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materia nº 117/2007

Tipo Anteprojeto de Lei
Número / Ano 117 / 2007
Date 2007-11-13
EmentaAutoriza o Poder Executivo a incluir programa, ação, objetivo, e meta no Plano Plurianual- PPA 2006/2009, e em seu anexo I.
native_id1816

Autoria

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: ocr · backend: tesseract · confidence: 0.78 · pages: 24

| Câmara Municipal de Pontal do Paraná
Mensagem Nº: 112/07 Processo Nº: 1141107
Projeto de Lei nº 117/07
| Emenda: “ Autoriza o Poder Executivo a incluir programa, ação , objetivo e
metas no Plano Plurianual -PPA 2006/2009 e em seu Anexo | ”
e
Apresentado em 05/11/07
1º votação : 13/11/07 Redação Final : 20 [11/07
——
Obs: APROVADO O PROJETO
e I- ma E ]]— e
AV. BEIRA MAR S/Nº - PONTAL DO SUL - FONE (41) 3455-8950
CÂMARA MUNICIPAL DE PONTAL DO
PARANÁ
Estado do Paraná
Palácio “Prof. Getúlio Serafim do Nascimento”.
OFÍCIO N.º 463/2007
Pontal do Parana, 21 de novembro de 2007
Ao Exmo.Sr.
Rudisney Gimenes
DD. Prefeito Municipal de Pontal do Paraná
Anexo encaminho a Vossa Excelência, Projeto de Lei nº 117/07.
O referido Projeto vai autografado por esta Presidência, para providências preceituadas
no Art 51 da Lei Orgânica do Municipio
Renovamos nossos protestos de estima e consideração
Respeitosamente,
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. .
Soltcitante Nº PROCESSU
CÂMARA MUNICIPAL DE PONTAL DO
“Av. Beira Marsin*-P| PARANÁ - 0F.463/2007 6104/2007
Assimto Data Estraha
Encaminha projeto da jai 117/57 22/11/07
Cod Acesso Intermet ud. Acme tniurunt:
6104.2007.11.22.17355420
CÂMARA MUNICIPAL DE PONTAL DO PARANÁ
Estado do Paraná
Ee)
PROJETO DE LEINº 117/07
Faço saber que a Câmara Municipal na sessão do dia 13 e 20 de
novembro de 2007, aprovou a seguinte Lei.
Súmula: Autoriza o Poder Executivo a
incluir programa, ação, objetivo e metas no
Plano Plurianual — PPA 2006/2009 e em seu
Anexo 1.
Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a incluir, no Anexo 1, da Lei Municipal nº
602, de 5 de agosto de 2005 — PPA 2006/2009, a seguinte programação para ser executada no
corrente exercicio:
FUNÇÃO DE GOVERNO: 10 - SAÚDE
Subfunção: 301 - ATENÇÃO BÁSICA
Programa: 0039 — Saúde para a Comunidade
1º Meta: Construção de Posto de Atendimento a Saúde na Aldeia Indígena Sambaqui
Unidade: metro quadrado — área total = 30,00m?
Projeto orçamentário: 1.030.000 — Construção de Posto de Atendimento Aldeia Indígena
Sambaqui
Recursos para 2007: R$ 15.000,00 (quinze mil reais)
2º Meta: Aquisição de Equipamentos conforme Oficio nº 1501/07-CORE/PR e nº 201/07-
DSEIPR
Atividade orçamentária: 2.077.000 — Aquisição de Equipamentos a Aldeia Indigena Sambaqui
Recursos para 2007: R$ 3.000,00 (três mil reais)
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Pontal do Paraná , em 21 de novembro de 2007
Av. Beira Mar s/nº - Pontal do Sul - CEP 83255-000 - Pontal do Paraná/PR - Fone (41) 3455-8950
Prefeitura Municipal
Pontal do Paraná
GABINETE DO PREFEITO
GESTÃO
Raman 2005/2008
Ofício nº 543/GAB Pontal do Paraná, 31 de outubro de 2007.
Assunto: Encaminha Mensagem nº 112/07 f é:
Excelentíssimo Senhor Presidente:
Conforme preceituam os Artigos 46, $ 1º, e 67, inciso XIII, da Lei Orgânica do
Município, vimos através deste, respeitosamente, solicitar que seja apreciada de forma
extraordinária e em regime de urgência, por essa Casa Legislativa, a Mensagem nº 112/07,
acompanhada do Projeto de Lei que “Autoriza o Poder Executivo a incluir programa, ação,
objetivo e metas no Plano Plurianual — PPA 2006/2009 e em seu Anexo I”.
Aproveitamos a oportunidade para externar nossos protestos de elevada estima é
distinta consideração.
"MARA MUNICIPAL De PONTAL DO PARANÁ
PROTOCOLO
Hora O
Resp
Excelentíssimo Senhor
ALEXANDRE GUIMARÃES PEREIRA
Presidente da Câmara Municipal de Pontal do Paraná
Rua Noêmio Gabriel Simas, 675 - CEP BISA OE 1
Rua Noêmio Gabriel Simas, 675 — CEP 83255-000 Fone/FAX (041) 3972-7000 EMail - prefeiturafDpontaldoparana pr.gov.br
Balneário de Praia de Leste - Pontal do Paraná - PR
Prefeitura Municipal
Pontal do Paraná
É GESTÃO | GABINETE DO PREFEITO
| Mt” | 2005 / 2008
PROJETO DE LEI (2 4 s
Súmula: Autoriza o Poder Executivo a incluir
programa, ação, objetivo e metas no Plano
Plurianual — PPA 2006/2009 e em seu Anexo L.
Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a incluir, no Anexo I, da Lei Municipal nº 602,
de 5 de agosto de 2005 — PPA 2006/2009, a seguinte programação para ser executada no corrente
exercício:
FUNÇÃO DE GOVERNO: 10 - SAÚDE
Subfunção: 301 - ATENÇÃO BÁSICA
Programa: 0039 — Saúde para a Comunidade
1º Meta: Construção de Posto de Atendimento a Saúde na Aldeia Indígena Sambaqui
Unidade: metro quadrado — área total = 30,00m?
Projeto orçamentário: 1.030.000 — Construção de Posto de Atendimento Aldeia Indígena Sambaqui
Recursos para 2007: R$ 15.000,00 (quinze mil reais)
2º Meta: Aquisição de Equipamentos conforme Ofício nº 1501/07-CORE/PR e nº 201/07-DSEI'PR
Atividade orçamentária: 2.077.000 — Aquisição de Equipamentos a Aldeia Indigena Sambaqui
Recursos para 2007: R$ 3.000,00 (três mil reais)
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Pontal do Paraná, 31 de outubro de 2007.
PAULO TADEU POLI . VERGINIA DROSO
SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE PROCU ERAL
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Rua Noêmio Gabriel Simas, 675 - CEP 83255-000 Fone/FAX (0*"41) 3972-7000 EMail : prefeiturafbpontaldoparana.pr.gov.br
Balneário de Praia de Leste — Pontal do Paraná - PR
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Prefeitura Municipal de Pontal do Paraná
Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo
Departamento de Engenharia
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MEMORIAL DESCRITIVO
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O presente memorial tem por objetivo estabelecer, juntamente com as informações
gráficas dos desenhos de projeto, as condições técnicas a serem observadas na execução dos
serviços de uma Edificação Mista, alvenaria e madeira, com finalidade de Posto de Atendimento sito
na Aldeia Indígina Sambaqui, Município de Pontal do Paraná — Pr.
1. OBJETIVO
2. GENERALIDADES
Às normas, especificações e demais documentos contidos neste Caderno, serão
rigorosamente obedecidas, valendo como se efetivamente fossem transcritas nos contratos para
execução das obras e serviços.
Os serviços previstos deverão ser realizados harmonizando estrita e integralmente com
os objetivos e conceitos de arquitetura e de engenharia, sejam eles os aspectos funcionais, estéticos,
técnicos, econômicos, ou quaisquer outros concebidos pelo projetista, para que a obra executada
seja uma concretização fiel do projeto como um todo.
Entenda-se como Projeto, os desenhos, as listas de materiais, orçamentos,
il técnicas, ou qualquer documento afim, emitido pelo projetista, ou por ele aprovado,
dando indicação de como os serviços devem ser executados.
A mão-de-obra empregada deverá ser de primeira qualidade, devendo os acabamentos,
tolerâncias e ajustes serem fielmente respeitados.
Todo o material fornecido deverá ser de primeira qualidade e novo.
Os materiais empregados e a técnica de execução deverão obedecer às normas da
ABNT e, na falta destas, deverão ser previamente aprovados, por escrito, pela FISCALIZAÇÃO.
A Empreiteira se obrigará, às suas expensas, a corrigir quaisquer vícios ou defeitos na
execução de obras e serviços, objeto do contrato, bem como será
responsável integralmente por danos causados, decorrentes de sua negligência, imperícia ou
omissão.
A Empreiteira deverá manter na obra, operários, artífices e mestres especializados nos
serviços a serem executados, bem como Pessoal administrativo e técnico, (engenheiros, auxiliares,
apontadores e almoxarifes) em número compatível com a natureza e cronograma da obra.
Rua Noômio Gabriel Simas, 875 — CEP 83255-000 FonelFAX (41) 3972-7000 :p
Balneário de Praia de Leste — Pontal do Paraná .
Prefeitura Municipal de Pontal do Paraná
A Empreiteira será responsável pela locação da obra no terreno, obedecendo
rigorosamente às cotas e aos alinhamentos estabelecidos no projeto.
Os materiais colocados na obra estarão sujeitos, em qualquer momento, à aprovação da
FISCALIZAÇÃO, independentemente de sua aplicação.
Quando as circunstâncias ou condições peculiares do local permitirem, poderá ser feita
substituição de algum material especificado, por outro equivalente, desde que prévia e devidamente
submetido à aprovação da FISCALIZAÇÃO.
A empreiteira deverá retirar do canteiro de serviço, dentro de 48 horas, os materiais que
porventura forem impugnados pela FISCALIZAÇÃO. Não será tolerada, no canteiro de serviço, a
permanência de quaisquer materiais ou equipamentos estranhos à obra.
3. DADOS GERAIS DA OBRA
3.1. Nome da obra: Posto de Atendimento.
Endereço: Aldeia Indígina Sambaqui, Pontal do Paraná.
3.2. Proprietário: Prefeitura Municipal de Pontal do Paraná.
3.3. Natureza da ocupação: Sistema Municipal de Saúde
3.4. Caracteristicas da construção:
Área de Construção: 30,00 m?
- Edificação de um pavimento — Térreo
04-SERVIÇOS PRELIMINARES
4.1 — IDENTIFICAÇÃO DA OBRA — Enquanto durar a execução da obra é obrigatória a
manutenção por parte da Contratada de placa visível e legível ao público: Placa de Identificação do
Exercício Profissional — será executada conforme padrão da Prefeitura, contendo o nome dos
são responsáveis; título, número da carteira profissional e região dos profissionais; nome da empresa
executora da obra de acordo com o seu registro no Conselho Regional e deverá atender também às
seguintes Normas:
Lei nº 5.194, de 24-12-66, que regula o exercício das profissões de engenheiro, arquiteto e
engenheiro-agrônomo e dá outras providências;
Resolução n.º 250, de 16-12-77, do CONFEA, que regula o tipo e uso de placas de
identificação de exercício profissional em obras, instalações e serviços de Engenharia, Arquitetura e
ronomia.
o 4.2 Instalações provisórias e consumos de água e energia - A Contratada implantará todas
as instalações provisórias necessárias para abastecimento de água e energia para os serviços e
como as taxas de instalação das respectivas concessionárias.
Os equipamentos utilizados para este fim deverão ser retirados pela Contratada ao final dos
serviços, e seu custo será considerado Custo Indireto
4.3- LIMPEZA DO TERRENO - O terreno deverá ser limpo retirando toda a camada
vegetal. Será feita a retirada de todo o entulho, dando ao mesmo a destinação necessária.
Rua Noômio Gabriel Simas, 675 — CEP 83255-000 FoneiFAX (41) 3972-7000 EMail: prefei
Balneário de Praia de Leste — Pontal do Paraná - PR
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Prefeitura Municipal de Pontal do Paraná
Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo
(25
05-TRABALHO DE TERRA
5.2-REATERRO - Após a escavação e serviço de fundações, será executado o reaterro das
valas com apiloamento e remoção ou espalhamento do material excedente.
5.3-ATERRO ENTRE BALDRAMES - Os trabalhos de aterro interno serão executados com
material de boa qualidade, livre de matérias orgânicas, executados em camadas de 20(vinte)
centímetros, molhados e fortemente apiloados com maço de 30(trinta)kg. Cuidados especiais serão
observados no apiloamento rente às paredes,
6. MATERIAIS
6.1. AÇOS
Produto siderúrgico obtido por via líquida e com teor de carbono até 1,7%.
O aço doce é o que contém de 0,15 a 0,30% de teor de carbono. Deve ser tenaz, dúctil e
maleável a quente e a frio, permitido trabalhos de têmpera, forja e solda.
As barras, fios e telas de aço soldadas para concreto armado, nos seus diâmetros e
categorias, deverão atender respectivamente às exigências das especificações NBR-7480 e NBR-
7481.
O aquecimento, a solda ou outros processos de*conexão de barras, somente será
executado após prévia aprovação do processo a ser utilizado, que deverá ser comprovado através de
ensaios de laboratório conforme a NBR-8548 e com autorização da Fiscalização.
As emendas de barras, quando necessárias, deverão ser locadas conforme as
indicações dos projetos devendo, ainda, para a sua execução, ser observada a NBR 6118/2000.
8.2. ÁGUA
A água destinada ao amassamento, e cura do concreto, deverá atender às exigências da
NBR-11560, resumidas na tabela abaixo, e ser isenta de teores prejudiciais de substâncias estranhas
(óleos, ácidos, sais, matéria orgânica e outras que possam interferir com as reações de hidratação do
Tabela — Resumo das Exigências de Qualidade da Água de Amassamento e Cura do
Concreto
ea Prefeitura Municipal de Pontal do Paraná
Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo
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Matéria orgânica (expressa em oxigênio consumido:
Sólidos totais
pelo teste alfanaftol
6.3. AGLOMERANTES
6.3.1. CIMENTOS
8.3.1.1. Cimento Portland Comum - Obtido pela pulverização do clinquer (resultante da
calcinação de uma mistura convenientemente proporcionada de materiais calcáreos e argilosos com
adição de gesso). Deverá ser de fabricação recente, em embalagem original da fábrica, em sacos de
50 kg, peso liquido, admitindo-se uma tolerância de 2% em relação ao peso. Cada partida recebida
se disporá em ordem cronológica, para que não se misturem e facilitem sua inspeção e seu emprego
sucessivo. Os sacos de cimento deverão ser armazenados em local coberto, protegidos contra a
umidade e outros agentes nocivos às suas qualidades. As pilhas deverão conter, normalmente, de 8
6.3.1.3. Cimento Portland de Alta Resistência Inicial - Obedecerá às mesmas
especificações do cimento comum, no que couber, e à EB-2.
6.3.2. CAL
De origem pétrea, deverá ser isenta de impurezas, como substâncias ferruginosas,
carvão, óleo etc, As especificações técnicas adotadas são as prescritas pela E-57 do IPT com
exceção das que se referem a acondicionamento e unidade de compra. A obtenção de cal extinta no
canteiro deverá produzir, no mínimo, 20 litros de pó para cada 10 litros de pedra fragmentada e
deverá transformar-se rápida e completamente pela adição de água. Antes de ser empregada será
passada em peneira de 900 malhas, rejeitando-se os resíduos.
A cal virgem, e a hidratada deverão ser entregues na obra, acondicionadas em sacos de
20 kg (ou em tambores de maior capacidade), devendo ser protegidas até o momento de serem
empregadas.
6.4. AGREGADOS
Os agregados deverão obedecer às especificações da EB-4, MB-6, MB-7, MB-8, MB-9 e
MB-10, no que couber.
As características técnicas exigidas para o fornecimento, , estocagem e
utilização dos agregados miúdos e graúdos, deverão atender às exigências da NBR-7211, e não
conter minerais que possam provocar reação expansiva com os álcalis do cimento, para o que
deverão ser submetidos ao ensaio acelerado conforme descrito na ASTM C-1260.
Deverá ser providenciado armazenamento adequado, de modo a possibilitar a
separação dos agregados em pilhas, conforme a granulometria e procedência.
As pilhas deverão ser protegidas de enxurradas de águas pluviais por valetas de
drenagem bem dimensionadas.
Nas operações de carga e descarga dos agregados, deverão ser tomados cuidados para
não contaminá-los com óleos, graxas e materiais ferrosos, possíveis de serem trazidos pelos
veículos.
6.4.1. AREIA
Rua Noêmio Gabriel Simas, 675 - CEP 83255-000 Fone/FAX (41) 3972-7000 EMail:
Balneário de Praia de Leste — Pontal do Paraná - PR
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Agregado miúdo (deverá ser sílico-quartzoso), grãos inertes e resistentes, limpa e isenta
de impureza e de matéria orgânica. Deverão ser Fecusadas as areias salitradas. Nos casos de dúvida,
deverão ser feitos ensaios de qualidade (MB-6 a MB-10). A areia deverá ser lavada e de rios, não se
permitindo o uso de areia cava (estrada) ou areia salitrada.
a. grossas - com granulometria entre 4,8 mm e 0,84 mm: E (4
- médias - com granulometria entre 0,84 mm e 0,25 mm;
€. finas - com granulometria entre 0,25 mm e 0,05 mm.
6.4.2. PEDRA BRITADA (OU BRITA)
Agregado graúdo proveniente do britamento de rochas estáveis, de diâmetro mínimo
igual ou superior a 4,8 mm. A pedra deverá apresentar arestas vivas, granulometria uniforme e ser
limpa, bem como isenta de argila e partes em decomposição.
6.4.3. PEDREGULHO
Agregado graúdo, natural de rio, com diâmetro mínimo igual ou superior a 4,8 mm e
inferior a 7,6 mm. Deverá ser perfeitamente lavado e livre de impurezas.
6.4.4. PEDRISCO
Deverá possuir grãos duros, resistentes e limpos. Não poderá conter impurezas
prejudiciais que excedam os limites máximos.
6.4.5. PÓS
Resultam da trituração mecânica de:
6.4.5.1. Pedra - granito ou gnaisse. Deverá ser isento de argila ou qualquer outra
impureza.
8.4.5.2. Quartzo - deverá ser peneirado e de grão fino, porém, palpável.
6.4.5.3. Mica - deverá ser puro e isento de substâncias estranhas.
6.5. CONCRETOS
de modo a garantir a procedência e a uniformidade dos materiais.
Antes do início dos serviços, deverão ser aferidos os dispositivos de medida dos
materiais, de modo a enquadrar a tolerância dos equipamentos de pesagem aos limites contidos no
quadro seguinte:
DESVIO MÁXIMO EM RELAÇÃO
QUANTIDADE NOMINAL DE MASSA (%)
MATERIAL
Aglomerantes
Agregado miúdo
Agregado graúdo
Aditivos
Quando da produção do concreto, deverá ser verificado:
Rua Noêmio Gabriel Simas, 675 — CEP 83255-000 Fons/FAX (41) 3972-7000 EMail; prefeituraf)pontaldop
Balneário de Praia de Leste — Pontal do Paraná - PR
Prefeitura Municipal de Pontal do Paraná
f /
* Se os concretos produzidos no campo mantêm as mesmas características a
dosados em laboratório, através de medidas de consistência, massa específica da
mistura fresca e acompanhamento visual nas etapas de transporte, lançamento e
adensamento;
* Se Os equipamentos foram escolhidos e dimensionados adequadamente para os
serviços a serem executados;
* Se as armaduras e fôrmas estão conforme exigidos no Projeto.
Preparo do Concreto
A ordem de introdução dos materiais no tambor da betoneira, com capacidade não
superior a 0,75 m3, será a seguinte:
* parte da água de amassamento, antes da entrada do material seco;
* parte de agregado graúdo, o cimento, a areia e o restante da água de amassamento
e, finalmente, o restante do agregado graúdo.
Aditivos, quando utilizados, deverão ser adicionados à água em quantidades corretas,
antes do lançamento desta no tambor da betoneira. Caso
venha a ser utilizado aditivo superplastificante, sua adição ao concreto pré-misturado poderá ser
efetuada, desde que devidamente autorizada pela Fiscali
ser preparado o volume de concreto em quantidade certa para o uso imediato.
O concreto dosado em central deverá obedecer ao disposto na NBR-7212.
Concreto parcialmente endurecido não deverá ser reaproveitado para nova mistura.
8.5. ALVENARIA DE TIJOLOS FURADOS DE BARRO COZIDO
Tijolos de argila com textura homogênea, bem cozidos, sonoros, duros, não vitrificados e
isentos de fragmentos calcáreos ou outro corpo químico.
Forma:
Os tijolos terão a forma de paralelepípedos e deverão apresentar arestas vivas e faces
planas, sem fendas.
Dimensões:
- comprimento: 19 cm
- largura: 9 cm
- altura: 14 cm
Tolerância Máxima nas Dimensões:
- comprimento: 1 cm
- largura: 1 cm
- altura: 1 cm
Porosidade: 20% (máxima permissível).
Resistência à Compressão: 40 kg/cm2 (carga de ruptura).
Normas: O material deverá atender:
- MB-52 da ABNT
- EB-19 da ABNT
6.6. PAREDE DE MADEIRA 7
Prefeitura Municipal de Pontal do Paraná
46 $
Fechamento de parede em madeira cambarã modulação padrão 15 x 25 cm.“ com
estrutura 7,5 x 7,5 e 7,5x 10.
7. DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
7.1. FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS DE CONCRETO
As fundações serão compostas por sapatas escavadas manualmente, solidarizadas por
7.4. PAREDES E MUROS
Às paredes serão constituídas de alvenaria de tijolos de barro, de Y% vez, assentadas com
argamassa mista de cal e cimento e madeira cambará. Deverão estar perfeitamente aprumadas e
alinhadas, respeitando as dimensões e locação das esquadrias. Nos vãos de abertura das portas e
janelas, em sua parte superior será realizada verga de concreto armado com apoio mínimo de 0,30m.
7.5. LAJE E FORRO
Toda a área coberta intema será de forro lambril pinus, largura igual a 7 cm,
entarugamento com madeira cambará fixado nas tesouras. Na área da varanda, será antido
estrutura aparente, devendo esta, ser pintada com osmocolor 2 demãos. 4
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E
As telhas de fibrocimento deverão atender as especificações técnicas deste documento,
ter textura homogênea, coloração uniforme e isentas de rachaduras. O armazenamento eo transporte
das telhas e peças de acabamento serão realizados de modo a evitar quebras, trincas, contato com
substâncias nocivas e outras condições prejudiciais. As telhas serão estocadas em pilhas, calçadas
de conformidade com as suas dimensões, na posição indicada pelo fabricante, de modo a evitar
deslizamentos e quaisquer outros danos.
Todas as peças de fixação, como ganchos chatos e especiais, sem ou com rosca,
parafusos, porcas, arruelas, serão estocadas em caixas fechadas e etiquetadas com o nome do
fabricante, tipo, quantidade e discriminação de cada peça.
Antes do início da montagem das telhas, será verificada a compatibilidade da estrutura
de sustentação com o projeto da cobertura. Se existirem irregularidades, serão realizados os ajustes
necessários.
No caso das telhas de fibrocimento onduladas, as peças serão assentadas parcialmente
superpostas nas duas direções, com os recobrimentos mínimos indicados pelo fabricante, em função
da inclinação do telhado.
Todas as etapas do processo executivo serão inspecionadas pela Fiscalização, de modo
a verificar a perfeita uniformi dos panos, o alinhamento e encaixe das telhas, bem como a
fixação e vedação da cobertura.
7.7. ESQUADRIAS
As portas internas serão lisas, semi-ocas, encabeçadas com 30 mm de espessura,
folhas nas medidas 70; 80x210 e 160X210, marcos de madeira maciça em itaúba, !4 caixa, fixados às
alvenarias através de tacos de madeira previamente embutidos, e parafusados em 06 pontos,
arremate com mata juntas pelos dois lados, 3 dobradiças de 3 % polegadas, fixadas através de
parafusos, fechadura do tipo interna com espelhos e trincos padrão primeira linha, e batente com
fixador.
As janelas serão de madeira, as ferragens tais como fechaduras, fechos, puxadores, etc.,
serão com acabamento em latão cromado. A dimensão de cada janela obedecerá ao especificado em
projeto, com acabados internos com requadro da alvenaria, peitoris em cerâmica.
A instalação será feita no final da construção com utilização de espuma expansiva de
poliuretano para garantir a perfeita colocação da porta. As esquadrias serão colocadas
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Os vidros serão lisos com espessura 3mm.
7.8. INSTALAÇÃO ELÉTRICA
7.8.1. TUBULAÇÕES E FIAÇÕES
As tubulações deverão
eletrodutos rígidos, curvas e luvas
ser todas embutidas onde houver alvenaria de tijolos, com
obedecendo aos diâmetros indicados nos projetos; não serão
admitidas emendas ou curvas feitas à quente em nenhuma hipótese.
As tubulações embutidas nas paredes serão feitas após o chapisco e antes do emboço,
lvenarias.
, fações deverão ser executadas após os revestimentos de paredes, com fios
antichama, nas bitolas indicadas em projeto para as tomadas e circuitos de iluminação.
TOMADAS ELÉTRICAS
Todas as tomadas deverão
ser do tipo 2P+T, NEMA 5/1 5, universal, padrão
Terra
primeira linha e deverão ser instaladas em eletrodutos e deverão seguir a seguints
polarização:
FIOS E CABOS ELÉTRICOS
A Fiação elétrica para luminárias e tomadas deverá ter bitola minima de 2,5mm?-750V. Já os
fios e cabos destinados à alimentação de quadros elétricos e/ou de uso subterrâneo deverão ter
bitola mínima de 16mm: e isolamento do tipo anti-chama de PVC 70ºC - 1000V. A coloração de todos
os cabos deverá seguir a seguinte padronização:
- Neutro: cor azul-claro
- Fases: cor preta, vermelha, branca
- Retorno: amarelo ou cinza
- Terra: verde.
Deverão ser empregados sempre condutores de cobre eletrolítico, sendo vedado os que
utilizarem outros metais.
As emendas nos condutores
conectores próprios para emendas
passagem.
até 16 mm? deverão ser feitas por meio de solda e fitas ou
elétricas, sendo permitida a emenda somente em caixas de
Todo isolamento nas conexões de condutores deverá ser feito por meio de 92 (duas)
camadas de fita, sendo a primeira
plástica.
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em fita tipo auto fusão e a segunda, externa, por fitãl isolante
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A identificação dos cabos deverá ser feita conforme padronização em ans a Ee
documento. Os circuitos deverão ser equilibrados entre as fases do QDG. Os circuitos da iluminação
deverão ser separados dos que atendem as tomadas. Circuitos exclusivos para atendimento do:
projetor (se existente), chuveiros (se existentes). Para os circuitos de iluminação, utilizar distribuição
de luminárias por circuito conforme anexos deste edital. Atentar ao fato de que as luminárias serão
ligadas em 110V, circuitos fase-neutro.
DISJUNTORES
Disjuntores unipolares, bipolares ou tripolares, de corrente nominal de acordo com o circuito a
proteger, sendo que deverão ser de no mínimo 204.
Todos os disjuntores deverão ser novos, de primeira linha os quais deverão atender a capacidade de
interrupção de curto circuito em KA e suportarem a corrente nominal em regime continuo; considerar
no mínimo de 5 KA simétrica (em 220VAC), para os circuitos distribuidores e 10 KA (em 220VAC)
para os gerais.
Todos os disjuntores dos quadros deverão obedecer à norma IEC898 (padrão Europeu - tipo
Mini disjuntor, curva C, para uso em trilho DIN 35 mm). Considerar, para efeito de cálculo, a utilização
de no máximo 50% da corrente máxima de condução de cada disjuntor.
No QDG deverá ser fornecido e instalado um disjuntor geral tripolar de 50A dependendo do geral da
medição.
INTERRUPTORES MONOPOLARES
Fomecimento e instalação de interruptores 10 A - 250 V, monopolares e bipolares, simples,
conforme a aplicação e projeto fornecido pela Prefeitura As luminárias em 127 V deverão utilizar
interruptores monopolares.
TOMADA 2P+T 20A/250V — REDE COMUM DE ENERGIA — INSTALAÇÃO EMBUTIDA
A contratada deverá prever, neste item, a instalação de tomadas universais, 20A, 250V, na
cor preta, segundo alocação do projeto básico fornecido. As tomadas deverão ser embutidas em
caixas de passagem existentes. Prever o fornecimento completo, incluindo espelhos e demais
7.9. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E DE ESGOTO
Haverá somente água fria no sistema hidráulico conforme pontos preliminares no projeto
arquitetônico. Será abastecido conforme projeto hidráulico, e receberá água tratada. Os condutores
serão em pvc e bitolas conforme o projeto. O esgoto será direcionado para infiltração na fossa séptica
e sumidouro dimensionadas conforme norma da saúde. e os condutores de resíduos conforme
projeto.
7.9.1 EQUIPAMENTOS
As louças, bem como os metais a serem instaladas deverão ter padrão simples e de
primeira linha, atendendo a norma ABNT 9050.
7.10. REVESTIMENTOS DE PAREDES
Os serviços de revestimentos de paredes só deverão ser iniciados após a conclusão das
tubulações elétricas embutidas, do chumbamento dos contramarcos das esquadrias de aluminio e de
todas as demais fixações embutidas.
Antes de ser iniciado qualquer serviço de revestimento, deverão ser testadas todas as
instalações elétricas.
As superfícies a serem revestidas deverão ser limpas antes de receberem qualquer
revestimento. A limpeza deverá eliminar gorduras, vestígios orgânicos e outras impurezas que
possam acarretar futuros desprendimentos.
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JO )
As argamassas deverão ser preparadas mecanicamente, inicialmente a seco, ser
obtida uma coloração uniforme e, somente depois de completada a mistura, será adicionada água em
quantidade necessária para se obter uma argamassa de consistência pastosa e firme.
v
7.10.1. CHAPISCO
O chapisco sobre alvenarias de tijolos de barro, superfícies de concreto, ou ainda, outras
alvenarias, tais como o muro, consiste na aplicação de uma camada
irregular e descontínua de argamassa forte sobre estas superfícies, com a finalidade de se obter
maior aderência para os posteriores revestimentos.
Deverão ser utilizados cimento comum tipo Portiand e areia média, lavada e peneirada,
limpa, isenta de argila, sais e substâncias orgânicas ou terrosas.
Deverá ser preparada a quantidade de argamassa a ser utilizada, de forma a evitar o
início do endurecimento antes de seu emprego. Caso isso ocorra, toda a argamassa deverá ser
inutilizada, sendo proibido o seu reaproveitamento.
As superfícies a serem chapiscadas deverão estar perfeitamente limpas e molhadas,
devendo essa limpeza eliminar gorduras, vestígios orgânicos e outras impurezas que possam
ocasionar futuros desprendimentos.
7.10.2. EMBOÇO (MASSA GROSSA)
O emboço, também denominado massa grossa, é a primeira camada de revestimento
que se aplica sobre superfícies chapiscadas de concreto ou alvenaria. Esse revestimento em alguns
casos é a camada final, ou ainda, poderá servir de base para outro revestimento. Para sua execução
deverão ser utilizados cimento comum tipo Portland, cal hidratada e areia média.
O emboço sobre as superfícies de elevação deverá ser executado com emprego de
argamassa mista de cimento, cal e areia, no traço 1:4/10, ou seja: argamassa de cal e areia no traço
1:4 com adição de cimento na proporção de 1 (uma) parte de cimento para cada 10 (dez) partes de
argamassa de cal e areia já preparada.
Qualquer alteração na proporção dos componentes deverá ser submetida à aprovação
da FISCALIZAÇÃO. Inicialmente será preparada a mistura de cal e areia, na proporção 1:4, a seco,
até ser obtida uma coloração uniforme, após o que, se adicionará água. Esta argamassa deverá ficar
em repouso e somente no momento do emprego é que o cimento será adicionado na proporção de
01 (um) parte para cada 10 (dez) partes de argamassa de cal e areia.
Antes do início do revestimento as superfícies deverão ser limpas de qualquer gordura,
vestígios orgânicos e outras impurezas, após o que, será iniciada a execução do revestimento com o
lançamento da argamassa contra a superfície que deverá ficar perfeitamente desempenada, alinhada
e nivelada, exigindo-se o emprego de referências localizadas e faixas-guia para apoio e deslize das
réguas de madeira. A espessura média
do emboço é de 15 mm, tolerando-se, onde houver irregularidades na superfície inicial. o máximo de
20 mm.
7.141. REVESTIMENTOS
O revestimento dos pisos será em cimento alisado e desempenado, observando inclinação
mínima para escoamento de água para fora da edificação, já nas paredes de áreas molhadas será
utilizado azulejos 15x15cm, na cor branca, colocado até altura de 2.10m.
7.12. PINTURAS
- Tintaltexturas à base de PVA/acrílico, primeira linha.
- Pintura à base de resina acrílica, primeira linha.
- Pintura à base de esmalte sintético, primeira linha.
7.121. GENERALIDADES ) ,
Y V
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As superfícies a serem pintadas deverão estar firmes, limpas, secas, sem poeira,
gordura, sabão ou mofo; retocadas, se necessário, e convenientemente preparadas para receber o
tipo de pintura a que se destinam.
A eliminação da poeira deverá ser completa, tomando-se precauções especiais contra o
levantamento de pó durante os trabalhos, até que as tintas sequem inteiramente.
Cada demão de tinta só poderá ser aplicada quando a procedente estiver perfeitamente
seca.
Serão adotadas precauções especiais no sentido de evitar salpicaduras de tinta em
superfície não destinadas à pintura (concreto e tijolo aparentes, vidros, pisos, ferragens, etc.).
O intervalo entre uma demão e outra de tinta deverá ser suficiente para a secagem total
da demão anterior ou observar o tempo mínimo especificado pelo fabricante para cada tipo de
pintura.
Todas as superfícies ou peças pintadas deverão apresentar, depois de prontas,
uniformidade quanto à textura, tonalidade e brilho.
Todas as tintas deverão ser fornecidas ao canteiro de serviços em embalagens originais,
fechadas, lacradas na fábrica.
A FISCALIZAÇÃO deverá ter acesso a todos os almoxarifados de material de pintura. O
uso de qualquer material poderá ser impugnado pela mesma, a seu exclusivo critério. As
especificações e usos dos fabricantes dos produtos serão seguidos à risca.
7.122. TINTAS À BASE DE RESINA ACRÍLICA
- Tinta látex à base de resinas acrílicas, resistentes à lavagem, alcalinidade, aresia e
intempéries, para aplicação sobre superfícies de alvenarias revestidas com reboco, com a cor
indicada no Projeto Arquitetônico.
- Para alvenarias internas,
- Sobre o reboco perfeitamente preparado, deverá ser aplicada uma demão de líquido
selador.
- Após 24 horas, no mínimo, da aplicação do líquido selador, deverão ser aplicados de
uma a três demãos de massa acrílica (ver Item C31).
- Finalmente, estando a superfície perfeitamente limpa, deverá então ser aplicado a rolo
ou revólver, a tinta látex acrílica cor branco, em 2 (duas) demãos, espaçadas a cada 4 horas e com
diluição recomendada pelo fabricante.
Após a diluição da tinta, a mesma deverá apresentar-se perfeitamente homogênea.
7.12.3. TINTA À BASE DE ESMALTE SINTÉTICO
Tinta à base de esmalte sintético com acabamento meio brilhante, cores conforme padrão
existente.
- Para superfície de madeira
Sobre as superfícies de madeira, lixadas, secas e limpas deverá ser aplicada uma demão
de "primer", com pincel ou trincha.
Após 24 horas, aplicação de massa corrida sintética O emassamento deverá recobrir
todas as superfícies, inclusive os bordos laterais. Após seca, a massa deverá ser lixada e limpa.
Aplicação do esmalte em duas demãos com um intervalo de 24 horas, recebendo a
primeira delas lixamento leve com lixa fina e seca.
7.13. VIDROS
Os serviços de envidraçamento serão executados rigorosamente de acordo com os
detalhes do projeto arquitetônico e com as disposições do presente.
A espessura dos vidros será função das áreas de aberturas, distâncias das mesmas em
relação ao piso, vibração e exposição a ventos fortes dominantes.
Os vidros empregados nas obras não poderão apresentar bolhas, lentes, ondulações,
ranhuras ou outros defeitos.
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ERAM,
Para assentamento das chapas de vidro será empregada massa de vidraceiro dupla ou
grachetas de borracha duplas.
A massa de vidraceiro será composta de gesso cré e óleo de linhaça, devendo-se
acrescentar o pigmento adequado caso necessário.
As chapas de vidro deverão sempre ficar assentes em leito elástico, quer de massa (2
demãos), quer de borracha; essa técnica não será dispensada, mesmo quando da fixação do vidro
com baguete de metal ou madeira.
Antes da colocação dos vidros nos rebaixos dos caixilhos, estes serão bem limpos e
lixados; os vidros serão assentes entre as 2 demãos finais de pintura de acabamento.
A espessura dos vidros lisos será de acordo com o indicado nos projetos, ou na falta
dessa indicação deverão obedecer ao seguinte critério:
- vidros de 3 mm para todos os vãos de luz.
As placas de vidro não deverão apresentar defeitos de corte (beiradas lascadas, pontas
salientes, cantos quebrados, corte em pisel) e nem apresentar folga excessiva com relação ao
requadro de encaixe.
As caracteristicas, fabricação e aplicação dos vidros deverão obedecer às normas da
ABNT de números EB-97R, P-NB-226 e P-TB-88.
713.1. MATERIAL
- Vidro comum
- Vidros canelados, com espessura de 3 mm.
713.2. SERVIÇOS
As chapas de vidro não deverão apresentar defeitos de corte (beiradas lascadas, pontas
salientes, cantos quebrados) nem folga excessiva com relação aos requadros de encaixe.
Os vidros serão acomodados aos montantes por meio de "gaxetas" de material tipo
neoprene, adequadamente dimensionadas, de modo a permitir o amortecimento de vibrações do
As chapas de vidro deverão ser fornecidas nas dimensões respectivas, procurando-se,
sempre que possível, evitar o corte no local da obra.
7.14. LIMPEZA
Toda a unidade será entregue em perfeito estado de limpeza e conservação, serão
testadas todas as instalações e todo o entulho será removido para fora dos limites do
empreendimento, dando-lhe destinação necessária.
Pontal do Parafiá, 30,de outubro de 2007.
ney Gimeng
Prefeito Municipal de Ponta
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SIA ZARA
SA AURA 7
NA SS NDA
ELEVAÇÃO FRONTAL
Prefeitura Municipal
Pontal do Paraná
Planta Geral ELO
Proprietário A TV VE: 2065; 2004
Prefeitura Municipal de Pontdlho A Seat
180 = 210 105 Cera —] CUARAGUACO VA
Planta LA
Responsável Técnicd
Heitor Kayamo
Arquiteto e Urbenisto
CREA 70.159 D/PR

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