| Tipo | Extraordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 6 |
| Date | 1974-05-27 |
| native_id | 4513 |
status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 3
9 t / &âmata JULuiieufial de. ^atqxL ôitado dt São^ 'paiilâCâmara otUNICIPiiL de G.íRCA 6g SESSÃO EXTRAORDIiíARIA. REALIZA.ÚA EM 27 D'B Í.1AIO RK 1974. PRS5IDENT-; VERlSSlMO FERúANDEo BARBEIRO SECRETÁRIO; GERALDO CAJrOS No horário proviamente marcado, feita a chamada dos nhores edis, constatou-se a presença dos seguintes: Antônio Co - nessa, Boanerges do Prado Vianna, Geraldo Caíapos, Luiz Yamauchi, tíanoel Joaquim Fernandes, IJauro Mattos, Paulo Renato Alves de Souza, Pedro íCrusicki, Salvador Zago Junior, Veríssimo Fernandes Barbeiro, Vilson Pereira .iamos e Jathyr Mafud, totalizando (doze) vereadores. - -- -- -- -- -- -- -------- 12 Nada constando para o EXPEDIENTE aECESIDO DO EXECUTIVO MUNICIPAL, EXPEDIENTE RECEBIDO DE DIVERSOS e EXPEDIENTE APRESEN TADO PELOS SENHORES EDIS, o Sr, Presidente passou diretamente pa ra a OrDEm DO DIA, anunciando a 2ã discussão e votação do proje to de Lei n2 17/74, de autoria do Sr, Salvador Za^o Junior e ou tros, modificando os termos da Lei ns 1212/69, qae dispõe sobre 0 afastamento obrigatório para construções residenciais da rua - Carvalho de Barros, entre as ruas Vital Soares e General Giicá - no. Nao havendo inscritos para a discussão,o Sr. Presiden ta encerrou-a e passou à. votação, onde foi aprovado unanimemen - te, 0 Sr, Presidente declarou aprovado por unanimidade, em 2â - discussão e votação, o projeto de Lei n2 17/74. ------- Em 2â discussão e votação o projeto de Lei nS 20/74,do Sr» Prefeito Municipal, solicitando autorização legislativa para a aplicação de disponibiLidades financeiras transitórias pelo - sistema mercado aberto (open market), ------------- Nao havendo inscrições para a discussão da propositu - foi ra, 0 Sr. Presidente encerrou-a e promoveu a votaçao, onde aprovada unanimemente pelo plenário. 0 Sr. Presidente declarou - aprovado por unanimidade, em 2ê discussão e votaçao, o proje t Qde Lei n2 20/74. - -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- - - - Entra em 2§ diecussão e votação o projeto de Lei n2 21/74, do Sr, Paulo Renato Alves de Souza, disciplinando o horá rio de funcionamento das farmácias de Garça. ---------- Nao havendo oradores, o Sr. Presidente encerrou a dis cussão e passou à votação, sendo aprovado unanimemente. 0 Sr.Pre sidente declarou aprovado por unanimidade, em 2a discussão e vo tação, 0 projeto de Lei nS 21/74. --------------- Em 2ã discussão e votação o projeto de Lei n2 27/74,do Sr. Prefeito Municipal, maaorando em 21^ as referências numári - cas do funcionalismo municipal. --------------- - Não havendo inscrição de oradores, o Sr. Presidente en cerrou a discussão e passou à votação, sendo aprovado unanimemen te. 0 Sr. Presidente declarou aprovado por unani-iiidade, em 2â - discussão e votação, o projeto de Lei n2 27/74. ------- - Finda a matária constante da Ordem do Dia, o Sr. Presi dente deferiu a palavra cm EXPiilOAÇãO PBoSOAjj. - -- -- -- -- mata ^/HuJtiaüfiai dt ^atça í <2 ôlt/ulo (Lí Sã& '/hiilâ 0 3r. Jathyr Liafad agradeceu, em uome de su- família , ^^mnifestações de solidariedade e carim.o por parte da popula ção garcense, da Presidência da dasa, aos pares e dos fuxicioná - rios do Legislativo, que .ossibilitaram aos seus familiares su - portar os duros golpes do destino por que passaram. ------ 0 Sr. Salvador Zago Junior congratulou-se com os de mais vereadores pela aprovação unânime do projeto de Lei ns 17 / /74, quando foi demonstrado o bom senso dos membros de ambas bancadas. Disse que entendia como ofensa pessoal - e que poderia revidar, a contragosto - o parecer da Somissao de Justiça — nado pelo líder arenista — ao citado projeto, de sua iniciativa, modificando uma lei municipal de sua autoria, datada de 1969.Laa timou estar ausente quando da li apreciação da propositura, pois gostaria de discutir, co-i o relator da Jomissao de Justiça, ponto de vista emitido sobre a peça, onde foi demonstrada uma in crível fragilidade de pensamento, Lembrou ''que o Homem e dade reconhecem, a cada dia, novos valores', e que a cada instan te a ciência e a técnica permitem às pessoas novos conhecimen - tos. Afirmou que, fechando os olhos para tudo é que o indivíduo- será um mau legislador, cedendo às pressões - como afirma o pare cer em questão, que muito o ofendeu. Frisou que falava num momen to de sentimento pois, desde 1969, sempre manteve na lasa uma - conduta coerente, de acordo com seu caráter. Disse que o líder - uma cadoira legislativa , as assi 0 a socie situacionista, no ano i meio que ocupa deveria ter percebido que a sua vontade é a de colaborar com desenvolvimento da cidade e não a de 0 ficar nas mesquinharias - dos partidos políticos'*. iV.anifestou sua convicção de ue aque 1 e edil havia adentrado à cue-stão pessoal e de que o mesmo ocuparia posteriormente a tribuna para, ‘com suas palavras belas", colocá -lo, talvez, em situação de inferioridade, nodificar uma posição raaical assumida anteriormente tudes do homeu, e por isso é que apresentamos o projeto de Lei - ns 17/74 - aprovado un-nimemente pela Jasa, contrariando as pre tensões do relator da 'Jomissão de Justiça mudando um ponto de vista existente em Lei datada de 1969, também de nossa autoria. 0 Sr. Boanerges do Pr.-do Vianna afirmou que observava, 0 líder emedeoista situar no terreno pessoal as - afirmou - é uma das maiores vir constristado. discussões que se fazem torno de um projeto. pois a lasa deve legislar em função da coletividade. Disse haver desfrutado da convivência com aquele edil durante a adolescência e começo juventude e que o admirava co...o pessoa humana, achando, porém, - lamentável a sua figuxa -OiuO político, pelas atitudes tomadas em relação a algumas proposituras e ção às suas palavras. Frisou que, ^uando da apresentaçao de pro jeto de Lei majorando os vencimentos do funcionalisuio municipal, aquele vereador havia se manifestado contrário à propositura por ela majorar vencimentos c S':r do autoria do Sr. vor da mesma em virtude úe sua determinação grau de popularidade, pelas suas futuras pretensões políticas. - Disse não possuir escas pi’etensões pois, ao fim desta legislatuda pela prevenção do mesmo em rela irefeitoj e a fa em manter um alto - Mamata. ^/HuAiiabfia.l deÔWido dt Sãô- ''ponLo » 43 eifl seu ra, pretende encerrar su„ carreira política. Afirmou ^ue, parecer, não pretendera ofender o autor aa propositura; apenas - enfatizara '^^e oa crite'rioa estáticos levr^ a líder opo®""- cionista a apresentar, em 1969, projeto de Lei fixando em 5 me obrisatório p..ra edificações defronte o Bosque Wimi mesmos que os da hoje. Frisou que aquele vereador, relatório de suas atividades ao final do ano,ira modificou outro que foi in - cm 1969o - - - - - tros 0 recuo cipal, eram os ao apresentar o acrescentar o projeto 3iji -^3 $ de trabalhos daquele edil, interrompeu o orador e passou a pala- cluído no balanço 0 Sr- Presidente balvador Zago Junior. Z.igo Juni.or, pela ordem, afirmou que 0 mesmo estava usando vra, pela ordem, ao Sr. 0 3r. Salvador 0 esgotado e que tempo do orador já havir da artifícios e modificando tudo o que dissera. - * ~ 0 Sr. Presidente informou que, descentanao o tempo da manifestaçao dô edil salv.dor Zago Junior, o orador ainda dispu nha de dois minutos. F afirmou que o edil que ocupava a trihun artifícios empregados pelo orador ante CG estava usando dos mesmos rior. uindo, transmi - 0 Sr. Boanerge-: do Prado Vianna, _ atrave's da Presidência - escusas ao líder oposicionista se no terreno pessoal e afirmou que, quanto lidade daquele edil,nada con tiu ste sentiu-se ofendido n. à parte ideológica e política da persona tinha a desdizer. e , com a palavra, esclareceu que assi Lei n2 17/74, para nao b.=r do líder emede0 Sr. Mauro rinctos ;jO'^i3sI.o de JustiçA ao projeto dc do i-rado Vianna, apenas nar;- o parecer ro 1 ator ua do Sr. Boanerj V* O lomparou a decis-o esposacio em 1969 ~ 3. modifi como ormal da t-eça. mudir seu ponto de vista, do parecer do iíder r r o trâmite ii ra bista - ao situacionista quanuo autorizou, a ocupação de um - comod^-tft caçao presidente da prádio da avenida Brasil - que navia àquela instituição, pora i instalaçao de uma faculdade indústria de fiação de seda. Afinuou que ambos .rgirami.com - -I. o bem do-I.]unicipio - GStiúnculas surgidas há algum tempo. - - encerramento, em vista de com satisfação, que de Ensino de (íarça, sido cedido, Associaçr.o em -por uma bom a terminar, de senso e conclamou-os - pJ-r'? vez ior todas, 0 Sr-, com as -iU Presiden'.. - antes ao comunicou à Jasa, não haver mais inscritos ~ navia .jualquer processo em trâmite na Jasa. Solidarizou-se :oiicitou aos edis que nao haja pcrsonali^ Casa, unida, n.-- 0 com 0 dlti..ib orador e ●em seus debates, para que a ..unicípio. Anunciou, para regime de adiaí.iinto, 10/74. Nada mais havendo, depossa resolver a Ordem do Dia os mo problemas que afligem o da próxima Sessão ■. sao e votaçao do projetw larou encerrada est^ reUnião legislativa. - ,. ● xuiuu eii. rs ^ Secretário, redp.gi esta 0 Sr, a 1§ discus Ordiná.' ia, em de Lei ns c Tu, Presi- ■screvi, juntamente com , fiz datilogra r e p. aba d(^te ● v- T/RIO PRE DENTE