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← Garça (SP)

sessao nº 1

Tipo Extraordinária
Número / Ano 1
Date 1956-01-01
native_id4806

Documents (1)

ata #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 17

CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SAO PAULO
cImara municipal de garça la* Sessão Extraordinária, realizada em 1® de janeiro de 1.956 PRESIDENTCi» Joao Tarora SECRETAíIOí- Isaias Rodrigues Martins (
Após a Sessão Solene de liistalação o sr. Joao Tarora assumiu a Pre
sidência e convidou os srs* Isaias Rodrigues **artins e Armindo Rosário a assumirem -
a primeira e segunda secretarias, reiçjectivainente. - —
^salas Rodrigues \rtina e Armindo Rosário, assumiram, res￾V
0
B srs.
peetivamente, a primeira e segunda secretarias.
0 sr. Presidenteí» De conformidade com o disposto no inciso II,
artigo 34, da loi Organica, cabe a Gamara Municipal dar posse ao sr* Prefeito e Vl￾ce-Profeito. Para verificação de número legal, convido o sr. Secretario a proceder￾do
a chamada dos srs* vereadores.
0 sr. Secretário fea a chamada, verificando-se a presença dos se- -
guintesi- Antonio Constantino Neto, Antonio Cruz, Armindo Rosário, Atigusto do Nascí
mento Castro, Isaias ^odrigues ^'artins, Jaime Nogueira Miranda, João Miguel Chaves,
João Tarora, Jose Porfírlo, Mario Sallovlcz, ífenoel Galdlno de Carvalho, Odilon I—
zar. Orlando Frasson, Orlando Silveira Martins, Pedro Afo’‘so de Ôliveira, Rafael P^
de Barros, Renato Virgillio de Barros Rocha, num total de 17 (dezessete) verea￾í
es
dores.
Presidente»- Para acompanhar o sr. Prefeito e ^ice-Prefeito a
fim de tomarem posse, nomeio uma Gomlssao de Vereadores, cooqposta pelos srs. Rafael
Paes de Barros, Jose Porfírio e Pedro Afonso de Oliveira. -
Os srs. Rafael Paes de Barros, Jose Porfírio
veira acomoanharam, em Ccmiissao, os srs. Manoel Joaquim Fernandes, Prefeito Munici
pal e Euzeblo Augusto Tidei, Vice-Prefeito, a Sala das Sessões. ----------
0 sr. Presidente»- Estando presente o sr. Prefeito í^iclpal, con»i
do-o a prestar o comprcanisso legal, de acordo com a Lei Organica, artigo 34» Oonvi￾0 sr.
Pedro Afonso de 011-
do a todos os presentes para assistirem o compromisso em pe. ---------- -
0 sr» Ifeneel Joaquim Fernandes prestou o compromisso legsil, nos se￾guintes têrmos»- Prometo exercer com dedicaçao e lealdade o meu mandato, respei--
tando a lei e promovendo o bem geral do município".
0 sr. Presidente»- De acordo com a lei, declaro enç>08.-:ado o sr. %
feito líuniclpal. Convido o sr. Vice-Prefelto a prestar o conç>romisso legá. - -
0 sr. Euzebio Augusto Tidei, prestou o compromisso legal, nos se- -
pintes têrmcsí- " Prometo exercer com dedicaçao e lealdade o meu mandato, respcl—
tando 8 lei e promovendo o bem geral ‘o município.
0 sr. Presidente»- De acordo com a lei declaro ençtoasado o sr, Vicfi T
Prefeito Municipal.
4 CÂMARA MUNICIPAL DE GAR
ESTAOO OE SAO PAULO
0 sr. Presidente!- Exaío, Sr, Dr. Dinio de Sentis Garcle, DD, Juia de
Direito. Exmo. Sr, Manoel Joaquim Fernandes, DD, Prefeito Municipal, Exmo. Revmo. Pa
dre Antonio Xvlla, Exrao. Sr, Representante do Dr. Herral Ferreira Braga Filho, DD, D^
legado de Polícia. Exmo, sr, Ruzebio Augusto Tidei, DD, Vice-Prefeito Municipal. Exça
lentíssimas Autoridades Federais, Estaduais, Municipais, Militares e Eclesiásticas .
Minhas senhoras e meus senhores. Caros Colegasi Inicialmente desejo agradecer ao Mer^
-tísslmo Juiz do Direito Dr, Dinio de Santis Garcia, pelos trabalhos nesta Casa, pre
sidindo a composição da Mesa, e posse aos senhores Tereedores. Antes de mais nada,
nho 0 grato praser de saudá-los, almejando a felicidade pessoal de todos, pedindo a
Deus todo Poderoso, que tos ilumine e guarde, permitindo que estabeleça nesta Casa, -
iQB ambiente de pas e tranqMlidade, Meiu amigos e nobres colegast A escolha de meu t\c
me para as altas funçÕes de Presidente desta Edilldade, nao ''oi das nmis felizes. Cu>
tros, mais credenciados, mais indicados e capazes deviam ocupar o lugar em que me en
contro neste momento, pois, que reconheço sen falsa modéstia, que não possuo, princi
palmente a necessária cultura, faltando-me conhecimento bastante, para atender com a
necessária eficiência, mas se Deus qulzer, e com o auxílio dos senhores vereadores, -
procurarei desenq^enhar o meu mandato, seguindo as normas dos meus antecessores que -
multo dignificaram o cargo. Entretanto, quiz a cou^íroveda bondade dos meus colegas ,
que coubesse a mim, a honra dessa investidura, alias, multo significativo e dignifi—
cante, para quem como eu, da os p-lmelros passos- na vida publica, como siiiples e mero
colaborador da grandeza e do desenvolvimento deste Município. Deante disso, e para -
que a minha gestão na Presidência des+-a Casa, possa atender as suas próprias necessi
dades, dentro de um plano realmente construtivo, e absolutamente necessário contar -
com a boa vontade dos ilustres e dignos vereadores, sem as preocupações de ordem par
tidária, a fim de que Indistlntamente, se congreguem num só ideal, trabelhando com 2a
aldade e patriotismo, em benefício dos interesses de Garça e de sua gente, honrando -
as tradições do povo de São Paulo, para o bem do Brasil. Concito a todos para uma ve£
dadeira paciflcaçao de espítltos, para que no exercício de sua funções, consigam pau
tar os seus atos ccm Justiça, a fim de que possamos produzir, pelo menos uma boa par
te do que o povo es]>era e reclama dos homens que em praça publica deixaram a sua pal^
vra empenhada, êstes sao os votos que faço, cheio de fe no futuro de nossa terra, no￾TTomento em que toma posse o seu novo Governador da cidade, o sr. Manoel Joacuim Fer
nandes, escolhido pelo povo no ultimo pleito eleitoral, ao aual formulo nesta momento
melhores votos de feliz gestão, pondo-me desde logo ao seu inteiro dispor, em beofi
fíclo dos eTTpreendimentos que desenvolverá durante a sua administração. Procuraremoa￾por todos 08 m'’Í08 ao nosso alcance, prestigiar todas as iniciativas que consultem os
interesses públicos, colaborando com o Executivo, em todos os atos que possam trazer￾benefíeios ao povo e ao
P A* # # ^
tender as nossas próprias aspirações e necesseria haver ambiente favoravel ao entrou
mento de idéias e conjugação de forças, entre o lagislatlvo e Executivo, que permitam
a marcha do progresso no terreno administrativo. Nao pcderia deixar de registar neste
modesto discurso, o meu reconhecimento particular, pela profícua e dinamica adminis—
L
os
d,
Município. Para atingirmos o objetivo comum, de produzir e a￾V
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇ ESTADO DE SAO PAULO ^ "
tração do ilustre Prefeito Dr, Rafael Paes de Barres, a quem muito deve o nosso Mu nicípio, sendo notáveis e dignos de louvor, os inúmeros ^preendimentos realizados￾durante a sua gestão» Mas nao podemos esqwcer da atuação do ^gislativo, se bouve￾realizações na administração que se findou, foi porque, sempre encontrou cooperação
e apoio eficiente do ^gislativo» Ao mesmo teirpo, nos sentimos felizes e confiantes
no futuro de Garça, porque estamos oertos de que o neve Prefeito sr. Manoel Joaquim
Pernandps, dada a sua capacidade e espírito idealista,será o contlnuador das obras￾Ja iniciadas e realizara multas outras de grande alcance administrativo, elevando -
Cada vez mais o nível de progresso» Reitero os meus agradecimentos a todos e eleveji
do o meu pensamento a Deus, peço para que nos seja permitido desençenhar a tarefa -
que ros cabe nesta nova fase de administraçao, inprimindo um ritmo de trabalho o ~
n»is acelerado possível, visando como já disse o objetivo comum, dando a Garça e
ao seu povo, t;ido qt«nto for justo, proctirando assim, corresponder a confiança que
nos foi depo8Í'^a* ^buldo desse espírito de trabalho e de respeito ao interesse -
publico, tudo faremos dentro das nossas atribuições, com a máxima boa vontade e de
cidida satisfaçao de concorrermos com a parcela do nosso esforço, para o bem comum»
Senhores Vereadores* Bstou oerto que os vossos pensamentos e os vossos propositos￾nao serão outros, porque em coda um de vos, se consolida o senso de responsabilida
de e a Invergadura moral, que caracterizara as vossas personalidades coiaa .legítimos￾ropresentantds do povo nesta Casa» B assim sendo, juntos e dispostos a trabalhar, -
poderemos si Deus ouizer, dar um exemplo de quanto sao capazes os homens de boa -
vontade» 0 nosso tempo ha de ser bem aproveitado em assuntos atlnentes as nossás -
funções, cuidando do bea publico, fugindo o mais possível dos debates estéreis
carater pessoal no canqjo político-psrtldárlo, que na realidade perturbem a ordem'e
desvirtuam as legítimas finalidades de nossa presença neste Legislativo* Acima de -
tudo, estarão sempre os interesses coletivos e antes de tudo, teremos nossas vistas
voltadas para a grandeza de Garça. Tenho dito» — - - -
0 sr» Presidente*- Sstando inscrito para falar, o sr, José Porfí—
rio, do Partido de Representação Popular, concedo a palavra ao mesno. -------
0 sr, Jose Porfírloi- Sr, Presidente» Exmo» Sr. Juiz de Direito. -
Sr* Prefeito, Sr, Vlce-Prefelto. ExBas, Autoridades R*liglosas, Civís, Militares .
Senhores e Senhoras. Meus nobres colegas Vereadores* Sejam nossas primeiras pala- -
vras o sentido manifesto do nosso agradecimento ao bom povo de Garça, pela nossa ra
eleição» Aqui estamos nesta mesma tribtma onde defendemos e argumentamos, perdemos￾e conquistamos muitos tributos para Garça, de onde coparticipamos das realizações -
feitas e prosseguiremos na mesma política construtiva, pré Garça exceloior. Aos no-
*
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bres ex-colsgas de vereança, que nao prosseguem conosco, mas que sao amigos de sem
pre, quero num abraço sincero agradecer a colaboração que nos deram e afirmar a es
tima e solidariedade para tudo aquilo que possamos ser úteis» Aa pessoas dos senho
res ex-Presidentes quero consignar os protestos da mais profunda manifestaçao de «£
tantas de amizade ms manife^ tlma pela atitude eoia que serapre noe dignaram e provas
taram. Aos nobres oolegas recem-eleitos e aos reeleitos, recebam os propositos da
sais leal atitude de cooperação ja firmados nos postulados doa nossos princí￾V
nossa
I CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA I
ESTAOO DE SAO PAIA.0
( X <y ^ yisLã￾pios, etm como o sentido agradecimento aos entendimentos que foram reallsados, para
me dignarem a Presidência da Cêmara* Quero também deixar aqui os meus agradecimentos
aos funcionários desta Casa, a laçrensa e ao rédlo nossos melhores sentires de gratj^
dão» Dlsem senhores, que política e imoralidade sao adversários nos tratos coa os h^
mens, entretanto, preferimos ficar cora a política Idealista, Integral, que nos abs-'
traímos da moral que a caracteriza como os blsraarqulanos da real polltlc» Preferir
mos, repito, '‘lear cora o pensamento de nao violar os compromissos assumidos qx;# nos
elegeram ontem, nos reelegeram hoje, que amanhã não nos hão de esquecer» Preferimos￾prosseguir fasendo política, como que a própria poíltica tem por fim específico, o
bem comum, altamente cristão, fazendo aos outros o que gostaríamos já tivessem feito
a todos nos» Nesse benefício a todos, é que encontramos o fim verdadeiro da polítloa|
isto e, 0 seu oarater, a sua moralidade, dando ao conceito do direito a própria basie
fundamento, todos são Igaais perante a lei, ou de quem de direito ou que por direito
tem, sem as explorações, sem os privilágios, sem os engodos ou os pavonismos Incomaj]
dados pelos cavalheiros de Augusto como na Poma antiga, como nos conta a história e
não fizemos ontem, não faremos hoje e nem no futuro, a política restrita, que vlse-v
vantagens de grupos Isolados ou a Indivíduos preferenciais, prosseguiremos fazendo -
senhores, a política moralizada, do interasse geral acima do interesse Individual» -
Isto talvez nao agrade a muitos, mas satisfaz a todos que não desejam xnoa polítl
mutilada, imm falsa democracia» Satisfará por certo aos que não desejam a opressão -
dos manos favorecidos pelos donos das possibilidades metálicas^ Outro mando políti
co tão efemero e trantlborjo as vezes. Aleges, estou certo, fic-rão, todos os nue dfi
dejam o bem comum, o progresso de Garça e que conheçam os próprios princípios, o no^
so lema e o nosso programa, de certo que o temos na conciencla e na ação, não somen
te nas palavras, porque sabemos que na democracia cristã as CãmarasMunicipais são ejj
tidades morais e dentro desse sentido moral, do bem da coletividade garcense, temos￾em mira que com o apoio dos nobres colegas, srs» vereadores, colaborar com o ar» Prfi
feito Municipal, dentro do conceito político-admlnistratlvo Integral, para que sejaç
realizadas durante a aua administração, o que desejamos eficiente e profícua como a
do seu antecessor, as seguintes obrast reforma e ampliação do atual pródio do Colé
gio e Escola Normal, bem como visar um terreno para a construção da um futuro prédio
digno da cidade de Garça, o parque infantil, prádlo para o Paço Municiai, para
postos de higiene e puerlcultxira, ajardlnamentos das praças do Colégio Estadual e I￾greja da vila nova, bebedouros e mlctórlos nas praças, iMlhorar as passagens super—
nível da rua Toledo Plza protegendo os pedestres, bem como passagem sõbre-nível na
altura da rua ^lo de Janeiro ou sub-nível onde melhor as comunicações de ambas as -
partes da cidade, a rêde de Iluminação, o aproveitamento do lixo para adubo, instalj
ção da Escola de Aprendizagem Industrial e Agrícola, estudar um plano para solução -
regional com outras Prefeituras limítrofes, para a construção da Caaa dos Meninos, -
para assistência dos menores da região, maior entrosamento entre a Prefeitura e a Cj
sa da lavoura para melhor assistência aoa peqaenos lavradores a fim de construírem -
serviços de erosa e llgaçao e sudagem , bem como do horto florestal, mudas de eafe,
ca -
os
CÂMARA MUNICIPAL DE GARGA
ESTADO DE SÂO PAULO
mudas frutíferas para forneciiaento aos pequenos lavradores do município, fomentar o
desenvolvimento da indústria, persistir nos trabalhos pare que sejam instalados amtu
latorlos médicos e gabinetes dentar:ioa pelas autarquias dos Institutos do I,A,P,I, ,
e do I.A,P,T,íí,C, beneficiando os comerclérios em geral, criar um servlgo de assis
tência Jurídica que vise anparar os trabalhadores de todos os ofícios e da zona ru*~
ral, todos os benefícios aos distritos de Jafa e Alvlnandia, bem como agirmos no sen
tido de que seja instalado o distrito de Jafa, melhoria nos servlgos telefônicos pa
ra que Garça tenha um serviço a altxira de suas necessidades, criação do Departamento
de Instrução artística filiado a Instrução Artística do Brasil, reflorestamento de
acordo com o cédlgo Florestal, iniciar o reflorestamento das cabeceiras dos rios do
município, para manter o equilíbrio hidrométrlco da região e também um lugar digno -
ao sol para não ter tanto sol aos srs. chauferes dos caminhões e aos donos das char
retes e das carroças. Acreditamos senhores na força do povo de Garça e na colabora -
ção de cada um dos srs* vereadores, como no is^rescindível apoio do sr* Jânio Qua- -
dros, digno Governador do Fstado, para que estas obras durante quatro anos possam -
ser realizadas e sejam realmente realizadas com a vontade eforça de trabalho que po^
sue o senhor Manoel Joaquim Fernandes, com a coleboraçao indispensável também do sr«
Vice-Prefelto com os demais funcionários dessa Prefeitura* Colaboraremos com o sr. -
Prefeito e Vlce-Prefelto em tudo mais que vise o nosso compromisso reafirmado hoje -
publieamente de propugnar por todos os meios para o progresso do município e bem
tar dos municipes. Deixaremos para fora desã Casa, senhores vereadores, os símbolos￾partidários, coerentes com a nossa formação cristã, cultural e política, fundamenta
dos na moral construtiva* Bao endogaremos, entretanto, a dúvida que destroe,a calú -
nia que eorronçe e não frutifica, i^o trocaremos o templo dos nossos ideais pelo —
turgulbo dos descrentes, colecadores de ferraentos de valdades muitas vezes nos seus￾proprlos pés. Os que não creem, os que não acreditam nos homens de Gerça, os que -
não desejarem que isto seja realidade por caprichos ou por ausência de ação e deixea
nos nrossegjir trabalhando pelo engrandecimento da Pátria neste pedaço de São Paulo*-
Pois prossegAiremos mesmo que sés oom a bandeira danossa dignidade moral, com o nos
so conçromlsso assumido com hoTtens dímos como o sr* Prefeito, Vloe-Prefeito e os si
A
nhores vereadores e os eficientes colaboradores da Prefeitura e da Cstmera, o nosso i
deal vencerá sem a supertlgÔes como afirma Pio 2II, com a espada áa Justiça e da sIa
ceridade nos nossos propósitos e a nossa fé cristã, nas nossas ações as quais reaflc
mamos, serão Inteiramente em benefício do povo de G®rga, em manifesto de agredecimen
^ * m ^
to aqueles que noa dignificaram ontem, nos dignificam hoje e nao vao hos esquecer a￾manbã* Fstas são, senhor Presidente, senhores e senhoras, os nossos reais propositos
os quais são ratificados pelo Partido de Representação Popular ao qnal nos temos a -
honra de pertencer* E se nestas finalidades nos temos de nos reumlr, sr* Prefeito, -
Vice-Prefeito e senhores vereadores, dentro da rBespeltabilidade equaclonadora e dlfl
do magnífj, tinta das funções que nos são atinentes, estaremos realizando o bem comum
co polro de Garga, que tudo orereoe e espera, fadamos a este progressista recanto pau￾V
lista, que a ajuda de Deus, o q'*al nos ha de nortear, su"tentar, esclarecer e guiar.
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ,
ESTADO OE SÂO PAULD
f￾para que connulstemos tudo que almejamos eom boa Tontade. Prosseguiremos^:om o afã de
faser política como iniciamos» com pê maiusculo e» nos decepciona» nos entrlsteoe» ●
qxiando temos que discrer dos que não creem» para os quais os compromissos sao bande^
ras sem Pátria» dobrando a todo sentido de dlregão de todos os ventos. Permita Deus ,
que os h:!)mens de boa vontade n<^ ajudem» srs. Vereadores» sr. Prefeito e sr. Vlee>Fre￾feito» fazendo de Darja e de seu povo» o que Ja ostenta no »u escudo» um Brasil maior
na grandeza do homem brasileiro em todo o recanto da Patria» serçre por uma Darça
or. A isto nos propomos srs. que nos otivem. - -- -- -- -- -- -- -- -- -- -
0 ^r. Presidente:- Está inscrito para falar em segundo lugar o sr. I￾salas Rodrigues Martins» pela Unlao Democrática Nacional. Tem a palavra sua excelên
cia. - - - - — - - - - — - - - - - — —-
0 sr. Isalas Rodrigues Martinsi- Bxmo. sr. Dr. Dinio de Santls Garcia,
meretísslmo Juls de Direito da Comarca de Garça. Exmo. sr. -João Tarora» digníssimo -
Presidente da Camara. Exmo. í^r. Manoel -Joaquim Fernandes, Prefeito >iintclpal. Ejoas. -
sr. Buaebio Augusto Tidel, Vioe-Prefelto Municipal e demais autoridades eclesiásticas
e militares. Minha não seria a nobre e difícil missão» de saudar esta Casa ornamenta*
da por tão ilustres figuras» que honram êate recinto com as suas presenças neste dia
especial e de grande significação, em que assistimos a instàlação da Camara» se para*
tanto» meu partido» vl8se*m8 das mais humildes e toenos capaz figura» depois que o po*
vo me distinguiu, pelos imineros sufrágios recebidos, os qmls me habilitam ao honro
so mandato, que ora se inicia, e ao qual me candidatei, movido por circunstâncias de
ioçortênte -elaçao. Valho» entretanto» da elevada compreensão de Vossas Eroelênclas »
e desta feliz oportunidade, tão própria no seu duplo significado de posse e comemora
ção de fraternidade universal, dia em que desaparecem as Pátrias» limites» raças e na
çÕes, para dar lugar ao verdadeiro amor que une os Indivíduos entre sí. Isto porque -
co!iq>reendemo8 pertencer e mais vasta sociedade de indivíduos da mesma espeele - a
manldade - Inclidados a atxzlliarem*se mutuemente» em virtude da sua comunidade de or^
gem» de natureza e destino. Eis porque sr» Presidente e srs. vereadores» razões inúnfi
ras nos agitam e movidos por esse sentimentallsmo criador que a tantos tem proTnovldo*
a riqueza do bem estar, de reconhecido espírito de gratidão» saudancs a V, Excla
meretísslmo sr. Dr, Juiz de Direito» Dinio de Saniis Garcia, figura impar e exponen—
ciai» que na investidura de elevada dignidade» á o nosso magistrado cr-^dor de nossa -
ilimitada admiração e profundo respeito. Exerceado a mais alta função que a sociedade
pode confiar» aos seus membros, tranquilizam-nos resolvendo conflitos entre partlcuifl
res» entre estes e o Estado» fazendo cuoçrir os ditames da Justiça» para que a humanl
dade nos considere homens honestos» ao invés de imoralmente convencionais. EnposSados
agora nos cargos de Prefeito e Vlce-^refeito, os exmòs. srs. Manoel Joaquim Fernan--
des e Euzeblo Augusto Tidei» respectivamente, como membros do Poder Executivo Munici
pal e tamb^ dezessete vereadores de diversas bancadas» componentes da Camara Munici
pal de Garça, todos enfim, escolhidos pelo povo a 3 de outubro para dirigirem seus -
proprios destinos, no período de quatros anos» que ora se inicia. A ftsnes ilustres ci
dadãos» desejamos manifestar os nossos regosljos pelo ato de lei que a Casa sela nes
te Instante solene aqueles cmo irão constituir o novo governo» recebendo do merotíssi
mo Juiz Eleitoral e da Camara Municipal a confirmação da mais alta investidura que 1-
●»
V
V
K
CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA J ESTADO DE SAO PAULD
flfl- 6-
rão exTcor nesta pequena célula administrativa e política da Najao, que gostcsamen￾te nós pronunciemos - Garça. Ao ledo queremos tamtiem a todos formulex os nossos ine—
Ihores votos de Governo feliz, cuje administração se revista de grandes realizações,
en todos seteres da vida humana, a todos atendendo na medida do '.ossível os pioble—
mas máximos que afligem, dentro das atribuições municipais. Wão esqueceremos o con~-
promirso que ha pouco assumimos diante das autoridades, do povo e dos sagrados pavi
lhões de São Paulo e do Brasil» síntese filosófica de norsa Fatria, siquer un ins *
tante, em toda a nossa vida publica. C compromisso assumido, que e muitos possa parfi
cer simples formalidade, mas que verdadeiramente e um ônus mais de responsabilidade,
o sentimos de perto nuando temos as nossas vistas voltadas para aproximadamente cin
quenta mil habitantes, a todos prometendo eexercer o nosso mandato com dedicaçao e
lealdade, respeitando a lei e promovendo o bem geral do município. Veem pois. Vossas
Excelências, que e árdua e difícil a tarefa que nos foi confiada pelo povo, tanto -
mais complexa nos dias em que vivemos, quando fenômenos de ordem social e economica,
se robustecen a medida que as crises de ordem jaoral e política da Nação avançam no
torvelino da vida. Ca acontecimentos que se ocorremnos últimos dias, e um atestado -
da instabilidade hum''nc no desassocego de espírito, em plena revolução de Idéies, ou
sufrega, caminha desordenadamente en busca da paz e do bem estar, clima própria da
criatura humana, que traz de berço uma história de melhores dias do passado. Em
quanto se cruzam as idéias e procuram os entendidos e estudioscs , ejrpliceron as ra
zoes dessa ecatombe, comtemplam os inertes as manifestações das gentes que adotam n£^
voB metedos e costume de vida, trazendo e crescendo unm atmosfera pesada e Irresplrá
vel aos homens de bem. Desorientada por duas guerras mundiais, quasi qw sucessivas,
e por um materialismo desarticulante que a tudo vai levando de roldão, deixando a
massa confusa e turbilenta, a humanidade perde o equilíbrio moral e debate-se por al
go que ela mesma não entende e tão pouco sabe para onde caminhar. SÓ uma coisa á In
discutível da qual temos a certeza, porque grande e a «bservação, que a massa detes
ta as disciplinas morais, considerando-as imcompatívela com os novos métodos que ad^
tou, numa palavra, o sentimento espiritual afastou-se das massas, ate mesmo das cla£
m >
ses superiores pare reinar tao somente o hemem animal, num sinçles desejo de viver -
para sí. Mas, srs Presidente, aníma-nos o espírito forte, a crença que temos em Deus
de caminharmos -firmes e resolutos na grande tarefa que o povo nos confiou, da qual -
procuraremos nos enfronhar melhor enç>regando nossos esforços, toda a nossa capacida
de de trabalho. Felizmente abre-se novos horizontes para a vida do município, com o
fortalecimento doe mesmos previstos pela atual Constituição da República. 0 munlcí--
pio e a célula administrativa e política da Naçao. Nele, em ultima analise reiidem -
todos 08 seus problemas economicos e sociais, portanto suficientes rendas que devea￾ser reservadas fechadas para atende-lo. Antes de ttado, o mxmicípio á uma pequena uni
dade territorial; as suas condlçÕes geográfica, geológica e climaterica, variam de
região pera reglao, ditando o motivo de soa economia, enquanto outros ricos de cas^
tiram partido da pecuária ou extraem o sub-solo a matéria prima para diferentes In
dústrias, aumentando as populações operárias. 0 nosso, encontra na agricultura, nova￾e promissora com reservas florestais, a satisfação de fertilidade de nossas terras .
V
i
'ê CÂMARA MUNICIPAL DE GAR
ESTADO DE SiO PAULD
Em outras palavras os seus probleaas econôtiicos adistritos a geografia e a cllmatoloo
gia looal, tao tanbeQ purasiente locais, '^eterninando tainbeB o tipo de vida dos grup^
mantos sociais que os enfrentam* Nao isqpoBta que alguns, ou mesmo muitos se dediquem
a mesma atividade, porque basta que um so dos fatores varie, para que os seus piobl£
mas se diferenciem* Nesta pequena comunidade que é o município, surge então es prl -
melras necessidades administrativas e um rudimento de política encarnada no chefe, -
nao de espotlco ou bulnisse a vontade de escalões superiores, mas Independente, ope
roso, obediente as leis propostas pelos vereadores eleitos pelos muníclpes* Deste -
corpo de delegados, exige-se apenas eficiência, não precisam ser polítloos, basta —
possuir esclarecimentos gerais. Mui acertadamente disse Ruy Barbosa, que a gestão do
município nao deve gireir na zona da ação política, pela s"a natureza, pelos seus —
fins a sua espera, e inteiramente administrativa* €sse corpo de vereadores composto￾de representantes das diversas bancadas, deve incentivar ao máximo a economia local,
e promover o bem estar social do município. Para isso, apoiando-se numa arrecadação￾Juata e bastante,de Impostos e taxas, deve-se entregar a um veste programa de cons -
truçÕes e de desenvolvimento de obras publicas, no qual, as vias naturais de trans -
portes e comunicações, as escolas, as obras de saneamento, o ccrabate a erosão, reprfi
sente os pontos capitais* ^o êle, êsre corpo de delegados, Vigendo denta*o das divi
sas municipais, e conhecedor das necessidades locais, sabe quais são essas obras e
quais as verbas que exigem* T\ido isso e base no desenvolvimento do munic^lo, porem,
como levar avante tal programa miando vemos o mesmo município anitilado das suas ren
das, r^^stando-lhe tãossmcnte yf,f de arrecadação nele operada* Aqui pois, er* Presi
dente, sentimos que governar e descentralizar. unir politicamente mas disoentreli -
zar a admlnistraçao* So assim conseguiremos alcançar a consolidação dessa comunidade
para entregar uma Nação mais forte e mel’'.or organizada* Nem toda a obra sr. Preside^
te e srs* vereadores, podeimos. realizar mesmo porque nos toca iime parte de tudo -
rruanto e realmente necessário ao município, avançando em todo o sentido, com «Itivez
e segurança, a exemplo das construções em "linha", realizada pela engenharia militar.
Inspira-nos sr. Presidente, a administração pasmada que se ceracterizou pelas inimw￾ras obras publicas, realizadas e tenninndas, ad lado de outras mais iniciadas* 0 fl£
me desejo de trabalharmos para que tudo prossiga na ■'archa desejada e ao alcance da
ptçiulaçao que luta e deseja pelo menos condições humildes, mas próprias da vida huma
na. Mas tudo, nao deve ir a tanto, de exigir-se sacrifícios enormes de criaturas que
sofrem a apertura da epoca, era todos os sentidos, pare muitas vezes reellzarmos o- -
bras de vontade pessoal. A experiencia tem ditado que uma administração municipal ,
deve exigir economia absoluta no «'nçrego das diferentes verbas, con» elemento prepojj
derante de dllatação de plenos estabelecidos. Não será de certo, inexequivel um pla
no de trabalho, quando em situação bem melhor em que se encontram as obras publicas,
partindo de xnn ponto, para o qial se convirjam as vistas de todos que compÕe» ©Go
verno de Garça, na luta cont^iua e perseverante de elevar o nosso município a cúpula
do "Interland" paulista. Agora, sr. Presidente e srs. Vereadores, antes de concl^ilr￾mos o nosso modesto discurso, queremos deixar registrado nos anais desta Casa, votos
de louvor e gratidão, não pelo muito que fizeram os edis da legislatura passada, mas
tanto pela maneira com que se dedicaram, “nçiregando seu precioso tençjo nos estudos e
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K'
V
CÂMARA MUNICIPAL DE
ESTADO DE SAO PAULO
-Í32ZS￾e nas Diedltagões das leis, nos estudos dos projetos úteis a causa pública e outros
esforços que empre^^taram a fim de que o Executivo Municipal, não se ressentisse -
dos meios necessários a ele confiados» Assim sr» Presidente e srs» Vereadores,
punhando a bandeira do trabalho e da honestidade, aloeno-la, caminhando resolutos￾na luta firme e decidida, em busca doe destinos gloriosos de Garça, para maior hoü
ra de São Pavão e glória do Brasil. Tenho dito. - — - - - — - - - - - -
0 sr. Presidente»- Estando Inscrito para falar em terceiro lugar o
vereador Odilon Izsr do ^artido Social ProgresAista, tem a palavra sua excelência.
0 sr» Odilon Izari- Exmo» Magistrado Br. Dinio de Santis Garcia ,
Exro. Sr. Presidente João Tarora, Exmo, sr. Prefeito Municipal, Manoel Joaquim
nendes. Exmo. sr. Euzebio Augusto Tidei. Bxmas. Autoridadesreligiosas. Exmas» Au
toridades estaduais e federais. Exmos. Vereadores» Minhas Senhoras, Meus Senhores»
Coube-me a honra de falar em nome do Partido Social Progressista. E antes de mals￾em￾nada, eu quero erguer a minha voz, pedindo a Deus pela felicidade de povo de ninha￾terra, neste ano novo que se inicia hoje. Quero também meus senhores, em poucas pâ
lavras exprimir a minha gratidao do Partido Social Progressista ao glorioso e pro
gressista povo de Garça. Ao assumir neste dia as fvmções de vereador, eu deponho &
qui neste Casa a minha palavra de honra, de que lutarei incessantemente pela gran¬
deza de nossa terra e bem estar de nosso povo. Não cuidarei de política e sim cui
darei de colaborar o mais possível com os meus dignos colegas para que tenhamos -
progresso, para que tenhamos felicidades e para que possamos dar ao povo de nossa￾terra aquilo que ele mais ambicione e almeje. 0 Partido Social Progressista,
aa minhas as suas palavras de agradecimento as autoridades, de agradecimento ao pa
vo aqui presente e ao t>ovo que nos ouve em seus rádios, pela distinção com que fo
mos dlstinguidos nas eleições passadas. Eu
une -
nao voú falar aqui senhores, da parte a
dminlstrativa, porque sei que o sr. Manoel Joaquim Fernandes vai encontrar dlflcuX
dades como todo o administrador encontra na sua vida. Mas no s aqui estaremos para
sofrer, para lutar com ele e para que Garça ura dia possa chegar as alturas que qua
remos levarj para que Garça possa um dia alcançar un ritmo de ser orgulho de São -
Paulo e orgulho do Birasll. - -- -- - — - -- — - - - - - -
i 0 sr. Presidentes- Estando inscrito para falar em 4® lugar
Antonio Constantino Netto, dou a palavra a sua excelência. -- - - - -- -
0 sr. Antonio Constantino Nettos- Sr. Presidente. Srs. Vereadores.
Meretíssimo Juiz de Direito. Sr, Prefeito Municipal Manoel Joaoulm Fernandes.
Euzebio Augusto Tidei, Vlce-Prefeito Municipal. Autoridades civis e eclesiásticas.
Minhas Senhoras, Meus Senhores. Sejam as nossas primeiras palavras de saudação a—
aquelas que de uma maneira tao brilhante tem se desenevzrabido de sus missões. Ao
retíssimo Juiz de Direito da fomarca, Dr, Dinio de Santis Garcia, o nosso respeito
a nossa admiraçao pela maneira com oue vem caracterizando e pautando os seus ges
tos e seus atos. Ao sr. Prefeito eleito e ao sr. Vlce-Prefeito eleito, a nossa pa
lavra de solidariedade, a nossa palavra firme, a palavra ccesa do Partido Democra
ta (listão, de que, uma vez tendo em mira a realização de qaalquer benefício que vi
se o nome de Garça, esta mesma bancada que se compÕe de seis Vereadores, estara -
o sr, -
Sr.-
s
CÂMARA MUNICIPAL DE GAR
ESTADO DE SÂO PAULO
firme, altaneira, para combater ee lado, não so dessas autoridades, ccmo também de tfi
íos os demais conqjsnheiros de vereança que qulz^rem realmente trabalhar por Garça. E
agora as nossas palavras dirigidas aaueles que durante quatro anos tiveram nas suas
rmos cargos que souberam desincumbir desses mesmos cargos. Nos dirigimos ao ex-Prefei
to dr« Rafael Paes de Barros, que pela sua atuaçao frente ao E:«cutivo Municipal, soü
be Ser est^irulo e Incentivo para todos quantos vao ocupar o seu cargo, ou seja de -
Prefeito Municipalj colocando sen^re de lado os interesses políticoa-partidários, os
interesses individuais, aquele Prefeito, soube trabalhar por Garça, soube realizar a
quilo que dele se esperava toda a coletividade garcense, que quasi por unanimidade -
soube elege-lo em tao boa hora para Prefeito Municipal. Poi nessa maneira que GSrga -
deixou um marasmo, para entrar numa senda de progresso impressionante. Aqui ficam po£
tanto consignados nossos cunçrimentos e nossos agradecimentos ao Sx-Frefeito, que du
rante quatro anos não soube parar, soube, isto sla, trabalhar. Temos também as nossas
palavras de agradeeimeiito, as nossas palavras de gratidão aos dezessete vereadores -
que indistintamente compuseram a ultima legislatura. Foram todos eles de ura esforço -
tremendo. Foram todos eles de xma maneira de agir, que chegou a contentar todos os -
gareenses, porque também seguiam as pegadas do Prefeito, nao visavam interesse indivi
dual, visavam, isto sim, o interesse da coletividade. E mais alto do que uma coletiv^
dade falavam o nome Garça. Companheiros de legislativo» hé uma metamorfose neste dia»
jé não representamos aqueles candidatos que em praça pública expunham as suas manei
ras de pensar, aqueles que acompanhavam os comícios e as orações, para nos tomarmos
os representantes do povo de Garça. Fomos pscolhidos pelo povo de Garça, para repre -
sentação dentro da cãmnra Municipal de Garça e aqui estaremos não apenas para cvuiprir
aquilo que em palanques e em praça pública afirmamos, mas apenas para cumprir com a
nossa obrigação, porque se nos dispuzemos a una candidatura, porque se aceitamos a i£
cumbencia de concorrer a um pleito municipal, era porque tínhamos a convicção de qua
se eleitos saberiamos c#;prir a nossa obrigação. E neste particular, apenas solicita
mos a Deus nas alturas para que nos auxilie para que possamos a êxito esta érdua e ej
pinhosa missão. Srs, vereadores. Meus caros colegas. Acredito eu, como acreditam to
dos da bancada do Partido Democrata Cristão, qite apos as elelçÕes hoje realizadas ne^
te recinto, não existem vencedores, não existem vencidos. Se aqueles que viram seus -
nomes vitoriosos, boje nas eleições aqui realizadas, bem como aque^s que o acompaniia
ram, souberam como nós do Partido Democrata Cristão, receber a vitoria, como nos sou
bemos receber aquilo que foi decidido pela Camara Municipal de Garça. Noa temos a co*
vicção de que não havera aquâ na Camara Municipal de Garça as bancadas dos diversos -
partidos que ^azem representar, havera, isto sim, ura todo, uma coletividade oomposta￾de dezessete vereadores que estarão representando Garça. Eao os vereadores que deixam
de lado os resquícios e as paixões para desenvolver um trabalho árduo. Insano, profuu
do e acima de tudo sadio, a fim de que Garça que nestes últimos anos soube conquistar
e ganhar alguma coisa, possa receber ainda aquilo que necessita, para que seja coaçil^
ta e para que possa ser dlstlnguida como das grandes cidades do nosso interior. Mais
uma vez, nos dirigimos aos nossos colegas, neste recinto, no dia de hoje, 1® de janei
ro, no dia da confraternização universal dos povos, o dia em que deixam de lado es -
suas lutas, as suas tréguas, as suas paixões, nos também vamos nos despojar das nos
sas armas. Aqui estamos representando uma coletividade, s em absoluto lão poderemos -
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CÂMARA MUNICIPAL DE GA :Sr,i m
ESTADO DE SÃO PAULD
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âecepcl''nar esta mesma coletividade. A partir da meia noite, todos estiveram abraçan»
do seus amigos, os seus ecmipanhelros, cun^rlmentando e auguraado votos para que o ano
iniciado a aero hora de hoje, seja profícuo e seja de realisações. ^ assim, eu concl*
taria a todos os vereadores, dos quais eu tenho eu tenho a satisfação de Incluir o >
meu nome, para que o dia em que os povoe se confraternizam, nós façamos também a nos
sa confraternização. Foi por essa razao que o Pattido Democrata Cristão quia ser
primeiro em cunq^rimentar o Presidente e os seus companheiros de Mesa do ano de 1.956.
Çoi por esta razão que o Partido Democrata Cristão quis externar a sua satisfação, **
porque, se no todo não viu satisfeito os seus anseios, mas pelo menos reconhece qus￾aqueles que receberam o sufrágio e conseeutivemente foram eleitos, estarão a altura *●
dos seus cargos e saberão imparcialmente se desencunbirem de suas missões. Famos por
tanto nos e''nfratemizar meus amigos e colegas vereadores, porque mais uma vez ratll^
camos, acima de todo e qualquer interesse, acima de tudo, esta o interesse de uma ci
dade, da qtial nos qiieremos e admiramos que se chama Garça. - -- -- -- -- -- - -
0 sr. Presidente:- Estando inscrito para falar o dr. Orlando Silveira
Martins do P.S J*. convido 5. Excia. a usar da palavra. - -- -- -- -- -- -- - -
0 sr. Orlando Sll^ira Martins:- Exmo. Sr. Juls de Direito da Comarca
de Garça, Sr. Presidente e Senhores Vereado-es. Digníssimo Prefeito ®lelto. Sr, Vice￾Prefeito. Demais autoridades eclesiásticas, civis e idlltarea.Heus Senhores, Minhas -
Senhoras e Nobres Colegas, fiste instante para nós, á sem dúvida alguma de emoção. Sej}
timos a responsabilidade de um mandato. Sentimos a responsabilidade de um Vereador e￾leito, para trabalhar pelo povo e o município, neste dia 1^ de janeiro de 1.956,
que noa reunimos sob a digna Presidência do ilustre Juiz de Direito da Comarca, para￾A ^
instalarmos a Gamara Municipal de Garça, para também darmos posse ao Prefeito e Vlce￾Prefeito eleitos, sentimos meus senhores, que nós, neste dia, deTemos entrar para o £
no que se inicia com o pádlrelto para que nesta gestão tenhamos aqui trabalhos profí
cuos em prol da cidade e do município. Quero dirigir-me primelramente ao povo de Gar
ça, este povo acolhedor, esse povo que sente os anseios do progresso. E para isso, -
^ m ^
nas ultimas eleições escolheu aqueles elementos que viessem para esta Gamara cca o ej|
pírito alevantado para que nvnn trabalho digno, num trabalho Justd e profícuo, flzessfi
mo3 aqui por es-'e povo o que êle espera de nosso mandato. Quando noa dirigíamos a es
se povo nas praças públicas, asstnnlanos a responsabilidade de candidatos, mas agora -
como integrantes de uma Câmara Municipal, sentimos que somos um todo, de dezessete v&
readores, para apoiarmos aqueles projetos, aquelas leis que dizem respeito ao povo e
a cidade, para que possamos dar todo o nosso apoio ao Frefeito Mxuilcipal e para que -
possamos dar apoio a todas as possibilidades econômicas que este município tem no seu
âmago, para q progresso da cidade, do Es':ado e do Brasil. E para isto meus senhores ,
nós temos que ter aqueles admnlstradores revf^stidos do espírito de h^sllidade. Tive
mos nesta Prefeitura um homem como já disseram os oradores que me precederam, um ho»
mem revestido daquele sentimento que administrar e colocar a paixao de lado, e colo
car todas as outras coisas para visar o interesse do povo e da cidade. E nesta admi
nistração tão digna, taÕ bela que nós assistimos, nós devemos, neste instante que afi
sumimos a nossa cadeira de vereadores, também fazermos lan propósito firme de apoiar
0
em
A
A.
CÂMARA MUNICIPAL DE
ESTADO DE SiO PAULD
O noTo Prefeito, para que liaja uma continuidade de administração e progeessOé Eu, par￾ticularsiente, na minha função de inspetor escolar, encontrei sençre da parte do Frefej»
to que hoje termina o seu mandato toda a colaboração, ttiáo o que precisava, no seu es
pírito digno de homem público* ^ neste instante as minhas r^alavras de agradecimento a
esse Prefeito. E agora, quero dirigir-me ao Prefeito que se empossa nesta data. A esse
homem que nos conhecemos atravez de seus feitost de administrador daquilo que e seu. E
se ele reune essas qoâlidades, imprescindivelmente terá essas qealldades para adminis
trar o município também com dignidade, para que esse pro-resso de Garça seja sençtre
cendente, seja seirpre aquilo que o povo espera, o povo que nos legou um mandato para -
que nos o cumpríssemos com dignidade nesta Câmara para o progresso de Garça* Sr* Mano
el Joaquim Fernandps, este horiem que vai dirigir os destinos do município por quatro a
nos, sente no coraçao, como nós sentimos de vereadores, a responsabilidade de manda
to. E nós teremos evidentemente de sentir com êle, apoiarmos aquilo que for justo, pa
ra que assim nós vejamos a continuldede administrativa que honre o mandato dêle Prefei
to, e de nós vereadores* Ao sr. Prefeito, eitpossado nesta data, auguramos-lhe xama fe
liz gestão no seu mandato, cumprindo aquilo que evldentemente também disse ao povo. Ao
sr. Vice-Prefeito, que não obstante ser um cargo sem função, mas que foi o seu compa
nheiro de lutá e que hoje está empossado, queremos desejar-lhe tambán que seja seirpre￾um co’T>anhelro fiel para auxiliar a administração naqiilo que for possível. Ao sr. Vi
ce-Prefeito, também as nossas saudações. Meus senhores. Desde 1.S22, quando a braslli￾dado ganhava o coraçao do povo brasileiro, já uma constituição se erigia para dirigir￾os destinos do povo brasileiro, ao''dado pelo espírito democrático. Naquela epoca da vi
da, da administração, era preciso que nós tivéssemos voltado nossos pensamentos nara 2
queles ho~ens como D, Pedro e cutros vultos qx» souberam honrar e dignificar a admlnia
tração do Brasil. Em 1.291> com 0 '^dvento da República, tivemos a segunda constituição
esta também noldade pelos princípios democráticos, elos princípios éticos e cristãos.
E depois, em 1934» tivemos a terceira constituição. Esta, evldentemente que traçou os
destiruss sociais da humanidade, que amparou aquele que trabalha, que deu-lhe todos os
direitos e relnvindlcaçÕes, bem como também aos ei:q>regadores, para que os conflitos -
nao aparecessem, para que fossem divididas todas as dificuldades entre esç)regadores e
empregados dentro de um espírito de Justiça e de trabalho. Em 1937, a quarta constitui
ção brasileira ditada pelo ja falecido Presidente Getulio Vargas e assim, em 1946, com
a reconstltucldnalização do pais, com o advento dessa democracia que nós sentimos, que
nos pertencemos, tínhamos a Constituição que rege os destinos de nossa Pátria
ge também os destinos do Município pelo seu Regimento Interno e pela sua Del Orgânica.
E esta Constituição que tem no sen preâmbulo a seguinte expressão»” NÓs os representaji
tes do povo. brasileiros reunidos pela proteção de Deus, em Assembléia ou em Gamara, -
decretamos, etc.” Sob a proteção de Dçus. Neste In stante meus colegas, sr. Presidente,
nos reunimos sob a proteção de Deus e pedimos a proteção ce Deus para que es‘te ano de -
1.956 e 03 deme.is anos que vamos exercer o nosso mandato, sejam anos profícuos para -
nos e pare Garça; Queremos naturalmente invocar aquela teoria dos valores, esta fllosfi
fia tao bela do direito, onde nós virx>s 03 valores dlversamente distribr.idoa, o valor￾do justo para situa-lo em primeira plana. E neste espírito, encontramos o digno Magis
trado que presidiu as eleições, que presidiu e Instalação desta Camara} âste homem de
1
, que re￾k.
CÂMARA MUNICIPAL DE G
ESTADO DE SÂO PAULO
cfiroter inç)oluto e ellbado, .que dlrigé a Comarca coisc principal autoridade, core a -
sua personalidade,neste instante es nossas saudações, ^alor tercbere econÕmico. Cnde￾varaos buscar c valor econôaico do município, se não nos suas produções?. S e por ifi
so que nós senti'-os, como vereador que temos que produzir e proporcionar ao povo os
meios para que essa produção pos a elevar o município. Daí as boas estradas que nós
teremos que cuidar, que rxs teremos que zelar por elas, como tem sido zeladas para -
que as produçoes se escoem, pare que a economia possa parecer, para que a riqueza -
posse se lrq)or neste irunlcípic que sera grande dentro de pouco tecqjo. Também nos t£
mos o valor economico que eu Ja disse de princípio, que e a produção excencial
município. Temos o valor religioso, á uma cidade de espírito religioso, onde os sen
timentos dos povos que aqjii habliam se unem na cristandade para que assim pautemos￾os destinos sob a égide de Deus, sob a proteção do Altíssimo, em nossos afazeres, -
para que tenhamos se’Tjre as bênçãos que necessitamos. Quando nós fazemos política ,
não devemos faze-la personalíssima. Devemos encarar a política naquela expressão de
dirigir os destinos do povo com o níni~o de resistência possível, como ja dizia um
grande escritor. Dm mínimo de resistência possível e com o melhor bem ao povo. E ó
este 0 compromisso que nos assumimos hoje, de cunçrirmos este mandato que o povo -
nos outorgouycom lealdade, com trabalho e honradez. E e por isso sr. Presidente, que
nós, neste instante que assumimos esta tribuna pela primeira vez, queremos, num to
do coeso, engrandecer, por este mandato do dezessete vereadores, a cidade de Garça.
Queremos que haja sempre uma continuidade legislativa tão digna, que o passado pos
sa também erguer a voz para dignificar aquilo que fizemos, como hoje estamos digni
ficando aqueles grandes que passaram pele administração nesta Gamara e também aqui￾coffio vereadores, ^uo senhores. Disse im dos vereadores, actji, o professor José Po£
''írio, 0 seu programa de administração, programa evidentemente tão bele, programa -
também que nós enqu^drames no nosso programa, que é questão de contruções de prédi
os, que é a questão da reforma do Ginásio do Estado, que é s questão de escolas, -
que é questão do calçamento das ruas. E todos êsses problemas serão encarados por -
tedos nos Vereadores, porque são problemas que dizem respeito a nossa função equi -
^ *
dentro. For Isso, eu tembem faço minhas palavras, trazendo aquele programa que ele￾leu aqui, também para meu programa., para que assim eu dê apoio aqueles que tragam
projetos de lei que sejam para beneficiar o povo. E também combaterei com a mesisa -
ombáldade aqueles projetos que sejam apenas para onerar os cofres imunlcipais e que
sejam prejudiciais ao povo e a cidade. Não importa a bancada que venha, i»o importa
de onde veio o projeto} terno sempre o .meu apoio} terão se^sçre a minha palavra pa
ra ajudar o verea-’or n defender a sua proposição, se estas forem Justás, se estas -
forem dignas. E e por isso que nos assumimos o mandato pai’a co~ o povo. 2 e por is
so que neste programa tao belo, que nos iremos tr^^zer a discussão nesta Casa e que￾o sr. Prefeito noturalmente vai por em execução parr que assim a cidade po"sa se bji
ncficlcr dia dia, nós »ntimos que ó isto o que. nós devemos fazer pela gratidão -
ao povo que nos elegeu, e, um dia então, quando se erguerem as vozes, uuar.do se er￾gvierem os mevircentos aqui aos Prefeitos que pausaram, possam ser aqueles que digni
ficaram c seu nome cono Prefeito, como Executivo, os seus nomes bem alto para a pc£
teridade, :ara que assim o povo sinta e nós sintamos oue esses elementos trabalbia—
do
I
A
CÂMARA MUNICIPAL DE GA
ESTADO DE SAO PAULD
ram pare a grandeza de Garça, para a grandeza de 2ão Faulo, para maior grandeza e fel^
cidade do Brasil. _
0 sr. Presidente:- Bxgotedas as inscrições para uso da palavra
vere''dore8, concedo a palavra ao sr. Sebastião Guanaes GlmÕes, que está inscrito para
falar, como representante do sr. Aniz Badra, Presidente da Associação Paulista de Muni
cípios. - .
aos srs
0 sr. Seb“stiao Guanaes Sino es: - Pernlta-*me sr, Presidente q*Je eu fira
o Regimento Interno desta Casa e o protocolo, para me dirigir primeiramente a sua exc£
lencia o senhor doutor DÍnio de Santis Garcia, digníssimo e eminente Juiz de Direito ♦
da Comarca de Garça, A sua excelencia eu me dirigo neste instante pai-a apr-- sentar -lhe -
num significativo gesto, a saudaçao do neu represf-ntado dr» Aniz Badra, Presidente
Associpçao Paulista de Municípios, e, ao fazer esba saudaçno, sinto-me satisfeito,
to-me orgul' Oso, porque a Assoclaçao Patilisba de Municípios, pelo seu Presidente,
na magestade da justiça o mais significativo altar da Patria,
da
ve
Senhor Presidente, Senl^c
res 'Vereadores, Senhor Prefeite 'íanoel Joaquim Fernorides, Senhor Flce-Prefeito Fuzebic
Auguste liiei. 'Vereadores da legislatura passada aqui presentes. Senlior Jose Porfíric,
ilustre Secretáric da Associação Paulista, de Municípios, Senhor Dr. Rafael Paes de 3££
, membro do Conselho da Associação Paulista de Municípios. Meus Sonliorcs. Mirdics ros
hhoras. Porque fala o funcionário da Casa, quando ele deveria calai’-se? í'ãc fora a de
legação que recebi minutos antes do início desta Sessão, prcferii'la eu cariar-me, dc
que tonar o precieso terqio dos Senhores 'Vereadores, e "ir^a mais da numerosa assistên
cia que aqui velo. Mas, neste Instante eu me sinte '*eliz, na magnífica oportunidade
aue 3 lei nos oferece» a lei sabia que reuniu .rests Casa os tres poderes, o Poder Jud^
ciáric,
dentes entre sí.
0 "oder legislativo e o Poder Sxecutivo, ^ao tres Poderes hai’moni'cos e indepeu
nas qw de vez en '●uando eles se juntam., p*»ra garantir, para denens--
trar a coletividade, para demonstrar ao Sstado Federal, ao Kstado membro e ao Municí -
pio, que sempre estão coesos, embora independentes,para a garantia do regimem, pare o
bem eslar da "açao propriamente dite. Senhor Presidente e Senbiores 'Vereadores, Não
vou alongar. Tou apenas dar cumprimento a missão que recebi.
me
sen penetrar, entretanto,
com maior largiKza, no campo do direite constitucional. B ao dar cuD^jrimento a este -
missão, primeiramente eu abraço o ex-Frefelto dr, ?.afael ^aes de Barros, em nome da Aji
sooiação Paulista de Mmiicíplce e no do seu ilustro Presidente dr. Aniz Badra. Neste í
braço vai tamben a admiração da nossa Entidade pelo multo que fez pelo município de -
Garça, pela projeção que lhe deu no Estade de São Paulo e no Brasil. Agora, hipoteco ,
em noTDe do Presidente dr. Aniz Badra, o desejo de colaborar com a administração qur hfl
k
je se Inicie, cumprimentando os srs. Manoel Joaquim Fernandes e Euzebio Augusto Tldei,
e finalmente senhor Presidente na pessoa de V, Excia, eu transmito ainda o abraço
Associação Paulista de Municípios, desejosa de colaborar com a Cãmara Municipal de
ça, para que Garça vá senqjrc para frente e continue ocTipando o lugar que rcalmente me
rece em S, Paulo. Ao encerrar as minhas palavras e ao me deslncivablr deste mandatc, -
em nome da Associação Paulista dos Municípios eu cumprimento o povo de Garça desejando
felicidades e prosperldades para o Ano novo,- ------------------ - —
0 ar. Presidente:- Continua com a palavra aqueles que dela queiram fa¬
da
*v
CÂMARA MUNICIPAL DE GA
ESTADO OE SiO PAULD
zer uso* Esta Presidência dá a palavra ao exmo. sr. Manoel Joaquim Fernandes, Prefei
to Mxmlcipal* - -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- - —
0 sr. Manoel Joaquim Fernandes:- Exmo, Sr. Dr. Juiz de Direito da
marca de Garça, dr. Dlnlo de Santis Garcia. Dignos Axixiliares dá^JIxcelência. Srs.
readores. Minhas Senhoras. Meus Senhores. Poucas vezes em minha vida, senti sôhre -
üfêus bombros todo o peso da responsabilidade, como neste ocasiao que des maos do Pr&
sldente da Camara recebo o cargo de Prefeito Municipal de Garga. Desejo aproveitar -
esta oportunidade, p^ra inicialmente agradecer ao eleitorado deste HDonicíplo, a pr^
va de confiança que depositou neste modesto homem de trabalho, consubstanciada atra¬
vés da votagao massiga por nin recebida nas urnas li\Tes do dia 5 de outubro» Em ir\i
nhc resolução Inabalavel, correspondendo também esta confiança, promovendo dentro de
uma administração honesta apolltica e eficiente, os empreendimentos públicos que se
fazem necessários,
t
aos anceios de progresso e de felicidade de nossa gente. Não ten￾nho propriameno um programa a ser ctmçrido, pois, parece-me inútil, ao município
mo o nosso, quando tudo esl^ por se fazer, traçar um rígido roteiro a ser seguido.No
terreno administrativo, poderei assumir, contudo, numa só palavra - o oreu rumo « tr^
balho. este sora meu norte, êste sere ato supremo das minijas decisões administrati -
vas. Desejo, para isto, e aqui faço um apelo a todo o povo de Garça, a colaboração￾neceasaria, de quantos andam nesta terra pr -stigiando as minhas administrações, para
qxie, sentlndo-rce fortalecido pela união pública, posaa mellior desempenhar-me da toi'£
fa que o pove me confiou.í óbv’io í’crecentar que este apelo se di ige também, e, prii
cipalmcntc, aqueces que tendo sido leais advrrsarios no ultimo pleito, nem por isso￾contàdo, dimin”iram-se no conceito em que sempi’e os tive. *ntes, perón, elevaraa-se￾áinJa mais, eis que c seu comportamento, antes, durante e depcis do embate eleitoral
possibilitou que assistísuemes a 3 de outubro, uma verdadeira festa cívica, da qual￾saiu fortalecida a democracia em Garça. A Golenda Car-ara Municipal, boje sendo erço^
sada e cor. s qual dividirei os reus encergos, envio também a minha mensagem frater—
nal,na certeza do que der.trc de um princípio do autenomia e harmonia que irao carac¬
terizar nossas relações, eni^ontrarcmos a corqjrecnsao Juste, para que possamos fazei’-
por Garça, tudo, tudo o que Garça de nos espere. Ditas estes palavr cor. as quals￾procurei externeir a minha determinação e o meu estado de eq>írito antes da responsa
bilidade oue irel assumir, "credite estar solidéric com o ilusti*e Vice-Prefelto el^i
to, o sr. Euzebio Augusto Tidei. l^olto o meu espírito para e nagestfde da Justiça e￾leitoral, aqui dignanente representado pelo meretíssimo Juiz de Direito dr. Dinie de
Gantls Garcia. Ao piestar a esse magistrado a nossa mais profunda honenagen, pela m^
á
neira Justa, correta, eficiente e altiva, com que presidiu o pleito em todas as fa—
ses. Congratulo-me con toda a população de Garça pelo fato, augurando a sua excelen￾cia as melhores felicidades pessoais e o mais complete exito na sua brilliante caa*rei
Ao encerrar as minhas palavras, elevo-as a Deus, pedindo que file nos ilumine
todos, para que possamos ser dignos das nossas missões, qt» outra nao e se nao tra.ba
lhar com todas as nossas forças pelo bem geral do povo deste município. ----- -
C sr. Presidentes- Estando inscrito para falar o Vice-Prefeito, sr.-
Euzebio Augusto Tidei, concedo a palavra a sua excelencia. -------------
0 sr. Euzebio Augusto Tideis- Exmo. Gr, Juiz de Direito. Exao. Sr. -
ra. a
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CÂMARA MUNICIPAL DE G
I I ESTADO OE SiO PAULO
Presidente da Camara Wunicipal de 2arga» Exinos» senhores vereadores, Ejoias. Autorida
des aq”:l presentes. Minhas Senhoras. Meus Senhores. Eleito que fui a 3 de outubro por
uma naioria absoluta, por assin dizer '‘onsagrado ras urnas de $ de outubro, Junto com
Manoel Joaquim Pernandes, atual Prefeito de Garça, em praga publica sempre tivemos en
mente a grandeza de Garça, sempre prcmotcmos fazer para Garça, aquilo que ainda
tinha sido feito. Em todas as reuniões políticas eu sempre fui um defensor da adrainig
traçao que ora se encer”a, do dr. Rafael Pa^-s de Parros. Senpre disse ao pove, de que
deviamos continuar aquela obra» devíamos tei-mlnar aquelas obras e devíamos também ini
ciar outras obras que o município necessita. A consagração recebida nas urnas de 3 de
outubro, troiace uma responsabilidade grande nos ombros de Manoel Joaquim Fernandes
no meu também; u-a responsabilidade de cincoenta mil habitantes. E o Legislativo tem￾bem tem essa responsabilidade coa os cincoenta mil habitantes do município de Garça .
Meus Senhores. Assumindo o conç>rMtíis80 como assumimos, temos que levarmos a frente, -
terminar as obras iniciadas e fazer outras que sao bastante. Obras que Garça necessi
ta e que por Isso, não e de agora que nos jã estamos iniciando. Já vimos há dias pro
curando meios para darmos continuidade a essas obras, obras esses que tem necessida
de de serem construídas. Manoel Joaquim Fernandes, o popular ^íanolo, tem proem-ado, -
antes mesmo de assianlr a Prefeitura de Garça, por todos os meios, onde Ir buscar re
cursos, para fazer a sua administração. Meus Senhores. Aquilo que ífenoel Joaquim Fer
nandes prometeu, Manoel Joaquim Fernandes irá cumprirj irá cunçrlr de acordo com o
gislativo de Garça. Porque o Legislativo de Garça, hannoniosamente entrosado com o B￾xecutivo, fará tudo que Garça precisa, fará txido que o povo de Garça necessita, fissea
dois Poderes, distintos, mas que, harmoniosamente trabalhando, farão tudo por Garça ●
Era o que eu tinha a dizer.
nao
e
0 sr. Presidente:- Se algum dos srs. presentes desejar fazer uso
palavra, poderá fazê-lo nesta oportunidade. Nao havendo nerlma dos senhores que dese
je fazer uso da palavra, convido o sr. Clovis Lantss Ramalho para decerrer o pano que
cobre a fotografia do dr. Prudente Sampaio, presidente da Gamara Municipal em 1928 ●
0 sr. Clovis Cantas Ramalho, sob aplausos, decerrou o pano que cobria
A
a fotografia do dr. Prúàente Samaplo, Presidente da Gamara Municipal ©m 1928,- * - -
0 sr. Presidente:- Para a inauguração da fotografia do sr. Clovis Caa
tas Ramalho, convido a senhorita, a menina Blizabeth Ramos Dantas, para decerrar o pa
no que cobre a fotografia do sr. seu pai. ------ — ---------- — -
A menina Blizabeth Ramos Dantas, decerrou sob aplausos, o pano,que cq
brla a fotografia do sr. Clovis Dantas Ramalho. ---------------- ---
0 sr. Presidente:- Antes de encerrar a sessão quero agradecer aos srs.
Vereadores Jose Porfírio, Cap. Isaias Rodrigues Martins, Odilon Izar, Antonio Constaj)
tino Neto, dr. Orlando Silveira Ifartlne, Sr, Manoel Joaquim Fernandes, Prefeito Muni
cipal, Buzeblo Augusto Tldel, Vlce-Prefelto Municipal, dr. Anis Badra, na pessoa
sr. Sebastião Guanees Simões, as palavras que dirigiram a esta Presidência, palavra&u
que 80 Be honrarem e me estlaularam ac assumir a Presidência desta Casa. Agradeço alfi
da a todas as pessoas que nos honraram com suas presenças, e de modo especial ao ilu^
tre Juiz de Direito da Comarca de Garça, dr. Dlnio de Santls Garcia. Anunciou para a
ordem do dia da próxima sessão ordinária, a matéria constante da pauta já anunciada e
da
à
do
●JíüÈ-fí
-1 CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA
ESTADO DE SÃO PAULD
a eleição das Comissões Permanentes. Cec
ada mais harendo, eu .J
datilogrefa-la e a subscrevo. - ● ~ - y
õ encerrada a Sessão. -------- - ●
4 idZiííMÍSSecretário, lavrei esta, ata, fla￾r
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ESIDElíTEr
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