seS PREFEITURA Mli HUCI PAL
if f Estância Turística de São José do Sarreiro - SP
PREFEITURA MUNICIPAL
E$tndaflidstlà
SÃO JosÉ DO BARREIRO-SP Rua José Bento Teixeira, 45- Centro
fl,mpodeptospeddade! CEP: 12930-000 - TeR (12) 3117 9200
São José do Barreiro, 14 de Abril de 2016.
OF.GP. n.° 07512016
Senhor Presidente,
Respeitosamente, venho à presença de Vossa Excelência, para
encaminhar a essa Egrégia Casa Legislativa, visando apreciação, discussão e votação em
Regime "Urgente/Urgentíssimo" do Projeto de Lei, abaixo discriminado:
- PROJETO DE LEI N°. 007 DE 31 DE MARÇO DE 2016
Dispõe sobre autorização para inclusão de nova ação no Plano
Plurianual e na Lei de Diretrizes Orçamentárias, e abertura de Crédito Adicional Especial no
Orçamento vigente.
Contamos com a costumeira atenção no pronto atendimento,
agradecidos, aprêsentamos nesta oportunidade, votos de elevada estima e distinta
consideração.
José MÇ lhãtSerafim
Prefeito Municipal
Excelentíssimo Senhor
Ver. Alexandre Villaça Ferreira Leite
DD. Presidente da Câmara Municipal de
São José do Barreiro - SP
- al àSstlI Ntnw s CÂMARA MPA[
hROTOCOLO N2 (
UNIc»
eiro 4'4,o-t/ 20iij
FabIZnÍAPVV de Carvatio
Chefe de Secaetarja
fl .4ÍLkL PRFEÏTUR.A MUNICIPAL
Estância Turística de São José do Sarreiro - SP
TU RA MUNICIPAL
SÃO JOSÉ DO BARREIRO-SP Rua José Bento Teixoira, 45-centro
Tea,podapco,poddad*t CEP: 12830-000 - Tel: (12) 3117 9200
PROJETO DE LEI N°. 007, DE 13 DE ABRIL DE 2016.
Dispõe sobre autorização para inclusão de nova ação no Plano
Plurianual e na Lei de Diretrizes Orçamentárias, e abertura de
Crédito Adicional Especial no orçamento vigente.
JOSÉ MILTON DE MAGALHÃES SERAFIM, Prefeito Municipal de São José do
Barreiro, Estado de São Paulo, usando das atribuições que lhe são conferidas por Lei, em
especial a Lei Orgânica do Município;
Faço saber que a Câmara Municipal de São José do Barreiro aprovou e eu sanciono
e promulgo a seguinte Lei:
Art. 1 0. Fica o chefe do Executivo Municipal autorizado a incluir nova ação no
Plano Plurianual 201412017 e na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2016, com seus
devidos anexos.
Art. 20. Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a abrir um Crédito
Adicional Especial no orçamento vigente até o valor de R$ 2.700.000,00 (dois milhões e
setecentos mil reais), com a seguinte classificação orçamentária:
01 PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO BARREIRO
17 SECRETARIA DE PLANEJAMENTO, OBRAS E SERVEÇOS
01 S.E.R.M. E OFICINAS
26.782.001 3.1.058.2.100.4.4.90.51 - Obras e Instalações 2.700.000,00
Art. 30 . O Crédito Adicional Especial será coberto com o excesso de
'- arrecadação de recursos recebidos do FID - Fundo Estadual de Defesa dos Interesses
Difusos.
Art. 40 . Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 50. Revogam-se as disposições em contrário.
Prefeitura Municipal de São José do Barreiro, 13 de abril 2016.
APROVADO . POR UNANIMIDADE
- S.J.doBarrQiroQ&/c2/ 20 F JOSÉ MILT GALHAE SLRAFIM .2
Prefeito unicipal L.4
a PREFEITtJA MUNICI PAL
rs. t(i'1 : EMâcla Turística de São José do Barreiro - SP
V TUMUNICIPA
SÃO JOSÉ DO BARREIRO-SP Rua José Bento Teixelra, 45-Centro
TempodoprosDeridadet CEP: 12330-000 - TeR (12) 3117 9200
MENSAGEM JUSTIFICATIVA
Excelentíssimo Senhor Presidente
Nobres Vereadores
Temos a honra de nos dirigir a essa Douta Casa Legislativa para apresentar o
presente Projeto de Lei que autoriza o Poder Executivo incluir e alterar ações no Plano
Plurianual para o período de 2014 a 2017 e na Lei de Diretrizes Orçamentárias do exercício
de 2016.
O Crédito Adicional Especial será coberto com o excesso de arrecadação de
recursos recebidos do FID - Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos.
As razões da inclusão e alteração das ações e as criações de novos
elementos são para cumprimento legal (AUDESP) na execução dos convênios.
Assim, solicitamos a aprovação do presente projeto.
Sem mais, aproveitamos a oportunidade para renovar os protestos de
elevada estima e distinta consideração.
São José ,o Barreiro, 13 de abril de 2016.
JOSÉ MlLTO ;ERAFIM
Prefeito unicipal
'Ii
Estado de São Paulo Pãgina: 1/1
PREFEITURA MUNICIPAL DE SAO JOSE DO BARREIRO
PLANO PLURIANUAL 2014 a 2017- PPA2014-2017
ANEXO III - PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO - PPA
UNIDADES EXECUTORAS E AÇÕES VOLTADAS AO DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA GOVERNAMENTAL
Inicial ( ) Alteração (X) Inclusão ( ) Exclusão
seleção: Ação = 1058: PFA: 2: Alteração em 1310412016 (A)
- Classificação
órgão SECRETARIA DE PLANEJAMENTO, OBRAS E SERVIÇOS 17.00
Unidade S.E.R.M. e Oficinas 17.01
Função Transporte 26
Subtunção Transporte Rodoviário 782
Programa SERVIÇOS DE ESTRADAS MUNICIPAIS 0013
Objetivo do programa:
Promover ações visando a melhoria das condições de trafego nas estradas municipais
Justificativa do programa:
Manutenção e melhoria das pontes, galerias e estradas.
Ação Titulo Produto/Unidade Meta Física Meta Financeira
1058 Drenagem e pavimentação pontos críticos estradas rurais Pavimentação e Calçamento/m 2 16.238,800 2.700.000,00
do municipio - Proc. SJDC 000.410/2015 Custo Financeiro por Exercicio: 2014 0,00
2015 0$00
2016 2.700.000,00
2017 0$00
Custo Total: 2.700.000,00
u
Estado de São Paulo
Município de São José do Barreiro
ANEXO VI - PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO - LDO
UNIDADES EXECUTORAS E AÇÕES VOLTADAS AO DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA GOVERNAMENTAL
Seleçâo: Açao 1055: Loa: 1: Altereçao em 1310412016 (A)
INICIAL( ) ALTERAÇÃO(X) INCLUSÃO( ) EXCLUSÃO()
CÓDIGO
17.01
26
782
0013
EXERCÍCIO 2016
UNIDADE EXECUTORA S.E.R.M. e Oficinas
FUNÇÃO Transporte
SUBFUNÇÃO Transporte Rodoviário
PROGRAMA SERVIÇOS DE ESTRADAS MUNICIPAIS
TIPOS DE AÇÕES GOVERNAMENTAIS
PROJETO
Drenagem e pavimentação pontos críticos estradas rurais do municipio - Proc. SJDC 000.41012015
META FISICA PARA O EXERCÍCIO
16.238800
CUSTO FINANCEIRO PARA O EXERCÍCIO
JUSTIFICATIVAS DAS MODIFICAÇÕES:
Conforme
CÓDIGO
1.058
UNIDADE DE MEDIDA
R$ 2.700.000,00
_ganam~ PREFEITURA MUNICIPAL
Estância Iraffiffica do São José do Barreiro - SP
PREFEITURA MUNICIPAL
EsUndaTüHstka
SÃO JOSÉ DO BARREIRO-SP Rua José Bento Teixeira, 45-. Centro
Tompodeprospcddadtl CEP: 12830-000 - lei: (12) 3117 9200
São José do Barreiro, 19 de Abril de 2016.
OF.GP. n. ° 07612016
Senhor Presidente,
Respeitosamente, venho à presença de Vossa Excelência, para
encaminhar a essa Egrégia Casa Legislativa, memorando interno n.° 02712016, oriundo da
Secretaria de Planejamento, Obras e Serviços, a fim de anexar ao Projeto de Lei n.° 007, de
3110312016—" Dispõe sobre autorização para inclusão de nova ação no Plano Plurianual e na
Lei de Diretrizes Orçamentárias, e abertura de Crédito Adicional Especial no Orçamento
vigente", protocolizado nessa Câmara Municipal sob o n.° 037, de 14104116, valor de R$
2.700.000,00 (dois milhões e setecentos mil reais).
Contamos com a costumeira atenção no pronto atendimento,
agradecidos, apresentamos nesta oportunidade, votos de elevada estima e distinta
consideração.
CÂMARA MUNCiPA1
l*'ROTOCOLON 2 O_
J. do Barreiro/ O
Excelentíssimo Senhor
Ver. Alexandre Villaça Ferreira Leite
DD. Presidente da Câmara Municipal de
São José do Barreiro - SP
José
ÂI
i1Jut '
1
PREFEITURA. MUNICIPAL
EstMcIa ibrístEca de SioJosá do Barreiro
Esu Inclrurrstica
SÃO JOSÉ DO BARREIRO-SP Rua José Bento TeIxera,4S-Ccntro
Tmj,odc prtddde1 CEP: 12830000 - TeU; (12) 31171288
São José do Barreiro, 19 de Abril de 2016.
Memorando Interno n002712016.
Do: Secretaria de Planejamento, Obras e Serviços
Para: Procuradoria Jurídica
Ref. Protocolo de Projeto FID - Pavimentação e Drenagem de Pontos Críticos na Câmara Legislativa
Prezado (a) Senhor (a),
Á Secretaria de Planejamento, Obras e Serviços da Prefeitura Municipal da Estância Turística de
São José do Barreiro - SP, representado pelo seu corpo técnico de engenharia em atendimento a
solicitação feita pelo Excelentíssimo Senhor Prefeito, encaminho a este setor 2 vias do projeto e memorial
descritivo do objeto uma para ser protocolado na Câmara e outra via para ficar arquivado nesse setor.
Sem Mais,
Oliveira
Secretário de'Planejamento, Obras e Serviços.
n E~&
S
STM Turística de São José do Sarreiro - SP
SÃO JOSÉ DO BARREIRO-SP Rua José Bento Teixeira, 45 - Centro
ta,nnodaprosperldadot CEP: 12830-000 - Tel: (12) 3117 9200
MEMORIAL DESCRITIVO
OBRA: Pavimentação e drenagem de pontos Críticos
LOCAL: Estrada da Carvalhada - Bairro Jardim - Trechos de 1 a 9 (Ver
projeto) e Estrada do Alonso - Bairro Jardim/Onça - Trechos de 10 a 13 (Ver
projeto) - São José do Barreiro - SP.
1 - APRESENTAÇÃO
Este memorial tem por objetivo apresentar o PROJETO BÁSICO de
pavimentação e drenagem de pontos críticos nos trechos da Estada da
Carvalhada - Bairro Jardim e na Estrada do Alonso - Bairro Jardim/ Onça,
ambos localizados na Serra da Bocaina - São José do Barreiro - SP.
II- LOCALIZAÇÃO -
- se;-ac, - . --
_arnb,ri Caxambu Mnflq'.n r - - - -
Silo Lourenço - Santa Rfla - C CC liii - de .Jacut.nga
crisunz, Pouso Alto -
- lonhandiz
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riaM.......- Parque NacronS Porto Real
Marmelópolis -
- - - - . - . Volta Rednda
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- S.o Jose P
- - - ...aohoe.!a S,lieiras do Brre,ro -- -
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Lorena
- - -- -- - - -
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- - - -
-: - Marigaçøtlia'
• -, Angra dOSKRCIS
curi ha Parque Nacronalda; - - -
-
Serra
- -L-'-
--
------ ---- -e-
-
ParatY.a)r -
A Estrada da Carvalhada e do Alonso, estão localizadas no parque Nacional da
Serra da Bocaina na Divisa entre Rio de Janeiro e São Paulo. No município de
São José do Barreiro - SP está inserida 18,35% da área da Serra da Bocaina.
1 de 21
encrErron.a uwutsnsciraL.
Est*ncla Twfstica de S*o José do Barreiro -
EStSnctaT*atfstIa ---. .--- --
PREFEITURA MUNICIPAL
SÃO sosÉ DO SARREIRO-SP Rua José Bento Teixelra, 45 - Centro
T.mpoden.ospefldadcI CEP: 12830-000 - Tel: (12) 3117 9200
III - INFORMAÇOES SOBRE O PROJETO
O presente projeto visa atender às exigências da Comunidade local,
melhorando as condições de acesso e paralelamente incentivando o turismo da
região.
Importante ressaltar que a estrada já foi implantada e é trafegada por veículos
leves, destacando assim que o traçado está definido.
Neste projeto fizemos a visita de campo onde identificamos os pontos mais
críticos da estrada, ou seja, aqueles que se tornam intrafegáveis principalmente
em épocas de chuva. Após a identificação e priorização desses pontos,
fizemos o levantamento planialtimétrico, considerando apenas a pista de
rolamento, acrescida de uma largura lateral definida in loco, em função de uma
questão de custo e praticidade. No projeto mantivemos todas as saídas de
águas pluviais existentes e já direcionadas. Ressaltamos que a largura média
que adotamos no projeto é de 4,00 m. A seção tipo bem como a de finição das
camadas de sustentação do pavimento suas abordadas na sequência.
Reiteramos que o projeto refere-se aos trechos de intervenção que são
identificados neste memorial com suas coordenadas dos pontos iniciais e finais
de cada trecho.
Destacamos que no local não há jazida disponível e material com consistência
mínima aceitável para ser utilizado como base ou sub-base. Como o traçado já
está definido e com tráfego, identificamos poucos pontos que exigem uma troca
de solo, o que será feito com o material a ser retirado para regularização e
pequenos acertos de talude. Material este que será movimentado e aproveitado
no próprio local.
IV - Terraplenagem
Conforme exposta acima, o traçado da via está definido e o local já conta com
tráfego de veículos, logo, a terraplanagem consiste na raspagem da via no
trecho onde será executada a pavimentação e o acerto do talude em pontos
onde são identificadas as aberturas a serem executadas para alargamento da
via e/ou acerto de talude, ressaltando que o material será aproveitado no local.
Não serão exploradas jazidas locais.
V - PAVIMENTAÇÃO
Tendo em vista tratar-se de um projeto básico, adotados o N característico
igual a 10, ressaltando que estamos tratando de uma estrada rural com
tráfego leve.
2 de 21
riu
SÃO JOSÉ DO SARRE1RO-SP
Tempo do p.o.peddado
rn.srarroaa ivainici raL
Estáncia Turística de Sto Jose do Barreiro - SP
PREFEITURA MUNICIPAL
Rua José Bento Teixeira, 45 - Centro
CEP: 12830-000 - Tal: (12) 3117 9200
Quadro 6,1
Classificação das vias e parâmetros de tráfego
Volume inicial
Função Tráfego Vida faixa mais carregada Equiva- N N
Veículo Caminhão! predominante previsto de - lente! característico
projeto Leve Onibus Veículo
Via locai
LEVE 100a400 4 a 20
2,70x10'a
10 150
1,40 x
10
Via Loca[ e 1,40x 10'a MÉDIO . 10 401a1500 21a100 1,50 5x105
Coletora 6,80x 1 o
MEIO 1501a 1,4x10° a
10 101a300 2,30 2x10°
PESADO 5000 3,1 x 100 Vias
5001a 1,0x10 a ' Coletoras PESADO 12 301 a 1000 5.90 2x107
10000 3,3x io Estruturais _________
MUITO
______
1001 a
_________
3,3x 10 a 12 >10000 5,90 5x107
PESADO 2000 6,7 x io
Faixa VOLUME
12 <500 3x1O° 107 MÊDIO Exclusiva de _
Õnibus VOLUME
12 >500 5x107 5x10'
PESADO
Tabela IP -0612004 - dimensionamento de pavimentos de blocos de concreto intertravados.
Considerando a vistoria in loco e considerando o tráfego LEVE com "N típico
até 105 solicitações do eixo simples padrão, por não necessitar de camada de
base (a via existente e com tráfego com estrutura compatível com a demanda
local) gerando portanto estruturas esbeltas e economicamente mais viáveis.
Para N < 1,5 x 106, a camada de base não é necessária.
Para pré-dimensionamento do pavimento adotamos:
NTlplco= 10 (expectativa de solicitação do eixo padrão, para um período de 10
anos).
CBR > 20 % - condição de uso da camada em sua condição natural.
Espessura do revestimento = 8,0 cm
Resistência à compressão simples = 35 a 50Mpa.
Areia = 5,0 cm de espessura
Base = 10,0 em de espessura.
3 de 21
PnErErrtJaa uwtsnIcIpaL
affl W1flI Estância "rúdstica de São José do Barreiro - SP
PREFEITURA MUNICUPAL
SÃO .sosÉ DO SARREIRO—SP Rua José Bento Teixelra, 45 - Centro
Te.npodepra.p.tIdadel CEP: 12830000- Teu: (12) 3117 9200
Seção tipo:
Meio-fio (guie kS de rejuntarnerto Bbcos de concreto
confinamento lateral
Peia de aentamento
Declividade transversal min. 1%
Sarjeta
As peças de concreto pré-moldadas serão de formato geométrico regular, com
comprimento máximo de 40 cm, largura mínima de 10 cm e altura de mínima
de 6cm, devendo também estabelecer uma relação de forma entre as
dimensões. As variações máximas permissíveis nas dimensões serão de 3,0
mm no comprimento e largura e de 5,0 mm na altura das peças. Blocos de
outras formas poderão ser contemplados desde que atendam ao estabelecido
em norma.
VI — VISTORIA IN LOCO
Local: Estrada do Alonso e Estrada da Carvalhada - Serra da Bocaina - São
José do Barreiro - SP
6.1) Comprimento total:
a)
• Estrada da Carvalhada - Bairro Jardim - trecho de 1 a 9 (Ver projeto)
• Extensão: 2,55 km
Estrada da Carvalhada— Bairro Jardim
TRECHO COORDENADAS
PONTO INICIAL (A) PONTO FINAL (B)
1 2205571" 5 4431'18' W 22046'06" 5 44°31'25 W
2 22046'34" S 44°31'43" W 22046'37" S 44°31'57" W
3 22046'38" 5 44131'59" W 22046'41" 5 44132'05" W
4 22046'41" S 44032' 19" W 22046'46" 5 44032' 19" W
5 22046'51" 5 4403222" W 22046'52" 5 44042'24" W
6 22047'06" 5 44032'30" W 2204710" 5 44032'31" W
7 220471 7" 5 44032'45" W 22047'20" 5 44032'55" W
8 22047'29" 5 44°32'59" W 22047'32" 5 44033'01" W
9 22047'50" 8 44033'24" W 22047'53" 8 44033'28" W
4 de 21
o
enEFEIttJIta IWItJtIICI at
EstSncla Turística da são José do Sarreiro - SP
•4t'• PREFEITURA MUNICIPAL
SÃO iost DO SARREIRO-SP Rua José Bento Teixeira, 45- Centro
Tan.podeptospertddct CEP: 12830-000 - Tal: (12) 3117 0200
b)
• Estrada do Alonso — Bairro Jardim/ Onça — Trecho de 10 a 13 (ver
projeto)
• Extensão: 1,90km
220481 1" 8 44°33'1 3W 22048'26" S 44033'08' W
12 22048'37" 5 44133'14' W 22048'46" S 4403318" W
13 22049'05" 8 44°3325" W 2204915" 5 4403333' W
62) SITUAÇÃO
Ver projeto anexo, que representa o levantamento topográfico planialtimétrico
dos trechos que sofreram intervenção.
O arruamento está definido e a via já é trefegada, estando atualmente em
terreno natural.
6.3) ALINHAMENTO
O alinhamento está definido.
A seção transversal está nivelada.
Não há muros de contenção, guias pré-moldadas ou sarjetas ao longo ao longo
da via.
No local existem valas laterais para escoamento de águas pluviais, que serão
mantidas para escoamento dos trechos onde serão adotadas drenagem
superficial, identificados no projeto.
6.4) DECLIVIDADE
Conforme exposto anteriormente os trechos não são pavimentados, ou seja, o
tráfego é feito em terreno natural. A declividade média da via esta entre 1,5 e
2,5 %.
VII — ASPECTOS GERAIS
7.1 —A área está localizada na Serra da Bocaina, logo em área de manancial.
7.2 - A área é de proteção ambiental
5 de 21
narerroa.a ~411101=11111~.
Estiada Turística de São José do Barreiro - SP
PREFEITURA MUNICIPAL
SÃO iosÉ DO BARREIRO-SP Rija José Bento Teixelra, 45 - Centro
Tcpnnodapraspeddada' CEP! 12830-000 - Tal: (12) 3117 9200
7.3 - Não será explorada jazidas ou efetuadas subtrações de árvores no local,
visto que o arruamento já está definido, logo as intervenções serão efetuadas
apenas na caixa de rua.
7.4 - Em alguns pequenos trechos será efetuada a remoção de solo da pista
de rolamento para que seja efetuada a regularização da base e posterior
lançamento da camada de bica corrida e posterior lançamento da camada de
areia que receberá o pavimento.
7.5 - Conforme pode ser verificado no projeto anexo, a via possui trechos com
declividade alta.
7.6 - Ao longo da via são identificadas passagens de água e algumas obras de
arte (pontes de madeira) que não sofrerão intervenções, pois não serão
contempladas neste projeto, por estarem em bom estado de conservação e
não prejudicarem a passagem de veículos.
7.7 - Toda o escoamento de águas pluviais é feito atualmente de forma
superficial, através de abertura de valas laterais que deságuam e terreno
natural, são chamadas "sangrias", que são conservadas por mão de obra local.
7.8 - No local não há captação de esgotos, pois as residências são bem
afastadas uma das outras e por isso é adotado o sistema individual.
7.9 - No local a rede de energia elétrica de baixa tensão, com linha de poste
definida e se interferência com a via.
VIII— OBRAS PROVÁVEIS
No trecho em questão conforme exposto anteriormente são identificados
cursos d'água superficiais, que não acarretam necessidade de obras, portanto,
não sofrerão intervenções. As nascentes e/ou minas d'água estão fora do
trecho de intervenção.
Os trechos onde foram identificadas a necessidade de drenagem de águas
pluviais estão devidamente identificados no projeto.
Não foi previsto muro de arrimo, entretanto em alguns pontos serão feitas
correções no talude para melhor estabilização dos mesmos e o material fruto
dessa intervenção será reaproveitado no local.
Em alguns trechos onde há o direcionamento de águas pluviais, que
apresentam um desnível considerado alto estão previstas escadas de
dissipação. (Ver projeto).
IX - TRÁFEGO
6 de 21
VEIR
as t3 enrarrtsaa
J, Estticla Turística de São José do Sarreiro -
SÃO iosÉ no BARREIRO-SP' Rua José Bento Teixeira, 45- Centro
Tempedepqosperjdadel CEP: 12830-000 - Tel: (12)3117 9200
O tráfego é basicamente local. Atualmente muito prejudicado em consequência
do seu estado, agravado principalmente em época de chuvas.
X - ESPECIFICAÇÕES
10.1 - Serviços Técnicos
A fiscalização dos serviços ficará a cargo da PREFEITURA DE SÃO
JOSÉ DO BARREIRO, sendo que esta terá livre acesso aos serviços
empreitados e decidirá sobre a qualidade dos materiais e execução dos
serviços, fixando normas nos casos nãõ especificados.
A mão de obra, bem como todo material aplicado, será sempre de
primeira qualidade, objetivando assim, um acabamento perfeito e esmerado
nos serviços, que somente serão aceitos nestas condições.
Todos os materiais aplicados na obra obedecerão às especificações
descritas no projeto ou neste memorial e submetidos previamente, por escrito,
à PREFEITURA para aceite.
10.2 - Canteiro de Obras
Locais previamente escolhidos serão indicados, para construção de
barracões, necessários ao atendimento geral da obra, previsão para depósitos
de materiais e canteiros de serviços. A Contratada poderá substituir este item
por uma imóvel a ser alugado na região, sem prejuízo o objeto pactuado.
10.3 - Instalações Provisórias
As instalações do canteiro de serviço atenderão às necessidades da
obra a ser executada. Deve, portanto, conter instalações capazes de comportar
o bom funcionamento da fiscalização, controle de materiais, instalações
sanitárias provisórias, rede de água, esgoto e energia elétrica.
10.4 - Placas de Obras e de Sinalização
Deverão ser construídas placas de identificação da obra e de
sinalizações verticais, pois se trata de uma obra próxima a vias públicas.
Deverão ser colocadas em lugar visível, de acordo com a fiscalização, as
seguintes placas:
- Placa padrão entre Prefeitura e Órgão Convenente;
- Placa da firma construtora conforme modelo da mesma;
Estância Turística de São José do Barreiro -
•S PREFEITURA MUNICEPAIL
PflErairtj na nmtJnlciaL.
SÃO .sost DO SARREIRO-Si' Rua José Bento Teixolra, 45 - Centro
Tompodenrosnrldad*t CEP: 12830-000 - TOE: (12) 3117 9200
- Placa de segurança do trabalho;
- Placa de sinalização de segurança.
10.5 - Locação da Obra
Toda obra deverá ser locada manualmente, devendo haver
acompanhamento durante toda a execução.
10.6 - Preparo do Terreno
Será providenciada uma limpeza geral do terreno com remoção de
entulhos em toda a área que será executada o serviço, caso seja necessário.
10.7 - REDE DE DRENAGEM PLUVIAL
Resumo de Tubos de Drenagem
Diâmetro Extensão (m)
Meio tubo 500 mm CA 2.253,09
Tubo de concreto 400 mm - Simples 585,00
Resumo da Caixa de Rabi Poços de Visita
Descrição Dimensões (m) Quantidade
Boca de lobo (**) 0,30 x 0,90 x 0,90 12 un
Poços de visita (*) 0,30 x 0,90 x 0,90 17 un
Obs. (**) Boca de lobo simples tipo PMSP - tampo de concreto.
(*) poço de visita em alvenaria tipo PMSP - balão.
As Especificações e forma de execução abaixo se aplicam á construção
dos dispositivos de drenagem superficial, para escoamento de águas pluviais,
de acordo com o projeto.
São considerados dispositivos de drenagem: boca-de-lobo, ramais de
boca-de-lobo, poços de visita, galerias tubulares e canaletas superficiais.
10.7.1 -Tubos
Todos os tubos de concreto incorporados à obra serão fornecidos
atendendo ao constante do projeto e de acordo com a presente especificação:
• (para diâmetros de 0,40m a 0,60m) - tipo ponta e bolsa,
rejuntados com argamassa de cimento e areia no traço 1:4.
Os tubos não deverão apresentar trincas, fraturas ou outros defeitos
visíveis a olho nu prejudiciais à qualidade do tubo quanto à resistência,
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EM
aWs
rnrcrroaa IwtsnIcIpaL.
Estância flirística de São José do Sarreiro - SP
PREFEITURÁPL MUNICIPAL
Est*..clafl.dsflca
SÃO iosÉ DO BARREIRO-SP Rua José Bento Teixelra, 45 - Centro
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impermeabilidade e durabilidade, devendo dar som característico de tubo não
trincado, quando percutido com martelo leve.
Os tubos serão assentados de jusante para montante e com as bolsas
voltadas para montante.
As argamassas para o rejuntamento dos tubos serão de cimento e areia
no traço 1:4, em volume, podendo ser preparadas manualmente ou em
betoneira. As argamassas deverão ser preparadas nas quantidades requeridas
para uso imediato.
O tipo de tubo a ser utilizado será definido no detalhamento do projeto.
Na execução dos serviços deverão ser observadas, além destas
especificações, as instruções dos fabricantes, normas da ABNT e outras
aplicáveis.
Visto que a maioria destes serviços serão executados em áreas
públicas, deverão ser observados os aspectos relativos à segurança dos
transeuntes e veículos, bem como os locais de trabalho deverão ser
sinalizados, de modo a preservar a integridade dos próprios operários e
equipamentos utilizados.
Deverão ser definidos e mantidos acessos alternativos, evitando-se a
total obstrução da passagem de pedestres ei ou veículos.
O assentamento da tubulação deverá seguir paralelamente à abertura
da vala. Não haverá necessidade de cuidados especiais quanto à base de
assentamento (berço), desde que o terreno seja firme, devendo ser colocada
uma camada de areia nivelada ou pó de pedra para permitir o arraste dos tubos
para encaixe. Para os terrenos de má qualidade (argila orgânica), se prevê a
substituição de todo o material ou a construção de uma estrutura de concreto
armado de apoio de tubos.
Sempre que o trabalho for interrompido, o último tubo assentado deverá
ser tamponado, a fim de evitar a entrada de elementos estranhos. Esses tubos
deverão ser lastreados evitando-se assim a sua flutuação no caso • de
inundação da vala.
As pontas e bolsas a serem acopladas deverão ser limpas, utilizando-se
escovas ou ferramentas leves. O alinhamento lateral deverá ser efetuado
através de alavancas.
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rEtercUrtiRa MtJM id flaL.
Estancia Turística de Sã. José do Barreiro - SP
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10.7.2 - Poços de visita
Fundo em concreto armado (fck = 10 Mpa), paredes em blocos de tijolo
maciço (10x20x20cm) ou de cimento (15x20x40cm) preenchidos com concreto
fck =10 Mpa. Tampa em concreto armado fck = 15 Mpa, sendo a tampa da
visita em ferro fundido. Internamente as paredes serão revestidas com
argamassa de cimento e areia (espessura de 2,50 cm).
10.7.3 - Bocas de lobo
Fundo em concreto simples (fck = 10 Mpa), apoiado em lastro de
concreto magro (fck = lOMpa), paredes em blocos de tijolo maciço
(1 0x20x20cm). A tampa será de concreto para permitir a drenagem da água.
10.7.4 - Fôrmas e escoramento
As fôrmas deverão ser de madeira, sem deformações, defeitos,
irregularidade ou pontos frágeis, que possam influir na forma, dimensões ou
acabamento das peças de concreto. As fôrmas deverão estar de acordo com
as dimensões indicadas nos desenhos do projeto.
As escavações necessárias à construção dos dispositivos de drenagem
poderão, dependendo da profundidade, necessitar de escoramento, a ser feito
através de estacas pranchas de madeira. As estroncas poderão ser feitas com
peças de madeira.
As fôrmas deverão ser rígidas e suficientemente resistentes para
receber todos os esforços que apareçam durante após o lançamento do
concreto. Para tal, as fôrmas deverão ser devidamente escoradas e
contraventadas, de modo a não permitirem deformações e / ou deslocamentos.
As juntas das fôrmas deverão ser obrigatoriamente vedadas, para evitar
a perda da argamassa do concreto ou da água. As fôrmas e os escoramentos
só poderão ser retirados quando já se achar o concreto suficientemente
endurecido para resistirás cargas que sobre ele atuarem.
Após a retirada das fôrmas, todos os dispositivos de travamento, tais
como pregos e vergalhões aparentes na face do concreto, deverão ser
cortados a uma profundidade de pelo menos cinco milímetros da face do
concreto, e preenchidos os orifícios com argamassa de cimento e areia no
traço 1:4.
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enrirtaa uwutsnucuraL.
gj &ÇYK Estância Turística de São José do Barreiro - SP
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10.7.5 - Armaduras
As armaduras a serem usadas estão indicadas nos desenhos do projeto.
A especificação dos aços obedecerá ao sistema de classificação estabelecidas
na ABNT.
A estocagem do aço é fundamental para a manutenção de sua
qualidade. Assim sendo, deverá ser colocado em local abrigado das
intempéries, sobre estrados com cuidado, a fim de que não fiquem
prejudicadas as características mecânicas do material.
Para manter ou separar as armaduras nas posições correspondentes,
poderão ser usados dispositivos metálicos, de concreto ou de plástico, de
dimensões e resistências adequadas, a critério da FISCALIZAÇÃO.
10.7.6 - Concreto
O concreto será composto de cimento, água, agregado miúdo e
agregado graúdo. Quando necessário, poderão ser adicionados aditivos
redutores de água, retardadores ou aceleradores de pega,
plastificadores, incorporadores de ar e outros, desde que proporcionem no
concreto, efeitos benéficos, conforme aprovação em ensaio de laboratório.
O fornecimento, montagem, operação e manutenção de todos os
equipamentos necessários à preparação do concreto, serão feitos pela
empreiteira.
Dadas as características peculiares do comportamento dos cimentos,
eventuais misturas de diferentes marcas poderão implicar em efeitos
inconvenientes, tais como trincas, fissuras e mudança de coloração no caso de
usar concreto aparente, etc. Desta forma, o emprego de misturas de cimento
deverá ser feito com proteção total contra intempéries, umidade do solo e
outros agentes nocivos às suas quálidades. A disposição dos lotes deverá ser
feita sobre controle de empilhamento e idade.
O agregado miúdo a ser utilizado para o preparo do concreto poderá ser
areia natural, isto é, quartzosa, de grãos angulosos, e áspera, ou artificial,
proveniente da britagem de rochas estáveis, não devendo, em ambos os
casos, conter quantidades nocivas de impurezas orgânicas ou terrosas, ou de
material pulverulento.
Deverá ser evitada a predominância de uma ou duas dimensões (formas
achatadas ou alongadas) e a ocorrência de mais de 4% de mica. O
armazenamento de areia deverá oferecer condições que não permitam a
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a S.t r. flEFEIOfl* Iwnnnc•paL.
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mistura de materiais estranhos, tais como outros agregados graúdos, madeiras,
óleos, etc.
Como agregado graúdo deverá ser utilizado, pedra britada com arestas
vivas isenta de pó de pedra ou materiais orgânicos ou terrosos. Os materiais
deverão ser duros, resistentes e duráveis. Os grãos dos agregados deverão
apresentar uma conformação uniforme. A resistência própria de ruptura dos
agregados deverá ser superior à resistência do concreto. O armazenamento do
agregado graúdo deverá obedecer às mesmas recomendações relativas ao
armazenamento da areia. Poderão ser utilizados, a depender da classe do
concreto, dois tipos de agregados graúdos (o diâmetro máximo será fixado em
cada caso, de acordo com a NBR 6118 da ABNT).
1) Brita n° 1, diâmetro máximo de 19 mm;
II) Brita n° 2, diâmetro máximo de 38 mm;
A água deverá ser medida em volume e não apresentar impurezas que
possam vir a prejudicar as reações da mesma com compostos do cimento,
como sais álcalis ou materiais orgânicos em suspensão. Os limites máximos
toleráveis dessas impurezas são especificados na NBR 6118 da ABNT.
Deverão ser feitos, em laboratório, ensaios com a água da argamassa de
acordo com a NBR 7215 da ABNT. A resistência obtida deverá ser igual ou
maior que 90% da obtida com água de boa qualidade e sem impurezas, aos 7
e aos 28 dias de idade.
A critério da FISCALIZAÇÃO poderão ser utilizados aditivos
aceleradores de pega, incorporadores de ar e outros, observados
rigorosamente as especificações nacionais e recomendações do fabricante.
Admitir-se-á a utilização de aditivos cujas propriedades tenham sido verificadas
experimentalmente em laboratório idôneo.
A proporção da mistura deverá ser determinada por qualquer método de
dosagem racional e deverá estar baseada na pesquisa dos agregados mais
adequados, ria sua respectiva granulometria e na melhor relação água /
cimento, com a finalidade de assegurar:
1) Uma mistura plástica e trabalhável, segundo as necessidades de
utilização;
II) Um produto que não apresente um aumento excessivo de temperatura
na concretagem e que, após uma cura apropriada e um adequado
período de endurecimento, tenha resistência, impermeabilidade e
durabilidade, de acordo com as necessidades da obra aonde vier a ser
aplicado.
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Os traços de concreto, bem como os materiais a serem utilizados na
mistura, deverão ser submetidos à aprovação da FISCALIZAÇÃO. São
previstas as seguintes classes de concreto para a utilização nas estruturas:
1) fck=lOMpa
II) fck=l5Mpa
III) fck2üMpa
A classe do concreto a ser empregado será definida pelo projeto
estrutural, e na falta deste, será determinado pela FISCALIZAÇÃO.
O transporte entre a central de concreto e os locais de lançamento
deverá ser tão rápido quanto possível, evitando-se a segregação do concreto.
O concreto será descarregado o mais próximo possível do local de lançamento.
Por ocasião do lançamento do concreto, as fôrmas deverão estar isentas
de incrustações de argamassa ou outros materiais estranhos. Com
antecedência prévia ao lançamento do concreto em qualquer estrutura, a
empreiteira deverá submeter à aprovação da FISCALIZAÇÃO o plano de
trabalho e o processo de construção, mostrando e descrevendo os métodos de
lançamento que pretenda usar. Nenhum concreto poderá ser lançado na
estrutura sem que os métodos de lançamento tenham sido aprovados pela
FISCALIZAÇÃO. A aprovação do método de lançamento proposto não
desobrigará a empreiteira da responsabilidade de sua execução, que
permanecerá como única responsável pela construção satisfatória de toda
obra. Nenhum concreto será lançado até que todo o trabalho de fôrmas,
instalação de peças embutidas, preparação das superfícies das fôrmas e
armação, tenham sido liberadas pela FISCALIZAÇÃO. Antes do lançamento do
concreto, todas as superfícies de fundação, sobre as quais, ou de encontro as
quais o concreto será lançado, estarão livres de água, lodo ou detritos, limpas e
isentas de óleo, aderências indesejáveis, fragmentos soltos, semi-soltos e
alterados.
A empreiteira manterá a FISCALIZAÇÃO informada a respeito das datas
de lançamento do concreto que só será efetuado na presença da
FISCALIZAÇÃO. Será lançado somente em tempo seco, a não ser que se seja
autorizado de outra forma pela FISCALIZAÇÃO. A altura do lançamento do
concreto não deve ser superior a 2 m, devendo-se, no caso de lançamento de
alturas maiores, serrem previstas aberturas nas fôrmas para o lançamento e
adensamento do concreto. Pode-se, entretanto, adotar dispositivos de
lançamento tais como trompas ou similares, que introduzidos na fôrma
permitam o lançamento de alturas maiores.
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vi
e rncrerrsaa iwun.cirau... W t Estticia Twfstica de São José do Barreiro - SP
!nsuca PREFEITURA MUNICIPAL sÃo .sosÉ DO BARREIRO-SP Rua José Bento Teixelra, as - Centro
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10.7.7 - Equipamentos
Os dispositivos de drenagem serão executados mediante a utilização de
equipamentos adequados, que possibilitem a realização dos serviços sob as
condições especificadas e a produtividade requerida.
Todo o equipamento, antes do início da construção, será examinado
pela FISCALIZAÇÃO, devendo estar de acordo com a Especificação, sem o
que não será dada a ordem para o início do serviço.
São indicados os seguintes tipos de equipamentos:
• Retroescavadeira de pneus;
• Betoneira de 320 litros;
• Caminhão basculante;
• Carregador frontal de pneus;
• Soquete mecânico;
• Vibrador de emersão para concreto;
• Ferramentas manuais, tais como: enxadas, pás, picaretas, alavancas.
10.7.8 - Escavações
As escavações serão efetuadas de preferência mecanicamente e não
sendo possível, serão efetuadas manualmente. O fundo das cavas deverá ser
nivelado e apiloado. O material considerado reaproveitável, pela boa qualidade,
será estocado, para servir no reaterro. O material excedente ou imprestável
será removido logo após a escavação e transportado para local indicado pela
FISCALIZAÇÃO. As escavações deverão ser executadas de acordo com os
alinhamentos, cotas e locações constantes do projeto. As valas deverão ser
escavadas obedecendo ás larguras máximas definidas na a seguir:
DIÂMETRO DA
TABULAÇÃO (mm)
LARGURA DA VALA (m)
400 1,20
Obs.: Para poços de visita/caixa de ralo, a largura da vala é igual à dimensão
da base acrescida de 1 metro.
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10.7.9 - Reaterros
Deverá ser utilizado solo argilo-arenoso procedente de área de
empréstimo e isento de matéria orgânica, ou outros materiais estranhos.
Poderá ser admitido reaproveitamento de material escavado, a critério da
FISCALIZAÇÃO.
Os reaterros necessários deverão ser executados com material de boa
qualidade e sua compactação deverá ser feita com equipamento mecânico de
controle manual (sapo), sendo aceito também o emprego de soquetes manuais
com peso mínimo de 15 Kg e superfície de contato com o solo de 400 cm2 . A
espessura das camadas, após a compactação, não deverá exceder a 25 cm.
XI - PAVIMENTAÇÃO EM PAVIMENTO INTERTRAVADO DE ALTO
TRÁFEGO
Relação de Logradouros a Pavimentar
Logradouro Largura Área (m2) (1
média (m)
Estrada da Carvalhada - 4,25 9.337,71
Bairro Jardim
Estrada do Alonso - Bairro 4,00 6.899,09
Jardim / Onça
Total 16.236,68
Obs.: (*) pavimentação em piso intertravado esp. 8,0 cm
Foi escolhida pavimentação em Pavimento intertravado de
Alto Tráfego, por se tratar de uma solução mais barata para o local, em função
da facilidade de manutenção com os recursos de mão-de-obra local. Este,
portanto, atende perfeitamente a área tratada, conforme detalhe em projeto.
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11.1 - Meios-fios
Meio fio pré-moldado tipo PMSP, fck = 25 Mpà, dimensões:
Base inferior 0,30m
Base superior: 0,12m
Logradouro Meio fio Quantidade (m) (*)
Estrada da Carvalhada -
Bairro Jardim
12 x 30cm 4.926,77
Estrada do Alonso - Bairro
Jardim / Onça
12 x 30 cm 3.375,39
Total - 8.302,16
11.2 - Controles necessários à execução de pavimentação
Um ensaio de Índice de Suporte Califórnia, com a energia do método
para as camadas finais, para cada grupo de amostras submetidas ao ensaio de
compactação segundo a alínea a.
O acabamento da plataforma de aterro será procedido mecanicamente,
para alcançar-se a conformação da seção transversal do projeto, admitidas as
seguintes tolerâncias:
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FEITUIZA MUNICIPAL
fl
Ws
PntrEIWtJRa lntJt4IciPaL
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tcnwodep.osDecIdadeI CEP: 12830000- Tel: (12) 3117 9200
• Variação da altura máxima de ± 0,05 m para o eixo e bordos;
• Variação máxima da largura de + 0,30 m para a plataforma, não se
admitindo variação para menos.
O controle será efetuado por nivelamento de eixo bordos. O
acabamento, quanto a declividade transversal e à inclinação dos taludes, será
verificado pela Fiscalização, de acordo com o projeto.
11.3 - Execução do pavimento com blocos intertravados de
concreto
A superfície a ser assentado os blocos de concreto deverá ser
regularizada na largura de toda pista, de modo que assuma a forma
determinada pela seção transversal de projeto. Deverão ser executadas
camadas de sub-base na espessura de 0,25m e base na espessura de 0,1Om,
com brita corrida.
Os blocos deverão ser assentados sobre base de areia ou pó de pedra,
normalmente ao eixo da rua, obedecendo ao abaulamento previsto em projeto.
Os blocos, depois de assentados pelo calceteiro, deverão ser
comprimidos com o rolo compressor, ou, na falta, socados com maço.
No início e final de cada rua será executada cinta de travamento em
concreto com as dimensões de 0,10 de largura 0,10 de espessura e 5,40m de
comprimento (largura das ruas).
11.4 - Abertura ao Trânsito
O trânsito no local poderá recomeçar imediatamente ao término da
pavimentação em piso intertravado.
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p!ritrcs. S*ZC I'Tt'- Ct&.cla Turística de S** José do Barreiro - SP
49W PREFEITURA MUNICIPAL
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XII - QUANTITIVOS FÍSICOS
12.1 - Estrada da Carvalhada - Bairro Jardim - TRECHO DE 1 a 9
1 - Início, apoio e administração da obra
1.1 - Container alojamento - mínimo 9,20 m2
Container
Unidade 2
Meses 6
Quant. (unid. x meses) 12
1.2 - Container sanitário —9,20 m2
Container
Unidade 2
Meses
1.3 - Container depósito - mínimo 9,20 m 2
1.4 - Placa de obra -
2,00 m (largura) x 3,00 m (altura) = 6,00 m2
1.5 - Locação de via - m 2
9339,71 m2 (ver planta)
2.0 - Movimento de terra
Itens 2.1 - 2.2 e 2.4
9339,71 x 0,50 = 4669,86 m3
Item 2.3 - Escavação de valas h = 2.00 m - m3
Tubo de concreto d = 400
Largura da vala (adotado) = 3 vezes o diâmetro do tubo
Largura = 3 x (0,40) = 1,20 m
Profundidade (m) = 1,50 m
V = 1,50 x 1,20 x 345 = 621,00 m3
18de2l
6
Quant. (unid. x meses) 12
Container
Unidade 2
Meses 6
Quant. (unid. x meses) 12
enrrrtpna .wutniici paL.
Estinda Turística de São ~ do Sarreiro - SP
" PREFEITURA MUNICIPAL EstSncITur(stIca --
SÃO .sosÊ no SARREIRO-SP Rua José Bento Teixeira, 45- Centro
Tamnodenrowrjdadet CEP: 12330-000 - TeR (12)3111 9200
Poços de visita d = 1,10 e = 1,50-11 un
Considerando 1,00m (espaço para trabalho)
D = = [7220)2 . 1,50j .11=62,70m3
Boca de lobo- 6un
Dimensões: comprimento (m) = 1,20: largura (m) = 0,70 m;
Profundidade (m) = 1,20m
OBS.: Considerado 0,50m para cada lado (espaço para trabalho).
V=[( 1 , 20 + 1 )x(O, 7 + 1 )xl,201x 626,93 m3
VT0TAL(m3) = 710,63 m3
Item 2.5 - Reaterro mecanizado - m 3
4669,85 x 1,3 = 6070,81 m 3
3— Caixa, ralo, grelha e acessórios
3.1 - Boca de lobo - unid.
06 unid.
e
4— Pavimentação e passeio
Item 4.1 - Regularização e compactação mecanizada - m2
Área = 9339,71 m2(ver projeto)
Item 4.2 - Pavimentação em lajota de concreto esp. 8,0 cm -
Área = 9339,71 m2(ver projeto)
Item 4.3 - Guia pré-moldada - m
4926,77 (ver projeto)
Item 4.4 - meio tubo DN 500 mm— m
658,09 m (Ver projeto)
Item 4.5 - Tubo de concreto d = 500 mm— m
345,00 m (ver projeto)
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Doa'T\ E~~ 1~~ da São José do Barreiro - SP
P'flnraiwtjna uwutJnicieaL.
'cncIan.r(stica
SÃO iosÉ DO BARREIRO-SP Rua José Bento Teixelra, 45- Centro
tea.podep.osperldadel CEP: 12830-000 - Tel: (12) 3117 9200
4.6 - poços de visita - unid.
11 unid.
4.7 - base de brita graduada -
9339,71 x 0,07 = 689,09 m3
12.2 - Estrada do Alonso —Bairro Jardim / Onça - trecho de 10 a 13
1 - Início, apoio e administração da obra
Itens de 1.1 a 1.4 - Idem quantitativos adotados para o trecho de 1 a 9 -
- Estrada da Carvalhada - Bairro Jardim.
1.5 - Locação de via - m2
6899,09 m2(ver projeto)
2.0 - Movimento de terra
2.0 - Movimento de terra
Itens 2.1 - 2.2 e 2.4
6899,09 x 0,50 = 3349,55 m 3
Item 2.3 - Escavação de valas h = 2.00 m - m3
Tubo de concreto d = 400 mmLargura da vala (adotado) = 3 vezes o diâmetro do tubo
Largura = 3 x(0,40)= 1,20m
Profundidade (m) = 1,50m
V = 1,50x1,20x240=432m3
Poços de visita d = 1,10 e h = 1,50-11 un
Considerando 1,00m (espaço para trabalho)
D = = [
7r.(2.202 . 1,501. 11 = 62,70m3
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Esttacla Tuflsflca de Sã. José do Barreiro - $P
PREFEITURA MUNICIPAL
S
SS
pnararnjna IwsnIcwaL.
SÃO .tosÉ no BARREIR0-SP Rua José Bento Teixelra, 45 - Centro
Tempodop,c.perldadel CEP: 12830-000 - Tal: (12) 3117 9200
Boca de lobo- 6un
Dimensões: comprimento (m) = 1,20; largura (m) = 0,70 m;
Profundidade (m) = 1,20m
OBS.: Considerado 0,50m para cada lado (espaço para trabalho).
V[(1,20 + 1)x(0,7 + 1)x 1,20]x6= 26,93 m 3
VT0TAL(m3) = 521,63 m3
Item 2.5 - Reaterro mecanizado - m 3
(3349,55 + 521,63) x 1,3 = 5032,53 m3
3— Caixa, ralo, grelha e acessórios
3.1 - Boca de lobo - unid.
06 unid.
4— Pavimentação e passeio
Item 4.1 - Regularização e compactaçâo mecanizada - m 2
Área = 6899,09 m2(ver projeto)
Item 4.2 - Pavimentação em lajota de concreto esp. 8,0 cm - ml
Área = 6899,09 m2(ver projeto)
Item 4.3 - Guia pré-moldada - m
3375,39 (ver projeto)
Item 4.4 - meio tubo DN 500 mm— m
658,09 m (Ver projeto)
Item 4.5 - Tubo de concreto d = 500 mm— m
240,00 m
4.6 - poços de visita - unid.
11 unid.
4.7 - base de brita graduada - m 3
6899,09 x 0,08 = 560,00 m3
Patrick Lu
CAU:
Arquiteto 0 Urbanista
pista de rolamento
[]
9 12% 19
b4oco de a,naetn -• R an
SEÇÃO AB trechos 4,5 e 6
Esc.: 1/50
PAVIMENTAÇÃO e DRENAGEM FOLHA 1/5
Descrição: DRENAGEM E PAVIMENTAÇÃO DE TRECHOS CRÍTICOS EM ESTRADAS RURAIS
Locais: Estrada da Carvalhada - Bairro Jardim e Estrada do Alonso - Bairo Jardim / Onça
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO BARREIRO - SP
End.: Rua José Bento Teixeira, 45, Centro - São José do Barreiro - SP.
DATA: 2810412014
PREFEITO
SECRETÁRIO DE 6 RAS
APROVAÇÃO
PMSJB
FOLHA '2
PAVIMENTAÇÃO e DRENAGEM 1 FOLHA 2/5
Descrição; DRENAGEM E PAVIMENTAÇÃO DE TRECHOS CRÍTICOS EM ESTRADAS RURAIS
Locais: Estrada da Carvalhada - Bairro Jardim e Estrada do Alonso - Bairo Jardim / Onça
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO BARREIRO - SP
End.: Rua José Bento Teixeira, 45, Centro - São José do Barreiro - SP.
DATA: 2810412014
si :1;L3
APROVAÇÃO
PMSJB
70,821
MAS - trecho 9:
) Área de pavimentação = 593,86 m 2
» meio fio = 272,70 m
3) Comprimento total = 136,11 m
PAVIMENTAÇÃO e DRENAGEM FOLHA 3/5
Descrição: DRENAGEM E PAVIMENTAÇÃO DE TRECHOS CRÍTICOS EM ESTRADAS RURAIS
Locais: Estrada da Carvalhada - Bairro Jardim e Estrada do Alonso - Bairo Jardim / Onça
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÈ DO BARREIRO - SP
End.: Rua José Bento Teixeira, 45, Centro - São José do Barreiro - SP.
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DATA: 2810412014
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PREFEITO
SECRE
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TÁRJP-R OB
APROVAÇÃO
PMSJB
PAVIMENTAÇÃO e DRENAGEM FOLHA 4/5
Descrição: DRENAGEM E PAVIMENTAÇÃO DE TRECHOS CRÍTICOS EM ESTRADAS RURAIS
Locais: Estrada da Carvalhada - Bairro Jardim e Estrada do Alonso - Bairo Jardim / Onça
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO BARREIRO - SP
End.: Rua José Bento Teixeira, 45, Centro - São José do Barreiro - SP.
DATA: 2810412014
SECRETÁRI9pÉ' OBRAS
PMSJB
APROVAÇÃO
PAVIMENTAÇÃO e DRENAGEM FOLHA 5/5
Descrição: DRENAGEM E PAVIMENTAÇÃO DE TRECHOS CRÍTICOS EM ESTRADAS RURAIS
Locais: Estrada da Carvalhada - Bairro Jardim e Estrada do Alonso - Bairo Jardim / Onça
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End.: Rua José Bento Teixeira, 45, Centro - São José do Barreiro - SP.
DATA: 2810412014
PREFEfTd
SECRETRIÓ DE lIBRAS
APROVAÇÃO
PMSJB