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materia nº 577/1968

Tipo Ata
Número / Ano 577 / 1968
Date 1968-02-09
EmentaATA DA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 9 DE FEVEREIRO DE 1968
native_id13627

Autoria

Tramitação (latest 1)

DateStatusTurnoTexto
1968-02-09 Aguardando a inclusão na ordem do dia U AGUARDANDO A INCLUSÃO DA SESSÃO.

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: ocr · backend: tesseract · confidence: 0.81 · pages: 7

Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Batã£. o s n '
Batié, O de evertiro se 105º
77/68.
,
de prra enesminhor 2o Senhor Presidente, pers
2 Sua Excelência o Senhor Frefeito lunicipal, deis req
informações, o primeiro com referêncis 20 problema d'água, o segun-
ão é com referência a esquina da Rua JoBo de ieman e da Rus Dr, No-
nório Hermeto, Serhor Presidente êste requerimento, eu Veresdor en-
cominho ao Senhor Prefeito lunicipal , fico nº espectative de uma /
resposta, porque scho que o trebalho deve ser assim, porque só assim
rossa se conprover a tantos reclcmes da comunidade, com referência
ey
êsse problems do 1 miecípio e que muitas vêzes argumenta-se, a co-
Funidade ainda acha que existe desinteresse por perte do Legisletivo
e como não existe orgão de população dentro do Nunicípio, então nós
vamos atravéz de requerimento, pera justemente justificar, aqueles
que confisvam na nossa pêssoa uma pequena parcela de voto, mas nem
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s
Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Putiá, 9 de Fevereiro de 1968
ATA TIS 577/68 Fls, 2
por isso priva de sermos também responsáveis por uma boa administra
ção do Município, porque nós sentimos tombém, como a maioria da co-
munidade vem sentindo og reflexos do ano passado e nêsse ano já vie
mos sentindo sem uma solução em determinados problemas do Município
que já se arrastam por 3 longos anos, não se sabe quem é o responsá
vel em determinadas ocasiões atirando no govêrno do Estado, em outras
em cima do Município, em outras em cima da COPELII, então para. que
fole dúvida e para diminuir os dúvidas, eu me diriji, com itens abai
xo creio que se não fui muito bem explícido na elaboração do meu /
requerimento acho que há possibilidades do Senhor Préfeito entender
perfeitomente, eu vou ler tão sômente um com referência a esquina /
da Rua João de Maman com a Rua Dr. Honório Hermeto, solicitando ao
Senhor Prefeito llunicipal, sôbre a esquina da Rua Jogo de llaman com
a Rua Dr. Honório Hermeto, mais conhecida como esquina Ernesto Sal-
gado Peres, conforme itens abaixo descriminados:1º a quem compete /
as providencias para solucioner o problema da referida esquina, que
vem se tornando um perigo permanente aos que por ali trânsitem,
2º) Se compete ao Município que providencias serão tomadas pera so-
lucionar o problema, que vem se alastrando por muito tempo, se com-
pete ao Município, quais as providencias a serem tomadas, pelo Nu-/
nicípio,
NESTOR ANTÔNIO DA SILVA - NADA,
LUIZ BRATKOWSCKI - NADA
ORDEM DO DIA
JOSE FREDOLINO LEINDECKER - PRESIDENTE - De acôrdo com as
respectivas Comissões, êsse leva parecer favorável, exceto parecer
da Comissão de Educação de Saúde Pública e Assitência Social, vota
favorável 1º e 2º redator,
IBRAHIM DA SILVA CHARÃO - Senhor Presidente, omiti não /
dei parecer, como redator e mesmo carece, não carece, mas o meu pa-
recer não é favorável, posso dar o meu parecer verbal,
ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Favorével
Z0BLY SANTOS DE OLIVEIRA - Favorável
40BLY SANTOS DE OLIVEIRA
ELSON VOLTAIRE DA SILVA LOFES - Favorável
NESTOR ANTÔNIO DA SILVA - Favorável
IBRAHIM DA SILVA CHARÃO - Contrário
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ORDEM DO DIA
IVI4 BRATKOWSCKI - Senhor Presidente e Senhores Vereadores
ou sou contrário e vou dizer o porque da compra de mais uma méquina/
ostou achando que o nogso lunicípio está virando só em maquinário, /
vejo eu Senhor Presidente, Senhores Verendores que hé necessidade de
outras coisas mais importantes do que a máquina, porque em certa oca
giio aqui nesta Cosa, foi comentado que só assímilor, para compra de
mequinário, acredito que não porque tenho a certeza que não é, empre
gar dinheiro na compra de maquinário, porque se assim fôsse Senhor /
Preçidente, Senhores Vereadores em dez anos terf£smos compredo dez /
méquinas, porque eu acho Senhor Presidente e Senhores Vereadores /
que o Senhor Prefeito pode ter sua boa intenção de comprer méquinas,
ZOEIY SANTOS DE OLIVEIRA - Me permite um a pa
rendor? Hu tenho o impressão que o nosso colege não es
mento tôdos ns verbas especificamente, prra comprer mea
temos que comprar uma máquina todos enos, se 2 Cêmaro aprovar.
TBRAHIM DA SILVA CH;RÃO - Me permite um a porte
dor? Na dependência de aprovação do Lei Orçamentíris, nº
do Legisletivo, mes que o componheiro sobe que o Lei que
lançamentos do Yunicípio, o que vê nrevisto no orçemento
Prefeito Iunicipal, não erbe cegui ) nova inclinsção segundo me po-
rece n ser nlterndo, então nro é ums ectreit: lençad els Cêma
xo, Te vor no 0º “4 Como en AS o Qicso ponec tora eme pocos
Messéran e n , aahos 3
ter, ne me perdoem
,
é
/
/
JUIZ DR: TKONSCII - Do méquina,
PAT 1
TLSCN VOTPATRE DA SILVA LOILS - O nosso Iuricf) nobre
Veresdor deve esber não é muito pequeno, eu seredito endo voz mg
is o runicípio deve empregor em meteriois, pora a grandioçidcde do /
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Emei
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Butit, 9 de Fevereiro de T968
ATA Nº 577/68 Fis. 4
ORDEM DO DIA
róprio Município,
LUIZ BRATKOWSCKI - Sim, está se tornendo um cemitério de /
néquinas. Ru seredito que não há necessidade, nós temos necessidade
de muitas outras coisas, prra que mois máquinas, poros ficar si pero-
ão pois afinal de contas, só trobalha deçois de ter chovido, porque
quando está sêco não pode trabalhar, de mais a mais nós nem sabemos
o valor dessa máquina se custará 120, 130 ou 140 mil cruzeiros novos
pois nem temos concorrência, comprando no escuro vemos ter grande PÁ
préjuizo.
ZOBLY SANTO DE OLIVEIRA - Me permite um a parte nobre Ve-
resdor? Com referência ao Projeto que ora baixa nesta Cosan, Upenos /
para esclarecer ao nobre colega, que nós demos o perecer basecdo nº-
quilo que trazia o Projeto de Lei, traz o Projeto de Lei um convênio
com o FINANE, para aquisição dessa máquina, então é lógico a conco-/
rrência feita por um apêlo que se submete a êsse convênio, a êsse /
lançemento,
LUIZ BRATKOWSCKI - Nao porque a Prefeitura tem podêres, pa
comprar em qualquer lugar.
ZOEIY SANTOS DE OLIVEIRA - Não atravéz dêsse convênio,
LUIZ BRATKOWSCKI - Não, mas incluzive pode comprar em qual-
quer outro lugar, eu quero deizar bem claro que sou contrário, por /
essas razões que vôces vejam o que falta em nosso município, tudo, /
ainda julgam de me chamar a atenção, ao ponto que o nobre colega /
usou um têrmo o pouco tempo, que tem de fazer requerimento ao Senhor
Prefeito, porque tudo o que a gente pede ê1e não responde nada, os /
Projetos estão todos engavetados, eu quero perguntar, aproveiter a /
oportunidade para perguntar onde estão as Proposições aprovados nes-
ta Casa, se alguma foi atendida, nenhuma, então não estamos ai para
dizer "amém", sou contra e digo de sã consciência, de consciência /
tranquila e tenho certeza, que todos os que pensam bem são contra /
essa despeza de 140 mil cruzeiros novos, pera aquisição dessa máqui
na, porque no Município falta tudo,
IBRAHIM DA SILVA CHARÃO - Senhor Presidente, Senhores Ve-
readores, vou ser bastante breve eu quero esclarecer e quero que en
tendam que eu fui contrário, não achando que o Município não precise
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ORDEM DO DIA
DR uma máquina, 81e precisa sim, mas não que seja uma necessidnde /
meritória e com o montante que vai ser comprada a megms, quem sabe /
daría condições, para enlçar elguma Rua da tidnde, algumas vias pú-
blicns e rinda mais o Município que tem no orçemento pars 1968, um /
montante divisório de 10 mil cruzeiros novos, que não dá para calçar
200m,, o que pode se esperar, êste é o meu ponto de vista, quem sa-/
be eu não digo que não sejn uma necessidade, o meu problema, a minha
atenção é voltada para ag necessidades mais prementes, êste é o mey
ponto de vista, porisgo que eu dei meu parecer contrário a compra da
máquina, verbal como vôces dizem, mas não que eu seja taxativemente
contrário e tenho essas ponderações, outra coisa também por certo os
Senhores notam melhor do que eu, não sei porque êste lugar está re-
negado a um desleicho, é só macéga, só falta com o perdão das pala-/
vras passar a uma selva amazônica, não tem limpeza, não tem assistên
cia, não tem limpador público, porque a praça renegada ao esquecimen
to, tem uma pracinha ali em cima que era para ser construída e que /
até hoje: o material encontra-se nas oficinas da COPELLNI, que não tem
um orientador público para combinar, não tem tanta coisa nesta cida-
de, que é uma necessidade tão premente, que é isso, eu pergunto mais
Senhor Presidente, quero fazer um pedido a Casa e se possível for en
caminhar a êste modesto servidor desta Casa um exemplar da Lei de Or
çamento do Município, para que nós possamos dar uma olhada, apesar /
dos nossos poucos conhecimentos e procurarmos dentro desta Lei algu
ma coisa de errado, que esteja sendo efetuada no liunicípio ou efeti-
vado atravéz do orgão Municipal e que não seja da competencia do Or-
gão liunicipal e que está sendo feita, que de fato nós sabemos tombém
de fonte segura e fonte fidedigna, que precisa mais uma máquina para
abrir ruas, mas abrir ruas não é da competencia do liunicípio, é da /
Cia. Loteadora, então tudo agora isso aqui é feito a mêrce de meia /
dúzia, nao tenham paciência o dinheiro do povo é para ser aplicada e
muito bem aplicado, mas nesta terra não só no Butiá simplesmente, em
muitos lugares, o povo contribuí e confia atrevéz do voto, determina
do cidadão, para orientar e dirijir a sua comunidade e termina o po-
vo no decorrer de algum tempo tendo sido fiscalizador daquela autori
dade, como está sendo o nosso caso aqui em Butiá, é o que está acon-
tecendo aqui, era o que eu tinha a dizer, muito obrigado.
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ORDEM DO DIA
ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Com referficia a patrola eu quero
esclerecer o meu ponto de vista foi favorável, porque eu tenho andado
pelo interior de quase todo o Município de Butiá, lugares que até en
tão não conhecia e fui espontâneamente, com o ênterresse de conhecer
ótimas as estradas do lunicípio, aqui no Cêrro do Roque, mas as que
se ligom a essa estruda geral, não existe estrada, a estrada que sai
de Preneisquinho e parece que denominada Paço das Tropas.
LUIZ BRATKOWSCKI - Me permite um a parte nobre Vereador?
acredita que nao tem aquela estrada por falta de máquina. O nobre co
lega sobe me dizer se e máquina está trabalhando em ruas equi?
ARIOSTO BATISIA SAMPAIO - Fazendo ruas,
LUIZ BRATKOWSCKI - Então tem máquina de sobra,
ARIOSTO BATISZA SAMPAIO - Como eu dizia Senhor Presidente
a estrada do Cêrro do Roque, o ramal que liga o Arroio da Palmeira /
também nro tem estrada, não dá para transitar por lá, e o centro de
produção que se encontra por alí acha-se prejudicado em virtude dos
nís estradas. Na Granjinha também sa estrada é boa até um certo ponto
depois se torna muito difícil o trânsito porque a estrado é péssima,
aqui mesmo a estrada do Martinzinho para baixo não está em boas con-
dições
ELSON VOLTAIRE DA SILVA LOPES - Me permite um a parte no-/
bre Veresdor? O caso a meu entender, porque em sessões anteriores /
eriticavam que nós não tinhamos estrads, faltova estreda para isso,/
folteva estrsdo pora mis equilo, para o escormento do produção, pa-
re fezenda do seu Fulano de Tal, pars o escosmento d» rrodução do Tu
nicípio, não tinha estrada,
ARIOSTO BATISTA SANPAIO - Com referência a praçe, que ce /
o nosso colega Ibrahim d: Che rão, que esta'cbendonada,
1 Qô10 é DT raçe Sant:
eu tenho infornaSTo
CorET! E, -cueles inctolacoes
se divon+s
se divertirom,
mu. tenho
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