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materia nº 1726/1981

Tipo Ata
Número / Ano 1726 / 1981
Date 1981-03-20
EmentaATA DA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 20 DE MARÇO DE 1981
native_id14907

Autoria

Tramitação (latest 1)

DateStatusTurnoTexto
1981-03-20 Aguardando a inclusão na ordem do dia U AGUARDANDO A INCLUSÃO DA SESSÃO.

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: ocr · backend: tesseract · confidence: 0.92 · pages: 20

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE BUTIÁ
Butiá, 20 de março de 1981.
A T A Nº 1726/81 .
hos vinte dias do mês de março de 1981, às 20:00 horas, reu
niu-se a Câmara Municipal de Vereadores de Butiá, em sessão ordiná-!
ria, sob a Presidência do Vereador Ariosto Batista Sampaio. Havia nú
mero legal conforme livro de presença e feita a chamada. Aberta a
sessão pelo Sr. Presidente, passou-se a leitura da ata da sessão an
terior, a qual depois de lida foi aprovada por unanimidade.
VEREADORES PRESENTES À SESSÃO - DO ELOCO DO PIDB: Ariosto Batista
Sampaio, Eraldo Machado e José Ary Luz; DO BLOCO DO PDT: Antônio de
Oliveira Moraes e Dorval Corrêa Leão; DO BLOCO DO PDS: Adilson José
Pereira Conter, José Carlos Menezes da Silveira, Leão Londres Rodri-
gues da Silva e Neuza Vargas.
EXPEDIENTE
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Vereadora Neuza Vargas.
VEREADORA NEUZA VARGAS - Sr. Presidente e Srs. Vereadores. Reinicia-
mos, aqui na nossa Câmara, mais um ano de trabalho e, quando eu me '
“refiro ao reiniciamos nesta Câmara, eu quero salientar que se reini-
cia aqui as sessões ordinárias, mas que nós não deixamos de traba- |
lhar no decorrer do tempo que nós estávamos 1á fora e desejo que es
te ano de 1981, seja um ano voltado para o atendimento das reivindi-
cações básicas de nosso Povo, porque na verdade a quatro enôs esta
mos aqui, muitas coisas já realizamos, muitas coisas foram realiza-!
das pelo Executivo, mas nós sabemos que muitas coisas ainda devem !
Ser feitas. Então, a nossa esperança é que no decorrer deste ano, to
dos nós Vereadores e também o próprio Executivo, Para que juntos pos
Samos resolver os problemas e que o Executivo mais do que nos anos !
e Procure resolver os pro
Inicialmente eu gostaria de
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q º BUTIA
um
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talação da Agência do Banco do Brasil, aqui em Batid. Na verdade, !
esse Deputado a muito tempo vem trabalhando no sentido de que fosse
criado o Banco do Brasil aqui, que é uma reivindicação de muitos, e
que é uma aspiração de todo o povo, e eu creio que esse mérito nós
devemos a esse nosso Deputado, porque no decorrer de muitos anos !
vem solicitando, encaminhando correspondências e discutindo conosco
mesmo o problema, e agora, no dia 18 foi autorizado, graças a Deus,
a criação, foi criada a Agência do Banco do Brasil neste Município.
É uma satisfação para todos nós e solicito que seje encaminhada uma
correspondência para o Deputado, congratulando-se pelo esforço que
ele sempre fez no sentido de que o Banco fosse aqui instalado. E
nós esperamos também, que no decorrer deste ano de 1981, grandes o-
bras previstas já em orçamentos anteriores e não realizadas, sejem'
concretizadas, principalmente, por exemplo, a criação da Escola dos
Excepcionais, neste ano em que todo o Brasil está trabalhando sobre
o Ano do Deficiente Físico, que a Administração Municipal se preocu
pe em começar esta Escola que a muito tempo já vem sendo discutida!
e analisada por todos nós, porque na verdade, esses alunos necessi-
tam de um ambiente adequado para que possam sanar as suas deficiên
cias. Também o calçamento de novas ruas, o WC público, que todos '!
nós, todos os anos viemos aqui solicitar, a praça pública também, '
que é uma necessidade aqui no Município, uma vez que nós não temos"
quase ambiente para lazer. E também, uma das coisas, que já no ano
passado aqui eu destaquei e também outros Vereadores, que é o pro-!
blema do Funcionário Público Municipal, que na verdade nos sabemos"
está ganhando muito pouco. Então, que o Executivo se preocupe em '!
atender essas necessidades, que não espere, talvez a hora em que o
Governo Federal decrete o salário mínimo, mas que analise a situa-!
ção e procure já atender este problema, uma vez que nós sabemos que
tem funcionários aqui ganhando seis mil cruzeiros, que na verdade '
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isso não dá nem para comprar o pão e o leite. E me referindo ao salá
rio dos funcionários, eu gostaria de solicitar a mesa que fosse pe.
dido ao Executivo ou a Secretária de Administração, não sei bem a!
quem agora, o boletim dos emperhos dos funcionários relativo a avali
ação dos funcionários para a promoção, que isto nós já aprovamos a
bastante tempo nesta casa e eu ainda não tive a oportunidade de veri
ficar se os funcionários estão sendo promovidos de acordo com a lei!
que nós aprovamos, se aquele boletim de empenho sobre assiduidade, !
sobre pontualidade, sobre o trabalho que o funcionário está desenvol
vendo, se realmente já está sendo analisado, se está sendo feito, se
está sendo avaliado pela Comissão prevista dentro da lei que nós am!
provamos nesta Casa. Por hoje era só, e esperamos que o nosso traba-
lho comece com bastante dinamismo nesta Casa.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Vereador José Carlos Menezes da
Silveifa. j
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Sr, Presidente, Srs. Vere
adores, nossos visitantes que nos honram com a sua presença. Sr. Pre
sidente, voltando a mais um ano de trabalho, espero que Deus nos dê
força para nós trabalharmos mais uma vez unidos como sempre temos !
feito nesta Casa, com as vistas voltadas para o interesse da comuni-
dade. Eu trouxe, Sr. Presidente, da Mina do Leão, mais precisamente!
a pedido do Sr. Ney de Souza Porto, o mini-mapa do loteamento fio q
ali está sendo feito, o que ele pede é que coloque o nome de alguns!
dos seus familiares que já nos deixaram, em algumas ruas. Então,
eu
vou deixar com a Presidência,
e tenho certeza que os colegas aprova-
rão esses nomes, eu só vou citar alguns: Vespúcio Porto,
José de Sou
za Porto e Oscar Porto. Sr, Presidente,
recebi uma reclamação de al-
gumas pessoas sobre calçamento, e mais precisamente o nosso conheci-
4 2 e
do Ze Maria, tem uma Preocupação tremenda, pois o Calçamento está '!
vindo e vai fazer com que a casa dele fique mais baixa que o nível !
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posso informar,
Dobrada
eo
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d
Então, ele tem uma preocupação muito grande e já procurou o
orte de falar com ele aqui!
nte, que nós reparasse is
o criar mais um proble-
o SUL
da rude
gr. Prefeito por duas vezes € não teve 8
na Prefeitura. Então, eu peço; Sr. Preside
entes que o calçamento chegue lá, para nã
talvez seje até uma falha minha ou nossas
so
1
porque eu não sei
ma,
quem é o responsável pelo trabalho que está sendo feito de calça-!
mento de rua, se o Sr. Presidente ou alguém souber me informar !
gta rua que
onsável pelo trabalho topográfico feito ne
a ou nas ruas que foram calçadas, porque segundo
não foram!
quem é o resp
está sendo calçad
as informações que tenho das promessas que foram feitas;
s estão caminhando de uma maneira que vai pre
gora vou pedir que alguém me ajude sobre
a do Leão, como estão os assuntos enca-
cumpridas e os serviço
judicar os proprietários. A
os problemas surgidos na Min.
minhados no que se refere as nova
s barricadas feitas no Leão, eu '
procurei naquele dia o Presidente e não o encontrei e, depois quan-
do voltei do Leão era muito tarde, porque acho que ele tinha saído!
para me procurar e nós nos desencontramos não sei onde. Mas, o que!
sr. Presidente, sobre o Engenheiro do GEIPOTE, e !
aqui eu quero deixar claro, porque ainda estou por enquanto repre-'
sentando uma bancada, nós não brincamos em serviço, e o Engenheiro,
responsável pelo GEIPOTE, não tem lado a ou lado b, e nós sim temos
o que defender, os nossos interesses, os interesses do nosso Muni cí
pio, nós fomos a Brasília, Vossa Excelência foi junto e 1á ficou a-
certado algo de que esse Engenheiro viria a Butiá e ao Leão, e as
providências seriam tomadas, segundo informações que nós temos e!
que eu não aceito essa informação, de que este Engenheiro esteve '!
aqui e que foi no local, o que ele tinha que fazer era chegar aqui
e procurar essa Comissão que foi 1á, ou as autoridades Municípais A
para que nós donaaaRo informar aquela coletividade, aquela comunida
de que estã lá, do que está acontecendo, para nós não ouvir póiuas
[4
ue nm i i
q Os andamos ouvindo e que eu não aceito, que nós andamos passe-
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ando para baixo e para cima e tem alguém que pergunta pelo dinheiro !
que nós fomos buscar, ora, se sabe que em Órgão Público não se vai lé
trazer o dinheiro na mala, esse dinheiro é liberado de acordo com as
obras que estão sendo feitas. Então, o Dr. Francisco Lisboa Nápoli
tem incansadamente procurado falar com o Dr. antônio Carlos Chaves
Barcelos e, dificilmente tem conseguido se comunicar até com o gabin
te dele. Então, eu acho que deve ser feita uma Comissão aqui e ir até
o gabinete do Dr. Antônio Carlos Chaves Barcelos e dizer a ele que
nós não estamos pedindo favor, como já dissemos dentro do DNER, nã
estamos aqui de chapéu na mão pedindo favores, estamos aqui cobrando!
algo que de direito existe, é uma Lei Federal, e esta lei foi feita |
para governar os homens e não os homens governar as leis, e nós, Sr
Presidente, devemos fazer isso, mais uma vez um trabalho sério e co-
trar para poder informar e acabar de uma vez por todas o que está a
contecendo, se vai iniciar o calçamento para terminar em 31 de de zem-
bro, que termine em 31 de dezembro, mas que inicie e que se termine
com aquela barbaridade que acontece lá, com aquela poluição tremenda,
porque eu falo quase todos os dias dizendo a Direção daquela Compa-
nhia: isto aqui é uma calamidade pública, tem que se andar a tarde
com os faróis acesos, porque não se pode andar ai, O pó não permite
que a gente ande, não dá condições de visão. Então, o que acontece
Essas mulheres apavoradas fazem isso, e voltem a fazer, e por lei is
to não é permitido, se sabe que não é permitido fazer barricada, mas!
o que é que se vai fazer ?
VEREADOR LEÃO LONDRES RODRIGUES DA SILVA - O colega me permite um a-'
parte ( Aparte concedido ). Eu gostaria de perguntar, talvez o Sr. !
Presidente tenha alguma coisa a nos informar a respeito de uma promes
sa que foi feita pelo Executivo, de que no fim do ano passado, que NM
começo de janeiro ele começaria a obra do valgenento na Mina do Leão
quer por empréstimos ou por recursos próprios. Nós sabemos que ainda
não entrou o Imposto Único do Carvão esse ano, mas possivelmente não
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seje isso que esteje evitando que se inicie essa obra lá. Então, eu
pergunto ao Sr. Presidente se tem alguma coisa a nos informar a res-
peito ?
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO — É exatamente por esse motivo
que ainda não foi iniciado nada, porque o mês de dezembro de 1980,
ainda não entrou no Município. Não sei se é do conhecimento dos Sr8e
Vereadores que a distribuição do Imposto Único que é feito no Banco"
do Brasil em São Jerônimo, passou para Brasília no mês de janeiro, e
por esse motivo não veio nada para o Município, prometeram que tal-"
vez até o fim de março venha alguma coisa. O Município não tem recur
sos próprios para iniciar nada, e nós estamos tentando aquele proje-
to que nós levamos em Comissão para Brasília, que foi nos prometi do
que seria atendido, só que O projeto está um pouco exagerado nas Ssu-
as dimensões com referência a largura da rua a ser calçada, mas
que esse projeto até a própria CRM se prontificou de refazer. Eu pas
go a palavra ao Vereador José Carlos e agradeço pela oportunidade.
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Bem, com referência ao as
faltamento na Mina do Leão, eu posso dizer que nós levamos daqui a
autorização do Executivo para assumir a responsabilidade financeira,
se caso fosse necessário, mas após o Sr. Ministro de Minas e Energia
dizer que cumpria com O que tinha prometido e nos transferia ao Mi-
nistro dos Transportes que também disse que executaria os trabalhos!
até o preço mais acessível, mas se continuar dessa maneira os vinte!
e sete milhoés projetados não vão dar, e se nós ficarmos de braços '
cruzados esperando não vamos ganhar nunca. Então, eu acho que nós te
mos que imediatamente cobrar não só do GEIPOTE, mas cobrar dos dois!
Ministros, nos fazer presentes novamente, assim como o Imposto Único
é uma alçada do Executivo e digo também do Legislativo, de não cru-!
zar os braços, saber onde está o nosso dinheiro, porque o custo do
dinheiro hoje é de nove a dez e meio por cento ao mês, e O que repre
senta o Imposto Único que vai a quanto 9 Nós sabemos que uma Mina |
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vende cerca de trinta mil toneladas de Carvão-mês, Carvão que custa
dois e duzentos e vinte e nove a tonelada, e Carvão que custa dois!
novecentos e trinta cruzeiros a tonelada, e a COPEIMI, que deve es
tar vendendo cerca de cinquenta a sessenta mil toneladas por mês, t
mais ou menos, daí para fora, porque transporta cerca de três mil
por dia, mas é Carvão que eu não sei se todo ele é classificado, !
se for assin, é bem mais. Então, nesse Imposto Único, é dinheiro e
do graúdo e, nós não podemos ficar a espera que venha.
VEREADORA NEUZA VARGAS - o colega me permite um aparte ( Aparte con
cedido ). Eu gostaria, com a permissão dos meus colegas, de me con-
gratular com o que o Vereador José Carlos disse, porque eu acho que
isso é necessário, porque se até determinado tempo as pessoas que
estão com o projeto, com a solicitação nossa não nos procuram, nós
não podemos nos acomodar, a gente tem que ir , fazer uma Comissão ,
ir novamente até Brasília, porque alguma coisa deve ser feita, por-
que senão, o problema vai continuar sempre , e nós sabemos que [o)
Brasil é muito grande, tem outros Municípios que tem outros proble-
mas. Então, nós temos que ser toda hora lembrados. Eu acho que o Ve
reador José Carlos colocou muito bem o problema, espero que seje to
mada uma medida a respeito disso.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O colega me permite um aparte.
( Aparte concedido ). Eu também quero me congratular com o Verea-'
dor José Cerlos e com a Vereadora Neuza Vargas, porque isso é o '
que nós temos que fazer para evitar que alguns mal informados andem
dizendo que os Vereadores não fazem nada. Agradeço ao Vereador José
Carlos pelo aparte e dizer-lhe que tem todo o meu apoio e também da
minha bancada.
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Bem, Sr. Presidente, gts
ro deixar registrado que o Sr. Prefeito quando tiver seus problemas
que -. ele mesmo diz que tem, e que são muitos, que ele não se aca!
nhe, que convide a bancada do FDS que faz a oposição, e eu me atre-
a
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ad “- 4 . a mf
veria dizer que nós não fazemos oposição, nos fazemos fiscalização,
E [q
que nos convide, que coloque os problemas em cima da mesa, nos esta-
mos aqui trabalhando, como disse a pouco, um por todos e todos por
Ed . s “ . 4
um. Entao, isso aí vem ajudar muito a comunidade. Quero tambem me "!
pronunciar sobre o telefonema do Deputado Nelson Marchezan e do te
legrama que nos mandou. Esta luta como disse a Vereadora Neuza Var-'
gas, foi enorme por parte do Deputado Nelson Marchezan, mas também E
nós cobrávamos dele e muito, principalmente a classe rural, porque '!
não foi uma vez e nem duas que eu falei quando tive a oportunidade '
de dizer que se chegou ao ponto de setenta por cento dos movimentos
agro-pecuários ão Banco do Brasil eram de Butiá, no Banco do Brasil!
da Agência de São Jerônimo, porque'o que pesava na balança da lavou-
ra de soja, da lavoura de arroz, da lavoura de trigo e da pecuária, '
era de Butiá. Então, para nós, graças a Deus, do falado posto avança
do, que. uma vez eu tive a oportunidade de dizer, isso para nós não |
adianta nada, escritório para fazer pedido não adianta nada, porque,
quem vai a santo vai a Deus de uma vez, não adianta nada vir aqui e
fazer pedido no posto avançado para dizerem que a gerência é quem sa
be, lá em São Jerônimo. Então, agora graças a Deus, e eu perguntava
ao Dr. Juarez quando me comunicava, se ainda seria para este ano, e
ele disse: Olha, eu garanto que está aprovado, agora se é para este!
ano eu não sei, vocês ajudem, e nós vamos cobrar, queremos Agência !
para este ano, não vamos nos parar, e não só nós que representamos o
Governo do Estado, o Governo Federal, mas os meus colegas que repre-
sentam o FNDB eo PDT nesta Câmara, façam o mesmo junto conosco, te-"
nho certeza que vão fazer, porque nós vamos pedir não é para o Parti
do A ou Partido B, nós vamos pedir para o nosso Município, e vamos !
poder dizer que temos a nossa Agência do Banco do Brasil. Eu, hoje '
quando dizia isso lá em Pântano Grande, tinha um cidadão do meu lado
que eu nem sabia que era criador aqui em Butiá que perguntava se is-
4 : Ed
so é verdade e eu dizia que é, ele disse que os contratos dele estão
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em Porto Alegre, que é mais fácil do que ir em São Jerônimo. Bem, '!
nós temos que lutar pelas coisas que são nossas. Quero deixar mais!
uma sugestão, porque nós não podemos trazer aqui os projetos, os !
grandes projetos que nós gostaríamos de trazer, me pronunciar aqui !
sobre o problema da luz,. sobre o problema da água. Nós estamos, tal-
vez, fazendo uma enchente numa dota d'água, porque quando fui pro-
curado pelo Sr. Presidente da Câmara, para ir na Secretaria de Mi-'
nas e Energia, lá nós fomos e fomos muito bem recebidos. Então, se
o Sr. Presidente não teve oportunidade ainda de comunicar aos demais
colegas, nós fomos em nome desse Legislativo, não foi esse Vereador,
nem aquele outro, foi o Legislativo que esteve 1ã. O Secretário nos
recebeu da melhor maneira possível, e depois eu comunicava o geren
te regional, o Sr. Manuel de São Jerônimo, e ele disse que não havia
necessidade de nós termos ido a Secretaria e eu respondi: Seu Manuel,
nós fomos lá não foi para melindrar ninguém, nós fomos lá porque nós
temos conhecimento, somos pessoas de casa do Sr. Secretário e ele
prometeu que encaminharia ao Órgão competente, e o Sr. Manuel me res
pondia que alguns que foram lá foi constatado que houve engano, co-
mo um que tinha que pagar quatro mil e seiscentos cruzeiros, e saiu!
faceiro porque teve que pagar quatro e seiscentos e poucos cruzeiros.
E esta Empresa que fazia essas leituras já está sendo afastada. Eu !
também quero deixar registrado aqui sobre a água. Eu também fui 1á '
hoje reclamar, porque estava ardendo o espinho no meu pé, ficou cons
tatado que realmente eu estava com quatrocentos e quinze metros de '
excesso, mas que o mês que vem eu vou ter a felicidade de não pagar!
dezessete mil cruzeiros, aí então, vou pagar dois mil e poucos eru-'
zeiros.
VEREADOR JOSÉ ARY LUZ - O colega me permite um aparte ( Aparte conce
dido ) Por falar em água, eu quero pedir neste momento ao Sr. Presi-
dente por um ofício ou uma Comissão sobre a água da CORSAN na Mina '!
nd 4 4
do Leao, porque lá, está o encanamento enterrado, o povo não tem à-!
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gua, à água que o Departamento está fornecendo é pura ferrugem, está
prejudicando a saúde humana, o povo é obrigado a dar aquela água pa-
ra as crianças. Então, nós queremos saber a solução da água da COR-!
SAN na Mina do Leão. Muito obrigado.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - O colega me permite um aparte .
(Aparte concedido ). Eu gostaria de perguntar ao Nobre Vereador José
Carlos, se o Dr. Nápoli na reunião que ouve anteontem na Mina do Le
ão, não falou se encontrou o Engenheiro Chaves Barcelos ?
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA — Não encontrou. Ainda não"
teve oportunidade de falar com o Engenheiro antônio Garlos Chaves '
Barcelos. Eu fiz questão quando disse a ele que quero estar presente
no dia que ele vier aqui, porque esse mesmo Engenheiro foi o que in-
Las . End . [4 '
formou Brasilia, que as informações que nós deixamos la, Sr. Presi-"
dente, junto com o Sr. Prefeito de são Jerônimo era inverídico, que
nós naquela época disperdisávamos mais de um milhão de litros de 6-!
1eo diesel por ano e hoje se está disperdisando não é um milhão, é
quase dois milhoês de litros de é1eo diesel por ano, e o governo pe-
de para economizar petróleo. É a ajuda que nós tivemos desse Departa
Bem, sobre CORSAN, quero informar ao Nobre colega '!
mento foi essa.
que fui informado hoje que na primeira
o serviço, não sei se tratamento d'água ou coisa parecida na CORSAN,
foi dito hoje pelo Sr. Getúlio Scheiffer. Tem algo"
não deu para trazer hoje um
quinzena de abril será posto!
da Nina do Leão,
mais, que eu quero deixar pedido aqui,
» MM od n
pequeno projeto, mas na próxima sessao, se Deus quiser, quero trazer
que é a obrigatoriedade de seis fios de arame nas linhas divisórias,
tenho certeza que terei o apoio de todos os meus colegas, é para evi
tar até brigas em fomília, porque um cria ovelha o outro não cria.
Então, tem quatro fios de arame, quer criar ovelha coloca mais dois!
fios na linha, aí coloca os dois fios e diz que da metade para cá é
meu, esses dois fios colocados são meus, não pode tirar mais. Eu CO-
nheço vários processos. Existe hoje no forum em São Jerônimo, destas
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triguinhas em fanília, e no momento em que houver uma lei da obriga
toriedade das linhas divisórias com seis fios, termina tudo isso aí.
0 Vereador Antônio é criador e sabe o que é isso aí, conhece perfei-
tamente. Então, na próxima reunião, eu quero entrar com esse projeto
e tenho certeza que será aprovado. Deixo aqui O pedido que Deus nos
de forças para nós cumprirmos mais um ano de trabalho.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Vereador Dorval Corrêa Leão.
VEREADOR DORVAL CORRÊA LEÃO - Sre Presidente, Srs. Vereadores. Em !
primeiro lugar, Sr. Presidente, quero saber de sua Excelência se tem
alguna informação sobre essas firmas que trabalham aqui fazendo ter-
raplanagem, se já estão pagando os impostos ou não ?
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Segundo me consta, ainda não es
tão pagando.
VEREADOR DORVAL CORRÊA LEÃO - Eu gostaria, sr. Presidente, que nós !
fizéssemos uma Comissão para falar com O Sr. Prefeito, para entrar-!
mos em contato com a justiça e cobrarmos judicialmente essa importên
cia, porque segundo cálculos deve ser uma importância muito boa, por
que faz anos que eles estão instalafos aqui e parece que não pagam
os impostos e, o nosso Wunicípio que é tão carente de tantas necessi
dades e deixando duas firmas poderosas sem cumprir-com as obrigações
que é uma lei. Eu quero também falar com referência ao calçamento de
nossa entrada que liga a ER 290, eu até deixaria uma sugestão para !
que, se os Srs. Vereadores concordassem, poderíamos fazer uma Comis-
são para já iniciar os trabalhos pedindo que no que inicie o recapa-
mento da ER 290, a nossa aqui não seje esquecida.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - O colega me permite um aparte +
( aparte concedido ). Eu gostaria de informar que quando eu estive
eu e o Vereador José Carlos, quando fomos a Brasília tratar do calça
mento do acesso a Nina do Leão, nós falamos com o Sr. Prefeito, não
lembro se o Vereador estava presente, mas eu falei com o Sr. Prefei-
: - ID
to e ele disse que não seria bom tocar no assunto do acesso a Butia
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1á no Ministério dos Transportes, ele pediu que nós não tocássemos No
assunto, porque ele estava tratando do assunto desse calçamento dire-
tamente com o Dr. Nascimento, que é pessoa de sua amizade e da sua ,
confiança e, que ele havia prometido ao Sr. Prefeito que no momento
que reiniciasse essas obras que ele tomaria todas as providências Pã
ra atender o Município de Butiá.
VEREADOR DORVAL CORRÊA LEÃO - Obrigado pela informação. Sr. Presiden-
te e Srs. Vereadores, no uso das atribuições legais, requero a mesa »
que após ouvido o plenário seje consignado na ata dos trabalhos da'
sessão de hoje, votos de profundo pesar pelo falecimento ocorrido dia
dezoito próximo passado do funcionário dessa Prefeitura, que eu co-"
nhecia como Ideni, que era eletrecista, quero ainda que se aprovado, '
seje dado ciência aos familiares do mesmo. Ao encerrar quero pedir a
Deus que ilumine os nossos trabalhos e que o Sr. Prefeito tenha mais"
um pouco. ...
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - O colega me permite um a-
parte. ( Aparte concedido ). Quero me congratutar também com os votos
de pesar pelo falecimento do referido funcionário.
VEREADOR DORVAL CORRÊA LEÃO - Como eu estava dizendo, que o Sr. Pre-!
feito tembém possa fazer mais alguma coisa pelo nosso Município, e pa
ra encerrar, quero agradecer a presença das pessoas que hoje nos visi
tam. Muito óbrigado.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO —- Vereador Antônio de Oliveira Mo-
raes.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - Sr. Presidente, Srs. Vereadores,
pessoas que nos visitam. Eu, hoje até nem estava em condições de vir
a esta Tribuna, porque tive muitas decepções durante este recesso, ou
vindo pessoas pela rua dizendo que os Vereadores, com tentos proble-.!
mas que existem em Butiá, ficam de braços cruzados, ganhando muito 1
bem e que não se interessam pelos problemas do Munioípio. Então, ou!
vindo os meus nobres colegas que me antecederam, é uma demonstração 1
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de dinamismo, de luta, de fé e de confiança em si mesmo pela força !
que nds temos de buscar as reivindicações, buscar aquilo que é de di
reito do nosso Município. Quanto ao problema que surge em Butiá, de
Banco, eu fico muito feliz em saber que mais uma Agência de Banco !
vai ser criada em Butiá. Também solicito a mesa que envie uma corres
pondência junto com a da Vereadora Neuza Vargas, de reconhecimento
por aquilo que nós pedimos, que nós lutamos e fomos atendidos, ao De
putado Nelson Marchezan, porque já se sabe ame a agricultura devido"
as estiagens, a safra de feijão já fracassou, já está sendo solicita
do a firma sogenalda para fazer uma grande importação de feijão, por
que segundo o Ministério da Agricultura já entende que no mês de ma-
io já começará a faltar feijão, e isso acarreta despesas, já que o
nosso salário é pouco, cada vez mais diminui o poder aquisitivo de
cada consumidor ou de cada família. Quero me congratular com a Verea
dora Neuza Vargas em pedir melhor salário para os funcionários desta
Prefeitura e, também não só aos funcionários, nós temos que se preo
cupar não apenas por região, mas pelo Brasil inteiro, por um salário
melhor, pois se sabe que a inflação no mínimo é de cento e vinte por
cento e o máximo de duzentos por cento, que é todo o povo brasileiro
que está com o seu salário diminuido, porque a inflação é muito gran
de. Se sabe que, discordo que o Brasil está em recessão, mas na ver
dade, está em recessão, mas , digo, porque a Wolksvagem foi obrigada
a dar férias antes do tempo para os seus funcionários; a Fiat que !
não dava férias coletivas resolveu dar; a Crhisley vai diminuir a '!
produção, porque não tem condições de venda. Então, já se sabe que O
brasileiro come menos feijão, menas carne, veste menas roupa. Então,
ele está privado quase que de tudo. Só sabemos que um País para ser
forte tem que ter uma agricultura forte. Esperamos que o Sr. Minis-'
tro da Agricultura corresponda talvez, aos andeios do governo, que '
pelo menos falando a gente sente que a intenção dele é ter uma agri-
Culturá fortó. Por esta razão, cu aaraiocê à LSAEÉNE MESSRSS! Mo aa
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interessam pela Agência do Banco do Brasil aqui em Butiá, para faci-
1itar mais O financiamento, embora o juro esteje muito caro, mas já
é menos um gasto, porque para ir a São Jerônimo, sempre se gasta ma-
ise
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - O colega me permite um a
parte. ( Aparte concedido ). A gente ouve e sabe que as dificuldades
ãe financiamento do País são enormes, mas tem determinados Países, '
modelos nesse mundo em que nós vivemos, eu não sei porque nunca esti
ve lá, nas de informações que se tem, de que financiam o produtor ru
ral uma vez só, ele tem quatro anos de carência e doze para pagar e,
nunca mais tem financiamento do governo, ou ele produz mesmo ou nun-
ca mais vai produzir. Eu não sei, talvez não seria necessário nesse!
Brasil fazer um mexe-mexe, estudar uma nova maneira de financiar, *
não com tanta repetição de ano a ano, mas que concientizassem o -pro
dutor, de que se ele não cuidar realmente do que está fazendo, ele
não terá uma outra oportunidade.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - Foi falado em obras que foram!
programadas e não foram iniciadas, a gente sabe que muita coisa foi
feita, mas muitas tem que fazer. Então, eu deixo aqui a minha confi-
ança, a minha esperança, que O Sr. Prefeito execute essas obras, por
que a gente promete que até um tanto de tempo sai...
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Só para ampliar uma pala-
vra que foi dito a pouco aqui, sobre os deveres e obrigações do Vere
ador. Eu sei que quando surgiu o problema da luz, eu não me encontra
va em Butiá. Então, a Rádio através de seus funcionários chamaram os
Vefeadores, perguntaram onde andavam os Vereadores, que eram bem re-
munerados e que nesse momento estavam ausentes. Então, eu usei esse!
mesmo microfone e disse o seguinte: que cada Vereador tem uma obriga
ção, tem um dever a cumprir, não somos desocupades, é Vereador que
tem esposa e filho para vestir, para alimentar e para educar, cada '
um de nós tem as suas obrigações. Então, que tragam o problema até !
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9º BUTIA EM
A
á:
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nós para depois falar, e dizia que a nossa Rádio é para bem infor- !
mar, não para fazer fofocas, nem entrigss.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - Uma das incomodações que eu ti
ve foi exatamente esta, eu estava de saída para Porto Alegre quando"
ouvi a Rádio SOBRAL, dizendo que tinham convocado os Vereadores e 1
não apareceram. Onde estavam os Vereadores, que a Rádio estava preo-
cupada em resolver o problema do pessoal, mas que sozinha, e falou !
um tal Sérgio Fernandez, que procurou menosprezar os Vereadores. De-
pois, conversando com o Carlos Pierdoná, ele disse que a Rádio se !
preocupa em resolver os problemas. Então, porque não resolve ? Quem"!
se preocupa somos nós, mas ele disse que nós fazemos política suja ,
nós somos de bater no ombro, iludir e ir embora. Então, eu disse que
ele estava muito enganado, porque para ter condições de falar dos Ve
resdores, ele tem que comparecer aqui, assim como esses dois Srs.com
pareceram hoje, ele nunca apareceu aqui na Câmara, ele estava igno-'
rando, fui obrigado a chamá-lo de ignorante e até mandei que se reti
rasse, senão nós íamos se incomodar, eu pedi isso porque perdi a ca-
beça mesmo, porque o cara que não tem condições, que não conhece o
trabalho do Vereador, não pode falar. Então, o que a Rádio resolve ?
Me permita o nobre Vereador que é sócio da Rádio, mas talvez por in-
termédio dos seus locutores, a Rádio ultimamente, não está resolven-
ão problema de ninguém, está fazendo fofoca, o tempo que o munícipe!
necessita de alguma coisa vai até a Rádio, procure o Vereador, eu eg
tou toda hora na rua, estou no bar, estou no armazém, estou no super
mercado, os encontros são fáceis e se não me encontram, a casa minha
está a disposição. Por hoje era só. Muito obrigado.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Eu solicitaria que o Vereador '
Eraldo Machado assumisse a Presidência para que eu possa ir a Tribu-
na.
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Ariosto Batista Sampaio.
VEREADOR HRIOSTO BATISTA SAMPAIO - Sr. Presidente, Srs. Vereadores ;
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o BUTIA tag,
/ Ay
dé
Sa
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Srs. que nos visitam. Não era a minha intenção assumir hoje esta '!
Tribuna, já que foi usada por quase todos os meus colegas, porque o
que eu pretendia dizer foi dito por eles. Mas, é que quando falava!
o Vereador Antônio, me chamou a atenção dos fatos, essas críticas a
todos os Srs. Vereadores ...
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O colega me permite um aparte
( Aparte Concedido ). O Vereador José Carlos falou no Luiz Carlos,'
mas o que falou foi o Sérgio Fernandez, que disse que em 1982 o Ve-
reador vai voltar a pedir voto, quer ver que condições o Vereador '
terá para pedir voto se ele não faz nada pelo povo.
VEREADOR ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Eu agradeço o aparte do colega. '
Mas, eu gostaria de dizer que eu, como Presidente desta Casa, e comc
colega dos Srs. Vereadores, tenho conhecimento profundo da luta de
todos os senhores, sem distinção, tem abraçado de uma maneira ou de
outra a causa pública e defendido com o máximo ardor os interesses"
da coletividade, sou testemunha disso e sei como Vereador, que a '!
nossa Casa é visitada constantemente pela população de Butiá, bus-!
cando as vezes, desesperado, uma solução para os seus problemas. Eu
sei de vários Vereadores que tem saído ao lado dessas pessoas, ao
lado desses que estão precisando de uma solução para os seus proble
mas, a tentar a solução, ou até mesmo encontrar a solução para o !
problema, não admitimos e não aceitamos que levianos e que não tem
conhecimento de Administração Pública, não tem conciência e não tem
até atenção do povo daqui de Butiá, que se se candidatar a Vereador
não se elege, que venham nos criticar, não vamos admitir isso de ma
neira nenhuma, seje na Rádio ou fora da Rádio. Nós tomaremos todas!
as providências para valorizar o nosso trabalho, nós não somos cri-
anças para estar ouvindo estas asneiras até na sociedade. Esse ra-!
paz, que o nobre Vereador falou, o Pierdoná, cheguei um dia no Clu-
be e fui interpelado por ele e pelo Sérgio que é funcionário da Rá-
dio, que me fizeram uma dezena de perguntas até sem nexo e, eu fui!
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obrigado a dizer a ele, pergunter a ele em que ele era formado, e !
ele me disse que era formado em Veterinária. Então eu disse que tal
vez você entenda da sua atividade de Veterinário, porque de outras!
coisas você não entende nada, não entende de Administração Pública,
você é uma crianças, só tem conhecimento do banco escolar, eu quero!
ver é a vivencia, nós estamos aqui, nascemos e se criamos aqui, você
nem nasceu aqui neste Wunicípio, você veio para cá depois de grande,
não pode estar contestando ninguém, A discussão se alongou muito, *
depois eu me levantei e fui embora, porque era dentro de uma Socie-
dade. Portanto, realmente existe alguma coisa de conspiração contra
a atividade do Vereador, mas é exatamente quem não tem conhecimento,
Porque eu falei que ele nunca tinha vindo numa reunião da Câmara, !
como tem muita gente que critica mas nunca veio aqui ver o que se !
faze
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O colega me permite um aparte.
(Aparete concedido). Ele disse que nunca veio, porque alguém que ve
io aqui disse que não escapava nenhum dos Vereadores, que tem gente
com maior grau de cultura mas que foi uma negação, uma vergonha mes-
mo a vez que entrou aqui dentro. Eu disse: vergonha foi esta pessoa!
ter entrado dentro da Câmara, isso é que foi uma vergonha, porque '!
pessoa que se sente honrada por ter nascida ou morado em Butiá, ele!
vai e não sente vergonha, porque ele vai lá ouvir o trabalho do Verea
dor, o que o Vereador tenta fazer, o que ele tenta resolver, isto é
um dever de cada um de vocês ir lá, agora se não vai, não pode criti
car, mas vergonha foi esta. pessoa ter entrado 1á dentro, essa pessoa
não sabe o que esta dizendo, isso deve ser um recalcado, ou coisa pa
recidaos
VEREADOR ARIOSTO BATISTA SAMPAIO -— Agradeço mais uma vez o aparte do
nobre Vereador. Para concluir, eu disse que críticas a gente esta '!
acostumado a receber e a gente tem até certo ponto que aceitar, por-
que isso faz parte da Democracia, agora que não viesse com palavras!
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a nos atingir moralmente, com palavras pejorativas, porque nós toma
ríamos providências enérgicas até na Justiça, se fosse o caso e, eu
acho que em primeiro lugar a dignidade da pessoae
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - O colega me permite um
aparte. ( Aparte Concedido )e Eu quero me posicionar aqui em algo"
que, eu confio muito em mim, Vereador, então não basta entrar den —
'
tro de uma Faculdade, se esta não entra dentro dele. O Estudante
entra para a Faculdade, passa lá por dentro, lá ele adquire conheci
mento técnico, agora educação nós trazemos de berço, nossos pais !
nos deram educação, e tem muitos proprietários de canudos de papel!
aí que não serve nem para andar ao lado de qualquer humilde operá —
rio nosso aqui, companheiro de trabalhos Então isso a mim não atin-
ge, o que vem de baixo não me atinge
VEREADORA NEUZA VARGAS - O Colega me permite um aparteo ( Aparte !
Concedido )e Gostaria de fazer uma colocação a respeito de certas
informaçõese Este problema, eu não ouvi quando o pessoal lá da Rg -
dio estava falando, mas quando eu cheguei em casa, meus familiares!
me comunicaram, eu não estava presente também aqui no Município, ago
ra eu só lamento, que já muitas vezes entrei em contacto com eles !
para virem aqui transmitir as nossas sessões da Câmara e, até agora
infelizmente não vieram transmitir nenhuma, e falam que os Vereado-
res não trabalham, não tem motivo, não tem razão de ser, estão sen-
do incoerentes com eles mesmos, porque se eles querem que a Rádio !
transmita o real, a verdade, eu acho que todo o profissional da Co-
municação deve se preocupar em transmitir a verdade, doa em quem !
doer, mas acontece que a verdade como ela €e Então eu convido nova
mente os nobres jornalistas que venham fazer uma reportagem do de —
semvolvimento de nossas reuniões aqui na Câmara e veremos então
quem está trabalhando. k
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O Colega me permite um apar
SERRA DOR ANTONIO DE OLIVEIRA MORAES
teo ( Aparte Concedião ). Eles disseram que convocaram todos os
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qe BUTIA ne,
N
z
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Vereadores e não compareceu ninguémo
VEREADOR JOSÉ CARIOS MENEZES DA SILVEIRA - O Colega me permite um
apartee ( Aparte Concedido ). Vereador, eu só queria dizer que "!
desde quando funcionário de Rádio pode convocar Vereador, não podes
Eu fui bem claro, nós não somos funcionarios da Companhia Estadual!
de Energia Elétrica, nos tragam o problema que vamos tentar resol -
vero
VEREADOR ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Com referência ao problema da!
CEEE, da taxa de cobrança exagerada, foi gente que procurou a Rádio,
ela em vez de procurar o Vereador, levantou o problemas Eu procurei
o Vereador José Carlos e o Vereador Dorval Leão, já que a Câmara eg
tava em recesso, para fazer uma Comissão, não convocar a Câmara pa-
ra não perder mais tempo, para irmos no outro dia a Porto Alegre, ,
mandei um recado para o Vereador Dorval pelo Vereador Aldonez e es-
te não o encontroue Então decidimos ir eu e o Vereador José Garlos"
representando a Câmara e os senhores Vereadores, tomamos liberdade,
para tratar do assunto junto ao Dre Homen Ramos, o caso era de ur -
gência, o pessoal estava a esperar uma solução e, depois nós damos!
uma entrevista na Rádio, dissemos que nós íamos buscar alguma solu-
ção e depois comi caría-mos através da Rádio(para as) digo qual a
solução, o que nós havíamos feito, e tudo aquilo que nós dissemos !
nós fizemos, demos ciência a população, mas talvez nem todos ouvis-
sSeme Quanto ao acharem que a gente não faz nada, nós temos a nossa
conciência tranquila e sabemos o que nós estamos fazendo em conjun-
to e, É sempre em conjunto, nunca isoladamentes Eu disse uma vez na
Rédio para o Sérgio porque ele levantou uns probleminhas contra a !
Escola Professor Alcides Conter, disse que nós não fazíamos nada, eu
disse a ele que o ginásio, que eu discordava totalemente do ponto !
de vista dele, que o Ginásio desde a sua fundação até o presente mo
mento vem cumprindo com a sua finalidade rigorosamente, que lamentá
velmente é um colégio particular que tem que ser pago, que o Gover-
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e
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no faz compra de vaga para auxiliar o estudante e, muitos Deputa-
dos dão bolsas-de-estudos Federais e auxílios-escolares para ameni-
zar o problema, mas quem não puder, não tiver condições de estudar!
no Colégio, existe uma Escola Pública aqui, que é o Polivalente e,'
que está as vezes com pouca clientela. Portanto, meuscolegas, nós *
estamos com a conciencia trengúila, que aqui a gente trabalha hones
temente, se mais não fizemos é porque não é possível, mas pelo menos
tentar a gente tem tentado. luito obrigado.
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Assume novamente os trabalhos o Verea-"
dor Ariosto Batista Sampaios
ORDEM DO DIA
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Senhores Vereadores, eu coloco
em discussão as proposições aqui apresentadas. Está em votação. Os!
Senhores Vereadores que concordam com as mesmas permaneçam como es-
tão, caso contrário manifestem-se. Aprovadas por unanimidade as pro
posições aqui apresentadas.
EXPLICAÇÕES PESSOAIS
Nada constou.
Nada mais havendo a tratar, mandou o Sr. Presidente que se!
datilbgrafasse a presente Ata, marcando nova sessão para o dia 26 1
de março de 1981, coin a seguinte ordem do dia:
SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL$
Sala das sessões, 20 de março de 1981,
.
VeB=arib sto sta Sampaio.
Presidente.
Ver. 6 AMO o e,
1º Secretários
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