| Tipo | Lei |
|---|---|
| Número / Ano | 432 / 1995 |
| Date | 1995-11-24 |
| Ementa | INSTITUI A POLÍTICA MUNICIPAL DE ATENDIMENTO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE,CRIA O CONSELHO MUNICIPAL E TUTELAR DE PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E O FUNDO MUNICIPAL,E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. |
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Prefeitura ~Jiunicipal de Rio Branc do Sui
[STADO DO PAi~ANA
ASSESSORIA JURlDICA
lEIMUIICIPAlr 432195
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S..OMUU: !nslirui o polit1co municipal de a\ end mento o crionc;r. e ao
adolescent e. uio 0 Conselho Mun:cipol e Tul.eloi d ~ Prote~i'lo e Dele so dos
Direitos do Crionco e do odolescenle e o Fund· Murllf~ipol, e d(J ou!ros
providencios ..
A Camara Municipal de Rio Branco do S I, Estado do Parana,
aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:
TiTULO I
DAS DISPOSIQOES GERAIS
ARTIGO 1°. Esta Lei objetiva instituir nova politica m nicipal, orientando o
atendimento ~ crian<;a e ao adolescerrte e estabele endo normas gerais
concementes ao Conselho Municipal e Tutelar de Prote~~o e Defesa dos Direitos da
Crianc;a e do Adolescente e ao Fundo Municipal, adequada a Estatuto da Cr1an~
e do Adolescente, Lei n° 8.069190.
ARTIGO 2°. 0 atendimento aos direitos da crianc;a e do dotescente no ~mbito
do Municipio de Rio Branco do Sui far-se-a atraves de:
! - Polfticas Sociais basicas de educa~ao, saude, recreac;ao, esporte, cuttura, lazer,
proftssionaliza~ao e outras que assegurem o desenvoMme o ftsico-mental, morar,
espiritual e social da crian~a e do adolescente em con i~oes de liberdade e
dignidade;
II - Polfticas e programas de assistencia social, em carater upletivo, para aqueles
que dela necessitem;
Ill- Servic;os especiais que visem:
a) a preservacao e atendimento medico e psicol6gico as ftimas de negligencia,
maus tratos, exploracao, abuso, crueldade e opressao;
b) identifica~ao e !ocalizacao de pais responsaveis, cri nc;as e adolescentes
desaparecidos;
c) prote{:ao juridico-social, por meio de entidades de defesa.
Paragrafo (mJco- E vedado a crianc;a de programas de car ter compensat6rio da
ausencia ou insuficiencla das polfticas soclais basicas no unidpio sem a previa
rnanifesta~ao do Conselho Municipal dos Direitos da Crianc;a do Adolescente. (ff} ____ _
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Prefeitura Municipal de Rio Branc do Sui
f:STADO DO P1\RANA
ASSESSOR1A JURiDICA
VIII- Propor estudos objetivando implementar mudan~as qu se fa~am necessaries
na Estrutura do Poder Executivo Municipal visando a melh ria do desempenho na
area de atuar;ao da criam;a e do adolescente;
IX- Opinar sabre o or<:amento Municipal destinado a Assi tencia Social, saude e
educac;ao, bern como ao funcionamento dos Conselhos utelares, indicando as
modificacoes necessarias a consecucao da polftica formulad ;
X - Opinar sabre a destinac;ao dos recursos e espac;o publi os para programac;oes
cutturais, esportivas e de lazer voltadas para a crianca e adol scente;
XI- Proceder a inscric;ao de programas de protec;ao e s6cio ducativos de entidades
govemamentais e nao govemamentais, na forma dos a gos 90 e91 da Lei n°
8069/90- E. C. A.;
XII - Fixar crtterios de utillza<:ao atraves de pianos de a licac;:ao das dotac;:oes
subsidiadas e demais receitas, aplicando necessariamente p rcentual para incentive
ao acolhimento, sob a forma da Guarda da Crianc;:a ou Adolescente, 6rfao ou
abandonado, de difTcil colocacao familiar;
XIII - Conselho Municipal dos Direitos da Crianca e do Ado! scente devera solicitar
remunerac;ao ou gratifica~ao para membros do Conselh Tutelar, atendidos os
criterios de conveni€mcia e oportunidade, tendo par base o te po dedicado a funcao
e as peculiaridades locais;
a} A remunera<;ao eventualmerrte fixada nao gera relac de emprego com a
Municipalidade, nao podendo, em hip6tese e sob qualquerti lo ou pretexto, exceder
a pertinente ao funcionalismo Municipal de nrvel superior;
b) Sendo eleito funcionario publico municipal, fica-lhe fo cultado, em caso de
remuneracao, optar pelos venclmentos de seu cargo, ve ada a acumula<:ao de
vencimentos;
c) Os recursos necessaries a eventual remunera~ao dos embros do Conselho
Tutelar bern como da estrutura de funcionamento, terao o ·gem nas dotacoes do
on;amento do Municrpio, sendo vedado a utilizac;ao dos recu os do Fundo.
XIV- Regulamentar, organlzar, coorctenar, bern como adota medidas cabrveis para
a eleic;ao e posse dos membros do Conselho Tutelar na forma estabelecida no
artigo 139- E. C. A.
se~ao 111
Da Estrutura Basica do Conselho Mun!cl
do Adolescente.
ARTIGO 6° - 0 Conseiho Municipal dos Direitos da Clianc e do Adolescente sera
form ado por 1 O(dez) membroa, de confonnidade com os c · erios estabelecido$ no
artigo 140, para unico do E. C. A., sendo paritariamente com osto por:
I - 05 membros de entidades govemamentais, in icados pelos 6rgaos
govemamentais;
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Prefeitura Municipal de Rio Branco do Sui
ESTADO DO PARANA
ASSESSORIA JURIDICA
CAPiTULO I
DAS DISPOSJC0ES PRELIMINARES
ARTIGO 3°- A politica de atendimento dos Direitos da Cria ~ e do Adolescente
sera garantida atraves das segtintes estruturas:
I - Consefho Municipal da Crianca e do Adolescente;
II - Conselho Tutelar dos Direitos da Crian~a e do Adolescente
Ill- Fundo Municipal.
CAPiTULO II
DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREIT OA CRIANCA E DO
ADOLESCENTE
Sec:lo I
Da Criacao e Natureza do Conselho
ARTIGO 4°- Fica criado o Conselho Municipal dos Direit da Crianca e do
Adolescente, como 6rgao normauvo, consultlvo, dellbe · o, controlador e
fisca~zador das a~Oes em todos os nrveis.
Secao 11
Da Com et~ncia do Consefho M a e do Adolescente
ARTIGO SO - Compete ao Conselho Municipal da Crianca e Adolescente:
1- Formular a poUtica Municipal dos Direitos da Crian~a e do dolescente, definindo
prloridades e controlando as a~~es de execucao;
II - Opinar na formula~ao das polfticas sodais b~cas de inte
Adolescente;
Ill - Deliberar sobre a conveni!ncia e oportunidade de impla
servtcos espedais, bern como sobre a criacao de entldades vemamenfBis e nAo
govemamentais ou realizac:lo de cons6rcios intermunicip is regiona~zados de
atendimento;
IV- Elaborar seu regimento intemo;
V - Solicit.ar as indicacOes para o preenchimento de carg de Conselhelro, ao
termino do mandata;
VI- Nomear e dar posse aos membros do Conselho;
VII - Gerir o Fundo Municipal dos Direitos da Crian~a e do dolescente, alocando
recursos para programas das entidades govemamentais e re assando verbas para
entidades n~o govemamentais~ .
Prefeitura Municipal de Rio Branco o Sui
E S T A U 0 0 0 P A r~ A N ,l.,
ASSESSOR1A JURiDICA
II- 05 membros de entidades nao govemamentais, escolhido por forum popular e
ou por inscril;ao.
Paragrafo Unlco- Para garantir a continuidade dos servi~os exec ados pelo Conselho
Municipal dos Direitos da Crianca e do Adolescente, para c da membro indicado
sera escolhido um suplente.
ARTIGO 7° - 0 Conselho Municipal dos Direitos da Cnan e do Adolescente
elegera dentre seus membros titulares, o Presidente e o Vice- residente.
ARTIGO 8° - A fum;ao do membra do Conselho Municipal d s Direitos da Crian~a
e do Adolescents e considerada de interesse publico releva e. portanto nao sera
remunerada.
secao IV
Do Mandato dos Conselheiros
ARTIGO 9°- Os Conselheiros e Suplentes terao mandat de 02 (dais) anos
permitida uma reconducao por igual perfodo.
Paragrafo Prfmeiro- Em caso de vacancia, sera nomeado o suple e para completar o
mandado;
Paragrafo Segundo - 0 mandata dos membros do Conselho Muni ipal dos Direitos da
Crianca e do Adolescente sera considerado vago nas seguinte ondic~es:
a) morte do titular
b) renuncia
c) ausencia injustificada par mais de 05 (cinco} reunioes conse utivas
d) doen<;a que exija o licenciamento
e) procedimentos incompatrveis com a dignidade das fun<;~es
f) condenacao par crime co mum e de responsabilidade
g) mudanca de residencia do Municipio.
Secao v
Das Reunioes
ARTIGO 10 - 0 Conselho Municipal dos Direitos da Crian . a e do Adolescente
reunir-se-a na forma e periodicidade estabelecida em seu regi ento intemo.
---
Se<;ao VI
Do Funcionamento
Prefeitura Municipal de Rio Branco o Sui
F.~_ T/\ O DO rA R '\N.A.
ASSESSOR lA JURiDICA
ARTIGO 11 - Fica a cargo do Municfpio atraves de sua Pref itura providenciar as
condi~oes materiais e os recursos necessaries ao funcioname o do Conselho.
Paragrafo Unico- A forma de funcionamento, horario de trabalho e outras
especificac;oes, sera estabelecida em regimento intemo.
CAPiTULO Ill
DO CONSELHO TUTELAR
Secao I
Disposic;Oes Gerais
ARTIGO 12- Fica criado o Conselho Tutelar, 6rgao perman nte, autonomo, nao
jurisdicional, encarregado de zelar pelo cumprimento dos Dir itos da Criam;a e do
Adolescente, composto de 05 (cinco) membros, para manda o de 02 (dais) anos,
permitida 1 (uma) reeleit;ao.
ARTIGO 13- 0 processo para escolha dos membros do onselho Tutelar sera
estabelecido conforme artigo 139 do E. C. A, com a presenc; do Ministerio Publico
que zelara peto cumprimento do disposto nesta Lei.
Sec:lo II
Des Requisites para o Processo de Escoltla
ARTIGO 14- Somente poderao candidatar-se as pessoas ue preencherem os
seguintes requisrtos:
1- reconhecida idoneidade moral;
II - idade superior a 21 anos;
Ill- residir no Municipio ha mais de 02 (dais) anos:
IV - estar no gozo dos direitos politicos;
V- possuir escolaridade de 2° grau;
VI - reconhecida experiencia na area de defesa ou atendi ento dos direitos da
crianc;a e do adolescente.
Secao 111
Dos lmpedimentos
ARTIGO 15 - Sao impedidos de servir no mesmo Consel : marido e mulher.
ascendentes e descendentes, sogro e genro ou nora, irmaos, cunhados, durante o
cunhado, tio e sobrinho, padrasto e madrasta e enteado.
Paragrafo Unico- Entende-se o impedimenta de Conselheiro, na fonnas deste artigo,
em rela~ao a autoridade judiciaria e ao representante do inisterio Publico com
~
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[STADO DO PARANA
ASSESSORIA JURIDICA
atua<;ao na Justit;a da lnfancia e da Juventude, em exer fcio na Comarca, Foro
Regional ou DistritaL
Secao IV
Das Atribui oes e Funcionamento do Consel Tutelar
ARTIGO 16- Compete ao Conselho Tutelar exercer as a 'bui<;oes constantes dos
artigos 95 e 136 da Lei Federal n° 060/90.
ARTIGO 17- 0 Presidente do Conselho sera escolhido pelos seus pares, na
primeira sessao, cabendo~he a presidencia das sessoes.
Paragrato Unlco- Na falta au impedimenta do Presidente ssumira a presidencia,
sucessiVamente o Conselheiro mais antigo ou mais idose.
ARTIGO 18- As sessoes serao instaladas como minima d tres conselheiros.
ARTIGO 19- 0 Conselho atendera informatmente as parte , marrtendo registro ctas
provid~ncias adotadas ern cada caso e fazendo cons( nar em Ata apenas o
essencial.
Secao v
Da Competencia
ARTIGO 20- A competencia sera determinada:
I - pelo domicilio dos pais ou responsavel;
II - pelo Iugar onde se encontra a crian~;a ou adolesce e, a falta dos pais au
responsavel.
Paragrafo Unlco- Nos cases de ato infracional praticada por cri nc;a, sera competente o
Conselho Tutelar da residencia dos pais au responsavel, ou o local onde sedia-se a
entidade que abrigar a crianc;a ou adalescente.
Se~ao vr
Do Mandato
ARTIGO 21 - Perdera o mandato o conselheiro que se au entar injustificadamente
a 03 (tres} sess6es consecutivas ou 05 (cinco) altemadas, o mesmo mandata, ou
for condenado por sentent;a irrecorrrvel, por crime ou contr ven~ao penal e ou nao
corresponder as atribui~oes pertinentes a fun~ao.
CAPiTULO N
DAS DISPOSIQOES FINAlS E TRANSITOR AS
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. · .. <· ~ Prefeitura Municipal de Rio Branco do Sui
E ; T A U 0 D 0 I' 1\ i< A N A
ASSESSOR lA JURiDICA
ARTIGO 22- 0 Conselho Tutelar dos Direitos da Criam;a e do Adolescente, no
prazo de quinze dias da nomeary~o de seus membros, el borara seu regimento
interne, elegendo o primeiro Presidente, e deflnira quanta ao funcionamento do
mesmo.
ARTIGO 23 - Fica o Poder Executive Municipal autori ado a abrir credito
suplementar para as despesas lniciais decorrentes do curnpri ento deste Oecreto.
CAPlTULOV
DOS OBJETIVOS DO FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA
CRIANQA E DO ADOLESCENTE.
ARTIGO 24 - Fica criado e regulamentado o fun do Muni ipal dos Direitos da
Criam;a e do Adolescente, que sera gerido e administrado na forma deste Decreta.
ARTIGO 25- 0 Fundo tern por objetivo facilitar a capta~ao , o repasse e a aplicac;ao
de recursos destinados ao desenvolvimento das a<;oes de at ndimento a crianc;a e
ao adolescente.
Paragrafo Prlmetro- As a~oes de que trata o caput do artigo refere- e prioritariamente aos
programas de protec;ao especial a crianrya e ao adolescente xposto a situac;ao de
risco pessoal e social, cuja necessidade de atenc;:io extrapol o ambito de atuac;ao
das politicas sociais basicas bern como o disposto no parag afo segundo do artigo
260 do E. C. A..
Paragrafo Segundo- Eventualmente, os recursos do Fundo pode ao ser destinados a
pesquisa, estudo e capacitac;ao de recursos humanos.
Paragrato Tercelro- Dependera de delibera~ao expressa do Co selho de Direitos da
Crian<;a e do Adolescente a autorizaG:io para aplicac;ao de recursos do Fundo em
outros tipos de programas que nao o estabelecido no paragra o primeiro.
Paragrato Quarto- Os recursos do Fundo serao adrninistrado segundo Programa
definido pelo Conselho Municipal de Direitos da Crian<;a · do Adolescente que
integrara o orryamento do Municipio e aprovado pelo Legislativ Municipal.
CAPiTULO VI
DA OPERACIONALIZACAO DO FUNDO
ARTIGO 26- 0 Fundo ficara aubordinado oporecionalmetito Socretarie Municipal
das Finam;as.
Paragrafo Unlco- 0 Fundo Municipal ficara vinculado ao Co selho Municipal dos
Direitos da Crianc;a e do Adolescente, conforme preceih.Ja o rtigo 88, incise IV, do
c:?)
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ES TAD O DO AF~ANA
ASSESSORIA JURIDICA
Estatuto da Crian~a e do Adolescente, disciplinando-se pelo artigos 71 e 74 da Lei
Federal no 4.320/64.
ARTIGO 27 - sao abibuic;oes do Conselho Municipal de efesa dos Direitos da
CrianGa e do Adolescente, em relacao ao Fundo:
I - Elaborar o Plano de Ac;ao Municipal de Recursos d Fundo, o qual sera
submetido pelo Prefeito, a apreciac;ao do Poder Legislative;
II- Estabelecer os para metros tecnicos e as diretrizes para a plicac;ao dos recursos;
Ill-Acompanhar a execuc;ao, desempenho e resultados tina ceiros ao Fundo;
IV-Avaliar os balancetes mensais e o balanc;o anual do Fun o;
V - Solicitar a qualquer tempo e a seu criteria, as infon ac;:oes necessarias ao
acompanhamento, ao controle e a avaliac;:ao das atividades cargo do Fundo;
VI- Mobilizar os diversos seguimentos da sociedade no pia ejamento, execuc;:ao e
controle das ac;lSes do Fundo; ·
VII - Fiscalizar os programas desenvoMdos com recursos o Fundo, requisitando
para tal, Auditoria do Poder Executive, sempre que necessari :
VIII - Analisar e referendar conv~nios, ajustes, acordos e co atos a serem firmados
com recursos do Fundo;
IX- Publicar no Jomal de maior circulac;:ao do Municipio ou o Estado, ou fixar em
locais de facil acesso a comunidade, todas as resoluc;:oes do onselho Municipal dos
Direitos referentes ao Fundo.
ARTIGO 28 - Sao atribuic;:oes do Secretario Municipal das Fi anc;:as:
I - Coordenar a execuc;ao dos recursos do Fundo, de a ordo com o Plano de
Aplicac;:ao de recursos previsto no artigo 4", inciso I, desta Lei
II - Apresentar ao Conselho Municipal de Direitos da Crian a e do Adolescente o
Plano de Aplica~ao de recursos do Fundo, devidamente a rovado pelo Legislative
Municipal:
Ill - Preparar e apresentar ao Conselho Municipal de Di itos da Crian~a e do
Adolescente demonstrac;ao mensa! da receita e da despesa xecutada do Fundo;
IV- Emitir e asslnar notas de empenho, cheques e ord ns de pagamento das
despesas do Fundo;
V- Tomar conhecimento e dar cumprimento as obriga<;oes efinidas em convenios
e contratos firmados pela Prefeitura Municipal que diga respeito ao Conselho
Municipal de Oireitos;
VI - Manter os controles necessaries a execuc;ao das rece · as e das despesas do
Fundo:
VJI- Manter em coordenac;ao com o setor de patrimonio d Prefeitura Municipal o
controle dos bens patrimoniais com carga ao Fundo;
VIII- Encaminhar a contabilidade geral do Municipio:
Af.::->
e:.---
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ARTIGO 29-
EST ADO DO P A R A N A
ASSESSORIA JURiDICA
a) mensalmente, demonsfravao da receita e da despesa;
b) trimestralmente, inventario de bens e materiais;
c) anualmente, inventario dos bens m6veis e balanvo gerald Fundo;
IX - Firmar com o responsavel pelo controle de exe uc;ao orc;amentaria, a
demonstrac;:ao mencionada anteriormente;
X - Providenciar junto a contabilidade do Municfpio para ue, na demonstravao,
fique indicada a situavao economico-financeira do Fundo;
XI - Apresentar ao Conselho Municipal de Direitos, a an lise e a avaliac;:ao da
situa~ao economico-financeira do Fundo detectada na demo stra~ao mencionada;
XII - Manter o controle des contratos e convenios fir ados com instituic;:Oes
govemamentais e nao govemamentais;
XIII - Manter o controle da receita do Fundo;
XIV- Fomecer ao Ministerio Publico demonstrac;:ao de apli acao dos recursos do
Fundo por ele solicitados em conformidade com a Lei no 8.2 2191 .
CAPITULO V11
DOS RECURSOS DO FUNDO
Sao receitas do Fundo:
I- Dotac;ao consignada anualmente no orc;:amento Municipa e as verbas adicionais
que a Lei estabelecer no decurso de cada exercicio;
II - Doac;:oes de pessoas ffsicas e jurrdicas, conforme dispo to no artigo 260 da Lei
n" 8.069/90;
Ill - Valores provenientes das multas previstas no artigo 21 da Lei no 8.069/90 e
oriundos das infra9oes previstas pela mesma;
IV- Transferencias de recursos financeiros oriundos dos Fun os Nacional e Estadual
dos Direitos da Crianc;a e do Adolescente;
V - Doac;:Oes, auxnios, conbibuic;:oes, transferencias d entidades nacionais,
intemacionais, govemamentais e n~o govemamentais;
VI - Produto de aplicat;ao financeira dos recursos dis onrveis, respeitada a
!egislacao em vigor, e da venda de materiais, publicact5es e ventos;
VII - Recursos acMndos de convenios, acordos e con tos nrmados entre o
Municipio e instituicoes privadas e publicas, nacionais e · emacionais, federais,
estaduais e municipais, para repasse a entidades exe utoras de programas
integrantes do Plano de Aplica~ao ;
VIII- Outros recursos que eventualmente sejam destlnados.
ARTIGO 30- Constituem ativos do Fundo:
I - Dlsponibilidade monetaria em bancos, oriunda das re eitas especificadas no
artigo anterior;
II- Direitos que, eventualmente, venham a constituir-se;
Jt!!
Prefeitura Municipal de Rio Bran o do Sui
E S TAD O D O P l\R/I.NA
ASSESSOR II\ JURIDICA
Ill - Bens m6veis e im6veis, destinados a execu~~o dos programas e projetos do
Plano de Aplica~ao;
Paragrafo Unlco- Anualmente processar~se-a inventarios dos bens e direitos vincula.dos
ao Fundo, que pertencem a Prefeitura Municipal.
ARTIGO 31- A contabilidade do Fundo Municipal tern por objetivo evidenciar a
situac;;:~o ftnanceira e patrimonial do pr6prio Fundo, obs rvando-se os padroes e
norm as estabelecidas na legisla~ao pert1nente.
ARTIGO 32 - A contabilidade sera organizada de forma permitir o exercfcio das
fum;oes de controle previa, concomitante e subseqUente, nclusive de apurar custos
dos servi~os , bem como interpretar e analisar os resuttado obtidos.
CAPiTULO VIII
DA EXECUc;Ao OR<;AMENTARIA
ARTIGO 33 - Ate 15 ( quinze) dias ap6s a promulgat;ao da Lei de Or~amento , o
ordenador de despesas designado, em conformidade com o artigo 28 desta,
apresentara ao Conselho Municipal para analise e rova~ao do quadro de
aplica~ao dos recursos do Fundo para apoiar os programas e projetos
contemplados no Plano de Aplicacao.
Paragrafo Unico - 0 T esouro Municipal ftca obrigado a liberar para o Fundo os recursos
a ele destinados no prazo de 10 (dez) dias.
ARTIG034 - Nenhurna despesa sera realizada sem a necessaria cobertura de
recursos.
Paragrafo Unlco- Para os casos de insuficiencia ou inexist~ cia de recursos, poder~o
ser utilizados os creditos adicionais, autorizados por Lei abertos por Decreta do
Executive.
ARTIGO 35 - As despesas do Fundo constituir -se-ao de:
1- Financiamento total ou parcial dos programas de prate ao especial constantes do
Plano de Aplicac;ao;
II - Atendimento de despesas diversas, de carater inadiav I, observando o Paragrafo
unico do artigo 2°.
Paragrafo Unlco- Fica expressamente vedada a aplicac~o d recursos do Fundo para
pagamento de atividades do Conselho Municipal de Direitos, bern como do
Conselho Tutelar, conforme dispOe o artigo 134 do E. C. ..
d ' .
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Prefeitura ~Jlunicipal de Rio Bran .. o do Sui
F S T A D 0 U 0 P 1\ I~ /\ N A
ASSESSORIA JURiDICA
ARTIGO 36- A execuc;ao on;amentaria da recetta pr cessar-se-a atraves da
obtem;ao do seu produto nas fontes determinadas nest Lei e sera depositada e
movimentada atraves da rede bancaria Oftcial do Estado.
CAPiTULO IX
DISPOSIQCES FINAlS
ARTIGO 37 - 0 Fundo tera vigencia indeterminada .
ARTJGO 38 - Esta Lei entrara em vigor na clata de sua li ca~ao , expressamente
revogadas as disposiGoes em contrario, especialmente a ei Municipal n° 369, de 09
de novembro de 1991 .
Gabinete do Prefeito Municipal de Rio ranco do Sui, em 24 de
novembro de 1~ ____ __ _
&s~~~~~1r .,
Prefeito Municipal