| Tipo | Projeto de Decreto Legislativo |
|---|---|
| Número / Ano | 4 / 2014 |
| Date | 2014-04-28 |
| Ementa | CONCEDE TITULO DE CIDADÃO SERRANENSE AO SENHOR ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA -EX-MINISTRO DA SAÚDE, PELOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS AO MUNICÍPIO E A COMUNIDADE DE SERRANA-SP. |
| native_id | 4085 |
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larde Car Ver. elista MUniz Vet:JoséRon jer. d /)/Y. m(ó Ver. ifJfr-/) Ver. tônio R. dos Santos Ad ria tto Soares tos Ver. Dewilson Braga dos Reis Ver. El Ver. José Olf . IET se Assis rirpi - Ver. e Farias Ver. Olivei &tuna4iLruitipd br ,irrratta Av. Deolinda Rosa, 1048- Centro - CEP 14150-000 - Serrana/SP Fone/Fax: (16) 3987 - 1320 / 3987 - 2268 camaraserranagterra.com.br CNPJ: 49.230.600/0001-35 SERRANA-SP REQUERIMENTO N° 105/2014 A P V A D 0, Serran ..... de 11.11 I PRESIDE REGIME DE URGÊNCIA ESPECIAL PARA TRAMITA AO DO P OJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N. 04/2014 — AUTORIA DO VEREADORNICEPRESIDENTE MOISES CRISTIANO DOS SANTOS. Senhor Presidente, REQUEREMOS, na forma regimental, com base no artigo 130, inciso VII, subseção II, Dos Requerimentos Escritos sujeitos à deliberação do Plenário do Regimento interno desta Casa de Leis, urgência especial para tramitação do Projeto de Decreto Legislativo n. 04/2014, de autoria do Vereador/vice-Presidente Moisés Cristiano dos Santos — Concede Titulo de Cidadão Serranense ao Senhor Alexandre Rocha Santos Padilha —Ex-Ministro da Saúde, pelos relevantes serviços prestados ao Município e a Comunidade de Serrana-SP. Sala das Sessões, 06 de Maio de 2014. • • 111 , 44. 10001104MOIIMAA0 Cornissoel para as de‘idas vid ncia ntara 4Uunitipai kir trrana Av. Deolinda Rosa, 1048- Centro - CEP 14150-000 - Serrana/SP Fone/Fax: (16) 3987 - 1320 / 3987 - 2268 camaraserranagterra.com.br CNPJ: 49.230.600/0001-35 SERRANA-SP re' q-/ PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N. 04/2014 VEREADOR MOISÉS CRISTIANO DOS SANTOS "CONCEDE TITULO DE CIDADÃO SERRANENSE AO SENHOR ALEXANDRE ROCHA SANTOSPADILHA -EX-MINISTRO DA SAÚDE, PELOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS AO MUNICÍPIO E A COMUNIDADE DE SERRANA-SP. Moisés Cristiano dos Santos e Elizabete de Olinda da Silva, Vereadores da Câmara Municipal de Serrana, no uso das atribuições conferidas por lei, apresenta o seguinte Projeto de Decreto Legislativo: ARTIGO 1° - Fica, por este Decreto Legislativo, concedido o Titulo de Cidadão Serranense ao Senhor ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA —ExMinistro da Saúde , pelos relevantes serviços prestados ao Município e a comunidade de Serrana-SP.. ARTIGO 2° - A outorga da láurea a que se refere o artigo anterior se dará em sessão solene, especialmente, designada pelo Presidente do Legislativo. ARTIGO 3° - As despesas decorrentes deste Decreto Legislativo correrão à conta de dotações próprias constantes do orçamento municipal, na parte reservada ao Legislativo. CAMARA MUNI ARTIGO 4° - Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. /, CÂMARA MUNICIPALDE SERRANA Sala Os Sessões, 28 de Ab I de 2Ç4. APROVADO EM2 IcY -* DISC' -S 'AO E_V TAÇÃO G • V r. Denis nizeti Silva P sidente 7 , ISËS CRISTIANO ANTOS oftaiikAggkiMadente i tt/NA-L17.) c De is Donizetiøa &Iva Vereador - P sidente PERFIL DE ALEXANDRE ROCHA DOS SANTOS PADILHA — ALEXANDRE PADILHA — EXMINISTGRO DA SAÚDE. Alexandre Rocha Santos Padilha (São Paulo, 14 de setembro de 1971) é um médico epoliticobrasileiro, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), foi ministro das Relações Institucionais no governo Luis Inácio Lula da Silva e ministro da Saúde no governo Dilma RoussefflÉ pré-candidato a governador de São Paulo pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Formado em Medicina pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi coordenador geral da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina em 1990, coordenador do Diretório Central de Estudantes da Unicamp e membro do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) de São Paulo entre 1991 e 1993. Foi membro da coordenação nacional das campanhas à presidência da Republica de Luiz Inácio Lula da Silva em 1989 e em 1994. Entre 2000 e 2004, foi coordenador de Projetos de Pesquisa, Vigilância e Assistência em Doenças Tropicais, no Pará, o programa da Organização Mundial de Saúde (OMS). Por este motivo, teve Santarém como seu domicilio eleitoral até junho de 2013. Em maio de 2013, iniciam investigações4mediadas pelo procurador-geral da Republica, Roberto Gurgel, por suspeitas de irregularidades na Funasa em 2004, quando Padilha era diretor de Saúde Indígena do órgão. Teriam sido constatadas irregularidades na celebração e na execução dos convênios firmados entre aFunasa e a FUB (Fundação Universidade deBrasilia).Segundo nota do Ministério da Saúde, as irregularidades teriam ocorrido antes de Padilha assumir o cargo de diretor de Saúde Indígena em 15 de junho de 2004. Em junho de 2013, a Associação Médica Brasileira (AMB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) declaram Alexandre Padilha"persona nongrata" - por este defender a importação de médicos estrangeiros para atuarem em áreas remotas do Brasil, sem realizarem o exame de comprovação de capacidade denominado Revalida. Em julho do mesmo ano, o Conselho Regional de Medicina do Pará abriu processo éticodisciplinarz contra Padilha por este supostamente anunciar-se como infectologista de maneira ilegal. Em resposta, Padilha publicou uma foto de seu diploma de especialista em infectologia numa rede socia0 A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) publicou nota confirmando que Padilha concluiu o programa de residência médica da instituigão.2 -3Em 2004, durante o primeiro mandato do Governo Lula, assumiu o cargo de diretor de Saúde Indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).2No ano seguinte, foi conduzido para aSecretaria de Relações Institucionais(SRI)da Presidência da Republica, onde permaneceu até 2010, primeiro como assessor e depois como ministro. 1 Assumiu a pasta no final de setembro de 2009, após JoséMud°Monteiro ser indicado pelo então presidente Lula â vaga aberta no Tribunal de Contas da União (TCU). FAMILIA:- Alexandre Padilha é filho único do casal Anivaldo Pereira Padilha e Macilea Rocha Santos Chaves11 . Nasceu no ano que em seus pais, militantes de movimentos de igrejas contra a ditadura no Brasil, foram forçados a se separar -2.Anivaldo Padilha foi preso sob tortura durante 11 meses. Quando ele saiu do Presidio Tiradentes, Macilea engravidou . A perseguição do regime militar continuou e o pai de Alexandre Padilha exilou-se no Uruguai, Chile, Argentina, Estados Unidos e Suiça, sem poder assistir ao nascimento do filho 14-. . A mãe de Padilha optou por permanecer no Brasil. Trancou o quinto ano de Medicina e ficou na clandestinidade por mais de dois anos . Por isso, nos primeiros anos de vida, Alexandre Padilha mora em diferentes bairros de São Paulo, depois em Belo Horizonte e em Maceió 1-5. . Com a distensão da ditadura, mãe e filho se estabelecem no Butantã, bairro paulistano de classe média onde o menino brincava no ambiente do Instituto Butanta e da Cidade Universitária da USP17Padilha aprende a ler e escrever aos quatro anos de idade, ajudado pela avó, Anita Padilha, que o incentiva a corresponder-se com o pai exilado e com seus irmãos nascidos do segundo casamento de Anivaldo com a americana,Colleen Reeks 113-. Somente aos 8 anos de idade, depois da Lei da Anistia, Alexandre Padilha pôde abraçar o pai pela primeira vez. INFÂNCIA:- Alexandre Padilha fez a pré-escola em Maceió e emSaoPaulo, na Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Monte Castelo20. Cursou o primeiro grau na escola Joana D'Arc, no Butanta 21 , e o segundo grau na escola experimental Pueri Domus, na Granja Julieta 22 . Durante a infância, costumava acompanhar a mãe já formada médica e conhecida como Doutora Leia 23no trabalho voluntário de fim de semana que ela prestava no posto de saúde da paróquia do Parque Regina, no Campo Limpo, bairro pobre deSao Paulo 24 . Aos 15 anos, Padilha sai do Butanta para morar em uma casa no Campo Limpo, construída pela Dra. Leia junto com seu segundo marido, Felisbino Chaves, que havia sido padre na paróquia local 25 FORMAÇÃO ACADÊMICA E MILITÂNCIA ESTUDANTIL Aos 17 anos, Padilha ingressa na Faculdade de Medicina da Unicamp e vai morar em república de estudantes em Campinas . Participa da política estudantil desde o inicio do curso . No segundo ano, já se torna opresidente da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (DENEM) e em seguida do DCE da Unicamp . Por três anos, cursou poucas matérias para dedicar mais tempo a militância estudantil e a construção da Juventude do PT -23- . O lider estudantil ajuda a criar a Comissão Interinstitucional de Avaliação de Ensino Médico, cujo propósito principal era o de aproximar o estudante da saúde pública 29. 0 movimento resultou em uma profunda reestruturação do ensino médico brasileiro, que antecipou o contato dos estudantes com o SUS. As aulas, antes restritas ao quinto e ao sexto ano, passaram a acontecer já no primeiro semestre do curso 21 . Nos anos de militante estudantil, Padilha também participou das discussões que geraram grandes mudanças na saúde pública a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), a humanização do tratamento manicomial, a integração da universidade com indústria e a inovação tecnológica, a criação de cursos de extensão para levar o serviço médico universitário a comunidades carentes 52. MILITANCIA PARTIDARIA Alexandre Padilha divide-se, no inicio dos anos 1990, entre a militancia estudantil e a partidária. Filiado ao PT desde os 17 anos na zonal do Campo Limpo 14-, participa das campanhas presidenciais de Lula em 1989 e 1994. E mais tarde, da campanha de Dilma . Em 1992, ajuda a fundar e assume a direção da primeira Secretaria da Juventude do PT no Estado deSaoPaulo .55. Nesta função, discute políticas para a juventude junto a sindicatos e as primeiras prefeituras eleitas pelo PT, acompanhando gestões e demandas municipais FORMATURAS:- Retoma o curso na Unicamp em 1995, diplomando-se em Medicina dois anos depois. Na sequência,ingressa na pós-graduação da USP 38, Faz Especialização em lnfectologia atraído pela intensa discussão médica e ética provocada pela epidemia da AIDS. Cumpre os dois anos obrigatórios da Especialização, estendendo os estudos ao terceiro ano opcional 39. Retoma o curso na Unicamp em 1995, diplomando-se em Medicina dois anos depois. Na sequência,ingressa na pós-graduação da USP 38. Faz Especialização em Infectologia atraído pela intensa discussão médica e ética provocada pela epidemia da AIDS. Cumpre os dois anos obrigatórios da Especialização, estendendo os estudos ao terceiro ano opcional 39. CASAMENTO:- Alexandre Padilha é casado com a jornalista brasiliense Thássia Alves desde 2012. Ainda não oficializaram a união no papel 40• Conheceram-se no Ministério da Saúde, onde Thássia trabalhava como assessora de imprensa. Quando começou o namoro, ela pediu demissão. Foi para a assessoria de imprensa da UnB e depois do Ministério do Desenvolvimento Social 41Alexandre Padilha é casado com a jornalista brasiliense Thássia Alves desde 2012. Ainda não oficializaram a união no papel 40• Conheceram-se no Ministério da Saúde, onde Thássia trabalhava como assessora de imprensa. Quando começou o namoro, ela pediu demissão. Foi para a assessoria de imprensa da UnB e depois do Ministério do Desenvolvimento Social 41Alexandre Padilha é casado com a jornalista brasiliense Thássia Alves desde 2012. Ainda não oficializaram a união no papel 40 . Conheceram-se no Ministério da Saúde, onde Thássia trabalhava como assessora de imprensa. Quando começou o namoro, ela pediu demissão. Foi para a assessoria de imprensa da UnB e depois do Ministério do Desenvolvimento Social. CARREIRA PROFISSIONAL:- Durante a especialização, Alexandre Padilha é convidado pela USP para participar, emSantaremno Pará, da montagem do Núcleo de Extensão em Medicina Tropical do Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias, da Faculdade de Medicina da USP 42. No ano seguinte, assume o comando do Núcleo, que já desenvolve protocolos de pesquisa em parceria com a Organização Mundial da Saúde. O Núcleo de Extensão funciona recebendo estudantes e médicos brasileiros e estrangeiros para trabalhar em pequenas comunidades ribeirinhas, assentamentos rurais e tribos indígenas combatendo a malária e outras epidemias como tuberculose, doença de chagas,aids,infecção hospitalar 43. Alexandre Padilha se reveza entre o Pará e São Paulo, trabalhando e estudando 44. Na capital paulista, assume a supervisão técnica do ambulatório de Doenças dos Viajantes doHC48. No interior do Pará convive e cuida de comunidades da Amazônia, entre elas a tribo Zo'é, que estava quase dizimada pela malária e pneumonia 48. Em 2000, conclui o curso de Especialização em Infectologia 47recebendo o registro CP.IVI-SP 91136 48. Logo concorre e é aprovado no concurso para oHC. Alexandre Padilha, porem, opta por continuar no núcleo da USP na região amazônica49dedicando-se, em parceria com a OMS, à pesquisa para desenvolver o Coartem 50, medicamento que atualmente é o mais eficaz na cura da malária grave, e que seria o trabalho de campo para o seu futuro doutorado51. Durante a especialização, Alexandre Padilha é convidado pela USP para participar, emSantaremno Pará, da montagem do Núcleo de Extensão em Medicina Tropical do Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias, da Faculdade de Medicina da USP 42. No ano seguinte, assume o comando do Núcleo, que já desenvolve protocolos de pesquisa em parceria com a Organização Mundial da Saúde. O Núcleo de Extensão funciona recebendo estudantes e médicos brasileiros e estrangeiros para trabalhar em pequenas comunidades ribeirinhas, assentamentos rurais e tribos indígenas combatendo a malária e outras epidemias como tuberculose, doença de chagas,aids,infecção hospitalar 43. Alexandre Padilha se reveza entre o Pará e São Paulo, trabalhando e estudando 44. Na capital paulista, assume a supervisão técnica do ambulatório de Doenças dos Viajantes doHC45. No interior do Pará convive e cuida de comunidades da Amazônia, entre elas a tribo Zo'é, que estava quase dizimada pela malária e pneumonia 48. Em 2000, conclui o curso de Especialização em Infectologia 47recebendo o registro CM-S 91136 48. Logo concorre e é aprovado no concurso para oHC.Alexandre Padilha, porém, opta por continuar no núcleo da USP na região amazônica45dedicando-se, em parceria com a OMS, à pesquisa para desenvolver o Coartemso , medicamento que atualmente é o mais eficaz na cura da malária grave, e que seria o trabalho de campo para o seu futuro doutorado51 CARREIRA POLITICA:- 0 empenho de Padilha para o enfrentamento damalaria,chama atenção do Ministério da Saúde. Por indicação do secretário-executivo do MS, Gastão Campos — que foi seu professor na Unicamp — o presidente Lula, recém-eleito em 2003, convida Alexandre Padilha para a direção de saúde indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), mudando assim seus planos de fazer o doutorado 52. Ao assumir a Funasa, Alexandre Padilha realiza, em parceria com a Controladoria Geral da União e a Policia Federal, auditorias para apurar denúncias de irregularidades administrativas. Ele também muda o modelo de gestão para aumentar a supervisão sobre os gastos do Orgão 53. Nos dois anos em que comandou a Funasa, também implantou a política de intercâmbio com universidades brasileiras para levar equipes multidisciplinares e tecnologia as tribos indígenas. Prossegue o trabalho para salvar a comunidade Zo'é da extinção, instalando inclusive uma unidade cirúrgica e ambulatorial dentro da aldeia. Hoje os Zo'é estão livres damalariae da tuberculose e não apresentam casos de diabetes, hipertensão, anemia ou doenças sexualmente transmissíveis 54. O empenho de Padilha para o enfrentamento da malaria,chama atenção do Ministério da Saúde. Por indicação do secretário-executivo do MS, Gastão Campos — que foi seu professor na Unicamp — o presidente Lula, recém-eleito em 2003, convida Alexandre Padilha para a direção de saúde indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), mudando assim seus planos de fazer o doutorado 52. Ao assumir a Funasa, Alexandre Padilha realiza, em parceria com a Controladoria Geral da União e a Policia Federal, auditorias para apurar denúncias de irregularidades administrativas. Ele também muda o modelo de gestão para aumentar a supervisão sobre os gastos do Orgâo 53. Nos dois anos em que comandou a Funasa, também implantou a política de intercâmbio com universidades brasileiras para levar equipes multidisciplinares e tecnologia às tribos indígenas. Prossegue o trabalho para salvar a comunidade Zo'é da extinção, instalando inclusive uma unidade cirúrgica e ambulatorial dentro da aldeia. Hoje os Zo'é estão livres damalariae da tuberculose e não apresentam casos de diabetes, hipertensão, anemia ou doenças sexualmente transmissíveis 54 SECRETARIO DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS: Em agosto de 2005, Alexandre Padilha é chamado para integrar o Ministério das Relações Institucionais. Entra como chefe de gabinete da Secretaria de Assuntos Federativos. No ano seguinte, torna-se subchefe de Assuntos Federativos, ficando responsável pelo mapeamento das demandas estaduais e municipais levadas ao Governo Federal por governadores, prefeitos, deputados e vereadores 55. No segundo mandato do presidente Lula, em 2009, com apenas 38 anos, é nomeado ministro das Relações Institucionais, tornando-se assim o coordenadorpoliticoda Presidência da Republica 56É quando Alexandre Padilha ajuda a imprimir a marca municipalista do Governo Lula570 jovem ministro participa da montagem dos programas relacionados às demandas regionais, que acabam compondo algumas das marcas mais importantes da gestão: PAC58,Minha Casa Minha Vida, Bolsa-Família e o marco regulatório do Pré-Sal 69. Durante a sua passagem pela pasta de Assuntos Institucionais também atua, junto à sociedade organizada e ao Congresso Nacional, na elaboração e aprovação de leis como o Fundeb 60, Estatuto da Igualdade Racial, Lei de Consórcios Públicos61, Lei das PPPs, a Lei Nacional de Saneamento 62e o Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social — a primeira lei de iniciativa popular 63. Em agosto de 2005, Alexandre Padilha é chamado para integrar o Ministério das Relações Institucionais. Entra como chefe de gabinete da Secretaria de Assuntos Federativos. No ano seguinte, torna-se subchefe de Assuntos Federativos, ficando responsável pelo mapeamento das demandas estaduais e municipais levadas ao Governo Federal por governadores, prefeitos, deputados e vereadores 55. No segundo mandato do presidente Lula, em 2009, com apenas 38 anos, é nomeado ministro das Relações Institucionais, tornando-se assim o coordenadorpoliticoda Presidência da Republica 56 . É quando Alexandre Padilha ajuda a imprimir a marca municipalista do Governo Lula570 jovem ministro participa da montagem dos programas relacionados ás demandas regionais, que acabam compondo algumas das marcas mais importantes da gestão: PAC58, Minha Casa Minha Vida, Bolsa-Família e o marco regulatório do PréSal 59Durante a sua passagem pela pasta de Assuntos Institucionais também atua, junto sociedade organizada e ao Congresso Nacional, na elaboração e aprovação de leis como o Fundeb 60 , Estatuto da Igualdade Racial, Lei de Consórcios Públicos61, Lei das PPPs, a Lei Nacional de Saneamento 62e o Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social — a primeira lei de iniciativa popular 63. MINISTRO DA SAÚDE:- Eleita presidente em 2010, Dilma Rousseff escolhe Alexandre Padilha para ser seu ministro da Saúde. Ele fica ministro por três anos64entre janeiro de 2011 e janeiro de 201465. Começa a gestão realizando uma pesquisa interna para levantar os principais problemas da Saúde no Brasi1660 principal resultado da pesquisa revelou o que Alexandre Padilha já testemunhava na sua prática de estudante e de médico: para acelerar o acesso à saúde nas pequenas cidades e periferias dos grandes centros, a rede pública precisava contratar mais médicos. Em 2013,[peaconfirmou por pesquisa de que o maior problema do SUS, segundo os próprios usuários, era a falta de médicos. Padilha reforça diagnósticos da falta de médicos no Brasil e sua proporção por pacientes no mundo para comprovar a falta de recurso humano no SUS. Por isso, o ministro criou vários programas para aumentar o número de médicos nas regiões carentes67: Lançou o Programa de Valorização do profissional da Atenção Básica (Provab) em que médicos recém formados receberiam uma bolsa no valor de R$ 10 mil e bônus de 10% de pontuação em provas de residência para trabalhar em unidades de saúde de municípios de interior e periferias. Em janeiro de 2014, mais de 3,3 mil médicos já atendiam comunidades carentes pelo Provab 68 .Ainda em 2011, também lançou em parceria com o Ministério da Educação, o programa Fundo de Financiamento Estudantil daSaida,o FIES Saúde. Por este programa, o médico formados por meio do financiamento estudantil (FIES) pode descontar a divida pelo tempo em que trabalha para o SUS em áreas carentes69. Mais Residência Médica - No ano passado, o então ministro Alexandre Padilha anunciou mais 3.613 novas bolsas de residência médica para 2014, o que ajuda a aumentar o número de atendimentos emareasprioritárias da saúde públicam Novas Faculdades de Medicina - Outra iniciativa para elevar a quantidade de médicos no interior, foi o estimulo a abertura de novas faculdades de Medicina em municípios com até 70 mil habitantes e nenhum curso em seu território. A intenção é abrir 11,4 mil novas vagas de graduação até 2018, o que vai quase dobrar a oferta atual, que é de 18 mil vagas de Medicina em todo o pals71. 0 MEC divulgou no final de 2013 a lista de 49 cidades que receberam autorização para instalar cursos de medicina72 Programa Mais Médicos — 0 maior programa para agilizar a oferta de profissionais na rede pública, o Mais Médicos, foi lançado por Alexandre Padilha em julho de 2013 e 73aprovado pelo Congresso em outubro74 No mesmo mês, a presidente Dilma sanciona a medida provisória do programa "Mais Médicos" convertendo em lei, após sua aprovação naCamarado Deputados e no Senado Federal. Na ocasião, Dilma pede desculpas ao médico cubanoJuanDelgado que sofreu com preconceito e xenofobia quando chegou com grupo de outros médicos cubanos no Estado do Ceara, sendo chamados de escravos, incitando a violência e colocando a população contra a corporação médica. Nos seis primeiros meses, o Mais Médicos já havia ultrapassado a meta de levar 13 mil profissionais as regiões carentes. Em março de 2014 já eram 13.821 médicos atuando pelo programa76. 0 Mais Médicos oferece R$ 10 mil mensais para médicos trabalhar na rede pública. Profissionais estrangeiros são chamados para ocupar as vagas não preenchidas por brasileiros 76. Alexandre Padilha começou a estruturar o programa no primeiro ano da gestão, a partir de estudos do Ministério da Saúde sobre as experiências de outros paises para aumentar a oferta de médicos77. Entidades da categoria se opuseram, alegando a necessidade de revalidar o diploma dos contratados pelo programa78 Padilha argumentou que os integrantes do Mais Médicos s6 estariam autorizados a trabalhar em local determinado, após passar por treinamento e serem supervisionados ao longo do programa. Por isso, não fariam a revalidação do diploma, que os permitiria atuar em todo o pais79. Em junho de 2013, após longo embate com corporação médica sobre o tema de levar profissionais de saúde ao interior e importar médicos para atender regiões mais carentes, a Associação Médica Brasileira (AMB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) declaram Alexandre Padilha"persona nongrata"8°por não defender interesses da corporação. Em julho do mesmo ano, o Conselho Regional de Medicina do Pará abriu processo éticodisciplinar 81contra Padilha por este supostamente anunciar-se como infectologista de maneira ilegal. Em resposta, Padilha publicou uma foto de seu diploma de especialista em infectologia numa rede social 82. A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) publicou nota confirmando que Padilha concluiu o programa de residência médica da instituição. Apesar das criticas e resistências de entidades médicas, 84,3% da população aprovaram o Mais Médicos, segundo pesquisa CNT/MDA divulgada em novembro de 2013 2.0 Datafolha informou em março de 2014 que 14 milhões já foram atendidos por médicos estrangeiros do programa. A aprovação entre os atendidos alcançou69MÁ. Com a aprovação do programa por 84,3% da população segundo pesquisa CNT, Padilha se torna um dos pré-candidatos petistas à disputa pelo governo de São Paulo em 2014, tendo transferido seu titulo eleitoral de Santarém para São Paulo em junho de 2013. Segundo o jornal carioca 0 Globo, a candidatura ou não do ministro deve ser anunciada na segunda quinzena de agosto. Deixou o comando do Ministério da Saúde em fevereiro de 2014. Transferiu o cargo paraArthurChioro,ex-secretário de saúde de São Bernardo do Campo-5.. Ver. JOAO E TA MUNIZ Membro Ver. ELIZABE D AOLI I PA SILVA Vice-Presidente ,âman 4Uuuitipal tïi rrraun Av. Deolinda Rosa, 1048- Centro - CEP 14150-000 - Serrana/SP Fone/Fax: (16) 3987- 1320 / 3987 -2268 camaraserrana@terra.com.br CNPJ: 49.230.600/0001-35 SERRANA - SP COM!SSA()PERMANENTE DE LEGISLAÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO PARECER:- REF:- PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N. 04/2014 AUTORIA VEREADOR MOISÉS CRISTIANO DOS SANTOS EMENTA:- CONCEDE TITULO DE CIDADÃO SERRANENSE AO SENHOR ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA — EX-MINISTRO DA SAÚDE, PELOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS AO MUNICiP10 E A COMUNIDADE DE SERRANA. Analisando o Projeto de Decreto Legislativo em pauta esta comissão decidiu emitir o parecer favorável a sua tramitação regimental até final análise de mérito pelo plenário, Sala das Comissões, 05 de Maio de 2014. Ver. ADRIANO NETTO SOARES Presidente/Re ator Sala d ssoes 05 de Maio se Cintara uttiripatii oi5rtratta Av. Deolinda Rosa, 1048- Centro - CEP 14150-000 - Serrana/SP Fone/Fax: (16) 3987 - 1320/ 3987 - 2268 camaraserranagterra.com.br CNPJ: 49.230.600/0001-35 SERRANA-SP COMISSÃO PERMANENTE DE FINANÇAS E ORÇAMENTO PARECER:- REF:- PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N. 04/2014 AUTORIA: VEREADOR MOISÉS CRISTIANO DOS SANTOS EMENTA:- CONCEDE TITULO DE CIDADÃO SERRANENSE AO SENHOR ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA — EX-MINISTRO DA SAÚDE, PELOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS AO MUNICÍPIO E A COMUNIDADE DE SERRANA. Analisando o Projeto de Decreto Legislativo em pauta esta comissão decidiu emitir o parecer favorável a sua tramitação regimental até final análise de mérito pelo plenário, Ver. DOUGLAS AGUIAR DE CARVALHO Preidente/Relator Ver. MO ES CRISTI 0 DOS SANTOS ice-Presiden tiger. R Memi? DE LUNA FARIAS Camara4Ftuuicipd trr 0,Srrratta Av. Deolinda Rosa, 1048- Centro - CEP 14150-000 - Serrana/SP Fone/Fax: (16) 3987 - 1320 / 3987 - 2268 camaraserrana@terra.com.br CNPJ: 49.230.600/0001-35 SERRANA-SP DECRETO LEGISLATIVO N. 04/2014 DE 07 DE MAIO DE 2014. "CONCEDE TÍTULO DE CIDADÃO SERRANENSE AO SENHOR ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA, EX-MINISTRO DA SAÚDE, PELOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS AO MUNICÍPIO E A COMUNIDADE DE SERRANA". FAÇO SABER A CÂMARA MUNICIPAL, APROVOU E EU DENIS DONIZETI DA SILVA, PRESIDENTE, PROMULGO 0 SEGUINTE DECRETO LEGISLATIVO. ARTIGO 1° - Fica, por este Decreto Legislativo, concedido o Titulo de Cidadão Serranense ao Senhor ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA, Ex-Ministro da Saúde, pelos relevantes serviços prestados ao Município e a Comunidade de Serrana. ARTIGO 2° - A outorga da láurea a que se refere o artigo anterior se dará em sessão solene, especialmente, designada pelo Presidente do Legislativo. ARTIGO 3° - As despesas decorrentes deste Decreto Legislativo correrão à conta de dotações próprias constantes do orçamento municipal, na parte reservada ao Legislativo. ARTIGO 4° - Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. CÂMARA MUNICIPAL DE SEr ANA, 07 )DE AIO DE 2014 ,z r DE S DONIZETI RA SILVA PRESID TE PUBLICADO E AFI ADONA Sr,RETARIÃ DA AMARA MUNICIPAL DE SERRANA NO LOCAL DE C ST ME. • S DONIZETI A SILVA PRESID TE DE &man 4LrthiipaI kir *mum Av. Deolinda Rosa, 1048 - Centro - CEP 14150-000 - Serrana/SP Fone/Fax: (16) 3987 - 1320/ 3987 - 2268 camaraserrana@terra.com.br CNPJ: 49.230.600/0001-35 DECRETO LEGISLATIVO N. 04/2014 DE 07 DE MAIO DE 2014. "CONCEDE TÍTULO DE CIDADÃO SERRANENSE AO SENHOR ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA, EX-MINISTRO DA SAÚDE, PELOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS AO MUNICÍPIO E A COMUNIDADE DE SERRANA". FAÇO SABER A CÂMARA MUNICIPAL, APROVOU E EU DENIS DONIZETI DA SILVA, PRESIDENTE, PROMULGO 0 SEGUINTE DECRETO LEGISLATIVO. ARTIGO 1° - Fica, por este Decreto Legislativo, concedido o Titulo de Cidadão Serranense ao Senhor ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA, Ex-Ministro da Saúde, pelos relevantes serviços prestados ao Município e a Comunidade de Serrana. ARTIGO 2° - A outorga da láurea a que se refere o artigo anterior se dará em sessão solene, especialmente, designada pelo Presidente do Legislativo. ARTIGO 3° - As despesas decorrentes deste Decreto Legislativo correrão à conta de dotações próprias constantes do orçamento municipal, na parte reservada ao Legislativo. ARTIGO 4° - Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. CÂMARA M NICIPAL DE SE ANA, 07 De/MAIO DE 2014. .1 I- - DE IS DONIZETI BA SILVA PRESID- TE PUBLICADO E AFIXADO NA S CRETARIA DA AMARA M ICIPAL DE SERRANA NO LOCAL DE 96S UME. r v— Act D IS DONIZETI A SILVA PRESID TE Camara i1urntipdbr°Smarm Av. Deolinda Rosa, 1048- Centro - CEP 14150-000 - Serrana/SP Fone/Fax: (16) 3987 - 1320 / 3987 - 2268 camaraserrana@terra.com.br CNPJ: 49.230.600/0001-35 SERRANA-SP DECRETO LEGISLATIVO N. 04/2014 DE 07 DE MAIO DE 2014. "CONCEDE TÍTULO DE CIDADÃO SERRANENSE AO SENHOR ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA, EX-MINISTRO DA SAÚDE, PELOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS AO MUNICÍPIO E A COMUNIDADE DE SERRANA". FAÇO SABER A CÂMARA MUNICIPAL, APROVOU E EU DENIS DONIZETI DA SILVA, PRESIDENTE, PROMULGO 0 SEGUINTE DECRETO LEGISLATIVO. ARTIGO 1° - Fica, por este Decreto Legislativo, concedido o Titulo de Cidadão Serranense ao Senhor ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA, Ex-Ministro da Saúde, pelos relevantes serviços prestados ao Município e a Comunidade de Serrana. ARTIGO 2° - A outorga da láurea a que se refere o artigo anterior se dará em sessão solene, especialmente, designada pelo Presidente do Legislativo. ARTIGO 3° - As despesas decorrentes deste Decreto Legislativo correrão à conta de dotações próprias constantes do orçamento municipal, na parte reservada ao Legislativo. ARTIGO 4° - Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. CÂMARA M NICIPAL DE SESRANA, 0 MAIO DE 201 / Zri DONIZ T •A SILVA PRESID NTE PUBLICADO E FIXADO NA SECRETARIA D CAMARA MUNICIPAL DE SERRANA NO LOCAL DE 0 UME. / . //r/ 7- / /— IS DONIZETJ4DA SILVA PRESID NTE