br-locleg corpus explorer

← Santa Mônica (PR)

sessao nº 8

Tipo Ordinária
Número / Ano 8
Date 2026-04-13
native_id258

Documents (1)

ata #

status: extracted · method: ocr · backend: tesseract · confidence: 0.96 · pages: 26

CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
Ao décimo terceiro dia do mês de Abril de dois mil e vinte e seis, às dezenove horas e trinta
minutos, na sala das Sessões da Câmara Municipal de Santa Mônica, Estado do Paraná,
reuniram-se em Sessão Ordinária os vereadores: Adenilson Vieira Lopes, Jaime Ruiz dos
Santos, Jaime José Vieira Junior, José Rodrigues da Silva, Maurino da Silva Barbosa, Paulo
Antônio Moreno, Sergio Pereira da Silva, Sueli Ferreira da Silva Oliveira, Vanildo Aparecido
Albino. Sob a presidência da Vereadora Sueli Ferreira da Silva Oliveira, foi solicitado a
dispensa da Leitura da ata da Sessão anterior, a mesma foi encaminhada com antecedência
ao vereadores, em discussão, APROVADA. A Senhora Presidente solicitou ao Primeiro
Secretário que fizesse a leitura das CORRESPONDÊNCIAS EXPEDIDAS E RECEBIDA.
Indicação número 05/26. A Presidente da Câmara Municipal de Santa Mônica, Estado do
Paraná, a senhora Sueli Ferreira da Silva Oliveira eu Sérgio Pereira da Silva, vereador, venho
através da presente fazer o seguinte indicação: colocar lâmpada nos poste de Santa Mônica
Rua Quinze de Novembro travessa Angélica Burgue rua Julia Vanderlei e outras e no distrito
de Aparecida do Ivaí Avenida Curitiba e outras bem como no portal município a iluminação
pública é fundamental para garantir a segurança cidadania e qualidade de vida, reduzindo
a criminalidade e acidentes de trânsito. Ela viabiliza o uso noturno de espaços públicos e
impulsiona o comércio local e o turismo. Além de valorizar o paisagismo urbano, tecnologias
modernas trazem eficiência energética e sustentabilidade. Temos entre 40 e 60 postes com
as lâmpadas queimadas. E a população pagando a taxa de iluminação pública e não tem
iluminação na cidade. Vamos colocar as lâmpadas com urgência. Santa Mônica, 13 de abril de
2026, Sérgio Pereira da Silva, vereador. Projeto de lei nº 23 de 2026, ementa, abre crédito
especial por excesso de arrecadação, bem como, altera-se PPA de LDO e dá outras
providências, projeto no valor de R$ 467 mil, destinados à aquisição de veículos para a frota
municipal. Projeto de lei nº 24 de 2026, ementa, abre crédito especial por excesso de
arrecadação, bem como, altera-se PPA de LDO e dá outras providências, projeto no valor de
R$ 115 mil reais, destinados à aquisição de máquinas e implementos agrícolas. Não havendo
mais matéria passou-se então para ao GRANDE EXPEDIENTE. Conforme inscrição, a palavra
com o vereador Sergio Pereira da Silva: Senhora Presidente, senhores vereadores, vocês
que nos acompanham pelas redes sociais, pessoal aqui presente, Sandra, Cida, Roseli, Zika,
Isa, Jhovana, Lucas, boa noite a todos. Eu, senhora Presidente, vereadores, vocês aqui
presentes, vocês das redes sociais. Eu fiz uma indicação hoje pedindo para se colocar
lâmpadas nos postes das ruas de Santa Mônica. Há uma reclamação grande na rua 15 de
Novembro que está sem lâmpada, na Travessa Angélica Burgue, Júlia Vanderlei e outras. E na
Aparecida do Ivaí também, na Avenida Curitiba e outras ruas também, sem lâmpadas para
dar uma melhor claridade para a nossa população. Bem como no portal do nosso município,
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
aqui na entrada da cidade, está tudo apagado, está ruim, está feio. A justificativa: a iluminação
pública é fundamental para garantir a segurança, cidadania e qualidade de vida, reduzindo a
criminalidade e acidentes de trânsito. Ela viabiliza o uso noturno de espaços públicos, quer
dizer você pode trafegar, usar sem tanto medo de alguém ir lá pra te assaltar enfim, fazer
qualquer coisa, qualquer pessoa, sela ela homem, mulher, mas principalmente as mulheres,
são mais vulneráveis a esse tipo de ataque, impulsiona o comércio local e o turismo, além de
valorizar o paisagismo urbano, tecnologias modernas trazem eficiência energética e
sustentabilidade. Temos entre Santa Mônica e Aparecidinha, gente, de 40 a 60 postes sem
lâmpada. Se você pegar a sua tarifa de luz, de energia lá, vai estar lá descontado a taxa de
iluminação pública. E por que cobra iluminação pública e não põe iluminação pública para o
nosso povo, para a população? Vou, se você fazer um requerimento pedindo ao chefe do
executivo para que mostre para nós, para mim, no caso, o vereador aqui requerendo, vou
requerer quanto que é arrecadado de iluminação pública do nosso município. De toda a
iluminação pública cobrada do nosso município. Muito embora, mesmo que a prefeitura
tenha que arcar com alguma coisa, tem que arcar mesmo. A população paga. Agora, não tem
a iluminação pública, faz acho que 30, 40 dias que está aí quebrado, esperando a licitação,
esperando isso e não se coloca lâmpadas nos postes. Teve local que a pessoa já tentou invadir
a casa de pessoa porque estava escuro. Não vou falar a rua, mas já teve aí. Então, gente, é uma
coisa simples que precisa ser feita cotidianamente. Ficar muito, vai ficar algum dia, tudo bem,
fica lá uma semana no máximo, na outra se coloca a lâmpada para dar uma claridade para
que as pessoas possam ter segurança. É um município pequeno, a nossa cidade é pequena,
mas mesmo assim o índice de violência está em todos os lugares. Então peço aqui que ao
chefe do executivo que da melhor maneira possível e mais rápida possível que se coloquem
essas lâmpadas nesses postes que estão faltando. Até porque nada mais justo, são 50, 60
locais de poste e a população está no escuro e é cobrado de todos nós a iluminação pública.
Outra coisa que eu gostaria de falar é que a arrecadação do município no mês de março foi de
3 milhões de reais, 2 milhões e 600 aliás, e a média passa de 3 milhões por mês. Semana
passada fiz aqui uma indicação pedindo vale saúde aos funcionários públicos municipais que
estão aposentados e que irão aposentar. Tem município que tem isso. E nada mais justo. Falei
a semana passada. Nada mais justo. A pessoa chega na idade, ela precisa de uma alimentação
melhor, precisa de um raio-x, precisa de um ultrassom, enfim. Sim, precisa de tantas outras
coisas que muitas vezes não tem condição. E principalmente aquele funcionário que menos
ganha. Chega no final vai se aposentar com menos ainda e precisa disso para que possa ter
um pouco mais de dignidade. Então, nada mais justo. Se fazer impacto, fazer toda a
documentação que eu acredito que o orçamento e tudo tem. A Prefeitura Municipal
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
recebendo em média 3 milhões e pouco, vai dar quase 40, 50 milhões de reais de receita só
do Governo Estadual e do Governo Federal, fora as emendas parlamentares que vêm para o
município. Então, conto aí com a ajuda também dos pares, dos nobres vereadores, para que
se cobre o Executivo, para que faça isso e principalmente também a outra indicação, onde eu
pedi que se pagasse o vale alimentação para os funcionários do município, igual a Câmara
está pagando. Muito embora, expliquei a semana passada que a Câmara é separada do Poder
Executivo. Mas o nosso orçamento comparado com o da Prefeitura é pequeno também.
Temos menos funcionários? Temos, mas o orçamento também é pequeno. E se paga o vale
alimentação de R$ 350,00, que seja dado a todos os funcionários públicos da prefeitura
municipal. Um reajuste, fazer o impacto, fazer o orçamento, fazer tudo. São 40 milhões de
orçamentos. Será que não pode aumentar R$ 170,00 para os funcionários? Eu acredito que
sim, que vai ter dotação, vai ter orçamento, vai ter tudo. Se não tiver, põe agora que a Câmara
aprova e se não puder pagar esse ano, que pague o ano que vem. Outra coisa que eu gostaria
de falar também é com respeito a você que não fez o seu imposto de renda ainda. É mais uma
nota explicativa. Quem ganhou acima de R$ 35 mil o ano passado, R$ 500 e poucos, está
obrigado a declarar, gente. Muita gente não vai fazer a declaração pensando que é os R$ 5.000.
Os R$ 5.000 que o governo federal deu e que foi aprovado é a partir de janeiro de 2026. Então,
quem ganhou acima de R$ 35.585 está obrigado a fazer a declaração. Procure um contador,
procure um local que se faça para você não pagar multa, não ter o seu CPF cancelado. Enfim,
isso é rendimento tributável. Quem ganhou rendimento isento acima de R$ 200 mil também
está obrigado. E você que é produtor rural, trabalhador rural, faz nota fiscal de vendas de
produto, tem a sua propriedade ou toca a sua roça, se você vendeu acima de R$ 177.920, você
também está obrigado a fazer a declaração. Nós já tivemos casos aqui que as pessoas entrou
em malha porque não tinha feito. E naquele tempo ainda era nota fiscal avulsa, não era nota
fiscal eletrônica. A partir de 5 de janeiro aqui desse ano, a Prefeitura Municipal de Santa
Mônica, por lei federal, foi obrigado a implantar o sistema eletrônico. Então, ano que vem,
você também que é produtor rural, olhe bem se você não vai estar obrigado. Porque muitas
vezes você acha que não vendeu 177 mil reais e vendeu. Então procure alguma pessoa, algum
contador, enfim, quem faz a declaração para que você não leve uma multa e lembre-se, 5 mil
reais só o ano que vem. Obrigado. Conforme inscrição, a palavra com o vereador Vanildo
Aparecido Albino: Boa noite, senhora presidente, nobres colegas vereadores, você que nos
acompanha pelas redes sociais e vocês fazem presente aqui, que bom vê-las aqui. Senhora
presidente, eu queria aproveitar o espaço aqui para a gente fazer um demonstrativo do
trabalho da área social, a pedido da nossa secretária, a senhora Beloniza. Foi feito um
levantamento dos atendimentos no ano de 2025. E naquele momento foi levantado que no
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
ano 2025 o município atendeu 419 famílias com benefício eventual auxílio alimentação.
Auxílio funeral, 19 auxílios funerais no valor de mais de 40 mil reais. Atendimentos com INSS,
perícias, viagens fora do município, 115 viagens. Auxílio alimentação, kit e compra direta,
parceria com o governo federal e com a associação de Amaporam. 200 kits diretamente
entregues às famílias. Auxílio natalidade, 30 famílias. BPC LOAS, aquele benefício que as
pessoas recebem por idade ou por deficiência, tanto criança quanto adulto, podem receber.
Foram 114 acompanhamentos no ano de 2025. Fraldas adquiridas com recursos da
assistência social. Mais de 180 pacotes de fraldas adquiridos com recursos em parceria com
o governo do estado do Paraná. Kit de higiene íntima, 180 pacotes de fraldas. Programa Bolsa
Família, só no ano de 2025, foram atualizados os cadastros. Regularizado situações de
pendências, mais de R$ 157 mil por mês, atingindo a totalidade de R$ 1.885.680 no ano de
2025, diretamente às famílias de situação de vulnerabilidade no município de Santa Mônica.
Quase mil famílias com autorização cadastrada, 868 famílias com autorização cadastral
realizada. Cadastros novos, cerca de cento e poucos cadastrados, 112 cadastros novos.
Comida Boa é uma parceria com o Governo do Estado, com o município de Santa Mônica, feito
juntamente da Secretaria Municipal de Assistência Social. 56 famílias recebem um cartão
chamado Comida Boa, um programa. Ela recebe R$ 80,00 por 3 meses e pode ser por mais
3,00 e por mais 3,00, depende da situação familiar, que totalizam R$ 5,00 por mês. Kit Nascer
Bem Paraná, 6 kits de carrinho entregue, com mais 6 com previsão de entrega até maio, junho
deste ano. Programa Bons Olhos Paraná, 54 óculos entregues no município de Santa Mônica,
atendido em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, com a Secretaria de
Assistência Social, inclusive com o auxílio da vereadora, da nossa presidente. Programa
Primeira Infância, 20 famílias atendidas no Programa Primeira Infância, que implica
diretamente em recurso destinado junto ao Programa Bolsa Família, que elas recebem por
fazer parte. Serviço de convivência, os projetos. Em Aparecida do Ivaí, mais de 50 crianças,
hoje nós temos 41 cadastradas de O a 17 anos, cadastradas não, matriculadas, atendendo até
cerca de 60. Serviço de convivência em Santa Mônica, hoje nós temos 33 matriculadas e
atendemos quase 50 crianças. Serviço de convivência melhor idade, terceira idade, 37
pessoas matriculadas hoje em Santa Mônica, mais 20 matriculadas de Aparecida do Ivaí,
totalizando 57 idosas matriculadas. A gente atende até mais que isso. Viagens da melhor
idade no ano passado, Porto Rico, Ode Parque Maringá, Salto Bandeirantes e teve um outro
também que eu não me recordo o nome agora, deveria ter levantado. Capacitações para o
Conselho Tutelar de Santa Mônica. Seis membros participaram em capacitação CIPIA Online
e CIPIA Web. Rede de Proteção e CMDSA. Mais de 25 pessoas participaram de cursos de
formação aplicados pela Secretaria Municipal de Assistência Social. Quase 60 profissionais
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
participaram de um curso pago com recursos da Secretaria Municipal de Assistência Social
de Bullying e Cyberbullying no ano de 2025. Na proteção social especial, que liberdade
assistida e proteção de serviço à comunidade, mais fragilidade de vínculos, quase 200
atendimentos. Tudo isso realizado no ano de 2025. Por que eu trouxe? Porque às vezes a
gente até escuta as pessoas falarem das políticas públicas, falarem em situações onde são
atendidas ou deixa de ser. Vou relatar um fato que nós tivemos aqui no ano passado. Uma
família atendida pelo CRAS de Santa Mônica e também pela Secretaria Municipal de
Assistência Social procurou o Ministério Público dizendo que ela não era atendida. Só que
nada dos atendimentos feitos no CRAS de Santa Mônica, quem lá está ou na Secretaria
Municipal de Assistência Social, nada é feito sem documento. A pessoa procurou o Ministério
Público, inclusive foi até numa entrevista realizada no colégio, falou que não tinha sido
recebido. Nós recebemos a comunicação do Ministério Público pedindo atendimento para a
família e a gente mandou o relatório. De 2021 até o momento do relatório do Ministério
Público, todos os meses, com exceção de dezembro, ela pegava um benefício eventual de
auxílio alimentação, a família dela, recebia a Bolsa Família e quando tinha os kits do compra
direta também. E a relação dela estava na relação de atendimentos. A gente tem esses
levantamentos lá. Ela trouxe para nós sabermos que todas as políticas públicas, desde a
Secretaria Municipal de Educação, onde tem os alunos, lá na sala de aula e a gente vê, onde a
gente vê o secretário de pátio com seus motoristas andando e arrumando as estradas, às
vezes a gente não vê a Secretaria Municipal de Assistência Social fazendo, porque o serviço é
um serviço ético, um serviço que tem que ser feito diretamente com o usuário, diretamente
com a família, para que não seja exposta. Porque a partir do momento que a Secretaria
Municipal de Assistência Social exige com que o usuário vá na Secretaria Municipal de
Assistência Social buscar um auxílio alimentação, e ela vai cruzar a cidade talvez com esse
auxílio numa carriola, numa bicicleta, a gente está expondo a família. Essas situações não se
aparecem, essas situações não se mostram. Mas os números a gente tem, a gente traz e todos
os atendimentos realizados em todas as secretarias do município são registrados. Até porque
nós somos fiscalizados não só pelo Ministério Público, pelos nobres colegas vereadores, nós
quando eu falo é o serviço público, servidor público. Nós somos fiscalizados pelos conselhos
municipais, nós somos fiscalizados pela regional de Paranavaí, nós somos fiscalizados pelo
governo estadual, nós somos fiscalizados pelo governo federal. Todos os serviços das
secretarias públicas, além do nosso trabalho enquanto vereador aqui, que é fiscalizar, e tantas
vezes nós falamos nessa casa, é cobrar. A gente precisa entender que as secretarias estão lá
com as portas abertas para todo e qualquer interessado, não só o vereador, para chegar lá e
saber quais são os trabalhos, quais são os serviços, quais são os projetos, quais são os
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
programas que tem para serem atendidos e ofertados à nossa população. E é nesse sentido,
senhora presidente, que eu não posso deixar de mencionar, depois de tudo isso aqui, que o
trabalho que a senhora Beloniza faz, que o trabalho que as nossas assistentes sociais fazem,
Rafaela e Carol, que o trabalho que Bruna, Márcio e tantos outros, Alessandra, Viviane e
tantos outros profissionais fazem na Secretaria Municipal de Assistência Social, embora
algumas pessoas reclamem, embora, porque a gente não consegue agradar a todos, embora
muitas vezes se obriga a dizer a uma pessoa, não é o teu momento para ser atendido, porque
tudo depende de uma política especial para aquilo, é feito um trabalho com ética, um trabalho
com compromisso. Assim como a Secretaria Municipal de Saúde não se expõe aos seus
pacientes, a Secretaria Municipal de Assistência Social também não expõe aos usuários. São
trabalhos feitos e realizados que devem sim ser omitidos da população, até porque se a gente
começar a expor, a gente não deveria estar trabalhando lá. Precisa ética, competência,
comprometimento e acima de tudo respeito. Porque quando uma pessoa se desloca até uma
secretaria para pedir um auxílio, é porque ela não tem mais o que fazer. É porque já se
esgotou as possibilidades. E quem faz parte dos conselhos, quem faz parte da rede de
proteção, quem faz parte de toda aquela estrutura que é montada para atender essas pessoas,
tem conhecimento e clareza de todo o trabalho e de toda a importância que a Secretaria
Municipal de Assistência Social desempenha no município de Santa Mônica, assim como
todos os outros municípios. Trazer para esta casa aqui tantos dados, não é um privilégio do
vereador Vanildo que trabalha lá. Todos esses dados, qualquer vereador, qualquer pessoa da
população pode chegar lá que vai ter acesso. O que não vai ter acesso? Nomes das pessoas.
Era o que a gente poderia compartilhar agora, Sr. Presidente. Muito obrigado. Conforme
inscrição, a palavra com o vereador José Rodrigues da Silva: Boa noite, Sra. Presidente, Srs.
Vereadores, vocês aqui presentes. Pessoas que nos acompanham pelas redes sociais. Fico
muito contente de ver aqui a palavra do nosso companheiro de mesa, o vereador Vanildo. Eu
tenho o privilégio de estar aqui já no quarto mandato e eu nunca vi tanto privilégio para a
nossa nação, para o nosso município, para a nossa população em geral. Enquanto agora está
tendo o nosso município. Eu conversando semana passada com o deputado federal Zeca
Dirceu e ele me colocou o seguinte pedido. Ele falou, formigão, você nunca esqueça de falar
os programas, os benefícios que estão chegando nos municípios à população. E eu agora fico
muito contente de ver o vereador dando um relato dele aí. Agora chegou o Vale Gás, as
pessoas estão adquirindo, já estão recebendo, Bolsa Família. E eu sendo vereador aqui desde
2012, passei por um período ali do Michel Temer, passei por um período mais trágico que foi
do governo Bolsonaro, eu nunca vi Santa Mônica estar recebendo tantos benefícios, enquanto
está recebendo agora no mandato do governo Lula. Então, Santa Mônica está de parabéns, a
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
Secretaria está de parabéns e tem de correr atrás, porque os benefícios são robustos, são
bons, e o nosso município tem que só agradecer, primeiramente, a administração que está
fazendo parte desses benefícios, a Secretaria, e não deixar também, eu não poderia deixar
passar, de agradecer aos deputados do governo Lula, e principalmente ao governo Lula,
porque é a classe mais pobre. E hoje em Santa Mônica nós temos aqui o IDH praticamente de
70%, 80%. Nosso povo não tem recurso, não tem renda per capita boa, igual alguns tem aqui
em Santa Mônica. Então quando chega esses benefícios, é muito recebido, muito gratificante.
E eu tenho certeza que cada botijão de gás que uma pessoa pega, cada auxílio de R$ 600,00,
é comovente, muito bom. Eu estou com 52 anos de idade, na minha época não existia isso. E
hoje eu estou muito feliz com o plano do governo federal, com o plano do governo Lula. E
agradecer que esses recursos continuam, esses benefícios continuam, porque quem ganha é
simplesmente só a população. Eu também não poderia deixar de passar em branco a respeito
que está acontecendo aqui hoje no nosso município, como sempre aconteceu nesses 4, 5 anos
atrás aí. As perseguições aos funcionários públicos desse nosso município. Hoje Santa Mônica
tem aqui em torno de 300, 330 funcionários. E existe, né, exceções para um e para outros,
para a maioria, existe um esculacho. A linguagem mais fácil de falar. Uma discriminação total.
E simplesmente só estoura do lado daquele funcionário. O que ganha menos, o que está lá na
ponta da linha, o que recebe mais pancada, que trabalha mais e o que ganha menos e é o que
mais é excluído da lista do nosso executivo do prefeito. E recebi reclamação hoje, aqui de
Santa Mônica, eu não moro aqui, moro no distrito, mas a gente tem telefone, as pessoas
entram em contato com a gente. E tem funcionário hoje que me relatou que a perseguição
aqui em Santa Mônica, o prefeito Luan, ele colocou na campanha dele que não ia perseguir
ninguém, que não ia atrás de ninguém, mas através do seu secretariado, através de chefe de
pátio, secretaria da saúde, secretaria de educação, existe um intimato para os pequenos
funcionários. As pessoas que lá carregam um paciente, a pessoa que varre em rua, a pessoa
que trabalha numa limpeza. E como o prefeito Luan fez uma campanha pesada no primeiro
mandato, intimando as pessoas, ameaçando as pessoas. E hoje as pessoas têm medo dessa
represália, mesmo sendo um funcionário público, mesmo sendo um concursado. Eu peço aqui
para todo secretariado, que seja lá de A á Z, se eu não me engano, acho que é seis ou é oito
secretários do prefeito, incluindo o prefeito. A gente deveria ter mais um pouco de respeito,
um pouco mais de carinho com os funcionários. Não adianta nós vereadores virem aqui e
falar que aquela maloca que está lá dentro do pátio tem que ser desmanchada, não pode
trabalhar em maloca. Gente, eu converso e eu ando, vocês todos andam para todo quanto é
lugar e a gente vê, né, se tratando aqui do pátio nosso aqui de Santa Mônica, por exemplo. O
funcionário sai lá às seis da manhã, cinco da manhã, ele é motorista, ele chega no pátio ali, ele
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
encontra lá os amigos, vai bater um papo, vai bater uma conversa, lá tem o ponto, ele passa o
dedo lá, está cumprindo o horário dele. Não tem por que chegar nos funcionários nossos, que
mais ajudam a nossa população, que carregam o município na costa e falar, como já foi falado
nessa casa aqui, que funcionário não trabalha, muitas vezes funcionário não está fazendo
nada, está fazendo maloca. Desde quando uma empresa, uma prefeitura é uma empresa,
mesmo sendo pública, ela contrata o funcionário, o funcionário é concursado, que não seja,
que seja comissionado, que seja lá PSS. Gente, se a pessoa está no serviço, não importa, ela
está ali trabalhando. Se não está tendo serviço para ela, que o prefeito chega, que o chefe lá
chega, o subordinado a eles, mas que converse com eles. Agora, nós não podemos apedrejar
e atacar os nossos funcionários, que são todos, praticamente todos, com exceção a um meia
dúzia que o prefeito passa a mão na cabeça. Nós temos que ter mais um pouco de carinho, um
pouco mais de respeito. E funcionário, não é porque ele é funcionário, porque ele é um cavalo
de arreio do município. Ele tem lá os momentos dele, tem as dificuldades dele. E a gente como
político, eleito pelo povo, eleito pelos funcionários, que eu tive votos de funcionário aqui
desse município, tive 29 votos aqui em Santa Mônica dessa vez, fiquei muito feliz, muito
contente, mas eu não posso deixar como vereador, como representante dessa cidade, deixar
de defender os nossos funcionários. Porque eu sou funcionário, eu sou vereador, recebo
dinheiro público dessa cidade, é o povo que paga meu salário. Eu viajo para Curitiba, viajo
para Brasília, muitas vezes aqui nessa casa aqui, em sessão extraordinária, eu falto em sessão.
Todos nós temos nossos momentos. Agora não pode ter perseguição. Falar lá, manda um
recado para tal funcionário, se ele não está trabalhando, se ele chegou atrasado, eu vou
descontar lá a carga horária dela. Procura saber o que está se passando, o que está
acontecendo. E outra coisa também, eu estive ali em Porto Rico, semana retrasada, sempre
frequento essas Porto Rico ali, já tive casa lá. E os funcionários, eu converso muito com o
Valtinho lá, vocês podem pegar, todo mundo tem o contato dele, que é o prefeito de Porto
Rico. Gente, funcionário tem que ter uniforme. Não pode ir lá um funcionário que trabalha lá
na vigilância, que seja no pátio, que seja motorista, que seja na saúde. Os EPIs tem que ter.
Não custa o município, já foi cobrado tantas vezes nessa casa, não pode ser tão falha assim a
gestão de nossos funcionários. Quando for trabalhar sequer tem uma luva, tem lá uma
camiseta para vestir, no meio de tanto dinheiro que vem para a nossa cidade, para o nosso
município, hoje que está recebendo em torno de mais de 3 milhões de reais por mês. Agora,
se nós vereadores não defender o nosso povo, incluindo a todos, de A á Z, de todo o setor,
todos funcionários dessa nossa cidade, que votou e que não votou na gente, mas pessoas
trabalhadoras, se nós não vim defender eles e começar a defender prefeito, começar a
defender secretário que ganhou em torno de 5 a 6 mil reais por mês, nós temos que deixar,
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
volto a repetindo, igual na sessão passada, tem que parar de ser vereador. Porque quem
carrega o município nas costas não é o formigão vereador, não é nós aqui vereadores. Assim
eu acredito. Quem limpa a nossa cidade, cuida da saúde, carrega os nossos pacientes, o nosso
pessoal, são os funcionários. Então se funcionário vai no banco do Sicredi, gente, se foi lá 30,
se foi 40, vamos respeitar esse povo. Cada um com o seu momento. O prefeito chega, reúne
com ele, chega secretário, secretário que seja, reúne com ele e os conversa. Mas, chegar
apedrejando, ameaçando, perseguindo, é isso que nós, como ser humano, como político, como
pessoa, como cidadão dessa cidade, nós não podemos deixar acontecer. Porque amanhã e
depois o mundo dá muitas voltas. O prefeito daqui a uns dias está saindo, está entregando a
prefeitura. Nós vereadores, se assim estiver vivo, pode ir para uma reeleição e querer ter
mais um mandato. Já estou no quarto. E daí, o que você vai explicar para os eleitores? Você
ficou do lado do prefeito ou do lado do povo que trabalha nessa cidade? E aí eu estico mais
um pouco para as pessoas que trabalham em empresa privada, as pessoas que vão trabalhar
cedo na ranca de mandioca. Todos, todos, nós temos que ajudar. Então é por isso que eu nunca
me canso e nunca vou me cansar. O governo Lula está fazendo a parte dele, com o povo mais
carente dessa cidade, do Brasil, do Paraná inteiro. Nós, vereadores, temos que fazer a nossa
parte com os funcionários, o prefeito tem que fazer a parte dele com a administração e com
o povo de Santa Mônica. Foi o que elegeu ele, que deu o cargo para ele, e hoje ele recebe ali,
fora as diárias que ele viaja toda semana, 17, 18 mil reais por mês, com imposto, com renda,
que o nosso município dá e retorna para nós, vereadores, prefeitos e secretários. E o que
ganha menos é a pessoa que está lá na ponta da linha, que ganha um salário mínimo e é o que
é mais apedrejado e o mais criticado. Então fica aqui toda a minha defesa a todos os
funcionários públicos da nossa cidade. É só isso, muito obrigado. Conforme inscrição, a
palavra com o vereador Paulo Antônio Moreno: Boa noite, senhora presidente, nobres
pares aqui. Eu ia falar aqui a respeito das meninas ali, o Sérgio já falou, o total apoio, vocês
têm que reivindicar o que é merecido por todos. Pode saber, da minha parte, quero que
chegue lá no Executivo, para nós olharmos com carinho, com coisa para poder ver se
consegue o auxílio alimentação. Então, foi aumentado aqui na Câmara, mas acho que a
Câmara e a Prefeitura, não sei como é que é a coisa, mas acho que não tem nada a ver uma
coisa com a outra, mas vocês estão certos em reivindicar o direito de vocês. Eu estou de apoio
com vocês. O nobre par falou aqui agora de uma empresa. A Prefeitura, ela é uma empresa. O
senhor já teve empresa. O dia que o senhor tiver dez funcionários, ele parar debaixo de um
pé de árvore, parar os dez lá, ficar lá duas horas, não estou metendo a boca de ninguém,
trabalha e ele também não estou quem está falando. Mas se você tiver dez funcionários, ele
parar duas horas debaixo de uma árvore e ficar sentado olhando para o mundo, garanto que
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
o senhor mandava todo mundo embora. Então, o senhor é acostumado a chegar aqui na
prefeitura, é, meta a boca no prefeito, chefe do pátio, é, coisa. Ó, vereador, o senhor não é
burro, o senhor sabe como é que funciona a coisa, que o senhor é empresário, o senhor é
empresário, o senhor já teve empresa aqui, se quiser meter a boca em mim, pode falar. O
senhor já teve empresa, o senhor tem um ramo de vida do senhor, agora, isso aí que você está
indicando aí, isso é uma vergonha. Sinceramente, desculpa a palavra, é uma vergonha. Porque
eu nunca vi você ter uma empresa, dez funcionários, parar lá para prosear uma hora, duas
horas, debaixo de um pé de árvore. Não. Aí depois vem indicar alguma coisa. Se o senhor quer
meter a boca no prefeito, arruma outra coisa. E queria agradecer aí também o Leandro, o
Luan, fez um torneio ali. A população de Santa Mônica aplaudiu. Teve outro caso, Estrada da
Primavera. O nobre vereador falou outro dia ali, cheguei aqui cedo, vamos ligar para a usina,
vamos, está resolvido. O tapuru me ligou, o Gabriel da primavera me ligou também. E eu não
falo aqui nada em sessão. Eu procuro correr atrás o que eu consigo, sabe? Está de parabéns,
no outro dia cedo, foi lá. O Sérgio Pereira da Silva ali indicou também. Está de parabéns,
senhor vereador. Eu acho que o vereador é o seguinte, quer fazer campanha? Vai na rua,
doido. Para vir falar que tem duas horas, três horas, um funcionário, uma empresa, que tinha
duas horas, três horas, um funcionário debaixo de uma árvore, meu parceiro, me desculpa,
me desculpa, quiser meter a boca em mim para falar. Mas o senhor me desculpe, o senhor é
empresário, o senhor não é burro. Aí vim aqui na sessão, falar abobrinha para tentar entrar
na cabeça dos outros, é fria. Era só isso, senhora presidente. Conforme inscrição, a palavra
com a vereadora Sueli Ferreira da Silva Oliveira: Eu vou usar a palavra, hoje eu nem ia me
inscrever, mas é um prazer receber vocês aqui, funcionários efetivos, de longa data. Eu quero
falar com vocês, meninas, vamos começar por etapa. Aquela reunião do Sicredi, que eu citei
aqui na Câmara, eu até pedi para o prefeito que as próximas reuniões que tiver ou proíbe
todo mundo ou decreta feriado, mas os direitos são iguais para todo mundo. Vai do setor de
serviço, mas a prefeitura é o único. Eu acho que se pode um, pode todos. Eu luto pelos direitos
iguais, que todo mundo queria ter ido naquela reunião, até a gente conversou lá, eu ouvi vocês
falando lá fora. Todo mundo queria ter ido, nem todos os setores pôde ir. Então, assim, ou
deixa todo mundo ir, ou não vai ninguém. Não tem esse negócio de preferência de secretaria.
Deixar bem claro isso para vocês. Em questão do Vale Refeição, não é porque vocês estão
aqui, porque a gente aqui conhece todo mundo e sabe do trabalho de todo mundo. Quando
eu aumentei o Vale Refeição, aqui foi aprovado por todos os vereadores, todo mundo
entendeu do Vale Refeição. Nós, como Câmara, nós temos o orçamento próprio. Hoje nós
temos dois funcionários efetivos e dois cargos de comissões. Então, assim, o pessoal está aqui
comigo, eu tenho que valorizar os meus funcionários. Se eu fosse prefeita, vocês podiam ter
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
certeza que vocês, funcionários efetivos, aqueles que trabalham, iam ser valorizados. Isso
vocês podem ter certeza. Quem trabalhou comigo na ação social, na época que eu fui
secretária, até a Zika foi convidada, não sei se a Zika lembra que eu convidei para trabalhar
comigo na ação social. Você lembra, né, Zika? Então, é assim, eu vejo vocês aqui como os
funcionários efetivos de longas datas. Hoje a prefeitura tem 300 e poucos funcionários. A
prefeitura tem o orçamento próprio. Nós, como Câmara, temos o orçamento próprio. Eu
sugeri que se não pudesse aumentar 100% para todos os funcionários efetivos, aumentasse
100% usando os critérios daqueles que trabalham. Porque eu tenho funcionário aqui,
exemplo, vocês que estão aqui, a Sandra, você é a melhor agente de saúde. Eu não tenho
reclamação de você. Não é porque você está aqui não. Em todas as casas que eu vou, eu falo.
Ainda mais quando alguém reclama. Das agentes. Eu cito você como exemplo. Não é porque
você está aqui. O Isa, se eu pudesse trazer ele para trabalhar aqui na Câmara comigo, é que a
gente não tem, gente, olha o espaço que a gente tem. A gente não tem como acolher todos os
funcionários daqueles que trabalham. O que eu sugeri? Eu sugeri que pelo menos aqueles que
não tenham falta, que pagassem o 100% em cima do vale-refeição. Nós temos aquele grupo
de funcionários que não quer trabalhar, mas tem aqueles que querem. E eu acho que aqueles
que querem têm que ser valorizados. É muito bom ser valorizados. Porque eu, como
funcionária pública, que eu já fui cargo de comissão, foi muito bom quando eu tive um
acréscimo de salário. Porque eu fiz por onde? E tem funcionário que faz por onde? Então, a
gente acaba ficando triste porque o salário dos funcionários da prefeitura não é autonomia
dos vereadores. Mas eu tenho certeza que se chegar aqui na Câmara vai ser unânime. Eu
tenho certeza que todos os vereadores votam em questão do vale de vocês. Mas não depende
da gente, depende do executivo. Como que eu gostaria de ter vocês como funcionários da
Câmara, mas a gente não tem orçamento para isso. A Câmara não tem como contratar. A gente
vai fazer um concurso aqui. Um concurso para uma vaga de serviços gerais e uma vaga de
auxiliar administrativo. Duas universidades já deu resposta, mas nós precisamos de três
universidades, por isso que ainda a gente não fez a publicação. Então a gente acaba ficando
assim triste por alguns de vocês, porque alguns de vocês merecem realmente um aumento
no salário, um aumento no vale-refeição, mas não depende da gente. Pelo menos da minha
parte, não sei dos outros vereadores. PSS, sou contra, sou contra PSS. Tira a vaga daqueles
que mais estudam. Porque contagem de ponto de tempo, daí vem lá um com 30 anos de
serviço e disputa com aquele que está ali estudando dia e noite. Eu prefiro caneta, prova. Eu
citei na última sessão, o meu primo fez um concurso lá em São Isabel, ficou em segundo, gente.
Segundo. E se Deus quiser, vai ser chamado. Porque ele foi na caneta, ele fez a prática, você
entendeu? Agora aqui a gente fica com dó daquele jovem que precisa de serviço, porque não
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
tem chance no PSS. Então eu preferia, eu, como vereadora, com várias gestões, eu preferia
um concurso, se eu pudesse ter autonomia de fazer isso. Então, eu vou citar, meu primo ficou
praticamente em último lá. Se fosse na caneta, eu tinha certeza que ele não tinha ficado em
último, porque ele fez em Santa Isabel e ficou em segundo. Então, assim, é complicado. Eu sou
contra, mas não depende da gente. Vem de lá. E eu não sei o que acontece com essa cidade.
Não sei. Todos os municípios, eu estava ouvindo na rádio, Marechal Cândido Rondon, vai ter
um concurso. Entendeu? E aqui nós não conseguimos, eu não sei o que está acontecendo com
Santa Mônica. Vamos lá, vereadores. O tribunal está cobrando. Eu vou escrever todos vocês
no curso do dia 14 e 15 de maio, em Maringá. Principalmente os presidentes de comissões. O
curso do tribunal é gratuitamente as inscrições. E esse curso é principalmente para os
presidentes de comissões, porque o tribunal vai cobrar agora. Não vai ser esse negócio de vir
só em sessão, não. A gente vai ter que prestar conta do serviço aqui, principalmente os
presidentes de comissões. Vocês anotam aí na agenda de vocês. Eu vou fazer as inscrições. Eu
não vou obrigar ninguém a ir em curso, mas vai estar escrito lá. Eu vou pedir para o Lucas
fazer as inscrições de vocês. 14 e 15 de maio. Vamos falar um pouquinho da assistência social.
Lá é uma secretaria que o vereador falou que fez tudo aquilo, mas nós, como vereador, nós
nunca fomos convidados para os eventos lá na secretaria, muito poucos os convites. O
secretário Carbone, eu o conheci há 30 anos atrás, que ele é advogado, ele é MDBista, ele saiu
agora da Secretaria de Desenvolvimento Social de Curitiba para ser candidato a deputado
federal, eu conheço ele de muito tempo atrás, ele, o Sérgio Souza, eu acho que é deputado
federal. Da época que eu trabalhava na Nibelis, eles são MDBistas, certo? E toda vez que eu
vou a Curitiba, eu ia na Secretaria de Desenvolvimento Social pedir, Carbone, manda recurso
para Santa Mônica. Carbone, o nosso povo é carente. Precisamos, tudo que tiver que Santa
Mônica se enquadrar, manda para lá, o povo nosso é carente. Só que ele veio entregar uns
óculos aqui, eu recebi o convite de Curitiba, a secretária não nos convidou não. Curitiba
convidou nós. O kit, eu fui lá em Loanda, fui convidada pela secretaria de Curitiba, a secretária
também não convidou nós. Eu não sei o que a secretária tem contra vereador, que ela nunca
nos convidou, não sei os outros vereadores, para evento na secretaria dela. Eu não sei o que
ela tem contra a vereador. Um outro dia, eu graças a Deus, eu tenho uma boa amizade com
todos os políticos da região. Veio um vereador de Loanda e estava ali do lado da Secretaria
de Ação Social. E ele me ligou, neném, eu estou aqui há mais de 20 minutos, tem um carro da
secretaria ligado, e esse carro está ligado há mais de 20 minutos e ninguém saiu com ele. Só
que chegou um cara de bicicleta, foi e desligou o carro. E ele tirou um sarrinho, sabe? Aí eu
até deduzi, falei, quem será? Ou o Vanildo ou o Márcio. O Márcio não foi porque estava de
férias. Então, acho que deve ter sido o Vanildo. Então, as pessoas veem o que é de errado e
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 92 LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
cobram a gente. O vereador lá de Loanda, me cutucando, você entendeu? Cadê a vereadora?
Cadê os vereadores? E ele estava ali do lado e ele observando. É um parceiro amigo lá em
Loanda, graças a Deus, todos os vereadores são meus parceiros. Então, assim, eu acho que é
complicado. A gente está de olho, a gente quer fazer alguma coisa, mas é complicado. Então,
assim, obrigado de vocês terem vindo aqui. A minha fala está concluindo. O que depender da
gente, o que for para vocês, pode contar comigo. E eu acho que com os outros vereadores
também. Conforme inscrição, a palavra com o vereador Adenilson Vieira Lopes: Boa noite,
boa noite a vocês pela presença aqui. A população de Santa Mônica teria que estar aqui toda
segunda-feira para estar acompanhando, estar vendo o que cada vereador faz, cada um tem
uma ação, cada um tem um modo de pensar, cada um tem um modo de agir, cada um tem um
modo de se expressar. Eu não tenho nenhuma indicação hoje na casa, eu só tenho, o Sérgio
falou do recurso aqui de 3 milhões, mas eu tenho umas ideias. Eu coloquei meu nome para
vereador. O cara, o formigão ali, ele fala com toda honra e todo mérito dele que ele tem 4
mandatos de vereador, né? 4 mandatos de vereador, que eu fico meio cheio. Porque nesse
pequeno espaço de tempo, nós já tivemos conquista aqui no município. O que é conquista? É
trazer alguma coisa de deputado para o nosso município que vai atender a nossa população.
Mas vamos lá. O vereador Vanildo falou dos recursos ali, lá de cima, do CRAS, e ele citou uma
coisa aqui, até eu rabisquei aqui, e cutuquei aqui o Maurino. Auxiliou 19 funerais do nosso
município. Tem que bater palma. Está certinho, tem que fazer isso mesmo, no valor de 40 mil
reais. Só que, em contrapartida, vamos lá. Eu entrei aqui o ano passado, fiz uma indicação, no
meu entendimento eu acho que é até vergonhoso fazer indicação aqui nessa casa, pedindo
para fazer uma construção lá atrás. Uma cobertura para quê? É o básico, isso é o básico, eu
tenho até vergonha de falar isso. Fazer uma construção para quê? Tem o dia que você vai
despedir do seu ente querido, está chovendo ou está sol, você coloca o caixão lá de baixo. É o
básico. Gastou aqui 40 mil, eu acho que dá, no meu entendimento, eu acho que dá para o
município, com o recurso que está vindo, dá para fazer as manobras e dá para construir. Veio
para casa aqui um projeto, e hoje tirou de passar por aqui, é premiação para os torneios que
têm dinheiro. Tenho que bater palma, é viável isso daí, porque até teve um campeonato aí
agora e injustamente aí o meu time que eu jogava foi eliminado do campeonato. Faz parte do
futebol. Parabéns por quem organizou o campeonato. É isso aí, tem que dar exemplo mesmo.
Parabéns mesmo. Concordo, vamos fazer uma confraternização agora, na hora que terminou
o campeonato. Fiz uma indicação aqui. Nós temos no município hoje, no meu entendimento,
só um campo de futebol. Um campo de futebol. Para quê? Será que não dá para fazer uma
cobertura no campo de futebol? Cobrir? Para quê? Para o dia que tiver um jogo amistoso ali,
a população ir lá e ficar. Se chover, não precisa correr. Será que não daria para construir um
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
banheiro masculino e um banheiro feminino lá? Isso é qualidade de vida. Nós estamos falando
de Santa Mônica, tem uns pensamentos ali que o Lula está dando isso, está dando aquilo, mas
eu quero que venha mais para Santa Mônica. Esse negócio, estou dando, estou dando, estou
dando, tem que trazer, vai lá junto com um deputado e outro e traz. Mas vamos lá, é o pátio
rodoviário nosso, está fazendo o serviço correto? Está. O Leandro é um bom funcionário?
Está. É um bom ser humano? É um bom ser humano. Só que no meu entendimento, arrumou
a estrada da Primavera. Tem outras estradas no nosso município que tem que dar uma
melhorada. O Sérgio, vereador, falou, o Pelanca falou, arrumou. Aí, a gente como vereador, é
cobrado. Um é cobrado em uma situação, o outro em outra. Mas todo mundo é cobrado. Todos
são cobrados. Aí, o que acontece? Você chega lá, tem um ano que não passa a patroa lá na
estrada do Ouro Verde. Lá na estrada do 21, faz muito tempo que não passa. Meu Deus, meu
Deus, meu Deus três vezes. Dá uma volta, dá uma olhada na estrada, o que precisa para fazer.
Desce ali naquela torre ali, dá uma olhada naquela torre. O mato que está naquilo dali. Tirou.
Me desculpe, parabéns pela limpeza. Demorou que eu não passei lá agora. Mas se limpou,
parabéns pelo serviço. Isso é o mínimo. A gente mora numa cidade que precisa do básico.
Você desce ali, na casa que morava o seu pai do Nequinha, o seu Raimundo, tinha um entulho
lá que faz muito tempo que está lá. Eu peguei, não vou andar mais de bicicleta, que eu caí,
machuquei e parei com esse negócio. Certo? Aí o que aconteceu? Eu passo de bicicleta lá, está
aquele entulho lá, lá perto do boteco do Zucca, que eu frequentava agora, eu não vou mais,
ele perdeu um cliente. Mas vem cá, será que é difícil para Santa Mônica, um município
pequeno, que nem nós, que temos 300 funcionários? É, cada um tem um pensamento, né, mas
penso eu. A praça ali, a praça da igreja, a praça de Aparecida do Ivaí, nós fizemos um pedido
aqui o ano passado, eu, vereador Maurino e vereador Paulinho, para quê? Para fazer uma
revitalização da praça. É difícil melhorar ali a nossa praça, fazer um projeto, colocar no papel
ali, melhorar a qualidade de Aparecida do Ivaí também, tentar trazê-la na Aparecida do Ivaí
e colocar lá um chafariz lá também? Será? Eu não sei porque, gente, quando eu vejo, parece
que enterramos alguma coisa em Santa Mônica, eu tenho um ano e pouquinho que eu estou
aqui de vereador. Eu não consigo entender esse tipo de situação. Eu sou funcionário público.
Aí fala-se de funcionário público. Tem os bons e tem os ruins. Em todo lugar tem as pessoas
que trabalham mais do que os outros. Mas só que o PSS não dá mais, né? O PSS não dá mais.
Você não vai fazer um concurso público? Eu escuto aqui concurso, faz muito tempo de
concurso público. Agora vamos lá. Aqui nessa casa chegou o Getide. Vocês lembram do
Getide? Getide. Eu falei para as pessoas. A menina não tem. Nós aprovamos o Getide. Isso aí,
gente, é um tiro no pé. Hora que ele aposentar, ele vai receber o salário dele. O que nós temos
que tentar fazer? Temos que tentar ver se o município tem condições ou não. O executivo
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
encaminhar ali para o departamento de contabilidade, o Getide foi o aumento do funcionário
da saúde e do pátio. Aí o que acontece? Tem que pegar e trazer para ali, para eles fazerem um
levantamento, ver se dá para ter esse aumento, fazer uma readequação salarial. Readequação
salarial tem que ter. Ah, vocês estão aqui hoje prestigiando e nós temos que falar, né? Vocês
estão aqui prestigiando. Não, todo mundo tem que vir. Ah, tem que fazer, tem que fazer. Não.
Tem que brigar por todos, fazer uma readequação salarial. Vê o salário como que está.
Aumentou quando? Aumentou quando? Então, sabe o que é isso aí? É mandar para o
departamento que faz esse levantamento e ver se tem possibilidade de acrescentar isso aí.
Temos muitos funcionários no município de Santa Mônica. Opinião minha, cada um tem a sua.
Respeita a opinião de todo mundo. Respeita a opinião de todo mundo. Mas o que que falta
será, meu Deus? O que que tá faltando? Os quatro primeiros anos, show de bola. Nós estamos
perdendo para nós mesmos. Aí a gente vem aqui de vereador, até vergonha, sinceramente.
Você vem aqui e você fica. Aí você faz um monte de indicação. Tem indicação que a gente pede
aqui, que não precisa pedir. O Isa está ali, ele faz essa parte que o Sérgio falou aqui hoje de
iluminação pública. Isso daí, sabe o que tem que fazer? O departamento que é responsável
por isso tem que dar uma volta na cidade à noite. Esse poste tem que arrumar, esse poste tem
que arrumar. Tem que fazer isso, nós moramos em Santa Mônica, nossa cidade é uma cidade
pequena. Não estou aqui criticando A, B, C ou D, ninguém. Eu só estou tentando abrir a cabeça
para abrir um pouco a mente. Nós somos todos moradores do município de Santa Mônica.
Ninguém quer o mal de ninguém. Todo mundo quer o bem de todo mundo. Aí é o básico, a
gente briga pelo básico. Aí vai, ah, não sei o que, fulano. É um ego, um ego que tem. Rapaz, nós
estamos passageiros. Nós estamos vereadores aqui daqui a dois anos e pouquinho. Nós
estamos fora, está entrando outro vereador aí. Amor, gente, amor. O município está
precisando um pouco de amor. Infelizmente, no nosso município, no nosso município está
tendo assim, tem muitas pessoas de fora trabalhando no nosso município de Santa Mônica,
muitas, muitas, e é poucas pessoas que estão trabalhando com amor. Tem que estar presente
o dia a dia na nossa cidade. Tem uma festa de igreja, tem que vir na nossa festa de igreja para
valorizar o nosso município. Tem que trazer a família. Tem que virar um pouco moniquense.
Não é vir aqui no nosso município. Trabalhar, trabalhar, trabalhar. Virar as costas e ir embora.
Esse é o pensamento que eu tenho. Tem que virar um pouco moniquense, não é vir aqui no
nosso município trabalhar, trabalhar, trabalhar, virar as costas e ir embora. Esse é o
pensamento que eu tenho, era o que eu tinha, senhora presidente. Não havendo mais
inscritos, passou-se então para a ORDEM DO DIA. Solicito do primeiro secretário que faça a
leitura das matérias em pautas.
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
Projeto de Lei 19/2026 - Institui o Programa de Recuperação Fiscal - REFIS 2026 do
Município de Santa Mônica e dá outras providências. projeto está em discussão, ninguém
para discutir em votação, aprovado por unanimidade. Projeto de lei número 20/2026 -
Dispõe sobre a aprovação do plano municipal de arborização urbana do município de Santa
Mônica, Paraná e dá outras providências. Primeira votação, senhora presidente. O projeto
está em discussão. Com a palavra o vereador José Rodrigues da Silva: Eu não vou votar
nesse projeto agora e eu peço vista, para a gente analisar ele mais para frente, Projeto
retirado de Pauta. Projeto de lei nº 21/2026 - Autoriza o Poder Executivo Municipal a
conceder premiação e dinheiro para campeonatos, torneios e concursos realizados no âmbito
do município de Santa Mônica, Paraná e dá Outras Providências. Projeto de primeira votação,
Sra. Presidente. O projeto está em discussão. Com a palavra, o vereador Adenilson Vieira
Lopes: esse projeto eu acho de grande valia porque eu gosto de jogar bola, sempre participei
do meio, a idade não está dando mais, mas é apaixonante você ir no campinho ali, fazia tempo
que não tinha um torneio aquele tanto de gente prestigiando o evento, todo dia de jogo tinha
duzentas pessoas ali, então eu estou de acordo, mas eu estou de acordo também dá uma
olhada na indicação que a gente fez lá do campo pra fazer uma cobertura no Estádio Azevedo
e Mocelin. O projeto continua em discussão. Com a palavra o vereador Sergio Pereira da
Silva: Eu também estou de acordo com isso. E gostaria também que se fizesse banheiro
nesses locais aí. Temos 200 pessoas lá não ter o banheiro. Aliás, já falei aqui, senhora
presidente, reitero, todo projeto de lei que vem para a construção desse tipo de obra tem que
vir ele completo. Acabou, já foi falado aqui pelo vereador, nós só temos um campo de futebol
no município, tínhamos dois campos. Por causa do projeto do meu campinho, que é muito
bom, mas deveria ter sido comprado outro espaço e deixado o campo de futebol, que era de
futebol mesmo na Aparecida do Ivaí. Então que se faça banheiro público lá no meu campinho,
para que as pessoas não fiquem fazendo suas necessidades sem banheiro. O projeto continua
em discussão. Com a palavra o vereador Paulo Antônio Moreno: O nobre vereador, não sei,
o senhor não foi lá assistir, mas lá tinha banheiro. Não é o banheiro próprio, não, sim,
banheiro próprio, banheiro químico. Sim, tem que construir, sim. Eu só tenho que agradecer
aí, Luan, a comissão organizadora ali, o Di gosta de futebol, eu também gosto. A população
inteira só via aplauso lá. E ali não estava só a molecada não, tinha um monte de senhor e
senhora de idade que gostam. O município de Santa Mônica nunca tem nada, nunca tem uma
festa para nada. Aí quando tem, aí tem um vem meter a boca, o outro meter a boca. Então,
está de parabéns o prefeito, a comissão organizadora, a Câmara de Vereador, que ajudou
também. Então, era só isso aí. Projeto, continua em discussão. Com a palavra o vereador
Vanildo Aparecido Albino: Senhora presidente eu vi aqui que o projeto é de âmbito ótimo,
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
maravilhoso, né? Tanto é que nós temos aqui o Di, que é esportista de longa data, o vereador
Sérgio Pereira da Silva também foi esportista de longa data aí. E nós tivemos, eu estive lá
também dois dias e achei maravilhoso, porque não era só os esportistas que se estavam. Ali
tinha pais, tinha mãe, tinha criança, tinha tantas outras pessoas. E assim, o projeto vem para
contribuir para que isso seja feito com maior efetividade. Aos tempos atrás, se cobrou tanto
aqui, o secretário de esporte, se cobrou tanto o Vitor, porque não fazia isso, não fazia aquilo,
então estava lá. O resultado apareceu e nós temos um projeto aqui. Sra. Presidente, no
projeto, eu estou vendo uma coisa, eu não sei como vai ser depois, acredito que vai ser por
decreto. Talvez seria bom trazer para esta casa os valores. Nós temos um projeto que permite
ao Executivo autorizar a premiação, e assim, eu olhei o projeto aqui, não estou questionando
o projeto. O projeto está ok, está redondinho, mas não tem, não fala sobre valores, não fala
sobre as possibilidades. Quer dizer, o prefeito pode dar de R$ 1 a R$ 10 milhões. Então, que a
gente faça, pelo menos, uma explicação sobre isso, quais as formas que serão regulamentadas
depois. Era o que tinha, senhora presidente. Com a palavra a vereadora Sueli Ferreira da
Silva Oliveira: Eu vou discutir o projeto, foi maravilhoso, um evento diferente. Nosso time
foi campeão. O marido da Ju fez o gol que salvou o nosso time. Falta banheiro, já foi falado. Eu
fiz uma filmagem esse tempo atrás, não só para os eventos. As crianças brincam todos os dias
ali. E falta também, senhores vereadores, água. Bebedouro de água. Vamos fazer um igual à
Praça de Santa Isabel. O da Santa Isabel viu o valor, foi custado 15 mil reais. Falta bebedouro
de água. As crianças ficam loucas, jogam lá naquele sol quente e não tem uma água para beber.
Então, o projeto ainda continua em discussão. Com a palavra o vereador Vanildo Aparecido
Albino: Senhora Presidente, só reiterando aqui, que eu falei para que pudesse pôr os valores,
o artigo 5º já traz que o Poder Executivo deverá expedir normas complementares para a fiel
execução dessa lei. Então, possivelmente, vai ser previsto em decreto. O projeto ainda
continua em discussão. Ninguém mais para discutir. Aprovado por unanimidade dos votos
presentes. Projeto de Lei nº 22/26. Autoriza o Poder Executivo a promover leilão para alienar
máquinas, equipamentos, sucatas e bens inservíveis de propriedades do município de Santa
Mônica e de outras providências. Primeira votação, senhora Presidente. O projeto está em
discussão. Com a palavra o vereador Paulo Antônio Moreno: Temos aí um leilão para vender
máquina, mas o agro está precisando hoje. Tem aí uma pessoa que quer plantar meio
alqueire, um alqueire, dois alqueires de mandioca, estamos sem trator. Isso daí é de suma
importância arrumar isso aí logo. Ou compra novo, ou arruma o que tem, põe para trabalhar
e tira do leilão. É só isso, senhor presidente. O projeto ainda continua em discussão. Com a
palavra o vereador Adenilson Vieira Lopes: A fala do vereador Paulinho aí é as minhas. É as
mesmas minhas. E o Paulinho, estou feliz aí porque o pessoal tem cobrado. E eu vejo ali que
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
eles viram e mexem, vão atrás do Leandro. O Leandro está lá virando em 3 e 4, não está dando
condições. Então, se colocar no leilão, que quanto mais antes comprar, o outro melhor é para
o nosso município, para atender o nosso produtor. Com a palavra, a vereadora Sueli Ferreira
da Silva Oliveira: Chegou vários projetos de leilão aqui, e essas pessoas que fazem esse
projeto, elas têm que fazer mais bem feito. A gente tem que ficar votando leilão, leilão e está
sempre, eu acho que quando for fazer algum leilão, os projetos já tem que sair mais, melhor.
Chegam os projetos aqui na casa muito mal feito e depois fica pondo culpa nos vereadores.
Então assim, eu acho que aqui não tem ninguém para atrapalhar e esses projetos tem que vir
da prefeitura mais bem feito. O vereador Paulo Antônio Moreno pede a fala: É o que mais é
cobrado, somos nós, somos vereadores. É o que mais é cobrado e a classe baixa. Eu tenho um
trator, aí um pede para mim, eu não tenho um implemento, eu não posso fazer, eu não posso
pegar um implemento da prefeitura porque eu sou vereador. Aí, para a gente justificar, fica
ruim para fazer de todo mundo também, não tem jeito. Então, eu já vim, já cobrei, e é de suma
importância isso aí resolver logo. Está chegando a época de plantio, está na época de preparo
de terra e época de plantio, isso aí tem que ser resolvido logo. O projeto continua em
discussão. Aprovado por unanimidade dos votos presentes. Nada mais constando, passou-se
então para o COLÉGIO DE LÍDERES. Conforme inscrição, a palavra com o vereador José
Rodrigues da Silva: Mais uma vez boa noite a todos. Agora é só cinco minutos. Eu vou ser
bem breve aqui na minha fala e também não vou ser crítico ao companheiro de mesa aqui, ao
Pelanca, mas eu posso te fazer uma pergunta, como você falou para mim que você trabalha
com gente também, você contrata aí dez pessoas para ir trabalhar, como de fato você deve
trabalhar com mais do que dez. E chega lá no seu trabalho, na tua roça lá, que você faz parte
de roça, você não tem serviço. O que você faz com esses funcionários? Você mantém eles na
roça ou você dispensa para ir embora para casa? Com a palavra o vereador Paulo Antônio
Moreno: Se eu não tem serviço, eu não contrato. A palavra voltou para o vereador José
Rodriguês da Silva: Então, você fica sabendo que funcionário de prefeitura, eles é
concursado e é PSS. Então, desde que um concursado passa no concurso, ele tem todo o
direito e tem dever também de cumprir e manter os horários. Então, fica aqui a minha dica,
né? Igual o companheiro lá Di Falou que o Formigão quer auto-se gloriar com quatro
mandatos. Não é se gloriar. Eu já apanhei muito nessa casa aqui, né? Já sofri bastante. E tenho
que ter um pouco de experiência. E se tratando de funcionário, a gente nunca deve deixar de
estar do lado do funcionário, né? Por até chegar neles e conversar para estar do lado do
prefeito. Vereador que defende prefeito em Câmara de Vereadores, eu falo, a população tem
que estar sempre cobrando desse vereador, porque o nosso funcionário da saúde, da
educação, da agricultura, qualquer funcionário, motorista, poxa, o motorista chega ali no
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
pátio, sete da manhã e já puxou os alunos. Ele é obrigado a ficar ali no pátio até 11 horas. O
prefeito entrou com uma ideia, com um projeto aí no primeiro mandato, uma promessa de
campanha, que ia fazer um lugar, uma área para os nossos motoristas ficarem. Não fez até
hoje. Os nossos motoristas ficam ali debaixo de chuva. O chefe do pátio, não estou falando
dele, mas estou falando através do executivo que cobra dele. E fica ali nossos funcionários,
nosso motorista. Obrigado a ficar ali até 11 horas do dia, porque não tem um serviço, porque
ele é só motorista. Que seja da saúde, que seja da educação. Agora o vereador vem falar que
está errado. Gente, eu vou puxar os alunos cedo. Chega ali 7 horas. Então dispensa eu, para
mim, para minha casa, com meus companheiros. No meu horário de volta, eu vou lá e pego e
vou puxar os alunos de novo. Que seja na educação da mesma forma. Agora, vim aqui criticar
funcionário para ficar do lado de prefeito, o prefeito tinha que mais era cumprir com as
promessas de campanha dele. Para mim não ser assim tão radical, se o vereador quiser ir ali
em Santa Isabel, vai lá no pátio amanhã ali em Santa Isabel e conversa lá com todos os
motoristas. Eles fazem a parte deles de manhã, que seja às 6 horas da manhã, que seja às 7
horas, às 8 horas, eles são dispensados para ir embora para casa. E na hora dele voltar a fazer
a linha de novo, aí ele volta a fazer o trabalho dele. Agora, os nossos funcionários, os nossos
motoristas chegam ali no pátio, faz a parte deles de manhã, é obrigado a ficar ali até 11 horas
e falar que esses funcionários estão errados, que eles estão fazendo maloca, que eles não
estão trabalhando. Poxa, é uma sacanagem com todos, mas eu falo todos, os nossos
motoristas que trabalham nessa cidade. Se o próprio prefeito não cumpriu com a palavra dele
de fazer um lugar para ele ficar, eles vão ficar na onde, vereador? Se algum de vocês tem
alguma resposta, ou eles vão ter que ficar rodando o passo, fazendo caminhada, fazendo
academia dentro do pátio, não tem o que fazer. Então libera os motoristas para ir embora
para casa. Se você está incomodado, que eles ficam ali no pátio. Agora, é sacanagem falar que
o vereador Formigão está errado. Eu trabalhei nessa cidade com 16 funcionários. Eu tinha
uma licitação aqui, eu trabalhei por 6 meses. No dia que estava chovendo, que não dava para
limpar a cidade, que não dava para varrer a rua, que não dava para fazer uma pintura, eu
chegava neles e dispensava. Então, por que não faz da mesma forma? A lei ali de Santa Isabel,
entendeu? Para ser bem próximo, vai lá amanhã e você vai ver isso aí. Agora, falar com o
nosso motorista, o nosso funcionário está errado? Vá ali amanhã, então, contigo uns 6, 7 ali,
se você querer ir, e chega lá para eles e fala na barba deles lá, e fala, você está errado aqui,
mãe, que está maloca. Porque se você trabalha com gente, você sabe dos direitos seus, sabe
dos direitos dos funcionários, e nossos funcionários, nosso motorista está ali cumprindo o
ponto. Então, que dê serviço para eles. Manda eles fazer caminhada na cidade, pegar um
caminhão, pegar um carro, pegar uma van, entendeu? E trabalhar, porque não tem o que
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
fazer. Agora, chamar os nossos funcionários de preguiçosos que não estão trabalhando, eu
acho que isso aí é uma falta de respeito e uma defesa muito boa ao executivo, ao prefeito, que
até agora ficou a desejar com a ala desse nosso funcionário. Conforme inscrição, a palavra
com o vereador Paulo Antônio Moreno: acho que o senhor está equivocando senhor
vereador, quem que eu chamei de vagabundo, o senhor falou de uma empresa negócio de
carga horária, se o senhor tem uma carga horária o senhor tem que cumprir ela, nem que
fique debaixo de uma árvore ou debaixo de alguma coisa, o senhor já equivocou isso, o senhor
gosta de fazer uma politiquinha né, em sessão, eu não preciso fazer política em sessão não
senhor vereador, O que eu falo, eu cumpro. Não chamei ninguém de preguiçoso e nem de
vagabundo. O senhor se colocou a prefeitura como uma empresa. E eu falei para o senhor que
o senhor tinha uma empresa. Eu duvido. Se o senhor tiver uma empresa, tiver dez
funcionários, se ele ficar cinco minutos parado, você já vai se escamar. Você entendeu? Agora,
aqui ninguém está falando de motorista, de vagabundo. Ninguém chamou aqui ninguém. De
vagabundo. Se o senhor puder provar, o senhor prova pra mim que eu chamei alguém aqui
de vagabundo. O senhor gosta de meter a boca em prefeito, não estou aqui pra puxar saco de
prefeito, não. Que nem o senhor fala que os vereadores da base é puxar saco de prefeito. Se o
senhor tem alguma intriga com o prefeito, é a intriga do senhor e o prefeito. Agora, se você
vem jogar no nosso rabo, não, senhor. O negócio é o seguinte, o senhor falou, uma empresa,
se uma empresa parar de funcionar 3, 4 horas debaixo de uma árvore for que nem o senhor
falou, não, não tem condições. Agora o senhor falou de motorista. Agora que o senhor vê, não
estou metendo na boca ninguém e nem nada. Então o senhor tem que olhar o que o senhor
fala, que o senhor gosta de criticar os outros. É criticar, só tem crítica. Diz que vem em Santa
Mônica, vem. Você vem em Santa Mônica porra nenhuma, rapaz. Só vem em Santa Mônica de
sessão. Era só isso, senhora presidente. Conforme inscrição, a palavra com o vereador
Vanildo Aparecido Albino: Senhora presidente, eu queria até retomar um assunto que a
senhora falou aqui que o rapaz que ligou pra senhora era vereador eu não sabia, nem eu
conhecia, uma pena se eu soubesse que era vereador eu tinha convidado pra gente conversa,
porque a hora que eu cheguei ele falou assim, eu gosto de um inferninho, e foi essas as
palavras que eu ouvi da boca dele, estava conversando com o Adilson, Marido da Ana Paula,
ele falou assim eu gosto de um inferninho eu vou ligar para a neném agora e mandar foto
desse carro. Eu olhei para ele e falei assim, desse carro aqui não, desliguei o carro, fechei a
porta e entrei. Tomei uma bronca, porque o carro estava carregado com polpa congelada e
com ovos, que eram os produtos de kit do compra direta. A hora que eu cheguei lá e falei com
o assistente social, ela falou, mas por que você desligou? O carro está esperando alguém
carregar as cestas para nós. Aí eu voltei, ele não estava lá mais, ele tinha saído, mas ficou
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
dando risada e falando assim, eu gosto do inferninho, vou tirar foto desse carro aqui agora e
mandar para a neném. Eu falei, caramba. Aí entrei e fui falar com a Rafaela, que era que tinha
posto o carro de ré, para poder pegar as cestas básicas. O carro está carregado com polpa
congelada e com ovos, que a gente entrega dos compras diretas. Eu falei aqui, no ano 2025,
nós entregamos 200 kits. E naquele dia, o carro estava carregado com polpa do compras
diretas, que a gente recebe de Amaporam, porque nós não conseguimos, até hoje, né,
vereador, fazer a associação aqui. Porque a gente também já tentou para fazer. O vereador
trouxe ideia várias e várias vezes. O vereador Jaime José Vieira Junior também trouxe. Já
tentamos. Inclusive foi até uma indicação nessa casa para a gente tentar fazer no município.
E aí eu de fato fiquei muito surpreso. Porque se eu soubesse que ele era vereador. Eu tinha
falado se o papel do vereador não era entrar no prédio público. Para saber o que está
acontecendo antes de fazer uma conversa nesse porte. Porque a senhora disse bem. A
senhora já trabalhou lá e eu trabalhei com a senhora. E vi o empenho que a senhora tinha
naquela secretaria. Vi o empenho que os servidores que trabalharam lá naquela época
tinham, assim como os que lá estão. Aí vem um vereador de fora, com o intuito de fazer
inferninho, foi essas palavras dele. E eu não estava sozinho, inclusive ele falou isso, o Célio lá
da borracharia estava junto. Eu me senti muito incomodado com a fala. Falei, não, desse carro
você não vai fazer isso. E ainda depois entrou meio esculacho da assistente social. Mas você
não viu que está lá carregado com as polpas congeladas de frutas e os ovos, que é para a gente
entregar com os kits? Eu falei, Rafa, eu fiquei tão triste com a conversa que eu não vi. Não
estava. Mas aí, presidente, era só para passar para você a situação que aconteceu lá. Mas eu
não sabia que ele era vereador, não. E da próxima vez, pede para ele entrar, ele conhece, ele
vai ver os kits que são distribuídos, vai ver os serviços do pessoal lá. E aí eu acho que fica mais
legal. E aí a palavra, assim, eu entendo, eu sou vereador, segundo mandato, com a graça de
Deus, achei que não me elegia. Porque passamos por uma situação bem difícil. Mas nunca, no
meu mandato, nunca, vocês vão ouvir isso aí da minha boca, ou das pessoas próximas a mim,
que eu vou ligar para qualquer pessoa que seja, para fazer inferno. Porque o papel do
vereador é sim, fiscalizar se for o caso, acompanhar se for necessidade, mas ligar para o outro
para fazer intriga e para ver o circo pegar fogo, isso não é papel de vereador. Isso é papel de
pessoa de má índole. E não estou dizendo que ele o seja, porque eu não o conheço. Mas não é
uma coisa legal de se fazer. Inclusive, quando a gente está atendendo a população mais
necessitada que eu falei aqui hoje. E aí fica o convite para qualquer dos vereadores que aqui
estão, se quiserem acompanhar o trabalho da Secretaria de Assistência Social, assim como de
qualquer uma outra. É só fazer a visita que será. Assim como a senhora presidente já foi lá
outras vezes e tantas outras vezes, e já sentamos lá e já discutimos tantas situações, e é
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
preciso que isso aconteça. Mas um de fora vir com o intuito de causar intriga e não passar o
que de fato estava, porque ele também não tinha conhecimento, é muito estranho. Mas é isso,
senhora vereadora, a gente precisa trazer essas discussões para a plenária, para que a gente
saiba o que de fato acontece, porque nem tudo, nem tudo que acontece é aquilo que as
pessoas pregam, né? E nem tudo que a gente faz, a gente pode divulgar para um ou para outro.
Mas eu achei muito estranho a palavra da pessoa em dizer que iria fazer inferninho e para
isso iria tirar uma foto e mandar para a senhora enquanto vereadora. Até porque a minha
preocupação não era ir mandar para a senhora, era fazer inferninho. Porque a senhora
sempre esteve lá, nós sempre tivemos um contato muito franco e aberto. A gente sempre
conversou sobre o nosso trabalho. Inclusive os usuários que lá são atendidos, a senhora
conhece todos. Todos a senhora conhece. E a senhora já trabalhou comigo lá e nós fizemos
um trabalho muito semelhante. Mas eu fiquei muito chateado com a fala do rapaz e que pena
que ele é um vereador e tem uma fala nesse porte. Me assusta a pessoa que é representada
por alguém que vive tentando fazer inferninho. Muito obrigado, senhora presidente.
Conforme inscrição, a palavra com a vereadora Sueli Ferreira da Silva Oliveira: Eu vou usar
o uso da palavra, meu parceiro de partido não se inscreveu, parceiro, eu vou usar o uso da
palavra. Vereador, para começar, é um vereador meu amigo, já está no terceiro ou quarto
mandato. E está errado, está errado, porque se essas polpas estavam lá, elas tinham que ter
saído num isopor, não um carro ligado, está errado. Se ele usou essas palavras, que ele gosta
de fazer um inferninho e ia me ligar, porque ele é uma pessoa brincalhona, sabe? E ele
conhece a minha política. Ele sabe que eu sou fiscal do direito público. Então, é por isso que
ele usou. Eu vou fazer um inferninho e vou ligar para o neném, porque ele conhece o meu
trabalho. Então, ele falou assim, eu acredito na brincadeira, porque ele sabe do meu trabalho.
Então, está errado um carro ficar lá 20 minutos ligado com polpa. Está transportando esse
negócio errado. Tem que sair de lá num isopor, está errado. Em questão da Secretaria de
Assistência Social, as reclamações são muitas. Principalmente os horários dos funcionários.
Porque os horários lá têm três profissionais que saem um pouco mais cedo, que a carga
horária é menor, que são a assistente social e a psicóloga. Certo? Se um pode sair mais cedo,
todos os funcionários públicos podem sair mais cedo. Eu sou uma vereadora que eu brigo por
direitos iguais. Em questão, que nem eu falei para vocês, meninas, que estão aí, que são
efetivas. O dia que chegar o vale-refeição de vocês aqui, ou um acréscimo de aumento, vocês
vão ter o meu apoio. A gente fica com dó, só que vem da prefeitura. Funcionário da prefeitura
é o prefeito que dá aumento. Funcionário da Câmara é a presidente. Como eu gostaria de ser
prefeita para melhorar pelo menos uns 150 salários? Porque nós temos 300 funcionários e
uns 140, 150 funcionários eu fico com dó. Porque vai se aposentar com a miséria. Esse Getide
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
aí mesmo, totalmente errado. Porque se um motorista daquele ficar doente, gente, eles estão
perdidos. Nós temos motorista ali que dá para se aposentar, não se aposenta por causa do tal
do Getide. Então, assim, a gente fica com dó, mas não depende só da gente, depende do
prefeito. E tudo que cai de errado, cai nas costas dos vereadores. E o povo reclama pra nós,
por quê? Porque nós que vamos na casa deles. Não é secretário. Não é secretário, não é cargo
de confiança. Então, a gente tem que defender os nossos eleitores e tem que defender a
cidade, porque nós fomos eleitos para isso. Tanto que agora o próprio Tribunal de Contas
está cobrando. Não vai ter mais esse negócio de vereador sentar aqui na segunda-feira e não
ser cobrado, principalmente os presidentes de comissão. Senhores vereadores, vou escrever
todos vocês no curso do Tribunal de Maringá, dia 14 e 15 de maio. O Lucas está aqui, era para
a gente ir para Londrina, acho que não vai dar, porque o Tribunal está cobrando. Não vai ser
só eu como presidente. Os presidentes de comissão vão responder junto. Deixar bem claro
isso. E quem não está satisfeito, renuncia, porque eu tenho certeza que tem um monte de
suplente que quer assumir nossa vaga. Conforme inscrição, a palavra com o vereador Sergio
Pereira da Silva: Gostaria também de falar a respeito dos funcionários públicos, que a gente
recebeu as reclamações de EPI, que não está tendo EPI para alguns cargo, alguns funcionário,
não tem luva, não tem botas. E muitas vezes, principalmente, a insalubridade que esses
funcionários têm e não é pago a eles. Também uniformes. Eles estão cobrando muito o
uniforme para os funcionários. E seria muito importante que se desse esse uniforme, haja
visto que com o uniforme todo mundo economiza. Economiza na roupa, usa uma roupa.
Mesma coisa de uniforme escolar na escola. É a melhor coisa que tem. Você identifica o aluno.
À mesma coisa seria o funcionário público, que seria identificado como funcionário público.
Então, estou aqui me solidarizando com vocês. Pode contar com esse vereador. Mas você, que
exerce os serviços gerais, eu já falei aqui inúmeras vezes, se você limpa banheiro, mexe com
esse tipo de coisa insalubre, não é porque os técnicos que vêm aqui de fora fazer vistoria e
dizem que vocês não têm direito, que vocês não têm direito. Procure os seus direitos, vá atrás.
Estávamos aqui olhando empenho da prefeitura, eu e a presidenta dessa casa, ficamos aqui
uns 15 dias olhando empenho o ano passado. Chegou aqui de passagem o vereador de
Diamante do Norte. Amigo nosso, de família aí de São José do Ivaí, que é tudo irmão, eu
esqueci o nome, Sargento, não é assim? É, Sargento Zé Luiz, ele é vereador lá em Diamante do
Norte. Diamante do Norte é a mesma coisa, aspas, de Santa Mônica. Os funcionários e os
funcionários públicos de lá em 2016, 2017, entraram na justiça. Então, todo mundo
recebendo R$ 25 mil, R$ 20 mil, R$ 30 mil, cada funcionário está recebendo da prefeitura.
Então, se você tem direito, quem vai dizer que você tem direito vai ser o Ministério Público,
juiz que vai determinar. Se lá deu direito, ele mesmo falou aqui, os funcionários daqui
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
deveriam procurar os direitos. E quem vai pagar é o prefeito que tiver na época, daqui 5, 10,
15 anos. Não é o prefeito atual que vai pagar o outro mandato. Lá foi seis, sete anos. Estão
recebendo lá vinte, vinte e cinco mil reais. Então, você que é funcionário público, você que
exerce esses cargos que tem insalubridade, banheiro, mexer com detergente, essas coisas,
enfim, procure o seu direito. Já sei que teve funcionário aqui que foi atrás dos seus direitos.
Quando saiu, se ela ganhar a causa, todo mundo vai ficar se arrependido de não ter entrado.
Muito embora, já foi dito aqui, tem sim as perseguições. Muitas vezes a pessoa é perseguida
porque entra com a ação ou procura os seus direitos, ou porque fala alguma coisa contra A
ou contra B. Sim. Tem a perseguição que é vista realmente a gente ver. Então, você que é
funcionária pública, que é funcionário público e tem esse direito da insalubridade, procure
os seus direitos. Vá atrás. Não vai ser o prefeito de agora que vai pagar isso, vai ser outros
prefeitos que a gente nem sabe quem é, que se a lei determinar, vai ficar e vai ter que ser pago
a todos vocês. Outra coisa que eu gostaria de falar também, que foi dito aqui com relação a
esses auxílios funeral. E é muito importante que tenha mesmo. Sempre teve no mandato
passado e não tinha lei. Salvo engano, eu apresentei um projeto de lei para que a ação social
desse auxílio funeral às pessoas mais carentes. A gente foi aprovada aqui na época por todos
os vereadores e hoje é atendida aí no nosso município. Então, pessoal, com relação ao Vale
Alimentação, na época que veio aqui, nós debatemos muita coisa. Eu até fiz uma tabela para
aquele que ganhasse menos os serviços gerais, um salário até R$ 2.500,00, que o Vale
Alimentação fosse bem maior. E aqueles que ganhassem acima de 4 mil, na época, uma coisa
assim, seria menor. Ele ia ter o direito, o vale, mas seria beneficiado as pessoas que menos
ganhavam. Não foi aprovado, os vereadores votaram contra e na época a minha proposta não
passou. Então a gente tem que lutar realmente por todos os direitos dos funcionários e
também, às vezes, cobrar os deveres também. Não havendo mais inscritos passou-se então
para as COMUNICAÇÕES PARLAMENTARES. Conforme inscrição, a palavra com o vereador
Sergio Pereira da Silva: Obrigado a vocês. Pelas redes sociais, vocês que estão aqui
presentes, venham sempre. Eu acho que esse debate que está tendo acalorado aqui, muito em
razão e função da presença de vocês, funcionários públicos que vêm aqui ver como age e
como vota cada vereador. Era bom que muito mais funcionários públicos e muito mais
pessoas da comunidade viessem a essa casa. Muitos assistem pelas redes sociais, mas seria
de suma importância a presença de vocês aqui para ver como que age, como vota cada
vereador aqui nessa casa. Nenhum vereador é contra as coisas boas do nosso município.
Quero aqui agradecer Leandro, porque eu fiz realmente um pedido a semana passada da
Estrada da Primavera e foi atendido. Muito obrigado, era só isso, senhora presidente, muito
obrigado. Conforme inscrição, a palavra com o vereador Vanildo Aparecido Albino: Senhora
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
Presidente, nobres colegas vereadores, vocês fazem presente aqui, Lucas, Jhovana, as
meninas que eu já nominei. E você que nos acompanha com as presidentes sociais, continue
nos acompanhando aí. E se possível, venha participar conosco aqui, a Câmara Legislativa e a
Casa do Povo. Nós estamos aqui como representantes, porque alguém confiou assim em nós.
E cada um, o vereador Sérgio Pereira da Silva acabou de dizer, cada um dos que aqui estão
sempre tentando trazer o melhor para todos nós. Ainda que cada um pensando com seus
pensamentos divergentes e isso é louvável, isso a gente aprende e cresce todos os dias. Então
continue nos acompanhando, deixe aí o seu comentário, a sua crítica ou a sua sugestão e
continue nos acompanhando. Abraço a todos, fico todos com Deus, até segunda-feira se Deus
quiser. Conforme inscrição, a palavra com o vereador Paulo Antônio Moreno: dispensou a
palavra. Conforme inscrição, a palavra o vereador José Rodrigues da Silva: Eu só quero
agradecer mais uma vez a presença de todos vocês aqui e vou deixar um recado a respeito
desse vale-refeição. A gente, vereador, volto a repetir, já está com tanto tempo aqui nessa
casa, o secretário do prefeito hoje, ele vai ali para Maringá, muitas vezes vai sozinho e volta
de lá para cá com uma notinha do restaurante que ele comeu de R$ 170, R$ 180, R$ 190. A
gente vê o desempenho aqui. Isso é no dia que ele vai em Maringá. Aí na hora que vai dar,
fazer um projeto, montar um projeto para ajudar os funcionários com esse vale de refeição
que é em torno de R$ 170, aí tem dificuldade de mandar para casa o projeto. Eu não sei como
é que tem vereador que é apaixonado no prefeito, ou tem tara pelo prefeito, que deixa de
estar indo do lado do povo para estar indo do lado do prefeito. Gente, se nós vereadores, nós
vamos para Curitiba, vai para Brasília, nossa diária é de mil reais, nós come bem lá, viaja bem,
nós conseguimos um jeitinho de aumentar o nosso próprio salário, aumentar a nossa própria
diária. O prefeito consegue aumentar o dele, de todo o secretário próximo a ele. Por que que
dos funcionários a gente tem dificuldade? Por que os funcionários, nós vereadores, fazendo
parte dessa casa, o prefeito não manda, o prefeito não manda. Será que nem a base dele chega
nele e fala assim, Ô, peraí, vamos olhar um pouco o nosso funcionário. Eu não sei quem foi
que colocou aquela câmara ali, não sei se foi o Zé Otacílio ou o Irani na época, mas bem feito
que colocou. Pelo menos a população está assistindo e está atenta e está vendo aqui o ato de
cada vereador, quem está do lado do povo ou quem está do lado do prefeito. Agora, um vale-
refeição no valor de R$ 170,00, falar que tem dificuldade, e um secretário daqui para Maringá,
comer lá uma comida, sei lá se é picanha, que acha que é a que está comendo lá, vai sozinho
e volta com duas refeições, notinha de R$ 180,00, R$ 190,00 para a população pagar, e falar
que não tem dinheiro para dar o vale-refeição para o nosso funcionário, então tem que sair
fora da política e pronto. É só isso. A palavra com a vereadora Sueli Ferreira da Silva
Oliveira: Eu vou falar nas comunicações parlamentares. Eu acho que o vereador, ele sempre
CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MÔNICA
Estado do Paraná
CNPJ/MF 01.855.537/0001-04
ATA DA 12º SESSÃO, 8º SESSÃO ORDINÁRIA, DO PRIMEIRO PERÍODO LEGISLATIVO
E 9º LEGISLATURA, REALIZADA 13 DE ABRIL DE 2026
fala do nosso salário de vereador. Só que ele queria que pagasse um 13º para o vereador
também. Né, vereador? Então, eu acho assim, o senhor sabe que quem tem a autonomia de
mexer no salário de funcionário da prefeitura é o prefeito. Quem tem autonomia de mexer no
vale-refeição dos funcionários da prefeitura é o prefeito que vai lá e tem o orçamento dele.
Nós não podemos mexer no orçamento do município. Nós somos câmara, vereador. O senhor
tem que saber o que é legislativo e o que é executivo. Não havendo mais inscritos, a Senhora
Presidente Sueli Ferreira da Silva Oliveira, convoca para próxima sessão ordinária, dia 20 de
Abril de 2026 ás 19 horas e 30 minutos. Após, passou-se ao encerramento, onde a Presidente
solicitou 1º Secretário, Jaime Ruiz dos Santos, que lavrasse a presente ata que, após lida e
aprovada, segue assinada por mim e pelo Presidente desta Mesa Executiva.
Sueli Ferreira da Silva Oliveira Jaime Ruiz dos Santos
Presidente 1º Secretário

open original →