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← São José do Barreiro (SP)

sessao nº 2

Tipo Solene
Número / Ano 2
Date 2025-03-24
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Campanha da Fraternidade 
2025
Diocese de Lorena
Oração da CF 2025
Ó Deus, nosso Pai, ao contemplar o trabalho de tuas
mãos, viste que tudo era muito bom! O nosso pecado,
porém, feriu a beleza de tua obra, e hoje experimentamos
suas consequências.
Por Jesus, teu Filho e nosso irmão, humildemente te
pedimos:
dá-nos, nesta Quaresma, a graça do sincero arrependimento
e da conversão de nossas atitudes.
Que o teu Espírito Santo reacenda em nós a
consciência da missão que de ti recebemos: cultivar e
guardar a Criação, no cuidado e no respeito à vida.
Faz de nós, ó Deus, promotores da solidariedade e da
justiça. Enquanto peregrinos, habitamos e construímos nossa
Casa Comum, na esperança de um dia sermos acolhidos na
Casa que preparaste para nós no Céu. Amém!
Objetivo geral da CF 2025
“Promover, em espírito quaresmal e em tempos de urgente
crise socioambiental, um processo de conversão integral, ouvindo
o grito dos pobres e da Terra”
“Estamos no decênio decisivo para o planeta! Ou mudamos,
convertemo-nos, ou provocaremos com nossas atitudes individuais e coletivas
um colapso planetário. Já estamos experimentando seu prenúncio nas grandes
catástrofes que assolam o nosso país. E não existe planeta reserva! Só temos
este! E, embora ele viva sem nós, nós não vivemos sem ele. Ainda há tempo,
mas o tempo é agora! É preciso urgente conversão ecológica: passar da lógica
extrativista, que contempla a Terra como um reservatório sem fim de recursos,
donde podemos retirar tudo aquilo que quisermos, como quisermos e quanto
quisermos, para uma lógica do cuidado”.
Objetivos específicos
1. Reconhecer o caminho percorrido e as ações já iniciadas
2. Denunciar os males que o modo de vida atual impõe ao planeta.
3. Apontar as causas da grave crise climática global, a urgência de 
alterações profundas nos nossos modos de vidas e as falsas 
soluções.
4. Aprofundar o conhecimento do “Evangelho da Criação”.
5. Explicitar a Doutrina Social da Igreja e assumir o compromisso 
com a conversão integral.
6. Vivenciar as propostas do Ano Jubilar.
7. Propor a ecologia integral como perspectiva de conversão e 
elemento transversal.
8. Incentivar as pastorais e os movimentos socioambientais.
9. Promover e apoiar ações efetivas que visem à mudança do 
modelo econômico.
10. Apoiar os atingidos por catástrofes e vítimas de crimes 
ambientais. 
11. Celebrar os dez anos da Laudato Si
Motivação
Em 2025, motivados pelos 800
anos da composição do Cântico das
Criaturas de São Francisco de Assis;
- pelos 10 anos de publicação da
Carta Encíclica Laudato Si;
- pela recente publicação da
Exortação Apostólica Laudate Deum;
- pelos 10 anos de criação da Rede
Eclesial Pan Amazônica (REPAM) e;
- pela realização da COP 30, em Belém
(PA), a primeira na Amazônia,
acolhendo a sugestão da Comissão
Episcopal Especial para a Mineração e
a Ecologia Integral, foi escolhido o
tema: Fraternidade e Ecologia
Integral e o lema: “Deus viu que tudo
era muito bom” (Gn 1,31).
Em destaque,São FranciscodeAssis
representao homem novoqueviveuuma
experiênciacomoamordeDeus,em Jesus
crucificado,ereconciliou–secom Deus,com os
irmãos eirmãsecomtodaacriação.
Estareconciliaçãouniversalganhasua
maiorexpressãono Cânticodas Criaturas,
compostopor São Francisco há800 anos
(1224).O recorteédaobradoperíodobarroco
"Êxtase deSão Francisco deAssis",deJusepe
De Ribera.
SÃOFRANCISCO
S I G N I F I C A D O S D O C A R T A Z
No centro, a Cruz é um elemento
importante na espiritualidade quaresmal e
franciscana. No cartaz, ela recorda a
experiência do Irmão de Assis com o
crucifixo da Igreja de São Damião, em Assis,
na Itália, onde Francisco ouviu o próprio
Cristo que falava com ele e o enviava para
reconstruir a sua Igreja.
No início, Francisco entendeu que era a
pequena Igreja de São Damião. Mais tarde,
compreendeu que se tratava de algo bem maior, a
Igreja mesma de Deus. A Quaresma é este tempo de
reconstrução de cada cristão, cada comunidade, a
sociedade e toda a Criação, porque somos
chamadosàconversão.
ACRUZ
S I G N I F I C A D O S D O C A R T A Z
 A araucária, o ipê amarelo, o
igarapé, o mandacaru, a onça
pintada e a araras canindés,
representam a fauna e a flora
brasileiras em toda a sua
exuberância, que ao invés de
serem exploradas de forma
predatória, precisam ser
cuidadas e integradas pelo ser
humano, chamado por Deus a
ser o guarda e o cuidador de
todaaCriação.
ANATUREZA
S I G N I F I C A D O S D O C A R T A Z
Os prédios e as favelas
refletem o Brasil a cada dia mais
urbano, onde se aglomeram
verdadeiras multidões num estilo
de vida distante da natureza e
altamente prejudicial à vida. Cada
um de nós, seres humanos, o
campo, a cidade, os animais, a
vegetação e as águas fomos
criados para ser, com a nossa vida,
um verdadeiro “louvor das
criaturas”aobom Deus.
A CIDADE
S I G N I F I C A D O S D O C A R T A Z
O uso do estilo de colagem é uma
escolha artística e simbólica. A técnica
possibilita a união de elementos diferentes em
uma única composição, refletindo a
diversidade e a interligação entre tudo o que
existe,entre todaaCriação.
A escolha do estilo também faz
referência à Ecologia Integral, onde todos os
aspectos da vida – espiritual, social, ambiental e
cultural – são considerados e valorizados. Cada
pedaço na colagem,apesar de único,contribui
para a totalidade da imagem, assim como
cada pessoa e cada parte do meio ambiente
tem um papel crucial na criação de um mundo
sustentáveleharmonioso.
ATÉCNICA DE COLAGEM
S I G N I F I C A D O S D O C A R T A Z
ILUMINAR
DISCERNIR
ABORDAGENS DO TEMA
1 – Ecologia integral na Sagrada Escritura
2 – Ecologia Integral na perspectiva dos 
Santos Padres da Igreja (Sec. I-V)
3 – Ensinamento do Magistério e da 
Doutrina social
4 – Alguns elementos das ciências e da 
sabedoria dos povos
5 – Conversão quaresmal
A Igreja fala de ecologia porque 
o universo, com todos os seres 
animados e inanimados, é obra 
da criação e revela a bondade de 
Deus e de seu Reino.
Cada criatura expressa na sua singularidade a ternura amorosa do
Deus Criador, Redentor e Santificador. Na pequenez e na
vulnerabilidade de cada ser estão presentes a grandeza e a fortaleza
de Deus, que é amor (1Jo 4,8)e amante da vida.
Olhando para a presença e a bondade do Criador, em cada um
dos seres e no seu conjunto, percebemos a íntima ligação de tudo o
que integra a nossa Casa Comum.
Mas, infelizmente provocamos inúmeras rupturas na obra do
Criador. Muitos seres vivos experimentam a vulnerabilidade e até
mesmo a extinção e, por nossa causa, já não poderão dar glória a Deus
com suas existências, deixando de comunicar a beleza e a bondade
do criador (LS, 33)
1 - Ecologia integral na 
Sagrada Escritura
As narrativas da criação, no 
livro do Gênesis
❖ A beleza e bondade da criação: 
Gn 1,31: “Então Deus viu que tudo era muito bom”.
❖ Deus faz Aliança e abençoa não apenas o ser humano, mas 
toda criatura. Todos os seres criados gozam da dignidade de 
sua origem divina:
Gn 9,17: “E disse Deus a Noé: Este é o sinal da aliança que tenho 
estabelecido entre mim e entre toda a carne, que está sobre a 
terra”.
❖ Deus dá ao ser humano uma tarefa especial:
Gn 1,28: “E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e 
multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os 
peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se 
move sobre a terra”.
❖ Esta atribuição de Deus não dá poder sem limites ao homem 
sobre os demais seres, pois não faria sentido destruir o que Deus 
avaliou como “bom”; é um encargo para cuidar da terra como um 
jardineiro e dos animais como um pastor:
Gn 2,15: “ E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do 
Éden para o lavrar e o guardar”.
❖ O Livro Sagrado também nos alerta para os riscos 
da maldade do ser humano que resultam no pecado, 
expondo os seres vivos ao perigo do extermínio:
Gn 6,5-8: “E viu o Senhor que a maldade 
do homem se multiplicara sobre a terra... 
Então o Senhor arrependeu-se de ter feito 
o homem sobre a terra; e isso cortou-lhe
o coração. Disse o Senhor: ‘Farei 
desaparecer da face da terra o homem 
que criei ... e também os animais... 
Arrependo-me de havê-los feito’”.
❖ Mas Deus mantém viva a esperança na 
Aliança que estabeleceu com seu povo: 
Gn 9,8-11: “E falou Deus a Noé e a seus 
filhos com ele, dizendo: ‘Eis que 
estabeleço a minha aliança convosco e 
com a vossa descendência depois de 
vós. E com toda a alma vivente... que não 
será mais destruída toda a carne pelas 
águas do dilúvio, e que não haverá mais 
dilúvio, para destruir a terra.
Livros do Êxodo e Números
❖ A Escritura fala também da existência de políticas 
opressivas, violentas e contraditórias, que resultam em 
catástrofes ambientais, como na relação da escravidão 
do povo hebreu nas mãos do faraó do Egito. E fala 
também do cuidado de Deus conduzindo seu povo 
libertado pelo deserto, garantindo-lhe a sobrevivência 
com água, maná, codornizes – obras de Deus Criador 
(Cf. Livro do Êxodo e Números):
Ex, 3-7-9: “E disse o Senhor: ‘Tenho visto atentamente a 
aflição do meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o 
seu clamor por causa dos seus opressores, porque 
conheci as suas dores. Portanto desci para livrá-lo da 
mão dos egípcios, e para fazê-lo subir daquela terra, a 
uma terra boa e larga, a uma terra que mana leite e 
mel...’”.
Leis Ambientais
Descanso sabático
❖ No Pentateuco, a partir do Decálogo, encontramos “leis 
ambientais”, recomendações que unem a fé ao cuidado 
com a fauna e a flora. Destaque para o descanso 
sabático (Cf. Ex 20,10), previsto para o ser humano e 
também para os animais, e o Ano Jubilar:
Ex 20,10: “Mas o sétimo dia é o sábado do 
Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, 
nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o 
teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, 
nem o teu estrangeiro, que está dentro das 
tuas portas”.
Ano Sabático – Ano Jubilar
❖ O ano sabático (um em cada 7) e o ano jubilar (um em 
cada 50) preveem o repouso também da terra, para que 
assim ela continue a ser generosa, o perdão das 
dívidas e a libertação dos escravos. É um “não” dito à 
exploração sem limites (Cf. Lv 25,8-55).
Jesus e o anúncio da Boa Nova
❖ Jesus anuncia a Boa-Nova do Reino de Deus com narrativas 
socioambientais. Isso se expressa nas parábolas, com 
sementes, árvores e seus frutos, como imagem do Reino, entre 
as quais se destaca a parábola do semeador:
Mc 4,2-3s: “E 
ensinava-lhes 
muitas coisas por 
parábolas, e lhes 
dizia: ‘Ouvi: Eis que 
saiu o semeador a 
semear...’”
❖ Na Última Ceia de Jesus, contemplamos a materialidade 
e a representatividade dos pães ázimos, frutos da terra 
e do trabalho humano, expressão ao mesmo tempo do 
uso moderado dos bens da terra e da opressão e 
miséria sofrida por aqueles que são escravizados que 
Jesus consagra ao Pai e entrega aos discípulos como 
seu corpo. 
Presença do Espírito Santo
❖ Desde o início e sempre a Sagrada Escritura 
explicita a presença do Espírito Santo:
2 – Ecologia Integral na 
perspectiva dos Santos 
Padres da Igreja (Sec. I-V)
Ecologia integral na perspectiva dos 
Santos Padres da Igreja (Sec. I-V)
❖Os padres da Igreja, vivendo as 
necessidades de seu tempo, não 
manifestam uma preocupação ecológica 
como temos hoje, mas tomam a 
natureza, o cosmos, com seus ciclos e 
sua organização, como uma referência 
para o ser humano olhar para si e rever 
suas relações sociais: 
São Clemente Romano 
(quarto bispo de Roma 
– sc. I-II)
❖ Fala da função pedagógica do cosmos: “Os céus, que 
se movem por sua disposição, lhe obedecem 
harmoniosamente. O dia e a noite realizam o curso que 
ele estabeleceu (...) O sol, a lua e os coros dos astros 
giram harmoniosamente conforme sua ordem (...) A 
terra, germinando conforme a vontade dele, produz, 
nos devidos tempos, abundantíssimo sustento para os 
homens, as feras e todos os seres que vivem sobre ela 
(...). Os menores animais se reúnem na paz e na 
concórdia”.
Santo Ambrósio 
(sc. II e III)
❖ “É, pois, admirável a natureza nas maiores e 
admirável também nas menores coisas. A 
natureza tem esta capacidade: as coisas que são 
terríveis para alguns, para outros são débeis. O 
elefante, terrível para os touros, tem medo do 
rato” (...) o leão, teme o escorpião (...). Assim, a 
partir de um aparente contraditório, o Criador 
deixou por meio desses exemplos, na verdade, a 
lição do equilíbrio e do limite para cada ser”.
Santo Agostinho (sc. IV e V)
❖ Deixou-nos uma significativa reflexão a respeito do 
domínio outorgado pelo Criador aos seres humanos sobre 
os animais, conforme Gn 1,28. 
“Deus os abençoou e disse-lhes: ‘Dominai sobre os peixes 
do mar, sobre as aves do céu e sobre tudo ser vivo que 
rasteja pela terra’. Às vezes costumam dizer: ‘Como é 
possível que o homem tenha recebido esse poder, se 
vemos que os homens são mortos por feras e prejudicados 
por muitas aves do céu? Em que sentido recebemos poder 
sobre eles’”? Agostinho responde que o homem exerce 
esse poder com a razão, que os animais não têm. E aplica 
isso também ao domínio “das paixões e movimentos da 
alma, que possuímos semelhantes àqueles desses animais, 
e devemos dominá-los com a temperança e a moderação”.
3 – Ensinamento do Magistério
e da Doutrina social
Ensinamentos do Magistério e 
da Doutrina social
Tudo isso como expressão de uma 
ampla tarefa eclesial que decorre da fé.
❖ O magistério dos Papas, que 
formam o tesouro que é a 
Doutrina Social da Igreja, tem 
nos ensinado muito sobre o 
tema. Desde Leão XIII, 
passando por São João XXIII, 
São Paulo VI, São João Paulo II 
e Bento XVI, tal Magistério nos 
chama a atenção para:
➢ o princípio da destinação 
universal dos bens da terra; 
➢ o desenvolvimento dos povos; 
➢ os perigos da exploração e da 
crescente ruptura entre 
sociedade e natureza;
➢ princípios da ética ambiental;
➢ a urgência de se educar para a 
responsabilidade ecológica;
➢ a interligação entre o zelo pelo 
ser humano e pela natureza.
Papa Francisco – Laudato Sì
❖ A carta encíclica do Papa Francisco, Laudato Sì, é 
primeiro documento do Magistério da Igreja plenamente 
dedicado ao tema socioambiental. Seu ponto de partida 
é a “convicção de que tudo está estreitamente 
interligado no mundo” (LS, n. 16). Nós e nosso planeta 
existimos em comunhão. 
LS, n. 79: “A Igreja, com a sua ação, procura não só 
lembrar o dever de cuidar da natureza, mas também e 
sobretudo proteger o homem da destruição de si mesmo”.
Papa Francisco: Laudate Deum
❖ O pecado mais perigoso de nosso tempo talvez 
seja a ruptura que estabelecemos entre 
humanidade e natureza, como se fôssemos 
superiores às demais criaturas, como se cada 
uma delas, não tivesse valor intrínseco e não 
fosse capaz por si mesma de louvar a Deus.
Laudate Deum, n. 2: “Ainda não estamos 
reagindo de modo satisfatório, e este 
mundo que nos acolhe está se 
desfazendo e, talvez, aproximando-se de 
um ponto de ruptura”.
4 – Alguns 
elementos das 
ciências e da 
sabedoria dos 
povos
Contribuição das ciências
❖ As ciências da Terra têm muito a nos ensinar sobre o que 
está acontecendo ao nosso planeta. Estudos apontam, 
desde o final dos anos 1988, que nosso planeta vem se 
aquecendo cada vez mais, como resultado do nosso modo 
de vida. A Terra passa por uma mudança e os seus efeitos 
afetam todas as formas de vida de maneira imprevisível.
Sabedoria dos povos
❖ A sabedoria ancestral dos povos originários também 
tem muito a nos ensinar: “Ensinai a [seus filhos] o que 
ensinamos aos nossos: que a terra é a nossa mãe. (...) 
Tudo está associado. Se os homens cospem no solo, 
estão cuspindo em si mesmos (...) O que fere a terra 
fere também aos filhos da terra. (Cacique Seattle, 
Estados Unidos, 1855).

Cosmovisão integradora
❖ Não podemos nos deixar levar pelas falsas 
promessas do paradigma tecnocrático, pois nem 
sempre o que parece progresso representa as 
melhores condições de vida para todos. Por isso, a 
atuação social e política dos cristãos é essencial.
Texto Base, n. 46: “A ecologia integral supõe uma 
inter-relação entre o Criador e toda a criação, dentro 
da qual o ser humano deveria se destacar como 
protagonista no cuidado, pois coube a ele a missão 
de guardião responsável da Casa Comum. Em uma 
cosmovisão integrador, não se separa o ambiental, o 
antropológico e o teológico”.
5 – Conversão 
quaresmal
Conversão quaresmal
❖ O Papa Francisco fala 
do pecado ecológico, 
que são ações ou 
omissões contra Deus, 
contra o próximo e 
contra o meio 
ambiente. Pecado que 
fere a vida.
❖ O antídoto a esse pecado 
é a conversão ecológica, 
que supõe uma mudança 
do modo de ser, pensar e 
agir, como pessoas e 
comunidade. Buscar ser 
mais integrativo entre 
Deus, os seres humanos 
e toda a criação, na qual 
a cultura do amor e da 
paz tenha a primazia 
(Amizade Social).
AGIR


Participação nos Conselhos Municipal, 
sobretudo de Meio Ambiente a qual tem as 
seguintes atribuições:
1º Propor a política ambiental do município e fiscalizar o seu cumprimento;
2º Promover a educação ambiental (trabalho em conjunto com as secretarias de: 
Educação, Agricultura, e as demais); 
3º Acompanhar a implementação de UCs (Unidades de Conservação) municipais;
4º Receber e apurar denúncias feitas pela população.
NB: As Políticas públicas no Saneamento Básico que compreende os serviços de: 
coleta e tratamento de água; coleta e tratamento de esgotos; Limpeza urbana, 
coleta e destinação do lixo (coleta seletiva); e Drenagem e manejo da água das 
chuvas.
PROPOSTA PARA O AGIR
1º Olimpíada Ambiental, uma
parceria entre a Secretaria do
Meio Ambiente com a Secretaria
da Educação;
2º Criar na Câmara Municipal uma
“Comissão Permanente sobre o
Meio Ambiente”.
Coleta Nacional da 
Solidariedade
13 de Abril
Domingos de Ramos
FIM

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