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← Garça (SP)

sessao nº 21

Tipo Extraordinária
Número / Ano 21
Date 1964-08-15
native_id4732

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status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 11

^Amaia o^Munící^ai âe .^aíça a
èe ^âo ^a(Uo
\\ MTJ^ICIPAL D2 GAilÇA
Sessão Extraordinária 5 realizada em 15 de asosto de 1 $6^4
Veríssimo.Fernandes Barbeiro
SECRdTáRIO s- Luiz A. 3, Castro
F.X'i3ID.Z^
\ hora prèvianente detorj-nino-da} feita a chamada dos. se-ahores
● aroadores, verificou-se a presença dos se':uintos;- Carlos A. C. Junquei
r: ; Danilo Fa"á, Dirceu Lopes Garrido, Flávio Freire Leal, Jose Fernan
dos Sar’'ciro, Jose Porfírio, João hi'çael Chaves, Jathrn? ííafud, Luiz A,S.
Castro, Kario ITunes Mira:ida, Veríssimo Fernandes Barbeiro, ITewton Kerr e
J;>sé Rodrigues Montouro, nun total de treze (13) dos senhoros vereadores
Havendo núraero legal, o sr. Presidente informou a Casa de -
que a presente sessão solene ti.nlia sido c^ vivocada para em homenagem ao -
deputado Federal Dr. Herbert Jjsvy, ando Sua Excelência pronunciaria -
Go.oferência sobre Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o Café^ a ●●
Atual Política Cafeeira e Efeitos da Revolução - - - - —●
Para composição da Mesa, 0 sr, Presidente convidou as se'roi,ri
t'.s autoridades;- 3r, Pedro Valentim Fernandes - DD, Prefeito Municipal?
Dr. Francisco Vieira de Moraes Barros - DD. Juiz de Direito da Comarca ?
Dr. Sérgio Garcia dos Santos - DD. Delegado de Polícia? Pe. Vicente de -
Paula Andrade - Pároco de São Pedro? Jaime Hogueira Miranda - DD.Prc
r.idente da Associação R^rale/Cooperativa dos Caf eicultores da Região de
0-'.r'-a? Sr.
Presidente do Rotary Club? sr, Fernando Céspedes Guerra - Presidente do
"^■ions Clube? sr..Jalro Moraes Barros ●● DD. Presidente da SAGA? sr. José
Fc.nza Hetto - DD. Presidente das Lojas Maçonicas? Sr. intônio Carneiro -
jD. Coletor Estadual? 3r. Paulo.L, Miranda - DD, Coletor Federal? Ten. -
João Castanha Albuquerque - DD. Delegado do Recrutamento Militar? Sr. -●
CrTlos ílachini - DD. Presidente da Assoc, Comercial e Industrial de Gar￾das câmaras - Vereadores - Municípios visl
Antenio José Joree Mtissl - Diretor do Grupo Escolar Prof.
elson Gabaldi .. DD. Diretor do Grupo Escolar Pro
P. C<astro? Prof. João ííiunes Miranda - Inspetor do En
Odilon Izar - DD, .Vi:.e..Fref eito? Sérgio Aranha da Silva - DD
ca? Prsfe..tos - Presidente
nhos? Prof.
Jo~o Crisostomo? Prof.
fessora liaria do C.
sino Secundário..-
0 sr. Presidente convidou os líderes das Bancadas da Gâmara￾para conduzirem até o recinto da Sala de Sessões, o co-iferencista, Depu
tado Federal Herbert Levy, que tomou assento na Mesa. -----------
0 Sr. Presidente, saudando 0 nobre deputado expressou o se -
Erxio. Snr. Deput do Federal Herbert Levy. :-:o. Sr. Pedro Va guinte ;
'J.
82 7âmaia 'alça
de <Sào ^têauio
Profoito íliLilcipal. S]a-.:as Autoridades prereiv￾CaV-iQ-me, corão Presidente decta Cosa,-
entím Periiandes - DD.
"lotres scnliores vereadores.
o sa'v.laoão inicial pelp.s disposicoos protocolo.res. Faco--a envaidecido￾roinh',s nal?-vr'.^ Sntrctc-jrib o, falando a iv--;
daruêles a cuara a providencia Di -ina do
se fez culto para unicamento, servir
cia, nesta Cr.sa,
dc'onstrará pela sua pala
que deve o povo sabor^ ‘.p,radâ
G--.hor0 dc£colo’’idas seja
nonen sicnle-- co -o V. .d::
as o ●
cia ● j
tou dc previle,'7iada inteli-ícncia e
5;eus sG^iclhantes, servindo à Pál'.ria, A estada de V,
c útil, af;radável e pra’eitosa, Útil, porruo
vra fácil, a.contccimentos de uiaa opaca o
vol; i3or''uc a r.-vrília arcense llie estiría e adnira, pcrgic vmos apren
servir a causa coriiun, o bcin cst.or de nossa '.ento,
na corteza dc que os laços de auiza￾a osta cida'o airxlo risAs sc fortifiquem. Asta
embora húnilde c so'! cnplendor da Gamara dos Deputc/los, doravante￾dor, a fim de meV^or
Assim, saúdo-lhe em.nonc da Mesa,
de quo une V. E cia ● ?
ra,
e Sua, Excolcncia. -
C S-'. Presidente dou nalavra ao vereador Dr, Carlos A,C.
Junqueira, que falaria em nome da Câmara Hunicieal de Garça. - — ●● -
0 Dr. Carlos A.C. Junqueira, con a palavraapós cumprimen
tar as autoridades presontos e em especial o conforencista Deputodo
a.
que tinica sido dcsiiuiado para falar om -
sr. Presidente, o qual nSo fez jns
c bri ●-
deral Dr, Herbcrt Levy, disso
noRio dc. câmera, por determinação do
tiça ao conferencista a quera privou do ouvir oradores ilustres
Ihantes, porem tinha feito ju.stira ao orador que tinha aprendido a ad-
’.irc-lo, nos saudosos tonuos de vida acadcmica, cuando o Deputado ■u
XX cr￾3
despontava rara a democracia co'io autentico campoão cm qu
figura r'xagistral do ilustro Prof.
a quem esta Casa já tinlia prestado sua derradeira -
o
bert Lovi,
sQ converteu . Fa.lou ai.nda so''-ro a
Víaldemar Ferreira
homenasem. Continuando d
3
see ainda da alegria do Legislativo em contar
xpoente már.im.0 da democracia. -
cora a presença dc tão ilustre fi.gura
Conti.nuando fez ura preâmbulo geral da. política atual, principalmcntc
e
3
●UG diz respeito as reformas sociais, revolução de março, porspecti.
e principaLaente o cafe. Finalizan￾no
vas poü^icas, roforraas estru.-urais
do disse a.inda quo o povo de Garça esperava do ilustre Deputado sua pa
lavra, sou esclarecimento sobro os últimos
b8nvi ‘'do a Garça. ----- 	
Acontecimentos, c quo f! N> ^ -3 a
0 Sr. Presidente deu a palavra ao sr. Prefeito ílunicipal,-
Podro Valentim Fernandes.
cumprimen -
Ter￾0 sr, Pedro Valentim Fernandes, com a palavra
e ora especial o Deputado Federal Dr.
3
tou as autorid-.dos prosento^
, Continuando fal.ou so’>ro a capacidade intelectual do confo
●> f?
bert Levy
do principal produto da região que￾Fina■'Azando expressou o contentamento do ter oportunidade do
r’.’.a oc-oricão dc )'iiotivos qic faria om bro￾rencista, alcm do gro-nde defensor
e o cafó.
A. ?■' T''-
oM^níà^ai âe ^xãça s
'^/wiala
I* ^^(aèo (^ão ^au(o
, sobre os tonas a-umclados. ~ ^ ^ v - --
0 Gr* Presãdc.itc dcii a palavra ao sr. Ja‘',Tne 7, Mira-ida, -
C rr. Jaõniio iloriuclra liiranda, con a palavra, cumprliiento as--
autoridades presentes o cm especial ao co:-iforeiicista sr, Dr. Herbcrt Lo
V- DD. Dcnitado Federal, Continuando apresentou uma rolaçao de rcivindi.
c-cõ'. s que poderiam ser estudadas pelo Deput.-do licrbort Levy, co:io por -
o"C':olo5 a melhoria do preço do preço dos tratores, que a.tualmento
ro uma alteração para majLs de lOOp, substituição o noncaçao de clomon
-e.c responsáveis pola a.tual política cafocira, a.ssim como pela politica,-
inancciro do Drasil. Continuando teceu comentários analíticos a respei￾N
'■●o da atual situação dos agricultores da rcçito c cm especial do povo dr.
●;ena rural, cujo indico de desempregados atingo a 5.000 mais ou menos
lembr-ndo ainda ao doputadojçue ta.l numero pode ser vo?.'ificado no municí
pio vdo Gsrç» Disse ainda so'tg a retenção de eMprestimos por parte dos
órgãos Sstatal o Federal. Fi.na''is?j.'iclo apresentou ao Deputado Herbcrt Lc￾et ●
as boas vindas, esper-ndo que o mesmo sinta a a’üizade de nosso povo -
que admirava-o. A^eradcccu. ^ -
0 3r. Presidente deu a palavr
* ● ^7
ao De iiut.-do Federal Dr, Her
bert Levy.
0 De"jutado Federal Herber Levy, com a palayra, inicialriicntc--
curaprimontou as autoridades presentes, Presidente da Cnmarr, Vereador-s--
c 0 povo cm gorai, afirmando sua sa.tisfação em podor ocupar a tribuna da
C?mara Municipal, numa conversa a;ãgávcl e osclarccedo^^a a respeito dos -
problemas que afligem de um modo geral todo o Frasil, e cm cspecia.1 esta
região que se caracterisa pelo pl.aitio do.Cafe. Agradeceu ainda a honro
sa c-ração proferida pelo edil Dr. Carlos.A. C. Junqueira, qua.ndo teceu ●●
coin<,.itários elogiosos à respeito do Prof. Waldcmar Ferreira, desaparcci￾poucos dias, o uma das mais altas exnrcssoc:S que tivemos nestes d.i
Conti.auando disso ainda> que hoje em dia urn modo de se fazer política
é atender a.s necessidades de nossas comunas, atcuidcndo com isto os rocia,
r.ios do povo, unindo-se a um grande partido, para servir a coletividade
porta.ito, a vida pública significa estudo dos diversos problemas das ro--
qioss de nosso país. E portanto, falaria inicialmcnto sobre o Cafe. .á co
norcialiaação do co.fe marchava para a anarquia absoluta, tendo os compra
dor s do outro lado, pagos preços inoxplicàvclmcntc baixos, qíc airprccn
diam ate mosnos aqueles compradores. 2 oste mesmo grupo se assenhoravam￾e faziam grandes propa.aandas, .jornais fundados, preparavam bocas de fogo
paj?a impedir que qualquer pessoa os acusassem, contra essas falcatruas
esteve diante desse episódio, cuando presidia a Comissão Parlamontar de￾Inquóritos, uma das missa: s mais duras o ue ro‘'Ucreu muito estudo c de
dicação, para so colocar à frente do grupo da Comal, que corromnia de al
'7 ' a b-aixo a adi-ii.nistrasõ.o pu lic- cO partir do Presidente da Repúblic'-.,-
● 3 0
.E
.icq.'L\.ov 'i ouq.uo op'jpTLrt4:coc:0^o^oq. op j‘iq,uosojd\2 o o?/'Çojd op ooul-ij;
‘poiroio opnoa5.soui o 0015.1x0(1 upioTns onb o ‘ouaoA.cS 'íjiZmJ üjiid laoo o ~úo ●'
op ox.íiTp^ optq. o ojfGUTJd opcpTiTTi4aodo op 0S“j:o5.scjTi7tíii ou ouoxd ouao^-Ui ~
o opaud rio soaupop cnb utJOAOp ap ou Joq-inoTaSu ‘ uAussud ou ‘ouaoAoo uoní:
aop op opuoaoíx ‘xuuopouujopuj uiopu op soux-jpSupxdcip u upoo op cpojjTJous
CIOAUPUCU 05UOUr:’ApSSOOXO ‘ OpUUOTJ ATSnpOZ^O 05U0UIU o ‘JOPUJAUX o U5.tT05.SnS "
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upu5ua.:.sop upjopspií sop ^S'jopuaAUp opuunbuo opsx so sopsodurç 0 3-3:cc5 nu
SOUiipSTSSU 050 oÇotr o OpUOUrcZOAOJ OpunQUITJOUI sop ●SOJopuaAUp UJS USSO U
noo.j o oaao op um ‘ouaoAoS ow nouTu.aopop u ‘ouonpojd u’5X"'^ ‘uiuoso
u ‘ouonpojd opuTA laoo 05SP u aodns ouônpojd ” 0 05U0G0S U5SC ossupo 03 -●
up ouonpad puppimu: op ‘pjuo ●' 0 o upsTpnud ouu no5pxo - ni5Jud taud
0 ‘spuui spoa upsou uoodp souiujoe5.suqu uojpo op
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ussop 'uoQdo souáTaopod au^uiu-jcd puno o oJJo op opnq 05ST j
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st oaqos oqso ‘UGIC5. oqspA ‘ono pqso opuos opuaudojd 0 ?5.sc opuos aditi
aoATo ‘suSjoj opuuqnp upod opupjoA onb rm upp "ujta o'Civ cs UTacptvoqxo
op.aq. uaud u UOT51XCÓ o uj-od u uqnp lu-o T I.CS ^ opuooouuraaod upou ●■oquunbuG
JuquuAcx uiiiuoo u ouòdnaaoo ® ‘optpp'£'^JO^'y opuujqiuop upi;TU orb utiuiq l:'o
ouòup juqou oqptui oooauá*ooncd :n. iuov.Iutu oc/jou stuj u:o5 uíoSvaoo cp ●os
oquomoo.. snos ‘sojOAuq ttod ‘opuunb os ‘aoAnoq soJ5.SGruGS op siios SLioq
‘505x03 aos u ou5ut<uso op snos ●ÇGutTao ^ G5.S0 odnaS ouqso üptiTJOjsu'UJ:q Yx
ouj op aussopi;00 on:. soqso suoaoq oult'upü'Xu uinioj: scpxuntí o 0U5S0 ypuTU
*SGJ05xno s ujoqao opuos tlv. sop suoaotr up ‘ox;5nxcAOj: cs-^^uos uu uStaqo ●●
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‘●soatcz '^P 0^'l sooqxT-. op suqsodatsoiToznjD sou scJo*quos Tojuo ●●●
ouo*8'LL suous op ajuo ot. ÍBnSuuuau-í stuo um opx^essu op 01 socqxTq op ●■nao
aoouj! oussojd 'saud aoc.oocj ‘sonboqso uuo uboapuo x^í^uítj no5xuj spuiu op
zop ü ci^ssoad uo:ud os-aoc.oooj; so ‘sonooq.so ouquo o oanooad
*I *0*C uqupq o&ud upoq. u oJpud cobuzpo sop sojud ossop ●odttaS j; opüuni:'
noaj.os'ouOu; -aoD oqsp um ozjnÇoad op spem '^P Oí sooqxTq op ‘soapoznao - o
efocuuq 0 ouu opuooojoa oqpppao ‘umbx^u o o opuq.xnsoa u ouôu^t ‘ooaquoo ? u
ozuad op oon uuijtj cnb .' UAC53 ujoo uns GpuppouopT cqtTouruOAtaouT
x-í- toj opup 000*0üS s'cous op pj;uo supup u 05Tppjo ujud td 05.ucuuti u ●●
uabo5UT oqucqSTXo ojqos o oqpãpnbuT oyezixBOJ '-loci ‘l^cí^O 0 0 05XUS3U Y'j
opuoiuxudTo u "eanoAUTi; op ossou Tsuar^ *I uauxtog u uauiuUQ sxop soauxdao:::.' up
S;. CTJUuTpaouJ5So oqx^^ssu u ou5u|-^ o ou OTUoaijqud ooTxciUd op sju£ o -uijd
r utíuvi.. ‘oquGS 0 oiaso-a uixssu soun;n''.osnoo JUxo.ACJ so S05UJ u
os-opuuquoíq pqu oiuson um au5iTouraxauc ujut. ca-iTJoOUop oq.uuaod 'sqaT^iu uaaoq
050●●●i ‘oauouioc uimiq opuajos uxim uqtrudu-oo op oasTaoaaoq ‘oxiU5T0-LXqnd l.oo
aiaqoo s'g sutctsstaujS .p-upLjuxnboajT s onb o OTJpquxoj cxncJ5 u ●omtj
soAujqu op scoôtpuaquoo c onb jTiqmSosuoo opuvjmdu so o-soquj sop
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%i(aèo èe (í£ão ^au(&
Credito Rut"1í gs 1 951 o Projoto dos Agíos
cobre Z.S :crce-dorias do oxport
c. recuperação da lavoura do País, RosuJ-tando d<?.í a instru
sol: os princípios bas?lcos do Projeto dos ”lçíos, mas nada foi -
tota?.ita.rista.‘ da.í jIõ.o ser itn iraproviza.do, dl çua-n￾rcclaraci perante a Cãrnara Federal, fiauei falando sosinlio. 3 nestas*-
o.ltioos o.GO.ntoci lontoG r^A’Olucion£^ios levei ate os novos eovernos dos
fatos rue merecem ser rcvls.ados, lembrando ainda que os estatutos dos -
lavr''ore.: tinha sido feito pelo pove-no anborior para ;ião viporar pois
se considerarmos a ntcnçrvO de 80,e do valor de una saca de cafí, não no
l;ria de foma alguma 0 cafcácultor proceder o cumprimento dos novos es
tatutos do lavrador reu:*?.!, s.afr:. atual ost'va estimada om 7 nildiÇos -
■■o sacas para todo o iiraàl, hoje as in.'orrnaç3:-s fixan-na em nonos de 6
ilh5c'S do sacas. Sis os dados objetivos som dcmaçoçias t- 6 .milha: s de
cacas contra r.m-’ oiportação normal de 19 eiilha^s de sacas, mais 1,3
Ihõ: s de sacas para os novos mercados, temos aí 20,3 milhões do s.acasí-’
mais 5,5 milhões para o consumo intor.no c teremos então 26 milh5e;s de ●●
cacas - dispoiaib^ilid^cí-5 r.u.lhõe.c do sacas, meiis 16 nilhões de sacas re
tido no interiors 3 ni?.bõcs e 1.C0 ml sacas, despachadas para Santos o -
Paran-apuá, port''.nto I5 -nllhocs c cen mil sacasç mais 3 milIicEs no po"bo^
t-^tal do 18 milhõ-s de sacas, r; sr.i.tando una disponibilid.adc de 15 mi -
l’iÕGs, contra u.ma exportação do 26 müiJaõc.s do sacas. Daí concluir :ue o￾Fiando do Gafo, tinha um s?.ldo que excedia a mais de 220 bilhões de cru -
soiros, c o I.b, C, tom ■-.p.o tirar
astccimento interno, oe m isto, o Fundo do Caf©
p .V mais de 500 billiõcs de cruzoirosj - isto 6 a contribuição da lavou--
■ , para os cofres da União - pois .não foi suficiente, fez com quo se im-
’ n.zcssc esses oncarpos, 0 alem disso, surgiu novos encargos para essa l.-a
atingirão um total de
cr-aaciros . S, 6 assim ru^ se pretende fa
ãoeira, onde estaria.a sustentação dos princípios, n:'sta re
de do disparates c contradições. 3 o.ntã.o .teremos que tvar essas pala -
ras ate os noBsos lavr,a.dores, ate o povo em geral, para podermos, exi -
'.irmos, o que nos S do direito. Ao lado dessa política financeira, c .não￾cafacira, para servir a outros objetivos. Dcvc.aos sim,do'-onder 0 apro -
sentar soluções defi,nitiv?.s ao prooDnma, assim como se faz cora a Cana -
de açúcar. 3 ,por que so o cafe se transforma nesta vitima sistemática ?-
poroio não tirar do aguçar ? e.n.tratanbo,no açúcar - tudo é livro, alcm￾dc apoio c garantias, mas porejue, discrimi.nar apenas sobro 0 caf6 ? Ua
elaboração do -squema de ÉÈmorcialização do cafe, demonstrou-se a inép
cia de nossos organizador',s de esquemas. Fixaran-sc dois pr:.ços o dois￾confisco. Um para os cafes já dc-spa.chados o cr-i portos - 28 dolaros de -
de o”tu.bro c as compras
- guc esta‘'clGcia uin t u:a
;ão, constituindo um íUndo de Defesa 3co V
nomica para
0 70 -
cu^arrido nesta, c:oca
a
*n
10 milhõ- s de sacas de casa,para o -
■tassará de 220 bilhões
*
voura delapidada para arcar com novos enca.raos qu:'
1 triliião c 2OO bilhões de
a >litic" c
ZO j
IQ '.●●'.o e r ●. os novos - "C s
7âmaia àe
èe <Sã<f ^au(o
■Á
Cia dczcinbro, c o fasc.xicj.r.● qnc sc rcsolvosson dir.ntc dos conipro"ilssos
in?.di'avGis5 tudo isto porque ? parn não sc cioitir diziara quo as enissões
iria produzir inflações? isi:o naba uais i cuc 'Dlasfcnia, pois c;nissõos -
dôsso intuito n.a.o c inflo.ção c sin ajuda a produção. Continua,ndo disse -
ainda quo criou-s-. as cspoct-tivas do baixas para os mõscs futuros, ato￾os prcjços do osquonas eram pro ços inadequados, 3 nom osse esquena foi -
m.antido do Cr.:'> 35»000>0í‘' por sa.cas o
■ailhão c duzentos nil sacas a raesnos - o o cafo caio de 7 8 dola.r
por saca - aini dos uais troraondos libelos dos honions responsáveis per es
sa política. 0 mais ai'ada, com ossa p:ceocupaçao do não omitir, <?.dicando ●●
se os financi?iJic.iitosV cmbarqaios, conpras, perdemos áilhões de dolar-s
'.essa oconornia.. Ses^uimos um oric.ita.cão nada recomendável, para com um
dos produtos QUO já fez t-’do para o 3rasil, inclusive rnudou-o do uraa "Ta-
~o colonJ.<al para transformá-lo numa iíaçã.o do desoiivolvirncn tos - Incius -
trias - intelectualidades c oducaoã.o ●● ;Corça econômica, o entretanto sc￾nimos uma oriontaqão pelo QUal já marcou o Brasil cpoca, isto c, forrm-
"^s ciclos do ouro, ’:orrac!-a, ca.no. de açuca.r; a nossa histeria 6 uma lii.s.
toria do ciclos, Con.tinuo.ndo disso ainda quo era um homem do Governo, mas
necessário criticaria o Governo, escLarecc.ndo ainda quo o Presidente￾da RcpuV'lica c um horac-quo quer acertar o sabe inclusive ouvir su«ost5cs
daí ver-se que c um homem qnie rucr acertar, inclusive recebeu c tonoai
<a iniciativa de rever osso problema sobre o cafe c seu financiamento,
desta VQZ a. lutar seria para valer -● ossa 6 a luta decisiva, não nos
fastando desta linha, não adiai tiremos a co:.itinuidade do corfisco ca
bial. 3 ossa será a.ultima vez que se faz ossa crtiol discriminação, p.ara
com os a..qricultorcs. Finalizando disse ainda cuo ora osso o cuc desejava
dizer .aos presentes. Deixaria para as per^^untas c respostas os aspectos
políticos que desejava inc?.uir na palestra, c encerrando disso cuc confi.
ava coqaraontGn nos destinos do País, assim como ao sr.. Presido.níc da'Re
pública que tem a mais boa vontade possível em acertar, c aí então nos -
..n,Qrcnarf'Ti'^.n, c confiaeios que essa Ba.çSo acabará marchando firmemonte i;m
pondo-se entre as grandes nações no plano do desenvolvimento material o
m.oral, impondo-so pela co ndi.ita de seus homens públicos. Agradeceu. - - -
0 sr. Presidente informou a Casa quo o Deputado Horbert Lovi
●●coitaria por{;untas que poderian ser feitas pelos presentes devendo os -
..r.sraos ocuparem o microfone de apartes da Cánara Municipal. - — ●●● “
0 Vcrc.acior sr. Flávio Freire Lo.al, com a pa.lavra dirigiu
sc ;uinto pergunta ao Doputrdo Horbert Lovj'’ i~ quem respondoria por esses
empréstimos inexistente que tcmto mal fôz aos cofres da Nação, c sc os
responsáveis serão de fatos punidos por estos atos ? . - - ● -
0 Dr. Herbert Levy, em resposta a pergunta formulada polo vcro.a
lor Sr. Flávio Freire Loal, disse que era sumaraente estranho que aqrxele￾daí caímos cm tres sd sos cm um
n
cm
^
3
n-
iSSStei.9
âmaia tiuíça i^(/{QuníCípai
%i(aâo âe (São ^aaá> <
"S--
%JJ
^ teiiha feito um eraprsstimo, com a garantia de um patrimonlo '^e tora
quo rospondor com o prcjuizo. Daí pr vor-se que a União poderá anui?,r es
se empréstimo c ontão o Banco do Estado sofrorá o prejuízo, sendo potanto
estranho quo apos-o desfalque aind-^ tenha a.quele grupo conseguido rcali -
zar um emprestlmo. - ●● - - - ●● , ^ ^ ^
0 Dr. Jathyr Mafud, formulando pergunta disse acr.dit^va
hravura dc homens como o conf crontistas o pcr'-'\intava se essa comissão Far
lamentar dc Inquérito, não tinlia poder para ir a Juízo cohrar penalmcnte￾cnsss desfalques? - - - ●● _ _ - - .. —
0 Dr. Herbcrt Levy, respondendo disse que de fato essa Comissão￾não tom pederes. Poderá sim, aprovar as conclusões o encaminhar aos hini_s.
'●.erios para que tomem às modidas judiciais necessárias. 0 donut ado Pedro￾Aloixo comogrando jurista tem presc-dido esse Inquérito, mas 6 imprccio -
n'' itc a capaciiadc do vulncracão desse grupo, que contratam juristas famo
sos, c fica o Inquérito parado pela inepcia dos Ministros, 0 I.3.C, mosmo
\caba do confirmar junto. ao Ministério da Indústria c Comercio, confirman￾io a falta dc quase 500.0*^0 sacas dc cafe no Parana;uá, apesar disso, o -
Ministro Daniel Pará, mandou-nos una perção de. lançamentos contábeis para
confúndir a Comissão, para ganhar tempo*, o o I.B.C, osclaroceu esses lan
çamentos o verificou a falta das sacas dc cafe, E apos esses ac ntcdncntos
denunciaria na próxima sngunda-felta esses arosmos Ministres cono criinino￾ostavam pcr‘-iitindo que os conjultores juristas misturas￾oucstÕGs. Portanto, não há uma explicação aceitável , - 		
0 Dr. Jathyr Mafud,.por-Uintou aii:da se algumas dessas medidas já
■'oram tomp.das c0 '0, sequestro, processo criminal,etc, —
0 Dc''utado Horbert Lovy, respondendo informou que nenhuma provi
dencia tinha sido tomada, o quo se estava fazendo ora um levantamento do
bens consideráveis . Pois o grupo ostaya usendo os dólares do cafó brasi￾especulaçõcs imobiliárias no e-'‘terior, Sabc-sc ainia que
epoca da Revolução de março, quando lutavamos pola Pátria, aqueles
Pátria pca? perdida e iam criar outras bnscs no exterior para vi
ver, por .cxcmnlos,hotóis cra Portugal, fábrica de cimento na Colombia, na
na -olgica. De forma que n.o fim o Banco do Brasil perderá tudo.
n Dr. JathgT Mafud, pcr'.’untando disso que o orador tinha dito
ai.o sòmcntc a luta contra o co.'fisco cambial teria fim, ruando sc- conse
' eiir informar a opinia.o public?, a respeito, no entanto, existem jornais -
estão ao lado do co -ifisco cuibial, contra a tese de V, Bxcia.
0 Deputado Horbert. Levy, respondendo, disso que o sr. Júlio Mes.
quita rilho o demais lideres da Lavoura, fez-sc um debato resultando uma￾mudança sóbr> a política cafecira, mas houve.uma evolução para melhor, pa
ra um novo conceito sobre o coitfisco eariibial.
0 Dr. Jath-^.n? M-Mud, per^-untando disso quo nesta Casa
●● le h São Paulo, cor scuis emprést/ix^^.or ■■
na
sos, uma vez uic
som essas
loiro para fazer
na V 3
dav".m a
Praiiça,
●'ue t
na sessao-
-
1
lâmaia âe 8 'aiça-
^auá>
a' torna o cródito impossível para a agricultura e solicitou jnros cuc
.'.ooio da (?âmara Federal.
3
tal ir to não c
0 Doput-'do Horbert '-cvy,, respondendo disse que
raas trjnbcn o 'janco do Brasil, esteí com uma -
veja daí, o apoio í^c se dá a classo da la -
N
apenas do Bar.co do Sstado,
taxa de omprestimo de 33/’5
voura de nosso P.aís . ■■ ●●
" Sr. Víaltcr ?aracat
5
3 tormulou uma. pergunta sobre o iíarechal -
Paulino d-- Resende o sua substituição "
, Deputado Herb^rt Levit, r-S-^ondendo disse lete pro^le,
s- tornado impor,n.tiva, e foi noce.s
n ST
ma era do uma substituição cuj. tinh
sário colocar um dirigente nais desembaraçado, tendo com ele unr. luta -
dura sobre um projeto que criava a força agrícola dentro do ex.-rcito, -
abastecendo o centro de consumo ao mercado, c invés do ajudar a lavoura
Acr-b it?.ndo que sua.-
todos os domais m.mbros
embora -
iríaiaos arranjar mais uma barreira aos laviadores.
substituição no s intjicritos traaia benefícios 0.
visto s-r aqullc Marecbal, inflexível era seus pontos do vista
0 senhor do Wiia gmndo honestidade. Com o jcnc-^
5
tendo mor,al inabalável
"I. Barreto, c um revolucionário autentico, c diante
a política, criar.arn-so condiçoes
fatos políticos, para
fiscais qaie s- enriqueceram nest
a revolução tem objetivos que so chocam
c dirigida contr.a a maioria que
raaao ór.a, ate meano do nosso país, para
o orador era fs.vorávol ao
.A cau
da Repúbli￾ral Dallaio 3
para quo o sr. Pr .sidoni
uss.ssom de puracão de atos públicos, co: ca,
puiiição de us últimos anos.
com molduras políticas, e -
c posara conside￾Diss.' ai.nda
' TTi"'
esta no Congresso,
0 icchamando.do Congresso, in
ela
S deveremos ven
3 a re.-
fochamonto do mesmo,
passar dos tempos,
realizável? não nos dei-
. Presidarte da República, aos pou ●●
clusivc
c.cr es'.as dificuldalcs gra.dátivnmcntc, com o
,uir p-lo monos o-possível c
5
volução deve cons￾desaminar, esperando qu. o sr
então caminharemos para um futuro mais promisser. ●
.0 3r. José Porfírio, por
COS se engrenara' o
.intando, congratulou-se com o coiifcro;2-
cista que se tomarem contr,a 0 Dr. Horbert Lovy, perguntando quais os atos
contrabando do c-fe era nosso país -
spondendo disse que rcalmcnto
a fiiOdução do ca.'ü, visto qu.e, tem
Gonh-ciraento de que há contr'bando pelo Paraguai, pelos portos inter￾c a Guiana -
ora- 0 Deputado Horbert Xovy, ra
de ura dos problemas uais noss-'' gravas
,5C
ir ● niesrao navios q.u- desviarm seus cursos para
do l!| a ãã mil sacas, ora o.ponas
iplo,no Rio Grando do Hor
los, 0 ate ...
qua'-,ro návlos \
a cor lcva'.i nartidas
políticas
suiniço ao cafe para r.lí designado. De serto
irroprcmívcl cm nosso pais
qu-..
rupção gcr.al, para faz^-r-sc t
cc, Ceara, Pará., que d-ava.i
.:'.odo o cop-trabando e
3
■00 r s_< -\ 8 í
devido naturalr-icnte
so V. Sr.cia notar bem dosco.nta-se ●'te aiíOS :-io ao coiifisco camibiral, pois 8
Qâaiata JHiuiixdfial (b (^at.qa
ôitado- df. Sãô-’ ^j)auLo￾por sacs.s o oiit^o, valo
C Sv*. Dircou Lopes Gr.rrido
Dc/ratado H-rbert Lovy ncr^vuntando porque a C.P.I
lizada, quando grr. ride c o nú-noro de- corruptos o
punoiiionto cm nossa Pátria, - - -
0 Deputado Herbert Li^vi, respondendo, disse qic os￾r -colvcnos teve soluçã.o política
a que a rovoluçS.o não se transformp.sse numa guerra civil,
o isto que ocorre cm outros inquéritos co-;'o
rosponsabilid- ;os,. ●●
a pen.a correr o risco ... - -
a palavra, conrratulou-se co--
está por assim dizer -
; falsários Urres iri￾com o
3
5
s Casos que
3 envolvendo ate mesmo una corta lealdade
sv.bo Deus do ?a
;UO consequoncias. o
Mis nao c
da Cai'-:a Sconômic Federal *● c está sendo apurado as
a revolução so intimidaria nosso ponto fundsmcntal
perquntando5-porque se esta
o mesmo perton ●-
n.'.o acreditando que
0 sr. Manoel Fornaiil : Barbei ro,
usando o Prof. Roberto Cempes , nesto Governo, visto quo,
cou tambom ao Governo de Jámio Quadros, luscolino e Jc.ngo ? .
rospoi-ücndo disse que,uma o:nlicação,cra
a de que o pro^.rama que esses homens propuseram no passado não se roaU -
c sempre considerou a poüjitica de Roberto Campos não acon^e
0 Deputado Herbert Levy 3
zou om toturíi,
Ih/.vcl - limitação quantitativa de créditos 5 de fato dcá resultado mas na
na Alemanha, nos Bst-.dos Unidos onde o aumento do l,7íy custo do
rasil, quando so
auinento no custo de vida em um ano,.não há nem
P. Lopes e
Franç
vida rcpresejitou quase uma calcxiidade nacional. Hp.s no
50f' - 600: c ate 80^ de
termo de corrola.ção. Con>..ntou ainla o caso das Firmas
o fato da dofiação,
círio 0”* que o sistema de crédito
. imo necessite, desde q-j:-
mercadoria,
oca.sionando u)n crise dentro de outra crise c o n.cesr.
ten qu- d ,r ao produtor 0 credito cue
o empregador tenha operaries , paque impostos c
direito de créditos,* créditos ôsses bem
ara 0 nosso País, - - 	
o
oduza te 1 0 iiD smo
Tio.ntados c que traga divisas p
0 Dr. emi.s. José Gustavo Moraes Frotas, perguntou o se,ulnte;- As
c se tem feito om nosso país obedeceram mais ou raonos a seguinte -
19á?. -:ões eu
de 50 milhões de cruzeiros?
1 96.'q - 800 bilhõer:
-m t belas- cm 1 960 tivemos
200 milhõ-.s de- cruzeiros? em
uma cmissao
1 963 - UOO biHaõos e cm
M ●iiti-'^do«-se o reflexo dos aumentos, gostria
evitar essas emissões que caminham en progresáb
’.o saber se hí possibi^uda￾qco d.,1 de se estagnar ou o
nctrica , - 	 	 	
respondendo disse quo não se tinha duvidas
ilncntv, mudanças posi￾om nr.rço havia am
foi reduzido 'e
cmpreguisnio é
For exemplo a Folha de 3. Paulo, noticia hoje
:Io teve um déficit do 1
18 bilhões, mas ho.jc aooe
rbert L ,vy T.T.-Í 0 Deputado
que a-simples mudança de
tivas.
de''.'iclt de
esta coberto tal doficit,
e.-.tavamos -na.auola situaçao.
ii }
governo, det irminarl'. natur?
3 o próprio Hi mstro do Planejamento informa cuc
3 trilhões do cruzeiros pois esse doficit já
rue G graça.s a corrupção c ao . /
1'-
bi- 'Tavcgaoao no ano pass
este ano
. .a Cia. Costeira de
'^0 ^rnaciros, o se esperava para
' 1
^àmaxcL Jfíiuújííqiúl de ^atça
ôitado- dt- São- <'()aiiJjy
neí^.Tionto aac-uol:. cspcrc.
-no do 1 bilhão dc cruzeiros, - -
ntrado - '^u.ul será o cscucraa
1 0 ar ^micito do Minisiro da Fasond'’., Sumoc -
tual cs:'UO-.
SC 0 depois dc um
V.". de:.'icit oara o corronto
0 Sr. Carloc 3
no 5
rovoli^.oão c.o*
)
>
cafcoi-- ac?.t, po.:
ro para o prosontc 1 r
atuo.l co.ubribuição 5 autoridades cuc ostuo.am o
eles tem capa.cidadc para jul ;ar
fii.» ’~o para a
c-.feeiro tem capacidade p
:.’a tal -
.:?to,^ seria 0 ultimo rro praticado contra os cafoi -
, sustcntáculo da -
esse dc
a a cmtinção couiplcta da. lavoura
Cemal^ c sc
cultores pa
'Ta.cão ? - ■'
cafecira
auc <?.a:ra.docia a in￾coincrciali.za￾rospondondo, disse q
sobre a rc'‘-'ulaincntação ã￾0 comum ouvir-sc 'uo o
0 Doput 'do Herbort Lovy
Carlos Saracat,
)
t-rvcncão do sr.
cão do cafe. OuraUtos as per-untas
está cheio dc di.oiieiro - esse
lr?.vrador de ca,
Ouanto a incspcriciicia.-
ü um fato lamentável mas vord-^doiro, r.ão
tres Ministerio, c
5
c o arqumento.
i istros 5
obstante ponderei ao mesmo cu.^ o
aauclc ninilsterio c cuc ti.olia -u
t-. mesmo '-uü os minis’:ros são
pois o tocnico
ce aos Gsta.dista.s,
e c.nte.idimciitos dos
I.j.C. fale mais que
e i.ndicar o Presidente do I, j.C. Acrodi
tcc.nlcos ilustres - iora?-istas mas apenas
não o todo cu^ porte.n￾uclc-
,fo sofro in￾críKCr^a. apc.nas u:iapartc do ca,so e
Puanto a. última, porsuiita. m?.ntcrcno«nos firme nc
esta. será a última vez que o c- -;mo po;.ito de vista, dc que
Lças dc toda ordem, - polí'■■ic .a,
0 Dr. Carlos .f. C. Junqueira, per
ão do Presidente Castelo Branco
quanto tonos outros proble*-nas
moral c financeira - - - - ■-
pantando disso;- co'’.o csplica￾em querer dar o voto ao anal￾ii,aior importância, esquecidos -
:]usti
V". a. atua.ça
fabeto,
.H’. coloca,dos do lado ? .
5
dc
votei contra o vo
es dc lido
r:-spondcndo disso;-
o Presidente
embora com un
0 Deputado Herbort Levi,
ancalfabeto, dizendo-lhe cuc ccitou suqcsto
a maroen mínima de vo
Lí CO ao
o.rlancnt.arcs e fc'’-ismente caiu,
seria, escolas o não votos?,
res p
tos, -c para,, aqueles,
fa.llia do sr. Presidente.
esta foi uma -
necessário
da. República.
a, -Dcrauntando disse:- como sc justi
de direitos políticos dc Afonso Arlnos
0 Dr. Go.rlos A. G. Juncuoir
ficava a .não cassação
Da.ntas c outros ? . -
Donut.vb Herbort Lovy,
c p''recc qxQ .exitaran
p.^ran.te a opi.uJ.ão pública
fribunal^ foi. por
0 Dr. Carlos A,
Sa:itiaqo ●● 3
nr.tcria triste respondendo isto c uma
tir.ando a autoridade da Revolução
í ate m smo Kirn stros do Supremo -
cn alguns nonos,
incluindo .a
assim diz.:r uxia falha da revolução. -
3
0 canal h os.. C. Ju.qncira, por-untando disso :
1 o lider civil da revolução, c .na firnonente disposto a apurar qua.
oual foi ? . opinir.o do V. iSxcia ● 3
Qâmata JKmimjpiii (Le (^atça
* ôiia/io- de. Si~i% ^()aido￾91
ÍS
0 Dc;put~rlo li-.-rbcrt Iicvy, rcspond-.ndo ílão lia du^iidas fo*. o
D:’. C’:.'los Lacerda - outros colatoraram - mas no.plano nacional foi -
CtIos Laco:.'da e no pl~iio Jornalístico foi o Dr. Júlio licscviito. Fi -
i:.io, ●● ●● - -
Do.n?. Dalva
- 	
Ma';alhõ.cs Pn.rroira, pergunt-^ndo;.- apraclocou
sua presença, nosta. cida.Io, por'unt.i.»ido se o Presidente da RopÚMic.i
■i.'.st.';s últimos iTDses omitiu, o ciual o montante das emissSos - --
0 Deputado Horbort Lev^'’, respondendo, disso que o Govcr.no ti.
nha. emitido, inclusive tem dado a.s cifra,s dessas o'iiss5e 175 bilhões
ato julho, RoaLoiento ha uar. pro',ressdo de alta do custos nos meses fij
turos, é o reflexos dos reajustes salariais, baixa do dólar. Afirma ●●
nos trarquilamc.nto que va...ios ao co.ntrolo da infração, dentro de pouco
tempo, - - ^ ~ „ - « w ~ ....
src.«
0 3r..Manoel Francisco j.;arbciro, pcrq,unt'do qic achava
dQn’-'.tado do sr, Roberto C.^mpos. - - - - -
0 Deput ’.do Horbort Lovr, r..spo.ndondo s￾o um qrajidi. professor do Fconõmia
vencia do problema bis. sileiro,
acontecer no brasil
nonista. ●● ●● ●●
o
0 sr. Roberto C.ampos
o sou defeito c n?.o ter a vi￾E o que Aconteceu na Arqontina ped era￾sc se levar om conside aqão o pla.no daquele oco￾0 Sr. Po'’ro Yalontim Faruandog, portuntando 'guando se apiq
riu as irre',ularid.ades no qrupo da Cornai, por meio da C.P.I., porque￾r.azão na se alienou os bons daquele grupo ? , - ●● ●● - ●● -
0 Deputado Il..rbort Levv, rcspondc.ndo disso que não há -crnli”
caaã.0 accltá"’el, para,este problom?. c deveria seguir as diretrizes do
Doput.-.do Pedro Aleixo. Pensou-so muito a receito, o dou-se tempo ao
tempo, mas. a responsabilidade devo cair soliro a consultoria Juridica,
I.3.C. etc,, m.p.s bastante vulnerável essas consultorias. 3 o necessá
rio cobrar desse gr\;po tais responsabilidades
0 Gr, Presidente a'-,ro.deccu ao Deputado Herbert Levy, per sua
palestra proferida, assim corjo as autoridades prcs-.ntes c ao pa^o
dando por oncorrad.a a presente sessão.
2iada nais hr.vcndo eu, 	 	
vroi a nresonte Ata, fiz datilografá-l:
cm
— /
.Secretário, la
ÍSI
//
(t\ sscriuArio q

open original →