| Tipo | Solene |
|---|---|
| Número / Ano | 1 |
| Date | 1990-05-04 |
| native_id | 5367 |
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Câmara IfliuncipaL de Garça r-n I V. V/ -L osíoítf Óàe ^aula CÃI/xARA KtNCIPAL LE &ABÇA SOI^, REALIZALA 'SL1 04 DE lUIO DE 1 990 PRESIDENTE; SECRET-ARIO; ArPKÉ gegegelUÍS antcnio GAVIQLI nq&ueira ECDRIQUES No dia e no horário previamente dente, Vereador André Luís Gavioli Rodrigues, Vereadores a tomarem assento rio anunciados o Sr« Presi— convidou os Senhoresem suas respectivas cadeiras, no Plená- . E os Senhores Vereadores Andrelino Alves de Souza, xandre Marques, Antonio Macelloni, tonio Nogueira, Gilberto Garcia, Luiz Kunita, Antonio Al_e- ^tonio Rodolfo Devito, George An _ . ^ João Serapião, José Alcides PanecoT Roberto Lopes de Souza, Valdemar Zimiani e Yoshika so Kakudate.assumiram os seus devidos lugares. - A seguir, o Sr. Presidente procedeu a composição da Mesa, convidando, para tanto, as seguintes autoridades e personalidades: - Exmo.^Sr. Jose Panza Neto, DD. Prefeito do Município de Garça; Exmo. Sr. Julio Marcondes de Moura, DD. Ex-Prefeito_^do Município de Garça; Cdilon Izar, DD. Ex-Presidente da Câmara Municipal de Gar ça; Exmo. Sr. Veríssimo Fernandes Barbeiro, DD. Presidente da Câmara Municipal de Gara; Exmo. Sr. Paulo Renato Alves de Souza, DD. Presi dente da câmara Municipal de Garça; Exmo. Sr. Toshiaki Yamaki, DD.~- Presidente da Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira de Gar ça; Exmo. Sr. Milton Conticelli, DD. Representante da Loja Maçônica- Gal. Moreira Gimarães IV de Garça; Exmo. Sr. Tenente Expedito Macha do de Faria, DD. Delegado do Serviço Militar de Garça; Joaquim Sérgio Pereira, Exmo. Sr. Exmo. Sr. Dr. DD. Representante do Rotary Clube de Garça e- Representante da Associação Paulista de Medicina-Seção de Garça;Exmo. Sr. Dr. Jose Alfredo de Oliveira Lima DD. Presidente do Grêmio Tea tral Leopoldo Froes e^Representante do lions Clube de Garça; Frei Au relio Di Falco, DD. Pároco do Santuario Nossa Senhora de Lourdes; Exmo. Sr. Júlio Marcondeç de Moura, DD. Ex-Prefeito do Município Garça; Exmo. Sr. Cdilon^Izar, DD. Ex-Presidente da Câmara Municipal- de Garça; Exmo. Sr. Veríssimo Fernandes Barbeiro, DD. Ex-Presidente- da Gamara I/lmicipal de^Garça; Exmo. Sr. Paulo Renato Alves de Souza, DD. ^Ex-Presidente da Câmara t^unicipal de Garça; e Exmo. Sr. Sargento Jose Manoel Faustino, DD. Representante da 4§ Companhia da Polícia - Militar. 9 ● * ♦ de As demais autoridades e personalidades, presentes a este ato, foram consideradas como fazendo parte integrante da Mesa pelo - Sr. Presidente da câmara Municipal de Garça. C Sr. Presidente, a seguir, telegrama vazada nos seguintes termos: - "Garça, 04 de maio de 1 990. Ao Sr. Pedro Valentim Fernandes - câmara Municipal Garça - Sabedor de quanto o prezo, entenderá minha ausência compromisso assumido anteriormente informou à Casa que recebera de- , pois nao me permite compartilhar deste momento de grande alegria e merecida homenagem a ilustre GARCENSE". a) Reynaldo José Castilho Paini - de Garça". CIDADAO Juiz de Direito da Cornar ● ● ● Em prosseguimento a esta Sessão, o Sr. Presidente :2- Câmara IfinnicipaL de Garça Ssiaèo èe C^òe ^aula c o /■> jri“js.T. Ksr^ísK: sss/si fa bido com uma salva de palma, e, ato contínuo, a Mesa. ’ ^r.- Sa. foi re assumiu se lugar junto /» seguir, o Sr. Iresidente rem a execução do Hino Hacional, cal "Santa Cecília". ■*,™.. S-.Í S»ÍSÍS".“3S;".S;.r“""“.“-”' gem que o iLunicipio de Garça tributa Decreto legislativo n2 2/89, garcenses e de todos tes, tributam-lhe convidou os presentes cuja tarefa coube à a ouviCorporação i:usi Esta homenaao concidadão fez-se através do que mereceu a aprovação desta Casa, Vossa Senhoria, que, aqui presen - esta justa e merecida homenat^em". Neto TiT) ? sequenciamento desta Sessão, o Exmo. Sr. José Panza - tono ^ seguir, 0 Sr. Presidente a Senhora Neuza Fernandes Per dos li 0 Sr. oficial d-, ^ seguir, concedeu a palavra ao orador sfud'f n ínfT V vereador Antonio Rodolfo Devito, para - saudcr 0 Ilustre homenageado, Sr. Pedro Valentim Fernandes. - 1 _ „ 0 Vereador Antonio Rodolfo Devito, ocupando a tribuna. - André luís r-vi ni i Canara Municipal de Garça, Vereador- ^dre luis G^vroli Rodrigues; S. Exa. o Prefeito do Município de Gar "istfnta rpL f Senhores Vereadores do Parlamento de Garça; nd.íi ? f i 3?residente Veríssimo Fernandes Barbeiro; Presidente 1 lio Fpr Presidente Paulo Renato Alves de Souza; Ex-Prefeito JÚ- ii f dc Grimio Teatral Leopoldo TróS - drpxérrt° k" Tenente Expedito Kachado dePa '- '’ipo-BLSe?ío°dfr"“ Presidente do clübe- po Brasileiro de Garça. Ilustríssimo Senhor Pedro Valentim Fernan desta Casc, que e maior do que todos nós, em nome de todos nós sageiro da vida e da história deste estou saudando. É um imenso prazer, tre os dedos do É verdade. disse: Exmo. na, Em nome- , pa£- rincao, chamada Garça, é que lhe assim faço, carregado de sentimento. É o tempo é a areia E uma alCeiria. q.ne escapa en - cimor, o empo nao para no porto e não espera ninguém'.' desse oíolo calendários, aue s5o testemunhos SLoníi r Vr interminável sequenola, pode- enoontrar, perdido no tempo, a data 29 de junho de 1 917, loLe - re branca de uma igre.inha na pro.ga, com os telhados, oom as suas..7 Disse o poeta:" se Câmara IflunicipaL cie Gai%a C03 Ssla^e cJòtf ^aule fica peq.uena a terrirOia, sua terra Natal, caro amat,o. Era dia- de festa, para os Eernandes, nascia ledrinho. 0 pai, lianuel fernan - des t.uevo e a mae Rosa Rubio Fernandes, certeza, ruas estavcun felizes. E hoje, em nos assistindo, estão orgulhosos. -J, esta noite é sua. Estas luzes se toraaram mais profusas, em sua homenagem. lá fora, o céu está enfei tado de estrelas. E, ca dentro, a noite está enfeitada de tes^de aqui chegar, antes de vir morar em Garça, voce estava na vizinha cidade de Vera Cruz, tal. E isso nos aproxima ainda mais. E sorte tiveram os de cá. com em uma outra dimensão, Xor isso, Pedro Valentim Fernandes amigos. An por volta de 1928 , que é a minha terra Na - E como devem lamentar os de lá. Afinal, foi Garça, com seu coração :ovem, escolheu como sua terra. Em 1946, em Garça, casava-se com Do Caravato Fernandes, e, dessa união, vieram os filhos Karl lia, Larlene, Kariza, Ithlton e Mareia. E hoje os netos lhe formam uma família, sen dúvida nenhuma, 03 seus netos e abraços os seus genros: Otávio Pereira da Silva, se Joaquim Artiolli, Waldir Marques da Costa e Dr. Cláudio Fernandes Alves, que foi o seu fiel escudeiro, quando chefiou o Gabinete de Go vemo e e meu particular amigo, adevogado e psicólogo, lentim Fernandes, é a cidade forte, heróica que o homenageia nesta noite. 0 passado é etemo. , aindae os í^enros - e é muito feliz. Saúdo - Jc Caro Pedro Va com sua brava gente, é a cidade- .. Renascem as invocações do pase nesses - sado e a saudade, dias de sua existência, res de ausência, tempos, que não se apagam, e sua memória. Lembre-se de Ficou nessas terras A saudade, que vejo em seus olhos, Vivem, agora, no silêncio sao canta dos - que nao se acabam. , nao se apagando, vivem etemamente ni xima pequena indústria de beneficiamento de arroz, ao lado do saudoso Manolo. Pois bem. sua árdua faina, a luta, empresarial bém, Pedro, na Foi ali que começou a... ^ os trabalhos, que cxilminaram com o sucesso- o qual e orgulho não só dos Fernandes, mas - permita-me dizer - de toda a mesmo povo, que agora o homenageia, ca verdadeira. nao so seu tam - cidade de Garça. Esse 0 quer tão bem. E, numa recipro que o escolheu por vontade livre, própria e democráti ca, por duas vezes, para comandar os seus destinos. É o Prefeito Pe-" drinho que surgia na história. Digo-lhe algumas palavras, porque sin to que este e um tempo de verdade. E eu sou parte desse povo, que, I em sin ese, deixa de ser qualquer outra coisa, neste momento, para- se transformar em sentimento. É a sua gente, forte. É a sua gente, - heróica. E a grandeza do homem, ,do trabalho árduo de uma cidade imen sa, com Eiuitas possibilidades e potencialidade. Senhor teve determinação mais: força. Prefeito Pedrinho, o garra para enfrentar desafios e Náo teve calendário, atender esse povo e as suas ansiedades, para prometer: veio para fazer, apenas no momento da sua enunciação. E efêmera. Vibra Convem, entretanto, atentar vo como testemunha. e coragem, para vencê-los. Nao teve horas, pa ^Nao veio à vida pública - A palavra e usual. E tende a durar - ra e se desfaz. para uma coisa. A palavra, que tem o po- sobreyive e permanece. Assim como é a sua pala - ^Prefeito Pedrinho, nao se limitou a ressoar em comícios da pra ça publica ou em limites de recintos fechados. Ela foi o penhor, ela oi compromisso. E o povo sabe que foi cumprido. A história escreveu e^gucirda em seu cofre, inviolável. Todos, sem exceção, reconhecem: - sao trabalhadores, são homens de empresa, o funcionário público, o - professor, o estudante, o homem do campo e da cidade, e, dos que acorreram ao seu chamado ao em suma, to seu governo, que foi de Cámava IflunidpaL de Garça p’ r\  osiaío èt c5õtf ^aula (... '1 J3Sí. desenvolvimento, de ordem e de paz social. E, acima de tudo, teve compromisso com a verdade^^e com a liberdade. Pica a certeza que o... destino nao o trouxe de tão longe, se nao para confiar a missão de - auxiliar o progresso desta terra, que fica à beira do Ribeirão das - Garças. Exerceu a Chefia do Executivo com determinação e coragem. A- omissao e a duvida nao foram marcas do seu governo. Por formação e - experiencia, sempre ponderou, analisou, ouviu e foi paciente decisões. Repito; este é um tempo de verdade. 0 Sei^or deixou um grande legado. Deixou da publica, rãncia o em suas Portanto, lhe digo que _ . - , o legado da dignidade na vi Deixa o legado de amor ao povo. Deixa o legado da tole - ° legado da conciliação. Deixa o legado da grandeza"na d^^dificuldi/ Valentim Fernandes, sem dúvida, nas encrusilhada dcs dificuldades e nas agruras da vida publica atual, piraçao e exemplo. 0 Senhor é força. Neste momento, tenho soluta certeza que o seu coraçao está ao lado do seu volta o seu pensamento. Neste momento, os humildes, com o que sofrem as 0 Senhor é ins a mais abpovo, que a ele o seu coraçao está Junto con- rMio privações de toda a ordem, com os - ^ eLr^^v^ S f a esperança á o único bem dos ^enos fcvorecidos. desse seu pensamento que nós va barro para construir a comunidade, vez mais Justa, amiga e fraterna, t Garça. ios extrair o... a comunidade que deve ser cada esse o grande destino da nossa Nao há incompatibilidade a3 moralidade, entre t,rande^exemplo que nós temos disto, Elas são de domínio de todos, ajuda do maestro Tom Jobin ^ guma. entre o serviço público política e a honestidade. Prefeito Pedrinho é c- Não vou enumerar aqui as obras.- para finalizar, , que, certa vez, e a cl Mas, eu vou apelar a - escreveu;"Vamos salvar as as lagoas e as matas. nessas florestas e nos, o mar e o ar, vamos semear s os pei- paz e colher a esperança". Enccn - as arvores do nosso Bosque, e, aguas do nosso Lago Artificial. 0 Senhor esteve sempre à frente dos- tempos. 0'Scnhor antecipou a enda ecológica. Portanto, Garça, do seu povo, o qual eu represento por obra gado e que Deus o abençoe". No soquenciamento da xes e os passaros; tro nesses versos nessas aguas. ● ● ● em nome de... e graça, uito obri Sessão, o Sr. utoridades e personalidades xresidente concedeu , componentes da - a seguir, a palavra às Mesa. 2.' 0 Sr. José lanza r-eto, DD. Prefeito do Município de G ça, ocupando a tribuna, disse; "Exmc. Sr. Presidente da Câmara Muni- cipd de Garça, Vereador Andre luís Gavioli Rodrigues; Senhor Pedrã- Valentim Fernandes, ilxistre homenageado, nesta noite; Demais compo - nentes da Mesa; Senhoras e Senhores. Falar sobre Pedro Valentim Fer nandes, toma-se muito fácil, principalmente para mim, um dos seus“- intimos amigos, porque, sem contar os inúmeros dias, cs momentos que vivemos e trabalhamos Juntos, aprendi admirar ledro Valentim Fernandes, ça pública para falar sobre ele. des, o homem; des, arferan inúnerosFoi nessa vivência que E, corta feita, fui à pra- E falei sobre Pedro Valentim Feman xedro^Valentim Fernandes, o pai; Pedro Valenti V T família; Pedro Valentim Fernandes, o cidadão; Pedro^ y^alentin Fernandes, o administrador; ledro Valentim Fernandes, iitico; ledro Valentim Fernandes, o homem público, dade e com que certeza, eu dissertei sobre seu caráter, Feman o poE,com que feliciessas personalidades porque aprendi a aprender isso do- ledro Valentim Fernandes, Câmara IfiunícipaL de Garça -■ n r r o £siaíe Se c3iitf vivendo ccnstantcnente ^coi: voce, porque todas as oportunidades, eu tinha, aléi: dos negócios, Fernandes, tive a felicidade de trocar idéias de. E, por isso, pude aquilatar toda isso, uia dos naiores, senão seus naiores aaiigos, da sua personalidade - qucque fizenos na Conercial e Industrial - con você, GLi profunida sua forL.ação e ne tomar, por - talvez, uu dos 1/ias un dos laarcantes traços quero deixar registrado aqui - que ficou - gravado eu ijin, para senpre, e para os enpresários, trabalhei, que foi as Industrias Ronanini S/A. vaLiOS colocando na nossa eL.presa sandc en modernizar a o maior, admiradores e, coLiO VOGO ben sabe. eu para os quais eu Certa feita,> nós está automatizaçao, o computador, penempresa, a tal ponto que a colocasse entre as de óleo comestível e farelo,e, mc ramo que, na ccasiao, o ledro Valentim Fernandes dirigia na líer- c^til e Industrial Fernandes. Mas o ledro Valentim Fernandes dissê: Eu vou peri..anecer ainda nc meu sistema, porque eu penso no homem; - eu penso no homem, que precisa ganhar o pão do dia-a-dia; manter empregos; enquanto eu puder dirigir esta empresa, embora eu reconheça que esquema e Diretores da Mercantil e Industrial Fernandes", profundeza do .seu caráter tir desse momento, a mais informadas no ramo. enfim, c nes eu preciso mantendo os empregos, assim o farei; çar, trabalharei dentre desse gente precisa avan assim trabalharão todos os - Cv Entac, isso prova a do seu sentimento, que tomou, aí, h par- ^ o seu mais profundo admirador, per esse aspecto~- do seu carater. ledro Valentim Fernandes, nós esperamos que você. conviva conosco por muitos anos ainda e continue como voei tem feito, ate agora, para comigo, transmitindo toda sua experiência, todo seu- saber, toda sua amizade, para que eu possa, com humildade e inspiraçao en Deus conduzir Garça nos destinos melhores, e dever do administrador público. ledro Valentim Fernandes primento emocionado, cê, ho^e, é ui dc". ----- con a... porque este eu 0 cum que. y£- Kuito obriga na noite de hoje, "Cidadão Garcense e fico feliz om saber dc fato e de direito. Frei Aurélio Di Faleo, sidente; Sr. Ircfeito; Srs. sa; Exmas. Sras. e Srs. de, ocupando a tribuna, disse:"Sr.Ire Autoridades que compõem a r.I_e ITao tomando o Frei Aurélio, nesta opertunida a palavra, mitos se perguntariam: por quê foi que o Frei Aurélio esta calado? Mas nao posso me calar, ciscano. Vereadores; porque o desenvolvimento Fran - em Garça, não se deve a mim ou outras pessoas Franciscanãs. Deve-se ao Sr. ledro Valentim Fernandes lo. Eles que me deram coragem a continuar, zar. j.ortanto, eu me obrigo, numa palavra de neste agradecimento público, que a cidade faz ao Sr. Fernandes, que, por 10 anos, ocupou a Irefeitura dc Garça, longos 10 anos, ciais Franciscanas e ao seu saudoso irmão líanome deram coragem a realigradecimentos público, ledro ValentimcL e, nesses antes e depois, nunca se esqueceu das obras so- e também do Santuário íTossa Senhora de Lcurdes.”- "Dia de Garça", que foi pedido de oficializar- a comemoração dc "Menino Jesus" e trouxe até amiges p^-ra firmar aque le celebre 05 de Maio de anos atrás. E, tudo isso, deu coragem, deu- força, deu paciência, deu perseverança para continuar. Mas, tudo is- e sempre algumas pessoas que ajuda, que colabora, que dá força e no. nossa pequenez, nao podemos deixar de valorizar, - mara Municipal de Garça concede, cu OL-igo Sr. ledro Valentim Per grande alegria dc meu coraçao de poder ver esta como Irefeito, valorizou o sc, que, portanto, neste momento solene, em que a C terga c título^de "Cidadão Garcense" nandes. E também iv.n zu ac Cámava IfiunicipaL de Garça Ásla^o t5« c5ãí ‘§)auU ÍV,’ data maravilhosa, de reconhecimento, de gratidão para os esforços, - dos trabalhos, as realizações do Sr. ledro Valentim Pernandes. E que possa todas autoridades, todos os cidadaos, todas as pessoas de bem— desta cidade de Garça continuarem a trabalhar e realizar Garça^não seja uma cidade esquecida, mas sim mna cidade valorizada , agradecer também o Sr. ^anza Neto, Irefeito Kimicipel de Garça, que quis iluminar, de- modo maravilhoso, o Largo^do Santuário e aquela fachada do Santuário, que,tanta.vez, apagada, nao se admirava a obra de um engenheiro de — Bauru, que reproduziu a Cruz, que veio sobre os mares há 500 anos, - para poder civilizar a América Latina. E, aquela Cruz, naquele lugar alto da cidade, está^iliaminada, está, de longe, indicando um ponto - de descanso, de oração e de meditaçao. E, para todos os presentes, - muito obrigado de ter tido a paciência de escutar Júlio Karcondes de Loura, de.Garça, ocupando a tribuna disse: Dr. André luís Gavioli Rodrigues; lanza Neto; para que como e atualmente. E pretendo, neste momento José uma voz tao fraca". ex-Prefeito do jyjunicípio "Irezado iresidente desta Casa,- Srs. Vereadores; Sr. Irefeito José Demais componentes da Lesa; Senhoras e Senhores. Nao po- deria deixar de, em rápidas palavras, marcar, aqui, a minha presença, desta tribuna, para saudar o homenageado, o ex-Prefeito Pedro Valen tim Fernandes, que, por duas vezes, exerceu o difícil mandato de Pre_ feito desta cidade, em momento dos mais difíceis do que estamos viven do, pois, hoje, os ICunicipios têm, dentro de uma norma de distribui ção de recursos, o orçamento já programado, para, embora com dificül dades, C Sr. sanar os compromissos de prosseguir no ritmo administrativo , que oferece condições de realizações de pequenas e de grandes obras. Sr. Pedro Valentim Fernandes, se a nossa ligação ntmca se deu juntonum palanque, lutando por esta cidade, ela se deu no passado, eu co mo um P'refeito'iniciante no Kunicípio de álvaro de Carvalho, em ...- 1957, com 21 anos, comecei aprender rouito com os homens como ManoelJOi^quim Fernandes, o popular Kanolo, aprender muito também com o Ra fael Paes de Barros, que foi Prefeito e que teve como vice o nosso - querido e saudoso Kanoel Joaquim Fernandes. E, no decorrer da vida - pública, a gente vai aprendendo. A política é um aprendizado sem fim. E foi, através do seu trabalho, aprendi muito. E quero colocar, aqui, algumas pequenas obras, de gran de vulto-naquela oportunidade e que jamais poderiam ser realizadas - ho;je e que foram realizadas na sua administração. Dentre elas, le avanço, à frente do Executivo Lunicipal, que aqu_e- de uma visãc administrativa maior, preservando aquela...- que, hoje, milhares pessoas, não só desta cidade, mas de toda- a região, que é o Bosque Municipal; a construção do lago Artificial; ainda, destaco. area, aqui, uma obra de suma importânci que jamais pode- ria ser realizada nos dias de hoje, que foi a construção do EstádioMunicipal "Frederico Platzeck", sem falarmos na pavimentação e no re capeamento asfáltico de todo o centro comercial desta cidade, sem fa larmos no matadouro, e, enfim, em dezenas e dezenas de obras que fo ram realizadas por V. Exa., quando, em duas oportunidades, dirigiu os destinos deste Município. E o mais importante, ainda, é que pública, é fácil se chegar a um cargo público pela difícil é retornar e o.. na vida primeira vez, o - vencer uma segunda eleição. E quero, aqui, en - cerrar. dizendo e deixando os meus cumprimentos ao Poder Legislativo Municipal, pela outorga desse título ao ilustre cidadão, cidadao... Câmara IflunidpaL de Garça £sia9a (?í c5ão ^fiaulo como empresário, como político, como chefe de como homem garcense, como cidadão, enfim. À sua esposa. Do na Antonia, as minhas saudações, através de suas filhas, aqui prèsen tes; aos seus genros, o meu abraço; à família do Sr. Manoel Joaquim- Demandes, que e a mesma família de ledro Valentim Fernandes uma unidade só,^na certeza que passaram por Garça e, _ ' marcado na história deste líunicípio um trabalho muito firme, laborioso e muito competente, para que as administrações que hoje chegaram e que hoje a cidade é dirigida por José Panza Neto, prossi ga naquele mesmo rítimo, de muito progresso, do muito desenvolvimen to. Parabéns, Sr. Pedro Valentim Fernandes i E que esse título sejã- mais um pedacinho daquilo que_^já recebeu e muito mais ainda reteberá do povo de Garça, cuja gratidao está, aí, colocada a olhos vistos de suas obres, obras que jamais poderão ser removidas, faixas desaparecem, mas as obras públicas marcam te do Executivo. que o fez por merecer família. , que e aqiu., deixarammuito - ● ● ● pois, placas e - sua presença à fren Meus parabéns e meus cumprimentos também a legislativo, que, em tao boa hora, homenageia V. C Sr. Cdilon Izar o loder - Exa. " ex-lresidente da Gamara Municipal de- "Sr. Iresidente; DD. Vereadores; - Neto; Componentes da MeGarça, ocupando a tribuna, disse: Sr. Prefeito Municipal de Garça, José lanza sa; Autoridades Civis, Militares e Eclesiásticas; Senhoras e Senho”- ledrinho, eu me congratulo com a Cãmara Municipal de Garça, ne la outorpi desse título a você, porque os méritos do homem é intági- vel. Você conquistou os direitos desta grande realização nesta noite teo^bonita. Voce mereceu, porque trabalhou. Mereceu, porque é um dadao, um ser humano, um chefe de família e um administrador humano, competente e certo daquilo que quer fazer. Eu cumprimento o meu ve - Iho amigo. roS. Cl 0 meu companheiro de cinco décadas passadas, quando érã - Jovens e militavamos por esta cidade, caminliando em suas ruas nuas, sem^calçamento. Somos amigos desde essa época e continiiarenos- amigos ate o findar da vida, porque as amizades,como a sua, desmancham nunca. E eu ne congratulo, mais uma vez, com o ilustre Presidente desta Cidadão Garcense mos ● ● ● nao se - com os Srs. Ve - Casa, pela feliz lembrança- " a ledro Valentim Fernan - readores, da outorga do título de des. NÓs não envelhecemos. meu amigo, porque, olhando no seu senblan te, eu vejo aquele Jovem de ontem, plantado neste homem anos sobre os ombros , que acumula .^Nao são anos e nem idade que vão derrubá-lo, - porque você tem o espírito Jovem, porque você tem ber dirigir o seu destino, ao lado de seus familiares, de seus filhos a capacidade de sa de suas filhas, , de seus genros e de sua esposa, respeitável. Ileu ca eu sinto en meu coraçao a. emoção que você sente, neste ins Sai da minha casa, ainda adoentado, , se nao viesse aqui e dizer estas palavras que você recebe nao é de favor; é de Justiça praticados por estes ho mens dignos, ro ledro, tc^nto. porque nao me perdoaria , você: o título - jamais cx que aqui estão. Meu querido amigo, quantas vezes chora mos Juntos e quantas outras vezes a sua vida, iluroine os mandatários desta cidade, prossiga, dando-nos a maior felicidade, o seu mundo, sorrimos Juntos. Que Deus iltmine para que ela prospe porque Garça é sua terra, 0 nosso mundo e a nossa látria". - - — Nao tendo havido, mais, solicitação de palavras, neste - segmento reservado às autoridades e personalidades componentes da Me o Sr. Iresidente, re, a nossa terra , em prosseguimento a esta Sessão, de caráter... sa Câmara IflimidpaL de Gai%a >eslaòe c5á» ^aule rsolene, concedeu a palavra aos Senhores Vereadores, ^ 0 Vereador José Alcides Paneco, ocupando a tribuna, dis¬ se, en síntese, o seguinte: "Sr, Iresidentc desta Casa; Srs. Vercado res; Autoridades presentes; Senhoras e Senhores, Sr. ledro, Sr. ha - de convir que fica iiuito difícil, para nin, aogra, após esses ilus - tres oradores teren passado por aqui, eu dizer alguna coisa a È bec difícil. iaais. — Mas, 0 seguinte: que o adniro - eu quero dizer ao Sr. auito; que vivo no seio de sua famlia e quero passejr para o Sr, do respeito, tudo aquilo que o Sr. representa para essa faaília,poi^, 0 Sr. é, ho;je, a patriarca dessa fanília; to e.eUj como agregado, faço- parte dela. Eu quero inaltecer o Sr; e não é cono político, nao, por que, no_^neu uodo^de ver, o político, ele, faz as coisas,‘nas ele ten obrigaçao de faze-las. 0 Sr. foi un grande político* 0. Sr. teve gran des feitos. Mas o que quero dize - o que ne refiro aqui - é naquilo- que o Sr, fez, cono honen conun, cono u:^ honen sinples, ccno político. 0 que o Sr. fez, por esta cidade, na parte social, que o Sr. fez^para as entidades benenerentes, culturais, religiosas, isto tudo esta ai, patente, sen a necessidade d© nunerá-los, Hoje, - ainda, estivenos vendo - e o Sr, até esteve jimto - alguix. coisa a - que e. E nao o respeito desta cidade, que eu conheço pouco, porque nao sou daqui. - Mas estivenos vendo tudo aquilo, todas aquelas pessoas que, passaran por aqui, , todas aquelas pessoas que ajudaran construir tudo isso. 0 Sr. faz parte delas. E o Sr. ' Epessea bastante significativa - e una nesse neio. Então, eu quero deixar, sas pessoas, representadas, aqui, apenas un apelo: todas esaqui, na sua pessoa, volten a participar da vida da comunidade, nas que volten ativanente, que abran estradas para a juventudè que ven ai. Eu sinto que essa juventude está te. Está precisando disso. carenE voces são nuito inportante nesse proces so. Nao vou ne alongar aqui, nao.Apenas quero lhe saudar e agradecer por tudo que o Sr. fez por esse povo de Garç obrigado". e dizer o nosso nuito0 Vereador Andrelino Alves de Souza, "Sr. Iresidente; Sr. Irefeito; robres Colegas; Senhoras e Senhores, festiva. É una oportunidade en tes a esta pessoa tao ilustre, scs, c Sr. co a ocupando a tribuna , utoridades que conpÕen a Mesa; que fazeu presentes nesta noite trazer à tona disse: os nossos reconhecinenE eu, cono ui dos nais novos garcen - dentre aqueles que aqui se pronunciaran, nao existe entre eu e iSdro un I2.Ç0 de anizade próxina, nas quero aqui tornar públi- ninha adniraçac à sua pessoa. 1 972, através do f-uncionário dr. de Oliveira lina, Quando aqui cheguei, en CAOL", Garça, en c nosso anigo José Alfredotivenos a oportunidade de conhece-lo. ccisas que nsircou nuito e aprendi a observar e postura, a que cs nobres oradores, E luia das... adnira-lo foi a sua - . , ne antecederan, falaran do Sr. xedro ccno honen publico. E eu gostaria de f^lar un pcuqxiinho dele - cono pessoa. E, cono pessoa, nós aprendemos a adnira-lo, apesar de - unt_ certa distancia, nas aprendi a adnirar a sua postura, o seu anor e^a sua persistência. É una coisa que narca nuito na vida dos filhos, nu vida da fanilia, na vida dos netos e, porque nác dizer, na vida - daqueles que conviven e, nuitas vezes, un tanto distante, que nao^esta vendo, que nao está reconhecendo, to^nte ve, adnira nessa pessoa ilustre, que parece nas sao coisas que e torna os bons exenplos para a nossa caminhada, eu sempre observava a sua postrura. a E a sua ■~Lij Câmara IfitmidpaL de Garça r Q £slaSe c5òo ^aulo fisionoma de alguém gue se encontrou, de alguém que estava realizado, de alguém que estava caminhando, de alguém que estava de bem com a vi porque tem muitas pessoas na vida que parece que nao estão de bem com a vida. E isso prejudica a ela, a pessoa, prejudica aqueles convivem com ela e prejudica seus familiares, alma, do coração, faz bem para aqueles pessoa aprendemos a admirar isso, frentista. da, que Um bom dia, partindo da com quem convivemos * E, apesar de, muitas vezes, um simples e, a sua maneira cortes de cumprimentar, do seu olhar sin- singelo. E, depois dessa postura, o amor, com que aqui já foi nao so para com as coisas públicas, mas aquele amor verdadeiro- que partiu, dando-lhe uma posição de estar de bem, como já disse a vida e isto prova que está de bem * na sua cero e dito. com ~ ^ com Deus, bem com a família e dan do lhe condiçoes de fazer alguma coisa por Garça, cado, E nao so o amor, mas também a persistência, mo aqui foi bem lembrado pelos nobres o homem é imbuido de uma força, -lhe a persistência. , como aqui foi coloa perseverança, co- colegas, porque, muitas vezes , mas lhe falta a perseverança, falta - ^ íiesse ^lustre, no homenageado da noite, nós“en contr^os essas tres características. E isto eu estou dizendo mo político, nao como Vereador, mas estou dizendo como alguém que, ht tempo, aprendí a ver no Sr. e isso me fez bem. E, diante disso, tomo ISSO publico e os nossos agradecimentos-. A satisfação é nossa, Vereador, membro desta Casa, poder estar aqui, participando, nos ale grando, nos congratulando, porque uma das coisas que faz parte do so dia-a-dia e a nossa gratidão. Hoje, somos gratos a Deus, por poder nesta oportunidade, junto com esta Casa de Lei, com seus familiã com essas autoridades aqui, apertar a sua mão, Sr, Pedro Valentim e dar-lhe os parabéns. E muito obrigado, por tudo". - _ - _ ^ Vereador Luiz Roberto Lopes dé Souza, ocupando a tribu n^, disse, em síntese, o seguintes"Sr. Presidente André Luís Gaviolil Rogri^es e Demais Autoridades da Mesa; Senhoras e Senhores; Prezados Vereadores; Ilustre Homenageado desta noite, Sr. Pedro Valentim Eer - n^des. Desta tribuna ja depuseram o seu amigo, Prefeito KunicipalT Pároco, frei Aurélio di Palco, dando o seu depoimento do que o tfâba- Iho de V. Sa. representou para à comunidade Pransciscana. 0 Vereador, autor da propositura, que rendou neste título, o ex-adversário políti co, que nim. gesto magnanimo, ven reconhecer, de público, o trabalho - de V. Sa., como Prefeito. Entendo eu que, nada mais gratificante ao ho mem do que^ser reconhecido por seus contemporâneos, '' que a Mstoria venha tributar, através da sua família, uma homenagem- qiie 0 Sr. conquistou pelo^seu trabalho, pelo aquilo que contribuiu pe nossas'-entidades sociais. 0 Grêmio^ ã T l alguma, I um testemunho que aí es- ta do trabalho de un homem que acreditava nessa sociedade. A Santa Ca sa de cfsericordia continua com suas portas abertas, porque tinha Presidencia do seu Conselho o homem que sabia tomar possível o trabalho de pessoas que puderam manter-aquela instituição, depoimento pessoal,-porque meu.pai era agregado da família- ^ ^ meninice,acompa ^ei todo trabalho desenvolvido por Manolo e por Pedrinho, em Garça.1 iive a felicidade de ser o seu assessor jiprídico na sm 2& administra çao e acompa^ar a__^forma incahsável, a sua batalha, para conquistar ã Paixa da Integração". Um trabalho que, ãté hoje, muitos desconhecen- e que foi preciso quase que'una viagem semanal à Sao laulo, nao co como nos mos, res, Pemandes 0 nao sendo preciso na a uniao, Tenho eu durante - Câmara OflmiicipaL de Garça laíe <)« c5õí ‘^auU ICO os ti; qu£.se dois anos, para s© obter a libcraçao dessa "Paixa". É que se lembre, alén das obras, aq\ii enumeradas, as duas vias de so, que Garça, hoje, ten. Pcram trabalhos, todos, epoca em que o Mmicípio, realmcnte, JÚlio Karcondes de Moura, cofres da União e do Estado preciso - acesconseguidos numa... cono se refereiu o ex-Prerefeito náo dispunha de recursos transferidos pelos j e que era preciso, até mesmo, particular para que o Município tivesse o seu crédito, to utilizado na primeira gestão, 0 seu avalo que foi muipara que o Município pudesse honrar- os seus^compronissos. E Garça não se esqueceu disso, terra têm memória. “ riâ"dèsta Casa de leis, Os homens destaE e por isso que, nesta noite.feliz, para a histó- se tributa um título, não com intuitos políti COS, de se obter vantagens ou de se conseguir o trabalho político esfera do Governo, para se obter novos benefícios tomar público para que 0 homem merece uma homenagem, para, ao lado de seus familiares, poder deixar, cado que o trabalho dignifica e que a vida pública, que pode ter. na para a cidade. Masnossos pósteros que exis almejamos, issio sim, te una consciência os enquanto aqizi cs como exemplo, mar tá, _ . apesar de agruras e aqui faço coro com o pedido do nobre Vereador José Al cides Faneco, para que, realmcnte, ca de Garça, porque sáveis, a família participe da vida políti essa caminhada seja enfrentada por homens respon- capazes e inbuidos, principalnente, do sentimento de “ nao de servir-se da coisa pública. V, Sa mesmo o seu carro particular, inclusive à Brasília, feitas a servir c enquanto Prefeito, utilizer. ^ p£;ra viagens feitas a grande distância, E e preciso que se tome público que Congressos Municipalistas erai custeadas pelo erário público, a vida publica e que deixam, que a nessa cidade poderá viver »» as viagens feitas às suas custas e não - SclO exemplop como esses que dignificam a espefança de que o Brasil, de - una epoca qn que os homens venham ser vir, como V, Sa. fez ao longo de toda a su^ vida. Meus cumprimentos seja feliz ao lado- de seus familiares. E meu muito obrigado". Cláudio Fernandes Alves, ocupando a tribuna, dis Nobres Vereadores; Demais Autoridades que com- e Senhores, que estaq na galeria. Ilustre ho menageado, Pedro Valentim Fernandes. Poderfta, ao iniciar essas paTa vras, começa-las com um tratamento de tio, porque o Sr. o é. De so gro, ^também sogro 0 Sr_. o^é. Mas permita-ie tratá-lo por voce, por que e um^tratamento mais intimo; mas respeitoso, mais carinhoso e - noite, Srs. Vereadores, em que estamos homena- estamos homenageando, porque a comunidade garcense qpíia mnf? Decreto, que lhe concede a cidadania, - seria muito^dificil trilhar determinados caminhos sem abordar outros caminhos. Nao podemos falar do preto 0 branco. E este homem, na sua vida pessoal quem tive a honra e p:?azer de serví-lo, como Chefe de Gabinete, pre nos ensinou, fundamentalmente, àqueles que mais estão de sí, seus filhos, seus genros, seus netos, qi^e, na vida, há necessidade- de existir a tolerância. Sem conhecer o princípio filosófico orien- oT'''^iifr ® pratiÇa da vida, que recebeu do seu grande pai,meu avo Manuel Fernandes, sempre nos diz.o seguinte;"é mais fácil acen ae a___iuz, acender vela do^que gritar ou que bradar contra a es- uontra as incbmpreensoes, contra os desatinos, contra as Tn verdades, verdades maiores existirão posteriormente, porque o terapõ’ se incumbe, como, de fato, está incun&indo, hoje, nesta noite, reconhecer o seu mérito. Nós sabbemos fiue todp homem público, bem enumerou o ex~Prefeito Júlio MarecniJes de Moura, é alvo de crí ticas, e alvo, às vezes, de incompr^enijoes. Incompreensoes estas que. a nos. e se nap existir comparaçao com- na sua vida pública, a sem ridao. decomo- Câmara ^WiimidpaL de Gaf^ça £siaêe <?« clôc ^aulo 1:1. às vez6s sao pertinsnlies, 6, as-vszes, sao incompraansoas puramant© egoisticas, políticas. Mas este hontem, nas duas gestões como também 0 Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza, serviu o Município. Dele nunca se serviu, Nós que convivemos com ele, mais proximamente, bemos da sua estrutura de pesonalidade dura, firme, rígida e, à zes, ate autocrática, como o seu próprio irmão, o saudoso Manolo, - muitas e muitas vezes, me disse que o Pedro é "fogo". Mas não é que 0 edro seja fogo; e que o Pedro sempre quis as coisas certas; quis as coisas nos seus devidos lugares; foi um homem como diretor supe Mercantil Pemandes, como capitão de indústria, comõ procurador, com amplos, gerais e ilimitados poderes,ppa-aracomprar, - coar^ transacionar, quitar em nome do irmão e em nome dos demais. - N^ca - por diversase vezes, o saudoso Manolo nos disse issee;"os - 0 cofre, precisou ser conferido". Como também em duas suas- administraçoes, quando assumiu em dois momentos críticos da vida pú blica gamcense, nas t^uais as finanças estavam à deriva, A primeira vez em greve; funcionários que nao recebiam há 8 meses .procedimento, íirme e corajoso. Mas Pedro, você muito o sabe, porque, muitas ve - zes, me aconselhou no Gabinete;- "tolerância, compreensão" Você "sem pre manteve um convívio, com o Poder Legislativo de Garça, harmoniõ embora, às vezes, vozes isoladas, neste Legislativo, o criticai sem, como se fosse algo de crítica de quando foi elaborado Bosque e o Laço. Hoje, no entanto, a sua figura é ressaaltada, como precursor ecologico e como um homem de visão, que estava além do seu tempo, - como falou o seu ex-Vice, o seu companheiro Odilon Izar. Bem, o mais issç, Pedro, o mais importante do que suas reali zações materiais, masi do^que as fortunas materiais que foram acumü ladas pelos Pernandes - nao que estas nao devam ser valorizadas nao que estas nao tenham seu papel social, que nao tenham uma rele vância -, muito mais importantes que estas, porque a mim me foi di to por Manolo, que eu niq seria ninguém, na vida social, na vida po litica, na vida patrimonial,se eu nao tivesse o Pedrinho ao meu la do; nao teria o Manolo e não teríamos os Fernandes; nao teríamos ”o bem-estar social e nem aqueles que se aproximaram, que se vieram - agregaram e seus descendentes, se vocês dois, j Toa, nao tivessem diuturnamente lutado com coragem, com dedica - çao, com firmeza, com integridade. Mais importante do que isso-: Tá- na muitos anos, quando o meu pai, quando o seu irmão Luiz, quando a sua irma Rosa, quando o seu irmão Fi'ancisco, tiveram o prazer, a honra e alegria de conviver com o Pedrinho, porque, se o Rubens diz se Helena diz, se Álvaro diz, se Irene diz, se Roberto diz, se Neu- sa diz, se Alzir diz, se Paulo diz, se todos dizem, que o Pedro e - Dom e porque, efetivamente, esse homem tem dentro de sí uma carga uma psicologica de amor muito interna. Este é o maior legado que vo ce esta deixando^aos Pernandes. Esta éa maior realidade. Nós sabe mos que existe, as_^vezes, desencontros, Desencontros esses que são- proprios da convivência humana, da convivência social. Mas sempre - existiu entre o grupo a lealdade,a honestidade, a fraternidade e o - rospeito. Para finalizar, só nos resta uma única palavra, e, antes- cie dize-la, devemos evocar uma palavra bíblica, na qual se diz: "oh, como e bom habitar o vale e sentir-se entre os irmãos. E você, por que foi a força motriz, foi o fator motivacional, conseguiu, nao - apenas a família Pernandes, trazer a esta Casa de Leis e fazer com- que esta Casa de Leis, composta por homens que hoje ocupam diver - sas lacçoes políticas, porque o momento político do Brasil é outro, ja nao^e mais a antiga e extinta ARENA e PMDB, que os políticos de- oposiçao tivessem a lucidez, a inteligência, a sagacidade, a astú - cia e re^mendar aos seus liderados que esta outorga lhe fosse con- ccaida. Finalizando: muito obrigado, por tudo que você fez pela fã"- milia Pemandes, que contínua e continuará fazendo". OBSERVAÇÃO; Registre-se, em tempo « ● « sas ve so , .. . ● ● ● que o Sr. Presidente Câmara Oflmldpal de Garça £slaSa (9« Óãe ^oulo 1 r. '-v concedeu a palavra ao Sr. Cláudio Fernandes Alves, no segmento des tinado a "palavra livre", visto que não houve mais solicitação palavras por Em parte prosseguimento dos Srs. Vereadores. o segmento "palavra livre": A Srta.Liliane Fernandes Artioli, ocupando a tribuna , "Ele era operário em Sao Paulo. Veio para cá, para Vera Cruz, tio Sfenolo e trabalhou muito para conseguir o que- ae oonseguir tudo o que ele tem, ainte nio ee «nteSto^- S n’ precisava alguma coisa maisi- servir a nos cidade de Garça. E ele serviu muito bem. Nao é? Foi aí é que eu- nasci. E eu nasci em meio a essas atividades que ele prestou à nos sa cidade. E pude viver um pouco disso. E sei que só parou de ser"- vir a nossa cidade porque precisava dar mais auxílio a minha avó” - saúde, precisava muito dele e que ele faz isso muito bem. até ho;je. Eu so vim aqui para falar o quanto o amamos,- dedisse; sa vo". qpccSn Sr. Presidente, a seguir,^no sequenciamento desta... Sessão Solene, tendo observado, antes, nao ter havido mais solicita 2 2° segmento destinado à "palavra livre", concedeu- a palavra ao Ilustre Homenageado, Sr. Pedro Valentim Fernandes. - - ●"Sr Prp<^-idpn+p Valentim Fernandes, ocupando a tribuna, dis da‘Mosâ. S?s^v2ÍLdon2 Componentes - Neste instantP^?2??2°2° honram com a sua presença, weste instante feliz da minha vida, om que recebo pelas maos do Po der Legislativo, que^representa a população da cidade, que há muito tempo, por livre opçãoj escolhi como minha terra e também a âos meu filhos, 0 título de "Gidadao Garcense", sinto desfilar pela minha - mente infindáveis cenas, de episódios vividos e que somente servem- para reforçar, ainda mais_^ o acerto de minhas atitudes, em relaçio- a nossa querida cidade. Nao me arrependo, portanto, de ter emprega do ^a boa parte de minha existência procurando o desenvolvimento”- desta cidade e da sua gente. 0 reconhecimento que, hoje, está tradu zido neste bonito e significativo título, o mais honroso que recebí ao longo de minha vida publica. Peço licença aos queridos concida - daos para retroceder ao ano de 1 943, quando me encontrava exercen- do a Chefia de Planejamento de uma importante firma Norte-Americana, na Capital do Estado, e atraido pelo progresso, que já se notava cidade, acabei aceitando o convite do meu inesqueoível?. irmão Manoel Joaqum Fernandes, para orientar a escrituração contábil de sua peí^uena máquina de beneficiaraento de arroz e de cereais. Garça- 101 pródiga, nao so para com o meu irmão Manolo, mas também para co migo. iíetribuiu todos os esforços que fizemos e, em pouco tempo, negocios se ampliavam com atividades ligadas à comercialização algodao e café, Mas, passado algum tempo, lançávamo-nos a outros em preendimentos, participando diretamente de produçõees agrícolas,com quisiçoes de imóveis rurais, e, finalmente, atingimos o nosso obje tiyo maior, que foi dotar a cidade de uma indústria, de óleo vege - tai,. competindo com grandes centros e oferecendo, num largo tempo- üe espaço, empregados em quantidade^^ para o nosso incipiente merca- 0 de trabalho da epoca, Mas isso nao era tudo. Vencemos, meu irmão e eu, no setor empresarial. Era preciso rettribuir o acolhimento que a__gente garcense nos dava, de maneira mais concreta. E, por is so, nao nos furtamos em assumir cargos tanto na vida pública como”- na vida comunitária. Participamos de todas as iniciativas benemeren tes e assistenciais, contribuindo sempre com as mais diferentes en tidades esportivas, como o nosso glorioso Garça Esporte Clube,c os- ciuocs recreativos, como o GTLF, por quase 20 anos. Por último,dis putei, por duas vezes, as eleiçoos para o Prefeito e recebi nas ur- nas o reconhecimento do meu'povo, por tudo que vinha fazendo em bê- licio da populaçao garcense, Foi a oportunidade que esperava para - dar a cidade algumas obras importantes, que mudaram a sua estrutura se » ● ● os de ● 4 4 Càmava IfiunícipaL de Garça 1' (ísiabo cíõe ^Aulo e que possibilitaram alicerçar o seu progresso em melhores bases,●- com a elaboraçao âo Plano Diretor àe Desenvolvimento Integrado, a - desapropriação da área da Fepasa, para a implantação da "Faixa de ~ Integraçao" e também do Distrito Industrial; pavimentamos os dois - ramaièvde acesso à rodovia estadual; construimos o Estádio Munici - pal; 0 Bosque, 0 Lago, cujas obuas forraamj hoje, um complexo turis- ticio de primeira linha, sem similares em toda a região. Tivemos ""a opoi‘tunidaàe de realizar inúmeras outras obras em todos os quadran- tes de nossa querida cidadei Fizemos do trabalho o apanágio de no’s- sa existência, e, hoje, com 72 anos, ainda continuamos mourejando“- diariamente. E,^segundo o conselho do ilustre brasileiro Rui Barbo- entendemos também que a melhor oração a Deus é o trabalho. Nesta ta refa de administrar a cidade mes, nao estivemos sozinhos. por duas vezes, durante^9 anos e um - . _ ^ Contamos com a colaboraçao dos Vice-Pre feitos, Odilon Izar e José Alfredo de Oliveira lim,a e dos Vereado- ■” res Carlos Alceu Carvalho Junq-ieira, Danilo íügá, Dircou Lopes Gãr rido, Ifebio Freire Leal, Jose Fernandes Lopes, José Porfírio, Joao Mi^el Chaves, Jathyr Mafud, João Tarora, Leobino Ribeiro da Costa, Luiz Antonio dos^Santos Castro, Manoel Galdino de Carvalho, Mário- Nuncs Miranda, Sérgio Di Stefani, Veríssimo Fernandes Barbeiro,Vai domiro dos Santos, Walter Monici, Newton Kerr, José Rodrigues Mon- touro, Luiz Carlos Belline, Luiz Yamauchi, Geraldo Campos, AntonTo Conessa, Boanerges do Prado Vianna, Dionísio Florentino, Manoel Joaquim Fernandes, Paulo Renato Alves de Souza, Pedro Krusicki^Mau ro Mattos,^ Salvador Zago Junior, Wilson Pereira Ramos, Sebastiao - Rosa, Isaias de Andrade e Olivio Turatto, A eles, com quem divido— esta homenagem, a minha eterna gratidão. Muitos aqui estão presen tes. mas outros já nao pertencem ao nosso convívio. Finalmonte, os tendo os meus agradecimentos aos meus familiares, que sempre me — apoiaram cm todas as iniciativas de cunho popular, que ficaram pri vados de minha presença, por muito tempo, enquanto me dedicava às^ publicas. E nao poderia deixar de agradecer, igualmente, a esta... Camara de Vereadores, pela concessão deste título, e, especialmen- te, ao Vereador Antonio Rodolfo Devito, autor da propositura. E a"- todos os funcionários da Municipalidade de Garça, que tanto me aju ram a construir aquele pouco, que fizeram pela nossa querida Gar - ça, os meus agradecimentos. Estejam certos os Senhores Vereadores- que este Diploma ocupará um lugar de destaque no meu lar, roamento de uma vida, deste humildo cidadão, servir à cidade, à sua gente, ■’ gado, querida cidade de Garça". - - _ _ ^ . , ^ Nada mais tendo havido, o Sr. Presidente, Vereador An dre Luis Gavioli Rodrigues, disse-:-"Ao encerrar este ato público e solene, agradecemos a Deus, por termos participado como Presidente e agradecemos também as autoridades presentes. Agradecemos, igual- mcnte, ao povo quejjiicatigioV -rtsta solenidade e danos por encerra da a presente Se-s^o". ● ● ● como C£- que procurou sempre - da melhor forma possível. Muito obri V . , Secretário, lavrei a pre - ^ilogr^far c já"~subsc^'vi, juntamente com o SamHor sente Ata,-fiz Presidente. - tr TARI'