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← Garça (SP)

sessao nº 1

Tipo Solene
Número / Ano 1
Date 1990-05-04
native_id5367

Documents (1)

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status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 13

Câmara IfliuncipaL de Garça r-n I V. V/ -L osíoítf Óàe ^aula
CÃI/xARA KtNCIPAL LE &ABÇA
SOI^, REALIZALA 'SL1 04 DE lUIO DE 1 990 PRESIDENTE; SECRET-ARIO; ArPKÉ gegegelUÍS antcnio GAVIQLI nq&ueira ECDRIQUES		
No dia e no horário previamente dente, Vereador André Luís Gavioli Rodrigues, Vereadores a tomarem assento
rio
anunciados o Sr« Presi—
convidou os Senhores￾em suas respectivas cadeiras, no Plená- . E os Senhores Vereadores Andrelino Alves de Souza, xandre Marques, Antonio Macelloni, tonio Nogueira, Gilberto Garcia, Luiz Kunita,
Antonio Al_e- ^tonio Rodolfo Devito, George An _ . ^ João Serapião, José Alcides PanecoT Roberto Lopes de Souza, Valdemar Zimiani e Yoshika so Kakudate.assumiram os seus devidos lugares. -
A seguir, o Sr. Presidente procedeu a composição da Mesa, convidando, para tanto, as seguintes autoridades e personalidades: -
Exmo.^Sr. Jose Panza Neto, DD. Prefeito do Município de Garça; Exmo. Sr. Julio Marcondes de Moura, DD. Ex-Prefeito_^do Município de Garça; Cdilon Izar, DD. Ex-Presidente da Câmara Municipal de Gar ça; Exmo. Sr. Veríssimo Fernandes Barbeiro, DD. Presidente da Câmara Municipal de Gara; Exmo. Sr. Paulo Renato Alves de Souza, DD. Presi dente da câmara Municipal de Garça; Exmo. Sr. Toshiaki Yamaki, DD.~- Presidente da Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira de Gar ça; Exmo. Sr. Milton Conticelli, DD. Representante da Loja Maçônica- Gal. Moreira Gimarães IV de Garça; Exmo. Sr. Tenente Expedito Macha do de Faria, DD. Delegado do Serviço Militar de Garça; Joaquim Sérgio Pereira,
Exmo. Sr.
Exmo. Sr. Dr.
DD. Representante do Rotary Clube de Garça e- Representante da Associação Paulista de Medicina-Seção de Garça;Exmo. Sr. Dr. Jose Alfredo de Oliveira Lima DD. Presidente do Grêmio Tea tral Leopoldo Froes e^Representante do lions Clube de Garça; Frei Au relio Di Falco, DD. Pároco do Santuario Nossa Senhora de Lourdes; Exmo. Sr. Júlio Marcondeç de Moura, DD. Ex-Prefeito do Município Garça; Exmo. Sr. Cdilon^Izar, DD. Ex-Presidente da Câmara Municipal- de Garça; Exmo. Sr. Veríssimo Fernandes Barbeiro, DD. Ex-Presidente- da Gamara I/lmicipal de^Garça; Exmo. Sr. Paulo Renato Alves de Souza, DD. ^Ex-Presidente da Câmara t^unicipal de Garça; e Exmo. Sr. Sargento Jose Manoel Faustino, DD. Representante da 4§ Companhia da Polícia -
Militar.
9 ● * ♦
de
As demais autoridades e personalidades, presentes a este ato, foram consideradas como fazendo parte integrante da Mesa pelo -
Sr. Presidente da câmara Municipal de Garça. C Sr. Presidente, a seguir, telegrama vazada nos seguintes termos: -
"Garça, 04 de maio de 1 990.
Ao Sr. Pedro Valentim Fernandes - câmara Municipal Garça - Sabedor de quanto o prezo, entenderá minha ausência
compromisso assumido anteriormente
informou à Casa que recebera
de-
, pois
nao me permite compartilhar deste momento de grande alegria e merecida homenagem a ilustre GARCENSE". a) Reynaldo José Castilho Paini -
de Garça".
CIDADAO
Juiz de Direito da Cornar
● ● ●
Em prosseguimento a esta Sessão, o Sr. Presidente
:2-
Câmara IfinnicipaL de Garça
Ssiaèo èe C^òe ^aula c
o /■>
jri“js.T. Ksr^ísK: sss/si fa
bido com uma salva de palma, e, ato contínuo, a Mesa. ’
^r.-
Sa. foi re
assumiu se lugar junto
/» seguir, o Sr. Iresidente rem a execução do Hino Hacional, cal "Santa Cecília". ■*,™.. S-.Í S»ÍSÍS".“3S;".S;.r“""“.“-”'
gem que o iLunicipio de Garça tributa Decreto legislativo n2 2/89, garcenses e de todos
tes, tributam-lhe
convidou os presentes
cuja tarefa coube à
a ouvi￾Corporação i:usi
Esta homena￾ao concidadão fez-se através do que mereceu a aprovação desta Casa, Vossa Senhoria, que, aqui presen -
esta justa e merecida homenat^em". Neto TiT) ? sequenciamento desta Sessão, o Exmo. Sr. José Panza -
tono ^ seguir, 0 Sr. Presidente a Senhora Neuza Fernandes Per
dos
li
0 Sr. oficial d-, ^ seguir, concedeu a palavra ao orador sfud'f n ínfT V vereador Antonio Rodolfo Devito, para -
saudcr 0 Ilustre homenageado, Sr. Pedro Valentim Fernandes. - 1 _ „
0 Vereador Antonio Rodolfo Devito, ocupando a tribuna. -
André luís r-vi ni i Canara Municipal de Garça, Vereador- ^dre luis G^vroli Rodrigues; S. Exa. o Prefeito do Município de Gar "istfnta rpL f Senhores Vereadores do Parlamento de Garça; nd.íi ? f i 3?residente Veríssimo Fernandes Barbeiro; Presidente 1
lio Fpr Presidente Paulo Renato Alves de Souza; Ex-Prefeito JÚ- ii f dc Grimio Teatral Leopoldo TróS - drpxérrt° k" Tenente Expedito Kachado dePa '- '’ipo-BLSe?ío°dfr"“ Presidente do clübe- po Brasileiro de Garça. Ilustríssimo Senhor Pedro Valentim Fernan
desta Casc, que e maior do que todos nós, em nome de todos nós sageiro da vida e da história deste estou saudando.
É um imenso prazer,
tre os dedos do
É verdade.
disse: Exmo.
na,
Em nome-
, pa£- rincao, chamada Garça, é que lhe assim faço, carregado de sentimento. É
o tempo é a areia
E
uma alCeiria.
q.ne escapa en -
cimor, o empo nao para no porto e não espera ninguém'.' desse oíolo calendários, aue s5o testemunhos SLoníi r Vr interminável sequenola, pode- enoontrar, perdido no tempo, a data 29 de junho de 1 917, loLe -
re branca de uma igre.inha na pro.ga, com os telhados, oom as suas..7
Disse o poeta:"
se
Câmara IflunicipaL cie Gai%a C03 Ssla^e cJòtf ^aule
fica peq.uena a terrirOia, sua terra Natal, caro amat,o. Era dia- de festa, para os Eernandes, nascia ledrinho. 0 pai, lianuel fernan -
des t.uevo e a mae Rosa Rubio Fernandes, certeza,
ruas
estavcun felizes. E hoje,
em nos assistindo, estão orgulhosos. -J, esta noite é sua. Estas luzes se toraaram mais profusas, em sua homenagem. lá fora, o céu está enfei tado de estrelas. E, ca dentro, a noite está enfeitada de tes^de aqui chegar, antes de vir morar em Garça, voce estava na vizinha cidade de Vera Cruz, tal. E isso nos aproxima ainda mais.
E sorte tiveram os de cá.
com em uma outra dimensão,
Xor isso, Pedro Valentim Fernandes
amigos. An
por volta de 1928 ,
que é a minha terra Na -
E como devem lamentar os de lá.
Afinal, foi Garça, com seu coração :ovem, escolheu como sua terra. Em 1946, em Garça, casava-se com Do Caravato Fernandes, e, dessa união, vieram os filhos Karl lia, Larlene, Kariza, Ithlton e Mareia. E hoje os netos lhe formam uma família, sen dúvida nenhuma, 03 seus netos e abraços os seus genros: Otávio Pereira da Silva, se Joaquim Artiolli, Waldir Marques da Costa e Dr. Cláudio Fernandes Alves, que foi o seu fiel escudeiro, quando chefiou o Gabinete de Go vemo e e meu particular amigo, adevogado e psicólogo, lentim Fernandes, é a cidade forte, heróica que o homenageia nesta noite.
0 passado é etemo.
, ainda￾e os í^enros -
e é muito feliz. Saúdo -
Jc
Caro Pedro Va
com sua brava gente, é a cidade-
.. Renascem as invocações do pas￾e nesses -
sado e a saudade,
dias de sua existência,
res de ausência,
tempos, que não se apagam, e
sua memória. Lembre-se de
Ficou nessas terras
A saudade, que vejo em seus olhos,
Vivem, agora, no silêncio
sao canta
dos -
que nao se acabam.
, nao se apagando, vivem etemamente ni xima pequena indústria de beneficiamento de arroz, ao lado do saudoso Manolo. Pois bem. sua árdua faina, a luta,
empresarial
bém, Pedro,
na
Foi ali que começou a... ^ os trabalhos, que cxilminaram com o sucesso- o qual e orgulho não só dos Fernandes, mas - permita-me dizer - de toda a
mesmo povo, que agora o homenageia,
ca verdadeira.
nao so seu tam -
cidade de Garça. Esse 0 quer tão bem. E, numa recipro que o escolheu por vontade livre, própria e democráti ca, por duas vezes, para comandar os seus destinos. É o Prefeito Pe-" drinho que surgia na história. Digo-lhe algumas palavras, porque sin to que este e um tempo de verdade. E eu sou parte desse povo, que, I
em sin ese, deixa de ser qualquer outra coisa, neste momento, para- se transformar em sentimento. É a sua gente, forte. É a sua gente, -
heróica. E a grandeza do homem, ,do trabalho árduo de uma cidade imen sa, com Eiuitas possibilidades e potencialidade. Senhor teve determinação
mais: força.
Prefeito Pedrinho, o
garra para enfrentar desafios e
Náo teve calendário, atender esse povo e as suas ansiedades,
para prometer: veio para fazer,
apenas no momento da sua enunciação. E efêmera. Vibra Convem, entretanto, atentar
vo como testemunha.
e coragem,
para vencê-los. Nao teve horas, pa ^Nao veio à vida pública -
A palavra e usual. E tende a durar -
ra
e se desfaz.
para uma coisa. A palavra, que tem o po- sobreyive e permanece. Assim como é a sua pala -
^Prefeito Pedrinho, nao se limitou a ressoar em comícios da pra ça publica ou em limites de recintos fechados. Ela foi o penhor, ela oi compromisso. E o povo sabe que foi cumprido. A história escreveu e^gucirda em seu cofre, inviolável. Todos, sem exceção, reconhecem: -
sao trabalhadores, são homens de empresa, o funcionário público, o -
professor, o estudante, o homem do campo e da cidade, e, dos que acorreram ao seu chamado ao em suma, to
seu governo, que foi de
Cámava IflunidpaL de Garça
p’ r\ Â
osiaío èt c5õtf ^aula (... '1 J3Sí.
desenvolvimento, de ordem e de paz social. E, acima de tudo, teve compromisso com a verdade^^e com a liberdade. Pica a certeza que o... destino nao o trouxe de tão longe, se nao para confiar a missão de -
auxiliar o progresso desta terra, que fica à beira do Ribeirão das -
Garças. Exerceu a Chefia do Executivo com determinação e coragem. A- omissao e a duvida nao foram marcas do seu governo. Por formação e -
experiencia, sempre ponderou, analisou, ouviu e foi paciente decisões. Repito; este é um tempo de verdade. 0 Sei^or deixou um grande legado. Deixou da publica, rãncia
o
em suas
Portanto, lhe digo que
_ . - , o legado da dignidade na vi Deixa o legado de amor ao povo. Deixa o legado da tole -
° legado da conciliação. Deixa o legado da grandeza"na d^^dificuldi/ Valentim Fernandes, sem dúvida, nas encrusilhada dcs dificuldades e nas agruras da vida publica atual, piraçao e exemplo. 0 Senhor é força. Neste momento, tenho soluta certeza que o seu coraçao está ao lado do seu volta o seu pensamento. Neste momento, os humildes, com o que sofrem as
0 Senhor é ins
a mais ab￾povo, que a ele
o seu coraçao está Junto con- rMio privações de toda a ordem, com os -
^ eLr^^v^ S f a esperança á o único bem dos ^enos fcvorecidos. desse seu pensamento que nós va barro para construir a comunidade, vez mais Justa, amiga e fraterna, t
Garça.
ios extrair o...
a comunidade que deve ser cada
esse o grande destino da nossa Nao há incompatibilidade a3
moralidade, entre
t,rande^exemplo que nós temos disto, Elas são de domínio de todos,
ajuda do maestro Tom Jobin
^ guma. entre o serviço público política e a honestidade. Prefeito Pedrinho é c- Não vou enumerar aqui as obras.-
para finalizar,
, que, certa vez,
e a
cl
Mas, eu vou apelar a -
escreveu;"Vamos salvar as
as lagoas e as matas. nessas florestas e nos, o mar e o ar,
vamos semear s
os pei- paz e colher a esperança". Enccn -
as arvores do nosso Bosque, e, aguas do nosso Lago Artificial. 0 Senhor esteve sempre à frente dos- tempos. 0'Scnhor antecipou a enda ecológica. Portanto, Garça, do seu povo, o qual eu represento por obra gado e que Deus o abençoe". 	
No soquenciamento da
xes e os passaros;
tro nesses versos nessas aguas. ● ● ●
em nome de...
e graça, uito obri
Sessão, o Sr.
utoridades e personalidades xresidente concedeu ,
componentes da -
a seguir, a palavra às
Mesa.
2.'
0 Sr. José lanza r-eto, DD. Prefeito do Município de G
ça, ocupando a tribuna, disse; "Exmc. Sr. Presidente da Câmara Muni- cipd de Garça, Vereador Andre luís Gavioli Rodrigues; Senhor Pedrã- Valentim Fernandes, ilxistre homenageado, nesta noite; Demais compo -
nentes da Mesa; Senhoras e Senhores. Falar sobre Pedro Valentim Fer nandes, toma-se muito fácil, principalmente para mim, um dos seus“- intimos amigos, porque, sem contar os inúmeros dias, cs momentos que vivemos e trabalhamos Juntos, aprendi admirar ledro Valentim Fernandes, ça pública para falar sobre ele.
des, o homem;
des,
ar￾feran inúneros￾Foi nessa vivência que
E, corta feita, fui à pra- E falei sobre Pedro Valentim Feman xedro^Valentim Fernandes, o pai; Pedro Valenti V T família; Pedro Valentim Fernandes, o cidadão; Pedro^ y^alentin Fernandes, o administrador; ledro Valentim Fernandes, iitico; ledro Valentim Fernandes, o homem público, dade e com que certeza, eu dissertei sobre seu caráter,
Feman
o po￾E,com que felici￾essas personalidades
porque aprendi a aprender isso
do- ledro Valentim Fernandes,
Câmara IfiunícipaL de Garça -■ n r
r o
£siaíe Se c3iitf
vivendo ccnstantcnente ^coi: voce, porque todas as oportunidades, eu tinha, aléi: dos negócios,
Fernandes, tive a felicidade de trocar idéias
de. E, por isso, pude aquilatar toda
isso, uia dos naiores, senão
seus naiores aaiigos,
da sua personalidade -
quc￾que fizenos na Conercial e Industrial -
con você, GLi profunida sua forL.ação e ne tomar, por -
talvez, uu dos
1/ias un dos laarcantes traços quero deixar registrado aqui - que ficou -
gravado eu ijin, para senpre, e para os enpresários, trabalhei, que foi as Industrias Ronanini S/A.
vaLiOS colocando na nossa eL.presa
sandc en modernizar a
o maior, admiradores e,
coLiO VOGO ben sabe.
eu
para os quais eu
Certa feita,> nós está
automatizaçao, o computador, pen￾empresa, a tal ponto que a colocasse entre as de óleo comestível e farelo,e, mc ramo que, na ccasiao, o ledro Valentim Fernandes dirigia na líer- c^til e Industrial Fernandes. Mas o ledro Valentim Fernandes dissê: Eu vou peri..anecer ainda nc meu sistema, porque eu penso no homem; -
eu penso no homem, que precisa ganhar o pão do dia-a-dia; manter empregos; enquanto eu puder dirigir esta empresa,
embora eu reconheça que
esquema e
Diretores da Mercantil e Industrial Fernandes",
profundeza do .seu caráter
tir desse momento,
a
mais informadas no ramo. enfim, c nes
eu preciso
mantendo os empregos, assim o farei;
çar, trabalharei dentre desse gente precisa avan
assim trabalharão todos os -
Cv
Entac, isso prova a
do seu sentimento, que tomou, aí, h par- ^ o seu mais profundo admirador, per esse aspecto~- do seu carater. ledro Valentim Fernandes, nós esperamos que você. conviva conosco por muitos anos ainda e continue como voei tem feito, ate agora, para comigo, transmitindo toda sua experiência, todo seu- saber, toda sua amizade, para que eu possa, com humildade e
inspiraçao en Deus conduzir Garça nos destinos melhores, e dever do administrador público. ledro Valentim Fernandes primento emocionado, cê, ho^e, é ui
dc". -----
con a...
porque este
eu 0 cum
que. y£-
Kuito obriga
na noite de hoje, "Cidadão Garcense e fico feliz om saber
dc fato e de direito.
Frei Aurélio Di Faleo,
sidente; Sr. Ircfeito; Srs.
sa; Exmas. Sras. e Srs.
de,
ocupando a tribuna, disse:"Sr.Ire
Autoridades que compõem a r.I_e ITao tomando o Frei Aurélio, nesta opertunida a palavra, mitos se perguntariam: por quê foi que o Frei Aurélio esta calado? Mas nao posso me calar,
ciscano.
Vereadores;
porque o desenvolvimento Fran -
em Garça, não se deve a mim ou outras pessoas Franciscanãs. Deve-se ao Sr. ledro Valentim Fernandes
lo. Eles que me deram coragem a continuar,
zar. j.ortanto, eu me obrigo, numa palavra de
neste agradecimento público, que a cidade faz ao Sr.
Fernandes, que, por 10 anos, ocupou a Irefeitura dc Garça, longos 10 anos,
ciais Franciscanas
e ao seu saudoso irmão líano￾me deram coragem a reali￾gradecimentos público,
ledro Valentim￾cL
e, nesses
antes e depois, nunca se esqueceu das obras so- e também do Santuário íTossa Senhora de Lcurdes.”-
"Dia de Garça", que foi pedido de oficializar- a comemoração dc "Menino Jesus" e trouxe até amiges p^-ra firmar aque le celebre 05 de Maio de anos atrás. E, tudo isso, deu coragem, deu- força, deu paciência, deu perseverança para continuar. Mas, tudo is- e sempre algumas pessoas que ajuda, que colabora, que dá força e
no. nossa pequenez, nao podemos deixar de valorizar, -
mara Municipal de Garça concede, cu
OL-igo Sr. ledro Valentim Per
grande alegria dc meu coraçao de poder ver esta
como
Irefeito, valorizou o
sc,
que, portanto,
neste momento solene, em que a C
terga c título^de "Cidadão Garcense" nandes. E também iv.n
zu
ac
Cámava IfiunicipaL de Garça
Ásla^o t5« c5ãí ‘§)auU ÍV,’
data maravilhosa, de reconhecimento, de gratidão para os esforços, -
dos trabalhos, as realizações do Sr. ledro Valentim Pernandes. E que possa todas autoridades, todos os cidadaos, todas as pessoas de bem— desta cidade de Garça continuarem a trabalhar e realizar
Garça^não seja uma cidade esquecida, mas sim mna cidade valorizada ,
agradecer também o Sr.
^anza Neto, Irefeito Kimicipel de Garça, que quis iluminar, de- modo maravilhoso, o Largo^do Santuário e aquela fachada do Santuário, que,tanta.vez, apagada, nao se admirava a obra de um engenheiro de —
Bauru, que reproduziu a Cruz, que veio sobre os mares há 500 anos, -
para poder civilizar a América Latina. E, aquela Cruz, naquele lugar alto da cidade, está^iliaminada, está, de longe, indicando um ponto -
de descanso, de oração e de meditaçao. E, para todos os presentes, -
muito obrigado de ter tido a paciência de escutar
Júlio Karcondes de Loura, de.Garça, ocupando a tribuna disse:
Dr. André luís Gavioli Rodrigues;
lanza Neto;
para que
como e atualmente. E pretendo, neste momento José
uma voz tao fraca".
ex-Prefeito do jyjunicípio
"Irezado iresidente desta Casa,-
Srs. Vereadores; Sr. Irefeito José
Demais componentes da Lesa; Senhoras e Senhores. Nao po- deria deixar de, em rápidas palavras, marcar, aqui, a minha presença,
desta tribuna, para saudar o homenageado, o ex-Prefeito Pedro Valen
tim Fernandes, que, por duas vezes, exerceu o difícil mandato de Pre_ feito desta cidade, em momento dos mais difíceis do que estamos viven
do, pois, hoje, os ICunicipios têm, dentro de uma norma de distribui ção de recursos, o orçamento já programado, para, embora com dificül
dades,
C Sr.
sanar os compromissos de prosseguir no ritmo administrativo ,
que oferece condições de realizações de pequenas e de grandes obras.
Sr. Pedro Valentim Fernandes, se a nossa ligação ntmca se deu junto￾num palanque, lutando por esta cidade, ela se deu no passado, eu co
mo um P'refeito'iniciante no Kunicípio de álvaro de Carvalho, em ...-
1957, com 21 anos, comecei aprender rouito com os homens como Manoel￾JOi^quim Fernandes, o popular Kanolo, aprender muito também com o Ra
fael Paes de Barros, que foi Prefeito e que teve como vice o nosso -
querido e saudoso Kanoel Joaquim Fernandes. E, no decorrer da vida -
pública, a gente vai aprendendo. A política é um aprendizado sem fim. E foi, através do seu trabalho,
aprendi muito. E quero colocar, aqui, algumas pequenas obras, de gran de vulto-naquela oportunidade e que jamais poderiam ser realizadas -
ho;je e que foram realizadas na sua administração. Dentre elas, le avanço,
à frente do Executivo Lunicipal, que
aqu_e- de uma visãc administrativa maior, preservando aquela...-
que, hoje, milhares pessoas, não só desta cidade, mas de toda- a região, que é o Bosque Municipal; a construção do lago Artificial; ainda, destaco.
area,
aqui, uma obra de suma importânci que jamais pode- ria ser realizada nos dias de hoje, que foi a construção do Estádio￾Municipal "Frederico Platzeck", sem falarmos na pavimentação e no re capeamento asfáltico de todo o centro comercial desta cidade, sem fa
larmos no matadouro, e, enfim, em dezenas e dezenas de obras que fo
ram realizadas por V. Exa., quando, em duas oportunidades, dirigiu os destinos deste Município. E o mais importante, ainda, é que pública, é fácil se chegar a um cargo público pela difícil é retornar e
o..
na vida
primeira vez, o -
vencer uma segunda eleição. E quero, aqui, en -
cerrar. dizendo e deixando os meus cumprimentos ao Poder Legislativo Municipal, pela outorga desse título ao ilustre cidadão, cidadao...
Câmara IflunidpaL de Garça
£sia9a (?í c5ão ^fiaulo
como empresário, como político, como chefe de como homem garcense, como cidadão, enfim. À sua esposa. Do na Antonia, as minhas saudações, através de suas filhas, aqui prèsen tes; aos seus genros, o meu abraço; à família do Sr. Manoel Joaquim- Demandes, que e a mesma família de ledro Valentim Fernandes uma unidade só,^na certeza que passaram por Garça e, _ ' marcado na história deste líunicípio um trabalho muito firme, laborioso e muito competente, para que as administrações que hoje chegaram e que hoje a cidade é dirigida por José Panza Neto, prossi ga naquele mesmo rítimo, de muito progresso, do muito desenvolvimen to. Parabéns, Sr. Pedro Valentim Fernandes i E que esse título sejã- mais um pedacinho daquilo que_^já recebeu e muito mais ainda reteberá do povo de Garça, cuja gratidao está, aí, colocada a olhos vistos de suas obres, obras que jamais poderão ser removidas, faixas desaparecem, mas as obras públicas marcam
te do Executivo.
que o fez por merecer
família.
, que e
aqiu., deixaram￾muito -
● ● ●
pois, placas e -
sua presença à fren Meus parabéns e meus cumprimentos também a
legislativo, que, em tao boa hora, homenageia V.
C Sr. Cdilon Izar
o loder -
Exa. "
ex-lresidente da Gamara Municipal de-
"Sr. Iresidente; DD. Vereadores; -
Neto; Componentes da Me￾Garça, ocupando a tribuna, disse:
Sr. Prefeito Municipal de Garça, José lanza
sa; Autoridades Civis, Militares e Eclesiásticas; Senhoras e Senho”-
ledrinho, eu me congratulo com a Cãmara Municipal de Garça, ne la outorpi desse título a você, porque os méritos do homem é intági- vel. Você conquistou os direitos desta grande realização nesta noite teo^bonita. Voce mereceu, porque trabalhou. Mereceu, porque é um dadao, um ser humano, um chefe de família e um administrador humano, competente e certo daquilo que quer fazer. Eu cumprimento o meu ve -
Iho amigo.
roS.
Cl
0 meu companheiro de cinco décadas passadas, quando érã -
Jovens e militavamos por esta cidade, caminliando em suas ruas
nuas, sem^calçamento. Somos amigos desde essa época e continiiarenos- amigos ate o findar da vida, porque as amizades,como a sua, desmancham nunca. E eu ne congratulo, mais uma vez,
com o ilustre Presidente desta
Cidadão Garcense
mos
● ● ●
nao se -
com os Srs. Ve -
Casa, pela feliz lembrança-
" a ledro Valentim Fernan -
readores,
da outorga do título de
des. NÓs não envelhecemos. meu amigo, porque, olhando no seu senblan te, eu vejo aquele Jovem de ontem, plantado neste homem
anos sobre os ombros , que acumula .^Nao são anos e nem idade que vão derrubá-lo, -
porque você tem o espírito Jovem, porque você tem
ber dirigir o seu destino, ao lado de seus familiares, de seus filhos
a capacidade de sa
de suas filhas, , de seus genros e de sua esposa, respeitável. Ileu ca
eu sinto en meu coraçao a. emoção que você sente, neste ins Sai da minha casa, ainda adoentado,
, se nao viesse aqui e dizer estas palavras que você recebe nao é de favor; é de Justiça praticados por estes ho mens dignos,
ro ledro,
tc^nto. porque nao me perdoaria ,
você: o título -
jamais cx
que aqui estão. Meu querido amigo, quantas vezes chora
mos Juntos e quantas outras vezes
a sua vida, iluroine os mandatários desta cidade,
prossiga, dando-nos a maior felicidade,
o seu mundo,
sorrimos Juntos. Que Deus iltmine
para que ela prospe
porque Garça é sua terra,
0 nosso mundo e a nossa látria". - - —
Nao tendo havido, mais, solicitação de palavras, neste -
segmento reservado às autoridades e personalidades componentes da Me o Sr. Iresidente,
re,
a nossa terra ,
em prosseguimento a esta Sessão, de caráter... sa
Câmara IflimidpaL de Gai%a
>eslaòe c5á» ^aule
r￾solene, concedeu a palavra aos Senhores Vereadores,
^ 0 Vereador José Alcides Paneco, ocupando a tribuna, dis¬ se, en síntese, o seguinte: "Sr, Iresidentc desta Casa; Srs. Vercado res; Autoridades presentes; Senhoras e Senhores, Sr. ledro, Sr. ha -
de convir que fica iiuito difícil, para nin, aogra, após esses ilus -
tres oradores teren passado por aqui, eu dizer alguna coisa a
È bec difícil. iaais. —
Mas, 0 seguinte: que o adniro -
eu quero dizer ao Sr.
auito; que vivo no seio de sua famlia e quero passejr para o Sr, do respeito, tudo aquilo que o Sr. representa para essa faaília,poi^, 0 Sr. é, ho;je, a patriarca dessa fanília;
to
e.eUj como agregado, faço- parte dela. Eu quero inaltecer o Sr; e não é cono político, nao, por que, no_^neu uodo^de ver, o político, ele, faz as coisas,‘nas ele ten obrigaçao de faze-las. 0 Sr. foi un grande político* 0. Sr. teve gran des feitos. Mas o que quero dize - o que ne refiro aqui - é naquilo- que o Sr, fez, cono honen conun, cono u:^ honen sinples, ccno político. 0 que o Sr. fez, por esta cidade, na parte social, que o Sr. fez^para as entidades benenerentes, culturais, religiosas, isto tudo esta ai, patente, sen a necessidade d© nunerá-los, Hoje, -
ainda, estivenos vendo - e o Sr, até esteve jimto - alguix. coisa a -
que e. E nao
o
respeito desta cidade, que eu conheço pouco, porque nao sou daqui. -
Mas estivenos vendo tudo aquilo, todas aquelas pessoas que,
passaran
por aqui, , todas aquelas pessoas que ajudaran construir tudo isso.
0 Sr. faz parte delas. E o Sr. '
E￾pessea bastante significativa -
e una
nesse neio. Então, eu quero deixar,
sas pessoas, representadas,
aqui, apenas un apelo: todas es￾aqui, na sua pessoa, volten a participar da vida da comunidade, nas que volten ativanente, que abran estradas para a juventudè que ven ai. Eu sinto que essa juventude está te. Está precisando disso. caren￾E voces são nuito inportante nesse proces so. Nao vou ne alongar aqui, nao.Apenas quero lhe saudar e agradecer por tudo que o Sr. fez por esse povo de Garç obrigado". 	 	 		 		
e dizer o nosso nuito￾0 Vereador Andrelino Alves de Souza, "Sr. Iresidente; Sr. Irefeito; robres Colegas; Senhoras e Senhores, festiva. É una oportunidade en
tes a esta pessoa tao ilustre,
scs,
c Sr.
co a
ocupando a tribuna ,
utoridades que conpÕen a Mesa;
que fazeu presentes nesta noite
trazer à tona
disse:
os nossos reconhecinen￾E eu, cono ui dos nais novos garcen -
dentre aqueles que aqui se pronunciaran, nao existe entre eu e
iSdro un I2.Ç0 de anizade próxina, nas quero aqui tornar públi- ninha adniraçac à sua pessoa. 1 972, através do f-uncionário dr.
de Oliveira lina,
Quando aqui cheguei, en
CAOL",
Garça, en
c nosso anigo José Alfredo￾tivenos a oportunidade de conhece-lo.
ccisas que nsircou nuito e aprendi a observar e
postura, a que cs nobres oradores,
E luia das...
adnira-lo foi a sua -
. , ne antecederan, falaran do Sr. xedro ccno honen publico. E eu gostaria de f^lar un pcuqxiinho dele -
cono pessoa. E, cono pessoa, nós aprendemos a adnira-lo, apesar de -
unt_ certa distancia, nas aprendi a adnirar a sua postura, o seu anor e^a sua persistência. É una coisa que narca nuito na vida dos filhos, nu vida da fanilia, na vida dos netos e, porque nác dizer, na vida -
daqueles que conviven e, nuitas vezes, un tanto distante, que nao^esta vendo, que nao está reconhecendo, to^nte ve, adnira
nessa pessoa ilustre,
que parece
nas sao coisas que e torna os bons exenplos para a nossa caminhada,
eu sempre observava a sua postrura.
a
E
a sua
■~Lij Câmara IfitmidpaL de Garça r Q
£slaSe c5òo ^aulo
fisionoma de alguém gue se encontrou, de alguém que estava realizado, de alguém que estava caminhando, de alguém que estava de bem com a vi porque tem muitas pessoas na vida que parece que nao estão de bem com a vida. E isso prejudica a ela, a pessoa, prejudica aqueles convivem com ela e prejudica seus familiares, alma, do coração, faz bem para aqueles
pessoa aprendemos a admirar isso, frentista.
da,
que
Um bom dia, partindo da
com quem convivemos * E,
apesar de, muitas vezes, um simples e, a sua maneira cortes de cumprimentar, do seu olhar sin- singelo. E, depois dessa postura, o amor, com que aqui já foi nao so para com as coisas públicas, mas aquele amor verdadeiro- que partiu, dando-lhe uma posição de estar de bem, como já disse a vida e isto prova que está de bem *
na sua
cero e
dito.
com
~ ^ com Deus, bem com a família e dan do lhe condiçoes de fazer alguma coisa por Garça, cado, E nao so o amor, mas também a persistência, mo aqui foi bem lembrado pelos nobres o homem é imbuido de uma força, -lhe a persistência.
, como aqui foi colo￾a perseverança, co- colegas, porque, muitas vezes ,
mas lhe falta a perseverança, falta -
^ íiesse ^lustre, no homenageado da noite, nós“en contr^os essas tres características. E isto eu estou dizendo mo político, nao como Vereador, mas estou dizendo como alguém que, ht tempo, aprendí a ver no Sr. e isso me fez bem. E, diante disso, tomo ISSO publico e os nossos agradecimentos-. A satisfação é nossa, Vereador, membro desta Casa, poder estar aqui, participando, nos ale grando, nos congratulando, porque uma das coisas que faz parte do so dia-a-dia e a nossa gratidão. Hoje, somos gratos a Deus, por poder nesta oportunidade, junto com esta Casa de Lei, com seus familiã com essas autoridades aqui, apertar a sua mão, Sr, Pedro Valentim e dar-lhe os parabéns. E muito obrigado, por tudo". - _ - _
^ Vereador Luiz Roberto Lopes dé Souza, ocupando a tribu n^, disse, em síntese, o seguintes"Sr. Presidente André Luís Gaviolil Rogri^es e Demais Autoridades da Mesa; Senhoras e Senhores; Prezados Vereadores; Ilustre Homenageado desta noite, Sr. Pedro Valentim Eer -
n^des. Desta tribuna ja depuseram o seu amigo, Prefeito KunicipalT Pároco, frei Aurélio di Palco, dando o seu depoimento do que o tfâba- Iho de V. Sa. representou para à comunidade Pransciscana. 0 Vereador, autor da propositura, que rendou neste título, o ex-adversário políti co, que nim. gesto magnanimo, ven reconhecer, de público, o trabalho -
de V. Sa., como Prefeito. Entendo eu que, nada mais gratificante ao ho mem do que^ser reconhecido por seus contemporâneos, '' que a Mstoria venha tributar, através da sua família, uma homenagem- qiie 0 Sr. conquistou pelo^seu trabalho, pelo aquilo que contribuiu pe
nossas'-entidades sociais. 0 Grêmio^ ã T l alguma, I um testemunho que aí es- ta do trabalho de un homem que acreditava nessa sociedade. A Santa Ca sa de cfsericordia continua com suas portas abertas, porque tinha Presidencia do seu Conselho o homem que sabia tomar possível o trabalho de pessoas que puderam manter-aquela instituição, depoimento pessoal,-porque meu.pai era agregado da família-
^ ^ meninice,acompa ^ei todo trabalho desenvolvido por Manolo e por Pedrinho, em Garça.1 iive a felicidade de ser o seu assessor jiprídico na sm 2& administra çao e acompa^ar a__^forma incahsável, a sua batalha, para conquistar ã
Paixa da Integração". Um trabalho que, ãté hoje, muitos desconhecen- e que foi preciso quase que'una viagem semanal à Sao laulo,
nao co
como
nos
mos,
res,
Pemandes
0
nao sendo preciso
na
a uniao,
Tenho eu
durante -
Câmara OflmiicipaL de Garça
laíe <)« c5õí ‘^auU ICO
os
ti;
qu£.se dois anos, para s© obter a libcraçao dessa "Paixa". É
que se lembre, alén das obras, aq\ii enumeradas, as duas vias de
so, que Garça, hoje, ten. Pcram trabalhos, todos, epoca em que o Mmicípio, realmcnte, JÚlio Karcondes de Moura,
cofres da União e do Estado
preciso -
aces￾conseguidos numa...
cono se refereiu o ex-Prerefeito
náo dispunha de recursos transferidos pelos j e que era preciso, até mesmo, particular para que o Município tivesse o seu crédito, to utilizado na primeira gestão,
0 seu aval￾o que foi mui￾para que o Município pudesse honrar- os seus^compronissos. E Garça não se esqueceu disso, terra têm memória. “
riâ"dèsta Casa de leis,
Os homens desta￾E e por isso que, nesta noite.feliz, para a histó- se tributa um título, não com intuitos políti COS, de se obter vantagens ou de se conseguir o trabalho político esfera do Governo, para se obter novos benefícios
tomar público para
que 0 homem merece uma homenagem, para, ao lado de seus familiares, poder deixar, cado que o trabalho dignifica e que a vida pública, que pode ter.
na
para a cidade. Mas￾nossos pósteros que exis almejamos, issio sim,
te una consciência os
enquanto aqizi cs
como exemplo, mar tá,
_ . apesar de agruras e aqui faço coro com o pedido do nobre Vereador José Al cides Faneco, para que, realmcnte, ca de Garça, porque sáveis,
a família participe da vida políti essa caminhada seja enfrentada por homens respon- capazes e inbuidos, principalnente, do sentimento de “
nao de servir-se da coisa pública. V, Sa
mesmo o seu carro particular, inclusive à Brasília,
feitas a
servir c
enquanto Prefeito, utilizer.
^ p£;ra viagens feitas a grande distância, E e preciso que se tome público que Congressos Municipalistas erai
custeadas pelo erário público,
a vida publica e que deixam,
que a nessa cidade poderá viver
»»
as viagens feitas às suas custas e não -
SclO exemplop como esses que dignificam
a espefança de que o Brasil, de -
una epoca qn que os homens venham ser vir, como V, Sa. fez ao longo de toda a su^ vida. Meus cumprimentos seja feliz ao lado- de seus familiares. E meu muito obrigado". 	
Cláudio Fernandes Alves, ocupando a tribuna, dis Nobres Vereadores; Demais Autoridades que com- e Senhores, que estaq na galeria. Ilustre ho menageado, Pedro Valentim Fernandes. Poderfta, ao iniciar essas paTa vras, começa-las com um tratamento de tio, porque o Sr. o é. De so gro, ^também sogro 0 Sr_. o^é. Mas permita-ie tratá-lo por voce, por que e um^tratamento mais intimo; mas respeitoso, mais carinhoso e -
noite, Srs. Vereadores, em que estamos homena- estamos homenageando, porque a comunidade garcense qpíia mnf? Decreto, que lhe concede a cidadania, - seria muito^dificil trilhar determinados caminhos sem abordar outros caminhos. Nao podemos falar do preto 0 branco. E este homem, na sua vida pessoal quem tive a honra e p:?azer de serví-lo, como Chefe de Gabinete, pre nos ensinou, fundamentalmente, àqueles que mais estão de sí, seus filhos, seus genros, seus netos, qi^e, na vida, há necessidade- de existir a tolerância. Sem conhecer o princípio filosófico orien- oT'''^iifr ® pratiÇa da vida, que recebeu do seu grande pai,meu avo Manuel Fernandes, sempre nos diz.o seguinte;"é mais fácil acen ae a___iuz, acender vela do^que gritar ou que bradar contra a es- uontra as incbmpreensoes, contra os desatinos, contra as Tn verdades, verdades maiores existirão posteriormente, porque o terapõ’ se incumbe, como, de fato, está incun&indo, hoje, nesta noite, reconhecer o seu mérito. Nós sabbemos fiue todp homem público, bem enumerou o ex~Prefeito Júlio MarecniJes de Moura, é alvo de crí ticas, e alvo, às vezes, de incompr^enijoes. Incompreensoes estas que.
a nos.
e
se nap existir comparaçao com- na sua vida pública, a
sem
ridao.
de￾como-
Câmara ^WiimidpaL de Gaf^ça
£siaêe <?« clôc ^aulo 1:1.
às vez6s sao pertinsnlies, 6, as-vszes, sao incompraansoas puramant© egoisticas, políticas. Mas este hontem, nas duas gestões como também 0 Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza, serviu o Município. Dele nunca se serviu, Nós que convivemos com ele, mais proximamente, bemos da sua estrutura de pesonalidade dura, firme, rígida e, à
zes, ate autocrática, como o seu próprio irmão, o saudoso Manolo, -
muitas e muitas vezes, me disse que o Pedro é "fogo". Mas não é que 0 edro seja fogo; e que o Pedro sempre quis as coisas certas; quis as coisas nos seus devidos lugares; foi um homem como diretor supe Mercantil Pemandes, como capitão de indústria, comõ procurador, com amplos, gerais e ilimitados poderes,ppa-aracomprar, -
coar^ transacionar, quitar em nome do irmão e em nome dos demais. -
N^ca - por diversase vezes, o saudoso Manolo nos disse issee;"os -
0 cofre, precisou ser conferido". Como também em duas suas- administraçoes, quando assumiu em dois momentos críticos da vida pú blica gamcense, nas t^uais as finanças estavam à deriva, A primeira vez em greve; funcionários que nao recebiam há 8 meses .procedimento, íirme e corajoso. Mas Pedro, você muito o sabe, porque, muitas ve -
zes, me aconselhou no Gabinete;- "tolerância, compreensão" Você "sem pre manteve um convívio, com o Poder Legislativo de Garça, harmoniõ embora, às vezes, vozes isoladas, neste Legislativo, o criticai sem, como se fosse algo de crítica de quando foi elaborado Bosque e
o Laço. Hoje, no entanto, a sua figura é ressaaltada, como precursor ecologico e como um homem de visão, que estava além do seu tempo, -
como falou o seu ex-Vice, o seu companheiro Odilon Izar. Bem, o mais issç, Pedro, o mais importante do que suas reali zações materiais, masi do^que as fortunas materiais que foram acumü ladas pelos Pernandes - nao que estas nao devam ser valorizadas nao que estas nao tenham seu papel social, que nao tenham uma rele vância -, muito mais importantes que estas, porque a mim me foi di to por Manolo, que eu niq seria ninguém, na vida social, na vida po litica, na vida patrimonial,se eu nao tivesse o Pedrinho ao meu la do; nao teria o Manolo e não teríamos os Fernandes; nao teríamos ”o
bem-estar social e nem aqueles que se aproximaram, que se vieram -
agregaram e seus descendentes, se vocês dois, j Toa, nao tivessem diuturnamente lutado com coragem, com dedica -
çao, com firmeza, com integridade. Mais importante do que isso-: Tá- na muitos anos, quando o meu pai, quando o seu irmão Luiz, quando a
sua irma Rosa, quando o seu irmão Fi'ancisco, tiveram o prazer, a
honra e alegria de conviver com o Pedrinho, porque, se o Rubens diz se Helena diz, se Álvaro diz, se Irene diz, se Roberto diz, se Neu- sa diz, se Alzir diz, se Paulo diz, se todos dizem, que o Pedro e -
Dom e porque, efetivamente, esse homem tem dentro de sí uma carga uma psicologica de amor muito interna. Este é o maior legado que vo ce esta deixando^aos Pernandes. Esta éa maior realidade. Nós sabe mos que existe, as_^vezes, desencontros, Desencontros esses que são- proprios da convivência humana, da convivência social. Mas sempre -
existiu entre o grupo a lealdade,a honestidade, a fraternidade e o -
rospeito. Para finalizar, só nos resta uma única palavra, e, antes- cie dize-la, devemos evocar uma palavra bíblica, na qual se diz: "oh, como e bom habitar o vale e sentir-se entre os irmãos. E você, por que foi a força motriz, foi o fator motivacional, conseguiu, nao -
apenas a família Pernandes, trazer a esta Casa de Leis e fazer com- que esta Casa de Leis, composta por homens que hoje ocupam diver -
sas lacçoes políticas, porque o momento político do Brasil é outro, ja nao^e mais a antiga e extinta ARENA e PMDB, que os políticos de- oposiçao tivessem a lucidez, a inteligência, a sagacidade, a astú -
cia e re^mendar aos seus liderados que esta outorga lhe fosse con- ccaida. Finalizando: muito obrigado, por tudo que você fez pela fã"- milia Pemandes, que contínua e continuará fazendo".	 OBSERVAÇÃO; Registre-se, em tempo
« ● «
sa￾s ve
so
, .. .
● ● ●
que o Sr. Presidente
Câmara Oflmldpal de Garça
£slaSa (9« Óãe ^oulo 1 r. '-v
concedeu a palavra ao Sr. Cláudio Fernandes Alves, no segmento des tinado a "palavra livre", visto que não houve mais solicitação palavras por
Em
parte
prosseguimento
dos Srs. Vereadores.
o segmento
	
"palavra livre": A Srta.Liliane Fernandes Artioli, ocupando a tribuna ,
"Ele era operário em Sao Paulo. Veio para cá, para Vera Cruz, tio Sfenolo e trabalhou muito para conseguir o que- ae oonseguir tudo o que ele tem, ainte nio ee «nteSto^- S n’ precisava alguma coisa maisi- servir a nos cidade de Garça. E ele serviu muito bem. Nao é? Foi aí é que eu- nasci. E eu nasci em meio a essas atividades que ele prestou à nos sa cidade. E pude viver um pouco disso. E sei que só parou de ser"- vir a nossa cidade porque precisava dar mais auxílio a minha avó” -
saúde, precisava muito dele e que ele faz isso muito bem. até ho;je. Eu so vim aqui para falar o quanto o amamos,-
de￾disse;
sa
vo".
qpccSn Sr. Presidente, a seguir,^no sequenciamento desta... Sessão Solene, tendo observado, antes, nao ter havido mais solicita 2 2° segmento destinado à "palavra livre", concedeu- a palavra ao Ilustre Homenageado, Sr. Pedro Valentim Fernandes. - -
●"Sr Prp<^-idpn+p Valentim Fernandes, ocupando a tribuna, dis da‘Mosâ. S?s^v2ÍLdon2 Componentes -
Neste instantP^?2??2°2° honram com a sua presença, weste instante feliz da minha vida, om que recebo pelas maos do Po der Legislativo, que^representa a população da cidade, que há muito tempo, por livre opçãoj escolhi como minha terra e também a âos meu filhos, 0 título de "Gidadao Garcense", sinto desfilar pela minha -
mente infindáveis cenas, de episódios vividos e que somente servem- para reforçar, ainda mais_^ o acerto de minhas atitudes, em relaçio- a nossa querida cidade. Nao me arrependo, portanto, de ter emprega do ^a boa parte de minha existência procurando o desenvolvimento”- desta cidade e da sua gente. 0 reconhecimento que, hoje, está tradu zido neste bonito e significativo título, o mais honroso que recebí ao longo de minha vida publica. Peço licença aos queridos concida -
daos para retroceder ao ano de 1 943, quando me encontrava exercen- do a Chefia de Planejamento de uma importante firma Norte-Americana, na Capital do Estado, e atraido pelo progresso, que já se notava cidade, acabei aceitando o convite do meu inesqueoível?. irmão Manoel Joaqum Fernandes, para orientar a escrituração contábil de sua peí^uena máquina de beneficiaraento de arroz e de cereais. Garça- 101 pródiga, nao so para com o meu irmão Manolo, mas também para co migo. iíetribuiu todos os esforços que fizemos e, em pouco tempo, negocios se ampliavam com atividades ligadas à comercialização algodao e café, Mas, passado algum tempo, lançávamo-nos a outros em preendimentos, participando diretamente de produçõees agrícolas,com quisiçoes de imóveis rurais, e, finalmente, atingimos o nosso obje tiyo maior, que foi dotar a cidade de uma indústria, de óleo vege -
tai,. competindo com grandes centros e oferecendo, num largo tempo- üe espaço, empregados em quantidade^^ para o nosso incipiente merca- 0 de trabalho da epoca, Mas isso nao era tudo. Vencemos, meu irmão e eu, no setor empresarial. Era preciso rettribuir o acolhimento que a__gente garcense nos dava, de maneira mais concreta. E, por is so, nao nos furtamos em assumir cargos tanto na vida pública como”- na vida comunitária. Participamos de todas as iniciativas benemeren tes e assistenciais, contribuindo sempre com as mais diferentes en tidades esportivas, como o nosso glorioso Garça Esporte Clube,c os- ciuocs recreativos, como o GTLF, por quase 20 anos. Por último,dis putei, por duas vezes, as eleiçoos para o Prefeito e recebi nas ur- nas o reconhecimento do meu'povo, por tudo que vinha fazendo em bê- licio da populaçao garcense, Foi a oportunidade que esperava para -
dar a cidade algumas obras importantes, que mudaram a sua estrutura
se
» ● ●
os
de
● 4 4
Càmava IfiunícipaL de Garça
1' (ísiabo cíõe ^Aulo
e que possibilitaram alicerçar o seu progresso em melhores bases,●- com a elaboraçao âo Plano Diretor àe Desenvolvimento Integrado, a -
desapropriação da área da Fepasa, para a implantação da "Faixa de ~
Integraçao" e também do Distrito Industrial; pavimentamos os dois -
ramaièvde acesso à rodovia estadual; construimos o Estádio Munici -
pal; 0 Bosque, 0 Lago, cujas obuas forraamj hoje, um complexo turis- ticio de primeira linha, sem similares em toda a região. Tivemos ""a opoi‘tunidaàe de realizar inúmeras outras obras em todos os quadran- tes de nossa querida cidadei Fizemos do trabalho o apanágio de no’s- sa existência, e, hoje, com 72 anos, ainda continuamos mourejando“- diariamente. E,^segundo o conselho do ilustre brasileiro Rui Barbo- entendemos também que a melhor oração a Deus é o trabalho. Nesta ta refa de administrar a cidade
mes, nao estivemos sozinhos. por duas vezes, durante^9 anos e um -
. _ ^ Contamos com a colaboraçao dos Vice-Pre feitos, Odilon Izar e José Alfredo de Oliveira lim,a e dos Vereado- ■” res Carlos Alceu Carvalho Junq-ieira, Danilo íügá, Dircou Lopes Gãr rido, Ifebio Freire Leal, Jose Fernandes Lopes, José Porfírio, Joao Mi^el Chaves, Jathyr Mafud, João Tarora, Leobino Ribeiro da Costa, Luiz Antonio dos^Santos Castro, Manoel Galdino de Carvalho, Mário- Nuncs Miranda, Sérgio Di Stefani, Veríssimo Fernandes Barbeiro,Vai domiro dos Santos, Walter Monici, Newton Kerr, José Rodrigues Mon- touro, Luiz Carlos Belline, Luiz Yamauchi, Geraldo Campos, AntonTo Conessa, Boanerges do Prado Vianna, Dionísio Florentino, Manoel Joaquim Fernandes, Paulo Renato Alves de Souza, Pedro Krusicki^Mau ro Mattos,^ Salvador Zago Junior, Wilson Pereira Ramos, Sebastiao -
Rosa, Isaias de Andrade e Olivio Turatto, A eles, com quem divido— esta homenagem, a minha eterna gratidão. Muitos aqui estão presen tes. mas outros já nao pertencem ao nosso convívio. Finalmonte, os tendo os meus agradecimentos aos meus familiares, que sempre me —
apoiaram cm todas as iniciativas de cunho popular, que ficaram pri vados de minha presença, por muito tempo, enquanto me dedicava às^ publicas. E nao poderia deixar de agradecer, igualmente, a esta... Camara de Vereadores, pela concessão deste título, e, especialmen- te, ao Vereador Antonio Rodolfo Devito, autor da propositura. E a"- todos os funcionários da Municipalidade de Garça, que tanto me aju ram a construir aquele pouco, que fizeram pela nossa querida Gar -
ça, os meus agradecimentos. Estejam certos os Senhores Vereadores- que este Diploma ocupará um lugar de destaque no meu lar, roamento de uma vida, deste humildo cidadão, servir à cidade, à sua gente, ■’ gado, querida cidade de Garça". - - _ _ ^ .
, ^ Nada mais tendo havido, o Sr. Presidente, Vereador An dre Luis Gavioli Rodrigues, disse-:-"Ao encerrar este ato público e
solene, agradecemos a Deus, por termos participado como Presidente e agradecemos também as autoridades presentes. Agradecemos, igual- mcnte, ao povo quejjiicatigioV -rtsta solenidade e danos por encerra da a presente Se-s^o".
● ● ●
como C£-
que procurou sempre -
da melhor forma possível. Muito obri
V . , Secretário, lavrei a pre -
^ilogr^far c já"~subsc^'vi, juntamente com o SamHor sente Ata,-fiz Presidente. -
tr TARI'

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