| Tipo | Extraordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 2 |
| Date | 2026-01-23 |
| native_id | 1224 |
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Ata EletrÙnica da 2™ Extraordin·ria da 2™ Sess„o Legislativa da 19™ Legislatura IdentificaÁ„o B·sica: Tipo de Sess„o: Extraordin·ria; Abertura: 23/01/2026 - 17:45; Encerramento: 19:54 Mesa Diretora: Presidente: Danylo Acioli / MDB; Vice-Presidente: Eliana Rocha / SD; 1º Secret·rio: Sidnei Oliveira / MDB; 2º Secret·rio: Tiago Cordeiro / PDT. Lista de PresenÁa na Sess„o: Danylo Acioli / MDB; Dr Odarlone Orente / PT; Eliana Rocha / SD; Gabriel Caldeira / UNIÃO; Guilherme Livoti / UNIÃO; Lucas Leugi / PSD; Luciano Facchiano / AGIR; MoisÈs Tavares / PP; Pablo da SeguranÁa / Cidadania; Sidnei Oliveira / MDB; Tiago Cordeiro / PDT. Expedientes: Abertura: "Havendo n˙mero legal e sob a proteÁ„o de Deus, Senhor Presidente declarou aberto os trabalhos desta Sess„o, em conformidade com o par·grafo primeiro, artigo 144 do Regimento Interno. Vereadora Eliana Rocha fez a leitura de um trecho da BÌblia. Lista de PresenÁa na Ordem do Dia: Danylo Acioli / MDB; Dr Odarlone Orente / PT; Eliana Rocha / SD; Gabriel Caldeira / UNIÃO; Guilherme Livoti / UNIÃO; Lucas Leugi / PSD; Luciano Facchiano / AGIR; MoisÈs Tavares / PP; Pablo da SeguranÁa / Cidadania; Sidnei Oliveira / MDB; Tiago Cordeiro / PDT. MAT…RIAS DA ORDEM DO DIA. MAT…RIA EM REGIME DE PREFER NCIA - PRIMEIRO TURNO:- Proposta de Emenda ‡ Lei Org‚nica nº 1 de 2026, de autoria da pluralidade dos Vereadores, que da nova redaÁ„o a Lei Org‚nica do MunicÌpio de Apucarana - Paran·. Informou que o Parecer atinente a esta proposta de Emenda ‡ Lei Org‚nica era pela sua livre tramitaÁ„o. Senhor Presidente informou que foram apresentados Emendas e Destaques. Pediu ao Vereador Sidnei, Primeiro Secret·rio, que fizesse a leitura das Emendas. Disse que votariam primeiro as trÍs Emendas apresentadas pelo Vereador Odarlone Orente, em sendo aprovadas seriam aglutinadas ao texto. Em seguida seria votado os dois Destaques apresentados pelo Vereador Guilherme Livoti, sendo aprovados e suprimidos os textos apresentados pelo vereador, votariam em seguida a Lei Org‚nica. Informou, ainda, que a votaÁ„o seria nominal por chamada pelo 1º Secret·rio votando SIM ou NÃO. Adiantou que ia fazer o encaminhamento das votaÁıes para facilitar o entendimento dos Vereadores e Vereadora para evitar qualquer tipo de nulidade. Solicitou ao Primeiro Secret·rio que fizesse a leitura das primeira Emenda. Vereador Guilherme Livoti, em quest„o de ordem, disse que, por se tratar de uma Emenda ‡ Lei Org‚nica, qualquer emenda, destaque ou o prÛprio texto somente seria aprovado com os 2/3 (dois terÁos) dos votos, precisava de oito votos para ser aprovado. Senhor Presidente reiterou a necessidade de oito votos para aprovaÁ„o de qualquer trecho do texto, emenda ou destaque. Primeiro Secret·rio fez a leitura da Emenda Substitutiva a Proposta de Emenda ‡ Lei Org‚nica nº 01/2026, de autoria do Vereador Dr. Odarlone Orente, que da nova redaÁ„o ao par·grafo 2º do artigo 79, da proposta de Emenda ‡ Lei Org‚nica nº 01/2026, de autoria da Pluralidade dos Vereadores. Colocada em discuss„o. Vereador Odarlone Orente, com a palavra, defendeu a manutenÁ„o dentro da legislaÁ„o j· existente na ConstituiÁ„o, CLT e Estatuto dos Servidores, do direito de servidores p˙blicos municipais eleitos para a direÁ„o sindical que fossem liberados para exercer o mandato sindical com preservaÁ„o da remuneraÁ„o. Disse que a liberaÁ„o de quatro servidores era razo·vel e garantia representatividade de diferentes categorias do municÌpio, como sa˙de, educaÁ„o, seguranÁa e serviÁos p˙blicos. Disse que ampliar a liberaÁ„o por sindicato podia estimular a fragmentaÁ„o sindical, enfraquecendo a unicidade, ao invÈs de fortalecer a representaÁ„o coletiva. Disse que defendia que o texto permanecesse como estava na Lei Org‚nica e no Estatuto dos Servidores, deixando eventuais mudanÁas para uma discuss„o futura, conduzida pelo Executivo, no ‚mbito de uma revis„o do Estatuto. Falou que a proposta tinha car·ter simbÛlico e institucional, que n„o interferia diretamente na conduÁ„o polÌtica da C‚mara, mas era fundamental para garantir a ATA 002/2026 - ATA-R-1007-2026-02-27 - - AUTORIA: Poder Legislativo VERIFIQUE A AUTENTICIDADE EM https://https://apucarana.legiflow.com.br/autenticidadepdf CHAVE DE VERIFICACAO DE INTEGRIDADE: 43C0E124F27CED24269F34646FC713A5 CODIGO DO DOCUMENTO: 102282 representaÁ„o sindical dos trabalhadores e trabalhadoras do municÌpio de Apucarana, pedindo sensibilidade dos vereadores, especialmente daqueles que tambÈm eram servidores p˙blicos. Vereador Danylo Acioli, com a palavra, parabenizou o Vereador Odarlone Orente pelas pontuaÁıes apresentadas e reconheceu a import‚ncia da pauta. Ressaltou que a legislaÁ„o deveria acompanhar o tempo histÛrico em que se vivia, destacando que o Legislativo e v·rios vereadores possuÌam vÌnculo direto com o funcionalismo p˙blico. Disse que havia um sentimento recorrente entre os servidores p˙blicos de que n„o se sentiam efetivamente representados pelo sindicato, era perceptÌvel nos corredores e no cotidiano polÌtico. Disse que, quando matÈrias impopulares eram votadas, a responsabilidade recaÌa sobre os vereadores, enquanto, quando eram positivas, o sindicato aparecia como protagonista. Defendeu que o momento atual exigia limitaÁ„o, e n„o vislumbrava risco de segregaÁ„o sindical, uma vez que a legislaÁ„o federal estabelecia a existÍncia de apenas um sindicato por circunscriÁ„o. Falou que o novo texto da Lei Org‚nica n„o impedia a participaÁ„o sindical, mas limitava a oito servidores a liberaÁ„o remunerada pelo poder p˙blico, fixando o critÈrio de dois servidores por sindicato, cabendo aos sindicatos decidirem sobre sua representatividade. Falou que a discuss„o ocorria no ‚mbito da Lei Org‚nica, que exigia quÛrum qualificado para alteraÁıes, garantindo maior seriedade e controle. Manifestou preocupaÁ„o com a criaÁ„o indiscriminada de sindicatos, citando a existÍncia de entidades que atuavam de forma ofensiva e buscam apenas a contribuiÁ„o sindical, sem efetiva representaÁ„o. Disse que sindicatos fortes eram aqueles que demonstravam resultados concretos, o que estimulava a filiaÁ„o volunt·ria dos trabalhadores. Declarou que, no momento, n„o identificava frutos efetivos da atuaÁ„o sindical, apesar de manifestar respeito ‡ diretoria do Sindspa, afirmou entender que o debate devia ocorrer naquele momento na Lei Org‚nica. Disse que encaminharia seu voto contr·rio ‡ emenda apresentada pelo vereador Odarlone Orente. Vereador Guilherme Livoti, com a palavra, disse que conversou previamente com o Vereador Odarlone Orente sobre o tema em debate, ressaltando que j· conhecia sua posiÁ„o. Relatou tambÈm que dialogou com representantes do sindicato na manh„ do mesmo dia, ocasi„o em que ouviu os argumentos apresentados e expÙs igualmente seu entendimento sobre a matÈria. Falou que participou ativamente da construÁ„o do texto em discuss„o, inclusive contribuindo para sua elaboraÁ„o e concepÁ„o. Disse, contudo, que sofreu uma derrota no texto final, uma vez que sua posiÁ„o pessoal era a de que n„o houvesse qualquer liberaÁ„o de servidor p˙blico para atuaÁ„o sindical. Falou que o servidor p˙blico era remunerado com recursos provenientes dos impostos pagos pela populaÁ„o, e que tais tributos n„o tinha como finalidade custear a remuneraÁ„o de dirigentes sindicais, e que, naquele sentido, manifestou claramente sua opini„o de que n„o fazia sentido que servidores p˙blicos fossem liberados para trabalhar para sindicatos com remuneraÁ„o paga pelo er·rio. Falou que, apÛs di·logo, chegou-se a um meio-termo, estabelecendo-se a liberaÁ„o de atÈ dois servidores por sindicato, limitado ao total m·ximo de oito servidores, que naquele ponto representava, em sua vis„o, um avanÁo em relaÁ„o ‡ legislaÁ„o atual, que n„o previa tal limitaÁ„o. Falou que, embora atualmente tinha bom senso e n„o existia um n˙mero elevado de servidores liberados, a ausÍncia de limites poderia, futuramente, permitir a liberaÁ„o excessiva de servidores, gerando impacto consider·vel nos cofres p˙blicos sem a correspondente prestaÁ„o de serviÁo direto ‡ administraÁ„o p˙blica. Disse que, o cuidado adotado na redaÁ„o do texto, especialmente no inciso II da proposiÁ„o original, que estabelecia a ausÍncia de remuneraÁ„o para os demais membros da diretoria sindical, observando o limite m·ximo de sete dirigentes por sindicato, conforme previsto no artigo 522 da CLT, os sindicatos poderiam, caso desejassem, indicar mais membros para suas diretorias, conforme autorizado pela CLT, sem impedimentos legais, porÈm, sem Ùnus para os cofres p˙blicos. Disse que, no seu entendimento n„o deveria haver qualquer liberaÁ„o remunerada de servidores para atuaÁ„o sindical, mas reconheceu que, diante do processo de di·logo e da ampla construÁ„o da Lei Org‚nica iniciada em maio do ano anterior, o meio-termo alcanÁado era superior ao que dispunha a legislaÁ„o vigente. Ao finalizar, disse que, apesar do respeito ao Vereador Odarlone, apresentou emenda pela ATA 002/2026 - ATA-R-1007-2026-02-27 - - AUTORIA: Poder Legislativo VERIFIQUE A AUTENTICIDADE EM https://https://apucarana.legiflow.com.br/autenticidadepdf CHAVE DE VERIFICACAO DE INTEGRIDADE: 43C0E124F27CED24269F34646FC713A5 CODIGO DO DOCUMENTO: 102282 admissibilidade na comiss„o, por reconhecer a legalidade da proposta no mÈrito, afirmou manter divergÍncia, declarando n„o concordar com a ampliaÁ„o da liberaÁ„o de servidores para atuaÁ„o sindical com remuneraÁ„o custeada por recursos p˙blicos. Vereador Lucas Leugi, com a palavra, disse que concordava com as manifestaÁıes do Presidente, destacando que, apÛs conversa com o Sindspa, entendeu que o sindicato atualmente n„o representava e n„o defendia os servidores p˙blicos da forma adequada, fazendo com que muitas vezes as consequÍncias recaÌssem sobre aquela Casa Legislativa. Ressaltou, contudo, que a atual diretoria sindical estava em mandato que se encerrava, n„o podendo ser confundida com a instituiÁ„o sindicato em si. Falou que a matÈria em votaÁ„o possuÌa car·ter estrutural, comparando-a a uma ConstituiÁ„o Federal do municÌpio, o que impunha aos vereadores a responsabilidade de pensar no futuro e n„o apenas na conjuntura atual. Alertou para a necessidade de evitar decisıes imediatistas ou discussıes que funcionassem como cortina de fumaÁa, considerando que o tema especÌfico da liberaÁ„o de servidores era pequeno diante do conjunto amplo de mudanÁas relevantes que estavam sendo votadas, como as emendas impositivas ao orÁamento municipal. Falou que, por coerÍncia e para n„o agir de forma demagÛgica, sentia-se confort·vel em votar favoravelmente ‡ emenda apresentada pelo Vereador Odarlone, destacando que as instituiÁıes permaneciam, enquanto mandatos eram tempor·rios, tanto no Legislativo quanto nos sindicatos. Ressaltou ainda que a votaÁ„o representava um avanÁo significativo para a legalidade do municÌpio, corrigindo inconsistÍncias existentes entre o Regimento Interno e a Lei Org‚nica. Reconheceu novamente suas crÌticas ao atual sindicato, mas destacou que eventuais mudanÁas na entidade seriam decididas pelos prÛprios servidores, assim como, no caso da C‚mara, era o eleitor quem definia seus representantes. Declinou seu voto favor·vel ‡ emenda, destacando a import‚ncia histÛrica do momento e o dever dos vereadores de representar a populaÁ„o com responsabilidade e vis„o institucional. Vereador MoisÈs Tavares, com a palavra, cumprimentou o Presidente, demais vereadores, servidores, assessores e a imprensa, destacando o car·ter histÛrico da Sess„o, que tratava da revis„o da Lei Org‚nica do MunicÌpio. Ressaltou a grande responsabilidade atribuÌda aos vereadores, uma vez que as decisıes impactavam diretamente toda a populaÁ„o de Apucarana, enfatizando que todos os artigos da Lei Org‚nica possuÌam igual relev‚ncia. Parabenizou os vereadores pela maturidade, respeito e postura ordeira durante os debates, mesmo diante de divergÍncias, especialmente no primeiro destaque em votaÁ„o. Disse que, ao tratar especificamente da emenda relacionada ‡ disponibilizaÁ„o de servidores para atuaÁ„o sindical, cumprimentou os representantes do sindicato presentes e destacou que divergÍncias de posicionamento n„o comprometiam o respeito institucional e o bom relacionamento. Disse que, apesar de existirem opiniıes distintas sobre o papel do sindicato, n˙mero de membros e representatividade, reconheceu que o tratamento sempre ocorreu de forma respeitosa na Casa, diferentemente de outras situaÁıes j· vivenciadas com entidades que n„o obtiveram Íxito em sua representaÁ„o, o que n„o era o caso do sindicato mencionado. Declinou seu voto contr·rio ‡ emenda, entendendo que a matÈria deveria ter sido discutida com maior antecedÍncia, considerando o longo perÌodo de debates da Lei Org‚nica e a relev‚ncia do tema. Disse que a discuss„o restrita ao momento atual representou perda de oportunidade para um debate mais aprofundado e para possÌveis negociaÁıes, inclusive com o Poder Executivo. Destacou ainda que discussıes semelhantes poderiam ocorrer futuramente, como a definiÁ„o do n˙mero de vereadores, ressaltando que havia divergÍncias naturais sobre quantidade de membros em instituiÁıes e que a sociedade podia ter entendimentos distintos sobre aqueles temas. Defendeu a necessidade de eficiÍncia administrativa, mencionando o uso de tecnologia para fazer mais com menos, sem prejuÌzo da prestaÁ„o de serviÁos p˙blicos. Disse que, em legislatura anterior, votou favoravelmente ‡ autorizaÁ„o para que a Prefeitura arcasse com o aluguel da sede do sindicato, considerando tal medida um avanÁo e reconhecimento institucional. Falou que havia entidades no municÌpio com diretorias volunt·rias, enquanto outras necessitavam de remuneraÁ„o, reforÁando a legitimidade do debate. Ao finalizar, disse que entendia ser adequado tratar do tema na Lei Org‚nica ATA 002/2026 - ATA-R-1007-2026-02-27 - - AUTORIA: Poder Legislativo VERIFIQUE A AUTENTICIDADE EM https://https://apucarana.legiflow.com.br/autenticidadepdf CHAVE DE VERIFICACAO DE INTEGRIDADE: 43C0E124F27CED24269F34646FC713A5 CODIGO DO DOCUMENTO: 102282 para evitar inconsistÍncias legislativas existentes entre diferentes normas. Encaminhou voto contr·rio ‡ emenda naquele momento, destacando a existÍncia de novo prazo de interstÌcio para continuidade das discussıes, reafirmando respeito aos servidores, ao sindicato e ‡s posiÁıes divergentes. Colocada em discuss„o e em votaÁ„o, Presidente solicitou ao Primeiro Secret·rio, Vereador Sidnei que fizesse a chamada nominal dos Vereadores e Vereadora para a votaÁ„o. Primeiro Secret·rio chamou os Vereadores para a votaÁ„o da Emenda apresentada: Luciano Facchiano - NÃO; Gabriel Caldeira – NÃO; Guilherme Livoti – NÃO; Lucas Leugi – SIM; MoisÈs Tavares – NÃO; Dr. Odarlone Orente, em justificativa de voto, disse que diversos benefÌcios fiscais concedidos a empresas e entidades tambÈm eram custeados por impostos pagos pela populaÁ„o, sendo uma pr·tica j· existente, sem adentrar no mÈrito de sua adequaÁ„o. Destacou que o trabalho de representaÁ„o sindical n„o podia ser exercido de forma volunt·ria, uma vez que a negociaÁ„o com o empregador exigia dedicaÁ„o, estrutura e proteÁ„o legal. Falou que importantes direitos trabalhistas, como fÈrias, 13º sal·rio, jornada de trabalho, licenÁa-maternidade e licenÁa-paternidade, foram conquistados por meio da luta sindical, graÁas ao trabalho de homens e mulheres que se dedicavam integralmente ‡ atividade sindical, amparados por legislaÁ„o que garantia estabilidade durante e apÛs o mandato sindical, inclusive na iniciativa privada. Falou que n„o defendia sindicato ou gest„o especÌfica, ressaltando que as diretorias eram transitÛrias. Disse que a base territorial dos sindicatos podia abranger diversas categorias e municÌpios, exemplificando com sua filiaÁ„o a sindicato profissional com atuaÁ„o regional, o que demonstrava a complexidade da representaÁ„o sindical. Disse que a limitaÁ„o excessiva podia estimular a fragmentaÁ„o sindical, aumentando o n˙mero de entidades representativas sem atender adequadamente ‡s necessidades dos servidores. Defendeu que a ampliaÁ„o do n˙mero de representantes permitia contemplar um conjunto maior de categorias, ressaltando que os dirigentes sindicais exerciam efetivamente suas funÁıes em prol do coletivo dos servidores municipais. Pediu o voto favor·vel ‡ emenda, entendendo que a medida fortalecia a representaÁ„o sindical e o atendimento aos interesses dos servidores p˙blicos. Declinou o seu voto SIM; Pablo – NÃO; Tiago Cordeiro – SIM; Eliana Rocha – SIM; Sidnei – SIM; Danylo Acioli, em justificativa de voto, disse que a emenda em discuss„o n„o afetava os atuais integrantes do sindicato, uma vez que a legislaÁ„o vigente permanecia v·lida atÈ o tÈrmino do mandato em curso, produzindo efeitos apenas a partir da prÛxima gest„o, conforme princÌpio b·sico do direito. Falou que acompanhava a atuaÁ„o sindical desde o primeiro mandato do Vereador Lucas e afirmou que, ao longo daquele perÌodo, n„o presenciou uma representaÁ„o sindical que defendesse efetivamente os servidores p˙blicos. Disse que sua crÌtica ‡ postura do sindicato, apontando que, em situaÁıes de pautas negativas, a responsabilidade recaia sobre a C‚mara, enquanto pautas positivas eram atribuÌdas ao sindicato, o que gerava mobilizaÁıes contr·rias aos vereadores. Vereador Lucas Leugi, em aparte, manifestou-se a respeito das crÌticas feitas ‡ atuaÁ„o do sindicato, especialmente quanto a episÛdios de desrespeito ou excesso nos debates. Falou que alguns dirigentes sindicais possuÌam longa trajetÛria no serviÁo p˙blico municipal e relembrou que uma ex-representante sindical, Bete, teve atuaÁ„o marcante na defesa dos servidores, sendo frequentemente uma voz firme frente ‡s administraÁıes municipais. Disse que, embora o estilo adotado por ela pudesse, por vezes, extrapolar limites, tal postura fazia parte de sua forma de atuaÁ„o e resultava em efetiva defesa dos interesses dos servidores. Disse que n„o considerava justo desconsiderar a histÛria e a contribuiÁ„o daquela dirigente sindical, ressaltando a import‚ncia de reconhecer seu papel na representaÁ„o dos trabalhadores. Vereador Odarlone Orente, em aparte, disse que compreendia e respeitava os posicionamentos apresentados, mas ponderou que, em raz„o da atuaÁ„o considerada excessivamente intrusiva de determinadas pessoas no passado, corria-se o risco de penalizar o futuro e aqueles que, eventualmente, viessem a se colocar ‡ disposiÁ„o para representar a categoria dos servidores no sindicato. Danylo Acioli – NÃO; Senhor Presidente informou que por ter obtido 06 (seis) votos contr·rios e 05 (cinco) favor·veis, a emenda estava REJEITADA. Vereador Lucas Leugi, em quest„o de ordem, pediu ATA 002/2026 - ATA-R-1007-2026-02-27 - - AUTORIA: Poder Legislativo VERIFIQUE A AUTENTICIDADE EM https://https://apucarana.legiflow.com.br/autenticidadepdf CHAVE DE VERIFICACAO DE INTEGRIDADE: 43C0E124F27CED24269F34646FC713A5 CODIGO DO DOCUMENTO: 102282 destaque no Artigo 79, par·grafo 2º, para que fosse votado em Plen·rio. Presidente solicitou ao Primeiro Secret·rio que procedesse a leitura da segunda Emenda. Primeiro Secret·rio fez a leitura da Emenda Supressiva a Proposta de Emenda ‡ Lei Org‚nica nº 01/2026, de autoria do Vereador Dr. Odarlone Orente, para suprimir o Art.81, renumerando-se os demais artigos da proposta de Emenda ‡ Lei Org‚nica nº 01/2026, de autoria da Pluralidade dos Vereadores. Colocada em discuss„o. Vereador Odarlone Orente, com a palavra, disse que era servidor p˙blico concursado, afirmando sua crenÁa e compromisso com o serviÁo p˙blico e com os trabalhadores e trabalhadoras da administraÁ„o p˙blica. Disse que era sindicalizado tanto ao Sindspa quanto ao Sindicato dos MÈdicos do Norte do Paran·. Falou que n„o era contr·rio, de forma absoluta, ‡ utilizaÁ„o de outros modelos de contrataÁ„o ou de m„o de obra, porÈm manifestou preocupaÁ„o com a redaÁ„o do artigo 81, que permitia interpretaÁ„o extensiva capaz de conduzir ‡ terceirizaÁ„o, inclusive de atividades tÌpicas da administraÁ„o p˙blica e inerentes a cargos efetivos. Solicitou o apoio dos vereadores para votar pela permanÍncia da emenda que suprimia o referido artigo, a fim de evitar a ampliaÁ„o indevida da terceirizaÁ„o para serviÁos n„o previstos ou n„o permitidos pela ConstituiÁ„o Federal. Vereador Danylo, com a palavra, declarou ser totalmente contr·rio ‡ supress„o do texto em debate, posiÁ„o que j· havia sido previamente conversada com outro vereador. Disse que o avanÁo legislativo da proposta estava justamente na possibilidade de terceirizaÁ„o, especialmente das atividades que n„o constituÌssem atividade-fim da administraÁ„o p˙blica. Defendeu que a terceirizaÁ„o era legÌtima, fazia parte do processo administrativo moderno e contribuÌa para a reduÁ„o do impacto na folha salarial do municÌpio. Ressaltou que a diminuiÁ„o do percentual da folha permitia a valorizaÁ„o das categorias que exerciam atividades-fim, citando como exemplo os profissionais da sa˙de, como mÈdicos, enfermeiros e tÈcnicos de enfermagem, viabilizando o cumprimento e a valorizaÁ„o de pisos salariais. Disse que os sindicatos n„o se manifestaram sobre o tema, apesar de se tratar de matÈria de interesse dos servidores p˙blicos. Encaminhou seu voto contr·rio ‡ emenda de supress„o, solicitando que os demais vereadores tambÈm votassem pela sua rejeiÁ„o. Vereador Guilherme Livoti, com a palavra, disse que, assim como no primeiro ponto debatido, reconheceu a admissibilidade da emenda, conforme j· havia manifestado em relatÛrio, porÈm, declarou divergÍncia quanto ao seu mÈrito. Falou que a retirada do artigo em discuss„o n„o impedia a terceirizaÁ„o, uma vez que era autorizada por leis federais e pela prÛpria ConstituiÁ„o. Destacou que a supress„o do dispositivo retiraria da C‚mara Municipal a possibilidade de estabelecer vedaÁıes e critÈrios legais para a terceirizaÁ„o no ‚mbito do municÌpio. Disse que o Poder Legislativo devia participar do processo, podendo criar regras, limites e critÈrios para a terceirizaÁ„o. Disse que era contr·rio a emenda e a favor da manutenÁ„o do texto original, ressaltando que o dispositivo j· constava na Lei Org‚nica anterior, previsto no artigo 84. Senhor Presidente colocou em discuss„o e em votaÁ„o a Emenda e solicitou ao Primeiro Secret·rio, Vereador Sidnei que fizesse a chamada nominal dos Vereadores e Vereadora para a votaÁ„o. Primeiro Secret·rio chamou os Vereadores para a votaÁ„o da Emenda apresentada: Luciano Facchiano - NÃO; Gabriel Caldeira – NÃO; Guilherme Livoti – NÃO; Lucas Leugi, em justificativa de voto, disse que concordava com o Vereador Guilherme, destacando a necessidade de a C‚mara atuar como um freio em relaÁ„o ‡s terceirizaÁıes. Falou de um processo no MinistÈrio P˙blico relacionado a uma licitaÁ„o de R$ 40 milhıes da prefeitura para serviÁos terceirizados, cuja tramitaÁ„o considerada obscura no portal da transparÍncia. Disse que, embora a terceirizaÁ„o fosse necess·ria em alguns serviÁos, a C‚mara n„o podia abrir m„o de sua participaÁ„o na legalidade do processo e nem permitir terceirizaÁıes irrestritas, sob risco de pr·ticas inadequadas, inclusive em Ûrg„os legislativos. Disse que o seu voto era CONTR£RIO ‡ emenda, reforÁando que a atuaÁ„o da C‚mara devia garantir critÈrios e limites ‡s terceirizaÁıes promovidas pelo Executivo. MoisÈs Tavares, em justificativa de voto, disse que o seu voto era contr·rio ‡ emenda, ressaltando que, embora valorizasse e reconhecesse os servidores p˙blicos, a estrutura atual da prefeitura era insuficiente para atender a determinados serviÁos, como roÁagem, limpeza, podas e abates, muitas vezes prestados por empresas terceirizadas. ATA 002/2026 - ATA-R-1007-2026-02-27 - - AUTORIA: Poder Legislativo VERIFIQUE A AUTENTICIDADE EM https://https://apucarana.legiflow.com.br/autenticidadepdf CHAVE DE VERIFICACAO DE INTEGRIDADE: 43C0E124F27CED24269F34646FC713A5 CODIGO DO DOCUMENTO: 102282 Disse que a terceirizaÁ„o era necess·ria para garantir a continuidade e a eficiÍncia daqueles serviÁos, sem sobrecarregar a estrutura p˙blica. Defendeu tambÈm a necessidade de contratos bem estruturados e fiscalizados para assegurar a qualidade dos serviÁos prestados. Falou que a terceirizaÁ„o n„o desmerecia o serviÁo p˙blico, mas contribuÌa para reduzir impactos na folha salarial e possibilitaria a valorizaÁ„o de servidores efetivos por meio de progressıes e benefÌcios. Concluiu afirmando que, naquele contexto, a terceirizaÁ„o de alguns serviÁos era adequada e necess·ria. Declinou o seu voto NÃO; Dr. Odarlone Orente, em justificativa de voto, afirmou defender os servidores p˙blicos, mas esclareceu que aquilo n„o significava oposiÁ„o a toda e qualquer terceirizaÁ„o. Explicou que a justificativa da emenda era que o texto tratava de forma genÈrica algo j· disciplinado por legislaÁ„o existente, portanto, desnecess·rio. Reconheceu que a terceirizaÁ„o podia ser benÈfica em alguns casos, mas alertou que, em determinadas situaÁıes, como nos serviÁos de roÁagem na cidade, o resultado n„o tinha sido satisfatÛrio, exigindo fiscalizaÁ„o e revis„o de contratos. Destacou tambÈm que experiÍncias de terceirizaÁ„o em serviÁos como os da Copel e Sanepar tinha prÛs e contras. Declinou o seu voto SIM; Pablo da SeguranÁa – NÃO; Tiago Cordeiro de Lima – NÃO; Eliana Rocha – NÃO; Sidnei Oliveira – NÃO; Danylo Acioli – NÃO. Senhor Presidente informou que por ter obtido 10 (dez) votos contr·rios e 01 (um) voto favor·veis, a emenda estava REJEITADA. Vereador Lucas Leugi, em quest„o de ordem, falou sobre a situaÁ„o da roÁagem na cidade e afirmou que o mato tomou conta de v·rios locais. Disse que gostaria de fazer um pedido p˙blico de perd„o ao ex-prefeito J˙nior da FEMAC, lembrando que, na Època, chegou a comentar ironicamente sobre a necessidade de um bode para ajudar na limpeza. Segundo ele, diante do estado atual, seria preciso bode, b˙falo e de tudo para dar conta da quantidade de mato espalhada pela cidade. Senhor Presidente solicitou ao Primeiro Secret·rio que procedesse a leitura da terceira Emenda. Primeiro Secret·rio fez a leitura da Emenda Aditiva a Proposta de Emenda ‡ Lei Org‚nica nº 01/2026, de autoria do Vereador Dr. Odarlone Orente, acrescentando o inciso 5º ao artigo 176 da proposta de Emenda ‡ Lei Org‚nica nº 01/2026, de autoria da Pluralidade dos Vereadores. Colocada em discuss„o e em votaÁ„o, Senhor Presidente solicitou ao Primeiro Secret·rio, Vereador Sidnei que fizesse a chamada nominal dos Vereadores e Vereadora para a votaÁ„o. Primeiro Secret·rio chamou os Vereadores para a votaÁ„o da Emenda apresentada: Luciano Facchiano SIM; Gabriel Caldeira – SIM; Guilherme Livoti – SIM; Lucas Leugi – SIM; MoisÈs Tavares – SIM; Dr. Odarlone Orente – SIM; Pablo da SeguranÁa – SIM; Tiago Cordeiro – SIM; Eliana Rocha – SIM; Sidnei de Oliveira – SIM; Danylo Acioli – SIM. Senhor Presidente informou que por ter obtido a unanimidade dos votos, a Emenda estava APROVADA e seria aglutinada ao texto. A seguir, Senhor Presidente informou que seriam votados os Destaques apresentados pelo Vereador Guilherme Livoti. Vereador Guilherme Livoti, em quest„o de ordem, explicou que, embora o destaque pudesse ser feito como requerimento verbal, conforme o Regimento, ele tambÈm o apresentou por escrito para formalizar corretamente. Com base no artigo 202, inciso II, solicitou dois destaques para votaÁ„o em plen·rio: O primeiro destaque referia-se ao artigo 121, incluindo caput e incisos, integralmente. O segundo tratava da parte relacionada ‡s emendas impositivas, tema sobre o qual havia manifestado divergÍncia, abrangendo do par·grafo 8º ao 15 do artigo 88 e o artigo 1º da DCT. Ressaltou que aquele conjunto devia ser tratado como um ˙nico tema, pois a retirada do trecho sobre emenda impositiva implicaria tambÈm a queda do dispositivo da DCT, j· que n„o faria sentido mantÍ-lo sem a previs„o correspondente. Vereador MoisÈs Tavares, indagou qual era o primeiro destaque. Vereador Guilherme Livoti, informou que o primeiro destaque era com relaÁ„o ao Artigo 121. Senhor Presidente informou que votariam primeiro o Destaque quanto ao Artigo 88 que tratava das emendas impositivas. Colocou o destaque em discuss„o. Vereador Guilherme Livoti, com a palavra, falou que trataria primeiro das emendas impositivas e reconheceu que houve conversa e acordo entre os vereadores sobre o tema. Mesmo entendendo que poderia ser vencido na votaÁ„o, afirmou que pediu destaque para marcar seu posicionamento. Declarou ser contr·rio ‡s emendas impositivas, defendendo que um dos maiores problemas da democracia atual ATA 002/2026 - ATA-R-1007-2026-02-27 - - AUTORIA: Poder Legislativo VERIFIQUE A AUTENTICIDADE EM https://https://apucarana.legiflow.com.br/autenticidadepdf CHAVE DE VERIFICACAO DE INTEGRIDADE: 43C0E124F27CED24269F34646FC713A5 CODIGO DO DOCUMENTO: 102282 era o fato de parlamentares indicarem recursos do orÁamento de forma impositiva. Disse que, aquilo levava eleitores a votarem n„o por convicÁ„o ideolÛgica, mas em troca de recursos destinados ao municÌpio. Citou como exemplo situaÁıes em que pessoas votavam em candidatos com posicionamentos divergentes de suas prÛprias ideias apenas porque trouxeram verbas para a cidade. Disse que os recursos p˙blicos deveriam ser distribuÌdos conforme a real necessidade e onde fizessem mais sentido, e n„o conforme o potencial que gerava votos. Para ele, as emendas criavam incentivos para que o dinheiro fosse para onde havia maior retorno eleitoral, e n„o para onde havia maior demanda. Disse que, por coerÍncia com seu posicionamento histÛrico, afirmou que era contra as emendas tanto no Congresso, quanto no ‚mbito municipal. Pediu o voto NÃO ao trecho destacado, que se votasse SIM manteria o texto original. Vereador Danylo Acioli, com a palavra, disse que compreendia o posicionamento do Vereador Guilherme, mas destacou que as emendas impositivas, como qualquer instrumento, poderiam ser usadas tanto para o bem quanto para o mal. Fez comparaÁıes com uma arma de fogo e com uma ambul‚ncia, dizendo que ambas poderiam ter usos positivos ou negativos, dependendo de quem as utilizasse. Defendeu que as emendas permitiam aos parlamentares, como representantes diretos da populaÁ„o, destinar recursos para demandas reais da comunidade. Ressaltou que os vereadores eram os primeiros a serem procurados pela populaÁ„o e citou como exemplo a possibilidade de direcionar investimentos para a zona rural ou para ·reas especÌficas que necessitavam de recursos. Falou que pretendia destinar verba para implementar a polÌtica p˙blica de controle glicÍmico, voltada a pessoas com diabetes, caso as emendas fossem aprovadas, entendendo como uma quest„o de dignidade e de participaÁ„o efetiva no orÁamento p˙blico. Declinou o seu voto favor·vel ao texto original. Vereador MoisÈs Tavares, com a palavra, falou da import‚ncia do debate e do destaque apresentado pelo Vereador Guilherme, ressaltando que era fundamental expor os argumentos favor·veis e contr·rios para que a populaÁ„o compreendesse o tema. Disse que a corrupÁ„o, que e era um dos maiores problemas do paÌs, que desviava recursos da sa˙de, educaÁ„o e outras ·reas essenciais e criticou o uso do dinheiro p˙blico para benefÌcio prÛprio. TambÈm mencionou o financiamento p˙blico de partidos polÌticos, destacando que aquele era um debate que cabia ao Congresso Nacional. Disse que o papel do Legislativo n„o era tratar diretamente da destinaÁ„o de recursos, mas legislar e fiscalizar, no entanto, afirmou que a realidade polÌtica brasileira transformou as emendas em um mecanismo que, muitas vezes, diferenciava situaÁ„o e oposiÁ„o, j· que o atendimento de demandas podia variar conforme o alinhamento com o Executivo. Defendeu que, dentro do modelo atual do paÌs, as emendas eram legais e fortaleciam o Poder Legislativo. Citou exemplos de obras e investimentos viabilizados por emendas parlamentares, argumentando que apenas com recursos prÛprios o municÌpio conseguiria custear basicamente despesas essenciais, sem promover crescimento. Explicou que a proposta previa limite de 1,2% da receita corrente lÌquida do ano anterior para emendas individuais, com implantaÁ„o escalonada: 0,4% inicialmente, depois 0,8% e, por fim, 1,2%. Destacou que a medida garantia igualdade entre vereadores, independentemente de serem base ou oposiÁ„o, permitindo que todos pudessem indicar recursos conforme as demandas da populaÁ„o. Disse que defendia o tema desde o mandato passado e, que, por j· ter vivenciado a situaÁ„o de n„o ter demandas atendidas por n„o integrar a base, entendia que as emendas asseguravam direitos iguais aos parlamentares. Disse que o seu voto era favor·vel ao texto. Senhor Presidente solicitou ao Primeiro Secret·rio, Vereador Sidnei que fizesse a chamada nominal dos Vereadores e Vereadora para a votaÁ„o. Informou que quem votasse SIM, era para manter o texto original, mantendo as emendas impositivas e, quem votasse NÃO, votava junto com o Vereador Guilherme no sentido de retirar as emendas impositivas. Primeiro Secret·rio chamou os Vereadores para a votaÁ„o do Destaque no Artigo 88, apresentado pelo Vereador Guilherme, retirando as Emenda impositivas:- Vereadores Luciano Facchiano - SIM; Gabriel Caldeira – SIM; Guilherme Livoti – NÃO ‡s emendas impositivas; Lucas Leugi, em justificativa de voto, disse que a emenda impositiva representava um avanÁo para o Poder Legislativo, fortalecendo a independÍncia ATA 002/2026 - ATA-R-1007-2026-02-27 - - AUTORIA: Poder Legislativo VERIFIQUE A AUTENTICIDADE EM https://https://apucarana.legiflow.com.br/autenticidadepdf CHAVE DE VERIFICACAO DE INTEGRIDADE: 43C0E124F27CED24269F34646FC713A5 CODIGO DO DOCUMENTO: 102282 da C‚mara em relaÁ„o ao Executivo. Falou que, por ser vereador de oposiÁ„o, j· enfrentou dificuldades para que recursos fossem aceitos ou executados pela Prefeitura. Citou como exemplo uma emenda de meio milh„o para o hospital, no mandato do ex-prefeito J˙nior, que n„o foi aceita por ter sido articulada por um vereador de oposiÁ„o. TambÈm mencionou 5 (cinco) milhıes destinados para obras de asfalto em bairros como Parque Bela Vista, Rua S„o Carlos e Natividade, afirmando que as obras ainda n„o foram realizadas. Destacou ainda a quest„o do Pronto Atendimento Municipal, dizendo que houve recursos viabilizados junto ao Governo do Estado para a construÁ„o da unidade, mas que o projeto n„o avanÁou. Disse que, com a emenda impositiva, os vereadores teriam liberdade legal para destinar recursos diretamente ‡ populaÁ„o, independentemente de serem base ou oposiÁ„o, evitando que bairros deixassem de ser atendidos por divergÍncias polÌticas e, que, aquilo dava mais solidez e autonomia ao Legislativo. Falou que a C‚mara precisava deixar de ser dependente do Executivo, reforÁando que os poderes deviam ser harmÙnicos, porÈm, independentes. Disse que a medida valorizava o Legislativo e impedia que houvesse troca de favores polÌticos para atendimento de demandas. Disse que considerava a proposta um avanÁo para a C‚mara e encaminhou voto SIM. MoisÈs Tavares – SIM; Dr. Odarlone Orente, em justificativa de voto, disse que a emenda impositiva garantia autonomia e independÍncia ao Legislativo, assegurando que as propostas apresentadas pelos vereadores fossem efetivamente executadas. Disse que a medida permitia atender com mais seguranÁa as demandas da populaÁ„o nas ·reas de sa˙de, assistÍncia e pavimentaÁ„o, reduzindo a margem de manobra de prefeitos para utilizar a execuÁ„o de recursos como moeda de barganha polÌtica. Disse que n„o fazia referÍncia a uma pessoa especÌfica, mas a uma pr·tica possÌvel em qualquer gest„o. Disse que, se a C‚mara buscasse deixar de ser dependente do Executivo, precisava apoiar mecanismos que reforÁassem sua independÍncia e legitimidade. Agradeceu ao Presidente da Casa pela postura de fortalecimento institucional e comentou que j· presenciou situaÁıes em que apenas os amigos do rei eram atendidos. Declinou o seu voto SIM. Pablo da SeguranÁa, em justificativa de voto, disse que, em relaÁ„o aos 5 (cinco) milhıes mencionados para obras de asfalto, o Prefeito Rodolfo Mota recepcionou o recurso encaminhado por deputado e que a execuÁ„o dependia de tr‚mites administrativos, que eram demorados e comuns em qualquer cidade. Disse que n„o via o prefeito recusando recursos de vereadores e entendia que se tratava apenas de um processo que levava tempo atÈ a concretizaÁ„o das obras. Declarou seu voto SIM; Tiago Cordeiro, em justificativa de voto, disse que considerava o momento histÛrico para a C‚mara, destacando que a votaÁ„o das emendas impositivas representava um avanÁo dentro da Lei Org‚nica. Lembrou que o tema j· havia sido debatido na legislatura passada, mas n„o houve avanÁo naquela ocasi„o e, que, agora, a Casa dava um passo importante. Defendeu que as emendas garantiam mais liberdade e independÍncia aos vereadores para alocar recursos conforme as demandas que acompanhavam diretamente com a populaÁ„o. Disse que, por estarem em contato constante com os eleitores, os vereadores conheciam necessidades que nem sempre estavam entre as prioridades do Executivo, e que as emendas permitiriam atender aquelas demandas. Disse que o vereador forte tambÈm precisava ter poder de decis„o para atuar e que n„o via a medida como polÌtica eleitoreira, mas como polÌtica de resultado, capaz de impactar concretamente a vida das pessoas. Citou exemplos de recursos destinados para equipamentos de sa˙de, infraestrutura urbana e rural, defendendo que aquele tipo de aÁ„o melhorava a qualidade de vida da populaÁ„o. Disse ainda que discurso e ideologia n„o resolviam problemas pr·ticos, e que era preciso polÌtica efetiva e concreta. Disse que as emendas impositivas permitiriam n„o apenas apontar problemas, mas tambÈm atuar na soluÁ„o. Declarou voto favor·vel por considerar um grande avanÁo para a C‚mara Municipal. Eliana Rocha – SIM; Sidnei de Oliveira – SIM; Danylo Acioli – SIM. Senhor Presidente informou que por ter obtido 10(dez) votos favor·veis ao texto original e 01 (um) contr·rio, estava mantido o texto original apresentado pela pluralidade dos Vereadores. A seguir, Senhor Presidente passou ‡ discuss„o do segundo Destaque, de autoria do Vereador Guilherme Livoti que destacava o Artigo 121, caput e incisos. Informou ainda, que para a ATA 002/2026 - ATA-R-1007-2026-02-27 - - AUTORIA: Poder Legislativo VERIFIQUE A AUTENTICIDADE EM https://https://apucarana.legiflow.com.br/autenticidadepdf CHAVE DE VERIFICACAO DE INTEGRIDADE: 43C0E124F27CED24269F34646FC713A5 CODIGO DO DOCUMENTO: 102282 aprovaÁ„o do destaque eram necess·rios (8) oito votos. Vereador Guilherme Livoti, com a palavra, explicou que o Artigo 121 da proposta tratava da participaÁ„o do municÌpio na reforma agr·ria, incluindo criaÁ„o de comiss„o agr·ria, cadastramento de trabalhadores sem-terra e execuÁ„o de aÁıes como construÁ„o de estradas e infraestrutura b·sica. Disse que o destaque era para retirar aquele trecho, argumentando que, embora o municÌpio j· atuava em infraestrutura, sa˙de e educaÁ„o, ele n„o concordava em comprometer todos os esforÁos do municÌpio com a reforma agr·ria. Disse que aquela inclus„o seria temer·ria, pois em alguns casos a reforma agr·ria tinha sido confundida com invasıes, e o municÌpio devia priorizar ·reas como educaÁ„o, sa˙de, saneamento, ·gua e combate ‡ dengue. Pediu aos colegas vereadores que votassem n„o ao trecho original, para aprovar o destaque e retirar a referÍncia ‡ reforma agr·ria da Lei Org‚nica. Colocado em votaÁ„o, Vereador Danylo, com a palavra, ao discutir o destaque proposto pelo vereador Guilherme, afirmou que entendia o posicionamento dele, mas discordava. Explicou que o trecho todos os esforÁos eram vagos e n„o estabelecia penalidades, mas destacou que a reforma agr·ria era um tema sÈrio e estava adequadamente prevista na Lei Org‚nica. Declinou seu voto a favor da manutenÁ„o do texto original e contr·rio ao destaque. Primeiro Secret·rio chamou os Vereadores para a votaÁ„o do Destaque no Artigo 121, apresentado pelo Vereador Guilherme, sobre a reforma agr·ria:- Vereadores Luciano Facchiano - SIM; Gabriel Caldeira – SIM; Guilherme Livoti – NÃO ao texto original do Artigo 121; Lucas Leugi – SIM; MoisÈs Tavares – SIM; Dr. Odarlone Orente, em justificativa de voto, disse que o texto da Lei Org‚nica n„o incentivava ocupaÁıes irregulares, mas apenas incorporava o que j· estava previsto na ConstituiÁ„o Federal, especialmente o Artigo 184, que tratava da desapropriaÁ„o de imÛveis rurais que n„o cumpriam a funÁ„o social, com indenizaÁ„o ao propriet·rio. Falou que a reforma agr·ria visava garantir o uso social das terras, que deviam ser produtivas e bem utilizadas, e que qualquer desapropriaÁ„o seguia regras legais de compensaÁ„o. Citou como exemplo o assentamento Dorcelina Folador, que se tornou uma das maiores cooperativas do Estado, gerando emprego e renda para as famÌlias assentadas. Disse que o seu voto era FAVOR£VEL ‡ manutenÁ„o do texto original. Pablo da SeguranÁa – SIM; Tiago Cordeiro – SIM; Eliana Rocha – SIM; Sidnei de Oliveira – SIM; Danylo Acioli – SIM. Senhor Presidente informou que por ter obtido 10(dez) votos favor·veis ao texto original e 01 (um) voto contr·rio, estava MANTIDO o texto original apresentado pela pluralidade dos Vereadores. A seguir, Senhor Presidente colocou em discuss„o o Destaque apresentado pelo Vereador Lucas Leugi, no Artigo 79 em sua completude, lembrando que para a aprovaÁ„o eram necess·rios 8 (oito) votos. Vereador Lucas Leugi, em quest„o de ordem, disse que o destaque era no par·grafo 2º do Artigo 79. Senhor Presidente informou que o destaque era no par·grafo 2º do Artigo 79, que tratava sobre a limitaÁ„o de oito servidores cedidos para o sindicato, e caso aprovado o destaque ou rejeitado de qualquer forma, n„o obtendo oito votos nem para manter, para aprovar ou reprovar o destaque, o texto ficaria suprimido para que n„o tivesse nenhuma nulidade. Colocado o destaque em discuss„o, Vereador Lucas Leugi, com a palavra, dirigiu-se aos colegas Sidnei, Eliana, Tiago e Dr. Odarlone, afirmando que, ao votarem a favor da emenda do Vereador Dr. Odarlone, sairiam ganhando, sem prejudicar o sindicato ou seus integrantes. Destacou que a decis„o preservava a confianÁa dos servidores p˙blicos que o elegeram, embora reconhecesse que nem todos compartilhavam da mesma opini„o que o Vereador Sidnei, servidor p˙blico concursado da Prefeitura de Apucarana. Ressaltou que a escolha sobre o destaque ficava a critÈrio de cada parlamentar. Vereador Guilherme Livoti, com a palavra, pediu voto favor·vel ao texto da Lei Org‚nica, divergindo da orientaÁ„o do Vereador Lucas, que sugeriu voto contr·rio. Explicou que era importante manter a limitaÁ„o prevista, argumentando que o pagamento de impostos pelos cidad„os devia servir a serviÁos p˙blicos essenciais como sa˙de, educaÁ„o e seguranÁa e n„o para custear diretoria de sindicatos. Ressaltou que a medida foi construÌda em conjunto com o Executivo e atendia ao interesse do poder p˙blico municipal. ReforÁou a import‚ncia de manter o texto apresentado e solicitou o voto SIM. Vereador Danylo Acioli, com a palavra, parabenizou o Vereador Lucas, reconhecendo que ele ATA 002/2026 - ATA-R-1007-2026-02-27 - - AUTORIA: Poder Legislativo VERIFIQUE A AUTENTICIDADE EM https://https://apucarana.legiflow.com.br/autenticidadepdf CHAVE DE VERIFICACAO DE INTEGRIDADE: 43C0E124F27CED24269F34646FC713A5 CODIGO DO DOCUMENTO: 102282 conseguiu, mesmo que parcialmente, uma vitÛria ao conseguir suprimir determinado trecho da Lei Org‚nica, mantendo o texto conforme estava. Destacou que a aÁ„o do Vereador Lucas Leugi teve mÈrito jurÌdico e, que, caso ninguÈm mudasse o voto, o trecho n„o seria incluÌdo na Lei Org‚nica. Falou que a quest„o poderia ser tratada no Estatuto do Servidor e, que, com projeto do prefeito e uma maioria de seis votos, seria possÌvel estabelecer limitaÁıes relacionadas ao tema sindical. Colocado em votaÁ„o, Senhor Presidente solicitou ao Primeiro Secret·rio que fizesse a chamada dos Vereadores e Vereadora para a votaÁ„o. Primeiro Secret·rio chamou os Vereadores para a votaÁ„o do Destaque no Artigo 79, apresentado pelo Vereador Lucas Leugi: Luciano Facchiano - SIM; Gabriel Caldeira – SIM; Guilherme Livoti – SIM; Lucas Leugi, em justificativa de voto, falou que o pagador de impostos se preocupava com problemas reais da cidade, como falta de remÈdios nas UBS, atrasos no pagamento de sal·rios de profissionais de sa˙de, lixo, buracos nas ruas e gastos supÈrfluos com shows e decoraÁıes caras, como a casinha do Papai Noel. Falou que os servidores p˙blicos tambÈm pagavam impostos e enfrentavam dificuldades, como queda salarial ou falta de proteÁ„o em suas funÁıes, citando professores, assistentes infantis e guardas municipais. ReforÁou a necessidade de um sindicato que realmente defendesse os interesses dos servidores, criticando a atual representaÁ„o sindical. Declinou o seu voto NÃO ao trecho em discuss„o, na expectativa de que aquilo pudesse fortalecer os servidores e possibilitar a construÁ„o de um sindicato mais legÌtimo e atuante. MoisÈs Tavares – SIM; Dr. Odarlone Orente, em justificativa de voto, justificou voto n„o, afirmando que os contribuintes estavam mais preocupados com problemas concretos, como aumento do IPTU, passagem de Ùnibus, falta de medicamentos b·sicos e atendimento na atenÁ„o prim·ria, do que com questıes sindicais, como n˙mero de pessoas liberadas para defender servidores. Falou que direitos como 13º sal·rio, fÈrias e jornada de 8 horas foram conquistados historicamente por lutas sindicais, mas que atualmente a prioridade devia ser atender ‡s necessidades da populaÁ„o e dos servidores. Destacou ainda a incerteza de servidores sobre obras e benefÌcios, reforÁando seu voto CONTR£RIO ao trecho em discuss„o. Pablo da SeguranÁa – SIM; Tiago Cordeiro, em justificativa de voto, justificou voto favor·vel ao texto original da Lei Org‚nica, destacando que reconhecia a import‚ncia do sindicato na mediaÁ„o de conflitos e na garantia dos direitos dos servidores. Falou que o ponto especÌfico n„o foi discutido previamente com ele, mas decidiu manter coerÍncia em sua votaÁ„o e seguir a posiÁ„o do grupo polÌtico ao qual pertencia, mesmo que n„o concordasse totalmente com o tema. Eliana Rocha – NÃO; Sidnei de Oliveira - SIM; Danylo Acioli, em justificativa de voto, falou que, embora a luta sindical historicamente tivesse conquistado direitos como 13º sal·rio e fÈrias, os sindicatos atuais em Apucarana, na sua vis„o, n„o cumpriam adequadamente sua funÁ„o, aparecendo pouco e pedindo contribuiÁıes sem resultados concretos. Disse que considerava que a mudanÁa em discuss„o era positiva e espera que, no futuro, o sindicato pudesse melhorar seu desempenho e justificar o uso de recursos p˙blicos. Dr. Odarlone Orente, em aparte, disse que a inaÁ„o ou incompetÍncia de certas direÁıes sindicais acabava prejudicando o futuro e limitava a capacidade de novos lÌderes defenderem efetivamente os trabalhadores. Falou que n„o fazia juÌzo de valor sobre sindicatos especÌficos, reconhecendo, porÈm, que a conquista de direitos sÛ ocorreu pela combinaÁ„o de mobilizaÁ„o da classe trabalhadora e a atuaÁ„o do legislador. Senhor Presidente Danylo Acioli declinou o seu voto SIM. Por ter obtido 8 (oito) votos favor·veis, estava MANTIDO e aprovado o texto quanto ‡ limitaÁ„o de concess„o de servidores sindicais. A seguir, Senhor Presidente informou que foi aprovada uma Emenda do Vereador Dr. Odarlone; votados os trÍs destaques, os mesmos n„o prosperaram. Colocou em discuss„o a Proposta de Emenda ‡ Lei Org‚nica nº 01/2026 com uma Emenda aprovada. Usaram da palavra para discutir a Proposta de Emenda ‡ Lei Org‚nica os Vereadores Guilherme Livoti, MoisÈs Tavares, Dr. Odarlone Orente, Tiago Cordeiro, Eliana Rocha e o Presidente Danylo Acioli. Colocada em votaÁ„o, Senhor Presidente solicitou ao Primeiro Secret·rio, Vereador Sidnei que fizesse a chamada nominal dos Vereadores e Vereadora para a votaÁ„o. Primeiro Secret·rio chamou os Vereadores para a votaÁ„o:- Luciano Facchiano - SIM; ATA 002/2026 - ATA-R-1007-2026-02-27 - - AUTORIA: Poder Legislativo VERIFIQUE A AUTENTICIDADE EM https://https://apucarana.legiflow.com.br/autenticidadepdf CHAVE DE VERIFICACAO DE INTEGRIDADE: 43C0E124F27CED24269F34646FC713A5 CODIGO DO DOCUMENTO: 102282 Gabriel Caldeira – SIM; Guilherme Livoti – SIM; Lucas Leugi – SIM; MoisÈs Tavares – SIM; Dr. Odarlone Orente – SIM; Pablo da SeguranÁa – SIM; Tiago Cordeiro – SIM; Eliana Rocha – SIM; Sidnei de Oliveira – SIM; Danylo Acioli – SIM. Senhor Presidente informou que, por ter obtido a unanimidade dos votos, a Proposta de Emenda ‡ Lei Org‚nica nº 01/2026, estava APROVADA em primeiro Turno. Convocou os Vereadores e Vereadora para a Sess„o Extraordin·ria do dia 03 de fevereiro, ‡s 18:00 horas para a votaÁ„o da Proposta de Emenda ‡ Lei Org‚nica nº 01/2026, em segundo turno, cumprindo o interstÌcio de 10 dias. ConsideraÁıes Finais: Esgotada a votaÁ„o da matÈria constante na pauta da Ordem do Dia, Senhor Presidente declarou encerrada a presente Sess„o, na forma regimental. Senhor Vereador JosÈ Airton Deco de Ara˙jo, encontra-se licenciado a partir de 09/10/2025 para exercer cargo em comiss„o junto ao municÌpio de Apucarana. Senhor Vereador Antonio Luciano Facchiano assumiu em 13/10/2025 (Suplente). Esta Sess„o encontra-se gravada em ·udio e vÌdeo no canal da C‚mara, no youtube, demais tramitaÁıes das matÈrias, bem como suas votaÁıes, podem ser acessadas atravÈs do site LEGIFLOW – Sistema de Processo Legislativo. Assinatura da Mesa Diretora da Sess„o Presidente: Danylo Acioli / MDB Vice-Presidente: Eliana Rocha / SD 1º Secret·rio: Sidnei Oliveira / MDB 2º Secret·rio: Tiago Cordeiro / PDT ATA 002/2026 - ATA-R-1007-2026-02-27 - - AUTORIA: Poder Legislativo VERIFIQUE A AUTENTICIDADE EM https://https://apucarana.legiflow.com.br/autenticidadepdf CHAVE DE VERIFICACAO DE INTEGRIDADE: 43C0E124F27CED24269F34646FC713A5 CODIGO DO DOCUMENTO: 102282 CHAVE DE VERIFICACAO DE INTEGRIDADE: 891AC86BFB5B97CAD3CF4498179508C5 CODIGO DO DOCUMENTO: 102282 VERIFIQUE A AUTENTICIDADE EM https://https://apucarana.legiflow.com.br/autenticidadepdf ATA 002/2026 AUTORIA: Poder Legislativo DOCUMENTO ASSINADO POR: 01) ELIANA DE LOURDES LIMA ROCHA:99341379920 EM 02/03/2026 08:17:56 https://cdn-apucarana.legiflow.com.br/uploads/icpsigned-202603020817551772450276-102282.pdf 02) SIDNEI JOSE DE OLIVEIRA:02762891965 EM 02/03/2026 10:29:37 https://cdn-apucarana.legiflow.com.br/uploads/icpsigned-202603021029371772458177-102282.pdf 03) VALDEIR TIAGO BATISTA CORDEIRO DE LIMA:06358473964 EM 03/03/2026 12:58:21 https://cdn-apucarana.legiflow.com.br/uploads/icpsigned-202603031258211772553501-102282.pdf 04) DANYLO FERNANDO ACIOLI MACHADO:07149046940 EM 04/03/2026 10:52:05 https://cdn-apucarana.legiflow.com.br/uploads/icpsigned-202603041052051772632325-102282.pdf -- FIM --