| Tipo | Lei |
|---|---|
| Número / Ano | 680 / 2005 |
| Date | 2005-06-29 |
| Ementa | DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DO IDOSO,INSTITUI A CONFERÊNCIA MUNICIPAL DOS DIREITOS DO IDOSO E CRIA O FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS DO IDOSO NO MUNICÍPIO DE RIO BRANCO DO SUL. |
| native_id | 357 |
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Prefeitura Municipal de Rio Branco do Sui
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L E I N°. 680/2005 i~:- :_ '-_ £~ Lf?.!_l200
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Dispoe sobre a cri a<;ao do unicipal dos
Direitos do Idoso, institui a Conferencia unicipal dos
Direitos do Idoso e cria o Fundo Municip I dos Direitos
do ldoso no Municipio de Rio Branco do ul.
A Camara Municipal de Rio Branco do Sul, Estado do P ana, aprovou
e eu, AMAURl CEZAR JOHNSSON, Prefeito Municipal, sanciono a seguin e Lei:
CAPITULO I
Da cria~ao do Conselho Municipal dos Direitos do doso
Art. 1° Fica criado o Conselho Municipal dos Direit s do ldoso -
CMDI, 6rgao permanente, deliberativo, controlador e fiscalizador da polftica de defesa dos
direitos do idoso, vinculado a Secretaria Munic1pal da A<;ao Social
Art. 2° 0 Conselho Municipal do Direitos do Idoso tet
assegurar os direitos da pessoa com idade igual ou superior de sessenta
criar condi<;oes para sua autonomia, integra<;ao e participa<;ao efetiva na
meio do estabelecimento da politica Municipal dos Direitos do Idoso, no Mu
Branco do Sui
por objetivo
s de idade e
ciedade, por
icipio de Rio
Paragrafo unico. N a consecu<;ao desta polftica, cu as
diretrizes da Jegisla<;ao Federal e Estadual vigente e a pertinente a Politic Nacional do
Idoso como estabelece a Lei Federal n°8842, de janeiro de .1 994, regula entada pelo
Decreto n.0 1948, de 03 de julho de 1996, Lei Federal n.0 10.741, de lode ou ubro de 2003
-- Estatuto do Idoso e a Lei Estadual n°ll863, de 23 de outubro de 1997
CAPITULO II
Dos Principios e das Diretrizes
Art. 3° Conselho Municipal dos Direitos do Idoso re er-se-a pelos
seguintes principios:
I - dever da familia, sociedade e do Estado em assegurar o idoso todos
os direitos da cidadania e garantir a sua plena convi vencia familiar e p rticipas;ao na
comunidade, defendendo sua dignidade, seu bern estar e direito a vida;
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11 - Tratamento ao ldoso sem discriminac;:ao de natureza;
III- Fortalecimento e a valorizac;:ao dos vinculos familia es, de modo a
evitar o abandono da pessoa idosa ou intemac;:oes inadequadas e/ou desn cessarias em
estabclccimentos asilares;
IV - Formulac;:ao, coordenac;:ao, supervisao e a avaliac;:a dos servic;:os
ofertados, dos pianos , programas c ambito municipal;
V - Criac;:ao de sistemas de informac;:oes sobre a politic· e os recursos
existentes na comunidade bern como seus criterios de funcionamento.
SE(:AOI
Da compete11cia
Art. 4° Compete ao Conselho Municipal dos Direitos do doso:
I - deliberar e formular a politica de atendimento, protect c defesa dos
direitos do idoso, em consonancia com a legislac;:ao em vigor; a qual atuani a inserc;ao do
idoso na vida familiar, s6cio - economica e politico cultural no Municipio e Rio Branco
do Sui, visando a eliminac;:ao dos preconceitos;
II - Estabelccer prioridades de atuac;:ao e de definic;:ao da aplicac;:ao dos
recursos publicos federais, estaduais e municipais destinados a politicas soci is basicas de
atenc;:ao ao idoso;
III - Acompanhar a elaborac;:ao da proposta or<;:amcntaria do municipio
em relac;:ao a consecuc;:ao da politica do idoso e propor modificac;:oes;
IV - Acompanhar a aplicac;ao dos recursos destinados as onsecu<;:ao da
politica do idoso, oriundos de auxilios, subvenc;oes e outros recursos;
V - Propor aos poderes constituidos modificac;oes nas struturas dos
6rgaos governamentais diretamente ligados ao atendimento, a protec;:ao e a defesa dos
direitos do idoso;
VI - Oferecer subsidios para a elaborac;:ao de leis tinentes aos
interesses dos idosos em todos os niveis;
VII- Fiscalizar as instituic;:oes que prestam atendimento a idoso;
VIII - Estabelecer a forma de participac;:ao do idoso o custeio em
entidades filantropicas ou casa - lar, prevista no art.35 da lei federal n. 0 10.74 /2003;
IX - Incentivar e apoiar a realizac;:ao de evcntos, estud s e pesquisas
relacionados ao atendimento, protec;ao e defesa dos direitos do idoso;
X - Promover intercambio com entidades publicas, particulares,
organismos nacionais e intemacionais;
XI - Prestar informac;:oes e emitir pareceres sobre assun os que dizem
respeito ao atendimento, protec;:ao e a defesa dos direitos dos idosos;
XII- Elaborar e aprovar seu Regimento lntemo;
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XIIT - Aprovar, de acordo com criteria estabcl cidos em seu
regimento intemo, o registro da entidade de defesa ou de atendiment ao idoso e
respectivos programas de atua<;ao;
XIV - Receber pcti<;oes, denuncias, reclama<;oes, rep senta<;oes de
qualquer cidadao por desrespeito aos direitos assegurados aos idosos;
XV - Comunicar ao Ministerio Publico os casos d suspeita ou
confirma<;ao de maus tratos, ou, de qualquer outro ato que tipifique violaryao os direitos do
idoso, que cheguem ao conhecimento do Conselho;
XVI - Fiscalizar e avaliar a gestao de recursos do Fu do Municipal
dos Direitos do Idoso;
XVII Convocar e coordenar a cada doi anos, ou,
extraordinariamente por delibera<;ao da maioria absoluta das seus membros, Conferencia
Municipal dos Direitos do Idasa
SE(:AOII
Da Constituifiio e da Composiflio
Art., 5° 0 Conselho Municipal das Direitos do ldoso sera composto par
10 membros titulares e respectivas suplentes, conforme a composi<;ao abaixo:
T - Cinco representantes de arganiza<;oes nao gave amentais de
ambito municipal diretamente ligadas aa atendimento, proteryao e defesa d s direitos do
idoso, legalmente constituidas e em funcionamento h8. mais de dois anos, oriundos dos
seguintes segmcntos:
a) institui<;oes de atendimento ao idoso em regime asil r;
b) institui<;oes de atendimento em sistema aberto e defesa dos
idosos;
c) organiza<;oes profissionais afetas a area;
d) associaryocs civis comunitarias;
e) sindicatos e entidades patronais afins com base territorial no
municipio;
f) institui<;oes de ensino fundamental e media;
II- Cinco representantes do poder publico local, sendo:
a) 01 representante da Secretaria Municipal de A<;ao S cial;
b) 01 representante da Secretaria Municipal de Esporte e Turismo;
c) 01 representantc da Secretaria Municipal de Educary o e Cultura;
d) 01 representante da Secretaria Municipal de P nejamento ,
Desenvalvimenta e Urbanisma;
e) 01 representante da Secretaria Municipal de Saude.
Art. 6o Para a emissao do ato que nomearci os membros do Conselha
Municipal dos Direitos do Idoso, o chefe do poder executivo observani os seguintes
procedimentos;
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I os representantes das organizac;:oes nao govern mentais sed:'io
eleitos por ocasiao da Conferencia Municipal dos Direitos do Idoso dentre os delegados
participantes;
II os reprcsentantes do poder executive scrao esc lhidos dentre
servidores das Secretarias Municipais elencadas no inciso II, do artigo 5° dest lei;
§ 1 o Cabera as organizac;:oes nao govemamentais a indi ac;:ao de seus
membros titulares e suplcntes, ap6s a eleic;:ao na Conferencia Municipal, ara a devida
nomeac;:ao pelo Chefe do Poder Executive.
§ 2° 0 nao atendimento ao disposto deste § 1° deste artig , implican1 na
substituic;ao da organizac;:ao infratora por sua suplente mais votada, na ordem e sucessao.
§ 3° Os representantes das organizac;:oes nao govemame tais eleitos na
Conferencia Municipal dos Direitos do Idoso e as demais representantes da dministrac;:ao
Municipal assim como seus respectivos suplentes serao nomeados por Decret do Chefe do
Poder Executivo.
Art. 7° 0 mandato dos Conselheiros sera de 02 ( dois) a os, permitida
uma reconduc;:ao, independente da condic;:ao de titular ou suplente.
Pan1grafo unico. A reconduc;:ao e vinculada a pessoa do representante
ficando configurada tambem quando ocorrer a altemfmcia da condi9ao de tit lar e suplente
ou vice versa, bern como a mudanc;a de entidade representada, seja do Po er Executive
Municipal ou de entidades nao govemamentais
Art. 8° Poderao participar das reunioes do Conselho unicipal dos
Direitos do Idoso - CMDI, o Ministerio Publico, Poder Judiciario local, Pode Legislative e
demais 6rgaos que possam contribuir para a efetivac;ao dos Direitos do Idoso.
Seriio III
Da Estrutura e do Fu11cionamento
Art.9° 0 Conselho Municipal dos Direitos do Idoso t ra a seguinte
estrutura:
I - Diretoria cornposta por Presidente, Vice Presidente, 1 o Secretario,
2° Secretario; II- Comissoes de trabalho constituidas por resoluyao do Consel o;
conselho,
suplentes.
III - Plem1rio;
IV - Secretaria Executiva.
1° A Diretoria sera eleita ate trinta dias ap6s a posse do membros do
pela rnaioria de seus membros titulares e na ausencia destes pel s respectivos
2° 0 Presidente podera ser reconduzido par urn mandata onsecutivo.
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Art. 10. A func;:ao do conselheiro e considerada s rvic,;o publico
relevante e, nao sera remunerada, sendo seu exercfcio prioritano e justificad as ausencias
a quaisquer outros servic,;os, quando determinado seu comparecimento s sessoes do
Conselho, ou, participac,;ao em diligencias.
Art. 11 . A Secretaria Municipal responsavel pel politica de
Assistencia Social, execuc;:ao da politica de defesa dos direitos do ido o prestani o
necessaria apoio tecnico e administrative para a consecuc,;ao das finalidade do Conselho
Municipal dos Direitos do Idoso.
Art. 12. 0 Conselho Municipal dos Direitos do Idoso nstituini seus
atos por meio de resoluc;:oes aprovadas pela maioria de seus membros e publi das no 6rgao
de imprensa do municipio.
Art. 13. Cada membro do Conselho Municipal dos Dir itos do Idoso
tera direito a urn t'mico voto na sessao plenaria.
Art. 14. Todas as sessoes do Conselho Municipal dos Di itos do Idoso
serao publicas e precedidas de divulgac;:ao.
Art. 15. Para melhor desempenho de suas func;:oes, o Conselho
Municipal dos Direitos do Idoso podera recorrer a pessoas de not6ri a es ecializac,;ao e
entidades representativas de profissionais ligadas a area, para assessorar o Conselho em
assuntos espedficos.
SE<;AO IV
Do Mandato de Conselheiro
Art. 16. Perdera o mandata o Conselheiro que:
I- desvincular-se do 6rgao de origem de sua representa ao;
II - faltar a tres reunioes consecutivas ou a cinco int rcaladas sem
justilicativas, que deveni ser apresentada na forma prevista no Regimen o Interno do
Conselho;
III - renunciar;
IV - apresentar procedimento incompativel com a ignidade das
func,;oes;
V - for condenado em sentenc,;a irreconivel p r cnme ou
contravenc,;ao penal.
Paragrafo linico. A perda de mandato se dara por liberac;:ao da
maioria dos componentes do Conselho, sendo assegurada a ampla defesa.
Art. 17. Nos casos de perda de mandata, impediment ou falta, os
membros efetivos do Conselho Municipal dos Direitos do Idoso serao, aut maticamente,
substituidos pelos suplentes, exercendo os mesmos direitos e deveres dos titul res.
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Art. 18. As entidades ou organizac;oes representadas pel s conselheiros
faltosos deverao ser comunicadas a partir da segunda falta consecutiva ou da quarta
intercalada mediante correspondencia do Secretario Executive do Conselho unicipal des
Direitos do Idose.
Art. 19. Perdeni a representatividade a institui9Ao que;
I - extinguir sua base territorial de atuac;ao no Mu de Rio
Branco do Sui;
II- tiver sido constatada em seu funcionamento irre ularidade de
acentuada gravidade, devidamente comprovada, que tome incompativel sua representac;;ao
no Conselho Municipal dos Direitos do Idose;
III - sofrer pcnalidade administrativa reconhecidamentc grave.
CAPITULO III
Da Conferencia Municipal dos Direitos do Idoso
Art. 20. Fica instituida a Conferencia Municipal dos Dir itos do Idoso,
6rgao colegiado de carater consultive, deliberative e avaliativo composto or delegados
representantes das instituiyoes e organizayoes profissionais do Municipio de io Branco do
Sul e dos poderes Executives e Legislative do Municipio, que se reunira a c da dois anos,
sob a coordenayao do Conselho Municipal dos Direitos do Idose, medi te Regimento
Interne proprio.
Art. 21. Os delegados das entidades nao gove amentais, da
Conferencia Municipal dos Direitos do Idose serao escolhidos em reunioe pr6prias das
instituic;oes, convocadas para este fim e realizadas por segmentos da socied de civil sob a
coordenac;ao do Conselho Municipal dos Direitos do Idose, no periodo e trinta dias
anteriores a data da realizac;ae da Conferencia, garantida a participac;ae de representante
de cada instituic;ao com direito a voz e voto.
Art. 22. Os representantes dos Poderes Executives, Legislative e
Judiciario, na Conferencia Municipal dos Direitos do Idose serao indicado pelos chefes
des respectivos poderes, mediante oficio enviado ao Conselho Municipal d s Direitos do
Idose, no prazo de ate cinco dias anteriores a realizayao da Conferencia.
Art. 23. Compete a Conferencia Municipal dos Direitos o Idose, entre
outras:
I - avaliar a situa9ao do Municipio no que diz respeito a atenyao aos
idosos;
II - trayar as diretrizes gerais da politica municipal do idose no
Municipio de Rio Branco do Sul; .
III - eleger os representantes da sociedade civil no Conselho
Municipal dos Direitos do ldoso;
IV - avaliar e reformular as decisoes administrativas do Conselho unicipal des
Direitos do Idose, quando provocada;
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final.
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V - publicar as propostas aprovadas, registrando-as e documento
CAPITULO IV
Do Fundo Municipal dos Direitos do ldoso
Art. 24. Fica criado o Fundo Municipal dos Direi os do Idoso,
instrumento de captac;ao, repassc e aplicac;ao de recursos destlnados a propor ionar suporte
financeiro na implantac;ao, manutenc;ao e desenvolvimento de programas e ac; es dirigidos a
idosos do Municipio de Rio Branco do Sui.
Art. 25. 0 Fundo Municipal dos Direitos do Idose se a gerido pela
Secretaria Municipal da Ac;ao Social, sob a orientac;ao e controle do Conse ho Municipal
dos Direitos do Idoso - CMDI.
Dircitos do ldoso;
Art. 26. Sao receitas do Fundo Municipal dos Direitos
1 - dotac;oes on;amentaria;
II - doac;oes de pessoas fisicas ou juridic as, publicas ou rivadas;
III - contribuic;oes voluntarias;
IV- produto de aplicac;ao dos recursos disponiveis;
V - recursos provenientes dos Conselhos Nacionais e Estadual dos
VI- valores provenientes de multas previstas na Lei no 10.741, de 1°
de outubro de 2003 - Estatuto do Idoso;
VII- outros recursos.
1" As receitas descritas neste artigo serao depositadas
obrigatoriamente, em conta especial a ser aberta e mantida em agencia de es abelecimento
oficial de crcdito.
2° A aplica<;ao dos recursos de natureza financeira depe den!:
I - da existencia de disponibilidade em fun<;ao do c primento de
programac;ao;
II - de previa autorizac;ao do Conselho Municipal do Direitos do
I do so.
Art. 27. Nenhuma despesa sera realizada sem a necessaria
autoriza<;ao on;amentaria.
Art. 28. 0 funcionamento e administrac;:ao do Fundo unicipal dos
Direitos do ldoso serao objeto de regulamentac;:ao pelo Executivo Municipal.
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CAPITULOV
Das Disposic;ao Finais e Transitorias
Art. 29. Para a implanta~ao e funcionamento de Fundo unicipal dos
Direitos do Idoso, no primeiro ano de sua vigencia, o Poder Executivo Mu icipal devenl.
abrir credito adicional especial mediante procedimento legal previsto na L i Federal n °
4320, de 17 de mar~o 1964.
Art.30. Para o primeiro mandata, os membros nao gov amentais do
Conselho Municipal dos Direitos do ldoso serao indicados em Assembleia ser realizada
pelas instituic;oes elencadas no art. so , inciso I, no prazo de ate 30 (trinta) d as, da data da
publicac;ao desta Lei.
Art. 31. A organizac;ao e o funcionamento do Conse ho Municipal
dos Direitos do Idoso serao disciplinados em Regimento Interno, que sent elaborado no
prazo de 60 (sessenta) dias, ap6s a posse de seus membros.
Art. 32. Esta Lei entra em vigor na data de sua publica~ o.
Art. 33. Revogam-se as disposi~oes em contnirio.
Gabinete do Prefeito Municipal de Rio Branco do S 1, Estado do
Parana, em 29 de junho de 2005. ,
.~ -~ -·· .. ~- ------- \
AMAURI CEZAR JOHNSSON
PREFEITO.-:MUNICIPAL
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