| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 5 |
| Date | 1990-03-05 |
| native_id | 5371 |
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Câmara ^Iflwildpal clc Garça
£sia^fi (í« cJòtf ^auto CS4
CUIÃM MICIPAL DE GAECA
5S SESSÃO ORDINÁRIA, REALIZADA Eli 05 DE MARÇO DE 1 990 PRESIDENTES; ANDRÉ^IU^S GAVIOLI RODRIGUES
GEORGE ÁNTONIO NOGUEIRA
e
"Ad Hoc
SECRETÁRIOS; LUIZ RONITA
GILBERTO GARCIA
e
Ad Hoc"
No dia e no }iráric re^imeiitalmente determinado, feita a
chamada dos Senhores Vereadores, constatou-se a presença dos seguin
tes: Afrânio Carlos Napolitano, /mdré Luís Gavioli Rodrigues, />ndr_elino Alves de Souza, /oitonio Alexandre Marq.ues, /jitonio Macelloni ,/in
tonio Rodolfo Devito, Diogo Sebastião de Oliveira, George /jitonio No
gueira, Gilberto Garcia, João Serapião, José Alcides Eaneco, Li;ãz Ku
nita, Luiz Roberto Lopes de Souza, Va.ldemar Zimiani e Yoshikaso Kaku
date, totalizando 15 (quinze) dos Senhores Edis.
Tendo havido número legal, o Sr, Presidente declarou...
abertos os trabalhos da presente SessEo Ordinária, - - - - - - - - -
Inicialmente, o Sr. Presidente disse submeter em vota -
çao as seguintes Atas: a) da Sessão Extraordinária, realizada em 17 de Ja -
neiro de 1 990;
b) da 5S Sessão Extraordinária, realizada em 31 de Ja -
neiro de 1 990;
c) da 6ê SessEo Extraordinária, realizada em 31 de Ja -
neiro de 1 990;
à) da le- SessEo CrdAnárir.●> realizada em 05 de fevereiro
de 1 990; 6 -
f) da 2§ Sessão Ordinária, realizada em 12 de fevereiro
de 1 990.
NSo tendo havido solicitação de palavras, passou-se à -
votação das Atas, acima referidas, tendo as mesmas dido aprovadas,,.
por unanimidade de votos. - ________________
Á vista do acima exposto, o Sr. Presidente declarou...-
aprovadas, por unanimidade de votos, as Atas da:- _ - - -
a) 4â, 5^ e 6§ Sessões Extraordinárias, todas do pr_e -
b) lê e 2ê Sessões Ordinárias, ambas, do presente Ano -
I
sente Ano Legislativo; e
Legislativo.
0 Sr. Presidente, a seguir, em prosseguimento aos traba
Ihos, convidou o Sr. Secretário a proceder a leitura do EXPEDIENTE -
RECEBIDO DO SENHOR
0 Sr.
PREPEITO
Secretário
LUNICIPAL.
deu conta
do seguinte: --------
Projeto de Lei ns 024/90, solicitando autorização legi£ lativa para celebra convênio com a Secretaria de Estado dos Negócios
da Segurança pública, objetivando a instalação da Delegacia Seccional de Polícia, em Garç a.
0 Sr, Presidente consultou a Casa se considerava objeto
de deliberação o Projeto de Lei nS 024/90, e, ante a manifestação fa
vorável do Plenário, encaminhou-o às Comissões Permanentes. - - - —
Of, ns 143/90, encaminhando cópias das Leis Líunicipais-
Câmara ^Iflumcipal de Garça
iaêo Sr "Óàe ^aule L' cj O
■p I \
t^s
de números 2.497/90,
Of. n2 138/90,
2.498/90,
cncami^iüiando
2.499/90 e
uma
2.500/90.
via do 'balancete
analí
tico da Prefeitura Itíunicipal de Garça, referente ao mês de Janeiro -
de 1 990.
Of. n2 130/90, om atenção ao Requerimento ns 008/90; —
Cf. n2 131/90, em atonção ao Requerimento n2 010/90; —
Of. nS 132/90, em atonção ao Requerimento nS 012/90; —
Cf. n2 133/90, om atenção ao Requerimento nS 013/90; —
Of. n2 134/90, em atenção ao Requerimento nS 014/90;—
Of. nS 135/90, em atenção ao Requerimento ri2 016/90; —
Terminada a leitura do Expediente Recetído do Senhor...
Prefeito líunicipal, 0 Sr. Presidentcj a seguir, em prosseguimento...
aos trabalhos, convidou o Sr» Secretário a procedey a leitura do ISPEDIENTE RECEBIDO
0 Sr»
DE
Secretário
DIVERSOS 1
deu conta do seguinte: - - -
.
-
--
Telegrama do Exmo^ Sr. Governador do Estado de São Pau
lo, Dr. Orestes Quércia, comunicando que no próximo dia 07 dç março, na cidade de Cananéia, estára repassando reucursos à 32 emprçsas,...
que correspondem aos primeiros contratos de financiamento para a ins talação de mais indústrias no interior, dentro do Programa de Desen
volvimento do Estado de São Paulo.
Convite da Companhia Paiilista de Porça e Luz - CJPL -pa
ra as solenidades de impantação do ATS - Atendimento Telefônico,
cidade de Garça, que se realizaram no último 02 de março. - - -
Ofício Circular do Conselho Regional de Contabilidade -
do Esta,do de São Pc.\ilo, solicitando a inclusão no futuro Código
butario Kunicipal, no capítulo referente ao registro e inscrição de
profissionais e empresas, a exigência aos interessados no sentido de
apresentarem a Carteira de Identidade de Contabilistas, e, quando em
presas, a comprovação do registro cadastral no CRC-SP. -
Convite da Secretaria de Estado da Cultura,
sentar proposta e discutir a pelítie
reunião a ser realizada no dia 06 de março próximo, em Marília. - —
Convite da Associação dos Municípios do Centro-Oeste...
Paulista-AIíCCP, para uma reunião do. entidade, a realizar-se no próx^ mc dia 17 de março na cidade de Maracaí. --------------
Circular do Banco do Estado de são Po.ulo S/A, Ag. de...
Garça, encaminhando proposta apresentada pela Associação Nacional de
Gercntclogia, para inserção na Lei Orgânica deste KunicípiO'. - - - -
Abaixo-Assinado, subscrito por vários médicos radicados
em Garça, encaminhado ao Exmo. Sr. Prefeito Líun;Lcipal, comunicando -
que paralisarão suas atividades no Centro de Saúde II e nes Postes -
de Atendimento Sanitário, a partir do dia 06 de março de 1 990, pertempe^indeterminado, se nac for a.tendida a reinvidicação salarial de 03(três) salários mínimos do DIEESE por jomadft dc 20(vinte) horas -
semanais. ------ ______________________
na
Tripara apr_e -
cultural a nível regional na -
Convite dc Sindicato dos Empregados no Comércio de Gar
ça, para as solenidades de inauguração de siua nova Sede Social, que- ceerreram nc último dia 04 do março dc 1 990. ----------
Ofício da Telecomunicações de Sãc PatãLo S/A - TELESP, -
em atenção ao Requerimento n2 002/90. -
Ofício da Teleccmunicações de Sãc Paiilc S/A - TELESP, -
direção regional de Marília,
Câmara Iflunicipal de Garça
£slaíe Se c5à« ^aiito CSG
en atençao ao Requerimento nS 003/90. -------------- —
Finda a leitura do Expediente Recebido do Diversos, o -
Sr. Presidento,a seguir, cm prosseguimento aos tro.balhos, convidou o
Sr, Secretário a proceder a leitura do EXPEDIENTE APRESENTADO PELOSSENHORES VEREADORES.
0 Sr» Secretário
deu conta dc seguinte; ------
Requerimento nS 023/90, de autoria do Vereador /uidrc
luís Gavioli Rodrigues, inserindo em Ata voto de prcfxmdc pesar pelo
falecimento do Sr. Pedro Kclin
Requerimento ns 024/90, de autoria dc Vereador /aidré...
Luís Gavioli Rodrigues, inserindo em Ata voto de congratulações e
aplausos à Companhia Paulista de Força e Luz - CPFL, pela instalaçao
do Serviço de Atendimento Telefônico Simplificado, junto ac escritó
rio local. -
» ♦ «
♦ ● ●
Requerimento n2 025/90, de autoria do Vereador /indré
Luís Gavic-li Rodrigues, inserindo en Ata voto do ccngrat^LLaçõe s e...
aplausos ac Sindicato dos Empregados no Comércio de Garça, pela inau guraçSo, no último dia 03 de março, do anexo à sua Sede Social, am -
pliande a área de atendimento aos seus associados. ------- -- Requerimento nS 026/90, de autoria do Vereador José Al
cides Faneco, solicitando ao Exmo. Sr. Prefeito tíunicipal informações
a respeito da não inclusão entre os servidores merecedores de grati
ficação salario.1 as funções de Assistente Social, de Psicclógos e
também de Bibliotecária. --------------------
● ● ●
● ● ●
Requerimento n2 027/90, de autoria dc Vereador Luiz Ro
berto Lopes de Souza, solicitando ao Exmo. Sr. Prefeito Kunicipal in
fcrma.çces a respeito do combate da causa do assoreamento dc Ribeirão
Barreiro —
Requerimento nS 028/90, de autoria do Vereador José Al
cides Faneco, solicitando ac Exmo. Sr. Prefeito líunicipal informações
várias a respeite da fente luminosa da Praça Pedro de Toledo. - - —
Requerimento n2 029/90, de autoria dc Vereador /uitcnicRodolfo Devito, solicitando ac Exmo. Sr. Prefeito Liunicipal a seguin
te informação: "quando c Executivo deverá proceder aos repares nece£
sáries para devolver as bcas condições de uso ac Estádio ITunicipal -
Frederico Platzeck?", ------------------ - - —
Indico.ção nS 022/90, de autoria dc Vereador Gilberto
Garcia, sugerindo no sentido de que se determine urgentes reparos na
armação metálica destinada, ac suporte de enfeites e decoração exi_s -
tente na Praça Rui Barbosa, defronte ac Escritório Ramires. - - - —
Indicação nS 023/90, de autoria do Vereador jindrelino -
Alves de Souza, sugerindo no sentido de que se canalize as águas que
são drenadas dc conjunto aquático do Centre Esportivo e Social. - —
Indico.çãio nS 024/90, de autoria dc Vereador'/ndré LuísGavicli Rodrigues, sugerindo no sentido de se determinar c início... das obras de ccnstruçUo dc prédio próprio para a cãmara Municipal de
Garça, de imediato. - —
Indico.
● ● ●
çs^ nS 025/90, do autoria do Vereador Gilberto Garcia, sugerindo no sentido de que se oficie à direção da Savanna -
Consultoria e Prcjetqs S/C Ltda., para que providencie c comparecí -
mento de um represenik-nte legal a esta Casa, objetivando esclarecora pa.rticipação da, referida empresa nos serviços recentemente..
● ● «
♦ ● ● * f ***
M-- y
Câmara ^IfiimícípaL de Garça
íaío Íí cJão ^autó
Kf
I ●fi Oí
prestadc à Municipalidade e q.ue se faça aconpanhar dc toda a dcc\men
taçSo pertinente ao traballio realizado. - -- -- -- - - - - - - —
li
0BSEnv;.g5ES;
0 Sr. Presidente
detercãncu c encaLãnhanentc
dos Re
querinentes de niánero 023/90 ac de niinerc 029/90 à Orden do Dia da -
presente Sessão Ordinária, dada à solicitação de urgência contida,
nos nesnes; ------
● ●
2; 0 Sr. Presidente inforcou à Casa que copias das Indi
caçoes de núnero 022/90 ao de núnero 025/90 serão encanirúiadas à Che
fia do Executivo Míunicipal, nos ternos reginenta,is. - - - - - - - —
Nado. nais tendo havido hc Expediente Apresentado PelosSenhores Vereadores, o Sr, Presidente, a seguir, en prosseguinento -
aos trabalhos, tendo observado, antes,> não ter 2iaVido oradores ins -
crites nc PEQUENO EXPEDIENTE, concedeu a palavra aos Senhores Verea
dores no GRi’.NDE
0 Vereador
EXPEDIENTE*
Gilberto
Garcia,
ocupando
a.
tribuna,
disse ,
en síntese, c seguinte; "Ocupo a tribuna, nesta noite, apenas para -
esclarecer aos colegas a respeito de una Indico.ção que faço ao Sr, -
Irefeito líunicipal e que se refere a un Irojetc de Lei que se encon
tra en trãnite nas Conissões; prineirc na Ccnissãc de Justiça e ne -
parece que já ven con o parecer contrário e, até presente nenento
não chegou às ninhas nãos, Mas, a.penas para elucidar c Ircjeto, e£ -
tou apresentando una Indicação ao Sr. Irefeito líunicipal, solicitan
do S. Exa, que oficie à direção da Savanna Consultoria e Ircgetos...
s/c Ltda., para que providencie o conparecinentc de un representante
legal a esta Casa, objetivando esclarecer a participação da referida
enpresa nos serviços recentenente prestado à Municipalidade e que se
faça accnpanhar de toda. a docunentação pertinente ao trabalho reali
zado, porque se conenta, pois ainda não vi c Irojeto, que, realnente,
existe algunas contradições e, ainda, não ne inteirei na realidade -
dos fatos. Então, para que tenhanos nais elementos esclarecedores a
respeite do referido Ircjeto de Lei é que apresentei essa roinha Indi cação ac Sr. Irefeito Mxmicipal", - —
0 Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza, ocupando a tri
buna, disse, en síntese, o seguinte: "Não sei foi oportuna ou não a
intervenção dc nobre Vereador Gilberto Garcia, nas não poderia ne...
furtar de vir à tribuna para esclarecer o que se passa dentro da C£- missão de Justiça cen rglação ao Irojeto de Lei que solicita autori
zação para abertura de crédito, de un contrato sen previsão de reciar
so, 0 que caracteriza a sua ilegalidade. Discordo do nérito do pare
cer do relator e, por isso, pedi vista e c processo está en ninhas -
nãos, para que eu pudesse elaborar, con bastante vo.gar, apos o carna
vai, porque recebi o Irojeto na quinta-feira, pela nanhã. iretanente, pedi vista. ledi infornação ao IBGE, através de telex. Não recebi...
resposta, até presente nenente. De nodo que eu não posso avalizar o
que ali está escrito, porque, na realidade, c que existe de positivo é a Lei Complementar 59, que, a.o modificar o código Tributário Na cional, determinou qu^ a revisão da estimativa da população do líuni- cípio seja feita polo; IBGE, a cada exercício e não de cinco en cinco
anos. 0 fato que eu pretendi verificar, através da consulta feita ac
IBGE, c que se, realnfente, o recurso apresentado por essa firma t_e -
ria tido ou não alguma influencia na população então fixo.da na -
j
Câmara IflunldpaL de Garça
Ssla^o cJ àó %uU
GSS
publicciçao dc Diário Oficial da União
do, eu nac tenhci líão pcssc afirroar se hcuve
cia, pcrque, falando telefcnic
Janeiro,
de dezenbro de 1 989. Esse da
ou não essa interferên-
>
lente ccn a Pundaçao IBGE, nc rão o funcionário q.ue ue aniendeu fci categórico: que, en 12 de julho, a estiioativa ja estava feita, E ao Vereador José Alcides Pane
cc fci passada una infcmaçao de que, eii outubro, é que correto o terno
nr de
as pranchetas - se
para seren encaninhadas ao Tribunal de Ccn -
cono o contrato é de setenbro,
sen ter un dado concreto
tas da União, E,
e eu,
Ic, realnente, aconteceu ou nao, Mas por cutrc lo.do, pletanente ilegal, porque‘c Sr. Irefeito-nãc pcderia assinar trato sen previsão do recurso para faze/ face àquelas despesas, nais alén, ainde,: se era un contrato de risco,
a dúvida se instalou
nao posso sustentar à Casa que aqui0 Ircjeto é ccn
j
un ccnVcuVII contrato anonalo,- ccnpletanente fora da normalidade do Direito Administrativo, S. 0 Irefeitc Municipal, deveria ter pedido autorização ra, só então, firnar un contrato de
teu sustentando
Exa ● >
esta Casa, pa
risco. De qualquer fema, eu es
a ilegalidade da prepositura do Sr.
no neu nodo de ver, ser aprovada por ser ilegal e^o contrato é nulo de pleno direito",
0 Vereador Jose Alcides Paneco, ccupando a tribuna,
E.jse assimto fci antecipado pele nessoIndicação, pedindo ac Irefein
no neu parecer,
que não poderá
9
Irefeito Municipal,
pela Casa,
9
dis se, en síntese, c seguinte:
colega Gilberto Garcia.,
tc que nos traga alguén que represente tes S/c Itda
através de xroa
a Savanna Consultoria e lrcje_ , que prestou esse serviço ao líunicípio. Mas gostaria de Vossas Excelências que levei a fundo esse assunto. Tribunal de Contas, en Brasília, tc. E lá pude ccnprovar.
dizer a
Estive no
ne certificando r. respeito dc assun através daquelas pessoas responsáveis pelc- trabalho de distribuição do Fundo de Iarticipc,ção dos Municípios que fatos cono esse ten
nas Irefeituras.
9
de
contecido, E acontecido muito, ccn as peque Dissera-»ne tar.bén que fatos cono esse ten trazido -
nuite transtorno as irefeituras pequenas, porque empresas, conhecen do a vontades das Irefeituras de aiomcntar c seu Pundo de larticipa -
ça.o e a sua incapacidade técnica ixira realizar trabalhos dessa na.tursza, se aproveitam disso» Então, isso aconteceu en Garça, E eles es tranharani,ate,de Garça tenha entrado nisso, porque isso tem aconteci do com frequência com Irefeituras com índice 0.6, aos -Municípios de até 10 Aiil habitantes, feituras já no porte da nossa
com toda certeza de que isso não é coisa séria, de que isso não pesou para efeito desse acréscimo de
CA
que correspondem -
mas que, com relação às Ire
9 isso nao tem acontecido. E me deixam
coeficiente do Pundo de Participação, porque o dado que foi levado em consideração, para a mudança do Fun do de Participação para 1 990, foi aquele do Tribunal Superior Elei toral, qual seja o número de eleitores. E isso pude comprovar atra -
ves do IBGE—Bio de Janeiro. E, em assim sendo, nós pudemos comprovar que esse trabalho em né.da pesou
balho,
porque nao houve vistas a esse trapois que trabaljiçs dessa forma chegam ao IBGE em grande núme- . E eles têm parametí?os determinados. Logicamente que eles não tem condições - pois são 4|j_4-68 Municípios - para cada um, estipular para metros diferentes, En1*io, como e que se faz? Eles têm os parâmetros— previamente determinadcie. E, em função desses parâmetros, eles podem julgar. E no Tribunal c^e Contas da União me disseram que eles recebe ram esses dados em dezembro, já bastante atrasado, devido aos novos9
ro
Câmara IflmidpaL de Garça
£slaía êt dàe ^aute
CS9
Limicipios q.ue foram criados. Sntao, eles tiveram esse tipo de pro -
blema, também, E isso ocasionou atraso e q.ue proporcionou essa demo
ra na entrega^dos dados do IBGE ao Tribunal de Contas da Uniao. Lo^ camente, eu não tenho em mãos nenhum documento do IBGE. E o nobre Ve
reador Iiúz Roberto Lopes de Souza já pediu esses dados. E eu vou pj dir também esses dados, porq.ue o q.ue me interessa saber I se esses -
dados, realmente, influenciaram essa modificação no índice. Então, -
não vejo 0 porquê de aceitarmos isso. E essa mudança do índice é
Direito Constitucional dos Municípios. Agora, apenas porque mudou índice, nós estamos devendo para
Sr. Irefeito Municipal assinou un contrato
Sem consultar, inclusive
ga-se de passagem”. - -
um
o
essa firma? lor que isso? Iorque c
sem consultar ninguém? -
o IBGE ou Tribunal de Contas da União, di
0 Vereador Andrelino Alves de Souza, aparteando:"Em vir tude desse fator, demora, V. Exa. ten condição de nos esclarecer o —
seguinte: a Irefeitura já estaria recebendo isso, mesmo independente desse atraso
cípios?'*- -
que foi causado por esse aumento dos números dos Muni
0 Vereador Jose Alcides Paneco, prosseguindo:
sem duvida nenhuma, nobre aparteante, mente não provas documentais
Estaria,
Esses dados eu tenho, lógica -
^ . pois foram obtidos através de contates telefônicos e junto ao Tribunal de Contas da União,
ainda, o IBGE que ten muito trabalho desse tipo
como passar vistas a esses trabalhos”.
E me informou, -
Ia. E eles não tên0 Vereador Andrelino Alves de Souza, aparteando:”Ccn a
cclccaçac do nobre colega, que se referiu ao telex solicitado e c fa to de não infernar, isso não seriam provas aí que seria, realnente,- ® pederia ate a Irefeitura ser enquadrada, ser beneficiada,
ai, seis meses ou mais?”
ser colocada ,
mas com uma demora maior, do.qiu. há um ano ou, isse0 Vereador José Alcides Paneco, da, nobre aparteante. 0 IBGE, no meu modo de ver, sável pela infermaçã
E nos estamos pedindo infcmaçac que seria o seguinte: c que foi que norteou a decisa,c de colocar Garça com 45 mil e pouco mais habitan -
tes? Seria c primeiro número da faixa seguinte, que é a faixa do.T.- 2,0. E por^que isso? E a ge/itc vê no Diário Oficial da Uniao que al guns Municípios cem c mesmo numero de habitantes. Ke.s isso se deve a
faixa de tclerancia, que já e colocada dentre des cálculos,
se o Município, se pelo calculo de numero do eleitores, npu esse parametro, nao é? E, se ele desse dentro de faixa 3% abaixe, então, esses Muíiicípics já foram automaticamente jogados- ^ faixa seguinte. Pci c caso de Garça. Pci o caso de Jales, tam bem. Pci c caso de vaia outsa cidade da Grande 3
engano”. -
prosseguindo: ”Sem dúvi
que e orgac respen
o, tem que nos der esse atestado, essa certidão.
Entac, -
que determide -
para a
Sao laulo, se nao me
C Veroader Andrelino Alves de Souza, aparteando:”0 nobre cclega sabe me infcimar se c5 verídica a informação segundo a qual al gumas cidades, com c mesmo ijúmercs de eleitores de Garça, e que não- feram beneficiadas?á real isso?"- - ______
0 Vereador Jes I Alcides Paneco, prosseguindo:"Nao tenho
pois não fiz pesquisa conhecimento disso
to desse assunto". nobre aparteonte, a respei
Câmara ^TflunicipaL de Garça
SslaSa !?● cJõtf ^aulo
COO
0 Vereador /oitcnic Alexandre tlarques, aparteandcí"Tal -
vez, essas outras cidades, ncs outros itens, nãc tenhan conseguido ,
ainda, c preenchinento das condições. Itde ser que tenhan conseguido en n\ínerc de habitantes e, nos outros itens, não tonhan conseguido ,
ainda* Iode ser", -
C Vereador José Alcides í'ariecc, prosseguindo:"]!;. Cbriga 1 989? já tihha un núnero de hr.bitantes de
E c IBGE tinlia un dado a respeito de Garça, que correspondia
do, pelo apartei Garça
finide.
0 coeficiente 1.8. É essa a infcrnc.ção que eu obtive no Tribimal de
Contas da União. E, cen c advento da Lei Gonplenentar nC 59, en de -
zenbro, aquele dado já existente,
ça teve dois núneros en 89, E a
res distintos en 89. Então
cone base, para efeito de cálculo,
nc geral, ncs 4.468 Kunicípies.
en >
po.ro'. Garça, foi recalculado. E Go;r
pcpulo.ção de Garça ficou con dois nu
para c ono de 1 990, é que foi tenade, -
0 núnero de eleitores. E isso foi
E 866 Kunicipios feran beneficiados.
9
con esse aunente de coeficientes".
0 Vereador ihidrelino /J.ves de Souza, c.p...rteando: "A na
neirov usada ai, CA forna correto., seria c núnero de eleitores? É esse
c argunente usado?
0 Vereador José nlcidcs Paneco: Nao. Nac e que seria.-
Segunde 0 Tribunal de Contas da União e c IBGE, para o ano de 1990 ,
fei considerado c núnero de eleitores no Município". - - -
0 Vereo.dor íUidrelinc Alves de Souza: "Quer dize que as -
denais infornaçoes...
C Vereador Jcsl Alcides Fanecc:... j.ara efeito de 90, -
não foran consideradas".
C Vereador /nidrolino Alves de Souza; "Quer dizer que não serian obstáculos, entac?"-
C Verea,dcr José Alcides Eaneco; "Eu creio que nãc".
0 Vereador Luiz Heberto Lopes de Scuzo,, aporteandes" Mc
fei dada infornaçao exatanente nesse sentido. 0 único dado considera
dc, para efeito de fixação da população, foi c núnero de elitores...
fcrnecidc pelo Tribunal Regional Eleitoral, Então, Garça tinha 45 nil
e pcucc nais eleitores, pela estin.:itiva de 85. E fei feito esse novo
calculo sinplesncnto con un único dado, pele crescinente de núnero -
de eleitores, entre 85 e 89. Foi esse fato que foi levado en censid^ ração en todo c Brasil",
● ● ●
0 Vereador José Alcides Fanecc, prosseguindo:"Exatanen
te, nobre aparteouite. Então, dessa, frrna, eu considero precipitada -
essa atitude dc ccnpanheiro Gilberto Garcia, porque entende que nada
vai adiantar per ncs temos aquii representantes dessa enpresa. Eles- nãc fizeran, na verdade, c trabcvlho, pois quen fez c trabalhe fei
Irefeitura Municipal de Garça. Perrn. coletadas un anenteado de infer nações. E essa enpresa pegou essas infemaçees e, jiuit£n.ente con c -
ofício dc Sr. irefeite líunicipal, encaninheu-as ac IBGE. E, de repen te, nudou o índice de larticipação nossa nc Ftmdo e ncs estanos õ.o -
vendo nais de UCZS 3.000.000,00 a essa enpres
0 Vereador Gecrge Antcnic Nogueira, apa.rteandc:"Caberia
ur.. processo centra essa. enpresa, então?"*
0 Veree,dor José /ilcides panijee, prosseguindo: "Eu creicque nac, nobre aparteante, porque essa enpresa fez parte dela. El
veio aqid. e ofereceu seun préstinos, ;^C3^, cs préstinos que ela ncs
a
o M
C4.
c»
Câmara IflimicipaL dc Garça
íoíi* í» C^õí ‘^aule
C3Í
frrneceu nac fcroa: utilizadcs pare
que eu ache que nós não devenos nada a ela".
C Vereador Luiz Kunita
casc en tela, nós nãc sones obrige.dcs a
Então, pcdereucs deixar essa
seu direito".- -------
definir nada. Entac, por isso, e
c., aparteandc:"Lcreuitc eu que, nc.
autorizar paganente nenh-un.-
eiiprcsa entrar na Justiça, se for de -
0 Vereador José Alcides Eanecc, pelo aparte. Mas eu até nen acredite,
dc a pagar isso cu o Sr.
pagar isso, porque nãc recebeu a
prosseguindo:"Cbrigadc,
uroa vez a Irefeitura se negan- Irefeito dizendo que nãc tea condição para- aprovaçãc da cãnara, para tanto
que essa eiapresa tenha ccragen de cobrar isso judicialnente, isso, na i_ãnha naneira de ver,
ba, se fosse o casc". - - - _
s ●
● .
per
no.o passa de una internediaçEc de ver
4 ● ● “
C Vereador /ontenie AÍexandre Iiíarques, en síntesej o seguinte: "Kliitc já discussão, e, cen
ocupoindc a tribuse falou a respeite dcc devido respeite que eu tenho cen cs -
c^.legt,s e, principalnente, pele colega autor da Indicação, nao posso concordar con o que ela sugere, porque entendo eu que essas informa ções todas, que esse representante poderia nos dar, ve ter. E no nosso^conpanheiro Afrâiiio Carlos Napolitano já fez un"~- Eequerinento, se não ne engano, há duas senanas, solicitando do Sr.- *refeito Municipal essas infornaçoes. Então, se existe alguém inte -
ressado também en esclarecer a coisa, seria o Irefeito. E, se o Ire- feito tem esses dados e há de te-los, porque, para se dispor a enviar o *rojeto para a Canara, pedindo autorização para pagamento, que ele tenha essa documentação,
çao, e muito mais facil que essa documentação seja nos remetido, res pondendo ao Requerimento do nobre colega Afrânio Carlos Napolitano.- Então, na minha opinião, acho inoportuna a Indicação, isso. Vamos aguardar que o Sr. '
nações que ele tem, que devem ser todas essas já referida empresa nos daria,
na, disse,
Irojetc en
a Irefeitura deeu acre
E, se ele tem essa documenta' -
exatamente,por
1'refeito Municipal nos passe as infor
que 0 representante da
se viesse aqui". - _ _
Nao tendo havido mais oradores inscritos
Iresidente, a seguir no Grande Exp£ concedeu a palavra, pela ordem ,
diente, o Sr.
ao Vereador Luiz Kunita.
s
0 Vereado Luiz Kunita, pela ordem, requereu a dispensa do Intervalo Regimental.
0 Sr. Iresidente consultou a Casa sobre o Requerimento- verbal formulado pelo Vereador Luiz Kunita, e, ante a manifestação -
fcvoravel do Ilendrio, convidou o Sr. Secretário a proceder a chama da dos Senhores Vereadores para a ORDEM DO DIA. ~
rrocedida a chamada, tes: Afranio Carlos Napolitano, Alexandre Marques,
Sebastiao de Oliveira, Serapião,
constatou-se a presença dos seguin
Andrelino Alves de Souza, Antonio..7
Antonio ^l^celloni, Antonio Rodolfo Devito, Diogo- George Antonio Nogueira, José Alcides Fanecc, Luiz Kunita, Luiz Roberto Lopes de Sou za, Valdemar Ziiúani e Yoshikaso Kakudate, totalizando 14 (quatorze) des Senhores Edis. ________
Gilberto Garcia,Joao
h^-vide número logal, o Sr. Iresidente declarou... abertos os trabalhos da presente Sessão Ordinária.
ITEM I
“ ^ discussão, artigo por artigo, o Irojetc de 07/90, do Sr. Irefeito Mimicipal, solicitando autorização. Lei nS
Câmara IflmicipaL de Garça ^
£ita3e (?« c5àe
r-np
para finnar convcnio ccn a Secretaria da ITonoçao Social, detinado à
iaplajitação dc Ircjetc Central do Atendinentc ao Migrante, Itineran
te e -tlendicante» lareceres das Cciiissões rernanentes. DISCUSSZo E VO T..ÇÃO itelCASi r
C Verea-der Luiz Kimita > pola orden, requereu a discussão
glcbal»
0 Sr4 Iresidente consultou a Casa sobre o Requeriaentoverbal fcraulado pelo Vereador Luiz Kunita, favorável do Ilenário,
seus anexos en discussão global.
Nac tende havido solicitação de palavras, passru-se a -
vctaçãc, artigo por artigo, do irojeto de Lei ns 07/90, tendo o nesLio sido aprovado por unaniiaidade dc votos. -
]i vista dc acina exposto,
aprovado, por unenizidade de votos,
irejeto de Lei nS 07/90. - - -
ente a oanifestaçao -
disse subneter o Irojeto de Lei ns 07/90 e
e,
● ● ●
o Sr. xresidente declarou
en discussão e votação únicas, c
● ● ● ““
ITM II - Ea discussão, artigo por artigo, c Trojetc dc Lei n2 09/90, do Sr. Irefeito 1,'íunicipal, solicitando autorização pa ra fir^r convênio con a Secretaria da Ircncção Social, visando a na nutençãc de creches nunicipais,
DISCUSSÃO E VOT..ÇÃO ÚNICAS. - -
0 Vereador I\rLz Kunita
lareceres das Conissoes lernanentes.
j pola erden, requereu a discus -
sac global.
0 Sr. Iresidente consultou a Casa sobre o Requerinente- verbal fornuladc pelo Vereador Luiz Kunita, e, ante a nanifestaçEc -
favoravel, disse subneter o xrojeto de Lei n2 09/90 e seus anexes en discussão global, __
Nao tendo havido sclicito.çao de palavras, votação, artigo por artigo, do Ircjeto de Lei nS 09/90, tendo
nc sido aprovado por unaninidade de votos,
ii. vista dc acin
passou-se à -
c nesoxposto, c Sr. j.residente declarou
aprovado, por \inaninidade de votos, en discussão e votação únicas, C' Ircjetc de Lei nS 09/90. -
●La ♦ ♦ « ^
ITEM III - En discussa.0, artigo por artigo, de Lei nS 20/90, do Sr. Irefeito Municipal,
para os profissionais dc Setor dc Saúde do Município.
Cc;.issces rernanentes. DISCUSSÃO E VCTiiÇÃO ÚNICAS. -
0 Vereador Luiz Kunita, pela erden
c ircjetc -
instituindo gratificação
lareceres das-
> requereu a discus
sac global.
0 Sr, Iresidente constiltou a Casa sobre c Requerinente- vurbal fcmulado pelo Vereador Luiz Kunita, e, fo.vorável do Ilenário anto a nanifestaçac -
disse subneter o Irojeto de Lei ns 20/90 e -
seus anexes en discussão global. _______
^ 0 Vereador /jitcnic Rodolfo Devite, ocupando a tribuna,- disse, en síntese, c seguinte; "0 Ircjetc, en sí, não ten nada que -
pessa^fornecer dados ou elenentos para una polênica. ■£ q q-^e ae traz a tribuna é porque cs nédicos, reunidos nuna Assenbléia, cuviran dc Secretário da Saúde, Dr. Jeaquin sérgic lereira, que c Vereador -
imtonio Rodolfo Devito estava segurando c Ir ejeto de aiuaento dos dicos, para prcvacar uia greve, Dr. JeaquLn está nal infernado cu o Dr.
colocar centra
● ● ● “
ne
ccn intenções políticas. Ora, cu c -
JcaqiAin naldosanente ne quis cs nédicos, porque c Ircjetc não diz nada de aunente /
Câmara IflimicipaL de Garça CD3
ôtiaèo (í« C^òí ‘^auU
e, pcis, \iiia gratificaçac.
reunircn. E essa gratificação nãc o objeto de pelos nédiccs. EnfiL_, a Dra. Maria lúcia e c Dr.
e eu lhes esclareci: Não, c Ircjcto é este; te, nãc é esse c nctivo da nessa polêiiàca cea
achei deselegante, nuna Assei.bléia,
quereu inputar a niu que eu estaria retendo o auioentc des
ra prcvccar una greve con finalidaclc política.
Nac ora assunto que levou cs nédiccs a sc
aneaça de greve, feito
. Jerge ne prociiraran
e eles c viran. Realnen0 3r. Irefeito. Entae,
en que eu nac estava presente, -
edices,pa
E isso nãc é verdade,
virou nania^do Icder Executivo culpar Vereador. Então, culpara:;:, c
E cs nédiccs ne procuraran e nostrei a eles o Trojeto, pciscen a outra, E, na realida.de, eu que ro alertar que continua c esquona de a.lguns setores de culpar Vereã- deres e até noninalnente per atitudes ou situações ou per nenentes”- per que passa a vida pública do Goarça. E esclarecer tanbén que reti, per alguns dias, esse Arejeto, reo,3L_onte, perque fui procurado pelos Atendentes e Escrituráries da Saúde Municipal e que ne disseran: Nos
o Sr. Irefeito, para nos incluir na grati
eu esperei a resposta, do Irefeito, perque pederia...
, celccandc essas co.tegcrias na gratificação, nae ocorreu, perque o Irefeito disse que não tinha condições, tac, dei c parecer no irejeto. Mas,
nente, nerece a aprovação do llonário".
0 Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza., ocupsindo a tri buna, disse, en síntese, c seguinto:"0 irejeto en discussão deve, de ve, na sm análise, ser considerado pelo seguinte fato: çao do nês de janeiro é superior àquela que já foi devida a partir"- de 12 de fevereiro. E a justificativa que aconpanhcu o irejeto nãc -
esclarece c porquê dessa situação,
para que amanha, ninguém alegue que votou desconhecendo a matéria. -
Acontece que, em outubro, novembfo e dezembro do ano passado, gratificação, então concedida aos profissionais de saúde, didos, médicos, dentistas, ageniies de saneamento e enfermeiros, não- foi reajustada para acompanhar o salário pago para os mesmos cargos dos funcionários do Estado, que trabalham no Posto de Saúde, t a ra zão porque a gratificação do mês de janeiro ser superior. È para com
pensar os meses de outubro, novembro e dezembro, onde houve uma defã
sagem na tao decantada isonomia, que os profissionais de saude recla
mam, E,a partir de fevereiro,
i^é,
Ja
Devite.
não tinha nada a ver iy~n. ccisr.
vames tentar conversar cc:
ficaçãc. Entãc,
vir uma emenda c que...
Daí,en
enfin, digo que o Irojetc j reala gratificaE a razão de eu vir á tribuna é,-
essa -
assim enten
_ essa gratificaçao faz uma isonomia em- relaçao sempre ao mes de janeiro, ficando um. mês defasado. Haverá...
já concitei o Sr, Prefeito para que, a cada vez, que mand^ir um reajuste de cajráter geral do funciona lismo, faça a mesma coisa em relação a esses profissionais que tem -
uma gratificação especial^ com efeito de isonomia. E, como o Verea -
dor que mencionou o fato fia greve dçs médicos, sen discutir se ela é
justa ou injusta, sc os médicos dcvgn ganhar hais, acontece que a iso nomia, que o Município^tep o compromisso de pagar aos médicos, contra tados pelo Município, é que eles recebam idêntica remuneraçã servidores do Estado. E, dsso,
do cumprir. Me refiro a
sempre uma reclamação. Inolusive, ● « ●
o aos...
o Sr. Prefeito Municipal vem procuran
asse assunto mais en função de participar da Comissão Mimicipal de SaMe e da Comissão Re^onal, dc que ter ter -
aqui procuração do Sr, Brefeito Municipal pa^ra exp se os médicos pretendem ter una remuneraçjo or a sua posição, maior, é preciso que- E,
Câmara OflmidpaL de Garça
£sla9o (íe cJie
G94
O Estado faça lun repasse, para suportar essas despesas, porque,atual
liente, da verba que o Estado transfere ao Kunicípio, cerca de 90% ja é gasto con^a folha de paganento con o pessoal de saúde. Então, sen- entrar no nerito da reivindicação dos aédicos ou pessoal paranédico inclusive, acho que o orçauentc do Èlunicípio não suporta cs três sa lários nínincs do DIESE,
dicação apresentada. que estão sendc pedidos. E, quanto à reivin
en Requerinento do nobre Vereador Jcsé AlcidesFaneco, ten o neu integral apoie, perque não é justo que os psicóloges, assistentes sociais e bibliotecárias fiquen fera tante dessa., gratificação couo da gratificaçao de nível imiversitário, que e con
cedida para funcionários que ocupaii o cargo de chefia ou de encarre—
dura na Prefeitura, utia vez que a função delas é de nivcl universitá rio e está con una referência nuito abaixo do que deveria ser.
nais tina vez, desta tribuna,
reveja essa situação injust é o neu voto". ------
Então,
solicito ao Sr. Prefeito Municipal queE, no nias, pela aprovação do Projeto,
^Nao tendo havido nais solicitação de palavras, da a discussão, passou-se à votação, de Lei ns 20/90, tendo o nesno sido
tos.
encerraartigo por artigo, do Projeto -
provado por \mojiiiaidado de vo -
À vista do acina exposto,
aprovado, por unaninidade de votos.
Projeto de Lei
A
nS
seguir
20/90,
o Sr, Presidente declarou
en discussão e votação únicas, c
● ● ● “■
en discussão e votaçao os Eequerinentes encaninhados a esta Orden do Dia e que feran lidos pelo Sr. Secretário -
na oportunidade própria, 029/90.
quais sejan: de núnero 023/90 ac de núnercA propósito, registre-se os fatos seguintes: - - -
1. que a solicitação ;de urgência, inserida en todos
Requerinentos, foi aprovada,
que houvesse solicitação de palavra qualquerj
2^ que, na oportunidade da discussão do nérito dos Re -
nac houve solicitação de palavra qualquer; -----
3. que todos os Requerinentos foran aprovados \manine -
nente e declarados fomalnente '.cono tais pelo Senhor Presidente da -
Cãnara Municipal de Garça. -
os
en cada oportunidade, unaninenente, sen
querinentes,
ITEt'1 LV - En discussão, artigo per artigo, c Projeto de Lei n2 12/90, do Sr, Prefeito líunicipal, alterando o artigo 22, ü,* -
lei n2 2.319, de 17/08/88, ref.eSrente à retibiiiçãc uensal de fanílias carentes, pela ocupação de residências do líunicípio.
Cci.ãssces Pernanentes. lê DISCUdSãO S VOTAÇÃO.
0 Vereador Luiz Kunita, pela orden, requereu a discus -
Pareceres das
sac global.
C Sr, ProsidentQ ccneultou a Casa sobre o Requerinento
verbal fcrnulado pelo Vçreador LiJíz Kunita, e, ante a nanifestação -
favorável do Plenário, |isse subn^ter o Projeto de Lei n2 12/89 e
seus anexes en discussão global. 4------------ -
C Vereador Andrelino Alves de Souza, ocupando a tribuna, disse, en síntese,; o seguinte: é de autoria dc Sí. Prefeí.to Municúpal e coube a
Ccnissãc de Finanças, ser^ o seu rálator.
observar alguns i
● ● ●
OíProjeto de Lei, ora en discussão ,
nin, cene nenbrc da
E, cono relator, tentanes -
ens no projeto, por exenplo, o Sr, Prefeito faz I j
● ● ●
Câmara IflimicipaL de Garça
(ísla^o Óã» ^auU C05
●un pedido a esta Casa solicitando autorização no sentido da dininui- çSo des valeres cobrados pela Prefeitura
nas Licradias.
ferência", -
acs usuários dessas peque -
Na época, esse valor foi estipulado en 20^ do valor”re
C Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza, u "na época". gcsto.ria que fosse retificada essa afir
naçac, porque fei en 88. Nac foi na época. Poi agora. E foi o Sr
Prefeito que fixou esse 20?6". -
aparteando:...-
V. Exa. falou
» ● ● ●
C Vereador Andrelino Alves de Souza, prosseguindo:
Obrigado. Eu agradeço c aparte. E
tc. E quando foi elaborado esse convênio,
nente, u
● ● ● ●●
● ● ● na data do convênio, do centraesse valor, ele era, real- ; valor irrisório, un valer sinbclico, que correspondia, a inportância de NCZ3^ 5,97. E, após o desenrolar dos-
● ● ● ”
nais ou nenos,
accntecinentos, à vista da nossa inflação galopante, hoje, estão pagando NCZÍÍ 108,00. E, para esses usuários,
nelbcr esclarecer a colabo
ração do colega, esse valor, a que ne refiro, elo ten xui valor de un ano atrás, Então, há un ano, E, no início deste aaio,
Prefeito pede a fixação desse valor retribuiterio en 10^ do valor re ferência do Município, diioinuindo-o de 20 para 10?o, portanto. Estive
nesses locais e eu contactei con algunas fanílias e pudenos observar
ali a felicidade delas,
pação peles valores cobrados,
da casa ou coisa senelhante? Então, não era essa a intenção do Sr.
ta Casa. E c que ne convenceu foi que,
realnente,
0 usucurio pagava c valor de NCZ$ 5,97.-
ele passou a pagar 1TCZ3Í 108,00. Hoje, o Sr.-
de pessoas, pela casa e tanbén a grande prec
Irio-n perder a Casa? Serian despejados
nes tentanes convencê-los de que
Prefeito Municipal e nuite nenos desalén dessas pessoas seren
carentes, nuitas delas são doentes, são pessoas que viven
de aposentadorias, de neia aposentadorias cu coisas senelhantes. Itotac, sou pela aprovação desse Projeto. E, fazendo isso, estanos cola
rando con o projeto do Sr. prefeito Municipal e colaborando direta -
nente con essas fanílias, que, realnente, estão necessitadas". - - -
0 Vereador José Alçides Ponecc, aparteando:"Realnente,- acho que isso é nuito inportante. Agora, esse valor é tão insignifi
cante, que eu ache que nao nereqe toda essa pcnpa, porque eu tenho -
ccnhecinentc que existen, hoje, enpregadcs da Prefeitura pedindo e_s- ncla na rua". -
,.. ●
0 Vereador ;nidrelino ;ALves’de Souza, dedução do nobre colega, aparteante.
S. Exa, levar esse fato ac
prosseguindo: É -
E eu acho que cabe tanbén a...-
ccnhecinento dc Sr. Prefeito Municipal cu fazer alguna coisa para que isso deixe de acontecer. Agora, afimei, estive nc local, contactei,
que se pretende fazer através desse projeto de Lei". - - -
0 Vereador Luiz Roberto Lopes de Scoiza, ocupando a tri buna, disse, en síntese, o seguinte:"Ocupei o
quando o nobre Vereador .indrelino /J.ves de Souza ocupava a tribuna ,
foi para que S. Exa, se lembrasse que foi o atual Prefeito quem, ânsia de arrecadar, passeru essa permissão de uso de 10 para 20^ do -
salario referência, Nos ajprovamos, no inicio da legislatura, neiro do ano passado, preposta do Sr, Prefeito Municipal para fazeressa cobrança, que^ hoje, ele diz qxorbitante. Cabe a responsabilida de, então, ao Sr. frefei^jo, José Panza Neto, pela cobrança exorbitan te dessa retribuiçp.o. E %le não assumiu, porque ele, inclusive
cono oae eu acho una grande ccisa, c -
iicrofone de apartes ,
na
em 3 a
f ●
● ● ● “
Câmara IflmicipaL de Garça
e$laíe èe cíõtf ^aulo CDG
citou a lei errada, q_ue está sendo modificada”.
O Vereador /oitonio iuLexandre ]>Iarques, aparteando:”SÓ pa
ra lembrar. Poi em janerio. Einclusive, numa Sessão Extraordinária^
0 Vereador luiz Roberto Lopes de Souza, prosseguindo;"-
^Exatamente, nobre aparteante. Poi por isso q.ue eu disse que ,naq_uela ânsia de produzir receita, durante o recesso,
mos o ano legislativo,
do de afogadilho. Então
antes de nós iniciar -
esse Projeto de Lei veio à Casa e foi aprova-
, o Sr. Prefeito Municipal está simplesmentepurgando uma culpa, que, ele mesmo, tem que assumir, porque, ma Sessão, vou apresentar uma emenda a menção
lei original de 88, e
dificada”. - - - - _
na proa lei”, que não é a -
uma lei do apo passado, que deve ser mo- sim
Nao tendo havido solicitação de palavras, encerrada a -
discussão, passou-se à votação, artigo por artigo, do Irojeto de Lei 12/90, tendo o mesmo sido aprovado por unanimidade de votos. -
A vista do acima exposto,
aprovado, por imanimidade de votos
jeto de Lei nS 12/90.
n2
o Sr. Presidente declarou
em lã discussão e votação, 0 Pro
● ♦ ●
Nada mais tendo havido na Ordem do Dia, o Sr. Presidenem prosseguimento aos trabalhos, concedeu a palavra...
aos Senhores Vereadores em EXPLICi-ÇÃO PESSOiiX. -
0 Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza, ocupando a tri buna, disse, em síntese, o seguintes "Me traz à tribuna a resposta -
dc Sr. Prefeito Municipal ao Requerimento nS 016/90, de autoria do -
nobre Vereador José Alcides Eaneco. S. Exa
ac que lhe fci apresentado, dc Santuário,
te, a seguir.
ao responder responderacerca da conclusão da reforma da Praça- em Vila raceli, afirmou textualmente que coube a estepara 0 exercício corrente, de
● >
Vereador a diminuição da dctaçao, NCZS 1.500,000,00 para ÍICZ2 500.000,00, a pretexto de que eu solici tei RCZS 1.000.000,00 para construção de casas populares. 0 fato é~- verdadeirc. S6 que S, Exa,. omitiu que eu me bati pelo cancelamento -
da verba para construção do prédio da Polícia lü.litar, para amplia -
ção do Estádio Municipal "Frederico Ilatzeck", ~
trc Esportivo e Social e muitas outras obras' e postulando,juntamente com 0 nobre Vereador iofrânio Carlos Napolitano, inclusive,
construção das salas de aulas do CEI e da Escola Agrícola fosse
que nÓ9 entendiámcs desnecessa
● ● ● « ^
para ampliaçao do Cen
para queC4. CO
locada em substituição a essas obras,
rias e como prioritárias a educação rente. Não conseguiu S. Exa., e o atendimento da pcpulaçao ca
de forma alguma, comprometer a .ri nha -
pois continuo entendendo 'que praça é uma coisa -
que nac traz nenhuma melhoria à condição de "vida à nossa população ,
que Garça é uma cidade mtiito bem servida de
que fci feito na PTaça do Santuário,
pcis que a reforma da ilxminaçao seria sufici^ente para atender aos -
Vila /iTaceli. É contra isso é que bati, e ,
pcsiçac nest Cu Casa,
eis pro.ças, aquilo
era ccmpletamente desnecessário.
« ● «
reclamos da populaçao de na época do Orçamento, me pareceu que a impcítância de NCZS -
500.000,00 era mais do qa|,e suficiente e hcjej com certeza, S. Exa. -
vai gastar moiito mais de NCZS 1,500.000,00, para concluir aquela,.,- obra. Cutra questão, queime traz a esta tribi^na, é para chamar a
atençáo dos nobres coleis para que desperteji quando se discute cu -
se veta un Requerimento, que muita gente não. dá atenção ac fato e... que, as vezes, depois, te vê obrigado a tcno{r determinadas pesiçoes,
● ● ● ●“
Câmara OfiunicipaL de Garça
£slaâo St c5à» ^auto C07
que eu entende pessan accntecer, nas que, para mim, são ridíciaas. -
Ifle refiro ac fato de alguns Vereadores que teriam assinado uma decla
raçao ao Sr. Prefeito Municipal, afrimando - sei por ouvir dizer - -
de que, ao apresentar xm Requerimento, no ano passado, indagando a -
respeito de publicação, em jornal de líarília, citando a administra -
çio "I^za-Marangão", eu sustentei que aqrãlo era proibido pela Ccn£ tituição. Fiz mais: solicitei dc Gr. Irefeito a cepia das netas de -
empenho, no que f\ú acompanhado per esta Casa, pois o Requerimento -
fei aprovado por unanimidade; Remetido os deementes pelo Sr. Irefei
to Municipal, eu os encaminhei ao Ministério iúblicc, solicitando...
providencias. E, mais uma vez a Casa aprovou, per unanimidade,
minha prepesituna* Sinto saber que alguns Vereadores assinaram a de claração ac Sr. Irefeito, afirmando que a minha posição era política
e^isclada; e que c Sr, Irefeito Municipal era um cidadão honesto,que
nao pretendia mais ser candidato a coisa nenhuma. Sei que a bancada- da situação assinou e que, da nossa bancada, os Vereadores Yoshikaso Kakudate e João Serapiãc teriam assinado, não vi 0 documento
o
● ● ●
Eu nao vi. Confesso que eu
. Entende que o Sr. Irefeito líunicipal deve fender na Justiça, porque é um direito de todo cidadão se defender.-
Sc que eu acho que ele não deve, com isso, querer comprometer o bomentendimento nesta Casa. Da minha parte, confesso acs senhores que -
aceito como uma posição política. SÓ que, aos olhos do público, infeliznente, não fica sabendo desses detalhes, não fica bem a nos ,
Vereadores, aprovamos uma posição, através dc veto
querimente - ne lembro bem - foi assinado pelos Vereadores Afrânio -
Carlos Napelitajao, /mtenie /klexaridre Marques, José Alcides Paneco e
eu, que fui o seu autor. 0 Vereador Luiz Kunita estava licenciado e
o Vereador Sebastião Antonio Juliano, que estava em seu lugar também
assinou, bem como o Vereador Antonio Rodolfo Devito, também, e o que sei é que cs Vereadores feran chamados à Marília, para serem ouvidos na Seccional de lolícia. Rao gosto de ficar, aqui da tribuna, afir -
mando que estamos processando o Irefeito, porque já escutei, inclusi ve, de um membro do Ministério lúblico
se de
que,
»● ● . E aquele Re
que nao sabia ser eu o autor
dessas prcpcsitimras, desde a eleição de 82, que "alguém teria inten ção de tomar certos políticos da cidade como inelegíveis". Depois -
de ouvir essa declaração de um membro do Iilinistério lúblico, tenho a lamentar que alguém possa achar que se procura defender a l_e gislaçao, que se procoira demonstrar abuso do poder economico, num processo eleitoral, com a intenção de tornar inelegível. Nao é crivei
que as leis existam para serem descumpridas. Mas afirmo e afianço- -
-lhes que eu jamais vou abdicar do meu direito de exercer o
que me foi confiado pelo povo. losso, muitas vezes, dido nas minhas
eu SC -
● ● ●
iandatonao ser compreen
posiçoes, mas náo abdico do neu direito de exerce- -
^ assim como V. Exas. podem ficar à vontade, mas não fica bem... nos voltarmos atrás aquilo que nós aprovamos por unanimidade na Ca -
esse jornal de Marília, que nós distribuímos, hoje ,
me trouxe \ima grata surpresa, porque ei^ não esperava que c repórter,
que me^prccurcu, realuente, fosse publijcar essa entrevista. Não pelo 0 que é o seu conteúdo. Mas, miiíto mait, pelo espaço que foi dado Vereador de Garça, porque eu pensava que esse jcmal estivesse, -
é propalado pela cidade, fazendo dampanlia política do
Daí, a m:^nha surpresa , que em
-Ias,
sa. Finalmente,
a
um
como
Irefeito a Deputado Estadual.
nosso ex-
Câmara IfiunicipaL de Garça
-íila^c (5» C^òtf ‘^aulo COS
♦
Karília existe un espaço na inprensa para xai Vereador ou para un po lítico de nossa cidade cu, enfiuj un espaço aberto para divulgar os
prcblenas da nossa conunidade". ------------ — - _ _
0 Vereador George /aitonio Nogueira, ocupando a tribuna,
disse, en síntese, o seguinte: "Ocupo a tribuna para, inicialnente ,
falar ccn relação ao dcctuiiento assinado. É lon dccunento que o Sr,Ir_e
feito Municipal pediu que fosse assinado, para dar una fcrça a ele e
que consistiu no seguinte: não se referia ac Requerinento desenvolví
dc pele nobre Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza, ne..? se tratava -
de un oficio en que se denonstriva que o Sr. Irefeito Municipal tenagido con toda a sua henetidade, en todos os seus atos que ten reali zado. SÓ isso. E ne lenbro ben que eu tanbén assinei aquele Requerínento fomixladc pelo Vereador, porque achei que, realnente, quen ten culpa no Cartório, ten nais do que pagar, SÓ ressalto isso:
aquele dccunento do Sr. Irefeito Municipal,
conduta dele, eu não tenho nado
de henen honesto. Assinei o referido docunâíitc e não tenho que vcl -
tar atrás, da nesna naneira que eu assinei aquele Requerinento. _
do tanbén c nebre Vereador pela excelente colocação que teve, quando dc entrevistado, na apresentação dessa natéria, pois foi un valor, -
não só ressaltado pelo Vereador Luiz Roberto Lopes de Souza, loas sin fei tanbén un destaque, todo especial, para toda a cânara Kunicipalde Garça".
assineiperque, ccn relação à... en contrário, porque é una conduta -
SaúNao tendo havido nais Vereadores inscritos en Explica -
çac xessoal 0 Sr. Iresidente, a seguir, declarou encerrada a presen te Sessão Crdinária, -
>
, Secretário, lavrei a pr^ -
crevi, juntanente ccn o Senhor -
Eu
sente Ata, fiz
Iresidente. -
a su
IRESIDENTE