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sessao nº 2

Tipo Especial
Número / Ano 2
Date 2025-11-10
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SESSÃO ESPECIAL Nº 02 - 10/11/2025
Aos dez dias do mês de novembro de dois mil e vinte e cinco, às dezesseis horas e quarenta 
minutos, reuniu os vereadores em Sessão Especial em atendimento ao artigo 267 do regimento 
interno e o Requerimento 070/2025 para convocação do secretário municipal de Agricultura e Meio 
Ambiente, sr. Claudio Prado, com a presença dos senhores vereadores, exceto o Edil Noel de Moura 
Neto e Daia Lubrificações. O sr. Presidente na direção dos trabalhos agradeceu a presença da sr. 
Secretário de Agricultura em atender a convocação dos senhores vereadores e estar presente nesta 
sessão, assim fez a leitura do requerimento 070/2025 aprovado pelos senhores vereadores e logo 
após deixou a palavra livre com os autores da convocação, conforme segue a transcrição do áudio
da sessão. Primeiramente, eu quero agradecer a tua presença Cláudio Prado a essa Câmara 
Municipal. Eu tenho algumas perguntas para fazer, alguns vereadores também têm, relacionado ao 
meio ambiente e à agricultura. Tendo em vista que essa pasta ficou, eu acho, adormecida há mais de 
quatro anos, e agora, nesses últimos dois, três meses, ela veio à tona com algumas polêmicas, 
algumas coisas. A gente te chamou aqui para sanar algumas dúvidas, para tirar algumas dúvidas 
entre nós, que os munícipes perguntam para a gente, e a gente está aqui para sanar. A gente vai 
fazer perguntas, talvez umas mais duras, outras mais calmas, mas é sobre a tua pasta, não sobre a 
tua pessoa, sobre a sua índole, sobre nada. Então, as perguntas que serão feitas aqui é sobre a tua 
pasta. Cabe a você também, se não souber responder a tua pergunta, "Marlon, essa aqui eu não sei 
como responder, eu vou procurar a documentação para trazer posteriormente". Tudo bem também, 
tá bom? Isso aí é de praxe, a gente explicar para o secretário o que acontece. Pode ficar calmo, de 
uma boa, que todo mundo é amigo, né? Cada um tem seu lado político, mas todo mundo é amigo 
aqui. A gente vai procurar conduzir essa reunião com maior clareza, maior fluidez que for, que 
acontecer. E as palavras que vão ser usadas, talvez, vão ser sobre a administração, não como sua 
pessoa. Tá bom? Eu quero começar com algumas perguntas, depois a gente passa a palavra para os 
outros vereadores. Primeiramente, eu quero saber quais vereadores vão fazer perguntas. Para mim 
saber aqui as perguntas que eu vou fazer para dar espaço também para vocês. Ticiane, Múcio, você 
vai fazer pergunta, Rubisnei? Professor? Então, tá. Só para mim ver o tempo. A primeira pergunta 
que eu te faço, Cláudio. Há alguns meses atrás, um proprietário aqui, um comerciante, empresário 
aqui da cidade Centenário do Sul, protocolou com você um pedido de ocupação de solo. E esse 
pedido passou do prazo, teve que o diretor, se eu não me engano, assumir isso aí para receber essa 
pasta, para receber esse documento. Eu quero saber de você, se esse documento foi mantido como 
sigilo, ou ele foi encaminhado alguma cópia para o Ministério Público, e se você ou alguém da sua 
equipe foi na casa, ou no comércio, ou na residência, ou encontrou o dono onde vai ser essa 
ocupação de solo, e comentou com essa pessoa que um comerciante ou um empresário estava 
fazendo essa ocupação de solo, se ele estava sabendo. Então, essa pergunta no caso é três. Se você 
repassou para o Ministério Público essa informação, está certo que ela é pública, mas ela tem que 
ser tomada por você, que é o secretário. E se você procurou o proprietário para perguntar se ele 
estava de acordo com essa ocupação de solo? Primeiramente, boa noite, senhores vereadores, 
presidente, funcionário da Casa Natal, munícipes aqui presentes. Vereador presidente Marlon, sim, 
chegou sim ao meu conhecimento o pedido de uso e ocupação de solo, um pedido simples, né, que 
realmente sai lá pela minha secretaria. Em relação ao prazo, a gente tem um prazo de 30 dias para 
estar respondendo se favorável ou contrário. Na solicitação deste comerciante, vamos dizer assim, 
não estava definido o local exato onde ia ser o empreendimento dele. Eu posso citar aqui a parte que 
fala a solicitação dele como estava? Estava assim: "Solicito uso e ocupação do solo às margens do 
rio Centenário". Então, não tinha uma propriedade específica falando, "é na propriedade tal, eu 
comprei, eu aluguei, eu arrendei essa propriedade, é ali que eu vou desenvolver meu 
empreendimento". Outra coisa, não tinha no CNPJ dele a extração de minério, de mineração de 
pedreira, esse tipo de informação. Então, baseado no nosso plano diretor, o nosso pedido foi negado 
para esta pessoa, da minha parte, da Secretaria de Agricultura, juntamente com o jurídico da 
prefeitura. A gente fizemos uma resposta para ele, até inclusive para incluir no CNPJ dele essa parte 
de mineração. Referente, se eu encaminhei para alguém esse requerimento, ele foi encaminhado 
para o pessoal do IAT. Que é onde a gente troca informações sobre esse pedido, sobre essa 
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solicitação. Obrigado, Cláudio. Cláudio, também recentemente, foi até eu que solicitei, eu perguntei 
para o secretário Natal agora a resposta, que eu solicitei a você a respeito dos CADPRO do 
município Centenário do Sul. E a gente tem por praxe aqui, 15 dias depois do recebimento, chegar a 
resposta. Até hoje não chegou essa resposta aqui, do CADPRO, que eu solicitei aos agricultores que 
tinham CADPRO, e onde cada um estava na tua área cadastrada. E agora eu quero te pedir mais. Eu 
quero solicitar o CADPRO de toda a área. De toda a área onde está o acampamento Fidel Castro. 
Junto à área cadastrada junto com o nome. Por que eu quero solicitar isso? Porque já chegou no 
meu ouvido que tem pessoas de má-fé. Tentando fazer CADPRO sem precisão, você deve ter 
chegado até você, de má-fé, querendo tirar uma nota lá do produtor, para depois quando saírem os 
lotes, falar assim, "não, eu vou entrar na justiça que eu tenho lote lá, eu até já vendi um porco, vendi 
uma galinha, vendi isso". Então, a gente quer dar prioridade para quem realmente ficou lá um ano, 
dois anos, dez anos, vinte anos debaixo de lona. Não para esses engraçadinhos que agora querem 
burlar a lei e entrar lá e depois conseguir uma nota lá com vocês e entrar na justiça e conseguir essa 
liberação perante a justiça do lote. Então, não é preciso de ajuda, é preciso de você, que você 
urgentemente consiga essa relação com esses lotes. Para quê? Para a gente pegar a secretaria lá, 
junto com a comissão, pegar e falar, "não, essa pessoa não está mais, essa pessoa você pode dar 
baixa, pode dar baixa, pode aqui, essa aqui está, essa aqui não está". Para a gente se unir entre as 
informações, para que com algum engraçadinho querer pegar algum lote depois na justiça, travar. 
Porque eu vou brigar para quem teve debaixo de lona desde o começo até agora, que entrou com 
autorização do movimento lá, porque todo ano tem algumas trocas, quem foi embora não tem o 
direito. Isso é lei, até pelo INCRA. Eu preciso da tua ajuda, eu preciso que você mande essa relação. 
Eu tinha pedido de todos os agricultores, mas para te economizar, eu só quero daquela área ali, onde 
o acampamento ocupa aquela área do Atalla. Se é possível, quero saber da sua boca, se é possível 
você me entregar urgentemente isso. Sim. Referente ao prazo da resposta, ela foi feita, sim, junto 
com a doutora Maria Emília aqui do município. Eu não sei o porquê que ela não chegou até vocês, 
mas ela foi feita. Referente ao CADPRO, presidente, a gente sempre tem trabalhado com o pessoal 
da Secretaria do Acampamento, Fidel Castro. A gente nunca fez nenhum CADPRO ali na secretaria 
por conta própria. Sempre quando vem a solicitação de um CADPRO, a gente passa para a Simara, 
que é a pessoa responsável, e junto com essa declaração da secretaria do acampamento Fidel Castro, 
que agora é assentamento, a gente emite o CADPRO. E a gente tem conversado bastante com o 
pessoal do acampamento porque tem muitas pessoas que vêm, ficam e depois não acostumam aqui e 
acabam indo embora. Toda vez que essa pessoa for embora, para ela passar na secretaria e dar baixa 
no CADPRO para que a gente possa trabalhar com o número mais exato. A gente, secretária, 
Simara, a gente não pode dar baixa no CADPRO, assim, porque eu quero. A pessoa tem que vir até 
mim e solicitar. Só em casos de que a pessoa falece, a gente consegue dar baixa no CADPRO. Nem 
passar para outra pessoa a gente não consegue. Tem que ser dado baixa naquele CADPRO e feito 
para outra pessoa. Referente ao CADPRO, ele é um documento que dá legalidade à venda de 
produtos produzidos pelos pequenos agricultores, pelos grandes. Isso não dá o direito do produtor 
ser dono da terra, ter posse, não. O CADPRO é somente para dar legalidade na comercialização de 
produtos. Até inclusive eu tenho uma nota técnica que conjunta, número 01 de 2021, que é do 
Ministério Público do Estado do Paraná. Eu trouxe uma cópia aqui, eu quero estar deixando com 
vocês, que ela fala aqui no... Só um minuto, por favor. Aqui está no item 2, eu vou ler. "É claro ao 
estabelecer que o ato da inscrição no CADPRO não caracteriza ou reconhece direito de propriedade 
sobre os imóveis informados. No cadastro deve-se observar o disposto no Código Civil sobre os 
termos de posse ou propriedade, servindo o cadastro apenas para fins fiscais." Então, toda pessoa 
que produz um alimento, até mesmo na zona urbana, no fundo do seu quintal, a gente pode estar 
emitindo um CADPRO para essa pessoa estar comercializando seus produtos na feira, nos 
mercados, fazer cadastro em cooperativa. Outra função muito importante que o CADPRO tem,
principalmente para as pessoas acampadas, é o primeiro documento que ele tem, que ele consegue 
pegar e fazer um cadastro no posto de saúde, fazer um cadastro na farmácia, fazer o cadastro normal 
que ele necessita aqui na cidade. Então, o CADPRO também tem essa função, de dar legalidade e 
reconhecer que essas pessoas estão habitando ali e que consomem a nossa cidade. Essa resposta que 
você falou que está com a Maria Emília, está com uma relação dos produtores? Ah sim, desculpa, 
esqueci essa parte. Em relação ao fornecimento de dados, a gente entrou em contato com o Paulo 
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Doreto, que é da Receita Estadual. Ele nos falou que devido à Lei de Proteção de Dados, a gente 
não pode fornecer. Se o presidente quiser ir lá, eu posso mostrar para o presidente. Agora, fornecer 
os dados, porque são CPF, RG, nome das pessoas, devido à Lei de Proteção de Dados, a gente não 
pode fornecer. Eu posso informar quantos CADPRO tem naquela área. Isso eu posso. Cláudio, 
assim, pelo meu entender, isso é dificultar o trabalho da gente ver quem que está lá acampado ou 
não. Por quê? Faxinal, agora recentemente que o presidente Lula esteve ali na região, o 
acampamento solicitou lá para o secretário, deu a lista certinha de quem estava lá. Essa lista, ela 
saiu do acampamento, igual você falou, com a autorização do acampado, e por que ela não pode 
voltar para a gente saber quem está lá? Entre você e a secretaria. Não pode? A pessoa responsável 
da secretaria, ou quem que ele colocar, não pode sentar lá na frente do computador e falar assim, 
"fulano de tal". Não, esse aqui não está mais. "Fulano de tal". Tá. É difícil fazer isso? Por quê? 
Porque o Faxinal, estou dando exemplo como Faxinal, cedeu a lista deles ali dentro que eles 
autorizaram para fazer o CADPRO. A maioria, 99%. E aqui nós temos essa dificuldade. Eu sei que 
tem essa lei de acesso à informação. Eu fiz o curso dela. Pelo meu trabalho lá, eu fiz o curso dela. 
Eu fiz o curso dela. E a respeito do CADPRO que você falou que não serve como comprovante, 
para o INCRA serve sim. E para a justiça serve. Porque se qualquer um tirar uma nota dentro do 
acampamento referente ao Fidel Castro, e depois quando sair o lote, cortar a terra e a pessoa não for 
beneficiada, ela vai entrar na justiça e vai prejudicar os outros. Porque até sair essa lei, até o juiz dar 
o veredito, fica tudo bloqueado entre as outras famílias. É simples. Não precisa entre você e uma 
pessoa responsável, "isso aqui não está mais". Eles vão correr atrás da pessoa, igual você falou que 
precisa de uma declaração que não está mais lá, eles vão correr atrás e falar, "ó, você não está mais, 
você faz favor, assina aqui para nós, por favor, do teu CADPRO". Se precisar, põe no carro, leva 
aqui na secretaria. Entendeu? Mas agora você fala aqui a respeito disso. Nós, você sabe quem que é 
nós? Nós, eu, você, nosso grupo político, temos acesso lá dentro. Agora nós fechar a porta para esse 
acesso também, fica difícil. Eu só quero uma compreensão. Eu sei que tem essa lei de acesso à 
informação. Ninguém vai pegar o CPF e colocar na internet lá e falar, "ó, não pode mais fazer isso". 
Nós só queremos legalizar para quando uma pessoa, um coitadinho que está lá debaixo de lona, que 
já está entre as 330 famílias que for pegar a terra, que já está com a relação, não, aí entrar lá meia 
dúzia de oportunista e o juiz falar assim, "não, ele tem uma nota fiscal, vocês vão ter que se virar". 
Seis pessoas que ficou mais de um ano em debaixo de lona, porque a justiça solicitou que 
entregasse a CIS4 ao que ele também, para essa pessoa que tirou uma, duas notas lá, há dois, três, 
quatro anos atrás. É só isso que a gente quer, que é justo para saber quem esteve lá, realmente. 
Porque muita gente chegou lá, Cláudio, fez uma safra lá e não gostou, não se ambientou, talvez a 
pessoa morava na cidade e falou, "não, isso aqui não é para mim". Voltou embora e o CADPRO 
dele está lá, professor. "Opa, eu já tirei duas notas da minha soja que eu vendi, eu tirei aquilo ali". 
Pega a família que tem um filho de advogado, que tem um não. Pode entrar na justiça, você tem uns 
quatro alqueires. Mas só que é isso, Cláudio. Dá chance para quem está lá, realmente. É só isso. 
Agora eu só queria escutar a tua boca, se você consegue fazer uma ajuda para a gente saber quem 
que é isso aí. Então, presidente, como eu falei, a gente entrou em contato com o pessoal da Receita 
Estadual. E essa foi a orientação que ele passou. Inclusive eu posso te encaminhar também a 
resposta dele. Agora, é que nem eu te falei, referente ao CADPRO, isso não dá direito à posse da 
terra. Não dá. Pode ter dois mil CADPRO ali em cima. E todos os CADPRO, vou repetir 
novamente, o que a gente fizemos ali em cima foi com a declaração do pessoal. Inclusive até tem 
algumas declarações do próprio INCRA. Por isso que o INCRA passou esses dias agora e fez o 
recadastramento das pessoas. O CADPRO não dá direito a ela, que está escrito aqui, não é eu que 
estou falando, está escrito. Não dá direito dela garantir a terra, que a terra é dela, entrar na justiça 
não garante isso. Então, resumindo, não tem como passar essa relação. Não. Segundo a Receita 
Estadual, não. Então você vai seguir a receita, tudo certinho. É que a gente responde à Receita, né? 
E a gente pediu uma orientação para ela. Se ela está falando que eu não posso, e ela é superior a 
mim, como é que eu vou fazer uma coisa ilegal?
Obrigado. Cláudio, por esses dias agora teve essa polêmica dessas cortes de árvore. Que passou nas 
mídias sociais, passou em tudo quanto é lugar. Até vereador tomou pancada aqui sem merecer. Eu 
queria até que o Daia Lubirificações estava aqui presente, porque foi guerreiro, fez um vídeo 
falando sobre esse corte de árvore. Corte das árvores. Eu queria saber de você, Cláudio. Vai ser três 
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perguntas. Você sofreu alguma pressão do prefeito ou da vice-prefeito ou de algum outro secretário 
para que fizesse os cortes dessas árvores da avenida? Você mandou fazer algum estudo para cortar 
as árvores que foram cortadas e só parou porque depois vocês foram notificados? Foi você que 
marcou com um X as árvores que iam ser cortadas? Essas três perguntas. Não, referente à pressão, 
não existe nenhuma pressão, não. Isso aí é impossível ser. Referente ao estudo, não foi feito 
nenhum estudo, vereador. O que a gente tem visto é os riscos que vêm acontecendo com essas 
árvores. Estão muito velhas, muito altas, muito antigas. Estão com as raízes expostas, algumas estão 
doentes. Mesmo que estão com a folhagem boa, por dentro dela tem um fungo, ela pode ser oca por 
dentro. Até inclusive esses dias eu fiquei sabendo que ela pode até ser hospedeira para o mosquito 
da dengue também. Uma coisa que eu não sabia, conforme a gente vai procurando saber, a gente 
descobre coisa. Então, não teve nenhum estudo, foi baseado na experiência que a gente tem mesmo. 
Assim como todo munícipe chega lá na secretaria e pede para pegar e retirar uma árvore na frente 
da sua casa, que às vezes está rachando a calçada, está pegando no fio, ele quer fazer uma reforma. 
Pede para pegar e retirar uma árvore na frente da sua casa, que às vezes está rachando a calçada, 
está pegando no fio, ele quer fazer uma reforma, a gente pega e orienta. A gente vai fazer uma 
vistoria nessa árvore, vê se necessariamente precisa dessa retirada, qual que é o motivo, real motivo 
que está querendo, e a gente faz uma autorização para essa pessoa. Então, baseado nessa 
experiência, a gente fez a permissão para retirada das árvores. Não tem nenhum estudo. Só o 
conhecimento técnico do secretário mesmo. E a outra pergunta é? Não, não. Foi um funcionário da 
prefeitura que marcou. Não. Marcou com a sua autorização? Não, não. No dia da marcação não 
estava presente. Mas foi as árvores que você autorizou a cortar? Isso. Assim, depois a gente pegou e 
fez uma reavaliação. Realmente aquela árvore aí estava com problema. Eu falei, com problema na 
raiz, as raízes expostas. Doente, né? Então a gente permaneceu aquela marcação primeira. Só para 
deixar claro aqui, aquelas árvores que foram marcadas com X, foi a que você autorizou o corte? Foi.
Tá. Cláudio, você veio da parte política, você veio igual a gente aqui, é político, né? Você está hoje 
na Secretaria da Agricultura, na parte política. Você não se arrepende de ter autorizado o corte de 
aproximadamente, agora parou, mas que ia ser de 83 árvores? Você não se arrepende? Você como 
secretário, você não pensou no seu legado? Talvez que ia ser negativo, porque hoje seu nome 
negativamente caiu por terra, igual que você confirmou que foi você que autorizou o corte. Você 
não se arrepende hoje, pensando nisso? Eu não tive a oportunidade de participar do evento que 
vocês fizeram, da audiência. Mas hoje, pensando no projeto da avenida, a pessoa não está mais nem 
pensando na avenida que vai ficar bonita depois de revitalizar. Está pensando nessas árvores que 
foram cortadas e as outras que vão ser cortadas. Uma que está torta, uma que está não sei o que lá, 
com a raiz para fora. Você se arrepende disso ou não? Olha, vereador, assim, sinceramente, da 
minha parte, assim, eu levei, assim, lógico que retirar todas as árvores da avenida, logicamente, 
causa impacto muito grande na população. Mas eu levei pela parte técnica, a gente tem visto como
esses ventavais, árvores caindo, fazendo danos. Lógico que causa um impacto ambiental muito 
grande, sem sombra de dúvida, assusta mesmo. Mas essas árvores, elas vão ser substituídas, na 
primeira etapa que a gente estava. Depois a gente teve audiência pública, acho que vai ter 
oportunidade de eu conversar sobre ela depois aqui. Então, eu levei em consideração a parte técnica, 
pensando em prevenção de acidentes e risco de queda. O vereador Mucio da Farmácia falou que 
tem uma palavra referente ao corte de árvore, com a palavra o vereador Mucio da Farmácia.
Obrigado, seu presidente. Primeiramente, boa noite a todos os vereadores, vereadora Ticiane e a 
todos aqui presentes, sejam bem-vindos. Secretário Cláudio, justamente queria falar sobre a 
audiência pública que foi feita na sexta-feira. Deixar claro aqui, o vereador Mucio da Farmácia, 
Tiago Zooi, Daia Lubirificações e o presidente Marlon do Kioski, tentou mudar o horário dessa 
audiência pública, porque nós avaliamos que o horário era muito cedo e o horário comercial. 
Mandei um ofício para o secretário, respondeu, dizendo que como tinha palestrantes, não tinha 
como mudar o horário dos palestrantes. Então, deixar bem claro para a população que a gente tentou 
mudar o horário. E eu gostaria aqui, já que está no tema da revitalização da avenida, que o 
secretário fizesse um resumo da nossa audiência pública, o que foi acordado lá e o que você passar 
para a população que realmente agora vai ser feito a partir depois da audiência pública. Essa é a 
minha pergunta. Então, a audiência pública aconteceu no horário previsto mesmo, até os vereadores 
solicitaram para pegar e mudar a audiência, o horário. Mas infelizmente como a gente ia ter duas 
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pessoas que iam palestrar, não foi possível. Foram entregues mais de 200 convites na avenida para 
as pessoas participarem dessa audiência pública. Ao meu ver, a audiência pública foi muito boa, 
muito produtiva. Tivemos oportunidades de conversar, de ter um diálogo e falar sobre a notificação. 
O que que fala? Muitas pessoas estavam achando que era uma multa que o município tinha que 
levar. Não, o município não levou uma multa. Teve gente que fala que o IAP já nem existe mais, 
mas agora o IAT, enfim. Então, foi uma notificação, como eu relatei lá. Na notificação ela fala que 
era para cessar o corte de árvores que já havia sido cessado. E depois o IAT veio, fez uma vistoria e 
orientou a gente como que tinha que ser feito. Não que o município tenha feito errado, como eu 
falei lá na audiência. O município, ele seguiu o plano diretor municipal. Aonde fala que árvores em 
locais públicos é de domínio do município promover a remoção ou substituição dessas árvores. 
Inclusive, eu quero ver até para incluir essa parte dessa normativa que fala, que tem que fazer 
audiência pública, que tem que preencher o Sinaflor e outras questões lá. Então, na audiência 
pública, o vereador Mucio da Farmácia ficou o seguinte, ficou que vai ser retirada as árvores secas, 
vai haver uma nova reavaliação, o vereador falou que quer se fazer presente na avaliação, 
reconsiderar esse pedido de 81 árvores e ver as árvores que estão tortas e que realmente estão com 
risco de quedas. E fazer o replantio das árvores. Aí foram discutidas várias espécies de árvores lá, 
que o vereador estava presente, e a gente vai chegar num bom senso que fique bom as variedades 
das árvores. Alguém mais tem alguma pergunta referente a essa árvore, para nós mudar de as 
árvores? Ô Cláudio, você é secretário da agricultura. Sabemos que as nossas estradas rurais, vem 
uma chuva, acontece de estragar, de acontecer sempre algum problema ou outro. Sempre a gente é 
procurado pelos agricultores, pelas pessoas que trafegam. E nunca, nunca, no teu mandato como 
secretário, nós tivemos que ir atrás de você para ver a respeito dessa área rural. Parece que você, 
desculpa, até a palavra que eu vou usar, terceirizou o serviço para o Bertan. Porque se eu fosse um 
secretário do pátio, o meu pátio de máquina, meu secretário da agricultura, o meu pátio de máquina 
seria na agricultura. Porque hoje nós temos, agora chegou mais um rolo, chegou mais uma patroa, 
vai chegar um monte de retro. No mínimo, o secretário tinha que ter ali disponível. O que acontece 
hoje? Acontece um problema na área rural, os maquinários estão na cidade e não conseguem fazer 
nada. Eu queria saber de você. Você terceirizou o serviço para o secretário Bertan, ou você ainda 
está lutando para conseguir um maquinário lá, funcionário, lógico, tem que ter os funcionários para 
tocar o maquinário, porque eu acredito, se eu fosse um secretário, tivesse ao meu domínio, o serviço 
ia ser mais rápido. De um pequeno proprietário ali que está na porta da tua porteira, ali está aquele 
buraco ali, porque a chuva passou e fez aquele buraco. Você joga um caminhão de moledo e já vai 
ali e arruma. Do que ficar no pátio que tem que tocar a cidade inteira. Eu quero saber de você, 
Cláudio. Você está tomando alguma atitude para tentar trazer, pode ser as antigas, o rolo está bom 
ainda, a máquina, a retro, tem retro usada boa. Está chegando, só eu consegui essa semana agora 
com a Gleice e com o professor Lemos mais uma retro. Então quer dizer, dá para você montar, não 
aquele pátio vigoroso, mas um pátio ali com a retro, com uma patroa, um rolo para atender a 
população. Quero saber de você, a atitude que você está tomando, ou você não vai tomar nenhuma 
atitude para trazer para onde tem que ser. A Secretaria da Agricultura tem que ter os seus 
maquinários. Aí é que nem, está lá para sair 2 milhões e meio da Gleice junto com o Fávaro, 4 
equipamentos para a área rural. Vai para o pátio, não vai lá. Podia ir lá, chegar lá, fazer a gente 
entregar esses maquinários, é seu, vamos correr atrás. Temos a máquina de tanque escavado. Eu ia 
perguntar para você, quantos tanques fez esse ano? A máquina quebra, requebra, requebra, está lá 
no pátio e saiu da secretaria, saiu dos pescadores para voltar para a secretaria para essa finalidade, 
Ticiane. Fazer tanques cavados para o nosso povo, cadê? Isso que eu queria saber de você, as 
atitudes que você está tomando referente a isso. Referente às máquinas, todo mundo sabe que as 
máquinas e caminhões que tem lá no pátio, na infraestrutura, ela vem pela agricultura. Então, de 
fato, ela teria que ficar na agricultura. Só que a minha secretaria é uma secretaria pequena, onde eu 
tenho poucos funcionários lá. Seria se eu tivesse um quadro de funcionários para atender o pequeno 
produtor rural nas estradas. Mas infelizmente, devido ao fato de ser pequeno e não ter funcionários, 
essas máquinas ficam a cargo da infraestrutura trabalhar com elas. E assim, sempre quando eu tenho 
uma solicitação, eu solicito ao Bertan para que faça, porque ele já tem o operador, tem tudo lá, 
manutenção é tudo ele que faz, devido a não ter as pessoas na minha secretaria. Mas eu gostaria 
muito de ter, porque é muito difícil. Difícil, o produtor chega lá, já teve solicitação até de 
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vereadores aqui já, tanque de pesca. Aí o que eu faço? Faço um requerimento e encaminho para o 
Bertan, para ele realizar na medida do possível, quando estiver na localidade, lá atender esse 
pequeno produtor. Mas eu gostaria muito que as máquinas ficassem lá, para atender pedido de 
produtor. Essa pergunta foi assim, qual atitude você tomou, ou está tomando ou já tomou lá atrás, 
de rever isso aí? Porque nós temos a base aqui do prefeito, nós temos seis votos. E os vereadores da 
oposição que foram eleitos, tudo que é bom para o município, eles votam a favor. Então, se você 
chegar lá e falar assim, eu preciso do maquinista, eu preciso disso, disso, aquilo, pode mudar o 
organograma e mandar para essa casa de lei. Se não é uma prova, vai ser unânime a votação. Para 
atender o nosso agricultor. Isso que eu quero saber de você. Você tem algum papel puro escrito? 
Você tem alguma coisa provando que você solicitou isso aí e o prefeito foi contra? É isso aí. Né, 
vereador Tiago Zooi? É isso aí que eu quero. Porque você chega lá e o prefeito precisa dar a 
máquina. Ah, não, depois você vai lá com o Bertan e tal coisa. Não, tem que ser. Eu quero saber 
isso aí. Foi solicitado? Ou só uma vez? Ou duas? Ou três? Ou bate na tecla direto? Porque eu acho 
que o crescimento para os agricultores seria muito maior se estivesse ali. Você sabe disso aí, ué. 
Você é secretário, chega lá um agricultor e fala, "ó, eu estou com um problema para me descer, para 
mim tirar leite". Tem um monte para tirar leite. Eu estava no gabinete, eu atendi uns 4, 5 retireiro, 
faz lama lá onde as vacas passam para ir no dia de chuva. Entendemos com moledo, com as coisas, 
tudo. Se isso aí estiver na sua mão, Cláudio, eu acredito que até politicamente para você seria 
ótimo, viável para o povo para atender. Eu quero saber de você quantas vezes você solicitou isso aí.
É solicitação por escrito, pedindo assim, eu não tenho mesmo não. Só mesmo assim de ir no 
gabinete, conversar com o Júnior, explicar a demanda da secretaria. E a gente sempre trabalhado 
com os secretários mesmo, repassando o serviço. Obrigado, Cláudio. Alguém tem mais alguma 
pergunta?
Pela ordem, Sr. Presidente. Secretário Cláudio, já aproveitando a questão do pátio, se você já tem 
algum planejamento para fazer um pátio na sua secretaria, para a gente, como o presidente falou, ter 
mais agilidade para atender o pequeno produtor rural. Então, antigamente na época da secretária 
Fátima, finada Fátima, o pátio, as máquinas ficavam tudo ali em cima, era tudo atendido pela 
agricultura. Quando ela se tornou secretária de infraestrutura, acho que na época que era, ela levou 
esse maquinário para lá. Mas seria excelente se eu estivesse lá para atender o pequeno produtor. 
Não só com estrada, com cascalho. Às vezes o produtor quer fazer uma trincheira para guardar 
silagem, quer fazer um tanque de peixe, como o vereador Marlon do Kioski falou, ou outro serviço, 
talvez um terraço, alguma coisa, coisa pouca, o município poderia atender pela secretaria, sim. É, 
agora seria importante, já que o presidente deu aqui a Câmara, se vinha algum projeto aqui, a gente 
vai aprovar a certeza. E você tentar correr atrás para melhorar isso daí para os pequenos produtores 
rurais. Tirar do secretário do pátio de infraestrutura, que tem que manter a cidade toda. E acaba, às 
vezes você faz o pedido lá e acaba demorando, porque eles têm que atender o município total. E aí, 
na sua secretaria, é mais direcionado aos produtores rurais. Obrigado. Pela ordem, vereador Valdir 
Casanova. Eu já tive algumas reuniões no gabinete do prefeito, de qual ele falava de uma patrulha 
rural que ia conseguir os maquinários para fazer essa patrulha rural. Eu no meu modo de ver, 
deveria estar ao comando, porque o agricultor não vai lá no vereador Valdir Casanova, não vai no 
Bertan, não vai. Ele vai lá na secretaria. Então, ele indo lá, ele vai te falar onde que está o problema, 
mais fácil você deslocar o problema. O problema, que às vezes não quer ser falado aqui, é mãos 
atadas, que às vezes a gente fica. Pode ser que seja o teu caso. Mas eu quero falar para você o 
seguinte, você tem o vereador Rubisnei A. da Silva, que tem compromisso com você, tem eu que 
tenho compromisso com você e tem a doutora Sueli que tem compromisso com você. Então, se 
você precisar de força política, você já tem três forças políticas e os meus companheiros de bancada 
aqui, que jamais vai negar uma força dessa. Eu tenho certeza que é um pedido meu aí, um pedido do 
vereador segundo secretário Rubisnei, os companheiros, tudo vai estar do teu lado. Então, se existir 
uma vontade sua de querer maquinário lá dentro, essa patrulha rural vai para lá. Mas aí vai depender 
do senhor, tá bom? Só o que eu queria explanar. Ô vereador, eu agradeço o apoio aí. Vamos 
providenciar então, um ofício para o prefeito. Disponibilizar algumas poucas máquinas, já dá para 
atender o pequeno produtor. Uma coisa muito importante que eu esqueci de falar aqui, não sei se eu 
vou ter oportunidade de falar na frente, eu vou apertar para cima. A minha secretaria, a Secretaria 
de Agricultura, é a secretaria, uma das mais importantes na parte de arrecadação, gente. A nossa 
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agricultura aqui, graças a Deus, ela é muito forte, apesar dos veranicos tentando, mentindo, né? A 
Secretaria de Agricultura é a que mais arrecada para o município. E a que menos tem. Não é culpa 
do prefeito isso aí. A gente sabe que tem outras demandas muito importantes, que nem a saúde 
consome muito recurso, a educação consome muito recurso, então a Secretaria de Agricultura acaba 
ficando um pouco sem orçamento para gastar. Não é que o prefeito não quer, não é que o secretário 
não quer, mas eu quero fazer um projeto para mim comprar calcário. Eu dependo de emenda 
parlamentar, um recurso livre eu não tenho para mim pegar e comprar. Um projeto, eu coleto 
orçamento, não tenho dinheiro para comprar, vereador Marlon do Kioski. Então fica difícil. A gente 
até tem uns projetos de comprar a muda de café, ou fazer a muda de café, só que o recurso está bem 
escasso agora no momento. Então a gente vai adiando, vai adiando e acaba ficando para trás. Mas a 
Secretaria de Agricultura, juntamente com o nosso comércio aqui no Centenário do Sul, é o que 
sustenta o Centenário. Obrigado, Valdir Casanova. Obrigado, Cláudio. Com a palavra a vereadora 
Ticiane Meneghetti. Pela ordem, senhor presidente. Pela ordem. Boa noite, nobres vereadores. Boa 
noite, funcionário da Casa Natal. Boa noite, secretário Cláudio. Boa noite a todos que estão aqui 
presentes. Secretário, eu queria saber quantos pequenos agricultores foram beneficiados com mudas 
de maracujá e mamão no nosso município? E quantas foram distribuídas? No nosso município aqui, 
a gente tem um projeto ali pela secretaria de fornecimento de mudas de mamão e de maracujá para 
os pequenos produtores. Atendido, assim, em média, em torno de uns 45 produtores, mais ou 
menos, vereadora Ticiane. E foi produzido esse ano mais de 7 mil mudas de mamão, de maracujá e 
mais de mil mudas de mamão. Eu vi que você falou aí do projeto, eu ia perguntar se vai ter muda de 
café também. Você já me respondeu antes. Então, eu dependo do recurso, eu dou uma emenda 
parlamentar para estar fazendo aquisição. Então, a gente já tem até solicitado, prevendo essas 
mudas, cursos de plantio de café. A gente já fez quatro cursos aqui de plantio de café para auxiliar o 
produtor a fazer a correta implantação da muda de café. E futuramente, o nosso desejo é atender os 
pequenos produtores aí com a muda de café. A gente fez um levantamento, vereador Marlon do 
Kioski, mais de 100 mil mudas de café para ser plantada aqui no município. Como está o 
andamento do projeto do asfalto da Volta Seca? Ali tem três etapas. A primeira etapa já está sendo 
avaliada, está em andamento. A segunda e a terceira parte, da parte da agricultura, da Secretaria de 
Agricultura, que cabe ao meio ambiente, já está tudo pronto. Então agora só está faltando mesmo o 
projeto do engenheiro civil para dar andamento. Quero agradecer pelas respostas, tá? E passo a vez 
para o próximo vereador. A palavra está aberta. Secretário Cláudio, aqui no dia 13 de outubro, eu 
fiz um requerimento aqui, já vão se passando aí quase 30 dias, e ainda não chegou a resposta nessa 
casa de lei. Esse requerimento falava o seguinte, é só... E ainda não chegou a resposta nessa casa de 
lei. Esse requerimento falava o seguinte, é sobre a parte nova do cemitério. Como está o processo de 
liberação ambiental, se o município já iniciou o trâmite para liberar aquela área, a parte nova do 
cemitério, e solicitei também a cópia desse processo. Então eu gostaria de perguntar aqui para você 
como não veio a resposta. Como que está a liberação ambiental da parte nova do cemitério, nosso 
município? Vereador Mucio da Farmácia, sinceramente eu não tenho conhecimento dessa 
solicitação do senhor. É, que foi aprovada aqui nessa casa no dia 13 de outubro. Então alguma coisa 
aconteceu e que não chegou na sua secretaria. Mas você não tem, não sabe sobre o assunto. Eu 
desconheço sobre essa parte relacionada ao cemitério. Eu acredito que não deve ser a parte de uso e 
ocupação do solo para ampliação do cemitério. Exatamente. Mas isso até o momento não chegou 
até mim. Então tá bom, vou procurar saber porque que não chegou. Chegou não, né? Falar um 
pouco da reciclagem do município. A gente, todo mundo sabe que agora tem a associação dos 
recicladores, né? E uma coisa importante para a reciclagem funcionar no nosso município, que eu 
acho, é a questão de distribuição das sacolas ou bags, para a população começar a fazer a separação 
da reciclagem do lixo orgânico, né? Eu gostaria de saber, do secretário, se tem, se já foi feita 
alguma licitação. Sim, já foi feita uma licitação, tem uma empresa ganhadora. Foi feito um 
levantamento no município, quantas residências tinham no município, em Vila Progresso. São em 
torno de 4.800 residências que tem, e a gente foi feita uma licitação de 5 mil sacolas. Até o presente 
momento, já foi feita a aquisição de mil sacolas, só que não foram distribuídos porque a gente está 
esperando o restante chegar. Para que a gente possa fazer um trabalho de entrega para toda a 
população. Não entregar em um lugar, às vezes acabar se perdendo a sacola ou extraviando. E aí 
alguns falam assim, por que um recebeu e o outro não recebeu? Então a gente quer fazer uma 
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entrega coletiva. Mas essa licitação foi feita separada? Ou foi a 5 mil de uma vez? A licitação foi 
feita 5 mil de uma vez. Só que a empresa mesmo pediu para pedir de mil em mil. Por causa que ela 
é uma empresa pequena. E não tem uma data? No momento ainda não tem não. Outra pergunta, 
secretário. É sobre uma plantadeira de sete linhas que a gente conseguiu uma emenda, do convênio 
98-2025. Eu queria saber se já foi feita a licitação dessa plantadeira. E como que está? Se já foi 
feita, se já chegou? Sim, sim, foi feito, na verdade são duas plantadeiras, né, eu acho que uma 
solicitação de vocês e a outra eu acho que é do Noel de Moura Neto, se eu não me engano. As duas 
foram licitadas junto e a gente está analisando a proposta, porque está vindo muito implemento que 
não está cumprindo o edital, a especificação técnica, material de baixa qualidade, então elas estão 
sendo reprovadas até que se chegue uma plantadeira que atende o edital. Certo. Sim, a gente já teve 
uma primeira edição no começo do ano, foi muito bom, conseguimos atingir a nossa meta, todos os 
animais foram castrados e agora a gente foi contemplado novamente. E no dia 26 e 27 de novembro 
vai estar acontecendo novamente o Castrapet aqui no município. E qual que é a forma de cadastro? 
As pessoas têm que ir lá na Secretaria de Agricultura e fazer o seu cadastro. Quais são as pessoas 
que podem? Pessoas que estão cadastradas no CRAS, que têm a baixa renda. O convênio, ele visa 
atender essas pessoas. Animais abandonados, depois ONGs, sobrando vagas, outras pessoas podem 
também se cadastrar. Vai ter um cadastro reserva para essas pessoas e a gente vai pedir para que 
essas pessoas que estão no cadastro reserva compareçam no dia com o animal já em jejum, jejum de 
alimentação de 8 horas e 6 horas. Sobrando vaga, pode ser que a pessoa consiga castrar na hora, 
porque às vezes o proprietário não traz o animal, ou o animal na avaliação do profissional ali é 
reprovado, pode estar se cadastrando e castrando. Obrigado pelas respostas, secretário. Minhas são 
essas as perguntas. Obrigado. Cláudio, o Mucio da Farmácia perguntou a respeito da reciclagem. 
Não sei se é verdade, né, que a gente... por isso que a convocação é para isso. Se teve relato, teve 
relato de um reciclador que o senhor comentou com ele que a reciclagem não ia sair nunca em 
Centenário do Sul. Aí esse reciclador fez um vídeo, soltou na mídia social. Aí o promotor do 
Ministério Público mandou para mim esse vídeo e pedindo... Eu falei para ele, doutor, enquanto o 
IAP, o IAT parar de soltar a multa em CNPJ de prefeitura, o prefeito, o secretário não vai agir. A 
hora que você meter uma multa no CPF do secretário ou do prefeito, vão começar a agir. Ele falou 
que não tinha como. Eu falei, dá um Google aí para o senhor ver. Aí ele achou e não sei se o senhor 
tomou essa multa, mas o prefeito tomou. E dessa multa em diante começou a andar o negócio. Eu 
quero saber do senhor que também teve recicladores que me procurou. Eu até fiz uma reunião com 
o prefeito e com o Bertan. Os caminhões estão lá. Como estão sendo divididos os recicláveis com 
os recicladores? Estão de maneira iguais para todos? Falando sobre a associação, a gente reativou 
ela há um tempo atrás, resgatou ela. Lá em 2011 tinha uma associação de recicladores aqui no 
município. Eu acho que o senhor deve ter conhecimento dessa associação. Ela estava inativa. A 
gente buscou estar reativando ela, colocando novos membros, pegando e colocando ela inativa. Por 
que disso aí? A Itaipu está abrindo muito edital para a construção, para cadastrar para barracão, 
caminhão, prensa. E tem que estar tudo certinho a associação. Então ela foi reativada. Em relação 
ao rapaz aí citado, realmente ele fez um vídeo lá no lixão, lá mesmo, falando que a reciclagem 
estava indo para fora do município e coisa e tal. Só que na hora que o município ajuda ele, ajuda a 
associação, ele pega o veículo dele e passa na frente, recolhendo, no dia que é o dia dos outros.
Então isso é uma coisa muito feia, ele não faça mais isso, respeita o dia dele. A gente tem tratado 
todo mundo com respeito ali, os colegas dele de trabalho tem tratado ele com respeito, é o mínimo 
que ele pode fazer é isso aí. Referente aos dias, a gente fez uma reunião lá na Biblioteca Cidadã, 
vereador. E ficou acordado, o que acontece? Como a gente tinha pessoas que adentravam dentro do 
aterro para fazer coleta, e isso por lei é proibido, não é o Cláudio, não é o prefeito que está 
proibindo isso, jamais a gente vai pedir uma pessoa de trabalhar. Mas pelo Ministério Público, pelo 
IAT, isso é proibido. Então a gente foi lá, conversamos com essas pessoas e falamos assim, o 
município vai ajudar vocês com a distribuição do caminhão e o motorista para fazer a coleta. Se a 
gente não conseguir um barracão, que está difícil de conseguir um barracão, a gente vai arrumar um 
terreno e vai pôr vocês lá. E nisso a gente convidou todos os recicladores do município e decidiu-se, 
por eles, todos presentes, que se tem cinco recicladores no primeiro tratado. Cinco recicladores. 
Então cinco dias ia o material para esses recicladores, um dia para os outros dois que ficassem de 
fora. Aí dessa forma, não estava dando certo. O pessoal reclamou que estava incorreto, mas foi uma 
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coisa que foi decidida por eles. A gente só se aliou. Vendo que isso dava certo, decidiu-se então 
uma semana para cada. Então uma semana vai para você, a outra semana vai para outra e a outra 
semana vai para outra. E assim que tem sido seguido a reciclagem no município. E teve alguns 
combinados com alguns pequenos recicladores que o município ia, como que eles já têm o cadastro 
no CRAS, ia pagar pelo CRAS. E deu 30, deu 40 dias e eles não receberam. Você fez ou solicitou o 
pagamento da diária dessas pessoas dentro do prazo que a contabilidade precisa? Eles já receberam?
O vereador, nessa parte aí, como eu nunca tinha trabalhado com esse programa da diária, para mim, 
o que eu tinha conhecimento é que a pessoa tinha que trabalhar os 30 dias e depois encaminhar, e 
não é dessa forma. Então, a parte do atraso do pagamento deles foi culpa do secretário mesmo, 
porque eu pedi para fazer sim. Mas já está sendo feito, já está sendo regularizado. Cada 15 dias 
agora está a programação para eles receberem, de conforme manda o programa do auxílio 
trabalhador. Obrigado. Então, foi que, igual o senhor falou, é verdade, o senhor nunca tinha 
trabalhado com isso, o senhor não sabia que, mesmo que ele trabalhasse até o dia 30, tinha que 
fechar a folha. O senhor não sabia. Isso. Aí tem uma questão que tem que mandar até o dia 4 e o 
pagamento até o dia 15. Então, nessa meio termo aí, deu uma enrolada. Obrigado. Alguém mais, 
algum vereador, solicita a palavra? Peço a palavra, senhor presidente. Pela ordem. Boa noite a todos 
aqui presentes, os nobres vereadores, vereadora Ticiane, secretário Cláudio Prado. Eu gostaria de 
ratificar o que o secretário falou a respeito da secretaria dele. Realmente é uma secretaria que é 
responsável pela arrecadação do município, boa parte da arrecadação. Nós estamos falando de 
arrecadação, secretário. A arrecadação é própria aqui, de recursos próprios. Nós não falamos de 
repasses de recursos estaduais federais. Nesse sentido, a Secretaria de Agricultura e a Secretaria da 
Indústria e Comércio tem sim um grande poder em mobilizar esses recursos para o município. E 
antes de ser vereador, era conceitual da minha parte, que nós precisamos, era e é conceitual da 
minha parte, que nós precisamos melhorar a arrecadação do município. Nós temos uma cultura de 
só depender de recursos, de emendas, de recursos estaduais, federais, e acaba que a gente não 
consegue dar o foco da atenção necessária para essa questão que é a melhoria da arrecadação. Eu 
tive a oportunidade de estar na Secretaria de Agricultura, conversando com o secretário, 
conversando com o diretor e os demais funcionários ali da pasta. Pude observar claramente que ela, 
apesar da grandeza que ela deveria ter dentro do nosso município, era uma secretaria realmente 
enxuta e pequena. E isso tinha que mudar. É uma das propostas do vereador, Prof. Ederson Barros, 
interferir nesse processo. Queria estar aqui pedindo ao secretário que foque os seus esforços para 
que essa arrecadação melhore. E essa arrecadação melhora como? Preservando as nascentes, 
recebemos recursos por isso. Preservando e reativando nascentes, recebemos recursos por isso. 
Também, ministrando formação para os nossos produtores rurais, principalmente os pequenos 
produtores. Implementando políticas voltadas para o aumento da produção. Então, recentemente eu 
apresentei um projeto aqui, espero que chegue até o senhor, que se trata do fomento aos produtores 
de leite, que perpassa também por recursos do município, oriundo do município. Só assim a gente 
vai conseguir fazer, mudar, virar a chave, virar a chave do município. Nós não podemos mais 
depender só de recursos. E os produtores rurais clamam por isso, por esse apoio, por esse aporte. 
Então fica aqui, secretário, o meu pedido, para que concentre os esforços. Deixo aqui também o 
pedido ao prefeito que mobilize mais recursos para essa secretaria, que disponha de mais pessoas ali 
para atender as particularidades da pasta, para que não tenhamos um aumento da nossa arrecadação. 
E secretário, isso vai acontecer, assim como aconteceu no esporte, assim como aconteceu na saúde, 
na educação e demais outras secretarias, quando os resultados forem postos e forem publicados de 
maneira clara, o efeito da ação da secretaria em melhorar tudo isso. Recentemente o senhor 
comentou comigo que tinha, por conta de melhorar a emissão de nota dos pequenos produtores, que 
tinha tido um avanço nesse sentido. Então eu acredito que nós temos que caminhar nesse sentido aí, 
de fomentar a agricultura do pequeno produtor, fazer a melhoria das estradas, trazer, não é porque 
as máquinas estão lá, que as máquinas são de uma ou outra secretaria. Se a máquina veio para a 
secretaria de agricultura, a máquina é da secretaria de agricultura. O outro secretário é que tem que 
pedir autorização para o senhor utilizar. Esse é o meu conceito, certo, vereador? Está lá, mas é meu. 
Então, vai usar? Vai. Usa, mas devolve, tanque cheio. E nós vamos ter aí realmente a Secretaria de 
Agricultura fazendo o trabalho que deve ser feito, impactando a vida dos nossos pequenos 
produtores, trazendo recursos para Centenário do Sul. Outra situação que gostaria de questionar, a 
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respeito dos animais abandonados em nossa cidade. Estive recentemente no Conjunto Nazaré, e ali, 
secretário, virou um soltadouro de cães. As pessoas vão lá soltar os animais. No Colégio Zepi, nós 
temos, acho que já está quase chegando a uma dezena de cachorros, de cães. Ali que ficam ali, 
inclusive atacando munícipes. E as pessoas vêm cobrar da direção ali da escola, "ó, o cachorro 
mordeu, me mordeu, mordeu por fulano, quem que vai pagar?" Então, o cachorro não é meu, não é 
da escola. Então nós precisamos, então, secretário, uma política nesse sentido, nós sabemos que tem 
uma ONG aqui em Centenário, essa casa já aprovou o título de utilidade pública. Então nós 
precisamos dar início nessa questão, que é muito importante para o município, esses animais que 
são abandonados. Sabemos que lá em Lupionópolis isso não acontece. Tem uma ONG lá e funciona 
e tal, e não tem cães abandonados lá. Em Centenário está demais. Então, essa ação de castrar os 
animais é uma ação positiva, mas que não é suficiente para resolver o problema nesse momento. 
Então, gostaria que o secretário comentasse a respeito desse questionamento. Vereador Prof. 
Ederson Barros, referente lá às nascentes que o professor falou lá no começo, esse projeto da 
revitalização da avenida, a nossa contrapartida é a revitalização de mais de 20 nascentes aqui no 
município. Então já vai ser um trabalho que vai ser começado. Também um biodigestor também, 
que vai ser instalado numa escola, para trabalhar a compostagem dos alimentos ali, a produção de 
gás, referente ao meio ambiente. Referente à parte animal aí, é complicado, professor. A gente não 
tem um local hoje para pôr esses animais. A gente não tem gente suficiente, pessoas, para cuidar 
desses animais. E de onde vai ser o recurso para que a gente possa cuidar dessa parte, que é uma 
parte também de questão de saúde pública do município? Eu tenho recebido muitos relatos aí da 
escola do professor, eu falo da escola do professor, mas não falo dos refúgios, né? Que de ataques 
de animais ali, eu acho que a solução, eles ficam naquela região ali porque as crianças dão atenção 
para eles, dão alimentos para eles, então é um lugar confortável para eles. Eu acho que a gente 
deveria ver com os alunos ali, se não haveria a possibilidade de eles adotar esses animais. E a ONG 
subsidiar uma ração para eles, uma ajuda de custo para eles nessa parte aí. Porque hoje o município 
não possui condições de abrigar animais. E eu tenho abrigado na minha casa cinco, seis animais aí 
de rua que vinha dando problema, a gente leva, castra, gasta com medicação, né? E a doação 
também é bem difícil aqui em Centenário, às vezes a pessoa vai lá e paga 2 mil reais num cachorro, 
num filhote, mas não pega só porque vira-lata, um para adotar, ele já está castrado já. Então eu 
tenho muita dificuldade nessa parte aí, questão financeira. Mas não tem nenhuma prática exitosa 
que, de repente, um ou outro município ou uma outra secretaria adotou nesse sentido, que, de 
repente, a gente pudesse estar implementando aqui no município. Porque esse problema, não 
podemos fechar os olhos, né? Porque um animal daquele porte lá, se ele realmente investir contra 
uma criança ou um idoso, a pessoa pode vir ao óbito. Então, a gente vai ter que... Alguma ação tem 
que ser tomada. E é por parte do município que tem que ser tomada essa atitude. Cabe à secretaria, 
então, à vossa secretaria, buscar ajuda junto à administração pública municipal para ver o que faz. 
Mas que o problema tem que ser solucionado, tem. Ao meu entender. Obrigado, Prof. Ederson 
Barros. Alguém mais? Algum vereador? Com a palavra, vereador Tiago Zooi. Pela ordem, 
presidente. Boa noite, senhor presidente. Vereadores presentes, vereadora Ticiane, funcionário da 
Casa Natal, munícipes aqui presentes, senhor Cláudio Prado, secretário, boa noite. Eu gostaria de 
ser informado e passar essa informação à nossa cidade, a respeito. O vereador Prof. Ederson Barros 
comentou um pouco, eu quero aprofundar ali, a respeito da ONG. Existe a ONG em Centenário? 
Para concluir, já foram feitos todos os trâmites, papéis, documentação para que venha ajuda de 
custo para manter essa ONG. Porque pessoas que encabeçam, que o senhor sabe, não vamos citar 
nomes, reclamam muito pela gente de animais soltos e etc, ração e medicação e tal. Realmente 
existe a ONG, tinham que ser feitos documentos para que viessem verbas e até hoje eles me passam 
que não vem, que não chega, porque qual o motivo que seria a gente estar passando isso a limpo à 
população. Essa é a primeira pergunta, se o senhor quiser já responder ela. Em referente a se existe 
uma ONG no município, sim, existe uma ONG com CNPJ. Um local fixo para guardar esses 
animais, acolher esses animais, não existe. Referente a questão das solicitações, a própria presidente 
da ONG, ela tem feito solicitações sim para deputados, para prefeito e outros órgãos solicitando 
recursos. Ela já foi tornada entidade pública, de utilidade pública no município. Ela tem feito isso 
aí, só que até o presente momento não tem conseguido ser atendida. Então, porque se tem a ONG, 
foram feitas a documentação, e se vem alguma verba, algum custo-benefício, isso que é este 
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indicado à ONG. E não chega. Não sei o que acontece. Se vem, se não vem. Eles alegam que não 
vem. Aí acabam pessoas ter que fazer rifas, etc. Pedir ajuda e tal. Para estar mantendo esses animais 
aí. Referente a valores, se veio algum valor. Nunca veio. Nunca veio. Isso aí, se estivesse vindo eu 
tinha conhecimento disso aí. Sim. E outro assunto também que entrou aqui na roda nossa aqui de 
vereadores, foi também do lixão. Nosso lixão que está lá, esse problema, não sei quando vai ser 
resolvido, o Ministério Público está em cima, acho que foram aplicadas várias multas já na 
Prefeitura e etc. E está um problema sério ali, a gente é muito cobrado a respeito desse destino do 
lixo, que ali está sendo errado, que está sendo aquele negócio mascarado ali que estão passando ali. 
O senhor tem alguma informação ali concreta de quando vai resolver essa situação no momento? O 
município já tomou algumas atitudes em relação a isso. Uma delas, recuperar a associação que vai 
diminuir a destinação de material para o aterro. Essa questão do meio ambiente e do lixo, ela vem 
desde lá de 99. Então, praticamente quase 30 anos. Em 2010 ou 2014, foi onde se criou o GAEMA. 
Porque em 99 tinha uma legislação e não era cumprida o que era falado. Em 2010, 2014, cria-se o 
GAEMA para o GAEMA pôr pressão em cima dos órgãos ambientais. E de lá para cá teve a 
operação Percola 2, onde o município, o doutor Renato é presidente do GAEMA aqui, coordena 55 
municípios, e um desses municípios é Centenário do Sul. Centenário do Sul, devido à falta de 
recursos, ela está bem limitada na questão de cuidar dos seus aterros, mas a gente já tem ali um 
plano de encerramento, um estudo que foi feito sobre encerramento do lixão, encadernado, tudo 
bonitinho. Está feita a construção do transbordo para que possa acolher melhor esse material, não 
molhando, não pesando. Porque hoje, para o município descartar o seu material, se eu não me falho 
a memória, está R$245,00 por tonelada. Centenário do Sul produz em torno de 6 toneladas de 
material lixo por dia. Então, chega no final do mês, é um custo alto. E esse custo sai, infelizmente, 
dos impostos que a população paga. Então, a gente está trabalhando forte e conta com a 
contribuição da população, para que recicle o máximo que tem. Talvez até em alguns quintais que 
faça a compostagem. E que destine a menor quantidade possível para o transbordo. Que vai ser 
deslocado para Londrina. Lá tem um aterro sanitário credenciado que faz todo o treinamento. Hoje 
é a solução que está tendo. Sim, obrigado secretário. E para finalizar, gostaria de pedir ao senhor 
também que o senhor fizesse um documento, um ofício, um requerimento, sei lá que seja, no ponto 
aqui da situação, pedindo esses maquinários, essas máquinas ou funcionários que sejam, que 
viessem exclusivos à Secretaria de Vossa Excelência, para realizar com mais rapidez e nitidez aos 
produtores rurais. Aqueles que realmente precisarem desse serviço. Que não tiver que a sua 
secretaria tenha intervir em outra secretaria. Sendo assim que o senhor já tem a sua secretaria. Então 
é justo, é necessário. Essa casa de lei eu tenho certeza que nós vamos apoiar o senhor a realizar 
esses maquinários. E tudo que o senhor precisar para a sua secretaria. Tenho certeza, né senhor 
presidente. Para que a gente possa ter essa nitidez e rapidez a atender os munícipes, chacareiros, 
sitiantes, fazendeiros, enfim. São essas minhas palavras, senhor secretário. Meu muito obrigado e o 
meu boa noite a todos novamente. Obrigado, vereador Tiago Zooi. Eu, escutando atentamente o 
Prof. Ederson Barros, Tiago, Ticiane, o Valdir Casanova, Mucio da Farmácia. E eu vi que o senhor 
comentou algumas vezes falta de recurso. Eu estive ali na Secretaria de Gabinete, Cláudio, e não é 
bem assim falta de recurso. Recurso tem, porque hoje nós temos obrigatório só 25% para a 
educação e 15% para a saúde. 40% a saúde gasta um pouquinho a mais. Nós temos dinheiro 
sobrando sim, que dá para tirar a gordura. Até peço para o senhor, pode contar com a gente. Quando 
o senhor tiver alguma ideia, alguma proposta, de reunir, chamar nós para reunir com o prefeito, para 
tirar a tua proposta do papel. Eu lembro quando eu estava no gabinete, eu fui fazer uma visita lá na
tua secretaria, você não estava naquele dia. Estava a Vanuz, as outras, a Simara. Rapaz, eu fiquei 
com vergonha na época, aquelas mesas lá, tudo velha. Não tinha uma quentura. E eu no gabinete fiz 
comprar mesa para vocês, ar-condicionado para vocês, lata de tinta, foram lá passar uma mão de 
tinta, que eu achei que lá era uma vergonha. Onde não tem mais arrecadação daquele jeito. Graças a 
Deus, a gente que foi lá falou, não, vai comprar. Vamos lá comprar mesa. O que você quer? Mesa 
em L? Vai ter mesa em L. Mesa bonita. Os computadores, não sei se foi alguns computadores, mas 
também a gente pediu alguma coisa assim. Pintura. Não estamos aqui para ajudar. Entendeu? 
Vamos ajudar, vamos se unir, vamos tentar melhorar aquilo ali. E pede. E pede. Eu acho um pouco 
da dificuldade do senhor assim de pedir. Hoje a gente tem que colocar, igual não é faz quando vai 
atrás de diário, solicita diário e vai atrás de emendas. Rapaz, passa uns carão lá pedindo emendas, 
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que você não sabe. Você tem que passar carão também. Tem que falar com quem? Assim, chegou 
no gabinete, não deu certo com o prefeito, com o Fernando, volta aqui de novo, vai aqui até você 
conseguir. A licitação da, eu lembro quando eu assumi a secretaria, você junto com a equipe 
solicitaram essa licitação da RAF, da sacola. Passou o prazo e não foi comprada. Agora de novo, 
tem outra licitação em aberta, se eu não me engano termina agora. Daqui uns dias termina de novo 
essa licitação, só foi comprada o mil. É meter debaixo do braço, ir atrás de Fernando, atrás do 
prefeito e diz: estou cobrando os vereadores, vão comprar, vão comprar, vão comprar. Se comprar 
200 sacolas num mês, compra, mais 300. Mas, assim, não estou falando mal, eu acho assim, que eu 
percebi a dificuldade sua de cobrar. Não tenha vergonha não, Cláudio. Joga em cima de nós a 
responsabilidade, os vereadores estão me cobrando, eu vou jogar em cima de vocês. Você tem 
amigos aqui dentro para correr, para melhorar mais, porque aquela secretaria ali precisa. Você sabe, 
na época da campanha, nós tomamos pancada de agricultor. Por causa da secretaria. E eu tenho 
muitos amigos ali dentro, você sabe. Tem bastante amigo ali que é parceiro da gente. Parceiro 
político, que está ali para ajudar o senhor. Eu quero deixar a palavra aberta para mais algum 
vereador, que já estamos nos seis e cinco da tarde. Nós vamos ter que encerrar a sessão logo como 
essa outra. Algum vereador mais tem alguma consideração final? Pela ordem, seu presidente. Pela 
ordem. Só pelas considerações finais aí, eu quero mais uma vez aí, dois minutinhos, tá? Uma boa 
tarde a todos aí e dizer para você, parceiro, que mais uma vez, assim como o nosso presidente disse, 
aqui dentro você tem pessoas que podem estar aí para te ajudar. Você pode, principalmente comigo, 
que eu tenho obrigação até de estar do teu lado, porque somos parceiros do mesmo partido, você 
está como suplente meu, suplente mais uma vez do Rubisnei A. da Silva. E a gente tem a vice￾prefeita também. Então eu acho que nós não estamos desfalcados. Eu acho que nós temos muita 
força. Então se eu precisar, o senhor pode contar com a gente. O presidente já disse que pode contar 
com ele. Eu acredito que os nobres vereadores aí também. O senhor pode contar. O senhor tem 
força. O que depender de nós faz o que o presidente disse. Joga para nossas costas aqui porque nós 
temos peito. Nós temos enfrentado o leão aí. Nós não temos medo de enfrentar ninguém não. Então 
pode jogar que nós garante. Né, seu presidente? Só essas minhas palavras. Muito obrigado por ter 
comparecido aí, meu amigo secretário Cláudio. Obrigado, vereador Valdir Casanova. Algumas mais 
considerações finais? Marlon do Kioski, eu posso fazer um encerramento aí? Pode. Bom, pessoal, 
eu queria agradecer a oportunidade de estar vindo aqui. Quero dizer que a gente é secretário do 
município de Centenário. Não é de situação nem de oposição. A gente está ali para atender todo 
mundo. Porque a gente vai passar e as coisas boas que a gente fazer vai ficar na secretaria. Seja na 
causa animal, seja ajudando o pequeno produtor. Tirando os alunos do Prof. Ederson Barros, 
levando para o colégio de agrícola e Apucarana, que ele fica meio bravo, né professor? Mas a gente 
está ali para contribuir com a população rural de Centenário do Sul. Mais uma vez reforçando a 
força que a agricultura tem no município, juntamente com o nosso comércio. São peças 
importantes. Eu queria falar um pouco dos recursos da Itaipu. Posso falar? Então, através da Itaipu 
Binacional, que está relacionada ao meio ambiente, a prefeitura tem um barracão de 800 mil reais, 
que é um centro de eventos lá na Pedra Preta. Pequenos produtores rurais, uma cozinha, 699 mil 
reais. A Coprare, que já foi embora, estava aqui, conseguiu também, por estar com tudo certinho, 
todas aqui são associações, menos a prefeitura. Ela conseguiu um caminhão no valor de 540 mil. 
Pescadores, a colônia de pescadores, 540 mil que vai ser um trator, uma embarcação e um furgão. 
Associação esportiva, 300 mil para uma van. Melhor Idade, 102 em móveis e equipamentos. 
Família Rotari, 102 em equipamentos ortopédicos, que são aquelas pessoas que precisam de 
prótese, braço, Rotari, Associação Rotari. Então, 102 mil para quem precisa de equipamentos. O 
asilo, 100 mil. A APAE, 100 mil. Totalizando um total de 3 milhões e 280 mil. Mais um projeto de 
revitalização da avenida, que é mais de 2 milhões. Então, todas as associações que estejam com a 
sua prestação de conta em dias, que é necessário isso no cadastramento. Vai abrir um novo edital 
agora, acredito que no começo do ano, vereador Marlon do Kioski. Vai estar abrindo, então, a gente 
está arrumando essas associações que estão irregulares, para que elas possam acessar recursos. Não 
posso deixar também de parabenizar toda a minha equipe que trabalha junto comigo, hoje mesmo 
eu tive que me ausentar e ficou com cuidados dele. O meu diretor Celso Delane, que também já foi 
secretário, a Simara, a Letícia Moraes, a Ana Júlia, que é estagiária com a gente lá. Não é, Ana 
Júlia? A Natália, que chegou há pouco tempo, vai estar fazendo um bom trabalho junto com a gente. 
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A Maria, que serve o café para nós e cuida da limpeza. E uma das coisas muito importantes aqui 
também, nosso amigo Cidinho, o viveirista, que faz toda a diferença ali junto à Secretaria de 
Agricultura. E a Gildene, que também acaba apoiando lá nos projetos. O município tem conseguido 
muitos projetos por causa dessa equipe que a gente tem. É PAA, é PNAE, é CONAB. Outro projeto 
também, a aquisição de uma farinheira para atender a Copare. Calcário. Então, tem vários projetos. 
É que a gente acaba passando batido na questão de divulgar. Mas que a Secretaria de Agricultura 
está lá para ajudar as pessoas aqui do Centenário do Sul. Obrigado, Cláudio. Esse projeto da 
farinheira é farinheiro e um veículo. Farinheira e um veículo. Quero agradecer a tua presença aqui. 
Um bate-papo aí legal. Que a gente procurar saber mais da sua secretaria. Que Deus abençoe o 
senhor. Que pode contar com a gente sempre aqui. Pode contar mesmo. E um conselho que eu te 
dou. Documente tuas ações. Documentação. Documentar. Igual você vai solicitar a estrutura para 
você. Pede por escrito, deixa guardado. Dia de amanhã, algum vereador aqui questionar, 
"chamamos o Cláudio lá para um bate-papo, e nada, um caminhão não tem nada". A hora que nós 
solicitarmos o documento, falamos, "eu pedi". Então, daqui para frente, igual o senhor falou, que 
pediu de boca, mas não foi documentado. Um documento hoje é muito importante. Depois que você 
documentar, você pode passar para nós, porque nós vamos bater em cima. A gente vai bater em 
cima, reunião com o prefeito, ele atende nós, atende os nove vereadores. Nós precisamos estruturar 
aquela secretaria do Cláudio ali. Aquela secretaria ali é muito importante para nós. É muito 
importante para os munícipes, para os pequenos agricultores, para os grandes. Para os grandes 
agricultores é pouquinho. Mas é as pequenas que precisam ali de uma estrutura melhor, um 
atendimento. Lógico que as meninas atendem do jeito que está ali. Mas a pessoa tiver uma estrutura 
melhor, de você ter ali o negócio documentadinho, tudo certinho. Isso vai ser muito bom para você 
e para as meninas que trabalham lá. Para o Celso, meu amigo, vereador também. Quero deixar um 
abraço para o Celso Delani, parceiro vereador aqui nessa casa, três mandatos, que deixou história aí 
também. Legal. O senhor queria falar uma palavra? Isso aqui na minha equipe, que eu acabei 
esquecendo, é do nosso amigo Macário, que também é um motorista lá, ajuda a fazer as entregas. E 
o Júdice é o nosso parceiro do IDR, que se encontra na mesma secretaria que a minha lá. Ele que 
fornece a CAF para o pequeno produtor. Tem feito um grande trabalho lá junto com o pessoal do 
acampamento, do assentamento. Tem novidade agora para o pessoal que é acampado, um recurso 
aí. Então as coisas estão andando. São mais de 70 CAFs feitas por ele. E é isso aí mesmo. Para 
finalizar, só isso mesmo Sr. Presidente. Obrigado, Cláudio. Mais uma vez, tomara que essa 
secretaria aí seja um orgulho para nós, vereadores, para a população, né? E não havendo mais nada 
a tratar, quero agradecer de novo a tua presença, todos os vereadores aqui com as suas perguntas, 
né? Em nome de Deus, eu declaro encerrada essa sessão especial. Segue link da sessão 
https://www.youtube.com/watch?v=SH3SC2stoGM&t=4s . Do que para constar, lavrou-se esta 
ata, que vai subscrita por todos os vereadores presentes.
Ederson Claudio Pereira de Barros Marlon Cruz Prêmoli Noel de Moura Neto 
 Vereador Vereador Vereador
 
Mucio Messias Lima Pereira Odair Cordeiro Xavier Rubisnei Aparecido da Silva 
 Vereador Vereador Vereador
Ticiane Meneghetti Bazetto Tiago Alves da Silva Valdir Correa da Silva
 Vereadora Vereador Vereador

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