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norma nº 180/1952

Tipo Lei
Número / Ano 180 / 1952
Date 1952-10-21
EmentaDISPÕE SÔBRE A CONCESSÃO DE C$15.000,00 (QUINZE MIL CRUZEIROS) PARA A REPRESENTAÇÃO OFICIAL DO MNICIPIO NO ALBUM HISTORICO DO PARANÁ.
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‘n u i r - P . i i
CÂMARA MUNICIPAL DE ARAPONg#S
ESTADO DO PARANÃ
L ___E ___X_____ K__a_____ l 8 0
SÜMÜl<Aí - Trata cia abertura de um credito especial para a representação
oficial da Prefeitura e Gamara Municipal de Arapongas$ no Al*»
bum Histórico do Paraná*
A CAMARA MOKICIPAL DE ARAPQHGAS, ESTADO DO PARATI^,
D E C R E T A S
Artigo ia » Fica o Poder Executivo autorisado a abrir tira credito especi￾al áo ü$ 9*000,00 (nove mil cruzeiros), para a representação
oficiai da Prefeitura e Gamara Municipal de Arapongas, no A:l
jj^ ^ >4^1
bum Histórico do param, a ser editado por ocasião do ~Cente￾nário da Emaneipaçuo Política do Estado do Paraná*
Artigo 2® - Essa importância serã entregue ã pessoa devidamente credenci
ada por aquèle Srgao de divulgação histórica*
1^''
Artigo 3® - A presente lei entrara em vigor na data de sua publicação, -
revogadas as disposiçoss em contrário*
Sala das Sessões da Gamara Municipal de Arapongas, -
V
\lbum Histórico do Paraná
Brandes Edições Comemorativas do 1o. Centenário do Estado)
“ “ r -- 1
d estra semanal proferida ao microfone da Rádio Marumby, pelo Professor Antonio Almei￾da, na terça-feira, 22-4-52 - Após a «VÓS IX ) B R À S IL * .
,v\(TRANSCBITO {'^•■6
lfn*»ttdo« ouvintes da BáiÜo Harumhy 
Parnus^ti-cs m eus ronterranêo* !
Xtt 16», palestra quo hoje realizam o,-. como de 
i.stnme. ao pó destu microfoiie. da popular difusora 
áílio Marumbs, ileidrnuiinhiiio^é' d« mis»ão hbrórica. 
que nos propusemos.. <H»m t> fim dc abrilhantar pa￾íóticamente os festejos c couiemoraçòed do ln. Ceo- 
-nárío. do no*so Kstado. daremos conta da* nossas *ti￾ídadcs durante a semana que passou.
iSo tíia V ) do fluente, foi o Diretor do *■ M.BLM 
IÍSTORICO D O PARANÁ*-, getuilinente convidado pelo 
ustre historiador r sociólogo conterrâneo. Dr, David 
ittrneiro, para assistir uma sessão da comissão local ipí 
olclore-. no Instituto Histórico. (iet>gráfi.ci* e Luiográfi* 
o Paranensc. ~
Honrosamente apre?entndos pelo ilustre escritor 
ne todo o Paraná admira, - peto seu ineNcedivel diria￾rii&mo nos labores intelectuais de rnrnsa terra. aenti￾009 grande e agradavel emoção ao primeiro contacto 
m n o elevado número de professores universitários e 
enomados escritores, poetas e historiadores coestadua- 
•05, do Instituto Histórico,, (íeugráfico è Etuográtíeo 
’atanaense. j r <
Não nos foi possiv.d agradec-sr. dc público, no sto, 
v**a tão eloquente homenagem que nos proporcionou o 
unioente' eatedrático, Dr. David (Carneiro, que é sem 
lúvida - - lídimo expoente imeleetnal do Paraná.
Não somos forte* na oratória.' r , apanhados assim 
ie surpreza as veies nos escapa - - h custo — o muito 
thrigado. Aprovei íamos esta oportunidade para agrade￾cer ao Dr. David Carneiro. ^ honra da apresentação e 
aos intelectuais de nossa terra, a atenção que, dispensa￾ram, ao «ALIU.M m.srORten DO PARANÁ». repre￾sentado por este. Diretor, o que muito nib emocionou.
Admiramos os intelectuais e os amamos por índole 
e por educação filosófica. Por isso, pudemos manter a 
idéia da compilação do *A.LBLM UíSTORiCO DO PA￾R\\\>, por mais de vinte anos, procurando sempre 
meios e modo par» levar a efeito tão grande realiz.ação. 
que apresentará uo Otf.iN VRTO \ACIONAI-, páginas uos 
nossos in telectua is do pa?lsado e do presente. ^
Para tanto teuios pedido, eonstanfemr-nte nestas 
palestras radiofônicas, trabalhos sobre temas paranaenses f
que cada um escolherá a sua \ontade, c pessoalmente, 
temos nu.' dirigido a cada um de persi, cada ver, tjue 
nos é possível.
De uma f ita, fomos a Clevelândia, para conseguirmos de. 
Coelho junior a sua palavra pura colaborar para o "*ÁÍ - 
H D M HISTORÍCO D O PAílAiVV', nas ediçõe» come￾morativa* do lo. CPiNTfvN A RIO D O ESTADO.
O vigoroso sertanista e escritor conterrâneo que 
palmilhou os sertões dc Tibagy c Iva) ern companhia 
de Ldmundo Mereer, outro grande sertantisía de saudosa 
memória, --- não queria escrever. Precisou persistência 
e dua> horas de conversa para convence -o
Sabendo quanto de valioso tem o* trabalhos de 
Coelho Junior e Edruundo Mercer. - - ambos hão de fi￾gurar no .“Á L B U M HISTORÍCO D O PAR ANÁ”, com 
trabalhos seus e fotografias, lado a lado.
Neste trabalho diuturno de lutas e de \ ígiiias es￾tamos há mais de mu ano reunindo dados históricos, 
fotográficos e biográficos, motivos paranaenses e tudo 
que há de belo e grandioso do nosso Estado para a 
compilação do “Á L B U M HISTÓRICO D O P A B A N A ”.
Depois desta luta titânio a, — tendo percorrido o 
Estado de canto a canto vencida a nossa tarefa pa￾triótica e paraniata, estaremos satisfeitos com a esperait￾j ça dr merecermos um logar modesto, na História úe 
. nossa terra.
Queremos paraaizar o Paraná l
. Queremos fazer aquilo que deseja David Parceiro.
E seguindo a sua escola, — a escola desse sociólogo 
. que enchergou o Paraná corno Gtíúlio V argas enchergou
* o Brasil, queremos repetir nesta Palestra os conceitos
* e conselhos do seu livro ‘A HISTORIA PSICULOGIÍ 'A 
' 1)0 PARANÁ». Estas são as palavras^ cristalinas de seu 
r coração amargurado, mas que tem esperanças no foíuro
do seu povo, — dessa raça nova que se ergue para um 
j porvir de grandiosidade imprevisíveis neste rincão 
. brasileiro !
+ «Desde logo, uma luta de consciência devemos
' (inpor-nos, contra o derrotismo e temor dc eabotimsmo 
‘e o ridículo-1.
«Ao contrário, forçaremos a nossa natureza, como 
gxpansõee sadias a resoeito do que somos e do que va￾lémos em qualquer campo, material, cultural ou políti￾co e havemos de sentir, muito breve, os efeitos dessa 
Iqta subjetiva».
-b----
<E essa teCra de heróis misãntropns acabãrá seu￾do uma terra de gente alegre, auto eficiente, orgulhosa 
de »eu passado -Vr certa de ■*eu futuro*, 
f «Aqueles que não vcuceratu, pelos defeito^ dos 
,seu> conterrâneo-, agradecerão dos écuf túmulo» mudos, 
bqoilo que houvermos feito, plantando arvores suhjecíi￾4as: dc funda* raize*. ctija> fiõres e frutos r geração 
presente não verá». ■ -
1 *Mhn com i*eo sentinK*t que semeamos para os
nossos netos, a? nossas ein/As por sua V4^z eitarâo em 
p^iz, na harmonia húdica dó Nirvana Mcertio, ou volta»- 
dp à vida inconsciente/nonie Jucarpurados à folfiagem de 
ufu alto pinheiro de grosso tronco e imponente aspécti*, 
p$rn alguma utilidade itnedinta. altruístíca. fecunda !...
J Estns são as palavras e os concelhos de David 
Cimeiro,
A?poiamo-la sem restriófio. D.udd ("unteiro 6 o 
nbsso grande mestre-
^ Quando regr<Ç~’|íio% :i*> Rio de Janeiro, 
Qiide residimos por* jngoa-anos, no eomeço do 
áno passado, — iniciamos a compilação do ‘(A L￾Í5ÜM HISTORÍCO DO PARANÁ''. Apoiados 
por urna pleidade de moços idealistas de nossa 
terra, tivemos desde logo êxito confortador, 
porque sentimos a compreençãò de muitos dos/ 
nosso coest.aduanos,a começar com o FORT D 
APOIO QUE TIVEMOS NO NORTE DO PA 
RANÃ.
Um dos objetivos principais do “ALBlÁM￾HISTÓRICO DO PARANÁ”, foi o de pugnar, 
pela aproximação cada ves mais estreita .-:ritre 
o norte, centro e rml do Estado. Nessè interim, ■ 
compreendendo que a figura de David Car￾neiro era indispensável na super-vi são desta o￾bra monumental da inteligência paranaense, pro￾curamos essa personalidade dc marcante de 
nossa época, --d essa época histórica da terra 
que nos Jogaram Ouyracá, Aíforéso Botelho e 
Mateus Leme. -
Porque, sim meus amigos e conterrâneos, 
devemos compreender os nosso grandes homens 
enquanto vivem. Estámos nò século vinte. - 6- 
pooh de. rádio e dí± bomba àtomica: época 
de inteligência e E, não será pre￾ciso mais uma, geração reconhecer homens de 
outra geração dos seus antepassados. Podemos 
,e devemos enxerga-los agora no presente.
Um grande sábio já disse: Quando um 
povo é inteligente, comp;e:;nde logo a inteli- 
'g^nciíi doí seus grandes homens; procuram se￾guir a sua orientação e a aprender a sua »*- 
bedoria».
Jst.0 confirma o que nos ensinou Sócrates; “ A 
harmonia, a compreensão e a disciplina entre 
p aluno e . 0 me&tre trazem luz é progresso pa￾fa um e outro».
Quando procuramos a David Carneiro em fins 
do ano passado, oara supervisionar & compilação 
4o «AEBUM HISTÓRICO DO PARANÁ* 
oxpressamo-nos desta maneira para cmi o in￾signe mestre; /Dr, David Carneiro :C.)ueremos 
^pr para V. ExcifpJConi^^vXeuofonte foi pura 
íjócrates. ('reinos que mio precisamos dizer mais 
nada, Nós seremos Xenofronte e Y. INciu será 
ó, Sócrates da Grécia antiga'*.
0 Doutor David Carimiro deu-nos a honra im￾par de apoiar o ideal que alimentamos desde 
há vinte anos, depois de. investigar o nos￾i$p intimo, durante quatro horas de palestra 
pa sua própria bibliotéea mn .sua confortável 
residência.
* David Carneiro deu-nos a sua mão. por￾que compreendeu que serviría ao Paraná por￾que a nossa obra é paranista e deseja para￾nizar 0 ' Paraná.
Conversinha Semanal
(0 entardecer)
por Hcnmíu^imdio Capirhih;» 
líscutu, pom o.
Idi sei qur \o ró go^t» desla eidiulo.
Acoiit^cr 4[u« vocn rtma n pwtMa£Cin. E \pucuru - 
ii4 parece ler sido feita de pedaços de rio
outras )uirares eRpalhado^ numa clovaçã-i ampln.
1 Aqui m* forina o en/itro (-omerejíi’, a avenida lar 
fü exibindo letreiros e talmlrtas, ;di. u hairro ejegante 
oslenlamlo residências hiiuí;>:as, ui‘olá os l>drros operá￾rios de riiudeslus inoradiafl. Lí a pid^a^em. lonje, ma￾ciamenle des,'.nhada em curvas \erdc.s fie csh-iais. a 
di-dâueia azulada auave como cariei a.
Vo<’é díis tarde.s. Ouaiuio o horizonte *vcr￾uielhis .110 i.TepÚHCitlu, vote *#i do serviço e põe a 
andar á (ou por aí, eseufando os rumores que parecem 
tocados pue não *ei que mágica doçura que os traiiã￾íormou em nuflos ípiasç sobrcnalurai.s. Nas rmw mais
buzinas dc carros |>H.ísando
dc oulro mundo, *uavisuda!t
níaslndas, mk:*í ouve 
longe, corno se virssem 
pela distância.
yírn. você gosta das tardes de Vpueuranu. Jí pos￾sivelmente vooè podeaá pensar que as tardes de Apu￾earmia sãu as mais betas que você conhece. Pois e.ntao? 
Você olha íonge e enxerga os caíVsais. um ou outro 
grupo dc casas distantes, bairro* que nascem. A poeira 
levantada na estrada bem adiante mais parecendo so￾nho que realidade. O céu claro, o* horizontes largos. A 
vida que se torna suave como um sorriso. O entardecer 
de Aplicaram!.
Escuta, primo.
Eu sei que. você gosta desta cidade.
Vamos transformar agora a nossa empre￾za em sociedade anônima com dez milhões d« 
cruzeiros de capital, como está fartamente 
anunciado. Teremos a nossa editora com ofi￾cinas e maquinários próprios para as E D IÇ Õ E S 
C O M EM O R A TIV A S DO lo C E N T E N Á R IO 
DO C A Ç U LA DA F E D E R AÇÃO B R A S IL E IR A
Grande parte das nossas ações ^erftp d£G 
dos ao instituto Histórico. Geográfico e Etno￾gráfico do Paraná, ao ('entro de Letras do 
Paraná e outras entidades culturais, que, de-, 
pois, por sua vez, por comissões designadas 
especialmente, indicarão os intelectuais nossos 
colaboradores, que deverão ser acionistas, e. 
que dirigirão futuramente os destinos desta 
monumental organização, que terá 0 seu jornal 
diário, e que. em conjunto com o *A LBU M 
H ISTO R ÍC O - DO PA RA N Á », -terão fatalmen￾te projeção nacional .
Os intelectuais que colaborárem conosco, 
pagarão as ações que receberem com dividen￾dos que terão fatalmente na Empreza, a fu￾turam ente.
Depois de tudo isso, -cumprindo o nosso 
D E V E R queremos fazer 0 que David Carnei￾ro disse em outras palavras, quando falou do 
Nívarna Eterno : Não temos outras ambições. 
A riussa obra é fruto de uma concepção filosóy 
fica e ideológica, e, queremos apenas dormir 
no nosso túmulo o so.no tranquilo da Eternidade '
Sabemos segurametite que os nossos pos￾te ros agradecerão a nossa obra.
Nem que seja daqui a cinquenta anos,. 
4iá de vir o rcc.onhccimenlo por intermédio de 
outras gerações.- e isto nos consola. E isto. 
para nós, 00 quanto basta. Pois disse õ Cristo'. 
'V-o mestre dos mestres : N EM SÓ D E PÁ.G 
V IV E R Á O H O M EM . M AS, S IM D E TO DA 
A G R A Ç A D E D EU S». 0 nosso D E V E R es￾tando cumprido. estanqnus pagos.
* Em outra lição do Evangelho, disse o 
Visto: « P R IM E IR O G A N H A I O R EIN O 
>OS CELAS, - PO R Q U E D E P O IS TU D O
ViRÁo.
* E , assim, meus caríssimos amigos e conter￾râneos, aqui damos a nossa palestra de hoje.
or terminada, agradecendo como sempre à 
odos aqueles que nos dão a honra do colstbo» 
çar e cooperar para a feitura do -/ÁLBUM 
H IS T Ó R IC O DO P A R A N Á >, Fazemos este 
agradecimento em nome dessa obra moaumen￾t^j da inteligência paranaense, em nosso obs￾cqVo nome e em nome da J H IS rrO Iir V DO 
PARANÁ*.
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ANÚNCIOS
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-SOCÇüíX
Tratando-se de uma óbra histórica, patriótica e paranista
REPORTAGENS
Por página (incluindo diligencias, serviços redato￾riais, fotos e clichês) ................................................... 5.000,00
TRATANDO-SE DE UTM OBRA HISTÓRICA, PATRIÓTICA E PARARISTA:-
CONDIÇÕES PE PAGAMENTO a v i s t a , das
RESPETIVAS IRSCRIÇÕES.
-3-r-)— 30"% na entrega-da~Obra_
Inscreva também seu nome na história de sua terra, 
mostrando, através das páginas desta Obra, o que V.
logrou fazer em sua época.
A sua e as gerações futuras tomarão conhecimento!
★ ★ ★ ★ ★ ★ ★ ★ ★ ★ ★ ★
*
resolveram fazer um catálogo ilus￾trado de nossas atividades a par￾tir da creagão da Província, em 1853
¥
¥
¥
Quando a Obra estiver pronta, os
paranaenses sentir-se-ão gratos ao
Passado, orgulhosos do Presente e
certos do reconhecimento do Futuro
THÍAGEM ANUAL E PERMANENTE f — 1
V
End- Telegí-: «HISTÓRICO*
z S
dVâVUL
ORGÃO DE DIVUtGAÇÃO HISTÓRICAS PROPAGANDA DO ESTADO DO PARANA PARA TODO O
(rKANDES EUIÇÕE© 'COME5IOHATIVAS IÍO 1.° CEKTENÁRIO I>0 13 ST A Jí O
zL
Rua Comendador Araújo N-° 571 — Fone, 370(CAM ARA .t.Vi \ > I C I P A t* '
CURITIBA — PARANÁ AmpnNfli«r f J ? .
___
ntESIDENTJS ’ /
Divulgação histórica e
comemorativa do
APUCARANA, Paraná, 21 de Agosto de 1952.
Ilmo. Exmo. Snr.
2£Et. JOSE CARVALHO
ARAPONGAS - Paraná
Asa
7 T
santo:
L /
DL. Presidente da Camara de
Vereadores,
10 CENTENÁRIO DO ESTADO DO PARANA.
"A histíria ê uma guerra ilustre contra o
tempo'1. Alexandre Manzzoni.
Respeitosas Saudações
*
*
m
Consoante o entendimento verbal que tive hontem com V. Excia.
mercê da sua proverbial gentileza, remeto hoje dois artigos, sendo um do
jornal ”BRASIL ACTUAL”, de Rio Negro, sul do Faraná, e outro da GAZETA DE
APUCARANA, que se*edita nesta béla e próspera cidade y cüo &U>
1 \ \ f
Pelas referencias que dizem respeito ao ”ÁLBUM HISTÓRICO DO
PARANA”, - anuário que se propôs, com a colaboração e cooperação de mais
de uma centena de intelectuais dó Paraná, sob a égide do CENTRO DE LETRAS
DO PARANA do INSTITUTO HISTÓRICO GEOGRÁFICO E ETENOGRAFICO PARANAENSE e
outras entidades culturais de nossa terra, e sob a supervisão e orientação
dos erdditos sociólogos e histriadores paranaenses DOUTORES DAVX CARNEIRO
(Davi Carneiro), e ARTHUR 1 MARTINS FRANCO, vê v'. Excia. que se trata de uma
Óbra que vai registrar tudo o que se fez de bélo e grandioso em pról do
progresso do nosso Estado, no decoirer dos primeiros CEM ANOS de sua exirn￾ência politica autônoma, desde que deixou de ser Comarca de São Paulo
em 19 de Dezembro de 1955.
Neste evento clássico do primeiro CENTENÁRIO DO ESTADO DO
PARANA”, os intelectuais de nossa terra, representados pelas entidades su￾pracitadas, precisam do apoio imprescindível de todos os paranaenses e para
nistas, - brasileiros ou extrangeif^ps, que de todos os quadrantes da pátria
para aqui se dirigem para desbravar os nossos sertões, amanhar a nossa tsr￾ra e trabalhar ao lado dos filhos deste rincão das araucáfias, pela grandeza
do Paraná e do Brasil !
0 "ALBUM HISTÓRICO DO PARANA”, não tem partidos, não depende
de crédo político, nem poderia depender, porque pertence á -uuluuItilvldudíT
á coletividade paranaense e paranista, que compSe a população laboríósa
da terra 4®® nos legaram Guairacá, Afonso Botêlho e Matheus Leme.
Assim, esperamos ,rque V. Excia. - homem cúlto, queira nos dar
a honra de colocar-se ao lado desta Óbra patriótica e paranista, afim de
conseguir apoio indispensável dos Representantes do Poyo de Ar&pongae e
do Exmo. Snr. PREFEITO MUNICIPAL, para que esse rico município, possa com￾parecer nas paginas gloriosas do 1° CENTENÁRIO DO NOSSO ESTADO, fornecen￾do-nos dados históricos^desde a sua fundação, fotografias pessoais e pano￾râmicas e de edificios públicos, para mostrar ao mundo, tudo o que tem fei￾to de bélo e grandioso pelo Paraná e.pelo Jürasil, e que os nossos pÓsteros,
tomando conhecimento,nos séculos futuros, possam agradecer esses beneficíos
atravéz dá HISTÓRIA.
3 — CL
'-Y (Ju^, 0
"1
^ ü u u o gioveuuu -
A l b u m H i s tórico d o P a r a n X
r \ l D 0 S m t »
Senhores PREFEITO S # Senhores VEREADORES? !
' " g a m a r a
AltAPONGA8,r4Íl£^í •> A Editora Indaiá Ltda., u ° - R [ 0 C L A R O , a p r e s e n t e ^
A Receita Tributária dos Municípios
S U
í- ;
u' v
M A R I O : ------- ----------- r￾Introdução — A Receita Tributária *— Iinpostos
— Que é o Imposto"? — Finalidáde do' Imposto
— Regras de Adam Sinith — IMPOSTOS MU￾NICIPAIS— Impostp.;Prediaj'r >. Imppsto Terri￾torial Urbano — Tributos de Licença — Imposto 
de Indústrias e Profissões — Imposto sôbre Di￾versões Publicas — TAXÀS — Taxa de Conser￾vação de Estradas de Rodagem — Taxas de
i Serviços Municipais — Taxa de Água L. Taxa 
dq^Esgotos —-Taxas de Execução e Conserva￾ção de Calçamentos — OUTRAS RENDAS — 
Rendas dos Próprios Municipais — GonUibu.içfto 
de Melhoria — Quotas do .Estado e da Uuiâo.
"Como o primeiro e único trabalho existente sôbre o 
assunto,''êste1 estudo se destaca pela" fornm concistTeoni que 
é exposta a matéria.
O A„ evitando o emprego de termos técnicos e fra￾seados prolixos, conseguiu organizar uma súmula de alto 
sentido didático, onde a questão é tratada com dureza e 
simplicidade.
Notável 6 a maneira com que o A. situou tão com￾plexa como árida matéria, convertendo-a em interessante 
estudo, que prende e desperta a atenção dos leitores.
A sua leitura é indispensável aos homens públicos, 
especiabnente aos srs. Prefeitos g Vereadores.
Lançando esta edição, a EDITORA INDAIÁ LTDA. 
está certa de prestar um serviço ao país."
\ ,
A O
1 de PIMENTEL JUNIOR
7T
Entre as hon rosas ap recia çõ es receb id as, d estacam os os segu intes telefc^nias;
Do Exnío! Sr. Dr. GETULIO VARGAS, D. D. Presidente da República : X
“SenhorPimentel Júnior - Rio Claro—Senhor Presidente da República incumbiu-me transmitir V>^ 
agradecimentos sua excelência motivo gentileza oferecimento interessante trabalho sua autoria A R eceita^ 
Tributária dos Municípios. Cordeais saudações, (a) L. FONTES - Secretário Presidência.
Do Exmo. Sr. Dr. ULISSES GUIMARÃES. D. D. Deputado Federal por São P aulo:
— -- ^ « .— — ■ - — ■■■■ »■ 1
"Sr. Pimentel Júnior - Rio Claro— Parabéns seu magnífico trabalho Receita Tributária Municípios. 
Trata-se roteiro Incido e seguro complexa matéria, merecedor ampla divulgação, irá enriquecer nossa 
bibliotéca como obra obrigatória consulta sôbre finanças locais. Caso seja possível peço remessa quatro 
exemplares. Abraços, (a) Deputado ULISSES GUIMARÃES."
Do Exmo. Sr. RAIMUNDO PAD1LHA, Deputado Federal pelo Estado do R io :
"Sr. Pimentel _Jünior - Rio Claro — Grato seu excelente trabalho Tributação Municipal grande uti￾lidade divulgação matéria. Envio cordeal abraço, (a) Deputado RAIMUNDO PAD1LHA.”
Trecho da carta do grande e ilustrado jornalista, Exmo, Sr, RUBENS DO
AMARAL, V ereador da Capital do Estado
"Li com muito interêsse o seu trabalho... Meus aplausos gerais pela sua monografia. Ressalto o capí￾tulo dedicado ao imposto predial, que deve ser cobrado ^ôbre o valor imobiliário,--- abrangendo terreno e 
edifício. A sua a boa doutrina... O dispositivo da Lei Orgânica sobre 'o^Cadastro resultou de emenda 
minha. O Cadastro é, realmente, de absoluta necessidade... Renovando meus cumprimentos pelo seu cons￾cencioso estudo, que oxalá seja geralmente imitado, subscrevo-me, com alto apreço, (a) RUBENS DO
AMARAL.” - ,
Pedidos d Editora Indaiá Ltda. Caixa Postal, 103 -'RIO CLAR
P reço : Cr. $ i0,00 - R eem bolso P ostal - (Não cobram os porte nos pedidos acim a de 5 exem plares)
*
r
> •
Carta do Exmo. Sr. Dr. José Romeu Ferraz, digníssimo chefe 
da Casa Civil do Governo do Estado.
CASA CIVIL DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
G. E. BÜ41 - Prezado amigo Pimentel Júnior — Venho, 
pela presente, acusar o recebimento do interessante livrinho da 
sua autoria “A RECEITA TRIBUTÁRIA DOS MUNICÍPIOS”, o 
qual elucida de m aneira simples e instrutiva o assunto em vista.
Agradecendo-lhe a gentileza da remessa, queira aceitar 
um abraço meu. (a) </OSÉ ROMEU FERRAZ — Chefe da Casa 
Civil,

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