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sessao nº 7

Tipo Ordinária
Número / Ano 7
Date 2026-04-06
native_id257

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ata #

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CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 11º SESSÃO, 72 SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 06 DE ABRIL DE 2026
Ao sexto dia do mês de Abril de dois mil e vinte e seis, às dezenove horas e trinta
minutos, na sala das Sessões da Câmara Municipal de Santa Mônica, Estado do
Paraná, reuniram-se em Sessão Ordinária os vereadores: Adenilson Vieira Lopes,
Jaime Ruiz dos Santos, Jaime José Vieira Junior, José Rodrigues da Silva, Maurino
da Silva Barbosa, Paulo Antônio Moreno, Sergio Pereira da Silva, Sueli Ferreira da
Silva Oliveira, Vanildo Aparecido Albino. Sob a presidência da Vereadora Sueli
Ferreira da Silva Oliveira, foi solicitado a dispensa da Leitura da ata da Sessão
anterior, a mesma foi encaminhada com antecedência ao vereadores, em
discussão, APROVADA. A Senhora Presidente solicitou ao Primeiro Secretário que
fizesse a leitura das CORRESPONDÊNCIAS EXPEDIDAS E RECEBIDA. Projeto de
Lei número 20/2026 - Emenda. Dispõe sobre a aprovação do Plano
Municipal de Arborização Urbana do município de Santa Mônica, Paraná, e
dá outras providências. Projeto de Lei número 21/2026, Emenda. Autoriza
o poder executivo municipal a conceder premiação e dinheiro para
campeonatos, torneios e concursos realizados no município e das outras
providências. Projeto de Lei nº 22/2026. Autoriza o poder executivo a
promover leilão para alienar máquinas equipamentos sucatas e bens
inservíveis de propriedade do município e da outras providências. A
Presidente da Câmara Municipal de Santa Mônica, Estado do Paraná, a
senhora Sueli Ferreira da Silva Oliveira eu Sérgio Pereira da Silva, vereador,
venho através da presente fazer o seguinte projeto de lei 01-2026. Dispõe
sobre a criação de ecopontos para recebimento de resíduos recicláveis e
volumosos no município de Santa Mônica e dá outras providências.
Justificativa: o presente projeto de lei tem como objetivo instituir no
município o programa Ecoponto criando locais apropriados para o descarte
voluntários de resíduos recicláveis entulhos de pequenas obras móveis em
ser vives e outros materiais que muitas vezes são descartados de forma
irregular em vias públicas, terrenos baldios, áreas verdes e margens de rios.
Atualmente o descarte inadequado desses materiais tem causado diversos
problemas urbanos e ambientais como entupimento de galerias pluviais,
Proliferação de insetos e animais transmissores de doenças, degradação do
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meio ambiente e aumento dos custos com limpeza urbana. A implantação
de ecopontos tem se mostrado uma solução eficiente adotada em diversos
municípios brasileiros, pois oferece à população um local adequado para
descarte de materiais que não são recolhidos pela coleta domiciliar
convencional. Além de contribuir para a limpeza da cidade, os ecopontos
também incentivam a reciclagem e a reutilização de materiais, podendo
gerar oportunidades de trabalho e renda por meio de parcerias com
cooperativas e catadores de recicláveis. Outro ponto relevante é o
fortalecimento da educação ambiental, estimulando a população a
desenvolver hábitos mais responsáveis em relação ao descarte de resíduos.
Dessa forma, o projeto busca promover melhorias na gestão de resíduos
sólidos no município, reduzir impactos ambientais e contribuir para uma
cidade mais limpa, organizada e sustentável. Diante da importância da
matéria para a preservação ambiental e para a melhoria da qualidade de
vida da população, contamos com o apoio dos nobres vereadores para a
aprovação do presente projeto de lei. Plenário da Câmara Municipal de
Santa Mônica, 6 de abril de 2026, Sérgio Pereira da Silva, vereador.
Indicação número 03/2026. A Presidente da Câmara Municipal de Santa
Mônica, Estado do Paraná, Sra. Sueli Ferreira da Silva Oliveira e o Sérgio
Pereira da Silva, vereador, venham através da presente fazer a seguinte
indicação: Auxílio alimentação dos funcionários públicos municipais da
Prefeitura seja igual ao auxílio alimentação dos funcionários públicos da
Câmara Municipal. Justificativa: Ajudaria bastante os funcionários do
município. Santa Mônica, 1 de abril de 2026, Sérgio Pereira da Silva,
vereador. Indicação número 4 de 2026. A Presidente da Câmara Municipal
de Santa Mônica, Estado do Paraná, a senhora Sueli Ferreira da Silva
Oliveira, eu, Sérgio Pereira da Silva, vereador, venho através da presente
fazer a seguinte indicação: auxilio alimentação dos salários públicos
municipais prefeitura seja igual ao auxilio alimentação dos funcionários
públicos da câmara municipal Justificativa: Ajudaria bastante os funcionários
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do município Santa Mônica um de abril de 2026 Sergio Pereira da Silva
vereado. Indicação nº 04/2026 a presidente da câmara municipal estado do
Paraná senhora Sueli Ferreira da Silva Oliveira eu Sergio Pereira da Silva
vereador venho através da presidente fazer a seguinte indicação vale saúde
aos funcionários públicos municipais da prefeitura que estão aposentados
justificativa: ajudaria bastante os funcionários do município principalmente
aqueles funcionários que se aposentam com salário muito baixo. Todos
sabemos que quando se aposenta somos mais propícios a doenças. Assim
sendo, nada mais justo do que um vale saúde aos nossos funcionários para
fazer uma consulta com especialista, exames, raio-x, ultrassom, comprar
remédios e fazer a alimentação mais correta. Santa Mônica, 6 de abril de
2026, Sérgio Pereira da Silva, vereador. Era o que tinha, senhora Presidente.
Não havendo mais matéria passou-se então para ao GRANDE EXPEDIENTE
Conforme inscrição, a palavra com o vereador Adenilson Vieira Lopes: Boa
noite a todos vocês aqui presentes, pessoal que acompanha a gente pela
rede social, senhores vereadores, senhora vereadora. Não tem nenhuma
indicação no grande expediente, tem mais uns pedidos a fazer. As
indicações que a gente faz na casa aqui, até então, eu fiz indicações no ano
passado, não tive resposta das indicações que eu fiz. E a gente fica
frustrado, porque você vem aqui, coloca no papel, é sonho, muitas vezes
não é só o pedido de um vereador, é o pedido da população que pede para
a gente: “Olha, tem que melhorar isso, tem que melhorar aquilo". E a gente
não é conhecedor de tudo. A gente também é ser humano e tem falha. Aí
as pessoas, durante o dia a dia, pedem: "Olha, tem que fazer isso, vai
melhorar a nossa qualidade de vida em Santa Mônica". A gente vai lá,
coloca no papel, traz para essa casa e não tem retorno. E a gente fica
frustrado. Outra situação que eu quero trazer para essa casa hoje, o que eu
falei no grande expediente aqui, é a respeito da limpeza do nosso
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município. A gente sabe que o que está acontecendo não é a falta do
empenho das pessoas que trabalham no setor. A gente vê no dia a dia o
empenho deles, que eles estão trabalhando, que eles estão encarando esse
sol aí, que o sol não está fácil A gente entende. Eu peço aqui
encarecidamente para o chefe do pátio que veja com carinho, mas com
carinho mesmo, porque eu já fiz pedido, já formalmente, a respeito de uma
limpeza ali no fundo da APAE, ali, tem vários terrenos ali, que, pelo amor de
Deus, 2026, sinceramente, a gente sabe que está chovendo bastante aí, mas
temos que dar uma roçada naqueles terrenos lá. E são terrenos públicos,
não é terreno particular. O terreno particular a gente vem e fala, fala, fala
nessa casa aqui. Até então não veio uma lei aqui para a Câmara aprovar,
para a gente começar a notificar os moradores. Quando falo em notificar
morador, não é brigar com ninguém do município, é para buscar melhora,
para deixar os terrenos mais limpos, cada um cuidando do que é seu. Mas a
gente tem terreno ali, estive no pátio, conversei com o chefe do pátio, para
ver a possibilidade de estar roçando esses terrenos. Porque está feio, está
abandonado. A gente desce ali para baixo, tem uma usina solar ali, que a
gente vem aqui nessa casa. E fala: “Tá sujo, tem que limpar, tem que
notificar a empresa". Você passa lá daqui 15 dias, está do mesmo jeito, pior.
Chove, o mato está alto. Eu não sei o que tem que fazer. Ou tem que ir lá e
fazer um vídeo, e gravar e falar: "Ô fulano, vem aqui, dá uma passadinha
aqui na frente", porque a gente tem que se colocar no lugar da pessoa que
mora naquele lugar. Ali embaixo, ali perto da Avenida Moisés Lupion, ali
perto da Casa do Dudu, tem uns entulhos ali, que não é um entulho que
está ali três dias, é um entulho que está ali há dois meses. Já está seco, já. E
é assim, eu quero deixar bem claro aqui que não é o pessoal que faz a
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limpeza. Eles não dão conta. Vamos fazer um mutirão, vamos contratar mais
gente, vamos abrir uma frente de trabalho ali para deixar a nossa cidade
mais bonita, mais acolhedora, que traz uma qualidade de vida para as
pessoas. Outra situação que eu queria deixar registrada nessa casa aqui, os
moradores do município têm cobrado, eles chegam na gente e falam:
"Olha, a niveladora faz tempo que não passa na minha rua". E hoje a gente
sabe que aí no nosso município tem a usina. A usina é outra situação, é um
incógnito nessa casa aqui, que eu não sei porque funciona desse jeito.
Vereador, vereador, vereador. E até então eu fico analisando o que é
vereador. Eu escuto nessa casa aqui que vereador ganha bem, vereador
ganha um bom salário. É, tem uma população grande, que nem Santa
Mônica, tem várias pessoas que concorrem à eleição, e nove são os
escolhidos para representar a população. E cada um tem o seu modo de
pensar, cada um tem uma área que ele foca mais do que o outro, mas o
que está faltando? Mais um pouco de empenho. Usina, está aí. Acaba com
as nossas estradas e fica por isso mesmo. Não parece que nós moramos em
Santa Mônica e a gente não manda na cidade que a gente mora. Vamos lá
na usina, vamos fazer uma reunião, vamos abrir uma frente de serviço para
colocar lá mais 10, 20 pais de família. Falar para que isso? Eu, Adenilson,
não tenho força. Eu não mando nada. Sozinho ninguém faz nada. Todo
mundo tem que se abdicar, todo mundo tem que ter uma união para correr
atrás, para tentar gerar mais um pouco de emprego para nós. Agora não
pode, é uma situação. Lá no bairro Ouro Verde, já fui lá umas quatro vezes,
o morador que mora lá não é um morador só, reclama, cobra, e a gente
tem vergonha. Eu sou pai de família, eu tenho vergonha também, tenho
defeito, mas tenho vergonha. Porque eu estou aqui, eu tive 90 votos para
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vereador. Eu não tenho que discutir uma coisa ou outra, eu não sei quem
votou em mim, o voto é secreto. Eu estou aqui para tentar representar o
município de Santa Mônica e ajudar o prefeito, o executivo, o vice-prefeito,
que é o senhor Temi, né Temi? Eu passei casa por casa, batendo o pau, me
pedindo voto para o Temi e para o Luan. E eu não vejo, tem certas horas,
que eu não vejo o empenho de uma parte dessa que eu citei. Tem uma
parte que eu consigo ver empenho, tem uma parte que eu não consigo ver
empenho. E eu fico chateado. Por que eu fico chateado? Aí você escuta um
morador falando assim: "Olha, tem oito meses que a niveladora não passa
aqui". Pelo amor de Deus, o senhor chefe do pátio, por favor, o senhor sabe
do que eu estou falando, conversei com o senhor, sei das dificuldades,
antes de eu trazer alguma coisa para essa casa aqui, eu vou na fonte,
converso, eu peço, vamos ver com carinho, vamos dar uma volta na nossa
cidade, vamos dar uma olhada, vamos chegar no executivo. Executivo é o
seguinte: precisamos colocar mais umas 10 mão de obra para dar uma
limpada na nossa cidade, vamos ter que dar uma roçada nesse lugar, você
vai ali no fundo da APAE ali, pelo amor de Deus, dá uma olhada naqueles
terrenos que estão lá. Eu estou citando um terreno só, um terreno público
só, vai no fundo do ginásio de esporte e tem tantas coisas que em Santa
Mônica, eu vejo o Sérgio falando aqui que as demandas nunca vão
terminar, sempre vão ter as demandas. Mas se nós estamos nessa casa hoje,
nós temos que tentar trazer a melhora. O que é a melhora para cá?
Vereadores da base, sim, eu sou da base do município de Santa Mônica. Eu
escuto nessa casa aqui: “Ah, não sei o que, não sei o que". A gente tem que
se unir, para quê? Para buscar melhora. Eu fico aqui batendo aqui outra
situação. A Estrada da Peroba, a Estrada da Peroba. Eu não tenho um
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retorno, eu não tenho um retorno que chega e fala de nós ligamos na
prefeitura de Santa Isabel, ou de Loanda, me desculpa, está sendo assim o
projeto. Eu não entendo para que isso. Eu não entendo para que a gente
coloca no papel e traz. A gente tem que se unir mais um pouquinho, tem
que se unir mais um pouquinho. Já ouvi nessa casa aqui sobre câmera, tem
que colocar câmera, não tem aonde, câmera não sei onde. Tem que ter uma
câmera no cemitério, por quê? Estão roubando os mármores no cemitério.
Aí a pessoa morre, aí uma pessoa vai lá no cemitério e com todo o carinho
do mundo faz um túmulo lá, que o ente querido dele está ali, a pessoa vai
lá e rouba. Se a gente tiver uma câmera lá no cemitério, já vai inibir a
pessoa de estar roubando. Isso é o mínimo que nós podemos ter. Isso é um
pensamento que eu tenho, cada um, o Maurino tem um pensamento, todo
mundo tem um pensamento, cada um tem a sua... Mas a gente tem que se
correr atrás e se unir por essas coisas aí. Fui lá no cemitério, pedi para a
gente fazer uma construção atrás do cruzeiro. Para quê? Para fazer a última
despedida do ente querido. Fala em vão aqui na casa. Fala em vão na casa.
Mas pode ter certeza que de agora para frente, eu vou trazer as coisas aqui.
E na sessão passada, eu vim aqui e falei sobre os uniformes das crianças.
Vou trazer um projeto e trazer para a Câmara, ver se a Câmara aprova. Um
projeto para ter uniforme para as crianças da rede municipal. No ano,
chegar no começo do janeiro do ano que vem, que a prefeitura, o prefeito,
tenha um tempo para fazer um orçamento, mexer no LOA e ver o que faz
para ter o dinheiro para comprar uniforme para as crianças. É o mínimo que
a gente pode ter. Mas na próxima sessão eu vou trazer um projeto para
esta casa, para avaliação dos parceiros desta casa. Era o que eu tinha,
senhora Presidente. Conforme inscrição, a palavra com o vereador Vanildo
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Aparecido Albino: Boa noite, senhora vereadoras, Presidente desta Casa,
nobres colegas vereadores. Vocês fazem presente aqui, Eduardo, Graciela,
Adão, Jhovana, Lucas. E você que nos acompanha sempre pelas redes
sociais, que bom tê-los sempre participando com a gente das nossas
discussões aqui. E dos anseios dos vereadores em tentar trazer sempre para
esta casa melhorias. Pelo menos buscar e acreditar que nós tenhamos cada
dia mais melhorias para a nossa casa. Senhora Presidente, eu inicio minha
fala já falando que nós tivemos hoje, inclusive foi até a senhora que
compartilhou comigo o edital com as inscrições do pessoal do PSS. Nós
tivemos quase 500 inscritos e hoje saiu a lista preliminar classificatória. E
por que é preliminar? Porque se caso aconteceu algum erro, algum
equívoco com o pessoal que fez a triagem da documentação, ou se você
olhou ali e acha que a sua classificação não é a classificação correta, que
deveria ser uma situação diferente, saindo hoje você tem dois ou três dias
para entrar com o recurso, pedir junto à comissão de inscrição, à comissão
avaliadora, para reanalisar a sua situação. Lembrando que quando a gente
faz o pedido, possivelmente a comissão organizadora vai avaliar todos os
inscritos daquela classe que a gente está questionando. Mas é importante
que se questione se a gente fez uma inscrição, se você pleiteou uma vaga e
nós tivemos quase 500 inscritos. É um número considerável, pensando que
nós temos uma população de 3.500 pessoas. Então, quase 500 inscritos
para o PSS, que bom, mostra que a nossa população anseia por trabalho,
anseia por uma vaga no serviço público e anseia por tentar colaborar.
Então, se você tem aí o seu nome inscrito na lista de classificatória e você,
por um motivo ou outro, achou que o resultado não condiz com aquilo que
você entregou, faça o seu recurso, protocole junto com o pessoal da
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comissão organizadora, que eles vão avaliar lá tudo certinho, que pode ser
sim que tenha acontecido qualquer equívoco, porque muita gente para se
fazer, a documentação é toda feita manual, as pessoas olhando ali com
carinho, com atenção, com cuidado e isso é feito com um número reduzido
de pessoas, exatamente para não correr o risco de ter problemas. Mas está
ali, o edital saiu hoje, classifica, você tem possivelmente dois dias para fazer
O seu recurso e a equipe avaliadora tem mais dois dias para responder e
sair novamente um novo edital com a lista classificatória completa.
Aproveito também, senhora Presidente, para falar hoje, o vereador
Adenilson citou uma situação e que bom o vereador que citou. A gente
sempre traz nessa casa a situação das nossas estradas, a situação das
nossas avenidas dentro do município e fora do município, nossas estradas
rurais. Sobretudo, nós temos as estradas que são partilhadas com o pessoal
da usina, que nos tempos de estiagem eles passam com seus caminhões aí,
andando a 70, 80 km por hora, e quem mora próximo não aguenta poeira,
barulho e tantas outras coisas. E quando fazem uso dessas estradas
próximas do município, acabam, deterioram e a gente não vê. A gente não
vê na nossa comunidade o retorno que a gente precisaria ter de uma
empresa tão grande quanto a usina Santa Terezinha. Hoje, se nós tivermos
cerca de seis a oito servidores colaboradores da usina no nosso município,
é muito. Então eu não sei qual é o meio, o que a gente pode fazer para que
essa empresa colabore um pouco mais com a nossa cidade. Afinal de
contas, eu não tenho certeza como que funciona, mas quando eles emitem
e saem daqui toda a colheita de cana, as notas que são tiradas, eu nem sei
se são tiradas as notas para a colheita de cana, eu nem sei se são
arrecadados impostos, eu não sei se traz para o nosso município benefícios.
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Sei que quando nós tínhamos lavoura de café, quando nós tínhamos
lavoura de mandioca, quando nós tínhamos gado, as notas eram tiradas
aqui. E me lembro do esforço dos nossos parceiros em trazer essa usina
para cá para melhorar nossa qualidade de vida e teve uma contrapartida
muito boa do município, com maior esforço. E hoje a gente não vê a usina
dando esse retorno para o município. Então seria mesmo hora da gente ver
essa situação com um pouco mais de atenção aí. Afinal de contas, o
vereador Adenilson já falou aqui e tantas outras vezes a gente fala. Estamos
aqui nove vereadores, nós temos o executivo que não nega quando a gente
vai lá procurar para tentar conversar. E o que acontece que a gente não
consegue? O que acontece nesse lugar que a gente fica aqui todos os dias
trazendo as reivindicações, falando com o executivo das reivindicações? E
por que a gente não avança nesse sentido? Avançamos em tantas outras
coisas, melhoramos tanta infraestrutura, melhoramos qualidade de saúde,
melhoramos qualidade de educação, mas tem coisas que a gente não
consegue. À gente vê que os nossos desbravadores conseguiram ao longo
desses anos construir tantas coisas e que a gente às vezes fica patinando e
não consegue avançar. Então é preciso buscar mesmo alguma alternativa
nessa situação. Outra situação que eu gostaria de mencionar. Há seis, sete
meses atrás, nós falávamos nessa casa da importância de se construir
asfalto. Foram construídas algumas ruas, seis não mais, um pouco mais, um
ano aí. Construídas algumas ruas e nós falávamos também da importância
da gente pôr quebra-molas e pôr sinalização nessas ruas. E hoje nós temos
algumas ruas que foram ampliadas a sinalização horizontal e também a
sinalização vertical, mas a gente ainda encontra dificuldades em algumas
ruas da nossa cidade da população respeitar uma placa de pare
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preferencial. Sobretudo quando tem uma criança passando. Estou dizendo
que está errado? Não, mas se a gente talvez voltar aí a sinalizar essas ruas
com quebra-molas, vai reduzir algumas coisas. Nós tivemos semana
passada um acidente em Loanda com uma scooter elétrica que vitimou um
adolescente de 14 anos. Nós não queremos que isso aconteça na nossa
cidade. A vereadora Sueli Ferreira da Silva Oliveira pede a parte: É muito
importante essa tua fala, vereador, mas espero que nas próximas quebra-
molas, que vierem aí, sinalizações que vierem, que seja mais bem feito.
Porque esses quebra-molas, gente, é uma vergonha. Quebra-mola no meio
da quadra, acaba com os carros. O jeito que foi feito, esses quebra-molas
não precisava nem fazer. Era para ter deixado daquele jeito. Porque se fosse
para fazer uma coisa mal feita daquele jeito, não precisava fazer. E a
reclamação está bem maior desses quebra-molas mal feitos do que quando
não tinha. Era só isso, vereador. Muito obrigada. A palavra voltou para o
vereador Vanildo Aparecido Albino: Penso, Presidente e nobres colegas,
que se quando a gente for fazer aí, ou se já estão fazendo, um processo
licitatório para contratar uma outra empresa para fazer os quebra-molas,
mas talvez seria o fato da gente sentar ali, ou talvez até do grupo de
engenharia e arquitetura do município, já trazendo o projeto de licitação, o
desenho do quebra-molas, altura, diâmetro, comprimento, todas essas
situações, para não acontecer como aconteceu. Eu ouso dizer que não foi
erro da engenharia lá no passado, e sim a fé da empresa que prestou o
serviço. Porque todo o processo de arquitetura, a gente acompanha o
processo licitatório, traz as especificações do item a ser comprado. Traz as
especificações do item a ser feito. E mesmo assim nós tivemos quebra-
molas feitas do jeito que foi e a gente ouve tantas reclamações. Ainda assim
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eu penso que mesmo com esses quebra-molas ruins como falam, eu ainda
acho que eles são melhores do que não ter. Porque a criança não olha o
carro correndo. E o carro correndo, ele para por causa do quebra-mola.
Ainda que o quebra-mola que estrague, que atrapalhe, mas ele tem que
reduzir. Ele é obrigado a reduzir. Mas se dá para a gente fazer, vamos fazer
melhor. Vamos fazer da melhor maneira possível, mas a gente precisa
trazer. Outra situação, senhora Presidente, que eu queria aproveitar para a
gente tentar trazer um pouco de esclarecimento. A gente ouviu falar tanto
nas redes sociais, na televisão e tantas outras situações, mas sobre o Gás do
Povo, um projeto do governo federal, e que trouxe para as famílias
beneficiárias do programa Bolsa Família o gás em algumas situações. Mas o
nosso público está encontrando muita dificuldade para acessar esse gás.
Porque ele não chega para as pessoas já em dinheiro ou num vale pronto. A
pessoa tem que abaixar um aplicativo, ela tem que ter uma conta GOV. O
vereador Sérgio sempre fala aqui da importância das pessoas terem essa
conta GOV. Ela tem que ter uma conta GOV, ela tem que abaixar um
aplicativo chamado Gás do Povo, ela tem que entrar lá e ver se ela foi
contemplada, ela tem que saber quando é o período de troca, ela tem que
procurar a rede credenciada, tem que ser gerado um código para ser
transferido o gás para ela. E toda essa demanda demora tempo e às vezes a
pessoa passa tempo. E aí as pessoas nos procuram e a gente também não
tem as informações, porque não foi feita uma instrução normativa, não foi
feito um memorando, não foi feito um ofício, não veio nada definitivo para
assistência social, para educação, para qualquer órgão público, dizendo
assim: “Vai funcionar dessa forma, sigam essa diretriz". Então está todo
mundo correndo, tentando se articular para que as coisas melhorem e que
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a gente atenda esse público. E quais são as pessoas que têm direito?
Inicialmente, a gente tem visto que são as pessoas que têm uma renda per
capita de até meio salário mínimo. Hoje, R$ 810. E tem a questão de
composição familiar, mas eu continuo depois, senhora Presidente. Muito
obrigado. A senhora presidente passou a palavra para o seu vice. Conforme
inscrição, a palavra com a vereadora Sueli Ferreira da Silva Oliveira:
Senhores vereadores, senhores e senhoras aqui presentes, uma boa noite a
todos. Senhores vereadores hoje, para mim, foi um dia muito triste, que
morreu um colega de 20 anos em Loanda, ontem, Paulo Henrique
Jorqueira. Paulo Henrique foi, 20 anos, assistente social do hospital
psiquiátrico. Ele trabalhava no hospital psiquiátrico 20 horas e mais 20
horas no CRAS de Loanda. Paulo Henrique Jorqueira a vida inteira se
dedicou às pessoas carentes, a servir em si as pessoas. Eu falo assim do
Paulo Henrique porque todas as vagas, gente, que eu consegui no nosso lar
durante esses 20 anos, foi com a ajuda desse cidadão que Deus ponha num
bom lugar. Inclusive, a tragédia que aconteceu ontem no município de
Loanda, no trecho de Loanda, Nova Londrina, ele estava vindo de Nova
Londrina, ele estava a trabalho e ele foi buscar duas crianças que ficaram,
na sexta-feira, vai porque ia ser avaliada para avaliação, porque ele cuida da
casa lar, lá em Loanda. Aí as crianças ficam na casa do pai acolhedor, que
está sendo avaliado para ser adotado, e voltam no domingo. Ele levou na
sexta para pegar o costume, sabe, gente? Com a família, levou na sexta e foi
buscar no domingo, porque tem que voltar para a casa lar de Loanda. Paulo
Henrique Jorqueira, gente, ele é exemplo de funcionário público, ele é
exemplo de ser humano. Inclusive, um dos benefícios que nós fizemos foi o
Paulo Henrique Jorqueira, ele e a Carolina Charlaque, que já tem 14 anos,
que é o benefício do meu irmão Edilson, que todo mundo sabe disso. E
todos esses anos o Paulo Henrique me ajudou a internar aquelas pessoas
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que sempre me procurou, que precisam de um tratamento, tanto de álcool,
de droga. O Paulo Henrique sempre me auxiliou. Porque quando o hospital
psiquiátrico não conseguia internar lá, vai em tal lugar, Sueli, que lá vai
resolver para você. Então, assim, um minuto de silêncio e que Deus o
coloque em um bom lugar. O velório foi na Câmara de Loanda, começou às
duas e pouco da tarde, foi até às seis e meia e ia ser enterrado hoje. Um
minutinho de silêncio, por favor. Que Deus conceda Paulo Henrique
Jorqueira num bom lugar. Que eu tenho certeza que ele vai estar em bom
lugar. E ele é exemplo de ser humano, exemplo de funcionário público e
exemplo de pessoas que gostavam do que faz. Senhores vereadores, vamos
voltar no assunto da nossa sessão. Hoje eu estou tão assim que eu fiquei
muito, muito triste mesmo com o falecimento do Paulo Henrique. Nem
consegui executar tudo o que eu tinha que fazer hoje. As coisas vão se
mudando no decorrer do tempo. Eu estive em Curitiba, estive em um curso
do tribunal, estive em um curso da UVEPAR, porque eu faço parte da
diretoria da UVEPAR, estou lá como presidente do Conselho Deliberativo da
UVEPAR, e fui convidada pela presidente, porque nós precisávamos fazer
uma reunião do conselho, porque para ela despachar precisa do nosso aval.
E as coisas vão se mudando. Da agora para frente, até o doutor Renato ia
vir hoje, mas não deu, que vamos também torcer que a mãe dele fica boa,
que ela está na UTI, não está legal. Eu acredito que essa semana ele não
consegue vir aqui. A gente, os senhores presidentes de comissões, da agora
para frente, vereadores, os presidentes de comissões, vai precisar fazer os
relatórios das suas comissões. Mas aí a gente vai estar passando como que
deve fazer. Porque o tribunal agora a exigência é muito grande. No final do
ano passado, nós recebemos um relatório para responder em 10 dias de
286 questões. Agora, essa semana passada, uma semana atrás, 10 dias, vem
mais um relatório do tribunal de 40 questões. Aí, senhores vereadores,
tanto eu como presidente da Câmara, quanto os senhores como presidente
de comissões, vai responder perante o Tribunal de Contas se esses
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relatórios não forem feitos. Mas daí vai ter toda a orientação, tanto do
tribunal, quanto da nossa assessoria jurídica, quanto da nossa contadora.
Mas nós vamos ser obrigados a se reunir duas vezes, três vezes na semana.
E eu quero deixar bem claro para os senhores vereadores que não vai ser
mais só na segunda-feira, nós vamos ter que se reunir, porque nós vamos
ter que fiscalizar, fazer levantamento das comissões que a gente pertence.
Nós não, vocês, porque eu não posso fazer parte de comissão de
presidência, de comissões. Então, assim, a gente vai pensando nisso,
algumas dúvidas, vai falando com a Camila, o Renato agora, essa semana, a
gente tem que dar uma folga para ele, que ele está com problema lá com a
mãe, se Deus quiser ela vai melhorar, está na UTI, vamos rezar por ela, mas
já vai se preparando. Mas isso é bom, sabia, gente? Porque tem, nosso
grupo, tem dois vereadores que eles falam que vereador não trabalha. Eu
trabalho, eu dependo do meu salário, eu dependo dos meus eleitores. E
para defender os meus eleitores eu brigo com qualquer um. Eu tenho fama
que eu brigo com o prefeito, mas eu brigo mesmo, porque para defender
os meus eleitores eu brigo. Você sabe por quê, gente? Porque eu estou
aqui, não é por causa de prefeito, não. É por causa dos meus eleitores.
Então eu tenho que brigar por eles, desde que eles estejam na razão. Então,
vai ser bom essas reuniões, vereadoras, porque vocês ficam atentos, porque
vai ter que vir na sessão. Porque de costume a gente já faz sessão
extraordinária, aí não recebe, tem vereador que vem, tem vereador que não
vem, não recebe, mas não vai vir. Só que nessas questões de presidente de
comissão, desses relatórios do tribunal, vai responder. Não vai ser
descontado do salário, mas vai responder juridicamente, porque é um
compromisso que tem com a população. Tem muitos vereadores que
acham que isso aqui é brincadeira. Que acham que se sentam aqui uma vez
por semana, detonaram, falaram, falaram que salário é bom, que vereador
não precisa receber salário. Para aqueles que não fazem nada, vereador não
precisa receber salário mesmo, não. Agora, para aqueles que atendem o
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povo todos os dias, todos os dias, que eu vejo aí que tem uns vereadores
que atendem o povo todos os dias. Tem uns que põem aí 80, 100 mil no
bolso e na época da eleição 300, 500. Aí tudo bem, aí eles falam que não
tem que, que vereador não trabalha. Agora, para mim, que depende dos
meus eleitores. Hoje eu fui a Loanda, fui a Loanda levar uma pessoa para
fazer foto 3x4 para trabalhar lá em Gaúcha. Será que o carro vai com água?
Porque a pessoa é carente e precisa de um trabalho. Então eu fico ofendida
quando alguém fala que vereador não trabalha. Tem os morgados, os
compradores de votos, os que se preocupam só com eles. Tem, mas vocês
não generalizem o grupo não. E o nosso grupo de vereador, gente, é para
falar de política. Aquele dia que vocês estavam falando que o vereador não
trabalhava, eu estava lá em Cornélio Procópio. E depois da manhã eu vou
para Jacarezinho. Agora tem vereador que só vem aqui uma vez na semana
e fica falando que o vereador não trabalha. Então, gente, era isso. Então as
coisas vão se apertar, a gente vai ter que cobrar do prefeito, esses ofícios,
essas indicações, é mandada para a prefeitura, eu até vejo, tem hora que eu
acho que o vereador está certo. É um descaso, a gente manda, a gente
apoia, a gente fez três sessões extraordinárias no nosso recesso, para poder
ajudar a prefeitura. A prefeitura e o povo. Mas eu vejo que existe um pouco
de descaso com nós vereadores, em atendimento do secretariado do
prefeito, dos funcionários do prefeito. E não são vocês que são funcionários
concursados, não. São os cargos de comissão. São os cargos de comissão.
Eles que deveriam tratar nós como vereadores bem. Por que eles estão ali?
Porque nós trabalhamos para o prefeito deles. Porque se nós não
tivéssemos trabalhado para o prefeito deles, eles não estavam nos cargos
de comissão, não. Então, assim, eu não quero nem saber. Eu vou defender o
meu povo. E se quiser, se for preciso, obrigado agora para frente. A gente
tenta manter um salto, sabe? Mas tem aqui, não adianta muito não. Eu
volto a falar na horária da liderança, se o meu parceiro não for falar.
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Conforme inscrição, a palavra com o vereador Sérgio Pereira da Silva:
Senhora Presidente, senhores vereadores, Eduardo, Jhovana, Zika, Adão,
Lucas, você que nos assiste pelas redes sociais, boa noite. Senhora
Presidente, eu fiz uma indicação número 3 de 2026, a qual eu estou
sugerindo ao chefe do Executivo o auxílio alimentação dos funcionários
públicos municipais da Prefeitura seja igual o auxílio alimentação dos
funcionários da Câmara Municipal. Nós tivemos aí um reajuste dado pela
Presidente da Câmara e o órgão Câmara e Prefeitura são independentes,
são separados. E nós tivemos um auxílio alimentação para esse funcionário
de R$ 350,00. E o Vale Alimentação, que foi muito bom e é muito bom para
os nossos funcionários da rede da Prefeitura Municipal, hoje é R$ 189,17.
Quer dizer, nós temos uma diferença de R$ 170. Como a prefeitura tem um
orçamento alto, bom, eu acredito que tem como igualar esse vale
alimentação para R$ 350,00, igual aos funcionários aqui da Câmara. Muito
embora, vão falar que aqui é pouco funcionário, mas aqui também o
orçamento, comparado com o da prefeitura, é bem menor. Então, venho
aqui pedir a pedido de funcionários públicos para que se dê esse reajuste.
Se não tiver impacto, se não tiver dotação, se não tiver orçamento, que se
faça. Que se crie esse orçamento e que se iguale isso o mais rápido possível.
Se não for possível igualar esse ano, mas que no ano que vem seja
igualado. E você que é funcionário público, se unam, lute por sua categoria.
Aqui vocês vão lutar por um direito que é de vocês. Não fique só esperando
um ou outro pôr a cara a tapa, não. Todo mundo se una, converse com seu
vereador, converse com o prefeito, converse com o secretário. Enfim, lute
para que você tenha essa ajuda, que é muito boa. São R$ 170 a mais que
cada funcionário vai receber. Então, se unam e podem contar aqui com esse
vereador. A outra indicação que eu fiz é com respeito a Vale Saúde aos
funcionários públicos municipais que estão aposentados e que irão se
aposentar. Por quê? Porque muitos funcionários públicos, a grande maioria
que se aposenta, são funcionários que ganham salários um pouco mais... E
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na hora que a gente chega na doença, todos nós sabemos, a gente precisa
ter uma renda um pouco melhor e justamente o contrário que cai. Muita
gente que é funcionário público, às vezes não quer aposentar, porque o
salário dele cai muito. Tem o GETIDE, tem não sei o que, que não entra no
recolhimento, na hora que ele vai se aposentar, cai o salário para caramba.
Então ele fica aí muito, muito tempo, além do tempo que ele poderia ficar
trabalhando. Então eu estou pedindo aqui que se crie esse vale saúde aos
funcionários que se aposentam, que estão aposentados. Para que a pessoa
possa fazer um exame, se cuidar melhor, se alimentar melhor, para
proporcionar a ele um pouco mais de dignidade na hora da velhice. Tem
município que tem esse vale alimentação, esse vale saúde para os
funcionários aposentados e que irão se aposentar. Então, venho aqui
também pedir a ajuda dos nobres pares para esse pedido. Outra coisa que
eu gostaria de falar também, senhora Presidente, que fui cobrado por
morador da estrada da Primavera, com respeito àquela estrada mesmo, que
já foi citada aqui, que a usina deixa um pouco a desejar. E a pessoa me
cobrou, pediu para a gente pedir aqui para que também o chefe do pátio, o
Leandro, é, faça, passe lá naquela estrada, nessa da Primavera. Porque,
segundo o morador, os proprietários alargaram, tiraram as cercas, para que
se pudesse alargar bem a estrada, a usina passa uma vez, depois passa de
novo, desfazendo aquilo que foi patrolado, que foi feito. Então, e, segundo
o morador, ontem, ontem, ontem, essa semana aí, fez um buraco tão
grande que um rapaz quase estourou o motor de um carro ali. Então é
preciso realmente cobrar que a usina melhore isso, mas também nós temos
uma patroa nova, salvo engano. Então é preciso que o município também
dê uma assistência nisso. Não é porque é só a usina que passa, porque só a
usina tem que fazer. Se o município tem a patroa, se tem isso, tem que
patrolar lá também e olhar com mais atenção sobre esses casos. Então,
venho aqui pedir para que dê uma olhada lá, o secretário, o pessoal aí
também, o pessoal da usina, se tiver alguém nos ouvindo aí, que veja com
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carinho também sobre essa situação. Já temos várias reclamações sobre
isso. Outra coisa que eu gostaria de falar também, parabenizar, está aqui
presente, Eduardo, pelos vídeos que você fez com relação ao aterro do
Taquara que estava desabando aquela ponte lá. E se não tivesse sido feito
esse vídeo que você fez, aqui a Câmara Municipal de Santa Mônica, não só
através de mim, mas de quase todos os vereadores, sempre cobramos isso
para prevenir um acidente mais grave que estava a ponto de acontecer
realmente. E também agradecer ao DR por ter feito rapidamente esse
serviço. Eu até passei lá um dia que estava fazendo um monte de
imprimento, um monte de máquina, e isso é bom. Fez com rapidez e está lá
feito o trabalho para que se evite um acidente grave. Poderia acontecer
com qualquer um de nós que aqui transita ou com pessoas de fora. E você
está de parabéns, Eduardo, que sempre postou vídeos lá pedindo e
cobrando. E essa casa também está de parabéns, porque nós também
cobramos muitas vezes para que se arrumasse aquele aterro ali na ponte do
Taquara. Outra coisa, senhora Presidente, eu estou com um projeto de lei
número 1, de 2026, sobre os ecopontos para recebimento de resíduos
recicláveis e volumosos no município e das outras providências. Vocês vão
receber uma cópia disso aí, os nobres vereadores. Lógico, para que se passe
isso, a gente precisa do aval do poder jurídico. Então a gente tem que
aguardar aí o poder jurídico da Câmara Municipal, ver se está correto, se
pode tramitar desse jeito aqui nessa Casa de Lei. Mas é um projeto bacana.
Se a gente for olhar, analisar, é bom para a população do nosso município,
é bom para o município. E isso que é muito bom. Você previne o que já é
feito de alguma maneira, essa coleta. Mas melhoraria bastante se a gente
fizesse ecopontos, fizesse uma divulgação. A população ia se interagir, ia
participar aonde você colocar isso. Então a gente vai aguardar o parecer do
doutor Renato que está com os problemas familiares e para que a gente
possa contar com o apoio dos nobres vereadores, para que a gente possa
aprovar esse projeto, se for de competência aqui de vereador. Se não for,
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que o Executivo faça um projeto desse tipo e mande para essa Casa de Lei
para que a gente possa debater e aprovar. Poderão ser descartados nos
ecopontos, entre outros materiais, resíduos de construção civil em
pequenas quantidades, móveis e utensílios domésticos inservíveis, madeira,
metais, papel e papelão, plásticos, vidros, pneus. Não será permitido lixo
domiciliar comum, resíduos hospitalares ou contaminados, resíduos
industriais perigosos, animais mortos. E é bom que pode ter parceria com
cooperativas, com outra parte de organização do município, para que se
possa melhorar a nossa coleta, melhorando também para que não se gere
dengue. E outras doenças que vêm da falta de limpeza das nossas ruas e de
lixo no nosso município. Só isso, muito obrigado, senhora Presidente. Não
constando matéria na ORDEM DO DIA passo agora para o COLÉGIO DE
LÍDERES. Conforme inscrição a palavra com o vereador Sérgio Pereira da
Silva: Eu só gostaria também de agradecer ao secretário do Pátio
Municipal, Leandro, porque eu tive uma demanda com ele e pedi a ele que
se fizesse, também a pedido de moradores do nosso município. É o que a
gente fala, muitas vezes o trabalho que a gente faz aqui é esse mesmo,
você é cobrado, vai na secretaria, vai falar com o secretário, com a
secretária, para ver se resolve. Se não resolver, a gente tem que vir aqui e
falar alguma coisa, defendendo os nossos moradores, os nossos eleitores.
Então, foi pedido lá para que se arrumasse uma calçada, que foi pedido
para tirar uns entulhos que tinha, e a pá carregadeira, ou a patroa, não sei,
quebrou bastante lá, mas já foi arrumado e o morador está contente,
Leandro? Está pedindo que outro negocinho lá para fazer, que falta fazer,
que eu vou falar para você, que ele me mandou aqui agora há pouco, mas
está agradecendo lá pela arrumação, que foi arrumada a calçada e também
o asfalto que foi arrancado um pouquinho. Valeu, obrigado. Conforme
inscrição, a palavra o vereador José Rodrigues da Silva: Boa noite, senhor
Presidente, senhora vereadora, vereadores. Eu não tenho nenhuma
indicação aqui no grande expediente, mas estou conversando com algumas
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pessoas aqui através das redes sociais, do WhatsApp, e teve um eleitor que
me perguntou: "Ô Formigão, porque tem sessão que você vai de vermelho
para a sessão, é para provocar o prefeito, provocar a base dele?" Eu falei:
“Não, simplesmente vou de vermelho porque gosto de ir de vermelho". E
muitas vezes também vou porque eu vou representar o meu partido, que é
o Partido dos Trabalhadores, representar aqui Santa Mônica, o presidente
do partido, respeitar o presidente do partido do PT aqui do Paraná, e muito
bem, também mais, por causa do presidente Lula. Então, muitas vezes a
gente usa o vermelho, eu uso o vermelho simbolizando a bandeira do
Partido dos Trabalhadores. Mas isso à parte. Eu vendo aqui a cobrança dos
companheiros vereadores, eu não pude falar no grande expediente porque
eu tive que atender um cliente ali, e certamente eu ia ser barrado de falar.
Mas, vou aproveitar aqui meus três minutos, que eu tenho para falar. A
respeito dessa limpeza aqui de Santa Mônica, eu vendo assim o comentário
dos nossos amigos, os companheiros vereadores. Eu já estou no quarto
mandato de vereador. E sempre teve essas cobranças. Com o prefeito, com
o chefe do pátio. Mas o vereador, quando ele é eleito, ele tem que saber
entender que ele tem uma população a se defender. Não é só os eleitores
que votam nele. É todos os moradores do nosso município. E muitas vezes
eu vejo assim, vereador preso ou vereadores presos numa ala. Junto com o
prefeito. A cobrança a gente não deve só fazer com o prefeito. A cobrança,
nós vereadores, tem que ser feita para nós vereadores. Nós estamos
votando projetos aqui nessa casa toda semana. Para beneficiar a nossa
população. Agora, não adianta eu pegar o telefone daqui a pouco, ligar
para o prefeito Luan e falar: "Me ajuda com aquele quebra-mola que estou
me cobrando". Então, nós somos vereadores, nós temos capacidade, nós
temos poder, nós temos a caneta na mão para fazer projetos e fazer leis
nessa cidade, que funciona. Agora, se todos nós ficamos pedindo arrego,
ficamos pedindo ajuda para o prefeito, simplesmente o prefeito vai chegar
no vereador, principalmente o vereador que ele ajudou a eleger, e fala: "Ó,
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fica na sua aí que no momento não vou poder atender". Então o vereador
tem que saber e tem que entender, se ele gastou R$ 100 mil na campanha,
se ele gastou R$ 50 mil na campanha, ele ganha bem é para isso mesmo, é
para retribuir à população. O vereador leva nos quatro anos de mandato
aqui, praticamente R$ 300 mil de salário, fora as diárias que vão para
Curitiba e para Brasília, que é uma diária gorda. Curitiba R$ 700 e Brasília,
que ainda está nesse mês, R$ 1 mil. Então, se o vereador tiver um dinheiro,
tiver condições de ajudar a população que mais precisa, mesmo sendo na
época de campanha, tem que ajudar mesmo. E se tiver dinheiro, tem que
mais gastar mesmo, porque quem dá esse dinheiro para nós é o povo de
Santa Mônica. É o que elegeu nós aqui vereadores. Agora, nós não
podemos ser incapazes de não fazer uma limpeza na cidade, ficar pedindo
para prefeito, ficar pedindo para chefe de pátio. Foi contratada aqui uma
empresa fantasma. Lá em Santa Mônica, na Aparecida e hoje no distrito,
tem duas pessoas funcionárias varrendo rua. Agora entrou mais um rapaz
lá, O terceiro. Como é que duas pessoas vão dar conta de uma cidade? Se
tratando do distrito de Aparecida do Ivaí, uma mulher para limpar sua casa
durante o dia já dá trabalho. Imagina uma cidade. Então, contrata uma
empresa decente, uma empresa que tem capacidade, que está levando o
dinheiro nosso, o dinheiro público de Santa Mônica, e coloca gente,
contrate gente para limpar a nossa cidade. Agora não adianta vereador vir
aqui com falinhas que está fazendo isso, está fazendo aquilo, que defende a
população, que defende os eleitores. Tem que mais é defender mesmo,
porque quem votou em nós foi o povo. Agora, deixamos de ser vereador,
entregamos os nossos cargos, porque nós não estamos sendo capazes de
atender a população. Nós estamos sendo capazes de atender o prefeito. Na
hora que o prefeito pega o telefone dele, intima o vereador: "Fica na sua aí,
que isso aí eu não posso fazer". Se nós que fazemos as leis, nós aprovamos
as leis dessa cidade, por que nós não somos capazes de fazer uma lei, de
enquadrar o prefeito nas quatro linhas, igual nós temos uma lei aqui, um
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projeto pronto, da emenda impositiva, que já era para ser votada nessa
casa, que vai beneficiar a população com 1 ou 2% do orçamento bruto que
vem para esse município. Mas isso fica todo mundo calado, porque o
prefeito ligou e pediu. Isso não pode passar pela casa. Então, nós temos
que ter respeito, sim, pela população. Agora, respeito e defender prefeito,
através de projetos, através de leis, que nós temos capacidade de fazer
nessa casa, então, eu peço desculpa à população e vou falar uma coisa, em
2028, que mude. Mude muito o jeito de pensar e de votar. Só isso, mas
muito obrigado. Conforme inscrição, a palavra com o vereador Vanildo
Aparecido Albino: Senhora Presidente, só continuando a minha
explanação acerca do gás do povo e qual quer programa social a porta de
entrada pros programas sociais não só no nosso município mais no Brasil
inteiro é o cadastro único que precisa passar pelo CRAS fazer uma
entrevista lá. O gás do povo atende as famílias com renda per capita de até
oitocentos e dez reis, renda per capita é a renda dividido, a renda da família
dividida pelo número de moradores da casa, e o programa ele tem a
prioridade que ele atende principalmente as famílias que tem mais de duas
pessoas. As famílias uni familiares, as famílias onde moram uma pessoa só
na casa não são atendidas pelo programa gás do povo, qual a frequência
que você que as pessoas iram receber esse gás, se a família tiver dois ou
três integrantes ela vai receber um botijão de gás, um vale no valor de um
botijão de gás pra ela recarregar a cada três meses durante um ano, então
ela vai receber quatro botijão de gás no ano. E se a família tiver mais de
quatro integrantes ela pode receber seis botijão de gás ao ano, o que daria
a cada dois meses um botijão de gás. É uma ajuda que vale a pena mais
que as pessoas precisam procurar saber como que funciona, e como que é
feito, é pago em dinheiro, não é pago em dinheiro é um vale digital, precisa
abaixar o aplicativo se a pessoa não estiver condições de abaixar o
aplicativo ela pode fazer pelo aplicativo da caixa tem porque quem recebe
bolsa família já tem o aplicativo, ou pelo mesmo cartãozinho que ela recebe
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o bolsa família, ela vai procurar um supermercado credenciado e o
supermercado vai entrar na maquininha lá que ele já tem que o governo
disponibilizou vai digitar os dados da pessoa vai receber um código no
celular e a pessoa vai receber esse botijão de gás, então ela pode receber
até seis botijão de gás durante um ano. Mais o primeiro passo fazer o
cadastro único, baixar o aplicativo do gás do povo, olhar vê se você se
enquadra nos quesitos e você tem direito, se você estiver direito vai
aparecer um iconezinho verde dizendo vale liberado, você procure a gente
no CRAS a gente te orienta. E também falar senhora presidente, algumas
pessoas questiona porque que alguns beneficiários uns recebem bolsa
família a gente tem quase trezentas famílias no nosso município recebendo
o bolsa família, hoje nós temos famílias que recebe mil duzentos e
cinquenta e dois reais de bolsa família, é uma baita de uma ajuda. A gente
tem família que recebe o comida boa que é um programa do governo do
estado do Paraná que atende hoje no município cinquenta e seis pessoas
que recebe oitenta reais durante três meses com revisão pra mais três.
Então senhora presidente, todos esse programas que eu mencionei aqui a
porta de entrada é o cadastro único, e os critérios são rendas, tem outras
vulnerabilidade é claro que são instituídas pelas assistente sociais e ás vezes
a família fala assim mais a pessoa não se encaixa, a renda dela é superior,
mais as vezes ela tem um problema social que não é exposto que as
pessoas não tem consciência, então são atendidos pelas duas assistente
social do município, é feito pela equipe de triagem lá, então tem dúvida
procura a secretaria de assistência social que alguém vai atender. Outra
situação o vereador Sergio mencionou ali falou o Eduardo dos vídeos é me
lembro que aos vinte dias atrás nós pegamos o primeiro vídeo do Eduardo
ele passou lá e filmou aquilo e lá no gabinete estávamos eu e mais alguns
vereadores e conversamos com o prefeito naquele mesmo dia ele notificou
o DER agora está lá arrumado obrigado Eduardo, obrigado ao DER mais
também obrigado ao executivo por ter se mobilizado e a câmara todos nós
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falamos aqui, queria de verdade acreditar que se a gente se conseguisse
todos quisesse fazer senhora presidente, a gente conseguiu. Mas tantas
situações a gente chega junto com o executivo conversa ele fala vamos
atrás, a gente vai e não consegue, porque nós temos um país que tem
muita burocracia e muita dificuldade pra conseguir algumas coisas, umas
vem fáceis demais e outras com muitas dificuldades. Então nem sempre é
falta de vontade, nem sempre é falta da gente correr atrás, nem sempre
quer dizer que nós que nascemos praticamente fomos criados nesse
município não acreditamos no que estamos fazendo, porque já dito por
colegas aqui se não acreditamos no que estamos fazendo não estamos no
local certo não devemos representar a população que confiou em nós, e
nessa situação senhora presidente vem o que a senhora falou ainda pouco
que é dos questionários do ProGov e do Tribunal de Contas do Estado que
vai sim, vereador, vai ter mesmo responder porque afinal de contas a gente
já responde por um município a gente já representa a nossa população,
então vai responder também no papel por isso. Conforme inscrição, a
palavra com a vereadora Sueli Ferreira da Silva Oliveira: Mais uma coisa
senhores vereadores, eu estou falando no horário da liderança, vereador
formigão a gente esteve a Brasília há um ano atrás e lá numa mesa como
essa a gente falou sobre a emenda positiva e eu falei pro senhor que voto e
eu continuo falando que eu entendi muito bem como é a emenda positiva e
eu falei pro senhor que voto, se o senhor acha que ganha aqui na casa pede
pro jurídico por, o senhor fala na sua fala, então ninguém ligou pra mim
dizendo que não era pra mim votar isso, deixar bem claro isso pro senhor, e
eu já falei pro senhor que eu entendi muito bem o que é emenda positiva e
a hora que eu chegar aqui eu voto favorável, então o senhor por favor não
generaliza todo mundo, o senhor tem essa mania por isso que a gente se
encrenca de vez em quando, o senhor tem mania de generalizar as pessoas
e não é bem assim, na vida tem pessoas boas, pessoas ruim, entendeu,
pessoas que faz certo, faz errado, então nunca generaliza todo mundo. Em
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questão do PSS gente eu fico muito feliz por algumas pessoas, e fico triste
também por outras, por outro lado acho que deveria ter o concurso
público, eu vou citar um exemplo pra vocês, o meu primo fez o concurso
em Santa Isabel esse concurso foi feito pela universidade de Paranavaí e
passou em segundo lugar, porque ele fez, estudou para aquilo e passou.
Superinteligentíssimo e nesse aqui se vê a classificação dele, porque título,
experiência, e o concurso público gente na caneta não tira também a vez
dos jovens que precisa passar num concurso público que estuda, e chega
um que tem cinquenta anos de serviço e tira a vez do outro. Não que ele
não mereça, mais um concurso público não tem disso que vá pra caneta
também, eu estou olhando aqui fiquei até meio lesada que eu também não
estou enxergando direito que é a idade, e o óculos também não ajuda, eu
estou olhando aqui um absurdo isso, eu fico feliz por alguns mas eu acho
que hoje esse negócio de PSS isso não existe mais e todos os municípios da
região foi feito um concurso, e faculdades boas, teve um concurso aqui há
quantos anos atrás, doze anos atrás, mais ou menos eu nem lembro
quando foi, pela uma empresa de picareta que a gente sabe que teve uns
que foi escolhido a dedo porque não tinha condições de passa, mais passou
tirou a vez do outro, nunca teve um concurso aqui por uma universidade,
eu acho que deveria ter como os outros municípios, teve sim há doze anos
atrás, mãos também foi por uma empresa de picareta e teve um monte de
gente que não tinha condições de passar e passou. A gente sabe que tem.
Então a gente fica muito triste pra quem estuda pelos jovens, eu acho que
na caneta é mais certo, vocês concordam comigo, eu acho que é mais fácil,
o tribunal está cobrando também, e o município está pagando por isso,
porque existe um desfalque muito grande, esses PSS custa caro pro
município, porque o dinheiro desse povo não vai pro fundo de previdência
do município, vai pro INSS, e daqui vinte anos que você se aposentar e esse
fundo não estiver dinheiro, vocês vão receber como, então esse dinheiro
que vai pro INSS do PSS é de vocês, os antigos conta que aqui tem uma
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praga de padre aqui eu vou estudar isso, porque o trem não vai, os
concursos até agora não vai, então é bem complicado, eu tenho mais outras
coisas pra falar o tempo está curto, estou bem estendida hoje, eu não gosto
muito de discurso longo, mas tem umas coisas que a gente vai ter que falar
e não tem jeito, e na próxima sessão eu volto a falar, tem umas coisas que
eu vou reclamar mesmo, principalmente daquele CRAS lá. O CRAS está
difícil gente a reclamação é bastante, antes era saúde, mas o CRAS agora
está mais do que a saúde, era só isso. Não havendo mais inscritos, passo
agora para as COMUNICAÇÕES PARLAMENTARES. Conforme inscrição, a
palavra com o vereador José Rodrigues da Silva: mais uma vez boa noite a
todos, a senhora presidente, a respeito desse emenda positiva que nós já
discutiu em Brasília, Curitiba e discute aqui nessa mesa, a senhora vossa
excelência como presidente fala com o jurídico dessa casa, com o Renato e
manda ele colocar o projeto pra votar, quem votar a favor do povo, vota a
favor do povo, quem votar a favor do prefeito, que vota a favor do prefeito,
mas é um projeto que já está pronto, e nós devemos colocar nessa casa até
pra fazer um teste, quem vai está do lado do povo, e quem vai está do lado
do executivo lado do prefeito, e alongando um pouquinha mais minha fala,
a respeito dessas viagens que nós faz pra fora, nós discute bastante, viaja
bastante, mas gente nós vereadores aqui, me desculpa a palavra, mas nós
perde pra uma limpeza de uma cidade vai ter que deixar de ser vereador,
porque toda segunda-feira, sessão limpeza de cidade, e a cidade continua
suja do jeito que está, parece que cada vez igual a presidente falou parece
que tem um sapo enterrado aqui sei lá que diacho que é, que nós não está
tendo capacidade de limpar a nossa cidade, então eu creio que a população
tem todo direito e todo dever de cobrar da gente sim, e vereador está aqui
é pra aguentar rojão, e quem não estiver afim de aguentar rojão, que peça
pra sair, ou em 2028 não faça campanha, mas nós tem que ter
responsabilidade, por esse povo que votou em nós, nós foi eleito pra isso,
agora se nós fica aqui puxando saco de prefeito vinte e quatro horas e
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mentindo pra população que não tem como fazer nada, então a população
tem que deixar de vota em vereador, elege só o prefeito e secretário,
porque nós está provando pra população que nós não está tendo
capacidade nem se quer de fazer uma limpeza da cidade, então o que nós
tem que fazer, enquadra o prefeito, com leis, projetos para que ele tome
atitude , ou se não fazer o impeachment dele que ele entrega a cadeira e
contrata outro pra administrar o município, porque da forma que está não
da pra continuar, é só isso. Conforme inscrição, a palavra com o vereador
Vanildo Aparecido Albino: Senhora presidente, nobres colegas
vereadores, vocês fazem presente, eu só queria lembrar que há um ano e
meio mais ou menos, nós nos reunimos nessa casa para a gente tratar
sobre um projeto de lei que falava sobre o Fundo de Previdência Municipal.
E a gente precisa retomar essa discussão, senhora Presidente, juntar com o
jurídico ali para a gente levar isso a fundo, para depois não falarem que foi
nós que nos omitimos como nós ouvimos aquela vez, lembra? A vereadora
Sueli Ferreira da Silva Oliveira pede a aparte: Cobro todos os dias, todos
os dias. Às vezes os vereadores acham que eu não cobro. Eu sou chata, cara,
eu cobro todos os dias. O negócio aqui não está andando. Era só isso,
vereador. A palavra voltou para o vereador Vanildo Aparecido Albino:
Obrigado, senhora Presidente. Então, vamos sentar com o jurídico, vamos
estudar aquela minuta de projeto de lei, o doutor Luiz Carlos mandou aí,
vamos ver se a gente agiliza essa parte aí. Porque às vezes a gente acha que
é o executivo e isso, o projeto de lei, somos nós. Eu queria também,
senhora Presidente, aproveitar a fala para dizer que por uma formalidade
regimental nós temos o momento da liderança. Mas eu coloco o momento
da liderança sempre que o meu companheiro de bancada, o vereador
Adenilson, precisar. Vereador, é só levantar a mão que o momento da
liderança está disponível para qualquer um do nosso partido. A gente segue
uma formalidade regimental aqui, mas a gente não pode se prender a isso
não. Então sempre que o senhor precisar da palavra aí, pode passar a
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caneta nas inscrições aí, que eu respeito daqui. E também deixar o meu
abraço ao Luiz Carlos, que pediu para a gente mandar um abraço para ele
lá, que ele está lá, não sei de onde, do Nortão, assistindo com o filho dele.
Então, Luiz Carlos, um abraço para você, meu querido. E todos vocês que
nos acompanham sempre nas redes sociais, continuem firme aí. Afinal de
contas, a gente está aqui tentando de todas as formas trazer o melhor.
Acredito eu, senhora Presidente, nobres colegas, que nenhum dos que aqui
estão se desgasta tanto pensando em benefícios próprios. Acho que a
gente pensa sempre no comum. Abraço. Conforme inscrição, palavra com o
vereador Sérgio Pereira da Silva: Só gostaria de agradecer, Zika, Eduardo,
Adão, Lucas, Jhovana, você que nos assiste aí pelas redes sociais. E, mais
uma vez, falar aqui que se unam os funcionários públicos do nosso
município, os funcionários aposentados, para que essa indicação que eu
estou aqui propondo vá à frente e venha beneficiar vocês. E também, esse
projeto do Ecoponto aqui, ó. Dessa forma, o projeto busca promover
melhorias na gestão de resíduos sólidos do município, reduzir impactos
ambientais e contribuir para uma cidade mais limpa, organizada e
sustentável. Estamos falando em limpeza e realmente, vereadores que são
da base, estão criticando a limpeza. Nós sempre vimos cobrando aqui. E
tem que melhorar mesmo. Todo mundo procura as melhorias. E vamos aqui
apresentar projetos, indicações, enfim, para a melhoria de todos. E a você
que nos assiste pelas redes sociais, continue nos assistindo a essa Casa de
Lei para você ver como age, como vota cada parlamentar aqui presente.
Obrigado a todos, boa noite. Conforme inscrição, a palavra com a
vereadora Sueli Ferreira da Silva Oliveira: Gente, eu não ia falar no horário
da comunicação parlamentar, mas eu preciso responder ao vereador José
Rodrigues da Silva. Então, vereador, o senhor tem que apresentar o projeto.
O senhor faça o projeto, peça para algum assessor jurídico fazer, entendeu?
Traz para o doutor Renato, ele vai analisar. É isso, né, meu diretor? Está
pronto? Quem que é o autor? Então, o senhor se manifesta como autor,
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vem aqui na Câmara, sai lá de Gaúcha, vereador, sai. E vem aqui na Câmara
um dia para isso e representa que a gente manda para a mesa. Isso é para
te responder, eu nem ia falar. Em questão da limpeza, também cobro.
Porque tem um terreno do lado da minha casa que daqui a uns dias vai sair
um jacaré lá. Eu estou incomodando tanto o cara, tanto o cara, que ele
falou que dessa vez ele vai pedir para o cara que planta lá do lado, para
limpar aquilo lá. É pernilongo, é mosquito de dengue, é uns caramujos
desse tamanho. Cara do céu, é coisa de outro mundo. Então tem que
notificar esses donos de terreno, entendeu? Põe nos impostos. Sei lá, tem
que fazer alguma coisa. Conforme inscrição, a palavra com o vereador
Adenilson Vieira Lopes: Mais uma vez, boa noite. A você que acompanha
pelas redes sociais. Eduardo, Zica, o compadre, está na atividade hoje. Tem
que mais gente do nosso município estar presente aqui, olhar no olho de
cada um, que nós estamos aqui, nós também somos pecadores. A respeito
do meu amigo ali, o José Rodrigues da Silva, falar assim que ele tem um
tom de dizer, que cada ser humano tem o seu tom de dizer, tem suas
palavras, o seu jeito de agir. Ele está quatro mandatos nessa casa, eu falo
por mim. O dia que eu quiser falar de qualquer um aqui, eu vou citar o
nome. Eu cito o nome. Eu estou aqui, eu cito o nome. Mas eu respeito a
opinião de cada um. Eu estou aí há um ano de vereador, já cobrei o
executivo, tenho parceria com o executivo, sou funcionário público do
município de Santa Mônica, coloquei meu nome à disposição da população
agora, fui candidato a prefeito, coloquei minha cara, não cheguei lá, não
entrei na política lá atrás, poderia ter entrado, não entrei, mas estou aí na
atividade. Tivemos conquista, tem van chegando, tem ônibus chegando,
tudo é em parceria que ninguém faz nada sozinho. Agora é fácil chegar
aqui e falar, meteu pau, meteu pau. Vamos buscar alternativa? Vamos brigar
por Santa Mônica? Vamos correr atrás de trazer projetos e ideias para o
nosso município, tem uma situação que eu sou favorável aos vereadores
aqui. O que está faltando? O executivo está mal, no meu ponto de vista?
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Não. Então, está faltando ouvir a gente, sentar numa mesa e pensar no bem
comum. O que é o bem comum? É o município de Santa Mônica. É o
município que tem uma receita extraordinária. Extraordinária é a nossa
receita. Então, o que está faltando? Ter mais um pouco de parceria,
secretariados, ouvir e trabalhar por amor há Santa Mônica. Era o que eu
tinha, senhora Presidente. Não havendo mais inscritos, a Senhora
Presidente Sueli Ferreira da Silva Oliveira, convoca para próxima sessão
ordinária, dia 13 de Abril de 2026 ás 19 horas e 30 minutos. Após, passou-
se ao encerramento, onde a Presidente solicitou 1 Secretario, Jaime Ruiz
dos Santos, que lavrasse a presente ata que, após lida e aprovada, segue
assinada por mim e pelo Presidente desta Mesa Executiva.
SUELI FERREIRA Assinado de forma
digital SUELI
DA SILVA FERREIRA DA SILVA
OLIVEIRA:00383 OLIVEIRA:00383214912
Dados: 2026.04.13
214912 16:06:37 -03/00'
ZA
Sueli Ferreira da Silva Oliveira Jaime Ruiz dos Santos
Presidente 1º Secretário

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