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sessao nº 3

Tipo Ordinária
Número / Ano 3
Date 2026-03-02
native_id251

Documents (1)

ata #

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CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 06º SESSÃO, 3º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 92 LEGISLATURA, REALIZADA 02 DE MARÇO DE 2026
Ao segundo dia do mês de Março de dois mil e vinte e seis, às dezenove horas e trinta minutos, na sala das
Sessões da Câmara Municipal de Santa Mônica, Estado do Paraná, reuniram-se em Sessão Ordinária os
vereadores: Adenilson Vieira Lopes, Jaime Ruiz dos Santos, Jaime José Vieira Junior, José Rodrigues da
Silva, Maurino da Silva Barbosa, Paulo Antônio Moreno, Sergio Pereira da Silva, Sueli Ferreira da Silva
Oliveira, Vanildo Aparecido Albino. Sob a presidência da Vereadora Sueli Ferreira da Silva Oliveira, foi
solicitado a dispensa da Leitura da ata da Sessão anterior, a mesma foi encaminhada com antecedência ao
vereadores, em discussão, APROVADA. A Senhora Presidente solicitou ao Primeiro Secretário que fizesse
a leitura das CORRESPONDÊNCIAS EXPEDIDAS E RECEBIDA. Projeto de Lei nº 019/2026 Institui o programa
de recuperação fiscal refiz 2026 município de Santa Mônica e da outras providências. Não constando mais
matéria passouOse para ao GRANDE EXPEDIENTE. Conforme inscrição, a palavra o vereador Jaime José
Vieira Junior: Boa noite, senhora presidente, senhores vereadores, vocês que estão nos assistindo aqui,
eu, Isa, Nena, Dona Maria e aqueles pela rede social. Senhora presidente, hoje eu venho aqui fazer uma
cobrança, a senhora levar até o conhecimento do executivo a respeito da limpeza da nossa cidade. Tem
muito entulho, muita reclamação, e me parece que as pessoas que limpam a nossa cidade é através de
uma empresa. E o executivo precisa contratar mais gente. Me parece que é de oito a dez que está nessa
empresa trabalhando e não estão dando conta. Então, é preciso o executivo contratar mais gente para dar
continuidade nessa limpeza da cidade. Bastante entulho hoje, andando na rua de baixo lá, as pessoas
reclamam que faz dias que está lá esses entulhos, vai acumulando. Então, a senhora leva o conhecimento
do executivo para que ele possa estar vendo isso, se é uma empresa que está administrando esses
funcionários, deveria ter alguém responsável, acho que não o chefe do pátio, mas a gente vê que parece
que é o Leandro que controla essa limpeza da cidade. Então, era isso, presidente. A senhora leva o
conhecimento do executivo para que ele possa estar melhorando isso aí, contratando mais funcionário
para a nossa cidade manter limpa. o Vereador José Rodrigues da Silva pede a aparte: Boa noite a todos.
Aproveitando aqui o gancho do nosso companheiro vereador Júnior, a respeito da limpeza aqui do nosso
município, tanto nós, vereadores aqui de Santa Mônica, quanto de Aparecida do Ivaí, a gente anda na
cidade, a gente vê aquilo que a população cobra da gente. E você, vereador, você está correto em pedir
para o prefeito, para o executivo, para essa empresa, para que eles coloquem mais gente sim para limpar
a cidade, Eu estive ali andando ontem, era bem de tardezinha, já estava escurecendo, ali no distrito de
Aparecida do Ivaí, a Rua Jacarezinho, onde mora o vereador Jaime, tem Avenida Paranaguá, onde mora o
vereador Maurino, tem Avenida Curitiba, onde mora o vereador Formigão. E todas as ruas do nosso
distrito, mas também aqui na sede, em Santa Mônica, é só a população, os vereadores, andar na cidade
que vê que falta mais um pouco de funcionário para que faça a limpeza da nossa cidade. Hoje, eu andando
lá na Avenida, a Rua Jacarezinho, é uma vergonha para nós vereadores, é uma vergonha para o prefeito e
é uma vergonha para nós que administra, todos nós, prefeitos, vereadores, secretários, que administra
esse nosso município. Porque o prefeito, quando ele foi eleito no primeiro mandato, eu me recordo até
hoje que o chefe nosso era o Roberto, gente boa pra caramba, e ele começou ali com caminhão-pipa,
todos os vereadores aqui sabem disso, e o prefeito falou, eu quero essa cidade limpa, como se fosse a
cidade que nós sempre moramos, que é a cidade de, de Japurá. E aquilo passou, aquilo acabou, foi só um
engano, e aquilo passou, aquilo acabou, foi só um engano, foi uma mentira com a população, e hoje a
gente já vendo aqui no segundo mandato, as pessoas cobrando da gente a limpeza. Não é fácil para quem
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é funcionário hoje de uma empresa privada, é limpar a nossa cidade com oito pessoas, oito funcionários.
Eu me recordo na época quando o Miléske que era prefeito, eu tive o prazer e o privilégio de estar
ajudando a limpar a nossa cidade, eu trabalhava ali com quinze pessoas, na limpeza do nosso município.
E hoje eu vejo essa empresa que eu não sei de onde ela é, não sei de onde ela vem, eu creio que nem
holerite, para os funcionários, acho que não tem para assinar, eu acho que eles devem receber através,
via Pix. Então, eu peço para que a empresa, contratada pelo prefeito Luan, que ela se manifeste e que ela
faz para nós aqui uma prestação de contas, porque como é que vai limpar uma cidade, apesar de uma
cidade pequena, mas com oito pessoas, e essas oito pessoas são pessoas que trabalham muito. E não é
fácil para eles estar limpando a cidade da forma que a população merece, da forma que a população quer
que seja limpa. Então que essa empresa, ela contrate sim vereadores, mais gente, o chefe nosso ali do
pátio, como citado aqui, o Leandro, que pega os caminhões caçamba, que pega os trator nossos, as pá
carregadeira, e que faça a coleta desses entulhos e desses lixos. Porque a gente vai chegar num ponto de
calamidade, até nós temos um projeto aqui para ser votado agora, daqui a pouco, em instante, de
calamidade pública sobre lixo que está reinando dentro da nossa cidade, e eu admiro nós, sendo vereador,
sendo ajudante, administrador desse nosso município, nós não conseguir fazer uma limpeza da nossa
cidade. Na Rua Jacarezinho, ali perto do pasto do seu Enéas, está lá para todo mundo ver, a não ser que
eles forem lá catar hoje à noite, porque amanhã cedo vai estar lá. Todos os vereadores que moram na
Aparecidinha, que moram aqui em Santa Mônica também, sabem que eu estou falando a verdade. Pelo
menos o povo coloca o entulho para o lado de fora, mas recolhe esse lixo. Porque senão fica difícil para a
gente. Como é que eu vou chegar em uma casa, tomar um café, bater um papo, visitar uma pessoa, e ela
me cobra isso aí e está ali na minha frente, aquele monte de lixo. Que capacidade que eu tenho como
político, como vereador, que resposta que eu vou dar para essa mulher, para esse cidadão, essa que eu
estou dando aqui, é que cobre, entendeu, todos nós, vereador, cobre do prefeito, cobre dessa empresa,
que para mim estou vendo como se fosse uma empresa fantasma, tanto que falaram da minha empresa
lá no passado, hoje eu estou vendo aqui em Santa Mônica, uma que nem holerite tem sequer para os
funcionários assinar, essa empresa, ela deveria se manifestar e nós, como os vereadores dessa cidade, nós
tínhamos de cobrar, não só do prefeito, mas também cobrar dessa empresa, porque da forma que está a
nossa cidade, eu como pessoa, como cidadão, está muito sujo e muito feia mesmo. E a população de Santa
Mônica, ela confiou, ela acreditou no prefeito, no primeiro mês de trabalho dele, ele andava na cidade
aqui no primeiro mês, eu nunca me esqueço, nada contra ninguém, cada um faz aquilo que pensa e que
acha, de bicicleta na cidade. E o povo ali votou, estava assim tudo eufórico, e o nosso prefeito, nosso
prefeito andando de bicicleta aqui em Santa Mônica. Oi, só se chamar lá o presidente Trump, ou chamar
o presidente lá de Israel, de Tarreal, não sei o nome daquele cara direito, para localizar o Luan na cidade,
porque ninguém vê esse cara. E a cidade está abandonada. E só restou nós, vereadores, a ajudar. Então,
espero que todos nós tenhamos consciência e ciência disso que estou falando aqui, que é uma verdade,
uma só verdade, para que o prefeito cumpra, pelo menos até o final, o último dia de mandato dele, até o
dia trinta de dezembro de dois mil e vinte e oito, pelo menos entregar a cidade limpa, é o que o nosso
povo precisa, é o que o nosso povo quer, e é que nós vereadores, tem que estar aqui cobrando todos os
dias. Talvez algumas pessoas acham que o Formigão cobra demais. Eu só cobro aquilo que é o justo, que
é o óbvio, é o que todos nós estamos vendo na cidade. Não estou cobrando aquilo que é uma mentira, é
uma gracinha, é uma palhaçada. Eu estou cobrando aquilo que o povo pede para nós cobrar aqui. E eu
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jamais, jamais, isso foi uma promessa que eu fiz, vou deixar passar em branco, porque é uma vergonha. e
que esse empresário, que eu nem conheço, quem é o empresário, que ele cuide mais, contrate mais gente.
O vereador Sergio Pereira da Silva pede a aparte: Você está falando limpeza, eu não me inscrevi, mas
gostaria também de pedir para que se limpasse ali em frente ao Canidi ali. Aquela torre ali, está realmente
um capim alto pra caramba. É lógico que isso aí é a empresa que tem que limpar, mas a prefeitura tem
que cobrar para que essas empresas façam a limpeza disso aí, igual já foi cobrado aqui a semana passada,
onde estão essas placas solares. Só isso. Conforme inscrição, a palavra, o vereador Paulo Antônio Moreno:
Boa noite, senhores vereadores. Isa, Nena, Dona Maria, Lucas, Jhovana. Eu não tenho nenhuma indicação,
mas eu vim aqui só para a gente tentar solidarizar com um rapaz aqui que tem na cidade, um colega nosso,
ele está precisando fazer uma cirurgia urgente. E essa cirurgia não tem pelo SUS. E ela custa oitenta mil
reais. Até me propus a gente pedir para o produtor fazer um leilão, um bingo. É o Giovanni, gordo, que
todo mundo conhece, o caso dele está meio sério, precisa fazer. Então a gente vamos mexer os pauzinhos,
correr atrás. Conversei com o prefeito hoje, tentar ver com algum deputado também, ver se consegue dar
uma mão para nós. E vamos solidarizar com ele e tentar ajudar ele o mais urgente possível. Era só isso.
Boa noite a todos. Conforme inscrição, a palavra o vereador Vanildo Aparecido Albino: Boa noite, senhora
presidente. Novos colegas vereadores. Vocês que fazem presente aqui. Zé Luiz, Nena, família. Até a sogra
está ali hoje. Que bom vê-los aqui. Jhovana, Lucas, doutor Renato, que estava ali mais cedo. E você que
nos acompanha pelas redes sociais, que bom vê-los aqui novamente. Senhora presidente, essa semana eu
tive também o privilégio de andar pela nossa cidade. Fui fazer umas visitas no pessoal, os amigos da gente,
pessoas que estão com problemas de saúde. E pude constatar também a situação das limpezas na cidade.
E vi os colegas todos falando aqui. É importante falar sim, mas é importante também nós falarmos que
hoje, dia dois de março, foi feito um trabalho pela empresa do Brás Molina, desde o início do mandato
que é feito esse trabalho, de conscientização da população, inclusive para fazer os depósitos de entulhos
e lixos nas ruas, do dia primeiro ao dia dez de cada mês. Mas a nossa população, embora a gente fale, a
gente cobre, a gente orienta, faz no dia que dá vontade, no dia que dá tempo, no dia que eu posso podar.
E isso dificulta o trabalho do pessoal. Entendo que às vezes o número de pessoas é reduzido, oito pessoas,
não sei se consegue dar conta da cidade inteira, mas nos dias normais dá. O nosso problema se intensifica,
geralmente, senhora presidente, novos colegas vereadores, você nos acompanha, nos finais de mês, passa
do dia dez, a pessoa às vezes vai fazer uma limpeza de entulho lá na sua casa e junta um monte de todo o
tamanho. A partir do momento que o pessoal passa e recolhe, até parece que é feito de propósito. A gente
não pode dizer isso, mas parece que é. Às vezes a equipe passa catando ali o entulho, senhora presidente,
novos colegas vereadores, e junta um monte. Aí há pouco está lá aquele monte de todo tamanho. Às vezes
a pá carregadeira desce em algumas laterais das nossas ruas, sobretudo nas estradas que não são
pavimentadas, e faz um buraco ali para o pessoal jogar o entulho, aí eles vão lá e catam. A máquina vira
as costas e joga o entulho de novo. Então, assim, essa empresa que faz esse trabalho na coleta seletiva,
faz trabalho de orientação com o Brás, eles também orientam, estabelecem dias para poda de árvores,
para podas de contenção e de direcionamento, mas nós temos uma população que trabalha conforme
consegue. E aí, sobra para o poder público. Semana passada, senhora presidente, novos colegas
vereadores, eu vi no grupo dessa Câmara Municipal, as pessoas querendo que o poder público entre nas
datas, nos terrenos particulares para fazer limpeza. Porque algumas pessoas não limpam. E se nós
atribuirmos toda essa situação ao poder público, vai chegar um momento onde fica insustentável a
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situação. Até porque todo o trabalho de serviço público, ele deve ter uma tarifa de complementação, seja
coleta de lixo, seja coleta seletiva, sempre tem algo de volta. E aqui se a gente, por exemplo, pegar os
implementos do município, fazer uma limpeza de terreno e falar assim, olha, vai ser cobrado a taxa
conforme o número de caminhões que sair do seu terreno, os nossos moradores reclamam. A gente
entende que tem razão, mas não dá para a gente achar que o poder público tem condição de arcar com
todas as despesas, com todos os serviços, a custo zero. Não tem. Nós temos empresários aí que tem
condição de fazer as limpezas dos seus terrenos e não fazem. E aí às vezes procuram essa Casa de Lei,
procuram os colegas vereadores para que seja tomada uma providência. Como assim, Nós temos uma lei
lá de 2020 que já estabelece a questão da limpeza dos quintais. Compete também a essa casa aqui trazer
isso à tona e a gente em uma conversa com o executivo ver qual vai ser a melhor maneira para fazer com
que isso entre em vigor. E isso se estabelece em todas as situações. Eu duvido, senhora presidente, novos
colegas vereadores, que em Luanda, Luanda é uma cidade que está se desenvolvendo muito bem, né, polo
regional das torneiras, e tem um PIB muito melhor do que o nosso. Eu duvido que lá qualquer morador,
qualquer pessoa, faça lá no meio da rua a disposição de um caminhão de entulho que o poder público vai
lá recolher. Não vai. Se a pessoa não pagar, não alocar um caminhão, não vai. E aqui em Santa Mônica, é
claro, se nós pudermos fazer isso para todo mundo, vamos fazer. Mas a gente não pode atribuir isso ao
poder público o tempo inteiro. Nós não podemos atribuir a responsabilidade de cada pessoa ao poder
público. Se fosse assim, não precisaríamos de médico, não precisaríamos de enfermeiro, cada um fazia o
seu. E não é por aí a coisa. Mas é preciso que a gente traga para essa casa para discutirmos e chegar num
consenso. Onde atribuir todas as responsabilidades ao executivo, ao legislativo, ao vereador, ao prefeito,
é impossível. Não dá para a gente fazer. Mas ainda assim, senhor presidente, caminhando por aí, visitando
algumas famílias, ouvi algumas situações, algumas reclamações, sim, referente à situação de limpezas,
referente à questão de pernilongo, que está muito. Mas tudo isso é reflexo do mau cuidado do quintal de
cada um. Se eu não podar minha grama, o pernilongo vai voar para o quintal do vizinho. Se eu não catar a
sacolinha do meu quintal, ela vai voar para o quintal do vizinho. Mas também, vi bastantes elogios.
Situações onde nós temos iluminação pública com qualidade. Inclusive, o Zé Luiz é uma das pessoas que
faz o apontamento das luzes queimadas. Queima-se uma luz, poucos dias depois se troca. A gente não
tem escutado a reclamação aqui nessa casa. Olha, estão tantos postos com luz queimada. Ah, é obrigação?
Ok. Manutenção das estradas rurais. Se a gente andar pela nossa região, inclusive estrada do Guaritá, Água
da Pedra, atrás do cemitério, a gente vai passar, a gente vai ver uma marcação lá feita, uns pauzinhos,
onde as empresas vieram medir para possível pavimentação. E a gente não traz para cá, para essa casa,
essas situações. A gente só traz para cá situações que a gente quer supervalorizar. É importante
discutirmos, mas é importante trazermos à tona também situações. Senhora Presidente, eu vou para o
Umuarama, agora menos, mas eu estava indo para o Umuarama com muita frequência quando estudava,
e todos os dias, quase todos os dias a gente encontra dois ou três carros indo para o Umuarama, levar o
pessoal para fazer tratamento de saúde, levar o pessoal para fazer perícia médica, levar o pessoal para a
INSS. Você vai para Luanda, você encontra dois ou três carros no município de Santa Mônica de Saúde,
fazendo atendimento à nossa população. A gente vai para Paranavaí, você vai cedo, quando é 9, meia, 10
horas, já tem um carro voltando e tem outro indo. Se isso não for trabalho público, se isso não for política
pública, nós somos hipócritas nessa casa e não ver isso no nosso município. E nós dizermos que a nossa
saúde é ruim, e nós dizermos que a nossa manutenção é ruim, e nós dizermos que o executivo está
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abandonando a cidade. Como assim, gente? O município que nasceu lá em 93, 94, todos os anos, todos os
prefeitos que por aí passaram, todos os legislativos que passaram nessa casa, trouxeram discussões,
caminhamos, evoluímos, trouxemos para essa casa projetos que traz benefícios para a nossa população o
tempo todo. E por que a gente só traz, vamos criticar, porque é muito fácil, é muito legal tacar pedra,
talvez sentar, pensar, hipótese, trazer soluções em vez de tacar pedra. Porque eu ouço um discurso que
eu acho muito ruim e vazio, dizer assim, ser vidraça é mais difícil do que tacar pedra. Se a gente pensar
que não somos vidraça, que somos uma cidade e que moramos aqui, a gente está falando por todos, a
gente pensa em todo mundo. E quando a gente discute vereador ou não, político ou não, seja ele qual for
a denominação, quando você discute, benefício para a nossa comunidade, é para todos nós, é para os
nossos filhos, é para a nossa família, para as nossas casas. É valorização, não é de móvel que eu estou
falando, é de qualidade de vida. Importante trazermos, importante pensar, mas importante mais do que
trazer e pensar, chegar a um denominador comum que o nosso povo, que discutir possibilidades de
melhorar a qualidade de vida para toda a comunidade. Não atribuir culpa a esse ou aquele, porque isso é
muito simples e muito fácil. Obrigado, senhora presidente. Conforme inscrição, a palavra o vereador José
Rodrigues da Silva: Mais uma vez, boa noite a todos. Vocês aqui presentes, o tema nosso hoje, pelo que
eu estou vendo aqui, é a limpeza do nosso município. E não sendo hipócrita, eu como vereador aqui no
mandato do Sérgio, se não me engano, tem oito anos. Eu acho que aqui não tinha nenhum vereador na
época. Não sei se a vereadora Sueli era. Mas eu votei um projeto aqui, com os demais vereadores que já
se foram, para o município colocar no talão de água, de luz, um talão de água, uma taxa, uma coleta para
recolher o lixo da nossa cidade. E todos nós vereadores aqui sabem que vem sair um talão de água hoje.
Salvo engano, acho que é cinco, seis reais, que é uma taxa bem mínima. Cada um de nós pagamos para a
coleta de entulho, de lixo. E como nós moramos num município bem assim, com o IDH bem baixo, igual o
vereador Vanildo falou aqui, a gente precisa fazer o que, Ajudar. Mas se você pegar ali o nosso município
com mil residências, tem mais de mil casas aqui registradas com relógio de água pagando essa taxa. Se
você pegar mil casas, hoje a cinco reais cada casa, vai dar em torno, se eu não me engano, de cinquenta
mil reais, Que é pouco para o município fazer a coleta. Ali em Gaúcha, em Paraíso, Santa Isabel, a coleta
da taxa de lixo está em torno de dezesseis, dezessete reais, Então, nós, políticos, já tem essa lei, essa lei
está em vigor, está todo mundo pagando a coleta. Agora, a única coisa que a gente não pode deixar
acontecer é o povo pagar, nós pagar para ser coletado o lixo, por mais que seja uma taxa mínima e essa
coleta não ser feita. Você imagina assim, eu vou lá limpar o meu quintal, vou colocar eu como se fosse a
população de Santa Mônica, todo mundo pensando igual a mim. Eu vou colocar esse lixo na onde, eu vou
ter que ligar no pátio, pegar uma caçamba para fazer a coleta. Você imagina todo mundo ligando no pátio
pedindo uma caçamba. Então, esse lixo é deposto na rua. E quem tem que fazer essa coleta é o município.
Coleta de lixo, coleta de entulho, coleta de pneus. Tem que ser o município. Tanto é que a nossa população
é fraca. Financeiramente, nós não temos recurso para estar pagando uma taxa tão alta, que para mim seis
reais já tem até muito a população pagar isso aí, que não deveria ser cobrado. Então os outros municípios
vizinhos têm essas coletas, essas taxas de lixo, têm que pagar, é lei, vem no talão da Sanepar, cidade que
tem a Sanepar. E todos nós pagamos, agora nós pagamos por uma coisa que não está sendo atendida.
Você paga mixaria, Sim. Mas adianta você pagar e não estar sendo recolhido o entulho, o lixo? Então, cabe
sim o poder público, nós vereadores, cobrar para fazer essas coletas. Se não, daqui a pouco, a nossa cidade
vai estar, com o perdão da palavra, com muito respeito, a nossa cidade vai estar fedendo. Eu vi aqui, essa
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semana, um vídeo nas redes sociais. Até eu quero parabenizar a vereadora Sueli, a presidenta dessa casa
aqui. Ela fez uma visita ali, se eu estiver errado, que me corrija, em Paraíso do Norte. E a vereadora ficou
bastante encantada com a cidade de Paraíso do Norte, a entrada vindo lá, o lago, o recinto de festa. E eu
fiquei bastante contente de ver os nossos vereadores visitando o nosso município vizinho e ver que está
sendo bem cuidado. E eu sendo vereador já há quatro mandatos, vai para dezesseis anos aqui
praticamente nessa casa, quando eu venho ali de Santa Isabel para entrar em Santa Mônica, como todos
nós vereadores aqui faz o mesmo trajeto, você vê a nossa entrada ali, nós temos ali uma cratera, uma
erosão, um buracão, seja lá cada um fala do seu linguajar. O nosso município, o nosso povo que trabalha
no nosso município, as coletas de lixo em entulho, aterrando buraco ali, na entrada da nossa cidade. Não
tem um palmo de asfalto nas ruas. E está lá o poder público, Santa Mônica, vasculhando caminhão de lixo
para enterrar um buraco. Nem capacidade para enterrar um buraco não tem. Ah, mas isso aí não foi o
Luan. Dane-se, nós somos vereadores, você não é começar a pensar no passado, nós não conseguimos
enxergar o futuro. Então você só consegue enxergar o futuro você vendo as coisas do presente. E o
presente é hoje. Hoje é dia 2 de março de 2026. Quando você vem de Tapira, entrando ali na Aparecidinha,
tem a Casona, todos nós conhecem a Casona ali. A DR foi lá e fez uns buracos ali, de frente à empresa do
pai do prefeito. Olha que vergonha que é aquilo ali na entrada da nossa cidade. Na entrada de Santa
Mônica vindo de Santa Isabel, na entrada de Tapira, entrando no distrito de Aparecida do lvaí. E nós,
vereadores, viaja para fora, todos nós aqui viajamos. Gente, se eu tiver errado aqui, qualquer um de vocês
me corrija. Santa Mônica parece que Deus me perdoa a palavra. Tem um diabo enterrado aqui dentro.
Porque o prefeito prometeu tanta coisa, tanta coisa, e nós estamos falando uma coisa tão simples, é o
óbvio, é limpar a cidade. Nós não estamos dando conta de limpar a cidade. Aí vem nós falar que tem as
partes boas, é lógico que tem. A saúde mesmo, eu não vou ser hipócrita mais uma vez, falar que a saúde
é tão ruim no nosso município. Falta corrigir, falta melhorar. Tem falha, e falha gravíssima com nossos
idosos, com as nossas pessoas que mais precisam da saúde. Mas, gente, vamos falar também das obras
deste nosso município. O prefeito nosso, ele destruiu um campo ali na Parecida do Ivaí, com uma maquete
iludindo o povo, que aquilo ali ia ser um portal da cidade. O Leandro, nosso chefe do pátio, que gente boa
pra caramba está ali, mas ele está de mãos atadas. Ele não tem a caneta na mão. Ele é barrado pelo chefe
de gabinete do prefeito, um tal de Júnior, que nem aqui no município mora, e o cara fica exaltado. Então
é difícil ser funcionário dessa forma. E o prefeito passa a mão na cabeça, ele quer economizar, ele não
quer gastar. Sabendo que só essa casa aqui devolveu agora em dezembro 670 mil reais, e nem nós
vereadores, nem nós vereadores aqui, tem uma plaquinha dessa com o nome dos vereadores. Dá a
entender que todos os vereadores são fantasmas. Essa minha aqui era o tempo do Zé Otacílio ainda. Então,
são pequenos caprichos aqui no nosso município que a gente tem que estar cobrando todos os dias. Agora,
se nós já estão errados por nós mesmo, o prefeito, pelo meu entender, que ninguém vê ele na cidade,
andando mais de bike, fazendo showzinho na cidade. Tem que ser nós, obrigação de nós todos, cobrar
desse cidadão. Para não ficar repetindo o nome dele aqui toda hora. Agora, que a cidade tem que ser
corrigida, é lógico que tem que ser corrigida. Falando a respeito das limpezas. As questões das obras. Aqui
em Santa Mônica, aqui nas Popular, ali perto do cemitério, contratou uma empresa lá que só Deus sabe
onde ela achou essa empresa. Salvo engano deve ser de Nova Londrina. Essa empresa que fez o asfalto. Já
foi corrigido duas vezes. Vaiter que ser corrigido de novo. Lá na Aparecidinha, vai para quatro anos. Quatro
anos. Essa empresa fantasma. Não sei onde que ela achou essa empresa. Está lá. Sem fazer um palmo de
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asfalto. Você entra ali, senhores vereadores. Na entrada de Santa Isabel. Creio que todos já passaram ali.
Passei nessa semana. Fiquei muito orgulhoso do prefeito de Santa Isabel. Descendo na rua da Cocamar ali.
Olha onde foi construída a prefeitura. Ali era uma erosão cheia de terra, entrada feia. Olha que coisa linda
que está ali. Eu só estou pedindo o básico. Limpeza no nosso município. Cuidado com a nossa população.
Coleta de lixo, reciclável, entulho. Agora, se nem isso o vereador poder cobrar, e eu vim aqui falar que está
mil maravilhas, que tem pontos bons, não sou hipócrita. Eu volto a repetir, tem pontos bons sim. Sim, né?
Muitas vezes a gente vota aqui, enquanto vai votar aqui esse projeto aqui para parcelamento do IPTU, que
eu vou fazer um comentário depois em cima disso, tem coisas boas sim, mas seria hipócrita nós,
vereadores, a população cobrar de mim, não sei se cobra os demais companheiros aqui dessa mesa, e nós
fazer de conta que não está acontecendo nada. Então eu já fiz uma jura para todo mundo, o que é bom é
bom, o que é errado é errado. Tem carro bom, se indo na saúde, está transitando, tem pessoas sendo
levadas, tem pessoas sendo bem atendidas, mas tem pessoas também que são mal atendidas. Exame
atrasado, agendamento tem que ser corrigido. Agora eu estou mentindo. Alguém tem coragem de falar
aqui que eu estou mentindo? Tem pontos para ser corrigido. Tem caminhão para buscar mudança lá em
Mato Grosso, que é crime. É lógico que tem que ter um carro para a saúde. Então vocês entendam muito
bem o que eu estou querendo dizer aqui. O meu tempo se esgotou, mas eu tenho a liderança para fazer
mais comentários. É só isso, mas muito obrigado. passo agora a palavra para o meu vice. Com a palavra, a
vereadora Sueli Ferreira da Silva Oliveira: Senhores vereadores, senhores aqui presentes, as senhoras,
senhores da rede social, deixar bem assim, avisar os vereadores aqui, quando for cedida aparte, somente
por dois minutos, para entrar na fala um do outro, não pode passar de dois minutos. Eu quero fazer uma
pergunta para o vereador Formigão. Eu quero saber quanto ele trouxe de emenda para Santa Mônica,
vereador. Depois o senhor me responde na sua fala. Qual é o valor de emenda que o senhor trouxe para
Santa Mônica, na gestão que o senhor ficou dois anos e mais agora? Então, vamos saber quanto ele trouxe
de emenda para Santa Mônica, qual foi o recurso que ele trouxe para Santa Mônica. Senhores vereadores,
hoje eu não tive tempo, vou fazer uma indicação, era para ter feito hoje, mas é muito corrido, a gente faz
uma coisa ali, outra aqui, não deu tempo de fazer hoje. Eu quero fazer uma indicação que vá um ônibus
de manhã para a saúde, já vai, mas que volta às 11h30. E que daí outro sai daqui 11h30 para buscar o
pessoal do período da tarde. Vou fazer uma indicação, depois o Lucas vai fazer para mim, a gente vai estar
apresentando aqui na mesa. Que vai um ônibus que volta de Paranavaí às 11h30, porque é muito difícil
uma pessoa sair daqui às 4h45 da manhã e ficar até às 5h da tarde. Ali vai criança, ali vai idoso, ali vai
pessoas que não conseguem andar direito. Então, já levantei em outros municípios, Loanda tem, Amaporã
tem, o ônibus vai, sai de Loanda 4 da manhã, 4h45. Quando é 11h30, volta de Paranavaí. Hoje, quando foi
1h da tarde, já estava o ônibus lá de volta. Então, vai 4h45, volta 11h30. Depois vai outro daqui, de Loanda,
para buscar. Chega lá 1h da tarde e volta depois, pegar o pessoal do período da tarde. Então, eu vou estar
fazendo essa indicação. Que é muito sofrido. Tem pessoas que vão fazer fisioterapia lá. Uma grande
quantidade de pessoas. E chega lá, faz 40 minutos de fisioterapia, daí tem que ficar esperando até 4, 5
horas da tarde. Não é todos os dias, gente, mas acontece muito isso. Então, hoje eu quero o apoio dos
vereadores, vou falar com o prefeito, vou fazer essa indicação para estar tentando resolver essa parte, que
eu acho que vai ser bom para todo mundo. São dois ônibus. Sai 11h30 de Paranavaí e sai 11h30 daqui para
buscar o pessoal da tarde. Que fica lá, para o período da tarde da consulta que vai à tarde. É muito fácil
falar. Eu na gestão anterior, de quatro anos, a minha deputada Flávia Francisquine, foi quase dois milhões
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de emenda, em parceria com o prefeito e com os votos que eu fiz para ela. Só a capela mortuária da
Aparecidinha, que é o distrito onde pertence ao vereador, que mora lá, foi 650 mil reais. Então, é muito
fácil o vereador chegar aqui, bambu, mas eu quero saber o que ele trouxe para o município, de emenda.
O que ele conseguiu para a população. Então, é fácil chegar aqui e falar. Mas e o que conseguiu. Vou falar
mais uma coisa para vocês, gente. Nós devolvemos, sim, o dinheiro para a prefeitura, mas a Câmara está
praticamente, nós vamos licitar ela. Não é da noite para o dia. Hoje, uma empresa pega, a gente não
escolhe uma empresa para fazer o asfalto. Isso é licitado, isso é obras, isso tem documento. Eu fui pôr uma
energia ali na minha casa, eu demorei 45 dias para concluir. Não é eu chegar lá e mandar. A gente precisa
de outras pessoas para executar o trabalho. Então, assim, não é chegar, ah, eu vou fazer essa obra. Vai
sim, a construção da Câmara vai sair, isso eu posso garantir para vocês. Todo dia a gente está alimentando
o sistema, todo dia documento que falta. O CECID já deu aval. Está na boca do caixa para estar saindo a
construção da Câmara. Em relação às plaquinhas que o vereador citou, não precisa, porque lá no site, ali
na televisão, aparece lá o partido do vereador, lá no site, na hora que está transmitindo. O partido do
vereador, o nome do vereador, se ele é vice-presidente, se ele é presidente, se ele é primeiro secretário.
Então, não há necessidade da Câmara comprar plaquinha. Pra quê? A gente usa aqui o dinheiro da Câmara
pra coisas que precisa. Não há necessidade. Então, assim, é muito fácil meter o bambu. Era só isso
Conforme inscrição, a palavra com o vereador Maurino da Silva Barbosa: Boa noite a todos. Ao Isa que
está sempre fazendo com a gente aqui, a Nena, a Dona Maria que agora está bem frequente, a Jhovana,
o Lucas e a todos aqui nessa mesa, primeira coisa que eu vou fazer hoje aqui, um agradecimento. Fazer
um agradecimento ao Isa. Muito obrigado, Isa, por você ter se empenhado, ter ajeitado as coisas para o
povo fazer a feira lá na Aparecidinha, eu viajei semana passada, mas eu cheguei e já foram, me
procuraram, já me falou que você se desdobrou lá e ajeitou, facilitou algumas coisas para eles lá. A energia,
correu atrás, enfim. Muito obrigado pelo seu desempenho. A vereadora Sueli Ferreira da Silva Oliveira
pede a aparte: Isa, você está de parabéns. Eu queria que bastante funcionários, nós temos uns funcionários
aqui que são um exemplo e você é um deles. É só isso, vereador. A palavra voltou para o vereador Maurino
da Silva Barbosa: Então, Isa, muito obrigado. Continua assim, você é um cara excelente. E agora, gente,
semana passada, nós fomos viajar. Na minha intenção, eu tinha viajado eu, o vereador Jair e o prefeito.
Mas diz que o prefeito da cidade está sumindo, sumiu. Você tem que buscar não sei quem para caçar ele.
Mas até então eu fui com o prefeito. O prefeito foi a tarde de resolver problemas do município. Estivemos
junto com ele lá. Inclusive tinha alguns projetos que estavam com alguma pendenga para se resolver. E
hoje eu vim aqui na prefeitura cedo, porque de lá ele contatou o Carlão, que era nosso engenheiro que
tinha saído, para vir hoje dar um suporte aqui, para que desenrolasse algumas coisas que tem. Porque
projeto é assim, não é só mandar e está pronto. Então o Carlão veio hoje, ficou por aqui o dia inteiro. Eu
na parte da tarde não vim, mas parece que tudo caminhou bem, tudo está tranquilo. Então nós temos
muita obra nesse município para sair e vai sair. A população pode ter toda a certeza do mundo que vai
sair. Assim como a população pode ter certeza também que nós temos prefeito. E não está sumido não. O
prefeito está na prefeitura, o prefeito está na rua, está na casa dele, está na vila rural dele, está em
qualquer lugar na rua. Ele só não está andando de bicicleta porque de repente ele não está precisando
fazer uma caminhada de bicicleta. Entendeu? Mas nós temos prefeito sim. Eu quero nem falar, criticar é
muito fácil. Aí você pega uma crítica, duas e esquece de cinquenta qualidade. Tem alguma coisa para se
corrigir? Tem. Então, corra atrás, vamos corrigir isso, vamos corrigir aquilo. Não chega aí desse seu pau, já
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criminalizando, é o caramba, é assim que funciona. Então, a população tem que ficar bem atenta com as
palavras. Da onde vem, quem fala. Isso é o que a população tem que ver. Nós estamos aqui para fazer o
que é bom para o nosso município. Então, viajamos semana passada, o prefeito resolveu bastante coisa,
tá? E quero aqui também agradecer o deputado do Carmo, que nessa visita agora, ele nos mandou uma
emenda aí, se chama carreta de um curso. É uma carreta que vai vir aqui para dar um curso de parte de
elétrica. Já é uma grande coisa que tudo que vem para o município já ajuda, entendeu? Então, acredito
que em breve vai estar mexendo os papéis também, não vou falar para vocês que é o mês que vem ou no
outro, porque tudo é demorado. Então, vai ter suas burocracias, mas então, deputado do Carmo, você
está de parabéns, mas obrigado mais uma vez. Estamos juntos, você sabe disso. Então, a gente só quer
que a população entenda uma coisa só. Nós somos nove vereadores para trabalhar em prol da população.
Tem o que consertar? Tem. Não está 100%? Não. Porque lugar nenhum está 100%. Nenhum. Não vou ser
hipócrita, como o rapaz falou, de dizer que está 100%. Não dá. Mas se não for na conversa, no diálogo, na
xingação, na ignorância, na falta de educação, não vai ser. Não vai ser. Tem que ser com educação, força
de vontade e determinação pelo que está fazendo. É só isso, meu muito obrigado. Não havendo mais
inscritos, passou-se então para a ORDEM DO DIA. Solicito o primeiro secretário que faça a leitura das
matérias em pautas. Projeto de Lei nº 013/2026 - Ementa Abre Crédito especial por excesso de
arrecadação bem como altera PPA, LDA e LOA e da outras providências, projeto segunda votação
construção do CRAS. O projeto está em discussão. Com a palavra, o vereador Vanildo Aparecido Albino:
Discutir, senhora presidente. Nós falamos aqui agora há pouco, senhora presidente, sobre avanços no
município. Esse CRAS é um que a gente deve parabenizar a vossa senhoria, o prefeito, o grupo do pessoal
que trabalha na assistência social, por correr atrás e trazer para a nossa comunidade uma construção
avaliada em 1 milhão e 200 mil reais só de construção, que foi feito aqui também por esse legislativo, a
aquisição de um terreno mais próximo da nossa população carente. O nosso CRAS hoje é lá na saída indo
para a Aparecidinha do Ivaí. Então fica aqui, senhora presidente, o nosso orgulho em fazer parte de uma
Câmara Legislativa já desde o mandato passado onde a gente juntos, todos os nove vereadores, aprovam
projetos desse tipo pensando na nossa comunidade, senhora presidente. Com a palavra, a vereadora Sueli
Ferreira da Silva Oliveira: Discutir. Isso é porque o município vai ruim. Uma obra de um valor de R$ 1,2
milhão, pela Secretaria de Desenvolvimento Social, com o secretário Carbone, aonde que veio mais
algumas coisas da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado do Paraná, com o secretário Carbone,
acho que do desenvolvimento social hoje, com os carrinhos, com os óculos, passa de R$ 1,8 milhão, se for
somar tudo. Com a palavra, o vereador José Rodrigues da Silva: Vou discutir. A respeito desse projeto, a
gente concorda que é muito bom para o nosso município. Todos nós vereadores estamos aqui apoiando,
votando. E tem mérito, mas eu também não posso deixar de falar, e sei que todos vocês, vereadores,
podem me corrigir se eu estiver errado. Aqui em Santa Mônica, eu acho que é a segunda obra de prédio
que vai ser construída no mandato do Luan. Porque foi feita ali a clínica da mulher, agora a biblioteca. É
isso, vereador Vanildo? Se eu estiver errado, alguns de vocês me corrijam, então aqui na sede ele fez a
clínica, que foi gastada, se eu não me engano, um milhão de reais. E agora mais 600 mil, não é isso? Um
milhão e duzentos mil. Dessa obra aí. E vai dar em torno de hoje dois milhões. Prédio público, entenda
bem. Para depois não sair falando que eu falo demais. E ele está no segundo ano do segundo mandato.
Mas que seja bem-vindo, que é bom, a gente vai aqui votar a favor, mas falar que está mil maravilhas não,
porque com seis anos, fazer uma clínica, prédio público, e fazer agora um abre-biblioteca, mas está
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fazendo, está bom. Então, que seja bem-vindo, é só isso. Com a palavra o vereador Sergio Pereira da Silva:
Senhora presidente. Eu só gostaria de dizer também, votei favorável a esse projeto e apoio o quanto é
importante para o nosso município a construção do CRAS. Tantos outros municípios também conseguiram
isso. Essas emendas que vêm para isso, eles fazem em sequência. Vários municípios vão construir outro
CRAS. É importante, sim, que se faça e que se atenda melhor a nossa população, num espaço mais
adequado e melhor. Sessão passada foi discutida aqui algumas coisas que tudo tem que melhorar. E os
recursos hoje vêm para um CRAS que nós já temos um relativamente bom. E que com a construção desse
vai ficar muito melhor, vai sobrar um espaço bom lá. Só isso, senhora presidente. O projeto continua em
discussão ainda. Ninguém mais para discutir. Em votação. Aprovado por unanimidade dos votos presentes.
Projeto de Lei nº 014/2026: Abre crédito especial por superávit financeiro, bem como altera a SPPA, LDA,
LOA e de outras providências, projeto no valor R$ 745.835,16 ainda pra construção do CRAS e aquisição
de uma van. O projeto está em discussão. Em votação. Aprovado por unanimidade dos presentes. O
Projeto de Lei nº 015/2026 - emenda, abre crédito especial por excesso de arrecadação, bem como, altera-
se PPA, LDA e LOA e das outras providências, projeto no valor de R$ 139.414,00, destinado à implantação
de estufas agrícolas no município, segunda votação, senhora presidente. O projeto está em discussão. Em
votação. Aprovado por unanimidade dos votos presentes. Projeto de Lei nº 16/2026 - institui o Fundo
Municipal de Calamidade Pública vinculado ao Sistema Municipal de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC) e
das outras providências. Projeto de primeira votação, senhora presidente. O projeto está em discussão.
Com a palavra, o vereador Vanildo Aparecido Albino: Discutir, senhora presidente. Senhora presidente,
esse projeto está vinculado à Defesa Civil no Estado do Paraná. Quando nós temos saindo do município, já
tivemos várias outras vezes situações de calamidades públicas, estiagens, chuvas, vossorocas e demais
situações onde necessita do apoio do Estado, nós já tínhamos uma legislação que vinha atendendo a
demanda do município, mas houve-se uma necessidade de adequação, conforme a instrução do Estado
do Paraná, para que seja feita essa adequação com a criação de um fundo próprio municipal vinculado à
Defesa Civil, onde todos os recursos alocados nesse fundo serão gastos com situações emergenciais e
calamitosas. Assim também, senhor presidente, agora dia 10 de março, 9 e 10 de março, haverá uma
formação em Curitiba com todos os representantes da Defesa Civil dos municípios do Estado do Paraná,
tratando sobre isso em parceria com o Fundo Nacional de Assistência Social, que geralmente vem
vinculado com a Secretaria Municipal de Assistência Social às situações voltadas para a Defesa Civil. Então,
além de a gente estar discutindo o projeto, fica já o nosso agradecimento aos sargentos da Defesa Civil,
que sempre se fazem presente, auxiliando a nossa coordenadora municipal. O projeto continua em
discussão. Em votação. Aprovado por unanimidade dos votos presentes. Não havendo mais matéria
passouOse então para o COLÉGIO DE LÍDERES. Conforme inscrição, a palavra com o vereador José
Rodrigues da Silva: Mais uma vez, boa noite a todos. Agora é só cinco minutos, ainda bem que já termina
logo. Porque se deixar, eu falo aqui igual uma tagarela. Senhora Presidente, eu vou fazer uma pergunta
aqui. Como a sessão nossa é gravada, e creio que todo mundo está assistindo essa sessão, tanto é que as
pessoas cobram da gente, porque estão atentos. Eu perdi a eleição em 2020, se não me engano, e fiquei
dois anos fora da política, e era primeiro suplente e voltei para essa casa. A senhora, vossa excelência,
lembra do primeiro dia que eu entrei nessa casa aqui, teve uns que ficou contente, talvez outros não, mas
a senhora me chamou ali no cafezinho, um bate-papo comigo. E falou para mim o seguinte, que eu nunca
vou esquecer o que você me cobrou. Você falou assim, olha, não faz igual o vereador que saiu dessa casa
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não. Joga no nosso time. Você só tem a ganhar. Fica do lado do prefeito. Lembra que você me falou isso?
Lembro disso não, vereador. Você lembra? Não, tá. Tá, amnésia, mas tá. Você sabe o que eu respondi para
você? Quem votou em mim foi a população, não foi o prefeito. Fui suplente, estou primeiro suplente,
estou nessa casa aqui hoje. E vim para ajudar a corrigir os erros e os defeitos desse nosso município. Fiquei
dois anos na vereança. Entrei para a quarta eleição. Fui um dos vereadores mais bem votados. Fiz 123
votos, porque a população viu que esses dois anos que eu peguei aqui, eu fui firme com a população.
Então, vou continuar firme, independente se alguém defenda ou não defenda, aqui todo mundo tem o
direito de falar aquilo que pensa, aquilo que acha, mas desde quando que não fuja da realidade, que não
vira uma mentira. E para falar, para não deixar sem resposta, você me perguntou, a respeito de quantos
mil eu consegui de emenda nesse meu mandato aqui para o nosso município. O tempo é bastante curtinho,
mas vou explicar, vou ser bem breve aqui. Perguntando para todos os vereadores, todos vocês
conseguiram recurso, todos vocês conseguiram emendas com os deputados. Tirando eu aqui, fica oito
vereadores. Se eu colocar ali cada vereador, se eu estiver errado aqui, vocês me corrijam pelo que vocês
falam, conseguiu em torno de dois milhões de emendas com os deputados. Que vai dar em torno de 16
milhões de emendas. Dos vereadores. Dos vereadores que conseguiu o recurso. E o prefeito fala que
conseguiu, que tem em mãos 41 milhões já conseguidos nesse mandato dele. Pegando 41 milhões e o
prefeito fala que conseguiu, que tem em mãos 41 milhões já conseguidos nesse mandato dele. Pegando
41 milhões com mais 16 milhões que o nosso amigo e companheiro dos vereadores conseguiu através dos
deputados de emenda, dá 57 milhões de reais. Pega 57 milhões de reais, que todos falam que é a verdade,
e eu sou mentiroso, que todos vocês conseguiram esses recursos. E o prefeito, 41 milhões, que ele
conseguiu com esses deputados e governadores. Distribui no município, igual a Santa Mônica. Santa
Mônica é tamanho de Curitiba hoje. Distribui 57 milhões de reais, aí depois você entrega uma clínica
dentro de quatro anos, e mais quatro anos agora, outra obra que é um projeto. Onde que foi tanto
dinheiro? Ou essas obras vão estar para vir ainda? Se tiver para vir, que sejam bem-vindas. Agora, sabe
quantos que eu consegui de recursos para Santa Mônica aqui, vereadora? Para todos vocês saberem, para
a população saber, 0,0%. Você sabe por que eu consegui isso aí? Porque desde quando o nosso município
tem um prefeito autoritário que não aceita ser cobrado pela oposição, ele não é político. E está aqui do
meu lado o vereador Júnior. Já falei nessa casa aqui. Eu lá em Brasília, junto com o vereador, o prefeito
teve a cara de pau. O Júnior aqui no gabinete do Veltro, acho que o prefeito achou que eu não estava do
lado. Telefone no Viva Voz, o telefone do Júnior. Falou para o Veltro, que conseguiu já recurso aqui na
Santa Mônica, o deputado do PT, o Veltro. Acho que mais de milhão. A única coisa que eu não quero é
desse vereador Formigão, que eu não gosto dele, e não quero nada do deputado dele, que é o Bambamã,
que é o Zeca Dirceu. Eu jamais, como político e como cidadão, jamais, vou dar moral para um prefeito
desse, que ele lavou as mãos para o vereador, mas ele se esqueceu que eu sou vereador porque o povo
me elegeu. E as cobranças, eu não ia ficar de cabeça baixa, porque ele não quer recurso do vereador
Formigão. Será que eu estou mentindo aqui? O vereador Júnior está aqui testemunha, será que ele vai
estar mentindo também? Então, não consegui um real de recurso, mas no primeiro dia que eu entrei aqui,
eu falei para o prefeito, quer ajuda, e ele falou, de você não. Conforme inscrição, apalavra, o vereador
Vanildo Aparecido Albino: Senhora Presidente, novos colegas, vocês que fazem presente aqui, senhora
presidente, eu gostaria de trazer aqui o trabalho que a gente tem feito lá na Secretaria de Assistência
Social, onde a nossa secretária, dona Belonisa, em parceria com o SENAC, em parceria com o nosso
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executivo, trouxe para o município um curso profissionalizante que está atendendo. Inclusive, hoje, nós
tivemos uma aula lá no CRAS e vai ter, durante toda a semana, um curso profissionalizante de tranças.
Para atender, está atendendo 16 pessoas do nosso município, das mais variadas idades, acima de 14 anos.
Então, a gente trabalha, acho que todos aqui, vereadores, servidores, a gente tenta trazer para a nossa
comunidade melhoria. Esse é um projeto que traz melhoria. Quando a gente fala em profissionalização,
nossa comunidade é uma comunidade bem carente, a gente tanto ouve falar aqui, a unidade que precisa
de oportunidade. E talvez, senhora presidente, nessa situação, acho que cada um dos nove colegas que
aqui estão, se a gente conseguir ou tentar ou viabilizar, seja quais forem os meios, possibilidade de auxiliar
no desenvolvimento, na busca da autoestima, no resgate pessoal, sobretudo na figura da mulher.
Sobretudo na figura daquela que é o esteio da casa. E a gente discute tantas outras coisas. Nós falamos
aqui agora há pouco sobre 57 milhões de reais. O vereador fez a conta ali rapidinho. Parabéns, vereador.
Eu não tenho essa capacidade de fazer conta assim rapidinho não. Meu negócio é letras, números. Eu
tenho dificuldade. Mas se a gente olhar, só na estrada da Peroba aqui tem quase 5 milhões ali de
paralelepípedo. Nas duas vilas rurais, mais quase 3 milhões. Mais uma construção lá em Aparecido do Ivaí,
que está lá finalizando, uma supercreche, mais quase 2 milhões de reais. Nós tivemos aqui agora a Capela
Mortuária, nós tivemos e tantas outras coisas e é preciso que venha mais mesmo. Inclusive, vereador, o
senhor falou que não conseguiu emenda parlamentar, o senhor conseguiu um auxílio para o colégio. Não
sei se o senhor esqueceu, mas o senhor conseguiu. Então, assim, todos nós, os nove, com empenho de
cada um, a gente busca tentar trazer para a nossa comunidade melhoria, seja ela no financeiro, como
emendas parlamentares, seja ela nas cobranças aqui nessa casa, trazendo discussões, seja ela no plano do
investimento, como vereadores que têm condição e investem no nosso município, investem em
municípios vizinhos e gera trabalho e gera renda. Vereador Paulinho sai de madrugada, leva pessoas para
trabalhar, inclusive recebe processo por causa disso. Então cada um tentando trazer para a nossa
comunidade, para a nossa realidade de cidade pequena, isso é importante, isso é gratificante. E ao longo
de tantos anos, está o vereador Sérgio Pereira da Silva ali, que se eu estiver mentindo, vereador, o senhor
pode me corrigir. Tantos anos, tantas dificuldades nós já passamos nesse município, tantas coisas nós
evoluímos, tantas outras coisas nós temos que evoluir, tantas pessoas que aqui não estão para ver as
nossas conquistas, os nossos embates, aquilo que a gente traz para essa casa. Tantas pessoas que hoje
teriam o maior orgulho de dizer, mora em Santa Mônica, uma cidade acolhedora, uma cidade onde as
pessoas estão preocupadas em tentar melhorar a qualidade de vida. Ainda que as discussões sejam
acaloradas, ainda que às vezes a gente ouve, ah, fulano está mentindo, Beltrano está dizendo isso, a ideia
sempre é trazer para essa casa discussões onde a população ganha, onde nós tenhamos aí condição de
sair a pé na nossa cidade, qualquer vereador aqui caminha pela nossa cidade, encontrar pessoas e às vezes
você vai tomar um tapinha nas costas e falar assim, parabéns, estamos no caminho certo, ainda que
tenhamos muito a fazer, ainda que tenhamos muito a ser feito, porque esse é o nosso caminho. Seja na
nossa casa enquanto pai, enquanto esposo, enquanto marido, seja na nossa religião, enquanto ser
humano, enquanto cristãos, seja na Câmara como vereador, seja no serviço público, seja na roça, seja no
comércio, todos os dias nós temos o privilégio de escolher o que fazer e qual a forma trazer para a nossa
comunidade. E ainda, vereadores, nós temos um privilégio, que é chegar no final do mês nós termos
salário. Tantos outros, tantos outros na nossa comunidade não tem. E é por esses que a gente tem que
tentar buscar cada dia mais. É por esses que a gente tem visto se investir na nossa comunidade pensando
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sempre no melhor, trazendo discussões para essa casa, pensando sempre no melhor e no bem comum.
Conforme inscrição, a palavra com o vereador Maurino da Silva Barbosa: Vamos falar mais um pouquinho
aqui, falar do prefeito, porque hoje é falar do prefeito, pessoal. Vocês não se espantam não, porque hoje
aqui a palavra é com o prefeito, hein? Fica fácil dizer que o prefeito não fez nada, não faz nada. E dizer
assim, eu não trouxe o prazer de bater no peito e falar assim, eu não trouxe nem um centavo de emenda
e não vou trazer. Faça dizer isso. Mas não traz porque não quer. Porque deputado bom ele tem. Porque
aqui nessa casa se defende o que é bom. Não defende bandeira aqui não. Aqui não tem picuinha com o
partido. Vereador Julião está aqui. Está de parabéns. De parabéns. É da oposição. Mas todos os recursos
que ele trouxe foram bem recebidos. Se desempenha, dá algum problema. Ele liga para o prefeito. O Luan
responde para ele. Falando, Juliano, está acontecendo assim. Então o prefeito não recusa emenda de
ninguém. A única coisa que não tem é o diálogo. Por quê? Como é que o prefeito vai ter diálogo com uma
pessoa que deseja até a morte dele? Fica difícil uma posição dessa. Mas toda outra posição aqui, se tiver
diálogo com o prefeito, tem recurso, é bem tratado, é bem recebido. É só isso, meu, muito obrigado. Com
a palavra a vereadora Sueli Ferreira da Silva Oliveira: O vereador, além de não trazer nada para o
município, é mentiroso, porque eu não falei isso para ele. Mas tudo bem. É complicado as palavras do
vereador. Às vezes ele fala umas palavras muito ardentes. Acaba as pessoas ficando até magoado com ele.
Porque eu acho assim, política, saiu lá fora, acabou. Mas às vezes ele atinge o pessoal da gente aqui. Então
é bem complicado mesmo. E em questão das emendas, acho que o vereador também é meio ruim de
matemática, porque nem todo mundo trouxe emenda para o município, inclusive ele. Então ele fez uma
conta de 56 milhões, acho que ele está um pouquinho ruim de matemática. Era só isso, vereador. Não
havendo mais inscritos, passou-se então COMUNICAÇÕES PARLAMENTARES. Conforme inscrição, a
palavra o vereador Vanildo Aparecido Albino: Senhora Presidente, novos colegas vereadores, vereadora,
vocês fazem presente aqui, que bom tê-los aqui. Venham mais vezes, participam sempre com a gente.
Estar próximo aqui nos traz um certo calor humano, isso é importante. Lucas, Jhovana, Dr. Renato, Dilção
chegou ali agora e a todos os outros. E a você que está sempre nos acompanhando pelas redes sociais, Dr.
Binho lá de Umuarama estava hoje aqui na live. Prazer em tê-lo aí, doutor. E a todos vocês, continuem nos
acompanhando. Aqui a gente traz as nossas ideias, a gente traz aquilo que a gente acredita. E penso que
todos trazem para cá os anseios que acreditam ser o melhor para a nossa comunidade. Afinal de contas,
nós trazemos para essa casa aquilo que nós queremos, porque Santa Mônica é a nossa casa comum. Casa
de todos nós, nove vereadores, casa do executivo. Muito obrigado, senhora presidente. Conforme
inscrição, a palavra, com o vereador José Rodrigues da Silva: Só vou ser bem breve aqui agora, falando
aqui com um companheiro meu aqui de WhatsApp, e ele está aqui me dando os parabéns pela minha
atitude, pela minha força, pela minha coragem, e agradeço demais a ele e essas pessoas que me dão
parabéns. Ainda bem que tem pessoas no nosso município que acreditam em a gente, na palavra da gente,
e por mais que a minha trajetória seja árdua aqui nessa casa, por mais que é Davi contra Golias, mais uma
coisa eu falo. Que Deus me dê força e eu tenho paciência e nada me atinge. Mais uma coisa eu sou muito
sincero em colocar para a nossa população. Fui eleito pelo povo, não fui eleito pelo prefeito. E isso me
orgulha demais da conta. Projeto, não consegui nenhum emendas, porque o prefeito recusou o recurso
meu e do meu deputado, que é o Zeca Dirceu. Mas tenho orgulho demais de representar essa casa, de
representar essa mesa. Não tenho, com perdão da palavra, rabo preso com o prefeito. Isso me dá muita
força, muita alegria. E por mais que tente me calar nessa casa, mas vou cada dia, cada sessão, defender
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sempre aquilo que é de direito do povo de Santa Mônica. Me orgulho muito pelo meu pai que já se foi,
pela minha mãe que está viva. Só fala a verdade, Formigão. Só fala a verdade, meu filho. O dia que você
falar uma mentira e alguém te desmentir perto dos outros, você vai passar vergonha. E eu queria que
nessa casa aqui, que algum dos companheiros de mesa que desmentisse eu e que provasse que eu estava
mentindo. E prova que eu estou mentindo aqui. Eu só peço aquilo que é de bom para a população, para o
meu município e para o nosso povo. É na saúde, é na educação, é em todas as partes, na alegria e na
tristeza. Mas vou continuar com a minha bandeira erguida e de cabeça erguida. Porque não sou puxa-saco
de prefeito, ele tem que fazer o serviço como prefeito e eu fazer o serviço como vereador. Conforme
inscrição, a palavra com o vereador Sergio Pereira da Silva: Obrigado pela presença, Isa, Nena, Jhovana,
Lucas, você que nos assiste pelas redes sociais. O quão importante é a presença de vocês, tanto nos
assistindo pessoalmente como pelas transmissões que é feita aqui da Câmara Municipal, para você ver os
debates, que também são importantes. Todo mundo tem aqui a liberdade de falar aquilo que pensa, aquilo
que acha, enfim. E a população vê o trabalho de cada um de nós vereadores aqui. Como disse já um
vereador aqui, o vereador Vanildo, que bom que nós hoje temos as melhorias. Sempre procurar melhorias
para o nosso município. Graças a Deus. Tivemos a força do Palmieri, a força do Zé Otacílio, a força do Seu
Louro, que já se foram, que eles estivessem aqui para ver as melhorias que foram feitas ao longo de todo
esse período que nós somos município. Muito, muito bom mesmo. Eu, assim como vários aqui, trabalho
aqui, vivo da renda daqui, enfim. E consegui estudar meus filhos, que é a coisa que qualquer pai de família
quer. E graças a Deus, com os recursos aqui de Santa Mônica, trabalhando e lutando pela nossa população.
E várias pessoas aqui já estudou, estão estudando e vão continuar estudando seus filhos. Muito obrigado.
Eu quero dizer à população de Santa Mônica que eu tenho certeza que as obras vão e vêm e empopam. É
só ter um pouco de paciência. O que está precisando hoje, no momento, é a administração ter um pouco
de gingado em alguns setores, que às vezes deixa a desejar, em atendimento. Então, um pouquinho de
paciência que tudo vai se ajeitar. E nunca o município teve uma fase tão boa de obra igual está sendo
agora. Era só isso. Não havendo mais inscrito. Não havendo mais inscritos, a Senhora Presidente Sueli
Ferreira da Silva Oliveira, convoca para próxima sessão ordinária, dia 03 de Março de 2026 ás 19 horas e
30 minutos. Após, passou-se ao encerramento, onde a Presidente solicitou 1º Secretário, Jaime Ruiz dos
Santos, que lavrasse a presente ata que, após lida e aprovada, segue assinada por mim e pelo Presidente
desta Mesa Executiva.
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Sueli eira dalSilva Oliveira Jaime Ruizidos Santos
Presidente 1º Secretário

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