| Tipo | Projeto de Lei Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 20 / 1988 |
| Date | 1988-08-11 |
| Ementa | Autoriza o Chefe do Poder Executivo a firmar convênio com o Ministério da Educação (MEC), através da Fundação Educar. |
| native_id | 1131 |
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aja PREFEITURA MUNICIPAL DE LUIS ALVES PROJETO DE LEI Nº 020/88 Autoriza o chefe do Poder Executivo a firmar convenio com o Ministério da Educação (MEC),atraves da fundação Educar. Jose Alberto Gonzaga Simaão,Prefeito Municipal de Luís Alves , SC,faz saber a todos os habitantes deste Município,que a ig mara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei Art.1º - Fica o chefe do Poder Executivo autorizado a firmar convênio com o Ministério da Educaçao(MEC),atravésda Fundação Educar. Art.2º - Fica ainda o chefe do Poder Executivo autorizado a abrir crédito adicional suplementar nos elementos de despesa necessários a execução do presente convênio, correndo por conta dos recursos do presente convênio. Art.3º - Esta Lei entrará em vigor nesta data,revogadas as dis- posições em contrário. Gabinete do Prefeito em,11 de Agosto de 1988. José Pref Alberfto Gonzaga Simão unicipal é: 5 SECRETARIA DE CULTURA, ESPORTE E TURISMO a & a Comentários sobre Projêto de Lei nº 020/88 que autoriza o Chéfe do Poder Exe- cutivo a firmar convênio com o Ministério da Educação (MEC), através da Funda ção Educar » 1º - O Cronograma Físico-Financeiro anéxo ao Projéto de Lei previa o início *! das aulas para 1º de Agosto de 1988, data também prevista na parte de Metodo- logia e Estrutura da Ação onde programa: Duração de 720 hóras/aula, número de 4 dias letivos semanais; carga horária de 3 hóras por dia; data do início em* 01/08/88 e término em 31/10/89, abrangendo desta forma o período de 15 meses & ininterrúptos. 2º - Na capa resumo para conveniamento consta a data de 06/07/88 e foi assina- do pelo responsével pelo Projéto: Professor Joaquim Melchiorettos 3º - O presente Projéto de Lei foi encaminhado e lido na Sessão da Câmara de * Vereadores realizada em 15 de Agosto de 1988, portanto o programa básico de al fabetização de analfabétos e semi- analfabétos, pelo que se evidencia já esta- va com um atrázo de 15 dias quando do envio do Projéto a esta Gasa com relação ao início das aulas. 4º - Em visitas realizadas a alguns dias as comunidades onde deveriam funcio -— nar os póstos ou sejam: Alto Braço Miguêl, Máximo, Rio do Peixe, Ribeirao do ! Padre e Alto Canoas, consultamos a comunidade e nem sequer havia sido mobiliza da, contrariando o que consta na área de abrangência das localidades, classes” e número de alunos matriculados constantes do programa encaminhado ao Ministé- rio da Educação já com termo de Convênio assinado pelo Sr. Prefeito Municipal' de Luís Alves. 5º - Sugerimos, para um melhor aproveitamento dos próprios alunos a serem atin gidos,. se faça uma programação básica, fornecendo a real situação de ensino 10 cal, não inventando número de alunos sem que a matrícula fosse efetivaday evim tando desta forma atropelos como os que estão acontecendo, ou seja, professo -— res à procura de alunos para conseguir provavelmente dentro de 30 ou 60 dias * atingir um número significante de alunos interessados em freglentar as aulas q Como o convênio vale à partir de 1º de Agosto de 1988, prejudica o desenvolvimento do ensino que ao invês de 15 meses de duração do programa, em função da falta de uma melhor estrutura em sua programação, será reduzido à menos de 15 mesese 6º — Em função do que comentamos sugerimos a realização de programa de educa — ção básica à ser encaminhado a Fundação Nacional para a educação de jovens e ! adultos - EDUCAR/SC apôs levantado o real número de alunos som respectivos no- mes, o verdadeiro nome do professor, a data exata em que serao iniciadas as au las, a Lei autorizativa aprovada, isto tudo para não acontecer o que aconteceu em 1986, quando a Ministério da Educação através do F.N.D.E (Fundo Nacional de Desenvelvimento para a Educação) encaminhou vultuosas somas e o Prefeito Muni- cipal aplicou-as em ôbras fantasmas. - S.S. em 05 de Setembro de 1988, - a & a Comentários sobre Projêto de Lei nº 020/88 que autoriza o Chéfe do Poder Exe- cutivo a firmar convênio com o Ministério da Educação (MEC), através da Funda ção Educar » 1º - O Cronograma Físico-Financeiro anéxo ao Projéto de Lei previa o início *! das aulas para 1º de Agosto de 1988, data também prevista na parte de Metodo- logia e Estrutura da Ação onde programa: Duração de 720 hóras/aula, número de 4 dias letivos semanais; carga horária de 3 hóras por dia; data do início em* 01/08/88 e término em 31/10/89, abrangendo desta forma o período de 15 meses & ininterrúptos. 2º - Na capa resumo para conveniamento consta a data de 06/07/88 e foi assina- do pelo responsével pelo Projéto: Professor Joaquim Melchiorettos 3º - O presente Projéto de Lei foi encaminhado e lido na Sessão da Câmara de * Vereadores realizada em 15 de Agosto de 1988, portanto o programa básico de al fabetização de analfabétos e semi- analfabétos, pelo que se evidencia já esta- va com um atrázo de 15 dias quando do envio do Projéto a esta Gasa com relação ao início das aulas. 4º - Em visitas realizadas a alguns dias as comunidades onde deveriam funcio -— nar os póstos ou sejam: Alto Braço Miguêl, Máximo, Rio do Peixe, Ribeirao do ! Padre e Alto Canoas, consultamos a comunidade e nem sequer havia sido mobiliza da, contrariando o que consta na área de abrangência das localidades, classes” e número de alunos matriculados constantes do programa encaminhado ao Ministé- rio da Educação já com termo de Convênio assinado pelo Sr. Prefeito Municipal' de Luís Alves. 5º - Sugerimos, para um melhor aproveitamento dos próprios alunos a serem atin gidos,. se faça uma programação básica, fornecendo a real situação de ensino 10 cal, não inventando número de alunos sem que a matrícula fosse efetivaday evim tando desta forma atropelos como os que estão acontecendo, ou seja, professo -— res à procura de alunos para conseguir provavelmente dentro de 30 ou 60 dias * atingir um número significante de alunos interessados em freglentar as aulas q Como o convênio vale à partir de 1º de Agosto de 1988, prejudica o desenvolvimento do ensino que ao invês de 15 meses de duração do programa, em função da falta de uma melhor estrutura em sua programação, será reduzido à menos de 15 mesese 6º — Em função do que comentamos sugerimos a realização de programa de educa — ção básica à ser encaminhado a Fundação Nacional para a educação de jovens e ! adultos - EDUCAR/SC apôs levantado o real número de alunos som respectivos no- mes, o verdadeiro nome do professor, a data exata em que serao iniciadas as au las, a Lei autorizativa aprovada, isto tudo para não acontecer o que aconteceu em 1986, quando a Ministério da Educação através do F.N.D.E (Fundo Nacional de Desenvelvimento para a Educação) encaminhou vultuosas somas e o Prefeito Muni- cipal aplicou-as em ôbras fantasmas. - S.S. em 05 de Setembro de 1988, - - - ” - E b) elaborar relatórios apresentando o desenvolvimento das ações educativas, conforme definições constantes no projeto; a. k. “my c) responsabilizar-se pelo desenvolvimento das ações educativas, compreendendo todas as fases do projeto; : d) responsabilizar-se pelos recursos materiais e financeiros para o desenvolvimento das ações educativas definidas no projeto; e) mobilizar, selecionar e capacitar os professores e supervisores responsáveis pelo desenvolvi- mento das ações educativas; e , f) mobilizar e organizar as classes para o atendimento de educação básica de jovens e adultos, observando os diferentes níveis de aprendizagem dos alunos. CLÁUSULA TERCEIRA - DO VALOR Para a realização das ações educativas previstas no projeto integrante deste instrumento, a EDU- CAR transferirá à(ao) Prefeitura Mmnicipal de tuts Alves RE rar srt ) a ser reajustado na forma prevista no Projeto, parte integranté do pre- sente instrumento. recursos no valor$.5'"=zã 1.548,015,00 (..... fim milhão, quinhentos e quarenta 'e c mil CLÁUSULA QUARTA — DA DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA ] A despesa com a execução do presente Convênio será atendida, no corrente exercício financeiro, à ' conta fig dotação consignada no vigente orçamento geral da EDUCAR, elemento de despesa nº $ 1º — EMPENHO: Para esse fim, foi emitida a nota de empenho E EO valor de Czk à) 8 2º — RECURSOS: Os recursos mencionados nesta cláusula serão liberados após assinatura do Convênio conforme cronograma de desembolso e plano de aplicação aprovado, parte integrante do presente instrumento. j 8 3º — DESPESAS NOS EXERCÍCIOS SUBSEQUENTES: Nos exercícios futuros, a despesa corre- rá à conta das dotações orçamentárias que forem prestadas para atender a obrigação da mesma natureza. Sn tura Ms dA SÃO. DE CONTAS apresentará à EDUCAR prestação de contas na forma determinada na IN/STN/nº 10/87. * 81º — Nos casos de rescisão, a prestação de contas será apresentada de imediato. $ 2º — Ocorrendo saldo financeiro, o(a). Prefeitura Municipal de Liz Alves o devolverá à EDUCAR, através de cheque comprado, nominal à Fundação Nacional para Educa- de Jovens e Adultos, pagávêl na praça de Brasília. CLÁUSULA SEXTA — DO PRAZO 15 ; Este Convênio terá a duração de meses, a partir de sua assinatura, podendo ser renovado por mútuo acordo das partes convenentes, mediante Termo Aditivo. CLÁUSULA SÉTIMA — DOS CASOS OMISSOS Os casos omissos que surgirem na vigência deste Convênio serão solucionados de comum acordo entre os convenentes por meio de instrumentos específicos. CLÁUSULA OITAVA — DA RESCISÃO Este Convênio poderá, também, ser rescindido a qualquer tempo, por interesse das partes, bem como nos casos de descumprimento pelos convenentes de qualquer das obrigações assumidas. CLÁUSULA NONA — DA DENUNCIAÇÃO Este Convênio poderá, ainda, ser denunciado a qualquer tempo (conforme art. 57 do Decreto nº 93.872/86, e alínea “d” do item 01, da IN/STN/n£ 10/87), ficando as convenentes responsáveis somente pelas obrigações pactuadas e auferindo as vantagens do tempo em que participaram vo- luntariamente deste instrumento. 1º via: EDUCAR Central 2º via: ENTIDADE 3º via: Coordenação da EDUCAR 4º via: EDUCAR -— Auditoria < s ÁUSULA DÉCIMA - DA DESPESA COM PESSOAL qrerão por conta exclusiva do executor do presente instrumento todas as despesas oriundas do contrato de trabalho e seus encargos sociais, sejam salariais, fiscais, previdenciais ou trabalhistas. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA — DA PUBLICAÇÃO Este Convênio deverá ser publicado no D.O.U. na forma que dispõe o 8 1 do Art. 51 do Dec.-Lei nº 2.300/86. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA — DO FORO Fica eleito o foro de Brasília-DF, para solução d mento, composto de 04 (quatro) vias de igual teor uestão oriunda do presente instru- assinado pkrante duas testemunhas. de TESTEMUNHAS: e » É FUNDAÇÃO NACIONAL PARA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS. - EDUCAR ' COORDENAÇÃO ESTADUAL DE SANTA CATARINA CAPA RESUMO PARA CONVENIAMENTO [1 JNnOME DO MUNICÍPIO UÍS ALVES - SC a [2JrituLo DO PROJETO [2 ]noME DA ENTIDADE ue PREFEITURA MUNICIPAL - LUÍS ALVES NATUREZA GOVERNAMENTAL [) NÃO GOVERNAMENTAL ENDEREÇO (RUA) = NÚMERO RUA 18 DE JULHO 204 BAIRRO H CEP UF Ccoc DA ENTIDADE 83,102.319/001 — 55 TELEFONE PARA CONTATO PQ4T7I ) TTIILM — TT à [NOME DO REPRESENTANTE LEGAL DA ENTIDADE JOSÉ ALBERTO GONZAGA SIMÃO PROFISSÃO PREFEITO NACIONALIDADE BRASILRI] ENDEREÇO (RUA) CARGO / FUNÇÃO PREFEITO ESTADO CIVIL CASADO RUA PEDRO MESS TELEFONE PARA CONTATO 77.11.55 OAQUIM MELCHIORETTO ; FISSÃO CARGO / FUNÇÃO ' PROFESSOR SEC. MUNICIPAL DE EDUC ENDERELO (RUA) É VALENTIM HESS BAIRRO VILA DO SALTO TELEFONE PARA CONTATO CPF [ 77.11.33 309.408.269 - 68 DADOS DA AGÊNCIA BANCÁRIA Nº DO BANCO NOME DO BANCO 002 NE BA CONTA CORRENTE NOME DA AGENCIA AGÊNCIA MASSARANDUBA a | q ASS. aro | 6 “ARE JR SR É E) 5 PREFEITURA . MUNICIPAL DE LUIS, ALVES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Em [7 SECRETARIA DE CULTURA, ESPORTE E TURISMO E) e PREFEITURA MUNICIPAL DE LUIS ALVES NATUREZA DA INSTITUIÇÃO PÚBLICA 2 = EX Fr SECRETARIA DE CULTURA, ESPORTE E TURISMO ul [Pi ÃO) PREFEITURA MUNICIPAL DE LUIS ALVES IDENTIFICAÇÃO : PREFEITURA MUNICIPAL DE LUÍS ALVES RUA: 18 DE JULHO Nº 1204 CENTRO : 88.325 - LUÍS ALVES — SANTA CATARINA FONE (0473) 77-11-33 77-11-44 es E E a) E, SECRETARIA DE CULTURA, ESPORTE E TURISMO . eu i É Em ) PREFEITURA: MUNICIPAL DE LUIS ALVES TO JUSTIFICATIVA LUÍS ALVES, um pequeno município da Foz do Rio Itajaí, com uma área de 252 Fm2, com aproximadamente 8.165 habitantes, ain da está recentindo o problema do ensimo de 1º grau, pois ainda hojê 50% -das crianças de 7 a 14 anos, não conseguem terminar o curso de 1º garu e a maioria destes nem chegam ao final das 4º séries inicia is. Senão um Município extremamente agrícola, os pais, a ! maioria semi-analfabetos e necessitados do "Programa de Educação * Pásiea" aproveitam as crianças para mão-de-obra na lavoura. Estudando o PEE observamos o grande proveito que trará à nossa comunidade, pois faremos uma revisão com os jovens e adultos que não fizeram de 1º a 48 séries, e os preparamos psra o (NAES) " vrúcleo Avançado de Ensino Supletivo" que já formou mais de cem jo- vens e adultos de 5º a 8º série. Através deste projeto, se atendidos, temos certeza que vemos dar o impulso necessário na nossa educação municipal, com es te programas vamos atender as comunidades mais carentes de ensino" educativo e social. AÇã, a my [ + SECRETARIA DE CULTURA, ESPORTE E TURISMO ar 5 o) O! PREFEITURA MUNICIPAL DE LUIS ALVES OBJETIVOS a) - Fazer com que 100% ( cem por cento) de nossa comunidade ter- mine o curso de 18 a 4º sérieo b) - Dar oportunidades para que todos sejam capazes de programar sua viãa condignamenteo c) - Fazer com que os jovens e adultos se sintam pessoas reali- zadas e úteis à sociedades SECRETARIA DE CULTURA, ESPORTE E TURISMO E) % PREFEITURA MUNICIPAL DE LUIS ALVES ABRANGÊNCIA LOCALIDADE Nº CLASSES ALTO CANOAS MÁXIMO RIO DO PEIXE ALTO MIGUEL am dg SECRETARIA DE CULTURA, ESPORTE E TURISMO Woo OUTasUYy BATTS UURISUUTZ OpTON “TONSTH OSTV Lelo) speljsa IST TPBd OP OBITOQTH Teo) Cpeiysa ôxTod Op ÓTH Lelob ER — OWTXRM - Texoy epeigsg T sd sBoue) O1TV ffedo) eperysa |seizeT eum) somos BpTtosLedy STIBM qLOUOTO SOxoTOM OVINHASN) 30 nvuo VNYNaIs vOd gvio “VOsSsSIAOUd OQ IWON (on! VAU ) IESVID VO OJIUZANI OLNIHYNOIDNNA 30 Oy YUOH nz TedToTung ema Togo 3OVOANI ' 00 S38$VII 30 aN ogjº1oTYOTON utTNnbeop é E jo. dai ai Ke) ar | VOISvE OYIVINAI JO VNVHVOUA ; | SIvD07 3 SaHOSSIIONA | pinos ova 3q OLNINVELSVOVO EE go . OVÍVINTI VA OIY3LSI - OS - SOATV ST BINOSGTIOMA GOO OLNINVNIZNA 70 OQQNIA “MAN OIDINI VIVO 00º G49ºg€aºT 00*0€EºE6 OS! ZTOº9OT 05º ZTOº9OT 00!0£€EºEC6 Nvonaa va TYLOL UOTVA ASNINHANOO OYMIO O meme mo S0 &0 So SASSvIO aq TVIÓL 00º 202º Tz ST 00º 202º Tg GT 00º099º98T * aSSVIO VOd TYLOL VOTVA VALIVELSININIV VS OXÔVIIC OXSIA HOSSTIONI OT ONA aava! SOUIJONVNIA SOSUNIIA PREFEITURA MUNICIPAL DE LUIS ALVES METODOLOGIA Tel - Conteúdos 701.1-Português - Relacionadas com a realidade Matemática - do município e seus munícipes. Integração Social Te2 ESTRUTURAÇÃO DA AÇÃO — To201- Duração 720 horas/aulas k To B dois Carga horária mensal 48 horas /aulas E PR ds Número de dias letivos semanais = 04 Sm To204- Carga /horário dia = 03 horas E ARA Período de Intervalo- das 20:30 às 20:45 horas To 256- Data de início 01/08/88 término 31/10/89 Te3 RECURSOS DIDÁTICOS: To301 Material da Fundação Educar O T302 Cartilha munivipal organizada no decorrer dos trabalhoso To4 AVALIAÇÃO DO ALUNO 3 dor Avaliar o aluno num todo, mas também através des To402 Exercícios escritos, TAS Exercícios orais, Tasçà Interesse na atividade, To45 Colaboração ( trazendo material para o trabalho) 7.406 Apresentação de idéias Toda? Relacionamento com o grupo Veg End E é [7 SECRETARIA DE CULTURA, ESPORTE E TURISMO > e k de PREFEITURA MUNICIPAL DE LUIS ALVES é Ne pd MR MO o SITE E E SIE O! LO OPERACIONALIZAÇÃO 8.1 Levar o projeto nas comuni dades onde ainda existem analfabetos ou semi-analfabetoSe 8.2 Através da aplicação do projeto dar condições para que todo Luí sal vense programe sua vida Condignamentes. 8.3 Conseguir, com a aplicação do "Frograma de Pásica" a realização ' de nossa sociedade. 8.4 Vamos mobilizar o professor da comunidade para que incentive os seus conterrâneos para uma participação ativas 8.5 Não há melhor maneira do que o professor local, pois a situação! a não é das melhores para encontrar outro alguém. 8.6 Deverão ser formados em magistério ou equivalente. 8.7 A supervisão será feita pela Secretaria Nunicipal de Educação em colaboração da Fundação Educar. 8.8 A avaliação do Projeto deverá ser feita conjuntamente "Prefei tu- ra" e "Fundação Educar". arder ut SECRETARIA DE CULTURA, ESPORTE E TURISMO “UV b 0) m "1 m pr | 1) p E es ES Q “Vv > [ u [o] m | Em = Q.. > < m [44] 4 COMPETÊNCIA 9.1 - PREFEITURA MUNICIPAL É a)- Espaço Físico b)- Condução para a visita do supervisor ec)- Selecionar os professores a)- A capacitação dos professores é de competência do município, através da Secretaria da Educação. 9.2 — FUNDAÇÃO EDUCAR: a)- Repassar recurso financeiros para pagamento dos professores, Ajuãa de Supervisãos Capacitação e despesas administrativas. b) - Fornecer material didáticos >) - É de responsabilidade da Fundação Educar a capacitação do res- ponsável pela Educação de Adultos no municípioo a E E | SECRETARIA DE CULTURA, ESPORTE E TURISMO VATIVULS IN THAN OyJvI 0yS1 a L50L0%' L90L0S" L90L [05 L901) 05º L901] 0S*L9OL SIaval E OXANY O£E*E6 | 0EESE6 | VALIVULSI! 05º L90L| 05º L90] | | | 0SºL90L| OS*L90L] OS*L9O. [O [ 02"[ oraas[oeates | wossasmua n SaSaIN - Vavla 6g OUTADNVNTI-09JSTA VINHO E OXINV E =7, G& i PREFEITURA MUNICIPAL DE LUIS ALVES PAGAMENTO PROFESSOR — UM PISO SALARIAL —- ATUALIZADO RESPONSÁVEL PELO PRQJETO JOAQUIM —MELCHIOREITO SEC.M. DE EDUCAÇÃO E CULTURA qe Y a) E; SECRETARIA DE CULTURA, ESPORTE E TURISMO Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara e Vereadores Luís Alves, 26 de setembro de 1988 Prezados Senhores Vimos através deste, enviar em anexo as relações do Projeto Educar já em atividade , com mome dos alunos e respectivos professores, Outrossim queremos informá-los que estamos providenciando o início em outras comunidades, pois nosso objetivo iniciak é atendermos, no mínimo cinco comuni dadeso Sendo o que tinhamos , nossos sinceros agradecimentos: ATENCIOSAMENTE asda Ve W ” “ Leonir Wo Luçoli Obs. Responsável pela secretaria, tendo em vista o titutar Joaquim Melchioretto estar em campanha eleitoral a h ) SECRETARIA DE CULTURA, ESPORTE E TURISMO Gira TADO DE SANTA CATARINA |; SECRETARIA DO TRABALHO E DO DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL ENTIDADE SOCIAL CONVENIADA RELAÇÃO NOMINAL DE MATRÍCULAS NOME DA BASE FÍSICA: ESCOLA REUNIDA TEN. ANSELMO JOSÉ HESS VILA DO SALTO PROF8, SANDRA MARIA KRAISCH DATA DE Nº ns Ra) a NASCIMENTO -MATRÍCUL O” | Adilson Gesser 06/02/70 | Agost/8€ 02 Itamar Schmitz 20/02/68 Agost/8€ 03 Jovelino Dias 20/02/65 Agost/8€ 04 | Sidney Kleis 10/01/11 | Agost/86 8a: E Ezani Winter Agost/8€ 06 | Geni Leber 18/07/47 | Agost/8€ 07 Gercira da Costa 08/07/11 — Agost/86 08 Lavina Gonçalves Pinto 28/02/72 | Agost/8E 09 Marly Schmitz 29/09/73 | Agost/8€ 10 | Marli Ruth 30/09/73 Agost/8€ 11 | Marili Kuth 31/01/71 Agost/8€ e, Márcia Martendal 20/12/72 Agost/8€ E] Patrícia V. Kuth 16/12/11 | Agost/86 COORDENADORIA REGIONAL DE SECRETARIA DO TRABALHO E DO DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO PREFEITURA MUNICIPAL ENTIDADE SOCIAL CONVENIADA RELAÇÃO NOMINAL DE MATRÍCULAS NOME DA BASE FÍSICA: ESCOLA E ISOLADA PROP, ARLINDO Bo ZIMMERMANN ALTO MÁXIMO PROFº NILZA BORK MOJE DATA DE DATA DE Ne : NOME : RA te] NASCIMENTO | | MATRÍCUL O. | Estelita Terezinha Bachmann 08/02/66 Agost/88 02 Romário Martendal 10/03/75 Agost/88 03 Alzemir Passoldt 10/08/76 Agost/88 04 Marcelino Siebert ] 16/12/75 Agost/88 05 Lorival Moacir Reichert 29/11/59 Agost/88 06 Rosiméri Elizete Reichert 30/03/74 Agost/88 O7 | FElci Reichert 05/12/63 Agost/88 08 - Genésio Reichert 30/10/70 Agost/88 09 | Riraél Odair Volpi 30/05/75 Agost/88 10 Jucélia Aparecida Volpi 19/05/75 Agosto/88 tod Telmo Espig 02/08/75 Agoste/88 1” | Fábio Espig 29/05/75 Agosto /88 as Marcos Roberto Reichert Bachmann 01/12/70 Agoste/88 14 Rogério José Reichelt 07/02/74 Agosto/88 as Gérson Carlos Neuenfeldt 03/05/72 Agosto /88 16 Marise Neumnfeldt 05/08/73 Agost:/88 7 Maria Inês Neuenfeldt 14/04/74 Agoste/88