| Tipo | Projeto de Decreto Legislativo |
|---|---|
| Número / Ano | 3 / 2015 |
| Date | 2015-12-14 |
| Ementa | OUTORGA TITULO DE CIDADAO ITAPUIENSE A PAULO FERRAZ COSTA NEGRAES. |
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Câmara Municipal dE a FLAPUI PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 03/2015 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2015. OUTORGA TÍTULO DE CIDADÃO ITAPUIENSE AO SENHOR PAULO FERRAZ COSTA NEGRAES E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Os Vereadores abaixo assinados propõe ao Douto Plenário o presente projeto de Decreto Legislativo, para apreciação e votação. Artigo 1º)- Fica outorgado o Título de Cidadão Itapuiense ao Senhor PAULO FERRAZ COSTA NEGRAES, em reconhecimento pelos excelentes e relevantes trabalhos realizados em prol do Município de Itapuí. Artigo 2º)- As despesas decorrentes com a outorga da honraria, correrão por conta das verbas próprias consignadas no orçamento. Artigo 3º)- Este Decreto Legislativo entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Câmara Municipal de Itapuí, 14 de deze: Vereador ALFRE FILHO Praça da Matriz, 42 - Centro - Fone (14) 3664 1251 www.camaramunicipalitapui.sp.gov.br Câmara Municipal de , FLA PUI DD (6a) DENILSON MIGU Ea DA SILVA MASSETTO [pda Za JOSÉ ROGE ÉTO GONCALVES M Praça da Matriz, 42 - Centro - Fone (14) 3664 1251 www.camaramunicipalitapui.sp.gov.br L CÉDULA DE IDENTIDADE NACIONALIDADE BRASILEIRA -ngos Lobuto da Gosta No ra CEEE Diva Ferrag Costa Neeraes f POssGat quo DN CAIXA POSTAL, 29- 17230-000 ITAPUÍ - sp TRIDENT 014) 3664-8000 (014) 3664-8001 fl tndentOtrident com br “| ARMANDO AYRES, ATÓNIO, OSW ALDO, AFONSO, GUIOMAR, M CONSTANTINO e FRANCISCO. Não sei quais nasceram em Caite h TRIDENT - INDUSTRIA DE PRECISÃO LTDA Edi ANOEL JOSE, — tee Jahu. Nas primeiras décadas do século 19, a região centra) do Estado de S.Paulo começou a ser desbravada, e seu solo, quase todo de terra escura, riquíssimo para a agricultura e pecuária, começou a atrair nossos antepassados, O primeiro parente nosso a conhecer à Região central do Estado de S. Paulo foi o nosso bisavô CONSTANTINO FRAGA, que ficou encantado com à riqueza do solo e resolveu juntar todos os seus bens é família, descer de barco pelo Tietê até Potunduva (mais de 300 km), e, no lombo de cavalos (ainda não havia estrada) andar mais uns 20 km até Jahu, que estava nascendo, Por influência de nosso bisavô Constantino, nosso avô Manoel José da Costa Negraes acabou vindo para Jahu, cuja cidade já havia sido Planejada com muitos quarteirões e 2 grandes jardins, Não sei a data certa de sua vinda, mas tudo indica que foi na década de 1840, com Pouco mais de 30 anos. Comprou um bom terreno em frente ão jardim de baixo e construiu um grande armazém, daqueles que y endiam de tudo: alimentos, roupas e calçados, ferramentas e, em Poucos anos, era o maior comerciante de Jahu, Também comprou um lote de esquina na rua que hoje se chama Edgar Ferraz, e construiu uma grande casa. Apesar de o lote ser grande, quase !4 do quarteirão, a casa foi construída na calçada da esquina, com as janelas há quase 3 mts de altura, Era uma prática comum nas famílias ricas, fazerem suas casas nas calçadas, com as janelas bem altas, porque familias ricas não permitiam que as filhas tivessem contacto físico com os numorados. Nem na mão podiam encostar. O namorado ficava horas na calçada, todas as noites, conversando com a namorada. A casa existe até hoje (rua Edgard Ferraz nr. 259). É muito bonita. Aquelas 2 fotos em que as famílias aparecem, que parece uma chácara, foram tiradas no quintal da casa, Infelizmente, neste exato momento, a casa está sendo demolida para instalação de um órgão público no local, mas como se trata de um patrimônio Público histórico, a fachada não foi demolida e será preservada, Antes de terminar as informações que consegui, vou contar um fato histórico de nossa família, que traduz muito bem nossa origem: Um dos filhos de nossa bisavó Bernardina Fraga e seu irmão Constantino Fraga, nosso tio-avô chamado Manoel José Gonçalves Fraga, formou-se padre e veio em 1826 para Caitete, para tornar-se Vigário Geral, Sabendo que há alguns quilômetros de Caitete existia um lugar onde alguns caitetenses achavam diamantes, resolveu visitar o local & em poucos anos tinha quase 200 escravos trabalhando na mina e tornou-se arqui-milionário. O local hoje é uma importante cidade de Minas Gerais e chama-se DIAMANTINA! - Eta família de bons comerciantes e bons empresários. Não negamos nossa origem! Estou mandando para você um e-mail do convite que recebi da Hebraica, comprovando a nossa origem! Um forte abraço do primo, PAULO FERRAZ COSTA NEGRAES “Rua José Antônio, IR = Diario IndustridF-ITAPUL Sp Inscrição estadual: 377.000.105.113 “CNPJ: 50.029.602/0001-40 > Btiiçdo estadual: 377.0 AZ EE ON A HISTÓRIA DA TRIDENT 15/05/02 A história da Trident começou em 1954 na rua São Bento, bem no centro de São Paulo, Capital, como uma copiadora heliográfica para cópias de projetos e desenhos arquitetônicos. Chamava-se Copiadora Centenário, pois foi fundada no ano em que à Capital completava 400 anos. Aproveitando o bom relacionamento com meus clientes, que eram engenheiros, arquitetos e construtoras, resolvi montar em anexo uma pequena papelaria, especializada apenas em materiais para desenho técnico, como: papel vegetal, lapiseiras, canetas e penas para desenho, réguas de precisão, compassos, gabaritos, normógrafos, escalas e produtos para topografia. Dois anos depois, vendo que tudo o que vendia era importado da Alemanha, dos Estados Unidos e Inglaterra, aceitei uma oferta e vendi a copiadora e a papelaria. Com O dinheiro iria tentar fabricar no Brasil aqueles produtos que eram importados. Meu primeiro produto foi um percevejo com 3 pequenos dentes, que, naqueles tempos, era obrigatoriamente usado para fixar o papel na prancheta de desenho. Já havia a etiqueta adesiva para fixar O papel, mas ninguém a usava porque ela deixava um resíduo de cola na prancheta, que só saia com álcool e como as pranchetas eram envernizadas com verniz á base de álcool, se o usasse para limpar o resíduo, o verniz também saía. Esse meu primeiro produto, com qualidade igual aos importados, mas bem mais barato, ninguém quis, porque os produtos nacionais eram rejeitados por sua má qualidade. Desanimado, pois havia investido grande parte do meu dinheiro na compra de uma prensa e numa matriz para estampar os percevejos, resolvi vender percevejos alemães. Levei uns textos para O ferramenteiro alemão, que havia produzida minha matriz, e pedi que os traduzisse. A quantidade ficou “50 STUCK”e a qualidade ficou “ALLERFEINSTE QUALITAT”. Desenhei um lindo logotipo para a nova embalagem, imitando uma caixinha de fósforos e tirei o “E” da Tridente. Em poucos meses fiquei dono do mercado. E minha empresa ficou conhecida como TRIDENT. Esse produto há muitos anos caiu em desuso, mas o nome Trident permaneceu porque já havia iniciado a fabricação de dezenas de outros produtos, sempre com alta qualidade, e a Trident começou a crescer. 9 anos depois resolvi mudar-me para o Interior, porque São Paulo vivia um período de pleno emprego e não conseguia arrumar empregados com nível ginasial, condição indispensável para manter a alta qualidade exigida em meus produtos. Se o jovem tinha boa alfabetização ou curso ginasial, aprendia datilografia e preferia trabalhar em loja ou escritório. Já no Interior, principalmente nas cidades médias e pequenas, todos os jovens que moravam no perímetro urbano faziam o curso ginasial e, por isso, sobrava mão-de-obra bem alfabetizada, mas, como não haviam empregos, acabavam tendo que mudar-se para as cidades maiores. Essa mudança para a pequena Itapui foi a coisa mais certa que a Trident fez. Com uma mão-de-obra de excepcional qualidade e muito dedicada, na década de 1970, na era de ouro do governo militar, já inaugurávamos uma nova fábrica para comportar, no mínimo, 1.200 empregados e pouco tempo depois, com um quadro de mais de 500 empregados, não só abastecíamos o mercado interno como passamos também a exportar para os EE.UU., América Latina, Europa e Japão. 32 países no total! Nossa qualidade ficou imbatível na área de produtos para engenharia, topografia, arte e desenho técnico. Mundialmente reconhecida! Só que, graças a esse governo incompetente do PT, supervalorizando o Dollar para combater a inflação interna, hoje temos uns 300 funcionários em vez dos 1.200 que deveríamos ter. Nosso preço é, no mínimo, 3 vezes mais caro do que qualquer produto importado. Com a compra de um carro nacional, dá para comprar 3 fabricados no México e 1,1/2 fabricado nos EE.UU. onde a mão de obra é 4 vezes superior à nossa! Esse problema não é só de minha empresa, mas de todas as que exportavam. Quantos milhões de empregos 0 Lula e a Dilma mataram!!! PAULO FERRAZ COSTA NEGRAES 15/05/2004 to A INDUSTRIALIZAÇÃO DE ITAPUI Nos idos de 1964, quando a Trident mudou-se de S.Paulo para Itapui. a cidade e praticamente toda esta Região atravessava a maior crise de sua história. A cana de açúcar, que não fixa ninguém no campo, estava tomando conta de tudo. Os cafezais estavam sendo erradicados e grandes tratores promoviam uma tremenda destruição: árvores, pomares maravilhosos, casas de sede, casas dos empregados, tulhas e armazéns para armazenamento de grãos. lagoas e até pequenas hidroelétricas, tudo era destruído. Os entulhos resultantes de tanta destruição era empilhado em pequenas montanhas que existem até hoje por toda a nossa Região. O Município de Itapuí, que já havia tido 16.000 habitantes, dois anos depois estava reduzido apenas à população urbana, ou seja, uns 4.000 habitantes. Hoje. 50 anos depois, tem uns 15.000. Só quem assistiu esta transformação, pode fazer uma idéia da tragédia que ela representou para esta Região. Por sorte, na época estava nascendo no ABC a indústria automobilística e foi lá que a quase totalidade da população rural conseguiu recomeçar suas vidas. Ainda hoje é difícil achar algum itapuiense que não tenha algum parente no ABC. Em fins de 1963, já com intenções de trazer minha pequena fábrica para o Interior. procurei o prefeito já eleito, mas que ainda não havia tomado posse. para saber se haveria alguma chance de ser asfaltada em poucos anos a estrada Itapuí-Jaú. Nunca esquecerei a vibração de alegria do eleito. sr. Antonio Guerrisi. naquele momento. Como poderia existir um louco querendo vir para uma cidade que estava acabando”? Para ele era algo inacreditável. Garantiu que poderia trazer minha fábrica, vinculada à sua palavra de que em no máximo 2 anos a estrada estaria asfaltada. E, em 1966 a nova estrada estava entregue. Após 47 anos, o asfalto ainda é o mesmo, só sofreu remendos. Sua boa qualidade se deve á fiscalização que ele exerceu , acompanhando pessoalmente desde os trabalhos de terraplanagem até espessura e compactação das camadas de pedras e a espessura e qualidade do asfalto. Passava os dias lá. Só faltava dormir na obra. A razão da vinda da Trident para o Interior, foi a busca de mão-de-obra mais alfabetizada. O ramo de alta precisão a que estava se dedicando, não permitia empregar analfabetos. Em São Paulo, na época, uma moça alfabetizada ia trabalhar como balconista. Com boa alfabetização, aprendia datilografia e ia trabalhar em escritório. Para fábricas só sobravam analfabetas. Eu sabia que no Interior todos faziam o curso ginasial e, portanto, sobrava mão-de-obra de alta qualidade. Numa região bem alfabetizada, como é todo o nosso Interior, uma indústria representa, na maioria das vezes, o complemento de ensino que estava faltando para desenvolver as habilidades de seu povo. Porque Jaú é um pólo de calçados femininos? Franca de calçados masculinos? Birigui de calçados infantis? Cabrália Paulista de caixões de defunto? Ibitinga de bordados? Bocaina de luvas? — É porque existiu um pioneiro. Em Itapui não foi diferente. A Trident representou o alicerce para o desenvolvimento da criatividade de um povo muito habilidoso. Nenhuma cidade aqui da Região, com população ao redor de 15.000 habitantes possui um distrito industrial tão grande. São dezenas de indústrias, algumas já muito importantes, que colocam seus produtos em todos os Estados brasileiros.A Trident, talvez, tem sido a mais beneficiada com a qualidade e habilidade de seus trabalhadores. São eles que nos tem proporcionado as condições de diversificar nossas linhas de produção e ganhar mercado no exterior. Já chegamos a exportar para 32 países, mas Hoje, com o dólar super-desvalorizado, só exportamos para EUA, França e Alemanha, porque não podemos perder aqueles 3 grandes revendedores. Sabemos que se continuarmos com o Real super-valorizado, vamos acabar que nem a Grécia. Outro setor muito importante em nossa pequena cidade, que já compreende 3 importantes empresas, com centenas de empregados. é o de abatedouros avícolas e reaproveitamento dos respectivos resíduos, que teve como pioneiro o casal Neusa e Tirso do Prado. PAULO FERRAZ COSTA NEGRAES Escrito em 17/08/07 CAMINHANDO PARA O SAARA Não é preciso ser muito inteligente para entender o nosso futuro. É só sair numa estrada qualquer, nos meses de maio a dezembro e olhar para o horizonte. Aquela fumaça que você está vendo é a mesma que vão ver aqueles que lá estão se olharem para onde você está. São 8 meses de intensas queimadas para baratear a colheita e produzir combustível “ecologicamente correto”. Mais ecologicamente incorreto, impossível! Á noite, olhe para o Céu! Você vai ver apenas poucas estrelas. só aquelas com luz mais forte. Nos meses de maior concentração da fumaça, por curiosidade, procure achar o Cruzeiro do Sul. Não vai conseguir encontra-lo. porque só 1 ou 2 de suas estrelas, as mais fortes, estarão visíveis! Apaixonado por ecologia, amante da natureza, tenho acompanhando o que está acontecendo com o nosso clima. A cada ano as chuvas estão ficando mais raras e os vendavais mais fortes. No ano passado, pela primeira vez vi, ao vivo, um pequeno ciclone, tipo funil, que, felizmente, destruiu apenas 1 pé de eucalipto. De começo de março á fim de outubro, onde moro choveu forte apenas 2 ou 3 vezes. Nas poucas casas que ainda restam na zona rural, os poços periodicamente precisam ser aprofundados. Alguns, com mais recursos, substituíram os poços comuns por poços artesianos profundos. Como será o nosso clima e nossa qualidade de vida, daqui há uns 50 anos? Não tenham dúvidas, a cana colhida com fogo vai nos transformar num gigantesco semi-árido, como já fez com os estados do Nordeste. Não existe mistério, o clima é uma interligação de fatores. O respeito ao meio-ambiente é o fator nr. 1 para a sincronia do clima, não só local, mas mundial. As queimadas também estão causando um seriíssimo problema na saúde da nossa população. Todo mundo com tosse e irritação nas vias respiratórias. Se não tiver tempo para pesquisar junto aos médicos e hospitais, faça uma pesquisa com seus familiares e amigos! A desculpa de que é o clima seco que causa este problema é muito esfarrapada. Se fosse verdade não moraria ninguém no Norte da África (Líbano, Israel, Egito. etc.) ou em boa parte da Ásia. O argumento de que a mecanização da colheita da cana, sem queima, vai causar desemprego, é inconcebível. É melhor deixar aqueles pobres coitados lá na terra deles, do que trazê-los para submetê-los a um trabalho tão escravo que limita suas vidas úteis a, no máximo, 12 anos! Quanto à outra desculpa, de que não é possível a mecanização de terras com muita inclinação, também não se justifica. Nas áreas em que a terra for muito inclinada, plantem mandioca, milho, café, mamona, laranja, abacaxi, algodão, reflorestamento, etc., etc.. Está certo que essas áreas não vão dar o mesmo lucro fantástico da cana, mas darão empregos o ano inteiro sem prejuízos, ajudarão bastante o futuro de nossas crianças e, certamente, afastará o Saara de nós. Que saudade do nosso antigo Interior, quando a zona rural era habitada! Hoje só sobraram as cidades, que vivem da industrialização. A zona rural é um imenso vazio humano. Quanta tradição agrícola já foi jogada no lixo! Que vai ser da Região Centro-Sul do Brasil quando o hidrogênio. o lítio ou a nanotecnologia dominarem o setor energético? Dentro de uns 30, no máximo 50 anos, o pânico no setor já estará acontecendo. Vai ser a consagração do MST, pois os filhos dos antigos fazendeiros nem sabem mais onde ficam suas fazendas. Paulo Ferraz Costa Negraes Escrito em 01/11/07 Ofício nº 0305/2015 Senhor Prefeito estima e consideração. Exmo. Sr. JOSÉ EDUARDO AMANTINI M.D. Prefeito Municipal de ITAPUI- S.P. Através do presente, cópia dos Decretos Legislativos nº 00 Aproveito à oportunil Câmara Municipal de JITAPUÍI Itapuí, 16 de dezembro de 2015. cumpre-nos encaminhar para a ciência de Vossa Excelência 3/2015 e 004/2015. dade para renovar à Vossa Excelência, nossos protestos de Presidente Praça da Matriz, 42 - Centro - Fone (14) 3664 1 251 www.camaramunicipalitapui.sp.gov.b! Câmara Municipal de ITAPUI DECRETO LEGISLATIVO Nº 03/2015 DE 15 DE DEZEMBRO DE 2015. OUTORGA TÍTULO DE CIDADÃO ITAPUIENSE AO SENHOR PAULO FERRAZ COSTA NEGRAES E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A Câmara Municipal de Itapuí, Decreta: rgado o Título de Cidadão Itapuiense ao Senhor Artigo 1º)- Fica outo PAULO FERRAZ COSTA NEGRAES, em reconhecimento pelos excelentes e relevantes trabalhos realizados em prol do Município de Itapuí. Artigo 2º) As despesas decorrentes com a outorga da honraria, correrão por conta das verbas próprias consignadas no orçamento. Artigo 3º)- Este Decreto Legislativo entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Câmara Municipal de Itapuí, 15 de dezembro de 2015. Praça da Matriz, 42 - Centro - Fone (14) 3664 1251 WWW. camaramunicipalitapui.sp.gov.br