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sessao nº 17

Tipo Ordinária
Número / Ano 17
Date 2014-08-04
native_id115

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ata #

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Ata da 17ª. Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Jataizinho, Estado do 
Paraná, da Sessão Ordinária de 2014, realizada aos quatro dias do mês de agosto 
de 2014 (dois mil e quatorze), presidida pelo Sr. Vereador Alex Antonio Gomes 
de Faria, e secretariado pelos Srs. Vereadores Fábio de Morais Polonia, Primeiro 
Secretário, e Laércio Fernandes Quitério, Segundo Secretário. Estavam 
presentes os Srs. Vereadores Cícero Aparecido Guimarães, Clovis da Silva 
Cordeiro e Maurílio Martielho. Ausentes os Srs. Vereadores Adilson Gonçalves 
da Silva, Anilton Murari e Jorge dos Santos Pereira. Às 20h00 (vinte horas), 
estando a Mesa Diretora composta, o Sr. Presidente, com a graça de Deus 
declara aberta a décima sétima reunião ordinária da sessão legislativa de dois 
mil e quatorze e convida o Sr. Vereador Alex Faria, para fazer a leitura de um 
trecho bíblico. Após dez segundos de silêncio, o Sr. Presidente coloca em 
discussão a Ata da Reunião Ordinária de 09 de junho de 2014, tendo sido 
aprovada. O Sr. Presidente coloca em discussão a Ata da Reunião Extraordinária 
de 11 de junho de 2014, tendo sido aprovada. O Sr. Presidente coloca em 
discussão a Ata da primeira Reunião Extraordinária de 24 de junho de 2014, 
tendo sido aprovada. O Sr. Presidente coloca em discussão a Ata da Reunião 
segunda Extraordinária de 24 de junho de 2014, tendo sido aprovada. O Sr. 
Presidente solicita do Primeiro Secretário faça a leitura das matérias do 
Expediente, que foram: - PROJETO DE LEI nº. 015/2014, de autoria do 
Executivo Municipal, que autoriza o Executivo Municipal a efetuar a abertura de 
Crédito Adicional Suplementar no orçamento do Município de Jataizinho para o 
Exercício de 2014; - PROJETO DE LEI nº. 016/2014, de autoria do Executivo 
Municipal, que autoriza o Executivo Municipal a efetuar a abertura de Crédito 
Adicional Especial no orçamento do Município de Jataizinho para o Exercício 
de 2014; - PROJETO DE LEI nº. 017/2014, de autoria do Executivo Municipal, 
que autoriza o Executivo Municipal a efetuar a abertura de Crédito Adicional 
Especial no orçamento do Município de Jataizinho para o Exercício de 2014; - 
PROJETO DE LEI nº. 018/2014, de autoria do Executivo Municipal, que 
autoriza o Executivo Municipal a efetuar a abertura de Crédito Adicional 
Especial no orçamento do Município de Jataizinho para o Exercício de 2014; - 
INDICAÇÃO nº. 043/2014, de autoria do Sr. Vereador Anilton Murari, 
solicitando o envio de ofício ao Executivo Municipal quanto a reforma da 
Delegacia de Polícia de Jataizinho; - INDICAÇÃO nº. 044/2014, de autoria do 
Sr. Vereador Anilton Murari, solicitando o envio de ofício ao Executivo 
Municipal quanto a criação de um calçadão na Av. Getúlio Vargas, defronte a 
Praça Frei Timóteo; - INDICAÇÃO nº. 045/2014, de autoria do Sr. Vereador 
Fábio Polonia, solicitando o envio de ofício ao Executivo Municipal quanto a 
aquisição de um desfibrilador para uso na rede municipal de saúde; - 
INDICAÇÃO nº. 046/2014, de autoria do Sr. Vereador Fábio Polonia, 
solicitando o envio de ofício a COPEL quanto a manutenção da iluminação da 
Rua Tibagi e Av. Orlando Salles Striquer; - INDICAÇÃO nº. 047/2014, de 
autoria do Sr. Vereador Fábio Polonia, solicitando o envio de ofício a Viação 
Ouro Branco quanto a construção de um ponto de ônibus na Av. Paraná, bem 
como conservação dos localizados na Vila Frederico e Conjunto Octaviano 
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Duarte; - REQUERIMENTO nº. 025/2014, de autoria do Sr. Vereador Clovis 
Cordeiro, requerendo o envio de ofício ao Executivo Municipal e a Econorte 
solicitando diversas informações; - REQUERIMENTO nº. 026/2014, de autoria 
do Sr. Vereador Clovis Cordeiro, requerendo o envio de ofício ao Executivo 
Municipal solicitando informações referentes aos veículos de propriedade do 
Município de Jataizinho; - REQUERIMENTO nº. 027/2014, de autoria do Sr. 
Vereador Clovis Cordeiro, requerendo o envio de ofício ao Executivo Municipal 
solicitando informações a obra de pavimentação asfáltica do Jardim Maria Júlia. 
O Sr Presidente diz: “Nesse momento eu quero mais uma vez dar boa noite a 
todos os vereadores que se fazem aqui presentes, estamos voltando do recesso 
essa é a primeira reunião após o recesso de 2014(dois mil e quatorze), quero 
também dar também meu boa noite a todas as pessoas que estão presentes no 
recinto dessa casa e a toda população que nos ouve pela rádio Nova Geração. 
Hoje nós vamos começar uma sequência de convidados, pessoas referenciais a 
nossa cidade, pessoas que ajudam na administração pública do nosso município 
e antes de passar a palavra aos vereadores eu quero convidar o Delegado da 
Polícia Civil de Ibiporã e de Jataizinho Roberto Fernandes de Lima e o escrivão 
Flaubert Semprebom”. O Sr. Roberto Fernandes de Lima faz breve discurso 
sobre a Segurança Pública dos Municípios de Jataizinho e Ibiporã, expôs a 
quantidade de crimes ocorridos em ambas cidades e os inquéritos instaurados do 
ano de dois mil e treze até a presente data. Ressaltou o empenho da polícia civil 
no combate ao tráfico de drogas e a apreensão de armas ilícitas, a alta 
quantidade de inquéritos instaurados relativos à violência doméstica, o tempo 
gasto para a elaboração de documentos relativos a veículos furtados que são 
encontrados no município que são trabalhos que não aparecem mais demanda 
tempo para ser realizado então há a necessidade, segundo o delegado, de haver 
aumento no efetivo da polícia civil. Em seguida o senhor Delegado Roberto 
responde as perguntas feitas por alguns vereadores, agradece o espaço cedido e 
se coloca a disposição dessa Casa de Leis para futuro convite. O Sr Presidente 
Alex Faria diz: “Não havendo nenhum vereador mais querendo fazer pergunta 
queria dizer que essa Câmara está sempre de porta abertas para colaborar com a 
polícia seja ele militar ou civil, nós reconhecemos a limitação da policia e 
acreditamos que junto nós somos mais fortes e nós podemos estar procurando 
maneiras de aumentar o efetivo civil e essa é a hora de todos os políticos de 
estarem cobrando de seus candidatos, principalmente candidatos a deputados 
estaduais, através não de favores mais de benefícios para Jataizinho. O papel do 
vereador é muito limitado nós costumamos dizer que não temos a caneta efetiva 
quando é alguma coisa relacionada a gasto mais eu acho que o mínimo que nós 
vereadores podíamos estar cobrando do Prefeito Municipal para agilizar talvez 
até mais o papel da polícia militar que seria a questão pra ontem do 
monitoramento das câmeras, nós fomos muitos criticados esses dias atrás por 
alguns incidentes que aconteceram em nosso município, o monitoramento dessas 
câmeras que é tão questionável pela nossa população e por nós vereadores 
porque nós chegamos num ponto que não sabemos mais o que falar sobre a 
questão do monitoramento para população que foi tanto falado e usado 
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politicamente e hoje não passa de um elefante branco na nossa cidade. Então eu 
gostaria de agradecer a presença do senhor delegado da polícia civil de nossa 
cidade doutor Roberto Fernandes de Lima juntamente com o escrivão Flaubert 
Semprebom”. O Sr. Presidente deixa livre a palavra aos Vereadores que 
desejarem fazer o uso, por sete minutos, para falar sobre as matérias do 
Expediente e assuntos de relevância pública. O Sr. Vereador Adilson da Silva 
diz: “Boa noite a todos e amigos da rádio Nova Geração, gostaria que o 
Presidente fizesse um ofício a Econorte ou para o órgão responsável pela 
limpeza ali naquela trincheira Maria Bressan na marginal do lado direito onde os 
munícipes estão sempre cobrando e está sujo mesmo do lado da calçada. Eu sei 
que o Vereador Clóvis tem requerimento também que é da Econorte mais a 
sujeira lá está imensa e está até cobrindo a calçada e a população está cobrando. 
Gostaria de agradecer também meus amigos Luciano, Anderson Oliver, no 
momento é essas minhas palavras e no demais vamos discutir os 
requerimentos”. O Sr. Vereador Maurílio Martielho diz: “Boa noite a todos, essa 
é a nossa primeira reunião após o recesso quero dizer aos munícipes aqui 
presente e aos ouvintes da rádio Nova Geração que nós estivemos ausentes das 
sessões mais estávamos fiscalizando e a cada dia a gente se decepciona mais 
com a administração como eu falei aqui várias vezes que eu não prometi asfalto 
no Jardim Maria Julia, eu não fui lá no conjunto e prometi que o asfalto ia ser 
feito até trinta e um de dezembro de dois mil e treze e vou dizer mais eu não vim 
aqui como Prefeito e abracei as pessoas que vieram aqui se manifestar numa 
sessão cobrando melhoria no Jardim Maria Julia e falei que até agosto de dois 
mil e quatorze o asfalto estaria pronto lá e até parecia que o Vereador Maurílio 
não queria o asfalto lá, e no outro dia o asfalto já ia começar lá no Jardim Maria 
Julia e realmente mandaram uns maquinários lá fizeram umas valetas e 
deixaram lá e o asfalto nem começou e isso já tem mais de noventa dias. A gente 
passa nas ruas e somos cobrados por todos os moradores daquele local. E eu 
falo para eles não ficarem esperando o asfalto porque isso foi só promessa, 
porque existe um convenio com o governo federal que o asfalto iria custar 
seiscentos e quarenta e cinco mil reais e o município teria que entrar com a 
contra partida e o governo até o momento mandou cento e vinte e cinco mil 
reais, mais ou menos, e o município com a contra partida tem que entrar com 
trezentos e cinquenta e cinco mil reais de contrapartida e todo mundo sabe que 
ali esse é o projeto que fizeram do Maria Julia e todo mundo sabe que com esse 
dinheiro não faz o asfalto do Maria Julia, o governo mandou cento e vinte e 
cinco mil reais, a empresa que estava lá abandonou o serviço porque ela disse 
que o que ela fez já gastou e aí nós aqui não podemos falar mais nada, nem 
criticar porque isso foi uma promessa de campanha, fizeram sim uma meia rua 
lá e sem galeria porque precisavam ganhar a eleição e porque precisavam 
esconder o roubo de oito anos porque eles não poderiam perder a política porque 
eles roubaram o município e a cada dia vai sendo desmascarado, porque 
compraram quase vinte mil reais de tacógrafo e agora está tendo um rolo aqui na 
cidade que um cidadão esta sendo multado por tacógrafo que pertencia à 
prefeitura de Jataizinho que foi cadastrado no Inmetro e esse cidadão é multado 
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só pelo tacógrafo e não porque o documento esta atrasado, não porque o 
licenciamento está atrasado não é pelo tacógrafo vencido que não foi renovado. 
Então eu quero falar para a população que a nossa administração tem que parar 
de mentir e falar que não tem condições, os nossos administradores tem que para 
de mentir pra população e falar a verdade, tem que parar de enganar a população 
e falar a verdade se o município não tem verba fala pra população, eu queria 
poder parabenizar a administração hoje mais infelizmente o asfalto do Maria 
Julia está pior do que tava porque agora fizeram as valetas lá e não foi feito 
nada.” O Sr Presidente pede para que o Vereador encerre suas palavras. “Meu 
papel é como vereador é fiscalizar, mais infelizmente é uma pena que o nosso 
tempo é curto porque olha eu tenho tanta coisa pra falar que ia passar a noite 
inteira, obrigado Presidente”. O Sr. Vereador Cícero Guimarães diz: “Boa noite 
a todos, quero agradecer a presença do pessoal do Maria Julia pela presença aqui 
na Casa. Quero dizer senhor Presidente que essa semana nós tivemos dando uma 
andada aí e realmente a cidade está precisando dar uma melhorada aqui essa 
semana passada teve uma confusão lá na Vila e teve uma cidadã que deu até 
entrevista na radia pedindo pro Prefeito dar mais atenção ali e na rua Rio Grande 
do Sul e queria pedir com carinho aí para os nossos secretários que ganham 
muito bem pra estar exercendo o cargo que dê uma olhadinha com carinho lá na 
praça José Quirino que a praça está abandonada, a pista de caminha da lá esta 
cheia de mato, o banheiro está quebrado então eu gostaria que o chefe do poder 
executivo cobrasse de seus secretários que arrumem aquele local. Eu também 
queria falar do Maria Julia eu torço pelo Maria Julia, o Vereador Clovis tem um 
requerimento aqui e eu queria adiantar que sou favorável porque tem que mexer 
e arrumar, é o conjunto que eu mor agora o que eu admiro é o Vereador 
Maurilio ele fala bonito e diz que fala a verdade mais tem cinco mandatos aqui e 
não tem nenhum projeto na Casa isso é bonito dever agora fala que é roubalheira 
só que eu acho que ele não entende que as cinco ruas que nós fizemos ali 
descendo não precisa de galeria, porque quando tem descida nas ruas ela não 
precisa de galeria a boca fica na esquina de baixo. Agora falar que os outros 
rouba, falar que é tudo ladrão o senhor seu Maurílio se fosse tão homem falava 
na presença do ex Prefeito convida ele aqui e pega lá os papéis que ele roubou, 
eu vou defender porque eu fazia parte da administração eu faço parte da 
administração. E vossa excelência também não é santo não porque em 96 
(noventa e seis) quando os funcionários estavam passando fome vossa 
excelência abriu uma firma lá em Curitiba com o dinheiro da Prefeitura, 
inclusive quando o senhor ia lá pra Curitiba o senhor não podia passar ali em 
Castro que tem uma indústria de vinho lá que o proprietário estava cercando o 
senhor que até hoje vocês não pagaram. Eu vou trazer esse documentos, 
inclusive o senhor Presidente tem todos esses documentos na mão dele que em 
2012 que o senhor estava trocando farpas com ele, ele ia lá no gabinete do 
Prefeito e pegava os documentos que ia desmascarar vossa excelência porque 
vossa excelência tinha um pálio branco que era abastecido na conta da 
Prefeitura, então Vereador se alguém roubou vossa excelência também roubou e 
eu tenho um documento que vossa excelência tem cinco mandatos mais na 
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verdade eu acho que não valeu por nenhum porque todo Prefeito que entrou que 
não ajudou vossa excelência não presta, inclusive o nosso aqui nós alertamos ele 
pra tomar cuidado, o senhor recebeu o dinheiro lá que foi do FUNDEB pela 
educação tava belezinha fez um teve que empregar alguém estava beleza, mais 
agora o Prefeito não presta mais e inclusive o senhor fala e fala e eu esqueci de 
trazer a folha porque pro senhor o Prefeito só era bom em noventa e seis, porque 
vossa excelência trabalhava na junta militar, era Vereador e lesou o município 
mais de quinze mil reais porque o senhor recebia gratificação e Vereador não 
podia receber gratificação, então quando o senhor falar de ladrão o senhor tem 
que ter prova e eu já falei em vária reuniões aqui que não é que o senhor não 
gosta de nós, não gosta do ex Prefeito o senhor tem é dor de cotovelo porque o 
ex Prefeito foi Prefeito duas vezes e vossa excelência não conseguiu nem ser 
vice. Então Presidente fica aí minhas palavras a gente volta depois de dois meses 
de recesso pensando que a gente vai trabalhar pra população que está pedindo ali 
no Maria Julia, esta pedindo tampa buraco, aumento de creche e chega aqui a 
gente se depara com o Vereador Maurílio falando umas baboseiras que faz doze 
anos que o Vereador Maurílio fala e ele nunca provou. Traz lá a pula-pula que o 
senhor falou que foi super faturada, agora a firma de Curitiba que o senhor abriu 
todo mundo sabe que o senhor abrindo firma e os coitadinhos todos comendo 
manga, o palio que vossa excelência tinha o Presidente tem uma caixa que o ex 
Prefeito entregou pra ele de documento que o senhor abastecia, então o senhor 
não fala de ladrão não que seu telhado não é nem de vidro não tem nem telhado. 
Se for capturar todos os idosos aqui vossa excelência se lembra que inclusive 
meu pai foi lesado pelo senhor na época, então você vai lá o foro esta ali vai lá e 
denuncia, só para concluir senhor Presidente faz oito anos que o senhor fala 
1que roubou que pegou então vai lá e denuncia. Quero pedir desculpa aqui ao 
meu amigo Alemão que nunca me viu exaltado assim, quero pedir desculpas aos 
munícipes mais a verdade tem que ser dita, traz as provas aí seja homem, chama 
o ex Prefeito e fala na cara dele.” O Presidente pede para que o Vereador Cícero 
encerre suas palavras. O Sr Vereador Cícero fala: “bom Presidente meu muito 
obrigado, fica aqui mais uma vez meu abraço aos ouvintes da rádio nova 
geração, obrigado”. O Sr. Vereador Laércio Quitério diz: “Boa noite a todos, 
quero cobrar aí do poder executivo nas estradas rurais onde esta começando a 
safra, alguns produtores estão cobrando e que estão trabalhando nos sítios então 
peço um carinho especial e cuidado para com as pessoas que trabalham na zona 
rural. Também sobre o Maria Julia é claro que todos estamos torcendo pelo 
conjunto eu estive com o Prefeito e conversei com ele, ele foi na radia e pediu 
que as pessoas ligassem lá e ele disse pra mim que a empreiteira que pegou lá o 
serviço parou a obra e ele disse pra mim que ele já está tomando as providências 
através de advogado da prefeitura que foi culpa da construtora que pegou o 
serviço pra fazer e ele falou pra mim que esta tentando resolver e que ele já 
passou o dinheiro da contra partida já passou e a empresa esta exigindo mais 
dinheiro da prefeitura. Uma indicação também aqui do Vereador Fabio sobre a 
construção de ponto de ônibus na cidade, a Ouro Branco nem atendeu quando 
nós fomos lá, os diretores da Ouro Branco quais as condições que a empresa de 
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ônibus dá para os usuários que vai todo dia pra Londrina nenhuma, eles querem 
só levar o dinheiro de Jataizinho e o povo que fique na chuva, no sol, onde 
quiser porque eles não estão nem aí. É muito difícil Vereador porque todos nós 
fomos lá e eles prometeram e não cumpriram nada, acho que já esta na hora de 
nos reunirmos de novo e tomarmos algumas providencias, eu acho que só se nós 
formos lá ou parar e bloquear as estradas aí, as ruas e não deixar a circular sair. 
Então vamos esperar mais pra frente aí e fazer uma reunião com o Presidente, 
convocar o executivo, convocar os vereadores e nós irmos até londrina e 
conversarmos de novo ou convocar alguém aqui senhor Presidente alguém da 
Diretoria pra dar explicações aqui, eu gostaria senhor Presidente um 
requerimento verbal que convide alguém da diretoria pra dar uma explicação 
para nós aqui acho que seria a melhor solução porque nós já fomos lá e não 
adiantou nada, estarei discutindo aí os requerimentos do Vereador Clovis, muito 
obrigado senhor Presidente”. O Sr. Vereador Jorge Pereira diz: “Boa noite a 
todos, depois de um longo recesso nós voltamos para essa casa pra estar 
conversando com a população através da nossa sessão, é claro que eu 
principalmente e todos os vereadores fizeram algo pra estar ajudando a 
população de Jataizinho, sempre procuramos tentar ajudar a todos. Gostaria de 
dizer que na última quinta feira, para que a população saiba que nós cobramos, 
eu juntamente com o Vereador Anilton Murari, junto com o Vereador Fabio, 
Vereador Laercio, Vereador Adilson, junto com o Vereador Cícero nós tivemos 
aí uma reunião com o Prefeito Municipal fazendo pra ele todas as cobranças que 
são feitas para nós vereadores. Eu sei que o momento não é dos melhores em 
todos os sentidos, só que infelizmente que aqui pra Jataizinho as coisas estão 
sendo difíceis, os recursos federais são muito poucos que vieram pra nossa 
cidade e do governo do Estado muito menos ainda e nós sabemos que o nosso 
município a arrecadação que ele tem não dá condições para que aquilo que a 
população espera mais tem coisas que nós temos que dar um jeito e a situação 
do Maria Julia hoje é uma vergonha para o nosso município, eu passo todo dia 
ali é meu caminho e o dia que a coisa esta mais feia é a hora que eu passo e tem 
dia que meu carro não consegue passar na rua, então nós temos aí, o Vereador 
Laercio passou essa situação e nós sabemos que principalmente recurso do 
governo federal muitos deles receberam parcelas e foram cortadas as parcelas eu 
não sei se é uma chantagem da Presidenta com os vereadores, eu não sei se o 
governo do estado nós temos aí trezentos e cinqüenta mil de do governo do 
Estado só que nós temos aquela situação que tem que terminar gastar o dinheiro 
federal pra depois colocar o recurso do Estado então é tudo muito difícil mais 
nós temos que dar uma solução. Eu sempre tenho falado aqui e fica uma 
situação vem aqui o Vereador Maurílio que acusa e o Vereador Cícero que 
defende a administração passada mais a administração passada esta a cada dia 
mais se fortalecendo porque foi feito asfalto praticamente em noventa por cento 
do município e nós não conseguimos ainda dar uma solução para o Maria Julia. 
Eu queria dizer para os secretários que vocês têm que zelar pela imagem do 
Prefeito, parar de querer ficar aí de picuinha, com confusão. Eu muito pouco 
tenho enchido saco de secretário, não tenho pedido nada em lugar nenhum faz 
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muito tempo porque eu sei que eles tem muita coisa pra fazer mais eu quero ver 
a coisa acontecer, eu preciso disso aí em nome do povo de Jataizinho porque foi 
um compromisso que nós fizemos porque eu tenho certeza que ninguém 
esqueceu desse compromisso, quero o bem do Prefeito então tem que trabalhar 
e colocar em prática aquilo que a população quer. Não vou mudar aqui meu 
jeito, sou do lado do Prefeito e tudo que for bom pra administração eu vou 
ajudar e vou ser favorável. O tempo passa muito depressa e estamos aí 
terminado mais um ano da administração e todas essas coisas que estão sendo 
cobradas que o Prefeito junto com seus secretários mande aqui para essa Casa 
todas as informações do que esta acontecendo ou quando vai acontecer eu tenho 
um exemplo: o Mário Fedato começou a obra do posto de saúde do Pombal e até 
agora não terminou. Já é uma obra antiga que os Vereadores cobram, mas não 
porque o Vereador quer cobrar, mas porque é cobrado. Ele tem, diante deste 
microfone, diante da população, do povo que ouve a sessão desta casa, que dar 
satisfação. Hoje, quem começou esta obra está de licença, o Mário. É direito 
dele, como servidor público que ele é, mas não tem quem possa nos dar uma 
satisfação. Então nós vamos cobrar, e foi para isso que, quinta-feira passada, 
marcamos uma reunião com o Prefeito e o cobramos. Tudo isso que eu falei 
aqui, também falei para ele. Se ele gostou ou não, eu quero que ele pense em 
tudo que eu falei, em cada situação que os Vereadores falaram, porque a gente 
precisa urgentemente resolver parte da situação complicada em que está o povo 
de Jataizinho. Estarei aqui discutindo o regulamento que o Vereador Clóvis 
colocou na pauta do dia de hoje, estaremos também usando as explicações 
pessoais e quero, mais uma vez, agradecer o espaço que foi cedido aqui no 
expediente. Boa noite a todos”. O Sr. Presidente passa para o período destinado 
a Ordem do Dia de hoje. O Sr. Presidente coloca em discussão o Requerimento 
nº. 025/2014, de autoria do Sr Vereador Clovis da Silva Cordeiro. O Sr 
Vereador Clovis Cordeiro diz: “Boa noite a todos. Somos prisioneiros na nossa 
própria cidade. Não conseguimos sair daqui e atravessar o perímetro. Se você 
não quiser pagar o pedágio tem que passar pela estrada de terra. Para atravessar 
– dentro do município mesmo – você tem que gastar R$30,00 para ir e voltar, 
praticamente. É muito dinheiro. Uma vez perguntei aqui e me responderam que 
arrecadavam R$2.100.000,00 e retornava para o município R$67.000,00. É 
muito pouco. Estamos vendo com a Casa e chegamos a um número de 
R$3.663.000,00, que daria para o município R$109.890,00. Ainda é pouco para 
o tanto que eles arrecadam aqui. Vamos dizer que se a gente conseguisse se unir 
nessa casa, conseguir o apoio dos vereadores, fazer uma comissão, vamos lá 
conversar com esse povo, vamos deixar os R$109 mil e vamos tentar isentar: se 
você mora há mais de cinco anos no município e tem um carro emplacado aqui, 
que você seja isento deste pedágio. É um roubo, é muito dinheiro, gente. Pra 
você dar uma volta daqui ali é R$30,00, praticamente. Muito dinheiro. Gasta 
mais de pedágio que de combustível. Então acho assim: peço o apoio dos nossos 
pares, que votem favorável ao requerimento para que a gente tente chegar a um 
consenso com esse povo. Outra coisa: o Vereador pediu para limpar a trincheira 
ali, para pintar o viaduto olha se tem cabimento diversos requerimentos e 
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indicações na casa pedindo para eles fazerem um redutor de velocidade aqui e 
nós não conseguimos. Agora estou conversando com um Vereador e ali em 
Congoinhas – não tem nada a ver, não passa ninguém – colocaram um redutor 
de velocidade ali. É o que a gente precisava aqui. Em frente ao Versalhes, em 
frente ao auto-posto Água Branca, teria que ter. Olha o trafego para o frigorífico, 
para quem mora no Versalhes, quantas pessoas passam ali? O Vereador aqui tem 
uma empresa e funcionários que tem de atravessar ali, do outro lado da BR. 
Infelizmente nós vamos ter que esperar morrer mais um para que eles abram os 
olhos e coloquem alguma coisa para nos ajudar. Não para ajudar o Vereador, 
mas para nos ajudar, ajudar o município de Jataizinho em si. Agora, como o 
Vereador questionou ali, para que seja feito o pagamento correto para o 
município, mas quanto por cento você paga do valor para passar para lá, para 
quem tira o cartão, 50%? É justo isso aí? 50% para você ir para lá, R$7,00 para 
ir e mais R$7,00 para voltar, R$14,00 para ir e voltar. Aí eu pergunto para vocês 
quantos carros de Jataizinho passam para lá por dia, 20, 30? Vai quebrar a 
Econorte se isentarmos o município? Analisem para vocês verem. Peço o apoio 
da Casa, o apoio de vocês para que a gente consiga. No dia que conseguirmos 
fazer uma comissão aqui, que os moradores vão junto para conversar com os 
responsáveis deste bando de ladrões que tem ali. Eles nos deixaram prisioneiros 
dentro de nossa própria casa, aí você tem que dar uma de bandido, se você não 
tiver dinheiro tem que sair pelo buraco. Nós não somos bandidos, bandidos são 
eles. Nós temos que brigar para ver se esse povo abre o olho e tenta nos ajudar. 
Aí você pega uma corrida de moto-taxi: quanto custa uma corrida de moto-taxi 
para ir ao outro lado? O cara cobra R$100,00 seus e você tem que pagar 
R$20,00 de pedágio para quem não tem veículo e precisa cruzar urgente. Não 
consegue, a parte de saúde aqui tem que ir para Assaí, e eles não têm condição. 
Aí pega um moto-taxi, aí ficou mais caro ainda, porque tem a dita cuja da praça 
de pedágio dentro do nosso município, e nós ficamos presos aqui. Eu fui à 
BETEL em um negócio de recuperação aqui próximo de Uraí e eu tinha mais 10 
carros de irmãos. Se eu pagar para os 10 são R$300,00. Vou furar com eles. 
Furar, eu digo, vou pela Água das Flores, perto da propriedade do Vereador, 
seguimos pelo portão lá na frente, furamos e fomos embora. Pra voltar estava 
uma chuva, o carro passando nessa altura no riozinho próximo a propriedade do 
Vereador aqui, quase no meio do carro. Por quê? Porque não dava para pagar 
para todo mundo, ninguém tinha dinheiro. Então vamos furar. Vamos passar por 
dentro do mato porque nós não podemos passar pelo asfalto. Para passar os 10 
carros é R$300,00 ida e vinda. Então peço o apoio dos vereadores. Vou colocar 
nas mãos de Deus e vou lá conversar com esses caras, e colocar na rádio, 
quantas pessoas quiserem ir juntos, vamos lá conversar com esse povo, ver se 
nós conseguimos pelo menos isentar a nós, que somos reféns deles. São estas as 
minhas palavras”. O Sr Vereador Cícero Guimarães diz: “Presidente, quero dizer 
ao nobre Vereador Clóvis que o requerimento 025/14 eu vou adiantar, vou ser 
favorável, e gostaria que o Presidente pudesse ver uma reunião com o pessoal da 
Econorte, conforme o Vereador Clovis bate tanto na tecla. Tem coisa que eu não 
concordo também. Aqui eles dizem que passam mais de 8 mil veículos, um 
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tráfego danado aqui – inclusive uma moradora postou no Facebook um convite 
para que nós Vereadores estejamos tomando providências ali, se ela estiver nos 
ouvindo, Lia Bernal, eu falo em nome dos nove Vereadores, que se ela quiser 
fazer um movimento, um protesto ali, pode nos procurar, pode me procurar que 
eu vou ser favorável, porque essa semana mesmo eu quase presenciei ali dois 
acidentes, um com carro e um com uma criança atravessando. Aí você vai pedir 
o cartão que é direito dos cidadãos e eles inventam mil desculpas para não dar o 
cartão. Tem cartão que é renovação e você tem que se humilhar, pedindo, para 
liberar para o usuário, sendo que é direito dele. O que mais nos deixa indignado 
é que tem vários requerimentos, pedidos e indicações feitos pelos Vereadores 
para que seja tomada atitude ali e só fizeram estes quebra-molas quando 
aconteceu aquela tragédia ali com a esposa do Jorge (Bodinho). Você vai para 
Cornélio e tem dois redutores de velocidade, um na entrada de Cornélio, 60Km 
e mais na entrada de Congonhas ali, na entrada do motel, tem um redutor de 
velocidade ali. E você fica ali parado – esses dias eu fui buscar uns professores 
ali, estava meio adiantado, fiquei ali dez minutos parado e não cruzou um 
veículo saindo da entrada de Congonhas. Então eu acho que é um descaso com 
nós, Vereadores e com a população de Jataizinho. Está na hora de nós, o 
Prefeito, pegarmos e dar uma chacoalhada na Econorte, liberar estes cartões. Se 
eles não tem criatividade, nós vereadores – o Vereador Clóvis acabou de dizer 
aqui – se o morador mora há mais de cinco anos no município, que seja isento. 
Será que isso não passa na cabeça dos diretores? E gostaria também, Presidente, 
que Vossa Excelência marcasse também uma reunião com o Gerente de 
Operações, para estarmos conversando sobre este redutor de velocidade. Eu não 
sei se envolve tudo lá ou se é separado. Mas quero dizer para o Vereador Clovis 
que ele está certo, que a população está clamando. Tem munícipe que não 
consegue ter acesso à Econorte, procura a gente para dar uma força, fala que 
com o Vereador indo lá é mais fácil, mas nem assim está resolvendo. Então 
vamos dar uma chacoalhada na Econorte, vamos fazer um manifesto ali. Lia 
Bernal, se estiver me ouvindo, se quiser entrar em contato com a gente para ver 
o que pode fazer ali, porque como o Vereador Clovis falou, e o Vereador tem 
uma firma ali do lado, tem o posto Versalhes, você cruzar do Zé Rene pro lado 
de lá ou vice-versa é complicado. O frigorífico ali, tantos funcionários que 
passam ali, só por Deus mesmo que não aconteceu uma tragédia ali. Desde já 
quero dizer a Vossa Excelência que eu sou favorável ao requerimento”. O Sr 
Vereador Clovis Cordeiro diz: “Eu não consegui entender aqui, Dr. Zeca. Eu 
tinha pedido também (talvez eu não tenha entendido) que eu gostaria de saber 
(se não deu por esse aqui, vamos fazer outro requerimento) o que é feito deste 
dinheiro arrecadado. Esses 70, 67 mil (não foi colocado). Para vocês 
entenderem, esses 67 mil é o que o município arrecada. R$67 mil. Na verdade 
eu vou fazer outro requerimento em cima desse para o Poder Executivo para 
saber para onde vai essa verba, qual a finalidade dela. Como nós estamos 
arrecadando de um asfalto, talvez seria R$67 mil reais se eu pegasse e 
financiasse o asfalto do Maria Julia, talvez com 67 mil eu conseguia pagar o 
asfalto lá. Ou pegasse esses R$67 mil e tentasse ver o resto desses buracos aqui, 
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gente. Hoje você desvia de um e cai dentro de outro. Então a nossa cidade, 
infelizmente, está desvairada e à mercê de uma coisa que não funciona, a 
verdade é essa. Aí o Senhor faz um requerimento, por gentileza, para a próxima 
reunião, para saber qual a finalidade desse dinheiro, para onde está indo este 
dinheiro, qual o destino dele. E vamos dar a idéia também, talvez não resolva 
fazer um empréstimo aí, pagar em cima destes R$67 mil e fazer em cima do 
Maria Julia. São estas as minhas palavras, Sr. Presidente”. O Sr Vereador 
Maurílio Martielho diz: “Senhor Presidente, nobres pares, quero dizer ao meu 
nobre Vereador Clovis, requerimento que até já foi feito e até foi falado, a 
Econorte começou em 1998 aqui em Jataizinho, aonde o Prefeito (na época) da 
Administração, Luiz Yoshiharo Sato. Era Prefeito e foi feita a concessão à 
Econorte. Foi dado alvará de construção em Jataizinho. Foi feito um estudo e na 
época eu era Vereador e o Prefeito Luiz Sato falou para a Câmara que o pedágio 
ia – quem morasse no município – ninguém ia pagar. Não tinha uma 
qualificação, não tinha uma causa, não tinha nada. E que o pedágio ia dar 
mensalmente R$ 100.000,00 por mês (na época o Vereador Alex era Vereador 
junto comigo). É isso? 1998... Quando começou a construção do pedágio em 
1997. E que além de fazer um repasse ao município de R$100.000,00 por mês, 
ia dar em torno de 200 empregos. Começando nisso aí. E que ia crescer mais 
empregos. Olha bem, desde aquela época já existia a briga para o emprego em 
Jataizinho. Um Prefeito chega e fala que o município ia ser isento, que a 
população ai ser isenta, que o município ia arrecadar R$100.000,00 por mês e 
que ia ter 200 empregos. R$100.000,00 por mês, 12 meses... Um dinheiro que o 
município nunca teve R$1.200.000,00. Era uma arrecadação que... 200 
empregos. Frigorífico – que dava emprego – fechado em Jataizinho. Cerâmicas 
fechando. Vai ser bom. E nós acreditamos no Prefeito, Dr. Luiz Yoshihara Sato. 
Olha... Construíram o pedágio. E que todos os funcionários do pedágio seriam 
de Jataizinho. Terminou-se a construção, o pedágio começou a vigorar em 1998. 
Nada do que o Prefeito falou. Não tinha isenção o município. Tinham dois ou 
três funcionários de Jataizinho, o resto todo mundo de fora, e a arrecadação não 
ia ser o que prometido. Na época a arrecadação foi de R$23.000,00, em 1998. 
Começamos a briga. Eu fui um dos que começou a briga em Jataizinho. Não. 
Não pode. Não é nada que o Luiz Sato falou. O Luiz Sato era Prefeito. Gente, 
precisamos fazer alguma coisa. E na época o Vereador Alex era Vereador. O ex￾prefeito que administrou o município por oito anos, seu Luiz Fernandes, era 
Vereador. Adir, Marco Alexandre, Pedro do taxi, Erik, Rui Arai, Dirceu Bano, e 
todo mundo. Gente, vamos começar uma briga? Vamos. Fechou-se a estrada 
rural. Vamos abrir. Quando foram abrir a estrada rural, chamamos a população e 
foi meia dúzia. Quando chegou o oficial de justiça com a polícia rodoviária (o 
Jorginho participou também, na época não era Vereador) correu-se, olha, a 
máquina era de uma cerâmica, nós vamos ter que fazer um contrato que você 
que contratou a máquina para fazer o desvio. Falei que podia fazer. Na época a 
Econorte mandou para Uraí mais de 20 processos contra o Vereador Maurílio. 
Eles iam lá e fechavam eu contratava lá um cara pra abrir de novo na enxada à 
noite. Eles iam lá e fechavam de novo. Até que chamaram. Queriam que eu 
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fosse à Econorte, e eu falei que não, que vocês que tinham que ir até a Câmara, 
porque tem que falar perante os nove vereadores. Porque aqui foi passado pelo 
ex-prefeito desta maneira. Fechava, abria... O pessoal que passava por fora na 
época não tinham controle porque passava carreta de 45 toneladas em cima de 
uma ponte de madeira e não aguentou. As estradas rurais não agüentaram. 
Chegou uma época que nem eu podia passar por ali mais porque os moradores 
não conseguiam mais nem dormir, não podiam abrir uma janela, não podiam 
estender uma roupa porque o pessoal passava por fora. Até que se chegou à 
conclusão de que isentaram a zona rural (que ninguém paga até hoje) e que o 
pessoal da cidade iria pagar 50%. Não tem jeito de isentar 100%? Não tem. Mas 
pelo que começou, então, para Jataizinho, já era um bom negócio. Não foi um 
mau negócio. Como hoje o emprego acho que já está beirando 200 pessoas 
trabalhando e, entre a conservação de estrada, limpeza, asfalto, você passa no 
antigo armazém do Sr. Vilásio, hoje onde o Zé Rene construiu você vê bastante 
gente. Eu não tenho o tanto exato porque não sei te responder. Mas na época foi 
um negócio para o Município. Porque na época a gente também, todo mundo na 
cidade, tinha que ir para Uraí, que era nossa comarca. A nossa saúde era 
Cornélio Procópio e a nossa CIRETRAN era Assaí. Olha a situação que virou. 
Mas aí o tempo foi mudando. E para a isenção do pessoal da zona rural mais os 
50% do pessoal da cidade o município ia recolher 2%, o pedágio ia recolher 2% 
de ISS. Fizeram um termo de contrato, homologaram, eu assinei, o ex-prefeito 
assinou, o Prefeito assinou, então tem assinatura de todos, tem esse contrato até 
hoje. E aí foi passando o tempo, hoje se eu não me engano é 3% e daí já foi feito 
(eu, por exemplo, já fiz requerimento na gestão passada de 2009-2012 que na 
época o município estava sendo repassado R$67.000,00 por mês). Hoje eu não 
sei o valor que está sendo arrecadado, mas merece sim, porque está sendo falho. 
Na época você não tinha quantidade. O morador do sítio, se tivesse cinco carros 
poderia ter cinco cartões da zona rural, que era isento. O morador da cidade 
também. Com os tempos, não sei se o município foi dando muita corda, porque 
chega lá e começam a exigir muito da Econorte, o que aconteceu? Começaram a 
colocar limite que um morador da zona rural se tiver três carros ou quatro carros 
não pode, tem que escolher qual veículo vai utilizar. Não existe isso no contrato, 
muitas vezes discuti lá. Se você tem cinco carros você tem que ter o cartão de 
cinco, não importa qual você vai usar. E foi mudando. E foi dificultando para a 
nossa população. E muitas vezes não é só Vereador Cícero não, Laércio, Dill, 
Jorge, Polaco, Fábio, que tem a dificuldade. Que o povo procura a gente. E 
muitas vezes a gente tem que discutir lá. Eu falei pra senhora que é responsável 
nesta área que eu tenho um contrato que não fala que o morador da zona rural 
não pode ter mais do que 2, 3, 4 cartões. Não existe um limite. E eu tenho um 
contrato assinado que não fala isso. E ela fala que tem, que foi feito um acordo 
com o Prefeito. Falei para ela me mostrar, e até hoje ela não me mostrou. E 
muitas vezes um cidadão lá não consegue o cartão e aí você entra na briga, 
porque eles procuram a gente quando não conseguem fazer. Então, Vereador, eu 
quero dizer que o requerimento seu é de se aproveitar sim, porque realmente 
precisa, mas nós também temos que agradecer ela que está dando os empregos. 
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Mesmo que seja R$67.000,00 ou R$80.000,00. Que esse dinheiro, eu acho, está 
ajudando muito o município e que o tempo foi passando (o Vereador Jorge 
conseguiu também isentar os caminhões de cerâmica em 90%), os taxistas são 
isentos, não pagam nada, e realmente, Vereador, está certo. Vamos brigar pelo 
resto, e tenho certeza que pode contar com meu apoio no requerimento”. O Sr 
Vereador Cícero Guimarães diz: “Presidente, quero dizer ao Vereador Maurílio 
que na época desta luta, que envolveu bastante gente, ele se esqueceu de 
mencionar nosso amigo Luciano, que foi um guerreiro que esteve lá, o Luis 
Carlos Brandão, inclusive onde o Vereador Clovis passou, não sei se lembra, era 
uma ponte. Foi desviar um caminhão de veneno ou detergente, caiu e a ponte até 
hoje não foi arrumada. Dizer também que deste montante que é repassado do 
ISS, 15% fica para a saúde e 25% para a educação, e o restante fica na verba 
livre, que pode até usar no Maria Julia como Vossa Excelência citou, tá aí para 
comprar material de consumo”. O Sr Vereador Clovis Cordeiro diz: “É o 
seguinte, qual a minha opinião sobre todos os comentários que ouvi aqui hoje: 
nós temos uma vaca mecânica aí de lado que privilegia meia dúzia. Dez, doze na 
cidade que são privilegiados. Vamos tentar explanar. Até então o morador rural 
é isento. Aí eles colocaram um limite lá. Como tenho morador que mora e tem 
comércio aqui é dois veículos. Aí como a propriedade é lá eles colocaram um 
limite, falaram que não, agora você tem que pagar o pedágio. Até então ele era 
isento, agora não é mais, porque colocaram um limite de quilometragem ali e 
tem que pagar. Gente, vou deixar bem claro: 50% para o município. Você sai aí 
correndo atrás de R$6,50? Não vai. O certo era ir. O certo era juntar todo mundo 
que não tem esse cartão e ir lá. Mas ninguém vai, porque chega lá e eles não te 
atendem, eles te enrolam. Como já veio um par deles pedindo para ver o cartão 
para eles, eu desanimei com isso aí. Não vou atrás, pra mim ou para vocês. Se 
quiserem correr atrás de outros vereadores podem ir, mas eu não vou atrás disso 
aí. Porque eu acho uma falta de respeito. Teria que ter isentado o município, 
batido em cima da tecla. Porque não? Eu acho que, no meu ponto de vista, o 
negócio começou a ficar bom e meteram uma pedra em cima e largaram para lá. 
Ouvi comentários que o negócio estava quase pegando fogo, estavam quase 
abrindo lá, aí apareceu um povo aí da Econorte e deu um cala-boca aí numa 
meia dúzia de vereadores que tinham aqui nesta Casa num mandato passado. 
Estava quase conseguindo que isentasse o município. Deu um cala-boca aí em 
meio mundo e acabou. Todo mundo calou a boca. Vocês não eram vereadores 
na época. Mas tinha. Acabou. Largaram o município para pagar a conta de novo. 
Vocês querem ir lá, então tem que pagar 30 reais. Ou não vai. Ou corta pela 
estrada de chão. Se não vocês não vão. Então eu acho que se você tiver um ou 
dez carros, tem que isentar. Você prova que você mora aqui há mais de cinco 
anos, você tem um, dois, dez veículos, tem que isentar. Esta é minha opinião. Se 
não você está preso dentro de sua própria casa, entendeu? É isso que aconteceu. 
Eu procuro defender o direito de vocês. Tento. É difícil, mas eu tento”. O Sr 
Vereador Jorge Pereira diz: ”Vou ser bem breve. Dizer que sou favorável ao 
requerimento do Vereador Clóvis e dizer que hoje tem pedágio no Brasil inteiro, 
no mundo inteiro. E nós aqui em Jataizinho, com todo descontentamento do 
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povo, nós ainda somos beneficiados e outra cidade que teve o pedágio igual 
Jataizinho, na época fizeram uma caravana em Ponta Grossa e vieram aqui em 
Jataizinho para saber como que tinham sido feitas todas essas conquistas de zona 
rural não pagar, do pessoal da cidade ter 50% e nós somos fomos beneficiados. 
Conseguimos isso, como o Vereador Maurílio falou. Hoje gera aí uns 200 
empregos, Jataizinho tem essa receita que tem, que poderia ser melhor, mas... Só 
pra gente pensar, poderia ser muito pior. Eles colocariam o pedágio onde 
quisessem. Aonde o governo federal ou estadual que foi uma negociata 
monstruosa na época, só pra ter noção: em cima da ponte Rio - Niterói tem um 
pedágio. Em cima da ponte! Poderiam ter colocado na cabeceira da ponte do 
lado de lá. Aí Jataizinho estava lascado mesmo. Então poderia, pode e deve ser 
melhor, cada um luta por aquilo que é de interesse do município, porque é 
interessante. Eu, quando o ceramista estava em uma situação complicada, fui lá 
e fiz a minha briga (e consegui!) para que eles fossem isentados em 90% do 
preço do pedágio. Os taxistas – e alguns deles tinham propriedade rural – e 
quem não tinha não podia fazer corrida para o lado de lá, e nós conseguimos 
também, através da Econorte, esse benefício da isenção total. Então são 
conquistas que foram feitas ao longo do tempo. Se foi feita uma má negociação 
ou eles voltaram atrás no decorrer do tempo, nós aqui – Vereadores, Prefeito, 
Vice-Prefeito – fomos brigando para melhorar. Outros municípios que tem 
pedágio não tem ainda essas vantagens que nós temos, mas se tiver jeito de ter 
outras vantagens, eu acho que daí o Vereador Cícero pediu que fosse marcada 
uma reunião com essas pessoas que tem essa responsabilidade. Desde aquela 
época, eu acho, não houve uma conversa no sentido de nós conseguimos 
algumas melhorias que faltam para o nosso povo. Quem não tem foi porque não 
teve um povo para brigar como naquela época. Toda aquela confusão, isso que 
tem hoje não teria. Porque o governador passou aí falando que ia acabar com o 
pedágio, que ia fazer a rodovia da liberdade, e não conseguiu. Porque é uma 
coisa tão bem feita e não existe um governante aí de uma esfera maior do que o 
município que consiga. Eu estou junto com todos os vereadores que quiserem 
fazer uma reunião para conversar sobre essa lombada eletrônica. E nós já 
tivemos aqui essas cobranças desse redutor de velocidade. Isso vem desde que 
eu acompanho câmara em mil novecentos e alguma coisa. Já tinha gente 
cobrando para que fosse feita alguma coisa nesse sentido, quando não era 
pedagiado. E hoje a gente passa em Santa Mariana, entrada de Congonhas têm, 
tudo quanto é lugar tem, porque Jataizinho não pode? Se forem juntar todos os 
requerimentos feitos nessa Casa junto à Econorte eu tenho certeza que dá uns 
30. Se houver essa reunião eu com certeza vou participar. O Vereador Clovis 
colocou esse requerimento – e já vieram outros requerimentos nessa Casa com 
esse sentido aí – vamos cobrar. Se tiver ainda alguma coisa para ser feita, vamos 
fazer. Tudo que for bom para Jataizinho e outra coisa, como o Vereador disse: é 
muito pouca gente que usa o cartão para o lado de lá, se eles derem os 
documentos certinhos que não seja uma coisa que estará sendo irregular para a 
Econorte, eles podem, eu sempre falei que hoje, a SIRETRAN não é mais em 
Assaí, o consórcio de saúde que atende Jataizinho não é mais Cornélio, se a 
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comarca nossa não é mais Uraí, o que é que nós em Jataizinho temos que fazer 
para lá? Nada. Então dá o cartão e acabou. Então era isso que eu tinha para falar, 
e sou favorável ao requerimento do Vereador”. O Sr. Presidente coloca em 
Votação Única, tendo sido aprovado por unanimidade de votos, isto é 08 (oito) 
votos. O Sr. Presidente coloca em discussão o Requerimento nº. 026/2014, de 
autoria do Sr Vereador Clovis da Silva Cordeiro. O Sr Vereador Clovis Cordeiro 
diz: “Presidente, esse requerimento na verdade eu me deparei com uma situação 
inexplicável dentro do município. De repente a prefeitura tem dois veículos e 
estes veículos mandam uma multa para um munícipe que não tem nada a ver 
com isso. Eles vão conseguir me fornecer essa informação, o veículo está no 
nome da prefeitura, mas junto com essa informação eu gostaria que viesse cópia 
das multas, porque nós vamos pagá-las. Isso aconteceu um ano atrás e não 
deram pelotas para o munícipe e mandaram-no correr atrás dos direitos dele, e 
ele foi. Só que automaticamente a prefeitura acaba pagando a conta. O que era 
127 reais, hoje, vai gerar mais ou menos 20 mil reais. E nós, infelizmente, 
vamos ter que pagar a conta. De novo. Uma multa de 127 se transformou em 
900, veio outra de 900, veio outra de dois mil e pouco e o munícipe ali, pedindo 
pelo amor de Deus, que o IPEN (não é o INMETRO) ia protestar. Ele sendo 
comerciante, não pode ser protestado, se não, não conseguiria comprar nem uma 
bala fiado mais. E quem consegue ter um comércio hoje e comprar tudo à vista? 
Então o comerciante seria protestado, e automaticamente ele foi atrás. E agora 
nós vamos pagar a conta da burrice de uma meia dúzia que trabalha aí dentro, 
que vai dar mais ou menos uns 20 mil reais, e vai ter que pagar, chorando ou 
dando risada. Não sei se amanhã, se daqui um mês, mas vai ter que pagar. 
Infelizmente por questão de uma meia dúzia que está ali dentro, faltou atender o 
munícipe porque se tivesse acertado com ele não teria nada do que tá tendo 
agora, e infelizmente nós teremos que pagar essa conta. E daí eu gostaria de, 
junto com esse requerimento, que viesse cópia dessas multas para esta Casa. São 
estas as minhas palavras”. O Sr. Presidente coloca em Votação Única, tendo 
sido aprovado por unanimidade de votos, isto é 08 (oito) votos. O Sr. Presidente 
coloca em discussão o Requerimento nº. 027/2014, de autoria do Sr Vereador 
Clovis da Silva Cordeiro. O Sr Vereador Fábio Polônia diz: “Presidente, queria 
dizer que sou favorável ao requerimento do Vereador Clovis e pedir também que 
mandassem um ofício para a empresa que foi vencedora da licitação, mandando 
explicação para esta casa aqui do porquê de terem sido paralisadas as obras, o 
valor que foi recebido até agora por essa empresa, o valor que falta para receber 
e eles dando uma data prevista para terminar e se vai terminar a obra, porque 
acho que devem ter um contrato disso. Se eles têm o contrato, que eles passem 
para nós para que possamos estar dando respostas ao pessoal do Maria Julia. E 
isso com urgência”. O Sr Vereador Clovis Cordeiro diz: “Gostaria mais uma vez 
de dizer para vocês que eu fiz um requerimento em cima do Maria Julia porque 
falar todo mundo fala, mas na hora do documento eu quero ver me fornecer as 
informações com documentos. Não adianta ficarmos aqui batendo um no outro, 
tapa para cá e para lá e não resolver a situação do município. Uma posição 
correta para o munícipe, para ele saber o que está acontecendo no bairro dele, 
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porque veio “x” máquina que enterrou lá 10, 20 tubos e foi embora. E eu achei 
interessante o que o Vereador falou, de mandar um ofício para a empresa e a 
empresa mandar uma resposta para esta Casa. Eu quero uma resposta da 
empresa e uma do poder executivo. Porque eu quero? Por conta daquela placa 
que eles colocaram no Maria Julia. Uma mesma placa dessas nós colocamos no 
posto de saúde lá em cima e ficou um ano parado até começar a mexer de novo. 
Graças a Deus está acabando aquele posto de saúde, que também é uma novela. 
Então hoje nós temos o Maria Julia. R$615.950,00. Esse dinheiro, se conseguir 
fazer a rua principal onde a Dona Sandra tem o comércio dela ali, que não é 
boteco, é um belo de um comércio. Se conseguir fazer aquela rua, com galeria, 
tudo certinho. E o resto? Essa obra foi avaliada em R$2.000.000,00, logo que 
começou essa discussão. Teria que gastar dois milhões. O município, hoje, teria 
de ter dado uma contrapartida de R$370.000,00. O governo depositou 
R$130.000,00 e tem mais R$122.925,00 e mais R$122.950,00 que não está no 
caixa também. Então esse é o tal dos R$250.000,00 que nós viemos 
questionando lá atrás. Onde um par de vereadores falou que um ganhou 
R$300.000,00 o outro ganhou R$200.000,00 o outro R$100.000,00, então nós já 
teríamos ali R$1.5 milhão de promessas. Com R$1.5 milhão nós já estaríamos 
com 70% da obra. Com essa contrapartida nós terminaríamos a obra do Maria 
Julia. Com o tanto de dinheiro que foi prometido, de quando nós entramos nessa 
Casa. O Maria Julia foi um dos nenéns que eu peguei para cuidar desde o 
começo do mandato. Se pegarem todas as pautas de reuniões, é rara a reunião 
que eu não falei do Maria Julia. É o filho feio de Jataizinho. E o Clovinho 
pegou, e estou pedindo pelo amor de Deus para que dê uma resposta para vocês 
que moram lá, uma resposta de verdade. Não adianta ficarmos tampando o sol 
com a peneira e ficar falando que vai vir isso, ou aquilo que não. Do jeito que tá 
aqui não. Isso aqui foi tirado do sistema. R$250.000,00, R$122.000,00 está 
enterrado naqueles tubos que colocaram ali e se a gente não tiver uma 
explicação certinha vamos perder esses outros R$122.000,00 que estão aqui e a 
contrapartida da prefeitura não temos para dar. E vou falar uma coisa: as duas 
bistecas estão em pé e eu só acredito vendo. Só acredito a hora que eu pisar 
naquele asfalto. E por isso estou pedindo documentos, pra eu chegar e dar 
documento para vocês, para vocês olharem. Não adianta tampar o sol com a 
peneira para vocês que infelizmente vai longe aquilo. Eu gostaria de falar para 
vocês que semana que vem vai começar de novo, eu gostaria. Mas infelizmente 
não adianta, não é bem do jeito que estão pintando, o negócio é bem mais feio 
do que estão pintando aí na cidade. Vamos tentar dar a resposta certa para a 
população, não falar o que vocês querem ouvir, se não vou estar mentindo. Não 
adianta. Vamos tentar dar uma resposta certa para vocês, eu acredito que vão 
responder meu requerimento, respondendo meu requerimento eu tiro cópia e 
levo casa por casa e coloco na caixa de correio de vocês, moradores do Maria 
Julia. Vamos esperar em Deus que funcione aquilo, porque eu não acredito. São 
estas minhas palavras e conto com o apoio dos nossos pares”. O Sr Vereador 
Jorge Pereira diz: “Sou favorável ao requerimento do Vereador e dizer que de 
repente os vereadores aqui colocaram um mundo de dinheiro e no final deu 
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R$1.5 milhão. Desde o começo eu ouvi aqui – e também disse – que tinha 
R$245.000,00 que era uma emenda do Deputado Federal João Arruda e esses 
R$350.000,00 que é, lá no início do mandato do Prefeito uma reunião em Foz do 
Iguaçu, não só para Jataizinho mas todos os municípios do tamanho de 
Jataizinho foram contemplados com R$350.000,00. Eu nunca ouvi aqui coisa 
diferente disso. Se somar os R$350.000,00 com os R$245.000,00 vai dar 
praticamente R$600.000,00. Foi o que eu ouvi, desde o começo. Agora, que a 
obra fica cara, ela fica. E o município tem que dar uma contrapartida de 
R$370.000,00. Agora, pensa bem, tinha que ser olhado com atenção. Como você 
recebe um convênio de R$245.000,00 e você tem que dar uma contrapartida de 
R$370.000,00? Eu acho que teria que ter, na época, olhado. É complicado, 
agente sempre vê: vai construir uma escola, a contrapartida do município é o 
terreno. Vai vir uma verba de R$1.000.000,00. O município vai ter que dar uma 
contrapartida de 30%, R$300.000,00. Agora, recebemos R$245.000,00 e temos 
que pagar aí R$370.000,00 de contrapartida. Teria que ter tido essa atenção, esse 
cuidado, e o dinheiro que desde o começo todo mundo falou são estes dois 
recursos. Um do PAC que foi criado pelo governo Beto Richa e esses 
R$245.000,00 que é uma emenda que o Deputado João Arruda colocou. E eu 
falei lá no começo, no expediente, que tem que ser feito uma mágica. Tem que 
arrumar um dinheiro, tem que correr atrás. Quando a empresa pegou para fazer, 
com esse recurso que começou a abrir, fazer essa galeria, aquele monte de tubo 
eu fiquei pensando... Não sou engenheiro, não sou expert no assunto mas tinha 
certeza que a empresa veio para a licitação e tinha feito um grande negócio 
errado para ela, e tanto que ela deu unha. É só olhar certinho e fazer as contas, 
porque asfalto é caro. Fazer toda uma obra debaixo da terra que tem que ser feita 
– essas galerias – se torna ainda mais caro. E ficou inviável para a empresa e ela 
sumiu. E dificilmente vai voltar. O agravante é isso aí. Agora o município tem 
que fazer um monte de coisas, correr atrás dessa empresa juridicamente e 
enquanto isso o Maria Julia fica do jeito que está. Difícil. Então sou favorável ao 
requerimento do Vereador. Que do dinheiro que eu tenho ouvido aqui, que eu 
falei e que eu ouvi outros vereadores falarem são estes dois recursos de 
R$245.000,00 e de R$350.000,00, totalizando R$600.000,00 e não R$1.5 
milhão”. O Sr Vereador Clovis Cordeiro diz: “Bom Vereador, eu não sei se 
vocês lembram de um comentário que eu fiz aqui antes. Falei povo do Maria 
Julia – com essas palavras – é a mesma coisa de você oferecer um doce para 
uma criança, deixar ela contente depois tirar da boca dela. É a mesma coisa. A 
hora que chegaram aquelas máquinas o Maria Julia dava pulos de alegria. 
Vereador, agora vai. Eu falei duvido. Duvido. Gente, olha onde chegamos. Pego 
uma placa e coloco lá: Seiscentos e quinze mil e tarará. Tem uma contrapartida 
do município de R$370.000,00, mais R$245.000,00 do governo federal. Nós 
tínhamos consciência de que não íamos conseguir fazer o serviço. Até o Prefeito 
falou, no dia que apareceu aqui, que iria fazer. Não, eu comentei, uma reunião 
antes, que não adiantava fazer uma rua só. Se fizesse uma rua não fazia 
nenhuma, porque o resto ia ficar no barro, e infelizmente eu vou falar, nem a de 
vocês vai. Porque se demorar mais um pouquinho esse dinheiro vai embora 
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também, esses R$125.000,00. Então eu falo que infelizmente é tampar o sol com 
a peneira, e vamos por nas mãos de Deus aí que consiga alguma verba aí. Não 
tem onde buscar. Vamos ver se trazem essa empresa de volta. A empresa fechou 
um contrato sabendo que ia se quebrar? Veio e fez cinco ou seis valetas e o 
dinheiro já acabou? Que contrato estranho. É estranho. Mas eles vão mandar 
documentos aqui, mandando ofício para a empreiteira nos informar o que 
aconteceu e nós estaremos aguardando. E eu gostaria de deixar um convite do 
pessoal do Maria Julia para virem assim que chegar a documentação para estar 
vendo a resposta que nós vamos ter a respeito do conjunto de vocês, porque está 
difícil. Infelizmente. São estas as minhas palavras”. O Sr Vereador Maurílio 
Martielho diz: “Ta aí. Depois o Vereador Maurílio fala demais, como o 
Vereador Cícero disse. Que lá embaixo, na descida, não precisa de galeria. Eles 
tinham que fazer um asfalto. Aí eu falo pra vocês, Vereador. Então quem mora 
lá embaixo pode ser inundada a casa que lá de cima não tem problema. Vossa 
Excelência falou que lá não foi feita galeria porque é descida, então a galeria 
tinha que ser feita na rua de baixo. Veja bem, eu acho o seguinte: é aquilo que 
eu falei. Promessa de campanha para ganhar voto. Porque o Prefeito que tem um 
planejamento e um engenheiro na prefeitura tem que, primeiro de tudo, fazer um 
planejamento. Não se faz um asfalto porque é descida, porque não precisa de 
galeria fluvial de água. Primeiro se começa na galeria de água, porque lá 
embaixo tem que ter captação da água de chuva. Mas não, por questões de 
política, porque tinha que ganhar a eleição, porque o seguinte, Vereador, pode 
ter certeza que se tivesse perdido a eleição, como sempre falei, essa prefeitura ia 
ter uma auditoria, e eu tenho certeza que alguém ia ser preso, e eu tenho certeza 
que eu não seria preso”. O Sr. Presidente diz: “É para falar sobre o 
requerimento, Vereador”. O Sr Vereador Maurílio Martielho diz: “É disso que 
eu estou falando. Para ganhar a eleição, prometeram o asfalto, enganaram lá. E 
eu sempre falei para vocês. Olha, um Prefeito para assinar um convênio que o 
município tem que entrar com 50% da contrapartida um Prefeito não pode 
assinar isso nunca, porque o município não dá conta. O Prefeito esta bancando 
mais de contrapartida do município do que o governo. Porque? Porque ele 
precisava do voto dos moradores do Maria Julia. E foi isso, porque os outros, 
onde foi feito asfalto nas gestões anteriores, que foi feito 95%, o dinheiro veio a 
fundo perdido do governo federal, o município não teve que entrar com 
contrapartida. Mas porque? Porque o dinheiro era para fazer o asfalto, e não 
podia ser desviado para outra coisa. Aí foi feito. Porque era um compromisso do 
governo federal, com os Deputados – na época o Paulo e a Grace – então o 
município não entrou com contrapartida, o dinheiro veio a fundo perdido. Mas 
ali no Jardim Maria Julia o Prefeito assinou o convênio, mas o município esta 
entrando com mais, Vereador Clovis, e o município não tem dinheiro, não pode 
honrar com o compromisso, e aí começou a inventar porque ia aplicar isso. 
Outra coisa, vou mais além, como aconteceu no posto de saúde, nas 49 casas lá, 
o município não pode dar o dinheiro que está depositado no caixa da prefeitura 
sem um cronograma, sem uma medição. Porque a medição só atinge 30%. 
Porque o que acontece aqui em Jataizinho? Acontece que tem compromisso 
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político, porque ajuda na campanha, a empresa nem começa o serviço e a 
prefeitura assina um cheque de cento e poucos mil, dá para a empresa, a empresa 
pega o dinheiro e não executa a obra? Porque? Porque o Prefeito manda liberar. 
Se tivesse um engenheiro e cobrasse dele que fosse lá e fizesse a medição. 
Quanto atingiu? 10%. Olha, nós temos cento e poucos mil depositados no caixa 
da prefeitura. Atingiu “x”: olha, você não pode pegar todo esse dinheiro, porque 
não atingiu a medição. Mas não aqui, aqui é a Deus dará. E eu sabia que ia 
acontecer isso aqui. Porque aconteceu no posto de saúde. Inventaram que a 
empresa faliu. Mentira. A empresa pegou tudo esse dinheiro, depois disse que 
não tinha mais dinheiro. Ficou tempo para voltar, mas saiu comentário que a 
empresa tinha falido, que a empresa tinha ido embora. E eu fui lá e quando 
cheguei lá passei por cara de pau, falei mas qual a empresa que está fazendo 
serviço agora. A mesma empresa que começou. E porque ficou parado seis 
meses? Porque a prefeitura deixou de repassar o dinheiro. A prefeitura repassou. 
Só que eles gastaram todo dinheiro e não atingiram mais a metragem. E aí o 
governo não mandou mais dinheiro. E ficou enrolado e o povo lá perdeu. Então 
é isso. Falta de administração. Nunca pode ser liberado o dinheiro se não atingiu 
uma porcentagem de construção. Aí a empresa ganha a licitação aqui, tem 
R$200.000,00, nem começou o serviço o dono da empresa vai lá no caixa da 
prefeitura, a prefeitura pega o dinheiro e ele recebe. Então é isso que acontece 
no nosso município. E acontece porque pegaram a fraqueza do município. Não 
dá nada não, aí vai brigar na justiça e cadê que foi devolvido o dinheiro? Cadê? 
Realmente, Vereador, eu não tenho condições de fazer porque na verdade nós 
fizemos um projeto aqui para fazer um quebra-molas mas não pode porque tem 
gasto, e quando gira gastos não pode, porque tem que vir do Prefeito. Eu não 
posso fazer um projeto aqui para construir um quebra-molas na frente do 
Sicredi, porque tem que comprar asfalto, cimento, areia. E nós não podemos. Eu 
tenho consciência de uma coisa: tenho cinco mandatos, mas o meu papel eu 
faço. Obrigado, Presidente”. O Sr Presidente diz: “Só queria falar para a 
população que esse requerimento vai ser bom para estarmos explicando para a 
população que como a maior parte do convênio seria gasta pelo município, há 
um agravante que os vereadores terão de se posicionar futuramente que se uma 
obra fica mais de R$600.000,00 – e ia ficar mais – se o convênio era de 
R$245.000,00 e o Prefeito contratou esse convênio sem ter a outra parte do 
dinheiro, pegou esse dinheiro do governo federal e aplicou na obra sem a 
empresa fazer o serviço, isso é no mínimo cabível o afastamento do Prefeito. 
Então os vereadores tem que pensar bem o que estão fazendo porque na verdade 
vocês vão estar elencando um crime ao Prefeito por ele ter pegado um dinheiro 
de verba pública federal e pagado essa obra sem ter a disponibilidade do outro 
recurso. Vou fazer um convite para o Prefeito – se ele estiver escutando – se ele 
quiser (a próxima semana eu acho difícil porque o Juiz Eleitoral vai estar aqui 
falando aos vereadores sobre as eleições) para estar aqui no dia 18, porque se for 
verdade isso é muito grave, passível de crime penal, improbidade administrativa, 
e cabível até o afastamento do Prefeito para estar averiguando isso, então eu 
acho grave isso. Uma coisa é não receber o dinheiro e não executar a obra, outra 
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coisa é você receber o convênio, tendo a contrapartida, e outra coisa é usar de 
má-fé, usando a população, receber esse recurso e pagar a empresa sem executar 
o serviço e sem previsão de ter o dinheiro para executar o resto da obra”. O Sr. 
Presidente coloca em Votação Única, tendo sido aprovado por unanimidade de 
votos, isto é 08 (oito) votos. O Sr. Presidente passa ao período das Explicações 
Pessoais e solicita do Primeiro Secretário se há algum Vereador inscrito. O Sr 
Vereador Maurílio Martielho diz: “Senhor Presidente, eu tenho que falar que 
quando ouvi o Vereador Cícero falar, eu teria que esperar minha vez mas já 
havia falado. Aqui é assim, quando você fala primeiro, tem gente que gosta de 
soltar a franga, porque depois você não pode retrucar. E eu pedi para trocar de 
vez para falar por último porque eu quero dar umas explicações para o meu 
nobre Vereador Gordo que eu trabalhei na junta militar sim, por muito tempo, e 
recebi a gratificação porque todo mundo que trabalha na junta presta um outro 
serviço mas recebe a gratificação como o José Carlos, o Zinho recebiam, como 
quando eu saí da junta militar, o pai do Vereador aqui, Alex Faria, o Valto – 
falecido – recebia. Como hoje a Sra. Evelise que é a responsável pela junta 
militar recebe a gratificação também, então o que eu recebi era de lei, certo? 
Outra coisa: o senhor tinha que ter denunciado. Então eu quero falar para o 
município que, primeiramente, a lei existe e deve ser cumprida. Segundo que eu 
toda a vida tive um carro, meus carros – faço um desafio ainda! – todos os 
carros que eu comprei se não está no meu nome eu financiei no nome de 
alguém, e que o senhor traga o carnê, porque os meus carros eu compro em 60 
meses. Que o senhor traga o carnê do carro do senhor que é financiado. Quero 
dizer também que a gente vê cada coisa que acontece também (diária). Quero 
mostrar aqui que existem coisas erradas. Meu caro amigo, Vereador Cícero, vou 
fazer uma comparação. Existe uma lei de diária? Existe. Concordo que a lei 
existe. O Vereador Cícero pegou uma diária aqui para ir dia 12/04/2014 saída 
08:00 e retorno às 18:00. Meia diária para sair do município de Jataizinho até o 
município de Assaí, no valor de R$71,00. Ta aqui. Existe a lei. Eu estou com a 
palavra, Senhor Presidente. Ele pode falar outro dia. Outro dia o senhor se 
defende. Vereador, existe a lei, eu concordo que o senhor recebeu R$71,00. O 
senhor saiu 08:00. E o outro motorista, Valdir Soares Fragoso, saiu o dia 
22/02/2014 às 05:30 e retornou no mesmo dia às 16:00. Foi à Campo Mourão – 
de Jataizinho a Assaí são 18km, e daqui a Campo Mourão são mais de 200km – 
ele pegou meia diária de R$71,00”. Vereador Cícero interrompeu o Vereador 
Maurílio. O Presidente pediu ordem e respeito. Vereador Maurílio diz: “Vossa 
Excelência quer ajudar nosso município, mas está dentro do que está dentro da 
lei. Veja bem”. Vereador Cícero volta a interromper o Vereador Maurílio. 
Vereador Maurílio Martielho diz: “O senhor em Assaí, tendo almoçado e 
tomado um refrigerante, eu tenho certeza que o senhor não gastaria mais do que 
R$30,00. Eu tenho certeza que o senhor não errou. Mas se o senhor tivesse 
consciência, existe uma lei! Onde já se viu um motorista andar 200km e receber 
o mesmo que o senhor. Analise bem o que está acontecendo aqui na 
administração. A corda está bamba. O Prefeito foi para Curitiba juntamente com 
Élio Duque, Antonio Claudio Lemes. 3 diárias e meia decorrente da viagem do 
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servidor à Curitiba com saída prevista para dia 03/06/2014 e retorno dia 
04/06/2014, em companhia do Prefeito Municipal e do servidor Gerson Gomes 
de Moura, que estiveram em visita à Assembléia Legislativa no DR, na 
COHAPAR e na Câmara Municipal de Pinhais. Aí eu faço uma pergunta: o 
servidor que não tem nada a ver, que não é nada, foi em companhia do Prefeito, 
pegou uma diária de R$825,00, o Prefeito pegou duas diárias e meia, 
R$1.450,00 e o motorista que foi lá pegar o caminhão no pátio pegou uma diária 
e meia, R$270,00. É por isso que eu falo – e isso vem da administração passada, 
dos oito anos – vem lesando nosso município.” O Sr. Presidente diz: “Vamos 
encerrar nossa reunião”. Vereador Maurílio Martielho diz: “E realmente, 
Vereador sozinho, aqui, não consegue. Sabe por quê? Porque tem os vereadores 
que se vendem para o Prefeito! Que vivem dentro de gabinetes e que não podem 
cobrar, não podem falar, porque são dependentes. É por isso que hoje o nosso 
município está dependente. Lógico. Não sobra dinheiro para fazer o asfalto, não 
sobra dinheiro para fazer o muro do ginásio, do campo, que faz três anos que a 
enchente derrubou. Por quê? Porque está uma farra de diárias. Onde se viu? Um 
servidor sair daqui – o João Rogério ir a Curitiba para protocolar um 
requerimento na Secretaria de Esportes para pedir material esportivo e aí no 
mesmo dia, junto com o João Rogério, vai o tesoureiro da prefeitura, o seu 
Orlando Maeda, também protocolar um requerimento e cada um pega diária de 
800 e poucos reais. Para protocolar um requerimento. E aí eu que sou o safado, 
eu que sou o ladrão aqui, desde 1990. Mas eu não usei madeira de festa junina 
para construir casa minha, não. Eu não usei madeira de prefeitura para construir 
minha casa. Eu fiz com meus recursos. E faço um desafio para o Vereador. 
Como eu falei: traga o seu carro que foi alienado quando ele comprou. Porque 
meus carros são alienados. Não tenho vergonha de falar. Então, se for ver aí, se 
descobrir casa aí vai ter que derrubar casa. Porque a madeira é do município. E a 
madeira era de festa junina. Certo?”. O Sr. Presidente diz: “Vamos encerrar, 
Vereador”. Vereador Maurílio Martielho diz: “Eu estou com a palavra”. O Sr. 
Presidente diz: “Mas vamos encerrar, passou o tempo”. O Sr. Vereador Maurílio 
Martielho diz: “Mais uma ainda. O Vereador Cícero era secretário na gestão 
passada, podia se inscrever aqui, porque eu acusei. Várias vezes falei que 
secretário foi colocado no cargo por questões políticas, porque tem secretário 
que só sabia fazer nada sentado na areia, porque não tinha capacidade de 
assumir o cargo”. O Sr. Presidente diz: “Vereador, acabou o tempo”. O Sr. 
Vereador Maurílio Martielho diz: “Presidente, essas são minhas palavras. Se 
você se sentiu ofendido, Vereador, a comarca de Uraí está lá, a delegacia... 
Sinta-se a vontade”. O Sr Presidente diz: “Não havendo mais vereadores 
inscritos, queria explicar para a população: chegou um ofício do Ministério 
Público, do Núcleo Regional de Proteção do Patrimônio Público que já era 
aguardado, estão enviando a todos os municípios. Leitura do ofício. Explica para 
a população – principalmente aos agentes comunitários da saúde e do combate a 
endemias – que devem reivindicar para que os vereadores mandem ofício para 
que o Prefeito agilize o projeto federal do piso salarial dos agentes comunitários 
no valor inicial de R$1.040,00. Foi muito importante o Delegado ter estado 
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presente hoje para explicar a realidade dos fatos. Quero avisar que no dia 11/08 
estará aqui o Dr. Sérgio Assis Leme, o Juiz Eleitoral responsável pela comarca 
de Ibiporã e pela zona 080 que é a zona que Jataizinho faz parte. É importante 
principalmente para os vereadores que estarão aí nas campanhas para 
Deputados. Dia 19/08 fica o convite oficial para o Prefeito estar aqui falando 
sobre a situação atual de Jataizinho e para os próximos dois anos. De antemão 
peço que se o Prefeito vier, que não venha com máquina fotográfica para ficar 
tirando fotos com eleitores e ficar mentindo para a população. Quero que ele 
venha e fale para a população: isso nós vamos e isso nós não vamos poder fazer. 
Se não os vereadores fazem com a maior boa vontade igual a última vez, damos 
uma palavra de crédito para o Prefeito e eu acabo ficando até com dó de alguns 
vereadores da base do Prefeito, porque acabam passando por mentirosos, porque 
nós viemos, fizemos nossa parte, trouxemos o Prefeito aqui e ele disse que até o 
final de Maio ia estar começando a obra do asfalto e o asfalto do Maria Julia 
provavelmente não vai sair. Essa semana, encerrando, escutei algumas frases de 
efeito sobre os políticos do nosso país, principalmente sobre os prefeitos, sobre 
os governadores e sobre o Presidente da República, dizendo – não tem nada a 
ver com Jataizinho – Prefeito quer pagar compromisso político de emprego com 
seus afilhados? Monte uma empresa e ponha-os para trabalhar nela. Prefeito 
enrolado, morre de enfarto às 13:02 e perguntam ao Vice o que ele fará. Ele diz 
que vai pedir a renúncia às 13:01. Um minuto antes da morte do Prefeito, para 
que eu não assuma as besteiras que ele deixou no cargo. Prefeito popular o povo 
corre atrás para abraçar e tirar foto, Prefeito populista corre atrás do povo para 
abraçar e tirar foto. Prefeito humildade trabalha com humildade para trazer 
humildade, e não usa do humilde para não trabalhar. Prefeito incompetente bom, 
é Prefeito dia 31/12 do final do seu mandato. Uma boa noite a todos”. Estavam 
presentes ao final os Srs. Vereadores Alex Faria, Laércio Quitério, Anilton 
Murari, Clovis Cordeiro e Maurílio Martielho. Nada mais havendo a ser tratado 
declara encerrada a presente sessão. Sala das Sessões da Câmara Municipal de 
Jataizinho, aos quatro dias do mês de agosto de 2014. 
-Alex Antonio Gomes de Faria￾Presidente
-Fábio de Morais Polonia￾Primeiro Secretário 
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