| Tipo | Extraordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 15 |
| Date | 1956-07-12 |
| native_id | 4820 |
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A -s-' CÂMARA MUNICIPAL ESTADO DE SiO PAULO DE GARÇ^, — ti % áWi 5^ jf ctvft?. mucirftL cr gai}ça 15a. Sessã* í^x-trasrdlnária, rp£li?.adc rRKSIDETTEj- J*ê* Tarara Ppdr* A-fans* da Cllvairg SBCXTJÍfllCj- Arrdnda Rasaria « PE 12 de julha de 1.956 s' À hara reguTnir.entar, feita a chaar.dc das srs. ver^ar.d-res, ve-jf^ ● presença des seguintes;- Augusta da "asclr^nto Ccstra, Antania Cruz, Antonie Cans - tantina "etta, Arminda Rasaria, Jasa lÜgnel Chsves, Jeãa Tarara laime "agueira Miranda, Odilan Izar, Criando Silveirp Mcr - ícau-se « , Josa rerfirla, lasoR‘“ptJ"'r Aranha da "ilva, tins. Pedra Afansa de Cliveira e Dani?ta '^egá, num total de treze (l3) ver-sdares.* ** . Presidente declarou nberta a sessaa e con^i n avenda numera legal, a si ● Cecret^^ria a dar canta da EXFRDIEÍTE XSO CUOSITO A '/CTAÇSO, = C sr. Cecretari.0 deu ccnt? da seguinte,*- *-“=*= = * 4« d«u a sr U S Ofício da ar. Prefeito Municipal, envianda cápia da lei n. 427/56.® Oficia de sr. Prefeita Municipal, envianda cápia dn lei n. 426/56.® Ofício d« ar. Prefeito Municipal, agradecendo rcolh/nenta vdo veta es 30 projeta de lei n, 5/5ó.® — i; Oficia da s'. Preceito Municipal, er. resposta a Indicr.çãs n. 105/5'. ® Ofíc'a Cfícls % da sr. Prefeita Municipal, er. resposta « indicr.çaa n . l'«/56. = ●*c sr. Prefeita Municipil, er. raspaste a indlceçaa n. 10,^56. ® Oficia da sr. Prefeita Municipal, er. resposta a Indlcagaa sabre a Oar.- « ponha dos C-;fes Pinos. Ofício de sr. Preceito Municipal, respondendo aa requeriner.ta n, 24'^/56, Oficia da Sanrtária de Pirapitinguí, solicitando cu>:ília,® = »● « = * = Ofício da "Orfanato carim^^nia da casamento de sua fi''!,?. Olea de Sauze Cabral.® = Ofício da C#B5Í8sãa Central de Esportes da 21a. Reglae, sedladr e» San tas, envlrnda convite para ca-Tjetiçsa fitíetica.® “ * = Oficia da Câmers Municipal de Marílis, ficusand-- o recebimento de cfí - lar", de Gn-f'ça, convidando para assistir a - M roZQú e; a 4 s er t» Si m ts cia n. 47S/"6.® » - *● S 8 S tt S a s e Oficia da Igrete Metodista do Brasil de G,- R Gamara Municipal, - or tar cprevedo s lei n, 41^. ® ® ® Oficia da Congregação Cristã da Brasil, formulando agradeclnentas pela ÇB, envianda agrade cimentes S — 8 8 ^ e \ ap-’avâcãa da lei n» 418.® ® * s a 8 t Oficia da AsseEh‘’.eia legisla 437/56.® »= = »*=*«= = = »*= = Circular da Cnmera Municipal de Baituva, ngr'decendo ccmunicaçar e canunicande a eleição de sua Mísfl.®®®*®®®®* = *» = Circuler da Camrra !'unicipfil de Joenapolis, va Bstsdual, ecusanda a reoebimenia da .A i cfícia n. S 8 a 8 e cor.unicfinda a eleição de sua Mesa.® = 8 a r-iS. CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇ / ESTADO DE SÃO PAULO O O4 , Chsfp dr. C-sa Civil da Presidência da í^epública, co3-.uni0 correspondência «nvicda pelaTeleprar.a de nr c'5nd* ter encamlnhe.de ae Instituto do Açúcar e do Álcool B S = B Civfe da Cesa Civil de Prccidencia da Pepublica, cocuni” P êt cando o recebimento do oficio sobre requerimento ●*« Csvcra.* “ C sr. Presidente convidou e sr. Secretario a da- conta do EXPEDITliTE Sü— Telef^a-a do sr. B S B 5 r JEITC A OTTAÇSO.' = B >B B P sr. Secretário deu conta de cesuinteí- “ = » = * * - Ata da 23s. Sessão Omiinária, realizada em 7 de iunh© do 1.956» ® “ B I 0 sr. Presidente submeteu-r c Totsçao, “^endo s Casa aprovade sem debates. P sr. Presidente áeclareu aprevada a ata da 23a. Sessae Prdinária, reali¬ zada em 7 de Junho de 1.956. = B B B B e « B B B S B e Ata da 24a. Sessão Prdineria, realizada er. 14 de Junho de 1.956.® * = = = P sr, Freoidonte submet-u-a a votaçeo, tendo 3 Casa aprovado s*m debates. 0 s"^, Presidente declarou aprevada a ata da 24s.. Sessão Ordinária, reslizada em 14 de Junho de 1,956.® ® ® riequerlr.ento do sr, Miguel Ch.-'Ves, sobre veto de congratulações pela passagem do nniverssr^o de fundação do ●,*ornai "Folha da Msnhã".* ® 0 sr. Presidente ôub?3eteu-o a votsçco, tendo c Casa 0 aprovado por unanl- ●'Idr.de, P sr, Presidente declarou aprovado 0 roruerlr.»nto n. 251/56.® = ***»==● = Pequerinento sr. Joao Miguel Chaves, oongrstulando-se cen r Empresa , olhas da Cepital" pela Cr.ir,psnha Pró-Moralização da C.M,T,C,.=^ C sr, Presidente subr.eteu-o a votação, tendo a Casa aprovado por unaniir.ldado. P S-. Presidente declarou rprevado 0 requerimento n. 252/56,= Jl#queriin»nto do sr, Joao Miguel Chaves, formulando voto de ss‘isfsção pe la pessagera do rniversaí’io de fundaçao da cidade de CTpivarl.® ® * C sr. Presidenta submet-*u-o a votaçao, tendo a Casa aprovado por unanimi dade. C cr. Presidente declarou aprovado 0 requeriTrentoni 25V56.= = ® Requerimento do sr. João Miguel Chaves, lo regresso do G«vernador Jânio '^sdros,® = = 0 sr. Presidente sutaeteu-o a votação, tendo a Casa aprovado por unanimi dade. 0 sr, Presidente .decl-:rou aprovado 0 requerimento n. 254/^56,= “ = « P-equerinento do sr, João Miguel Chrves, foruulsndc voto de setisfaçáo pe la passagem do 1^ Centenário de fundaçao de Corpo de Roabelros do -Pio de Janeiro.= ~ ^ - 0 sr, Presidente subneteu-o s votação, tendo a Casa 0 sprovado por unani midade. C sr. Presidente declarou aprovado » requei^lm.ento n. 255/56.= “ * í^querimento do sr. João Miguel Chaves, sobre votos de aplausos ao 7ice— Covernador Gol. Jese Forfírlc da Ps^ na ausência do ^overnador Janio Quadros. 0 sr. Presidente subineteu-o a votação, tendo a C?sa o aprovado por unani midade. 0 sr, Presidente declarou aprovado o raqueriaento n» 256;/56.= P^equerisi^nt* do sr, João Mi;.'uel Chrws, formland» vete de aplsuso so veB X s Br B r s B ai fc » s B B B B B B rmulqnd* votos de satisfaça# fo: f B B s a. B B » B pela mar.eira que conduziu os destinos de Cã® Pgulo tr BS CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇ ESTAtX) DE SAO PAULO ■4^ y 5 s s e X K Z rerdor Ant*nl« Sruz.* " 0 sr. PrftSidojvU iwbaiptpu-* a votaga#, t^ndc a Casa apravsda par unanii^i dnda, 0 sr, FresWpnto dfclnrou apravp.da a requerÍK*nta n, C ,fr. Jaã# Migi:el Chavps, pela ardera, requereu 8 retirada da seu requeri s B ft S « s íT 257/56.* * S B & C B & s B a mftnto»= * 0 ir. Presidente deferiu e pedida do verer.der Jasa ^^guel Chr.ves.® » » » Hequeriinenta da sr. Jaãa í'iguel Chr.ves, forraulnnde vata de sctisfEÇaa ea Crrlas Bitencaurt de Fansecn par ●xercar as funçaes de Secretc 'Io da Segurança - Publica** * f sr. K m S B B B' U 0 gr, Presidente subr.eteu-a n vataç~a, tenda a Casa aprovada par unanLrai 0 .r", Presidente declerau apravada a requerimenta n. 258/56.*●* = ** = »= « = » Bequerinento do nr, Augucta do -Tasciraenta Castra, salicitanda c inclusaa na praxina gessaa, do seu recurso censtanta da processo n. 670, cantra p decisaa da sr. Presidente da Camara, quaada so seu pedida de certldaa ao dual de Gs-ça,= ® ca. sr ● Direter d© Calegio Esta— s a is s a a a B s C sr. Presidente egclareceu, iniciaLciente, que o pracess© encantrcva-sa8K seguida aubraeteu a votaçãa o raquerícento da sr. Augusta - da i-asclr*nta Castra, tenda a Casa a relaitado par raaiaria» C sr» Presiclt»r.te declr.rau - rejeitada e reiueririenta n, 26l/56, * na Conissna ●> Justiç? e. B a B a ■ Indicaçaa da sr. Augusta da í-asclraenta Castra, sabre a nsa interror.plAeB ta ds í*ornecir/*nt« de luz aa -Crupa -scoTer de G't-ç«»,= ■ C sr, Presidente mnndru er,cr.nlnh'~la so sr. Prefeita Municipal.* * ^equeriaentc da sr. Danila ?sgá, cangr'‘tül''tóa-se cor. a sr. do Estada pela 2S3Ínatui’a d« cantrato a a G avernadar - para pavimentaçãa da radovi?. Bauru-Gsrça-í 0 sr. i residente subreteu-a e vataçka, tenda a Casa a apravada par unari^ eprovad© « reruerirenta n. 260/56,* = Bequerir.ento dos senhores Crlsr.da Silveira Martins e J»sé Parfíria, sali V f.. ●arixi*. mídrde» C sr, Presidente declarou Centro da Prafessarsdo ?£-J.ista pelo arovirento reinvidicatário da a\a raJo"rçao das venciir.entas do ragistérle pau^^lsta.* darizondo-se c#m ● » 8 8 8 8 88 C sr» Presidente subsjeteu-a a vatcçaa, tenda a Casa a apravado par unoni ridsde, 0 sr, Presidente declarou apravada o requerírenta n. 259/56,* = * Indicaçca da sr. Criando Giiveira M 8 8 S S *«rtinr.. sabre s inEt.alsçaa de lua e-* trica BE tadas as vllrs d _ íe Grrça.» * C sr, Prasider.te jcnndou enccr.inha-la aa sr. Prefeita Municipal,® = » » = Indicaçaa da sr. Criando Gilvelra líartins, prr? que seja panrsd* a rataSi & 8 BB niveladara nas ruas das vilas de Garço,® “ 0 sr. Presidente isandcu enc?.r.inhá-le aa sr. Prefeito Minlcip"!,* * * P^equerlraento do ,tt, Jose Forfírio, Assejbleia T-eglslativa Estadual a B B = a protestando contra a intraraissao da - , na assunto relativa aos cancursaa nas escalas superiaB = * B a r^s.= B B li tf* C sr, Jose Parfírio requereu urgência.* * * 0 sr» Presidente suteeteu a vetsçao ● req'jerlnente de urg»ncÍ8, tende a CÂMARA MUNICIPAL DE GAR * ESTACO DE SÂO PAULO I?' fls. Cesa o rproTado por unanlrddad©. C sr, Frí>sid«nè« d»ol*rox! cprcv^da uríi«noia e jnrndru inc^^uir n? C^rdem do ^la da prcs-^nt® ssssao o requerimento n. 25''/56.*‘ “ m 0 ar, Presidente decl*rou encerrado o Expediente e cor.ridou o ar. Secre¬ tario a proceder a charr^da doe senhores yere"dores para a Cfrdec do * C sr. Secretário '*ez a char»di, reriflorndo-se ● presença dos se2Uinte's: onstantino ”etto, An''onio Sruz, Augusto do Easclner.to S-strc, írrindc ^‘osário, ü Antcnio João í-igucl *^have Jrse Porfírf João Baptista *.renha de ^ilra, J^usie ’●£ guelra -'ir-nda, Odilon Izar, Orlando Silveira Martins, Pedro Afpnso de Oliveira e'Dani lo Eag», num total de treze Il3) vereador s» Jcao "«'‘or», :.r>, es,- 0 sr, Presidente submeteu c. discussão o requerimento n, 250/56, do sr, - Jose Porfírio, protestando contra a 'ntrorilssão da Assem.bleia Lefislctivr., 9 S fi 8 8 8 S 8 S 8 nc assunto - ●●elatlvo aos concursos nas escolas superiores,* = **»■ = * = 0 sr. Orlando O^ivei^a Martins, cce a pal^rraj- Sr, Presidente. Srs. Vereador-s, leros um. re.Tunrimento en nue se p’'de seja enviado aqueles parlaient^T-es, oue vem Intrcreter-se na organizaçao des Pacu'dades de S, Paulo e do interior. * matéria sr. Presidente p srs. Vereadores, e da alçada do Dep"rt~rento "rclcn”! de Educação. Quando8 se criou a Paculda.de de Di^áito de P.auru, mea das grandes Instituições do interior "atado, foran ouvidas as normas traçadas pelo Departamento Vsciona.l de Educação e bem pelo Ministério da Educação, E entso do tr.K— '.quol® Dep»rt?rento traçou es norms nue nort£ arlar. e orgr-nizf-ção de tão s-^bJins c st abe''.e cimento de ensino. " n."o li-'vl» dúvida, Presidente, -uo a olração d? P»culd"de de Direito de Bauru, -.●i"i-, oomo vele, beriS^lclist» e Doroc'bana, d3i;f:e''es estud-ntes qu'* iar es .cr,- ar gr«nde.rente --sta. zona dn. A*t" P debanda das Paculdadfts do Eio e Da© Paulo, onde o nur.ero de c-ndidatos ascendia ao nuiftg '■uo RS disnutas nos exanes vestibul"res eram cono aos conhecemos para - ro de ●.'●."«'s, en dois ou trrs r:1l candidatos, ennuanto ns P^culdrdes apresentavam apenas 12" ou 150 va gas, Coe a cr-'ação ds Pacula.dade de Direito de Bauru, de Campin-s, de '^oroc-bs e Santos, ,aqucl-s faculdades de 3. P-ulo p Bio, ■‘i então, SJenor -riuenci» de cnrdidatos, via do assim proporcionar aquel^-s oue «spl^ar o curse superior, r-'ior possibi'-d"^e de In - gresso. CrganÍ2cu-o€ s P-culdade de Direito de B-uru, ura instlfiiçâo ser. cí-.ile n- hijs tori» da educação moderna, dotada de prefensoros esdhidos com ur. critério Judicloso, pelo Beltcr daquela faculdade, n,"o h-vendo duvida por parte do Ministério er conceder - "uterização para c funcionarrnto e inspeção prévia, E ,-li esta a Faculdade de Direito de Bauru, onde centenas de pstud-ntes p*r? diploEa de rn,-5Íno superior. E nÔo ha dúvidas, a P”*culdade de Direito de Bauru, pelo rup oue cnbercs e pele **uc observares -tr-vez dos -r. cont-cto cor. os professores e secretario que e - i/ 3il se dlrigir«r nc ofa de ccn~uistar o seu sr. Presid.'tte e srs. Vereadoros, quevestibul-ros o' f n:!e nosso <i.®rtlcul?r or.igo, e dessas faculdades nue sxigsE ur» substancia de conhecimento - dos alunos para nela ingressarem. Bos que tivemos t oportunidade de concorrer « um vessabemos qual e o'criterlo exigido pelos examinadores que se apresenuam perante 1 se tlbular, ur.a b-nnea e s.aber.cs e .assistires o vestibular realizado na PR-culdade de Direito de Bau «t ru, oom naturslvente conhecer os demais vns bülarps de ou-^ras Faculdades. Mas sabe:'os, CÂMARA MUNICIPAL DE GAR “r ESTAOO DE SÃO PAULO quí n-qupl'’ fscuÜ-cde, njl «sF?c.islrpnt«, ●- critério adotadc criterie qiiR nrs e sr, PresiliTrlft p sr-' pplcô ceus -pxa^inadersc, e un se consubstancia ,re fnte^^esse daqueirs que vr.c pr.re as escolas S ss, c -Tote des prcfesccres 'sterex habilitados per ua concurso -'ue .rer spupre conprove c conhecimento do examinando p,erante a banca, que nos po de-os -quil-^tar 0 vclor das fr.culdr.des, “indr. quando r-.-mes -■'unos da F-culdado de Direito de Saa Paulo, n ●S v>0 Coisti-es um cencurso en que concorreram 4 eu 5 candidatos c naquele r,esmotíver.ss a Jportur.idade de verificar que o melhor candidato, que deu a melhor eula concurso cos alunos do 5^ ano de direito, nro te, que deu :aaa aula sofrível, Ia banca'exn-Joadora. Pertanto nâo e o criteri<; fora classificado, ennup.ntc que um outro livre decenuna aula ●'baixo dn crític'', ferr de antemso classificado do concurso para cs prefessores que vem .e£ ru** -»stabelece a dignidade ds Pcculdade e o critério ;'c,'’-iS8ores que prep^-cn cs ruas --^ulas, cue d?.« suas aulas, procurando orien- “ncam^nhanento do direito, nc conhecimento da interpretação das lels> a a vida pratica, p^^ra que .ras atividades jurídicas extra-curriculares, S é por isso sr, Presidente., que ao redigir tabelecer a dl.—ildrde da feculd-.de, f jurídico dre tar cs seus alunos nr avisando p alunos possam interpretar no estiitc censo. essesse requerimento o nobr* colega o fez no sentido de criticar c parlamentar que r*ão aceita *● as auertoi»3 -de educaçao e que ne intromete » i# simpatia ou a depeedaçao daqueles elementos qué erdendem como outros deputados, procu!'ando conquistar a do assunto, pensando que todos ^ reus ates a suas atitu— « de ser d»putado - suas pr*p«siçwe6 e nos - por isso que o ilustre vereador José Porfírio apresentou e quel's que nuvem ou nue leem c Diário Cficlal, q^enham aplaudir os .r des. lis nos com© representantes d© pove e da C'm? 4-»' ra. sabemos que o > Va V estadual na© significa que o eler.ento esteja isento de erros nas r-rus discursos na isuembléla. requerimento, pro-^e -.rido por aqueles que nao podem ir as capitais para eétuder e Ingres - sar n*:3 faculdades p?ra obtenção de um diploma de nível superior. Cxala em todas as clda - des nos tiv? inuir o espírito dw educendo, atravez do direito e dr inVrpretsção da justiça, p©t rlunos ur.c interpretação tanto quantn possivel - 2 nos srbe^nos, r,r. Presidente » rrs, lios saberes nue 08 faculdades. Paculdcdes nue procurassem 0 rentido de conduzí-lo que .rs '"acuidades de direito dao aos seus do justo »n mr.teriâ de interpretação do direito, adores, que n.ao sao nr, faculd-des que g.-.a os bons para a vida pr.ntica. P£culd"> de Direito de S.ao Paulo tem dado grandes jv.izea, porque tir no espírito de seus educ^ndos urr.r. fermeção jurídica, nr. sentido de orVatí-lo para magistratura e para -r -agistériis público. Entretanto, ts n.'o precisam lessa fo-maçe© no sen''‘ido dr jusri sp^udencia. orie"tarros tr● ei'Ê a t * eLes procuraram incji a aque^^s 3ue tev, vocação para o direi C direito é o ben cer.se, e n vencer na. vide e serem graü co;^.nce-oE colegas que se Vp"'cr:r.rar. - In^^erpr^tFçao da lei nue poderá levar os educr-ndoa da P.ítris. í’és apen.a s ●' des ."dvogadns -—benefício ●" C P«TC pela "^●'culd-^e de flteroi e entret.-nto esses cclegrs tem sido grandes advogados e tem ven cida er. toda c te.r^enc no plr.no dc d-reito» 2 h-. cutros que aco apen-s pro^ir.sioneis ' que pela lei 1,916 cormuistaram s direito de advogar, nem por isso sar -enes advogados que cü troe colegas diplomados, C que nos preoi.namos é estinrul^r essas que -.li "ecien-^r. seo juizes de direito, são promotores públicos, que passaram pelo crivo - f-culd.-.dea. Cs profeasores de um concurso nue poucos se alvoram em concorrer, porque e all que se clcssificam aqueles A cue tem elevade conhecimento jurídico, pr.ra poder "ecionar nas fac\Üaães. 2 no.-: cenheceros CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇ ESTADO DE S&O PAULO Fsculí^cdp de Dlreit* de Bauru e taK^bém de Gampinas, gido cencurso especializrdo para s catedre, orientar cs seus cluncs n* sentido- :»e dar-lhes uir diploina digne,para que ar::nhs pcssair. vencer na vida8 esse deputado que veir .renosprezar os conceitos cue este requerir.entc que .nert opro%’ado a sua pxcelencia, possa levar ao conheciv-ent© daquele parlasentar, que talvez idade -ie cursor uiar desças faculdades cor a de Bauru e outras, para c# procurair. incutir « ráxÍ;no de cenhecirer.to - na des professores, que independentew^nt» jurídico, n© re*-tido prática, fora das faculdades. Fortante, des faculdf-des, anui '“Icam os nossos protestos e e renetido na* tivecr-e a oportun verificar que no aos educmdos. "^0 e mjr.a faculdade tradicional, cor suas arcedas, enro a F&culdade de - Direito de "ão Paulo q-ue nos encontrados os -velhores educandos. C que vale ne fsculdedoe © ser.tir.entc de cada aluno er querer coriiecer d* direito e dn natéria e poder ccnqu’s- 'biente das facu.7.dndes tar UK diploEp que o elev» aqui fors, que « coloque en posl9ãt- condigna de poder vencerna vida prática e n.n carreira que ele vai incctar na naglstratura cu no rae'''terio públi CO. Asciir., ."Cm Presidente, ertou Inteira^nente de ecordo com esta proposição do notro co lega e faç* tarabem o .reu mais veemente prot»sto contra aquele parlamentar que nao tendour. conliecimento precípuo da causa que n«s estamos discutindo, veio naturglnento censurar estas faculdades que vem engrandecendo e interior de 2^* Paulo, engrandecendo a nessa nuerida Petri.i.* = d e s a 85 0 sr» Presidente declarcu encerrada a discussão e submeteu a votação e - requerimento, tende a Cara o aprovado por unanimidade. C sr. Presidente declarrou npr^evade 0 requerlrjente n. 250/56.= = — ti a s’ b s s s = s C : Antonio Constantine Petto, pela ordem, requereu par em nta e discurso profer.ld* pelo vereador Orlando Martins.* * = . Presidente deferiu o pedido do vereador Antonio Sanatántine se Juntasse copia ao requerlnentc do sr. Jese Porfírio.* * * a que censtasseC cr Meto 0 que 8 8 S K S 0 sr. Presidente submeteu a di-cu.-sa* o veto parcial d© pal ao projeto de lei n. 26/56. ^ zoes de veto. xecutivo líunlcique c sr. Prefeito, em suas parcial a um artigo distlij ● assunto, consul0 reglaie de veto parcial pare determinado - s^. Presidente declarou consultava a Cssa sobre a possibilldr.de do veto tamente, e, como o -Begimente Inte-no e a Lei Crganlca silenciam sobre tava, IniciilTrente a C&aa, se deveria adotar artigo ou parágrafo.? = = = = =r===== = 8 8 e: ts s c sr. Pedro Afonso de Cliveira, do veto parcial a um artigo ou parágrafo distintamente.» * C sr. Criando Silveira M-=rtlns, com a palavra, ranifestou-se pela adoçao8 8 S 8 com a palavra, falou sobre o nspecto cejy "ez sentir que a hipótese nee deverie ser adotada, veto pnrcial nao implicasse.na alteração da forma redacional já adotada pela Cãmara.* G cr. Auguetc. do Nascimento Castro, ftucional d# veta. a menos cue o 88 Com a palavra, inicialriente ertreu na ^uetificaçoe do veto, no que ^oi obse^v.ndc pele cr. Presidente, e, depois de prclengsdarpartes do verendor João Baptlstc Aranha da SUva, a'tercou-se cem ãste discucsco, cen c, aclrradcs os nnlres, ivo da suspensão da sessão.* » * = r:oti Beaberta a sessão, quer nas galerias, depois de rnandar desocupá-las. como na# se achassen serenados os aciii.oB, quer no Ple0 sr. Presidente declarou sus— nárl0, CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA ESTADO DE SÂO PAULO t -risM- ●y » pensa a sessêa. Justificou cinda sua atitude, t maiores dese“tendiTentos e cenflítcs, e ben ra a dia 14 de jUlhe de 1.956, ITada xais harendo e lagrafa-la e a subscreva.* *= « = = ● en/viste c necessidade de se evltnr fívocou uma sessaa extraordinária p* cutid* e. vetado o veta.® * SSiBl a fir Tt C tario, Ifivrei esta cta, fiz datl 4 <● %