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← Garça (SP)

sessao nº 10

Tipo Ordinária
Número / Ano 10
Date 1954-03-06
native_id2840

Documents (1)

ata #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 15

CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA D ^
!o ESTADO DE SÃO PAULO
4
■flgT-2-
CÂMm MülíICIPAL DE G.íLHÇA
10& Sessão Ordinaria, realizada em 6 de Março de 1.954
PHE3IDENTE:- Manoel Galdino de ^arvalho
SECIETÁRIO:- Plinio Geuta e Joao Tarora
$
\
A hora regulamentar feita a chamada dos srs. vereadores, verifi
Domingos Eduar￾Manoel Galdino de Carvalho, Mi^el Monico ,
Pedro Afonso de Oliveira, Plínio Genta, Jose Gonçalves, Mpria Jose Vieira, num total de
onze (ll) vereadores.® ®
cou-se a presença dos seguintes:- Delfim Augusto Faria, Felício Botino,
do Bez, Jose Carlos Arantes, Jose Porfírio,
é￾X a X
X
0 sr. Presidente:- Havendo numero legal, declaro aberta a Sessão
a proceder a leitura do Expediente Kao Sujeito a Votação.® ® ®
0 sr. Secretario deu conta do seguinte:- = == = == = =
Circular da Gamara Municipal de Piracicaba, agradecendo
e convido o sr. Secretario
*
X S B
comunica
%
çao.® = CS ts
Circular da Gamara Municipal de Ariranha, comunicando eleição de
sua Mesa.® = B
Circular da Gamara Municipal de Ribeirão Preto,
de teses, ao 1® Congresso de Energia Elétrica.® ============
enviando copia -
Ci"cnlpr da Gamara Mimicipal de Santa Barbara D'Oeste, comunicau
do eleição de sua Mesa.® ® o:
Circular da Cãma-a Municipal da Estância Sanitãrla de Socorro,
Circular da Cãmara Municinal de Mococa, comimicando eleição
a.
gradecendo comunicação.® = 3
r
de
sua í-lesa.® ®
Circular da Camara Municipal de Cosmorama, comunicando eleição -
de sua ífesa.® ®
Circular da Camara Municipal de Cabralia Paulista, comunicando -
eleição de sua Mesa.® ® 9
A
Ci-cular da Camara Municipal de Pompeia, comunicando eleição de
sua í^íesa.® ® S
Ci-^cular da Camara Municipal de Bento do Sapucai, agradecen
do comunicação e comunicando eleição de sua Mesa.= -
Circular da Camara Municipal de Julio de Me:=quita, agradecend
9
O C£
municaçao#* =
s
Circular da Camara Municipal de Matao, agradecendo comunicação e
comunicando a eleição de sua Mesa.® ®
9 es
Circular da Camara Municipal de Jose Bonifácio, agradecendo comu
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SAO PAULO
«
-fls. 10-
nicaçao, e comunicando eleição de sua Mesa.= ========
Circular da Caraara Municipal de Cardoso, comunicando eleição de sua_ ft￾Mesa.= =
Circular da Camara Municipal de Estrela D’0este, comunicando eleição
de cua Mesa.= * sr
c
t ircular da Camsra Municipal de Sorocaba, convidando para comemoraga
es do seu HI° Centenário, de i*undaçao.- *
Circular da Cemara Municipal de Echapora, comunicando eleição de sua
Mesa.~ “
♦
Circular da Camara Municipal de Cetulina, comunicando eleição dê sua
Mesa.= =
Circular da Camara Municipal de *^au, comunicando eleição de sua ^'fesa.
Circular da Camara Municipal'de Pindorama, comunicando eleição de sua
Mesa.= =
s s
Circular da Camara Municipal de Nova Paulista, comunicando eleição de
sua Mesa.= =
I Circular da Camara Municipal de An<^radina, agradecendo comunicação e
comimicando eleição de sua Mesa.® ®
Oficio da Camara Municipal de Miguelopolis, comunicando seu apoio ao
u
requerimento n. 122/53.“ * B
Circular da Camara Municipal de Piquete, comunicando eleição de sua -■
Mesa.® = se
Oficio da Camara Municipal da Estancia de -^guas da ^rata, agradecendo
comunicação e comunicando eleição de sua M©
Circular do Conselho Nacional de Geografia e Estatística, enviando te*
sa.®
mario nara congresso.® ®
8
Circular da Camara I*íunicipal de Americana, comunicando eleição de sua
Mesa.® = *
8
Circular da Camara Municipal de Guaraçai, comunicando eleição de sua
Mesa.® =
st = = m 8
Convite do Aero Clube de ^arça, rara assistir as solenidades do rein^
cio de suas atividades.® ®
B B S B B S B S
*
Oficio da Cnmara Municipal de Guararapes, agradecendo comunicação e -
comunicando eleição de sua Mesa.® ®
A ^ ^
« Circular da Camara í-íunicipal de Cândido Mota, comunicando eleição de
sua Mesa.® *
Ci-^cula"^ da Camara Municipal de Guaraçai, agradecendo comunicação.® *
Oficio da Faculdade de Direito de Bauru, agradecendo mo7ao
rio da Bdu''açao, sobre aumento de vagas.® ®® = = = = = = = = = = = = = = = = =
Oficio do sr. -^refeito Municipal, sobre informações so'icitadas pelo j
ao Ministâ
vereador Delfim Augusto de Faria.® ®
8 S
Oficio do sr. Pre-^eito ^hmicipal de Garça, comunicando providencias ~
t
A
sobre a indicaçao n. 3/54.. ● = =
■'1 CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA^
ESTADO DE SAO PAULO
. Prefeito Municipal, sobre a llndlceção n. 5/54.“ “ “ “
Prefeito Municipal, sobre a indicagão n. 5/54.='®^ - =
C cr. Presidente:- Ecta na Secretaria da Gamara o suplente de vere^.
dor sr. Anselmo de Araújo Pereira, convocado para substituir o vereador João Nunes Ml -
randa. Pa^^a conduzi-lc a Sala das Sessões, afim de tomar posse, nomeio umr. Comissão cojjj
posta dos vereadores Jose Porfírio, Pedro Afonso de Oliveira e Delfim Augusto Faria, =
0 5T. Anselmo de Araújo Pereira, deu entrada, no recinto.® =
0 sr. Presidente:- Convido do sr, Anselmo de Araújo Pereira
/
Ofic'o do
Oficie do sr.
sr
* V
a pres
tar 0 compromisso legal, e responder comigo:- "Prometo exercer com dedicaçao e legalda￾de 0 meu mandato, respeitando a lei e promovendo o bem geral do Municipio". Esta enç)os￾sado o sr. Anselmo de Araújo Pereira.® = ®
&S & 8B
0 sr. Presidente:-
cado para substituir o vereador Jose Caio de Goes Artigas,
:^stando presente o sr. Ceser Corrêa lopes,
convido-o a tomar posse, di^
conv£
pensando o compromisso regimental, por ja o haver prestado.* *
0 sr. Gesar Corrêa topes,
K K «e
tomou posse.® * *
s: s £ m
0 sr. Presidente:- Convido o sr. Secretario a dar conte do Ejipedieii
te Sujeito a. ^otação.® * *
S: S
0 sr. Secretario e"c?^minho’ a Presidência a ata da 3a* Sessão Extr^
o^^dinaria, realizada em 4 de Feve^-eiro de 1.954** *
0 cr. Presidente:- Esta em discussão a ata da 3a. Sessão Sxtraordi-
& a:
realizada em 4 de Fevereiro de 1.954» Esta votaçao a ata, os.nue a aprovarem cou
os nue rejeitarem se levantarao. Esta aprovada, sem fiebates a a￾npria,
servar-se-ao sentados,
ta da 3a. Sessão Extrao^^dinarla.® *
♦
0 sr. Secretario encaminhou a Presidência a ata da 4a* Sessão Extr^
ordinaria. realizada em 5 de Fevereiro de 1.954»* *
0 sr. Presidente:- Esta em discussão a ata da 4a* Sessão Extraordi￾naria, realizada em 5 de Fevereiro de 1.954. Esta em. votaçar a ata, os
a K
nue aprovarem
conservar-se-ao sentados, os nue ■ejeitarem se levantarao. Esta arrovada, sem debates,
ate da 4a. Sessão Extraordinária, realizada em 5 de Fevereiro de 1.954»* *
a
f
0 sr. Secretario, encr^min^iou a Presidência e ata da 6a. Sessão Ord^
naria, realizada em 6 de Fevereiro de 1.954.® *
0 sr. Presidente:- Esta em di.scussa-^ a ata da 6a. Ser;sao Extraordi￾naria, realizada em 6 de Fevereiro de 1.954* Esta em votagao, os nue e aprovarem, conseji
var-se-ao sentados, os nue rejeitarem se levantarão. Esta aprovada, sem debates, a ata_
da 6a. Sessão G^dinaria, realizada em 6 de Fevereiro de 1.954? = =a=========j
0 sr. Secretario encaminhou aPresidencia a
dinaria, r^^aliznda em 11 de Fevereiro de 1.954** = *= = = = = =
0 sr. Presidente:- Esta em discussão e ata da 5a. Sessão Extraordina
B
ata da 5a. Sessão Extraox
s s
ria, realizada em 11 de Fevereiro de 1.954** ® *
0 sr. Felicio Botino:- Peço a palavra sr. Presidente.® *
0 sr. Presidente:- Para falar sobre a ata tem a palavra o nobre ver^
e s s B S
s
ador Felicio Botino.* *
» K
0 sr. Felicio Botino:- Sr. Presidente. Fego que faça constar da or -
dem do Dia, da da Sessão, relativa a ata em discussão o meu nome. Devo justificar nue -
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇ
ESTADO DE SAO PAULO
-fls.. 12-
eu servia como Secretario quando foi ^eita e confesso que a chamada dos s-s. vereadores,
omiti o meu nome^® =
V
ts
0 sr. ^residente:- Efetivamente. V, Excla. esteve presente durante -
toda a Sessão, e, assim sendo, defiro o renuerimento do nobre vereador Eelicio Botino» ®
Continua em discussão a ata. Esta em votagao e ata da 5a. Sessão ^xfiraordinaria,
reti^icagao solicitada pelo sr. Felício ^otino. Está aprovada a ata da 5a. Sessão Extra￾ordinaria,
com a -
r
realizada em 11 de Fevereiro de 1.954*® ===================
0 sr. ^residente:- Convido o sr. Secretario a dar conta da matéria -
constante do Expediente Ajeito a Votaçao.® =========
0 sr. Secretario deu conta do se£:uinte:- *
e
■*
B ts
Mensagem do sr. Prefeito Municipal, solicitando quarenta (4®) dias -
de p"aso para apr^vsentaçao das contas relativas ao exercício de 1.953.® = = = = = = = =*
0 sr. Presidente submeteu a voto.® =
0 sr. Pedro Afonso de Oliveira:- Sr. Presidente. Peço a palavra pela
e S B K
Ordem.® =
0 qr. Presidente:- Tem a palavra, ^ela ordem, o nobre vereador Pedro
Afonso de Oliveira.® =
0 ,
SC t
r. Pedro Afonso de Oliveira. Sr. Presidente. Sugiro a ?'5esa que si^
meta a objeto de deliberação a mensagem do sr. Prefeito Municipal, e a encaminhe às Comi^
soes corrç)etentes.® *
xz s e
0 sr. Presidente:- Embora a pratica desse sistema nao tenha sido ob
servada, anteriormente pela Mesa, com relaçao a solicitação de praso para remessa de coja
tas, esta Presidência aceita e agradece a sugestão do nobre vereador Pedro Afonso de Ol_i
veira. Consulto a Casa se considera objeto de deliberação a mensagem lida. Os oue consid^
rarem conservar-se-ao sentados, os oue nao considerarem levontar-se-ão. á considerada co￾mo objeto de deliberação a mensagem do sr. Prefeito Municipal, e, determino oue se a enc^
mínbe a Comissão de Justiça.® ========»====================«
Requerimento do rr. Felicio Botino, solicitando a inser:;ao em^a de -
f
um voto de pesar pelas conseouencias do desastre de Admentine, onde perderam a vida cer
ca de 3C pessoas.® ®
n s
0 sr. Presidente:- Submeto a votaçao o reouerimento apresentado pelo
nobre vereador Felicio Botino, e para encaminhar a votaçao, tem a palavra os srs. veread^
res.® K
C sr. Pedro Afonso de Oli-^eira:- Pe o a palavra sr. Presidente.® ® ®=
4 0 sr. Presidente:- Tem a palavra o nobre vereador Pedro Afonso de OI4
veira.® ®
8 9 a 8 8
0 sr. Pedro Afonso de Oliveira:- Sr. Presidente. Nobres Vereadores. -
Tendo a Gamara Municipal de Adamantina, prestado relevantes serviços por ocaisao do desafi
tre, apresento aqui uma em^^nda ao reouerimento, no senti''^o de ser o reouerimento extensi
vo a Camara í-íunicipel e a Prefeitura Munici-^al dsouela localidade. Era o oue‘eu queria di
zer a V, Excia. e ao Plenário.® ®
f
s
0 sr. ^residente:- Consulto o autor da emenda, se e para extender 0 -
\ A % ^
voto de pesar a Câmara ou a Prefeitura, de vez que do requerimento ja faz parte a comuni-
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇ
ESTADO OE SÃO PAULO
caçso 8 Prefeitura.® =
0 sr. Pedro Afonso de Oliveira:- Ao Prefeito e a Cemara.® ®
& m
0 sr. Presidente:- Novamen-e exponho que ao Prefeito ja consta do r^
querimento, e, arsim sendo a í-fesa recebe a emenda objetivando somente a Gamara Municipal
0 sr. Presidente:- Continua em vótaçao o reouerimento com a emenda»
Em votaçao, os ^ue aprovarem conservar-se-ão sentados,
Esta aprovado, por unanimidade, com emenda, o requerimento do sr. Felício Botino, e.
Mesa, associa-se as homenagens de pesar»® = = = = = = '^ = = = = = = = = = = = = = =
Requerimento do sr. Jose Porfirio, solicitando a inserção em ata de
um voto de aplauso pela rea.lizaçao do Congresso Regional de Municipios do Estado da Baia
0 sr. Presidente:- Esta em votaçao o re^^ueriraento do sr. Jose Porfí￾e, os s^s. Vereadores tem a palavra para ancaminha-la. Em votaçao o reouerimento, -
os que 0 aprovarem conservar-se-ao sentados, os oue rejeitarem se levantarao» Esta apro
vado o re^^uerimento, por unanimidade.* = = = = = = = =
Requerimento do sr. Jose Porfirio,
os nue rejeitarem se levantarao. ●
a -
rio,
solicitando a inserção em ata de
um voto de aplauso, pela passagem do IV Centenário de cidade de Sao Paulo.® » s * = » »
0 sr. Presidente:- Esta em votaçao o.reouerimento, e, os srs. Verea¬
dores tem a palavra para encaminha-la» Em votaçao o requerimento, os oue o aprovarem con
servar-se-ao sent^^dos, os oue rejeit°rem se levr>ntarao. Esta aprovado o re'^uerimento do ●
sr. José Porfirio, -9 e a Mesa a"socia-se a homenagem.® * ®
Reouerimento do nr. JovSe Porfirio,
um voto de satisfaçeo pela passagem do III Centenário de Sorocaba.
solicitando a inserção em ata de
0 sr. Presidente:- Er.ta em votaçao o requerimento do sr. Jose Porfi-
. Vereadores tem a palavra para encaminha-la. Em votaçao o requerimento, -
OS oue 0 aprovs^rem conservar-se-ao sentados, os nue rejeitarem se levantarao. ^sta apro
vado o requerimento do sr. Jose Porfirio, e,
rio. e, os srs
1'^sp associa-se a Homenagem.® =
0 sr. ^residente:- Tem a palavra os s ’s. Vereadores.® ® *
0 sr. Domingos Eduardo Bez:- Peço a palavra sr. Presidente.® = ® * *
0 sr. ^residente:- Tera a palavra o nobre vereador Domingos Eduardo -
i
Bez,® =
0 sr. Domingos Eduardo Bez:- Sr. Presidente. Nobres Colegas. Pedi a
palavra para, em primei'’o lugar, saudar a pessoa do suplente que ora exerce o cargo
vereador nesta Casa, sr. Anselmo de Ar?u^*o, e ao mesmo tempo quero apresentar aos meus -
nob’'es colegas, e pessoa do nosso companheiro sr. Anselmo de Araújo, fazendo sentir a C^
sa, a sua C''pacid*»de técnica em assuntos de eletricidade, instalações de luz e força, -
esta augusta e respeitável Casa, por certo -
esse novel vereador, e com sua cap»cidade e experiencia. E, levando ao co -
nhncimento dest^ Casa, sr. Presidente, os fatos nue exporei, irei apresentar uma indica
ção a Cia, Paulista de Estradas de Ferro, sobre n invstalaçao de una balança para pesagem
de cafe em caminhões. A atual balança existente na Sstaçpo
e feitos por métodos in«denuados, e, dado o sistema de pesagem, senç)re se verifica quebre
no destino, e, custando hoje em média Cr.$ 40,00 o quilo de cafe, Vv. Excias. poderão a￾preciar o prejuizo que tomam os fazendeiros. Nao nuero, sr. Presidente, Srs. Vereadores,
de
também na parte hidreulica, e, assim sendo,
contara com
,4
locfl e Ina.denuada. 0 embarque
*
CÂMARA MUNICIPAL ESTADO DE SÂO PAULO DE GARpJf
. -na,t^L4-
eui absoluto manifestsr qualouer desconfiança a Cia. Paulista de'Estrada de Ferro, pois ,
essa Cis, e motivo de orgulho para os pauli«-tas, ouer no sentido da sua capacidade prodü
t-iva, e a organizaçao implantada pela sua l^iretoria. Mas, eu me refiro, tao somente, aos
emb-^rques de cafe na estaçao de Ga^^ça, que e feito por processos rudimentares, e vejamos:
- Quando cheg.^m os caminhões carregados, verifica-se ppenas a pesagem de 10 sacas de Cafe
de teste de peso, depois deste teste o
i
para ser-'d
caminhao, perfazendo a totalidpde de 500. 1.000 e 1.500 sacas de embarque, apenas, tendo
recebido pesagem regular 10 ou 20 sacas, de um ou de dois caminhões. Meus caros amigos. -
Nao faltara pessoa que dentro desse meio, dedo o preço atual do cofe, eue nao abusara, ti
r^^ndo em um ou outro saco alguns quilos de cefe,
que e de 6o nuilos por saco. Negociado o conhecimento do c^fe, ao peso de 60 quilos, qua£
do o produto chega em Santos, automaticamente os compradores acusam a diferença, e, ai, -
entpo vem o prejuízo dos cpfeécultores, e a situaçao torna-se desagredavel. Nos os fazen￾conferente recebe outro e mais outro
/
o que consequentemente diminuira no peso
deiros e quem sofremos as consequências. E posso afirmar o aue digo, pois, tenho despacha
do ca^e con destino a Santos, e Is nao chege o volume exato do embarque. Mesmo, senhores,
na repesagem feita na estaçao de Jundiai, ja se tem notado diferença de pesos, algums co
legas, fazendeiros deste municipio, ja manifestaram tal fato, em reunião da Associação Hji
ral de Garça. A queixa e geral, e ela tem fundamento. Cogitam alrnans fazendeiros de embau
carem seus cefes em Bauru, pela Sorocabana, tendo em vista que essa estrada garante na -
praça de Santos o peso de embarque. Assim sendo, se o cafe passar s ser embarcado em Bau￾ru, nos teremos menor volume de embarque pela estaçao ferrea, é consequentemente havera -
prejuizo para o municipio, e, ainda mais, o fato de sermos o municipio maior produtor de
cafe, por certo desaparecera. Ent«o meus caros colegas, por estes motivos, e que encaminhe
a Mesa esta indicaçao, para a qual pego a atençao dos meus ilustres pares. =>«» = = - = *
0 sr. Jose Porfirios- Em aparte -. Eu queria manifestar ao nobre cols
ga Domingos Eduardo Bez que, muito embora nao sejam votadas as indicações, minha bancada
a recebe na mais elevada conta, tendo em vista cuidar da defesa de uma das mais in5)ortan￾tes classes.-
»
p￾s s s 8 K 8
0 sr. Domingos Eduardo Bez: Muito obrigado a V. Excia. Efetivamente -
as indicações nao sao discutidas e votadas, mas, entretanto, da palestra, da conversa, in
teiramo-nos dos fatos, e assim todos os nobres Vereadores ficam conhecendo e sabendo uque
motivados pelo desvio dos cafes durante
a viagem. Se nao for tamada um providencia, como ja disse, os fazendeiros Irao embarcar
seus cafes em Bauru, e nos passaremos de primeiro exportador a segundo ou terceiro. A in
dicação visa a colocaçao de uma balança para alta tonelagem, e se a Cia. nos atender, en
tão estarã resolvido o problema, á o que eu tinha a dizer sr. Presidente.* ==«==■“
0 sr. ^residente:- A indicaçao do nobre vereador Domingos Eduardo Bez.
sera encaminhada a Cia. ^aulista de Estrada de Ferro.* » * «
0 sr. Jose Porfírio:- Pela ordem. Sr. Presidente. Consulto se ja es￾os que embarcam cafes estão sujeitos a prejuízos
s s
i
8 S S
ta.mos na Crdem do Dia.* *
ss. a, 8 8 8
0 sr. ^residente:- Informo ao nobre vereador Jose Porfirio, que ainda
estamos no E3q)ediente.* * *
B B B B S B s s
0 sr. Jose Porfirio:- Peça a palavra sr. ^residente. ● * *
CÂMARA MUNICIPAL DE GAROA 9ÍÍD
n
ESTADO DE SAO PAULO <*
k
~f .15-
0 sr. Presidente:- Tem a palavra o nobre i^rereador José Porfírio.
0 sr. Jose Porfirio:- Sr. Presidente. Seahores Vereadores. Eu tenho a
i
satisfaçao de abordar hoje vários problemas atinentes ao nosso município. Gostaria que os
senhores verificassem, como ainda esfera o nobre vereador Eduardo Bez, instalar o seu po^j
A «!●
to de secagem de casulos, como nos quem sabe, ainda aguardamos a realizaçao do mercado mji
nicipal em nossa cidade. Trata-se srs. Vereadores , sr. Presidente, do Parque Infantil de
nossa cidade. Tive a grata satiVfaçao de veri-^icar que na Sessão o nobre vereador sr.
Clovis Dantas Ramalho, penitenciou-se de que havia trabalhado ate pela elaboraoao do nos
so projeto de aplicação de 35G mil cruzeiros para início do Parque Infant'l, e gostaria d«
dizer então, nue gestos como este e nue nos animam, oue nos entusiasmam. E, verificar, co
mo nos sabemos proceder e, sabemos muitas vezes reconsiderar um procedimento nosso, como ■
nos, diante de um problema nue surge de maior vulto, faz com nue nos pudéssemos ter reali
zado anueles problemas menores, de menores quantias, para oue nao se ficasvsem sem obras -
par? construir, e o que e de mais se lamentar, srs. vereadores e sr. Presidente, e que no:
vemos muitas vezes^ssas obras ja publicas na ”Polha da Mgnha'*, como obras realizdas e obn
feitas dentro do nosso município. S© Vv. Sxcias. duvidarem da sinceridade dor meus propos^
tos, das minhas expressos, eu apelo ao nobre vereador Delfim Augusto Paria, ao qual eu em
prestei um dos jornais por solicitação, onde la esta un "fist” maravilhoso, como se fosse
o Deus oinipotente realizador de todas as coisas e nos aqui estamos na espectativa de que
essas realizações sejam realidade. E então, quando se trata das questões do Parque Ir.fan￾eadcres, eu gostaria de deixar claro. Eu nunca, advoguei que -
A
V
til de no;--a cidade, srs.
o parque infantil fosse feito nesse ou naquela parte, pelo contrario, eu advogo oue deve ●
ser ^eito dois parques infa^^ti^ dois recantos de brinquedos, porque nos parques infantis
srs. Vereadores, sr. Presiden+e, nos temos professores especializados, nos temos educaçoa
pre-escolar, nos temos o preparo físico do individdo ja de comm acordo com o Posto de ni*
gienf= que ei esta, e se for preciso mais funcionários, oue venham mais, porque hoje, e mej
mo uma maneira extraordinária de se colocar ganchos e garranchos contando que se pendure
todo mundo, pornue o '"'iat" milagroso lhe aguarda em 3 de outubro. E Vv. Excias. verifica
rão mais ainda oue é uma realidade existente, quando se fala no preparo integral do homem
se conserta mais. é da criança, e a
A
alguma, assistoncia de fa￾nao se vai falar do homem adulto que muitas vezes nao
V
criança que necessita ser melhorada. E a criança cumpre-nos dar
to, e ate hoje nao se fez nada em beneficio da criança de Gerça.
sr. Presidente, s''s. Vereado^^es, a a
Mascarado, por exemplo,
r.sistencia do Posto de Puericultura. Se eu lhes disse]
que os aparelhos esterelizadores daouela casa, nue devem ser usados atrávez de eletricid^
de para que tenham uma estereliz=çao complete, estão enceixotedos, Vv. Excias. poderão dü
vidar, mas, podem ter a certeza dessa realidade, e simples positivar, e soment^ ir ao po£
to de puericultura para ver tudo encaixotado. ^ vontade do medico assistente? Nso srs.i￾absolutenente nao, sr. Presidente, srs. Vereadores. 0 medico e um elemento que se desdo -
t A
verificarão, como eu ja ti
como e o Posto de Puericultura de Garça. Aque￾t
bra para assistir a todos os que procuram o posto. "Vv, Excias.
ve a oportunidade de ver, srs. Vereadore
le medico faz uma verdadeira obra apostolar e as criaturas que la esteo e com ele coadju￾s.
precisam de um preparo mais técnico, mais eficiente e ja ha especialistas, educado -
E então, com essa coadjuvaçao do Posto de
i
vam,
p ^
ras senitarias, para virem para estes postos.
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SÂO PAULO /
%
*
Puericu''.tT3ra , con a ass''stencÍ8 do psrmae 'nfantxl, con a ac :lstenrla do Posto de higie
ne n-e vpí tratar do amarelao, do trecoma e de outras endomies '^ue possam se graçar aqui
mw 0 mm 0
na nossa região, nos teremos o homem de amanha forte e real. Do contrario, nos teremos
* t *
nue nos vemos por ai, nue este feito isso, e,
doa a quem doer, porque nao quero amanha, no termino do meu -
sa mascara de brasilidade, esse eufanisrao,
esta feito aoui. Eu di^^ei,
mandato, sair daoui com a minha consciência doendo, poroue nao disse tudo quanto deveria
dizer, em benefício da correspondência da minha responsabilidade , como dos srs. Vereado
res, nao quero ser melhor que os outros, sou tao bom ou tao mau como todos os presentes,
e poderia dizer mais ainda com o mesmo ideal, com a mesma vontade, e com o mesmo desejo
de Vv. Excias., desses problemas reais, e Vv. Excias. verificarão» Parque infantil,
Presidente. Srs. Vereadores, nao e como disseram ai,"eminentemente popular", nao srs., -
^ 0 f 0 mm 0 0
ele e popular por ordem lógica e restrita da sua própria fun5ao. La nao e lugar para es
tar o filbinho deste e nao o daquele outro, absolutamen+e. E, muitas vezes sr. Presidente
A
sr. -
%
e srs. Vereadores, e que nos notamos aue o parnue infantil e uma obra que visa a sociali
zaçao das massas, Mais a sociliza'-ao do homem, no sentido de mais se fraternizer, de ma￾is se conhecer, de mais se coadjuvsr, de mais se corresponder. Nao e essa seleção, nao e
uma elite como as que se fizeram por ai educacionais, onde esta o magnifico criador das -
elites nacionais? Onde estão os tubarões da elite nacional que \ma da quinhentos mil crü
ze ros, outro da um milhão e, onde estão, onde este esse dinheiro?! Nos poderiamos veri￾y S
ficar: 0 sr. Govern^^dor do Estado chegou a dar, la, em Pirassunga, a ex-excola Agrícola E
Fernando Costa para se instalar o primeiro colégio e ainda mais em vez de por uma escola
de brasilidade sem +antos apagios, sem tanta indumentária, mas com a realidade de brasili
dade se faz preciso, e, então, srs. Vereadores, quando nos vemos num Jornal como este
que em Sao Paulo, so a. cidade de Sao Paulo, possue, srs. Vereado^-es, aproximadamente uma
assistência nos paroues infs>ntis, só na modalidade de ginastica, 27.371 crianças, em ou
tras nos verificamos 25*3^0, e nos veri^^icamos que existirem 2.300 aulas durante o ano.-
Quando nos verificamos que existem aparelhos também, nao so para as crianças eminentemea
te com 0 reu fisico perfeito, mas aquelas nue tem deformações físicas que necessitam taffl
bem desses aparelhos. Ha a^-arelhos ortopédicos especiais, como se chama para ginastica -
ortopédica, e dal nao se pegar qualnuer indivíduo para dirigir es-aa instituição. Dai a
necessidade de conhecimento técnico, e nao se improvisar as causas. Então, nos poderiamos
verificar mais, que quando nos verl‘^icamos que Junto dessa ginastica corretiva ortopédi
ca, nos assistimos oue, a criança tenha assistência da alimentaçao , do dentista, para as
moléstias oculares, as moléstias intestinais. Tem ainda mais, a piscina que seria um Mia
gre garcense. Todo mundo pensa, em fazer piscina em Garça, mas na hora oue um diz, eu dou
outro da dez mil, outro da cem mil, mas eu tenho a iirpressao, srs. Vereada
res, nue p entusiasmo, esvaece com facilidade, e se esvai quem sebe como devem ir as mi
nhas palavras. Mas, nao iit^orta. Vv. Excias. serão também testemimhas,como eu, que amaja
ha, ouando a criança de Garça, disserem que nao teve nesta legislatura, um ato que marcou
em seu beneficio, mas que sao sejam pedras fundamentais, ilusórias de realizações irreali
saveis, oue sejam sem pedra fundamental, sem lançamento de pedras, e oue seja a pedra do
trabalho, da realizaçao, que seja pedra do cumprimento oue nao e favor que fazemos se a^
sim fizermos, para a criança de Garça. E, então, nos poderiamos ter os repa.ros que nece£.
mil cruzeiros,
l
A-
CÂMARA MUNICIPAL DE GAR
ESTADO DE SAO PAULO
sita o Posto de PuericT;iltura, que sao prinií^rios, sr. Presidente, srs. Vereadores** - = *
0 sr. Jose Gonçalves:- 09 aparte* Ja estive com 0 Medico do Centro de
/ mm f A
Saude, cuando ouvi do mesmo, oue a verba nao e suficiente para uma completa assistencia*-
0 sr* Jose Porfirio. V. Excia, com isto, vem fundamentar mais a minha
e?q?ressao, de oue 0 sr* Medico Chefe, faz irnia obra apostolar como ja tive a oportunidade
de dizer, porcrue mesmo sem essa verba, sem essa miserável verba que nos airçjliamos, sua ez
A
celencia tem, que interpretar que tem que lu%ar contra qualquer obstáculo que poderia vi]
tolher a sua rea.lizaçao, do beneplacido do beneficio de criança de Garça, de criança do -
Brasil. Nos poderiamos verificar que justamente desses recheios, dos mandadores, desses
individuos que tem mais tino facista do que mesmo democrático no sentido positivo da de
mocracia, nao desse democracia que anda por ai para explorar o homem do %asil. Nao* á a
democracia real. Do homem preciso no lugar devido. Sua excelencia o sr. ffedico Chefe do
Centro de Puericultura, faz um trabalho que so Deus deve lhe pagar, porque a gratidao dos
homens nunca poderá chegar ate esse ponto. E apelo, sr. Presidente, srs. Vereadores, para
a justi'‘icaç80 do sr. Pedro Afonso de Oliveira. Nos oue visitamos 0 Posto, e sua Excelen￾A /
cia teve a oportunidade de ver que enquanto eu e ele auxiliavamos 0 Medico a dar uma inj£
çao, 8 mae do pasciente, desmaiava, motivada pela desnutrição. Nos verificamos, nue tao -
fraco era aquele mulambo humano, oue nos assistimos, como trapo farrapo humano era aquela
mae de 16 anos de idade. E nos verificamos, srs. ^residente, que nao se fare nada em Ga£
ça, eno’'finto nao se cuidar da criança. E ge eu lhes virar a fotografia e lhes dizer, oue
no 2® G’upo Escolar de Garça, srs. Vereadores, nos temos crianças que sentam tres em cada
carteira. Onde esta a respiração dessas crianças? Uma criança que talvez esteja doente p2
de perfeitamente transmitir a moléstia a outra . Nos sabemos também da desnutrição. Isso
e comum. Falar do oue e nosso e dignó, porque nos nao estamos falando do.e outros. Prefe￾rivel e oue nos falemos das nossas cousas e procuremos sana-lrs, do oue deixar que ©es
trangeiro venha ca e, ao passar num Buick ou num Cadilac nos atire e po e ria da nossa 1-
nepcia de assistência. Ja tive oportunidade de dizer em outra vez de nue, o brasileiro -
nao tem cônsul. Se o brasileiro tivesse cônsul, sr. ^residente, srs. Vereadores, 0 brasi
leiro nao vinha sendo jogado por ai afora, sepultado ou atravessando ou descendo o Sao -
9
Francisco em pedaços de Piroga, ou então nun pau de ai‘ara. Absolutamente. Mas a questão -
que o cônsul dele e tao gT*ande, oue o Brasil todo de tanta latitude que existe , ele gri
ta e a voz se perde na extensão e ninguém responde. Nao produz eco, a voz do nordestino -
bra.silei-o. F também nao produz eco, nos poderiamos verificar , a voz do brasileiro quan
do no desejo da solução desses problemas reais. E então diz alguém: Demagogia? demagogia,
nao. Diga que isco nao e real e então nos aceitaremos como um estardalhaço demagofico, ,c^
mo uma vontade de falar, com o desejo de dizer coisas inesistentes, e então sr. ^residen￾te, srs. Vereadores, se nos encontramos no segundo grupo escolar salas húmidas, com auseü
cia de luz. Se nos verificarmos 0 Po.sto de Puericultura, nos verificaremos da necessidade
urgente, nao e daoui a 15 dias, e una questão de bresilidade sadia, ou então melhor dlzeu
^ mm ^ ^
do, um trabalho eminentemente. Preeiso e nao se dizer que isto ja esta feito ou aquilo ja
esta feito. Feito onde? 0 papel aceita tudo. 0 que eu quero verificar e s realidade de qu<
nos aoui estamos, pp^^a nue nos verifiquemos quQç^.a criança tenha assistência. Ja para nao
dizer da minha casa. Eu nao posso ser advogado em causa própria, mas eu poderia lhes di-
mm CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SÃO PAULO
%
zer. 0 Deportg^ento c^e Obras Paradas, que e o D.O.P, No Ginasjo do Estado, houve um es
tardalhaço, nuando se venceu a concorrência publica para se atender aquele estabelecimeji
to. Ej la esta
mento sem agua, la esta
ab.solutamente nunca foi prédio escolar. E nos poderiamos verificar se ja nos idos nao foi
no presente nao poderia, srs. ser. Agora então, neste inicio de ano, o Departamento de 0-
bras Publicas
^br
pouco de tijolos, e se tapeia amanha numa bandeira larga e desfraldada a assistência do -
Colégio Estadual e Escola Normal, do Porto de Puericultura, 2® Gfupo Escolar ,
i
o estabelecimento sem instalaçao sanit<^ria,-la esta o esta o esteb'-'leci -
o estabelecimento sem um adjetivo que o determine, porque aquilo
que eu chamaria Departa^^ento de Obras Paraliticas, de Obras paralizadas, d(
as que nao Prosseguem, vem então locar um pouco de cimento, fazer umas calhas, por um
■s e eu sè
4
lhes disser agora, que se nao cuidar da escritura do terreno para o 2® Griç)0 Escolar, com<
bem disse o nobre vereador Ciovis Dantas Pemalho, sem essa burocracia que e o nue entrava
o progresso do Brasil, assistiremos o que: - termina la no Departamento de Educação, as -
designações dos prédios onde devem ser realizados, cujas escrituras publicas dos terrenos
para la se dirigiram. í^s amanha vira um Deus ai, amanhã vira um individuo que quer votos
de Garça, e, eu faço isso, eu faço aquilo, o jornal publica e o mundo inteiro pensa que o
municipio de Garça e um paraiso maravilhoso, one nós temos tudo a^ui,
consciência e a nossa dignidade nao podem assistir isso sem dizer que isso nao e verdade,
sr. edro Afonso de Oliveira:- em aparte. V. Excia. expos nue o Go￾e quando a nossa
0
9
verno nao cuida, nem do Centro de Puericultura?.= ®
0 sr. Jose Porfirio. Eu nao falei o Governo do Estado, eu falei o De
partamento de Obras Publicas, que eu chamei de Departamento de Obras Paradas. Mas se V, -
Excia. me permitir, o prédio do Ginásio, da ci'^ade de Pompela, também pertence ao ^stado￾Mas, 0 Prefeito Municipal de Ponteia, resolveu fazer uma grande quermesse conclamando to
dos os indivíduos cujos filhos ja se beneficiaram e se beneficiam com aquele estabelecí -
mento, e la esta uma grande cairpanha para a construção do prédio para evitar justamente -
essa burocracia administrativa, aue e preciso que o sr. ^refeito Municipal, va a Sao Pau
lo de chapéu na mao, se e que tem chapéu, pra ir a Sao Paulo, porque o lema do chapéu de
palha "saiba o valor que voce tem", aindea nao venceu. So vencera quando nos congressos my
nicipalistas, oua^^do le na Gamara dor De;'utad'^s Estaduais, na Gamara Federal e ate mesmo
o Governador do Estado e o Presidente da P«epublica nao sejam municipallstas irrprovisedos,
que vao fazer conferências nas celebres "noites munlcipalistas". Nao ouero dizer que na -
^ ^ A» próxima sessão apresente projeto disso, projeto daouilo. Nao Senhores. Nao quero ser papa*
tudo da Gamara de Garça, Vv. Excias. muito mais do nue eu possuem cultura, dignidade e co
nh^^cimentos “-ara apresentar nao projetos de leis desta natureza, mas outros tantos que vi￾sem apenas uma co'sa: A correspondência unica dos seus direitos daquilo que para aqui nos
viemos, para melhor se cuidar da criança de Garça, do home de Garça, do municipio de Gar
ça. á 0 que eu tinha a dizer, sr. Presidente.
0 sr. Domingos Eduardo Bez:- Sr. Presidente. Peço a palavra.=* *
0 sr. Presidente:- Tem a palavra o nobre vereador Domingos Eduardo Bez,
0 sr. Domingos Eduardo Bez:- Sr. Presidente. Srs. Vereadores. Referefi
dando as palavras do nobre vereador Prof. Jose Porfirio, na sua altivez, no seu preparo -
de orador, devo dizer que muito nos entusiasmou suas palavras, e nesta tribuna tenho pou￾s 8
●- .
«
B B
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇ mãâ ESTADO DE SÂO PAULO
-fis» 19-
ces palavra a dizer, as ouais, talvez nao e"contrarão eco, diinte das brilhantes palavra
do nobre vereador Jose Porfírio. Su queria relatar uns tantos itens sobre t
B sua oreçao -
proferida a pouco nesta Casa. Como se refere a um assunto ao qual estou diretamente envol
vido, nao posso silenciar, e a exolicagao se
de Cnrça, aquela que se fala na cidade, nao sera uma piscina publica, mas sim de carater
faz necessária. Em primeiro lugar a piscina
privado ou participar, da nual somente se se-virão os que forem socios do Carga Tenis Ciu
be, entidade oue a pretende construir. Para construi-la ■^oi constituída uma Comissão de -
socios daquele Clube, de cuja Comis?ao eu sou ura dos membros. Tenho a informar ao meu no
bre colega que a piscina nao esta com suas obras paralizadas. Infeliznfònte nos estamos
passando por uma crise um +anto cruel, motivada por diversos fatores, inclusive a geada -
que prejudicou grandemente aqueles que mais de perto poderiam contribuir para a constru -
çao, e desse fenomeno metereologico que greçou nao so os cafezais desta região como outra
de Estados visinhos, veio o desanimo nas classes produtoras, no oual o nosso municipio -
95“^, deve suas rendas dos produtores do municipio, prindipalmente o cafe.® ® *
0 sr. Jose Porfirio:- em apartei- Eu gostaria de dizer a V, Excia.
a piscina que eu me refer, e aquela que devera fazer parte do parque infantil, nao pisci
na para adultos.® *
s s
qu>
3 3 B 3
0 sr. Domingos Eduardo Bezj- Eu chegarei la, ao ponto do qual irei s^
tisfí^zer o seu pensamento. Quero referir ao meu nobre colega oue a piscina nao esta para
da. Ela tem um montante de arrecadagao que ultrapassa a Cr.$ 60,000,00. Ten-o diversas -
con+ribuiçoes que ultrapassa de Cr,!**’. 50.000,00 para arrecadar.® = == « = =* = = = = = 3
0 sr. Delfim Augusto de Faria:- em aperte.- A piscina, a qual se ref^a
re, e uma piscina eminentemente particular. E a que o vereador Jose Porfirio se refere e
uma piscina publica. Portanto,
pos o sr. Jose Porfirio.® ® =
0 assimto que V, Excia. aborda, nada tem a ver com o que ej
s s
0 sr. Domingos Eduardo Bez:- Estou dizendo sobre a piscina, meu caro
colega, para rebater as palavras do vereador Jose Porfirio, quando disse que a piscina de
Oarga ate hoje nao saiu, e um sonho, e estamos dando apenas uma explicação pessoal. Essa
piscina, para dar um esclarecimento as palavra do nosso nobre vereador Jose Porfirio, sers
de carater particular, so para o uso dos socios do Darça Tenis Clube, como disse no inicij
de minhas palavras. Por conseguinte, termina^^do minhas palavras eu quero levar ao conheci
mento desta Casa, que as obras da piscina do Garça Tenis Clube nao estão paralizadas. 0
que esta parada e a campnha pro aqu^.siçao de fundos para sua construção, isto como ja dis
se, era virtude da crise nue abalou parte do nosso municipio, e também parte dos municipio?
de outros Estados vis:nhos. í^s, tenho fe em Deus nue logo nos conseguiremos a concretiza
ção desse iniciativa, e iremos ate o final ou seja o acabamento da piscina. Quanto ao se
cador de casulos que o nosso nobre colega Jose Porfirio se referiu, e que tem irerecido o
meu maior cui-^ado, nao so como industrial e como pr-^ncipalment e como membro desta Casa, "■
devo dizer que de fato encabecei o movimento, conheço os trabalhos desenvolvidos ate o ate
da ass'natura do decreto estadual mandando aplicar uma verba de Cr.^ 3,000.000,00 para a
instalacao do secador regional, e mesmo de um. campo experimental para a sericicultura, Eu
lamento estar parado esse serviço, do qual depende apenas da desapropriação de uma area de
20 alqueires, que nos deveremos doar ao Governo do Estado para a instalaçao do caiipo exp^
i
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇ
ESTADO DE SÃO PAULO
●ns. 2Q>
e ate hoje esse encantado terreno nao foi conseguido e nem doado ao Estado. P
rimental.,
que rasao nue nao conseguimos? Npo seil Por falta de verba na Prefeitura '
^refeito vem alegando nao haver dinhei
t
Senpre o nos
pare e desapropriação do terreno, sendo nue ja
Eu ja me
ro
em orçamento pela 2a. vez con'~ta a necessária dotaçao para a desapropriação,
prontifinuei ate a emprestar o dinheiro a ^re^eitura para a aquisiçao desse terreno , a;
a situaçao.® ®
0 3T● Jose Porfirioi- em aparte. Então nesse caso ouem e oue tem ma
l‘.ze em Garça? V. Excia. fala em encantada instalação
,lâ uma verba de Cr.?? 3.000.000,00, e se jã hã o terreno, o
de solucionar definltivamente s
vont°df para isso nao se real’ , mas !
ue esta faltando enteo?? = ’
0 sr● Domin-'|'Os Eduardo Bezí- Efetivemente eu nao posso compreender c
que esta faltando.* * *
s: S: s 9
0 sr. Jose Porfirio:- era aparte:- é de se lamentar oue Vossa Excelei
cia infronhado e in^^eressedo no assunto nao encontre eco nesse sentido.* *
s
k
0 sr● Oomingos Eduardo Bez:- Isto esta a cargo exclusivamer‘*'e do Exí
cutivo. En tenho procurado auxiliar nos meios que posso, ate o ponto oue eu posso elcanç
Mas, esta a cargo do Executivo a aquisiçao do terreno. Eu nac posso tocar o carro adiani
dos bois. E eu acho nue tanto o legislativo como o Executivo, sao duas partes que devem
caminhar reciprocamente,
pre 0 máximo de harmonia.® =
9
com 0 máximo respeito uns aos outros. para oue possa haver sem.
s z c zs s s e z r s
/ *
. Jose Porfirio:- era a.-^arte. V. Excia. nao sabe que hã ura preso
vido para que esse verba de Cp.*^ 3.000,000,00 possa fica.r assegurada para a instalação d
0 sr
secador?® -
s S X = X X s c
e
C sr. Domingos Eduardo Bez:- Isso eu posso garantir que es informaçÕ
es qne consegui, sao de que es?s verba esta enquadrada no plano quadrinal do §overnedor
Estado. Por conseguinte, a inda tem mais dois anos para a frente, para que seja cancelada
qu'^ eu tenho a dizer ao meu nobre colega e o seguinte: Que todas as coisas a gente não 0
pode resolver precipitadamente. Sendo uma questão da alçada do nosso mui prezado Prefeit
eu estou aguardando a solução por parte da sua pessoa. Agora, na falta, enteo,
consultar esta nobre Casa, aual e o caminho mais favoravel nue nos devemos
eu irei
V
tomar.® = « *
sr. Jose Porfirio:- V, Excia. deveria se dirigir então ao sr. Pref
to Municipal, afim de saber quanto e possibilidade dessa realizaçao e depois, então.
0
com
uma força maior, que seria a força de todos os colegas de vereança, solicitar ao sr. Pre
dente da Republica as providencias que o caso exige.® ®
0 sr. Domin-^^os Eduardo Bez:- Alias, e un conselho muil.o acertado o
s
nobre colega.® *
S B tS B S:
0 sr. Jose Porfirio:- em aparte. E, assim estecemos dentro do que V,
Excia. quer. 0 Legislativo, legislando e o Executivo realizando para o bem do munici-^io (
Garça.® *“**==®— ** = **sxss=axxxx» = es = xsxx=xc«x=*xxi
i
C sr. Domingos Eduardo Bez:- E, e preciso o máximo respeito entre am^
bas as partes p»ra que possa haver harmonia, serç)’e. Agora, pulando em outro setor, meu ●
caro colega, com referencia ao 2® Grupo Escolar, eu tenho a dizer que falta nao e do nos*
so Prefeito, sendo desta Cesa, onde ests um projeto de le"^. sobre a desapropriação do ter
reno, e também, falta e do Governo do Estado nue tem descuidado do assunto.® = * * « = «=●
«
*■
CÂMARA MUNICIPAL DE GAROA
ESTADO OE SAO PAULO í
^-2X￾0 sr, Jose Forfírio:- em aperte. A felri*seja de auem for, nos esta
mos ’-<reJudÍGando a. crianga de Gerga.® « = * *=
0 sr. Domin^jos Eduardo Bez:- Então nos devemos entrar com um requeri*
mento pedindo ao Governador do Estado, para que vote essa verba para a construção do pre*
f
s X
0 sr. José Porfírio:- em aparte:- Mas, se V. Excia.
clerego que o Governo do Estado espera apenas a escritura desse terreno.® =
0 sr. 0omin^'os Eduardo Bez:- C terreno je foi doado ao Estado.® * ® "
0 sr. Jose Porfirioi- em aparte:- V. Excia. esta plenamente equivoca￾me permitir, es￾s s s
do, porque na 3a* sessão desta Casa, o nobre vereador Clovis Dantas Pamalho, opinou que - /
ate agora nao se desapropriou 9
0 terreno por falta de verba.® * ®
D sr. Doming'^s Eduardo Bez;- âste projeto este nas Comissões e a cul
pa e das Comissões que esta retardando o parecer,
mande ao sr. Prefeito Municipal.® ® ®
c:
para que esta Casa aprove o projeto e c
s s
st c
0 sr. Jose Porfírio:- em aparte:- Ainda nao chegou na Comissão de Ju^
tiçe o referido documento e nos temos 15 dias de praso e ate nao se deve exigir que se fa
ga em 15 dias. m dois dias e"^e tera oue dar parecer a 15 projetos se for preciso,
posso lhe assegurar que o projeto ainda nao chegou a Comissão de Justiça.® * * * ■
mas eu
s
0 sr. Domingos Eduardo Bez:- Nao quero contestar as palavras do meu -
nobre colega, mas tenho oue me reforir ao seguinte:- nuero dizer oue quanto ao terrèno Ja
fo' considerado objeto de deliberação em orçamento e posso garantir que o terreno, de'^ -
Ja estar em regime de desapropriagpo e assegurada a inç)ortancia para o seu respecitivo pa
gamento. Se houver algum atrazo, eu penso que nao esta cabendo a nos e sim as ComissÕes
«V A
que estão retendo este projeto. Pela segunda vez eu quero me refetir neste ponto. Quanto
construção ou verba do parque infantil, do qual V, Excia. se referiu nesta tribuna,quero
levar ao conhecimento do meu nobre colega, e aos outros colegas também desta Cs.se,
precisamos partir este ano letivo de 1.954> num ano de maxima economia po^
sivel pare que o nosso Preceito possa apresentar trabalhos de vulto que este para serem -
iniciados na sua admlnistraçao, como seja o esgoto, conclusão do serviço de agua, calça
mento e inúmeros outros serviços de maior urgenc'a. Agora V, Excia. se referiu ao parque
que ij2
felizmente nos
ú
infantil, eu devo dizer que antes de termos serviços de agua, esgoto, calçamento e outros
nao e possivel a construção do parque. ====== = = = ======= =======
0 sr. ^residente:- Advirto o nobre vereador Domingos E<?uardo Bez
tem apenas, tres minuntos para concluir sua esplanação.* ==========*= **
0 sr. ^edro Afonso de Oliveira:- pela ordem:- Sr. Presidente. Devo -
lembrar a V, Excia. oue o Expediente termina as 22 horas.® « * *
sr, ^residente: A Mesa agradece
e in^^orma-o ou© tem conhecimento da ouestao.® « = = = = = « = = *^=»
0 sr. Domingos Eduardo Bez:- Muito obrigado sr. "^residerte. Eu queria
referir o seguinte: Quando abordei o discurso do sr. Jose Porfírio, sobre a piscina, es￾que,
4
X K
0 a lembrança do nobre vereador Pedro
4 Afonco <2© Oliveira,
o”eci-me de dizer que neste ano, como vereador, procTorarei todos os m-ios de poupar verba?
oue o nosso ^refeito a nao ser aquelas cuja '‘inalidade seja para a u^i.liaar nos serviços
esté executando, serviços esses de maior necessidade possivel para o nosso Municipio, e -
4^
CÂMARA MUNICIPAL DE GAROA
ESTADO DE SAO PAULO
nao se lhe pode deixer faltar as verbas aue í*orein precisas.^Sgbemos oue o Governo do Estg
dc tem que efetuar o pagamento quotas e do enprestimo, cujo direito nos assiste, e ts
mos e certeza de oue as importâncias virão., ^
a desviar, as vezes, algunas verbas, sei^rejuizo do orçamento e da contabilidade, para a￾tender determinados serviços oue nao podem ser paralizados, e,
lo Governo, as verbas retornarão aos seus respectivos lugares, para a execução daouilo a
que se destinam. Agora, eu culpo esclusivamente o Governo do Estado, pelo nao cumprimente
das suas obrigações, quais sejam o pagamento das prestações devidas ao nosso municipio, -
no tenç)o hábil. a razao oue eu digo e quero lembrar a esta respeitável Casa, o dever de
promovermos um ano de maxima economia, Nos precisamos velar pelos trabalhos necessários -
ao nosso Municipio. Nao podemos fic«r no termino da agua, como esta maravilhosemente sen
do terminados os serviços, sem dar meios ao Prefeito pare conclui-lo. 0 esgoto nue uma -
saria p»r« nos e outros e muitos outros, também deve merecer a nossa atençao.
Basta dizer oue nos temos sido obrigados a desviar verbas destinadas a S, S, Vicente de
Paula, a Santa Casa de Misericórdia, ao Hospital e outras, para atender as necesrldades
mais prementes, 'elativas a pagamentos oue a Bre-^eitura deve fazer afim de não paralizar
seus serviços, Eu me refiro, poi^oue esta no orçamento, mas também esta em orçamento as -
contribuições do Estado para o nosso municipio, e essas contribuições tem faltado, á a -
razao da atrapalhaçao.e do prejuizo e dos aborrecimentos por que passa o Executivo muitas
vezes. E o oue eu flinhe a dizer sr. Presidente.= =
0 sr. "^residente:- Esta encerrado o Expedien-^e. Convido o sr- Secreta
rio a proceder a chamada. do~ srs. Vereadores para a Crdem do Pia.*
0 sr. Secretario fez a chamada veri-^icando-se a presença d os seguin -
tes:- Del'*im Augusto de Faria, Domingos Eduardo 3ez, Felicio Botino, Jose Carlos Arontes,
Jose Porfirio, Manoel Galdino de Carvalho, Miguel Monico, Pedro Afonso de Oliveira, Plí
nio Gen+a, Maria Jose Viera e Anselmo Pereira de Araulo.* **
residente: Esta em 2a, discussão o projeto de lei n. 17/53? do
nobre vereador Delfim Augusto de Faria, dispondo sobre o pessoal da Prefeitura e aplicaça*
de sua reddas, conforme parecer n, 19> da ComÍ3v~ao de Justiça, Esta em votaçao o projeto,
os que o ap^^oví^rem conservpr-se-ao sentados os nue rejeit rem se levantarao. Esta aprovad￾por unanimidade o projeto de lei n, 17/53 (dezesete 53).® ®
0 sr, "^residente:- Esta em 2a. discussão o projeto de lei n. 22/53? d'
nobre vereador Jose Caio de Goes Artigas, sobre isenção de imposto predial urbano para C£
sas populares, de acordo com o parecer n. 17, da Comissão de Justiça. Esta em votaçao o -
projeto os que o aprovarem conservar-se-ao sentados, os que o rejeitarem se levantarao, -
Esta eprov«do por unanimidade o projeto de lei n. 22/53 (vinte e dois).*= =
0 sr. Presidente: Esta em 2a. discussão o projeto de lei n. 45/53 (
quarenta e cinco) do sr. Jose Ca'.o de Goes Artigas, de acordo com o parecer n. 16, da Co¬
missão de Justiça, dispondo sobre o serviço de muros e calçadas, Esta em'votaçao o proj^
to, os que o aprovarem conservar-se-ao sentados, os '^ee o rejeitarem se levantarao, Esta
apro^^aodo por unanimidade o projeto de lei n, 45/53*® ® *
. ^residente:- Esta em 2a. discussão o projeto de lei n- 49/53, "
do sr. ^refeito Municipal, dispondo sobre llgaçao domiciliaria de agua, de acordo com o -
t
a razao, porque o nosso Executivo obrigado
uma vez pagas as quotas p5
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CÂMARA MUNICIPAL DE GAR
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ESTADO DE SÃO PAULO
parecer n. 13, da CoiTiissao de Justiga. Esta em votagao o prüjeto os que o aprevarem con￾servax-se-no sentados, os nue o rejeitarem se levantarao. Esta aprovado, por unanimidade,
0 pro-^eto de lei n* 49/53 (<^ua'”0nta e nove).= = * * «
0 sr. rss5.dente:~ Nada mais havendo na pauta, para Explicação Pesso￾f.
S 9S B S
al tem a palavi'8 os srs. Vereadores.- *
S
f 0 sr. Presidente:- Como nenhum dos srs. vereadores solicitasse a pal^,
/ AM
vra, esta encerrada a Sessão.* * s Sc
Nada mais havendo er. Secr^^tario, lavrei esta ata ,
fiz datilo^e^a-la e a siibscrevo.® ® «
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SECa3T.tU0
S'
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