimento. e cuanto a -
ficaria aguardando a resposta do sr. Dire
tor do Colégio, sobre a possibilidade de serem assistidas as aulas pelos -
nomeaçao da Comissão Especial,
srs. Vereadores.
O sr. Presidente submeteu a discussão o reí^uerimento n.
17 do sr. Dacio Alves Natél, solicitando informações ao sr. Diretor do -
Colégio Estadual e cola Normal Dr. Hilmar Machado d’01iveira,
O sr. Dacio Alves Natél,
.-c de Garça,
com a palavra, disse rue nao -
pretendia mais usar da palavra, visto ja ser do conhecimento geral
tao, entretanto,
a ques￾a Gamara pr.-cisa s iber sobre a realidade do que se passa
no Colégio Estadtíal, sobre o número de alunos
ferencias, ssobre as reprovações.
mat iculados, sobre as tran^
Fez sentir a Casa que toda a Alta Pau -
lista comenta o c.so do Ginásio Estadual de G;.rça, e, com o pedido de in
formações a Casa ficará ciente, pelo menos,
do p:-diu à Casa
daoueles elementos. Concluin￾a apvovaçao do seu requerimento.- ------ _____
O sr. ^residente deu por encerrada a discussão e em vota¬
çao foi ap-ovado por unanimidade o requerimento n. lS/õ5.
O sr. F^^esidente submeteu a discussão o recuerimento n.
solicitando ao Governador do Estado uma síq
no Colégio Estadual e Escola Normal Dr. Hilmar Machado D'01ivei￾16/55, do sr. José Gonçalves,
dicancia
ra de Garça, para apurar sobre o caso dos
O sr. José Po- fírio,
reprovações.
com a palavra, inicilamente disse -
discordava da direção dada ao requerimento, que pois, o assunto deveria -
ser tratado junto a Secre aiia da Educação, Inspetoria Federal do Ensino,
Direção do Colégio etc
sentido.-
●» e para tanto encaminhou a Mesa uma emenda nesse
. Jose Gonçalves, O sr em aparte, disse que se mandoria a
lTAi> e.
í CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ms ESTADO OE SAO PAULD
essas autoridades e mais ao sr. Governador do Estado\- / ____ _«
O sr. Jose Porfír.o, respondendo ao aparte, disse que per￾feitamonte, e que a sua emenda visava apenas a atual organizaçao do ensino
sujeito a fiscalizaçao do ensino secundário, tanto a federal sediada em -
Bauru, como a estadual.- ------------------------
O sr. Presidente submeteu a dircussao, juntamente com o
requerimento, a emenda do sr. Jose Porfírio,- -------------
O sr. ^resicente, como nenhum dos srs. Vereadores solici
tasse a palavra, deu por encerrada discussão e submeteu a votação o reque
rimento com a emenda, tendo a Casa o aprovado por unanimidade.- - - - - -
O sr. Presidente submeteu a discussão o projeto de resolü
ção n. 1/55, que dispóe sobre a alteraçao na redaçao do § ic, do artigo -
30, do Regimento Interno, mudando para as quintas-feiraso dia das sessões
ordinárias. 0 sr. Presidente esclareceu que de acordo com o artigo 49 do -
Regimento Interno, o projeto em discussão importa em alteraçao regimental,
e assim sendo deve ser discutido e votado em dois dias de sessões.- - - -
sr. Joao Tarora, com a palavra, defendeu o seu projeto
e fez sentir a Casa que a experiencia tem demonstrado ser o sabado impró
prio para as sessões ordinárias, e, nao so a Cornara deverá dar semana in￾gleza para os seus funcionários, como faz a Prefeitura Municipal.- - - - -
0 sr. Dácio Alves Natál, com o palavra, depois de justifj.
car justificou o seu voto contrário ao projeto, alegando que muitos verea
dores, dentre eles o sr. José Carlos Arantes, Plínio Genta, ^lovis Dantas
Ramalho, Manoel Galdino de Carvalho, nunca podereo comparecer as quintas -
feiras, por motivos de estudarem fora os primeiros e os cemris passarem os
dias da semana em serviço fora da cidade, e finalizando apelou a Casa para
a rejeição do projeto.
O sr.
contrário ao projeto em discussão.
ü
Antonio Cruz, com a palavra justificou o seu voto
0 sr. Pedro Afonso de Oliveira, com a palavra justificou
o seu voto favorável ao projeto em discussão.- --------------
0 sr. José Carlos Arantes, justificou o seu voto favorá-i
ao projeto em discussão.
0 sr. Pedro flfonso de Oliveira, requereu o adiamento da
ir CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE S&O PAULO
.Wi
discussão por duas sessões.
O sr. ^resideni.e submeteu a discussão o requerimento de
adiamento.
O sr. José ^arlos Arantes,
0 adiamento da discussão do projeto de resolução do sr. João Tarora.- - - ●
O sr. Pedro Afonso de Oliveira, justificou o pedido de a￾diamento da discussão, a fim de que os vereadores ausentes possam também -
partilhar da discussão e votaçao em outra sessão. Disse mais que aproveita
justificou o seu voto contra o
va o ensejo, ainda que rapidamente para sauda; o vereador Rabelo Kemp, da
câmara Municipal de Lupércio, a quem prestava a sua homenagem.-
O sr. Presidente declarou que continuava em discussão o -
requerimento.
O sr. Pedro Afonso de Oliveira, requereu a retiradado seu
requerimento de adiamento.
O sr. Presidente deferiu o recuerimen-o do sr. Pedro Afo^
e declarou em discussão o projeto de resolução do sr. Joao so de Oliveira,
Tarora.- - - -
. Presidente deu por encerrada a discussão,
çao artigo por artigo, foi rejeitado por maioria. O sr. Presidente declao:
rejeitado o projeto de resolução n. 1/55, do sr. Joao Tarora. 		
Presidente submeteu a discussão o requerimento n. 14-
solicitando a nomeaçao de uma Comissão Es
pecial, para apurar irregularidades no Colégio Estadual,
reprovações de alunos.-
O sr e em vota￾0 sr.
55, do sr. Domingos Eduardo Bez,
sobre o fato das -
O sr. Domingos Eduardo Bez,
ficar requereu a retirada do seu requerimento.
O sr. Presidente deferiu
e declarou retirado o requerimento n. 14/55.-
O sr. Presidente submeteu a discussão o
solicitando
palavra, depois de justi com a
o requerimento do sr. Domingos E￾duardo Bez,
requerimento do
a volta da Comissão ã Capital do Estado, sr. José Porfírio,
ra cuidar da reforma do prédio do Colégio Estadual e Escola Normal Dr. Hil￾iiíar Machado d'Oliveira.
pa￾Em votaçao o requerimento foi ap ovado por unanimi¬
dade .
-I í/í CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SAo PAULO ♦-
0 sr. Presidente submeteu a discussa projeto de lei n,
1/55 (um) do sr. José Porfírio, destinando uma escola municipal ao 22 cla^
sificado na Escola Normal Dr. Hilmar Machado D’01iveira, de Garça.- - - -
O sr. José Caio de GÓes Artigas, com a palavra, falou sÔ￾bfe 0 ingresso dos professores no Magistério Estadual e no Municipal, ex -
pondo as leis que regulam a matéria. Disse que o projeto ja foi aprovado -
em primeira discussão, e que mantinha o mesmo ponto de vista esposado an -
teriormente com referência a matéria, e, nao concebia que a Camara, apro -
vasse em 2a. discussão essa proposição, pois, nao sera propriamente um be
neficio para os classificados em 2o. lugar, e será ainda um onus para a rr^i
nicipalidade que no futuro se fexí em dificuldades como citou em seu pare
cer.- _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ _
O sr. Pedro Afonso de Oliveira, com a palavra, defendeu o
projeto e expos a questão do ingresso das professoras ao magistério, e ju^
/
ticou o seu voto favoravel ao projeto, disse mais que absolutamente nao se
rá um onus para a municipalidade a aprovaçao do projeto, e nada impede que
a Prefeitura ajude as p ofessoras formadas em 22 lugar.- - - - - - - - - -
0 sr. Joao ^arora, com a pal vra, depois de justificar en
caminhou a Mesa um emenda ao projeto em discussão, visando o direito à es
cola àquele que alcançar maior nota.-
0 sr. Presidente submeteu a discussão, juntamente com o
projeto, a em.enda do sr. Joao Tarora.- -
0 sr. Jose Porfírio, com a palavra justificou seu voto fa
vorável a emenda do sr. Joao Tarora, dizendo que estava de pleno acordo e
que a aprovaçao dessa emenda visava melhorar o projeto de sua autoria.- —
0 sr, Presidente deu por encerrada a discussão, e subme -
teu a votaçao, primoiramente a emenda do sr. Joao Tarora, tendo a Casa a -
aprovado. Em votaçao o projeto com a emenda, foi aprovado por maioria. 0 -
sr. Presidente mandou encaminha-lo à Comissão de Redaçao.- - - - - - - - -
0 sr. Presidente, nao havendo mais matéria na Ordem do -
Dia, passemos a Explicação Pessoal, e tem a palavra os sts. Vereadores.	
0 sr. Presidente, a Mesa dá a palavra ao vereador Antonio
Rabelo Kemp.
0 sr. Antonio Rabelo Kemp, com a palavra agradeceu a mani
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ESTADO DE SÀO PAULO
festaçao que a Casa lhe acabava de prestar, e disse qu
Municipal de Garça a melhor das impressões, tanto da parte dos seus mem￾como dos trabalhos que lhe estão afetos» Agr :deceu especialmente o
sr. Presidente da Gamara pela forma com que foi recebido.- - - - - - - -
O sr. Domingos Eduardo Bez, com a palavra, saudou o ve
reador Antonio Rabelo Kemp, e fez sentir a Casa que a visita do ilustre -
vereador sobre-maneira honrava a Casa.------------------
O sr. Plínio Genta, com a palavra saudou o sr. Antonio -
Rabelo Kemp, e fez sentir a Casa, o trabalho que esse jovem vereador vem
prestando a Camara Miunicipal de Lupercio, e, pediu ao mesmo que levasse -
aos seus colegas de Lupercio, a demonstração de que a Camara Municipal de
Garçr-i, se sente satisfeita com a visita de todos eles.- - -- -- -- --
O sr. Presidente, disse que a Mesa endoçava todas as pa
lavras proferidaspelos nobres vereadores com referencia ao ilustre visi -
tante da Camara Municipal de Lupercio,
mitisse aos seus pares, a noticia de que a Camara de Garça se sentirá
tisfeita em recebe-los.-
evava da Camara
bros,
t
*»
e pedia a sua excelencia que trans￾sa￾0 sr. Presidente anunciou a ordem do dia da próxima Ses
são, constante dos projetos de leis ns. 53, 29/54, 54/54, 55/54, 51/54 â
25/53.
O sr. Presidente deu por
■ 	
,-ncerrada a Sessão.
Nada mais havendo eu, Secretário,
ta ata, fiz datilografa-la e a subscrevo.- - - -
, lavrei es-
●RESIDENTE
/ ■
Z.
BOlEpRI 9- 10

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