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sessao nº 1

Tipo Especial
Número / Ano 1
Date 1954-12-15
native_id3219

Documents (1)

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status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 31

CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SÃO PAULO
/.y-IICIFAI, DE G. RÇA T* ●
Sessão Hspec:^alj. realizç^da em 15 de DezembAo de 1,954 PR.ESIDBITE:- Jose Ceio de Goes Artigas, Felício Botino. SEGRET/RJ0:~ João Tarora, Dçeio .-dves Hatél, Plínio Gonta e José Porfírio,
?. hora regulamentar feita a chamada dos srs. vereadores,
seguintes:- f^tonio Cruz, Clovis Dantas Rama￾Felício Botino, Joao Tarora,
José Porfírio, /lanoel Gat
Plínio Genta ,
verificou-se a presença dos
Iho, Dacio Alves Matél,
José Caio de Goes .\rtigas, José C:rlos Arantes,
dino de Carvalho, tiguel tonico, Pedro Afonso de Oliveira,
ria José Vieira,
nun tot :1 de dezesete (17) vereadores.
●e
Domingos Ecluordo Bez,
Manoel Fernandes Barbeiro,
José Gonçalves,
T X
;\nselmo Pereira de Araújo e
i.iu
C sr. Presidente:- Havendo número legal declarou aberta
sr. Secretario a proceder a a sessão, e convido o
KÍo Sujeito a Votsção,
li/itura do Expsdi':'nte -
O sr. Secretario:- Sr, F^residente,
que nada consta do Expediente Mão Sujeito a Votação.
O sr, Presidence:- Convido o sr. Secretario a dar conta
informo a V. Excia.-
do Expediente Sujeito a Votação.- - - -
O sr. Secretario:- Sr.
p
^residente, informo a V. Excia.
que nada consta do Expediente Sujeito a Votação.
O sr, Presidente:- Os srs. Vereadores, tem a palavra no
Expediente,
O sr. Presidente:- Convido o sr . Secretário a proceder
a chamada para a Ordem do ^ía,- - - -
O sr. Secretário fez chamada, estando presentes os- sg
Clovis Dentas Rarnalho, Dacio Alves Matél,
a
guintes vereadores:Antonio Cruz,
Domingos Eduardo Bez,
gas, Jose Carlos Arantes,
Felício Botino,
José Porfírio,
guel Monico, Pedro .\fonso de Oliveira, Plínio G-nta,
João T-rora, José Caio de Goes fxtl
Manoel Galdino de ^orvalho. Ml -
*':ria José Vieira, -
Jose Gonçclves, Manoel Fernandes Barbeiro e Ansilmo Pereira de
(●4
.^aujo.
num total de dezesete (17) vereadores.
Presidente:- Dando cumprimento à letra regimental O sr.
CÂMARA MUNICIPAL DE GARGA
ESTADO DE SAO PAULO
a Ordem do Dia desta Sessio destina-se a eleição
e tenho o prazer de convidar o .vereador .mais idoso
desta Casa, sr. Fclício Botino, para assumir a Presidência.- - - - - - -
0 sr. Felício Botino assumiu a Presidência.- - - - -
O sr. Presidente:- De conformidade com. o regimento in
terno convido os srs. verejdores Plínio Genta o José Porfírio, para assu
mirem as Secretas, no periodo da elciçio da .Tesa.- - - - -- - - - - -
Os srs. Plínio Genta e José Porfírio, assumiram a la.
respoctivamente.- ------ --------
O sr. Presidente:- Va..;os ^cssar à eleição da
a da C ;m.ara, para
0 exercido ’e 1.955,
e
e 2a. Secretari c* í
sa, e,
primeiramento procedor-se-é a oleiç.,o pera o c rgo de Presidente.- - - —
O sr. José Caio de Goes Artigos:- pel:" ordem Sr. -
Presidente, peço a V. ~xci_. rera esclarecer à Casa sobre c m:.neira de vo
tar, em virtude de ser esta a primeira vez que se processa uma eliç.ao em
descoberto nest' Casa.
C sr. Presidente:- Esta Prasidencia esclarece que a vo
tação será a descoberto. Cada carga será vot~do separ .tamente. A vot.,r.ão -
será feita em cedul:, contendo o corno, o nome do candidato, e a assinatu
ra do vereador votante. A apuração será feita separadamente após a eleição
de c.da cargo. As dedulas deverão ser colocadas em sobre-carta rubricada -
pelo Presidente. Mo momento da apuração cada cédula será lida pelo Presi -
dente.- -------------------------------- —
1
O sr. José Cáio de GÓes .trtigas:- pela ordem.. Sr. Pre
sidente, eu creio o Plenário perfeitamente esclarecido, o agradeço a V. E;;
cia.
O sr. Presidente convi('cu o sr. Secretário a proceder %
a chamada para a eleição do c rgo de Presidente.- -----------
O sr. Secretário fez a chamada, vot.^nde os seguintes
Ramalho, Dacio Alves Natel, Domi0
gos Eduardo Bez, Felício Botino, João Tarora, José Caio de GÓes Artigas, -
José Carlos Arantes, José Porfírio, Manoèl Galdino de Carvalho, í-iguel Ho￾Plínio Gr-nta, Ii.:ria José Vieira, lianoel
●raujo e José Gonçalves, num total_
'vereadores:- .tntonio Cruz, Clcvis Dantas
nico, Pedro ^A^fonso de Oliveira,
Fernandes B-rbeiro, Anselmo Pereira de
i
CÂMARA MUNICIPAL DE GAR
ESTADO DE SÃO PAULO
/
/I
de dezesete (17) vereadores. d￾O sr, Presidente:- A Mesa vai proceder a apuraçao
eleição para o cargo de Presidente, e, se algum dos srs, vereadores pre -
tenderem poderio fiscalizar a apuração.- - - —
O sr. Presidente:
bre cartas, cujo numero confere com o de votantes:- -
sr. Presidente:- anunniou o resultado da votaçio:-
Parc Presidente:- Clovis Dantas Ramalho, votante Domingos Edurrdo Bez; pa
ra Presidente:- Felício Botiijo, votante í.'iguel í.'onico;
Felício Botino, votante Manoel Fernandes B-.rbeiro;
Dantas R:imalho, vot-nte Plinio Genta; Para ^residente:
Iho, votante Manoel Galdino de Carvalho;
votante José Gonçalves; Para Presidente:-
da
Aberta o urna existem dezesete so￾0
r
p r Presidente:
5 Para Presidente:- Clovi'^
Clovis Dantas Rama￾Para Presidente:- Felício Botino ,
Felício Botino, votante José C.r￾los Ar.ntes; Para Presidente:- Clovis D-ntas Ramalho, vot ,nte Pedro Afonso
de Oliveira; Para Presidente:Felício Botino,
sidente: Clovis Dantas Ramalho,
sidente:Cl"'/is Dantas Ramalho,
vot"nte Antonio Cruz; Para Fre
votante Anselrao Pereira de tvraujo; Para Pra
votante í.íari ; José Vicirc; Para Presidente :
Para ^residente:- Felício
P:;r., Presidente: Clovis Dantas -
Felício Botino, vo
Clovis Dantas Ramalho, votante Felício
votante José Porfírio.- - -
Clovis Dantas Ramalho, votante Dacio Alv 'S Matél*
Botino, vot nte José Gaio de Gocs Artigas;
Ramalho, votante Clovis Dantas Ramalho; Para Presidente:
tanto Joao Taror:., Para Presidente:
Botino e Pora Presidente Clovis Dantas Ramalho,
O sr. Presidente proclamou o seguinte resultado:- Para
Presidente:- Clovis Dantas Ramalho com déz (lO) votos; Para Presidente Fe -
lício Botino, com sete (?) votos.-
O sr. Presidente:- Convido o sr. Secretario a nroceder
a chamada para a eleição do c rgo tíe Vice-Presidente.
O sr. Secretario fez a chamada, .tendo votado os seguin￾am:.J.ho, Dacio Alves M-.tél, Db
Joso Caio ''.e Goes . ^rtigas,
Manoel Goldino de Cc;rv;^lho, í.'lguel Moni
tes vereadores:- Antonio Cruz, Clovis Dantas n
mingos Eduardo Bez, Felício Botino, Joáo T-ror
Jose Carlos Arantes,
2,
José Porfírio,
Pedro Afonso de Oliveira, Plínio Gent
Anselmo Pereira de Araújo e José Gonçalves,
t￾Maria Jose Vieira, Manoel ?er -
num total
co, ^ »
nandes Barbeiro, de
CÂMARA MUNICIPAL
ESTADO DE 5AO PAULO
DE GARÇA
74-
dezesetG (17) vereadores.-
.berta a urna e contadas as sobre -
conferiu com o número de vo￾C sr. Presidentoí￾c ;xtas existentes em número de d^ zesete (l7),
t:ntes.- -
O sr. Presidente anunciou o resultado da eleição:- Pa
ra Vice-Presidente;- João Tarora, votan'-o José Caio de GÓes .irtig^s; Para
cotonté í.iiçuel i'Snico; Para Vice-Presidente; -
Felício Botino, votante Felício Botino; Para Vice-Presidente: Felício Boti￾no; votante Domingos Eduardo Bez; Para Vice-Presidente:- Joao "Paxora, votcn
te íianoel Fernandes Barbeiro; P ra Vice-Presidente: Felício Botino, votante
Pedro Afonso de Oliveira; Prra Vice-Presilente: João T^rora, votante José -
Vice-Presidente;Joao Tarora,
t
Gonçalves; Para Vice-Presidente: Felício Botino, votante Maria José Vieira,
Para Vice-Presidente: Felício Botino, votante Plínio Genta;
sidente: Joao Tarora, votante Antonio Cruz;
rora, votante José Carlos Arantes, P
Para ^ice-Pre￾Fara Vice-Prosidente: JoÕo Ta￾a Vice-Presidente: Felício Botino, vo_
tante i^jaselmo Pereira de ;\raujo; Para Vice-Presidente: Felício Botino, vo
Felício Botino, votante
F:ra Vice-Presidente: Felício Botino, votante -
Felício Botino, votante Dício Alves
voto em branco, votante João Tarora.- - - - - —
C sr. Presidente proclamou o seguinte resultado:- Para
Vicc-Presidente:- Felício Botino, déz (lO) votos; Para Vice-Presidente:- Jo
rora, sois (ó) votos; P.ra Vice-Presidente!
C sr. Presidente convidou o sr. Secretario a proceder a
chamada dos senhores vereadores p ra a eleição o c rgo e 12 Secretário.--
O sr. decretário fez a ch,:m.ada,
tes vereadores Antonio Cruz, Clovis D.nt s Ramalho, Dacio
mingos Edu ;rdo Bez, Felício Botino, Joao Taror„, José
José Carlos Arantes, José Porfírio, í/.onoel Galdino de Carvalho,
co, Pedro Afonso de Oliveira, Plínio Genta, .Mjria José Vioira,
nandes Barbeiro, .Anselmo Pereira de '.raujo, José Gonçalves, num total de
zesete (17) ver'''adoros.- -
tante Clovis Dentas Hamalho; Para Vice-Presidente:
Manoel Galdino de C:.rvalho;
i
José Porfírio; Para Vice-Presidente:
tél; P..ra Vice-Presidente:
T ao un (l) voto em branco.—
endo votado os seguin-
■Ivos Natél, Do -
Caio de Goes Airtigas,
M-iguel MÔni.
f Manoel Fer -
í￾O sr. Presidente:- ‘‘berta a urna, existem dezesete (17)
CÂMARA MUNICIPAL DE GAR
WM ESTADO DE SAO PAULO
sobre cartas, cujo núr.iero confere cora'o de votanòes,
C sr. Presid nte:- anunciou o resultado da eleição: -
F:ra 12 Secretário:- voto en branco, votante Jose C-io de GÓes .rtigas; -
P?rc 12 Sec-pe-t;2rio: José Cáio de GÓes Artij.
Barbeiro; Para 12 Secretário:- Plínio Genta,
Araújo; Para 12 Secretário;- Plínio Genta,
n
^
c
> vot nte i.Ianoel Fernandes
votante Ajasclno Poreira de
votante, ^oningos Hduardo Bez:
Par:: 12 Secret.;rio: Joso Cáio de GÓos Artigas, votante í.'iguel í,'onico; Pa￾Plínio Genta, vot.nte .Maria José Vieira; Para 12 Secr^
tário: Jose cáio de Goes Artigas, vot nte Antonio Cruz;
ra 12 ^ecretário:-
Pora 12 Secretário*
ara 12 Secretário: Jose
P :ra 12 Secretário: Jose Ca￾Plínio Genta, votante Manoel Galdino de ^orvalho; P
Ceio de GÓes .irtigas, votante José Gonçalves;
'io de Goes Artigas, votante José Carlos Arantes; P,ra
Caio de Goes Artigas, votante João T￾t
12 Secretário: José
,;ror:; Para 12 Secretario: Plínio Gen￾ta, votante Pedro Afonso de Oliveira; Para 12 Secretário: Flínio Genta, vo
tante José Porfírio: 12 ^ecret^^rio: Plínio Genta, votante Clovis Dan
tas Hamalho; Para 12 Secretário: Plínio Gent , votante Felício Botino; Pá-'
râ 12 Secret.:rio: voto em branco, votante Plínio Gent
Plínio Genta, votante Dácio Alves Natél.-
Para
a:5 Para 12 Secretário:
sr. Presidente proclamou o seguinte resultado: Para
Plínio Genta, nove (9) votos; Para 12 Secretário: José cáio
seis (6) votos; P ra 12 Secretario: dois (2)
0
12 Secretário:
de Goes Artiga
branco.- - - -
s» votos em
. Secretário a proceder C sr. Presidente convidou o sr
a chamada para a eleição do c;rgo de 22 Secretário.-
0 sr* Secretario, fez a ch da, tendo votado os seguia
tos vereadores:Antonio ^ruz, Clovis Dant.s Ramalho, Dacio .Mvos Natél, Do -
mingos Eduardo Bez, Felício Botino,
José Carlos Arantos,
João Taro ra, José cáio de Goes .'.rtigas,
José Porfírio, M:;noel Galdino de Carvalho,
nico, Pedro Afonso de Oliveira, Plínio Genta,
Miguel
Maria José Vieira, Manoel Fe^
raujo e José Gonçalves, num total
.0
nandos Barbeiro, Anselmo Pereira de
dezesete (17) vero :dores.- - - - -
de
f￾O sr. Presidente:- Aberta a urna, exis.tem dezesete (17}
sobre certas, cujo numero confere com o de votantes.- - - - - - - - - - - -
CÂMARA MUNICIPAL DE GA
ESTADO DE SAO PAULO
-fls. 76-
0 sr. ^residente: anunciou o seguinte resultado: Para
S / f ecretario: Domingos Eduardo 3ez, votante Joo Torora, Para 22 Secret^
rio: Maria Jose Vieira, votante Manoel Galdino de C.,rvalho; Para 22 Secre
rio: Domingos Eduardo Eez, vot:^nte José Gonça3.ves5 P?ra 2Q ^ecretario:
ria Joso Vieira, votante Plínio G^ntaj Para 22 Secretário: rio José Vi¬
eira, vòtante i-íoria José Vieira; Para 22 ^ecretario: Domingos Edu:rdo Bez,
votante Manoel Fernandes- Barbeiro; Pa-a 22 Secretário: Maria José Vieira ,
votante Pedro Mfonso de Oliveira; Para 22 Secret'rio: Domingos Edu.rdo Bez,
votante Miguel .Monicc; Para 22 ^ecretário: Doraingos Eduardo Bez, votante -
José Caio de GÓes '^rtigas; P ra 22 Secretário: M:ria José Vieira, votante
Anselmo Pereira 'e .Iraujo; P:ra 22 SecretárioiM.ariaJosé Vieira, votante -
d'cío Mves N':tél; Para 22 Secrct-^rio: Domingos Eduardo Bez, votante José
^arlos Arantes; P...ra 22 Secretário: Domingos Eduardo Bez, vota.nte Antonio
Cruz; P ra 22 Secretário: Maria José Vieira, votante Domingos Eduardo Bez;
P ra 22 Secretário: M:TÍa José Vieira, votante José Porfírio; Para 22 Se -
cretário; M-ria José Vieira, vot nte Felício Botino; P':ra 22 ^ecretário: -
Mrria José Vieira,, votante Clovis Dantas Mamalho*- -
O sr. Presidente, proclamou o seguinte resultado:- Pa
ra 22 Secretário: Mmria José Vieira, déz (lO) votos; Para 22 Secretário: -
Domingos Eduardo Bez, sete (7) votos.- ------------------
r
z
O sr. Presidente leu o Boletim de Apuração, redigido -
nos seguintes termos: "Eleição da í.íesa da Gamara Municipal de Garç ., para_
o exercido de 1.955, re lizada em 15 de Dezembro de 1.954. P/ PresiJ.ente:
Clovis Dantas Bgm-iho - déz (lO) votos legenda P.S.P.; Felício Botino,
te (?) votos, legenda P.S.P.; P/Vice-Presidente: Felício Botino - déz (lO)
votos, logenda P.S.F,: Joao Tarora
Secretário: Plínio Genta - nove (9) votos, legenda P.S.P.; José Caio de Go
es Artigas, seis (6) votos, legenda P.S.F.; P/ 22 Secretário: Maria José -
Vieira, déz (lO) votos, legenda P.T.B.; Domingos Eduardo Bez, sete (?) vo
tos, Igenda P.S.P.; Votos em branco: P/ Vice-Presidente: 1 (um) voto; P/
12 Secretário: dois (2) votos. Resultado Final: F/ Presidente: Clovis Dan
tas Ramalho; P/ Vice-Presidente: Felício Botino; P/ 12 Secretario: Plínio
-se￾sei s (6) votos, legenda P.T.B.; P/12
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SÃO PAULO
-fls. 77-
Genta; P/ 2^ ^ecret“rio: José Vieira. G-rça, 15 de Dezembro de 1.954,
(aa) Felício Botino - Presiden r
: Plínio G nta - Secretario; Jose Porfírio
- Secretrrio; Sebastiso Gu n^es Sirnóes - Diretor da Secretaria,
4-t" -A
M
O sr. Presidente:- A Mesa óra eleito * considerar-so￾empossa em 12 de J-neiro de 1.955.
O -^r. Presidente:- Convido o sr. José CÍio de Goes .'.r￾tigrs, Presidente desta Casr, a assumir a Presidência.- - - - - - - - - —
O sr. José Caio de Goes --Vetinas, assumiu a Presidência
e convi:'ou os srs. Joao P-roro e Dacio -Ives Hotel a assumir a Secretaria.-
0 sr. Joáo Tarora, assumiu a Secretario.- -------
O sr. Presidente deu por encerrada a Ordem do Dia. E em
Explicação Pessoal, deu a p:'lavra aos srs. Vereadores,- - - - - - - - - - -
O sr. Presidentei- A '..'esa, tem a sotisfeçõo de fazer a
adores de uma lombraça do IV Centenário dc ci.lade de -
Sao Paulo, e estando ausentes os vereadores Joao Hunes J.'irondo, Delfim Au -
gusto Faria e Solviano Pereira de Andrade,
lembrança será ofertada ao srs. Dr. Paes de Berros, Prefeito ^
pal, í.’ano-el Jo-quim Fernandes, ^icc-Prefeito íáunicipal e Sebastião Cuanaes
Simões, Diretor da Secretaria da Carnora Municipal.- - - - -
O sr. José Porfírio; Eu peço a palavra,
O sr. Presidente;- Tem a pal"vra o vereador José Porfi
t
-r
i
entrega aos srs. vore
zia a entrega siraboiics. Igual
-unici￾sr. Presidente.
rio.
O sr. José Porfírio:- Sr, Presidente. Srs. Vereadores,-
Acobamos dc assistir sr. Presidente, a eleição para a Presidência,
çao dos trabalhos de 1.955. Quero neste instante, sr. Presidente, deixar
consignado noss~s expressos e a certeza de que os elem.entos componentes deg.
ta Mesa seguirão os ditantes ja tradicionais nesta Casa, cue trabalharão em
contintiidade aos trabalhos ja iniciados
soluto, como eu sei e cue nao é esquecido de todos nós, do artigo 42 do Re
gimento Interno, em que no compromisso solone e honroso em que se faz no -
dia do nossa posse, o vereador afirma exercer com de ’.icaçao e lealdadeo seu
mandato, respeitando a lei e promovendoo bem geral do Município. Hinguem -
e dire -
e mais ainda, não esquecemos em ab-
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇ/ ESTADO DE SÃO PAULO
, V -fls. 78~ de nos esquece en nenhum instante essa .-responsabilidade. E pod riamos di
zer, ST* Presidente, Vereadores, que tendo, como nos, verificamos, o
orador que lhes fala, votado em um Fresiden^.e que nio fora ao de outra fac
t srs.
çao, eu me siton^ vontade sr. Presi'ente o srs. Vereadores, para dizer tan}
bem nesta tarde, de que continuarei colaborando com o sr. Prefeito Munici￾p.l em tudo que fizer mister. Continuará colaborando com todos os colegas
em tudo aquiioqque seja real e vert :deiro em bencf.^^cio do muni￾Meo trago como disse no dia da minha posse, nenhuma tabole
ta política, nenhum partido nas r.iinh:s costas. Trago dentro desta C::sa, a_
desta C'
cínio de G.a^'
r*o M
V
rça.
-f￾respons::bilidadc, a qual o povo ne conferiu. Desta responsabili--'r'de, e
cima de tudo da dedicaçao e da lealdade. Eu não me afastarei um. so dia,
s6 instante, em nenhum compromisso, onde estiver. O interdsse de Garg.., o
interesse dos municípes de Garça, o inter^^sse daqueles que votaram
para que eu pudesse ter esta possibilidade Icgisl tiva em harmonia com. o -
Executivo de G rga, para eue nos possamos continuar neste lema de trabalho
e de realizações. E, neste instante, sr. Presidente, eu peço a Deus que o
oa esta nossa confiança e que esta confiança da Gamara e
.gindo sem.pre dentro da justiça, dentro do direito, afastan
do sempre de todo aquele desejo queira conturbar a nossa serenidade e os -
altos propósitos de servir ber: Gvrea
de servir ainda, dentro cio lema,
Pró Patria Excelsior”.
a￾i
um
em mim,
futuro correspond
do município.
>●
dn servir bem o município de Garça ,
esse "brasão" que se criou pa'-'a a defesa
E nenhum de nós, eu creio, e te -
questões da- ordem político￾do prosseguir assim
e que nós estamos den￾n
de Garça que e
nho certeza, trara pa^a dentro desta Cas
partid.^ria, porque a política de bem administrar
trabalhando, po~que engrandecendo o nosso município,
tro deste lem.. O lem.a que
e diz que se trabalha pela P;;tri
do político. Está em todos êles. Está
no alto censo daquilo que vezes quantas os in
de responsabilidade. Envaidecidos, já disse algrem,
as
Garça,
se enviou para Garça, porque quando se fala em -
não está a Patria em nenhum parti.
Está
Pátri. 2 }
em todos nos, dentro dosta C.-sa.
viduos busc -m no seu censo -
A
os individuos quando 2.e
vaclos aos postos esquecem dos compa-omissos' que assum.iram com o povo que nos
fiscaliza, com 0 povoque nos ve, que nos crítica, para que nós possamos en-
CÂMARA MUNICIPAL DE GA
ESTADO OE SÃO PAULO
St
-£i4_72- Que importa os indivíduos
que muitas vezes, qu::! perdizes encasteladas, esquece da continuidade de^
tao agir dentro do censo de responsabilidade.
sa responsabilidade, como se fosse dono de tudo, sr. absoluto de todos os
direitos G até muitas vezes a própria conciencia dos seus concidadãos.
Neste instante eu tenho certeza, sr. Iresidente, mudaram-se os aspectos.-
Alteraran-se as fisionomias, mas nao importa, nao alterou em absoluto a -
dignidade de nenhum dos srs. vereadores. C sr. Fresidenie sabe, que o com￾3 justiça e o di-eito em que eles serão bata.lhadores ne^
ta Cas:., em ccnsoncnci,; com o sr. P-efeito I.-unicip-l, para que então o Le￾promisso, o honra.
gislativo e Executivo, possam levar s bom termo a administração de Garça, -
Que nós possamos imprimir no Estado b.ndeirante,
quarto centenário memorável, e para nos cristãos,
ano ’.’..:.riano daVirgem, nós poderiamos assumir o
seguir dontro desta lealdade,
no ano de 1.955. neste -
também mc-morável que ó o
compromisso solene de pros￾trabalhando em justiça e'pelo direito de fa¬
zer Garça, nao G-rça como quer' sabe alguém poderio desejar:- uma fazenda -
m.s G?rça um município que na verdade, po" direito e por justi
ça, o é um elemento fundamental na bolança, e da bol^nça o fiel da econS -
Entac, quando
iluminada,
mia braciJ.cira.
a pátria, G-rçc
de bem neste instante, a respons■bilidade legislativa. Isto, se um dia,
que eu no creio, houver um principio que posr_
nossa intenção; Êsse nosso prossegui-iento,
cult. , nos estjrenros a frente para dizer que se for
trio morrer, não é só no campo de batalha, é ami tambom,
direito, da justiça, n: defesa dos nossos p;:opósitcs do homem e de respon
sabilidade para cem a socied de que nos vi e pa^a com os eleitores que nos
elegeram. E eu tenho a certeza, sr. Presidente e srs. Vereadores, ue nes
te sinbolo de honra que aqui nós deixamos ^marcado. Será a realidade paten
te disso c.ue nós queremos. Uma G.rça maior,
de G’rça p ra -.ue Sao Paulo sej-' o que todos nós ouvimos c 'ntar nas adjeti
vaçÕes exuberantes de uns, e cheios de dourados e lantejoulas de outras, -
m.as cuc todos convertam p ra grandeza da Pátria comum, esquecidos das vai￾dades pessoais, esquecidos das tdooletas partidarias porque em todos os
a opo tunidade se nos apresenta para dizer
a fara grandes cousos, ela confia e esfera nos seus homens -
vir querer diminuir esta
nos estaremos, nao na forma o￾tambem preciso pola p£ je
na -brtalha do
dentro do homem maior, dent"0
p
CÂMARA MUNICIPAL DE GA
ESTADO DE SÃO PAULO
partidos existem nomes bons. O que n3o e)'iste muitcs vezes e esse censo
de responsabilidade, e eese censo de patriotismo, para muitasyezes sacri.
fic r 0 baneficio da coletividade, E, eu tenho certeza que este propósi
to continuará dentro desta C:.sa, seguindo já, esta escola do direito e -
de justiço :ue nos temos visto nos Presidentes oue an ecedcram o atual -
Presidente eleito fará desta conti
ter a certeza de que
eleito, cu tenho certeza que o sr.
nuid ,:de urna realidade, para que nos possamos então
ern absoluto os que vão assassinar a administra￾ou diminuir,ou derrocar os p incipios já iniciados de con^
truçao G de reconstrução e daquilo que nós queremos que Gcrça seja, lia -
e,
r
nao fomos e nao seremos
ção de Garça,
realidade grande, grande em tudo que se faz preciso e tiver na nossa po^
siBilidade de realizar. E, neste' instante, sr. Presidente, quando os di
nos do li tal, já do longe nós ouvimos. Eu quero me congratular mais uma_
vez com V. Excia. polo alto escrutinio com que V. Excir. sempre manteve^
nesta C,sa. E, mais aindr., desejar a V. Excia. e sua Exrna. Familia, bem -
como a todos os elementos da l'es:, melhores dias no decorrer de 1.955, e
xcia. G aos seus e que eu estendo neste instante a
Casa, pedirido a Dous,
assiste aí silencioso de braços abertos, para que nao mintamos a nós mes￾0 nosso dever na al':ura dessa rosponsabilid .-do de fa
zer Garça maior, p-Ic grandeza do Brasil. E^-a o cue eu tinha a dizer.- -
C sr. Domingos Eduardo Bez:- Eu peço a palavra, sr.
um feliz Matai Y,
todos os Vereadores, nobres colegas nes'í:a que nos
mos, Que cumpramos
Presidente● Jr
O sr. Presidente:- Com a palavra o vereador Domingos
Eduardo Bez.
sr. Domingos Eduardo Bez;- Presidente. S-s. Ve
readores. Meste momento quero saudar os meus nobres cologas e agradecer
3 votação que eu tive nesta respeitável Cosa, como 22 Secretário. E, ter
minando este ano legisle‘‘ivo, par* iniciarmos num ano vindouro, quero
também agradecer os tr''b ;lhos tão nrestimosos que foi do nosso Presiden
te Joso Caio de GÓes Artigns, ;es nobre colega que sempre so esforçou -
nas alturas dr merecer todr: a dignidade, toda o honestidade possivel, e
todo 0 trabalho possivel em grandoz" do nosso município e, ao mesmo tem￾r
.9 or.
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇi^
ESTADO DE SÃO PAULO rs
po satisfazendo assim, plenamento a confiança do povo que o elegeu. Mes￾te instante, também,●quero pedir a Deus nosso Senhor que ilumine e guie
o nosso querido e estimado companheiro Clovis Dantas -lamalho que neste -
instante teve a s_, l:isfação de ter a maiori;- da votação nesta Casa, para
o futuro ano de 1.955, assumindo a Presidência dest^:. Augusta e respeita￾De minha parte, e da minha fraca pesso:;-, eu quero desde já, -
'hipotecar a minha inteira solidariedade ao futuro Presidente, e este co
lega que todo o esforço tem feito na causa comum do nosso município* Que
ro esclarecer, que corno vereador-, eu tenho a satisfação de legislar nes
ta Casa, nunca humilhando cuern quer que soja, sempre nas alturas para a
minha dignidade, honrando os votos que a mim lepositaram, eu quero esclij.
cono sempre aqui cst.irei nesta Casa para trabalhar, produzir.
»
vel Cosa.
&
*●
-r
í.
recer que
dentro de uma vigilância, dentro de umaecononia, dentro de uma distribui￾çao nes alturas, que possamos dar todas cs leis votadas ao Executivo, pa￾ra cue seja um trabalho de bonança, um tr-balho de aproveitamento, um
trabalho que possa s tisfazer o município, pa a nas .Ituras que nos reco.
bemos a contribuição do todo o povo, esse dinheiro ser sagradamente apli
cado em benefício do ílunicípio* òtis urn; vez eu quero esclarecer que den
tro desta Casa, um passo nio voltarei atraz, dentro do direito, da leal
dade, d. honestidade e do trabalho* Aponas estas p .'1 vra
colegas. Que nesèe ano vindouro o’e 1.955, Deus de:'rameea benção e cue q￾V
s, mou'-' nobres -
nos ilumin , para que saibamos a responsabiJ.idade que tc.c\oo perante a co
letividade de G rça. Ao mesmo tQmpo faço votos de próspero ano novo, pare
todo o povo, par., meus colegas, e cue o .ano de 1.955, soja um ano de bo￾n nça, do compreensão e de fartura para todos. í o quo desej.ava dizer*- -
O sr. Presidente: Agradeço ao vereador Ecu-rdo Bez, as
p.lavras elogios-s e generosas que o mesmo mo dirigiu, o, agradeço tam -
bem os votos do felicid ^de cue me foram oferecidos pelo vere.dor Jose PoTq
fírio.- -
y￾a
O sr. Clovis Dantas Ramalho:- Eu poço palavra, sr*
Presidente.
O sr.* Presiden e:- Tem a palavra o vereador Clovis Den
t as Ram alho*
CÂMARA MUNICIPAL DE GAR
ESTADO DE SÂO PAULO
O sr. Clovis Dantas Ranalho:- Sr, ^residente. Srs. Ve
re-dores. Cumprindo o Regimento Interno, acaba esta C:sa de eleger a sua_
í.ies'. para dirigir os destinos desta odilidade no proxino ano de 1.955.De^
vereadores e impuze￾a tarefa delie-.da de presidir a una assombloia -●
too bem constituida, repleta de cidadóos dignos, de cidadaos cumpridores
de seus deveres. Questão de rotina openas, de exclusiva algada dos S“S. -
Vereadores, bastaria que dest.; tribuna deixasse os meus agradecimentos a -
todos e, 'ue, também, como manda a praxe, fizesse acuei"' promessa formol -
de bern cumprir os meus deveres, êsses agradecimentos srs. Veresdores e esta
convicção que me anima de bem cumprir com o meu dever aí fica. Ho entan
to, pornit:m os srs. Ve-eadores, um parentese para cuc à guisa de explica
ção, eu possa externar dentro da medida do possível, acuilo que sinto nes￾cue eu dirijo, não propriamente ‘os srs. Ve-
»
3.
f
ta feita, mereci eu, a confiança da maioria dos s~s.
ram sobre os meus ombros
■f
9
te inst nte. Exolicacão est 0 >
readores, amigos e comp'nhoiros que atravez de anos, convivendo juntos a -
prendemos a nos compreender. Êste punhado de representantes do povo que pai
me conhecerem sobejamente, poderá julg r os meus atos. A explic çáo, contu
do, eu dirijo-me ao povo de G:rça, cue noste inst nte acha-ae naturalnente
interesr-ado na conclusão do pleito que acabamos de disputar, por-ue ninguerr
m-^is interessado nos nossos trabalhos, do que esto novo, do cuc os muníci- f
pes que ‘cui representamos,
res, pelr primeira vez que em Grrça se deturpou de tal manei
ue n :0 constitue absolutsmen':o una questão de honra ou um- questão
Infelizmento, sx. Presidente e srs. Vereado
este ^to de
rotina y
de vid. ou morte, se de-'urpou, e os mais desairosos e desencontrados comen
tários surciram com. rola ao as pessoas dos s ?s. Vereadores cue tiveram a
ombridade de sufragar o meu nome e de meus companheiros do chapa,
desencontrados e infundados boatos c comentários tom ram conta da cidade.
Cs mais
Fomos apontados ao povo de G.-rça, de seus inimigos. Fomos apontados ao po
vo de G-ràa, não só pessoa de quem fala a Vv. Excias., com.o todos aqueles
quG compuzernm, comigo, o nosso grupo, como dispostos a embaraçar a acao dc
Executivo garcense.
a
Como trazendo em noss;s mentes
C sr. Domingos Eduardo Bez:- V. I cia. permite um apar¬
te ●
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO OE S£0 PAULO
J' ' -fls. 83>- O sr, Clóvis Dentas ..malho:- Com ‘:odo o prezar.- - —
O sr. Domingos Eduardo Bez:- om aparte.- Confirmendo -
»
hoje rnesno, em certo trecho de ru"', uns quatro -
Exci'., dizendo -
as palavras de V. E>:cia
ou cinco <amigos meus, vieram confirmar as palavras dc V.
● >
chapa oficial, que os serviços .de agua, esgotos
e calçamento seriam paralicados na cidide, culpa exclusivamente dos que iri
se nos vota riamos contra
r am voter contra.
O sr. Clovis ^.:ntas ^'■omalho:- Agradeço o aparte de V. -
■f aue aliás, srs. Vereadores, vem ilustrar esta exposição sincera. Es
ta exposição magoada, esta exposição dorida c.ue estou fazendo a esta Casa -
em resp’:^ito única e exclusivamen e ao povo respeitável e respeitado de G.ar￾Mas que os srs. Vereadores disputem esto plei￾Excia ● >
ça, quG aqui representamos,
to, que incriminem-se para as su..s preferências individuais e procure enfi￾sua candidatura,- e humano, e natu￾siste. i.':as, este espetáculo triste, que ficará
como uma nodoa na historia legislativa de Garça, de ci''.adãos que nada tem
leirar o maior número do adeptos para a
ral,e ur direi'o que Ihos a s
a ver com esta Casa, de cidedaos que se nao escondem interesses inconfes￾S-veis, pelo menos assim fazem crer, de cidadãos ouo desconhecem por complg.
to o que .rqui se passa, e t. Ivez ignorem que estamos no seio do amigos, lan
cem estes processos difamatórios. que insultem 09 srs. Vereadores, ato com
tentativa de suborno para :ng riarem votos para seus adeptos.
0 sr. Pedro aonso 'e Oliveira:- V. Hxcia. perrriite um
Y
aparte.
O sr. Clovis ^ante f^amalho;- Com todo 0 praz r.-'- -
O sr. Pedro Afonso de Oliveira:- em parte. um vere￾4
ador nesta Cesa que foi visitado por dois ;eren.es de bancos, que foram pe
dir pa~a cuG nao votassem em V, Exci'. De modos que, até os ge^-entes de boQ.
COS for';m intervir contra a nossa chapa.- - -- -- - - - - - - - - - - --
O sr. --‘^ntonio Cruz:- em contra-aparte:- Eu queria que 0
sr.- Pedro Afonso dissesse qual 0 verador quo foi procurado por esses geren
tes .dG b ncos.- -
■<r
0 sr. Clovis. Dentos P^anall-o:- Mos estamos discutindo a
%
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SÃO PAULO í
/
I 84- cuost^o ern tese, c jcmais decerei nesta Cesa para o ter^reno pessoal,
citando fatos que e da conhecimento de toda
panhado esta lufa-lufa dos últimos dias
junto de 17 vereadorec,
deiras partidarias. I.'.as
Hstou
a gente de G.rra, que tern açora￾em torno deste ploito.
*
Somos um côn
eleitos pelo mes.mo povo, sob as mais diversas ban -
aqui dentro, somos iguais em nossos direitos,
iguais o somos em nossos deveres. E não há desdoiro absolutamente para
'' i corr;
esta
A￾Casa, em cuo o Presidente seja eu, ou sejo qualquer um dos srs. Vereadores.
Porque eu reputo dentro desses 17 vereadores,
mens honrados,
todos homens dignos, todos Ii^.
todos homens a altura de cumprirem com o seu dever nesta Ca- ●f
%
Dizia-se a boca pequena, repito, que i-iamos botar c.:lço, botar pedras
sr. Prefeito, par. qu- sua Excia. nao pudesse continuar essa -
obra grandiosa, essa aeminist ■ agio mc?gnifica que vem fazendo, .Tcs,
so, ^té hoje, nos'GS 3 últimos anos um vo￾si.
na botina do
s s. Ve￾roador^^s, esta Cas'- negou pe
to se quer, uma medid: se quer de ordem, lenisp
ac
iva que viesse facilitar o
sr. Prefeito, dar-lhe meios para
o, srs. Vereadores, Somos homens dignos,
responsabilidades, e tenho
qualquer um de nós este ato,que i
sim, seria trair o povo de G.:rça,
re.mos .''efender a autonomia
poder c;miinhar nessa sua administração? -
somos homens a altura de nossas * V
a certeza que nao passa jamais
is':o sim,
pela c'beça de -
seria trair o nosso mandato, isto
í'-
Aponas defendemos sempre nesta Casa e i*
deste poder legislativo. Devemos- nos compreen -
alto conceito este principio de autono￾aqui dentro, nas nossas
der mutuamente, devemos ter no mais
mia, para que esses estranhos n^o venham interferir
decisões. Ist'ó diferen e.
De política
"ei. De política,
nste principio eu adoto, este principio eu
nest. Casa, todos sao
-íf- ys
seeui￾rei. testemunhas de que jamais eu coope
sereis também testemunhas de que no futuro, jamais me ocu
parei. C que nos move e o desejo sincero de s-^^-guir as pogodas daqueles Fro-
*^iden .es que .:qui estiveram, inclusive do nobre Presidente.Josó CÓio de GÓes O
Artigos, e man .er bem alto o conceito da Camara,
lio necessário que for solicitado
nham como tem vindo,
e dar ao Executivo o auxi
a esta Casa, clesciG que suasproposiçoes ve￾e como, com ce.rteza, vi. ao trazendo om seu bojo medidas
necessárias o boa ordem administrativa
G eu creio que toda a Ca
e ao progresso de Garça, meus compa—
sa jamais negará o seu voto. nheiros, Seremos, como S./U
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA^
ESTADO DE SÂO PAULO
somos, com poder in.’cpcn-'.en ,.e, com poder autonomo, mas um poder em
harmoni-' pefeita com o Executivo. Feitas estas exposições, eu digo ao povo
de Garça c;ue pode ficar tranquilo, porque de nossas mentes jam^ais partirao
essas idéias nefastas quo destroem, essas ideiais tonobrosas que tracem de￾scmonic. Penco c;ue nao houve vencedores, nem. vencidos. Terminada a elei
ção, sejamos todos comp-nheiros, sejamos todos '.migos. ProcuresiQS única e
exclusic mon’;e o bem estar de Garç;-. E a todos os srs. Vereadores que vota￾È
4»
ram ou deixaram de votar em mim, ao Cp.efe do Executivo, a todo o povo de ●
G.rça, a esta classe laboriosa que ainda ha poucos dias, preocupada com os
rumos que iri..: tom.ar est': Gamara, estava aí p;eocupada e temerosa do futu
ro de Garça. A todos esses cidadãos, eu digo:- Esten'o as minhas r.iãos lim￾p s, porque nao as manchei cind
sadia porque es
V
*
graças a Geus. Eu estendo a minha mente -
cor’, pensamentos bons. Eu estendo o .meu cor .ação cheio de -
de Garça, pela qual, concilio todos os ssrs. Vereadores,
iremos trabalhar um dia. A todos os srs. Vereadores. I.íuito obrigado, Era o
4- -
amor a esto terra
que eu tinha a dizer sr. Presidente.
C .rr, Presidente;- Convido o sr, Vice-Presidente a as- í*
sumir D Presidência.
a Presidência,
poço a palavra.- -
0 sr. Presidente:- Com a p lavra o sr. Jose Caio de Go￾O sr. .ranoel Galdino de Carvalho asau.'iiu
O sr. Jose Caio t.eGoes .\rtigas: -
es /.rtioas.
Josá Cu o de Coes Artigas:- Sr. Presidente. Srs. O sr.
Vereadores. Acabamos de ouvir a oraçao proferida pelo Presidente eleito de^
Em vez do, seguindo a praxe,
exc'lencia \
ta C;.:sa, 0 vereador Clovis Dantas Ram Iho. a—
gradecer a sua eleição, divergiu su?
Ihor fora
po." outros caminhos que me￾M-.o soi porque, cueixa-se nao ter sonuido. 0 vereador D..ntaG Ra￾malho do fato de pessoas estranhas
tão futuro resultado desta eleição,
quanto ao fato de nunicipes garcenses interessarem polo resultado d
o fato G, que tanto pro,
interfer.ãrGm n<as noss snegociaroos e
Tanto pro, como contra, nao seria a razão
a GSta Cas , te-em interferido n' en -
●í'
Se sua excelencia tem ou nao razão
as suas
G .1 e i c 0 c r legislativas, ponho a margem. Mas,
tra , pessoas estranhas a esta G-sa,
ou* con
>
nos nossos acertos. Eu insisto.
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SÃO PAULO
-flS, 86“
do vereador Dantas Iho reclamar cs interferenci;. ^Diz o vereador Don
tss Danalho, oo foram apont-.dos como inimipos do povo de Garra. -Ignoro -
cue isto tenha ccon'-.ecido, e.. nr.o creio mesmo que isto sej verdade. Entre￾tant', e num ponto muito excencial quero dizer, rue moáivos tem havido para
por em dúvida c boa vontade do vereador Dantas Ramalho, em colaborar com o
Executivo. §sses motivos é que nao sÚo do conlv cimento púdlico. Sao apenas
de conhecimento aqui dos vereadores desta Casa. Mao se pode querer tapar o
sol com a peneir*. atitude do vereador Dantas -damalho nao deixem a menor
duvida do que a su-' invenção não é c de colabor
to assim cue fatos acontecidos mui recentemonte, inclusive um que so tornou
mesmo de domínio público de urn companheiro mui-’-.o checado
♦
rar com o Executivo. E, ton
ao vereedor Dantas
Eamalho, companheiro esse \'eread-.r também, chegou ao cúmulo de afirmar na -
rua, que as contas do sr. Prefeito fdiunicipal foram
ele assim o desejou. Isso, dito por um vere-rdor desta C
JL
aprovadas apenas porque
a G a.
C sr. Pedro Afonso de Cliveira:- em -parte. Quem falou
n:,o fui eu e consta da. ata. C pronrio veread::r Delfim Augusto de F-^ria, dis
ft pelo parecer do Pe-:’ro se: onso, nos aprovamos as contas do sr. Prefeito!’ T
Consta da ata.
C sr. Jose Caio de GÚes A-'tigas:- Mao. tí-.s, o que não -
consta da ata é que o sr. t cria convencido os seus companheiros a aprovarem
essas contas.T
O sr. Pedro Afonso de Oliveira:
enganado. Eu disse anen,.s que eles
parecer que era ap- ovação das contas do sr. Prefeito,
O sr. Jose Caio de Goes Artigas:- Nao,
0 sr. Pedro Afonso de Oliveira
C' que concorre para
só tem fuchico. SÓ conversa fiada.
em aparte,- V. Hxcia.
baseados na ninhe informação, no meu esta
votaram..●
\r em aparte.-
o mal aqui nesta Casa, é o fuchico. Aqui
#
^ ● Excia.
está enganado.
>r
O rr. Jose Gqío de Goes Artig
proGsegu.indo em su-:s palavras, chagou a dizer o
as Ainda ma.is. sse mes¬
mo vereaaor, tt seguinte e
agora vao ver co:.i ● vai ser”. í￾0 sa. Pedro em aparte, á po.rquo eu fonso ce Oliveira:-
nco vou da mois pcaecer de mo:’o que po impressionar os meus companheiros c c n
o o
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SÃO PAULO
-fls. 87-
Eu direi dentro de base cue for possivel.
O sr. JocO T'rora;- em contra aparte.- Graças a uni ele￾çuG está presente, pode-se testemunhar, cue gr^
Se nio
A
mento da ”Cor.i rca de G rt: tf
ças ao vere:dor Pedro Afonso de Oliveira, foram aprov-das as contas,
fosse ele, n o teriam sido aprovadas. Portanto, V, H:xi não deve n'''gar -
porque temos testemunhas presentes. Ainda V. Hxci'. afirmou per-nte duas -
testemunhas, e creio cue seo homens de bem e não neg rào se caso for preci-
● >
so provar, cue V. Hxcia. disse cue, "de ora em diante o sr. Prefeito ia ver4J
como e que iria acontecer".
O sr. Pedro Afonso de Oliveira:- em aparte.- Eu...
0 sr. Jose Caio ce GÓes í Urtigas:- Sr. Presidente. Eu pe.
ço q’e me gar-nta c palavra.
O sr. Presidente:- Advirto C-'sa ''uo esta com a pala -
a
vra 0 vereidor GÓes rtigas, e os ■ipartes devem ser so.licitados.
O sr. Pedro tfonso de Oliveira:- em marte.- Consta das
contas um chego p~r complet.ir a importanci : de um milhão e oitocentos e -
cu<?renta .mil cruzoires
e disso que eu estou f-lando. - Que de agora
cue o Prefeito, tir .ndo dinheiro por antecipação. E,
.m diante nos não vamos mais -
>
aprovar isso.
O rr. Jose Caio de GÓes A.rtigas:- I.'.eu ccro vereador. Xe
so e assunto para ser debatido aqui em Pl-.^n.
1.01. Hão e,
o entre aqueles que o povo. e￾logeu para em p-imeiro lugar,
do rua, o muito menos nos termos em cue o foi.
j- assunto ^orn ser rieb ●:ido no .moáo
y
Sr. Presidente. Como disso￾melhor fora
caminho, porque nos força ao n turai revi-.-.e.
fatos, 0 pooque da nossa atitude.- - ~ -
C'’o‘o ver odor Dantas Gamalho não trilhasse por esse no inicio
Ao esclorecimonto natural dos
●A
C sr. Clovis Dantas Ramalho:- em aparte.- Eu nio criti￾cuei absolutomenie a atitude do sr. Prefeito, nem criti ei tão pouco o in
teresse cue os cst.r nhos a esta Casa demonstram. Ü cue eu critiquei foi o ii
«■
interferencia, ue nao e interesse e do qual difereenuito, de estra -
nhos até cem promessas de suborno. Apenas isto, eu condenei, porque dos srs.
coisa
Vereadores, eu nada tenho o condenar.
C sr. Aosé cá
%
o de Goos Artigaas:- í.ias, como dizi.^, a o-
CÂMARA MUNICIPAL DE GARC/H
ESTADO DE SÃO PAULO r y
i ■ -fls> 88- oração do vereador D;„ntas ^amalho, noG forc"; c ur.- exn.licaçao da noGGa
titude*.Se, ern sua totalidade, esta Casa nao adotou a candidrtur'' do vere
adcr Dentas '^cmrlho, foi po: julgar que sua excelencia não est.ria clisnos
to a col )borar com o Executivo íi.unicipal. E, o nosso dever precipuo,
Presidente, e defender o interesse do í.-unicipio, colocando-o acina de quais
quer outros interesses. E desafio qualquer um d^e seja, encontre razoes oih
trasna atitude de qualquer um daqueles que conpos o nosso bloco, qualquer
a￾a
sr. -
fi'
outro interesse em que possa ser colocado paralelomente aos interesses do
municip ,.is.
O sr. Clovis Dantas D..,n:lho: em aoarte.- Eu resneito
como também respeito o pensamento dos companhei.
"OS de V. Excio., se achar;, cue eu não i"OÍ colr’borar com o Prefeito riunicj.
pal, eu respeito esse seu pensamento, mas, a afirmação eu fiz dessa tribu￾n? e eu a manterei de pe.
0 pensamento de V. Excio- ● >
José Caio de Goes Antigas;- Praza os céus que i^
subí a esto tribuna, para que não pe£
-xamalho nao foi preciso nas -
n~o seria razoável que duvidas futuras vies^-en turvar
0 hoje cor;’i:_i nesta Casa.
O r
contoca. Mas, de cualraor fárm.
manecessem dúvid
so
o Vereador Dantos o
r)
à
o , porcu
suas E
acusações.
0 trabslho
♦
O sr. Clovis Dantas Pamall.o:- e ar^arte.- V. Exciv.
disse qt.ie eu não fui prociso nos minhas firma^^^iv
Excio. que tudo que ou disse dessa tribuna c verdade. Mio voii,’ expor aqui ,
Hu pO' ^o garantir a
\r as. - ●
porque cc’*i nao e u Casa onde se deva lavar rovpas tao imundas. M;s,
necessário, isto virá à lúmero.- - -- -- -- -- -
O sr. José Caio de Goos Artigas:
se
Se necessário isto
2 lúiv; ● ' ' T '
vrr'- a lum.em. Eu falando pcsscalmonte desejaria cuc tudo viesse
G V. Excia.
-/ em. -
que tem conhecimentos ●-■os -
não pa-sso julgjr das razões mais fortes que determinam essas quest^
M.s o juiz da questão, no mom-^nto >
fatos, ■r
es.
uo"do 3ez:- em aparte.- Hu queria
ferir ao nobre colega, reafirmando cs expressões do colega Clovis Dantas -
O sr. Domingos re-
> P.amalho, justamento a interferencia de pes^soas estr.nhas nesta Casa, con
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇf ESTADO DE SÂO PAULO , /
fome o nobre colcQa João T.roro oxpoe e po-’io ‘':ostenunha por pessors de
forr, rue foi dito po" fulcno de tol e cicl',no. Sua excelencia, corno un -
batalhador de una causa nossa, nao devia lovcr a sério
no:'C'ur,nto podora ser una política por
t
n^-bre colcna nosso,
ess s palavras, \
fora, na a nos enve¬
nenar aqui dentro. Iss; prejudica o andamento do nosso trabalho.
O s’T. Joso CÍio ‘■'o GÓes Artigasí
rnargen e dou valor que merece. Mão tenho a menor duvi
Isso tudo meu cc.ro -
i. vereador, Eu ponho
do. Mas a razão principal de eu estar pronunciando as palavras que ora p?'0
a
é'áo cuc se tomamos essa atitude foi nor Julgar cue os interesses
Foi de acordo com a nossa conciéncia, que agi -
nuncic,
municipais assim ditavam.
m.os da férm.a que agimos. E nao foi baseados em beatos de que quem quer
que seja. Foi baseados em atos dos srs. Vereadores dentro desta Casa o fé￾ra dela.
0 sr. Dominoos Edu do 3cz:- em an?rte.“ 0 que já se “
passou, ja se roí. As elciçoas que se deram hoje, tao honradamente, presi
dida pelo nosso companheiro F^lício Botino, nos traz umaunião no nosso in
timo, e no nos-so espirito para o bem de Garça. A prova é que 'm. 3 anos de„
trabalho n^s nunc.. embaraçamos o trabalho. Fizemos tudo dentro das alturas,
dentro da dignidade e dentro de tudo que fei necessário para o bem do nos
so município.- -
C sr. Jese Caio de GÓes .'.rtig s:
nos, Mas, po- pouco que isso deixou de acontecer,
haja visto as palavras pronunciadas pelo vere .dor Pedro ..fonso de Oliveira,
que se n~o forc éle converter os seus co..;panheiros, as contas do Prefeito -
não teri^m si'o ap ovadas, ecr-.o si fora uma questão de opiniões, cu opinião
pessoal própria.
Oliveira nada fez mais quo a obrigação c o dever de aprova-las, ou as con -
tas não est v:m certas, e nesse caso o sr. vereador Pedro Afonso de Olivei -
ra é responsável, e mais do que responsável porque precisou convencer ou -
tros para darem os seus votos.- -
:e Imente isso tem
acontecido nes^^es tres
y
* Ou as contas estavam certas, e o Vereador Pedro Afonso de
0 sr. Pedro Afonso de Oliveira:- em aparte. Eu quero
dizer à V. Excia. o seguinte:- Eu nao convenci ninguém. ’.'as nas contas do
>
sr. Prefeito havia um.a verba de um .milhão e oitocentos mil cruzeiros em
CÂMARA MUNICIPAL DE GAR üiTe ESTADO DE SAO PAULO
■< 'i'ú
rg:.—9ü- c:.ixa, G 0U inforrnonrlo c'c sr. Diretor da Secretaria, ele disse: '’:r.sse di
nheiro o Prefeito e r-cponsavel por ele, porque e um homem de bem, tem re
cursos etc." Mas esses seo vai 'S que constam da caixa. .'.í eu pergunto
V. Hxcia. Era quanto bestava para nao se cprov..r as contas, po que nao se
pode aceitar que o s". Prefeito Municipal tenha vales em caixa, feitos
por antecippcão. Os projetos tem que vir na Cosa e depois de? aprov''do e
que pode so gast;T e no então, ton sido até hoje assim. Ten-se gasto por
antecippcão. Tem-se coloc do v.;les n C-jisc e os vere-.do-^es depois, aqui
é que vão aprovar. Isso é que eu falei pora o sr. Tarora, que de agora -
em diante n;^o se í:-.7. ncis isso. Cu o Prefeito r.undi' oara nos aprovarmos -
t
o
B.
antecipadamente, ou nos nao aprova remos. Como nao vamos aprov..r
delas que o Prefeito gastou sem nossa auto ização, sem consultar
conforme manda-a Lei Organica dos i.'unicípios. É essa a razão que eu disse.
Porque se nós somos contra o povo? Então somos.inimigos, e então vamos
trabalhar direitinho de agora em de;,nte. Era isso cuo eu quoria esclarecer
a Vv. Excias.- -
ii luitas -.f
a C„.sa ,
O sr. í.'onoel Fernandes B-rbeiro:- em- aparte.- Caso que
0 vereador Pedro Afonso de Oliveira disse ti ft que nos n-ao vamos ‘aprovar
O sr. Pedro Afonso de Oliveira:- em :parte.- V. Excic.
veio votar nenhuma presicenci', e a￾gora veio votar contra nos, e no entanto eles est van serap-e na oposição -
● ● ● ●
e de uma bancada quo nunca nosta Casa
conosco. V. Excíp não tem autoridade nenhuma de falar
esta nesse meie, e nem contamos V. Excia
O s". José Caio de Goes
fj ft nos . V. Excia. n.'o
V ● i faz favor.- -
P
Artigas:- Pela orde.m sr. resi
dente.
O sr. Presidente:- Tem a palavra pela o-:dem, o verea
dor Jose Caio de Goes Artigos.
José Caio de Goes . tigas:- Eu concedí o aparte O C s '.
ao vereador Manoel Fernandes B rbeiro.
O sr. Manoel Fernandes Barbeiro:- em aparte:- Eu acho
que não dei autorização nenhuma a V. Excia.
C sr. Pedro .\fonso e Oliveira:- V. Exci
nesta C^.sa, como vere-ador e componhet o político é nulo.- -
r-
● ● ●
s
pa^^a mim,
/
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇ
ESTADO DE SÃO PAULO r /
/
1 O ●
O sr. Manoel Fernandes Barbeiro:- Hu nao ^’.ei auto izü
ã c?o nenhuma oara falar era neu none.
0 sr. Pedro .Ifonso áe Oliveirr':- em .parte.- Mas,
MÓs quando falamos ^'essa forma, Incluimos
n.s 3 nosse posse-, ou c noss:: e de nossos companheiros acui.
nulo, já falei que V. Hxcia. á nulo. á urn sunlentezinho que veio aqui ago
cadeira e está achan;^o que é muito importante.- - -
sr. Jose Caio de GÓes A-tigas:- Sr. Presidente. Po
ço que empregue Prosidoncia cuo está exercendo para repriLmir a lingua -
gem do vereador Pedro .".fonso tíe Oliveira, que está fugindo as normas par
lamentares.- - —
quem falou no vo:'so nome. ape -
V. Excia. é
ra toma^ conta de u
O
c
Jose Crio de Gocc Artigos: Sr. Presidente, e
s de assistir a mais uma exolo Zo do Vereador Pc￾C rr.
S G. Vereadores. :.c a b
dr.o Af‘nso de Oliveira.
O cr. Pedro Afonsu de Oliveira: em aparte. ■-Mias,
com .v.uita rozao meu nobre colega.- - -- -- -- -
O s'-. José Caio de Goes '/.rtigas:-
par 0 vereador Pedro Afonso de Cliveir , porque o mesrao é muito te.mpero -
mental.- - -- -- -- -- -- — -
Deve-se se ceseul
O sr. Pedro Afonso '■e Oliveira:- ern oarte.- Muito o￾brigado, tgredeço a sua tolea'ancio. - - -- -- -- -- - - - - - - - -
O sr. José Caio te Góes .".'‘tigas:- -’As, não se deve dar
as p. lavras que ele pronuncia nesse estado, muito valor. Enfi;:, sr. Fre~
silente e S"S. Vereadores, como ia dizendo, Se sub^a est: tribuna, foi pa
ra torna' potente de ':uo o nosso pensor.^onte, de que a í-’es éra eleita nao
iria col:bora'“, rc.jlmente coia o Executivo Municipal, tinha, o por enquan
to, salvo prov" Gf'. contrário, ainda tem fundamento. Entrot ntc, faço votos
que o vereador Clovis Dantas P.amal''0, Presidente para o cxercicio. de 1955,
cump: a a palavra que aind há pouco empenhou à esta Casa, c à população de
Garça. Quanto aos ou'aros fatos, como disse, os ignoro e façam juizo dos
mesmos, aqueles que deles tem conhecimento, é so sr. Presidente o que d£
V
f
■» sejav: dizer.
O cr. Pedro '.fonso de Oliveira:- peço 0 nalavrc sr.
CÂMARA MUNICIPAL ESTADO DE SÃO PAULO DE GARÇ^^
J2i-ímm
■t>' r
Presidente.
0 T". Presldent :- Tem a nalcvra o vercudor- Pedro Afea
4
so do Oliveir::^ 0
í.
O sr. Pedro /.fonso ‘'e Oliveiro.:- Sr. Px'- sidente. fÍGUS
riio erc meu desejo felar hoje, po oue estou ’e veras mago
ado com o que se tem psss-jdc fora da C.mara. do G..rça, Corno sabem Vv.
Sr. Presidente e Src. Vereadores, noc que tivemos a petulância, vamos dizer
assim, de escolher o rr. Clovis Dentas Aarnrdho paro Presidente,
nobres colegas.
t: Cias V
t
i omos ta;c3-
dos de todas as coisasi as mais dos:gradaveic que tem en G.-rça. Eu corno sou
um cidadao que aqui móro ha muitos anos e que tenho tr-^balhndo por «
Garça, -
modestamen e, mas tenha tr:b-'lhaco, como todo o munda c.^nhoce, naturalmente
meu amor próprio ficoti ferido. Eu me aborrecí e tive até que discutir com o
meu nobre colaga vereador Joao Tarora, cidrdao que eu considero e respeito
porquG lhe devo ;nui-'os favores. E^urn cidadão honradíssimo, é um ciua'cb'o que
nada se tem contra sua pessoa. Tanto corno homem, como vereador, mas srs.
V'S sabeis, :ue quando estó ferida a dignidade do cidadão, ele -eage talvez
at ""estupidam.enre. Eu, então, não desejava fal"-. Apenas venho f.lar para es.
clarecer o vereador iVanocl Fernandes Barbeiro, que audno fali nos, falei -
- aqueles que pertencem à boncad do Partido Social Pro
gressista, '■.ue ainda tem sua legenda mantida nesta Casa. Que são o sr. Clo
vis Dant3s --malho, eu, o sr. DÍcio Alves Matél, Idanoel G Idino de Carvalho,
Edu'rdo Bez, Felício Botino e Plinf.o Gento. Êsses são os membros do Parti
do Social Progressista aqui em Garça- nesta Cas ;.. O sr. Jocé Cr^.o de GÓes
tigas, que é um. cid'-dao ●'e muito valor, hoje é rnenbro do Partido Soci"'l De
mocrático, e bem assim o Salviano que não esta presente, que não podemos S£_
ber certo qual é o Partido que êle esté seguindo. De modo que esse "nos", -
eu disse com "elacao aos membros do Partido Social Progressista, o mais os
nosses comp.-.nheiros que hoje estão nos ajudcandc quando nos merecemos algurn-a
justa -'provação, e, são olr-s D. ria José Vieira, o sr. Anselmo Pereira de
-'.raujo e o Prof. Porfírio. Êsses é que eu falei, nos. De modo rlgum vou fa
lar da U.D.N,, porc;ue V. Excia. sabe, sr. Presideiiite, que nesta Casa eu lu-
*
nés do P.S.P. MÓ s,
V
tei contra a U.D.M. tres anos. Lutei contra o dr.
cidadõa que defendeu mais o Dr. Rafael aqui nesta Casa.
Delfim de Far;A-, e fui o
É aquele cidadão -
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇ
ESTADO DE SÃO PAULO
O 52, cor:0 SG diz nc gíriu, e nós defende￾moc o qucnto nos foi possivel. Portanto eu nao posso falar em nomo da U.
M. !;co. ibsolutaí'ente nao, .Mnda m ic agora cue esse Partido icui nesta
sa nunca cornp roceu pa-: vot.. ■. Hoje eles vier n bonitos, belos e formosos,
com o sr, i'anoel Fernandes B:rbairo,●n. frente como lider, para vot'r con
tra 0 nossa chapa. Isso é um direito que cabe à elas. M:d: temos que cen
surar porque os vereadores votam em quem bem ôlcs queiram. í-‘as, é uma pro
va que dur-.nto qu;:si quatro anos esses cidadãos aqui nunca aparecerem aqui,
nen sicucr para votar em branco, He modo que eu nao posso f:lar em nome da
.p'-s.r de ter na U.D.M. elementos, paren es meus, posso s cue eu -
considero e- respeito, Has, nao posso f-^l-r em norne dos vereadores da U.O.M.
impossível. Hinguem. pode falar, só pode f:l'r em norne da U.O.T!. 0 li￾Nem mesmo os vereadores,que sao chamados a ordem
massacrava o dr. Rafael de I2
D.
4
9,
u.n.i! ●,
c-me
der nor eles air-oriz^do.
quando andam irregularrnen ,e. Port nto, um particula’'.' nao pode falar em no
me d" H.n.H, , ''ind n
a U.D.M. Fui e continu- is que, que sempre fui contra
arei a ser sempre, emboraç reconheça nesse Fertido, homens honrados e de
princípios de muito valor, O sr. Manoel Fernc.ncios Barbeiro, saiba disso.- ●
0 sr. Mancei Fcrn-ndcs Batbeiro:- em aparte, V. Excia,
não e do U.D.M, porque ela neo e Governo, po-que 0 dia cue ela for governo
0 sr. aderirá no dia seguinte.- --------- 	
O sr. Pedro Afonso de Oliveiras- Mi s onde e
tou com o Governo. V. Excia. não esta fal .ndo 3 verdade, porque se>f eu es
tou dizendo quo sou do P.S.P. e o P.S.P. está po- baixo e acabou de perder
a eleirão, estou dizendo aqui nesta Casa que p rienç.o ao Partido Soei ,1 P:?o.
gressisteo, ndo estou a favor do Governo, V.- Excia. e sou Partido podo ser -
que esteja quc--endo aderir ao Governo, mas po,'- enquanto eu s u do P.S.P, Pçl
de ser que quando terminar o meu mandato, eu pos-^a ingressar em outro Par
tido, mss, ato agora apenas pertenço ao Partido Social Progressista.- - - -
C sr. João T roros- em --parte.- V. Excia. -inda há pou￾empressou cuo eu ingressei no Partido Social Demo -
Lie ou es￾V
CO como todos ouviram
crstico.- ------
4~
0 sr. Pedro ■'uoro dizer a V,-
- MÓs fo"'Os eleitos pelo Partido Social Progressista.
onso de Clivèira:- Quo
/.te Excia. o seguir, e:
CÂMARA MUNICIPAL DE GARCIA
ESTADO DE SÃO PAULO
PTr
ueçiendr; c o Partido So￾ciol P::ogrGSSif:to. Se V. E::cia. já ent ;'.u no P:rtic’c Socicl ’^G:‘;:ocratico, -
is do ",T.E. O sr. José C^io ■●'g GÓcs '.rtigas, ilustre vereador ne^
n?o é m is do P.S.F. Eu nao paccei para
/
este momento, ;^or'',ence:'.os a esse Partido. /. nossa
n a 0 e r
£
ta C' S', ciic entrou no P.S.D. , j
outro Partido, ainc-a.
C sr. Joao Trrora:- em aparto.- Ilao havia necessidade
de t nta explicação. Quero perguntar à V. Excir. e o nosso Presicen-o quo
acaba de ser eleito, se pertecem ao Partido Soci .:l -ogressic-ta, ou noo
pertencem, unic: e exclusivcmente isto.-
t.
'y$-
C sr. Pedro Afonre de Oliveir.:- Ha pouco foi lido o -
Boletir; de apuração, onde diz assLm:- Ci vis O.ntas vam'.lho 10 votos P.
S.P. Como V. Hxcia. .ncao pr senciou na ho-v? l -S quando falou em seu nome
C'-mo P. -..D., V. Exica. protestou imedi amente, poveue V. I
pul.uicou pel-: imprensa, honradament?'.
C sr. Joao Tvroraí
n
nao e mars
P.T.E., V. dignamente.- —
Eu incressei no P.S.D.
do ci: .
om. aoarte.
e estou nele. Po.rtanto s u 'Io P.S.D. í.'as public;’!.^! na imprensa, e agoa
claro arui em Plon-rio, perante os s*:s. Ve-e
Socia.l Democrático.- - -- -- -- -- -- -
dc￾ores euG pcrt''nço ao Partido
*
0 sr. ^edro Afonso de Oliveira:- Agora eu qu-^ro que V.
Excia. diga uma coisa. . Excia. viu em algum lugar, no jornal
Clovis D nt c Eamalho, Dacio Mves Hatél, eu o os outros
^ r
ruG 0 sr.
coleg s pertence
o aloum Partido?-r
0 sr. Joao Tarora:- Que-' dizer que continua no P.S.P.-
0 sr. Pedro .tfonso de Oliveira:- I!Ós somos da legenda,
r.as até hoje
Sv nao consta nada. Ter.ios que ser do
anoel Fernandes B<arbeirc é da U.D.
V
M'0 saimas dela
somos do Partido Social Progressista.
Partido Social ^rogressista, como o sr.
l\, o r", José Forfírio do P.H.P.- - -
.ino.a. Pode se- cue amanho n.o sejamos m: rs.
T￾1.
0 sr. lianoel Fernandes Barbeiro:- em .parte.- Eu sem¬
4 pre fui.
O sr. Pedro Afonso de Oliveira:- Deus permite que con￾tinuoi sendo. E Deus que faça o s'-. 1'anoel Fernandes Barbeiro con a su.:; U.
s que tc-nh.-: um princípio diferente desse princípio de pensar que
%
D. .V ● i
n
CÂMARA MUNICIPAL DE G/RÇA
ESTADO DE S&O PAULO /
A
(i‘ - fls. 95- nós vanoc f .lar em none da U. D. M, Hinouen fcla em nome da U.D.K, Men
seus lideres, nem o lider fal"' em nome dela. O Part^* dc de V. E . c um 1/ r* 4
Fcrtido ospinh-;cIc. O lidor para fala.r, precis buscar 'a assinatura, recon￾nhecer firma, para fale:.
O cr", 1'j.noel Fernandes B.rbeiro:- er.i parte.- Eu estou
onde semp''?e estive. V. Excia. está conforme o Governo eleito.-
O sr. Pedro Afonso de Oliveira:- '^io sr. Eu sou do F.S.
F. desde 1.944, c ate hoje não saí dc Partido Social Proorossista.
mesmo estou dizendo que sou do P.S.P. .'.dhomar dc Barros caiu do Governo, e
cio. quer mais p ova do cue isto.
'.gora -
*
eu estou no P.S.P, V. I Quo V. «A w «.● u ●
cucr que eu faça.
0 ,s', 1'anoel Fernandes Berbeiro:- Vamos ver dnaui há -
uns dois ou tres neses.
O s“. Pedro .fonso de Cliveira:- Pode ser que eu mude.
Isso e natural. Pode ser quemude, pode ser que não. Isso é questão do futu
●o, e 0 futuro não se pode prever. Eu nom soi se amanha ou amanheço morto.
●r So D us sabe o futuro. Falar sobr- o futu-^o e coisa terrível. Bom, S". ,^re-
*
sidente, eu poço a V. Exci- ● > se :"ui orosseio com V. Ex.cia., e com os no
bres colegas desta C sa, as minhas desculp: Vas, pode — C J. o ● ficar ^ r
. ●
certo, hvOuvG suborno , houve ofertas ind-coro sas , houve visitas de banquoi￾ros na c:sa do nosso colega, pedindo pa-a os veredores votarem contra nos,
houve toda a sorto de esuss. Quer. srbe, V. Exccia. r.^uito dignanente, muito
corrotamonte cof.: seus bons colegas nao tenha cor.hsci.'.a n~o disso. Quem sabe
se eles fizeram por conta própria. Podo ser '..,up não tenha V, Excia. inte^
vido, ner.'; o próprio Dr..P. faol. ítas foi urv coisa do arrepiar o cabelo,
uma csisa tremenda e nós fic..mos magoados, .gor- de uma csi: : V. Excia. po
star certo. - Eu -\ç modo nenhum serei contr:_ o Prefeito. 1',s de agora
em dionte, ,s cont s e os projetos aqui apresentados eu só aprovarei de a￾cordo com o Lei VVgcnica dos -Vunicinios. .\provar recursos gastos, nesta
Casa eu não aprovarei m:',ic. 5Ó aprov.:rei se o P efeito pe''ir como manda
Lei Orgânica dos Vunicípios. O cidadão chegar 1. dizer, eu vou dar trinta
V
if
f
do
a
contes pa~a esta senhor: jcui, e sem Gamar: :prov:r, isso ac'd:"'U. Hu nao
CÂMARA MUNICIPAL DE GA A
ESTADO DE SÂO PAULO /
-fls> 96-
aprov::rei rnain no::c;ue uma vez cue me aponLeram conN inimigo eu so aprova -
4 rvoi ca coices log-.i?, L'co aprev rei nric com. antoci^açeo, e ou tenh' certe
za cue oc outros colonrs ferõo e nesna coic:.Esses contas cue vão ser dis￾Vv. E:ccias. vao ver rqne situaçao estão elas*
0 Prefeito mandar. Eo o Prefeito man''’ou a metade e a
dia 2C, Se cutidos agora no
gastou. Se pediu-p
outr:. metade nao mandou. ■- 0 nOoacio do c o de ftitebol, medimos a con n
no fim co¬ ta e mandou cji.a-enta C"-ntos apenas, e a oitenta centos pucer
no conta de cheg.r paro inteirar. Mão é possível, é preciso cue ma.nde as -
roito porque oit nao aprovo sob pena do renunciar meu mandato. De -
outra forma eu nao faço mais. Era o que eu tinha _ dizer c V
^residente, e, desejo feli^^idades pa^^a tocos os mous nob-'es colegas.- - - ●
,plic''çao Pessoal.- - ●
C sr. Plínio Gent::;- Peço a palavra sr. Pres5.''ente.- -
O sr. Presidente;- Tem a palavra o nobre vereador Plí￾cois:s
Excia. , sr.
0 cr. Fres ente;- Frossenue .
nio Gcnt ●
C rr. Plínio Gent,.;- ^r. Presidente. S-'s. Vereadores.-
Era meu intuito de início, agradecer somente os votos para c minha eleição
de Secretario.
♦
Entretanto, os fatos foram se desenrolando de uma manei-
:.'a um tanto tempestuosa, e tive o desprazT de ouvir da boc:. do vereador -
Jose Caio de Goes Artigas, uma insinuação, senão uma '?firmacão de r;ue a pçi
lavra ou ,s atitudes do vereador Pedro Afonso de Oliveira sac impostas e -
obedecidas,' cono se nís fossemos ver'-^adores de cabresto. Isto mo .chocou pre
♦
C*
fundamento, po cuo V. Exci:. tem conheei
que nunca meus atos sairam fora dapuel.- linh.. de con 'uta que a minha digni￾nto da .minhc atitude nesta Casa,
dade e a minha.honra...
C sr. Jogo C^io '■’e Goos . .rtigas V. Excir. me nermite
um aparte●
O s", Plínio Genta:-
O sr. José C"'io do Goes -'-rtig
V. Excia. 0 tem
«r
s ;- era. aparte.- Eu nao a￾r firmei que o vereador Fedro .fonso de Olia" ira '.'itasse normas. Quon disse -
tal foi 0 vereador Pedro . onso de Oliveira.
O Pedro jr onso de Oliveira;- em aparto.- V, Excia.
faz confusão as .minhas palavras. Eu faloi neste ponto:- as coisas erradas -
sr.
CÂMARA MUNICIPAL DE GARQÀ
ESTADO DE SÃO PAULO
nin.; uem ap -ov -ra.
C rr. -línio Gonta!- As coisas erradas ou certas, isso
4
Outra coisa compete a nos decidimos. Hu so estou condenando a ofirmaçao.
que eu queria refutar das n-^lavras Uo veresdor José Cáio de GÓes .'.rtioas é
quanto a candidatura do vereador Clovis Dantas Aamalho o a mesa que foi e￾leita* Diz elo cue o'intuito do Prosidene d r.esa eleito é barr.r qualquer
ato dc administracao -.'o sr, ^refeito !.'unicipal. Absolutamento. H vou expli í￾car porque ● ● ●
C sr, JoSvó Caio de Goes -’.:~tiças;- em aoarte. Eu disse
cue eu continuo pensando ●uc o in’-uito n..c e do colaborarao. Fri isso o que
eu disse.
O sr. Flínio Ganta:- Ben. Isso é uma manei.::.’ de pensar
de V. Frcia. o, ou oncoço plen .mente as afi'.'macõos feitas pelo vereador
Clovis DantasGamalho, dizon''o que nos>;: C.sa irá colaborar cm tudo aquilo
que for possível. 'Ju-t-mente por isso que r'u quero afirmar a V, Exci.a. que
é intuito, polo menos posso:1 o acredito nas palavras do veroador Clovis -
Dantas ^analho, po-que so ha um vere dor, nesta C.sa, som diminuir absolu￾tamen c qir Icuor cuo seja, quo somp::o admirou e semp-e deu apoio a admini^
traçao do sr. P efeito, aponto do sa tornar um apoloniota de sua administra
ção, sou eu. Fosso confessar nesta C sa. Agora, de eud,i'~-cord::r disso ou
quilo e ur.i dire5to cue mo assiste, porque Y. Excia. pode rocordar-so na pri.
rnoira eleição da l'esa desta Casa, quando V. Excia. mereceu o meu voto. E, -
s
se hoj'^ o m'-'U voto quem o mereceu foi o vereador Clovis Dant :s Damrlho, so
ficar que o meu gesto é do independen
7
por est.. atitude \r c
a. poa’era vo:
cia. Se o sr. Pedro ..fonso de Oliveira, disso o que disso, ele foi infeliz,
po’-’CUG eu não ^'ndoço. Eu n''o endoco porque acima de Partido, ja disse e a￾firmo, esta a minha dicnid.de pessoal, e isso não abdico em favor de ninguei
\r
●
f
0 sr, Clovis Dantas Damalho;-em aparte-*- Eu es Ml ouvin
do tudo e cheguei a uma conclusão. As palavras do ver ador Pedro .Vfonso de
Oliveira, estão s-, ndo torpemente torcidas,
reador Pedro Afonso de Oliveira.
Conheço bem a explicação do ve￾WU‘ grvços a aquèle sou parec^^r passar m
. O que quer dizer, que nos vereadores, com um volume enorme de
contas que não tivemos o cuic^ado, o trabalho de esmiuçar c-.âsa por coisa, -
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1/
-*
oovisa aa oys oinvd
V
VdVIAIVO IVdlOINniAI 30 vòa
CÂMARA MUNICIPAL DE GAKÇA
ESTADO DE SÃO PAULO
AF.
“ilSLt. 22- 0 sr. Jose C:io do Goq,f ■.^tigas: Sr. Presidente. Srs.
Vereadores. IJum aparte d‘ vereador Dantas Darnalho, solicitada ao vereador PÍ
nio Genta, disse sua excelencin que teria chegado a un:; conclusão. Conclu -
são essa que linitaria, cuo -s p lavras proferidas pelo ve-eaddr Pedro Afon
so de Oliveira, estariam sen Io torpecento alteradas.
Ihor o assunto. - As p l'vras que o vereador Pedro Afonso de Oliveira pronnn
ciou foram claras e não hã razão para dúvidas.- --------------
O sr. Pedro Afonso de Oliveira:- en aparte.- V. Excia.
Eu voi esclarecer me-
>
GSt:,va prosen e quando fal i?
O sr. JoEv Caio de Goos A.rtigas:-
iTiunh'S idôneas e mesmo aquele a quem V. Excia. se dirimiu direrarnente
merece interranente a nossa fé.- - - - - - - - _ - _ _ -
*
Hao estava. M-'S teste
as pa¬
lavras %
0 sr. Pedro ‘.fonsc de Cliveira;- olo pode estar abor c
rocido e pons r ● ● ●
O sr. José Caio de Goes Artigas:- Hao.
Agora, qu.:nto o fato de, os companheiros do V. Hxci
louvado no parecer em.itido pelo relator do processe, não é verdadeiro. Tanto
n..o e verdadeiro que un vere-.dor que esteve
chegou manifestou o s-'u desagr.vo ao sr.
contas do Prefoito, ficando, portanto,
est va armado:
r'~o pode estar -
aborrecido. CÀ ● terem, se
usente nesèa votrçao, quando -
lenais, por terem aprovado as
evidente que o espírito pre-concebido
G aos
%
"V
recusar as contas do Prefeito I vo tiveram so quer o cuid^
Est vam dispostos a mcusa-las. E -
do de estudar cs contas do sr. Prefeito.
em virtude de um trabalho do vero dor Pedro Afonso de Oli
decidiram aprova-las.-
iveira, Vv. Excias.-
C sr. Pedro parte.- Ú confiança
parte.- V. Excia. quer
onso de Oliveira:- em
O sr. Clcvis D;ntas Ramnlho:- em
convicto do que as próprias convicções do vereador Pedro '.fonso
Qu-r incutir no espírito dele,
Quando esta adotando estas idéias.
ser mais de
Oliveira? novas idéias, novos principio
Exci . não pode torcer. E-té declarado
sr. José Céio de Goos Artig
G .
● .
O as: - 1-. G m'u c aro vereador
D;;ntas Ram.alho. Esta minha opinião deix.cu de ser opinião depois da palavras
».
exn ess s polo vere-dor Pedro Afonso de Oliveira. t»
-< Se as contas do Frofeir
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SÃO PAULO
/.f
to é porqU’-^ eu convencí og conponhoiros prova-l^s.
O' r*'. Pedro '●.fonso do Oliveira:- Eu falei c;uo eles se
4
b'''searam no neu p recer.
C sr. JosG Ceio ('e Goes etigas:- O s’". n~o falou ba￾serdo no sou parecer coisissira.; nenhuma, F lou qu as contas foraiu ap''Ova￾das porque convenceu os companheiros a op ova-las. Hn abono desta minha e
posição ainda digo o seguinte:- est"v-'m combinados de roctisa-las, tanto
sim que um vereador que não esteve oresente a vot-ção ficou deveras aborr^
áS
fh
cido porque mud.ram de opinião.
O sr. Pedro Afonso de Oliv-ira:- em -parte.- Ah i 'Quer
dizer, neste caso que a minha atuação foi m:gni"ica.- - - 	 	
0 s:‘. José C,aio de GÓos .'.rtigas:- Nao estou negando o
seu bom trabalho naquele parecer. O que cu estou afirm.ando é o ato de que
a oposição esta organizida. H c ultimo incidente feliz ocorrido teria sido
esse da aprovação d~s cantas porque assim não p evocaram maiores dificuld^
des ao município. Porque n,:.da mais fizeram, senão a obirgação. ílas que o e
espirito de oposição estn organizado
/“
V
. ● .
O sr. Pedro Afonso r'o Clivoira:- em aparte.- Eu quero
dizer a V. Exci' que eu como "elator quo fui das cont.:s do sr. Prefeito,
tendo que desabone a pessoa do sr. Prefei
to a não sor esses que estão por aí que cuem s-be nao sa.o assim com.o eu es
tou pens''ndo. Pode ser que haj" equivoco. Sc fosse V. Excia. também rela -
cs cont's. estão viridic s, nad a
-i
■y￾tor dessas contas. Eu Pedro Afonso de Cliveira, vere dor nesta Casa, acei¬
taria com muito prazer porque tenho confiança em V. E>xia, E assim foi o -
cuo muitos oens-rara.- 	 	 	 	
O sr. José Caio .le Goes A-tigas:- A obrigação do verec.
dor é estud r os proc-ssns, principalmente quando se trata da aprova'”o
d-^s contas municioais.- - -- -- -- - —
0 sr. Pedro Afonso ’.e Cliveir^ Lev."ria uns dez anos
p ra ver todas ess~s contas. Assim ten si^io om toda
e em todo os lugares.- ----- - - - - - - -
> i;arte. Em Sqo Paulo
O José Caio de Goes ti$ Ua o . Pior a emanda do oue.
■<
0 soneto, .‘.cab: c vereador desta Ca.sa de diror cue nno ter. tempo, que nin-
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SÃO PAULO
. o» ● 1 -
A
ouorn ter; tenpo p-.ra cetuclcr ur.i processo de ipr-ortcnci«-rnaon'?, conc seja o
drs contas d-, rr. P‘:ofeito. Su " ço cclhor juizo dos sr^s. Vereadores. /.cr£
dito :cuo tcnhan estudadc c nao tenham achado irregule~:idados m.aiorcs no
processo, rnotivo pelo qual nco os expuzoran em FlQno"'io. I..as, como provam
as polavr'S do proprio vereador Pedro Afonso de Oliveira, foi necessário -
cue o mesmo influisse perante os companheiros por. que dessem a sua aprov^
oco as contas. Como disse; - poior a cm-rric que o soneto. Se o sr. Fedro„
Afonso dc Oliveira, fez um juizo tao mau dos seus colegas de b:ncada,
Era 0 que eu tinha c dizer.- _
O ar. Pedr'0 .\fonso OliveiraJ- Eu peco o palavra sr.
Presidente, apenas para ●●espender as p''l~vras do vore.:dor Jose /urtigas.- -
C ar. -residente;-- Cora a palavra o vero-edor Pedro Afon
y
● %
rh- . Ã
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eu “
nao 'y 0 .
so de Oliveira.
Cr. Presidente. Srs.
Vereadores.- Sua excelencia o nobre vereador Jose C'io de Goes Artigas di^
se quo na serroo seguinte aqui vieram uns vere .dores e atacaram
po*-quo dei parecer favorável, e porcuo cen^egri a aprovação das
contas. Ve sua oxcelencia que eu nao estou
?le nes.a.a- este certo disso, rr
Excia. isso iria muito lonoe e o Prefeita tinh' muita nocessi-.'ade d-as con￾C sr. Pedro tfonso de Oliveira:
V.
a minha -
peesoa
J7i a z endo nenhum juizo mau deles.
minucioso, m~is aiemorado. E como sabe V. p c
t:s aprovadas devido os negocios do recobimor/~o das quotas federais, e ti
vamos que ap.rovar logo. í.'osmo po-c,u.(^ nolros nao tem nada - ue possa desabonar
iatração. Era o
sr, Presidente;- Como nenhumy,dos srs. voro.;c’ores te￾pal vre está encerrada a S
o Prefeito e sua uo eu tinha ;● dizer sr. Presidente.-
O
nha solicitado cr-'*'
A
liada m.:;Í5 havendo eu Socret ^rio, la vre.à
-p * r- esta :ta. d tilo^r. a-la e a subscrevo.- - X￾hM
7.
X

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