| Tipo | Extraordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 5 |
| Date | 1972-07-17 |
| native_id | 4543 |
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/ üântatCL J!liaüeL.paL dt ^atça ôitado- di Sõjy <J)aulo- 1 ía municipal de garça 5 a SESSÃO extraordinária. REALIZADA EM 17 DE JULHO DE 1972, PRESIDENTE - MARTINHO PÜNCHAL DE BARROS SECRETÁRIO - JOAQUIM RODRIGO FONSECA BRANDÃO A h.ora previamente 6stabâ.ecida, feita a chamada dos nhores Vereadores pelo Sr. Joaquim Brandao, secretario '’ad hoc”, virtude da ausência do 12 e 22 Secretários, constatou-se a presença^ dos seguintes: João Miguel Chaves, Joaquim Rodrigo P. Brandao, Jose Panza Neto, Martinho Funchal de Barros, Mauro Mattos, Munir Soubhiq Dihceu Lopes Garrido, Sebastião Rosa, João Moreira Pereira e Sérgio de Stefani, num total de 10 (dez) dos senhores Vereadores. - - - — Havendo numero legal para o incio dos trabalhos, e, inexistindo matéria a ser lida no EXPEDIENTE RECEBIDO DO EXECUTIVO - MUNICIPAL, no EXPEDIENTE RECEBIDO DE DIVERSOS e no EXPEDIENTE APRE SENTADO PELOS SENHORES VEREADORES, o Sr. Presidente pediu vênia padiretamente à ORDEM DO DIA da presente Sessão. Solicitou^ em ra passar ainda vênia para dispensar a 2a. chamada, visto que estavam presen¬ tes todos os Vereadores que haviam respondido à primeira. - - - Secretário procedesse â Em seguida, solicitou do Sr. leitura da matéria constante da Ordem do Dia da presente Sessão. — 0 Sr. Secretário informou o seguintes - - - - - Entra em la. diseussão e votação o Projeto de Lei n2 - 22/72, de autoria do Sr, Interventor Federal, dispondo sobre a apro do Convênio firmado - vaçao e ratificação, em todos os seus termos, entre a Prefeitura e o FECE, em 10 de março de 1971, objetivando a exeeuçao das obras de construção do Ginásio de Esportes, e ainda au torizando o Executivo a firmar convênio com órgão competente do Go verno Estadual, através do qual o Município ficará responsável pela limpeza do Ginásio de Esportes e suas administração, conservação e dependências. ------- 0 Sr. João Miguel Chaves, pela ordaii requereu a discus são global de referido Projeto de Lei, 0 Sr. Presidente submeteu - seu Requerimento verbal à apreciação do Plenário, sendo aprovado — por unanimidade de votos. 0 Sr, Sérgio de Stefani, com a palavra, disse que, co- &ântata^ JHiinLeLp-ai dt ^atçxi ôiiaita- dt São- (J)auio 3 mo homem de esportes que e, conhece diversos Ginásios de Esportes - de muitas cidades de nosso Estado. E notou que a administração des ses Ginásios I feita por uma pessoa de reconhecida capacidade e que se dedica inclusive à formação de equipes juvenis e ao preparo de - crianças dentro das arpdalidades da cesta e da rede, basquete e vô lei. Assim sendo, manifestou-se contrário ao Parágrafo Ünico do Ar tigo 22 que diz:"Para execução dos serviços de que trata o presente Artigo, a Prefeitura se utilizará de pessoal de seus quadros Pixo e Variável”. Não queria convisso dizer que na Prefeitura nao exista - pessoa capacitada para a parte administrativa do Ginásio. Quanto a isso, não há duvida de que há. Mas, ocorre ressaltar que dito admi nistrador deverá tambám se aproveitar de seu tempo disponível para a incrementação do esporte. Porisso, disse que, quando da aprecia - ção do Projeto era 2a. discussão e votação, apresentaria emenda, no_ sentido de supressão do referido Parágrafo. ------------ Nao havendo mais solicitação de palavra, o Sr, Presi - dente colocou em votação o Projeto de Lei nS 22/72, artigo por arti go por artigo, sendo aprovado por unanimidade de votos, exceção fei ta ao Parágrafo Único do Artigo 22, que o foi por maioria. 0 Sr,Pr_e sidente declarou aprovado em la. discussão e votação o Projeto de - Lei n2 22/72. Em seguida, o Sr. Presidente, disse que, nos termos da Lei Orgânica dos Municípios, artigo 25, item XY, seriam apreciadas e julgadas as contas da Prefeitura e Mesa da Câmara Municipal de Garça, referentes ao exercício de 1969* 0 Sr. Presidente esclareceu primeiramente que, tanto para a aprovação como para a rejeição Parecer do Tribunal de Contas do Estado, seriam necessários os vo tos de 2/3 dos membros da Câmara, ou seja, 9 vereadores, e que, loma vez rejeitadas as contas, seriara imediatamente remetidas ao Ministe rio Público, para os devidos fins. Disse mais, que o Sr. João Migiel Chaves, relator da Comissão de Finanças e Orçamento, exarara pare - cer,pedindo a rejeição do Parecer do Tribunal de Contas do Estado,- na parte referente ao Executivo e sua aprovação no que tange à Mesa da Câmara Municipal. E que o Parecer do Sr. João Miguel Chaves fora aprovado por maioria de votos na Comissão de Finanças com voto ven¬ do &âmuta JEimiebfial dt ^atça òiiadíy dc S(ux <J)auLy ci^ e contrário do membro Joaquim Rodrigo Fonseca Brandao, que pede seja mantido o Parecer do Tribunal de Contas do Estado de Sao - Presidente disse Paulo. Dadas estas explicações preliminares, o Sr, que submetería inicialmente em discussão o Parecer do Tribunal de - Contas, Parecer da Comissão de Finanças e Orçamento e Voto em sepa¬ rado do Vereador 0 Sr, Joaquim João Miguel Rodrigo Chaves, Fonseca pela Brandao, ordem, requereu a discu_s são global. 0 Sr. Presidente submeteu seu Requerimento verbal à a.pce do Plenário, sendo aprovado por unanimidade de votos. ● desejando fazer uso da palavra, soli' ciaçao 0 Sr, Presidente, citou do Sr. Mauro Mattos o substituísse à Mesa. a palavra, disse 0 Sr, Martinho Funchal de Barros, sabia exatamente qual fosse o critério adotado pelo Tribu com que nao nal, ao exarar Parecer acerca das contas municipais. Mas a impres - lhe restava era a de que o Tribunal se omitia de fazer uma sao que análise mais profunda, talvez por considerar que seu Parecer nao e des decisivo e que àa Câmara ... caberá se manifestar, apos uma analise se quilate. Assim, via que o Tribunal houvera feito um simples le - administrativas,no que tan vantamento das fallias e irregularidades ge à inobservância dos ditames da Lei Orgânica dos Municípios. Analisando as manifestações dos membros da Comissão de Finanças e Orça mento, também ali não verificara uma análise mais profunda, no senhouve ou não prejuízo ao e- tido de apurar âe houve ou não dolo, se rário público, em ta forma, fizera um exame de administração Pedro Valentim Fernandes e virtude da desobediência aos ditames legais. Desmês das falhas apontadas, abrangendo um onze meses de adminis — inexistência de in - tração Júlio Marcondes de Moura e constatara a tenção fraudulenta por parte de ambos. Exemplificou, dizendo que asfaltamento do Bosa irregularidade na feitura da concorrência para Municipal, além de não trazer prejuízo aos cofres públicos -vi_s que to que os preços foram os mesmos de asfaltamentos anteriores , tituiu-se mesmo numa necessidade, dadas as condições peculiares da Bosque Municipal, numa estação de consinconcebível inaugura-se o devido asfaltamento de suas ruas. Era mesmo de se lou época; chuvas, sem o var a atitude então tomada pelo Sr, Pedro Valentim Fernandes, No ca &ântatCL JHujiieLpal dt ^atça òiiado- dt Sãô- ^aul^ dministração Júlio Marcondes de Moura, verificara que a irr^ gularidade na concorrência aberta para a aquisiçao de uma ambulân - cia trouxera na verdade benefício aos cofres municipais, pois quo — das três firmas que se apresentaram, oferecendo uma ambulância de - marca Ford, outra de marca Chevrolet e a terceira de marca Volkswagem, teve esta última a preferência, E tendo sido a ambulância ad - quirida diretamente da Fábrica, isto resultou era uma corapra por pre Desta forma, nao _ve ço inferior ao oferecido pelo mercado na epoca, rificando intenção dolosa nos administradores, disse que votaria a favor do Parecer da Comissão de Finanças e Orçamento, ou seja, pela da Mesa da Câmara Municipal, — aprovação das contas do Executivo e 0 Sr. João Miguel Chaíes, com a palavra, disse que o Trilimitou-se a referenciar as licita bunal de Contas, em seu Parecer, sem apontar as outras falhas levantadas pelos auditores em - relator, verificara,uma por uma,to - çoes, seu relatório. Disse que, como das as licitações e nelas não encontrara consequências danosas Município, Encontrara, relatada às fls. 116 do processo, uma falha_ administrativa de 1971. Calara-se a respeito, porque julgava que, - ao quando da apreciação das contas de 1971, o mesmo Tribunal haveria de novamente apontar tal falha, que, esta sim, trouxe prejuízo aos cofres públicos. Disse ainda que limitara-se a analisar o Parecer - políticas, B quanto ao fato de ter conglobasistemática do Tribunal, - do Tribunal, sem cores do os dois ex-prefeitos, apenas seguiu a que também os congloba, como se vê â pg, 114 do Processo, nao se justificando, pois, a crítica do^Sr, Joaquim Brandão, embora houves se ela sido feita cora delicadezap Finalizou, dizendo que voltaria à Tribuna. 0 Sr. José Panza Neto, com a palavra, ressaltou a grande. Conclamou a todos parcela de responsabilidade quo cabia a cada um, edis para que julgassem com ponderação e justiça, evitando quaisqjsr resquícios de vingança pessoal. Disse que o Sr, prefeito afastado - sempre suas severas criticas, mas obliterando nionca o tratamento condigno e o objetidentro de um espírito de merecera justiça, nao se de construir. Toadavia, o Sr. Júlio Marcondes de Moura, por ravo ignotas, trilhara bempre vias mais difíceis, arrazoado pelo Sr, Martinho Funchal de Barros, notara, em analisanContrariamente ao zoes Qâmata JfLuiidj-pai cLt .0atçxi ôdada- .dc ê(i&- ^auLofalhas ali indlgifaàas tinham acarretado pre- do 0 processo, q.ue as juízos financeiros à Municipalidade e que, revendo as Atas das Sesforajn estas mesmas faiiias amarárias de 1969, verificara que «V soes c Enfatizou, a se- recriminadas da Tribuna desta Casa de Leis» deveria confundir a responsabilidade da culpa,pois sempre guir, que nao se que 0 Sr. ;Pedro Valentim Fernandes não fora sequer citado para apre sentar defesa, o que ocorreu com o Sr. Júlio Marcondes de Moura. Acreditava que a Justiça haveria de desmembrar as contas, quando da__ competente apreciaçaos Miguel Chaves, que lhe indagara a respeito. Finalizou, dizendo que_ votaria consoante o Voto em separado do Sr, Joaquim Rodigro Fonseca Joao disso isto, respondendo a aparte do Sr. Brandao. Estaúdo inscrito para falar o Sr, Joaquim Rodrigo Fonse ca Brandão, secretário "ad hoc”, o Sr. Presidente solicitou do Sr.- Munir Soubhia 0 Sr. o substituísse Joaquim Rodrigo à Mesa, Fonseca Brandao, intenção ascender à tribuna, tendo em vista o fa Todavia, dada a relevância da matéria, ali__ com a palavra,di^ se que nao era sua lecimento de seu sogro, estava para defender seu voto em festação do Sr. Josá Panza Neto, dizendo que ria conglobar os dois ex separado. Apoiou plenamente a msni realmente não se pode- -prefeitos nas consequências desastrosas ad do Júlio Marcondes de Mou vindas ao Munieípio, em virtude dos erros , Não citando o Sr. Pedro Valentim Fernandes, o Tribunal o isen - tou de maneira clara. leentou porqne o Sr, Pedro Valentim Pemandea que passou a relatar, como já p fizera em contratos feitos por>quele Prefeito com firmas VlASFAL, SOBERANA, PLANUR, AUDION. Ressaltou como talvez_ da PETROBRáS, sem a competente apre - ra seu nao cometeu os erros voto em separado. Citou os as 0 maior erre a venda de açoes quando surgiu a aut_o foi a ela aposto um veto, que jamais foi objeto de delibemanifestar sobre asciaçao por parte do Legislativo, e ainda mais, rizaçao, raçao deste Plenário. Ao Judiciário caberia se Pinali reputava altamente prejudiciais à nossa comuna, voto centenas de ir tes atos que , dizendo que poderia ter relacionado em seu zou regularidadcs do Prefeito afaatado e que falta de tempo’ Pelos fatos relatados, pediu aos seus Pares que a - 30 nao 0 fêz por absoluta_^ &âjnatCL J)hmijdp.aL dt ôiiado- dc Sãa- cpauLy 0 Parecer do Tiãbunal de CouUas do Estado. 0 Sr. Dirceu Lopes Garrido, com a palavra, disse q.ue - grande era a responsabilidade de todos os Vereadores na apreciação - da matéria, visto que a decisão hoje tomada teria repercussões futu ras, Todos seriam chamados a rcç)onder porque votaram com xm sim Em seu modo de entender, não havia razão relevante para se - rejeitar o Parecer do Tribimal de Contas- visto que os membros daque la Corte tinham tido mais tempo de estudo e que, apés o exame cuida doso do relatório dos auditores, tinham concluído pela não aprovação ou um nao. das contas do Sr. Júlio Marcondes de Moura, Disse que o Sr. Martinho Funchal de Barros havia se pronunciado com muita inteligência daqueestava absolutamente ex- la Tribuna, mas que uma coisa ficava clara: cluído de responsabilidade criminal o Sr-. Pedro Valentim Fernandes,- JÚ- visto que nem citado foi apresentar defesao Enquanto isso, o Sr, lio Marcondes de Moura o foi e apresentou defesa, porque tinha do que se defender. Logo, estas eram as contas a serem julgadas, e to - dos responderiam pela atitude hoje tomada, — — — ~ — — 0 Sr, Martinho Funchal de Barros, solicitando aparte, - disse que não tinha pretendido confundir.o Plenário, nem tentado con globar os ex-prefeitos na análise que fez das contas mimicipais. Nao tinha sido, pois, malicioso. ---------- -------- 0 Sr, Dirceu Lopes Garrido lembrou ao aparteante que - dissera'*malicioso"e sim"inteligentey - Respondendo., o Sr nao , Martinho Funchal de Barros, disse certa malícia, 0 que queria mostrar e que a inteligência insere uma ra que seu voto se prendia ao fato de não haver por parte do Tribu - nal uma análise mais profunda acerca da oxistência ou nao de dolo - por parte dos administradores. Quanto a conglobar os dois ex-prefeitos. o Tribunal é que houvera feito a inclusão e nao ele. - - - 0 Sr, Dirceu Lopes Garrido, retomando a palavra, inda - gou de como se poderia rejeitar aquilo que o Tribunal mostrava tao - claramente» Disso que as irregularidades apontadas polo Tribuial,' à ápoca de sua realização, jamais tiveram a aprovação unânime da Casa. Conclamou uma vez mais todos os Vereadores a que votassem , inteira¬ dos da responsabilidade de que estavam investidos. &âmata JHxüiíeL.pcLl dt %atçxi ôitadjy dt São- (J)milfL 0 Sr, Joao Miguol ChavoG, novamente com a palavra, qualidade de relator, cjisse que voltava à Tribuna não para defender seu ponto de vista, mas para reforçá-lo. Disse, uma vez mais, que o Tribunal se limitara, em seu Parecer, a referir-se a ausência de li citações. Leu o Parecer do Tribunal e disse que se os membros do - Tribunal não puderam encontrar vestígio de crime, seriam os Vereado res a atirar a primeira pedra? ----------------- — 0 Sr, Joaquim Rodrigo Fonseca Brandão, aparteando, pe diu ao Sr. João Miguel Chaves que lesse no processo o que dizia res peito à VIASFAL. ------------------------ — na 0 Sr. Joao Miguel Chaves, respondendo, disse que o Sr, Joaquim Brandão houvera abordado um ponto que ele estava justamente procurando evitar porque viria trazer a público um erro da atual ad ministração. Em seguida, leu no processo onde se relata, â pg. 118, que a attial administração pagou Cr$ 6,385,54 a mais do que devia, pe lo serviço de asfaltamento, -------------------- 0 Sr, Joaquim Rodrigo Fonseca Brandão, aparteando, dis se que 0 Sr. João Miguel Chaves devia ler toda a parte referante à VIASFAL, 0 Sr, João Miguel Chaves encaminhou o processo ao Sr,- Joaquim Rodrigo Fonseca Brandão para que ele prúprio fizesse a lei tura. Em segumda, solicitou do Sr. Presidente que determinasse ao - Sr. Secretário fizesse a leitura do texto. Finda a leitura, o Sr. Joaquim Brandão, ao microfone - de apartes, disse ao Sr, João Miguel Chaves que parecia claro estar 0 Tribunal também contrário aos fatos que envolveram a VIASFAL, - - 0 Sr, Presidente lembrou ao Sr, Joaquim Brandão que d^ veria solicitar o a^te e não dialogar com o orador, tendo este in¬ formado que h ivia solicitado o apaf^to. -- 0 Sr. João Miguel Chaves, retomando a ateve tão somente ao Parecer do Tribu d n — que a Comissão de Finanças se nal de Contas, taiilo á qiio ao o Parecer do Tribunal não alude ao pa gamento feito a mais pelo Sr. Interventor, também a Comissão se si¬ lenciou a respeito. 0 Sr, Joaquim Rodrigo Fonseca Brandão, aparteando, di_s &âmjCLtCL JULmLeLpMÍ dt ^atça òiiaÁo- dt São- fJ)aidose que, como o Sr, Joao Miguel Chaves sabia, estes pagamentos sao _e fetuados pela Caixa Econômica Estadual, 0 que houve foi um erro metragem nas ruas, Nao houve dolo, no, de E a própria Caixa fará o estor-' 0 Sr. Joao Miguel Chaves, retomando a palavra, disse que - quem o informou o informou orradamonte, A Prefeitura recebo e ates ta-a medição, Ela e que autoriza a Caixa a fazer o pagamento, Se Prefeitura autorizou e errou ela ó a responsável. Então os elemen - tos que compõem a administração não tem responsabilidade? Aceitam - qualquer metragem e autorizam o pagamento? ----------- — 0 Sr, Joaquim Rodrigo Fonseca Brandão, aparteando, disse - que quem fez a medição foi o Sr. Jólio Marcondes de Moura e quem - fêz 0 pagaiíiento foi o Sr, Interventor Federal, - - - - - - - - - — 0 Sr, João Miguel Chaves, retomando a palavra, perguntou - se em 5/11/1970 era o Sr, Júlio Marcondes de Moura quem estava Prefeitura, e não o Sr. Interventor que foi quem autorizou o paga - mento. ------------------------------ a na 0 Sr. Joaquim Rodrigo Fonseca Brandao, aparteando, indagou do Sr. João Miguel Chaves se em 5/11 foi o Sr, Júlio Marcondes ,ou - foi o Sr, Interventor quem autorizou o p^^ento. Em ,seguida reafir mou que o Sr. Júlio aprovou a medição e o Sr, Interventor aprovou p pagamento, ------------- -- ------------ _ retomando a palavra, disse que o que ele queria deixar bem claro e que o Parecer da Comissão de Pi - nanças foi dado sem qualquer espírito de malícia ou de política, ta falha da Interventoria será a seu turno apreciada, - - - - - 0 Sr, Joaquim Rodrigo Fonseca Brandão, aparteando, disse - que fazia uma ressalva no Parecer do Sr, João Miguel Chavos, quando este argumentava que 1969 era o 12 ano de governodo Sr, Júlio Mar condes de Moura, Nunca houve um Prefeito no Brasil com a experiôn - cia do Sr. Júlio Marcondes de Moura, que governou treze anos conse cutivos. AÍ via um pouco de malícia, 0 Sr. João Miguel Chavosj retomando a palavra, reafirmou - ser aquele o 12 ano dc go^tão em Cai-ça, Mas, voltando ao assunto do asfalto, disse que o Sr, Panza N to, ao usar da Tribuna houvera co mentado que 0 asfalto tinha trazido prejuízo ao Município, Todavia, 0 Sr. Joao Miguel Chaves Es &âmata JHiaii&jfiaL dt ^atça ôiiada. dt São- <J)aixlatodos tinham lembrança de que o mesmo Sr, Panza Neto disse há algum2 tempT) que o asfalto feito pola atual administrado era da mesma qua lidade que o feito na gestão Júlio LIarcondes de Moura, Fazia agora__ esta observação porque tinha apreciado aquelas palavras do Sr, Pan~ za Neto, ----------- — 0 Sr, Josl Banza Neto, aparteando, disse que, realmente,- há questão do 70 dias, tinha dito que o Sr. Interventor Federal es tava seguindo o Plano de Pavimentação Asfáltica do Prefeito afasta do e que o asfalto não era realmente mais barato que o anterior, — Todavia, qviando se reportou ao prejuízo causado, estava menção âque le asfaltamento que originou o pedido de instauração de inquérito,- 0 proprio Tribunal aguardou o julgamento de órgão especializado, e 0 Sr, JÚlio Marcondes de Moura mesmo, quando viu o inquérito aran - dou suspender as obras, ---------------------- 0 Sr, João Miguel Chaves, retomando a palavra, disse pa ra finalizar, que esperava terem sido as dúvidas dirimidas, e soli citou do Sr, Presidente lhe fosse concedida certidão dos discursos^ de todos os Vereadores que passaram pela Tribuna, - 0 Sr, Martinho Funchal de Barros, aparteando, disse que_ 0 Sr, João Miguel Chaves havia levantado a falha apontada pelo Tri bunal com respeito ao pagamento superior feito pela atual adminisira çao, Disse ainda que o Sr, Joaquim Brandão havia retrucado, mostran do a inexistência de dolo no ato. Portanto, pedia vênia para reafir mar seu ponto de vista de que o Tribunal simplesmente havia apontado irregularidades administrativas, sem analisar se houve ou nao - intenção dolosa por parte do administrador, Ã Câmara cabe não vendo prejuíh prejuízo, pois. julgar se houve ou não dolo. Portando, ele, zo ao erário público, votaria favoravelmente ao Parecer da Comissão de Finanças, 0 Sr. João Miguel Chaves ratificou seu pedido de certi - dão e cumprimentou o Sr, Joaquim Brandao pela cortesia parlamentar, 0 Sr, Sérgio de Stefani, com a palavra, disse que pela - primeira devolvia o Tribunal de Contas do Estado de Sao Paulo — contas do nosso município, considorando-as imerecedoras de apro- ● Isto realçava a gravidade das falhas administrativas daquele vez as vaçao &âmatcL JUiuiLei^pai dt ^at^xi ôiiado- dt Sãa- (J)aidoper^do, falhas estas quo não podiam sor atribuídas aos funcionários da Prefeitura, pois que todos sabemos de sua idoneidade o capacida de de trabalho# Nao acreditava justo querer defender o Prefeito a - fastado, com o argumento de que ora seu primeiro ano de mandato, - porque todo prefeito tem seu primeiro ano de mandato e nunca em nos so município houve má fé# Dizia isto porque acreditava realmente - que 0 Sr, Júlio Marcondes de Houra usara de má fé no trato das coi sas municipais# Citou como exemplo comprovador a venda irregular de a^ões da PETROBRáS, sem autorização legislativa, c com enorme pre - juízo para o Município, Diz ainda o Parecer da Comissão de Finanças que 0 Prefeito era novato» Na realidade ele tinha uma experiência - de doze anos de mandato à frente do Executivo, já por doze vezes - prestara contas ao Tribunal# ---------- ------ — O Sr# Dirceu Lopes Garrido, aparteando, disse que o Sr. Sérgio de Stefani tinha dito que o Sr# Júlio Marcondes tinha presta do contas por doze anos# B pergiuitou se as contas estavam perfeitas, 0 Sr. Sérgio de Stefani, retomando a palavra, disse que por doze anos o Sr, Júlio foi Prefeito e que por doze anos teve de__ prestar contas de sou governo. ----------------- -- 0 Sr. Joaquim Rodrigo Fonseca Brandão, aparteando, dis¬ se que o Sr, Júlio Marcondes de Moura já tinha exercido o mandato - tanto as contas de álvaro de Carva— de pr.feito por treze anos e Iho como de Júlio Mesquita foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas. 0 SiU Sérgio de Stefani, retomando a palavra, disse que todos oram sabedores da venda irregular de açoes da PETROBRAS. - 0 Sr, João Miguel Chaves, aparteando, perguntou se no - das relatório se dizia alguma coisa quanto a existir dolo na venda açoes. 0 Sr» Sérgio de Stefani, retomando a palavra, disse que 0 Tribunal é u/a órgão fiscalizador das contas municipais, que faz - um levantamento minucioso da administração e se julga incorretas as aprova-as# NÓs estanão prejuízo ao Município. No caso_ oontas, não as aprova, e se as julga corretas, mos aqui discutindo se houve ou presente, das ações, houve prejuízo e até mesmo má fe# Logo, deviam as contas ser rejeitadas. &âmata. JUcuiiebfiaL dt ^atça ôiiado- dt êüJ)- <paaLy Nao havendo niais solicitação de palavra, o Sr, Fresi - dente, antes de passar para a votação da matéria, indagou do Sr. - João Miguel Chaves se a oertidão, por este solicitada, dos discur - sos pronunciados da Tribuna deveria merecer a revisão por parte da Comissão competente, ou se devia ser expedida 0 Sr, João Miguel Chaves esclareceu que a dosejava'*ver 'verbun pro verbo". bum pro verbo". 0 Sr, Joaquin Rodrigo Fonseca Brandao pela ordem, requereu que, nas mesmas condições, idêntica certidão lhe fosse conc_e dida. 0 Sr, Presidente alertou-os do que, por motivo de or - dem burocrática, deveriam encaminhar Requerimento por escrito neste Em seguida, o Sr. Presidente disse que colocaria primeira mente em votação o Parecer da Comissão de Finanças e Orçamento, resentido. latado pelo Sr. Joao Miguel Chaves. - - ______ 0 Sr. Sérgio de Stefani, pela ordem, requereu a vota - çao nominal, 0 Sr. Presidente submeteu seu Requerimento verbal â apreciação do Plenário, sendo aprovado por unanimidade de votos.- 0 Sr. Joaquim Rodrigo Fonseca Brandao, pela ordem, quereu lhe fosse concedida certidão da votação nominal. - - - - 0 Sr, Presidente aleítou-o uma vez mais de que tal Re querimento deveria, a seu tempo, ser encaminhado por escrito. Em se sim" reguida, esclareceu que para a votaçao nominal, os que votassem estariam de acordo com o Parecer da Comissão de Finanças e os que - " estariam-se manifestando contrariamente. ------ Procedido à votação, obteve ela o seguinte resultado:- João Miguel Chaves - sim; Joaquim Rodrigo Fonseca Brandão - não; J^ sé Panza Neto - não; Martinho Funchal de Barros - sim; Mauro Mattos sim; Munir Soubhia - sim; Dirceu Lopes Garrido - não; Sebastião Rosim; João Moreira Pereira - sim; Sérgio de Stefani - não, tiota lizando seis votos favoráveis e quatro votos contrários. - - - - — » 0 Sr, Presidente declarou aprovado,por maioria simples, 0 Parecer da Comissão de Finanças. Disso mais, que procedería a estudo legal sobra o encaminhaiiiento a ser dado ao processo e que,de imí ediato oficiaria ao Sr. Representante do Ministério Público, votassem "nao sa um co- 23 Qâmata JÍLailei-paL dt .Qatqxi ôiiado- dt Sãõ- ^aulâuunicando a ele o resultado da votaçao e colocando a sua disposição referido processo. — Ssgotada a aatcria constante da Ordeia do Dia da presente^ Presidente deferiu a palavra era EXPLICAÇÃO PESSOAL*- « Nao havendo neninua Vereador inscrito para falar em Expli cação Pessoal, 0 Sf. Presidente agradeceu a presença dos Srs. Verea Sessão, o Sr* dores e declarou encerrada a presente Sessão. Nada mais ha.vendo, eu. lavrei a presente Ata, fiz datilografar e a subscrevi. — i Sg“* cretário, PRBS3fDEI'ÍTB SECRETÁRIO