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materia nº 85/2000

Tipo Projeto de Lei Ordinária
Número / Ano 85 / 2000
Date 2000-12-11
EmentaDENOMINA TREVOS LOCALIZADOS EM ENTROCAMENTO COM A AVENIDA MONSENHOR DEMOSTHENES PARANA BRASIL PONTES. INTERESSADO: MARCIA ROTTA E OUTRO.
native_id13558

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| de .
PIC
Câmara Municipa de
Estado do São Pulo
Projeto de Lei nº “ de
Denomina trevos localizados em entroncamento com
a Av. Monsenhor Demosthenes Paraná Brasil
Pontes.
FAÇO SABER, que a Câmara Municipal de Mococa, em
Sessão realizada no dia de de . aprovou Projeto de
Lei nº. /2.000, de autoria da Vereadora Márcia Rotta, e eu sanciono e
promulgo a seguinte Lei:
Art. 1º. — O trevo localizado no entroncamento da Rua El
Salvador com a Av. Monsenhor Demosthenes Paraná Brasil Pontes passa a ser
denominado de: TREVO JERÔNIMO SOUZA.
Art. 2º. - O trevo localizado na Av. Monsenhor
Demosthenes Paraná Brasil Pontes, confrontante com a Praça Pedro Dias de Lima
passa a ser denominado de: TREVO FRANCISCO PEDROSA.
Art, 3º. - O trevo localizado no entroncamento das vias: Av.
Monsenhor Demosthenes Paraná Brasil Pontes, Rua Nicolau Paione, Rua Joana Z.
Naufel é Rodovia SP 340, passa a ser denominado de: TREVO ANTÔNIO
CARLOS DE ABREU.
Art. 4º. - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação,
revoga-se as disposições em contrário.
Plenário Venerando Ribeiro da Silva, 11 de Dezembro de 2000.
Ed):
Nm ROTTA
Vereadora
a D PERE
RICO PEREIRA LIMA
Vereador
Estado de São Paulo
——.
DESPACHOS
DESPACHO [projetodeLeimr, 25 [2000
A(s) Comissões.
Armando Calió
Presidente
dr
1 Câmara Municipal de Mococa
— bmgándo
COMISSÃO ESPECIAL
REFERÊNCIA :- PROJETO DE LEI Nº.85/2000
INTERESSADO : - MARCIA ROTTA E AMERICO PEREIRA LIMA
RELATOR :- ITALO MAZIERO JUNIOR
ASSUNTO :- Denomina trevos localizados no entrocamento com a
Avenida Monsenhor Demosthenes Parana Brasil Pontes
Como relator da presente matéria, após estudos
detalhados da propositura, que examina dentro dos aspectos exigidos por disposições
Regimentais da Casa, bem como sua procedência e fundamentos, resolvo acolhe-la como se
encontra redigida, exarando parecer F. AVORÁVEL à sua aprovação.
Sala das Comissões, 11 de Dezembro de 2000
E Os
Italo Maziero Junio
Relator
EmcoD pve aces folk
fo FRT 2º: Apos VEprosa, aces
Ce tafêms é - Fido.
APROVADO as
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ps “ an =)
Presidente
- Luiz Adnando Cálió
| Presidente
Data de nascimento: 20/07/1902
Local: Cajuru (SP) Fazenda Cubatão
Data de falecimento: 11/12/1986, aos 94 anos
Local: Mococa
Formação educacional
Primário: Cajuru
Ginásio: Poços de Caldas - Colégio interno dos padres maristas
Colegial: Ouro Fino - Colégio interno de Ouro Fino
Especialização: Contabilidade, em Mococa
A Família
Pai: José Joaquim de Sousa
Mãe: Josephina Ribeiro de Sousa
Esposa: Leonor Pricoli de Sousa (falecida)
Filhos: Marieta Pricoli de Sousa (falecida), José Joaquim de Sousa, Maria
Josephina Pricoli de Sousa, Paulo Jerônimo de Sousa, Maria Leonor Pricoli de
Sousa, Luis Antonio de Sousa.
Netos: Leonor Angela de Sousa Pizzolia, Ana Amélia Catalano de Sousa, Maria
Raquel Catalano de Sousa, Gabriela Duarte de Sousa, João Duarte de Sousa.
Bisnetos: João Felipe Pizzolla Rodriguez, Carolina Rocchi.
Formação Profissional
Ingressou no Banco F.Barretto aos 18 anos, em 1920, onde trabalhou por toda a
vida. Foi contador, gerente da Matriz do Banco, em Mococa, Gerente Geral do
Interior, Conselheiro da Instituição. Sessenta anos de serviços prestados às
empresas do Grupo F.Barretto.
Fez parte da administração do Asilo de Mococa, da Santa Casa de Misericórdia e do
Abrigo. Foi membro do Conselho Fiscal da Companhia Força e Luz, da Metalúrgica
Mococa e cuidou da contabilidade de fazendas na região. Foi também um dos
fundadores do Rotary na cidade.
dy dy
Matéria publicada no jornal A Mococa,
em 18 de julho de 1992
Por Leonor Pizzolla
OS 90 ANOS DO MEMORÁVEL “SEU” JERÔNIMO
“Se pudesse eleger um exemplo de brasileiro, este homem seria sr.
Jerônimo.” Referindo-se a Jerônimo Sousa, que no dia 20 deste mês completa 90
anos, Luiz Figueiredo Barretto sintetiza com emoção o sentimento de carinho e
admiração dos amigos, dos parentes e de todos os que com ele tiveram e têm
oportunidade de conviver. Sua história resume a trajetória do País e do mundo
neste século, tal a diversidade de épocas que já percorreu. Como um personagem
vivo da história, recorda fatos históricos com riqueza de detalhes e datas precisas,
com humor e lucidez admiráveis. As grandes amizades e os frutos colhidos por um
comportamento sempre afável e digno deram-lhe um lugar ímpar na sociedade
mocoquense e lhe proporcionaram uma carreira brilhante, cujo maior destaque
está nos mais de 60 anos de trabalho ininterruptos dedicados ao Banco F.Barretto.
Nascido em Cajuru no ano de 1902, na Fazenda Cubatão — que faz
fronteira com as terras de Sampaio Moreira --, Jerônimo Sousa teve uma infância
rural, típica do começo do século. Seu pai, José Joaquim de Sousa, foi casado
com dona Josephina Ribeiro de Sousa. Só tiveram um filho. O menino Jerônimo
brincava de pés no chão, na terra roxa e fértil que caracteriza a região. Para lhe
zelar as travessuras, uma preta velha, remanescente do período da escravidão.
Uma das recordações que lhe apertam a alma vem de quando seu pai, contra sua
vontade, passou a carinhosa senhora a outro patrão. Nunca mais ele se esqueceu
daquela mulher subindo no carro-de-boi, acenando-lhe um adeus com lágrimas
nos olhos. As terras da Fazenda Cubatão ainda hoje guardam a velha roda
d'água, as construções seculares e a bela corredeira de pedras.
Bom papo, seu Jerônimo recorda de seu período de estudos no
colégio intemo de Ouro Fino, onde tomava banho gelado ao amanhecer, em pleno
invemo. Aluno aplicado e inteligente, recebia todos os anos homenagens por seu
desempenho de destaque entre os colegas. Esta capacidade de pontificar deu-lhe
liderança e reconhecida competência para, com seu trabalho e sua visão de
futuro, ajudar a fazer do Banco Barretto a grande instituição bancária que foi.
Trazido por seu pai para empregar-se na então Casa Bancária de
Francisco Muniz Barretto, na próspera Mococa de 1922, seu Jerônimo chegou
como um rapaz assustado e receoso de seu novo desafio. Em carta-depoimento a
respeito do amigo Jerônimo, José Mônaco, saudoso chefe, declara: “Chegou até
nós, pelas mãos de seu pai- um rapaz magro, pálido e de olhos meio
esbugalhados para iniciar sua carreira bancária. Em pouco tempo, tomou
conhecimento de todas as suas funções, a ponto de tomar-se de imediato meu
auxiliar direto e sucessor natural”.
Jerônimo Sousa foi gerente geral do Banco F.Barretto e principal
incentivador de Francisco Muniz Barretto a expandir os negócios e abrir agências
por todo o interior e também na Capital. “Seu Chico”, como era tratado pelos
amigos, confiou a Jerônimo seus filhos Francisco, Felismino e Luiz para que lhes
ensinasse as primeiras noções de contabilidade. Mais tarde, eles presidiram com
brilhantismo o Banco F.Barretto S.A., tornando-se chefes estimados e amigos.
O modelo de correção que ele foi no trabalho pode ser exemplificado
por um detalhe que já faz parte da história do Banco: em 63 anos de atividade,
seu Jerônimo não teve uma falta sequer. Certa vez, foi passar um feriado
prolongado em Cajuru e, na volta, desabou uma tempestade, seguida de uma
enchente apocalíptica. Caíra uma ponte. Seu Jerônimo conseguiu atravessar o rio,
caminhou alguns quilômetros no lodo, alugou mais adiante um burro, galgou nele
outros quilômetros de caminho íngreme e desvios e chegou a sua mesa de
trabalho no início do expediente. Sem qualquer entrada triunfal, com a mesma
discreta compostura e simplicidade dos dias comuns.
Quando se aposentou, já residindo em São Paulo, ganhou uma sala
especial no gabinete da Diretoria do Banco, uma sala com telefone, secretária e
muito conforto. Sempre que alguma personalidade ou um cliente especial ia visitar
o Banco F.Barretto, os diretores levavam-nos aos gabinete para conhecer seu
Jerônimo. Ele conta isso com seu imutável senso de humor:
- Depois de velho virei peça de museu... Os mocoquenses
orgulham-se do papel de relevo que seu banco exerceu na história financeira de
São Paulo. Até isso seu Jerônimo relembra com carinhoso humor, citando a placa
que o banco ostentava na fachada, e que proclamava com vaidade: “Banco
F.Barretto. Matriz: Mococa. Filial: São Paulo”.
Temperamento plácido e sereno, profissional compenetrado, ele
soube enfrentar as grandes turbulências da história, conduzindo com tranquilidade
e sabedoria seu trabalho. Passou incólume pelas revoluções de 1924 e 1932,
época em que o Estado de São Paulo ficou isolado do restante do País. Assistiu
às invasões a Mococa pelas tropas mineiras. Recebidos com resistência
silenciosa e pregos no chão, os mineiros batiam em retirada com os pneus furados
e os cavalos escorregando. Sofreu as consequências das duas Grandes Guerras
Mundiais, quando houve racionamento de comida e as pessoas precisavam
enfrentar longas filas para comprar cotas mínimas de pão e açúcar. Presenciou as
legendárias enchentes do Ribeirão do Meio. Com a quebra da Bolsa de Nova
York, em 1929, viu muitos fazendeiros e comerciantes da região dormirem ricos e
acordarem pobres. “Nesta época, muitas fortunas viraram cinzas, e alguns barões
do café se tornaram, do dia para noite, homens de chapéu na mão. Só os
competentes sobreviveram”, conta ele.
Seu Jerônimo também recorda com humor a vinda ao País de
Nelson Rockfeller, empresário americano e uma das maiores fortunas mundiais da
época, que visitou Mococa em 1951, para tratar dos seus interesses no setor
agrícola. Ele conta que o americano, ao receber em solenidade o título de Cidadão
Mocoquense, viu Luiz Armando Trovo passar com um dos seus carrinhos antigos,
relíquias que o pai conservava com apreço. Rockfeller não teve dúvidas. Deixou a
pompa de lado e foi dar uma volta no carrinho de rodas de madeira, deixando as
autoridades às voltas com a quebra dos horários e do protocolo.
Apesar de todo o desenvolvimento da indústria automobilística no
País, seu Jerônimo nunca dirigiu. Carro, para ele, só se for com motorista. Mas
este pequeno detalhe nunca foi problema para ele. Durante todos os anos no
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Fls. nºS
| Proc Pb3 dy
Banco F.Barretto, cumpriu religiosamente a pé o trajeto da esquina da rua Estébio
Ribeiro com a XV de Novembro — onde fica o casarão que construiu e no qual
viveu por muitos anos — até a Praça do Rosário, seu endereço de trabalho.
Para exemplificar a ingenuidade dos homens do seu tempo, resume
a chegada do Homem à Lua, o que o emocionou e que foi um dos acontecimentos
mais marcantes da História recente. No dia de seu aniversário, 20 de julho de
1969, Jerônimo Sousa assistiu à “transmissão via satélite”. Para muitos que
viveram uma época em que o principal meio de transporte eram a charrete e O
burro de carga, e a televisão era uma caixa de imagens pronta a explodir, a
proeza do Homem modemo era digna de pelo menos desconfiança. “A maioria
das pessoas zombava da transmissão, afirmando que aquele filme era um truque
de montagem de americanos espertos”, conta, divertido.
Generoso e altruísta, ele dava amparo e incentivo a quem lhe
procurava no banco, para aconselhar-se ou fazer dele consultor para seus
negócios. Como gerente, autorizava empréstimos a quem não se dava mais
créditos, sempre com a teoria de que se deve dar uma segunda chance a quem
erra. A outros deu estímulo e condições para vencer na vida. José Eugênio
Sobrinho — o Zé da Ema --, hoje diretor de Recursos Humanos da empresa de
energia elétrica Celtins, relembra o apoio no início humilde de carreira: “Eu era
funcionário da Ema (empresa de mecanização agrícola em Mococa). Quando me
associei a dois sócios de recursos para tocar a empresa, era O único que
precisava de ajuda financeira. E seu Jerônimo foi meu grande incentivador”.
Muitos lembram do seu Jerônimo como um benfeitor, uma pessoa de
grande coração, a quem devem sua casa própria ou tratamento de saúde de
parentes. Jerônimo Sousa também fez muito por Mococa. Participou da
administração da Santa Casa de Misericórdia, do Asilo, do Abrigo, fazia a
contabilidade da Companhia de Força e Luz e foi do grupo fundador do Rotary na
cidade, entre outras atividades. Fez grandes amigos. Carlos Baptistella, Helio
Destro, Mateus Andreoli, Custódio Caravieri, os Barretto e tantos outros já
falecidos, foram seus companheiros de trabalho e sempre lhe devotaram
admiração e respeito.
Tímido, ele sempre foi avesso a homenagens. Certa vez, o prefeito
Lu Amato decidiu conferir-lhe o título de Cidadão Mocoquense, e a solenidade
começou a ser preparada, com a participação dos políticos e personalidades do
município. Ao saber dos preparativos, seu Jerônimo recusou com veemência a
honraria, com um argumento definitivo e que calou a todos:
- Vivo em Mococa há décadas, já sou mocoquense. Portanto, não
preciso ser declarado cidadão daqui. Já o sou... Mas uma homenagem ele achou
que poderia aceitar, em consideração à paixão nacional, o futebol. Deu o chute
inaugural do Estádio São Sebastião.
A nova geração o vê sempre com muito carinho. “Sempre que
passava na frente do banco, olhava para dentro e via seu Jerônimo, sempre
sorrindo e conversando com alguém”, lembra o prefeito Chico Guerra. Os 90 anos
de Jerônimo Sousa lembram a inscrição que o Banco F.Barretto ostentou no
prédio da Praça do Rosário, “Fundado em 1902” — mesmo ano de seu nascimento.
Atualmente, seu Jerônimo vive em São Paulo, contrariado com frio e com
saudades da terrinha. Sempre que pode vai rever os amigos e dar suas voltas
| Fis. n.º9
oo 8 dm
pelas praças das palmeiras imperiais, para respirar os ares que lhe devolvem a
alegria de viver.
A FAMÍLIA
Jerônimo Sousa foi casado com dona Leonor Pricoli de Sousa,
mocoquense, com quem teve seis filhos. Ficou vitivo muito cedo, aos 47 anos,
quando o filho mais novo, Luis Antônio, completava 7 anos, e a mais velha,
Marieta, tinha 18 anos. Homem firme e de grande coragem, reuniu os filhos no dia
da morte da esposa e declarou, quando prestimosos familiares se prontificavam a
dividir as crianças para a guarda: “Meus filhos, preciso muito de todos vocês,
neste momento e na nova vida que nos espera. Vocês ficam comigo e vou tentar,
a partir de agora, ser pai e mãe ao mesmo tempo”. E assim foi. A fidelidade à
companheira de tantos anos transcendeu à morte. Ele não mais se casou.
Paulo Jerônimo de Sousa — o Pagê — lembra como era difícil ser filho
do seu Jerônimo, pelas cobranças de um comportamento sempre exemplar. O que
não era o caso do endiabrado Pagê. “Se fazia alguma molecagem a cidade inteira
comentava, e meu pai logo ficava sabendo”, lembra, com orgulho da popularidade
do pai. De temperamento alegre e comunicativo, Pagê tornou-se um bem-
sucedido jornalista, exercendo atualmente O cargo de Assessor de Imprensa da
Presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social —
BNDES, no Rio de Janeiro. José Joaquim de Sousa — o Zezinho — entrou para a
Marinha ainda adolescente, por vontade e ideal do seu pai. Oficial de alta patente,
reformou-se com reconhecido prestígio no Oficialato. Hoje, é um próspero
construtor civil no Sul do País, com empreendimentos imobiliários em
Florianópolis, Blumenau e Itapema. Luis Antônio de Sousa, o caçula, é químico, e
trabalhou por muito tempo no Pólo Petroquímico de Camaçari, na Bahia.
Marieta Pricoli de Sousa — a Marietinha — foi a que permaneceu por
mais tempo em Mococa. Faleceu em 1987. Durante o tempo em que viveu na
cidade, ficou muito conhecida por dar aulas de Francês no Ginásio Oscar Villares,
tomando-se muito popular e querida. Marietinha formou-se em Línguas Neolatinas
na Universidade de Sourbone, em Paris, onde recebeu homenagens pela criação
de um jomal do Departamento de Línguas Latinas da universidade. Maria
Josephina Pricoli de Sousa — a Mariazinha — e Maria Leonor Pricoli de Sousa — a
Nozinha — fizeram carreira no Magistério em São Paulo. Educadoras de prestígio,
Mariazinha foi supervisora de ensino e diretora de vários colégios do Estado na
Capital, Nozinha, além de dar aulas por muito tempo na pré-escola do Colégio
Caetano de Campos, e em outras escolas particulares, trabalhou na Secretaria de
Estado da Educação, exercendo funções na Coordenadoria de Estudos e Normas
Pedagógicas — Cenp. A família se completa com as noras, os cinco netos e dois
bisnetos. Com uma família tão numerosa a sua volta e com tantos amigos sempre
próximos, seu Jerônimo é um homem plenamente realizado, certo do dever
cumprido e de felizes reminiscências.
| Roc enco
pelas praças das palmairas imperiais, para respirar ps ares que lhe devol + a
alegria de viver.
A FAMÍLIA
Jerônimo Sousa foi casado com dona Leonor Pricoli de “os
mocoquense, com quem teve seis filhos. Ficou viúvo muito cedo, aos 4º us
quando o filho mais rovo, Luis Antônio, completava 7 anos, e a mais ct
Marieta, tinha 18 anos. Homem firme e de grande coragem, reuniu os filhos x dis
da morte da esposa e declarcu, quando prestimosos familiares se prontificavarn a
dividir as crianças para a guarda: “Meus filhos, preciso muito de todos v=:
neste momento e na nova vida que nos espera. Vocês ficam comigo e vou tortas
a partir de agora, ser pai e mãe ao mesmo tempo”, E assim foi. A fidelitave à
companheira de tantos anos transcendeu à morte. Ele não mais se casou,
Paulo Jerônimo de Sousa — o Pagé — lembra como era dificil e" ,
do seu Jerônimo, pelas cobranças de um comportamento sempre exempla: que
não era o caso do end abrado Pagê. “Se fazia alguma molecagem a cidau. id.
comentava, e meu pai logo ficava sabendo”, lembra, com orgulho da populi. nm
do pai. De temperamento alegre e comunicativo, Pagê tornou-se um an,
sucedido jornalista, exercendo atualmente o cargo de Assessor de Impre; =: da
Presidência do Banco» Nac.onal de Desenvolvimento Econômico e Sr -
BNDES, no Rio de Janeiro. osé Joaquim de Sousa — o Zezinho — entrou pra a
Marinha ainda adolescante, por vontade e ideal do seu pai. Oficial de alta parete
reformou-se com reconhecido prestígio no Oficialato. Hoje, é um prospero
construtor civil no Sul d> País, com empreendimentos imobiliárico re
Florianópolis, Blumenau e itazema. Luis Antônio de Sousa, o caçula, É Quim
trabalhou por muito teripo no Pólo Petroquímico de Camaçari, na Bahia
Marieta Fricoli de Sousa — a Marietinha — foi a que permansce por
mais tempo em Mococa. Faleceu em 1987. Durante o tempo em que viv= cs
cidade, ficou muito conhecida por dar aulas de Francês no Ginásio Oscar Vi. es
tomando-se muito popular e querida. Manietinha formou-se em Linguas Neclatinas
na Universidade de Sourbona, em Paris, onde recebeu homenagens pela S: ação
de um jomal do Departamento de Linguas Latinas da universidade “lina
Josephina Pricoli de Sousa -- a Mariazinha — e Maria Leonor Pricoli de Sc..o7 a
Nozinha — fizeram car'eira no Magistério em São Paulo. Educadoras de prestisio,
Mariazinha foi supervisora da ensino e diretora de vários colégios do Est
Capital, Nozinha, aléry de dar aulas por muito tempo na pré-escola do re”.
Caetano de Campos, 2 em outras escolas particulares, trabalhou na Secrata 1a :
Estado da Educação, exercendo funções na Coordenadoria de Estudos e Mesras
Pedagógicas — Cenp. A familia se completa com as noras, os cinco neto. = dois
bisnetos. Com uma família tio numerosa a sua volta e com tantos amigos 5. pr.
próximos, seu Jerônimo é um homem plenamente realizado, certo de ever
cumprido e de felizes reminiscências.
FROM : PIZZOLLA RODRIGUEZ FHONE NO. : OLI 3865 7893 Dec.
NETPRESS COMUNICAÇÃO
Rua Taboão, 126 — Sumaré
| São Paulo-SP Cep: 01256-020
| Fone/fax: (11) 3865-7899
E-mail: leonorpizzolladig.com.br
FAX -- URGENTE
' PARA: Márcia Rotta
| DE: Leonor Pizzolla
TEL:
FAX: |
DATA: 06/12/00
|
| Márcia
' Encaminho os documentes para o projeto, ok? Agradeço o empenio e
aproveito para te enviar os votos de Boas Festas, a você e toa. = ms
casa.
Abraços, Nonô
FROM :
PIZZOLLA RODRIGUEZ PHONE NO. : D11 3865 7899 DEC. 1 PE Cerco
Data de nascimento: 20/07/1902
Local: Cajuru (SP) Fazenda Cubatão
Data de falecimento: 1:/12/1486, aos 94 anos
Local: Mococa
Formação educacional
Primário: Cajuru
Ginásio: Poços de Caldas - Colégio interno dos padres maristas
Colegial: Ouro Fino - Colégio interno de Ouro Fino
Especialização: Contabilidade, em Mococa
A Família
Pai: José Joaquim de Scusa
Mãe: Josephina Ribeiro Je Sousa
Esposa: Leonor Pricoli ce Sousa (falecida)
Filhos: Marieta Pricoli de: Sousa (falecida), José Joaquim de Sousa, Maria
Josephina Pricoli de Sousa, Paulo Jerônimo de Sousa, Maria Leonor Pricoli 4:
Sousa, Luis Antonio de Sousa.
Netos: Leonor Angela de Sousa Pizzolia, Ana Amélia Catalano de Sousa, ar
Raquel Catalano de Sousa, Gasriela Duarte de Sousa, João Duarte de Sour.
Bisnetos: João Felipe P zzolla Rodriguez, Carolina Rocchi.
Formação Profissional
Ingressou no Banco F.Earretto aos 18 anos, em 1920, onde trabalhou po
vida. Foi contador, gerente da Matriz do Banco, em Mococa, Gerents
Interior, Conselheiro de Instiluição. Sessenta anos de serviços prestaaode
empresas do Grupo F.Barretto.
Fez parte da administração do Asilo de Mococa, da Santa Casa de Miserie »
Abrigo. Foi membro do Conselho Fiscal da Companhia Força e Luz, da NV
Mococa e cuidou da centabilidade de fazendas na região. Foi tambér,
fundadores do Rotary na cidade.
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FROM : FIZZOLLA RODRIGUEZ FHONE NO. : MIL 5565
Matéria publicada no jornal A *'-
em 18 dejulho ss
Por Leonor o cda
OS 90 ANOS DO MEMORÁVEL “SEU” JERÔNI !S
“Se pudesse eleger um exemplo de brasileiro, este homem seria &,
Jerônimo.” Referindo-se a Jerônimo Sousa, que no dia 20 deste mês compl. «uu
anos, Luiz Figueiredo Barretto sintetiza com emoção o sentimentc de cer
admiração dos amigos dos parentes e de todos os que com ele tiverarr -.
oportunidade de conviver. Sta história resume a trajetória do Paíse do. cus
neste século, tal a diversidade de épocas que já percorreu. Como um perso.
vivo da história, recorda fatos históricos com riqueza de detalhes e datas pr «
com humor e lucidez ac miráveis. As grandes amizades e os frutos colhidos pr." um
comportamento sempre afável e digno deram-lhe um lugar ímpar na soc cante
mocoquense e lhe preporcionaram uma carreira brilhante, cujo maior desta
está nos mais de 60 anos de trabalho ininterruptos dedicados ao Banco F.Bz' e
Nascido em Cajuru no ano de 1902, na Fazenda Cubatão — cum faz
fronteira com as terras de Sampaio Moreira —, Jerônimo Sousa teve uma Inté
rural, tipica do começo do século. Seu pai, José Joaquim de Sousa, foi =
com dona Josephina Ribeiro de Sousa, Só tiveram um filho. O menino Jer
brincava de pés no chiio, na terra roxa e fértil que caracteriza a região. F.
zelar as travessuras, una preta velha, remanescente do período da escr.
Uma das recordações cue lhe apertam a alma vem de quando seu pai, cont
vontade, passou a carir hosa senhora a outro patrão. Nunca mais ele se esq. ceu
daquela mulher subindo no carro-de-boi, acenando-lhe um adeus com lág.u as
nos olhos. As terras «la Fazenda Cubatão ainda hoje guardam a velha roda
d'água, as construções seculares e a bela corredeira de pedras.
Bom papc, seu Jerônimo recorda de seu período de estudr :
colégio interno de Ouro Fino, onde tomava banho gelado ao amanhecer, er
invemo. Aluno aplicado e inteligente, recebia todos os anos homenagens poi ser:
desempenho de destaque entre os colegas. Esta capacidade de pontiíficar c
liderança e reconhecida competência para, com seu trabalho e sua vis
futuro, ajudar a fazer do Banco Barretto a grande instituição bancária que fo
Trazido pcr seu pai para empregar-se na então Casa Bancar- de
Francisco Muniz Barretto, na próspera Mococa de 1922, seu Jerônimo cheguu
como um rapaz assustado e receoso de seu novo desafio, Em carta-depoimemo à
respeito do amigo Jerônimo, José Mônaco, saudoso chefe, declara: “Chego até
nós, pelas mãos de seu pai, um rapaz magro, pálido e de olhos mc
esbugalhados para inciar sua carreira bancária. Em pouco tempo, wi.o:
conhecimento de todas as suas funções, a ponto de tomnar-se de imedio «
auxiliar direto e sucessor natural”,
Jerônimo :3ousa foi gerente geral do Banco F.Barretto e pr ma
incentivador de Francisco Muriz Barretto a expandir os negócios e abrir ag vias
por todo o interior e tembém na Capital, “Seu Chico”, como era tratado...»
U uma tempestade, Seguida cr,
enchente apocalíptica. Zaira tma ponte. Seu Jerônimo Conseguiu atravessar JO,
especial no gabinete d:: Diretoria do Banco, uma sala Com telefone, secret. ae
muito conforto. Sempre que aj Juma personalidade Ou um cliente especial e
o Banco F.Barretto, os diretores levavam-nos aos gabinete para Conhece" es
Jerônimo, Ele conta isso com seu imutável senso de humor;
— Depois de velho virei Peça de museu. Os MOCOQue tre;
9rgulham-se do Papel ce relevo que seu banco exerceu na história finance” e
que o banco ostentava na fachada, e
F.Barretto. Matriz: Moceca. Filial: São Paulo”,
Temperamento Elácido e Sereno, profissional Compenetrade
soube enfrentar as grandes turbulências da história, conduzindo com tranque (o
& sabedoria seu trabalho, Passou incólume Pelas revoluções de 1924 e
época em Que o Estad de São Paulo ficou isolado do restante do País As
às invasões a Mo inej té
e os cavalos escorregando. se nsequências das duas Grandes Guz, «us
Mundiais, quando houve racionamento de comida e as pessoas precis: -
enfrentar longas filas pa“a comprar cotas Mínimas de pão e açúcar, Presenciou 1
legendárias enchentes Jo Ribeirão do Meio. Com a quebra da Bolsa de rig
York, em 1 929, viu muitos fazendeiros e Comerciantes da região dormirem rizss 1.
acordarem pobres, “Nesta época, muitas fortunas viraram Cinzas, e alguns '-: vê
do café se tornaram, do dia para noite, homens de chapéu na mão.
Competentes Sobreviveram, centa ele.
Seu Jerônmo também recorda com humor a vinda ao Par ca
Nelson Rockfeller, empresário americano £ uma das maiores fortun : 3
Apesar de todo € desenvolvimento da indústria automobilist.
Pais, seu Jerônimo nunsa dirigiu. Carro, Para ele, só se for Com motoristz
este pegueno detalhe nunca foi problema para ele. Durante todos os an. no
FROM :
PIZZOLLA RODRIGUEZ PHONE NO. : Dl1 3565
Banco F.Barretto, cumpriu religiosamente a pé o trajeto da esquina da rua &
Ribeiro com a XV de Novembro — onde fica o casarão que construiu e mu mm
viveu por muitos anos — até a Praça do Rosário, seu endereço de trabalho.
Para exer plíficar a ingenuidade dos homens do seu tempo, res.
a chegada do Homem & Lua, « que o emocionou e que foi um dos acontecus
mais marcantes da História recente. No dia de seu aniversário, 20 de | *”
1969, Jerônimo Sousa assistiu à “transmissão via satélite” Para mute qu
viveram uma época em que o principal meio de transporte eram a charte > O
burro de carga, e a televisão era uma caixa de imagens pronta a exple “+
proeza do Homem moclemo era digna de pelo menos desconfiança. “A mama
das pessoas zombava da transmissão, afirmando que aquele filme era um ! qt?
de montagem de americanos espertos”, conta, divertido.
Generoso e altruísta, ele dava amparo e incentivo a quem a
procurava no banco, vara aconselhar-se ou fazer dele consultor parz
negócios. Como gerente, autorizava empréstimos a quem não se dava
créditos, sempre com a teoria de que se deve dar uma segunda chance à 4 =
erra. A outros deu estímulo e condições para vencer na vida. José E.
Sobrinho — o Zé da Ema --, hoje diretor de Recursos Humanos da emprosr de
energia elétrica Celtins, relembra o apoio no início humilde de carreira: “cr a
funcionário da Ema (em presa de mecanização agrícola em Mococa). Quant iu
associei a dois sócios de recursos para tocar a empresa, era O único 4.8
precisava de ajuda finar ceira. Z seu Jerônimo foi meu grande incentivador
Muitos lembram co seu Jerônimo como um benfeitor, uma pesso. ne
grande coração, a quem devem sua casa própria ou tratamento de sau. te
parentes. Jerônimo Sousa 'ambém fez muito por Mococa. Participo «ia
administração da Santa Casa de Misericórdia, do Asilo, do Abrigo, far”,
contabilidade da Compenhia dz Força e Luz e foi do grupo fundador do Rot, +”.
cidade, entre outras atividades. Fez grandes amigos. Carlos Baptistelle
Destro, Mateus Andreoli, Custódio Caravieri, Os Barretto e tantos out js
falecidos, foram seus companheiros de trabalho e sempre lhe deve ar,
admiração e respeito.
Tímido, ele sempre foi avesso a homenagens. Certa vez, O p”
Lu Amato decidiu conferir-lhe o título de Cidadão Mocoquense, e a soler into
começou a ser preparada, com a participação dos políticos e personalidades do
município. Ao saber dos preparativos, seu Jerônimo recusou com veemé:; viu 3
honraria, com um argumento definitivo e que calou a todos:
-- Vivo em Mococa há décadas. já sou mocoquense. Portanto cu
preciso ser declarado cidadão daqui. Jão sou... Mas uma homenagem ele -
que poderia aceitar, em consideração à paixão nacional, O futebol Deu ct ue
inaugural do Estádio São Sebastião.
A nova geração o vê sempre com muito carinho. “Sempre qu
passava na frente do banco, olhava para dentro e via seu Jerônimo, cemp.s
sorrindo & conversando com alguém”, lembra o prefeito Chico Guerra. Os 9C anca
de Jerônimo, Sousa lernbram a inscrição que o Banco F Barretto ostente. no
prédio da Praça do Rosario, “Fundado em 1902” - mesmo ano de seu nascimento.
Atualmente, seu Jerônmo vive em São Paulo, contrariado com frio e com
saudades da terrinha. Sempre que pode vai rever os amigos e dar suas ugtns
ANTONIO CARLOS DE ABREU, nascido em Mococa, no dia 13.06.1926,
Filho de Manuel de Abreu e Josefina Cunali de Abreu.
Casado com D. Terezinha Pinheiro de Abreu, tendo os seguintes
Filhos: Antonio Carlos , Patricia Heloisa, Antonio Jose, Me-
nuel, Tereza Maria, e 13 netos.
Agropecuarista, foi Vereador 1952 a 1955 e de 1960 a 1969, foi
Vice-Prefeito no mandato do Sr. Cristovam Lima Guedes, do Sr.-
JACINTHO PISANI.
ry We atender nas sui minimes
de
Pr canto ydiad 5 g0.: hpeliio im, nestes dois anos
leres po gala “e ado Vac, ministração Laudo Notel, que
ja, réçe” Guzerá,
*o' trabalho (desenvolvido'pelo res-
ponsavel do departamento, o sr. Anto-
nlo Carlos de :Abreu, tem se coroado lo-nos condições de
a É ojos é Ermctitado em todo sermos atendidos,
ae, tspeciplmente, lecimento da via ferrea, Compre E totecrer poi a
restabelecer à via ferem. Para, tanto, | provemos a necessidade. disto, penths bo nao Roca Sao Toe Crema TOReado
gisitow o Exmo. Sr. Secretário de Es-| vemou, aindo, que o:rumal nho é def gs E Enpcalções =| Al inolandia Poços de Caldas, Ribei
tado dos Transportes, o de, Paulo cltério, como nunca O foi, tem tomado” parte, “o ressltado” é | MN Preto, Cajuru, Serreno, Serra, Azul
À SIM é OUTRA NÃO) 1 ti, quer com “o "refeito: e] Len dUndo por fonmta, o ar HamiltoRuigrtendente; senti vejamos: de 14 a rito
Saad creo Silva, vereador em nosta Cãd Abril, em Cordetror Estado do | 9 di os “dois
udoria a possibili Vê Muntepel de ! Exposição Nacio- | 4
% Prefeito Mi G
tro Amados, “Jorge | Selecimênio es
D rasbnito de” Educ: de e colabo dci o
ese moço, êentu- mosto Prefeito fol “pedir comunt-| ma é feio ha veta feira última, q
hi, acaba de, ja- | cação nossa com a estação de Ribel-| nos seus pares, “apelo “Ho nenido a ria dura oie em |
por sinal que dos por via rodoviária es- | união de forças. : 4 posição Nactone! | JMR: com apolo dós outros, que seria
' 9 ar Secretário; Ioteligente- |“ Maito bem, H6 uma possibilidade db Minss Gerais, que : tem | Mftitado, hoverlamos de alcançar al-
ias Seo tou O estudo do restabeleci- | restobelecer a "velha moginna”, portantaftama internacional, os trezentos « vir | rápidamente, O resto
pidiho Rhaa Lyra que nos, serve, por |4 preciso que não a perco por mou te e dois pontos e melo que h repre- | WE nter; não acham?
vos vãos, que nada dizem em «fovolf ssotação de “animais: pertenceútós. BO
fe Boa Via. = =| do progresso da cidade, O testo. é NB Grupo Cuuali obteve, sé torceu a mal QTITUDES LOUVAVEIS
K
EO oha “do; te, que deverá ser travada-com' todfl] contsgem do recinto, entre” todo
) , que te co! q ecl to d
tória Ido XI : 7 expositor;”, donde, egtão, abiscoltar o e ia Dee ros
pega e E coMiçado croltu «Zé; 'Z; H
Aa ETR tor mais” préio
o! ane de eisêdeo x q “2 ud Ma sição. Finalmente, de 2 de agueio
bs . se. “BB | último, na Exposição-Feira INscional de terreno onde plantar ess:
td ' | g Ê : de'Gádo de Corte .de São Paulo, o . À cols “esteve série,
divei g ide cértamé que: empolga toda 4 coquensts legitimos, que 8:
o Gropo Cunal, a, resolveram O Impê!
do em ceder suas terras:
maior contagem cretização do projeto, São élex,
4..0 qué Jhe deu a medal Cunall; Familto; Rigobelo
ro «Governo do Estado de São | Hldento Xavier Filho.
; «Pos ate dm valiostatão troféu de alto | AB: bons inocoquentes, vendendo
E Voa que os criadores é expositores | po Intimo e rece!
* Estandô: em imaisaiS Ee q % Goi ta com muito empenho, a , 1
cipal para 1973, a Prefeitura o Mo |) Aavia; o repie ne a a “gre |8 A Pen io a
“coca comuni E tesolvr
Age litia o joveos, ; TS nr : , é hoje o maiit premiado no ] agora, o proleto é EMA pos
Rear uedo :distia” o6” jovtom) 1º + 12" Ad entidad t ecabimien isa O que prova -úm ten He "do que, nuvem,
ri rca a A e to de verbas dúrihte"S“stercício de 1,974, devem,. Micas” raca remo” diningue” 08 mio | Ae centemênio que “não poderiamos
quando ss aabe das diflculo se a lei permitir, requeror grilo pretendido, - proprio B ese | Aa
apito Jovens têm porá encehar até a data de 051 leinca) de Ep nica e a Elvibteseroeateisa aervir. d milias- e homem que
ao DM EE Cirene 2. A Prefeitura atenderá d À útero” brasíleiro, HiBrsm a terras em que nasceram.
“ As vitoriss do Toninho, de .Abreu,
vitorias que já logrou € votos park “de suda possibilidades financeiras; VA op en: q PAS» EM MANCHETES
sicancé Bovas, sempre dos amis |' tidade”berteficiada: satisfeita. com. a “verba Gonce-"Nlno setor, &inds, promovem q nome de p R
a 4 ed | Mococa, 'qasié-conheeido; e sobeja-
| menfe:-conhécido - entre +
4! ari
e qualquer natureza dB aplica da paralelo no
* Os requerimentos dos interessados dere descargas puteidos que” recebe.
los ao Protocolo da Prefeitur Ê SP — O trauelto de bicicletas pelas cal-
sie Suas = Projeto de” rita E) Estado e val Paulo
a mp Desenvelvimento - esqueceu de beoe-
« lúiciava-sé a "Regência Trina, à qual ita servir com! claração, Caxias explode esta resposta imperterrita:
a mesma dedicação. Estamos em, 1832; é Ministro-da: «Senhor Ministro, a'minha êspada não tem partido».
7 =» Justiça, Feijó: O período regencial, tod6 - ele” aciden-; Caxias partiu para o teatro dd luta, encontrando,
todesta e Inviçto e o preclaro esta. tado por movimentos rebeldes, “cónta “na - Historia - porem, dificuldades em obter o necessário para uma
aúvocado: pelo Rei, nas deipracoas dificulda- aquelas duas zevoltas de 3 e 17 de abril, Julgou que o Gabinete não sus-
da nacionalidade: chefia é E, prometida e pediu ao Ministro
k cd foro ] e“ do comando. À querra
exterior, nasceu uma guerra intetlor, A efervecl
á “um destes vastos e magníficos F “cia A espirito nacional, desde -o Sis huniilde ho-
é culminâncias gudina: ve le! ai y 4 mem da rua até o Imperador, o8 entre à
Rs a o Ro RU NE AESA O) + pelândo (ão ê dor 9 missão co Comandante em Chefe das: Troms é “a
Ps OriglaArior nad "egehas mátciado que ilustrow: quartel: será ai garantia da ordem) dutante-todá o Gabivete Zacarias. O Conselho de Estedo ofctu
eo Velho: Luiz Alves E praise egência es em” 1838, eiilo no-Maranhão, * jugii dógi.fluo problema, todo'o Brasil discutiu o problema
ira Ras regis de le eia fetropole e representa; besta a revolta dos Baesios, escrevendo-aquela página Hiro Pedro Il resolveu-o: aceitou a demissão do Mi-
ais: *gurante da” resistência) de Caxii diria q fsterio. Caxias continua á frente do Exercito Na-
de Caixias, tivos, expediente original nas
po Bs, procurou conhecer & posição
&'conguistou a. gloriosa. Bntono:
[: % haco e,
im madrugado onde, Marquês, Diugue de Caxias: ) opas “operou milagres no Cl ,
es advinhadas pelo di imperante que, ao for=” a arrancada fabulosa. para o: Hm Ear ER m' dezembro, e xército “ás vitorias ope
r o seu Batolhão, dele fez o porta-bandeira. E; do sistema” orográfico is queime” refer!” d fentes-dé: Avai, Itotôró, Lom Valentia, aque
ssim, o jovem vexilário do «Batalhão. do. Impera- “Mas, não ficava tividade desse soldado “d jura, esse 'pontilhado de glórias, essa rajada maravi-
Sdhosa:de-f que .ó-conduzizam, incolume, a As-
dor», em 1822, estava na Bafa, o último, reduto das; de jamtto do 1865: foi a DEZEM.
tropas portuguesas, tomando parte ativa na sua cex-,
pulsão do território brasileiro, 'conquistando, desta É 4 , e à réplica se-manifestava - pé
208 primeiros postos da sua carreira triunf = lei, em Sorocaba e Santa Luzia, ein '20 de agosto Bda? ) y
anos depois, ja institucionalizada a monarquia, vai 1842/Avedeta instituições logo “depois: era” EUA mete de; 2d o 861.:Em 1875. che-
as lutas das cisplatinas, demorando-se em Mon-.. clamada no/ sul par: focar o Farrupilha” zevoltad: q joão: Fok chamado,
que aquela então provincia deixasse de | e separado da pátria rante todo um decênio-Caxieg: com Istênci e! o mah
sileira, pelo filiado de: 1828. E bate os transviados'da Jel e “da pátria;,só:ps. + p perador; Caxias procurou
Amicissimo do; fundador do Império. Brasileiro, | considerava inimigos : Se Fe iquintad “estivessem” de 8 em: aceitar o convite, justificando-se com
so, pela lealdade militar e- pelos. sentimentos afe- nã mão: di rimas, de rmado,' o espirito e “saúde;:O Imperador, com “mais fortes
é à D;Pedr uiz Alves viu, com desgôsto, a ' rebelde, ' o Br ode. je Ci num aplexo: cordial,” instância “apelou para o seu patriotismo, pera que
acirrada companha covtra ele movida, . noseu perio- “todos envolvia fraternalmente;e encontrava nos ad>:: aceitasse “direção da politica nacional num momen-
lo paroxistico 'tloiinicio de 1831 e, sentindo a confi- - versarios du Vespera,; aniigga, para; sempre cogu “to em que pensava afastar-se do Brasil para ir aos
inça que'o Chefe de Estado depositava em sua pes=:“ dos, | - Estados Unidos e” desejava um vulto em que ele
miateve-se go lado do Soberano, embora na fi - pudesse repusar a sya confiança. Caxias abalado na
persistência, aceitou impondo a condição da anistia
aos Bispos D. Vital e D. Macedo Costa, encarce-
rados-desde a «questão episcopo-maçonica». O Impe-
rador escandeli-zou-se, achando excessiva a condição,
entes home de guerra “havia, também, o estar
“ção uposta estivesse toda a-sus família, inclusive o dista, que foi três vezes Ministró da Guerra.
paí, o brigadeiso Francisco de Lima e Silva: Dizem Era natural que, quando Lopes agrediu o Bra-
ciénicas que, consultado pelo Imperador, o que” sil em fins de 18640 primeiro 'nome a ser lembra-
Alves! pensava da situação, do ponto dedo para o comando das tropas que iriam defender a
se a esboçar um plano de “defesa “honra éra integridade nacionais, fosse o do Marques mais. cedeu, e os prelados foram anistiados.
qus cegais, Semelhante atitude tem” sido de Caxias. Não foi, no entabto: á ' politicalha, vocaz * Esse Napolião sem Waterloo; esse Bayard re-
aa de viria muneira pelos .historiadores, mas,. bulo criado pelo eminente Ruí Barbosa, na Republi- - divivo, serviu a patria, serviu, desde o primeiro lus-
c cu .3, que fator primordial da posição assumida ca, já era, então, virese epidêmicá: nos arraiais da tro de sua vida, até a idade de 76 anos, oito meses
pelo jovem defensor do govêrno foi.o da grande vit- | política “brasileira. Só -mais tarde, quando 8 cons- “e 13 dias, ao glorioso Exercito Nacional, * fundador
ude militar da obediência e da lealdade. Só depois: ciênciá nacionak o reclamava é o Imperiador o sentia de quatro nações, de que é hoje, patrono a
que o "Imperador decidiu a abdicar e desligou-o de fot que o (govêrno liberal, dé Zacarias procurou o E imaculado orago. «sams peur, et sams reporche».
o Fito Alvca Fol Inntnrcao fe «dn dizendo-lhe: «Se Vossa Excelência ATMEIDA MAGALHTIS
FRANCISCO PEDROSA FILHO,
nto de Minas
em 1890, Casou-se com à Mocoquense BENEDITA SEIXAS PEDRO
sa, em 1918, com tev
nascido em Monte Sa
e os seguintes filhos: Heny, Hédio,-
Hélio, Henédio e Helenir. varios Netos € Bisnetos.
Exerceu a profissão de farmaceutico durante 68 anos.
pessoa muita qui
erida e respeitada pelo Mocoquenses .
"WN'd “Pp oBivo 9 ouampsanas
— "U0008 OESSjoI Sp major
“LSIXI 08N1 dd VENH
RUA EL SALVADOR
WRd Va OONVO V
OHO1 4a VIO8 à vxivo aa OyôNuISNOS 3 SOBNL SOG JINHOS Ls
SVIAONSE VO VINOD HOd OLNINVINISSV" VOINHLSNOO HAS Y VHNIT
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Câmara Munteipal de Mococa
Ê e tor
A. a 0/0 Despacho
CÂMARA MUNICIPAL. |
— MOCOCA — APRO| Mi
PROTOCCLO Sala das Ses 14 Q
Numero kubric pi
Ementa |
REQUERIMENTO Requer convocação de
Sessão Extraordinária para
& aprovação de matéria que
especifica.
Exmo. Sr. Presidente:
Os Vereadores que o presente subscrevem,
após a manifestação do Nobre Plenário, tendo em vista a urgência da
matéria, requerem a realização de uma Sessão Extraordinária, logo após
a realização da presente Sessão, para deliberar sobre as seguintes
proposituras:
PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº.039/2000 - Autoriza alienar terreno à EM-
PRESA CONSTRUTORA MODDA LTDA, localizado no Distrito Industrial II.
PROJETO DE LEI Nº.083/2000 - Denomina de Praça J9ÃO CORREIA, o logradourp
Público, localizado no Jardim Central Pricoli
PROJETO DE: LEI Nº.084/2000 - Denomina de Praça triarto Minchueli, o logrh -
douro Público situado no Jardim Central Pricoli:
PROJETO DE LEI Nº2.085/2000 - Denomina trevos localizados pa
com a Avenida Monsenhor Demosthenes Parana Brasil Pontos-
Plenário Venerando Rib da Silva, 11 de Dezembro de 2000.
Cámara Municipal de Mococs
E PROTOCÕEO , E DEsrAGuO DO DT
“4
mMococa |
ag i
PROTOCOLO
EMENTA 1
REQUERIMENTO DE URGÊNCIA ESPECIAL Requer regime de urgência Espe-
cial para matéria que especifi-
ca.
2XMO. BR. PRESIDENTE:
OS VERENDORES que o presente subscreve, dentro das
disposições Regimentais e após a manifestação do Nobre Plenário, tendo
em vista a finalidade da propositura, requer regime de urgencia Especial
para:
PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº.039/2000 - Autoriza alienar terreno à -
Empresa CONSTRUTORA MODDA LTDA, localizado no Distrito Industrial II.
PROJETO DE LEI Nº2.085/2000 - Denomina trevos localizados em entrocamen
to com a Avenida Monsenhor Demosthenes Parana Brasil Pontes.
PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº.14/2000 - Autoriza o Executivo a uti
lizar dotações Orçamentarias do Legislativo no valor R$.442.320,00.
Plenário Venerando Ribeiro da Silva, 11 de Dezembro de 2.000.
Câmara Municipal do ocodsies
Estad, o de = São À, au b
ny
Mococa, 12 de Dezembro de 2000.
Of. nº. 925/2000-CM.
Senhor Prefeito,
Anexo ao presente, para as devidas providências, segue cópia do
expediente, aprovado por esta Casa, em Sessão realizada no dia 11 de Dezembro último.
Autógrafo nº. 101/2000 - Projeto de Lei Complementar nº. 039/2000.
Autógrafo nº. 102/2000 - Projeto de Lei nº. 083/2000.
(de autoria do Vereador Cleber Barros de Melo)
Autógrafo nº. 103/2000 - Projeto de Lei nº. 084/2000.
(de autoria do Vereador Cleber Barros de Melo)
Autógrafo nº. 104/2000 - Projeto de Lei nº. 085/2000.
(de autoria da Vereadora Márcia Rotta)
Ao ensejo, apresentamos protestos de elevada estima e distinta
consideração.
À
A tencis samente
DC cnseofbisol
Dr. LUIZ ARMANDO CALIÓ
Presidente
>
Exmo. Sr.
Dr. Walter de Souza Xavier
DD. Prefeito Municipal
Mococa
Estado de São Prado
z Hi
AUTOGRAFO Nº. 104 DE 2000.
PROJETO DE LEI Nº. 085/2000.
Denomina trevos localizados em entroncamento
com a Av. Monsenhor Demosthenes Paraná
Brasil Pontes.
FAÇO SABER, que a Câmara Municipal de Mococa, em
Sessão realizada no dia 11 de Dezembro de 2000, aprovou Projeto de Lei nº. 085/2000,
de autoria da Vereadora Márcia Rotta, € eu sanciono e promulgo a seguinte Lei:
Art. 1º. — O trevo localizado no entroncamento da Rua El
Salvador com a Av. Monsenhor Demosthenes Paraná Brasil Pontes passa a ser
denominado de: TREVO JERÔNIMO SOUZA.
Art. 2º. - O trevo localizado na Av. Monsenhor Demosthenes
Paraná Brasil Pontes, confrontante com a Praça Pedro Dias de Lima passa a ser
denominado de: TREVO FRANCISCO PEDROSA FILHO.
Art. 3º. - O trevo localizado no entroncamento das vias: Av.
Monsenhor Demosthenes Paraná Brasil Pontes, Rua Nicolau Paione, Rua Joana Z. Naufel
e Rodovia SP 340, passa a ser denominado de: TREVO ANTÔNIO CARLOS DE
ABREU.
Art. 4º. - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação,
revoga-se as disposições em contrário.
Dr. LUIZ ARMANDO CALIÓ
Presidente

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