| Tipo | Extraordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 2 |
| Date | 1953-04-18 |
| native_id | 4870 |
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CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA mm ESTADO DE SÃO PAULO *2ZCiMARA MUNICIPAL DE GARÇA 26 Sessão Extraordinária, realizada eni 18 de Abril de 1.953 PRESIDENTEi- Pedro Afonso de Oliveira e Plínio Genta SECRETÁRIOS- Plinio Genta e Antonio Crua ■í? / / A hora previasnente aisrcaday feita a chaniada dos srs. vereado res verificou-se a presença dos seguintess- Antonio Cruz, Clovis Dantas Ramalho, Dacio Alves Natel, Delfim Aiigusto Faria, Domingos Eduardo Bez, Joao Nunes Miranda, João Tarora, Jose Caio de Gois Artigas, Jose Porfírio, Manoel Galdino de Carvalho, Pedro - Afonso de Oliveira, Plínio GentaManoel Fernandes Barbeiro e Jose Gonçalves, num total de 14 (quatorze) vereadores.® ==============*===========■= 0 sr. Presidente, havendo numero legal, declarou aberta a sej sao.“ - 9 » M 0 sr. Presidente convidou o sr. Secretario a dar conta do Ex¬ pediente Nao Sujeito a Votação,® ® ® 0 sr. Secretario deu conta do seguinte*- = » = «»« = ■■!= Oficio do sr. Prefeito Municipal sobre a indicação n. 20/53j Ofício do ar. Prefeito Municipal sobre a indicação n, 21/53» Ofício do sr. Prefeito Municipal sobre a indicação n, 19/53. Ofício do sr. Prefeito Municipal sobre a indicaçao n. 18/53. Ofício do sr. Prefeito Municipal, sobre a indicação n.22/53. Oficio do sr. Prefeito Municipal sôhre o reqaerimento n, 3A/ 53.» = s s s s s Oficio do sr. Prefeito Municipal sobre o requerimento n. 37/ 53.= = Oficio do sr. Prefeito Municipal encaminhando copia do Decrfi to n. 535.= - Ofício do sr. Prefeito Municipal, solicitando suplementaçao de verba, por aumento em projeto Ja enviado a Cãmara.® «»=* = == »*=■*» = » Oficio do sr. Prefeito Municipal, solicitando o arquivamento da Mensagem n, 8/53.= = S Ofício-Circular da Cãmara Municipal de Lins, transmitindo por copia o requerimento n. 43/53. 9 9 9 9 K B s e Olrcular da Camara Municipal de Cebralla Paulista, comunican¬ do composição de sua Mesa.= = = Ofício da cãmara Mimicipal de Araras, encaminhando copia do requerimento de autoria do vereador Francisco Grazlano.” = = == = = == = =“ = = == Circular da Cãmara Municipal de übirajara, comunicando elei - çao de sua Mesa.® = = 6 S St B Circular da Camara Municipal de Terra Roxa, comunicando eleição de sua Mesa,® = CÂMARA MUNICIPAL DE C^AR ESTADO DE SAO PAULO /● 78- . Secretario a dar conta do EXPED^ 0 sr, Presidente convidou/> ENTE SUJEITO A VOTAÇÃO.* - » O sr. Secretário encaminhou & Presidência a ata da 15& Sessão Oj dinaria, realizada em 9 de Abril de 1.953.ir'» . 0 sr, Presidente sutaneteu-a à discussão. S S 8 S ■ B B 8 S S * é 0 sr. Clovie Dantas Ramalho, com a palavra, solicitou que a reti ficasse para excluir na pagina 76 a corrigenda do vereador Josá Porfírio, Domingos Eduardo Bez, cujo texto é o seguinte "0 sr. Josá Porfírio, da Mesa, corrigiu o vereador Eduardo Bez, dizendo que nao á plesbáclto, mas sim plesbicito. ao vereador , fez, ain da, sentir a Casa que ambos estavam errados pois o termo certo á plebiscito, á deriv^ do de plebe, e mais ainda que questões dessa natureza não devem constar da ata.* * =* 0 sr. Josá Porfírio, com a palavra, disse que naturalmente ha-_ via sido erro de redação, pois nÕo dissera plesbicito, mas sim plebiscito.» = = * » » 0 sr. Delfim Augusto Faria, cora a palavra sugeriu a Mesa que fi zesse doravante constar da ata a sumula apenas dos trabalhos, das discussões.» =*==================^= sem entreir nos detalhes 0 sr. Domingos Eduardo Bez, com a palavra, disse que nao via tnal algum em se retirar da ata a correção, e so tinha a agradecer ao sr. Clovis Dantas % malho pelo seu pedido.» = = = = = = »= = = = = = = = = = = = = = = = = = =; = = = = »: 0 sr. Presidente esclareceu que o fato constou da ata era virtude de ser sido verificado quando o sr, Jose Porfirio servia como Secretario, tese alguma a Mesa poderia deixar de constar de áta as questÕes com ela relacionadas. 0 sr. Presidente submeteu a votaçao a ata com o pedido de retifi caçao, tendo sido aprovada por unanimidade.» ==*===*==■=*=»=»==» »■ 0 sr. Presidente declarou aprovada a ata da 15^ Sessão ^rdinaria, realizada em 9 de Abril, com retificação.» *==*»*===«=====»»»==« ● 0 sr, Presidente convidou o sr. Secretario a dar conta da matéria e era hipoconstante do Esq^ediente.» c » » 0 sr. Secretario deu conta do seguinte:- *==“======= =» Indicaçao do sr. Jose Porfírio,ao sr. Prefeito Municipal, sobre a conveniência de entrar em contacto com os responsáveis de Ocauçu, Ubirajara e Corredei ra, para anexaçao ao município de Garça.» = = = = = = = = == = = = = = = = = = = = »= 0 sr. Presidente mandou encaminha-la ao sr. Prefeito Municipal.*» Indicaçao do sr. Jose Porfírio, ao sr. Prefeito Municipal, s5bre_ a concessão de ura auxilio a Igreja Matriz de Liqjércio.* = » 0 sr. Presidente mandou encaminha-la ao ar. Prefeito Municipal.»* Requerimento do sr, Jose Porfírio, solicitando a inserção em ata^ de um voto de solidariedade municipalista pela passagem do 25® aniversário da fundação de Piratinga.» = 8 i V = 8 0 sr. Presidente subnteteu a voto, tende a Casa o aprovado por ung nimidade.* = C 8 T* 0 sr. Presidente declarou aprovado 0 requerimento.» *» = » = »» > Indicaçao do sr. Jose Porfirio, ao sr. Prefeito ítmicipal, sSbre_ CÂMARA MUNICIPAL DE G ESTADO DE SAO PAULO r, 7 /> -£l£i22- a localizaçao da feira lÍTre." *= = *« = S 9S 0 sr. Presidente mandou encam: nha^la ao sr« Prefeito Municipal* Projeto de Resolugao do sr. Manoel Galdino de Carvalho, sôhre - alteração da redaçao do 5 1®, do artigo 30», do Regimento Interno.» «=****=*= 0 sr. Presidente sulroieteu a voto, tendo a Casa o considerado objeto de deliberação.» » = 0 sr. Presidente mandou encaminha^lo as Comissoes conpetentes.» Indicação do sr. Jose Porfírio, ao sr. Prefeito Municipal, sobre a instituição de uma Comissão para julgamento do concurso de anúncios luminosos.» »» 0 sr. Presidente mandou encamlnha''la ao sr. Prefeito Municipal. Requerimento do sr. Jose Porfirio solicitando a inserção em ata de un vote de congratulações pele passagem do aniversário natalício do exmo. sr. Getxxlio Vargas, Presidente da República.» - = = = = = = = = = = = = = = - = -= == = == 0 sr. Presidente submeteu a votação.» »============ 0 sr. Delfim Augusto Paria, para encaminhar a votação, depois - de justificar encaminhou a Mesa um substitutivo ao requerimento, sobre a inserção do voto de congratulações e mais ainda, formulando votos para que sua excelencla não se esqueça do conçromisso jurado de manterno Pais as instituições democráticas restaur^ das em. 1.946. Na s\ia justificativa ventilou o motivo da sua divergência ao requerimento como esta redigido, bem como focalizou o sr. Getulio Vargas na qualidade de Di tador no período do Estado Novo de 1937, fez sentir a Casa que a União Democrática - Nacional deseja que as instituições democráticas sejam mantidas, sendo xana das suas_ principais finalidades. Abordou fatos históricos e atuais, dizendo do golpe que já se preparava no Catete para derrubar o atual regime, pôs em relevo as palavras do - Presidente da Republica, em que disse que"o povo faria a justiça pelas suas próprias maos", e criticando-as disse o orador que o Governo era o primeiro a insentivar a rg volta do povo. Teceu comentários sobre a creação dos ministérios, dizendo que tudo - no govenio atual o confusão, e finalizando pediu a Casa a aprovação do seu substitu tivo.» » 9 S C 0 sr. Jose Porfírio, com a palavra, para encaminhar a votação , disse que discordava do sr. Delfim Augusto Faria, no tocante as suas afirmações, e - tixiha a acrescentar que sua excelencla o Presidente da Republica, imicamente não era o culpado da sltuaçao nacional, pois, também a Cãmara e o Senado, governam a Nação._ Focalizou a questão da seca do nordeste, e disse que o governo não pode fazer chover. 0 sr* Delfim Augusto Faria, em aparte, disse que o Congresso Na cional nunca negou leis ao Governo da República, e ademais a maioria do Congresso e do Governo. = = == = = = = = = = =» = = = = == = =x== = = = = = = = = = *= » 0 sr. José Porfírio, focalizou a questão das cartas, pedindo a renuncia do Presidente da Republica^ e afirmou que isto sim era ato inçatrlotieo** “ 0 sr. Joaõ Tarora, em aparte, disse que muitas mensagens estão_ dormindo no Congresso e porque os deputados da U.D.N. nao tomam providências para o andamento das nesmas.» *»“ = “=»=“»»“«*» = “»» = »»»»»» = »»»» = »» è 0 sr. Delfim Augusto de Faria, em aparte, reafirmou que tendo o CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇ^ w ti2 ESTAOO OE SAO PAULO / -fls. SOPresidente da República maioria não precisa da U.D.N.»^Í0 sr, Jose Porfírio, continuando, aisee que a situação de um - chefe de estado e comoda, entretanto não se esquec^de^olhar pelo trabalhador, atravez de leis que os ançjare e os proteja.® = = * 9 9 0 sr. Delfim Augusto Faria, em apeirte, disse que Justamente ● « eixtem leis, mas estas sao falhas.® ® ® 0 sr. Jose Porfírio, contestou o aparteante, e finalizando pediu a Casa a aprovagao do seu requerimento.® ® 0 sr. Clovis Dantas Ramalho, com a palavra, disse que não era a primeira vez que a Casa votava requerimentos dessa natureza, e que estudando o assun to sua bancada dava preferência ao substitutivo do sr. Delfim Augusto Faria.® * » ■ ■ 0 sr. Presidente sutmeteu, primeiramente, a votação o substituti vo do sr. Delfim Augusto de Faria, tendo a Casa o aprovado por maioria.® ====== 0 sr. Presidente declarou aprovado o substitutivo e preJudicado_ i o requerimento.== S S 8 Requerimento do sr. Domingos Eduardo Bez, solicitando de uma copia da representação que lhe foi dirigida pelos moradores da Agua ”A citando a reconstniçao da ponte.® ==============■■====== a remessa . * , soli0 sr. Presidente submeteu a discussão.® ====■======■= 0 sr. Domingos Eduardo Bez solicitou urgência para discussão e - votaçao.® = ® 0 sr. Presidente submeteu a votaçao o requerimento de urgência , tendo a Casa o provado por unanimidade.® ====================== 0 sr, Presidente declarou aprovado o requerimento de urgência, e submeteu a discussão o requerimento do sr. Domingos Eduardo Bez.® ■®======== 0 sr. Domingos Eduardo Bez, com a palavra, Justificou seu reque rimento, dizendo que por varias vezes já indicou ao sr. Prefeito Municipal a necessi dade da reconstrução da ponte, e agora, o pedido nao ora seu, mas sim do 29 (vinte e nove) proprietários da região a ser servida pela ponte, os quais estão impossibilita dos de transportarem os seus produtos, Fez sentir a Casa que nenhuma providencia foi_ tomada por parte do Executivo Municipal, o que muito lamentava, a, finalizando solic^ tou a aprovaçao do requerimento.® = ® 8 0 sr. Joao Tarora, cora a palavra, disse que foi autor de uma in dicação nesse mesmo sentido, e em resposta sua excelencia o senhor Prefeito, disse tar tomando providencias sobre o assunto, e nestas condições o sr. Domingos Eduardo - Bez nao deveria apresentar o requerimento.® = = «* 0 sr. Domingos Eduardo Bez, disse que apenas queria encaminhar - uma copaida representação ao sr. Prefeito Municipal.® 0 sr, Clovis Dantas Ramalho, com a palavra disse que não poderia concordar com o requerimento do sr. Domingos Eduardo Bez, e que este estava errado na forma da sua apresentaçao devendo ser por meio de indicaçao.® «■»»●●==»=■== 0 sr. Domingos Eduardo Bez, em aparte, disse que o Regimento In terna faculta requerer o encamihhamento de qualquer docxunento ao sr. Prefeito ou qiiem S s B 8 I CÂMARA MUNICIPAL DE GAR ESTADO DE SÃO PAÜLO quer que seja." = & & S = v s 0 sr. Clovls Dantas Ramalho, c^c^ulu sugerindo a retirada do requerimento e a apresentação de uma indicação.* w * 0 sr. Delfim Augusto de Faria, com a palavra, disse que com - muit acerto foi a sugestão do sr. Dantas Ramalho, e acertado também estava o sr. Do mingos Eduardo Bez ao pleitear a medida ao sr. Prefeito Municipal, e mais ainda se - nenhuma providencia havia sido tomada a respe ito da construção da ponto. «****» 0 sr. Domingos Eduardo Bez, em aparte, disse que a única medida foi a de mandar o sr. Julio Pinheiro, Fiscal de Estradas, ao local para a devida ve rificação.* s 8 S S S B « ● e « 8 S S S S S 8 S 8 S S S 8 8 8 8 B S 0 sr. Clovis Dantas Ramalho, em apsirte, disse que Jamais a Cãi^ ra poderia forçar o Executivo a promover qualquer obra, se este nao estiver em condiÇoes de realiza-las.* = = = = * = = = = = * = = = * = 0 sr. Delfim Augusto Faria, em aparte, disse que efetlveimente - nao poderia, porem a Gamara poderia indicar tentas vezes quantas forem necessãrla, - bem como criticar a administração por nao a atender. Sugeriu ainda a retirada do re - querimento.® “ S 0 sr. Dacio Alves Natél, em aparte, disse que o Regimento Inte£ no preve o direito a qualquer vereador de requerer ou indicar tudo o que fôr em bene ficio da coletividade, mas, adiantava que o Prefeito nao descuidou do que foi indica do pela Gamara.** = ♦ s 8 S 8 S 0 sr. Joao larora, com a palavra, novamente expos toda a ques - tao, e frizou que o mais aoonselhável seria a retirada do requerimento.® * * = * » » 0 sr. Domingos Eduardo Bez, solicitou a retirada do requerimen¬ to.® ® s S 8 0. sr. Presidente deferiu o requerimento do sr. Domingos Eduardo Bez.= = 0 sr. Domingos Ediiardo Bez, encaminhou à Mesa uma indicação sr. Prefeito Municipal, sobre a reconstrução da ponte da Agioa "A’*.® ® ® 0 sr. Presidente mandou eneaminha-la ao sr. Prefeito Municipal. 0 sr. Domingos Eduardo Bez, encaminhou a Mesa um projeto de lei, dispondo sobre isenção de emolumentos e taxas para as construções que forem feitas em Jafa.® ® ao 8 8 S B 8 8 S 8 S 8 0 sr. Presidente submeteu a voto, tendo a Casa o considerado objeto de deliberação.® = 0 sr. Presidente mandou encamlnha-lo as Comissões con^etentes.** 0 sr. Presidente deu a palavra aos srs. vereadores.® ■ = **»*=« 0 sr. Presidente deu por encerrado o Expediente.® =»■»*=» 0 sr. Presidente convidou o sr. Secretário a fazer a chamada pg ●-r ra a Ordem do Dia.® ® B 8 8 8 8 S 0 sr. Secretario fez a chamada dos srs. vereadores, verificandose a presença dos seguintes:- Antonio Cruz, Clovis Dantas Ramalho, Dacio Alves Natel , ●A Delfim Augusto Faria, Domingos Eduardo Bez, Joao Nunes Miranda, JoaS Tarora, Jose Caio V CÂMARA MUNICIPAL DE GARCÁl ( A ESTADO OE SAO PAULO í -fls. 82- de Gois Artlgas, Jose Porfirio, Manoel Galdino de Carvalho, Pedro Afonso de Oliveira, Plínio Genta, Manoel Fernandes Barbeiro e Jose (^nçalves, num total de quatorze (I4) vereadores.® ====*=*==*====*==« 0 sr. Presidente submeteu a segunda votação o projeto de lei ● 71/52 (setenta e um), do vereador Jose Caio de Gois Artigas, dispondo sobre a instit^ içao do "Dia do Municipio", tendo a Casa o aprovado por unanimidade.® »*«*■*■» 0 sr. Presidente declarou aprovado o projeto de lei n. 71/52.“ 0 sr. Presidente submeteu a segunda votaçao o projeto de lei n® 7/53 (sete) da Comissão de Justiça, dispondo sobre a concessão de ura aiixilio Cr.$ 10.000,00 (dez mil cruzeiros) aos flagelados do nordeste, tendo a Casa o aprova do por unanimidade.® = = = = = = ‘= = = = = = = = = =- = = - = = = = = = = « = ■11=» t è da 0 sr, Presidente declarou aprovado o projeto de lei n. 7/53.® 0 sr, Presidente submeteu a 26 votaçao o projeto de lei n® - 4/53 (quatro) do sr. Prefeito Municipal, dispondo sobre a abertura de um credito es pecial de Cr,$ 1.116.000,00 (hxim milhão cento e dezeseis mil cruzeiros) e ura credito suplementar de Cr.$ 109.941,60 (cento e nove mil, novecentos e quarenta e un cruzeisessenta centavos), tendo a Casa 0 aprovado por unanimidade.® ======= == 0 sr. Presidente declarou aprovado o projeto de lei n® 4/53*“ 0 sr. Presidente submeteu a 2® discussão o projeto de resolu ção n® 1/53 (um) que elevada os subsídios e representação do Prefeito, de autoria do vereador Dacio Alves Natel.® ==================e==-=^===b ros e 0 sr. Presidente esclareceu que achava-se sobre a Mesa imi re querimento do vereador José Calo de Gois Artigas, solicitando a volta do projeto à Comissão de Justiça, para reezame da matéria, e igualmente constava do processo um - requerimento do sr. Delfim Augusto Faria, solicitando o adiamento da discussão por 4 (quatro) sessões.® = = = = = = = = = = = = = = = = == = = = = = « = = = = = = * = 1= 0 sr. Clovis Dantas Ramalho, com a palavra, falou pela aprov^ Çao do requerimento do sr, Jose Caio de Gois Artigas, dizendo que assim, em face das duvidas surgidas a Comissão de Justiça tera a oportunidade de melhor estudar o assi^ to, bera como consultar opinioes abalizadas a respeito.® ®® = = = = = = = = = = = m 0 sr. Delfim Augusto Faria, com a palavra, disse que apesar - de ter a certeza da Inconstitucionalidade do projeto, qulz oferecer oportunidade ã - Casa para melhor estuda-lo, pelo adiamento de quatro sessões, proposta, mas, em face do novo requerimento, com prazer retiraria o seu requerimento,® ® ® 0 sr. Presidente consxiltou 0 orador se havia requerido a reti S 3 K K rada do seu requerimento,® ® 0 sr. Delfim Augusto Faria, respondeu afirraatlvamente.® = ® 0 sr, Presidente deferiu o requerimento do sr. Delfim Augusto Faria, retirando o requerimento de adiamento da discxissao.® ®=®“======““ 0 sr, Jose Porfrio, com a palavra, falou pela inconstituciona lidade do projeto e disse que a Camara deveria tomar cuidado absoluto para nao ver - UJii seu ato anulado. Focalizou o caso de Ponç>eia, em que o Juiz de direito, anxxlou - e, finalizando Justificou seu voto favoravel ao lei igual e citou outros exemplos. CÂMARA MUNICIPAL DE GA ESTADO DE SAO PAULO 1 ● -fls. 33- requerimento do sr« José Ceio de Gois Artigas.‘= = 0 sr. Joao Tarora, solicitou a leitura do requerimento.= = 0 sr* Presidente convidou o sr. Secretário que procedesse a s e leitura do requerLniento,* ® S S3 M SS 0 sr. Secretário leu o requerimento.= = 0 sr. Joao Tarora justificou seu voto favorável ao requerimen 4 $ to do sr. Jose Caio de Gois Artigas.= = 0 sr. Presidente sutioeteu a votagao o requerimento do sr. José Caio de Gois Artigas, tendo a Casa o aprovado por unanimidade.* 0 sr. Presidente mandou encaminhar a Comissão de Justiça, o projeto de resolução n, 1/53.* = = S5 0 sr. Presidente sulmneteu a primeira discussão o projeto de - sr. Prefeito Municipal, dispondo sobre a creação de um ceirgo de Fis cal da Economia Popxilar, com parecer contrário da Comissão de Justiça.» ======* 0 sr. Plínio Genta assumiu a Presidência.* ==*=««===» lei nfi 23/52, do 0 sr. Delfim Augusto Faria, com a palavra. Inicialmente disse que ainda sè favoravel fosse o parecer da Comissão do Justiça, seria contra o projeto, visto a impossibilidade da creaçao do cargo do Fiscal da Economia Popular, pois, pouco adiantaria a fiscalizeçao local em virtude do mal nso residir no interior e sim na Ca pital do Pais, onde não ha governo e tudo está entregue a mercê da sorte. Focalizou - justificando o escandalo da carne verificada na COFAT, e que nenhuma providência foi - tomada pelo Presidente da ^publica para punir os culpados.* * 0 sr. Domingos Eduardo Bez, em aparte, fez sentir ao orador - que o caso citado se passou com fornecedores de gado do Triângulo Mineiro.* ====== 0 sr* Delfim Augusto Faria, agradecendo o aparte disse que o vereador Domingos Eduardo Bez estava colaborando consigo na elucidação do assunto, e - continuando fez sentir a Casa que admirava a bôa vontade do sr. Prefeito Municipal qiMrer resolver o problema, porém nao seria feliz na sua pretensão.* ======= 0 sr. Jose Porfirio, em aparte, disse que o que precisava fa - zer era acabar com os tubarões e com os "baleonatos".* ================ 0 sr. Eduardo Bez, em aparte, falou sobre o caso da eiçortaçao do açúcar a Cr.| 1,00 o quilo, quando se consome no Brasil a mais de Cr.$ 5,00.* = = = 0 sr. Delfim Augusto Faria, respondendo aos apartes, disse que somente um e culpado da situaçao e este e o proprio Presidente da Republica, que nao - cuida como deveria cuidar dos problemas nacionais, e não toma providência alguma para debelar a crise em todos os setores como é vista.* = = = = = = = = = = = = «■ = = = = 0 sr. Domingos Eduardo Bez, em aparte, disse que o Brasil pode ria produzir multo mais se nao fosse a crise de energia eletrica, os racionamentos etc. t & s s em 0 sr. Delfim Augusto Faria, respondendo ao aparte, pergimtou - a quem estava afecta essas providencias. 0 sr* Domingos Eduardo Bez, em apeirte, disse que naturalmente_ ao Governo.* * 0 sr. Delfim Augusto Paria, concluindo louvou a Comissão de >. CÂMARA MUNICIPAL DE G ESTADO OE SiO PAULO /] cou o voto contrario do sua bancada, a palavra, inlcialmente contestou o sr. Delfim Augusto Faria, pelas acusações feitas ao Presidente da República, e disse mais que não cabe a responsabilidade tao somente ao Chefe da Nação, pois sua excelência nao e absoluto, e tem que prestar contas ao Congresso Nacional.* ============= 0 sr. Delfim Augusto Faria, em aparte, disse que as medidas de ordem executivas sao tomadas pelo Presidente da Republica e o Congresso apenas vota as leis.* /1-' Justiça pelo parecer contrario ao projeto e jusfe 0 sr. José Porfírlo, o e > S B S S 0 sr. Jose Porfírio, continuando disse que seja como for o sr._ Getulio Vargas não e o unico culpado, e, quanto as insinuações feitas por alguns vere* adores a s^la pessoa, atravez de olhares, quando se fala contra o Presidente da Repúbll ca ou contra o seu partido, queria deixar claro que não tinha por habito viver prese - aos chefitismo politloo, e pautava sua conduta bem como seus atos unicamente no senti* do do direito.* ======■=== s 0 sr. Delfim Atigusto Faria, em aparte, perguntou ao orador a roubalheira do gado e da carne divulgada pela imprensa esta certa.* * 0 sr. Jose Porfírlo, respondendo ao aparte, disse que o assunto fugia as atribuições da Casa e cabia aos orgaos superiores conhece-lo.* ======== 0 sr. Pedro Afonso de Oliveira, reassumiu a Presidência.* * * * 0 sr. Donilngos Fduardo Bez, em aparte, disse que quem nomeia o Presidente da COFAP e dos institutos e o Presidente da República, portanto as pessoas.. se B 8 B S nomeadas devem ser de sua absoluta confiança.® * * 0 sr. José Porfírio, continuando disse que muitas questões não chegam ao conhecimento do Presidente da Republica, e por êste motivo multas vezes siia excelência nao toma as providencias que se fazem precisas.* ============ = 0 sr. Delfim Augusto Faria, em aparte, disse que a função do - Presidente da Republica e conhecer todo o assunto que diz respeito aos interesses Naçao, pois e responsável por Ela.= ======================= 8 B B B B S da 0 sr. Jose Porfírio, continuando disse que a situaçao nacional remonta aos tempos do Império é o proprio sistema de governo.* ========== * 0 sr. Delfim Augusto Faria, em aparte, disse que o projeto Raul Pila, atravez do parlamentarismo poderá solucionar a situaçao.* =========== 0 sr. José Porfírlo, continuando, disse que todas essas triste zas vem do Império, pois, as Constituições não conheceram determinados problemas que - deveriam conhecer.* ============================ = = = = 0 sr. Delfim Augusto Faria, era aparte, disse que pelo contrario toda gloria veio do Isç>erlo e tôda miséria e tristeza veio do Estado Novo de 1.937.® * 0 sr. José Porfírio, concluio dizendo que absolutamente nao en¬ dossa erros do Presidente da Republica.* = B B SB B B 0 sr. Delfim Augusto Faria, em aparte, disse que no regime presidenciallsta o Presidente da Republica e o responsável por tudo.® =======“”= 0 sr. Clovis Dantas Ramalho, com a palavra justificou o parecer contrário da Comissão de Justiça.* * ® ® B >- CÂMARA MUNICIPAL DE GARÇA &>2 ESTADO OE SAO PAULO -fls.85- 0 sr, Presidente deu por encerrada a discussão.® = = = = = ■ 0 sr. Presidente sut«neteu a votação o parecer n. 10/53» da Cjj missão de Justiça, contrario ao projeto de lei n, 23/52, do sr. Prefeito Municipal, - dispotulo sobre a creaçao de um cargo de Fiscal da EBonômica Popxilar, tendo a Casa o * aprovado por unanimidade.® = 8 8 B a 0 sr. Presidente declarou que em face da aprovaçao do pareder n. 10/53> da Comissão de Justiça, estava rejeitado o projeto por unanimidade.® ® * ® * 0 sr. Presidente submeteu a discussão o requerimento n® 87/52, do sr. Andre Martinez Sanches, interpondo recxirso contra ato do sr. Prefeito Municipal, relr.tivo a isenção de inçjosto predial urbano, juntamente com o parecer n, 12/53, da C^ missão de Justiça, favoravel ao recurso.® ® « * S 8 8 BB 0 sr. Presidente esclareceu que esse parecer nao havia, por - engano, sido distribuido por copia, e convidou o sr. Secretario a proceder a sua leiti^ 0 sr. Secretario leu o parecer.® *»=*=*=«»====*« 0 sr. Clovis Dantas hamalho, com a palavra, expos o assunte , e fez sentir a Casa que o sr. Prefeito Municipal na epoca em que o sr» Andre Martinez Sanches requereu a isenção nao poderia te-la concedido, pois, nao havia lei isentando / os prédios construidos no periodo do 1® de janeiro a 27 de junho de 1.951, ©, posteri ormente pela lei n. 245, de 26 de Dezembro de 1.952, tais prédios foram isentos, o em face dessa lei e que a Comissão de Justiça opinou pelo provimento do recm*so.® « = ■ « 0 sr. Delfim Augusto Faria, com a palavra, disse que estava - de acordo com o parecer da Comissão de Justiça, porón, ora necessário saber o praso - certo para requerer a isenção, segundo a lei n. 245/52, pois, tanto o interesse da mu nicipalidade como o interesse do contribuinte nao poderiam ser prejudicados.® * * = ●* 0 sr. Jose Caio de Gois Artigas, em aparte, disse que o praso e o estabelecido na lei n. 42/48, e pode ser requerido a qualquer epoca.® « ® = » ■ ■« 0 sr. Delfim Augusto Faria, concl\iindo justificou o voto favfi ravel de sua bancada ao parecer n. 12/53, da Comissão de Justiça.® ® ® = » » 0 sr. Presidente deu por encerrada a discussão.® ® ® 0 sr. Presidente submeteu a votaçao o parecer n. 12/53, tendo i « B a Casa o aprovado por unanimidade.® ● ® » 0 sr. Presidente declarou aprovado o parecer n. 12/53, bem C2 mo o projeto do resolução n. 2/53, que dele faz parte, dando provimento ao recurso.® ® 0 sr. Presidente declarou que nada mais constava da pauta.® ® 0 sr. Presidente deu a palavra para EXPLICAÇÃO PESSOAL. ® ® » cerrada a Sessão.® » » = * * ® « ^ta_Sesretário, lavrei esta ata. 0 sr. Presidente declar^ ^ Nada mais havendo eu^ fiz datilografa-la e a subscrevo.® ® « * »» = = b b b b b b b b ; -2-- /● , o IDEMTE E /