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sessao nº 22

Tipo Extraordinária
Número / Ano 22
Date 1964-09-05
native_id4733

Documents (1)

ata #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 7

âmaia G
âe <^cü>
A rvW>-ÍICIFAi Dc GA-}ÇA Soprão Ext4:?o::tíinaria,
Voi'i.prÍAio Foi:nandor
S, Ca;-tro
C?4‘\Xi
22a.
setowbro do 1 954 roalÍ7.ad? orn 5 do￾Barbo i.ro OIDENT5 J￾SSCRETMIO í- LuÍ7 a.
t?ú￾foita a charaada doo sonho3:oo ●-
Danilo Fagá, Dirccou Lo
Ca 0-
ròviaíivnto doto^íninac.a
50 a prsonça dos
X hora pr
sc‘C'iJrn'toss~ roadoros vorrficou-.
Flav;*-0 Frciro Loal» Joao Tarora, Ja-di^o: Mafud, Lui? A.S,
r.iranda, VorlssíAio
(lo) voxoadoros. - -
Garrido f
>■.● p }
Fornancloa- valho, Fiário Nonos
, nuíA total do do7
.ro, lianool Galdino do C
barbeiro o Josó Rodrigues I-.iontouro
da íiiotivos da convocaçao Lair A. ^S. cr>n£oron￾C Sr, Prosidontc info.rrAou a Casa dor. ^^'■'nto ao R.oquor.V''.onro do voroaoor -.r# Foderal Ganha Buono a proferir uma presente sosrao» om cumpr: Castro, convieando o Deputado ;ia em nossa cidade.
P?-a cnmoo" a Mora 0 sr. Proridonto, convidou as roguintor au- _ Municipal, 5=. Pedro ValentUi Foinandoa ; /ico j
? Jui7 do 03J.'oito, Dr. Francisco V. í-toraos .4c..-*os, ^ 1... SÓ-’nio Garcia dos Cantos, Promotor do Jusi.iça5^ “
Dol'’cado de Mecrutame nto”, Prosioonoe aa Coop.e, sr,Jaime N. Miranda; gresiden 0'^'^donto da Associação Coraer nto do Rotary Clube de Ga^- Fernando Cc\s.
Foderal,
Nolson .4
;de - Fa¬
tor idadoa:
to, sr, Cdilon I7a4. oado do Poliitis, Dr, jo âo Castanha Albucuorgue “ ^ _
rativa dos Cafeicultores da Regiao do Garça, í te eas Lo^as Maçonicas - Jose Pan“a_ Nettoj SdlííícíodiaSã íf CO Lyons Club o -
Jool Renorio Minho - Agente Posi-^l; sr, ColetOi Coletor Estrdual, sr. Antonio Carneiro}^Dr. Ch ●'o do Centro .do Saudo; Po. Vicenti .do P^ula ^●●.nc.. Pedro; Frei Aur-^O-io Di Falco da Conceição - . arcceae prefeitos o Vereadores de Municípios viBinnos.
j
de
va p
pec.r.
Paulo
●‘s Guerra; Loyola Miranda;
de Sousa -
;-vOCO de S, ■■es; President-e ,
r. 3, Lour-- X p
0 3r, Pr--’dente convidou os líderes Dr. 1'iario Nunes Mdranda José R. .Montouro, João Ta-ora, DLrceu L. Garri^o^a condU7i -
into da C^ma-a flunicipal o Depu^tado Federal ,Antonio 3„..v.'.o c ue foi recebido com uma salva de pil^lmas, -
I ~
' ;thyr Mafud,
'ii-i ?te 0 rec:
>..'enha bLU'no,
I
deliberado em￾tii'iha a sa “ 0 2“, Pvi‘^‘conte dí.sso 5ue danoo cu-iipriuiento ao ativo,"ao RocueriAiento do sr, LuÍ7 A, S, Cas'cro,
br so e S'US reflexos, e, "fcxportar ou Peioce^,
o L￾I
II
ciai sr. Lui7 A. deu a psjlavra ao vereador o
d.'- Camarr O Sr, Presidente
foi nr ia em n-'mu' S. Castro, que
a oalavra, apos cumprif.yentrr as -
00 confèrencista Deputado Federal Ai}te a p-re sidencia. de Casa, neo tinhe feito nobre"dè ,'Utedoi visto que «xistiam outros inicial. Disse rindo -
o í.vsAAo tem -
Finalir.v^ndo dis^-e -
honrodo com sua presen.
Agrade.
Crs’tro, com
em especial
Cunhe Bueno. Direndo cue
noí.iea~lo pare saudar o
se expriimiria nessa
Deput-do, se:jia desnecessário, -> Grrça, gr'ndes benefícios pare nos;-e, - Municioal g, o povo do G;'rçn, nçno do nobre deput.-do
0 Sr, Luir S,
autoridades presentes e
nio Silvio
justiça em
vereadores
fal
I
eut' Aielhor sçudaç no
sobr<. visto que, 0
qu'. coíAuna,
s''ntin-so h::'"7Ído
n Comer
ogr-'decendo e
seu convite feito. f ue
n L , por ao,
ce u.
-1
i
âmaia umctp.ai
%^üièo èe (tSão ^au(o
e
0 sr, Fodro VaiontiiTi Fornan co:'.‘ a palavra, apo? cumpri -
n“r.'' ap autoridades oresont^s o em c’?.oec:’al o coiivoroncista EXpoutado -
/.ntorílo Silvio Cunha Dueno, dipso da sa-Lifaçao c.uo tinh? o povo do Garça em recobor ilustro homem publico c.U'- t’.'m dcr-oiuvolvido UiU trabal.:o produ tivo 0 concreto para com a população do G';:ça, Finalir?ndo dis e ainda -
ru.e a ciclad'’ tíc Garça, scnt.ia-so honrada cv. ;:'cobor o Do_ utrdo Cunha íjUO, oroo. ando cuo o m/?;uo profira Uiua boa palostra a populacao do >
no -rsa- r.o.
'ado. Ag ocou.
Prosidonto ii;iformou a Casa cuo a palostra a sor profo- 1 Antonio Silvio 'la Cunha Buono, divio^ir-so-ia￾ooriamont'-' dita, o a sogunda -
C Sr
p.'Ío Dopjtí^do Fr-d m duas partos!- a orLo-oir? a palostrr arto um'd ia loco com porçuntas o rs os
* n
\\ (
A
C Dooutrdo Fc'do: al Antônio Silvio Cunha Buono, com a palavra
0 roportou-so as autoridt^dos prosontos, ssJídando-as o -'xtor -
rçroclocimontos oola simpático' ac.lhida, sompr^' poculiar do po '0 gorconso, c acoit-ndo o compromisso do açui vir a fim do pronunciar não umn palostrr, imas sim UiTsa convorsa amigavol, entro os homons do Grr- cn, incluindo-so por tor o titulo do "Cidadão Garconso", nao so csquocon
C;UO ÓC mil paulistas ologoram-no pr a o Concrosso;^ tornado-jo um do -
fonsor do '-ovo do *2st<do do São P<}ulo, o inclusiv'.' dosto tiuioicipio» Con tinuando disso cuo trarin no plonrrio alguns problemas cuo do fatoproocu 0 povg brasileiro, o ao mesmo tempo considerando do forma fundamen tal as industrirs do bases, para o futuro das industrias nacionais. Dis se sindr. que até 1 930 o Brasil or- susientado por produtos agrícolas cp. rio 0 cafe, aigocl^o o c-cau, o dessa época para a atual a conciencia na -
cional despertou, a fim de cleançar-se a emancipação economic<a^e indus -
triol brasileirr.,Ccntinu“ndo disso ainda cU',' em 1 930 a produção do nço- br"sileíro err tão pecueno que n~o corresponejia ,a 20/' do mercado interno ao passo cae hoje 31dPrur5Ía- o .Pr-sil esta pratiC Avnte "mancipado. -
Iniciamos essa emancipação através da Cia. Siderúrgica Macion='l, a^Belgo í.iineir'', eüe tem auiiV.^ntado grad^tivamente sua capacidade ç|e produção o -
. I. ■''‘Imonte toAios a Usi-Minas, com Capital que_^veio de Japao, o se acha -
loc'lizada em r.Ünas Gctoís. M"'s o Est'do '.'e São Paulo, ccítinu" ainda na -rente e criou a COSIPA, na cidade de 3*ntos, cuc' tem dobrado sua produ- ç~o em^relaçao a Ci--. Sid'rurgica K-cionalj ao l:do dessas te/.ios outr' -
r-o Espirito Canto, pr-'du7Índo aço e ferro, c.uo embor*' n~o abastecendo o
Íst'do, contribui para o p'-rque nacional industrial, e assir-i o Brasil no T-o de 964, iniçiou sua exportação de materiais siderúrgicos para ou -
tros países da America Latin-, E assim o Or'sil caminho a passos fj.rm'’s e largos pa:;-' .a ifiiplantação o emancipação das industrias automobilísticas 0 Brasil produziram dentro em breve o /nill.ioné ssifiio veículo f"bricado- \lo Bj-eiiij c' isto tudo em acenas sete^ajaos e .iX'io, lembr ndo aind' que aa'ndo s' iniciou a implant-çao das industrias autoAiofeilistica s, o Br*^ -
;il tinh“ uma f^ota de caminhõ^'s do 350 i-iiil unidades. Hoje onze fabricas 1,300 subsidiarias fo2'necem as peças pa;-- oue nossos caminhô('S levem ríquoz"' nacionviis do sul .ao,norte e do lipste ao oes‘J;e brasi-leiro. ne.s c^s industri-^s 200.0CC operários percebem duas a tre s vezes o saÍ'rio^- .ínimo vigente, contri buindo aseim p-:;" uai üieliior pa.dr''o cU' vida. Al em ''o m“is essa riqueza e repr'>sent“da pelo seu f~turamonto5 em 1 963 foi -
dc- 456 bilhõi'S cie cruzeiros, esper-rido-so par~ agosto de 1 964 cerc"' de 9C0 bilhoesj e ainda presamindo-se par' 1 965, cLve ultrapasse a 1 trilhão '● 200 bilhões, que por su"* vez representa, quase o orçamento da Rc'públic'. Dessa importância pag^m as in(;iuscrias automobilisticas em 5-mpostos, clu -
ranto o ano de 1 9'6'i a import-ncia de 250 bilhões de cruzeirosj o que eouivale dizer "'o dobro dos impostos p'’gos pelo Est~do de Minas Gerais;- d“i ■" c^-nclusão de c.ue as industrias automobilisticasM.-ciana is, concor- rer^r.i para .as divis-s nacion-is em cerca çje 3 bilhõi'S de dólares, e que 200 mil br'?i loiros deram UAia contribuiç-o direta no parque industrial- naciona.l, contribuindo para que o povo brasileiro, _pudezo por outro lado'- adquirir do estrangeiro ma.quinãri-5__^pare ~ ampliaçao ainda maior do Par- ue Industrial e multiplicação da. m~o de obro humana, Continu-^ndo disse
t
●nicialmen
nando seus
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pa
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I
âmaia
3e iSão ^^àau(o
f'inda CjUC so do um lado a implantarão da? industria? ora uma nocos￾s;V'r‘-’o, por outro lado 'Tra nrcopsario cuo ?o iniciasso nova campanha do -
do.;oc.-atÍ7íaç3o do? ca;;.taip a? riquoza? privadap, dando assim nova. conti- ■ .’id?.‘-’o .? domocratirarão do? capitais particulares ,difundindo-os o trans i:'rnado-o cm novas vontes do riquoras para a soberania das industrias do Lm como, deve o sr.Fr .'sidento da Piopublica criar um ostatuto pa- t-1 fim, dando-50 a democratização do? capitais 0 ^brindo 0 car.iinho -
a, nacionalização geral das industrias do nosso Pars, 0 dai, ser favp, rrvol ao capital estrangeiro, devendo sobretudo, ser em sua maior parte ~
í"iicrdo diretamente no país onde 0 mesmo foi empregado, sondo acir.ia de ~
canco defensor da ini ciativa í>rivada, pois ela^ ocorroria de modo- cr-Tcento paia a alavanca do desenvolvimento erpontaneoj e n?o proceder -
co;V‘ procedeu 0 governo encampando a Cia, Paulista de Estradas de Ferro -
pue por mais de cincoent^ anos, tinlja sido considerada Lima da? mais orga nizadas emprezas ferroviária? da America c’o 3ulj hoje, com a encampação -
rrovia, e publico c notório 0?^def icts-que aprerontr eje ano em -
esperando-se para esse ano de-1 ’964, _um de.bito de 14 outro exemplo que dev.vno? lembrar e da fabridr. Me -
ate os dias atuais ainda não consegurLraim fazer GO/a
seus motores, ao passo quc' a /loro '.:illis,
a construir um auto-movel inteiramente nacional,-
COO unidades; /> F.Iv.íI por sua vez- dái
, ar?
,’c.o
d0??3 fc
ano aquela or.ipri'za billiõe.s de cruzL‘iro?;
cional de Motor-'S, que
de nacionr.lidade brasileira aos
f
necessita 9,5 dólares para A For<-í entrega no mercado cercji de produz. 10,000 unidade?,^com 0 dobro da Aiao do obra existente na Ford; conc..jir ç;ue 0 Estado nao sabe ndúiinistrar çs eimprezns,encampadas, e en -
tão poderiamos falar sera modo de errar cue 0 indispensável que se evite -
a '.'St"tização das em resas, Cont.ir.u~ndo di?se ainda que o cafe ajudou em
muJ.to a saplementaçao da^ industrias no Est do de São^Paulo, devendo-se -
pensar agora n-'. exportaçoo, Fez. um comenta::io ger'l sobre 0 início da Ae- ro "/illis 0v"'rladd do Drasíl, 0 sou de senvolvimeçito junto a Nação nrasilei ra, -rsrim como o? çri.ieirofi passos dados por aquela organização na v^-nda- de^aaoes. E hoje jn as Naçoes^Lat5.no Amer.lcanas, começam 5 iíiportar no§sos veículos, inclusive, a Assembleio L-egislativa do Estido, ja votou lei sobro Venr’-s Consignações, facilitando assim^a importação de autos para çjutros países, concorrendo assim para que ur.ia fábriça pos?a tr-balhar em tres tur rleaçdo-se 2CC^a trezoiitos carro? diariamente, E cora uma erfera pp, icR^de apos-rgvolução, ten-se notado 0 retraimento das imnortaçoes e ex ->ortaçoes, fato esse natural, 0 que tem ocasionado a venda de ferro ao exã terror por preço inferior ao custo nacional, devido naturalmente fatores, haja visto que, para se
-:-e um prazo de dois meses consec;Utivos para o
00
i.CC fab
1 i
a esres -
aquecer um forno metalúrgico, necessiáa￾seu aquecimento normal, e -
assim procedendo pode exporta^ 0 ferro, ^em 0 prejuízo do resfriamento dos altos fornos, confir.mando 0 distico ingless^-"exportar ou perecer", Conti -
.luando 0 Deputado Cunha Bueno teceu^co.mentário?'elogiosos* a resieito da operativa dos Caf eic uitores da R'^gião de Garça, que trabalham para o maiã' or progresso da cidade de Garça e de seus associados, sendo uma das alavan ●
cas para o progresso da lavoura cafeeira. Finalizando agradeceu a todos V
atenção dispensada, lembrando ainda que Garça, continua a ser uma cidade -
hoSpitrlèirn e entusiástica, que vem‘alcançado 0 progresso por intermédio- do seu povo ordeiro e tra.balhadgr, orgulhando-se por isto, em ser um dos -
c.ae receberar.'. 0 titulo de Cidadao Garcenre, Agradeceu, - -
●<»
0 Sr, Presidente informou ao i J^enerio e ao povo em geral -
cue 0 Deputado Cunha Dueno, estaria n disposição do todos que desejassem -
forimular perguntas, - 	
0 Vereador Dirceu Lopes Garrido, congratulou-se co;a a pa -
lestra__proferidn p-^-lo Deputa.do Cjjnha Bueno, e perguntoç 0 seguinte;- A* Ex portação depe.-deça do mnior produção 7 dependería t'mbem de iiiteresses po líticos e partidários —
0 Deputado Cunha Banno,^respondendo disse cue reolmente a- ■xportaçao acarretaria uma Aiaior produção, pois haveria naturalmente 0 am- p.^inção da industria e eln tr--balharia* continuadament'' por vinte e quatro-
o^Municí^aí àe .^aiça âmaia 9
W
èe <lêão ^au^o
hor~pj cürntos nos intoros"os polítr.cos, .não rc:L'Odivntn om ?ü?; o:dst'.mcin
cd:;v'tn, visto qyo, no inc3ustria'p.rivrjdo nro «to c.lomontos corraptos, o no« ios políticos, - -
O Sr.
sãc sufici^-ntos !
I
Oiicoa Lopc’s Gs salório s
oquivalo nt idg, porçuntçu aind? so os s a produção d?s i-ndustrias automobilísticas:
respondendo disso quo o salário mó
o^a industria nacional p:;ocu oporarioS} inclusivo _^corca do tros mil- n co'’a 3,3/d dos funcionários da 'Villis
O Doputado Cunha Buono, ' 0 ó sjporior a 86,000,00 Cruroiros, stanto o padrão do vida daquolos
-culos, 0 quo quor dÍ70-: automovol, - _ - -
01 ov ar ’>A
o:
C)U'.' um
0 3r, Profoj.to Municipal, Podro Valontim Fornandos, com a pa lavr--^, porquntoü.^o 3CÇC da produção sao ojcportrdos, oor proços inforior^s- 'os normais no Pois. -
0 Doputodíj Cunha Bobno;^ intorrorapondo, a porounta osclar- coy ' ^0 nao so referiu a voiculo o sim sobro^as industrias siderúrgicas isto o
sobro a produção do aço, o o oxeodonto c.^i-ca do 305o foi exportado, princi- ■nlfiionto n Argentina, Quanto o oxport^çoo do "utomováis c mais^harato o o
imposto do vendas o consignações não o cobrado na exportação, esse e o es timulo para a exportação, inclusive no extrangeiro e" assim, não se paga im posto ;>?ra incentivar r exportação, -
I
0 sr, LuÍ7 a. S. Castro, perguntando disse nacional de veículos não produ7Íu inicia.lmente
r De .utado Cunha Baono, respondendo disso que de há muito re cebo essa pergunta, çois o trato:^’ naturrlmonto, tem muito mais util’dndo -
oo que os autosj porem o^trator e um sub-produ.to da indústria, o dai exis tir uma regra técnica a esse respeito, produ?-se primeiro nutomoveis e de pois tratores^ ospi'j:ando-S'-' quo__&sto ano uma produção do 12 mil unidades e
om.l 965 20 mil unidades, e então teremos a maior equipe de trator''*; da -
AiUoric'' L-t5na, - - -
porque a produção -
trator'.' s*?
t »
O sr, Luir A, S, Castro, rerguntando, diss'0 que a
0 Deputado Horbert Levy, cue'tinha contado nc?'Sta Gam
inúmeros ataques, pela Telc-visoo, e o Diário de Sao Paulo, o .juput-^do Horbert Levy f-z criticas ao IDeputado Emílio Carlos, c'arecer algo a respeito dessa situaçao. -
aoucos dias
ra ser al￾di7 que -
podería e.s.
?'o ceoe u- se
vc de
0 Deput''do Cunha Bueno^ reepondendo disse’ cue também tinha -
.lido um manifesto assinado pelo irmão do Deoutedo Emilio C-ilos, r- u7e Carlos, contra os insultos de Herbort Levy, gue insultava a memória -■ Emilio Carlos. Esclar'-'cçu qu'.> somore foi nclv-rsario político de Emiíio- erbert Levy, porem^tinha segurança de que Herbert Levy, *;t-ría in capaz de atacar alçuom quç; ja tinha f.-locido, nao deve h-ver razoo por par te do P.T.N, a regpeito desses ataques| era isso que queria esclarecer a -
C-sa de Leis da Cam-'ra í-iunicipnl d'.' Garça,
0 sr.
Ur oer...os e 11
, . , 0 sr. Luí7 a, S. Castro, agradeceu, se o Deputado Kerber Lc- vy e intocável, (perguntou) 0 ^D:'pa t'-’o_^Cunha Buono j inte?:romoendo, o vereador esclareceu que os homens públicos não são intocáveis, pois todos são re soon*;'veis oor seus atos, ‘
0 sr, Luiz A, S, Castro, perguntando, disso, quQl seria o mo- civo da in10cabi 1 idnde,
0 De^'Ut'do Cunha Busno, H'.’rbert Levy, tem uma luta respondendo, disse que o Deputado sobre o cafe, quc> d^ta de müito s anos, visto
*
7âmaia mcípai is .^aiça
á« ^ão '^têauío sr r
.«4>
iV
jr houvo rntoriormfnto cntj:^ E.iij..lio Cnrlos o Horbi'rt Lovy^ qu'.' vom dosdc' .pquoln óppca, cPclnr'.<cc'ndo mria qu’ nno f;. visto quo, osta comqiovnmonto for") c som o.lomontos. Ai-nbos 1'vam homons do grnndos padrõos, o^n-~o ncroditr.va quo o Doputado Hvx- t Lvvy, atncnrin por m^áo dn tolcvisâo n imomoria do am morto.
C Sr, Josó Porfírio,
-so coi;'. 0 D.'-,i’t'’do Cunh
rjos oçõos ',’Stno nns mãos do o str'.nçoi;,:os, d 0 cõímnnhins nacionais. -
um vórto o,uo,
d"Sonto QOimonto, i^ria Sobro o assunto
●V
porguntondo, inicial^onto con' ratulou- Buono, porçuntaiido so do fato o vordado quo 51^i- isto com rospoito a o:''ganÍ7açao
<;
O Dooutado Cunha Buono, rospondondo, disso qu-' po.Lo nonos -
f l/ó d"'s acõo<- covoriam ostar nas mãos dos brasiloiros, —
O sr, Jos^' Porfí.rio, dialog-nd--' for torianios .aqaolo trabalho dc
O i^oaufdo Cunha Buono, co.mplotando o dialogo paral-lo, dis, r romossa do lucros aos '■ strnagoiro, mas ont-ondin quo o -
ossa rc'moss'', oorquo do nad"- 'dianta torínos o￾ostr^ngoiro.
C Or. Mário Nun-os Miranda, porguntando, disso,o qu￾oscontra.lÍ7--ção das industrias da Capit-l, - - - ●
com 0 or^-dor disso quo so
●:rsim r.'mossa do lucros ■'o óxtorior, -
so quo dofondia
''●r-fil dovoria disciplin-r
capital, ruando o lucro vai para o
acli-aria
0 Do-^uta.do da d
0 Dvputado Cunha Buono, om rosposta disso quy, na Conv.'Çiçao- ●’ys Inc’ust::i‘'is do' intorior, n.a cidado do Bau:;u, cU'fondou osso ponto oo -
va ','xprosso polo apart-uantí' voroador dr, Mario, pois co m a doscontra- ;_7aç~o das industrias, v3/:ia molhorar sobr'man-irn om tudo, o^cstr-do, o
município, '■ cid^ídOj,^ o proprio aovo, lombrando aind:' qi^o ora frvor~vol a
os:.a dõscontr-lizaçro, om projuÍ7o diroto do s"us intorossos particulares.
O Dr, Mario Nunos Mir-nda, dirigindo oui;r'’ porgunta ao Dopu. 0 cafó foi^par"' a Nação i'' pri.nciprlmi,'nto para a industria um * a V07 da indústria ajud-r a agricultur-''?,
O Doputado Cunh- Buono, oscl-rgcou quo^G rç a ora ama ?ona -
gr-ndo produtora do cafo, m^-s todas as modidas do am ostãosendo tom-das, :^nclusivo o danço do “r.-pü osta maior finnnciamonto possív.l a agricultur.a nacional| do odo quo polo oxposto já há prioridado para a agricultura N-cional. - - -
Nunos Miranda, formulando nova porgunta^ disso -
-rguntar ao Ocp ut'do ,yCunha. Buono ^
consoguir a inistalaçao do uma usina do
C-'
t do disso
v-rd-doiro pacis9
anora nao soria
-●ur-monto agricol* ^o paro ag 1-vour-s ja vrovidonci<ando o
O Or, Mario
●,uo -um nomo da SAGA, vinha p
as probabilidados do Garça no -ta rogião, ------
quais oram￾açucar \
I
O D'Oputado Cunh- Buono, "m r'.*sposta,_ disso quo a SAGA, lu -
tou .ant^■iiorm;'n to pola construç~o do^Banco db Br"sil, no sf a'cidado, o po lo visto acha-so om faso do concJ.usão. Di-so -inda quo somonto I)ojo to -
mou conhocimonto dossa rdvindicaç ao da Usina do Açúcar, ombora jatonha -
acompanhado o assunto, oscl-r-'Condo ainda quo tinha um podido do instala- ç-Q do Usina do Acucar para Palmital, com capa.cidndo do 500 mil s-cas5 o
tíai osclaracor quo nosto caso roivindic-rí- para G-::ça o Usina do Açucar- d" 25Ò mil sacas, colocando-so a,disposiç-o das aytoridados g-rconsos, in "ormando -inda cuo nuQ futuro proxijo enviaria ofícios a rospoito p-r- cp nh'c;..monto da po'pulnçao do Garça, sobro sou trabcalho. 	 			 	
I
0 Cr. Joso Rodriguos ‘‘'tontouro» formulando porgunt Índico do dosonvolvimonto da Industria Naval !.
0 Doaut-do Cunha Buono, rospondondo disso quo
disso i
suas molhori-p?
om m^toria do
as
CU--1 -or- o
o^Munícíjiai âe .^aiça '^Amaia 1
èe <Sàa ^auá>
r. &0 í
0 Brp.sil j- su.0.l:'ntou 5 frso do -.'sp^.^rimcntnç ^o5 jò. .
Pnis, inclusivo j- ^strímor. to/nbom cxportnndo, por '.●ncom'.n(üou do Otrsil sorcr', c’.o 6 nnvio$, quo trocodo orn
p. 6^000 erros . Coa<'ntoa n rospoito d' compr-' do mvios oõ,lo’3rp?il, dP Juguslr.viP, .● san n~o pdr.ptnçno, dovido co om, roguismo pois ossos n"vios tinhp umn tripulrç^o do 50 olomontos, .● c.aorin so colo -
enr mnis o a m-onos ans 150.
Um:; no porcuo 0 potroloo
;..,dastr^p novnl, bric'; n'vio5 om noçso oxomplo o M''XÍco jp Aliados corr'.'soond<
> >
sonhorp do ?s3>tôncip,
npcionr.l, npo consoguo
porçuntou po Dopat do Cunh^ Buo
sobr< ssnir-so
0 Doout-do Canhn Baono, '.--m rospost.p,___disso quo, o_mono?oliO“ jnioomonto am orç-^o do Govorno, cujo Av>no; nlr.o nro pormito o inicintiva- -■'vcl.r% mns oolo vistft, pnroco quo 0 -tani Pr-o-idonto dp Ropablicp procu- incontivr’o d^r npoio p ossp Org^^nirnçpo, ospor-ndo quí> dontro ‘'/n bro>- V r^solvoromos 0 solucionor;']íios tr.l cuostpo.
I
Cunhn Buono, qur.l oro
0 Codigó Eloitorol ?.
respondendo disst; quo l)pvia mais 0 quostno, porom os ultiiTios oconto ocipitou tudo, trazendo um atrr.zo- 'coiitocimontos rovolacionorios -
estruturou a Monsaçom ostabelocimonto dos õloiço’.'S distri- votar.- Comontou ainda ns oloiçoos -
0 sr, Prosidonto porg-untou no Dopj^t^do eloitornl 0 sobro *.ua opinião n r<'spoito da reforma
do 0 Oo-^^^t-do Cunha Buong, í.to projetos nn Câmara Fodo ;--;^, sobro c:.í'iontosj;orificados om^nossn patr^n,_pr 'S quostõos do tramita.çao> com os últimos eleitorais o so e da.i 0
os Tribunais
concluonto do Gangroçso ^ utilização do maquinas pare
sua raoi.da apura.çao, - -
convocou-SC
liso
ti s , 0
do íhilo, (
>
perguntando disso quo gostaria quo 0 Dopu da Usin*' do Cnouava , - -- -- -- -- 0 Sr, João Tarnra,
t '.'o informasse sobro .a oncampa.çao
ouo c‘V id ontom onte
social is
inclusivo￾C-stolo "
Cunha Buono, rospondondo, disse Goulart_i, caminh-va .a^passos^docisivos_ p"::-: 0
^urnontando a Estatilizaçno 0 c;ncampaç'o do divorsas Usrna.s, monooolio d-s Rc>finarias. E 0 atuei Presidente sr,
' rovisHo dossos decretos.
0 Do^ut"'do
0 í Fr 'sidont'.' Jo ao
mo
. /
J-' so tinh"^ 0
B:: anco, det^Tminou
0 Sr, presidente da. Cam
no qual 0 ponto do vista do S, Excia
perguntou ao doput"do Cunha Buo as concessionárias. ' S l
● j sobro
osclarocou quo doix"ria do rospon -
e dc'satunlizado , oscusando-so om 0 Dc^put-ado Cunha Buono estar for'’ do assunto,
I
'■ r .a pergunta por rospondo-la,-
congr'’tulou-so com 0 confer''ncista :'pelo p'ra quo ajudasso os motoristas do Gnr- ja ora, om "^razor par<a^<'St-;i cidade uma_agencia dq IA- ainda cuo na ultima sossno foz um çoquorimonto solici -
faz nocossarin aos motorista do
0 Sr.^Flávio Frolro Loa.l,
ao mo smo tempo, foz-^ao um
ça . coúio patrono que TETEC, informando t-ndo das autoridades essa milhona quo so
Gr-rça o re^gião, -
0 Uooutado Cunha Buono, om resposta disso qm^ atondoria _ cqm￾0 m'XÍmo prazer tal podido, procurando dar a Garça essa .agoncia quo viria- bon.’ficiar os motorist-s da. r-giao. Finalizando agradeceu a atonçao dos -
qrosontos, das autoridades, a R-dio Clube do Marilia, 0 ao povo< om gorai -
colocando-so "● disposição do ?qvo do G-^rça, 0 osclarecondo ainna quo conti ia lutando para os''e Município no Congresso Nacional, r^plausos-* - - --
0 Sr, Prosidonto agra.docou om nome da Cãmara o do todç^ 0 ;.u- ●' conf'■‘renci a pronunciada polo Ilustro Deputado Fe^doral Ani-onio inclusive aos proso.ntos, Autorid“dos 0 povo om gor-1.
sento sessão, - *●
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nicipio Gilvio Cunha Buono,
d"n do por oncorrac.
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