| Tipo | Extraordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 6 |
| Date | 1975-05-26 |
| native_id | 4495 |
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1 ^âmaUL JUanieljpuL de ^atça üiiad& de. Sãix ''pauía GÃi.iARA hlUNICIPAL DB GAROA 6M SSSSgO SXTRAOHPINARIá, ífflALIZADA EM 26 DE KAIQ DE 1Q75. £IIE?SIDBNTB; PAULO RBNATO ALVBS DB SOUZA SJCHBTARIOí GBRALDO CAMPOS No horário regimental, feita a chamada dos senhores v_e readores, constatou-se a presença dos seguintes: Antônio Conessa,- Boanerges do Prado Vianna, Geraldo Campos, Mauro Mattos, Paulo Re nato Alves de Souza, Salvador Zago Junior, Veríssimo Fernandes Bar beiro e Vilson Pereira Ramos, num total de oito (8) dos senhores - vereadores. - -- -- -- -------------------- Não havendo B2PBDIBNTB RBCBBIDO DO BXBCUTIVO MUNICIPAL, BXPBDIBNTB RECEBIDO DB DIVERSOS, EXPEDIENTE APRESENTADO PELOS SENHO RES VEREADORES e não existindo oradores inscritos no PEQUENO EXPE DIENTE, o sr. Presidente deferiu a palavra no GRANDE BXPBDIBNTB, - 0 vereador Boanerges do Prado Vianna, com a palavra, - disse que iria abordar um assunto sem pretensões à polêmica, mas - que, talvez, possa vir em colisão com alguns pontos de vista exara dos pela nobJre Casa, através de propositura feita junto ao recém— findo Congresso dos Municípios de Campos do Jordão| que não se tra tava de uma posição ocupada com certo antagonismo em relaçao àque la tese, pela tese em si, mas uma posição originária, mais de as - suntos que, hoje, lhe motivaram para o tema e, diretamente, vincu lados à discussões havidas no recinto do I.E. Hilmar Machado de - Oliveira, com relaçao às Associações de Pais e Mestres; que contri buintes, usuários de serviços pdblicos ligados à educação, ao cré dito, ao financiamento, entendem deva o Município, porque suas ver bas sao escassas e são parcas, ter menos responsabilidades junto a certos organismos que deveriam ser mantidos exclusivaraente às ex - pensas do Estado e que, nesse sentido, talvez, haja, não diametral mente oposição de sua parte, mas ligeira divergência àquilo que - lhe parece foi o conteúdo da tese esposada pela Casa; lembrava que, nesse sentido, se pronunciou o nobre vereador Veríssimo Fernandes— Barbeiro, numa das sessões passadas, quando reclamava de que a ci dade, muitas vezes, tem que doar terrenos para que se construa, - aqui, agências bancárias, ou outros estabelecimentos, que venham a ser instalados no Município e que são representações, por delega - çoes, do prdprio govêrno; e que pensava que esse tipo de conceitua çao deva ser reformulada, porque na medida em que a coletividade - se beneficia, com a instalaçao e funcionamento de determinado esta belecimento, essa comunidade deve sentir a sua própria responsabi lidade na vinda de tal estabelecimento e na manutenção dele, que ela, a comunidade, de consideração nasceu porque poucas famílias, integrantes da comu nidade, participam, solidarizam-se com a Associação de Pais e Mes tres, conquanto, na realidade, era preciso que se reconhecesse que a escola pública possuir uma clientela que não tom condição de cola boração. _ por - é diretamente beneficiária; que esse tipo - 0 sr. Veríssimo Fernandes Barbeiro, em aparte, disse - que 0 assunto focalizado pelo orador fora abordado no Congresso, - junto ao sr. Secretário da Educação, e que, inclusive, houve soli citação à S. Bxcia. no sentido de ser coercitiva a contribuição - 2 Qâtn^atXL JKuniebfiaL de. ^atça ôsiado- ilt. São <()milõ para com a Associação do Pais e Mestres e que, assim, entendia ser esse problema geral, de âmbito estadual. --------- _ _ 0 sr» Mauro Mattos, em aparte, lembrou ao orador que,- conforme a determinação da lei ns 5.692, novos encargos foram trans feridos para os municípios; que essa situação é que ensejara a apr^ scntação da tese garcense no Congresso, que mereceu, na oportunida de boa acolhida por parte dos congressistas. ----------- 0 sr. Boanergos do Prado Vianna, continuando, disse que o que pretende levar os nobres pares a considerar á que as comuni dades devem se furtar a assumir o espirito de paternalismo as comunidades devem aceitar certas responsabilidades. - - 0 sr. Salvador Zago Junior, em aparte, disse discordar do orador, porque os cidadãos já contribuem, atravás de impostos,- para que a União e os Estados mantenham o seu plano de trabalho, notadamente na área de educação e saude; e que e que, por extensão, en - tendia, segundo o raciocínio do orador, que até o centro de saudedeveria ser mantido por particulares. - - - _ _ _ _ 0 sr. Boanerges do Prado Vianna, respondendo, disse - que é exatamente no sentido que o aparteante encaminhou o assuntoe que acreditava, na maior parte das vezes, resvala o sentimento - público, porque fica muito simples, muito fácil, para aquele que - se encaminha, dentro das lides políticas, confortáveis; ticos, quando se pretende que estes livros sejam usados, dentro de uma escola, por 5 anos, para não se sacrificar a bolsa dos pais - dos estudantes; que, em princípio assumir as posiçoes mais e que, nesse sentido, citaria o caso dos livros didá essa idéia parece-lhe luminosa, mas lembraria que contra revistas editadas, semanal e mensalmente, com custos altissimos, ninguém diz nada, mas contra os livros didá ticos essas críticas são feitas. ------- _ _ “ 0 sr. Veríssimo Fernandes Barbeiro, em aparte, afirmou que, como Presidente desta Casa, trouxera feira de livros da Funda çao de Livros do Estado do Sao Paulo e que Rotary Clube de Garça,- por diversas vezes, procurara trazer essa feira, para se dar condi ções melhores aos estudantes. ------- ________ 0 sr, Boanerges do Prado Vianna, respondendo, disse - que aquela iniciativa mereceu, na oportunidade, aplausos. Continuan do, o orador enfatizou que determinados serviços sao de obrigação— do Estado e hao de sor mantidos pelo Estado; mas que, supletivamen te, 0 Município deve colaborar com o Estado naquilo que o Estado - não tem condições, porque se trata de minúcias c quo nesse sentido é que atua a Associação de Pais e Mestres. ______ 0 sr. Veríssimo Fernandes Barbeiro,em aparte, esclare ceu que, a partir deste ano, a Secretaria da Educaçao irá reembol sar a Associação de Pais o Mestres pelos pagamentos efetuados aos funcionários a que, já para o ano que vem, aquela Secretaria preten de firmar dois convênios: um para as pequenas reformas e manutenção dos prédios escolares e o segundo sobre pagamentos dos funcionários ce'‘'.dos pelas Prefeituras, 0 sr, Boanerges do Prado Vianna, respondendo, disse - concordar que o pagamento aos funcionários, pelas implicaç.ões que podem advir, deverá competir ao Estado, mas as pequenas reformas,- aquisição de uniformes, do livros, isso deve ser yijna obrigação da Qâfnata JUnnleijp.ai de, /jiiad(y lit 1^0 ^paul» 3 comunidade, porque ela está enriquecendo o seu patrimônio cultural. 0 vereador Boanerges do Prado Vianna, ao final, afirmou que acredi tava que tenha, de alguma forma, contribuido para que se conscienti ze a comunidade no sentido de colaborar mais com as Associações de Pais e Mestres, porque é, através delas, que se suplementa a a edu cação nas escolas. ----------------- Nao mais havendo oradores inscritos no Grande Bxpedien te, 0 sr. Presidente deferiu a palavra, pela ordem, ao vereador - Geraldo Campos. ------------------------ - 0 sr. Geraldo Campos, pela ordem, requereu a dispensa¬ do Intervalo Regimental. 0 sr. Presidente consultou a Casa sobre o Requerimento verbal formulado pelo edil Geraldo Campos e, ante a manifestação - favorável do Plenário, determinou ao sr. Secretário que procedesse a chamada dos senhores vereadores para a ORDEM DO DIA. - - - - - - Procedida a chamada, verificou-se a presença dos seguin tess Antônio Oonessa, Boanerges do Prado Vianna, Geraldo Campos, - Mc aro Mattos, Paulo Renato Alves de Souza, Salvador Zago Junior, Ye ríssimo Fernandes Barbeiro e Vilson Pereira I^mos, num total de oi to (8) dos senhores edis. - - ------ Havendo numero regimental, para sequência dos trabalhos, 0 sr. Presidente submeteu em 2â discussão e votação o Projeto de - lei ns 15/75, do sr. Prefeito Municipal, que revaloriza em 41,4/^ ó valor das referências numéricas do funcionalismo municipal. íarece res das Comissões Competentes. ------------------ Nao havendo solicitação de palavras, o sr. Presidenteencerrou a discussão e passou à votação, sendo aprovados, Projetoe pareceres, por unanimidade de votos. 0 sr. Presidente declarou - aprovado, por unanimidade de votos, em 2i discussão e votaçao gl®- bal, 0 Projeto de lei n2 15/75, --------------- Entra em 2ê discussão e votação 0 Projeto de lei nS - 16/75, da Presidência da Câmara Municipal, que majora em 42,4^, partir de 12 de áiaio de 1975, as referências numéricas dos funcio nários da Câmara Municipal de Garça. Pareceres das Comissões Compe tentes. ---------------------------- — a Nao havendo solicitação de palavras, 0 sr» Presidenteencerrou a discussão e passou à votação, sendo aprovados, Projeto6 pareceres, por unanimidade de votos. 0 sr. Presidente declarou “ aprovado, por unanimidade de votos, em 2§ discussão e votação glo bal, 0 Projeto de lei n2 16/75. ------------- — Nada mais havendo na pauta da ORDEM DO DIA, 0 sr. Pre sidente deferiu a palavra em EXPLICAÇãO PESSOAL, - - - - - - - --- 0 vereador Salvador Zago Junior, com a palavra^ disse que, mais uma vez, 0 Movimento Democrático Brasileiro - M.D.B. através da sua bancada, com seus 3 vereadores, nesta Casa, garanti ra a aprovação de dois importantes projetos, que visavam a majora ção das referências numéricas dos servidores do Executivo e destelegislativoj que outros assunto que 0 trouxe à tribuna dizia res - peito ao famigerado "trevinho" que 0 DER pretende constuir na s£ - gunda via de acessoj que, segundo sua observação ‘*in loco”, o cita do trevo será construido à nível, a eixo da rodovia, e que, assim, vai se constituir em um verdadeiro local de fatalidades; qu' nao 4 &âmatcL JtlnMmjp.Ql de ^atça ôdado- df. Sãfí <])auloobstante isso, dará sequência a sua luta no sentido de que o trevo seja cons trSS^í^y^^frojeto original; que, para tanto, pretende apre sentar, futuramente, um memorial,bastante claro e incisivo, respon sabilizsindo o DSR e a Secretaria dos Transportes por esse crime que vai ser cometido contra Garça» 0 orador, para exemplificar, ci tou 0 caso da Cidade de Padre Nóbrega, distrito de Marília, que, - embora tenha um numero reduzido de veículos, receberá um moderníssimo trevo. A seguir, o sr. Salvador Zago Junior leu um artigo pu blicado no jornal "Correio de Garça", cujo título dizias Nível - Um crime contra a população". Ao terminar, o orador reafir mou a sua intenção de apresentar uma monção às autoridades corap£ - tentes, verberando a construção do trevo daquela forma e que, ain da,*era de seu pensamento recorrer ao Poder Judiciário, atravás de it Trevo a um manda.dp de segurança, no sentido de impedir a construção daque le aleijão.y viário. — - Não mais havendo oradores inscritos em BXPLICAÇÃO PES SOAL, 0 sr. Presidente informou aos senhores vereadores que se ma téria houver, para a ORDBI.Í DO DIA da préxima sessão, esta lhes se ria entregue em suas respectivas residências. Ato contínuo, decla¬ rou encerrada a sessão. ( , Secretário, lavrei a presen te Ata, fiz datilografa^isToasubscrevi, conjuntamente com o sr.- Prosidente* _____ Bu, PRBSIDBNTB SBC, 0