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CÂMARA DE Y
ACEGUÁ - RS
cà DO de 2027
o VEREADOR PEDRO DE BLANCO NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS APR
CONSIDERAÇÃO DO COLENDO PLENÁRIO O SEGUINTE:
0), ne 08€) 2022
RECONHECE. OS RODEIOS CAMPEIROS COMO
PATRIMÔNIO CULTURAL, PRÁTICA ESPORTIVA E
DE RELEVANTE IMPORTÂNCIA SOCIAL E
ECONÔMICA PARA O MUNICÍPIO DE ACEGUÁ
município de Aceguá.
Parágrafo único. Consideram-se rodeios as Provas equestres e atividades de montaria ou de
cronometragem, nas quais é válida a habilidade do peão ou prenda em dominar o animal com perícia, tais
como:
I- Montarias;
II - Prova de tonéis;
III - Cavalgada;
IV - Provas de rédeaV
- Gineteada;
VI- Vaca parada;
VII - Prova de laço;
VIII — Chasque
IX — Prova do Couro
X — Enduro
XI — Prova de 21 Dias,
Art 2º A realização de rodeios e demais práticas esportivas previstas no parágrafo único do Art 1ºdesta lei
deverá prezar pelo cuidado aos animais e normas sanitárias vigentes, além de estritamente dentro do que
estabelece o Ministério Público, conforme cartilha publicada em 2012.
Art. 3º. Esta lei entra em vigor na data da sua publicação.
Pedro nco - PTB
BAIXA PARA AS COMISSÕES
Data; / /
. ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL E
CAMARA MUNICIPAL DE ACEGUÁ
projeto protocolado na Assembleia Legislativa, que prevê a proibição de rodeiosno Rio Grande do Sul, sob
alegação de que nestes eventos “há violações ao bem-estar animal”, exige que os representantes do povo,
contrários a tal proposta aloprada, embasada em falsas premissas e informações de cunho duvidoso, se
manifestem.
Portanto, o Projeto de Lei apresentado reafirma o Rodeio como parte da cultura gaúcha, com ênfase em
Aceguá, um dos grandes criatórios do Cavalo Crioulo no Estado, bem como terraonde ocorrem grandes
eventos, com participações, inclusive, de representantes de diversos municípios, que aqui encontram
hospitalidade e festas campeiras com a genuína marca da fronteira do Rio Grande do Sul.
Também é necessário levar em consideração que a realização das festas campeiras gera uma cadeia de
benefícios a economia local — comercialização de bebidas, alimentos, transporte, veterinários e organização.
A proibição dos rodeios impactaria de forma negativa na economia.
Quanto a alegação de que os animais sofrem maus tratos e são submetidos a situações ultrajantes, demonstra
o desconhecimento quanto a cultura, dos valores e dos ideais do homem do campo, que vê no cavalo não um
instrumento de trabalho, mas muitas vezes um amigo e companheiro nas lidas campeiras.
Assim, consideramos que reconhecer o rodeio campeiro como patrimônio cultural, assenta para que não mais
tenhamos o tradicionalismo atacado por agentes externos, que nada entendem e compreendem sobre a cultura
tradicionalista,
Sala das sessões, 30 de Maio de 2022.
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